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TAP amplia voos no Brasil e lança rota inédita para a Europa no verão

Avião da TAP

Quem já está planejando as férias de inverno e vai para o exterior, poderá contar com uma novidade este ano. A TAP Air Portugal vai ampliar a oferta de voos entre o Brasil e a Europa no verão europeu, período de maior demanda por viagens ao continente. A companhia passará a operar 99 frequências semanais, três a mais do que no ano passado, com conexões concentradas em seus hubs de Lisboa e Porto.

O reforço vem acompanhado de uma distribuição mais ampla da malha no Brasil. São Paulo segue como principal porta de saída, com cerca de 21 voos semanais, seguido por Rio de Janeiro (11) e Recife (12). Também aparecem na programação Fortaleza (7), Salvador (6), Brasília e Belo Horizonte (7 cada), além de operações em Belém, Manaus e Natal.

No Sul, a companhia aposta em expansão. A novidade é a estreia da rota Curitiba-Europa a partir de 2 de julho, enquanto Florianópolis e Porto Alegre passam a contar com quatro voos semanais cada. Há ainda ligações diretas de Porto para São Paulo e Rio de Janeiro, ampliando as alternativas além de Lisboa.

Na prática, o aumento de frequências melhora a flexibilidade de horários e amplia o acesso a mais de 50 destinos europeus conectados pela companhia. A estratégia reforça a presença da TAP no mercado brasileiro, um dos principais para a empresa.

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Férias 2026: como aproveitar os feriados e aproveitar melhor seus dias de descanso

Planejar as férias 2026 com inteligência permite que trabalhadores aproveitem ao máximo os 30 dias de direito anual. No ano que vem, o calendário brasileiro oferece oportunidades para combinar feriados nacionais e regionais, pontes e finais de semana, criando blocos prolongados de descanso sem gastar todos os dias de férias.

De acordo com a CLT, é possível fracionar as férias em até três períodos:

  • Primeiro período: mínimo de 14 dias;
  • Demais períodos: mínimo de 5 dias;
  • Início das férias: até dois dias antes do DSR (Descanso Semanal Remunerado), sem coincidir com finais de semana ou feriados.

Férias 2026: dicas práticas para maximizar o descanso

A seguir, confira dicas para otimizar ao máximos suas férias em 2026, levando em conta que vários feriados caem em dias úteis no ano que vem.

  • Planeje o primeiro período com 14 dias ou mais para garantir flexibilidade nos períodos subsequentes.
  • Distribua os períodos menores (mínimo 5 dias) em torno de feriados e pontes para aumentar o descanso total.
  • Comece as férias até dois dias antes do DSR e evite coincidir com feriados ou finais de semana.
  • Negocie datas com antecedência junto ao RH para garantir aprovação.
  • Considere feriados regionais e municipais que possam criar novas oportunidades de pontes e descanso prolongado.
  • Lembre-se: feriados fora das férias, como o dia 21/04 (leia mais abaixo), podem ser combinados como ponte, estendendo ainda mais o período de descanso.

Três períodos otimizados de férias em 2026

Abaixo, confira uma sugestão de como otimizar as suas férias em 2026.

Período 1 – Carnaval

  • Datas: 18/02 (quarta-feira de Cinzas) a 27/02
  • Dias de férias: 10

Cálculo do descanso total:

  • Fim de semana antes do Carnaval: 14-15/02 (2 dias)
  • Segunda e terça de Carnaval: 16-17/02 (2 dias)
  • Férias: 18-27/02 (10 dias)
  • Finais de semana durante as férias: 21-22 e 28/02 (4 dias)
  • Descanso total: 18 dias consecutivos

Vantagem: maior descanso do início do ano com menor gasto de dias de férias.

Período 2 – Páscoa e Tiradentes (com possibilidade de ponte)

  • Datas: 06/04 (segunda-feira) a 19/04 (domingo)
  • Dias de férias: 14

Cálculo do descanso total:

  • Feriado da Sexta-feira Santa (03/04): antecede o início das férias e pode ser aproveitado junto ao fim de semana (04-05/04), criando uma transição ideal para o período de descanso.
  • Finais de semana durante as férias: 11-12 e 18-19/04 (4 dias)
  • Férias: 06-19/04 (14 dias)
  • Feriado de Tiradentes (21/04, terça-feira): não faz parte das férias, mas pode ser negociado como ponte, estendendo o descanso em mais dois dias (20 e 21/04).

Descanso total:

  • Sem ponte: 17 dias consecutivos (de 03/04 a 19/04).
  • Com ponte negociada: 19 dias consecutivos (de 03/04 a 21/04).

Vantagem: une dois feriados nacionais próximos (Páscoa e Tiradentes) e cria o maior período de descanso do ano com o mesmo gasto de dias de férias. Ideal para viagens mais longas ou descanso prolongado sem ultrapassar o limite legal.

Período 3 – Outubro / Nossa Senhora Aparecida

  • Datas: 13/10 (terça-feira) a 23/10 (sexta-feira)
  • Dias de férias: 11

Cálculo do descanso total:

  • Feriado de Nossa Senhora Aparecida: 12/10 – respeitado, início das férias no dia seguinte
  • Finais de semana durante as férias: 17-18 e 24-25/10 (4 dias)
  • Descanso total: 15 dias consecutivos

Vantagem: bloco estratégico no segundo semestre, garantindo descanso prolongado sem gastar todos os dias restantes.

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Como a paralisação do governo americano pode atrapalhar a vida de quem planeja aproveitar o outono nos EUA

Viajantes que adiaram as férias de verão para aproveitar custos mais baixos e menos multidões neste outono podem ter uma surpresa desagradável se a paralisação do governo começar esta semana. É que a falta de acordo entre Democratas e Republicanos no parlamento promete paralisar o funcionalismo público do país em outubro – o chamado shutdown. E isso pode prejudicar diretamente quem está com viagem marcada para os Estados Unidos ou dentro do país.

O que está em jogo é que o ano fiscal americano começa no dia 1º de outubro. É nesta data que o governo anuncia o orçamento que as agências federais americanas terão à disposição pelos próximos 12 meses. Se o orçamento não for aprovado, então os pagamentos dos serviços públicos simplesmente deixam de ser feitos. E isso pode simplesmente paralisar as atividades do governo.

Justamente nessa data é que muitos viajantes costumam desembarcar nos aeroportos americanos, aproveitando-se do início da baixa temporada – e dos descontos nas passagens.

Embora controladores de tráfego aéreo e agentes de segurança de aeroportos sejam considerados trabalhadores essenciais – e por isso sejam obrigados a continuar trabalhando durante a paralisação –, nenhum dos grupos recebe pagamento até que o financiamento seja restabelecido. Isso pode resultar em filas de segurança mais longas ou até mesmo voos cancelados se a paralisação durar mais do que algumas semanas.

Durante a paralisação de 35 dias entre 2018 e 2019, houve um aumento no número de controladores que ligaram dizendo que estavam doentes, o que causou atrasos em voos de diversos aeroportos, incluindo La Guardia, Newark e Filadélfia, em Nova York, pouco antes do financiamento ser restaurado no final de janeiro.

Enquanto isso, o absenteísmo entre os agentes de segurança do aeroporto aumentou de 3% para 10%, o que resultou em filas mais longas para os viajantes.

Provavelmente, essa é a pior situação para os viajantes após uma paralisação. Os passaportes continuarão sendo processados, já que isso é pago por taxas. As inspeções de segurança continuarão, assim como a manutenção e a operação dos auxílios à navegação usados ​​por controladores e pilotos.

Outros impactos serão mais indiretos, como o potencial agravamento da escassez de controladores de tráfego aéreo a longo prazo. Embora o treinamento inicial para novos recrutas nas instalações da agência em Oklahoma City continue, o treinamento de campo adicional nos centros de controle será suspenso até que o financiamento seja retomado. As contratações também serão suspensas.

Se a paralisação terminar rapidamente, esses atrasos podem não ter um impacto de longo prazo no número de controladores de tráfego aéreo. Mas, com poucos sinais de comprometimento, as chances de uma paralisação estão atualmente em 73% no site de apostas Polymarket.

Analistas do Bank of America escreveram na semana passada que esperam que a paralisação não dure mais do que duas semanas “porque achamos que os democratas não estarão dispostos a incorrer no custo político de uma longa paralisação antes das eleições de meio de mandato do ano que vem”.

Outros preveem que a medida se arrastará por muito mais tempo, já que não há um prazo final para se chegar a um acordo. Isso poderia resultar em até 40% dos mais de dois milhões de funcionários públicos federais afastados, e em um sofrimento muito mais generalizado do que longas filas no aeroporto.

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