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B3 (B3SA3) supera expectativas elevadas no 1T26; veja desempenho da bolsa no trimestre

A B3 (B3SA3) divulgou um forte resultado referente ao 1T26 com forte avanço de todas as vertentes no período.

Como já havia sido adiantado pelas prévias mensais, a B3 aproveitou o alto fluxo de investidores na Bolsa no período e mostrou um ótimo avanço no mercado de ações, com aumento de 46% no volume financeiro médio diário (ADTV), o que resultou em uma receita bruta de Mercados de R$ 2,2 bilhões, +20,8% vs 1T25.

Ainda que esse segmento continue sendo o mais representativo para o negócio, vale destacar também o salto anual de 28,5% na receita de Soluções para Mercado de Capitais, chegando a R$ 201 milhões. Para completar, a receita de Soluções Analíticas de Dados cresceu 23% (para R$ 317 milhões), enquanto Tecnologia e Plataformas aumentou 14,8% e chegou a R$ 527 milhões.

Mais detalhes do 1T26 da B3

O forte crescimento de todos os segmentos culminou em um top-line consolidado de R$ 3 bilhões, avanço de +20,5% na comparação anual.

Ajudado por um menor avanço das despesas ajustadas (+6,3% vs 1T25) por conta de um forte recuo de serviços de terceiros e benefícios da alavancagem operacional do negócio, o ebitda recorrente totalizou R$ 2,1 bilhões (+23,9%) com ganho de 2 p.p. de margem, que atingiu 71,6%.

O resultado financeiro foi beneficiado por maior rendimento do caixa indexado à Selic e marcação a mercado de alguns investimentos, o que permitiu à linha mostrar um resultado positivo de R$ 112 milhões vs R$ 15,6 milhões no 1T25.

Por fim, o lucro líquido recorrente da B3 reportado foi de R$ 1,5 bilhão com margem de 51,4%, altas de 33,5% e 5 p.p. respectivamente frente ao 1T25.

Vale a pena investir na B3?

Mesmo com expectativas já elevadas por conta das prévias mensais animadoras, a B3 conseguiu apresentar números acima do esperado, com forte avanço da receita e expansão de margens.

Com um valuation ainda atrativo e possibilidade de capturar em cheio a continuidade do fluxo positivo para os ativos brasileiros, as ações B3SA3 seguem na carteira.

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O que aconteceu no 1T26 da Porto (PSSA3)? Resultado reflete diversificação da companhia

A Porto (PSSA3) apresentou resultados bastante sólidos referentes ao 1T26, mostrando avanços nas frentes mais relevantes e atingindo um ROE consolidado de 29,0%, ainda que com a ajuda de uma menor alíquota de impostos. 

Resultado trimestral da Porto por segmento

Começando pela vertical Seguro, a receita cresceu 5,5%, para R$ 5,7 bilhões, ajudada principalmente pela expansão nos seguros de Vida de Patrimonial, que mais do que compensaram o crescimento fraco, porém esperado, em Auto (+2,9% a/a). Isso somado a uma melhora de sinistralidade em todas as frentes proporcionou um aumento expressivo de 49% no lucro líquido de seguros, para R$ 467 milhões e um ROE de 33,8%.

Na vertical Saúde a receita cresceu 15,1%, com contribuições positivas tanto em seguro saúde como em odontológico, com altas de +22,3% e +17,4%, respectivamente, no número de beneficiários. Além disso, o segmento apresentou melhora de -0,9 p.p. na sinistralidade, reflexo de ações de combate a fraudes, novos produtos e parcerias. Com esse bom desempenho, o lucro líquido da vertical cresceu 20,1%, para R$ 215 milhões, com ROE de 36,5%.

Na PortoBank, o lucro líquido saltou 10,1%, para R$ 211,5 milhões e ROE de 24,8%, puxado principalmente pelo crescimento forte nas receitas de consórcio (+32% a/a) e soluções para locação e garantia (+13%). Sobre as operações de crédito o desempenho foi misto, com crescimento interessante de carteira (+13%) e da margem financeira líquida (+24%), mas com piora nos indicadores de atrasos.

Na vertical Serviços, o lucro ficou praticamente estável, em R$ R$ 53 milhões, com o ligeiro aumento da receita sendo compensado por maiores custos no período. 

Linhas gerais do 1T26 da Porto

Por sua vez, o Resultado Financeiro mostrou uma piora de 19,8%, caindo de R$ 382,6 milhões no 1T25 para R$ 306,8 milhões no 1T26, impactado principalmente pela rolagem de títulos a taxas mais atrativas e que trazem recompensas positivas nos próximos trimestres. 

No consolidado, a Porto apresentou um lucro líquido de R$ 1,1 bilhão no trimestre, 36,3% acima do ano anterior, com ROE de 29% (alta de 5,1 p.p.), refletindo os melhores resultados das verticais e uma menor alíquota de imposto, parcialmente compensado por um resultado financeiro pior. 

Os números apenas reforçam a nossa visão de que a companhia está bem-posicionada, e deve continuar capturando oportunidades de crescimento em suas verticais. Porto segue na carteira.

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Alpargatas (ALPA4) entrega mais um tri de forte crescimento com ebitda recorde e Havaianas mais baratas na produção; confira análise

A Alpargatas (ALPA4) apresentou mais um resultado forte no 1T26, com ebitda recorde, expansão de margens boa diluição de despesas. 

Na Havaianas Brasil, a receita cresceu 13,2% para R$ 909,1 milhões, ajudada pelo aumento do volume de pares (+7,5%) e pelo aumento da receita/par (de R$ 15,8 no 1T25 para R$ 16,6 no 1T26), refletindo melhor mix de canais, ou seja, mais vendas em franquias e canais especializados. Vale destacar que o sell-out cresceu em ritmo menor, refletindo a estratégia da companhia de abastecer os lojistas antes da virada de coleção para evitar rupturas – uma estratégia que trouxe resultados positivos em 2025. 

Produção da Havaianas ficou mais barata no trimestre

Com ganhos de eficiência e diluição de custos fixos, a Havaianas Brasil também apresentou uma redução de 1% no custo por par, o que permitiu um aumento de 15,4% no lucro bruto e margem bruta recorde (49%) para um primeiro tri. 

Por fim, menores despesas com marketing proporcionaram à divisão brasileira mostrar um crescimento de 36,5% do ebitda, que chegou a R$ 237 milhões, com expansão de 4 p.p. de margem.

Negócios da Alpargatas no exterior

Na Havaianas Internacional os números seguem mostrando evolução. A receita aumentou 10,2% para R$ 307,5 milhões, com o aumento de volume de pares (+14,8%) mais do que compensando a redução de R$ 1,9 de receita por par, refletindo variações cambiais. 

Enquanto a Europa mostrou crescimento (+15% na receita) pelo sexto trimestre consecutivo, mostrando assertividade da estratégia e reconhecimento da marca pelos lojistas/clientes, nos Estados Unidos o aumento de 22% reflete a continuidade da estocagem de sandálias após o início das operações com o novo parceiro. O único segmento que mostrou recuo foi o de Mercados Distribuidores (queda de 17,4% na receita), afetado pela interrupção de pedidos em alguns países afetados pelo conflito no Oriente Médio.

Apesar do forte crescimento da receita internacional, o lucro bruto cresceu menos (5,2%), com margem bruta recuando 3p.p. no período. Isso é explicado principalmente pelo avanço da nova estratégia nos EUA, que tem menores margens por conta da intermediação do distribuidor, mas que também deve resultar em maiores volumes e menores despesas, à medida que a operação ganha relevância.

Mesmo assim, o ebitda da Havaianas Internacional cresceu 88,6%, para R$ 62,2 milhões, evidenciando que a companhia está caminhando na direção correta. 

Por fim, a Rothy’s voltou a mostrar dificuldades no 1T26, com ebitda negativo de US$ 2,2 milhões (ante +US$ 0,8 milhão no 1T25), afetado pelas tarifas impostas pelos EUA sobre a China e fechamento temporário de algumas lojas por conta de condições climáticas severas.

Consolidado ALPA4 no 1T26

Na visão consolidada, a companhia apresentou um ebitda de R$ 299,5 milhões, alta anual de 45,4%, com ganho de 5,5p.p. de margem. D mesma forma, o lucro líquido saltou 44,8%, para R$ 162 milhões, fletindo a forte melhora operacional. 

A alavancagem terminou o 1T26 em 0,5x dívida líquida/ebitda, mesmo após a distribuição de cerca de R$ 1 bilhão nos últimos trimestres na forma de JCP e redução de capital, o que evidencia a capacidade de geração de caixa da companhia.

Com bom potencial de crescimento tanto no Brasil como no mercado internacional, a ALPA4 segue na carteira.

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Track&Field (TFCO4) ‘não falta no treino’ e entrega crescimento consistente no 1T26; confira

A Track&Field (TFCO4) divulgou um resultado sólido referente ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), ainda que as margens tenham retraído pelo mix de vendas de canais.

A abertura de lojas (+39) e boa aceitação da nova coleção ajudaram o sell out atingir R$ 442,9 milhões, crescimento de +16,4% frente ao 1T25. Além disso, a estratégia de reforma das lojas continua se provando acertada e impulsionando as receitas: no período as unidades revitalizadas mostraram uma alta de +26,4% das receitas, acima do Same Store Sale (SSS) consolidado de +12,1%.

Assim, a receita líquida marcou R$ 251,2 milhões, crescimento de +18% na comparação anual, com o avanço de venda de mercadorias (+29,7%) e rede própria (+16,8%).

Com o aumento das vendas, o lucro bruto atingiu R$ 150,2 milhões (+15,7%), mas a maior representatividade de venda para franquias, que possui menor margem, acabou pressionando a margem bruta, que caiu –1,2 p.p., para 59,8%. Vale ressaltar que essa venda tende a se traduzir em royalties nos próximos trimestres, o que deve aliviar essa pressão.

Com despesas em linha na comparação anual, o ebitda ajustado somou R$ 61,6 milhões (+12,6%) e margem de 24,5%, com os mesmos efeitos de retração da margem bruta.

Já o resultado financeiro apresentou uma piora de 35,8%, com o aumento das despesas de arrendamento mercantil e redução das receitas financeiras.

O aumento do top-line com os efeitos mencionados de custos e financeiro, resultou em um lucro líquido de R$ 41,5 milhões com margem de 16,5% (+6,3% e –1,8 p.p. respectivamente vs 1T25).

Por fim, a companhia apresentou uma geração de caixa de R$ 28,4 milhões vs R$ 27 milhões no 1T25, aumento explicado pela ausência do programa de recompra no período, que compensou o aumento de impostos pagos e aumento de capital de giro.

TFCO4: recomendação de compra

Apesar dos desafios macro, a Track&Field segue mostrando crescimento consistente, o que reforça seu posicionamento de marca.

Ainda que o trimestre tenha mostrado pressão de margem, entendemos que esses são efeitos pontuais. Por 10x ev/ebitda e caixa livre, TFCO4 está presente na carteira SmallCaps.

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Petrobras (PETR4) divulga resultados e dividendos abaixo das expectativas no 1T26; veja os motivos

A Petrobras (PETR4) divulgou resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) abaixo das expectativas do mercado, impactados pelo atraso na precificação do petróleo exportado (mais sobre isso abaixo), efeito que deve ser normalizado já no próximo trimestre.

No segmento de Exploração & Produção (E&P), o ebitda atingiu US$ 10,3 bilhões, alta de 8,9% frente ao 4T25, ajudado tanto pelo aumento da produção como também pelas cotações mais elevadas do petróleo – brent médio de US$ 80,6/barril no 1T26 ante US$ 63,9 no trimestre anterior, parcialmente compensados por um custo de extração (lifting cost) ligeiramente maior.

Apesar da melhora trimestral, o brent médio e consequentemente o ebitda ficaram abaixo das expectativas do mercado. Segundo a companhia, costuma haver um atraso entre os preços de referência e o preço negociado com clientes, de modo que a alta do brent costuma se traduzir em preços maiores de venda apenas semanas mais tarde, dependendo de cada negociação.

Ou seja, a alta do petróleo por conta do conflito que se iniciou no fim do 1T26 pouco influenciou os resultados deste trimestre, e terá efeitos bem mais claros no 2T26.

O segmento de Refino apresentou forte crescimento de 108% do ebitda frente ao 4T25, que chegou a US$ 3,8 bilhões, com margem de 17% (+9 p.p. vs 4T25). Esse número foi impactado positivamente por US$ 1,3 bilhão em função do efeito de valorização dos estoques, por conta da alta dos preços do petróleo e derivados no período. Mesmo sem esse efeito, o ebitda ainda teria mostrado expansão (+12%), refletindo maior produtividade do parque de refino.

Por fim, o ebitda do segmento de Gás e Energia recuou 21,4%, para US$ 334 milhões, com o reconhecimento de receitas contratuais no 4T25 afetando a base de comparação.

Ebitda da Petrobras cresceu 27% no 1T26

No consolidado, o ebitda cresceu 27% t/t, para US$ 11,9 bilhões, ajudado pelos maiores preços de brent em E&P, efeito positivo de valorização de estoques no segmento de Refino e menores impairments na comparação com o 4T25. No entanto, o número ficou abaixo das estimativas, especialmente pelo atraso na precificação mencionado acima.

Impactado por esses efeitos e por um maior consumo de capital de giro, o fluxo de caixa livre atingiu US$ 3,9 bilhões, abaixo das expectativas, mas crescendo 7,5%, ajudado por um menor capex no período (US$ 5,1 bi no 1T26 vs US$ 6,3 bi no 4T25).

Dividendos da Petrobras também vieram abaixo das expectativas

Essa geração de caixa permitiu à companhia anunciar o pagamento de R$ 9 bilhões em dividendos (yield de 1,3%), abaixo das expectativas por conta dos impactos mencionados.

Excluindo eventos não recorrentes, o lucro líquido recuou 4,5% vs 4T25 para US$ 4,5 bilhões, mas esse número deve melhorar nos próximos trimestres à medida que a companhia captura integralmente a alta do petróleo.

A Petrobras fechou o trimestre com endividamento líquido de US$ 62 bilhões, e uma relação dívida/líquida de 1,4x, que deve se comprimir com a melhora de resultados esperada.

PETR4: recomendação de compra

Apesar de um trimestre com números abaixo do esperado, vemos a Petrobras bem-posicionada para se aproveitar de preços de petróleo estruturalmente mais elevados.

Por menos de 3x valor da firma/ebitda e um dividend yield próximo a 10% esperado para 2026, Petrobras segue com recomendação de compra pela Empiricus Research.

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Direcional (DIRR3): resultados do 1T26 reforçam consistência operacional da companhia; veja análise

A Direcional (DIRR3) iniciou 2026 mantendo a forte dinâmica operacional observada nos últimos trimestres, combinando crescimento de vendas e margens elevadas.

Conforme antecipado na prévia operacional, os lançamentos totalizaram R$ 1,0 bilhão em valor geral de vendas (VGV) no 1T26 (R$ 0,86 bi no % companhia), crescimento de 12% em relação ao 1T25. Do total lançado, aproximadamente 70% estiveram concentrados na marca Direcional e 30% na Riva.

A velocidade de vendas (VSO) permaneceu elevada, na casa de 24%, avanço de 250 bps em relação ao 4T25 e o maior nível histórico para um primeiro trimestre. A administração destacou que a melhora foi observada em ambas as marcas, reforçando o equilíbrio operacional da companhia.

Na parte financeira, a receita líquida alcançou R$ 1,16 bilhão no trimestre, crescimento de 30% frente ao 1T25. Considerando também as SPEs não consolidadas, a receita líquida total atingiu R$ 1,44 bilhão, avanço de 25% na comparação anual.

Rentabilidade da Direcional é destaque no 1T26

A rentabilidade voltou a ser um dos principais destaques do trimestre. A margem bruta ajustada atingiu novo recorde histórico de 42,9%, expansão de 130 bps em relação ao 1T25 e de 10 bps frente ao trimestre anterior.

Segundo a companhia, o desempenho reflete disciplina comercial, controle de custos e política conservadora de precificação, mesmo diante das recentes pressões inflacionárias. Conforme esperado, a margem REF encerrou o trimestre na casa de 44,4%, com leve retração em relação aos períodos anteriores.

O Ebitda totalizou R$ 315 milhões no trimestre, crescimento de 47% na comparação anual, com margem Ebitda de 27,1%. Ajustando efeitos não recorrentes e juros capitalizados, o Ebitda ajustado atingiu R$ 328 milhões, avanço de 40% frente ao 1T25.

Na última linha, o lucro líquido operacional somou R$ 200 milhões, crescimento de 27% na comparação anual, enquanto o ROE anualizado alcançou 38%, reforçando o elevado nível de rentabilidade da companhia.

Em relação à estrutura de capital, a Direcional encerrou o trimestre com dívida líquida de R$ 613 milhões, equivalente a 24% do patrimônio líquido, patamar considerado administrável diante do atual ritmo de crescimento operacional — espera-se uma redução gradual dessa linha ao longo do ano.

A companhia registrou geração de caixa operacional de R$ 35 milhões no período, embora o fluxo contábil tenha sido impactado por amortizações relacionadas à cessão de recebíveis.

DIRR3: recomendação de compra

De forma geral, os resultados do 1T26 reforçam a consistência operacional da Direcional, sustentada pela forte demanda no segmento econômico, elevada eficiência operacional e disciplina na gestão de custos e preços.

Negociando a aproximadamente 7 vezes os lucros projetados para 2026, a companhia segue entre as preferências da Empiricus, com janela de entrada favorável na precificação atual.

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Os motivos que levaram a Vale (VALE3) a retornar à carteira de dividendos da Empiricus em maio

A carteira automatizada de dividendos da Empiricus teve apenas uma alteração para maio: a entrada da Vale (VALE3) no lugar da SLC Agrícola (SLCE3). Até o fechamento de abril, o portfólio já valorizou 28,7% em 2026, contra 16,3% do Ibovespa no mesmo período.

Segundo Ruy Hungria, analista responsável pela carteira, a saída da SLC se deu pela piora nas perspectivas de custo da companhia por conta do conflito no Oriente Médio, que mantém sob pressão o Estreito de Ormuz, local por onde passam insumos agrícolas.

Já a entrada da Vale tem a ver com a evolução consistente de resultados da companhia, especialmente em sua divisão de metais básicos, a qual o analista chama de “joia da coroa”.

Lucro líquido da Vale saltou 29% no primeiro tri

No balanço do primeiro trimestre do ano, divulgado em 28 de abril, a Vale (VALE3) registrou lucro líquido de R$ 1,9 bilhão, alta de 29% em relação ao mesmo período de 2025.

Se no segmento de minério de ferro o crescimento do Ebitda foi de 1% ano contra ano, para R$ 2,4 bilhões, na divisão de metais básicos a alta foi muito mais representativa — embora a base de comparação fosse mais “fácil” de superar.

O Ebitda do segmento de cobre saltou 57%, para US$ 949 milhões, enquanto a mesma linha da operação de níquel saltou 575%, indo de US$ 41 milhões no 1T25 para US$ 277 milhões no último trimestre.

O fluxo de caixa livre chegou a US$ 813 milhões, alta anual de 61%, número que, segundo Hungria, “tende a melhorar nos próximos trimestres por conta da sazonalidade”.

Apesar de todo esse crescimento, os números divulgados pela Vale ficaram abaixo das expectativas do mercado. Mas, para o analista da Empiricus, a companhia “está no caminho certo e deve continuar como boa fonte de dividendos para os acionistas”.

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Os quatro pilares da tese em VALE3

A boa perspectiva do analista para as ações VALE3 vem de quatro pilares principais:

  1. Minério de ferro resiliente;
  2. Previsibilidade operacional;
  3. Forte geração de caixa e retorno ao acionista; e
  4. Potencial em metais básicos.

Em primeiro lugar, os preços do minério de ferro, principal segmento da companhia, têm se mostrado mais resilientes do que o esperado, “sustentado por dinâmica de oferta mais restrita, elevada depleção global e demanda ainda sólida, com maior diversificação geográfica”, afirma Ruy Hungria.

O analista destaca ainda que a Vale está entre os produtores de menor custo, o que “traz mais segurança à tese”.

Em relação à previsibilidade operacional, Hungria avalia que os investimentos em melhorias operacionais feitos pela mineradora nos últimos anos já se traduziram em menos paradas, aumento de produção e consequente diluição de custos.

O terceiro ponto é a elevada geração de caixa da Vale, que dá ao acionista um potencial de retorno próximo de dois dígitos sustentado por dividendos recorrentes e eventuais distribuições adicionais.

Por fim, está a “joia da coroa” Vale Base Metals que, segundo Ruy Hungria, “vem ganhando relevância e pode destravar valor ao longo do tempo, em um movimento ainda pouco refletido no valuation atual”.

Conheça as outras 7 ações que compõem a carteira de dividendos da Empiricus

Agora você sabe os motivos que levaram a Vale a substituir a SLC Agrícola na carteira automatizada de dividendos de maio da Empiricus, mas não precisa parar por aqui.

Isso porque a carteira completa está disponível como uma cortesia da Empiricus. E para acessar é simples, basta fazer seu login na área logada da casa de análise.

Caso não tenha cadastro, o processo é gratuito e rápido. Ao preencher seus dados, você será redirecionado à área logada da Empiricus e poderá conferir esta e as outras carteiras automatizadas, sem ser cobrado em nenhum momento por isso. Para conferir a carteira de dividendos, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

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1T26: Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3), Raízen (RAIZ4) e mais 50 empresas da B3 divulgam resultados trimestrais nesta semana

O calendário semanal do 1T26 está com nomes de peso da Bolsa brasileira. Ao todo, 53 empresas irão divulgar seus resultados trimestrais entre os dias 11 e 15 de maio. Entre elas, estão Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3) e Raízen (RAIZ4).

Investidores que gostam de acompanhar de perto suas companhias preferidas podem conferir as datas no gráfico abaixo.

Agenda de resultados do 1T26: Semana de 11 a 15 de maio

A seguir estão todas as empresas que estão previstas para divulgar seus resultados trimestrais do 1T26 nesta semana:

Empresa Ticker Data Teleconferência 
Vivo VIVT3 11/05/26 11/05/26, às 10h 
Energisa ENGI11 11/05/26 12/05/26 
Petrobras PETR4 11/05/26 12/05/26 
Direcional DIRR3 11/05/26 12/05/26 
Itaúsa ITSA4 11/05/26 Não informado 
Natura NATU3 11/05/26 12/05/26 
Grupo SBF SBFG3 11/05/26 12/05/2026, às 11h 
MRV MRVE3 11/05/26 12/05/26 
Track&Field TFCO4 11/05/26 12/05/26 
Braskem BRKM5 12/05/26 13/05/26 
BTG Pactual BPAC11 12/05/26 12/05/26 
Cury CURY3 12/05/26 13/05/26 
Enjoei ENJU3 12/05/26 13/05/26 
JBS JBSS3 12/05/26 13/05/26 
Bemobi BMOB3 12/05/26 13/05/26 
Dasa DASA3 12/05/26 13/05/26 
Caixa Seguridade CXSE3 13/05/26 14/04/26 
SLC Agrícola SLCE3 13/05/26 14/05/26 
Boa Safra SOJA3 13/05/26 14/05/2026, às 14h 
Movida MOVI3 13/05/26 14/05/26 
CVC Brasil CVCB3 13/05/26 14/05/26 
Vamos VAMO3 13/05/26 14/05/26 
Melnick MELK3 13/05/26 14/05/26 
Banco do Brasil BBAS3 13/05/26 14/05/26 
Equatorial EQTL3 13/05/26 14/05/26 
Rede D’or RDOR3 13/05/26 14/05/26 
Oi OIBR3 13/05/26 14/05/26 
Multilaser MLAS3 13/05/26 14/04/26 
Americanas AMER3 13/05/26 14/05/26 
Grupo Casas Bahia BHIA3 13/05/26 14/05/26 
Positivo POSI3 13/05/26 14/05/26 
Cruzeiro do Sul Educacional CSED3 13/05/26  
Ser Educacional SEER3 13/05/26 14/05/26 
Raízen – 4T25/26 RAIZ4 13/05/26 14/05/26 
Sanepar SAPR11 14/05/26 15/05/2026, às 9h 
Tupy TUPY3 14/05/26 15/05/26 
Grupo Toky  TOKY3 14/05/26 15/05/26 
Automob AMOB3 14/05/26 15/05/26 
Bradespar BRAP4 14/05/26 Não informado 
CPFL Energia CPFE3 14/05/26 15/05/26 
Cyrela CYRE3 14/05/26 15/05/26 
Grupo Mateus GMAT3 14/05/26 15/05/26 
Agrogalaxy AGXY3 14/05/26 15/05/26 
3Tentos TTEN3 14/05/26 15/05/26 
Unipar UNIP3 14/05/26 15/05/2026 – 14h 
MBRF MBRF3 14/05/26 15/05/26 
Nubank ROXO34 14/05/26 14/05/26 
Cosan CSAN3 14/05/26 15/05/26 
Banrisul  BRSR6 14/05/26 Não informado 
Azul AZUL4 14/05/26 Não informado  
Copasa CSMG3 15/05/26 22/04/26  
Simpar SIMH3 15/05/26 18/05/26 

Quais ações investir em plena temporada de balanços do 1T26?

Agora que você está atualizado nas datas que as empresas brasileiras divulgam os resultados do 1T26, pode permanecer com a carteira de investimentos alinhada à sua estratégia.

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Dividendos: Caixa Seguridade (CXSE3), Copasa (CSMG3) e mais 7 ações pagam proventos na semana

Esta semana reserva o pagamento de dividendos ou juros sobre o capital próprio (JCP)_de algumas empresas relevantes do mercado. É o caso da Copasa (CSMG3), que abre a semana com o pagamento de R$ 0,468 por ação na segunda-feira (11).

Já no final da semana, os acionistas recebem dividendos da Caixa Seguridade (CXSE3), de R$ 0,33, previstos para sexta-feira (15).

Preparamos um calendário completo com todos os pagamentos programados para a semana, para que você não perca os que mais importam para a sua carteira. Veja a seguir.

Dividendos da semana de 11 a 15 de maio

Confira na tabela a seguir o cronograma de dividendos a serem pagos na semana:

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data de pagamentoData-com
CopasaCSMG3JCP0,46811/05/202623/03/2026
JHSFJHSF3Dividendo0,06911/05/202624/04/2026
WhirlpoolWHRL3Dividendo0,03912/05/202627/04/2026
WhirlpoolWHRL4Dividendo0,04312/05/202627/04/2026
BrisanetBRST3JCP0,04112/05/202619/12/2025
GrendeneGRND3JCP0,09113/05/202623/04/2026
GrendeneGRND3Dividendo0,00113/05/202623/04/2026
MinervaBEEF3Dividendo0,03113/05/202628/04/2026
Caixa SeguridadeCXSE3Dividendo0,33015/05/202630/04/2026
ÂnimaANIM3Dividendo0,07815/05/202624/04/2026
AlpagartasALPA3JCP0,14915/05/202616/12/2025
AlpagartasALPA4JCP0,16415/05/202616/12/2025

Investir em dividendos: como selecionar ações?

Na hora de investir em ações com foco em dividendos, a escolha pode não ser fácil. Com um fluxo intenso de ativos distribuindo proventos, identificar quais apresentam um preço atrativo para se posicionar e quais os melhores pagamentos proporcionais faz toda a diferença para uma carteira de renda passiva.

Por isso mesmo, o analista de ações da Empiricus Research Ruy Hungria faz uma seleção atualizada mensalmente para indicar quais são as melhores oportunidades para investir.

A boa notícia é que agora você pode investir na carteira de dividendos da Empiricus Research de forma automatizada, na plataforma online do BTG Pactual.

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Dividendos na íntegra, com as ações recomendadas para investir no momento, é só clicar no link a seguir (sem custos) e conhecer o produto que pode facilitar muito seus investimentos de perto:

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DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Localiza (RENT3) começa o ano com o pé no acelerador e lucro supera a marca de R$ 1,2 bilhão; confira análise do resultado do 1T26

A Localiza (RENT3) reportou mais um trimestre sólido, com avanço de rentabilidade em praticamente todas as linhas de negócio. A receita líquida consolidada atingiu R$ 12,3 bilhões (+21,2% a/a), enquanto o lucro líquido somou R$ 1,22 bilhão (+45% a/a), superando pela primeira vez a marca de R$ 1 bilhão em um primeiro trimestre, mesmo desconsiderando efeitos não recorrentes.

O resultado veio sustentado principalmente por ganhos operacionais em RAC e GTF, com melhora de utilização da frota, avanço de tarifas, maior produtividade e diluição de custos, além de um trimestre forte em Seminovos. Mesmo em um ambiente ainda pressionado por juros elevados, a companhia segue entregando expansão de ROIC spread e forte geração de caixa, reforçando a qualidade da execução operacional.

Aluguel de Carros (RAC)

Na divisão de aluguel de carros, a receita líquida atingiu R$ 2,79 bilhões (+8,5% a/a), impulsionada pela combinação de maior diária média e aumento de utilização da frota. O número de diárias cresceu 1,0% a/a, enquanto a diária média avançou 7,0%, para R$ 157,4. Já a taxa de utilização atingiu 82,1%, alta de 12,1 p.p. frente ao 1T25, refletindo disciplina de oferta, foco em produtividade e melhor alocação de frota.

Mesmo com o crescimento da receita, os custos e despesas da divisão avançaram apenas 1,9% a/a, beneficiados pela maior produtividade da frota, melhora nos custos de manutenção e preparação por carro, além do maior volume de créditos tributários de PIS/Cofins. Assim, o ebitda da operação somou R$ 1,88 bilhão (+12,1% a/a), com margem de 67,4% (+2,2 p.p. a/a), reforçando a capacidade da companhia de expandir rentabilidade mesmo em um cenário competitivo.

Além disso, a margem EBIT de RAC atingiu 47,3% (+4,9 p.p. a/a), refletindo também a evolução gradual da depreciação dos veículos, que segue em patamares saudáveis apesar do aumento sequencial observado nos últimos trimestres. A depreciação anualizada por carro ficou em R$ 7.986 no trimestre.

Gestão de Frotas (GTF)

Em Gestão de Frotas, a receita líquida cresceu 3,8% a/a, atingindo R$ 2,32 bilhões, mesmo com queda de 1,5% no número de diárias. Assim como nos últimos trimestres, esse movimento segue refletindo a estratégia da companhia de reduzir exposição a contratos de uso severo, que possuem menor retorno ajustado ao risco e pressionam a depreciação da frota. Ao final do trimestre, esses contratos representavam apenas 15,5 mil veículos, e a expectativa da companhia é encerrar 2026 abaixo de 10 mil carros nesse perfil.

O crescimento da receita decorreu principalmente da reprecificação de contratos antigos em um ambiente de juros mais elevados, além do redirecionamento de capital para segmentos mais rentáveis, como gestão de frotas corporativas e assinatura, que cresceram cerca de 14% a/a. A diária média avançou 6,9%, para R$ 107,5, enquanto a taxa de utilização atingiu 96,8%.

Os ganhos operacionais foram ainda mais fortes na rentabilidade. Excluindo o efeito não recorrente de desinvestimento de subsidiárias, a margem ebitda de GTF atingiu 75,9% (+5,9 p.p. a/a), impulsionada pela melhora de mix, redução de provisões para devedores duvidosos, maior eficiência operacional e melhor utilização da frota. Considerando os efeitos extraordinários, a margem atingiu 88,0%.

Seminovos

A divisão de Seminovos também foi destaque e atingiu receita recorde de R$ 7,1 bilhões (+34,5% a/a), com venda histórica de 95,4 mil veículos (+27,7% a/a). O desempenho reflete a aceleração do ciclo de renovação da frota, expansão da rede de lojas e amadurecimento de iniciativas voltadas à produtividade comercial.

Além do forte volume, a companhia também conseguiu melhorar rentabilidade na divisão. A margem bruta atingiu 7,9% (+1,0 p.p. a/a), beneficiada pelo maior preço médio de venda e pela melhora do mix de veículos vendidos, com rejuvenescimento da frota (o que faz parte das mudanças que a gestão vem implementando com sucesso). Como consequência, o ebitda da divisão mais do que dobrou, atingindo R$ 217 milhões (+105% a/a), com margem de 3,1% (+1,1 p.p. a/a).

Esse ponto é especialmente importante para a tese, pois reforça que a companhia segue conseguindo monetizar sua frota acima das estimativas implícitas de depreciação, reduzindo riscos de revisões negativas futuras.

Consolidado do balanço do 1T26 da Localiza

No consolidado, o ebitda atingiu R$ 4,1 bilhões (+23,7% a/a), acima do crescimento da receita, refletindo expansão de margem em todas as divisões operacionais. Já o EBIT somou R$ 2,73 bilhões (+32,4% a/a), beneficiado tanto pela melhora operacional quanto pela maior eficiência da frota e evolução das margens de aluguel.

O lucro líquido alcançou R$ 1,22 bilhão (+45% a/a). Excluindo efeitos não recorrentes relacionados ao desinvestimento de subsidiárias, o lucro recorrente teria sido de R$ 1,05 bilhão, ainda assim recorde histórico para um primeiro trimestre. A expansão decorreu principalmente do crescimento operacional, parcialmente compensado pelo aumento das despesas financeiras, em função do maior CDI médio e do saldo de dívida no período.

Outro destaque foi a geração de caixa antes de juros e outros, que atingiu R$ 2,18 bilhões, frente a consumo de caixa no 1T25. O resultado reflete a forte geração operacional da companhia e maior eficiência na renovação de frota. Além disso, a dívida líquida encerrou o trimestre em R$ 30,2 bilhões, queda de 2,8% em relação ao final de 2025.

Em suma, o trimestre reforça a qualidade operacional da Localiza. A companhia segue entregando expansão de rentabilidade, maior produtividade da frota, disciplina de capital e evolução consistente do ROIC spread mesmo em um ambiente ainda desafiador para empresas intensivas em capital. Com eventual normalização dos juros ao longo dos próximos trimestres, o cenário tende a se tornar ainda mais favorável para a tese. Por 11,7x lucros estimados para 2026, RENT3 segue entre as recomendações da Empiricus.

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Axia (AXIA6): preços elevados de energia e disciplina de gastos sustentam crescimento no 1T26, mas números vêm abaixo da expectativa

A Axia Energia (AXIA6) apresentou um forte crescimento de resultados no primeiro trimestre de 2026 (1T26), ajudados principalmente pelos preços elevados de energia e disciplina de gastos, no entanto os números vieram abaixo das expectativas do mercado.

A receita de geração cresceu 34% no período, para R$ 7,0 bilhões, com ajuda da alta nos preços de energia, que a companhia pôde capturar por ter parte relevante de seu portfólio descontratado (livre para vender aos preços de mercado).

Por outro lado, a receita de transmissão caiu 11,3%, para R$ 4,4 bilhões, afetada por uma mudança de prática contábil, já que a partir do 1T26, a companhia passou a reconhecer provisões para restituições, que são recolhidos na receita, mas não pertencem à companhia.

No primeiro trimestre esse efeito foi relativamente relevante, de R$ 725 milhões, devido ao reconhecimento atrasado de repasses referentes aos últimos nove meses. A partir do próximo trimestre, esse valor será bem menor pois refletirá apenas os repasses referentes ao próprio trimestre (o valor referente ao 1T26 foi de R$ 296 milhões).

Receita líquida e ebitda consolidados sobem 19,7% e 60%, respectivamente

Ainda assim, a receita líquida consolidada subiu 19,7%, para R$ 11,6 bilhões, reflexo da contribuição positiva do segmento de geração.

Na comparação com o 1T25 a companhia gastou menos com compra de energia para revenda (-36,1%) e seguiu mostrando ótima eficiência na linha de gastos gerenciáveis, que recuou 3,1%.

Com isso, o ebitda consolidado atingiu R$ 8,6 bilhões, forte alta de 60% frente ao 1T25, mas abaixo das expectativas do mercado, por conta de preços de energia vendida um pouco abaixo do esperado no segmento de geração e dos impactos contábeis mencionados transmissão.

Por fim, ajudado principalmente pela melhora do resultado operacional, o lucro líquido ajustado saltou de R$ 409 milhões no 1T25 para R$ 3,2 bilhões no 1T26.

Com relação aos empréstimos compulsórios, a companhia mostrou avanço tímido de R$ 19 milhões frente ao 4T25 – em 12 meses, a redução foi de R$ 2,2 bilhões. Ajudada pelo forte avanço do resultado operacional, a relação dívida líquida/ebitda recuou de 2x no 4T25 para 1,8x no 1T26.

Sucessão no comando e recomendação para as ações da Axia

A companhia também aproveitou para anunciar o início do processo de sucessão no comando: o atual CEO, Ivan Monteiro, ficará no cargo até abril de 2027, e será substituído por Élio Wolff, atual Vice-presidente de Estratégia e de Desenvolvimento de Negócios, e que possui longa carreira no setor.

Em linhas gerais, mesmo com números abaixo das expectativas, a Axia mostrou ótimo crescimento, evidenciando a melhora de eficiência e o ambiente positivo para preços de energia. Axia segue com recomendação de compra pela Empiricus Research.

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Estapar (ALPK3) supera sazonalidade desfavorável e entrega resultado que corrobora a melhora estrutural da companhia

A Estapar (ALPK3) divulgou um sólido resultado do primeiro trimestre de 2026 (1T26), com lucro em um período sazonalmente desfavorável, o que corrobora a melhora estrutural da companhia.

Assim como adiantado na prévia, a receita líquida cresceu +16,3% na comparação anual, para R$ 494,6 milhões, ajudada pela evolução do número de operações, com aumento em todos os segmentos – destaque para Digital (+28,3%) e Alugadas e Administradas (+18,3%).

Mesmo com uma base de comparação afetada por isenções temporárias de aluguel em algumas concessões off-street, a boa expansão da receita permitiu uma alavancagem operacional e o lucro bruto caixa marcou R$ 133,7 milhões (+17,5%) com ganho de 0,3 p.p. de margem, para 27%.

Já as despesas, mostraram um leve aumento de 0,6 p.p. na participação da receita por conta de incentivos de longo prazo. Ainda assim, o ebitda ajustado somou R$ 90,7 milhões com margem de 18,3% (+17,6% e +0,2 p.p. respectivamente vs 1T25) e o ebit mostrou uma evolução ainda melhor de +25,1%, para R$ 42,9 milhões, com alta de +0,6 p.p. de margem, refletindo menores despesas com depreciação.

Apesar dos efeitos negativos da alta da Selic, o resultado financeiro piorou apenas 1% na comparação anual. Com um ótimo trabalho de liability management, o custo médio da dívida saiu de CDI + 2,15% no 1T25 para CDI + 1,27%, com aumento do prazo de pagamento para 2,8 anos e a alavancagem segue em níveis controlados, em 2,3x dívida líquida/ebitda.

Estapar teve lucro líquido de R$ 3,6 millhões no 1T26

Por fim, a companhia reportou um lucro líquido de R$ 3,6 milhões em um trimestre tipicamente com menos movimento por conta de férias, o que mostra um ponto de inflexão interessante.

Vale mencionar também o Fluxo de Caixa Operacional, que aumentou +21,1% para R$ 53,6 milhões, mesmo com um forte aumento no capital de giro por conta do ganho de participação da Zul+ nos resultados.

A Estapar segue mostrando evoluções operacionais consistentes trimestre após trimestre, garantindo sua posição de destaque na carteira Empiricus SmallCaps.

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Smart Fit (SMFT3) entrega resultados sólidos e melhora de margens; confira os números do 1T26

A Smart Fit (SMFT3) divulgou os resultados do 1T26 com margens superiores às nossas expectativas, beneficiando-se, novamente, da diversificação geográfica e outras fontes de receita. 

A receita de R$2,1 bilhão veio em linha com nossas expectativas. O número decorre principalmente da performance de academias próprias, que teve incremento de 12% no ticket médio, aumento de 20% a/a da rede e crescimento de 8% na base média de alunos por unidade, que por sua vez é explicado pelo amadurecimento das unidades mais jovens.

O principal destaque positivo foi a margem bruta de 51,8% (+1,1 p.p. a/a e +1,9 p.p. t/t), sustentada pelo amadurecimento consistente das unidades abertas nos últimos dois anos, pela manutenção da rentabilidade das academias maduras e pelo forte crescimento de frentes como Studios e TotalPass. Os números chamam a atenção especialmente diante do receio recente do mercado de que o aumento da concorrência pressionasse justamente esses indicadores.

Panorama da Smart Fit hoje

A manutenção da margem bruta próxima de 52% nas academias maduras é importante pois esse é um dos principais pilares da tese. Hoje, a Smart Fit possui 1.132 unidades maduras, equivalentes a 68% da base total, ante 956 no 1T25. Como boa parte das academias abertas recentemente deve amadurecer nos próximos anos, a tendência é de expansão relevante da lucratividade, beneficiada pela forte alavancagem operacional do modelo.

A receita da rede Smart Fit Brasil foi de R$ 683 milhões (+18% a/a). Com pressão nos custos, o lucro bruto foi de R$ 326 milhões (+17 % a/a) e a margem bruta caiu -0,7 p.p., para 47,7%, explicada principalmente pela maior concentração de aberturas de academias em dezembro, ainda longe do período de maturação.

Além das unidades tradicionais, as receitas da Bio Ritmo somadas à rubrica “Outras” (que contempla principalmente Studios, TotalPass e royalties), cresceram 82,5% a/a, totalizando R$ 255 milhões. Juntas, passaram a representar 12% da receita líquida da companhia, e a margem bruta das operações somadas foi de 76%, mostrando que o avanço delas tende a ser acretivo para a rentabilidade consolidada.

Operação SMFT3 no México

No México, a receita cresceu 20% a/a, para R$ 444,8 milhões, impulsionada pelo aumento de 13% no ticket médio e expansão de 6% da base de alunos. O lucro bruto avançou 12% a/a, mas a margem bruta recuou para 43,6% (-3,1 p.p. a/a), pressionada pelo aumento de custos de pessoal e pela maior concentração de academias ainda em fase de maturação.

Outro fator de pressão na operação mexicana vem do TotalPass: nas unidades próprias da Smart Fit, a participação dos check-ins desses alunos é cerca de 40% superior à fatia de receita que eles geram, o que reduz a rentabilidade no curto prazo.

Mesmo com essa pressão, a ampla diversificação geográfica da companhia tem ajudado a compensar esse efeito, tanto é verdade que a rubrica “Outros países” foi novamente a frente que mais contribuiu para o crescimento da receita e margem bruta. A receita desse segmento foi de R$719 milhões (+22% a/a), impulsionada principalmente por 17% de incremento na base de alunos e pelos repasses de preços bem-sucedidos na Colômbia e no Peru. A margem bruta atingiu 54,6% (+0,6p.p. a/a), bem acima de Brasil e México e acima da margem bruta esperada de uma academia madura (52%).

Aliás, a própria companhia destacou o amadurecimento chamativo das academias com operação iniciada em 2024, cujas margens brutas atingiram 56%, indicando o ganho de expertise com custos nas unidades mais recentes.

As despesas gerais, administrativas e de vendas somaram R$ 410,6 milhões, equivalentes a 19,5% da receita (+0,2 p.p. a/a), refletindo maiores investimentos na estruturação de novos negócios, além da consolidação do TotalPass México e da FitMaster. Mesmo com a forte alavancagem operacional, entendemos que essa linha ainda pode seguir pressionada no curto prazo, impactando o ebitda, mas tende a voltar a ser diluída à medida que essas operações amadureçam.

Afinal, vale investir nas ações SMFT3?

O ebitda ajustado atingiu recorde de R$ 672 milhões (+29% a/a), com margem de 32% (+1 p.p. a/a), beneficiado principalmente pela expansão da margem bruta.

O lucro líquido foi de R$ 203,5 milhões (+45% a/a), com margem líquida de 9,7% (+1,3 p.p. a/a), refletindo não apenas o forte crescimento operacional, mas também melhora no resultado financeiro e menor pressão tributária.

Em suma, o crescimento de Studios, TotalPass e das operações em outros países da América Latina segue contribuindo para expansão de receita e rentabilidade. Paralelamente, o amadurecimento das unidades mais jovens deve continuar impulsionando os resultados à medida que a forte expansão dos últimos anos se consolida. Embora o aumento da concorrência e a maior participação do TotalPass tragam desafios pontuais, a alavancagem operacional do modelo segue sendo o principal vetor de crescimento de lucro da companhia.

Os receios recentes do mercado pressionaram a performance das ações nos últimos meses, tornando o valuation mais atrativo em nossa visão. Os resultados do trimestre reforçam que a Smart Fit segue operando de forma robusta e capturando os benefícios da diversificação. Negociando a 12,7x P/L 2026, SMFT3 reforçamos nossa recomendação de compra para os papéis, que segue em diversas séries da Empiricus Research.

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Itaú (ITUB4) tem 1T26 sólido, com inadimplência controlada e ROE de 24,8%; veja como foi o trimestre

Como de costume, o Itaú (ITUB4) apresentou resultados trimestrais sólidos referentes ao primeiro trimestre de 2026 (1T26), com crescimento saudável das operações de crédito, bons níveis de eficiência e manutenção de indicadores de inadimplência em patamares saudáveis.

A carteira de crédito total, excluindo variação cambial, cresceu 9% frente ao 1T25, para R$ 1,48 trilhão, com o aumento tímido de 4,2% na América Latina sendo mais do que compensado pela expansão no Brasil (+7,8%), com contribuições positivas nas três frentes: Pessoas Físicas (+6,8%, com destaque para a alta de 11,2% em crédito imobiliário), PMEs (+10,9%) e Grandes Empresas (+6,9%).

Isso permitiu a Margem Financeira com Clientes crescer 4,5%, para R$ 31,5 bilhões, com o aumento da carteira de crédito mais do que compensando uma pequena pressão de -0,1 p.p. nos spreads – vale mencionar que a antecipação de dividendos no fim de 2025 por conta da mudança de tributação impactou marginalmente essa linha. A Margem Financeira com o Mercado (mesa de trading) chegou a R$ 820 milhões, recuo anual de 11,2%, impactado por aumento em custos de hedge.

O Custo do Crédito cresceu 4,5%, ligeiramente acima das receitas com juros, impactada pelo aumento nas despesas com provisão.

Itaú mantém inadimplência em patamares saudáveis

Apesar disso, vale destacar o bom comportamento das linhas de inadimplência. O índice de inadimplência de 15 a 90 dias aumentou de 1,6% no 4T25 para 1,7% no 1T26, o que está em linha com o comportamento sazonal (esse número saiu de 1,6% no 4T24 para 1,8% no 1T25).

No Brasil, o único segmento que apresentou um indicador pior que um ano antes foi PMEs (+0,2p.p.). O índice de atrasos acima de 90 dias aumentou 0,1 p.p., no mesmo patamar do 1T25, também puxado por PMEs.

O segmento de Serviços e Seguros apresentou um desempenho misto. Enquanto a operação de Seguros mostrou forte crescimento anual de 17%, a linha de Serviços cresceu apenas 2,4%, impactada principalmente por menores receitas com tarifas de conta corrente e pagamentos, parcialmente compensadas por maiores taxas de administração de recursos.

Por outro lado, o banco atingiu o melhor índice de eficiência de sua história no Brasil (34,9%), com o crescimento de despesas com pessoal e tecnologia parcialmente compensados por despesas transacionais.

Lucro líquido em linha com o esperado e ROE de 24,8%

Como resultado, o lucro operacional atingiu R$ 17,5 bilhões, alta de 4,8%, mas um pouco abaixo das estimativas, por conta do efeito negativo da antecipação de dividendos nas operações de crédito.

Por outro lado, o lucro líquido recorrente de R$ 12,3 bilhões (+10,4% vs 1T25) ficou em linha com o consenso, ajudado por uma menor alíquota de imposto no período.

O ROE consolidado atingiu 24,8%, enquanto a operação brasileira chegou a 26,4% – ótima expansão anual de 2,3 p.p. e 2,7 p.p. respectivamente.

ITUB4: recomendação de compra

Mesmo em um ambiente macro mais desafiador, o Itaú continua mostrando que segue bem-posicionado para continuar entregando resultados resilientes, ainda que com alguma desaceleração, o que justifica o prêmio de valuation sobre os principais incumbentes.

Itaú segue com recomendação de compra pela Empiricus Research.

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Dividendos de fim de mês: Iguatemi (IGTI11), Porto (PSSA3), Sabesp (SBSP3) e outras ações pagam proventos até 30 de abril; confira

Nessa última semana do mês de abril, até a próxima quinta-feira (30), diversas ações listadas na bolsa brasileira têm pagamentos de dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) agendados aos seus investidores. Dentre as principais, figuram nomes como Iguatemi (IGTI11), Itaúsa (ITSA3), Porto (PSSA3), Sabesp (SBSP3) e Smart Fit (SMFT3).

Trazemos, abaixo, uma tabela completa com os pagamentos previstos entre os dias 27 e 30 de abril, para manter investidores bem-informados. Mas fique atento à “data com”, ou data de corte: somente investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela receberão os pagamentos previstos.

Um outro ponto importante é que JCPs estão sujeitos à tributação do Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já os dividendos recebidos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Agenda de dividendos: 27 a 30 de abril de 2026

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
EspaçolaserESPA3Dividendo0,00928/04/202630/12/2025
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202612/03/2026
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202602/04/2026
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202617/04/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202612/03/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202602/04/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202617/04/2026
IguatemiIGTI11Dividendo0,16829/04/202614/04/2026
IguatemiIGTI3Dividendo0,02429/04/202614/04/2026
IguatemiIGTI4Dividendo0,07229/04/202614/04/2026
ItaúsaITSA3JCP0,01830/04/202609/12/2025
Mills LogísticaMILS3Dividendo0,66130/04/202620/04/2026
Dimed/PanVelPNVL3JCP0,08730/04/202626/03/2025
PortoPSSA3JCP0,53330/04/202625/09/2025
SabespSBSP3JCP0,83330/04/202619/03/2026
SabespSBSP3JCP2,64330/04/202623/12/2025
Smart FitSMFT3JCP0,06530/04/202623/03/2026
TIM BrasilTIMS3JCP0,16330/04/202623/03/2026
Trisul S.A.TRIS3Dividendo0,14230/04/202626/12/2025

Quais as melhores ações pagadoras de proventos da bolsa? Confira indicações no Empiricus+

Se você ainda não sabe quais as ações mais promissoras para buscar dividendos em 2026, pode descobrir as principais recomendações do momento pelo Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

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Ibovespa em queda após ‘bater na trave’ dos 200 mil pontos: o que aconteceu? Veja análise de Matheus Spiess, da Empiricus

Depois de bater a máxima histórica intradia de 199 mil pontos no último dia 14 de abril, o Ibovespa fechou o pregão da última quarta-feira (22) em queda de 2%. A perda acumulada desde as máximas é de cerca de 3% e, até o fechamento desse texto, na tarde de quinta-feira (23), o índice negociava na casa dos 191 mil pontos.

A bolsa brasileira, até então, vinha sendo amplamente beneficiada pela grande entrada de fluxo estrangeiro, além do desempenho positivo de empresas de commodities, como a Petrobras (PETR4), em meio à alta do petróleo. Tudo isso no contexto da guerra no Oriente Médio, que completa dois meses ao final de abril.

Qual o gatilho, então, para essa queda brusca nos últimos dias? O que mudou ao olhar dos investidores? Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, propôs uma resposta nesta quinta-feira (23) no programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Saída de fluxo estrangeiro: analista explica movimento dos gringos para fora do Ibovespa nos últimos dias

“Essa correção foi paralela à saída de estrangeiros [da bolsa brasileira]. Eles ainda estão entrando em termos líquidos, mas nessa janela dos ‘quase 200 mil pontos’ até aqui, houve uma saída”, afirma o analista.

Ao mesmo tempo em que essa saída de capital é registrada por aqui, um outro fenômeno acontece no hemisfério norte: uma nova alta dos ativos de risco nos Estados Unidos.

“Vemos teses de tecnologia, que tinham ficado para trás, voltando para o patamar pré-conflito”, afirma o analista. “Em grande parte, pelo entendimento dos investidores de que há embasamento de resultados corporativos”.

A temporada de resultados do 1º trimestre (1T26) já está em andamento para as empresas norte-americanas, e mais de 80% dos resultados divulgados até ontem (22) haviam superado as estimativas do mercado, segundo Spiess.

Para o analista, a qualidade dessa temporada de resultados, somada a uma “revisão altista das expectativas de lucro” para muitas dessas empresas, é um dos principais motores de atração dos recursos de volta para os EUA.

Mas será que esse movimento é mais estrutural, ou apenas um ajuste tático?

“Acredito que até há estímulos para voltar a algumas teses de tecnologia que de fato ‘apanharam’ demais, mas o fato de termos saída de recursos estrangeiros do Brasil, com tanta força, no curto prazo, me parece mais tático: uma realização de lucros, um ajuste de posição. O que é natural, faz parte do jogo”, afirma.

Ibovespa passa por ‘janela’ de correção, mas pode seguir resiliente – veja dois motivos para isso

Nesse sentido, o analista lembra que o Ibovespa tem a “ressalva de uma resiliência adicional”, que pode continuar beneficiando o índice. Essa resiliência pode ser dividida em duas facetas:

  • Diversificação geográfica: para Spiess, o Brasil captura bem essa tese, não apenas por “estar barato”, mas também por estar em um “ponto nevrálgico” de se beneficiar do “novo ordenamento internacional” de diferentes formas;
  • Commodities: o Brasil é referência no assunto, e as principais empresas listadas em bolsa estão, de alguma forma, ligadas ao setor. “Quando temos uma alta do petróleo, Petrobras se beneficia, o real se beneficia. Tanto que vimos o dólar abaixo de R$ 5” recentemente, afirma.

Para o analista, o que vemos no Ibovespa agora é apenas uma “janela de mais correção”, especialmente para os ativos que vinham em forte alta. “Acredito que seja saudável esse processo de correção, para que não haja exageros no curtíssimo prazo”, conclui.

Mas, independentemente dos movimentos de curto prazo, no Ibovespa ou demais ativos, o que investidores devem manter em mente, no momento, são os impactos geopolíticos em suas decisões de investimento — que devem perdurar.

“O novo normal é um mundo que demanda que posições de caráter temático, geopolítico, sejam mantidas. A ideia é manter esses prêmios de risco na carteira e capturar os benefícios dessa exposição”, afirma Spiess. “Não é uma ‘coisa’ de sim ou não, mas de complementar a carteira que os investidores terão que se adaptar para ter consigo”.

Onde investir nesse cenário? Conheça carteira recomendada com ativos que capturam mudança de ordenamento global

Especialmente defendendo a vertente de proteção de portfólio e diversificação geográfica, Spiess agora está à frente de uma das mais novas carteiras recomendadas da Empiricus: a Megatendências.

O objetivo da carteira é trazer, por meio de ETFs e BDRs negociados na bolsa brasileira, uma exposição combinada a diversos tipos de ativos que capturem as principais tendências globais do momento.

“Trata-se de uma proposta que alia diversificação global a uma leitura estratégica dos grandes movimentos que devem influenciar os mercados nos próximos anos”, afirma o analista.

Por meio da Empiricus Megatendências, o investidor pode se expor “ao que realmente importa no mundo que está se formando”, segundo o analista, sem precisar passar pela complexidade de selecionar os ativos por conta própria.

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Selecionando a carteira na modalidade carteira automatizada, você poderá buscar retornos sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente, e contar com apoio profissional para o rebalanceamento, quando necessário.

A única coisa que você precisa fazer, para usufruir dessa funcionalidade, é um cadastro rápido, clicando no botão abaixo:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância ao risco (Suitability).

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O que está acontecendo com a Smart Fit (SMFT3)? Ações despencam 30% desde as máximas recentes – entenda motivos e se ainda vale investir

As ações da Smart Fit (SMFT3) não têm atravessado um bom momento. Desde a máxima mais recente, quando atingiu R$ 27,13 em 4 de dezembro de 2025, as ações despencaram 30%, cotadas a R$ 18,75 até o fechamento de segunda-feira (20).

O que está acontecendo? E mais, vale apostar na recuperação dos papéis da maior rede de academias da América Latina?

Para os analistas da Empiricus, o principal vetor de preocupação do mercado está na dinâmica competitiva.

“A expansão acelerada de academias por diferentes players traz potencial diluição da base de alunos por unidade madura, um ponto sensível em um modelo com forte alavancagem operacional. Menor densidade de membros tende a pressionar margens ao longo do tempo”, explicaram os analistas em relatório recente.

Diferentemente de ciclos anteriores, a rede tem enfrentado um ambiente competitivo mais estruturado, com operadores mais disciplinados. “Nesse contexto, os agregadores chamam atenção, com destaque para o Wellhub [antiga Gympass]”, apontam os analistas.

TotalPass x Wellhub

A Smart Fit é dona do TotalPass, um agregador com uma proposta semelhante à do Wellhub. Em termos gerais, ambas funcionam como uma espécie de “Netflix” de academias e serviços de bem-estar: por meio de uma assinatura, os clientes têm acesso a um portfólio de locais para se exercitar.

Mas por serem concorrentes, a Smart Fit deixa de aproveitar a base de membros da Wellhub, o que aumenta o risco de perda de clientes – tanto em termos de aquisição quanto de retenção dentro das academias.

“Por isso, historicamente, o TotalPass tem sido ofertado a preços mais baixos do que o acesso direto à rede, um subsídio por parte da Smart Fit. Ainda que a companhia esteja ajustando essa distorção, o aumento da participação do TotalPass na receita tende a pressionar o ticket médio e, consequentemente, as margens”, explicam os analistas da Empiricus.

Enquanto isso, movimentos da concorrente Wellhub, como a parceria com a rede Panobianco, tendem a reforçar a percepção de risco competitivo do mercado.

“Esse tipo de iniciativa pode se tornar uma pedra no sapato para a Smart Fit, ao acelerar o ganho de escala de concorrentes e aumentar a disputa por clientes, em especial em regiões já mais maduras”, afirmam os analistas.

No pain no gain? Vale apostar na ‘volta por cima’ das ações da Smart Fit?

Com a competitividade no setor pressionando os papéis, ainda vale a pena investir nas ações da Smart Fit?

Os analistas da Empiricus destacam que continuam a ver a companhia como a operadora mais eficiente e bem-posicionada do setor, ao combinar escala, disciplina de custos e capacidade de execução superiores. “São características que tendem a se destacar justamente em ambientes competitivos”.

Além disso, a Smart Fit mantém seu plano ambicioso de expansão, com a previsão de cerca de 340 novas academias para 2026.

“Soma-se a isso a estratégia de diversificação geográfica nos países em que já está consolidada e avanço em mercados onde tem baixa penetração, como Argentina, Marrocos, entre outros, que contribuem para mitigar riscos e ampliar o potencial de crescimento”.

No que diz respeito ao setor fitness, os analistas ainda veem baixa penetração e forte crescimento estrutural, o que dá espaço para expansão relevante no longo prazo.

“Mesmo que a empresa se expandisse somente com as unidades mapeadas hoje (1,5 mil academias), desconsiderando qualquer alavancagem operacional, ou seja, perpetuando as margens estáticas ao nível de hoje, ainda teríamos um preço-alvo de R$ 25 por ação, o que em nossa visão deixa o cenário assimétrico”.

Nesse sentido, mesmo com os riscos no radar, os fundamentos da companhia continuam sólidos e a ação negocia em um patamar considerado atrativo frente ao histórico e ao perfil de crescimento da tese, apontam os especialistas.

“Entendemos que a combinação de crescimento de receita, potencial de expansão de margens via eficiência e uma tese estrutural bem fundamentada sustentam a visão construtiva. Por 12,4 vezes lucros, a ação segue recomendada pela Empiricus”, concluem.

SMFT3 está entre as 10 ações recomendadas para comprar agora; veja gratuitamente as outras 9

Agora você sabe que a ação da Smart Fit continua sendo recomendada pelos analistas da Empiricus, mesmo com os riscos no radar.

O papel, inclusive, faz parte da carteira Empiricus Top Picks, que reúne as 10 ações mais atrativas para comprar no cenário atual.

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Prévia da Eneva (ENEV3) no 1T26 reflete forte aumento na geração de energia com contexto mais favorável para despachos; confira análise

A Eneva (ENEV3) divulgou a prévia operacional do 1T26, com forte aumento na geração de energia frente ao 1T25. O padrão climático mais seco no início do trimestre, a continuidade das restrições operacionais de usinas renováveis por conta dos curtailments e a necessidade de suprimento de energia com queda da geração solar no fim do dia continuam contribuindo para despachos acima do que vimos nos anos anteriores.

Nesse contexto, o despacho médio das usinas da Eneva atingiu 33% no 1T26, ante 8% no ano anterior. A geração bruta chegou a 3,6 GWh, aumento anual de 327%, com grande destaque para as usinas que usam gás próprio como combustível (Complexo Parnaíba e Jaguatirica II).

Fonte: Companhia.

Vale notar que os reservatórios voltaram a se recuperar a partir de fevereiro, por outro lado, o novo modelo (Newave) adotado para gestão do Sistema Interligado Nacional (SIN) tem maior aversão ao risco de escassez hídrica, o que favorece níveis maiores de preços e despachos.

Eneva também enfrenta restrições, porém menos significativas

Se de um lado as termelétricas da companhia são ajudadas pelos curtailments, por outro o complexo solar Futura 1 segue com restrições e entregando energia abaixo de sua capacidade. No entanto, esse ativo é pouco representativo no consolidado.

A companhia também aproveitou para atualizar as suas reservas, que terminaram o trimestre em 47 bilhões de metros cúbicos, 0,5 bcm a menos que no fim de 2025, em função dos maiores níveis de despachos.

No geral, apesar de já esperado pelo mercado, Eneva apresentou números sólidos de geração. Dentro de um contexto setorial favorável e com vários novos projetos entrando em operação nos próximos anos, ENEV3 segue com recomendação de compra.

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Vale (VALE3): prévia operacional reforça trajetória ascendente e deixa perspectivas positivas para os resultados do 1T26

A Vale (VALE3) reportou sua prévia operacional do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em linha com as expectativas do mercado, mostrando avanço de volumes e vendas tanto em minério de ferro como em metais básicos.

Em minério de ferro, a produção atingiu 69,7 milhões de toneladas (+3% vs 1T25), a maior para um primeiro trimestre desde 2018. O bom desempenho é resultado do aumento de 3,1 Mt no Sistema Sudeste, por conta do ramp-up de Capanema e forte desempenho de Brucutu, que mais do que compensaram o recuo já esperado no Sistema Norte.

Acompanhando a produção, as vendas cresceram 3,9% no período, para 68,7 milhões de toneladas, com grande destaque para finos. O preço de realização do minério de ferro aumentou 5,5%, para US$ 95,8/t, puxado pela valorização da commodity no período. O prêmio all-in atingiu US$ 6,2/t, ante US$ 4,8/t no 1T25, reflexo da estratégia comercial adotada pela Vale de oferecer um portfólio de produtos mais flexível e de acordo com as necessidades dos clientes.

Joia da coroa, Vale Base Metals continua a mostrar evolução

Na Vale Base Metals, a evolução mostrada nos últimos trimestres continuou no 1T26.

A produção de cobre atingiu 102,3 mil toneladas, alta anual de 12,5%, com contribuições positivas de Salobo e principalmente Sossego (+0,5 kt e +13,5 kt vs 1T25, respectivamente). As vendas atingiram 91,2 mil toneladas, alta de 11,4%, com destaque para o aumento de 48% nos preços de venda.

Já a produção de níquel aumentou 12,3%, para 49,3 mil toneladas, enquanto as vendas cresceram 15,2%. Os preços realizados atingiram US$ 17 mil/t, alta anual de 5%.

Apesar dos números relativamente em linha com as expectativas, o desempenho operacional da Vale apenas reforça a trajetória ascendente que temos observado nos últimos trimestres e deixa perspectivas positivas para os resultados completos, que serão divulgados no dia 28 de abril. VALE3 permanece com recomendação de compra na Empiricus Research.

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IGP-10 sobe 2,94% em abril, como mais um sinal de alta inflacionária: veja como se posicionar diante de janela de ‘superciclo de commodities’

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) surpreendeu em abril ao registrar alta de 2,94%, revertendo a queda de 0,24% observada em março e sinalizando uma mudança relevante na trajetória recente dos preços. No acumulado do ano, o índice sobe 2,57%, enquanto em 12 meses avança 0,56%.

Além do IGP-10, a projeção para outros indicadores vem sendo revisada. O Boletim Focus desta segunda-feira (13), por exemplo, apontou deterioração nas expectativas de inflação, com a estimativa para o IPCA de 2026 subindo para 4,71%.

Além do preço do petróleo, os desdobramentos da guerra no Oriente Médio impactam toda a cadeia produtiva de forma abrangente. O combustível que abastece veículos, no frete que encarece o transporte de mercadorias, na logística dos supermercados e, ao fim, nos alimentos. Também alcança os fertilizantes, elevando o custo da produção agrícola e pressionando ainda mais os preços ao consumidor.

O analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, contudo ressalta que não enxerga este como um evento conjuntural, mas estrutural:

“Sempre que a oferta de energia é pressionada, o mercado reage e reage rápido, de forma desproporcional. Cai oferta, o preço dispara e o impacto se espalha, reorganizando todo o mercado. O que começa num ponto específico no mapa termina afetando a economia inteira”, comenta o analista.

Diante de um evento que muda o regime dos mercados, Spiess destaca que ativos ligados à economia real devem sair favorecidos, em especial, as commodities.

Entenda o “superciclo de commodities” esperado por analista

Neste momento, o Estreito de Ormuz passa por dias agitados de “abre e fecha”. Na instabilidade do canal, por onde circula mais de 20% do petróleo consumido globalmente, o analista enxerga uma janela de oportunidade para um possível “superciclo de commodities”.

“Em termos históricos, as commodities seguem relativamente baratas frente a outras classes de ativos, o que reforça a leitura de que podemos estar diante do início de um novo ciclo de valorização, e, portanto, de uma oportunidade relevante de posicionamento em um ambiente global mais inflacionário e instável”, conclui.

Além disso, Spiess ressalta que uma resolução do conflito não implicaria no retorno do cenário ao que os investidores viveram nas primeiras décadas deste século. Para ele, “o pano de fundo segue marcado por tensões geopolíticas, reorganização de cadeias globais e disputas entre grandes potências”.

Por isso, o analista detectou um investimento que ele chamou de “obrigatório para o panorama global.

Nesse ativo, o investidor “não se expõe apenas ao potencial de valorização das commodities, mas também ao fluxo de caixa gerado por companhias que operam nesses segmentos, muitas das quais ainda negociam a múltiplos atrativos”, explica.

Analista detecta investimento “obrigatório” e melhor que o petróleo para se posicionar

No total, o investimento de que Spiess está falando conta com 30 companhias que estão preparadas para capturar o ciclo explicado pelo analista. São ações ligadas a setores como petróleo, mineração, celulose e agronegócio.

Ou seja, com uma única alocação, o investidor consegue acessar um pacote diversificado ligado diretamente a esse tipo de cenário. “São justamente esses setores que tendem a ganhar força em momentos como esse que estamos vivendo”, ressalta Spiess.

O investidor pode adquirir a exposição a todos esses segmentos e garantir uma carteira mais diversa através de um único ativo, um ETF que está sendo lançado pelo BTG Pactual.

Para saber mais sobre qual é este ativo, além dos motivos pelos quais ele pode ganhar mais força agora e como acessá-lo, é só clicar no botão abaixo e conferir mais detalhes sobre o “investimento obrigatório”:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability). Os Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de investimento que buscam refletir o desempenho de um índice de referência. Embora negociados em bolsa como ações, os ETFs apresentam riscos específicos, tais como variações no valor das cotas, diferença entre o desempenho do ETF e do índice (“tracking error”), liquidez variável no mercado secundário, e, quando aplicável, riscos associados à exposição internacional, cambial ou setorial. ETFs que utilizam derivativos, replicação sintética, alavancagem ou estratégias ativas podem apresentar riscos adicionais, que devem ser compreendidos previamente pelo investidor. A rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. A negociação de cotas em bolsa pode ocorrer por valores superiores ou inferiores ao valor patrimonial das cotas (NAV). Aspectos tributários podem variar conforme o tipo de ETF, a jurisdição do índice de referência e o perfil do investidor. O BTG Pactual não se responsabiliza pela decisão de investimento nem por eventuais impactos decorrentes de informações incompletas, imprecisas ou não atualizadas utilizadas no processo decisório do investidor

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Onde investir com o Ibovespa perto dos 200 mil pontos? Prio (PRIO3), Vale (VALE3), Nubank (ROXO34) e mais 7 ações que ainda carregam potencial

O Ibovespa tem navegado bem os mares turbulentos ocasionados pelo conflito no Oriente Médio. O principal índice da Bolsa brasileira avança 5,5% em abril e atingiu a máxima histórica nominal acima dos 198 mil pontos.

A alta é sustentada pelo fluxo estrangeiro relevante. Apenas no mês de abril, mais de R$ 14 bilhões entraram na renda variável local até o fechamento de mercado de terça-feira (14). Em 2026, o número se aproxima de R$ 70 bilhões. Para efeito de comparação, no ano passado inteiro o fluxo gringo entrante foi de R$ 25,4 bilhões.

Apesar da notícia ser boa para quem está posicionado na Bolsa brasileira, um questionamento pode surgir: ainda é possível buscar lucros relevantes?

Para a Empiricus, a resposta é sim, mas com uma ponderação: “o contexto exige muita seletividade de empresas”.

Isso porque, ao mesmo tempo que a bolsa já não é mais uma barganha como antes, algumas ações ainda carregam muito potencial.

Nesse sentido, a carteira Top Picks foi montada para selecionar 10 ações brasileiras que os analistas da casa veem possibilidade de retornos consistentes e que tenham um nível de risco adequado.

VALE3 tem ‘joia da coroa’ com muito potencial para destravar

Uma das ações recomendadas é a Vale (VALE3). Segundo os analistas, a companhia apresentou resultados sólidos no 4T25, tem mostrado simplificação nas operações e ainda se beneficia do minério de ferro acima dos US$ 100 por tonelada.

De acordo com eles, a queda de –6% da ação em março foi de maneira injustificada, dada a resiliência nos preços do minério e o desconto de múltiplo exagerado para seus pares estrangeiros.

O analista Ruy Hungria afirma que a mineradora brasileira negocia a 4,5 vezes Ebitda, enquanto suas concorrentes australianas entre 6 e 7 vezes. “A Vale segue descontada e mostra uma evolução bem melhor que elas nos últimos trimestres”.

Nas palavras de Hungria, a companhia tem como “joia da coroa” a Vale Base Metals.

“É uma vertical que lida com a questão de metais básicos, materiais muito importantes na transição energética e que deveriam ter um valuation de 8 ou 9 vezes Ebitda, e atualmente a Vale inteira está avaliada em 4,5 vezes Ebitda. Mostra que hoje o mercado só precifica o negócio de minério de ferro e não precifica a Vale Base Metals, que tende a destravar cada vez mais valor nos próximos anos”, afirmou.

Além disso, é uma empresa com receita dolarizada, o que pode ser bom em um momento de incerteza ocasionada pelo conflito no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, é uma ação que se beneficia do fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira, já que é a empresa de maior peso do Ibovespa — índice que os gringos olham primeiro ao investir no Brasil.

Por fim, mas não menos importante, destaca-se a já conhecida capacidade da empresa de gerar caixa e pagar proventos. Os analistas da casa estimam um dividend yield de 9% para 2026.

Prio (PRIO3): outra empresa de commodities recomendada

Outra companhia de commodities recomendada pelos analistas é a Prio (PRIO3), maior produtora independente de óleo do Brasil.

A companhia disparou 50% em 2026, até o fechamento de mercado da última quarta (15), e pode não parar por aí, segundo os analistas da casa.

O primeiro fator é macroeconômico. A guerra no Oriente Médio tem impulsionado as commodities de energia e, consequentemente, aumenta a receita da empresa.

No entanto, o lado microeconômico da empresa também tem contribuído para o otimismo dos analistas.

A companhia passou a explorar o campo de Wahoo no último mês, um momento muito esperado pelos entusiastas da tese e que deve adicionar cerca de 40 mil barris de óleo por dia (boe/d) à produção da Prio ao longo de 2026.

O campo de Peregrino, adquirido pela companhia, também deve acrescentar mais 55 mil boe/d no ano.

No primeiro trimestre de 2026, a Prio, já ajudada pelos dois campos destacados acima, reportou uma produção de 155 mil barris por dia, número 42% maior em relação ao mesmo período de 2025. Caso tudo ocorra como o esperado, este número deve crescer nos próximos trimestres.

Segundo os analistas da Empiricus, à medida que isso ocorrer os custos de extração serão diluídos, melhorando a rentabilidade e a geração de caixa da companhia.

Nubank (ROXO34): potencial de crescimento e valuation ainda atrativo

Embora não seja uma ação listada na Bolsa brasileira, outra empresa recomendada para comprar neste momento é o Nubank, através do BDR ROXO34.

Trata-se de uma das maiores fintechs do mundo, com mais de 120 milhões de clientes e presença no Brasil, México e Colômbia.

Na visão dos analistas, o banco tem potencial de penetração na América Latina ainda elevado, dado ao modelo de baixo custo e alta escalabilidade.

No México, por exemplo, o Nubank alcança 13% da população adulta e 25% das emissões de cartão. Mas pelo fato de o país ainda usar muito dinheiro em cédulas, o potencial de ganhar mercado ainda é grande.

“Uma vez acertado o modelo de crédito no México, a fintech está pronta para acelerar o crédito no país. A empresa iniciou operações nos EUA, começando pelos brasileiros que residem por lá, para se expandir posteriormente, adotando o modelo da América Latina”, destacaram os analistas em relatório.

Além disso, a tese é sustentada por pilares como:

  • A expansão dos produtos: além do sucesso com o Pix Financing, produto com alta margem e bom engajamento de 40% dos clientes de cartão, o banco pretende acelerar o crédito consignado de funcionários públicos; e
  • A performance superior de crédito: diferente do setor financeiro, a companhia tem sido pouco afetada pelo aumento na inadimplência nos últimos meses por suas frequentes revisões de políticas de crédito feitas por IA e Open Finance.

Sobre este último ponto, os analistas destacam que isso permite que o banco seja mais preciso no crédito à baixa renda e aumente limites onde há potencial.

Por fim, as ações ainda negociam a valuation atrativos. “Com um ROE de 28% e uma expansão de lucros de 40% esperada para 2026, a ação, mesmo com a valorização nos últimos 3 anos, negocia a um Preço/Lucro de 20,8 vezes, abaixo da média de 28,3 vezes desse período”, escreveram os analistas.

Grátis: veja a carteira completa de Top Picks da Empiricus Research

Essas são apenas três das 10 recomendações feitas pelos analistas da Empiricus para investir agora, com o Ibovespa perto dos 200 mil pontos.

A boa notícia é que o acesso a essa carteira pode ser feito de graça, através do BTG Content, a área de conteúdos do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina.

Além das ações recomendadas, você também terá a opção de investir de forma automática no portfólio, sem necessidade de operar manualmente as mudanças que ocorrem na carteira.

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Bons investimentos!

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Calendário do 1T26: veja quando Vale (VALE3), Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3) e mais de 150 companhias vão divulgar balanços trimestrais

A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) está chegando. Em meio a um início de ano embalado por movimentos mistos e uma carga elevada de fatores externos impactando o mercado brasileiro, o Ibovespa tem atravessado a turbulência e renovado máximas históricas.

Agora, o que muitos investidores querem saber é o que esperar dos balanços trimestrais do 1T26.

“No geral, esperamos resultados ainda pressionados por juros elevados (em linha com o que foi observado no 4T25), e um ambiente que deve continuar mostrando os diferenciais competitivos de companhias bem posicionadas em cada setor”, comenta o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria.

O analista também afirma que os destaques positivos do trimestre estarão nas companhias ligadas à escalada do petróleo, como as produtoras da commodity, bem como distribuidoras de combustíveis que “seguem sendo ajudadas pela melhoria setorial após a operação Carbono Oculto”. Nominalmente, Hungria cita a Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) como highlights.

Além delas, empresas do setor financeiro, de utilities e telecom devem reportar bons números, apesar de pressões específicas, como a inadimplência no agro pesando sobre alguns “bancões”, como Bradesco (BBDC4), Santander (SANB11) e principalmente Banco do Brasil (BBAS3).

Na ponta oposta, empresas vinculadas ao próprio segmento do agronegócio devem mostrar números ainda pressionados, assim como o varejo, perpetuando o cenário do 4T25.

“Especialmente em companhias que dependam mais de crédito e estejam expostas a clientes de menor poder aquisitivo. Por outro lado, varejistas farmacêuticas (por conta dos remédios de emagrecimento) devem ser destaques positivos”, explica o analista.

Para não perder o desenrolar da temporada, a seguir você confere o calendário do 1T26 completo:

Agenda de resultados do 1T26: Semana 1 (de 20 a 24/04)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência Relatório de Produção e Venda 
Usiminas USIM5 24/04/26 Não informado Não informado  

Agenda de resultados do 1T26: Semana 2 (de 27/04 a 01/05)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência 
Assaí ASAI3 27/04/26 Após o fechamento  28/04/26, às 11h 
Gerdau GGBR4 27/04/26 Após o fechamento  28/04/26, às 12h 
Gerdau Metalúrgica GOAU4 27/04/26 Após o fechamento  28/04/26, às 12h 
Neoenergia NEOE3 28/04/26 Não informado 29/04/26 
Hypera HYPE3 28/04/26 Após o fechamento  29/04/26, às 11h 
Vale*VALE3 28/04/26 Após o fechamento  29/04/26, às 11h 
WEG WEGE3 29/04/26 Antes da abertura 30/04/26, às 11h 
Motiva  MOTV3 29/04/26 Não informado 30/04/26 
Santander SANB11 29/04/26 Não informado 29/04/26 
Multiplan MULT3 29/04/26 Não informado 30/04/26 
Iochpe Maxion MYPK3 29/04/26 Não informado 30/04/26 
Suzano SUZB3 29/04/26 Após o fechamento 30/04/2026, às 10h 
Irani RANI3 30/04/26 Antes da abertura 30/04/26, às 12h 

*Relatório de produção da Vale é divulgado no dia 16/04/26, após o fechamento do mercado.

Agenda de resultados do 1T26: Semana 3 (de 04 a 08/05)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência 
ISA Energia ISAE4 04/05/26 Após o fechamento  05/05/26, às 14h 
Log Comm. Prop. LOGG3 04/05/26 Após o fechamento  05/05/26, às 10h 
Marcopolo POMO4 04/05/26 Antes da abertura 05/05/26, às 11h 
BB Seguridade BBSE3 04/05/26 Após o fechamento  05/05/26 
Pague Menos PGMN3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
Odontoprev ODPV3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
Hidrovias do Brasil HBSA3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
IRB (Re) IRBR3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
Ambev ABEV3 05/05/26 Não informado Não informado 
Vulcabras VULC3 05/05/26 Não informado 05/05/26 
Tim TIMS3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 10h 
GPA PCAR3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 9h 
Iguatemi IGTI11 05/05/26 Não informado 06/05/26 
Itaú ITUB4 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 10h 
Prio PRIO3 05/05/26 Não informado 06/05/26 
RD Saúde RADL3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 10h 
C&A Modas CEAB3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 11h 
Tenda TEND3 05/05/26 Não informado 06/05/26 
Copel CPLE6 05/05/26 Não informado 06/05/26 
Pagbank PAGS 05/05/26 Após o fechamento 12/05/26 
Banco BMG BMGB4 05/05/26 Após o fechamento 06/05/26 
Intelbras INTB3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Bradesco BBDC4 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Klabin KLBN11 06/05/26 Antes da abertura 07/05/26, às 11h 
Aura Minerals AURA33 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26, às 9h 
Brava Energia  BRAV3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Axia Energia (ex-Eletrobras) AXIA3 06/05/26 Não informado Não informado 
Minerva BEEF3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Totvs TOTS3 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26, às 11h 
Vibra VBBR3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
CSU Digital CSUD3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Guararapes GUAR3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Lavvi LAVV3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
CBA CBAV3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Anima ANIM3 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26, às 9h 
Cogna  COGN3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Smart Fit SMFT3 06/05/26 Não informado 07/05/2026, às 11h 
Espaçolaser ESPA3 06/05/26 Após o fechamento 07/05/2026, às 10h 
Mater Dei MATD3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Mills MILS3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Frasle Mobility FRAS3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Auren AURE3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
CSN  CSNA3 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26 
CSN Mineração CMIN3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Taesa TAEE11 06/05/26 Após o fechamento 5/7/2026 – 11h 
Ultrapar UGPA3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Moura Dubeux MDNE3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Mercado Livre MELI34 07/05/26 Não informado Não informado 
Méliuz CASH3 07/05/26 Após o fechamento  08/05/26 
Engie Brasil EGIE3 07/05/26 Após o fechamento  08/05/26, às 11h 
Petz PETZ3 07/05/26 Após o fechamento  08/05/26, às 12h 
Fleury FLRY3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Lojas Renner LREN3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Magazine Luiza MGLU3 07/05/26 Após o fechamento 08/05/26 
PetroReconcavo RECV3 07/05/26 Após o fechamento 08/05/26 
Vivara VIVA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
ABC Brasil ABCB4 07/05/26 Não informado Não informado 
BR Partners BRBI11 07/05/26 Não informado 08/05/2026, às 15h 
Alpargatas ALPA4 07/05/26 Após o fechamento 08/05/2026, às 9h 
Alupar ALUP11 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Grendene GRND3 07/05/26 Após o fechamento 08/05/2026, às 10h30 
M. Dias Branco MDIA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Azzas 2154 AZZA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Sabesp SBSP3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
B3 B3SA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
EcoRodovias ECOR3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Porto Seguro PSSA3 07/05/26 Antes da abertura 07/05/2026, às 9h 
Allos ALOS3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Hapvida HAPV3 07/05/26 Não informado 5/8/2026 – 9h 
Randoncorp RAPT4 07/05/26 Não informado 5/8/2026 – 11h 
Cemig CMIG4 07/05/26 Não informado Não informado 
Eztec EZTC3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Localiza RENT3 07/05/26 Após o fechamento 5/8/2026 – 11h 
LWSA LWSA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Yduqs  YDUQ3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Oncoclínicas ONCO3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
JHSF JHSF3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Rumo  RAIL3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Camil CAML3 07/05/26 Não informado  08/05/26 
Kepler Weber KEPL3 08/05/26 Após o fechamento  11/05/26, às 10h 
Fertilizantes Heringer FHER3 08/05/26 Não informado 11/05/26 
Embraer EMBR3 08/05/26 Não informado Não informado 
Paranapanema PMAM3 08/05/26 Não informado 11/05/26 

Agenda de resultados do 1T26: Semana 4 (de 11 a 15/05)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência 
Vivo VIVT3 11/05/26 Antes da abertura 11/05/26, às 10h 
Energisa ENGI11 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Petrobras PETR4 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Direcional DIRR3 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Itaúsa ITSA4 11/05/26 Não informado Não informado 
Natura NATU3 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Grupo SBF SBFG3 11/05/26 Após o fechamento 12/05/2026, às 11h 
MRV MRVE3 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Track&Field TFCO4 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Braskem BRKM5 12/05/26 Não informado 13/05/26 
BTG Pactual BPAC11 12/05/26 Antes da abertura 12/05/26 
Cury CURY3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Enjoei ENJU3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
JBS JBSS3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Bemobi BMOB3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Dasa DASA3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Caixa Seguridade CXSE3 13/05/26 Não informado 14/04/26 
SLC Agrícola SLCE3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Boa Safra SOJA3 13/05/26 Não informado 14/05/2026, às 14h 
Movida MOVI3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
CVC Brasil CVCB3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Vamos VAMO3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Melnick MELK3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Banco do Brasil BBAS3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Equatorial EQTL3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Rede D’or RDOR3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Oi OIBR3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Multilaser MLAS3 13/05/26 Não informado 14/04/26 
Americanas AMER3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Grupo Casas Bahia BHIA3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Positivo POSI3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Cruzeiro do Sul Educacional CSED3 13/05/26 Não informado  
Ser Educacional SEER3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Raízen – 4T25/26 RAIZ4 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Sanepar SAPR11 14/05/26 Após o fechamento 15/05/2026, às 9h 
Tupy TUPY3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Grupo Toky  TOKY3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Automob AMOB3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Bradespar BRAP4 14/05/26 Não informado Não informado 
CPFL Energia CPFE3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Cyrela CYRE3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Grupo Mateus GMAT3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Agrogalaxy AGXY3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
3Tentos TTEN3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Unipar UNIP3 14/05/26 Não informado 15/05/2026 – 14h 
MBRF MBRF3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Nubank ROXO34 14/05/26 Não informado 14/05/26 
Cosan CSAN3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Banrisul  BRSR6 14/05/26 Não informado  Não informado 
Azul AZUL4 14/05/26 Não informado  Não informado  
Copasa CSMG3 15/05/26 Não informado 22/04/26  
Simpar SIMH3 15/05/26 Não informado 18/05/26 

Quais ações investir em plena temporada de balanços do 1T26?

Agora que você já sabe quando as empresas brasileiras divulgam os resultados do 1T26, é natural surgir a dúvida: como agir com seus investimentos à medida que esses números começam a sair?

A verdade é que tentar reagir balanço a balanço, ajustando a carteira manualmente, pode ser trabalhoso e, muitas vezes, ineficiente. Por isso, uma alternativa cada vez mais adotada é investir de forma estruturada e automatizada.

Pensando nisso, algumas das ações mais promissoras deste momento foram selecionadas para compor a carteira Empiricus Top Picks. O portfólio é formado por 10 ações brasileiras de alto potencial, escolhidas com base em análise criteriosa de fundamentos e perspectivas para os próximos meses.

Mas o diferencial não está apenas na seleção. Está na forma de investir.

Se você quiser acessar todas as recomendações sem ter que executar ordens manualmente, a carteira está disponível em formato automatizado dentro da plataforma do BTG Pactual.

Na prática, isso significa que você pode investir em todo o portfólio com poucos cliques e, a partir daí, o processo de alocação, rebalanceamento e execução das ordens acontece de forma integrada. Vale ressaltar que essas alterações sempre estarão baseadas nas decisões das mentes por trás da carteira, os analistas da Empiricus Research.

Para começar, clique no botão abaixo, faça seu cadastro gratuito e conheça a plataforma:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Vale (VALE3) recupera perdas de março na B3: veja 5 motivos para comprar ações agora, segundo analista

A Vale (VALE3) foi uma das empresas prejudicadas na B3 em março, em meio à aversão ao risco que acometeu o mercado. Em um mês negativo para a bolsa como um todo, com o Ibovespa fechando em queda de 0,9%, as ações da mineradora acumularam queda de 6% – cotadas a R$ 82,48 no último pregão do mês.

Porém, para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, a queda da Vale, especificamente, foi “injustificada”, e as ações podem continuar “destravando valor” aos investidores.

Inclusive, no pregão da última quarta-feira (15), fechamento desse texto, as ações encerraram cotadas a R$ 88,44, recuperando por completo as perdas de março – o que corrobora a tese de investimentos.

Porém, será mesmo que as ações podem continuar subindo? Para quem deseja entender se “vale a pena” investir em Vale (VALE3) agora, Ruy Hungria dá 5 motivos pelos quais as ações seguem em suas recomendações de compra.

Veja 5 motivos para investir na Vale (VALE3) agora, segundo analista

Ruy Hungria reforça sua recomendação para VALE3 baseada em alguns pontos. Dentre eles, estes cinco principais:

1. Minério de ferro em alta

Em meio à guerra no Oriente Médio, o petróleo não é o único ativo cujo preço foi às alturas: o minério de ferro também segue negociado acima dos US$ 100 por tonelada. Inclusive, há analistas que preveem um possível novo “boom das commodities” pós-conflito.

Segundo o analista, entre os produtores de minério de ferro, a Vale está entre aqueles com os menores custos. A alta da commodity, consequentemente, pode beneficiar a empresa de forma mais direta.

2. Receita em dólar

“Investir em VALE3 também representa uma forma de dolarização da carteira, dado que seus produtos são precificados em moeda forte”, afirma o analista.

Dessa forma, o investidor pode diversificar seus investimentos para além do real brasileiro, mesmo sem sair da B3. “Isso acaba sendo bom nesse momento de incerteza”, afirma.

3. ‘Joia da coroa’ pouco conhecida

Poucos investidores conhecem a Vale para além da “capa”. Porém, Hungria destaca o papel da subsidiária a qual chama de “joia da coroa” das operações: a Vale Base Metals, especializada em cobre, níquel e outros metais básicos – materiais essenciais na temática da transição energética.

Para o analista, a Vale Base Metals está precificada abaixo do que deveria. “Deveria ter um valuation de 8 ou 9 vezes seu Ebitda, mas hoje a Vale inteira está avaliada em 4,5x o Ebitda”, afirma. “O mercado hoje não precifica a Vale Base Metals, que tende a destravar cada vez mais valor nos próximos anos”.

4. Bom momento operacional

“A companhia tem entregado resultados sólidos nos últimos trimestres, que reforçam o bom momento operacional”, afirma Hungria, que prossegue:

“A nova gestão conseguiu colocar a companhia em uma fase mais previsível, com maior estabilidade operacional e disciplina de alocação de capital. Esse novo momento se traduz em maior visibilidade de resultados, forte geração de caixa e foco em retorno ao acionista”.

5. Valuation descontado em relação às concorrentes

Avaliada em 4,5x o valor da firma sobre o Ebitda, a Vale está em um valuation abaixo de suas principais concorrentes, as mineradoras australianas, que estão negociadas a “6 ou 7 vezes o Ebitda”, segundo Hungria.

Com isso, o analista aponta que “a Vale segue descontada e demonstrando uma evolução muito melhor do que elas nesses últimos trimestres”, o que abre uma oportunidade para quem deseja buscar uma valorização das ações.

Tudo isso contribui para a atratividade dos papéis, que carregam um dividend yield potencial em torno de 9% aos acionistas em 2026, sustentado por dividendos recorrentes e outras distribuições adicionais.

Porém, em nome da diversificação, VALE3 não é a única recomendação do analista para investir no momento.

É preciso ter uma cesta com ações variadas, que entreguem um bom equilíbrio entre risco e retorno, especialmente em um momento de alta volatilidade nos mercados, como o atual.

“Seguimos construtivos com os ativos brasileiros, mas entendemos que o contexto ainda exige muita seletividade de empresas”, afirma.

Com isso, Vale (VALE3) foi selecionada para compor a edição de abril da carteira Empiricus Top Picks, com 10 ações brasileiras de alto potencial para investir no momento.

Invista nas recomendações da Empiricus Top Picks de forma automática com o BTG Pactual

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Top Picks na íntegra, com todas as 10 ações recomendadas para investir no momento, temos uma boa notícia.

Você pode investir na carteira completa de forma automatizada, por meio da plataforma online do BTG Pactual.

Selecionando a Empiricus Top Picks na modalidade “carteira automatizada” no BTG, você pode investir em todas as recomendações de uma vez, sem precisar comprar ou vender ação por ação. Tudo acontece de forma automática no sistema.

Para começar, o único que você precisa fazer é clicar no botão abaixo, e seguir as instruções na tela:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Cyrela (CYRE3): prévia do 1T26 reflete desaceleração em lançamentos e vendas em cenário pressionado; ainda dá para investir?

A Cyrela (CYRE3) divulgou, nesta segunda-feira (13), a prévia operacional referente ao 1T26, com desaceleração no ritmo de lançamentos e vendas, conforme esperado.

No período, os lançamentos totalizaram R$ 2,4 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV), sendo R$ 1,75 bilhão na participação da companhia (%CBR ex-permuta). O volume representa uma retração de 50% em relação ao 1T25 e de 46% frente ao trimestre anterior.

Cyrela faz 12 lançamentos no trimestre

Ao todo, foram lançados 12 empreendimentos no trimestre, com participação média de 73%, levemente inferior aos períodos comparativos recentes.

Apesar do volume significativo de projetos de alto padrão, a distribuição demonstra elevada participação nas faixas 2 e 3 do Minha Casa Minha Vida (MCMV), na ordem de 40% do VGV lançado.

As vendas líquidas contratadas atingiram R$ 2,94 bilhões, leve queda de 3% em relação ao 1T25 e de 12% frente ao 4T25. Considerando apenas a participação da companhia (%CBR ex-permuta), as vendas somaram R$ 2,16 bilhões, com crescimento de 2% na comparação anual.

Em termos de composição, 54% das vendas vieram de unidades em construção, 37% de lançamentos e 9% de estoque pronto.

A métrica de Vendas Sobre Oferta (VSO) foi de 16% no período, majoritariamente sustentada pelos projetos do segmento econômico. O indicador ficou em 45,8% na janela de 12 meses, abaixo do patamar observado no 1T25 (52,6%) e praticamente estável em relação ao 4T25 (45,2%). Já a VSO de lançamentos foi de 45% no trimestre, evidenciando boa absorção dos novos projetos.

Ambiente desafiador para construtoras

Em um contexto de menor volume de lançamentos no trimestre, a retração já era esperada, refletindo uma base comparativa mais elevada e um ambiente mais desafiador no segmento de média e alta renda — inclusive, há um sinal amarelo para o volume de estoque disponível na cidade de São Paulo.

Ainda assim, a Cyrela segue apresentando indicadores operacionais saudáveis, com vendas resilientes e boa velocidade de absorção no segmento econômico. Negociando a um múltiplo P/B de aproximadamente 1 vez para 2026, as ações CYRE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Mesmo no ‘pior cenário possível’ para a Selic, essa ação brasileira pode continuar destravando valor, segundo analista

O ciclo de cortes na taxa Selic, amplamente esperado pelo mercado, começou na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), em 18 de março. Porém, a trajetória final desse ciclo pode tomar uma forma diferente em relação às expectativas iniciais.

Até meados de fevereiro, a maior parte do mercado precificava uma taxa Selic terminal de 12% ao ano em 2026. Agora, com a guerra no Oriente Médio trazendo maior pressão inflacionária, as expectativas foram deterioradas.

“Se começamos o ano com uma perspectiva de ver a Selic em 12% no fim de 2026, agora esse número já foi revisado para 13,5%-13,75%, e pode subir mais a depender da extensão do conflito”, afirma Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, em relatório do último dia 1º de abril.

Historicamente, uma piora nas perspectivas de juros pode assustar investidores na bolsa de valores. Isso porque empresas de maior alavancagem financeira podem sentir um impacto direto dos juros altos em suas dívidas, deteriorando seus resultados e levando investidores a questionar o valuation das ações.

Parte da queda de 0,9% do Ibovespa no acumulado do mês de março foi reflexo desse maior sentimento de aversão ao risco em geral.

Porém, isso não significa, exatamente, que o momento é de zerar posições em ações, mas sim selecionar bem em quais investir.

“Continuar com uma carteira conservadora não é a palavra certa, mas sim com papéis que são sólidos, que não tem uma alavancagem alta, que não são totalmente dependentes do crédito”, afirma o analista.

Em participação no Empiricus PodCa$t do dia 4 de abril, o analista apontou algumas de suas recomendações para o momento. Dentre elas, uma ação que pode se destacar daqui para a frente– independentemente dos rumos da taxa de juros.

Essa ação pode entregar bons resultados mesmo com juros altos ou baixos, segundo analista

A ação recomendada pelo analista fechou o mês de março em queda de 5%. Mas já voltou a subir nas últimas semanas e pode continuar gerando valor, na visão do analista. Isso porque a ação pode até mesmo se beneficiar de juros mais altos em 2026.

“É um papel que nós conhecemos a gestão, que consegue navegar bem tanto com juros altos quanto com juros baixos. […] Mesmo se tivermos um pior cenário possível de Selic, a ação vai conseguir se dar bem com isso”, afirma.

O segredo está em seu setor de atuação. A empresa é um dos principais nomes do mercado quando o assunto é concessão de crédito, o que a mantém bem-posicionada em tempos de Selic de dois dígitos – já que o repasse de juros aos clientes acaba se tornando mais alto.

Além do “know-how absurdo” em concessão de crédito, segundo o analista, a empresa também tem aumentado “cada vez mais” sua diferença de rentabilidade frente aos concorrentes.

Sendo assim, por que a queda recente na bolsa? Hungria explica que, enquanto o fundamento da tese “não piorou tanto assim”, as ações foram prejudicadas pela pressão vendedora da bolsa em março.

“Se o cenário [macro] melhorar, obviamente não vai subir mais do que uma ação que é muito exposta [ao crédito], muito endividada. Mas vai subir, e estamos tranquilos de que vamos ‘pegar’ a alta bem, sem fazer loucuras”, afirma.

No momento, o valuation da ação está em 2,5x o seu valor patrimonial. Segundo Hungria, esse é um prêmio em relação aos concorrentes, mas “amplamente justificado pela rentabilidade superior e a consistência na execução”.

Pela visão construtiva, o papel foi selecionado pelo analista para compor a carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as 10 ações brasileiras mais promissoras do momento. Além dela, outros 9 nomes que podem gerar caixa “performar bem mesmo em um cenário difícil”, segundo o analista, fazem parte da seleção.

Invista nas recomendações da Empiricus Top Picks de forma automática; saiba como

Você acabou de ler uma “amostra” de uma recomendação de investimento direcionada para o momento atual de mercado, de acordo com Ruy Hungria, da Empiricus.

E a boa notícia é que você pode investir na carteira Empiricus Top Picks, com as 10 ações recomendadas pelo analista, de forma automatizada, na plataforma online do BTG Pactual.

Selecionando a Empiricus Top Picks na modalidade carteira automatizada no BTG, você pode surfar o potencial das ações mais promissoras do mês, sem precisar comprar ou vender uma por uma – tudo ocorre de forma automática no sistema.

Dessa forma, você não precisa estudar a fundo as teses de mercado ou buscá-las manualmente na corretora.

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Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e Gerdau (GGBR4) fazem parte do ‘investimento obrigatório’ em tempos de conflito no Oriente Médio

A essa altura, não é nenhuma novidade que o conflito no Oriente Médio tem ditado o rumo dos mercados globais. Isso se deve, principalmente, aos seus efeitos sobre as commodities, com mais destaque para o petróleo.

A região abriga o Estreito de Ormuz, rota marítima por onde transita cerca de 20% da produção global de hidrocarbonetos. O fechamento do Estreito pelo Irã representa um choque na oferta e, consequentemente, eleva os preços da commodity.

Até o último domingo (12), o tipo brent do petróleo apresentava alta de 66% em 2026, cotado na casa dos US$ 103 por barril.

Naturalmente, as empresas petroleiras da bolsa brasileira têm se beneficiado desse movimento. Veja as valorizações em 2026, até o fechamento de sexta (10):

  • Petrobras (PETR3): 65%
  • PRIO (PRIO3): 63%;
  • Brava Energia (BRAV3): 29%;
  • PetroReconcavo (RECV3): 26%.

Além de PETR4, PRIO3 e demais petroleiras, cenário deve beneficiar outras empresas de commodities

Mas para o analista Matheus Spiess, da Empiricus, essa dinâmica não deve beneficiar apenas as empresas do setor energético.

As expectativas de inflação também ficaram elevadas e reforçam um movimento mais amplo: a retomada das commodities como um todo.

“As restrições ao fluxo de petróleo, derivados, fertilizantes e outros insumos estratégicos pressionam cadeias globais de suprimento e elevam o risco de um choque de oferta relevante, possivelmente um dos mais significativos da história recente”, explica.

Mesmo em um cenário de eventual normalização, continua o analista, “o pano de fundo global segue marcado por um mundo mais fragmentado, com conflitos mais frequentes e cadeias produtivas mais vulneráveis. Esse ambiente tende a sustentar pressões sobre as commodities, especialmente em um contexto de reorganização produtiva que exige mais investimento em infraestrutura, energia e matérias-primas”.

Conheça o ‘investimento obrigatório’ para o cenário atual

Nesse contexto, o analista destaca um “investimento obrigatório” para o cenário atual. Trata-se de um fundo negociado em bolsa que, além das petroleiras, tem em sua composição outras empresas de commodities, como Vale (VALE3) e Gerdau (GGBR4).

No total, o investimento conta com 30 companhias que estão preparadas para capturar o ciclo explicado pelo analista, ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio.

Segundo Spiess, ao fazer parte desse “investimento obrigatório”, o investidor “não se expõe apenas ao potencial de valorização das commodities, mas também ao fluxo de caixa gerado por companhias que operam nesses segmentos, muitas das quais ainda negociam a múltiplos atrativos”.

“Em termos históricos, as commodities seguem relativamente baratas frente a outras classes de ativos, o que reforça a leitura de que podemos estar diante do início de um novo ciclo de valorização, e, portanto, de uma oportunidade relevante de posicionamento em um ambiente global mais inflacionário e instável”, conclui.

Para saber mais sobre qual é este investimento, os motivos pelos quais ele pode ganhar mais força agora e como acessá-lo, é simples: basta clicar neste link ou no botão abaixo.

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Dividendos da semana: Lojas Renner (LREN3), Rede Energia (REDE3) e Vivo (VIVT3) pagam proventos em 13 e 14 de abril

Nessa semana, três ações da bolsa brasileira têm proventos programados para serem pagos aos seus acionistas: Lojas Renner (LREN3), Rede Energia (REDE3) e Telefônica/Vivo (VIVT3).

No caso de REDE3, a empresa pagará dividendos; já para LREN3 e VIVT3, estamos falando de juros sobre capital próprio (JCP). A diferença entre as duas modalidades de pagamento faz a diferença para o investidor.

Isso porque JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte, enquanto os dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Além disso, um outro detalhe que não deve fugir ao investidor é a “data com”, ou data de corte: apenas acionistas que detinham posição nos papéis até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos.

Preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para a semana. Veja a seguir.

Dividendos da semana: confira ações que pagam proventos a partir de 13 de abril

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
Rede EnergiaREDE3Dividendo0,113/04/202617/03/2026
Lojas RennerLREN3JCP0,22214/04/202624/03/2026
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,07414/04/202611/04/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,07714/04/202625/08/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,06114/04/202623/06/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10214/04/202625/07/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,15414/04/202622/05/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,12414/04/202622/09/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10614/04/202624/11/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,11814/04/202627/10/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10914/04/202629/12/2025

Onde investir para buscar dividendos? Confira ações indicadas no Empiricus+

Se você ainda não sabe em quais ações investir para buscar dividendos em 2026, pode conferir as recomendações mais promissoras do momento pelo Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

E você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso. Basta clicar no botão abaixo para liberar seu acesso:

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Direcional (DIRR3) reporta prévia do 1T26 ‘sem surpresas’ e com solidez no ritmo de vendas; é hora de investir?

Na noite de ontem (9), a Direcional (DIRR3) divulgou a prévia dos resultados operacionais do 1T26, com números praticamente em linha com o esperado.

Os lançamentos do trimestre totalizaram um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 1,0 bilhão (R$ 862 milhões na % Direcional), representando crescimento de 12% em relação ao 1T25. O mix seguiu concentrado na marca Direcional (70%), enquanto a Riva respondeu por 30% do volume lançado.

Vendas da Direcional sobem quase 20% na base anual

As vendas líquidas atingiram R$ 1,6 bilhão (R$ 1,4 bilhão na % Companhia), avanço de 19% na comparação anual e de 4% frente ao 4T25, marcando o maior patamar já registrado para um primeiro trimestre. No acumulado de 12 meses, as vendas somam R$ 6,4 bilhões, crescimento de 7% na base anual.

A velocidade de vendas (VSO) foi novamente um destaque, atingindo 24% no trimestre, avanço de 250 bps em relação ao 4T25 e o maior nível já observado para um 1T. O desempenho foi equilibrado entre as duas marcas, com VSO de 24% na Direcional e de 23% na Riva.

O nível de estoque permanece controlado, com VGV total de R$ 5,2 bilhões (R$ 4,3 bilhões na % Direcional), sendo apenas 3% composto por unidades concluídas, o que reforça a qualidade do portfólio e reduz riscos de pressão comercial.

De olho em DIRR3 após prévia do 1T26

No trimestre, a companhia apresentou geração de caixa operacional positiva de R$ 13 milhões, embora o consumo contábil tenha sido de R$ 76 milhões, impactado por efeitos não operacionais ligados à amortização de recebíveis — este pode ser um ponto de monitoramento para a performance do papel no pregão de hoje (10).

De forma geral, a prévia do 1T26 reforça a solidez operacional da Direcional. Os números de lançamentos vieram marginalmente (-4%) inferiores às nossas projeções, mas o ritmo de vendas permanece saudável.

Apesar da recente volatilidade no setor decorrente de mudanças na distribuição de recursos do FGTS, seguimos vendo a companhia bem posicionada para capturar a demanda no segmento econômico, com execução consistente ao longo do ciclo. Negociando a um múltiplo P/L de 7 vezes para 2026, as ações de DIRR3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Moura Dubeux (MDNE3): prévia do 1T26 reflete foco em crescimento com oito novos projetos; confira análise

Nesta segunda-feira (6), a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou a prévia operacional do 1T26, com números que reforçam o sólido ciclo de crescimento.

No período, a companhia lançou oito projetos, totalizando aproximadamente R$ 1,3 bilhão em VGV (% MDNE), sendo cerca de 65% no regime de condomínio e 35% em incorporação. No total, o montante é 218% superior à comparação anual.

Vale citar que foram lançados dois projetos da marca Ún1ca, que ingressou como sócia em duas SPEs que integram a joint venture com a Direcional (DIRR3).

As vendas líquidas somaram cerca de R$ 1,02 bilhão no trimestre, aproximadamente 86% acima do 4T25, refletindo o maior volume de lançamentos no período. Um ponto positivo foram os distratos, que totalizaram apenas 4,1%.

Projetos da Moura Dubeux no início de 2026

Em geral, os projetos apresentaram boa absorção, sustentada pela dinâmica positiva de vendas no Nordeste (principal mercado de atuação da companhia), resultando em um VSO de lançamentos de 41,5% no período. No total do trimestre, a VSO foi de 21,4%.

Em relação ao portfólio, a Moura Dubeux manteve a estratégia de expansão do landbank, com novas aquisições ao longo do trimestre, reforçando sua capacidade de crescimento para os próximos ciclos. Com isso, a companhia reportou consumo de caixa de R$ 120 milhões no período, volume superior a estimativa do mercado.

Prévia do 1T26 de MDNE3: acima do esperado

De forma geral, a prévia do 1T26 reforça o momento de crescimento da Moura Dubeux, com lançamentos acima do esperado. De forma geral, os números vieram satisfatórios, mas a queima de caixa e a participação da companhia nos projetos do segmento econômico foram pontos de atenção.

Em nossa visão, a companhia segue bem posicionada para capturar a demanda no Nordeste, além de avançar em novas frentes de crescimento, incluindo projetos voltados ao programa Minha Casa Minha Vida em parceria com a Direcional.

Negociando a um múltiplo P/L de 5 vezes para 2026, as ações de MDNE3 permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Quem investiu ‘esperando por uma Selic a 9% ao ano’, agora precisa dar um ‘cavalo de pau’ na carteira, segundo analista

“Quem ‘pulou na água de vez’ achando que a Selic chegaria a 9% no fim do ano, teve que dar um “cavalo de pau” na carteira, e deve ter sofrido bem em março”. Quem afirma é Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research.

A fala do analista se refere aos investidores em ações brasileiras que, nesse início de ano, posicionaram suas carteiras de acordo com o cenário visto até então: otimismo à espera do início do ciclo de cortes de juros no país.

Com reduções na taxa Selic contratadas pelo Banco Central ao longo de 2026, o Ibovespa renovou máximas históricas na reta final de 2025, refletindo o ânimo do mercado.

Em meio à toada positiva, é possível que muitos investidores pessoa física tenham optado por comprar ações sem, necessariamente, considerar que algo poderia mudar.

Hoje, o panorama econômico é completamente diferente daquele visto no início do ano, e muitas carteiras de investimento montadas três meses atrás podem precisar de uma revisão – isso se esperavam por cortes de juros mais agudos.

Na edição do Empiricus PodCa$t do último sábado (4), Ruy Hungria foi convidado para discutir o que está acontecendo, e o que isso significa para os investidores. Confira:

‘Cavalo de pau’ na carteira de investimentos?

Até o final de fevereiro, ativos brasileiros surfavam uma onda de otimismo, enquanto boa parte do mercado apostava em uma Selic terminal de cerca de 12% ao ano em 2026, o que implicava em um ciclo de cortes de 3 pontos percentuais no total.

E é quando entra a guerra no Oriente Médio, que mudou completamente a narrativa. O conflito elevou os preços do petróleo, impactando a cadeia global de suprimentos, e impulsionando pressões inflacionárias ao redor do mundo – inclusive para o Brasil.

Com isso, a Selic terminal em 2026, que era esperada em torno de 12% a.a., agora já começa a ser projetada em 13,5% ou 13,75% ao ano, segundo os analistas da casa, sugerindo menor magnitude nos cortes de juros.

Tudo isso pode impactar nos ativos de risco, especialmente ações de empresas mais sensíveis aos juros altos. E aqui entra a fala anterior de Ruy Hungria: o investidor que foi “com tudo” em papéis mais cíclicos, agora, precisa repensar seus planos.

Porém, esse não foi o caso entre as carteiras recomendadas da Empiricus. “Nos últimos meses, por mais que tenhamos tido essa melhora de perspectiva [econômica], nós nunca fomos totalmente agressivos no sentido de apostar em queda de juros”, afirma o analista.

Entre as recomendações da casa para o mês de abril, Hungria explica que foi necessário rever algumas teses que eram mais expostas aos juros, mas sem fazer uma mudança completa.

“Não foi um ‘cavalo de pau’. Não mudamos totalmente as carteiras, porque as carteiras já eram bastante sólidas”, afirma. “Nós já vínhamos em uma abordagem de colocar ‘só o pezinho na água’. […] Sempre com muita diligência, sem fazer loucura. Foi assim que construímos nossas carteiras e o bom desempenho delas, inclusive”.

Qual o “segredo” para selecionar as melhores ações mesmo sem saber o que esperar da economia? O analista explica:

“A nossa estratégia, nos últimos meses, foi continuar com uma carteira de papéis sólidos, que não tem alavancagem alta e não são totalmente dependentes do crédito, porque conhecemos como as coisas funcionam por aqui. Sabemos que o Brasil é cheio de surpresas”.

Quais as principais ações recomendadas para investir no momento?

Durante o episódio, o analista mencionou três ações em especial que figuram entre as recomendações da Empiricus para o mês.

  • Itaú (ITUB4)

Itaú (ITUB4) “é um papel que consegue navegar bem com juros altos ou baixos, tem um know-how de concessão de crédito ‘absurdo’, e tem aumentado cada vez mais sua diferença para os concorrentes em termos de rentabilidade”, afirma Hungria.

Segundo o analista, mesmo se tivermos “um pior cenário possível de Selic”, essa é uma ação que deve se beneficiar, devido à natureza do seu negócio ligada ao crédito.

  • Petrobras (PETR4)

Com a alta dos preços do petróleo, a Petrobras (PETR4) foi um dos destaques do mês passado, tendo fechado março em alta de 18% na B3.

Hungria acredita que os preços do barril de petróleo não devem mais retornar aos patamares pré-guerra no Oriente Médio (cerca de US$ 50) daqui para a frente, o que deve continuar beneficiando os papéis da petroleira brasileira. Por isso, segue construtivo na recomendação.

“Não ter uma exposição ao petróleo no momento pode acabar se tornando ruim” para o investidor, afirma o analista.

  • Vale (VALE3)

Hungria comenta que a Vale (VALE3) é uma tese que “acabou se desconectando do preço do minério de ferro”, que subiu no mês de março em meio aos conflitos geopolíticos. Além disso, a receita da empresa é dolarizada, o que “acaba sendo bom nesses momentos de incerteza”.

Por último, a Vale Base Metals, divisão que cuida de metais básicos como cobre, níquel e cobalto, essenciais na transição energética, é a “joia da coroa” e está em um valuation abaixo do que deveria, para o analista. Todos esses fatores contribuem para a atratividade das ações, que seguem recomendadas pela casa.

Empiricus+: em um único lugar, conheça as principais recomendações de investimento para esse mês

Essas três ações citadas são apenas uma pequena fração das dezenas de recomendações que a Empiricus traz aos investidores para esse mês.

E se você deseja conhecer todas as indicações de perto, temos uma boa notícia: elas estão disponíveis para você por meio do Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

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‘Chega de construtoras’? Por ora, carteira mensal de renda extra da Empiricus prioriza outros setores; veja como acessar o portfólio gratuitamente

Duas atualizações consecutivas na carteira de renda extra da Empiricus Research balançaram com o posicionamento no mercado imobiliário do portfólio. Após retirar as ações da Direcional (DIRR3) em fevereiro, os analistas optaram por mais uma troca, desta vez com saída da Cyrela (CYRE3).

“Diante da volatilidade prospectiva associada a ativos mais sensíveis à curva de juros, e considerando que já carregamos exposição relevante à queima de prêmio, optamos por ajustar a carteira”, explica Matheus Spiess, analista de macroeconomia que encabeça o portfólio.

Assim, uma nova ação de um segmento “vizinho” às ações CYRE3 e DIRR3 agora ganha espaço na carteira de ações de abril.

Analistas preferem companhia mais resiliente à volatilidade do cenário atual

A nova adição da carteira para o mês de abril é uma companhia do mesmo “guarda-chuva” de imóveis. Entretanto, o analista identifica que ela deverá ter um menor grau de sensibilidade aos juros.

A proposta é manter a exposição do portfólio a um cenário de melhora nas condições de juros, que permanece como a hipótese base da casa, mas com ações menos sensíveis caso o ambiente macro continue se deteriorando, especialmente diante das incertezas no Oriente Médio.

“Ainda que nossa expectativa central seja de melhora gradual, entendemos que os riscos de piora não podem ser ignorados”, explica Spiess.

Por isso, a nova escolha figura entre as maiores e mais bem administradas companhias de shopping centers do Brasil. Alguns de seus pontos fortes são:

  • Um portfólio de ativos premium, em regiões de renda elevada e maior potencial de crescimento;
  • Histórico consistente de execução operacional, selecionando bons ativos e mantendo níveis elevados de ocupação;
  • A capacidade de conduzir expansões com risco comercial controlado;
  • Uma disciplina na alocação de capital, focada na geração de valor para o acionista.

Todos esses pontos refletem em benefícios que Spiess considera atrativos. Além disso, o analista aponta que a empresa está posicionada de forma favorável diante de um nível de endividamento que deve ampliar os benefícios da redução do custo financeiro, ainda que superior a alguns pares do setor.

“Esse contexto já reflete nos resultados mais recentes. No 4T25, a companhia apresentou desempenho acima das expectativas do mercado, reforçando a qualidade de seus ativos e de sua gestão”, relembra Spiess.

Naturalmente, o analista reconhece que sempre há riscos a serem monitorados. Isso, tanto por um contexto de possível reversão na trajetória de queda dos juros, como de uma desaceleração econômica mais intensa.

Contudo, além dos pilares mencionados, a confiança na tese reside sobre a atuação da companhia em um segmento resiliente da economia, o que reduz a vulnerabilidade da carteira a choques adversos. Nesse contexto, a substituição reforça a consistência da estratégia, privilegiando um posicionamento mais equilibrado neste momento.

Conheça a carteira de renda extra da Empiricus gratuitamente – e confira as atualizações de abril

O portfólio renda extra da Empiricus Research é atualizada mensalmente, conferindo a manutenção da composição focada em geração de renda, qualidade e previsibilidade. O objetivo é que os investidores consigam capturar valorização em cenários construtivos, enquanto recebem proventos recorrentes.

No momento, os analistas consideram que o cenário ainda carrega um grau relevante de incerteza, com riscos associados a uma possível escalada mais ampla do conflito no Oriente Médio.

“Nesse contexto, reforçamos a importância de uma carteira mais robusta, com ativos de maior qualidade e previsibilidade, capaz de atravessar períodos de maior volatilidade com menor deterioração”, informa o relatório do portfólio em abril.

Esse olhar é direcionado não apenas para a seleção de ações de empresas, como também para alguns ativos das classes de renda fixa e fundos imobiliários que compõem o portfólio. Alguns deles, muito interessantes como esses:

  • Um fundo de infraestrutura cujo retorno pode chegar a IPCA+10,50% ao ano;
  • Um fundo imobiliário (FII) de papel, focado na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com remuneração média de IPCA + 8,1% ao ano e CDI + 3,2% a.a..

Esses são apenas alguns exemplos do que você vai encontrar na carteira de renda extra da Empiricus Research. A boa notícia é que você pode conferir o portfólio completo sem pagar nenhum centavo, acessando a carteira através da área logada da Empiricus Research.

Para isso, é só cadastrar o seu e-mail no botão abaixo e conferir a plataforma com acesso à carteira de renda extra de abril e outros portfólios mensais:

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Sai Cyrela (CYRE3), entra SLC Agrícola (SLCE3): veja mudanças na carteira de dividendos da Empiricus para abril 

A Empiricus Research trouxe novidades para sua carteira de dividendos no mês de abril. Considerando o contexto complexo que envolve o mercado no momento – especialmente por conta da guerra no Oriente Médio –, a casa entende que é preciso revisitar a curadoria de ações selecionadas.

A capacidade de uma empresa de gerar bons dividendos aos seus acionistas depende fortemente de sua performance ao longo do ano. De quebra, o conflito entre EUA e Irã exerce influência sobre as principais ações brasileiras – umas na ponta beneficiada, outras na ponta mais negativa.

Enquanto guerra piora perspectivas para a Selic, segredo está na seletividade de ações para investir

O Ibovespa fechou o mês de março em queda de 0,9%, a primeira queda mensal desde julho de 2025. Isso porque o conflito geopolítico tem pressionado a cadeia global de suprimentos, e as expectativas inflacionárias ao redor do mundo. Inclusive, no Brasil, esse cenário piorou as perspectivas para o ciclo de cortes na taxa Selic.

“Se começamos o ano com uma perspectiva de ver a Selic em 12% no fim de 2026, agora esse número já foi revisado para 13,5%-13,75%, e pode subir mais a depender da extensão do conflito. Ainda que o Copom tenha cortado 25 bps em março e indicado mais cortes pela frente, a guerra pode acabar forçando menos cortes, a depender da dinâmica da inflação nos próximos meses”, afirmam os analistas em relatório do último dia 1º de abril.

Mas apesar desse cenário ser uma possível má notícia para os ativos de risco, especialmente ações de empresas mais alavancadas, ainda há fatores que “jogam a favor” dos ativos brasileiros.

“O Brasil ainda permanece entre os poucos países que verão seus juros caírem nesse ano”, afirmam os analistas, que também indicam que os principais pilares da tese de investimentos no Brasil “seguem de pé”:

  • Valuation atrativo;
  • Diversificação geográfica para fora dos Estados Unidos;
  • Possível mudança de pêndulo político nas eleições presidenciais de outubro.

Logo, na hora de investir, o segredo está na seleção das ações certas. “Seguimos construtivos com ações brasileiras, mas entendemos que o contexto ainda exige muita seletividade, com papéis menos dependentes do afrouxamento monetário, que tenham claras vantagens competitivas e posições de destaque em seus setores”, concluem.

Petrobras (PETR4) e SLC Agrícola (SLCE3) estão entre as principais recomendações do mês para buscar dividendos

Para abril, um dos destaques é a recomendação de Petrobras (PETR4), que vem de uma toada positiva, ajudada pela forte valorização do petróleo. As ações acumularam alta de 18% em março, e podem continuar sendo beneficiadas esse mês.

Além disso, os analistas indicam que PETR4 é uma das teses que “mais podem se beneficiar do cenário eleitoral brasileiro”. Com dividend yield (DY) esperado de 9% para 2026, os papéis seguem entre as principais apostas da casa para buscar proventos.

Por outro lado, a Cyrela (CYRE3), que esteve na carteira durante os meses de fevereiro e março, está entre os destaques negativos, segundo os analistas.

O setor imobiliário, altamente sensível aos juros, foi um dos primeiros a sentir os impactos da piora nas perspectivas para a taxa Selic – e as ações da Cyrela estiveram entre as mais afetadas, caindo 11% na B3 em março.

Com isso, CYRE3 saiu para dar lugar a uma nova recomendação na carteira: a SLC Agrícola (SLCE3), que, na visão da Empiricus, é uma ação que está andando na “contramão” das demais no setor do agronegócio.

Apesar de prever um aumento na ordem de 9,2% em seus custos para a safra 2025/2026, muito devido às disrupções causadas pela guerra, a SLC Agrícola está bem-posicionada para compensá-los.

Além disso, a Empiricus prevê um DY em torno de 3,6% para SLCE3 ao final de 2026. Com isso, ela se junta à Petrobras (PETR4) e outras 6 ações selecionadas para a carteira de dividendos da casa em abril.

A carteira recomendada, que já acumula DY de 5,3% em 2026 até aqui, tem o objetivo de entregar, aos investidores em busca de bons proventos na carteira, uma curadoria de papéis com:

  • Capacidade de geração de caixa livre (GCL) comprovada;
  • Distribuição de proventos sustentáveis;
  • “O benefício dos juros compostos” (compounding).

Essa foi apenas uma “amostra” do que você encontra no relatório completo da carteira de dividendos da Empiricus, que traz a tese completa por trás de todas as ações selecionadas.

E a boa notícia é que o relatório completo está disponível para você gratuitamente.

Gratuito: acesse o relatório completo da carteira de dividendos da Empiricus Research

A carteira de dividendos da Empiricus Research, na íntegra, está disponível como cortesia a todos os leitores deste texto.

Para acessá-la, basta fazer um cadastro gratuito clicando no botão ao final da matéria.

Essa é a sua chance de conhecer recomendações profissionais para os seus investimentos e buscar bons retornos a partir desse mês. Lembrando que o acesso é grátis, e o processo é simples e rápido:

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Dividendos da semana: Ambev (ABEV3), Rede D’Or (RDOR3) e outras ações pagam proventos entre 6 e 10 de abril; confira

Nesta semana que se inicia, nomes como Ambev (ABEV3) e Rede D’Or (RDOR3) e outros papéis da bolsa brasileira têm dividendos ou juros sobre capital próprio agendados para pagamento aos seus acionistas.

Abaixo, trazemos a agenda completa de pagamentos previstos entre os dias 6 e 10 de abril, para manter investidores bem-informados.

Calendário de dividendos: 6 a 10 de abril de 2026

Antes de passar à agenda, fique atento à “data com”, ou data de corte: somente investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela receberão os pagamentos previstos.

Um outro ponto importante é que JCPs estão sujeitos à tributação do Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já os dividendos recebidos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$) Data do pagamentoData de corte
AmbevABEV3JCP0,07506/04/202618/12/2025
Rede D’OrRDOR3JCP0,15907/04/202626/03/2026
AllosALOS3JCP0,29209/04/202627/03/2026
JHSF ParticipaçõesJHSF3Dividendo0,06809/04/202630/03/2026
EnergisaENMT3Dividendo0,76210/04/202617/03/2026
EnergisaENMT4Dividendo0,76210/04/202617/03/2026
Romi S.A.ROMI3JCP0,1810/04/202622/09/2025
TOTVSTOTS3JCP0,1810/04/202625/03/2026

Empiricus+: conheça as principais ações recomendadas para buscar dividendos em 2026

Se você perdeu as datas de corte dessa semana, ou não sabe em quais ações investir para buscar bons dividendos, temos uma boa notícia.

Por meio do Empiricus+, você pode conhecer as principais séries e recomendações de investimento da casa por 12x de R$ 14,90, no plano anual.

Esse é um novo serviço de assinatura “streaming” da casa, trazendo tudo o que você precisa saber sobre o mercado em um só lugar. E o melhor: você pode testá-lo gratuitamente por 7 dias, sem compromisso.

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PRIO3: início das operações em Wahoo destrava valor à tese em meio à alta do petróleo; ainda dá tempo de investir?

O início das operações da Prio (PRIO3) em Wahoo é um motivo de celebração para os entusiastas da tese. O projeto, aguardado há anos, já trouxe uma surpresa positiva: o primeiro poço entregou uma produção acima do esperado, e a expectativa é que a companhia alcance cerca de 40 mil barris/dia no novo campo nos próximos meses.

Atualmente, a Prio é a maior produtora independente de petróleo do Brasil e extrai cerca de 100 mil barris/dia. A licença de Wahoo era amplamente esperada, por representar esse incremento de 40% na extração atual da petroleira.

PRIO3: Wahoo chegou ‘na hora certa’

Na visão do analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, “o timing não poderia ser melhor”. O comentário alude ao atual conflito na região do Oriente Médio, entre Irã, Estados Unidos e Israel. Com o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais vias marítimas da economia global, o preço do barril de petróleo atualmente reside em um patamar acima de US$ 100.

O petróleo em patamares elevados, na visão de Spiess, amplia o impacto sobre a geração de caixa e reforça a tese operacional para a Prio.

“Mesmo com a forte alta recente das ações PRIO3, acompanhando o movimento da commodity, a empresa segue bem posicionada para capturar esse cenário, mantendo elevada capacidade de geração de valor mesmo em níveis de preço do petróleo mais baixos do que os atuais,” comenta.

No início de março, a Prio divulgou a atualização na certificação de reservas de 2026, com dados de expectativas para a produção e despesas da companhia em cada um de seus campos de atuação. No documento, o analista enxerga mais otimismo para a tese de investimento, com destaque para:

  • Ativos relevantes da petroleira com vida útil mais extensa;
  • Ganhos de eficiência;
  • Ajustes que refletem maior maturidade dos projetos.

Segundo Spiess, o conjunto indica uma companhia mais sólida, com capacidade de extrair valor ao longo do tempo e potencial de entregar o melhor ano operacional de sua história.

“Negociando a múltiplos bastante atrativos e com elevada geração de caixa projetada, a tese segue robusta – e, para o investidor que busca exposição a energia com disciplina de execução e assimetria favorável, faz sentido olhar com atenção para Prio neste momento,” conclui.

Entretanto, para o analista, nem todas as petroleiras apresentam teses favoráveis mesmo com a tensão geopolítica que encarece a commodity. Por isso, na hora de selecionar quais ações investir, entra em jogo a importância de ter opiniões profissionais no assunto.

Empiricus+: portfólios para Bolsa Brasileira e internacionais de olho em tudo que acontece no mundo

Na hora de selecionar empresas para investir, Spiess e a equipe de analistas da Empiricus Research “arregaçam as mangas”. Todos os dias, eles aprofundam nas minúcias de cada setor, a fim de elaborar boas teses de investimento conectando perspectivas micro e macroeconômicas.

Longe do “economês” complexo, os analistas cobrem os principais assuntos das empresas “traduzindo” e indo direto ao ponto no que o investidor pessoa física precisa saber.

E o melhor vem agora: a Empiricus Research está oferecendo um combo especial para quem quer investir melhor e sob boas orientações. São 11 assinaturas no total, que reúnem diversas estratégias em um só pacote: carteiras de ações, fundos imobiliários, títulos de renda fixa, day trade, small caps e mais.

Desde estratégias de curtíssimo prazo até portfólios de dividendos para quem quer viver de renda em alguns anos. Tudo isso por apenas 12x de R$ 14,90, ou R$ 19,90 mensais.

Se ficou interessado, saiba que agora é possível ficar por dentro das principais assinaturas da casa de forma fácil e com 7 dias de teste.

Basta colocar no botão abaixo e conhecer o novo Empiricus+:

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Estratégia ‘pouco conhecida’ da bolsa já capturou lucros de 1.250% com atualizações semanais; conheça as recomendações por 12 x R$ 14,90

Entre as diversas formas de investir na bolsa de valores, é natural que algumas estratégias acabem ficando em segundo plano no dia a dia do investidor, que já tem que ficar de olho no frenesi do noticiário, nos resultados das empresas e nos fatores macroeconômicos.

Uma delas, em especial, costuma ser pouco falada, apesar de apresentar um histórico bastante positivo de valorização quando executado sob boas orientações: as opções.

O que são opções e como investir?

As opções são contratos que dão o direito de comprar ou vender um ativo (como ações) por um preço pré-determinado, em uma data futura. Ao adquirir uma opção, o investidor paga por um direito futuro – não por uma obrigação.

Este direito permite que você compre (no caso de uma opção de compra) ou venda (no caso de uma opção de venda) um ativo a um preço predeterminado – chamado de preço de exercício – até uma data específica.

Assim, os dois tipos principais de opções podem ser resumidos em:

  • Opções de Compra (Calls): São como um ingresso para comprar ações no futuro a um preço que você definiu hoje. Se o preço da ação subir, você pode exercer sua opção e comprar a ação pelo preço mais baixo que você “reservou”.
  • Opções de Venda (Puts): Como um “seguro”, se você acha que o preço de uma ação vai cair, pode garantir o direito de vendê-la a um preço mais alto do que o de mercado no futuro.

São exatamente essas duas indicações que alguns investidores estão tendo a chance de acessar, ao aplicar uma estratégia “esquecida” da bolsa. Tudo isso, ainda sob as orientações da maior casa de análise financeira do país: a Empiricus Research.

Conheça a série Flash Trader, que já apontou recomendações que renderam até 1.250% em 6 dias

Atualmente, as recomendações da Empiricus Research para quem quer operar com opções estão concentradas na série Flash Trader. Encabeçada pelo analista e físico, Ruy Hungria, a carteira já capturou lucros no patamar de 1.250% em menos de uma semana.

Ou seja, a estratégia foi capaz de transformar um investimento de R$ 1.000 em R$ 13.500. Tudo isso através da compra de um ativo que custava R$ 0,32 e, em um período de 6 dias, valorizou 1.250%.

Na prática, o investidor que seguiu a recomendação multiplicou o patrimônio em mais de 13 vezes em menos de duas semanas. Mas esse foi apenas um dos casos bem sucedidos identificados pelo analista. Entre os mais recentes, em 2025 e 2026, foram valorizações de:

  • +617,78% em 7 dias, em uma ação de setor financeiro;
  • +573,05% em7 dias, por uma ação vinculada a um fundo de índice;
  • +380,00% em 7 dias, com ativo de uma farmacêutica.

É importante ressaltar que retornos passados não são garantias de retornos futuros, e que o investimento em renda variável envolve risco. O que os exemplos ilustram são recomendações que já impulsionaram investidores, fundamentadas em conceitos reais da análise econômica.

Conforme Hungria explica, o funcionamento das operações é baseado em duas carteiras:

  • Compras a seco: deve representar cerca de 1% do seu portfólio. Nesse tipo de operação, não é preciso que os investidores tenham as ações. O foco será a valorização das opções, torcendo pela alta antes da saída (venda);
  • Operações de renda: O objetivo é ganhar a renda (prêmio). Nessas operações, geramos uma obrigação de compra ou venda (call ou put).

“A carteira de compras a seco é atualizada semanalmente, orientando o que cada investidor deve manter ou trocar. A segunda carteira [vendas cobertas] tem atualizações ao longo da semana, que são sinalizadas aos assinantes diretamente”, explica Ruy Hungria.

Com o objetivo de buscar as melhores oportunidade no mercado de opções, o analista diz que “não importa o momento do mercado, dá para ganhar em qualquer cenário da Bolsa (de alta, baixa ou lateralizado), e proteger seu portfólio”.

Todas as recomendações de calls e puts de Ruy Hungria, acompanhadas das análises do setor, estão disponíveis para os assinantes do Flash Trader. Se você se interessou pelo material e gostaria de acessar o material da série completo, além de muito mais informações de qualidade atreladas ao mercado financeiro para os seus investimentos, o Empricus+ pode ser uma boa solução.

Empiricus+: “streaming” de carteiras em ações, FIIs, renda fixa e mais

O novo serviço estilo “streaming” da Empiricus Research reúne 11 assinaturas da casa de uma só vez. São carteiras de focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa e trading, incluindo a série Flash Trader. Além disso, há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Para acompanhar tudo isso, o investidor tem acesso a um arsenal completo de materiais de apoio para sua jornada:

  • Relatórios quinzenais: o documento é o espaço para os analistas trazerem as novas recomendações das séries para a semana e os principais pontos de atenção para as empesas selecionadas;
  • Plantão ao vivo: todas as sextas-feiras, 9h, os analistas da carteira Flash Trader e de outras séries da casa se reúnem no Empiricus Ao Vivo para tirar as dúvidas dos assinantes;
  • Canal exclusivo no Telegram: assinantes acessam o grupo de forma rápida para conferir atualizações nas operações, e outras notícias relevantes;
  • Alertas: a função de notificação, tanto pela área do assinante como no Telegram notifica o investidor sobre as mudanças do portfólio;
  • Para se aprofundar: Planilhas, vídeos e tutoriais estão disponíveis na área logada para o assinante aprender mais sobreas opções.

É bom salientar que, por ora, o acesso a todo esse material através do Empiricus+ está com dois planos – e preços muito atrativos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Esta pode ser uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país. Clique no botão abaixo para saber mais:

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Dividendos de ‘fim de mês’: Moura Dubeux (MDNE3), Multiplan (MULT3) e outras ações pagam proventos amanhã (31); confira

Alguns investidores da bolsa brasileira vão encerrar o mês de março com proventos caindo na conta. Isso porque nomes conhecidos, como Moura Dubeux (MDNE3) e Multiplan (MULT3), têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) programados para pagamento na próxima terça-feira (31).

Para que você fique bem-informado, preparamos a lista completa de todos os pagamentos previstos para a data, separados por empresa. Você pode conferir a seguir – mas esteja atento a alguns detalhes antes:

Dividendos da semana: não esqueça desses detalhes

Antes de passar ao calendário, vale trazer dois pontos importantes à atenção do investidor:

  1. “Data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos;
  2. Tributação: JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.
EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
M Dias BrancoMDIA3Dividendo1,4131/03/202624/03/2026
ISA Energia BrasilISAE3JCP0,25131/03/202620/02/2026
ISA Energia BrasilISAE4JCP0,25131/03/202620/02/2026
Allied TecnologiaALLD3Dividendo0,42131/03/202630/01/2026
Moura DubeuxMDNE3Dividendo0,59231/03/202630/12/2025
MetisaMTSA3JCP1,131/03/20261/12/2025
MetisaMTSA4JCP1,2131/03/20261/12/2025
MultiplanMULT3JCP0,22531/03/202631/03/2025
DimedPNVL3JCP0,07531/03/202616/12/2024

Onde investir para buscar bons dividendos? Confira as principais recomendações do momento no Empiricus+

Se você está em busca das principais recomendações de investimento para o momento, está convidado a conhecer o Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

Essa é a sua chance de conhecer de perto as recomendações profissionais que podem moldar suas decisões de investimento.

Você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso, para testar a funcionalidade. Basta clicar aqui para liberar seu acesso:

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Equatorial (EQTL3) reporta resultados sólidos apesar do impacto de renováveis e redução de dividendos; confira análise do 4T25

Como de costume, a Equatorial (EQTL3) apresentou resultados ajustados sólidos no 4T25, impulsionados mais uma vez pelo bom desempenho em distribuição, mas afetado por baixas contábeis no segmento de renováveis.

Resultado segmentado da Equatorial no 4T25

No segmento de distribuição, de longe o mais relevante, o ebitda ajustado atingiu R$ 2,9 bilhões, alta de 18% na comparação com o 4T24, reflexo de maior energia distribuída, bom controle de gastos gerenciáveis (crescimento de 8%, abaixo da receita) e bom desempenho tanto no controle de perdas de energia (-0,2 p.p. vs 4T24) como nas perdas com inadimplência (-0,7 p.p. vs 4T24).

Seguindo a tendência dos últimos trimestres, o segmento de renováveis apresentou mais um resultado ruim, afetado pelas restrições de operação (curtailments). Com esses efeitos adversos, a geração consolidada de energia recuou 11,2% frente ao 4T24, provocando uma queda de 8,8% no ebitda, que atingiu R$ 225,8 milhões.

Importante destacar que a sequência de resultados decepcionantes causadas pelas restrições impostas pelo regulador fizeram a Equatorial reconhecer uma baixa de R$ 3,5 bilhões para os ativos renováveis. Por outro lado, a companhia também reconheceu um ganho de capital de R$ 2,2 bilhões da venda dos ativos de transmissão.

No segmento de saneamento (concessão da CSA no Amapá), o ebitda saiu de R$ 1,4 milhão no 4T24 para R$ 7,9 milhões no 4T25, ajudado principalmente pelo controle de gastos.

Além disso, a companhia também reconheceu R$ 394 milhões na linha de ebitda referente à participação na Sabesp, que segue mostrando melhorias.

No consolidado, o ebitda ajustado atingiu R$ 3,5 bilhões, alta anual de 10,5%. Excluindo participações (como é o caso da Sabesp), o número chegou a R$ 3,1 bilhões, sólido e ligeiramente acima das estimativas.

O resultado financeiro da Equatorial piorou R$ 321 milhões, reflexo de maiores juros e endividamento. Ainda assim, vale destacar a redução da relação da dívida líquida/ebitda, que caiu de 3,3x para 2,6x, reflexo da venda dos ativos de transmissão.

Por fim, o lucro líquido ajustado ficou em R$ 802 milhões, queda de 20,7%, atrapalhado pela não contribuição de transmissão no período, e efeitos negativos mencionados em renováveis e resultado financeiro, parcialmente compensados pelas contribuições de distribuição e Sabesp.

Dividendos de EQTL3

Além dos resultados, a Equatorial também informou que seu Conselho de Administração aprovou a redução do dividendo obrigatório, que passará de 25% para 1% do lucro líquido anual.

Como a Equatorial não é uma grande pagadora de dividendos, essa mudança não representa uma grande alteração na tese. Além disso, ela deve aumentar a flexibilidade financeira para que a companhia tenha maior capacidade na disputa por novos ativos, tanto em saneamento como em distribuição de energia.

Aliás, é justamente esse apetite por crescimento que faz da Equatorial uma tese que se encaixa tão bem em uma das carteiras da Empiricus Research.

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Investimentos para jovens: por onde começar a investir na bolsa de valores?

É comum que pais investidores estimulem e procurem as melhores oportunidades para que seus filhos possam investir na adolescência, sob boas orientações.

Olhando no longo prazo, ensinar o jovem a investir e lidar com finanças é uma medida educativa interessante. Além de aprender o valor do dinheiro, ela também pode vir a colher bons frutos no futuro.

É sempre bom lembrar que, para começar a investir antes dos 18 anos, menores de idade devem estar sempre sob supervisão dos responsáveis.

Qual é a carteira recomendada para que os jovens invistam na bolsa de valores?

Na visão do analista da Empiricus Research, Ruy Hungria, começar a investir na infância ou adolescência – sob orientação dos pais – pode trazer ganhos desde cedo.

“Nunca é tarde para começar, mas quanto antes qualquer pessoa começar a investir, melhor, pois ela conseguirá potencializar o efeito de juros sobre juros que os investimentos proporcionam e mais cedo conseguirá atingir sua liberdade financeira”, afirma Hungria.

Na hora de escolher os investimentos, o analista explica que tudo vai depender do valor disponível e do perfil do investidor, ou de seus responsáveis, para gerenciar o patrimônio.

“A classe de ativos dependerá do apetite por risco de cada um. Quem está no início da trajetória e tem foco maior em construção de patrimônio, é importante ter uma exposição maior a ações de empresas boas e com capacidade comprovada de crescimento”, indica o analista.

Nesse aspecto, Hungria aponta a carteira “As Melhores Ações da Bolsa” como uma boa alternativa.

“As Melhores Ações da Bolsa” são um bom passo inicial, segundo analista

O sucesso da série “As Melhores Ações da Bolsa” da Empiricus Research não é de hoje. Esta carteira é especialmente focada em empresas “compounders” da Bolsa brasileira, que entregam bons resultados sistematicamente. Atualmente, ela conta com 10 ações nacionais que combinam solidez e potencial de valorização em diversos setores, como:

  • Energia;
  • Financeiro;
  • Saúde;
  • Serviços;
  • Bem-estar.

A alocação em diferentes segmentos permite a redução do chamado “risco diversificável” de mercado. Para investidores jovens, esse tipo de alocação é interessante, pois ele tende a ser mitigado na mescla de empresas cujos desempenhos estão pouco correlacionados.

Por exemplo, se uma carteira conta com apenas empresas de logística e o preço dos combustíveis sobe drasticamente, a tendência é que todas elas sejam prejudicadas. Por outro lado, empresas de petróleo, tendem a lucrar mais com a venda de combustíveis a preços elevados.

Assim, se um portfólio hipotético investir tanto em uma empresa de logística como em uma petroleira, a tendência é a de que haja um equilíbrio e as perdas são diluídas.

QUERO CONHECER A LISTA COM ‘AS MELHORES AÇÕES DA BOLSA’

Jovens podem investir em small caps? Entenda como as ações iniciantes se encaixam nesse perfil de investidor

Na visão do analista Ruy Hungria, uma outra opção que pode ser interessante para investir ainda jovem são as small caps, ações de empresas com um valor de mercado relativamente baixo, geralmente negociadas por menos de R$ 2 bilhões no Brasil.

São papéis de empresas menores e menos conhecidas, com potencial de alta relevante por ainda não serem muito “notadas”. Porém, conforme ressalta o analista, elas também apresentam maior risco.

Na Empiricus, Hungria também lidera a carteira “Microcap Alert” focada nesses ativos, e reforça a mensagem: deve-se investir uma parte bem menor do portfólio nesses ativos. No histórico do portfólio, desde sua criação em julho de 2014, o portfólio já valorizou 539,39%, o equivalente a multiplicar um investimento em mais de 6 vezes.

Ou seja, se um adolescente tivesse começado a investir aos 15 anos, cerca de R$ 1 mil na época, atualmente já teria consolidado uma valorização de pelo menos R$ 6.390 – além de possíveis dividendos e eventuais aumentos de posição na carteira.

A boa notícia é que se você ficou interessado em conhecer de perto a carteira das “Melhores Ações da Bolsa” e/ou de “Microcap Alert”, as duas estão disponíveis em um “combo” só. Veja os detalhes a seguir de como acessar.

Empricus+: 11 assinaturas para investir a partir de agora e diversificar o patrimônio

O novo produto estilo “streaming” da Empiricus chega ao mercado com a proposta de multiplicar as oportunidades de diversificação de patrimônio para todos os seus assinantes.

Dessa forma, com um único acesso, você poderá explorar as principais recomendações de investimento dos analistas. São portfólios de ações, fundos de investimento, renda fixa e trading, para todos os tipos de estratégias com as classes de ativos, incluindo as carteiras de “As Melhores Ações da Bolsa” e a “Microcap Alert”

O Empiricus+ atualmente oferece duas opções de planos aos investidores:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso às principais carteiras da casa. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

Além disso, a Empiricus+ acredita tanto em seu compromisso de buscar as melhores ideias de investimento que está oferecendo 7 dias de acesso gratuito.

Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para a estratégia de investimento. Se não gostar, é só pedir o cancelamento e o seu dinheiro será reembolsado.

Esta é uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país.

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MCMV: novo teto de renda traz gás para Direcional (DIRR3) e outras ações do setor

Nesta terça-feira, o Conselho do FGTS aprovou uma nova rodada de ajustes no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), com aumento dos limites de renda em todas as faixas, além da elevação do teto dos imóveis nas Faixas 3 e 4.

Em resumo, os limites de renda foram elevados para R$ 3.200 na Faixa 1 do Minha Casa Minha Vida (+12%), R$ 5.000 na Faixa 2 (+6%), R$ 9.600 na Faixa 3 (+12%) e R$ 13.000 na Faixa 4 (+8%). O valor máximo dos imóveis foi ampliado para até R$ 400 mil na Faixa 3 (+14%) e até R$ 600 mil na Faixa 4 (+20%).

Está previsto um aumento de R$ 500 milhões nos subsídios (para cerca de R$ 13 bilhões), além da possibilidade de uso mais amplo do Fundo Social, que poderá financiar também a Faixa 4 a partir do segundo semestre de 2026.

Como mudanças do Minha Casa, Minha Vida podem impactar as vendas de imóveis?

A expectativa é de impacto positivo nas vendas do setor. Com mais famílias elegíveis e maior capacidade de financiamento, a tendência é de continuidade da demanda por imóveis e, consequentemente, as construtoras podem dar andamento ao forte ritmo de lançamentos dos últimos períodos.

De modo geral, as mudanças já eram antecipadas pelo mercado, mas reforçam uma leitura positiva para o setor de habitação popular.

O cenário é favorável para construtoras com maior exposição ao segmento de baixa renda, que se beneficiam diretamente do aumento do público atendido, e para aquelas com atuação nas faixas intermediárias, onde o ganho de poder de compra foi relevante.

Entre as nossas preferências, destacamos o efeito positivo para a Direcional (DIRR3), que está bem posicionada nessas frentes e oferece ponto de entrada interessante após correção recente nas ações.

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‘Antes tarde do que mais tarde’, Claro compra fatia majoritária da Desktop (DESK3); o que fazer com as ações agora?

Após meses de conversas, a Desktop (DESK3) anunciou a venda de 73% de suas ações para a Claro, avaliando a companhia em R$ 4 bilhões, ou R$ 2,4 bilhões excluindo sua dívida líquida, o que corresponde a R$ 20,82 por ação. 

A compradora deverá realizar uma OPA para as ações remanescentes, e a transação está sujeita à aprovação dos órgãos responsáveis (CADE e Anatel), além da Assembleia Geral Extraordinária, que ainda será definida pela companhia. Isso combinado com o fato de o valor proposto não ser ajustado por CDI deve se refletir em um desconto ao valor por ação oferecido pela Claro, pelo menos por enquanto.

Com forte presença no interior de São Paulo e destaque no Estado mesmo quando comparada com as Big Telcos, a Desktop ajudará a Claro em seu objetivo de ser a provedora líder do Estado, além de tornar sua infra mais competitiva e moderna, aumentando inclusive sua capacidade de oferecer serviços de FTTH (fiber to the home).

Embora a transação não fosse o alicerce da nossa tese em Desktop, a OPA levará as ações a um patamar próximo ao que estimávamos no caso de um M&A. Por ora, a ação DESK3 segue entre as recomendações da Empiricus Research.

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Cyrela (CYRE3) mantém rentabilidade sólida no 4T25, apesar de ajustes; vale a pena investir?

Nesta quarta-feira (19), a Cyrela (CYRE3) divulgou seus resultados referentes ao 4T25, com desempenho misto, influenciado por fatores não recorrentes.

Conforme antecipado na prévia, os lançamentos somaram R$ 3,3 bilhões (%CBR), queda de 32% em relação ao 4T24, período marcado por projetos de maior porte. No acumulado de 2025, porém, os lançamentos cresceram 35%, evidenciando uma base ainda robusta ao longo do ano.

Vendas líquidas da Cyrela caem mais de 30% no ano, mas receita segue em ascensão

As vendas líquidas contratadas atingiram R$ 3,3 bilhões no trimestre (R$ 2,4 bilhões na %CBR), recuo de 32% na comparação anual. Apesar do menor ritmo de vendas, influenciado pela desaceleração no volume de lançamentos ao final do ano e pelo ambiente macroeconômico, a VSO permaneceu em patamar satisfatório, em torno de 38%.

Na demonstração de resultados, a receita líquida da Cyrela somou R$ 3,2 bilhões no trimestre, crescimento de 29% frente ao 4T24 e de 52% em relação ao trimestre anterior, decorrente do avanço e de ajustes no reconhecimento de receita.

A margem bruta ajustada permaneceu em nível saudável, em 33,7%, praticamente estável na comparação anual, mas com retração de 1,6 p.p. na base trimestral, influenciada pela concentração de vendas de unidades específicas (studios e loja), com preço de venda por m² inferior ao praticado pela companhia em um dos projetos.

O resultado a apropriar, indicativo da projeção futura de resultados, aumentou 16% no período, com leve retração de margem, o que deve ser monitorado, dada a dinâmica de mercado nas praças em que a Cyrela atua

Na última linha, o lucro líquido da Cyrela atingiu R$ 682 milhões, avanço de 37% na comparação anual, com ROE de 22,3%, evidenciando elevada rentabilidade mesmo em um cenário mais restritivo de demanda.

Houve uma breve queima de caixa operacional no trimestre, mas a linha final foi favorecida pelo recebimento de dividendos das companhias investidas (Cury e Lavvi). Vale citar que a própria Cyrela promoveu uma devolução de capital relevante no ano passado, o que levou o indicador dívida líquida/PL para próximo de 20%.

Análise: O que tiramos do desempenho da CYRE3 no 4T25?

De forma geral, a Cyrela segue se destacando pela qualidade de execução e capacidade de preservar rentabilidade ao longo do ciclo. O setor de média/alta renda convive com alguns desafios de curto prazo, como o patamar restritivo de financiamento imobiliário e o aumento do nível de estoque em São Paulo. Ainda assim, a companhia consegue manter solidez em seus números, com maior participação no segmento econômico (MCMV), em especial.

Apesar do curto prazo menos favorável, a tese de CYRE3 permanece bem descontada, com múltiplos P/L e P/B de 5 vezes e 0,95 vez para 2026, respectivamente, sendo um veículo interessante para captura de valor em um ambiente de queda de juros.

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‘Kit Geopolítico’? Empiricus faz 8 mudanças em uma de suas carteiras; entenda cenário e veja como acessar atualização

O cenário macroeconômico passou por intensas mudanças em março. Isso porque, desde 28 de fevereiro, o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã e o fechamento do Estreito de Ormuz, trajetória relevante para o petróleo global, fizeram os preços dos combustíveis dispararam.

O impacto da commodity já afeta as expectativas para inflação e aumentam as projeções de um ciclo de flexibilização monetária menor. Evidência disso aconteceu nesta quarta-feira (18), pela decisão do Copom de cortar a taxa Selic em 0,25 pontos percentuais.

Nesta ótica, o analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, afirma que o portfólio Carteira Empiricus passou por algumas mudanças, mantendo-se dentro de um padrão otimista de alocação.

“Em um momento de piora das expectativas relativas ao afrouxamento monetário, entendemos como uma oportunidade readequar o portfólio, reduzindo nossa exposição à bolsa”, explica Spiess.

Empiricus zera e reduz participação em companhias da bolsa e aumenta exposição à renda fixa

Em relatório publicado na última quarta-feira (18), os analistas explicaram que diante do contexto macroeconômico já é possível observar uma piora nas expectativas de inflação futura.

Esse fator, tem impacto na trajetória da política monetária. Segundo os analistas, hoje, existe uma probabilidade não desprezível de Selic a 13,50% em 2026, o que torna o ambiente mais desafiador para ativos de risco, em especial os mais alavancados.

Revisando também suas projeções para o curto e médio prazo, os analistas notam um aumento da percepção de risco Brasil, especialmente em um ano de eleição presidencial.

Nesse contexto, resta a dúvida se haverá uma manutenção do ambiente de incerteza fiscal ou se é possível haver uma mudança no pêndulo político, pela escolha de um candidato mais “pró-mercado”.

Para isso, os analistas também condicionaram a nova montagem da carteira para papéis que teriam maior potencial para desempenhar diante de um rali eleitoral.  “Em um eventual rali eleitoral, associado a uma melhora das expectativas fiscais, os ativos domésticos podem se beneficiar”.

Diante desse contexto, os analistas fizeram algumas mudanças na Carteria Empiricus. No “book de ações” eles indicaram a venda das ações da Porto (PSSA3). Desde que foi recomendada neste portfólio, em setembro de 2024, o papel valorizou 44,6%.

Assim, diante da performance positiva e o risco de uma piora nos mercados, os analistas apontam que esse é um bom momento para realizar lucros com a seguradora.

Além dessa mudança, os analistas decidiram reduzir a posição de outras duas ações:

  • Uma ação de que subiu 51% no ano e pode se beneficiar da escalada do petróleo;
  • Uma holding que que pode sofrer com eventuais comunicados mais rígido do Copom, mas que tem um desconto de 27%

Após a redução, os analistas indicaram um redirecionamento de recursos para outros investimentos, que parecem continuar extremamente baratos e tendem a se valorizar de maneira similar em qualquer evento que sirva de gatilho para o Ibovespa. “Com pouco espaço para piora e uma assimetria interessante”, explica Spiess.

Além disso, os analistas fizeram ajustes no “book de renda fixa” com mudanças de ativos, visando aumentar a proteção dentro do portfólio. Ter todas essas explicações ao seu alcance pode ser uma grande “mão na roda” na hora de investir.

Para quem acompanha o trabalho dos analistas da Empiricus, sabe como a análise é feita meticulosamente e sempre levando em consideração os principais riscos e gatilhos de preço para se posicionar em um ativo – ou recuar.

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Preço do petróleo ‘não volta mais aos US$ 50’, diz analista que discute oportunidades de investimento nesse cenário

Com a escalada dos conflitos no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã, culminando no fechamento do estreito de Ormuz, o petróleo à vista (tipo brent) segue negociado acima dos US$ 100 nessa semana, maior patamar dos últimos 4 anos.

Nesse cenário, investidores podem se perguntar até onde os preços podem ir, ou se é possível esperar por uma queda, uma vez que os conflitos sejam apaziguados de alguma forma.

Por enquanto, não há nenhum sinal concreto de encerramento da guerra no Oriente Médio. Mas mesmo que acordos venham, é possível que o preço do petróleo não volte a ser o que era antes.

“Se o conflito terminasse amanhã e o estreito de Ormuz fosse liberado, mesmo em uma questão de sobreoferta, entendo que o petróleo não volta mais para a casa dos 45, 50 dólares. Esse cenário saiu de cena”, afirma Ruy Hungria, analista da Empiricus Research.

Ruy Hungria e Matheus Spiess, analista de macroeconomia da casa, comentaram o assunto no primeiro episódio da nova temporada do Empiricus PodCa$t, que foi ao ar no último sábado (14). Confira:

Em um mundo de conflitos, o petróleo segue sendo hedge geopolítico

Hungria explica que a guerra lembrou ao mercado que expectativas podem ser quebradas a qualquer momento, o que pode seguir refletindo no preço do petróleo por mais tempo.

“É simplesmente por conta de um prêmio de risco, o risco de que tenhamos uma quebra de oferta de alguma forma. Mesmo que o conflito passe, o mercado entendeu que não dá para tirar isso das contas. Essa incerteza já é suficiente para adicionar alguns dólares a mais ao valor do petróleo”, afirma.

“Estamos pulando de conflito em conflito. Não temos mais aquela janela prolongada de paz [no mundo]. Então, o petróleo serve de hedge geopolítico”, complementa Matheus Spiess.

O que esperar do preço do petróleo nos próximos dias?

Dada a volatilidade do cenário atual, ambos os analistas não cravam um teto de preço para o petróleo. Entretanto, a continuidade da alta não é descartada especialmente porque o governo iraniano tem interesse em escalar a guerra.

“É de interesse do Irã escalar, inviabilizando a passagem do estreito de Ormuz, por conta de seu papel fundamental na cadeia de suprimentos internacional. Não resta nada a eles, a não ser aumentar o custo econômico para o Ocidente”, afirma Spiess, que continua:

“Preços extremos são possíveis de acontecer, mas existe um cenário-base de que o conflito não dure tanto. Entretanto, não significa que não carreguemos consequências de um petróleo mais alto por algum tempo”.

Apesar disso, o analista conclui que o processo deve seguir a maior parte dos “exemplos históricos de choque geopolítico”. Isto é, a princípio, uma maior volatilidade, seguida de uma normalização nos mercados. Essa possível normalização é o ponto de maior atenção aos investidores.

“Diante dessa crise humanitária, podemos observar janelas de oportunidade para alguns ativos específicos”, conclui.

Nessas janelas de oportunidade, inclusive, há uma ação brasileira que tem sido uma das mais beneficiadas pela alta do petróleo, mas que, ao mesmo tempo, não depende desse rali para trazer boa performance.

‘Janela de oportunidade’: as ações brasileiras que podem se beneficiar do cenário atual

Dito isso, quais os “ativos específicos” recomendados pelos analistas no momento?

Ruy Hungria aponta que as petroleiras brasileiras têm se beneficiado desse cenário. Como a Petrobras (PETR4), por exemplo, que atualmente está presente em séries da Empiricus como Vacas Leiteiras e Double Income, focadas recomendações para dividendos e geração de renda extra.

Porém, a Petrobras está mais exposta ao risco político, segundo os analistas. Se o petróleo continuar subindo, o atual governo brasileiro pode se preocupar em não elevar o preço dos combustíveis.

“Combustível mais alto pega na popularidade do governo, que já está bem prejudicada ao longo dos últimos meses”, afirma Spiess. Consequentemente, é possível que “a conta da Petrobras não feche”.

Em contrapartida, a Empiricus também indica uma outra petroleira brasileira que não está exposta a esse risco e, ao mesmo tempo em que se beneficia da alta do petróleo, não depende apenas disso para gerar valor, favorecendo o ponto de entrada atual.

Essa empresa é uma “ótima geradora de caixa” e consegue “o operar com excelência a níveis de brent significativamente abaixo dos atuais”, independentemente do cenário atual, segundo o relatório.

Além disso, espera-se que seu custo de extração do petróleo fique em torno de US$ 8 por barril em 2026, valor considerado muito barato no setor. A empresa já está “ganhando muito mais dinheiro” atualmente, segundo Ruy Hungria.

“Essa empresa é a que mais gostamos, a melhor operadora entre as privadas, e tem uma grande expectativa de crescimento de produção. Ela, na verdade, é quem mais se beneficia dessa alta do petróleo”, conclui o analista no programa.

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Com Lula ou Flávio, com corte de 25 ou 50 pontos na Selic, essas ações vão performar bem, segundo analista; veja quais são

As expectativas do mercado para um corte de 25 pontos-base (bps) para a Selic nesta quarta-feira (18) estão mais temerárias. O principal detrator vem do agravamento do conflito no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo, jogando os preços da commodity para cima dos US$ 100 por barril.

Em dia de decisão do Copom, uma questão permeia entre os investidores em uma visão de médio prazo: como um corte de juros menor pode impactar as perspectivas para a bolsa brasileira em 2026?

Somado à incerteza monetária, o mercado também deve sentir nos próximos meses uma maior volatilidade com a aproximação das eleições presidenciais. Até o momento, as pesquisas eleitorais indicam um cenário dividido: de um lado, surge a possibilidade de um novo candidato potencialmente mais alinhado aos interesses do mercado; de outro, a permanência de Lula (PT), que pode prolongar o ambiente de incerteza fiscal.

Mas apesar desse cenário “nublado”, os analistas da Empiricus Research, apontam que existe um grupo específico de ações que deve performar bem, independentemente da magnitude do corte e do vencedor das eleições.  

Por que tentar ‘surfar’ o corte da Selic ou as eleições podem ser estratégias arriscadas?

Nos primeiros meses do ano a bolsa brasileira subiu 12% puxada (até o momento de publica deste texto), sobretudo, pela possibilidade de um início de ciclo de corte de juros em março. Contudo, nas últimas semanas, o cenário de “céu de brigadeiro” começou a mudar.

Além dos conflitos no Oriente Médio, que pressionam o petróleo e, consequentemente, a inflação, em fevereiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu 0,70%, ante um avanço de 0,33% em janeiro e acima das expectativas de 0,60% do mercado.

Diante do dado, nesta semana, o Boletim Focus elevou a previsão da taxa Selic para 12,25% em 2026.

Ou seja, nas projeções do mercado, o ciclo de corte de juros pode ser menor do que previsto anteriormente. Segundo os analistas da Empiricus, “isso muda bastante [o cenário] para as teses mais dependentes dos juros. Isto é, empresas com maior endividamento, ou aquelas que dependem muito do cenário macroeconômico ou do crédito ao consumidor, acabam sofrendo mais.”

Nesse contexto, é provável que ações de setores mais cíclicos como o varejo, construção civil e bens de capitais, não performem tão bem.

Além disso, outro fator que deve pesar sobre a bolsa este ano são as eleições. Ao que tudo indica, a disputa deverá ficar entre o atual presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Segundo os analistas, do ponto de vista do mercado, esta pode ser uma disputa binária. Isto é, uma vitória de Flávio poderia significar uma gestão econômica mais “pró-mercado”, com reformas estruturais importantes e, portanto, um melhor desempenho dos ativos de risco.

Contudo, um cenário de reeleição do atual presidente, poderia representar uma continuidade no ambiente de incerteza fiscal, o que pode impactar negativamente as ações, especialmente aquelas mais cíclicas.

Em resumo, adotar uma estratégia para “surfar” apenas o corte de juros ou a disputa eleitoral, pode trazer muita volatilidade para as carteiras nesse momento. Diante desse contexto, o investidor pode se sentir “sem saída”. Contudo, mesmo com todas essas incertezas no “radar”, os analistas daEmpiricus apontam um “caminho do meio” para buscar lucros.

Qual a estratégia recomendada pelos analistas da Empiricus para buscar lucros, agora?

Ruy Hungria, analista da casa aponta que, quando olhamos do ponto de vista dos juros, “já faz muito tempo que não estamos tão expostos a teses muito cíclicas. Estamos vendo uma desaceleração mais forte desde o fim de 2025, como apontam os balanços do quarto trimestre (4T25)”.

Da mesma forma, em se tratando do resultado das eleições, o analista aponta que, neste momento, ao tentar “surfar” uma possível vitória de qualquer um dos candidatos, o investidor irá se dedicar a uma tese que “se beneficie muito com um resultado, mas perca muito com outro”, quando o ideal seria tentar navegar bem em ambos os ambientes.

Segundo o analista, por enquanto as carteiras da Empiricus buscam um posicionamento mais equilibrado, com “teses mais sólidas, muitas utilities, empresas de energia e telecomunicação, que não tem muita variação de resultado.”

Mesmo com a Selic a 15% ao ano e as incertezas do cenário político, essas empresas estão entregando resultados sólidos, com boa geração de caixa e pagamento de dividendos.

Ruy, aponta que, essas ações podem não ser as mais beneficiadas com um corte eventual de até 3 pontos percentuais ao ano.  Apesar disso, elas devem continuar performando bem, “até mesmo em um cenário de corte menor do que o mercado precifica hoje”, comenta.

“Tudo isso não quer dizer que não existe espaço para teses vencedoras continuarem se valorizando, até porque as ações continuam relativamente baratas”, conclui o analista.

Ruy conta que, na carteira de dividendos que ele comanda, “Vacas Leiteiras”, muitas empresas “coxinhas” chegaram a subir 50% em 2025. Assim como explica Hungria, o foco da Empiricus é ter carteiras bem distribuídas para conseguir “surfar” em bom crescimento com o desenrolar do cenário e ainda navegar em períodos mais pressionados.

Para o investidor que se interessa em buscar teses bem planejadas agora, a casa de análise preparou uma “promoção” que apresento a seguir.

11 assinaturas por 1: veja como acessar as principais carteiras da casa por R$ 14,90 x 12

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Desktop (DESK3) provou o valor da sua estratégia com ganhos de margens e boa conversão de caixa; veja análise do 4T25

A Desktop (DESK3) apresentou seus resultados do 4T25 e mostrou os benefícios do seu maior foco em geração de caixa, com baixas conexões líquidas sendo mais do que compensada por melhora de margens.

O foco na preservação de caixa fez a companhia desacelerar ainda mais as adições líquidas, que marcaram 9 mil conexões no 4T25, o menor nível desde que cobrimos DESK3, mas já antecipado nas divulgações mensais da Anatel. Apesar dos números fracos, um ponto positivo foi o patamar recorde de vendas digitais, que atingiu 63% e permitiu uma redução interessante de gastos com pessoal.

Crescimento da Desktop no 4T25

Com um crescimento de +7% na base de acessos, a companhia registrou 1,2 milhão de casas conectadas, levando a uma receita de R$ 316 milhões no 4T25, +8% na comparação anual.

A redução em gastos com pessoal, marketing, renegociação de terceiros e créditos fiscais resultaram em um recuo relevante dessa linha, permitindo um crescimento do ebitda maior do que a receita, para R$ 182,4 milhões (+21%), com ganho de 6 p.p. de margem, para 58%.

Ao longo dos trimestres a companhia também tem mostrado uma boa conversão de ebitda em fluxo de caixa operacional – esse número atingiu 95% no 4T25. A métrica FCO após o capex ajustado atingiu R$ 99 milhões, aumento expressivo de +32% frente ao 3T25, mostrando resultados claramente positivos da desaceleração de adições.

Análise de DESK3: comprar ou vender?

Apesar dessa melhora operacional, a última linha do resultado foi pressionada pelo aumento da depreciação (+19%), apesar de não ter efeito caixa, e piora do resultado financeiro com aumento dos juros e pré-pagamento de debêntures. Assim, o lucro líquido ajustado atingiu R$ 42,5 milhões (-21%) com margem de 13% (-5 p.p.).

Vale ressaltar que a alavancagem segue em níveis saudáveis de 2,2x dívida líquida (considerando arrendamento)/ebitda e, devido ao bom trabalho de liability management, o spread da dívida saiu de CDI + 1,3% para CDI +0,4%.

Apesar de as baixas conexões líquidas continuarem como uma preocupação do mercado, a companhia mostrou que é possível apresentar boa evolução de margens e geração de caixa mesmo neste cenário. DESK3 segue com recomendação de compra na Empiricus Research.

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CSN (CSNA3), Gerdau (GGBR4) e Usiminas (USIM5): siderúrgicas ‘derretem’ na bolsa, após os resultados do 4T25; ainda vale investir no setor?

As siderúrgicas brasileiras começaram o pregão no positivo nesta segunda-feira (16). O movimento parece começar a reverter as fortes perdas da semana passada, impactadas por um quarto trimestre (4T25) de poucos destaques.

Na sexta-feira (13), a CSN (CSNA3) protagonizou a maior queda da semana, com as ações derretendo -20,4% no período, após oresultado do 4T25 divulgado no dia anterior (12). Em paralelo, Gerdau (GGBR4) caiu -4,8% e Usiminas (USIM5), -3,3%, na semana entre 9 e 13 de março.

Conforme explica o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria, a falta de uma proteção contra um alto volume de importação do aço, principalmente da China, impacta as empresas. Assim, os números no vermelho refletem um contexto setorial difícil no Brasil, com uma forte pressão sobre os preços e volumes ociosos.

Diante desse cenário, muitos investidores se questionam se vale a pena ter ações de siderurgia na carteira, neste momento. Na avaliação de Hungria, apenas uma delas vale compra.

A seguir, o analista comenta sobre o desempenho das três empresas mencionadas e aponta o que fazer com esses ativos.

Endividamentos impactam balanços de Usiminas e CSN

No 4T25, Usiminas e CSN reportaram resultados operacionais fracos, impactados pelos preços realizados mais baixos no aço e pressão de custos.

  • Uniminas: registrou prejuízo líquido de R$ 2,9 bilhões em 2025, ante lucro líquido de R$ 3 milhões em 2024;
  • CSN: o prejuízo líquido somou R$ 1,5 bilhão em 2025, -2% em relação ao acumulado de 2024.

Já no quesito de endividamento, Usiminas conseguiu reduzir para 0,22x o múltiplo Dívida líquida/Ebitda, em comparação com 0,81x no 4T24. Enquanto isso, a CSN viu o mesmo indicador aumentar de 3,1x para um patamar de 3,47x Dívida líquida/Ebitda.

Na visão de Hungria, os resultados das companhias reforçam a necessidade de medidas protecionistas. Segundo ele, deve haver avanços por parte do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), para reconhecer que em alguns produtos importados da China há indícios de dumping.

Ou seja, que empresas podem estar comercializando um produto por um preço abaixo do custo para eliminar o produto, sem ter margem para concorrer.

O mal desempenho das duas empresas, entretanto, difere do resultado da Gerdau. Segundo Hungria, isso acontece especialmente por um fator: “CSN e Usiminas não têm a diversificação geográfica da Gerdau”.

Gerdau: diversificação geográfica ‘segura o piano’ no balanço do 4T25

Em comparação com as concorrentes, Hungria destaca que o resultado da Gerdau no 4T25 foi melhor. No Brasil, as vendas totais da Gerdau cresceram +2,4% em relação ao 4T24. Mesmo com o aumento no volume, o cenário desafiador levou a receita a uma queda de -7,6%, para R$ 7,2 bilhões.

Por outro lado, a operação da América do Norte sustentou o resultado financeiro, impedindo de ter uma queda maior. Na região, os números de venda e receita saltaram 13,9% e 15,4% respectivamente.

Ainda com o “empurrãozinho”, a Gerdau encerrou o trimestre em prejuízo de -R$ 1,3 bilhão. “O resultado foi impactado por baixas contábeis de aproximadamente -R$ 2 bilhões, sem efeito caixa, refletindo o ambiente mais desafiador no Brasil. Ajustando esses efeitos, o lucro líquido total da Gerdau teria atingido R$ 670 milhões, estável na comparação com o 4T24”, explica Hungria.

Apesar da queda, o analista ressalta mais pontos positivos da empresa: “Entendemos que a Gerdau tem a melhor gestão e a melhor disciplina no setor. Gostamos do papel e vejo que está com um valuation barato”, afirma. 

Mesmo com um ambiente ainda desafiador no Brasil, o analista enxerga que as ações da Gerdau continuam mostrando as vantagens de sua diversificação geográfica. Assim, GGBR4 segue como recomendação nas carteiras de dividendos e renda passiva da Empiricus Research.

Além de GGBR4: acesse as principais carteiras da Empiricus Research e tenha uma recomendação completa de onde investir

Dentro do setor de siderurgia, a Gerdau é o destaque na lista de indicações da Empiricus no momento. Além de resistir a cenários mais adversos, a companhia também apresenta uma boa perspectiva para distribuição de dividendos.

Por isso, ela está presente em duas das principais séries da casa: Double Income e Vacas Leiteiras, com foco em geração de renda extra e distribuição de proventos, respectivamente.

A boa notícia é que você pode conhecer a tese completa por trás da recomendação de Gerdau e outras companhias destas carteiras de uma maneira prática e sem promessas vazias, através do Empiricus+.

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Eucatex (EUCA4) entrega mais um resultado forte ‘surfando’ com Minha Casa Minha Vida; veja análise

A Eucatex (EUCA4) divulgou resultados fortes referentes ao 4T25, em linha com a evolução que já vinha sendo mostrada nos últimos trimestres.

A receita líquida da Eucatex cresceu +3,1% frente ao 4T24, para R$ 777 milhões, ajudada principalmente pelo segmento de construção civil (+7,8% a/a), que segue surfando o bom momento do programa Minha Casa Minha Vida. O segmento de exportação foi impactado pela desvalorização do dólar e pelas tarifas de 50% nos Estados Unidos, ainda assim apresentou crescimento de +3,3% no período. Por fim, o segmento de indústria moveleira e revenda apresentou recuo de -0,6% na comparação com o 4T24, reflexo da estratégia da companhia em focar em produtos com maior valor agregado, o que pode ser observado na melhora de margens.

Eucatex ganha margem no 4T25

Ajudada por esse direcionamento, pelo impacto positivo do câmbio nos custos de matéria-prima importada e pela variação positiva dos ativos biológicos (sem efeito caixa), a margem bruta subiu +3,4 p.p.

Parte desse ganho de margem foi perdido por conta do aumento de despesas no período (+14% vs 4T24), reflexo de maiores gastos com desenvolvimento de lideranças e transformação digital.

Ainda assim, o ebitda da Eucatex apresentou evolução de +14,7%, chegando a R$ 189,2 milhões, com ganho de +2,5 p.p. de margem. Por fim, a companhia apresentou um lucro líquido recorrente de R$ 66,9 milhões, ajudada pela melhora do ebitda e do resultado financeiro, parcialmente compensada por maior pagamento de impostos.

O endividamento segue bastante controlado (0,8x), e a gestão aproveitou a oportunidade para apresentar o plano de investimentos para 2026. A expectativa é de um aumento relevante de R$ 410,8 milhões em 2025 para R$ 495,2 milhões em 2026, que envolvem aumento da área florestal e investimentos em novos equipamentos para aumentar o valor agregado dos produtos, decisão acertada em nossa visão.

Por 6x lucros e mostrando evolução consistente de resultados, as ações da Eucatex seguem com recomendação de compra.

  • LEIA MAIS: Carteira que “copia” estratégia que rendeu 196% do CDI em 2025 agora está com acesso liberado; veja como receber 

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Dividendos da semana: Gerdau (GGBR3) e Petrobras (PETR4) pagam proventos entre os dias 16 e 20 de março; fique ligado

A próxima semana promete ser movimentada para investidores da bolsa brasileira. Dois grandes nomes do mercado nacional, Gerdau (GGBR4) e Petrobras (PETR4), têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) programados para distribuição aos seus acionistas.

No caso da Gerdau, os proventos serão distribuídos para ambos os tickers (GGBR3 e GGBR4), além de contemplar os investidores da Metalúrgica Gerdau (GOAU4), sua holding.

Para a Petrobras, há pagamentos de dividendos para o ticker PETR4, e dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) para o ticker PETR3.

Preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para a semana, para que você marque na sua agenda. Veja a seguir.

Dividendos da semana: não esqueça desses detalhes

Antes de passar ao calendário da semana, vale trazer dois pontos importantes à atenção do investidor:

  1. “Data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos;
  2. Tributação: JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.
EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
Unifique FIQEDividendo0,07816/03/202629/12/2025
Gerdau GGBR4Dividendo0,1018/03/202610/3/2026
Gerdau GGBR3Dividendo0,1018/03/202610/3/2026
Metalurgica GerdauGOAU4Dividendo0,0519/03/202610/3/2026
Metalurgica GerdauGOAU3Dividendo0,0519/03/202610/3/2026
PetrobrasPETR3Dividendo0,29620/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR4Dividendo0,29620/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR3JCP0,17520/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR4Dividendo0,17520/03/202622/12/2025

Empiricus+: em um só lugar, conheça todas* as recomendações de investimento da Empiricus para este mês

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Priner (PRNR3) supera expectativas de receita do 4T25, apesar de resultado aquém do potencial; confira análise

A Priner (PRNR3) divulgou seus resultados do 4T25 com números aquém do potencial, apesar de ter apresentado um crescimento de receita acima das expectativas. O quarto trimestre é sazonalmente um trimestre favorável para a companhia, pois costuma ter uma maior concentração de projetos em execução. Com impulso de atividades offshore e de inspeção, a receita marcou R$ 473,7 milhões, alta de +12,9% vs 4T24.

Ponto positivo no balanço de 4T25

Um ponto positivo do resultado foi o aumento da receita líquida per capita, que cresceu +3,5% na comparação anual e +5,4% vs 3T25, para R$ 19,8 mil. O aumento da participação da unidade de mineração deve trazer melhora adicional deste indicador, já que a operação é intensiva em maquinário.

Já na linha de custos, o aumento de materiais de consumo, depreciação e aluguel pesaram no lucro bruto, que recuou -11,4% para R$ 90,6 milhões com perda de -5,2 p.p. de margem, que marcou 19,1%.

Por outro lado, a companhia conseguiu compensar parcialmente essa pressão com uma diluição de despesas, que melhorou em 2 p.p. na participação da receita. Assim, o ebitda somou R$ 62 milhões, com margem de 13,1%, +3,3% e -1,2 p.p. respectivamente na comparação anual.

PRNR3: Comprar ou vender?

No resultado financeiro, o impacto do aumento da Selic e juros relacionados a M&A levaram a linha de -R$ 20,6 milhões no 4T24 para -R$30,8 milhões no 4T25. A alavancagem ficou em 2,32x frente a 1,88x no 4T24, aumento explicado pelas expansões inorgânicas. Inclusive, sobre esse assunto, os executivos sinalizaram que já possuem dois M&As mapeados, mas preferem aguardar a alavancagem diminuir para realizar novos movimentos – decisão correta, em nossa visão.

Por fim, a companhia registrou um lucro líquido de R$ 0,8 milhão vs R$ 21,3 milhões no 4T24,

Os números do 4T25 (e de 2025 como um todo) ficaram aquém do potencial de Priner, afetados principalmente pelo adiamento de licitações em Montagem Industrial. Por outro lado, a normalização deste segmento e a recente aquisição da Semep tendem a trazer uma forte retomada nas operações de mineração em 2026.

Com um backlog robusto, perspectiva de melhora de resultados pela frente, e um múltiplo atrativo (5,2x valor da firma/ebitda), seguimos com recomendação de compra para Priner.

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30% de desconto nas principais séries da Empiricus Research: conheça o novo ‘streaming’ da casa com 11 assinaturas

Na semana do consumidor, a Empiricus Research oferece um combo especial para quem quer investir melhor e sob boas orientações. São diversas estratégias reunidas em um único pacote: carteiras de ações, fundos imobiliários, títulos de renda fixa, day trade, small caps.

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SLC Agrícola (SLCE3) está na contramão do setor com crescimento e forte geração de caixa; confira análise do 4T25

A SLC Agrícola (SLCE3) reportou resultados operacionais sólidos, dado o contexto do setor, com crescimento de receita e forte geração de caixa. Com um avanço importante de milho (volume e preço), além de caroço de algodão e rebanho bovino, a companhia apresentou um top-line robusto de R$ 2,3 bilhões, alta de +15% vs 4T24. Inclusive, o milho foi destaque positivo de produtividade com 8,3 mil kg/ha, acima das projeções da companhia e +27,8% acima da média do mercado.

Resultados por produto da SLC Agrícola

O recuo do resultado bruto de algodão (que tem maior representatividade para a companhia) foi mais do que compensado pela queda do custo unitário de soja e milho, e o lucro bruto ajustado alcançou R$ 828,7 milhões, crescimento de +14,8%, com margem estável em 36,5%.

Para a próxima safra, o milho deve continuar ajudando o consolidado, apesar de o impacto negativo de algodão continuar por conta do aumento de chuvas no período de plantio.

O aumento de despesas com frete e consultoria por conta das aquisições elevou a participação da linha sobre a receita em +1,7 p.p. Com ajustes dos ativos biológicos (sem efeito caixa) e gastos de M&A (não recorrente), o ebitda somou R$ 633,1 milhões com margem de 27,9% (+3,6% e -3 p.p. vs 4T24).

Na linha financeira, a valorização do real causou um efeito positivo, levando o resultado de -R$373,1 milhões no 4T24 para -R$ 355,9 milhões. No fim, a companhia mostrou um prejuízo de -R$ 70,8 milhões, em comparação a -R$51,4 milhões no 4T24.

Além do desempenho de milho, outro destaque positivo do trimestre foi a forte geração de caixa operacional que expandiu +5,2% na comparação anual, marcando R$ 736,4 milhões. Por outro lado, o caixa livre ajustado caiu -12%, para R$ 549,1 milhões, por conta dos investimentos em expansão, mesmo assim a alavancagem caiu de 2,34x no 3T25 para 1,97x dívida líquida/ebitda.

Conflitos no Oriente, alta de fertilizantes: o que pode impactar a SLC em 2026?

Apesar de resultados melhores do que o esperado, possíveis efeitos indiretos do conflito no Oriente Médio têm levantado preocupações sobre a tese. Na teleconferência de resultados, os executivos ressaltaram que a compra para a próxima safra não será realizada neste momento de instabilidade, e que a aquisição pode ser postergada até setembro, o que pode trazer alguma normalização de preços – algo parecido com o que ocorreu no conflito na Ucrânia.

Além disso, vale ressaltar que, assim como o preço dos fertilizantes aumentou, o preço dos grãos também tende a mostrar valorização, o que compensa em partes o efeito negativo – na verdade, isso já está acontecendo.

Para finalizar, sobre a escalada do preço de diesel, os executivos foram enfáticos em dizer que não observaram impactos na operação, e que possuem contratos diretos com as distribuidoras para reduzir esse efeito. 

Expectativas para SLCE3

Para a safra 2025/2026, a companhia projeta um aumento de custos +9,2%, mas que tendem a ser compensados pelo aumento de produtividade do milho, além de uma possível redução da safra americana (que está mais exposta à escalada dos fertilizantes no curto prazo, dado o calendário de plantio).

Em um contexto setorial ainda difícil, com preços de grãos depreciados e custos em alta, SLC mostrou mais uma vez resultados sólidos, que evidenciam seus diferenciais competitivos. Por 6x lucros e 4,5x valor de firma/ebitda esperados para o ano, SLCE3 permanece com recomendação de compra.

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Moura Dubeux (MDNE3) mantém trajetória de crescimento firme com lucro 149% maior no 4T25; confira análise

Nesta quarta-feira (11), a Moura Dubeux (MDNE3) divulgou seus resultados referentes ao 4T25, encerrando um ano marcado por forte crescimento operacional e evolução relevante de resultados. De forma geral, os números vieram acima das estimativas do mercado.

No campo operacional, a companhia lançou três projetos no trimestre, totalizando R$ 988 milhões em VGV líquido, mais que o dobro do volume registrado no mesmo período de 2024. No acumulado do ano, os lançamentos atingiram R$ 4,6 bilhões, crescimento de 80,7% frente a 2024.

As vendas e adesões líquidas somaram R$ 698 milhões no trimestre, avanço de 34,1% na comparação anual. No acumulado de 2025, as vendas líquidas atingiram R$ 3,5 bilhões, crescimento de 47% frente ao ano anterior, enquanto o VSO em 12 meses permaneceu elevado em 51,7%, indicando boa liquidez do portfólio. Apesar do aumento nominal do estoque no período, o indicador de meses de cobertura permaneceu saudável, em 10 meses.

Como foi o desempenho financeiro da Moura Dubeux no 4T25?

No âmbito financeiro, a receita líquida da Moura Dubeux atingiu R$ 704 milhões no 4T25, crescimento de 91,6% frente ao 4T24. O desempenho foi impulsionado principalmente pelo modelo de condomínio, por meio do reconhecimento de receitas relacionadas à comercialização de três terrenos.

A margem bruta ajustada foi de 33,7%, patamar dentro da faixa histórica da companhia, embora 9,3 p.p. abaixo do período anterior — recuo explicado pelo formato de aquisição do terreno dos projetos reconhecidos neste trimestre. No acumulado do ano, o indicador foi de 36,4%, cerca de 1 p.p. acima de 2024.

O EBITDA ajustado alcançou R$ 138 milhões, crescimento de 159% na comparação anual e margem de 19,6%, refletindo a expansão da receita e a diluição das despesas operacionais.

Na última linha, o lucro líquido da Moura Dubeux totalizou R$ 112 milhões, avanço de 148,9% frente ao 4T24. No acumulado do ano, o lucro atingiu R$ 420 milhões, crescimento de 67,4%, com ROAE de 27,5%.

A companhia reportou uma leve queima de caixa e encerrou o período com dívida líquida de R$ 324 milhões, equivalente a 21,4% do patrimônio líquido. Como evento subsequente, a Moura Dubeux realizou em janeiro um follow-on que captou aproximadamente R$ 483 milhões, reforçando sua flexibilidade financeira para sustentar o crescimento.

De forma geral, os resultados do 4T25 confirmam o forte momento operacional da Moura Dubeux, sustentado pelo modelo de condomínio e pela recente entrada em projetos enquadrados no Minha Casa Minha Vida (MCMV). Negociando a aproximadamente 5,5 vezes lucros para 2026, as ações permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Smart Fit (SMFT3): ações sobem cerca de 2% nesta quarta (11), após resultados ‘em forma’ no 4T25: hora de comprar? Confira análise

A Smart Fit (SMFT3) divulgou os resultados do 4T25 com números em geral próximos às expectativas nossas e do mercado. A empresa entregou mais um trimestre de expansão, chegando a mais de 2000 academias e um crescimento de 26,5% a/a na receita. 

A receita da Smart Fit de R$ 1,95 bilhão veio em linha com nossas expectativas. O número decorre principalmente do incremento de 12% no ticket médio e aumento de 7% a/a na base de alunos, que por sua vez é explicado pelas novas academias abertas e pelo amadurecimento das unidades mais jovens.  A margem bruta foi de 49,9%, estável em relação ao 4T24. 

Smart Fit Brasil e outros negócios

A receita da rede Smart Fit Brasil foi de R$ 611 milhões (+17% a/a), ligeiramente abaixo das nossas expectativas. Com pressão nos custos, o lucro bruto foi de R$ 266 milhões (+9,7% a/a). A margem bruta foi de 43,5%, queda anual de -2,8 p.p., explicada principalmente pela maior concentração de aberturas de academias em dezembro, que não geram receita imediata e aumentam os gastos.

Além das unidades tradicionais, as receitas da Bio Ritmo somadas à rubrica “Outros Brasil” (que contempla principalmente Studios e Total Pass), cresceram 62,1% a/a, totalizado R$ 248 milhões. Juntas, passaram a representar 29% da receita doméstica. A margem bruta das operações somadas foi de 63,4%, mostrando que o avanço delas tende a ser acertivo para a rentabilidade consolidada.

  • LEIA MAIS: Carteira que “copia” estratégia que rendeu 196% do CDI em 2025 agora está com acesso liberado; veja como receber

Smart Fit na América Latina em números

No México, a receita cresceu 18% a/a, atingindo R$ 406,3 milhões. O número de alunos cresceu 7% a/a, mas apresentou retração de -3% t/t, em função da sazonalidade típica do período. O sinal positivo é que o ritmo de expansão anual cresceu no trimestre mesmo sem reajuste de preços. O lucro bruto cresceu 6% no país e a margem bruta atingiu 42,9% (-0,7 p.p. a/a), ainda abaixo da margem consolidada da companhia e, assim como no Brasil, pressionada pelas novas aberturas.

Nas outras geografias a performance foi melhor, sendo inclusive a frente que mais contribuiu para o crescimento da consolidada. A receita desse segmento foi de R$ 682 milhões (+31,4% a/a), impulsionada principalmente por 17% de incremento na base de alunos e pelos repasses de preços bem-sucedidos na Colômbia e no Peru. A margem bruta atingiu impressionantes 54,8% (+3,9 p.p. a/a), bem acima de Brasil e México e acima da margem bruta esperada de uma academia madura (52%).

Isso também evidencia a importância da diversificação geográfica para a tese, já que Brasil + México não apenas cresceram menos como mostraram margens menores.

As despesas gerais e administrativas somaram R$ 351,6 milhões, representando 18% da receita (-0,6 p.p. a/a) e evidenciando a alavancagem operacional da companhia. O ganho de eficiência gerou um EBITDA recorde de R$ 620 milhões e margem de 31,8%, +0,2 p.p. a/a, mesmo com a pressão de margem bruta já comentada.

O lucro antes de impostos foi de R$ 234 milhões, avanço anual 26,7%. Já o lucro líquido recorrente cresceu 19% na comparação anual.

Leitura do balanço de SMFT3

Em suma, as operações mais pressionadas no México e Brasil foram compensadas pelo crescimento de Studios, Total Pass e outros países da América Latina. A companhia tem investido em países vizinhos onde tem baixa penetração (como a Argentina) e buscado aumentar a abrangência geográfica, com o início de operações no Marrocos, por exemplo.

A ação sofreu uma forte desvalorização nos últimos meses, por conta de receios do mercado com relação à pressão de margens, mas os números do 4T25 da Smart Fit mostraram que ela segue com uma operação robusta e colhendo os benefícios da diversificação. Negociando por um múltiplo P/L de 12,7x Smart Fit segue com recomendação da Empiricus Research.

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Prio (PRIO3): 4º trimestre de 2025 (4T25) mostra que resultados estão engrenando; hora de comprar ações?

A Prio (PRIO3) divulgou seus resultados do 4º trimestre de 2025 (4T25) com sinais positivos para o mercado. A incorporação de mais 40 p.p. de participação do campo de Peregrino começa a dar sinais de melhoria de custos – uma das principais expectativas da empresa para 2026.

A receita líquida apurada foi de US$ 586 milhões, 20% maior que no mesmo período do ano passado, e em linha com as projeções do mercado.

A eficiência dos campos também é destaque positivo: com exceção de Albacora Leste, todos atingiram a maior eficiência do ano, muito próximos de 100%. Isso mostra que as estratégias de prevenção para diminuir interrupções produtivas têm funcionado.

Prio (PRIO3): maior incorporação do campo de Peregrino protagoniza números do trimestre

O preço FOB do barril (o que a Prio realmente recebe após descontos e frete), totalizou US$ 55,49 por barril. É um desconto de US$ 7,73 em relação ao Brent médio de referência, maior em relação ao visto no 3T25, em função da maior participação de Peregrino nas vendas. Vale lembrar que Peregrino é um campo com óleo mais viscoso e um desconto maior.

O custo de extração (lifting cost) no 4T25 foi de US$ 12,5/barril (queda de 28% na visão trimestral). Esse número ainda está negativamente impactado pela interdição de Peregrino, que perdurou até 17 de outubro. A expectativa é que esse indicador caia ainda mais no próximo trimestre.

A cifra dos custos somou US$ 146 milhões (aumento de 66% na visão anual), em função da consolidação da participação adicional e operação do campo de Peregrino. Logo, o lucro bruto foi de US$ 374 milhões ex-IFRS16, com margem bruta de 63,8%, estável na comparação anual.

As despesas gerais e administrativas cresceram 19% no comparativo anual, resultado do aumento de gastos com pessoal em relação ao ano passado, natural para uma empresa em expansão. Assim, o EBITDA ex-IFRS16 foi de US$ 324 milhões.

A soma de depreciação e amortização foi de US$ 202 milhões (aumento de 100% na visão anual), refletindo a incorporação do campo de Peregrino. Despesas com hedge através de derivativos, além de uma dívida mais alta, trouxeram um resultado financeiro negativo em US$ 109 milhões ex-IFRS16.

A empresa reportou prejuízo líquido, totalizando -US$ 185 milhões. O número se dá, principalmente, pelo aumento de depreciação e amortização. Mas há também o ajuste da base tributável, em função da valorização do real frente ao dólar no período.

Prio (PRIO3): vale a pena comprar ações agora?

Com o closing de Peregrino, a empresa teve que desembolsar US$ 1,5 bilhão. Isso fez com que o índice de alavancagem dívida líquida/EBITDA aumentasse para 2,3x (ante 2x no 3T25), em linha com o direcionamento do management.

Apesar dos números em linha com as expectativas, gostamos de ver algumas melhorias operacionais, como o aumento de eficiência produtiva dos campos e a redução do lifting cost.

Os impactos das entradas dos campos de Peregrino e Wahoo devem trazer um crescimento expressivo da produção, e redução ainda mais significativa do custo de extração.

Por um yield de fluxo de caixa para o acionista de cerca de 60% no triênio 2026-2028, PRIO3 segue entre as recomendações da Empiricus.

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Grupo SBF (SBFG3) mostra crescimento de receita no 4T25, mas margens seguem pressionadas; veja o que esperar em 2026

O Grupo SBF (SBFG3) reportou resultados acima de nossas conservadoras expectativas no trimestre, com destaques positivos no desempenho de mesmas lojas (SSS). Ainda assim, os números mostraram continuidade na pressão na margem bruta de Fisia e aumento das despesas de vendas.

Na Centauro, a receita líquida alcançou R$ 1,28 bilhão, crescimento de 15,8% a/a, acima das nossas projeções, impulsionado por um crescimento de vendas de mesmas lojas físicas de 15,9% e por um avanço de 15,5% no valor bruto de mercadorias do canal digital. A margem bruta da operação encerrou o trimestre em 49,5%, estável em relação ao ano anterior e abaixo das nossas estimativas de 50%, devido ao maior peso das vendas online, que apresentam margem inferior às lojas físicas.

Fisia, do Grupo SBF, abre 12 novas lojas no 4º tri de 2025

Em Fisia, a receita líquida totalizou R$ 1,38 bilhão (+13% a/a), pouco acima de nossas expectativas, com margem bruta de 39,6%, em linha com nossas projeções. A queda de-2,9 p.p. na comparação anual deve-se à maior proporção de vendas do atacado (que têm menor margem) e câmbio desfavorável – a política de hedge da SBF considera o dólar de importação de 9 meses antes, refletindo o patamar elevado observado no 4T24 e pressionando a margem.

Destaque positivo para a abertura de novas lojas NDIS, focada num público de alta renda, totalizando 12 unidades (v.s. 10 no 3T25 e 9 no 4T24). Essa categoria de loja possui uma receita média e margem bruta maior e é uma das principais apostas do grupo para a expansão de Fisia.

A soma de vendas das mesmas lojas apresentou um crescimento de 4,8% na comparação anual, sendo 3,1% nas lojas físicas e 5,4% nas vendas digitais.  

Resultados financeiros do Grupo SBF

No consolidado, a receita líquida atingiu R$ 1,936 bilhão, em linha com as nossas estimativas, representando alta de 9,4% a/a. A margem bruta consolidada ficou em 47,4% (-2,9 p.p. a/a), também em linha com nossa projeção, refletindo o impacto cambial nas exportações de Fisia (com repasse de dólar defasado) e o mix de receita da Centauro. Com isso, o lucro bruto recuou 12%, para R$ 917 milhões. 

O ebitda (ex-IFRS16) consolidado ajustado foi de R$ 225 milhões (-4,9% a/a). Além da pressão na margem bruta de Fisia, houve aumento de despesas, que representaram 38,2% da receita (ante 37,3% no 4T24), dado o investimento da companhia em headcount por loja e comissões para os vendedores. A margem ebitda ajustada foi de 9,3% (-1,6 p.p. a/a). Mesmo com a queda, o número veio em linha com as expectativas de mercado.

O lucro líquido ajustado atingiu R$ 162 milhões, queda de -5% a/a, mas 8% acima das nossas projeções de R$ 150 milhões, em função de um resultado financeiro melhor que o esperado. Ao final do quarto trimestre, a companhia apresentou alavancagem de 0,96x dívida líquida/ebitda (pré-IFRS16), levemente acima dos 0,94x registrados no 3T25, mas ainda em patamares confortáveis.

Expectativas da Centauro e Fisia para 2026 e Copa do Mundo

Na teleconferência de resultados, a equipe comentou sobre perspectivas futuras de expansão para Centauro. O management acredita na continuidade do crescimento de vendas mesmas lojas, impulsionado por iniciativas implementadas ao longo de 2025. Entre os principais vetores estão o fortalecimento da equipe comercial com liderança dedicada por categorias, a contratação de mais de 800 novos vendedores para ampliar a capacidade de atendimento nas lojas e o avanço do projeto de renovação de lojas, uma vez que as unidades reformadas apresentaram desempenho superior ao restante da rede.

Em Fisia, a expectativa é de melhora nas margens a partir do segundo trimestre, beneficiadas pelo efeito da Copa do Mundo, especialmente pelas vendas da camisa da seleção brasileira, e câmbio mais favorável na compra de produtos ao longo do segundo semestre. Parte desse ganho de margem deve ser reinvestido no negócio, com maiores gastos em marketing ligados ao evento e investimentos em logística e centros de distribuição. 

Mesmo com a valorização pós resultado, a companhia negocia por 5,9x lucros para 2026 segundo o consenso de mercado, um dos menores múltiplos do setor. Dadas as boas notícias, entendemos que há espaço para valorização adicional e mantemos recomendação de compra em ações SBFG3.

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Não é Petrobras (PETR4): alta do petróleo favorece entrada em outra ação do setor, segundo a Empiricus

A intensificação dos conflitos no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, tem pressionado fortemente os preços do petróleo. Nos últimos dias, a commodity entrou em forte alta até o brent spot atingir US$ 119 na última segunda-feira (9), nível mais alto desde 2021.

Essa disparada está ligada, sobretudo, à situação do estreito de Ormuz, passagem estratégica pela qual escoa grande parte do petróleo exportado pelo Oriente Médio para os mercados globais. O governo iraniano alega que a rota está fechada.

Nesta terça-feira (10), o preço do petróleo passou a cair rapidamente, para o patamar dos US$ 90, após afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que a guerra no Irã pode terminar em breve.

Diante desse cenário, o Ibovespa, que também ficou pressionado pelo conflito, mostrou “alívio”. Ao longo do pregão desta terça o índice chegou a apresentar alta de 1,62% no início da tarde.

De qualquer forma, as proporções do conflito ainda são incertas, e não há previsão de retomada das atividades “integrais” do estreito de Ormuz.

Esse cenário pode continuar pressionando os preços para cima o que, por um lado tende a amplificar a aversão ao risco nos mercados globais. Contudo, também pode beneficiar ações ligadas ao setor de óleo e gás.  Nesse contexto, como investidor deve se posicionar?

‘Mais transitório do que perene’: os impactos do conflito no Oriente Médio para os ativos brasileiros

“A guerra deve ocupar um espaço mais transitório do que perene no mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Amstalden, CEO da Empiricus, em conteúdo publicado para assinantes da casa no último dia 4 de março. “O contexto do petróleo ‘para cima’ não é ruim para o Brasil”.

A chave para esse raciocínio está na exportação do petróleo brasileiro que, nesse caso, pode suprir a demanda não atendida pelo Oriente Médio.

“Até por questões humanitárias, o mercado prefere que a guerra não exista. Mas o Brasil é um dos grandes exportadores de petróleo no mundo. Inclusive, é mais beneficiado do que a própria Rússia”, afirma. E conclui:

“Isso teria impactos de crescimento de PIB para o Brasil, redução de déficit fiscal, porque gera-se muita receita tributária com o petróleo. […] Tem um pouquinho de impacto no IPCA, mas também não é ‘de outro mundo’. Então mesmo sob uma ótica de ‘petróleo para cima’, isso não é necessariamente ‘horrível’ para o Brasil.”

Com isso, é possível que investidores deduzam que esse é um cenário favorável para investir nas ações de petroleiras. A Petrobras (PETR4) costuma ser a primeira a vir à mente dos investidores, por ser um dos nomes mais conhecidos do grande público e ter histórico de bons retornos aos acionistas.

Entretanto, neste momento uma outra ação de petroleira é a preferida da Empiricus para quem deseja investir em ações compounders. Isto é, geradoras de valor intrínseco consistente ao longo dos anos.

Essa ação brasileira é uma das maiores beneficiadas pela alta do petróleo, mas pode performar bem independentemente disso

Para a Empiricus, as ações da Petrobras (PETR4) são uma aposta específica para o investidor que mira na distribuição de dividendos em sua carteira, e não como uma compounder de patrimônio.

Assim, pensando na valorização do preço das ações, em relatório do último dia 5 de março, os analistas da Empiricus revelaram que uma outra ação é a preferida da casa no setor de petróleo e gás.

O relatório expõe que, desde o agravamento das tensões no Oriente Médio, o comportamento dessa ação, em especial, descolou do desempenho do Ibovespa e passou acompanhar a valorização do petróleo brent, chegando a performar 9,1 pontos percentuais acima do índice da bolsa brasileira.

Nesse período, a ação em questão subiu 6%. A Petrobras (PETR4), em comparação, registrou alta de “apenas” 2% em seus papéis.

“A mesma aversão ao risco que costuma derrubar ativos de renda variável, de maneira geral, costuma beneficiar ativos vistos como hedge e, naturalmente, os seus produtores. É o caso dessa ação, cuja geração de caixa e lucros estão diretamente ligados ao preço do petróleo”, comentam os analistas.

Fonte: Bloomberg | Elaboração: Empiricus

Mas apesar dos analistas apontarem que “qualquer valorização da commodity tende a alavancar os resultados da empresa”, o que favorece a entrada no ativo atualmente é, justamente, não depender somente disso.

A empresa é recomendada “por ser uma ótima geradora de caixa e operar com excelência a níveis de brent significativamente abaixo dos atuais. Ou seja, ela independe desse cenário para performar”, segundo os analistas.

Além disso, comentam que, para 2026, espera-se que o custo de extração do petróleo da empresa atinja cerca de US$ 8 por barril, valor considerado muito barato no setor. Com isso, qualquer valorização da commodity tende a alavancar seus resultados.

Atualmente, as ações dessa petroleira fazem parte da carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as 10 ações brasileiras mais promissoras para investir no momento.

E se você quiser saber mais sobre essa recomendação de investimento, temos uma boa notícia.

Gratuito: conheça a carteira Empiricus Top Picks com as 10 ações selecionadas para março

Você pode conhecer a petroleira recomendada pela carteira Empiricus Top Picks acessando, como cortesia, o relatório completo da carteira.

Porém, aqui vale um alerta: a Empiricus não recomenda que o investidor se exponha somente às ações de petroleiras. É preciso criar uma carteira equilibrada entre ações cíclicas e defensivas, que possam trazer resultados independentemente do cenário econômico.

Por isso, no relatório da Empiricus Top Picks, você conhece as teses de investimento não só da ação “protagonista” desse texto, como também os outros 9 papéis selecionados nesse mês de março.

Para liberar seu acesso, basta clicar no botão abaixo. Lembrando que é 100% gratuito:

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Direcional bate recordes de vendas e margens no 4T25 e sinalização positiva para 2026; ainda dá tempo de comprar DIRR3?

Nesta segunda-feira (9), a Direcional (DIRR3) divulgou seus resultados referentes ao 4T25, com números próximos das estimativas do mercado. De maneira geral, o trimestre refletiu a continuidade do crescimento da companhia, sustentado pelo aumento do volume de lançamentos nos últimos anos e pela elevada eficiência operacional do modelo de negócios focado nos segmentos econômico e de médio padrão.

Direcional bate recorde de vendas no ano

No campo operacional, a companhia lançou R$ 1,9 bilhão em VGV no trimestre, volume 4% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. Vale destacar que a participação da Direcional nos projetos aumentou de forma relevante.

As vendas líquidas da Direcional atingiram R$ 1,5 bilhão no período, representando leve retração de 3,9% frente ao 4T24. Ainda assim, no acumulado de 2025, as vendas somaram R$ 6,2 bilhões, o maior volume anual já registrado pela companhia.

A velocidade de vendas (VSO) foi de 21% no trimestre, abaixo do observado no mesmo período do ano anterior. Parte desse movimento pode ser explicada pelo maior volume de lançamentos realizado no final do período, especialmente no mês de dezembro.

Rentabilidade de DIRR3 é destaque do 4T25

No âmbito financeiro, a receita líquida da Direcional foi de R$ 1,2 bilhão no 4T25, crescimento de 33% em relação ao 4T24 e 6% acima do trimestre anterior. Considerando também as receitas provenientes de SPEs não consolidadas, a receita líquida total alcançou aproximadamente R$ 1,5 bilhão no trimestre.

A rentabilidade foi o principal destaque do resultado, com margem bruta ajustada recorde de 42,8%. A expansão da margem reflete a eficiência operacional da companhia, bem como a maturação de projetos lançados em períodos anteriores. A margem REF registrou leve retração, mas segue em patamar elevado (44,6%).

Com isso, o ebitda ajustado alcançou R$ 346 milhões no trimestre, crescimento de 39% na comparação anual e de 15% em relação ao trimestre anterior. A margem ebitda ajustada chegou a 28,3%.

Na última linha, o lucro líquido operacional foi de R$ 211 milhões, avanço de 28% em relação ao 4T24. O ROE anualizado ajustado atingiu 44%, o maior nível já registrado pela companhia.

No trimestre, a geração de caixa contábil foi de R$ 390 milhões, impulsionada por eventos não recorrentes relacionados principalmente à monetização de ativos e operações envolvendo cessão de recebíveis. Desconsiderando esses efeitos pontuais, houve leve consumo de caixa operacional no período.

Ao final do trimestre, a Direcional apresentou dívida líquida de aproximadamente R$ 533 milhões, equivalente a 23% do patrimônio líquido, nível que ainda indica uma estrutura de capital relativamente equilibrada, mas que deve impactar o resultado financeiro da companhia ao longo do ano.

De forma geral, os resultados do 4T25 reforçam o momento operacional favorável da companhia, com crescimento consistente de receita e novos recordes de rentabilidade. Com sinalização de vendas interessante para o início de 2026, a Direcional negocia a um múltiplo P/L de 7,3 vezes para 2026 e permanece entre as recomendações da Empiricus.

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Ibovespa valorizou 10% em 2026: é hora de vender ações e capturar lucros?

Imagine o seguinte cenário: há alguns anos, você seguiu a recomendação de investir em ações de uma empresa sólida, com bons fundamentos e perspectiva de crescimento. O tempo passou e, hoje, é bastante provável que esse papel já tenha acumulado uma valorização significativa, além dos dividendos valiosos pingando na conta regularmente.

Agora que a ação atingiu um pico de valorização, com o Ibovespa em máximas históricas, significa que é hora de vender os papéis?

Essa pergunta surgiu recentemente em um dos plantões de dúvidas para os investidores que acompanham a série “Vacas Leiteiras, cuja carteira é focada em dividendos, da Empiricus Research. Veja a seguir a resposta do CEO da Empiricus, Rodolfo Amstalden.

‘Minha carteira de dividendos já valorizou muito com o Ibovespa, o que fazer com as ações?’

Diante da dúvida do investidor, Amstalden propõe uma reflexão simples: você realmente precisa vender agora? Segundo ele, no cenário atual não há um motivo claro para sair da posição, especialmente se o preço segue alinhado aos fundamentos da empresa.

Para ilustrar, no caso das ações recomendadas na carteira, ele explica que, mesmo após a alta da bolsa, esses ativos mantêm a tese que justifica o investimento:

  • Boas perspectivas operacionais;
  • Governança adequada;
  • Distribuição de dividendos atrativa;
  • Sem mudanças estruturais que justifiquem uma venda precipitada.

Para quem investe com foco em proventos e horizonte de longo prazo, atingir um bom nível de valorização é um resultado esperado, segundo o CEO. Nas palavras de Amstalden, o investidor não precisa “sofrer à toa”: “quando for a hora de vender os papéis, vamos sinalizar para os nossos investidores do Vacas Leiteiras”.

Essa é justamente uma das principais vantagens de investir com uma curadoria de especialistas. Saber a hora de entrar ou sair de um ativo requer estudo e acompanhamento constante da empresa indicada. Quando se trata de um portfólio diverso, são ainda mais companhias para monitorar.

Assim, a Empiricus conta com um time de analistas que trabalham garimpando as melhores oportunidades do mercado. Enquanto isso, a casa mostra a qualidade e confiança que o investidor vai encontrar em seu ecossistema, com as recomendações detalhadas de quem trabalha todos os dias com o assunto para o investidor avaliar como quer se posicionar.

Foi pensando justamente nessa comodidade e possibilidade de diversificação do portfólio, que a Empiricus está lançando sua nova assinatura, em estilo “streaming”, para acessar mais de 11 assinaturas da casa, por um valor muito em conta.

Conheça a série Vacas Leiteiras e mais 10 carteiras recomendadas da Empiricus Research por apenas 12x de R$ 14,90 por mês

De fato, a oportunidade para vender ações e capturar lucros pode parecer muito tentadora para os investidores que acompanham a série Vacas Leiteiras.

Olhando para os resultados da carteira, apenas em 2026, o portfólio já capturou uma valorização de 20,06%. Desde a criação da série, em 2014, o resultado foi uma valorização de 486,13% para quem seguiu à risca as recomendações.

Quando olhamos esse resultado, é bom lembrar que a grande virada de chave está no aproveitamento dos dividendos. Os investidores que seguem a carteira do Vacas Leiteiras são orientados a reinvestir os proventos.

No longo prazo, essa estratégia pode potencializar os resultados das recomendações feitas pela casa, mediante um pagamento gradativamente maior de proventos.

A boa notícia é que, agora, você pode ter acesso à série Vacas Leiteiras, junto com as principais séries da Empiricus, por apenas 12x de R$ 14,90.

O Empiricus+ é o novo produto em modelo “streaming” da casa. Por meio dele, você tem acesso a mais de 11 assinaturas. São carteiras de:

  • Ações;
  • Fundos de investimento;
  • Renda fixa;
  • Trading;
  • Mais estratégias que combinam as diferentes classes de ativos, para diversificar o portfólio.

Para ajudar o investidor comum, a assinatura da Empiricus+ conta também com lives e podcasts com os analistas, respondendo dúvidas dos assinantes, e tutoriais com o passo a passo para investir, da forma mais simples possível.

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensal (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

Para quem quer conhecer de perto essa oportunidade, é só clicar no botão abaixo:

* DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Alpargatas (ALPA4) registra alta nas vendas nos EUA e Europa no 4T25; é hora de investir?

Alpargatas (ALPA4) divulgou seu resultado do 4T25 com avanços importantes na comparação com o mesmo período do ano anterior. A companhia mostrou uma alta de +1,8% no volume de pares vendidos (sell-in), puxado pela frente internacional, que apresentou crescimento relevante em todas as regiões, especialmente nos Estados Unidos.

Vale notar que esse crescimento reflete o movimento de estocagem do novo distribuidor local, e ainda não nos diz se a estratégia está se refletindo em maiores vendas para o consumidor final (sell-out). Ainda assim, o elevado volume mostra alguma confiança do Eastman (parceiro local) com essa nova empreitada.

Ainda em Internacional, apesar de ter apresentado crescimento menos expressivo que os EUA, as vendas na Europa (+29%) mostram cada vez mais resultados positivos dos esforços recentes de marketing e logística.

No Brasil, o volume de pares vendidos apresentou retração de 2,2%, o que entendemos apenas como um ajuste de estoques da cadeia. Mais importante que isso é o avanço de +7,8% do sell-out, que inclusive permitiu um ganho de +3 p.p. de share no canal alimentar, para 78%, e em especializado (melhor margem) que, de acordo com os executivos, deve ter alcançado 45%.

Principais números do 4T25 da Alpargatas

Com evolução no mercado internacional e melhora de mix de produtos e canais no Brasil, a receita consolidada saltou +11,8% no 4T25, para R$ 1,3 bilhão.

A eficiência de custo dos produtos vendidos (-16,9% vs 4T24) e melhoria do mix, resultou em um salto de +17,7% no lucro bruto ajustado (excluindo os ajustes de write-off do 4T24) e +2,5 p.p. de margem bruta ajustada. Mesmo com entregas relevantes em termos de diluição de gastos, os executivos acreditam que podem mostrar melhorias adicionais de margem com novas ações de produtividade.

Por outro lado, vimos um aumento maior do que o esperado na linha de despesas, especialmente com marketing, que acabaram se concentrando no 4T25. Com isso, o ebitda ajustado subiu +5,4%, para R$ 211,2 milhões, mas a margem caiu -1 p.p. frente ao 4T24 (ajustada pelas baixas de estoques ocorridas naquele trimestre). Por fim, o lucro líquido da Alpargatas atingiu R$ 197,3 milhões vs R$ 2,1 milhões no 4T24.

Na Rothy’s, a operação foi impactada pelas tarifas de importação chinesa dos Estados Unidos – receita mostrou queda de -2,8% para US$ 75,9 milhões e as margens foram pressionadas, embora a linha final ainda tenha sido beneficiada por reconhecimento fiscal de prejuízos acumulados.

Para melhorar a estrutura de capital, a companhia realizou a redução de capital e distribuição de proventos no 4T, que somaram R$ 1,1 bilhão. Mesmo assim, o endividamento segue em níveis saudáveis com alavancagem em 0,8x dívida líquida/ebitda.

Petróleo, ganho de share e como se posicionar em ALPA4

Após a forte disparada do petróleo, os executivos também aproveitaram a oportunidade para minimizar impacto nos custos com matéria-prima. Eles informaram que a companhia tem estoque suficiente para cobrir a demanda no primeiro semestre, e não veem risco de suprimento no curto prazo já que o despacho vem do Atlântico. Ainda assim, continuaremos acompanhando de perto esse tema.

Seja como for, o 4T25 da Alpargatas mostrou sinais mais concretos de evolução da operação internacional, que deve ser sua próxima grande avenida de crescimento. Além disso, no Brasil a companhia não apenas tem defendido sua enorme participação de mercado como ainda tem ganhado share, com boa gestão de mix e canais.

Por 11,7x lucros e 6,3% de dividend yield esperados para 2026, a ação ALPA4 permanece com recomendação de compra.

  • LEIA TAMBÉM: Os ‘gringos’ estão chegando na bolsa e carteira de renda extra quer surfar esse cenário; veja como liberar o acesso 

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Dividendos da semana: Banco do Brasil (BBAS3), JHSF (JHSF3) e outras ações pagam proventos entre os dias 9 e 13 de março; confira

Nesta semana que se inicia, alguns nomes da bolsa, como Banco do Brasil (BBAS3) e JHSF (JHSF3), têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) “no gatilho” para distribuir aos seus acionistas.

Para que você fique bem-informado, preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para a semana dos dias 9 a 13 de março. Veja a seguir.

Dividendos da semana: fique atento a esses detalhes

Antes de conferir a relação de empresas que pagam proventos nessa semana, esteja atento a esses pontos importantes:

  1. “Data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos;
  2. Tributação: JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$) Data do pagamentoData de corte
JHSF ParticipaçõesJHSF3Dividendo0,0699/3/202627/02/2026
Camil AlimentosCAML3Dividendo0,0739/3/20262/2/2026
Banco do BrasilBBAS3JCP0,0711/3/20262/3/2026
Inter co INBR32Dividendo0,59513/03/202622/02/2026
Bradespar BRAP3JCP0,61413/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4JCP0,67513/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP3Dividendo0,19113/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4Dividendo0,2113/03/202618/12/2025

Empiricus+: conheça todas as ações recomendadas por analistas para buscar dividendos esse mês

Se você perdeu as datas de corte dessa semana, ou não sabe muito bem em quais ações investir para buscar bons dividendos, a Empiricus tem uma boa notícia.

Você pode conhecer todas* as recomendações de investimento dos analistas da casa testando gratuitamente o Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por até 12x de R$ 14,90.

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*DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Eneva (ENEV3): despachos impulsionam crescimento no 4T25, apesar de lucro abaixo do esperado; confira análise

A Eneva (ENEV3) apresentou resultados do 4T25 com forte crescimento na comparação anual, apesar de um pouco abaixo das expectativas.

No complexo Parnaíba, o ebitda do Eneva cresceu +1%, para R$ 296 milhões, abaixo das expectativas, com maiores despachos sendo parcialmente compensados por menores margens de comercialização. Na UTE Jaguatirica II, em Roraima, o ebitda cresceu +5,4%, para R$ 103 milhões, impulsionado por reajustes da receita fixa. O hub Sergipe mostrou boa evolução de +11,7% no ebitda, para R$ 367 milhões, ajudado por reajustes de receita fixa, maiores despachos, parcialmente compensadas por menores resultados de comercialização de gás on-grid.

Linhas de atuação da ENEV3 no 4T25

No segmento de geração a gás com combustível de terceiros (usinas a gás adquiridas do BTG em 2024), o ebitda expandiu +41%, para R$ 494 milhões, ajudado por maiores despachos e reajustes de receita fixa. Vale mencionar que os contratos dessas usinas se encerraram em dezembro/25 (Viana 1 e Linhares) e janeiro/26 (Povoação e Linhares 1). Linhares tem um novo contrato de fornecimento a partir de julho/26, enquanto as outras usinas permanecem aguardando uma nova oportunidade de recontratação.

Nas usinas a carvão, o ebitda ajustado por impairments realizados no 4T24 cresceu +19,6%, para R$ 140 milhões, com menores custos variáveis, enquanto as usinas a óleo mostraram avanço de +210% no ebitda, por conta da antecipação de contratos que estavam previstos para começar em jul/26.

O segmento solar segue sofrendo com as restrições operacionais impostas pelo regulador, o que resultou em um ebitda de -R$ 7,9 milhões.

O segmento de upstream (exploração e produção de gás) apresentou recuo de -50% no ebitda, com maiores despachos sendo mais do que compensados por maiores gastos exploratórios.

Finalmente, o segmento de comercialização de gás off-grid segue mostrando boa evolução, com ebitda saltando de -R$1,8 milhão para R$ 73 milhões no 4T25, se consolidado como uma alternativa de monetização do gás em períodos de baixos despachos.

  • LEIA TAMBÉM: investidora “tubarão” do Shark Tank Brasil abre vagas para ‘mentoria’ de empreendedores; veja como participar 

Lucro da Eneva no 4T25 fica abaixo do esperado

No consolidado, Eneva apresentou um ebitda de R$ 1,49 bilhão, aumento de 144% para o 4T24, mas um pouco abaixo das expectativas, especialmente por gastos exploratórios e menores margens de comercialização.

O resultado financeiro da Eneva melhorou cerca de R$ 1 bilhão frente ao 4T24, com efeitos positivos de variação cambial e marcação a mercado de swaps. Sem esses efeitos, o resultado financeiro teria melhorado cerca de R$ 200 milhões.

No fim, a Eneva apresentou um lucro líquido de R$ 192 milhões, abaixo das expectativas, mas com reversão do prejuízo de R$ 949 milhões no 4T24.

Além dos resultados, a companhia divulgou a atualização de reservas de gás na Bacia do Parnaíba. No fim de 2025, o volume total de reservas 2P somava 37,9 bilhões de metros cúbicos (bcm), um pouco acima da atualização anterior, que ocorreu no fim de 2023. Isso significa que a companhia encontrou mais gás do que o volume produzido no período, o que implica em índice de reposição de reservas acima de 100%. Lembrando que a Eneva segue firme em suas campanhas exploratórias, e que eventuais descobertas relevantes podem abrir novas avenidas de receita para a companhia.

Apesar de resultados um pouco abaixo das expectativas, Eneva tem um pipeline de crescimento importante, especialmente a partir de 2027, e entrará no Leilão de Reserva de Capacidade com boas chances de emplacar projetos de retornos elevados.

Por 7,6x valor da firma/ebitda 2026, as ações da Eneva segue como recomendação de compra pela Empiricus.

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Petrobras no 4T25: resultado em linha e dividendos acima do esperado; é hora de investir em PETR4?

A Petrobras (PETR4) divulgou resultados do 4T25 em linha com as estimativas e dividendos acima do que o mercado esperava. Em Exploração e Produção (E&P), a receita recuou -9% vs 3T25, para US$ 14,3 bilhões, impactada pela desvalorização do petróleo. O lifting cost aumentou ligeiramente, devido à valorização do real frente ao dólar e algumas paradas para manutenção. No trimestre, a companhia ainda reconheceu -US$ 1,5 bilhão em perdas por impairment. Ajustado pelos não recorrentes, o ebitda de E&P recuou -13,3%, para US$ 9,5 bilhões, um pouco abaixo das expectativas.

Por outro lado, o segmento de Refino mostrou evolução sólida de +45% no ebitda ajustado, que chegou a US$ 1,8 bilhão (acima das expectativas), ajudado por maiores exportações de petróleo e melhores margens, parcialmente compensado por menores volumes no mercado interno.

Por fim, no segmento de Gás e Energias de Baixo Carbono o ebitda subiu de US$ 203 milhões para US$ 425 milhões, em função da contabilização de receitas provenientes de contratos firmados em dezembro e também pela antecipação do fornecimento de energia de contratos firmados no Leilão de Capacidade de 2021.

Resultado financeiro da Petorbras no 4T25

No consolidado, o ebitda ajustado atingiu US$ 11,1 bilhões, em linha com as expectativas, e o lucro líquido da Petrobras desconsiderando os efeitos não recorrentes recuou -9,3%, para US$ 4,7 bilhões. Tema central das discussões e preocupações nos últimos trimestres, o capex atingiu US$ 6,3 bilhões, crescimento de +14,6% vs. 3T25, mas relativamente em linha com as estimativas do mercado. Mesmo assim, a companhia divulgou dividendos acima do esperado (US$ 1,5 bilhão), ajudada pelo efeito positivo de redução do capital de giro no trimestre.

Se por um lado a dívida líquida aumentou 2,6%, para US$ 60,5 bilhões, deixando menos espaço para surpresas positivas com dividendos nos próximos trimestres, por outro lado a forte alta do petróleo observada nos últimos dias será um vento favorável para a geração de caixa. Por 3,8x valor da firma/ebitda e um dividend yield próximo de dois dígitos, as ações PETR4 seguem com recomendação de compra pela Empiricus Research.

  • LEIA MAIS: Carteira que “copia” estratégia que rendeu 196% do CDI em 2025 agora está com acesso liberado; veja como receber

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Nova carteira de renda extra da Empiricus rendeu o triplo do CDI em seu primeiro mês: veja como acessar recomendações

Uma nova carteira com foco em estratégia de renda extra da Empiricus Research já chegou no mercado se destacando. Lançada ao público em fevereiro desse ano, quem seguiu o portfólio no primeiro mês conseguiu capturar ganhos até 3,24 vezes acima do CDI.

A carteira replica a estratégia clássica da série Double Income, que em 2025 capturou um avanço de 28,16%, somando o ganho de capital e as distribuições de dividendos. O valor equivale a uma valorização de 196,49% sobre o CDI no ano.

Agora, a estratégia se renova para o mês de março e a seguir você pode saber mais sobre:

  • Principais eventos que mexem na estrutura da carteira de renda extra;
  • Quais alterações foram feitas em março;
  • Como acessar os ativos do portfólio gratuitamente.

Dois fatores que concentram a atenção do mercado brasileiro

Para o analista de macroeconomia Matheus Spiess, que lidera a carteira de renda extra, a dinâmica fiscal e o ciclo eleitoral serão dois focos centrais ao longo do ano para quem acompanha a bolsa brasileira.

“É inevitável que haja algum tipo de ajuste fiscal a partir de 2027. O espaço orçamentário está comprimido e será necessário reorganizar as contas públicas”, afirma Spiess.

Na visão do analista, a movimentação da taxa Selic deverá ocorrer independentemente do resultado eleitoral. Pesquisas recentes, de diversos institutos, indicaram maior competitividade de um campo político alternativo, percebido como mais fiscalista.

Segundo Spiess, esse cenário mantém aberta a possibilidade de uma reprecificação adicional dos ativos ao longo do tempo.

“Em síntese, o mercado brasileiro segue atrativo e tem sustentado o desempenho dos ativos presentes na carteira. O caminho, contudo, não será linear. Persistem vetores importantes de volatilidade e o mesmo capital estrangeiro que ingressa com facilidade pode sair com rapidez”, afirma o analista.

Foi levando todos esses pontos em consideração que o portfólio de Renda Extra da Empiricus Research fez ajustes pontuais para este mês. Através de uma seleção criteriosa de ativos, a equipe de analistas segue uma estratégia que exige disciplina e resiliência para atravessar os tempos mais incertos do mercado, de olho em um longo prazo mais promissor.

Conheça a carteira da Empiricus gratuitamente – e confira as atualizações de março

A mais nova carteira da Empiricus Research se diferencia pela sua composição focada em geração de renda, qualidade e previsibilidade. O objetivo é que os investidores consigam capturar valorização em cenários construtivos, enquanto recebem proventos recorrentes.

Tudo isso, preservando um perfil defensivo adequado para atravessar períodos de maior turbulência. Assim, na atualização de março, os analistas optaram por realizar os ganhos de uma ação, após o ativo ter capturado uma valorização de 17%, em fevereiro.  

Dessa forma, a casa redirecionar a alocação para uma outra ação do mesmo setor, que tem maior sensibilidade ao ciclo de queda de juros e está em um nível de preço de entrada mais atrativo, explica Spiess.

Além de ações de empresas, a carteira também é composta por alguns ativos bem interessantes das classes de renda fixa e fundos imobiliários, como esses:

  • Um fundo de infraestrutura cujo retorno pode chegar a IPCA+10,86 ao ano;
  • Um fundo imobiliário (FII)de papel, focado na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com remuneração média de IPCA + 8,1% ao ano e CDI + 3,2% a.a..

Esses são apenas alguns exemplos do que você vai encontrar na carteira de Renda extra da Empiricus Research. A boa notícia é que você pode conferir o portfólio completo sem pagar nenhum centavo, acessando a carteira através do botão abaixo:

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Estapar (ALPK3) fecha ano muito bem com o primeiro lucro anual desde o IPO; veja análise do 4T25

A Estapar (ALPK3) divulgou mais uma rodada de resultados sólidos referentes ao 4T25, marcando seu primeiro lucro anual desde o IPO.

Assim como apontado na prévia, a receita líquida cresceu 16,1%, para R$ 499 milhões, um recorde trimestral, ajudada pela evolução de todos os segmentos – destaques para Zletric (+56%) e Concessões Off-Street (+19%).

Mais uma vez, o crescimento de receita da Estapar veio acompanhada de uma diluição de custos e despesas. O lucro bruto caixa (ajustado por um efeito não recorrente que ajudou o 4T24) cresceu +19%, com expansão de +0,8 p.p. na margem bruta. As despesas mostram redução de -0,2 p.p. na participação da receita.

Com esses efeitos, o ebitda da Estapar cresceu +17,8%, para R$ 86,1 milhões, com ganho de +0,2 p.p. de margem. Destaque ainda maior para o ebit, que aumentou 32,6% com expansão de +1 p.p. de margem, refletindo crescimento contido nas despesas com depreciação, reflexo da estratégia asset light adotada nos últimos anos, com foco no segmento Alugadas.

Impacto da inflação no resultado financeiro e primeiro ano no positivo – vale investir?

Refletindo o aumento de juros no período, o resultado financeiro piorou -7,6%, para -R$ 57 milhões. Ainda assim, a Estapar apresentou um lucro líquido de R$ 2,7 milhões no trimestre e de R$ 14 milhões no ano de 2025.

A companhia terminou 2025 com um custo médio de dívida de 1,65% (ante 2,35% um ano antes) e uma relação dívida líquida/ebitda de 2,3x, confortável para a previsibilidade do negócio e que tem permitido novas emissões com remunerações ainda mais baixas.

No 4T25, os investimentos somaram R$ 88 milhões vs. R$ 46 milhões do 4T24, principalmente por conta do crescimento em Alugadas e Contratos de Longo Prazo.

O primeiro lucro anual desde sua listagem mostra que a Estapar deixou a fase de turnaround para trás, e agora conta com uma perspectiva bastante promissora pela frente. ALPK3 segue com recomendação de compra na Empiricus Research.

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Como foi o 4T25 da B3 (B3SA3)? Confira se vale a pena investir nas ações da Bolsa de Valores do Brasil

A B3 (B3SA3) reportou seu resultado do 4T25 com um crescimento interessante de receita e margens, mas com impacto na linha final por conta de alterações contábeis de imposto. Mesmo com juros ainda elevados, a B3 apresentou um bom crescimento de top-line no 4T25, reforçando o benefício do seu portfólio diversificado, mas que também soube aproveitar a recente virada positiva da Renda Variável.

Destaques da B3 no balanço do 4T25

Os grandes destaques do trimestre foram as receitas de Soluções para Mercados (+26,7%) e Analíticas de Dados (+19,6%), com o avanço dos produtos de análise do mercado, aumento de venda de veículos e financiamento. Além disso, dentro de Mercados, Renda Fixa mostrou um aumento relevante de +34%.

No consolidado, a companhia reportou uma receita total de R$ 3,0 bilhões, alta de +10,6% frente o 4T24. Com um menor avanço das despesas ajustadas (+4,7% vs 4T24) por conta de redução de gastos com pessoal, consultorias e melhor calendário de projetos, que reduziu a linha de tecnologia, o ebitda recorrente somou R$ 1,8 bilhão com margem de 69%, avanços anuais de +14,5% e +1,75 p.p., respectivamente.

O maior saldo em caixa e juros mais altos na comparação anual levaram o resultado financeiro a um saldo positivo de R$ 95,2 milhões. Entretanto, as atualizações contábeis de imposto sobre o ágio impactaram a linha final, que marcou R$ 907,8 milhões (-23%). Sem esses impactos, o lucro líquido recorrente teria alcançado R$ 1,5 bilhão, alta de +21,9% na comparação anual e acima das expectativas.

Ações B3SA3: compra ou vende?

Mais uma vez, a companhia provou os benefícios de um portfólio diversificado, sem perder os benefícios de uma virada de ciclo para os ativos brasileiros. Com o início do corte de juros, a Renda Variável deve voltar a ganhar destaque nos próximos trimestres – inclusive os dados de janeiro já indicam um avanço interessante dessa linha. B3 segue com recomendação de compra na Empiricus Research.

  • LEIA MAIS: Carteira que “copia” estratégia que rendeu 196% do CDI em 2025 agora está com acesso liberado; veja como receber 

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Axia (AXIA6), Cyrela (CYRE3) e mais: Empiricus divulga seleção ‘Top Picks’ com as 10 ações mais promissoras de março

Com a virada de mês, a Empiricus Research trouxe novidades para sua carteira Empiricus Top Picks, que reúne as 10 ações mais promissoras para investir no momento.

Pensando em março, os analistas da casa optaram pela entrada de dois novos papéis, considerados como uma oportunidade de buscar valorizações em breve, mesmo em um contexto incerto de mercado.

Contexto de mercado é desafiador para os ativos de risco: o que esperar?

O mês de março se inicia com um novo “tempero” nos mercados. A escalada das tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã, que se expandem em todo o Oriente Médio desde o último sábado (28), chegou para mexer com os ânimos dos investidores.

Na Bolsa dos EUA, índices como S&P 500 e Nasdaq Composite, registravam quedas até o fechamento deste texto, na tarde de terça-feira (3). 

A Bolsa brasileira, que vinha em um viés de alta desde o final de 2025, também não ficou imune: durante o pregão da terça, até o fechamento desse texto, o Ibovespa registrava queda de cerca de 3,7%.

Ainda é cedo para mensurar o verdadeiro impacto dos conflitos nos ativos de risco. Porém, os analistas da Empiricus indicam que, no cenário doméstico brasileiro, ainda há gatilhos que podem contribuir de forma positiva para a Bolsa:  

  • Continuidade na entrada de capital estrangeiro, com investidores “fugindo” dos ativos norte-americanos em meio à escalada dos conflitos;
  • Início do ciclo de cortes na taxa de juros (Selic), amplamente esperado para iniciar na reunião do Copom dos próximos dias 17 e 18 de março;
  • Possível mudança no pêndulo político pós-eleições presidenciais de outubro, em prol de um governo mais fiscalista.

Porém, vale ressaltar que ainda é necessário bastante cautela ao selecionar em quais ações específicas investir.

“Como não podemos dar esses fatores como certos, nossa sugestão é continuar com uma carteira equilibrada, com empresas que costumam mostrar solidez mesmo em ambientes adversos”, afirmam os analistas em relatório da última segunda-feira (2).

Top Picks de março: Axia (AXIA6) e Cyrela (CYRE3) são destaques para o mês

Dentre as principais alterações propostas para a Empiricus Top Picks, estão a saída das ações da Direcional (DIRR3) e Porto (PSSA3), em favor das ações de Cyrela (CYRE3) e Axia (AXIA6).

Segundo a Empiricus, esse é um momento de realização de lucros de ações que surfaram a toada otimista da bolsa até então. No caso da Direcional (DIRR3), as ações subiram 17% somente no mês de fevereiro. Já a Porto (PSSA3) acumulava alta de mais de 47% desde a última entrada na carteira.

E por que investir em Cyrela (CYRE3) e Axia (AXIA6), em especial?

Os analistas indicam que CYRE3 não acompanhou a alta da bolsa em fevereiro, abrindo uma oportunidade, atualmente, de capturar possíveis valorizações com uma ação de:

  • Excelência operacional;
  • Público mais resiliente;
  • Maior sensibilidade ao iminente ciclo de cortes de juros.

Já no caso de AXIA6, as ações negociam a “múltiplos atrativos em relação aos seus pares”: 7,8 vezes o valor da firma sobre o Ebitda. Ao mesmo tempo, a empresa segue apresentando melhora de eficiência e forte geração de caixa. “Um upside maior que a Porto no momento, em nossa opinião”, afirmam os analistas.

Mas aqui, vale lembrar que essas não são as únicas recomendações para o mês. Além dessas, a Empiricus Top Picks traz outras 8 ações em especial com teses não apenas de múltiplos descontados, mas também de resiliência para a carteira em cenários desafiadores.

E se você, leitor, quiser conhecer o restante das recomendações de perto, temos uma boa notícia.

Acesso liberado: confira a carteira Empiricus Top Picks gratuitamente

Você pode conferir, gratuitamente, a carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as ações mais promissoras para investir no mês de março.

A Empiricus liberou o acesso ao relatório completo, no qual você encontra todos os papéis selecionados e a tese por trás de cada um.

Para acessar, basta clicar no botão abaixo:

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Dividendos em março: Itaú (ITUB4), Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e outras ações pagam proventos esse mês; confira calendário

Neste mês de março, grandes nomes da Bolsa brasileira, como Gerdau (GGBR4), Itaú (ITUB4), Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e outros, pagam dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas.

Pensando em deixar investidores bem informados, preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para as próximas semanas.

Porém, é importante estar atento à “data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos.

Agenda de dividendos: março de 2026

Abaixo, confira todas as empresas da B3 com pagamentos de proventos programados para o mês de março, além dos valores brutos por ação.

Vale ressaltar que JCPs estão sujeitos à tributação do Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$) Data do pagamentoData de corte
BB Seguridade ParticipaçõesBBSE3Dividendo2,6072/3/202613/02/2026
BradescoBBDC3JCP0,0172/3/20262/2/2026
BradescoBBDC4JCP0,0192/3/20262/2/2026
BanestesBEES3JCP0,0292/3/20262/2/2026
BanestesBEES4JCP0,0292/3/20262/2/2026
Itaú ITUB3JCP0,0182/3/202630/01/2026
Itaú ITUB4JCP0,0182/3/202630/01/2026
AllosALOS3Dividendo0,2933/3/202620/02/2026
ValeVALE3JCP1,574/3/202612/12/2025
ValeVALE3Dividendo0,7684/3/202612/12/2025
Banco do BrasilBBAS3JCP0,2215/3/202624/02/2026
Itausa ITSA3JCP0,0186/3/20269/12/2025
Itausa ITSA4JCP0,0186/3/20269/12/2025
Itaú ITUB3JCP0,376/3/20269/12/2025
Itaú ITUB4JCP0,376/3/20269/12/2025
JHSF ParticipaçõesJHSF3Dividendo0,0699/3/202627/02/2026
Camil AlimentosCAML3Dividendo0,0739/3/20262/2/2026
Banco do BrasilBBAS3JCP0,0711/3/20262/3/2026
Inter co INBR32Dividendo0,59513/03/202622/02/2026
Bradespar BRAP3JCP0,61413/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4JCP0,67513/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP3Dividendo0,19113/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4Dividendo0,2113/03/202618/12/2025
Unifique FIQEDividendo0,07816/03/202629/12/2025
Gerdau GGBR4Dividendo0,118/03/202610/3/2026
Gerdau GGBR3Dividendo0,118/03/202610/3/2026
Metalurgica GerdauGOAU4Dividendo0,0519/03/202610/3/2026
Metalurgica GerdauGOAU3Dividendo0,0519/03/202610/3/2026
PetrobrasPETR3Dividendo0,29620/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR4Dividendo0,29620/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR3JCP0,17520/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR4Dividendo0,17520/03/202622/12/2025
M Dias BrancoMDIA3Dividendo1,4131/03/202624/03/2026
ISA Energia BrasilISAE3JCP0,25131/03/202620/02/2026
ISA Energia BrasilISAE4JCP0,25131/03/202620/02/2026
Allied TecnologiaALLD3Dividendo0,42131/03/202630/01/2026
Moura DubeuxMDNE3Dividendo0,59231/03/202630/12/2025
MetisaMTSA3JCP1,131/03/20261/12/2025
MetisaMTSA4JCP1,2131/03/20261/12/2025
MultiplanMULT3JCP0,22531/03/202631/03/2025
DimedPNVL3JCP0,07531/03/202616/12/2024

Em quais ações investir para buscar dividendos a partir de março de 2026? Descubra com o Empiricus+

Se você perdeu as datas de corte dessa vez, ou ainda não sabe muito bem em quais ações investir para buscar proventos em 2026, a Empiricus pode te ajudar nessa jornada.

Você pode conhecer todas as recomendações de investimento dos analistas da casa testando gratuitamente o Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura da Empiricus, pelo qual você pode acessar todas* as séries da casa por um valor único mensal.

Mas a boa notícia é que você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso, para conhecer as recomendações de perto.

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Weg (WEGE3): Balanço do 4T25 é ‘foto e não filme’; veja recomendação de analista e como destravar seu acesso a mais de 11 carteiras da Empiricus

Nesta semana, a Weg (WEGE3) reportou seu balanço trimestral do 4T25 com um lucro líquido de R$ 1,588 bilhão, que indica uma queda de 6,3% em comparação ao 4T24.

Além disso, o Ebitda (lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 2,292 bilhões no 4T25, montante 4% inferior ao 4T24. Apesar dos números amargarem parcialmente o ânimo dos investidores com a empresa, analistas enxergam que esse pode ser um comportamento de quem está olhando apenas a “foto”, ao invés do filme.

Por que a Empiricus segue confiante para investir em Weg?

Toda vez que se fala em grandes histórias de multiplicação da Bolsa, a Weg é uma das protagonistas e para o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria, “isso não é por acaso.”

Segundo ele, mesmo que a companhia esteja inserida em um segmento distante do consumidor final, a companhia construiu sua reputação perante os investidores pela consistência na entrega resultados:

  • Crescimento de receita;
  • Avanço do lucro;
  • Expansão de capacidade produtiva;
  • Evolução de margens;
  • E por último, mas talvez o mais importante, uma trajetória marcada por execução disciplinada e alocação eficiente de capital. 

O que aconteceu nesse último trimestre, conforme a análise de Hungria, foram efeitos tanto da desvalorização cambial, como da queda na contração na vertente de energia solar.

Apesar disso, Hungria ressalta que a empresa conseguiu entregar melhores margens e manter um excelente nível de retorno. “Ainda vemos essa dinâmica pressionando os números de 2026, mas enxergamos uma forte recuperação a partir de 2027”, comenta o analista.

Negociada a 30x seu lucro para 2026, as ações da WEGE3 seguem com recomendação de compra na Empiricus Research.

Junto a Weg, outras ações são acompanhadas diariamente pelos analistas da casa, que compõem as carteiras recomendadas. E agora, o investidor pode acompanhar todo o material de análise da casa atualizado por um valor muito acessível.

Empiricus lança ‘modelo streaming’ com acesso a todas as carteiras a partir de R$ 14,90 ao mês

O novo Empiricus+ funciona como um serviço de assinatura, que com um único acesso, o investidor pessoa física pode explorar as principais carteiras da casa*. Assim, não fica limitado a conhecer as recomendações de ações, como Weg e outras empresas atrativas para investir agora, como também outras classes de ativos.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas – sãocarteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading e outros. Há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos, para quem busca diversificar o portfólio.

Trabalhando nas carteiras, está um time de mais de 13 especialistas, dedicados a localizar as melhores oportunidades do mercado e entregar estratégias tão boas quanto de investidores profissionais.

Para ajudar o investidor comum, a assinatura da Empiricus+ conta também com lives e podcasts com os analistas, respondendo dúvidas dos assinantes, e tutoriais com o passo a passo para investir, da forma mais simples possível.

Isso tudo por um preço muito atraente:

  • R$ 19,90 para a assinatura mensal;
  • R$ 14,90 para assinaturas anuais (mais de 30% de desconto no valor do plano).

Para quem ainda tem dúvidas sobre a qualidade das análises e teses de investimento, é possível assinar as carteiras com um acesso de 7 dias, sem compromisso. Nesse período, o investidor pode conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia.

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Axia Energia (AXIA6) entrega mais um bom resultado no 4T25 e confirma ‘vocação’ para dividendos; confira

A Axia Energia (AXIA6) reportou mais uma rodada de resultados sólidos, em linha com a melhora que já vinha sendo mostrada há alguns trimestres.

A receita consolidada caiu –5,5% com relação ao 4T24, para R$ 9,9 bilhões, impactada pela venda de usinas térmicas e ressarcimento de eólicas no período, e parcialmente compensada pelo aumento da Parcela de Ajuste nas receitas de transmissão.

Apesar desse recuo no top line, a companhia foi eficiente na linha de gastos. Os custos e despesas despencaram no período, com menores gastos para compra de energia (-20%) e despesas gerenciáveis – PMSO ( -15,9%) na comparação anual.

Esses fatores fizeram o Ebitda saltar +12,9%, para R$ 5,7 bilhões, em linha com as expectativas do mercado, mesmo considerando impactos negativos não recorrentes.

Lucro da Axia no 4T25 tem salto relevante

Por fim, ajudada por menores despesas financeiras e uma menor alíquota de IR, o lucro líquido da Axia chegou a R$ 2,6 bilhões, um salto expressivo frente ao 4T24 (R$ 1,1 bilhão).

O endividamento terminou o ano em 2x dívida líquida/ebitda, e o estoque de compulsórios caiu -R$ 600 milhões vs. 3T25 e -R$ 2,6 bilhões na comparação anual.

Por 7,8x valor da firma/ebitda e resultados que mostram cada vez mais sua vocação para pagar dividendos, Axia segue como recomendação da Empiricus.

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WEG (WEGE3) sente impacto de energia solar e câmbio no 4T25, mas sinaliza recuperação à frente; veja análise

A Weg (WEGE3) divulgou seus resultados do quarto trimestre de 2025, com uma receita abaixo da expectativa de mercado, porém compensada por melhora de margens, o que resultou em um EBITDA de R$ 2,29 bilhões, em linha com o consenso.

Mesmo com receios de uma desaceleração industrial no exterior por conta das tarifas, a empresa conseguiu aumentar suas vendas no mercado externo. A receita líquida da Weg em dólares cresceu 7,8% em relação ao 4T24, atingindo US$ 1,18 bilhão. Em reais, o crescimento foi de 1,4% a/a, impactado principalmente pela desvalorização cambial no período.

No mercado doméstico, porém, houve recuo de -12% a/a, impactado principalmente pela frente de Geração, Transmissão e Distribuição de energia. A receita no mercado interno foi de R$ 3,89 bilhões no trimestre.

No consolidado, a Receita Operacional Líquida (ROL) do 4T foi de R$ 10,25 bilhões (-5,3% a/a), enquanto a expectativa do mercado era algo próximo de R$ 10,8 bilhões. Em 2025, a Weg totalizou uma receita de R$ 40,8 bilhões, crescimento de 7,4% a/a, mesmo em um ano desafiador em função da volatilidade política, tarifas dos EUA e uma indústria mais contida no mercado externo. 

Análise da Weg no 4T25 por linha de atuação

Na análise por frentes de negócios, a vertical de Equipamentos Eletrônicos Industriais (EEI) teve um incremento de receita de 0,95% a/a, somando R$ 5,11 bilhões. Destaque para o mercado interno (receita de R$ 1,64 bilhão, +5,7% a/a), com a atividade industrial positiva para equipamentos de ciclo curto e boa demanda de novos negócios. No mercado externo, a atividade industrial se manteve saudável, porém com o impacto cambial, a receita em reais caiu -1,1%, totalizando R$ 3,47 bilhões. A ROL da frente representou 49,9% do total reportado.

A frente de Geração, Transmissão e Distribuição de energia (GTD) foi a principal detratora na performance, com contração anual de -14,2% em comparação ao mesmo período do ano anterior. A linha sofreu forte impacto no mercado interno, principalmente no que tange à geração de energia solar, que teve menos projetos ativos no período. A receita doméstica caiu -29% em relação ao 4T24. No mercado externo, a contração foi de -0,7% a/a impactada pelo dólar e por oscilações de projetos de T&D. Ainda assim, na comparação trimestral a receita do exterior cresceu 20%. A linha consolidada soma participação de 38,7% na ROL total da companhia, com R$ 3,682 bilhões.

O segmento de Motores Comerciais e Appliance (MCA) registrou receita de R$ 738 milhões (+2,5% a/a), com uma participação de 7,2% na ROL total da empresa. Houve estabilidade na demanda do mercado interno (-0,1% a/a), e crescimento de 5,2% no exterior, principalmente na China e na América do Norte.

Tintas e Vernizes (T&V), que possui a menor participação no ROL total da companhia (4,2% do 4T25), registrou um uma receita operacional líquida de R$ 435 milhões (+3,3% a/a). O resultado foi impactado pelo aumento de vendas no mercado externo, que cresceu 5,4% com destaque para a operação no México e contribuição dos negócios recém adquiridos da Heresite.

  • LEIA MAIS: Empiricus lança Incubadora de ICOs para ajudar investidores a acessar criptomoedas embrionárias com alto potencial lucrativo; saiba como participar

Resultados financeiros da Weg

Apesar da receita consolidada abaixo das expectativas, a companhia conseguiu compensar parcialmente essa pressão com bom controle de custos. O custo das mercadorias vendidas recuou -6,1% em função de maior eficiência operacional e um mix de produtos favorável, mérito do portfólio diversificado da companhia. Com isso, a margem bruta cresceu 0,6 p.p., para 34%, acima do esperado. Vale mencionar também o crescimento de despesas abaixo da inflação no período.

Com esses efeitos, o EBITDA da Weg recuou -4%, para R$ 2,29 bilhões, com expansão de +0,3 p.p. a/a na margem.

Também afetado pela queda de receita, o lucro líquido da Weg foi de R$ 1,6 bilhão no trimestre, -6,3% em relação ao mesmo período no ano anterior, com margem de 15,5% (-0,2 p.p. a/a).

A geração de caixa livre no ano foi negativa em R$ 4,36 bilhões, em função do CAPEX de R$ 2,9 bilhões em modernização e expansão de capacidade, além da amortização de dívidas e pagamentos de dividendos e JCP no período.

O ROIC, que mede a eficiência da empresa em gerar lucro operacional a partir do capital aportado na operação (tanto próprio como de terceiros), alcançou 32,5% no ano. O indicador fechou 2025 com queda de -1,7 ponto percentual em relação ao fim de 2024, mesmo com aumento do lucro operacional. Isso por conta do aumento de capital empregado em ativos imobilizados, para modernização e expansão nas unidades de produção a nível global.

Tese de investimento em WEGE3

Mesmo em um trimestre impactado pela valorização cambial e pelo segmento de GTD no Brasil, a empresa conseguiu entregar melhora de margens e manter um excelente nível de retorno.

Olhando para a frente, ainda vemos essa dinâmica pressionando os números de 2026, mas enxergamos uma forte recuperação a partir de 2027, com a expansão de capacidade de GTD. Negociada a 30x seu lucro para 2026, temos recomendação de compra para WEGE3.

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Axia Energia (AXIA6): com Novo Mercado à vista e valorização de 118% em 12 meses, tem espaço para mais? 

Na última semana, a Axia Energia (AXIA3; AXIA5; AXIA6), antiga Eletrobras, anunciou ao mercado uma proposta de migração para o Novo Mercado, considerado o padrão mais elevado de governança corporativa da Bolsa brasileira.

Para entrar nesse mercado, a companhia tem que se enquadrar em algumas normas, entre elas, ter apenas ações ordinárias (ON).

Para se adequar à regra, a Axia propôs uma unificação das classes de ações, com a conversão de papéis AXIA6 e AXIA5 em AXIA3. Os detentores das ações preferenciais receberão um prêmio de 10% em cada papel convertido, justificado pelo diferencial de dividendos previsto no estatuto para os preferencialistas.

A proposta será votada em abril. Segundo Ruy Hungria, analista da Empiricus, caso aprovada, a migração da Axia para o Novo Mercado resultará não apenas em um bom prêmio para os detentores de AXIA5 e AXIA6, mas também em “uma evolução importante nos padrões de governança da companhia e um maior interesse de investidores de longo prazo”.

Vale destacar que as ações da Axia mais que dobraram na janela de 12 meses. Sem considerar os dividendos, os papéis AXIA6 valorizaram 101,9%. Ao levar em conta os proventos, a alta é ainda mais relevante e supera os 118%, até o fechamento de mercado da última segunda-feira (23).

Com isso, a pergunta que fica aos investidores é:

Tem espaço para mais?

Para Ruy Hungria, a resposta é sim.

E, para entender os motivos, é preciso voltar um pouco no tempo. Desde que foi privatizada, em 2022, a companhia passou por uma “profunda transformação, com redução de endividamento, corte de gastos, venda de ativos non core e redução de contingentes”, destacou o analista.

No entanto, mesmo com essas melhorias, os anos seguintes não foram bons para as ações. Isso ocorreu por dois fatores principais:

  • Questionamentos do Governo Lula sobre o processo de privatização, o que gerou temor de alguma interferência política;
  • Preços de energia muito baixos, com os fortes incentivos para energia eólica e solar.

Mas nos últimos meses, os dois pontos deixaram de pesar sobre as ações. No caso do primeiro, o acordo firmado com a União no início do ano passado limitou os votos de qualquer acionista a 10% das ações, incluindo o governo, o que “reduziu bastante os riscos de interferência política”, afirmou o analista.

Já em relação ao segundo fator, os preços de energia apresentaram altas significativas e ajudaram a impulsionar os resultados da elétrica.

“A combinação de gargalos de transmissão e piora dos níveis dos reservatórios têm ajudado a elevar os preços de energia, uma situação que não deve ser revertida tão cedo”, afirma Hungria.

A Axia mantém parte do portfólio descontratado, o que permite que ela aproveite essa valorização nas novas contratações.

Esses fatores, aliados à “melhoria de eficiência e modernização dos ativos de transmissão” pós-privatização devem continuar permitindo melhoria de resultados nos próximos anos e, consequentemente, a distribuição de proventos robustos, segundo o analista.

A Axia Energia (AXIA6) é uma recomendação de compra em diversas carteiras da Empiricus Research. E, agora, você pode conhecer todas as outras sugestões dos analistas da casa:

Empiricus+: conheça o novo serviço de ‘streaming’ da Empiricus

A Empiricus Research acaba de inaugurar um modelo de assinatura no estilo “streaming”, em que, com apenas um acesso, é possível explorar todas as recomendações de investimentos dos analistas da casa.

Você terá à sua disposição séries voltadas para ações, fundos imobiliários, dividendos, renda fixa e muito mais.

Além disso, poderá também ter acesso aos relatórios feitos pelos analistas e a plantões de dúvidas ao vivo com os profissionais da casa.

Para ter mais informações sobre o Empiricus+ e liberar 7 dias gratuitos de teste, basta clicar neste link ou no botão abaixo.

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Iguatemi (IGTI11) tem 4T25 consistente com crescimento e consolidação de novas aquisições; veja destaques em 1 minuto

Resultado de Iguatemi (IGTI11) no 4T25 em 1 minuto:

  • Vendas totais crescem 12,8% no 4T25, alcançando R$ 7,9 bilhões, com avanço anual de 19,3% em 2025.
  • SSR cresce 6,6%, superando o IGP-M aplicado, refletindo capacidade de repasse e menor nível de descontos.
  • Taxa de ocupação encerra o trimestre em 96,7%, com custo de ocupação em 10,4%, em patamar historicamente baixo.
  • NOI ajustado cresce 10,0%, com margem de 98,3%, evidenciando eficiência operacional.
  • EBITDA ajustado sobe 3,0%, com margem de 76,8% no trimestre.
  • FFO ajustado recua 9,6%, pressionado por maior resultado financeiro.

Balanço de Iguatemi detalhado

A Iguatemi reportou os resultados do 4T25, encerrando o ano com desempenho operacional consistente. O trimestre refletiu tanto o crescimento orgânico dos ativos quanto a consolidação das participações adquiridas ao longo de 2025, especialmente Pátio Higienópolis e Pátio Paulista.

As vendas totais somaram R$ 7,9 bilhões no trimestre, avanço de 12,8% em relação ao 4T24. Nas mesmas bases, o crescimento também foi razoável: o indicador Vendas nas Mesmas Lojas (SSS) avançou 5,9%, enquanto o SAS cresceu 8,4%, superando a inflação do período. O desempenho reforça a resiliência do portfólio premium da companhia, mesmo em ambiente de juros elevados.

No aluguel, o indicador Aluguel nas Mesmas Lojas (SSR) registrou alta de 6,6%, acima do reajuste médio pelo IGP-M, refletindo ganho real e continuidade da redução dos descontos concedidos.

O custo de ocupação caiu para 10,4%, 0,1 p.p. abaixo do 4T24 e significativamente inferior à média histórica para o período, enquanto a inadimplência líquida permaneceu negativa (-3,5%). A taxa de ocupação encerrou o trimestre em 96,7%, sendo que, considerando os contratos iniciados ao fim do período, atingiu 98,2% em dezembro. Em nossa visão, esses resultados abrem margem para uma renegociação favorável de aluguéis ao longo de 2026.

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Resultado final de Iguatemi é pressionado por crescimento de despesas

Em termos de rentabilidade, o resultado operacional líquido dos shoppings (NOI) foi de R$ 379 milhões, com avanço de 10,0% e margem de 98,3%, evidenciando forte alavancagem operacional.

O EBITDA ajustado somou R$ 324,6 milhões, crescimento de 3,0%, ainda que com compressão de margem frente ao 4T24, reflexo de efeitos não recorrentes comparativos e maior participação do varejo (I-Retail e Iguatemi 365) no consolidado.

Conforme esperado, o aumento das despesas financeiras pressionou o resultado final. O FFO (geração de caixa operacional) ajustado recuou 9,6% no trimestre, totalizando R$ 198,3 milhões, apesar do crescimento operacional. A alavancagem encerrou o período em 1,68x Dívida Líquida/EBITDA ajustado, patamar ainda confortável.

No campo estratégico, a companhia avançou na reciclagem de portfólio, com a assinatura de MOU para venda de participações minoritárias e, subsequentemente, aquisição adicional no Pátio Paulista, reforçando a estratégia de concentração em ativos dominantes.

Leitura de mercado sobre o balanço de IGTI11

No geral, a leitura final sobre o trimestre foi positiva, com números em linha com o consenso do mercado. Apesar da pressão no FFO no curto prazo, os indicadores operacionais seguem robustos, com crescimento real de vendas, custo de ocupação em mínimas históricas e margens operacionais elevadas, reforçando a qualidade estrutural do portfólio.

Temos visão construtiva sobre o segmento de shopping centers para 2026, com posicionamento favorável nos players listados e preferência por Multiplan (MULT3) nas assinaturas da Empiricus.

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