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A arma secreta da Covenant: um arsenal de US$ 250 milhões e “aliados” de Trump como investidores

Startup americana de tecnologia de defesa, a Covenant vinha operando silenciosamente, em modo stealth, desde a sua fundação, em 2024. Agora, a empresa está saindo dos bastidores e revelando o seu segredo militar, disposta a desafiar os principais players desse front. A companhia anunciou na quarta-feira, 9 de setembro, a inauguração de uma fábrica de […]

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Solfácil aciona os “motores” e entra em financiamento de carros elétricos

No mercado desde 2018, a Solfácil ganhou tração financiando projetos de energia solar para residências e pequenas empresas. Agora, a nova tese é o financiamento de veículos elétricos e híbridos. A linha está chegando oficialmente à carteira da empresa após um período de soft launch iniciado há cerca de um mês. “Estamos iniciando um processo […]

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Salesforce has held talks to buy Listen Labs, an AI customer research platform, for around $2 billion

Salesforce CEO Marc Benioff onstage at his company's annual Dreamforce in San Francisco, September, 2024.
Salesforce CEO Marc Benioff speaks to thousands at the Moscone South Hall during Dreamforce in San Francisco on Tuesday, Sept. 17, 2024.

Brontë Wittpenn/San Francisco Chronicle via Getty Images

  • Salesforce has been in talks to acquire AI startup Listen Labs for around $2 billion.
  • Listen Labs, which was last valued at $500 million, sells an AI market analysis platform.
  • Recent AI M&A deals include Nvidia's $12.9 billion acquisition of AI startup Hugging Face.

Salesforce could be on the hunt for acquisitions to beef up its AI capabilities.

The software giant has recently been in talks to buy Listen Labs, an AI-powered customer research platform for around $2 billion, according to people familiar with the matter. The talks have not been finalized and could ultimately be unsuccessful, according to a person with knowledge of the deal.

Salesforce and Listen Labs did not respond to requests for comment.

Listen Labs was founded in 2023 by Alfred Wahlforss and Florian Juengermann, who first met as undergraduates at Harvard University while building an AI avatar app that went viral, attracting 20,000 users on its first day, according to Sequoia Capital. Juengermann was previously a national champion in competitive programming in Germany.

They used an early version of what would become Listen Labs to interview users, which helped them realize that using AI for market research would be extremely valuable.

The company's software automates much of the qualitative research process, which has typically been expensive and time-consuming.

Customers include Microsoft, Anthropic, Google, Nestle, Sweetgreen, and Perplexity. At the beginning of the year, Listen Labs said it had grown its annualized revenue by 15x and interviewed more than one million people in nine months.

For Salesforce, the deal would strengthen its broader quest to make its agentic AI platform, Agentforce, more than just about automating repetitive work. Listen Labs could boost Agentforce by understanding what customers are thinking. It could recommend which products they might buy and craft the perfect pitch for salespeople to close a deal.

If the deal were finalized, it would be part of a wave of AI acquisitions in recent weeks, with Nvidia acquiring HuggingFace for around $12.9 billion and Stripe buying OpenRouter for around $8 billion.

Salesforce has been pushing to improve its AI efforts, with a particular focus on enterprise agents. The Information reported that they considered acquiring HuggingFace before it was sold to Nvidia.

Listen Labs was last valued at $500 million in a financing round earlier this year. Its backers include Sequoia Capital, Ribbit Capital, Conviction Partners, and Pear VC.

Read the original article on Business Insider

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A IA virou rotina nas startups brasileiras. Mas, no caixa da maioria, o resultado ainda não chegou

Nos últimos três anos, o rápido avanço da inteligência artificial e dos modelos generativos transformou sua adoção em uma das principais ferramentas para ganho de produtividade, eficiência e escala no mundo corporativo. Para as empresas de rápido crescimento, o entusiasmo é grande, mas a implementação ainda precisa avançar para se converter em resultado financeiro, apontou […]

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Menos bobagem, mais ambição global: a nova fase das startups brasileiras, segundo Rodrigo Baer, da 14B

No auge da euforia de 2020 e 2021, o mercado de venture capital parecia viver em um universo paralelo: valuations estratosféricos e rodadas gigantescas, frutos do excesso de liquidez da época. Era um tempo que, como disse Rodrigo Baer, naquela época à frente da estratégia de early stage do Softbank, “tinha muita gente fazendo bobagem”. […]

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SpaceX de Elon Musk pode chegar a US$ 800 bilhões e virar a startup mais valiosa do planeta

A SpaceX, empresa de transporte espacial e de satélites fundada por Elon Musk, está lançando uma venda secundária de ações que poderia avaliar a companhia em US$ 800 bilhões, segundo pessoas familiarizadas com o assunto, relatou o jornal americano Wall Street Journal.

Se confirmado, a nova transação faria da SpaceX, mais uma vez, a startup mais valiosa do mundo, superando o recorde anterior de US$ 500 bilhões estabelecido pela OpenAI, dona do ChatGPT, em outubro.

A última oferta pública da empresa, discutida pelo conselho de diretores na quinta-feira (4) no hub Starbase da SpaceX no Texas, poderia mudar dependendo do interesse de vendedores e compradores internos, disseram as fontes, que pediram anonimato por se tratar de informações não públicas.

Sob um cenário preliminar, a SpaceX poderia incluir um preço por ação de cerca de US$ 300, o que avaliaria a empresa em aproximadamente US$ 560 bilhões, segundo duas das fontes. Os detalhes da transação ainda podem mudar antes do fechamento, podendo alcançar avaliações ainda mais altas, disse uma terceira pessoa.

Um representante da SpaceX não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.

O último valor representaria um aumento substancial em relação aos US$ 212 por ação estabelecidos em julho, quando a empresa levantou recursos e vendeu ações com uma avaliação de US$ 400 bilhões.

O Wall Street Journal e o Financial Times, citando fontes não identificadas, relataram anteriormente que o negócio avaliaria a SpaceX em impressionantes US$ 800 bilhões, embora a Bloomberg não tenha conseguido confirmar a informação de forma independente.

A notícia sobre o valor da SpaceX fez as ações da EchoStar Corp., empresa de TV por satélite e telecomunicações, subirem até 18%. No mês passado, a EchoStar havia concordado em vender licenças de espectro à SpaceX por US$ 2,6 bilhões, somando-se a um acordo anterior de venda de cerca de US$ 17 bilhões em espectro sem fio para a empresa de Musk.

A SpaceX, lançadora de foguetes mais prolífica do mundo, domina a indústria espacial com seu foguete Falcon 9, que coloca satélites e pessoas em órbita.

A empresa também lidera o setor de serviços de internet via satélite em órbita baixa com o Starlink, um sistema com mais de 9.000 satélites, muito à frente de concorrentes como o Amazon Leo, da Amazon.com Inc.

Executivos da SpaceX já cogitaram transformar o Starlink em uma empresa separada de capital aberto — ideia sugerida inicialmente pela presidente Gwynne Shotwell em 2020.

No entanto, Musk repetidamente questionou publicamente a possibilidade ao longo dos anos, e o CFO Bret Johnsen afirmou em 2024 que um IPO do Starlink aconteceria provavelmente “nos próximos anos”.

O site The Information, citando pessoas próximas às discussões, relatou separadamente na sexta-feira que a SpaceX informou investidores e representantes de instituições financeiras que planeja um IPO para toda a empresa na segunda metade do próximo ano.

Uma chamada oferta secundária ou tender, na qual funcionários e alguns acionistas iniciais podem vender ações, oferece aos investidores de empresas privadas como a SpaceX uma forma de gerar liquidez.

A SpaceX também trabalha no desenvolvimento do novo foguete Starship, anunciado como o mais potente já desenvolvido, capaz de lançar grande quantidade de satélites Starlink, além de transportar carga e pessoas para a Lua e, eventualmente, para Marte.

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Jeff Bezos volta à cadeira de presidente ao assumir a startup Project Prometheus

Jeff Bezos assumirá o cargo de codiretor executivo de uma nova startup de inteligência artificial voltada para aplicações industriais e aeroespaciais, informou o New York Times na segunda-feira (17). A empresa, batizada de Project Prometheus, já arrecadou US$ 6,2 bilhões em financiamento — parte dele investida pelo próprio fundador da Amazon —, tornando-se uma das startups em estágio inicial mais bem capitalizadas do mundo, segundo três fontes ouvidas pelo jornal.

A iniciativa marca o retorno de Bezos a um cargo operacional formal desde que deixou a presidência-executiva da Amazon, em julho de 2021. Embora esteja profundamente envolvido com a Blue Origin, sua empresa espacial, Bezos detém ali apenas o título de fundador.

Com o Project Prometheus, o bilionário entra de vez em um mercado de inteligência artificial cada vez mais competitivo, dominado por gigantes como OpenAI, Meta, Google e Microsoft, enquanto dezenas de startups disputam espaço com produtos e modelos próprios.

O novo empreendimento será comandado por Bezos em parceria com Vik Bajaj, físico e químico que já trabalhou de perto com Sergey Brin no laboratório de inovação do Google, conhecido como X (antigo Google X).

Segundo o The New York Times, o jornal norte-americano, o Project Prometheus já contratou cerca de 100 pesquisadores vindos de empresas de IA, como OpenAI, DeepMind e Meta, em meio a uma acirrada disputa global por talentos.

A tecnologia em desenvolvimento da startup é direcionada a aplicações de IA para engenharia e produção em setores como informática, indústria automotiva e aeroespacial — áreas alinhadas ao interesse de longa data de Bezos em acelerar o acesso humano ao espaço. Ainda não está claro onde a startup está sediada nem quando exatamente foi fundada, já que a empresa manteve um perfil discreto até agora.

Vida de Bezos

Desde que deixou o comando da Amazon, Bezos tem dividido os holofotes entre seus negócios e sua vida pessoal — incluindo um casamento repleto de celebridades em Veneza neste ano. Ele também intensificou seu envolvimento com a Blue Origin e ampliou seus investimentos no setor de IA. Segundo a CNBC, todos os aportes feitos em 2024 pela família Bezos, por meio da gestora Bezos Expeditions, foram direcionados a empresas de inteligência artificial.

O lançamento do Project Prometheus ocorre em um momento de forte pressão por mão de obra especializada. Grandes empresas de tecnologia vêm oferecendo salários recordes e bônus milionários para atrair cientistas de IA — alguns chegando a valores de US$ 100 milhões. O mercado continua marcado por uma rotatividade intensa, com talentos migrando entre OpenAI, Meta, Google e startups emergentes.

Mesmo diante de uma competição bilionária, o Project Prometheus desponta como um novo peso pesado. Com US$ 6,2 bilhões já captados, a empresa tem margem para adquirir poder computacional escasso, atrair pesquisadores de elite e desenvolver conjuntos de dados proprietários difíceis e caros de produzir em ambientes industriais, segundo especialistas ouvidos pelo Times.

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A aposta de US$ 40 bilhões da BlackRock em uma empresa de data center menos conhecida

No início do ano, uma empresa de infraestrutura distante dos holofotes chamada Aligned Data Centers conseguiu arrecadar US$ 12 bilhões — mais do que algumas das principais startups de inteligência artificial do mundo conseguiram em uma única rodada. O objetivo: expandir drasticamente sua presença para atender à crescente demanda pelas instalações que alimentam os sistemas de IA.

Nove meses depois, com grande parte dessa expansão ainda em andamento, a Aligned está em negociações avançadas para ser adquirida pela Global Infrastructure Partners (GIP), fundo da BlackRock, em um acordo de US$ 40 bilhões. A transação está a caminho de ser uma das maiores do ano e, potencialmente, a maior já realizada por uma empresa de data centers. 

As negociações de aquisição, noticiadas pela Bloomberg na noite de quinta-feira (2), citando pessoas familiarizadas com o tema, são indicativas de quanto dinheiro os investidores estão dispostos a investir em empresas consideradas essenciais para o boom da IA. De acordo com um relatório do Goldman Sachs, empresas relacionadas à IA responderam por US$ 141 bilhões em emissões de crédito corporativo até agora neste ano, superando os US$ 127 bilhões em dívida total do ano passado.

À medida que as empresas de tecnologia se dizem preparadas para investir centenas de bilhões, senão trilhões, em infraestrutura física para IA, há uma demanda crescente por empresas como a Aligned, que prometem atender a essas necessidades. Isso é verdade mesmo que a maior parte da capacidade do data center da Aligned – e a receita esperada com ele – ainda esteja em fase de planejamento. 

“Eles têm muita atividade planejada”, disse Ari Klein, analista da BMO Capital Markets, sobre a Aligned em particular. “Você provavelmente está vendo empresas pagando por essa atividade planejada, ou pelo que pode vir a acontecer.”

Fundada em 2013, quase uma década antes do boom da IA ​​generativa, a Aligned há muito tempo se concentra em fornecer data centers personalizados para empresas, com ênfase em eficiência e sustentabilidade. A empresa conta com o apoio da Macquarie Asset Management e possui 78 data centers sob gestão ou em desenvolvimento nas Américas, de acordo com seu portal. 

Assim como outros provedores de data centers, a Aligned tem enfrentado novas pressões nos últimos anos para construir mais e maiores data centers para IA. Em janeiro, a Aligned anunciou ter levantado US$ 12 bilhões em capital e dívida para acelerar seus planos de construir 5 gigawatts de capacidade de data center, o suficiente para abastecer metade da cidade de Nova York em um dia quente.

O investimento tinha como objetivo ajudar a Aligned a “aproveitar oportunidades impulsionadas pela crescente demanda por infraestrutura preparada para IA”, disse Andrew Schaap, CEO da empresa, em uma publicação nas redes sociais na época. “A Align está pronta para enfrentar este momento.”

O único desafio é que os data centers — e toda a infraestrutura, incluindo as fontes de alimentação para apoiá-los — levam tempo. Atualmente, a Aligned tem pouco mais de 600 megawatts de capacidade de data center em operação, com outros 700 megawatts em construção, de acordo com a DC Byte, empresa de inteligência de mercado que monitora o setor. Ainda assim, a capacidade combinada torna a Aligned uma “operação de tamanho razoável”, segundo o fundador da DC Byte, Edward Galvin. 

A Coreweave, provedora de nuvem que fechou acordos com a OpenAI e a Nvidia, possui 470 megawatts de capacidade ativa, de acordo com documentos públicos , com muito mais planejado. A CoreWeave reportou pouco mais de US$ 1,91 bilhão em receita em 2024. E embora a Aligned esteja em negociações para ser vendida por potencialmente US$ 40 bilhões, a Coreweave tem um valor de mercado de mais de US$ 65 bilhões.

A Aligned não divulgou publicamente seus números de vendas. Se cobrasse cerca de US$ 210 por quilowatt por mês, o padrão do setor para preços de data center, segundo a empresa de serviços imobiliários comerciais CBRE, a receita anual da Aligned seria de quase US$ 1,6 bilhão. Esse valor subiria para US$ 3,4 bilhões, incluindo a capacidade em construção. 

Representantes da Aligned não responderam a um pedido de comentário. 

A Aligned também está desenvolvendo um novo data center no Texas para a Lambda, uma empresa de infraestrutura em nuvem apoiada pela Nvidia . O projeto ainda está em construção.

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