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McDonald's is turning to protein and beverages as it puts billions toward improving its restaurants

Large yellow McDonald's golden arches sign stands in front of a McDonald's restaurant and parking lot.
McDonald's unveiled McDonald's Next, a plan to improve its results, on Wednesday.

Gene J. Puskar/AP

  • McDonald's is planning to spend billions to lure customers back.
  • The chain's McDonald's Next plan calls for changes from employee training to store tech.
  • McDonald's is facing stiff competition from rivals and increasingly value-sensitive customers.

McDonald's is spending big to bring customers back to its restaurants.

The fast-food chain plans to devote $8.5 billion over the next 10 years to improvements in its restaurants through investments and rent relief for franchisees, it said on Wednesday. The plan, called McDonald's Next, includes adding more technology to stores, new training for employees, and increasing the burger chain's market share of chicken menu items and beverages.

The goal is "to be the first choice for more customers, more often - while making our restaurants stronger and easier to run," McDonald's CEO Chris Kempczinski said.

"We are confident that executing across the key components of NEXT will unlock stronger restaurant economics, generate attractive returns for the Company, our franchisees and shareholders, and increase capacity to keep investing in growth," Kempczinski said.

The plan comes as McDonald's faces challenges both within the company and from rivals.

The burger chain reported slowing comparable sales growth in its most recent quarter, pointing to trouble it faced in rolling out a new value menu featuring items priced at $3 or less.

It's also been trying to win back customers who used to head to the Golden Arches for a cheap, quick meal but who are now going to other restaurants, like Burger King and Chili's.

McDonald's executives described several menu changes, including more McNugget and Quarter Pounder options and higher-quality coffee. The chain also wants to grow sales of beverages, which customers often purchase after lunch and pair with a burger or fries, said Jill McDonald, McDonald's global chief restaurant officer.

The chain is also considering options such as grilled chicken and egg bites to offer diners healthy protein choices.

In the US, McDonald's is still deciding on the best strategy for its value menu pricing, Kempczinski said. "That is really the key to going after that low-income consumer," he said.

McDonald's Next will make restaurants more efficient with AI and other operational improvements, the company said. Those types of changes will improve cash flow per restaurant by about $100,000 annually, it said.

McDonald's plan also includes an effort "to elevate the customer experience through great food and great hospitality," which the company calls Make It Golden.

In addition to maintaining its share of the burger market, the plan also calls for McDonald's to increase its share of the beverage and chicken market by 1.5 percentage points each by 2030.

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Wall Street em recorde, frase de Buffett, bitcoin, dividendos e Petrobras: o que bombou na semana

Os novos recordes de Wall Street no fim de maio, embalados pelo rali das ações de tecnologia e pelo alívio com as negociações envolvendo o Oriente Médio, e a derrocada de quase R$ 100 bilhões no valor de mercado da Petrobras (PETR4) em maio estiveram no centro das atenções dos leitores nesta semana, de 31 de maio a 6 de junho.

Entre os temas mais lidos aqui no Money Times, na semana entre o dia 31 de junho e seis de junho, aparecem também a repercussão de uma das frases mais conhecidas de Warren Buffett sobre medo e ganância no mercado, a primeira venda de bitcoin da história da Strategy, dona da maior tesouraria corporativa da criptomoeda, e a carteira de dividendos do BTG Pactual para junho. Confira o que mais ganhou destaque nos últimos dias.

Wall Street bate máximas com rali de tecnologia

A matéria mais lida da semana mostrou que os principais índices de Wall Street encerraram maio em níveis recordes, impulsionados pelo desempenho das gigantes de tecnologia e pelo otimismo dos investidores com a possibilidade de um acordo para encerrar o conflito no Oriente Médio. No fechamento de 29 de maio, o Dow Jones subiu 0,74%, o S&P 500 avançou 0,22% e o Nasdaq ganhou 0,91%, todos em máximas históricas. No acumulado do mês, o Nasdaq saltou mais de 8%.

A reportagem destacou ainda que a moderação dos preços do petróleo ajudou o humor dos mercados, enquanto ações de tecnologia seguiram puxando o movimento, com destaque para a Dell após resultados acima do esperado.

Warren Buffett e a velha máxima sobre medo e ganância

Outro texto que chamou atenção dos leitores retomou uma das frases mais famosas de Warren Buffett: “seja medroso quando os outros forem gananciosos, e seja ganancioso quando os outros forem medrosos”. A matéria explicou como a máxima resume a lógica da estratégia contrarian, que busca se afastar do consenso quando o mercado entra em euforia ou em pânico.

Segundo o texto, a ideia é que, em momentos de otimismo exagerado, investidores tendem a subestimar riscos e pagar caro demais pelos ativos, enquanto, em períodos de crise, o medo pode levar a vendas precipitadas e a preços abaixo do que os fundamentos justificam.

Strategy vende bitcoin pela primeira vez e criptomoeda cai

Na terceira posição, ficou a notícia de que a Strategy, antiga MicroStrategy, vendeu 32 bitcoins entre 26 e 31 de maio, levantando cerca de US$ 2,5 milhões a um preço médio de US$ 77.135 por unidade. Segundo a reportagem, foi a primeira venda de bitcoin da história da companhia desde dezembro de 2022.

O movimento chamou atenção porque a empresa é símbolo da estratégia de acumulação de bitcoin em tesouraria. Após a operação, a Strategy continuava com 843.706 BTC, avaliados em cerca de US$ 61 bilhões, enquanto a criptomoeda aprofundava as perdas e era negociada perto de US$ 72 mil na manhã da publicação.

BTG mexe na carteira de dividendos de junho

A busca por renda também esteve entre os assuntos mais lidos da semana. Em sua carteira recomendada de dividendos para junho, o BTG Pactual retirou Vibra Energia (VBBR3), incluiu Caixa Seguridade (CXSE3), reduziu exposição a Allos (ALOS3) e Motiva (MOTV3) e elevou a participação de Cury (CURY3).

Além dessas mudanças, a seleção segue com nomes como Petrobras (PETR4), Itaú Unibanco (ITUB4), Vale (VALE3), Bradesco (BBDC4), Axia Energia (AXIA3), Equatorial (EQTL3), Copel (CPLE3) e Copasa (CSMG3). Entre os destaques, a Allos aparecia com potencial de retorno em dividendos de até 12,2%, o maior da carteira.

Petrobras tem primeiro mês negativo em 2026

Fechando a lista, a Petrobras voltou aos holofotes depois de perder R$ 98,1 bilhões em valor de mercado em maio, no primeiro mês de baixa das ações em 2026. Segundo a reportagem, PETR3 caiu 14,62% no período e PETR4 recuou 14,43%, com a companhia encerrando o mês avaliada em R$ 576,5 bilhões.

O gatilho para a correção foi a queda do petróleo, pressionado pelo otimismo do mercado com o avanço das negociações entre Estados Unidos e Irã. Os contratos do Brent para agosto acumularam baixa de 17,4% em maio, encerrando a última sessão do mês a US$ 91,12 por barril.

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A Strategy de Michael Saylor foi classificada como ‘lixo’ pela S&P na avaliação inicial

A S&P Global Ratings atribuiu à Strategy uma classificação de crédito de nível lixo, citando como fraquezas a alta concentração em criptomoedas, o foco estreito nos negócios, a fraca capitalização ajustada ao risco e a baixa liquidez em dólares americanos da fabricante de software empresarial.

A empresa, anteriormente conhecida como MicroStrategy, recebeu classificação B-, ou dois níveis abaixo do grau de investimento, com perspectiva estável, informou a agência de classificação de crédito em um comunicado nesta segunda-feira (27). Michael Saylor, cofundador da empresa e responsável pela transição para a acumulação de Bitcoin nos últimos cinco anos, observou em uma publicação no X que esta foi a primeira classificação de uma empresa de tesouraria de Bitcoin.    

S&P Global Ratings has assigned Strategy Inc a 'B-' Issuer Credit Rating (Outlook Stable) — the first-ever rating of a Bitcoin Treasury Company by a major credit rating agency. https://t.co/WLMkFqkkCb

— Michael Saylor (@saylor) October 27, 2025

Analistas de crédito da S&P foram rápidos em destacar que a Strategy detém aproximadamente US$ 74 bilhões em valor justo em Bitcoin, acumulados com recursos provenientes de emissões de dívida e ações. Embora a S&P tenha destacado a gestão “prudente” da Strategy em relação à sua dívida conversível, a agência de classificação de crédito expressou preocupação com o risco de liquidez do acordo de dívida da empresa. 

A Strategy emitiu quase US$ 15 bilhões em dívida conversível combinada e ações preferenciais, com US$ 5 bilhões em dívida conversível fora do dinheiro com vencimento em 2028. A empresa também deve mais de US$ 640 milhões anualmente em dividendos preferenciais em outubro de 2025.

A S&P destacou os riscos de liquidez para a dívida conversível e os dividendos preferenciais da empresa. Especificamente, os analistas observaram que a dívida conversível da Strategy pode atingir o vencimento simultaneamente ao estresse no preço do Bitcoin. Isso poderia levar a empresa a liquidar seu Bitcoin a “preços deprimidos” ou reestruturar sua dívida conversível ou ações preferenciais, o que a S&P “consideraria equivalente a um calote”.

A Strategy enfrenta um problema de “descasamento cambial”, afirmou a S&P. Embora detenha bilhões de dólares em Bitcoin, precisa pagar vencimentos de dívidas, juros e dividendos de ações preferenciais em dólares. A empresa tem vendido ações ordinárias para levantar recursos para pagar juros e dividendos. 

Os riscos citados são apenas parcialmente compensados ​​pelo forte acesso da empresa aos mercados de capitais e pela gestão prudente de sua estrutura de capital, incluindo a manutenção de nenhum vencimento nos próximos 12 meses e o financiamento de seus negócios principalmente com capital próprio, disse a S&P.

A classificação pode ser elevada se a Strategy reduzir seu uso de dívida conversível, melhorar sua liquidez em dólares americanos e demonstrar forte acesso aos mercados de capitais, mesmo em períodos de estresse de preço do Bitcoin, disse a S&P.

“Acreditamos que o Bitcoin apresenta um risco de mercado significativo, não correlacionado aos riscos de mercado tradicionais”, escreveram analistas da S&P. “Como a maior parte dos ativos da empresa está em Bitcoin, e seus ativos em Bitcoin provavelmente continuarão a crescer substancialmente, provavelmente continuaremos a considerar o capital como uma fraqueza.”

A Strategy anunciou nesta segunda-feira (27) que havia adquirido US$ 43,4 milhões em Bitcoin nos últimos sete dias, elevando seu patrimônio para 640.808 tokens, avaliados em cerca de US$ 73,7 bilhões. A empresa sediada em Tysons Corner, Virgínia, deve divulgar os resultados financeiros do terceiro trimestre na quinta-feira.

Um representante da Strategy não retornou imediatamente a um pedido de comentário. 

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