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Copa do Mundo: ingressos para os jogos mais disputados já passam de US$ 4 mil

Antes do início da Copa do Mundo, os torcedores reclamavam dos preços dos ingressos — os mais altos já registrados na história do torneio. Críticos questionavam se os valores despencariam antes do pontapé inicial e se grandes áreas vazias nos estádios acabariam constrangendo a estratégia de precificação da FIFA.

Após a primeira semana de jogos, porém, a demanda por ingressos se manteve firme nas plataformas de revenda. Os preços permaneceram estáveis e, em alguns casos, até aumentaram. Os estádios também estão próximos da lotação máxima, enquanto os ingressos para as partidas mais aguardadas da fase inicial chegaram a superar US$ 4 mil.

A FIFA, entidade máxima do futebol mundial, adotou estratégias de venda mais agressivas do que em edições anteriores, incluindo preços dinâmicos, liberações escalonadas de ingressos e a promoção de sua própria plataforma de revenda. O torneio deve gerar US$ 11 bilhões em receitas, o maior valor da história da competição. Isso levou alguns torcedores a acusarem a organização de priorizar os lucros em detrimento de uma experiência acessível e agradável para fãs do mundo todo.

“Isso gerou certa confusão e frustração entre os torcedores que queriam assistir às partidas”, disse Michael Johnson, analista da S&P Global. “Muitos esperavam que os preços caíssem após o início do torneio, mas isso realmente não aconteceu.”

A Copa do Mundo deste ano está sendo disputada na América do Norte, com jogos em 16 cidades dos Estados Unidos, Canadá e México. Nos dias que antecederam o torneio e em algumas das primeiras partidas, surgiram relatos de assentos vazios e ingressos ainda disponíveis no site oficial da FIFA. Isso sugeria que os torcedores estavam rejeitando os preços elevados dos ingressos ou dos custos de transporte.

Mas, apesar da repercussão negativa, a procura por ingressos premium continua forte e a oferta permanece limitada, segundo Kevin Near, analista da Bloomberg Intelligence. Isso tem ajudado as vendas primárias, embora ele espere um aquecimento ainda maior do mercado de revenda conforme o torneio avance. A primeira rodada da fase de grupos também foi bastante empolgante, impulsionando a demanda, com uma das maiores zebras da história das Copas e atuações brilhantes de grandes estrelas do futebol, incluindo um hat-trick de Lionel Messi pela Argentina.

Chris Leyden, diretor sênior de marketing da SeatGeek Inc., afirmou que a FIFA provavelmente definiu preços semelhantes aos cobrados em grandes eventos esportivos nos Estados Unidos. Em 12 de junho, o preço médio de um ingresso para a fase de grupos da Copa na plataforma era de US$ 750, valor comparável ao de uma partida dos playoffs da NFL. Nos cinco dias seguintes, 84% dos jogos registraram aumento de preços na plataforma.

“O que vimos no mercado de revenda é que muitos jogos da Copa acabaram ficando com preços muito próximos daqueles estabelecidos pela FIFA”, afirmou.

Os preços e a disponibilidade variam bastante dependendo das seleções envolvidas e dos resultados obtidos. Após a seleção dos Estados Unidos conquistar uma vitória recorde sobre o Paraguai na estreia, por exemplo, o preço médio dos ingressos para a partida de 19 de junho contra a Austrália, em Seattle, disparou 68%, chegando a US$ 2.314, segundo dados compilados pelo agregador Ticket Data. Já os ingressos para o confronto contra a Turquia, em Los Angeles, no dia 25 de junho, subiram 105% nos últimos dias, para US$ 2.150.

Enquanto isso, partidas como México x Coreia do Sul ou Colômbia x Portugal registraram aumentos de apenas 15%, mas os preços já eram extremamente elevados. O duelo entre Colômbia e Portugal, equipe do astro Cristiano Ronaldo, em Miami, custa em média US$ 2.573, segundo Leyden.

A imprevisibilidade dos resultados também significa que alguns torcedores — inclusive aqueles que compraram ingressos antes da definição dos grupos, em dezembro — podem acabar tendo prejuízo ao revendê-los por um valor inferior ao pago originalmente.

Atualmente, o jogo mais barato na SeatGeek é o confronto da fase de grupos entre Cabo Verde e Arábia Saudita, em Houston, no dia 26 de junho, com preço médio de US$ 236, informou Leyden.

Taylor Swift

Mesmo assim, os ingressos da Copa ainda são, em média, mais baratos do que os vendidos para a turnê Eras Tour de Taylor Swift, afirmou o executivo. Ele espera, porém, que os valores se aproximem conforme o torneio se aproxima da reta final. A turnê mundial da cantora, realizada ao longo de quase dois anos em 51 cidades de 21 países, gerou um recorde de US$ 2,2 bilhões em receitas. O preço médio de revenda na América do Norte foi estimado em US$ 3.801.

A FIFA também vem promovendo sua própria plataforma de revenda, o que pode dificultar que os torcedores encontrem opções mais acessíveis. A entidade cobra uma taxa de transação de 15% tanto do comprador quanto do vendedor. Segundo Leyden, essa taxa é “consideravelmente alta” em comparação com outras plataformas, embora ele tenha se recusado a revelar a estrutura de tarifas da SeatGeek.

Também há especulações de que a FIFA esteja transferindo ingressos não vendidos para mercados secundários, segundo Johnson, da S&P Global.

“Isso cria uma sensação de escassez artificial, incentivando os torcedores a pagar preços mais altos tanto no mercado primário quanto no secundário”, afirmou. A FIFA não respondeu aos pedidos de comentário.

Alex Bird, editor do blog Ticket-Compare.com, que monitora preços de ingressos para partidas de futebol em plataformas de revenda, afirmou que parte da razão para os preços elevados foi justamente desencorajar a revenda. Segundo ele, o sistema de liberações escalonadas também contribuiu para inflacionar os preços ao limitar a oferta disponível.

Essas estratégias prejudicam principalmente os torcedores locais, que são justamente os mais propensos a comprar ingressos de última hora no mercado secundário. Quem viaja de outras cidades ou países geralmente adquire os ingressos com antecedência para organizar passagens e hospedagem.

“Não é algo que você vai deixar para resolver no mercado de revenda na última hora”, disse. “Isso é coisa para quem mora na cidade.”

Algumas sedes também não tiveram sorte na distribuição das partidas. Um estudo da Ticket-Compare apontou que San Francisco e Atlanta são as duas cidades mais baratas dos Estados Unidos para comprar ingressos, em parte porque recebem seleções de menor apelo, como Jordânia, Argélia e República Tcheca. Mas a combinação de preços ainda elevados e equipes menos atraentes pode resultar em arquibancadas esvaziadas.

“Observando a situação agora, é possível concluir que haverá um número significativo de assentos vazios nesses estádios”, afirmou Bird.

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Brasil x Haiti: veja horários e próximos jogos da Seleção na Copa do Mundo 2026

A seleção brasileira volta para o campo nesta sexta-feira (19) em mais um jogo da Copa do Mundo 2026. O adversário da vez é o Haiti, em partida que acontece às 21h30, pelo horário de Brasília, no Estádio da Filadélfia, nos Estados Unidos.

Brasil e Haiti disputam no mundial de seleções pelo grupo C, que também tem Marrocos e Escócia.  Ao todo, o Brasil fará três jogos na fase de grupos, todos em território norte-americano.

O confronto acontece após a seleção brasileira jogar contra o time marroquino que terminou em empate após um gol de Vini Jr. 

Atualmente, a Escócia é líder do grupo C com 3 pontos, após derrotar o Haiti por 1 a 0 no último sábado (13).

A Copa do Mundo 2026 começou em 11 de junho e será disputada até 19 de julho. Esta edição terá 48 seleções, 12 grupos, 104 jogos e sedes em três países: Estados Unidos, Canadá e México.

Que horas é Brasil X Haiti?

Brasil x Haiti

  • Data: sexta, 19 de junho;
  • Horário: 21h30;
  • Local: Estádio da Filadélfia;
  • Cidade: Filadélfia.

Quais são os jogos do Brasil na fase de grupos?

O Brasil terá três jogos na fase de grupos da Copa do Mundo 2026:

  • Brasil x Marrocos: sábado, 13 de junho, às 19h, em Nova Jersey;
  • Brasil x Haiti: sexta-feira, 19 de junho, às 21h30, na Filadélfia;
  • Brasil x Escócia: quarta-feira, 24 de junho, às 19h, em Miami.

Grupo C da Copa do Mundo 2026

O Grupo C começa com a estreia da seleção brasileira. Brasil x Marrocos será disputado no sábado, 13 de junho, às 19h, no Estádio de Nova York/Nova Jersey.

  • Brasil x Marrocos – sábado, 13/06, às 19h;
  • Haiti x Escócia – sábado, 13/06, às 22h;
  • Escócia x Marrocos – sexta-feira, 19/06, às 19h;
  • Brasil x Haiti – sexta-feira, 19/06, às 22h;
  • Escócia x Brasil – quarta-feira, 24/06, às 19h;
  • Marrocos x Haiti – quarta-feira, 24/06, às 19h.
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Onde assistir os jogos da Copa do Mundo 2026?

A transmissão da Copa do Mundo 2026 no Brasil será dividida entre TV aberta, TV fechada, streaming, YouTube e rádio.

Na TV aberta, os jogos serão exibidos por Globo e SBT. Na TV por assinatura, a cobertura terá SporTV, N Sports e ge tv. No streaming e YouTube, a transmissão terá Globoplay, CazéTV, ge tv e N Sports.

  • TV aberta: TV Globo (55 jogos) e SBT (32 jogos);
  • TV por assinatura: SporTV (55 jogos), N Sports (32 jogos) e ge tv (32 jogos);
  • Streaming e YouTube: CazéTV (todos os jogos), Globoplay (55 jogos), ge tv (32 jogos) e N Sports (32 jogos);
  • Rádio: CBN, Rádio Globo, Jovem Pan, Rádio Gaúcha, BandNews FM, Rádio Bandeirantes, Rádio Itatiaia e outras emissoras.

Como funciona a fase de grupos da Copa do Mundo 2026?

A fase de grupos da Copa do Mundo 2026 será disputada em pontos corridos dentro de cada chave. Cada seleção fará três jogos, uma partida contra cada adversária do grupo.

A pontuação segue o modelo tradicional:

  • Vitória: 3 pontos;
  • Empate: 1 ponto;
  • Derrota: 0 ponto.

Ao fim das três rodadas, avançam ao mata-mata os dois primeiros colocados de cada grupo. Além deles, os oito melhores terceiros colocados entre os 12 grupos também se classificam.

Na prática, uma seleção pode não terminar entre as duas primeiras da chave e ainda assim seguir para a fase eliminatória, desde que tenha campanha suficiente para ficar entre os melhores terceiros colocados.

Depois da fase de grupos, começa o mata-mata a partir dos 16 avos de final. A partir dessa etapa, quem vence avança e quem perde é eliminado.

Saiba Mais sobre Copa do Mundo 2026

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Messi, Mbappé ou Cristiano Ronaldo, quem é o maior… em patrocínios?

Cristiano Ronaldo e Messi chegam à Copa do Mundo 2026 em um estágio avançado da carreira, com a sexta participação de ambos no torneio e marcas construídas ao longo de quase duas décadas no topo do futebol.

Kylian Mbappé, por outro lado, disputa sua terceira Copa do Mundo como capitão da França e principal nome esportivo da nova geração.

A diferença de momento também aparece fora de campo. Os três jogadores concentram patrocinadores em setores como material esportivo, luxo, tecnologia, games, hotelaria, bebidas, alimentação, saúde, inteligência artificial e entretenimento digital.

Messi e Cristiano Ronaldo estão empatados com o maior número de patrocinadores entre os três, com 11 marcas cada. A diferença reflete o momento de cada carreira. Ambos chegam à Copa do Mundo 2026 como nomes históricos, com marcas consolidadas em múltiplos setores.

Mbappé aparece com oito parcerias listadas, mas com forte presença nos segmentos de luxo, moda, hotelaria e performance esportiva ao entrar na Copa como principal nome da nova geração de jogadores.

Os valores pagos por patrocinadores desse porte raramente são divulgados oficialmente. Por isso, os números disponíveis são estimativas de mercado ou valores noticiados em reportagens, e não necessariamente representam o total real recebido por cada atleta.

Considerando apenas os contratos anuais com estimativas disponíveis nas fontes, os três jogadores somam entre US$ 69,8 milhões e US$ 73,7 milhões por ano em patrocínios estimados.

Lionel Messi

Lionel Messi estreou profissionalmente pelo Barcelona em 2004 e se transformou em uma estrela mundial no fim dos anos 2000, especialmente durante a era de Pep Guardiola.

No Barcelona, consolidou-se como um dos maiores nomes da história do clube, acumulando Bolas de Ouro, títulos da Champions League, campeonatos espanhóis e diversos recordes individuais.

Na Copa do Mundo, o argentino disputou o torneio pela primeira vez em 2006, quando a competição foi realizada na Alemanha. Depois, também participou das edições de 2010, 2014, 2018 e 2022, quando liderou a Argentina ao tricampeonato mundial no Catar.

Em 2026, chegou à sexta Copa do Mundo e, na estreia contra a Argélia, atingiu a marca de 200 jogos pela seleção argentina. Com um hat-trick na vitória por 3 a 0, igualou o alemão Miroslav Klose como maior artilheiro da história das Copas do Mundo, com 16 gols.

No quesito patrocínios, Messi tem um contrato estimatimado com a Adidas, principal patrocinadora esportiva do argentino que rende mais de US$ 25 milhões por ano ao jogador. O acordo vitalício com a marca também prevê uma cifra próxima de US$ 1 bilhão ao longo da vida do contrato.

Marcas que patrocinam Messi

  • Adidas: a empresa é a principal patrocinadora esportiva de Messi. A marca utiliza o argentino em campanhas de chuteiras, produtos próprios, ações relacionadas à Copa do Mundo e iniciativas ligadas ao legado do jogador.
  • Apple / Apple TV: a Apple é parceira de mídia da liga norte-americana e utiliza a presença de Messi como ativo central para ampliar o alcance do MLS Season Pass.
  • Mastercard: Messi atua como embaixador global de futebol da marca. A empresa desenvolve ações de experiência para fãs, incluindo campanhas de troca de camisas e benefícios para clientes.
  • Lay’s: a marca de salgadinhos utiliza Messi em campanhas globais ligadas ao hábito de assistir futebol.
  • Michelob Ultra/AB InBev: a marca de cerveja utiliza Messi em campanhas relacionadas à Copa América, à Copa do Mundo e à cultura de torcida nos Estados Unidos.
  • Hard Rock International: a parceria posiciona Messi como uma figura de experiências. Em 2026, a marca lançou uma campanha global com produtos, sorteios, suítes temáticas e ativações ligadas ao jogador.
  • Lowe’s: a rede de varejo norte-americana utiliza Messi para se aproximar dos fãs de futebol nos Estados Unidos, especialmente em campanhas ligadas a residências, festas e reuniões para assistir aos jogos.
  • Beats by Dre: a marca utiliza Messi para promover produtos relacionados a estilo de vida, música, treino e viagens.
  • Fortnite: além de participar de ações promocionais, Messi também é uma skin disponível para os jogadores.
  • Panini: Messi aparece como um dos nomes mais fortes do mercado de figurinhas e cards, associado ao colecionismo, à memória esportiva e à sua trajetória em Copas do Mundo.
  • YPF: a petroleira argentina utiliza Messi para se associar à seleção, à torcida e à identidade nacional.

Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo iniciou sua carreira profissional no Sporting, mas se transformou em uma estrela internacional após chegar ao Manchester United, em 2003. O salto definitivo ocorreu entre 2007 e 2008, quando conquistou a Champions League e sua primeira Bola de Ouro.

No Real Madrid, consolidou-se como um dos maiores nomes da história do futebol. Também se tornou o maior artilheiro da história do clube e liderou uma era marcada por quatro títulos de Champions League entre 2014 e 2018.

Na Copa do Mundo, o português disputou o torneio pela primeira vez em 2006, na Alemanha. Depois, também participou das edições de 2010, 2014, 2018 e 2022.

Em 2026, chegou à sexta Copa do Mundo por Portugal. O jogador nunca conquistou o título mundial, e seu melhor resultado ocorreu em 2006, quando a seleção portuguesa terminou na quarta posição.

Cristiano Ronaldo tem na Nike seu principal contrato comercial com valor estimado. O acordo vitalício com a marca rende aproximadamente US$ 27,6 milhões. O contrato também é tratado em estimativas como próximo de US$ 1 bilhão ao longo da vida do acordo. 

O jogador também tem laços com a Herbalife que, em 2026, recebeu um investimento de US$ 7,5 milhões feito por Cristiano Ronaldo, que também atua na divulgação da marca.

Marcas que patrocinam Cristiano Ronaldo

  • Nike: principal parceira esportiva de Cristiano Ronaldo, a marca utiliza o português em campanhas de chuteiras, roupas de treino e produtos ligados à performance, disciplina e longevidade.
  • Herbalife: a empresa utiliza Cristiano Ronaldo como exemplo de rotina, performance e cuidados físicos. A parceria começou em 2013.
  • Clear: a marca de cuidados pessoais utiliza Cristiano Ronaldo para reforçar uma imagem ligada à estética, à confiança e à presença global.
  • Binance: a corretora de criptoativos leva Cristiano Ronaldo para o universo de NFTs, ativos digitais e comunidades online.
  • Jacob & Co.: a relojoaria de luxo associa o jogador a produtos de alto padrão, exclusividade e itens ligados à marca CR7.
  • WHOOP: a empresa de tecnologia vestível utiliza Cristiano Ronaldo em campanhas relacionadas a sono, recuperação, esforço e desempenho físico.
  • UFL: o jogo de futebol utiliza Cristiano Ronaldo como parceiro e investidor.
  • SNK/Fatal Fury: a parceria leva Cristiano Ronaldo ao universo dos games. O jogador aparece como personagem jogável no título.
  • Perplexity AI: a empresa de inteligência artificial tem Cristiano Ronaldo como investidor e parceiro global.
  • Dreame Technology: a fabricante de eletrodomésticos inteligentes utiliza Cristiano Ronaldo como embaixador global.
  • ZujuGP: a plataforma digital ligada ao futebol utiliza Cristiano Ronaldo como rosto global para ampliar seu alcance.

LEIA MAIS: Dona da CazéTV e sócia de Cristiano Ronaldo busca ‘novos Casimiros’ em mercados europeus

Kylian Mbappé

Kylian Mbappé ganhou projeção mundial ainda adolescente, na temporada 2016/17, quando se destacou pelo Monaco, equipe campeã do Campeonato Francês e semifinalista da Champions League.

No Paris Saint-Germain, tornou-se o principal jogador francês de sua geração e o maior artilheiro da história do clube. Em 2024, após anos de especulação, transferiu-se para o Real Madrid.

Na Copa do Mundo, Mbappé disputou o torneio pela primeira vez em 2018, na Rússia. Naquela edição, conquistou o título mundial com a França. Também participou da Copa de 2022, quando foi vice-campeão, marcou três gols na final contra a Argentina e terminou como artilheiro da competição.

Em 2026, chegou à terceira Copa do Mundo como capitão da França. Na estreia contra o Senegal, tornou-se o maior artilheiro da história da seleção francesa em gols totais, chegando a 58 gols e ultrapassando Olivier Giroud (57).

Mbappé tem dois contratos com estimativas públicas. O primeiro é o acordo com a Nike, com valor estimado em US$ 36,1 milhões por ano. Já a parceria com a Hublot é estimada em até US$ 1,1 milhão. Assim, os contratos somam entre US$ 37,2 milhões por ano.

Marcas que patrocinam Mbappé

  • Nike: principal parceira esportiva de Mbappé, a empresa acompanha o jogador desde as categorias de base e utiliza sua imagem em produtos, chuteiras e campanhas esportivas.
  • Hublot: a relojoaria de luxo utiliza Mbappé como embaixador para conectar suas campanhas ao futebol e ao mercado de relógios de alto padrão.
  • Oakley: a marca trabalha com o jogador em ações ligadas a óculos, esporte e estilo.
  • Dior: a grife de luxo anunciou Mbappé como embaixador em 2025. O jogador também participou da coleção Dior Summer 2026.
  • Accor/ALL: o grupo de hotelaria trabalha com Mbappé em campanhas ligadas ao programa ALL Accor. Em 2025, o jogador foi o rosto da campanha “Don’t be a Guest, be a Guest Star”.
  • Fairmont: a marca de hotelaria de luxo do grupo Accor lançou, em 2026, uma campanha global de bem-estar com Mbappé como embaixador.
  • Sorare: a plataforma de fantasy game e cards digitais tem Mbappé como embaixador, investidor e parceiro de impacto social.
  • Alan: a empresa francesa de saúde e seguros digitais tem Mbappé como investidor e embaixador em campanhas ligadas à prevenção, ao sono, à nutrição e à saúde mental.

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Figurinha de Messi no álbum da Copa movimenta mercado paralelo na Argentina

Enquanto Lionel Messi se prepara para entrar em campo na terça-feira (16) para a primeira partida de sua sexta e última Copa do Mundo da FIFA, os argentinos correm atrás de outro prêmio: a rara figurinha dourada do craque.

Milhares de crianças e adultos se reúnem no Parque Rivadavia, um parque histórico no centro de Buenos Aires, onde colecionadores trocam selos, moedas e, agora, figurinhas da Panini, para completar álbuns com os rostos de todos os jogadores que representam as 48 seleções que disputam a Copa do Mundo.

Depois de conquistar o último torneio, em 2022, Messi é rei.

“Se eu conseguir, vou guardar pelo resto da vida. Vai dormir comigo”, disse Franco Logiurato, de 14 anos.

O álbum deste ano tem espaços para 980 figurinhas, e a fabricante italiana oferece outras 20 figurinhas raras colecionáveis com os jogadores mais populares, cada uma disponível nas versões roxa, bronze, prata e dourada. Uma figurinha colecionável extra aparece, em média, a cada 100 pacotes, disse a empresa à Bloomberg.

Logiurato já completou o álbum — o que custou um salário inteiro do pai — e agora está atrás da figurinha dourada de Messi.

“Pense bem”, disse ele. “É a última Copa do Mundo de Messi. É de ouro. Quer dizer, é a coisa mais valiosa que existe.”

A febre ajudou a alimentar a escassez e a elevar os preços. A Panini recomenda a venda de pacotes com sete figurinhas por cerca de US$ 1,40 (cerca de R$ 7,20), mas os quiosques — pequenas lojas de esquina que conseguem obter estoque — chegam a cobrar até US$ 2,10 (cerca de R$ 10,80), segundo Ernesto Acuña, presidente do sindicato dos quiosques.

Durante a última Copa do Mundo, o governo de esquerda da Argentina interveio diante da escassez. Sob o presidente libertário Javier Milei, Acuña disse que o sindicato não levou o tema adiante.

“É uma mini economia”, disse Tomás Mingrone, de 25 anos, que passa os fins de semana comprando, vendendo e trocando repetidas. Um adolescente havia acabado de se aproximar dele para oferecer uma figurinha comum de Messi. Mingrone ofereceu US$ 10,50 (cerca de R$ 54). O vendedor foi embora.

A popularidade dos álbuns de figurinhas da Panini ajudou a provocar escassez e a elevar os preços. Fotografia: Sarah Pabst/Bloomberg

“Tem garotos de 12 ou 13 anos aqui que ganham US$ 100 por dia (cerca de R$ 520). É incrível”, disse.

Os filhos do astro argentino também entraram na brincadeira, disse Messi em entrevista recente, e estão ocupados tentando completar a coleção de figurinhas dos álbuns.

“Uma batalha vencida”

Mingrone diz que sabe identificar pacotes que contêm figurinhas extras de colecionador e os vende, fechados, por US$ 17,49 (cerca de R$ 91) cada. Logiurato comprou dois, mas não encontrou a figurinha dourada de Messi. Mingrone estima que já abriu cerca de 20 mil pacotes e encontrou apenas duas versões douradas do cobiçado megastar argentino.

Santiago Arce, de 22 anos, foi um dos poucos sortudos a encontrar a figurinha dourada de Messi e a está oferecendo à venda por US$ 140 (cerca de R$ 730). Para consegui-la, Arce trocou quatro figurinhas extras cobiçadas — Cristiano Ronaldo, de Portugal, Kylian Mbappé, da França, Mohamed Salah, do Egito, e Jude Bellingham, da Inglaterra — além de 10 figurinhas brilhantes e 25 figurinhas comuns de jogadores.

“Cada extra tem a própria história. Cada uma é uma batalha vencida”, disse Arce.

Nem todos no parque estavam atrás da versão dourada.

Tahiel Cortez, de 11 anos, acabara de tirar uma figurinha comum de Messi de um pacote e sorria de orelha a orelha.

“Não acredito”, disse. “Consegui o Messi!”

Ele ainda precisa de 120 figurinhas para completar o álbum. Mas, por um momento, isso pareceu pouco importar.

A partir de 15 de julho, a Panini oferecerá figurinhas avulsas para completar os álbuns. As figurinhas colecionáveis extras não estarão disponíveis, disse a empresa.

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Por que os jogadores estão usando chuteiras rosa na Copa do Mundo 2026?

As chuteiras rosa tomaram conta dos gramados da Copa do Mundo de 2026. Nos primeiros jogos do torneio, jogadores de seleções como Brasil, Marrocos, México, África do Sul, Canadá e Estados Unidos entraram em campo usando chuteiras nessa cor ou em tons semelhantes.

Seleções como Brasil, Marrocos, México, África do Sul, Canadá e Estados Unidos fizeram suas estreias com grande parte dos jogadores usando chuteiras rosas ou em tons próximos à cor.

A tendência não está concentrada em uma única fornecedora. Modelos rosas foram lançados por marcas como Nike, Adidas, Puma, New Balance e Skechers, o que ajudou a transformar a cor em uma das principais marcas visuais dos primeiros dias do Mundial.

No caso das chuteiras, os jogadores não precisam usar a mesma marca que patrocina o uniforme da seleção.

Cada atleta pode entrar em campo com o produto de seu próprio patrocinador. Isso aumenta a disputa por visibilidade no pé dos jogadores — e, nesta Copa, diferentes fornecedoras chegaram a uma resposta parecida: chuteiras claras, fortes e em tons de rosa.

A explicação da tendência para a Copa do Mundo 2026 envolve uma combinação de fatores, como destaque visual, contraste com o gramado, maior visibilidade na televisão e a busca das marcas por impacto em um torneio global.

Por que as chuteiras da Copa do Mundo estão rosas?

Em entrevista ao The Athletic, Odinga Nimako, executivo sênior da equipe global de chuteiras de futebol da Nike, afirmou que a marca buscou cores fortes, capazes de ampliar a sensação de confiança e destacar o calçado no gramado.

Segundo Nimako, a Nike partiu da demanda por cores mais vibrantes em grandes eventos. O objetivo era fazer com que a chuteira chamasse atenção tanto para quem está no estádio quanto para quem acompanha as partidas pela televisão.

Outro fator citado é o contraste com os uniformes. A Copa reúne seleções que atuam com camisas amarelas, vermelhas, brancas, verdes e de outras cores, mas nenhuma utiliza um uniforme predominantemente rosa.

Na prática, isso ajuda as chuteiras a se destacarem sem se confundirem com as camisas. A Bélgica é a única seleção que possui um uniforme que mais se aproxima dessa tonalidade, mas só em detalhes em rosa em sua camisa reserva. 

O rosa também aparece em projeções de tendências para moda e design. A consultoria Coloro, em parceria com a WGSN, apontou o Electric Fuchsia como uma das cores-chave para a temporada primavera/verão de 2026.

LEIA MAIS: Camisa da seleção brasileira é considerada a segunda mais bonita da Copa do Mundo

Quais jogadores usaram chuteiras rosas?

A lista de jogadores com chuteiras rosas cresceu nos primeiros jogos da Copa do Mundo 2026, já que a presença da cor não ficou restrita a uma única marca.

Mesmo com contratos diferentes entre atletas e fabricantes, o resultado visual é semelhante: muitas chuteiras claras, chamativas e próximas do rosa em uma mesma competição.

Na abertura entre México e África do Sul, atletas como Khuliso Mudau, Nkosinathi Sibisi e Raúl Jiménez apareceram utilizando o modelo.

Na estreia do Canadá contra a Bósnia e Herzegovina, quase todo o time canadense usou chuteiras rosas, incluindo Jonathan David.

Nos Estados Unidos, Folarin Balogun, Weston McKennie e Sergiño Dest também aderiram à tendência na vitória por 4 a 1 sobre o Paraguai.

No jogo entre Brasil e Marrocos, jogadores da seleção brasileira como Vinícius Júnior, Bruno Guimarães, Raphinha, Gabriel Magalhães e Alisson utilizaram chuteiras rosas. Pelo lado marroquino, Ismael Saibari também apareceu com a cor.

Quem marcou gol usando chuteiras rosas?

Entre os casos identificados nas fontes consultadas, alguns jogadores marcaram gols utilizando chuteiras rosas nos primeiros jogos da Copa do Mundo 2026:

  • Raúl Jiménez, do México, contra a África do Sul;
  • Vinícius Júnior, do Brasil, contra o Marrocos;
  • Ismael Saibari, do Marrocos, contra o Brasil;
  • Folarin Balogun, dos Estados Unidos, que marcou duas vezes contra o Paraguai.

Quais seleções usaram chuteiras rosas?

As chuteiras rosas apareceram em diferentes seleções nos primeiros dias da Copa do Mundo 2026:

  • Coreia do Sul, com dez jogadores de linha usando chuteiras rosas na estreia contra a Tchéquia;
  • México, com atletas utilizando a cor na abertura contra a África do Sul;
  • África do Sul, também presente na partida de abertura;
  • Canadá, com quase todo o time usando chuteiras rosas contra a Bósnia e Herzegovina;
  • Estados Unidos, com jogadores como Folarin Balogun, Weston McKennie e Sergiño Dest;
  • Brasil, com nomes como Vinícius Júnior, Bruno Guimarães, Raphinha, Gabriel Magalhães e Alisson;
  • Marrocos, com Ismael Saibari entre os casos citados;
  • Holanda, identificada em registros de jogadores utilizando chuteiras rosas;
  • Bélgica, citada entre as seleções que aderiram à tendência.

Quem foi contra a tendência das chuteiras rosas?

Apesar da forte presença do rosa, nem todos os jogadores seguiram a mesma linha visual.

Lionel Messi utilizará chuteiras Adidas nas cores branca e azul-clara, com detalhes dourados, em referência às cores da Argentina.

Christian Pulisic, dos Estados Unidos, tem um modelo da Puma branco com estrelas azuis, inspirado na bandeira norte-americana.

Cristiano Ronaldo também terá um modelo próprio fora da tendência rosa. A Nike preparou chuteiras douradas para o português, em referência à sua sexta Copa do Mundo e à trajetória construída pelo jogador na competição.

Os árbitros também fogem da tendência. A Fifa determina que os oficiais de partida utilizem chuteiras pretas tradicionais, produzidas pela Adidas, patrocinadora da entidade.

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AI workers don't work from home — they 'home from work'

modern building in Paris, the walls are made of glass, at the end of the day, taken slightly against the light, wide view
Founders and workplace experts said that post-pandemic AI startups operate in a high-trust environment and have very tight-knit cultures that demand in-person work.

jean-marc payet/Getty Images

  • Founders and workplace experts said that post-pandemic AI startups have a different work dynamic.
  • AI startup employees often voluntarily come to the office and work longer hours without an RTO.
  • Founders said that in-person work fosters a high-trust environment that spurs innovation.

"What is an RTO?"

That was Together AI CEO Vipul Ved Prakash's response when asked by Business Insider whether he had ever had to send a return-to-work (RTO) memo to push employees back to the office of the cloud compute startup.

"People generally like to come in," said Prakash. "We've never enforced it."

Prakash's response illustrates a stark cultural difference between AI startups formed after the COVID lockdowns and long-established corporations, with people voluntarily coming to the office, sometimes on weekends.

Nicholas Bloom, an economics professor at Stanford University, told Business Insider that the age demographics and personal stake many startup employees have in their companies created a work mode that is "almost entirely in-person" and "100% work focused."

"For a single 23-year-old with equity worth $20 million, it makes sense to work in the office for 100 hours a week," said Bloom. "They don't work from home, they home from work."

The tight-knit culture of AI startups

Arvind Jain, founder and CEO of Glean, an enterprise AI for productivity, said he "was not eager" to bring his team members back to the office because finding an office is a hassle, but everyone wanted to be in person and return to their original mode of working when the company first started right before the pandemic in 2019.

"We just simply didn't know how to work from home because everybody was in this one small room," said Jain of the early days of the pandemic lockdown. "We used to be sitting next to each other, brainstorming what to build, and so we found that very, very hard."

Over time, said Jain, he learned to enjoy remote work and got to spend time with his family, but the team genuinely wanted to be together again.

"That's the difference — there's this startup spirit, and it's only 10, 15 people, and we want to be with each other," said Jain. "They love each other, they bond with each other, we used to play games together, and we have very fond pre-pandemic memories as a close-knit group."

Jain said that as Glean grew more rapidly in recent years, it has since moved into a larger office space and dedicated Thursday as its work-from-home day.

Spiros Xanthos, founder and CEO of Resolve AI, an enterprise technology startup that builds multi-agent AI systems, said the company has a "very strong culture" of in-person work and has never had to ask anyone to be in the office.

"We have a fairly big office now, and we have breakfast, lunch, and dinner," said Xanthos. "Most people have lunch in the office together with their colleagues, and many people stay to have dinner in the office."

Xanthos said that since founding the company in early 2024, "cohesion and culture and friendship" among employees has been critical for the company, and that he often brings colleagues based in New York to the Bay Area for offsite retreats so the team could get to know each other better.

"People will actively avoid working remotely at this point," Xanthos added. "Especially for some of the younger folks who didn't have many years of experience, but maybe worked remotely before this, many of them tell me it's day and night — the fact that they have so many friends at work now that they can trust."

AI's innovative nature demands in-person interactions

Richard Florida, an urban studies theorist and professor at the University of Toronto, said the AI wave has unique characteristics compared to other startup booms, which may generate greater in-person demand.

"Innovators have to be close to end users because end users are a part of the innovation system," said Florida, of why it's easier to work in person in the AI industry.

"If you're an AI company, the technology itself is interesting, and you can invent it, but what you really learn is by interaction with the end user, by interacting with your customers and clients," Florida added.

Xanthos said the demand for in-person attendance ultimately boils down to the nature of an innovative industry.

"As a company, we're solving very, very hard problems, and to solve these problems, you operate at the frontier," said Xanthos. "And this means that you need to experiment a lot, try a lot of things that might fail."

"That in turn requires a very high trust in an environment of psychological safety where people feel that they have the ability to innovate bottom up," Xanthos added, "Where they don't need to be told what to do, where there is communication velocity and bandwidth."

So the next time you speak to an AI startup founder, don't ask how their RTO is going — they're probably too busy trying to squeeze everyone into the office.

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Brasil x Marrocos: veja horários e próximos jogos da Seleção na Copa do Mundo 2026

A seleção brasileira estreia neste sábado (13) na Copa do Mundo 2026. O primeiro compromisso do Brasil será contra Marrocos, às 19h, pelo horário de Brasília, no Estádio de Nova York/Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A partida contra o Marrocos abre a campanha brasileira no Grupo C, que também tem Haiti e Escócia.  Ao todo, o Brasil fará três jogos na fase de grupos, todos nos Estados Unidos.

A Copa do Mundo 2026 começou em 11 de junho e será disputada até 19 de julho. Esta edição terá 48 seleções, 12 grupos, 104 jogos e sedes em três países: Estados Unidos, Canadá e México.

O jogo entre Brasil e Marrocos marca a 23ª participação da seleção brasileira em Copas do Mundo.

Que horas é Brasil X Marrocos?

Brasil x Marrocos

  • Data: sábado, 13 de junho;
  • Horário: 19h;
  • Local: Estádio de Nova York/Nova Jersey;
  • Cidade: Nova Jersey;

Quais são os jogos do Brasil na fase de grupos?

O Brasil terá três jogos na fase de grupos da Copa do Mundo 2026. Além da estreia contra Marrocos, a Seleção enfrenta Haiti e Escócia.

Veja a tabela do Brasil na Copa:

  • Brasil x Marrocos: sábado, 13 de junho, às 19h, em Nova Jersey;
  • Brasil x Haiti: sexta-feira, 19 de junho, às 21h30, na Filadélfia;
  • Brasil x Escócia: quarta-feira, 24 de junho, às 19h, em Miami.

Onde assistir os jogos da Copa do Mundo 2026?

A transmissão da Copa do Mundo 2026 no Brasil será dividida entre TV aberta, TV fechada, streaming, YouTube e rádio.

Na TV aberta, os jogos serão exibidos por Globo e SBT. Na TV por assinatura, a cobertura terá SporTV, N Sports e ge tv. No streaming e YouTube, a transmissão terá Globoplay, CazéTV, ge tv e N Sports.

  • TV aberta: TV Globo (55 jogos) e SBT (32 jogos);
  • TV por assinatura: SporTV (55 jogos), N Sports (32 jogos) e ge tv (32 jogos);
  • Streaming e YouTube: CazéTV (todos os jogos), Globoplay (55 jogos), ge tv (32 jogos) e N Sports (32 jogos);
  • Rádio: CBN, Rádio Globo, Jovem Pan, Rádio Gaúcha, BandNews FM, Rádio Bandeirantes, Rádio Itatiaia e outras emissoras.

Como funciona a fase de grupos da Copa do Mundo 2026?

A fase de grupos da Copa do Mundo 2026 será disputada em pontos corridos dentro de cada chave. Cada seleção fará três jogos, uma partida contra cada adversária do grupo.

A pontuação segue o modelo tradicional:

  • Vitória: 3 pontos;
  • Empate: 1 ponto;
  • Derrota: 0 ponto.

Ao fim das três rodadas, avançam ao mata-mata os dois primeiros colocados de cada grupo. Além deles, os oito melhores terceiros colocados entre os 12 grupos também se classificam.

Na prática, uma seleção pode não terminar entre as duas primeiras da chave e ainda assim seguir para a fase eliminatória, desde que tenha campanha suficiente para ficar entre os melhores terceiros colocados.

Depois da fase de grupos, começa o mata-mata a partir dos 16 avos de final. A partir dessa etapa, quem vence avança e quem perde é eliminado.

Saiba Mais sobre Copa do Mundo 2026

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Crioterapia, concierge e bar de shakes: as academias que cobram até R$ 5 mil e têm fila de espera

No Brasil das academias de baixo custo lotadas, com catracas girando sem parar e guerra de preços abaixo de R$ 100, existe outro padrão de atendimento que destoa tanto que até faz parecer que se trata de outro setor.

Nessas unidades voltadas ao público de alta renda, o aluno deixa seu carro com um manobrista, é recebido por um concierge, treina com equipamentos italianos conectados a pulseiras inteligentes e, no intervalo entre uma aula de pilates e uma sessão de crioterapia, pode tomar um shake funcional, deixar a roupa na passadoria ou encontrar clientes ou colegas de negócios no lounge.

Esses são alguns dos serviços oferecidos pela Six, rede de academias premium que hoje conta com cinco unidades em Brasília e no estado de São Paulo. Entre essas cinco, apenas duas têm vagas disponíveis. “Hoje todas as nossas unidades lotam menos de seis meses após a abertura. Só temos vaga nessas duas porque são novas”, diz Eilson Studart, um dos fundadores da Six. 

As mensalidades variam entre R$ 2,5 mil e R$ 5 mil reais, dependendo da unidade. Seus fundadores projetam faturar mais de R$ 90 milhões em 2026 e têm um plano agressivo de chegar a 30 unidades e um valuation de R$ 1 bilhão em quatro anos. Mas a Six é apenas a ponta de um movimento que já vale bilhões e está redefinindo o que significa exercício e bem-estar para os endinheirados brasileiros. 

Esse é o tema do terceiro episódio da nova série especial do InvestNews, “Por Dentro do Luxo“, produzido e apresentado pela jornalista Letícia Toledo, com dez programas.

Wellness: do consumo esporádico ao estilo de vida

Durante décadas, o segmento de bem-estar premium no Brasil esteve associado principalmente a destinos especializados.

O caso mais emblemático é o Kurotel, em Gramado, referência nacional em saúde preventiva desde os anos 1980. O modelo era baseado em viagens periódicas: clientes passavam alguns dias imersos em programas de emagrecimento, reeducação alimentar e qualidade de vida. Agora, a lógica está mudando.

Em março de 2026, o grupo inaugurou o Kur Wellness, em São Paulo, em uma aposta justamente na integração do bem-estar à vida cotidiana. Em vez de hospedar clientes por alguns dias, a proposta é acompanhá-los por meses ou até anos, com programas de saúde, performance física e longevidade.

O movimento reflete uma mudança de comportamento entre consumidores de alta renda. O luxo deixou de estar associado apenas a bens materiais e passou a incorporar conceitos como prevenção de doenças, saúde mental, performance cognitiva e envelhecimento saudável.

É nesse contexto que as academias premium ocupam espaço crescente. Durante muitos anos, nomes como Bodytech, Bio Ritmo e Reebok Sports Club dominaram o segmento premium.

Mas a disputa ficou mais intensa em um movimento que começou com a Les Cinq Gym. Inaugurada em São Paulo em 2014, a empresa ficou conhecida por transformar a academia em uma experiência próxima à de um clube de luxo, com arquitetura sofisticada, iluminação cenográfica e DJs. Durante alguns anos, ela ostentou o título de academia mais cara do Brasil com mensalidades na faixa dos R$ 3.500.  

No pós-pandemia de Covid-19, com o aumento da preocupação com saúde e bem-estar e, mais recentemente, o crescimento do mercado das “canetas emagrecedoras”, como Ozempic e Mounjaro, novas empresas surgiram para disputar a demanda por academia “mais premium” e “mais cara”.

A Six surgiu nesse contexto. A ideia partiu de Eilson Studart. Arquiteto de formação, ele foi sócio da rede de restaurantes Coco Bambu por 16 anos. Depois de vender sua participação no grupo, decidiu transformar um imóvel próprio em Brasília em uma academia que o motivasse a treinar. Para criar os espaços da Six, Eilson se inspirou em hotéis luxuosos de praias.

A primeira unidade, em Brasília, foi inaugurada em 2024 com capacidade para 500 alunos e mensalidade de R$ 1,5 mil. Em poucos meses, o espaço lotou e corroborou a tese de seus fundadores de que havia espaço para abrir novas unidades com mensalidades ainda mais altas. 

“Vários clientes chegavam para a gente e falavam: ‘cobre até um pouco mais, restrinja o público’”, relata Leandro Vaz, médico especialista em medicina do esporte e co-fundador da Six.  

Hoje, segundo seus fundadores, a maioria dos clientes da Six tem entre 35 e 50 anos e atua em áreas como mercado financeiro, medicina, advocacia e empreendedorismo. Ao reunir um público com interesses em comum, a academia também funciona como ambiente de relacionamento.

Em vez de incentivar que o aluno entre, treine e vá embora rapidamente, a Six desenhou seus espaços para estimular a permanência. Sofás e áreas de convivência foram distribuídos pelas unidades para incentivar encontros e conversas.

“E outra coisa em que somos muito fortes é em evento. Temos um setor dentro da academia só de eventos”, diz Studart. “Com evento, as pessoas param de fazer o exercício de forma individual, né? Fazem de forma coletiva e criam uma comunidade, e com isso o nosso churn, que mede a saída do cliente, se torna quase zero.” 

A corrida pelo cliente de alta renda 

Mas a Six está longe de ser a única empresa de olho no público de alta renda que busca o bem-estar. Além de novas marcas como Soul8 e The Beat Club, marcas que antes dominavam esse mercado estão se movendo para conquistar mais clientes.

Recentemente a Bodytech anunciou um plano de expansão para alcançar pelo menos 100 cidades até 2027 por meio de franquias. Já a Bio Ritmo, controlada pelo Grupo Smart Fit, reformulou parte de sua proposta para atrair consumidores mais sensíveis a conveniência, ambiente e serviços complementares.

O Brasil hoje já possui o segundo maior número de academias do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Apesar disso, especialistas acreditam que a penetração do setor ainda pode avançar.

Mas manter e escalar operações premium costuma ser mais difícil do que parece. Um dos principais desafios é o custo de manutenção, já que, para atrair esse público, a academia precisa oferecer equipamentos modernos e as últimas novidades do mercado de bem-estar. 

A operação depende de um nível de execução muito elevado, de uma marca forte e de uma proposta suficientemente distinta que continue justificando o preço. Muitos negócios de luxo falham exatamente no ponto em que a Six está agora: na expansão de seu modelo. Para conseguir ganhar escala sem perder o padrão elevado, os sócios da empresa ainda vão ter que suar muito.

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Nostalgia que vende: camisas retrô impulsionam mercado esportivo em ano de Copa

As golas largas voltaram. Os escudos antigos, também. Em vez de tecidos ultratecnológicos e campanhas focadas apenas em performance, marcas esportivas têm apostado em algo muito mais poderoso: a nostalgia.

À medida que o clima de Copa do Mundo começa a tomar conta do futebol e das redes sociais, camisas retrô se tornam protagonistas de uma estratégia que mistura moda, cultura pop e consumo emocional. Mais do que vender um produto, as marcas passaram a comercializar símbolos culturais carregados de memória e identificação geracional.

Nas vitrines e nos feeds das redes sociais, reaparecem referências às décadas de 1980, 1990 e ao início dos anos 2000: modelagens amplas, logos clássicos, cores desbotadas, coleções inspiradas em seleções históricas e relançamentos de uniformes que remetem a torneios passados. O futebol deixa de ocupar apenas o campo esportivo e se consolida também como linguagem de moda e comportamento.

A memória como estratégia de venda

Existe uma lógica afetiva poderosa por trás das coleções retrô. Ao recuperar referências de Copas históricas ou temporadas marcantes, as marcas ativam lembranças que já carregam significado emocional para o consumidor.

Uma camisa inspirada na seleção brasileira de 1998 ou na Argentina dos anos 1980 não vende apenas design. Ela evoca infância, videogame, álbum de figurinhas, transmissões de TV e ídolos do futebol. Para consumidores mais velhos, funciona como reconexão afetiva. Para os mais jovens, vira objeto de autenticidade e estilo.

Em um mercado saturado de lançamentos, o retrô oferece algo raro: uma história pronta. A camisa inspirada em um período histórico já nasce associada a referências culturais compartilhadas — o que ajuda a explicar o engajamento acima da média nas redes sociais, especialmente em ano de Copa.

O retrô também virou negócio premium

A nostalgia não apenas vende. Ela vende caro. Camisas inspiradas em modelos históricos costumam ocupar faixas de preço mais altas do que peças esportivas básicas, aparecendo frequentemente em coleções limitadas ou colaborações especiais.

A coleção Bringback Remixe, da Adidas, recriou designs clássicos de camisas de seleções, como México e Japão. A Nike trouxe de volta a Total 90, uma reedição que faz referência a jogadores de futebol renomados, como Ronaldinho. Ou seja, as marcas estão oferecendo uma nova perspectiva de seus próprios acervos.

Em alguns casos, as linhas retrô ultrapassam a faixa dos R$ 1.000. As camisas Bringback Remixe são oferecidas no site da Adidas por R$ 1.499,99, enquanto versões da Copa do Mundo de 2026 são anunciadas por R$ 399,99. A Total 90 do Ronaldinho — esgotada no site da Nike — foi vendida por R$ 899,99, enquanto a atual da seleção brasileira está, em média, R$ 500,00.

Parte do apelo está na sensação de raridade e pertencimento cultural. Não se trata apenas de comprar uma camisa: trata-se de participar de uma estética específica. Esse movimento acompanha uma transformação mais ampla da indústria: o sportswear deixou de ser um segmento funcional para se tornar parte central da moda global.

O futebol virou moda e saiu do estádio

Durante décadas, a camisa de futebol foi tratada principalmente como item de torcida. Hoje, ela ocupa outro território: o da moda cotidiana. Celebridades, influenciadores e marcas de streetwear ajudaram a transformar jerseys esportivas em peças fashion.

Nomes como Travis Scott e Rosalía ajudaram a popularizar o uso de camisas clássicas de futebol fora do ambiente esportivo, consolidando o uniforme como item desejado muito além das arquibancadas.

A tendência ganhou força especialmente com o blokecore, estética inspirada na cultura britânica dos anos 1990 que mistura camisas de futebol, jeans largos e tênis retrô. O movimento saiu rapidamente dos nichos para o consumo de massa como em festivais, aeroportos e semanas de moda, camisas esportivas aparecem combinadas com alfaiataria, saias ou peças vintage.

O uniforme deixou de ser apenas representação de um clube ou seleção. Virou símbolo cultural.

Em ano de Copa, o consumidor compra pertencimento

Poucos eventos movimentam tanto o imaginário coletivo quanto uma Copa do Mundo. Mesmo quem acompanha pouco futebol tende a se conectar com o torneio, que domina redes sociais, publicidade e conversas cotidianas. Para as marcas, isso cria um ambiente ideal para produtos guiados por identificação cultural e nostalgia.

As camisas retrô ocupam um espaço particularmente estratégico nesse contexto. Enquanto o uniforme da temporada está sujeito a críticas e oscilações de desempenho, o modelo vintage se apoia em uma memória já consolidada, associada a glórias do passado e protegida pelo tempo. Isso reduz riscos para as marcas e aumenta o valor simbólico da peça.

Por que a Adidas lidera esse movimento

Embora Nike, Puma e outras gigantes também tenham ampliado suas linhas vintage, a Adidas carrega uma vantagem difícil de replicar: seu arquivo histórico. E os números mostram que essa aposta tem dado resultado. Em 2025, a marca registrou receita recorde de 24,8 bilhões de euros (cerca de US$ 28,8 bilhões), enquanto o lucro operacional cresceu 54%, para 2 bilhões de euros (US$ 2,3 bilhões).

O desempenho foi considerado pela própria empresa melhor do que o planejado. Parte relevante desse avanço veio justamente dos produtos de estilo de vida: itens como o Adidas Samba e o Adidas Gazelle, modelos retrô que receberam atualizações em cores e materiais, sustentaram crescimento de 10% nas vendas da divisão lifestyle.

A força da estratégia está em um diferencial que poucas companhias conseguem reproduzir: uma identidade visual construída ao longo de décadas e imediatamente reconhecível. O trefoil clássico, as três listras e as camisas de seleções icônicas transformaram a marca alemã em referência estética muito além do esporte.

Nos últimos anos, a Adidas passou a explorar esse patrimônio de forma mais deliberada, com relançamentos, coleções inspiradas em campeonatos históricos e a expansão da linha Originals. Na prática, a companhia vem deslocando parte de sua comunicação da performance esportiva para a herança cultural e o apelo nostálgico.

Para este ano, a Adidas projeta crescimento adicional de cerca de 2 bilhões de euros em vendas — aproximadamente US$ 2,3 bilhões — impulsionado, sobretudo, pela Copa do Mundo. O resultado é um produto que conversa simultaneamente com torcedores, consumidores de moda e colecionadores — uma convergência que ajuda a explicar por que camisas retrô costumam se esgotar em pouco tempo, mesmo com preços elevados.

O passado nunca esteve tão atual

Em um cenário dominado por tendências aceleradas e excesso de informação, a nostalgia oferece algo valioso: familiaridade. As camisas retrô funcionam porque unem memória afetiva, autenticidade e estilo em um único produto. Ao apostar no passado, marcas esportivas encontraram uma maneira eficiente de continuar parecendo contemporâneas. O futebol, afinal, deixou de ser apenas um jogo transmitido na televisão. Virou linguagem estética, ativo cultural e ferramenta de posicionamento.

E poucas empresas entenderam isso tão bem quanto a Adidas, que transformou décadas de história esportiva em uma das estratégias mais bem-sucedidas da indústria esportiva e da moda contemporânea.

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I'm a Ferrari collector. Here's why I love the Luce.

Ferrari announced its first EV, the Ferrari Luce, on Monday.
Ferrari recently unveiled its first EV, the Luce. It was widely mocked online.

Ferrari

  • Classic Ferraris have always been my passion. Now they're my retirement fund.
  • The backlash to Ferrari's new EV, the Luce, shows how passionate its fans are.
  • It has driven up the value of my classic Ferrari collection.

I love the Ferrari Luce. Not because I'm a Ferrari fan or want to buy one, but because it's made me richer.

Since the Luce was unveiled earlier this week, a storm has raged across the internet. It's clear there's no brand in the world that's as much a religion, and no product that's worshipped as passionately, as a Ferrari. Even, and especially, by people who'll never be able to afford one.

Why does that make me richer? Because classic Ferraris have become even more attractive and valuable. Classic Ferraris have always been my passion. Now they're becoming my retirement fund.

A love for the classics

The author stands next to a classic Ferrari
The author stands next to one of Ferrari's most famous race cars.

Ulf Poschardt

I've been driving Ferraris for 25 years. As a child from a modest background, I bought my first Ferrari with my first severance pay. It was a fiery red Ferrari 328 GTB, and although the car was pretty mediocre, the whole thing seemed like an incredible adventure to me — the kid from a rough neighborhood — in a car with that prancing horse on the steering wheel.

Twenty-five years later, there are four black Ferraris in my garage, and there is hardly anything in my life — aside from my sons — that brings me such joy as these useless but magnificent sports cars. In their restless irrationality, they shake every cell of my otherwise rational and rigorous life.

Enzo Ferrari once said that with Ferrari, you're really just buying the engine — and getting the rest of the car for free. That has always been the brand's Archimedean point. And perhaps that is precisely what explains the confusion surrounding the new electric Ferrari Luce.

A dislike of the new

A rear shot of the Ferrari Luce
The Luce, Ferrari's new EV.

Ferrari/Reuters

An electric car has, at first glance, nothing to do with the heroism of the old Lampredi or Colombo engines. It no longer possesses fascinating mechanics, no vibrating heart of metal. It rather resembles a digital device on wheels. The moral significance of modern mobility simply looks like the Luce. The heroization of mobility, on the other hand, looks like a Challenge Stradale, an F40, or a 250 GTO.

How much Ferrari is a brand close to people's hearts is evident in the fierce reactions of those who may never own one yet still feel a deep emotional connection to it. For them, it is not reality that is crumbling, but a myth. There are few brands worldwide that evoke such quasi-religious reactions.

Ferrari's concept has always been to translate the brutal and the raw into the most elegant and sophisticated aesthetics imaginable and bring them into the present. The Luce, on the other hand, employs a form of mimicry that borders on the childish.

In places, the car is reminiscent of a Flintstones car or those Playmobil vehicles with which children embark on their first imaginary highway rides through the sandbox. Of course, both CEO Benedetto Vigna and Chairman of the Supervisory Board John Elkann were likely aware of the potential for sacrilege inherent in such a design.

With Marc Newson and Jony Ive, Ferrari brought in two designers from the digital world. They didn't want to hide the electric innards behind nostalgic forms. On the contrary, they built, in a sense, an anti-Ferrari. The logo is no longer proudly displayed, but almost demonstratively embossed. A clever, almost philosophical punchline.

The Luce seems almost deliberately alien in places, almost like an object without geographical origin, without cultural memory. While older Ferraris looked as if they belonged on country roads around Lake Como or among the curves of southern French coastal roads, the Luce seems to come from the abstract space of the digital present — from a world that is everywhere and nowhere at the same time.

That "everywhere and nowhere" nature of digital space is coolly acknowledged and consistently implemented in this car. While the old entrepreneurs were still heroes of an analog industrial age — men who, even after work, would take breakneck drives in their Ferraris (and I still very much enjoy doing so) — today's digital founders and multimillionaires often define their worldview precisely in contrast to this old-school entrepreneurship. It is a car for emotionally detached intellectuals with no need for compensatory status symbols.

The memes about the Luce ultimately show one thing above all: How emotionally charged this brand remains to this day. Everyone loves Ferrari. The Luce seems to violate the realm of dreams and desires.

The value of the classics

The author sits in one of his Ferraris
The author sits in a classic Ferrari that he owns.

Ulf Poschardt

Perhaps the Luce will go down in Ferrari history as its boldest gamble. Or perhaps as a spectacular dead end. The only certainty is this: Ferrari has decided to attempt this transformation not cautiously, but radically. And in that alone lies a remnant of that old Ferrari megalomania that has always made this brand so fascinating.

The Luce is, at the same time, a car of radical anti-distinction. Precisely because it looks like a Nissan, it makes itself small, almost inconspicuous — even though highly valuable technology is hidden beneath its exterior: a powertrain concept with over 1,000 horsepower, designed to accelerate the Luce to up to 310 km/h on the highway.

Who cares, though? Somebody recently called and offered me a lot of money for my black Testarossa. He saw the video of my triumphant ride the day after the Luce presentation.

"I don't sell," I replied. I never will. I'm the guardian angel of Enzo Ferrari's spirit.

Ulf Poschardt is the publisher of WELT, POLITICO Germany, and Business Insider Germany.

This story is courtesy of the Axel Springer Global Reporters Network, which harnesses the resources of the company's newsrooms to publish ambitious scoops, investigations, interviews, opinion pieces, and analysis. It allows journalists — including those from POLITICO, Business Insider, WELT, BILD, Onet and Fakt — to collaborate on major stories for an international audience of hundreds of millions across platforms.

Read the original article on Business Insider

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Corpus Christi é feriado? Veja onde é folga e os direitos de quem trabalha

O Corpus Christi de 2026 será celebrado em 4 de junho, uma quinta-feira, e pode gerar folga prolongada para parte dos trabalhadores.

  • A data, porém, não é automaticamente um feriado nacional. No calendário federal, Corpus Christi é considerado ponto facultativo.

Somente o estado do Rio de Janeiro considera Corpus Christi feriado estadual, após a sanção da Lei 11.002/2025. Nos demais estados, a folga depende principalmente de legislação municipal ou de regras locais.

Onde Corpus Christi foi decretado feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Caso haja convocação para expediente, o empregado tem direito ao pagamento em dobro pelo dia trabalhado ou à concessão de folga compensatória.

Já nas localidades onde Corpus Christi é apenas ponto facultativo, empresas privadas não são obrigadas a liberar os funcionários. Nesses casos, a dispensa depende de decisão do empregador, acordo interno, convenção coletiva ou banco de horas.

Corpus Christi é feriado nacional?

Corpus Christi não é feriado nacional. A data é considerada ponto facultativo nacional.

Isso quer dizer que a dispensa é aplicada principalmente ao serviço público federal, mas não cria obrigação de folga. A data pode virar feriado em estados e municípios quando houver regulamentação local. 

Por isso, quem trabalha na data deve conferir se Corpus Christi é feriado na cidade onde exerce a atividade.

Onde Corpus Christi garante folga?

Corpus Christi garante folga nas localidades em que a data foi instituída oficialmente como feriado. As seguintes capitais garantem dia de descanso devido a data: 

  • Macapá (AP)
  • Manaus (AM)
  • Salvador (BA)
  • Fortaleza (CE)
  • Brasília (DF)
  • Vitória (ES)
  • Goiânia (GO)
  • São Luís (MA)
  • Cuiabá (MT)
  • Campo Grande (MS)
  • Belo Horizonte (MG)
  • Curitiba (PR)
  • Teresina (PI)
  • Rio de Janeiro (RJ)
  • Natal (RN)
  • Boa Vista (RR)
  • Florianópolis (SC)
  • São Paulo (SP)
  • Aracaju (SE)

O que é ponto facultativo?

Ponto facultativo é uma data em que o expediente pode ser dispensado, principalmente no serviço público, sem prejuízo da remuneração dos servidores.

No setor privado, o ponto facultativo não obriga a empresa a liberar os funcionários. Assim, se Corpus Christi for apenas ponto facultativo no município, a empresa pode manter o expediente normal.

A folga, nesse caso, depende de decisão do empregador ou de acordo coletivo.

Quais os direitos de quem trabalha no Corpus Christi?

O trabalhador escalado para atuar no Corpus Christi tem direito à compensação quando a data for feriado oficial na localidade.

A compensação pode ocorrer de duas formas:

  • Pagamento em dobro pelo dia trabalhado;
  • Folga compensatória em outro dia.

A forma de compensação pode ser definida por convenção coletiva, acordo coletivo, banco de horas ou negociação entre empresa e trabalhador, desde que respeitadas as regras legais.

A empresa pode obrigar o trabalhador a atuar no feriado?

A legislação permite trabalho em feriado quando a atividade é autorizada por lei ou prevista em acordo coletivo. Isso ocorre em setores como:

  • Comércio;
  • Transporte;
  • Saúde;
  • Segurança;
  • Serviços essenciais.

Se o trabalhador for convocado de forma regular e não comparecer, a falta não é automaticamente justificada.

LEIA MAIS: Feriados bancários em 2026: veja quando não haverá atendimento nas agências

O que acontece se faltar no Corpus Christi?

Se Corpus Christi for feriado na localidade e o trabalhador for legalmente escalado para atuar, a ausência sem justificativa pode gerar consequências trabalhistas.

Entre elas:

  • Desconto do dia não trabalhado;
  • Perda do repouso semanal remunerado;
  • Aplicação de medidas disciplinares, conforme o caso.

A mesma lógica vale para quem tenta emendar Corpus Christi sem autorização da empresa. A folga prolongada precisa ser combinada previamente com o empregador.

E como fica a emenda do feriado?

Como Corpus Christi cai em uma quinta-feira em 2026, a data pode permitir descanso prolongado para quem também for liberado na sexta-feira.

No entanto, a emenda não é automática. Em empresas privadas, a folga na sexta depende de acordo, decisão da empresa, banco de horas ou previsão em norma coletiva.

Nas cidades onde Corpus Christi é apenas ponto facultativo, a empresa também pode manter expediente normalmente na quinta-feira.

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Spotify abraça mundo fitness em parceria com a Peloton e amplia estratégia de diversificação

O Spotify começou a oferecer aulas de exercícios da Peloton Interactive para assinantes premium, na primeira grande incursão da pioneira em streaming de música no conteúdo fitness.

A nova parceria trará playlists selecionadas e acesso a um catálogo de mais de 1.400 conteúdos sob demanda, sem anúncios, de alguns dos instrutores de bem-estar mais populares da Peloton, segundo informou a Spotify em comunicado nesta segunda-feira (27).

“Por quase duas décadas, o Spotify tem sido a trilha sonora dos treinos do mundo”, disse Roman Wasenmüller, vice-presidente e chefe global de podcasts, no comunicado. “Hoje, estamos expandindo o Spotify para se tornar um verdadeiro companheiro diário de bem-estar.”

A entrada de vez no universo fitness marca mais um pilar na crescente seleção de conteúdo do Spotify, à medida que a empresa avança para ir muito além de seus primeiros dias como plataforma de streaming de música e busca se tornar um serviço multimídia abrangente.

A empresa sueca também oferece podcasts, audiolivros e recentemente vem investindo em vídeo.

Para a Peloton, por sua vez, o acordo ajudará a ampliar seu alcance global e expandir além de seu núcleo de equipamentos de fitness conectados para uso doméstico, como parte de uma estratégia mais ampla de recuperação.

A Peloton atualmente opera em apenas seis países, mas a parceria expandirá significativamente sua presença para a maioria dos mais de 180 mercados onde o Spotify está disponível.

Os investidores da Peloton comemoraram a notícia, fazendo as ações subirem até 11% nas negociações do pré-mercado em Nova York. As ações do Spotify permaneceram praticamente inalteradas.

O Spotify, que tem 290 milhões de assinantes pagos, aumentou o preço de suas assinaturas premium nos Estados Unidos para US$ 13 em fevereiro. No Brasil, esse preço no plano individual está em R$ 23,90 – e para R$ 40,90 no plano familiar.

A Bloomberg havia informado anteriormente que o Spotify buscava investir em conteúdo relacionado a fitness sob seus dois novos CEOs, Gustav Söderström e Alex Norström.

“Estamos vendo as pessoas fazerem exercícios com o Spotify de repente”, disse Söderström à Bloomberg no final do ano passado. As pessoas sempre criaram playlists para suas corridas, afirmou ele, mas “nunca assistiram ao Spotify fazendo yoga na frente delas, então isso acaba abrindo uma oportunidade muito grande e interessante para nós.”

A nova biblioteca de conteúdo contará com uma variedade de aulas da Peloton, incluindo treinamento de força, yoga, meditação, pilates e barre, disponíveis em inglês, espanhol e alemão.

Novos instrutores e categorias serão introduzidos ao longo do tempo, disse a Peloton em seu próprio comunicado.

A parceria faz parte de um esforço mais amplo da Peloton para alcançar novos segmentos de clientes. A empresa revelou recentemente uma nova bicicleta e uma esteira projetadas para academias comerciais e está desenvolvendo modelos de esteira mais baratos.

A Peloton também explora novas iniciativas de marketing, como direcionar pessoas que utilizam medicamentos para perda de peso da classe GLP-1 – como Ozempic e Mounjaro -, além de intensificar seus investimentos em treinamento de força.

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A jornalista que expôs Hollywood agora tenta orientar jovens perdidos no mercado

Nova York – Há um ano, a jornalista nova-iorquina Jodi Kantor foi convidada por estudantes da Universidade de Columbia, em Manhattan, sua alma máter, para ser a oradora da cerimônia de formatura. Repórter investigativa do New York Times desde 2003, em 2018 ela foi premiada com o Pulitzer Prize, ao lado da colega Megan Twohey, […]

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Target is ordering more of its remote workers to relocate to its Minneapolis HQ

An interior photo of Target's headquarters with a man going up an escalator.
Target is calling some workers back to its Minneapolis headquarters.

Renee Jones Schneider/The Minnesota Star Tribune via Getty Images

  • Target is calling about 150 remote workers back to its Minneapolis headquarters.
  • The relocation mandate impacts workers within its merchandising division.
  • The retailer, which brought on a new CEO earlier this year, has been working to turn the business around.

Target is calling more remote workers back to its headquarters.

The retailer is requiring about 150 remote workers within two teams in its merchandising group to relocate to Minneapolis, a spokesperson confirmed to Business Insider. Bloomberg earlier reported the news.

The company is offering relocation assistance to those who decide to move and severance to those who choose not to.

A company spokesperson said in a statement that "increased in-person collaboration across a core part of our merchandising team will help us reinforce our merchandising authority, unlocking greater creativity and enabling us to move faster to deliver on our strategy."

The retailer, which brought on a new CEO earlier this year, is in the midst of a turnaround strategy to revive growth, and improving its merchandise is a pillar of that effort.

The relocation mandate comes as more companies, such as Amazon and AT&T, have been calling workers back into the office in recent years. Target last year ramped up in-office days for employees already based in Minneapolis.

Target does not have a companywide mandate and has left in-office requirements to team leaders.

Have a tip? Contact this reporter via email at dreuter@businessinsider.com or text/call/Signal at 646-768-4750. Use a personal email address, a nonwork WiFi network, and a nonwork device; here's our guide to sharing information securely.

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Seleção brasileira: veja lista de convocados de Ancelotti para amistosos com França e Croácia

O técnico Carlo Ancelotti divulgou a lista de jogadores convocados da Seleção Brasileira para os amistosos contra a Seleção Francesa de Futebol e a Seleção Croata de Futebol. As partidas fazem parte da preparação da equipe para os próximos compromissos internacionais e para o ciclo rumo à Copa do Mundo de 2026.

A convocação reúne atletas que atuam nas principais ligas da Europa, nomes consolidados da seleção e jovens que vêm ganhando espaço no futebol internacional. Entre os destaques estão Vinícius Júnior, Raphinha e o jovem atacante Endrick.

Veja abaixo a lista completa dos convocados.

Goleiros:

  • Alisson Becker – Liverpool
  • Bento Matheus Krepski – Al-Nassr
  • Ederson Moraes – Manchester City

(Alisson foi posteriormente cortado por lesão e substituído por Hugo Souza.)

Laterais

  • Wesley França – Roma
  • Alex Sandro – Flamengo
  • Douglas Santos – Zenit
  • Danilo Luiz da Silva – Flamengo

Zagueiros

  • Marquinhos – Paris Saint-Germain
  • Gabriel Magalhães – Arsenal
  • Bremer – Juventus
  • Roger Ibañez – Al-Ahli
  • Léo Pereira – Flamengo

Meio-campistas

  • Andrey Santos – Chelsea
  • Casemiro – Manchester United
  • Danilo Barbosa – Botafogo
  • Fabinho – Al-Ittihad
  • Gabriel Sara – Galatasaray

Atacantes

  • Endrick – Real Madrid
  • Igor Thiago – Brentford
  • Luiz Henrique – Zenit
  • Rayan Vitor Simplicio Rocha – Bournemouth
  • João Pedro – Brighton
  • Gabriel Martinelli – Arsenal
  • Matheus Cunha – Wolverhampton
  • Raphinha – Barcelona
  • Vinícius Júnior – Real Madrid

Novidades da convocação da seleção brasileira

A convocação de Carlo Ancelotti inclui alguns nomes que ganham espaço pela primeira vez ou retornam à seleção após boas temporadas em seus clubes. Entre as novidades estão Gabriel Sara, Igor Thiago, Rayan Vitor Simplicio Rocha e Léo Pereira.

Ao mesmo tempo, o treinador mantém a base com jogadores experientes como Casemiro, Marquinhos e Vinícius Júnior, considerados pilares da equipe.

Os amistosos contra França e Croácia servirão para testar formações, observar novos atletas e consolidar o grupo que deve disputar os próximos torneios internacionais.

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Is it better to be laid off in person or remotely? You tell us.

A line of people, carrying folders and in semi-formal wear, outside of a job fair.
New research suggests that longer-tenured employees have seen wage growth since ChatGPT launched. It also says getting a foot in the door is harder for young career-seekers.

Joe Raedle/Getty Images

  • On Tuesday, Meta advised some employees to work from home. The next day, the company began layoffs.
  • Getting laid off remotely offers privacy, but can feel isolating — for affected employees and survivors alike.
  • Would you rather find out about layoffs in an office or while working remotely? Take our survey.

Getting laid off sucks, yet how it happens matters, too.

On Tuesday, Meta told some employees to work from home the next day, ahead of the company's latest round of layoffs. The move touches on an anxiety familiar to many: not only whether you'll get cut, but how — and where — you'll find out.

Six years on from the start of the pandemic, many desk workers remain in hybrid roles. That's shifted the mechanics of layoffs. What was once typically handled in a conference room or the boss's office might now unfold on a screen or by email.

As more companies trim their workforces, the question is carrying greater weight. It may not have an easy answer.

"You can have poor execution in person. You can have poor execution remotely," said Sarah Rodehorst, cofounder and CEO of Onwards HR, which helps companies manage severance and offboarding.

At home vs. IRL

Being at home can allow people to process the news on their own terms — without the risk of crying in front of colleagues. It can also pose fewer security concerns for companies worried about employees lashing out on their way out the actual door.

Making cuts from afar can also make it easier on managers, who don't have to directly face the person they're letting go, said Ben Hardy, a clinical professor of organizational behavior at London Business School.

"It's a bit like divorcing someone through text message," he said of cutting jobs where one person delivers bad news to many others. It's too impersonal, Hardy told Business Insider, for an intimate topic. One-on-one communication is better, he said.

Getting laid off in-person might mean trying to hold it together in front of colleagues, yet it can also give people a chance to say goodbye to coworkers and make plans to keep in touch — or gather afterward to commiserate.

Ultimately, what matters most is handling layoffs with empathy and preserving the human element, said Rodehorst.

Calling someone into an office only to lay them off might not always be the best decision, she told Business Insider.

"Remote can actually preserve some privacy," Rodehorst said.

Of course, layoffs generally feel awful in any case. Some workers have pushed back at cuts via video, saying that it feels impersonal.

What do you think?

How do you feel about where layoffs should take place? Take our poll.

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Nvidia's Jensen Huang has a message for blue-collar workers: Don't miss the AI wave

Jensen Huang
Jensen Huang is the CEO of chipmaker Nvidia.

JOSH EDELSON / AFP via Getty Images

  • Nvidia CEO Jensen Huang urged all workers, from farmers to electricians, to embrace AI.
  • He told podcaster Lex Fridman that the technology could elevate blue-collar jobs, such as carpentry.
  • Blue-collar has generally been viewed as less likely to be affected by AI disruption than white-collar jobs.

Artificial intelligence isn't only coming for office jobs — Nvidia CEO Jensen Huang says blue-collar workers should be paying attention, too.

Huang leads one of the biggest chipmakers fueling the AI revolution. He joined Lex Fridman's podcast in an episode published Monday to discuss everything from AI in space to work.

While blue-collar jobs have been considered relatively safe from AI disruption compared to tech roles like engineering, Huang said workers in every profession, including farming and electrical work, should use artificial intelligence to help future-proof their jobs.

"If I were a farmer, I would absolutely use AI. If I were a pharmacist, I would use AI," Huang said. "I want to see what it could do to elevate my job so that I could be the innovator to revolutionize this industry myself."

For example, he said coding represents a big opportunity for carpenters, and he would go "completely berserk" using AI if he were in that line of work.

"A carpenter with AI is also an architect," he said. "They've just increased the value that they could deliver to the customer. Their artistry just elevated tremendously."

Huang has said before that he is "certain 100% of everybody's jobs will be changed" by artificial intelligence, and that while he expects some jobs to be lost, many will also be created.

Many tasks, for example, will be automated, and those jobs will be highly disrupted, he said on Fridman's podcast.

But, he said, "If your job's purpose includes you … then it's vital that you go learn how to use AI to automate those tasks."

Anxiety grows alongside AI

As AI advances, so has anxiety around job security. The fears aren't unfounded. Companies have slashed thousands of jobs in the name of prioritizing new technology and automation.

Huang's solution: Become an expert in AI, no matter what your job function is.

It could be the difference between landing a job and ending up unemployed. In almost every case, Huang said he'd rather hire the candidate who's an AI expert over one who isn't.

"Every college student should graduate and be an expert in AI," Huang said.

It could help them stay ahead of the curve as AI quickly advances.

The next phase of AI is already here

Artificial general intelligence is a form of AI that elicits anxiety or excitement among the field's most advanced minds. It's the idea that AI will one day meet or surpass human intelligence. Huang said that the age of AGI is already here.

Fridman asked if AI could do Huang's job of starting, growing, and running a successful tech company worth more than $1 billion.

It's possible, Huang said.

He also said, "It's not out of the question" that chatbots like Anthropic's Claude could design an app that billions of people would use for $0.50 apiece, and then go out of business shortly after, similar to websites that went bust in the dot-com era.

Even his job running one of the most successful tech companies today isn't immune to the effects of AI, he said, encouraging everyone to jump on the technology before they're left behind.

"Go see what it can do to transform your current job, elevate yourself," Huang said.

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Think you're one of NYC's best-dressed lawyers? Nominate yourself or a colleague.

Standing side by side, two men in dark suits look off-camera with serious expressions on a city street.
"Suits"

USA Network

Know a lawyer whose style is as sharp as their mind? We want to hear from you.

Business Insider is searching for the best-dressed lawyers in New York City for a new editorial feature spotlighting standout style. We're looking for attorneys who bring personality to the profession — the ones who serve looks as well as they practice law.

Our editorial judging panel will consider nominees of all titles, from associate to managing partner, at major law firms in New York City. Firms may also nominate multiple employees.

To strengthen your submission, please include a headshot and two photos that showcase the nominee's personal style.

Selected honorees will be featured in a Business Insider photo shoot in early May (exact dates and location to follow).

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Return to office and AI are pulling more women out of work

A working woman holding a baby in her lap.

Sergey Mironov/Getty Images

After having her first child, Lindsay Thomas went back to her full-time, in-office job. When a second kid came in 2024, Thomas says she knew she didn't want to juggle everything again, so she negotiated a part-time, remote version of her communications role in medical research — working anywhere from 2 to 40 hours a month — and started picking up freelance work on the side.

Now, when a kid gets sick and Thomas is up all night — something that would have made her "spiral," when she worked in the office —she knows she'll be at home with flexibility to schedule her day. If Thomas hadn't had the option to freelance, she says, she would have chosen to stay home with the second kid — even though she hadn't envisioned herself as a stay-at-home mom. "There are costs to everything," she says of leaving her full-time gig. "The cost to our family, the cost to the stress levels, to mental health, to going back to doing that and knowing what it was gonna feel like for all of us, especially with an older child involved," she tells me, "that was just a cost we didn't want to absorb."

After making employment gains during the height of the pandemic, women have begun a downhill slide out of the workforce. The number of working mothers of young children between 25 to 44 fell nearly 3% from January and June of last year, hitting its lowest rate in more than three years, according to a Washington Post report. In December, 91,000 women older than 20 dropped out of the workforce. The number of men over 20 employed jumped by 10,000 that month, according to an analysis of federal jobs data from the National Women's Law Center.

AI is also affecting America's gender imbalance in the workforce. A March report from Anthropic found that those who work in roles with a high exposure to AI automation are 16% more likely to be female, putting women more at risk for layoffs.

An uptick in return to office mandates is also disproportionately pushing women to choose whether they'll be able to stay in a job that requires a commute as they also balance after school pickup and domestic responsibilities. And a wave of mass layoffs has upended employment security, workplace loyalty, and the job hunt.

Women make 85% of what men make at work on average and take on twice as much of the domestic labor and caregiving tasks at home. "The real friction is we just haven't built systems that allow people to integrate their work and their lives and and their desires and what do they want their life to look like," says Brea Starmer, CEO of staffing firm Lions and Tigers, which focuses on fractional workers. "For anyone that doesn't fit this very specific narrow look and feel and mold, there is just not a lot of options." In a bleak job market, freelancing is one way working parents can claw back power. And as AI adoption transforms company needs and could shift the number of workers and hours needed to work, employers are starting to see more value in hiring part-time and contract workers.

There's autonomy in ditching the full-time gig; but it often means making a choice between several imperfect paths.


The pandemic showed that flexible, remote work benefitted parents, particularly women. As of 2023, 74% of mothers worked, up from 72% in 2019, according to the Institute for Women's Policy Research. But many CEOs who are calling workers back to the office have metaphorically shrugged at the costs to women. A survey from the freelance platform Upwork found that more than half of executives reported losing a disproportionate number of women after implementing RTO policies. Turnover among female employees at these companies is 82%, higher than those that allow for remote work. Nearly a third of women freelancers said RTO was a direct factor in leaving their full-time jobs. Forty-two percent of women who voluntarily left the workforce in 2025 cited caregiving and childcare costs as the main reason their choice, and these women were more likely than those who stayed employed to work at companies that did not offer flexible schedules, according to a survey from Catalyst, a nonprofit focused on women's progress.

But as many employers don't adapt to the needs of families, they're seeing the benefits in hiring freelance workers. Another survey of about 350 business leaders conducted by Upwork last fall found that 77% said AI was increasing the need for them to hire fractional, freelance workers with specialized skills. "What we historically saw was that business leaders were maybe a little more hesitant to embrace these kinds of non-traditional work models," says Gabby Burlacu, senior manager at the Upwork Research Institute. Now, "business leaders are far more open to working with the most skilled talent that they can, especially the most AI-enabled talent, because they're all trying to figure out: How are we going to unlock the value of this technology?"

There are costs to everything. The cost to our family, the cost to the stress levels, to mental health.Lindsay Thomas

It's hard to say how many people, and particularly women, are working in freelance roles. Upwork doesn't track gender of the freelancers on its platform, but tells me that in a recent report, 44% of knowledge freelancer workers were women, compared to 41% of people working similar jobs in full-time roles, among those they surveyed. Freelance marketplace Fiverr tells me there's been growth in areas like voiceover, user-generated content creation, and spokesperson or modeling projects specifically seeking female talent. In 2022, 9.8 million people were self-employed, according to the US Bureau of Economic Analysis. Other analyses of the freelance workforce estimate that as many as 75 million people participate in some capacity.

Working freelance has given women more flexible schedules and eased childcare costs, but that can also mean taking on even more unpaid household and caregiving labor.

Jaime Hollander previously commuted three to four hours a day roundtrip into Manhattan. She freelanced on the side, and split the care of two kids with her husband equally. Her mindset shifted after her father died in 2019. "You have those moments of reckoning where you're like, this can't be all that there is,'" she tells me. So, she cut back on work and shortly after quit her job. She focused on freelance marketing and copyrighting. The challenge with being a full-time freelancer, she tells me, is that the shift threw her into becoming "the default parent," on call for all of her kids' needs throughout the day. "If something has to get done between 7 and 7, I will do it," she tells me. "Sometimes, it's really challenging."

Paid parental leave has become more common, but just 40% of companies in the US offered it as of 2023, according to a survey from Society for Human Resources Management. A short period of leave tied only to the birth of a child doesn't answer for the flexibility working parents need as their kids age — there are sick days, potential disability diagnoses, and more hands-on needs at schools. "It's not just about retaining women in those early years," Neha Ruch, author of "The Power Pause: How to Plan a Career Break After Kids — and Come Back Stronger Than Ever." She says "there is recalibration happening" in the workforce, where more women may take fractional work, part-time roles, or freelance gigs. For companies, retaining women workers requires "thinking about parenting through the longitudinal experience of early parenthood," Ruch says, "going all the way up to college admissions and how and the demands that are made within the system on parents' time, and how we can make those work in the ecosystem of the professional space as well."

Many of the working parents I spoke to for this story chose the freelance or part-time route not upon having a kid, but as they grew up and demands of their families changed. When Erin Bartholomew's son was born, her husband stayed home to care for him. A few years later, she took her turn, wanting to have that hands-on time while her son was still young. She re-entered the workforce after a year into a remote job, logging on at 6 a.m. in Oregon to work in marketing for an East Coast company. But Bartholomew was laid off last year in 2024. Instead of searching for a similar role, she started her own marketing consultancy "It's so night and day," Bartholomew tells me. "It's allowed that balance that my husband and I really wanted."

As some women find flexibility in freelancing, others will be left out. Those who work in offices with 9-to-5 in-person mandates, or in education, retail, and healthcare roles, can't always make their own schedule. Parents who are the sole provider of income and health insurance for families often can't make ends meet working part-time. Others are pushed to stay at home with kids because the costs of childcare outpace their salaries. Leaving a full-time job can also disrupt a career trajectory toward leadership, and mean lost contributions to retirement accounts like 401(k)s. If companies don't adapt their schedules and remote work policies or future-proof roles for AI, many women will be forced to change how they think about their careers and priorities. They might not see going part-time or leaving a job as a choice they want to make, but something they have no choice in.


Amanda Hoover is a senior correspondent at Business Insider covering the tech industry. She writes about the biggest tech companies and trends.

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The 5 most important work relationships you should prioritize for career growth — besides your boss

Two coworkers talking over a laptop.

Maskot/Getty Images

  • Career growth depends on building a network rather than relying solely on your manager's support.
  • Career coach Andrea Wasserman encourages forming cross-functional relationships to enhance visibility.
  • Office "influencers" shape outcomes without formal authority, making them key allies for career progress.

Many corporate professionals believe their career trajectory hinges on one person: their boss. They think: If my manager advocates for me, I'll get promoted. If not, I'm stuck.

That's a misconception because promotions rarely come from a single champion — they come from a web of relationships. These include people who shape the perception of others, pressure-test your thinking, influence decision-makers, and speak about you when you're not in the room.

If you want your career trajectory to soar this year, you should be refining your relationship strategy, starting with these five categories of people.

1. The cross-functional partner who depends on you

High performers often invest in building deep credibility within their own team and spend significant time thinking about how to impress senior leaders, but neglect peers in adjacent functional areas. This limits visibility.

I once worked with a retail marketing director who consistently exceeded her revenue targets. She assumed that would be enough for promotion, but when senior executives evaluated her readiness for a broader role, they asked, "How does she lead cross-functionally?" Her merchandising partner on another team described her as territorial and protective. This stalled her progression.

She rebuilt the relationship by scheduling monthly alignment meetings with merchandising and supply chain, asking about their margin pressures, and proactively adjusting campaign timing to reduce markdown risk. Within two quarters, her boss told her those partners started advocating for her "one company" mindset.

Cross-functional relationships create leverage because they expand who experiences your leadership. Your reputation can't grow within your silo.

2. The culture carrier

Every organization has culture carriers who are respected insiders without an HR title or the formal authority to lead culture, who set an example of acceptable norms and embody how decisions actually get made. They may not have the biggest titles, but they have credibility and context.

When a newly promoted vice president entered a financial services firm, I saw him struggle in executive meetings. His ideas were strong, but they didn't land. He later realized he was presenting a detailed analysis in a culture that valued decisive framing.

He built a relationship with a longtime chief of staff who was widely respected but rarely in the spotlight. She helped him understand the company's "operating language," which is how leaders structure arguments, how disagreement is expressed, and what signals executive readiness.

Within months, his presence shifted. He wasn't more competent than before, but he was better prepared to show up appropriately. It's critical to understand the unwritten rules so you can move inside them with greater ease.

3. The influencer without formal authority

There's often someone who shapes outcomes without owning the final vote. It may be a product manager, a program lead who briefs the executive team, or a person who controls the data that frames strategic decisions. These influencers control how far your work goes and what people think of it.

A senior operations leader once told me she was invisible in the prep work for big meetings, even though she felt she had valuable contributions to make. Instead of chasing her boss and pleading for airtime, she focused on the strategy lead, who oversaw the synthesis of updates and recommendations from various functional areas. She began sending structured summaries — three risks, three opportunities, and one recommendation — to that person ahead of key meetings. Within weeks, her language began appearing verbatim in board decks.

Rather than demanding visibility, she became indispensable to someone who already had a seat at the table. While it's tempting to chase senior leaders, don't overlook the people who shape what those leaders see.

4. The truth-teller

Feedback can be hard to get. Your boss may soften it, peers may avoid it, and direct reports may filter it, but without it, your growth will stall. You need one person who will tell you the hard truths before they cost you credibility.

A high-potential director once asked a peer she trusted, "What's one thing I do that might be hurting how I'm perceived?" The answer she got made her uncomfortable: "You over-explain when you're presenting, and it makes you sound defensive." In executive settings, brevity signals confidence, but her error never came up in a performance review.

She began practicing tighter framing. Within months, leaders described her as more decisive and executive. The issue wasn't competence — she was simply unaware of a change she needed to make.

5. The sponsor — but built through exposure, not "pick your brain" requests

Senior sponsorship doesn't start with a formal ask for mentorship or coffee dates. It happens through consistent exposure to your work and your thinking behind it.

One client assumed his boss's boss would naturally champion him, having heard through the grapevine about his analytical rigor. He delivered strong results but only showed the output, not the problem-solving process. I coached him to shift his approach and, instead of presenting only one conclusion, bring structured options: "Here are three paths, here's the tradeoff, and here's my recommendation."

The goal is to have someone who references your strategic ability in executive meetings, so you become known as "already operating at the next level."

Next steps

If you're new to your organization, introverted, or stretched thin, prioritizing several relationships may feel overwhelming. It doesn't have to be.

Start with two relationships this quarter. Replace one transactional update with a strategic conversation. Ask one person for candid feedback. Offer one cross-functional assist that wasn't required. In a hybrid work environment, it's ideal to schedule these conversations for in-person days, but it's better to make them happen remotely than not at all.

If you focus only on impressing your boss, you narrow your sphere of influence. By building these five relationships, you expand your reach. This road map will ensure that enough of the right people experience your capabilities.

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How much gig workers earn per hour across Uber, Grubhub, and similar apps

A sign reading "Uber" and pointing passengers toward different pick-up zones labeled by letters stands under a tent as a Honda SUV sits in the background and a passenger with a roller bag walks toward it.
Uber drivers ranked among the gig workers with the highest per-hour earnings in 2025, according to Gridwise.

Justin Sullivan/Getty Images

  • Pay for gig work varies significantly across apps, a new Gridwise report found.
  • The report estimated hourly pay rates for ride-hailing, delivery, and other types of gig work.
  • Taskrabbit, Walmart's Spark, and Uber ranked among the highest-paying apps, Gridwise found.

The gig economy has grown to include apps from Uber to Instacart. They don't all pay the same.

Average hourly pay on the apps varied in 2025, according to data analytics company Gridwise, which analyzed about 1 billion tasks across ride-hailing, delivery, and other gig work apps.

Workers for Taskrabbit, a platform where users hire independent contractors for yard work, home repair, and other physical tasks, earned the highest hourly pay rate at $38.

Spark, Walmart's delivery service, took second place at $23 an hour, with Uber just behind at $22.

A chart of data from Gridwise shows average hourly rates of pay for a variety of gig-work services. The service with the highest rate is Taskrabbit at $38 an hour, while the lowest in DoorDash at $11 an hour.
Gridwise estimated hourly pay for 19 different gig-work apps.

Gridwise

DoorDash's hourly pay was $11, the lowest of the apps Gridwise analyzed.

Some companies say their workers earn higher hourly rates than Gridwise's estimates suggest. A Taskrabbit spokesperson said that its gig workers earn $49 an hour on average, although earnings vary by location. Uber said last year that the company's drivers earn $32 per hour while actively working on the app.

Gridwise compiled the estimates for its annual gig mobility report, released last week. The hourly pay data includes base pay, bonuses, and tips that workers received.

The data show that the best-known gig services don't always offer the best pay for workers, Ryan Green, CEO of Gridwise, told Business Insider.

Walmart launched its Spark delivery service as a test in 2018, years after competitors such as DoorDash and Uber Eats. Spark drivers pick up or shop orders at Walmart stores, helping the retailer grow its delivery business quickly.

"They just snuck up on the market and have rapidly grown into this space," he said.

Ride-hailing fares have risen faster than driver pay

Some gig workers have told Business Insider that it's harder to make money on apps like Uber and DoorDash than it was several years ago, due to higher competition and lower pay rates.

Most gig workers are responsible for their own costs, such as car maintenance. As a result, some gig workers have decided to accept only the trips that pay them the most for their time.

The price of gas, which has shot up in the past two weeks after the US started a war with Iran, is the latest cost pressure on ride-hailing drivers.

Uber and Lyft increased prices last year — and passed on a fraction of that hike to the drivers who make their businesses possible.

From December 2024 to December 2025, average customer ride prices on Uber and Lyft rose 9.6%, according to Gridwise. Over the same period, driver gross pay per trip increased 3.6%, and gross pay per hour rose 4.1%.

"We saw a modest increase on the driver side, and a much more substantial increase on the pricing side," Green said.

Last year, Gridwise found that weekly pay on most ride-hailing and delivery apps fell in 2024.

Delivery workers for services like DoorDash also saw an increase in per-hour pay last year — 3.2% — though their working hours on the platform rose about 17%, according to Gridwise.

Were you a gig worker in 2025? Business Insider is gathering information on gig worker earnings for a coming story.

You can contact Alex Bitter at abitter@businessinsider.com or via encrypted messaging app Signal at 808-854-4501.

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5 maneiras de economizar e fugir de armadilhas pega-turista na França, segundo uma francesa

A França é o país mais visitado do mundo: recebe 100 milhões de turistas por ano.

Muitos deles se depararam com atrações lotadas, restaurantes caros e garçons mal-humorados em Paris. Mas não precisa ser assim. Sou francesa, e escrevo este artigo para ajudar os visitantes a escapar das armadilhas pega-turista.

De bairros em ascensão em Paris com restaurantes mais acessíveis a praias sem os preços absurdos da Riviera, aqui estão cinco dicas para visitar a França como um francês de verdade.

A França é muito mais do que Paris

Se você quer uma experiência francesa encantadora e sem gastar uma fortuna, comece saindo da cidade mais famosa do país.

Lembro do choque que levei em 2007 quando me mudei de Paris – minha cidade natal – para Toulouse, no sudoeste da França, para terminar o ensino médio: o clima era melhor, os garçons eram mais simpáticos e tudo custava mais ou menos a metade do que se pagava em Paris.

E não é só Toulouse. Todo o sudoeste, incluindo cidades como Bordeaux e Biarritz, oferece gastronomia incrível, ótimos roteiros de vinícolas e praias de areia fina – sem a multidão e os preços salgados da Riviera.

Se quiser curtir a França de um jeito genuíno, esqueça o boné e a clássica camiseta listrada azul-e-branca. Em vez disso, mergulhe nos festivais de música, arte e teatro que animam o país durante o verão europeu.

Os concertos ao ar livre de piano clássico em La Roque d’Anthéron, na Provença, têm ingressos entre €40 e €65. O festival de fotografia de Arles é reconhecido mundialmente e custa €32 por dia.

No Festival d’Avignon, também na Provença, os ingressos variam de €10 a €40 por espetáculo. O francês é essencial em algumas peças, mas há muitos shows de música e dança para quem não fala o idioma.

Adoro a Bretanha no verão, especialmente a ponta oeste chamada Finistère. Dá para fazer stand-up paddle por €12 a hora em Audierne ou uma aula de surfe de uma hora e meia por €45.

Bon appétit

Sejamos honestos: você vem para a França pela comida. Eu também.

Mas também quero evitar o famoso garçom grosseiro parisiense. Para isso, fico longe dos bistrôs em bairros chiques, que cobram caro e muitas vezes servem comida medíocre.

Restaurantes jovens e descolados em Paris, como Paloma ou Ober Mamma, costumam ser mais gostosos e mais baratos – especialmente nos bairros em alta do 18º, 19º e 20º arrondissements. E o atendimento é bem mais agradável.

Os menus de preço fixo servidos no almoço costumam ser ótimos negócios. Fotos dos pratos no cardápio são sinal claro de que o lugar é voltado para turistas. Se alguém estiver na calçada tentando te convencer a entrar, também é um alerta vermelho.

Gosto muito do bairro de Ménilmontant, em Paris, logo ao norte do Cemitério Père Lachaise, onde Jim Morrison está enterrado. Por lá, o restaurante Coup de Tête oferece refeições com entrada e prato principal, ou prato principal e sobremesa, por apenas €19,50.

Lembre-se: gorjeta na França não é obrigatória. Se o serviço for bom, deixar alguns euros na mesa é um gesto gentil, mas ninguém vai te julgar se não deixar nada. E ao contrário do que acontece nos EUA, o preço do cardápio já inclui todos os impostos. Se você for a um restaurante com prato a €19,50, é isso que você paga – um bife de vitela com arroz e um crème brûlée por cerca de R$ 120 na cotação atual.

Uma dica valiosa: procure restaurantes ao redor de feiras livres. Passe pelo Marché des Enfants Rouges, no 3º arrondissement de Paris, para comer ostras frescas e uma tábua de queijos, ou pelo Marché des Carmes em Toulouse para saborear costeletas de cordeiro e vieiras fritas.

Hospede-se onde os franceses se hospedam

Em Paris, em vez de um hotel próximo à Catedral de Notre-Dame ou à Torre Eiffel, procure opções perto do Canal Saint-Martin, da Rue de Bretagne ou do bairro de Gobelins – muito mais em conta.

Evite a alta temporada: de outubro a abril os preços são mais baixos, exceto no período de Natal.

Ao viajar pelo interior da França, prefira os “gîtes” ou “chambres d’hôtes” – as famosas pousadas locais. Você terá uma experiência muito mais autêntica com os franceses e pagará menos. É possível encontrar essas acomodações em plataformas como a Amivac, com diárias a partir de €31.

Aproveite as liquidações

Se for comprar itens de maior valor, como roupas ou bolsas de grife, peça o formulário de reembolso do IVA (imposto sobre valor agregado). Você pode entregá-lo no aeroporto na hora de embarcar de volta e recuperar os 20% de imposto que pagou.

Dá para achar boas pechinchas em feiras de antiguidades e brechós. A La Shoperie, perto de Oberkampf em Paris, é uma boa pedida para roupas vintage de luxo.

Você também pode planejar a viagem em torno das liquidações de verão, entre o fim de junho e o fim de julho. Le Bon Marché, uma loja de luxo no 7º arrondissement de Paris, realiza liquidações de duas semanas tanto em março quanto em outubro, chamadas de dias “Très Bon Marché”.

Use trem, óbvio

Os trens da França são rápidos e chegam praticamente a qualquer lugar. Para pagar menos, compre diretamente no site oficial da SNCF e não em agências de viagem online.

Compre com antecedência para garantir as tarifas mais baixas: às vezes é possível comprar passagens com até seis meses de antecedência.

Prefira os trens OUIGO ao invés dos TGVs para economizar. São igualmente rápidos, mas cobram pelos extras: €3 pelo Wi-Fi e €5 para escolher o assento. Uma passagem de ida e volta de Paris a Lyon pela OUIGO sai por cerca de US$ 77, enquanto o TGV no mesmo trajeto custa US$ 111.

Os TERs — trens regionais que atendem a maioria das cidades do interior – também costumam ser mais baratos. Os bilhetes podem ser comprados no site da SNCF ou em qualquer estação.

Bem, mes amis, são essas as minhas dicas para curtir a França de verdade. Bah, oui! – é bem provável que você encontre um garçom mal-humorado em algum momento. Encare com bom humor: faz parte da experiência. E para consolar: eles são igualmente grosseiros com os próprios franceses.

Por Alice Kantor

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Rio Open e ascensão de João Fonseca reacendem ligação entre tênis e mercado financeiro

A rápida ascensão do tenista João Fonseca devolveu ao Brasil um entusiasmo pelo tênis que não se via desde os tempos de Gustavo Kuerten, o Guga. Mesmo eliminado nas oitavas de final do Rio Open este ano, Fonseca, de 19 anos, ainda disputa neste domingo (22) o título nas duplas ao lado de Marcelo Melo.

Além do maior interesse do público, refletido em arquibancadas cheias e maior procura por ingressos, o efeito também aparece nas transmissões e, principalmente, entre patrocinadores do mercado financeiro. Afinal, em um esporte historicamente associado às elites, o gosto e o dinheiro raramente competem – costumam atuar em dupla.

E na semana do maior torneio de tênis da América do Sul, o mercado financeiro aproveitou para ampliar sua presença no tênis: desde financiamento de jovens promessas e da criação de plataformas de relacionamento com clientes a patrocínios diretos de campeonatos.

Afinal, o tênis sempre foi território natural de empresários e investidores: um esporte caro, de base social concentrada e ambiente propício para relacionamento e para fechar negócios.

Se antes o apoio vinha de entusiastas que bancavam atletas de forma quase artesanal, hoje ele começa a passar por estruturas financeiras organizadas.

Apostando no futuro

A corretora EQI, por exemplo, criou no ano passado um fundo de renda fixa com liquidez diária cuja taxa de administração é integralmente destinada ao financiamento de atletas brasileiros. O produto, chamado Fundo Match Point, já soma cerca de R$ 53 milhões sob gestão e mais de 100 cotistas.

Em 2025, o projeto contou com R$ 241,3 mil em receitas – sendo R$ 208,3 mil aportados como seed money da própria EQI – uma casa com R$ 50 bilhões sob gestão – e outros R$ 32,9 mil oriundos do fundo. Ao longo do ano, cerca de R$ 100 mil foram efetivamente investidos em cinco atletas profissionais.

Parte dos recursos é destinada ao treinamento, como acesso a técnicos, fisioterapia e preparação física. Outra fatia cobre viagens, um dos principais custos da carreira profissional. E há ainda um sistema de bônus atrelado a desempenho, como avanço em rankings e resultados em torneios.

A corretora, cujos sócios são tenistas amadores, decidiu se aproximar do circuito profissional ainda em 2023. O primeiro nome foi o gaúcho Rafael Matos. O acordo foi fechado às pressas, às vésperas do Australian Open daquele ano. Segundo Patrik Castilho, diretor de marketing da EQI, houve tempo apenas de entregar os “patches” com a marca antes de o atleta embarcar.

O contrato formal ainda nem estava assinado quando Matos, que disputava duplas mistas ao lado da também brasileira Luisa Stefani, começou a avançar rodada após rodada em Melbourne. Ele acabaria conquistando o título – tornando-se parte da primeira dupla 100% brasileira a vencer um Grand Slam, grupo que reúne os quatro principais torneios do circuito: Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open.

Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023
Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023 (Divulgação/Tennis Australia)

O episódio consolidou a aposta da corretora no esporte. Desde então, a empresa ampliou o portfólio e hoje patrocina cerca de dez atletas entre profissionais e juvenis, como Thiago Monteiro, Marcelo Zormann, João Lucas Reis, Ingrid Martins, Mateus Pucinelli e o juvenil Miguel Dahia, além de dois nomes do pádel, outro esporte de raquete.

A seleção, segundo a companhia, passou por um processo de profissionalização. “No começo era muito emocional. A gente gostava do atleta, acompanhava e apoiava. Hoje a curadoria é técnica”, afirmou Castilho. A triagem passou a ser feita em parceria com a Tênis Root, estrutura especializada em formação e alto rendimento, que acompanha desempenho, ranking e potencial de evolução.

Por trás dessa engenharia está uma estratégia mais ampla da EQI para ocupar o território do tênis. A corretora, que até poucos anos atrás dividia investimentos em outras modalidades como o automobilismo, decidiu concentrar esforços exclusivamente nos esportes de raquete.

Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI
Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI (Divulgação/Rio Open)

Além do fundo, a EQI mantém criou a chamada “Match Point Mansion”, uma casa paralela ao Rio Open onde clientes convivem com jogadores, participam de clínicas e assistem aos jogos em ambiente exclusivo. O investimento no espaço foi de cerca de R$ 2 milhões no ano passado e deve chegar a R$ 2,6 milhões neste ano.

A lógica é dupla: fortalecer a marca no esporte e usar o tênis como plataforma de relacionamento. “A casa começa às oito da manhã e vai até a noite. O cliente fica imerso, convive com o atleta. É uma experiência que dificilmente teria só com o patrocínio tradicional do torneio”, disse o executivo.

No curto prazo, o objetivo é ampliar o número de atletas apoiados à medida que o patrimônio do fundo cresce. “O nosso foco agora é fazer o fundo ganhar escala para que a gente consiga trazer mais atletas para dentro do projeto”, disse.

Paixão empresarial

A proximidade entre tênis e mercado financeiro está longe de ser novidade. O esporte sempre orbitou as elites econômicas – seja como parte da formação social, seja como ambiente de relacionamento e negócios.

O exemplo está no próprio João Fonseca: principal nome da nova geração, ele cresceu em uma família já consolidada no mercado financeiro. Seu pai, Christiano Fonseca Filho, é fundador da IP Capital Partners, uma das primeiras gestoras independentes do país. 

A estrutura familiar permitiu a João competir em alto nível desde cedo, algo essencial em um esporte de custos elevados, que exige viagens internacionais frequentes, equipe técnica especializada e raquetes que podem custar mais de R$ 1,5 mil cada.

João Fonseca entrando em quadra no Rio Open
João Fonseca entrando em quadra no Rio Open (Divulgação/Rio Open)

A associação entre quadra e capital também aparece na trajetória de empresários influentes. O bilionário Jorge Paulo Lemann, por exemplo, jogava tênis no Rio de Janeiro na juventude antes de se tornar um dos maiores investidores brasileiros.

Fora do país, o bilionário americano Bill Ackman, fundador da Pershing Square, chegou a disputar, aos 59 anos, um torneio profissional da Associação de Tenistas Profissionais (ATP) em duplas. E há casos emblemáticos como o do romeno Ion Țiriac, ex-top 10 do ranking mundial que, após pendurar a raquete, construiu um império empresarial e se tornou um dos homens mais ricos da Europa Oriental.

Hoje, essa relação ganha escala institucional. O fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala, é um ds principais patrocinadores desta edição do Rio Open, ao lado da XP – a empresa de Guilherme Benchimol substituiu o Santander em um dos espaços principais e também apoia João Fonseca. O BTG Pactual, de André Esteves, mantém histórico de patrocínios no circuito.

O Itaú é patrocinador da tenista Bia Haddad Maia, além de ter promovido no ano passado, em Miami um jogo exibição entre Fonseca e o número 1 do mundo, Carlos Alcaraz – confronto que será repetido neste ano em São Paulo.

No plano internacional, os valores são ainda mais expressivos. O Public Investment Fund (PIF), fundo soberano da Arábia Saudita, tornou-se, em 2024, o patrocinador oficial da ATP e passou a financiar etapas do circuito global. 

PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP
PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP (Divulgação/ATP)

A influência saudita avançou a ponto de o país garantir, a partir de 2028, a realização de uma etapa de Masters 1000 – torneios que estão entre os mais importantes do calendário, atrás apenas dos Grand Slams – ampliando a estratégia do fundo de usar o esporte como instrumento de projeção internacional, como já fez no futebol e no golfe.

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Rio Open e ascensão de João Fonseca reacendem ligação entre tênis e mercado financeiro

A rápida ascensão do tenista João Fonseca devolveu ao Brasil um entusiasmo pelo tênis que não se via desde os tempos de Gustavo Kuerten, o Guga. Mesmo eliminado nas oitavas de final do Rio Open este ano, Fonseca, de 19 anos, ainda disputa neste domingo (22) o título nas duplas ao lado de Marcelo Melo.

Além do maior interesse do público, refletido em arquibancadas cheias e maior procura por ingressos, o efeito também aparece nas transmissões e, principalmente, entre patrocinadores do mercado financeiro. Afinal, em um esporte historicamente associado às elites, o gosto e o dinheiro raramente competem – costumam atuar em dupla.

E na semana do maior torneio de tênis da América do Sul, o mercado financeiro aproveitou para ampliar sua presença no tênis: desde financiamento de jovens promessas e da criação de plataformas de relacionamento com clientes a patrocínios diretos de campeonatos.

Afinal, o tênis sempre foi território natural de empresários e investidores: um esporte caro, de base social concentrada e ambiente propício para relacionamento e para fechar negócios.

Se antes o apoio vinha de entusiastas que bancavam atletas de forma quase artesanal, hoje ele começa a passar por estruturas financeiras organizadas.

Apostando no futuro

A corretora EQI, por exemplo, criou no ano passado um fundo de renda fixa com liquidez diária cuja taxa de administração é integralmente destinada ao financiamento de atletas brasileiros. O produto, chamado Fundo Match Point, já soma cerca de R$ 53 milhões sob gestão e mais de 100 cotistas.

Em 2025, o projeto contou com R$ 241,3 mil em receitas – sendo R$ 208,3 mil aportados como seed money da própria EQI – uma casa com R$ 50 bilhões sob gestão – e outros R$ 32,9 mil oriundos do fundo. Ao longo do ano, cerca de R$ 100 mil foram efetivamente investidos em cinco atletas profissionais.

Parte dos recursos é destinada ao treinamento, como acesso a técnicos, fisioterapia e preparação física. Outra fatia cobre viagens, um dos principais custos da carreira profissional. E há ainda um sistema de bônus atrelado a desempenho, como avanço em rankings e resultados em torneios.

A corretora, cujos sócios são tenistas amadores, decidiu se aproximar do circuito profissional ainda em 2023. O primeiro nome foi o gaúcho Rafael Matos. O acordo foi fechado às pressas, às vésperas do Australian Open daquele ano. Segundo Patrik Castilho, diretor de marketing da EQI, houve tempo apenas de entregar os “patches” com a marca antes de o atleta embarcar.

O contrato formal ainda nem estava assinado quando Matos, que disputava duplas mistas ao lado da também brasileira Luisa Stefani, começou a avançar rodada após rodada em Melbourne. Ele acabaria conquistando o título – tornando-se parte da primeira dupla 100% brasileira a vencer um Grand Slam, grupo que reúne os quatro principais torneios do circuito: Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open.

Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023
Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023 (Divulgação/Tennis Australia)

O episódio consolidou a aposta da corretora no esporte. Desde então, a empresa ampliou o portfólio e hoje patrocina cerca de dez atletas entre profissionais e juvenis, como Thiago Monteiro, Marcelo Zormann, João Lucas Reis, Ingrid Martins, Mateus Pucinelli e o juvenil Miguel Dahia, além de dois nomes do pádel, outro esporte de raquete.

A seleção, segundo a companhia, passou por um processo de profissionalização. “No começo era muito emocional. A gente gostava do atleta, acompanhava e apoiava. Hoje a curadoria é técnica”, afirmou Castilho. A triagem passou a ser feita em parceria com a Tênis Root, estrutura especializada em formação e alto rendimento, que acompanha desempenho, ranking e potencial de evolução.

Por trás dessa engenharia está uma estratégia mais ampla da EQI para ocupar o território do tênis. A corretora, que até poucos anos atrás dividia investimentos em outras modalidades como o automobilismo, decidiu concentrar esforços exclusivamente nos esportes de raquete.

Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI
Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI (Divulgação/Rio Open)

Além do fundo, a EQI mantém criou a chamada “Match Point Mansion”, uma casa paralela ao Rio Open onde clientes convivem com jogadores, participam de clínicas e assistem aos jogos em ambiente exclusivo. O investimento no espaço foi de cerca de R$ 2 milhões no ano passado e deve chegar a R$ 2,6 milhões neste ano.

A lógica é dupla: fortalecer a marca no esporte e usar o tênis como plataforma de relacionamento. “A casa começa às oito da manhã e vai até a noite. O cliente fica imerso, convive com o atleta. É uma experiência que dificilmente teria só com o patrocínio tradicional do torneio”, disse o executivo.

No curto prazo, o objetivo é ampliar o número de atletas apoiados à medida que o patrimônio do fundo cresce. “O nosso foco agora é fazer o fundo ganhar escala para que a gente consiga trazer mais atletas para dentro do projeto”, disse.

Paixão empresarial

A proximidade entre tênis e mercado financeiro está longe de ser novidade. O esporte sempre orbitou as elites econômicas – seja como parte da formação social, seja como ambiente de relacionamento e negócios.

O exemplo está no próprio João Fonseca: principal nome da nova geração, ele cresceu em uma família já consolidada no mercado financeiro. Seu pai, Christiano Fonseca Filho, é fundador da IP Capital Partners, uma das primeiras gestoras independentes do país. 

A estrutura familiar permitiu a João competir em alto nível desde cedo, algo essencial em um esporte de custos elevados, que exige viagens internacionais frequentes, equipe técnica especializada e raquetes que podem custar mais de R$ 1,5 mil cada.

João Fonseca entrando em quadra no Rio Open
João Fonseca entrando em quadra no Rio Open (Divulgação/Rio Open)

A associação entre quadra e capital também aparece na trajetória de empresários influentes. O bilionário Jorge Paulo Lemann, por exemplo, jogava tênis no Rio de Janeiro na juventude antes de se tornar um dos maiores investidores brasileiros.

Fora do país, o bilionário americano Bill Ackman, fundador da Pershing Square, chegou a disputar, aos 59 anos, um torneio profissional da Associação de Tenistas Profissionais (ATP) em duplas. E há casos emblemáticos como o do romeno Ion Țiriac, ex-top 10 do ranking mundial que, após pendurar a raquete, construiu um império empresarial e se tornou um dos homens mais ricos da Europa Oriental.

Hoje, essa relação ganha escala institucional. O fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala, é um ds principais patrocinadores desta edição do Rio Open, ao lado da XP – a empresa de Guilherme Benchimol substituiu o Santander em um dos espaços principais e também apoia João Fonseca. O BTG Pactual, de André Esteves, mantém histórico de patrocínios no circuito.

O Itaú é patrocinador da tenista Bia Haddad Maia, além de ter promovido no ano passado, em Miami um jogo exibição entre Fonseca e o número 1 do mundo, Carlos Alcaraz – confronto que será repetido neste ano em São Paulo.

No plano internacional, os valores são ainda mais expressivos. O Public Investment Fund (PIF), fundo soberano da Arábia Saudita, tornou-se, em 2024, o patrocinador oficial da ATP e passou a financiar etapas do circuito global. 

PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP
PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP (Divulgação/ATP)

A influência saudita avançou a ponto de o país garantir, a partir de 2028, a realização de uma etapa de Masters 1000 – torneios que estão entre os mais importantes do calendário, atrás apenas dos Grand Slams – ampliando a estratégia do fundo de usar o esporte como instrumento de projeção internacional, como já fez no futebol e no golfe.

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Por que assistir a ‘O Agente Secreto’, a aposta brasileira para o Oscar

O filme “O Agente Secreto”, novo longa de Kleber Mendonça Filho, chega aos cinemas em 6 de novembro na esteira do sucesso nacional e internacional de “Ainda Estou Aqui”. Assim como o filme de Walter Salles, aplaudido em festivais e celebrado pela crítica, a obra de Mendonça, que pode representar o país no Oscar, combina reconhecimento artístico com alta repercussão internacional.

O longa saiu do Festival de Cannes com três prêmios importantes: Melhor Diretor, Melhor Ator (Wagner Moura) e o Prêmio da Crítica Internacional (FIPRESCI). Esse tipo de chancela serve como um selo de confiança para o mercado global, elevando o valor de venda internacional, acelerando negociações e ampliando a visibilidade junto às principais distribuidoras internacionais. Na prática, cada prêmio é convertido em aumento de alcance e potencial de receita.

Sobre a produção cinematográfica brasileira, Mendonça Filho afirmou recentemente, em entrevista à Veja, que “proteger a cultura é estratégico”, defendendo a importância de políticas públicas para fortalecer a cultura cinematográfica nacional.

O cineasta ressaltou ainda que temos “problemas crônicos de distribuição, falta de salas e necessidade urgente de formação de público”. “Precisamos de políticas públicas como as que existem na França, que são essenciais para fortalecer a cultura cinematográfica nacional”, disse ele.

Orçamento e coprodução internacional

O orçamento de “O Agente Secreto” gira em torno de R$ 27 milhões, somando capital privado e recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Esse tipo de coprodução, envolvendo também França, Alemanha e Holanda, aumenta o grau de competitividade nos festivais internacionais e melhora a entrada do Brasil no mercado europeu, onde a presença latino-americana ainda é limitada.

Antes mesmo da estreia no Brasil, “O Agente Secreto” já havia fechado acordos de distribuição com a Neon, nos Estados Unidos, e com a MUBI, na América Latina (exceto Brasil), Reino Unido e Índia. Ao todo, já são mais de 90 países confirmados ou em negociação avançada.

Mendonça Filho opera na mesma lógica bem-sucedida de “Aquarius” e “Bacurau”, mas em um patamar de escala maior. “O Agente Secreto” se beneficia de um cenário internacional mais receptivo ao Brasil e de uma plataforma de distribuição mais ampla.

História do filme

Para o público, a motivação é diferente: trata-se de uma história que resgata passagens do Brasil recente com tensão, ritmo e linguagem contemporânea, sem abrir mão da dimensão simbólica. No centro da narrativa do longa está a trajetória de um agente do governo envolvido em operações secretas em meio a tensões políticas e sociais no Recife contemporâneo.

O filme acompanha a luta desse personagem entre lealdade, ética e sobrevivência, enquanto eventos do passado influenciam decisões do presente. Com ritmo de thriller e elementos de drama social, “O Agente Secreto” explora a complexidade das estruturas de poder no Brasil, revelando dilemas pessoais e coletivos.

Oscar

A possível indicação ao Oscar traz ainda mais visibilidade à produção. Mesmo que o filme ainda esteja na etapa anterior à shortlist, lista em que são definidos os filmes que vão disputar a estatueta no dia 15 de março de 2026, o simples fato de circular como candidato já aumenta o valor negociado nos contratos de exibição, principalmente no mercado norte-americano.

“O Agente Secreto” foi escolhido como o representante brasileiro ao Oscar no mês passado, mas isso não significa que a obra já terá garantida uma indicação ao prêmio. Cada país indica um filme como seu representante para a disputa. A partir dessas indicações, o Oscar faz uma seleção das películas que, de fato, vão concorrer ao prêmio mais famoso do cinema mundial.

Os outros filmes que estavam na lista dos pré-selecionados eram “Baby”, de Marcelo Caetano; “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal; “Manas”, de Marianna Brennand; “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro e Oeste Outra Vez, de Erico Rassi.

No início deste ano, o Brasil conquistou seu primeiro Oscar, com o filme “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, na categoria de Melhor Filme Internacional.

Estreia de “O Agente Secreto” no Brasil

Título: O Agente Secreto
Direção: Kleber Mendonça Filho
Protagonista: Wagner Moura
Estreia nos cinemas brasileiros: 6 de novembro de 2025
Distribuição no Brasil: Vitrine Filmes
Distribuição internacional: Neon (EUA) / MUBI (América Latina, Reino Unido, Índia e demais territórios)
Classificação indicativa: 14 anos

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Supercentenários: Qual é o segredo para viver mais de 110 anos?

Antes de falecer no ano passado, após viver 117 anos e 168 dias, Maria Branyas Morera convidou cientistas para estudá-la. A mulher mais velha do mundo, que faz parte do grupo dos supercentenários, acreditava que seu corpo e sua história de vida tinham segredos a revelar sobre longevidade.

“Ela me disse: ‘Meu único mérito é estar viva'”, nos contou Manel Esteller, chefe de genética da Faculdade de Medicina da Universidade de Barcelona, ​​na Espanha, e autor sênior de um estudo recém-lançado sobre o genoma de Branyas.

imagem de uma senhora de 117 sobre longevidade
Maria Branyas Morera viveu 117 anos e 168 dias – Foto: The Wall Street Journal

Os supercentenários

Supercentenários, um grupo raro de pessoas com mais de 110 anos, são rastreados e suas idades validadas por uma organização internacional sem fins lucrativos conhecida como Grupo de Pesquisa em Gerontologia.

O mundo tem cerca de 200 pessoas no grupo dos supercentenários. A pessoa mais velha entre elas é uma britânica com 116 anos.

Maria Branyas nasceu em São Francisco, mas aos 8 anos mudou-se para a região da Catalunha, na Espanha, onde viveu o resto da vida.

Esteller e seus colegas coletaram amostras de seu cabelo, saliva, urina, fezes e sangue em seus últimos anos e compararam seu genoma com o de centenas de outras mulheres que viviam na mesma região.

O DNA de Maria Branyas mostrou que ela possuía uma rara mistura de variações genéticas associadas à função imunológica e à saúde cardiovascular e cerebral. Isso contribuiu para que ela vivesse cerca de 30 anos a mais do que a média das mulheres catalãs.

Mas o mais notável, disseram os pesquisadores, foi que a idade biológica de Maria Branyas — essencialmente, uma medida da idade de suas células e tecidos — era muito menor do que sua idade cronológica.

Células mais velhas acumulam danos no DNA ao longo do tempo e, quanto maior o dano, menor a probabilidade de as células funcionarem adequadamente. Por exemplo, células mais jovens e saudáveis ​​têm maior probabilidade de suprimir certos tipos de câncer.

“As células dela se comportavam como se fossem 23 anos mais jovens”, disse Esteller. Era uma supercentenária.

Estilo de vida dos supercentenários

As escolhas de estilo de vida podem afetar a idade biológica de uma pessoa. Maria Branyas não fumava nem bebia e seguia uma dieta mediterrânea enriquecida com azeite, iogurte e peixe com o mínimo de açúcar refinado. Ela tinha colesterol muito baixo.

E seu microbioma — a comunidade de bactérias e microrganismos no intestino que ajuda a digerir os alimentos — também era característico de alguém muito mais jovem.

À medida que as pessoas envelhecem, a diversidade de bactérias e a presença de micróbios benéficos diminuem. “Essas bactérias forneceram uma característica anti-inflamatória”, disse Esteller. “E sabemos que, se você tem inflamação crônica, envelhece muito rápido.”

Análises como esta, disseram os autores do estudo, podem ajudar a orientar empresas que buscam desenvolver terapias antienvelhecimento que possam atingir genes.

“Mas um estudo com um supercentenário significa que as conclusões dessa pesquisa são menos poderosas do que aquelas que poderiam vir de um estudo populacional”, disse Austin Argentieri, pesquisador do Hospital Geral de Massachusetts que conduz estudos em larga escala sobre o envelhecimento humano e não esteve envolvido no estudo.

“Algumas dessas descobertas podem ser peculiaridades específicas de Branyas”, disse Argentieri.

Havia claramente algo notável nessa mulher, de acordo com o coautor do estudo, Bernardo Lemos, codiretor do Centro Coit de Longevidade e Neuroterapia da Universidade do Arizona.

Os dois filhos sobreviventes de Branyas são mulheres na faixa dos 80 e 90 anos. Seu terceiro filho morreu em um acidente aos 80 anos. “Os filhos dela são mais velhos do que a maioria das pessoas”, disse Lemos. “Só isso já nos diz alguma coisa.”

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Você pagaria R$ 80 mil por uma tatuagem exclusiva de um artista renomado?

É fácil identificar adeptos do estilista Thom Browne: as roupas que ele desenha geralmente trazem uma fita azul, branca e vermelha.

Agora, algum superfã de Browne terá a chance de expor sua admiração na pele, literalmente. Ele é um dos vários artistas que estão leiloando designs exclusivos para tatuagens em um leilão chamada Inked: Tattoos by Contemporary Artists (algo como ‘Tinta na pele: Tatuagens de Artistas Contemporâneos’), realizada pela Joopiter, a casa de leilões digital fundada pelo músico e designer Pharrell Williams.

Logo da Thom Browne tatuado nas costas
Logo da Thom Browne. Foto: Divulgação/Joopiter

Como comprar a tatuagem no leilão

Entre os dias 22 e 31 de outubro, os interessados participam do leilão e disputam desenhos de 16 artistas.

Tecnicamente, eles comprarão um certificado do desenho de uma tatuagem encomendada especificamente para o leilão, com a expectativa de que a tatuagem seja feita após a venda e, em alguns casos, em partes do corpo sugeridas pelo artista original. Cada lote tem um valor estimado de US$ 10 mil a US$ 15 mil (entre R$ 55 mil e R$ 80 mil).

Muitos tatuadores leiloaram seu tempo e habilidades para arrecadar fundos para causas, mas raramente essa prática de rua colidiu tão diretamente com o mundo das artes. “O mundo não separa mais a cultura”, disse Williams. “Arte, moda, música, design e até o próprio corpo: todos vivem nessa conversa.”

“Os orçamentos foram elaborados para serem acessíveis”, disse a curadora Sharon Coplan, que procurou a Joopiter com a ideia do projeto. Isso significava precificar cada lote de forma idêntica, em vez de usar trabalhos anteriores como guia.

Afinal, colecionadores de arte podem acumular obras de seus artistas favoritos, e fãs de moda podem comprar e usar roupas feitas por seus designers favoritos. Mas a arte corporal é “uma espécie de plataforma inexplorada para artistas”, disse Coplan. “Ela realmente não foi explorada.”

Pelo preço certo, o licitante vencedor receberá um certificado de autenticidade assinado pelo artista, juntamente com o design e as instruções para sua aplicação.

No caso de Browne, isso significa que o vencedor receberá seu design (o carimbo vermelho, branco e azul, assinatura da marca), juntamente com dimensões específicas (23 mm de largura por 25 mm de altura) e códigos de cores Pantone (Vermelho Verdadeiro, Branco Estrela e Eclipse Total) para entregar ao seu tatuador.

Browne, conhecido por sua abordagem rigorosa, sugere o local (“abaixo da base da nuca”). “Foi tão específico porque é algo que eu faço com todas as minhas coleções”, disse Browne.

Outras figuras em destaque ali incluem os artistas contemporâneos Derrick Adams e Jeffrey Gibson, o arquiteto Peter Marino, o tatuador Dr. Woo e a estilista Gabriela Hearst. A maioria dos artistas doará parte da renda do leilão para uma instituição de caridade de sua escolha.

Tatuagem como ofício

Existem alguns casos de artistas plásticos que tratam o design de tatuagem como um meio “oficial”. Ao longo de suas vidas, artistas como Ellsworth Kelly, Lawrence Weiner e Félix González-Torres criaram obras de arte destinadas a assumir a forma de tatuagens.

Nesse sentido, disse Coplan, a tatuagem pode ser considerada análoga à gravura: os artistas criam um design, que pode ser produzido quantas vezes eles especificarem. Cada peça da série é uma edição única.

Todo esse processo começou quando Coplan abordou o espólio de Lawrence Weiner sobre a possibilidade de relançar seu design. Usou isso como ponto de partida para discussões com diversos artistas e figuras culturais. Então, se concentrou especialmente em “artistas que deixam marcas incríveis”.

Nem todos os participantes do leilão tinham alguma relação com as tatuagens. Muitos dos companheiros de equipe de Thom Browne na Universidade de Notre Dame fizeram tatuagens de trevo, mas ele desistiu e não fez mais nenhuma desde então. “Simplesmente nunca foi minha praia”, disse. Mas gostou da ideia de fazer uma tatuagem para outra pessoa usar.

A artista visual Marilyn Minter se mostrou muito entusiasmada com a oportunidade de arrecadar dinheiro para uma instituição de caridade. “Basicamente, faço tudo o que posso que seja conveniente e valioso para arrecadar dinheiro para a Planned Parenthood”, disse ela.

E escolher seu desenho — um close colorido de uma boca, um tema recorrente em seu trabalho — foi fácil. “Eu já tinha a boca, porque fotografei Mickalene Thomas, e ela tem uma boca incrível”, disse ela. “Então, simplesmente a transformamos em uma tatuagem.” (Thomas também tem um desenho — uma silhueta nua — no leilão.)

Cópias

Existem algumas peculiaridades em leiloar tatuagens. Nada impede que um fã de Thom Browne que perca a tatuagem do designer em um leilão vá até o estúdio local e tatue a mesma peça no pescoço, por exemplo. Para Caitlin Donovan, chefe global de vendas da Joopiter, esse seria o resultado ideal.
“Espero que as pessoas copiem essas tatuagens”, disse ela.

O proprietário poderia vender o certificado de tatuagem. Mas, como observou Minter, cada tatuagem tem um prazo de validade. “Depois que você morre, você morre. E tudo acaba”, disse ela. “Você não pode revender.”

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Férias 2026: como aproveitar os feriados e aproveitar melhor seus dias de descanso

Planejar as férias 2026 com inteligência permite que trabalhadores aproveitem ao máximo os 30 dias de direito anual. No ano que vem, o calendário brasileiro oferece oportunidades para combinar feriados nacionais e regionais, pontes e finais de semana, criando blocos prolongados de descanso sem gastar todos os dias de férias.

De acordo com a CLT, é possível fracionar as férias em até três períodos:

  • Primeiro período: mínimo de 14 dias;
  • Demais períodos: mínimo de 5 dias;
  • Início das férias: até dois dias antes do DSR (Descanso Semanal Remunerado), sem coincidir com finais de semana ou feriados.

Férias 2026: dicas práticas para maximizar o descanso

A seguir, confira dicas para otimizar ao máximos suas férias em 2026, levando em conta que vários feriados caem em dias úteis no ano que vem.

  • Planeje o primeiro período com 14 dias ou mais para garantir flexibilidade nos períodos subsequentes.
  • Distribua os períodos menores (mínimo 5 dias) em torno de feriados e pontes para aumentar o descanso total.
  • Comece as férias até dois dias antes do DSR e evite coincidir com feriados ou finais de semana.
  • Negocie datas com antecedência junto ao RH para garantir aprovação.
  • Considere feriados regionais e municipais que possam criar novas oportunidades de pontes e descanso prolongado.
  • Lembre-se: feriados fora das férias, como o dia 21/04 (leia mais abaixo), podem ser combinados como ponte, estendendo ainda mais o período de descanso.

Três períodos otimizados de férias em 2026

Abaixo, confira uma sugestão de como otimizar as suas férias em 2026.

Período 1 – Carnaval

  • Datas: 18/02 (quarta-feira de Cinzas) a 27/02
  • Dias de férias: 10

Cálculo do descanso total:

  • Fim de semana antes do Carnaval: 14-15/02 (2 dias)
  • Segunda e terça de Carnaval: 16-17/02 (2 dias)
  • Férias: 18-27/02 (10 dias)
  • Finais de semana durante as férias: 21-22 e 28/02 (4 dias)
  • Descanso total: 18 dias consecutivos

Vantagem: maior descanso do início do ano com menor gasto de dias de férias.

Período 2 – Páscoa e Tiradentes (com possibilidade de ponte)

  • Datas: 06/04 (segunda-feira) a 19/04 (domingo)
  • Dias de férias: 14

Cálculo do descanso total:

  • Feriado da Sexta-feira Santa (03/04): antecede o início das férias e pode ser aproveitado junto ao fim de semana (04-05/04), criando uma transição ideal para o período de descanso.
  • Finais de semana durante as férias: 11-12 e 18-19/04 (4 dias)
  • Férias: 06-19/04 (14 dias)
  • Feriado de Tiradentes (21/04, terça-feira): não faz parte das férias, mas pode ser negociado como ponte, estendendo o descanso em mais dois dias (20 e 21/04).

Descanso total:

  • Sem ponte: 17 dias consecutivos (de 03/04 a 19/04).
  • Com ponte negociada: 19 dias consecutivos (de 03/04 a 21/04).

Vantagem: une dois feriados nacionais próximos (Páscoa e Tiradentes) e cria o maior período de descanso do ano com o mesmo gasto de dias de férias. Ideal para viagens mais longas ou descanso prolongado sem ultrapassar o limite legal.

Período 3 – Outubro / Nossa Senhora Aparecida

  • Datas: 13/10 (terça-feira) a 23/10 (sexta-feira)
  • Dias de férias: 11

Cálculo do descanso total:

  • Feriado de Nossa Senhora Aparecida: 12/10 – respeitado, início das férias no dia seguinte
  • Finais de semana durante as férias: 17-18 e 24-25/10 (4 dias)
  • Descanso total: 15 dias consecutivos

Vantagem: bloco estratégico no segundo semestre, garantindo descanso prolongado sem gastar todos os dias restantes.

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GP de São Paulo 2025: o que você precisa saber para curtir e acompanhar o Grande Prêmio de Fórmula 1 em Interlagos

Prepare-se para sentir a emoção da Fórmula 1 na capital paulista: o GP de São Paulo 2025 ocorrerá de 7 a 9 de novembro no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos. A corrida principal, marcada para o domingo, às 14h (horário de Brasília), promete disputas eletrizantes.

O Grande Prêmio é um dos eventos esportivos mais importantes do país e movimenta bilhões de reais na economia local, além de colocar São Paulo em destaque no calendário global da categoria. A seguir, confira o que você precisa saber para acompanhar o Grande Prêmio de Fórmula 1 em Interlagos.

Ingressos para o GP de São Paulo 2025

As vendas de ingressos estão disponíveis no site oficial. A comercialização iniciou em 10 de novembro de 2024 e oferece opções em diversos setores: arquibancadas, áreas VIP e o Pit Stop Club, entre outros. Os portões de acesso abrirão às 8h e fecharão às 15h. Em edições anteriores, os ingressos se esgotaram rapidamente, principalmente nas áreas com visão privilegiada da largada e dos boxes.

Na data de publicação desta reportagem (9/10), havia apenas ingressos para Fanzone, área que oferece experiências como interação com pilotos, shows musicais, simuladores de corrida, ativações de marcas e praça de alimentação, mas sem acesso às arquibancadas ou à pista principal.

Onde assistir à corrida

O GP de São Paulo 2025 será transmitido ao vivo pela Band, detentora dos direitos da Fórmula 1 no Brasil. O canal também exibe treinos e bastidores no BandSports e em plataformas digitais. A corrida estará disponível ainda no serviço oficial de streaming F1 TV Pro, conforme informações da própria Fórmula 1.

Impacto econômico e turismo em São Paulo

O impacto financeiro do evento é expressivo e comprovado. De acordo com estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), o GP de São Paulo de 2024 movimentou R$ 1,96 bilhão na economia da capital, um aumento de 14,3% em relação a 2023. Deste total, R$ 1,18 bilhão correspondem a impacto direto e R$ 776,3 milhões, a impacto indireto.

A arrecadação total de tributos (federais, estaduais e municipais) foi estimada em R$ 282,4 milhões, segundo o levantamento. O público total registrado nos três dias do evento chegou a 291.717 pessoas, também recorde histórico. Estimativas da Prefeitura de São Paulo indicam que a edição de 2024 chegou a movimentar até R$ 2 bilhões na cidade.

Expectativas para a edição 2025

Com os números positivos de 2024, a expectativa é de que o GP de São Paulo 2025 mantenha o mesmo patamar de impacto econômico. Segundo a São Paulo Turismo (SPTuris), o evento é considerado um dos maiores da América Latina em geração de renda, atraindo milhares de turistas estrangeiros e empregando mais de 20 mil profissionais durante sua realização.

Com o circuito de Interlagos consolidado como um dos mais técnicos e emocionantes da Fórmula 1, a edição de 2025 promete repetir a combinação de movimento econômico, visibilidade internacional e forte presença de público que transformaram o GP paulista em um marco anual para o país.

GP de São Paulo 2025: perguntas frequentes

A seguir, confira informações essenciais para curtir o GP de São Paulo 2025.

1 – Quais são as datas para o GP de São Paulo 2025?

O evento ocorrerá nos dias 7, 8 e 9 de novembro de 2025, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A corrida principal está marcada para o domingo, 9 de novembro, às 14h (horário de Brasília).

2 – Onde posso comprar ingressos para o GP de São Paulo 2025?

Os ingressos estão disponíveis no site oficial f1saopaulo.com.br. A venda iniciou em 10 de novembro de 2024.

3 – Como posso chegar ao Autódromo de Interlagos?

O acesso ao autódromo pode ser feito por transporte público, utilizando a CPTM (Linha 9 – Esmeralda) até a estação Autódromo ou por aplicativos de transporte. Recomenda-se o uso de transporte público devido ao intenso tráfego na região durante o evento.

4 – Onde posso assistir à corrida?

O GP de São Paulo 2025 será transmitido ao vivo pela Band, com cobertura também no BandSports e em plataformas digitais. A corrida estará disponível ainda no serviço oficial de streaming F1 TV Pro.

5 – Qual é o impacto econômico do evento para São Paulo?

O GP de São Paulo de 2024 teria gerado um impacto econômico de R$ 1,96 bilhão, com arrecadação de tributos estimada em R$ 282,4 milhões e público de 291.717 pessoas nos três dias do evento. Estima-se que a edição de 2024 tenha movimentado até R$ 2 bilhões na economia da cidade.

Serviço GP de São Paulo 2025 – Grande Prêmio de Fórmula 1

  • Quando: 7, 8 e 9 de novembro de 2025
  • Onde: Autódromo José Carlos Pace – Interlagos, São Paulo
  • Site oficial: f1saopaulo.com.br
  • Ingressos: eventim.com.br/f1saopaulo
  • Transmissão: Band, BandSports, F1 TV Pro
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