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Day trade: Compre Rumo (RAIL3) e venda Brava Energia (BRAV3) para ganhar até 1,43% hoje (20), segundo a Ágora

A Rumo (RAIL3é uma das recomendações de compra em day trade da Ágora Investimentos para esta sexta-feira (20).

As ações da empresa fecharam a sessão da última quinta-feira (19) cotadas a R$ 16,19. O potencial de ganho é de 1,42% e o stop sugerido é de R$ 16,10.

COMPRA
Empresa Ticker Entrada (R$) Alvo (R$) Potencial de ganho Stop (R$) Stop %
Cyrela CYRE3 27,18 27,56 1,40% 26,98 -0,74%
Rumo RAIL3 16,23 16,46 1,42% 16,10 -0,80%
Copasa CSMG3 55,47 56,26 1,42% 55,03 -0,79%

Já a Brava Energia (BRAV3) é uma das ações indicadas para venda hoje, possibilitando retornos de até 1,43%. O stop sugerido é em R$ 17,57.

VENDA
Empresa Ticker Entrada (R$) Alvo (R$) Potencial de ganho Stop (R$) Stop (%)
Brava Energia BRAV3 17,43 17,18 1,43% 17,57 -0,80%
Suzano SUZB3 51,00 50,28 1,41% 51,41 -0,80%
Intelbras INTB3 14,33 14,13 1,40% 14,44 -0,77%

Lembre-se de que todo investimento envolve riscos e, portanto, não há garantia de retorno. Por isso, respeite os stops — pontos em que as perdas tornam-se intoleráveis e é melhor zerar as posições.

Metodologia de day trade da Ágora

As ações sugeridas para compra são de analistas gráficos, que usam uma metodologia que busca antecipar as tendências de curtíssimo prazo.

Operações aguardando ponto de entrada, válidas apenas para hoje. Valor do stop loss válido apenas após a operação ter dado entrada.

Os retornos são brutos, livre de corretagem e emolumentos. Caso o ativo abra com gap, atingindo o objetivo antes do preço de entrada, a operação é cancelada.

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Recuperação extrajudicial da Raízen pode afetar outras empresas na bolsa, da JSL a MRS Logística

A recuperação extrajudicial da gigante da energia Raízen vai respingar em várias empresas listadas na bolsa brasileira. São companhias com exposição em maior ou menor grau ao grupo produtor e distribuidor de etanol.

Setores como produtores de cana e fornecedores de insumos, transportadores rodoviários, hidroviários e ferroviários, além de parceiros estratégicos e clientes industriais, estão vulneráveis, avalia o estrategista-chefe da RB Investimentos, Gustavo Cruz.

A Raízen, por exemplo, é uma grande consumidora de fertilizantes. Mesmo com reaproveitamento de resíduos da produção de álcool, a empresa precisa de insumos complementares como nitrogênio e outros.

A Fertilizantes Heringer (FHER3) tem exposição relevante às operações da produtora de etanol. Uma reorganização operacional da Raízen em busca de redução de custos pode afetar a empresa. Nesta quarta-feira (10), por volta de 12h20, a ação da companhia de fertilizantes subia +2,16%, cotada a R$ 4,25.

Na área de logística, a Raízen utiliza por safra 750 caminhões para escoar 45 milhões de toneladas de cana.

A JSL (JSLG3), controlada da Simpar (SIMH3), tem um grande volume de contratos com a companhia de etanol. As ações da JSL e Simpar tinham quedas de -0,13% e -2,38%, cotadas a R$ 7,84 e R$ 11,51, respectivamente.

A Rumo (RAIL3), controlada pela Cosan, tem um contrato firmado em 2025 com a Raízen no valor de R$ 916 milhões para transporte ferroviário das commodities. A ON da Rumo recuava -0,12% no mesmo horário, negociada a R$ 17,03.

Outra companhia ferroviária com exposição às operações da Raízen é a MRS Logística (MRSA3B). Isso porque a companhia é fundamental para o escoamento de cargas pelo Porto de Santos, com operação do acesso ferroviário da Serra do Mar.

A Raízen, por sua vez, tem uma grande operação em Santos para escoar açúcar e etanol pelo porto paulista. A companhia é a maior exportadora do mundo dessas commodities.

Eventuais negociações sobre os contratos podem afetar os resultados das companhias de logística.

As ações da MRS são negociadas no mercado de balcão da B3, com foco em investidores institucionais, portanto a liquidez é limitada.

Para Cruz, da RB, “mesmo com a companhia afirmando que segue operando normalmente, o elevado endividamento combinado com ciclo agrícola mais desafiador aumenta a probabilidade de problemas em empresas envolvidas em sua cadeia”.

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Ultrapar e Perfin negociam comprar 30% da Rumo

O presidente do conselho da Ultrapar, Marcos Lutz, está em negociações, junto com o fundo de infraestrutura Perfin, para comprar cerca de 30% da operadora ferroviária Rumo, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. A Rumo é parte do Grupo Cosan, do empresário Rubens Ometto.

As discussões ainda dependem de acordo sobre aspectos essenciais e não há garantia de que a transação será concluída, disseram as fontes, que pediram para não serem identificadas porque o tema é privado. O tamanho da participação e a estrutura de qualquer acordo ainda estão em análise e podem mudar, embora a expectativa seja de que a Perfin detenha uma fatia menor que a Ultrapar.

As duas empresas comprariam suas participações da Cosan. O BTG Pactual, que injetou capital na Cosan em setembro, está entre os interessados em pressionar a companhia a realizar desinvestimentos, segundo as fontes. A Cosan tem buscado novos recursos e avalia alternativas como um possível IPO de sua unidade de gás e energia, a Compass. Um IPO bem-sucedido da Compass poderia reduzir a necessidade de vender uma participação na Rumo, disse uma das pessoas.

Perfin, Cosan e Rumo se recusaram a comentar. A Ultrapar afirmou que não comentaria o assunto e acrescentou que, sempre que houver informação relevante, a companhia comunica o mercado conforme as regras aplicáveis.

Uma eventual transação representaria uma mudança relevante na base acionária da Rumo e aprofundaria a expansão da Ultrapar em infraestrutura e logística agrícola. A Ultrapar vem montando posição na Rumo nos últimos meses, segundo uma das pessoas.

Se concluído, o negócio ampliaria a presença da Ultrapar nos corredores de exportação de grãos do Brasil. O grupo controla a Hidrovias do Brasil, operadora de transporte hidroviário que escoa grãos e outros produtos do Centro-Oeste para portos do Norte do país. A Rumo, por sua vez, transporta safras do Centro-Oeste por ferrovia até portos do Sul, dando às duas empresas grande exposição às exportações agrícolas brasileiras.

Para a Cosan, a venda poderia ajudar a fortalecer o balanço enquanto o conglomerado revisa seu portfólio de ativos, disseram as fontes. O grupo tem sido pressionado pelo aumento da dívida em seu negócio de açúcar. A Perfin recentemente se juntou ao BTG Pactual em esforços para melhorar a posição financeira da Cosan depois que a empresa passou a enfrentar pressão.

O BTG também estuda oportunidades para vender terras agrícolas da Radar, outra subsidiária da Cosan, segundo uma das fontes. Essas discussões estão atualmente suspensas em meio à desaceleração do setor agrícola.

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Crise da Raízen respinga no grupo Cosan e Rumo adia emissão de R$ 1,5 bilhão

A escalada da crise da Raízen, controlada da Cosan, já começa a respingar em outras empresas do grupo fundado por Rubens Ometto. Como efeito colateral da perda do grau de investimento da produtora de etanol, a operadora ferroviária Rumo suspendeu a precificação de uma emissão de R$ 1,5 bilhão em debêntures incentivadas.

A operação, que seria concluída nesta semana, foi remarcada para o dia 20, após o Carnaval. Coordenada por Itaú BBA e BTG Pactual, a oferta prevê a venda de títulos com vencimentos em 2036 e 2041, atrelados às NTN-B de 2035 e 2040, com remuneração de 1,12% e 1,05% ao ano abaixo desses papéis, respectivamente.

De acordo com apuração publicada inicialmente no The AgriBiz, investidores que haviam manifestado interesse nos papéis recuaram após o agravamento da percepção de risco em torno do grupo, esvaziando o book.

O movimento chama atenção porque a emissão da Rumo tem rating máximo na escala local (AAA) da S&P e se enquadra como debênture incentivada de infraestrutura – categoria que normalmente encontra demanda estável entre investidores institucionais.

Nos últimos dias, a Raízen sofreu rebaixamentos de rating e passou a figurar em empresas com grau especulativo. A empresa de combustíveis também anunciou a contratação de assessores financeiros para discutir alternativas de reestruturação de dívida.

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Crise da Raízen respinga no grupo Cosan e Rumo adia emissão de R$ 1,5 bilhão

A escalada da crise da Raízen, controlada da Cosan, já começa a respingar em outras empresas do grupo fundado por Rubens Ometto. Como efeito colateral da perda do grau de investimento da produtora de etanol, a operadora ferroviária Rumo suspendeu a precificação de uma emissão de R$ 1,5 bilhão em debêntures incentivadas.

A operação, que seria concluída nesta semana, foi remarcada para o dia 20, após o Carnaval. Coordenada por Itaú BBA e BTG Pactual, a oferta prevê a venda de títulos com vencimentos em 2036 e 2041, atrelados às NTN-B de 2035 e 2040, com remuneração de 1,12% e 1,05% ao ano abaixo desses papéis, respectivamente.

De acordo com apuração publicada inicialmente no The AgriBiz, investidores que haviam manifestado interesse nos papéis recuaram após o agravamento da percepção de risco em torno do grupo, esvaziando o book.

O movimento chama atenção porque a emissão da Rumo tem rating máximo na escala local (AAA) da S&P e se enquadra como debênture incentivada de infraestrutura – categoria que normalmente encontra demanda estável entre investidores institucionais.

Nos últimos dias, a Raízen sofreu rebaixamentos de rating e passou a figurar em empresas com grau especulativo. A empresa de combustíveis também anunciou a contratação de assessores financeiros para discutir alternativas de reestruturação de dívida.

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BNDES financia R$ 500 milhões para projeto de automação de trens da Rumo

O BNDES anunciou nesta terça-feira (21) financiamento de R$ 500 milhões para a operadora logística Rumo investir em um projeto de automação da circulação de trens.

Segundo o BNDES, o projeto vai permitir que se determine com precisão a localização, direção e velocidade dos trens ao longo de toda a malha da operação norte da Rumo.

O sistema que receberá os recursos recebeu o nome de Positive Train Control 2.0 (PTC 2.0).

Com ele será possível acionar a frenagem de composições ferroviárias que vai evitar acidentes sempre que detectado algum problema na malha férrea.

“O PTC traz evolução ao controle de tráfego de trens e possibilita o aumento de capacidade da via férrea e maior segurança”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.

A expectativa é que o projeto da Rumo seja implantado até 2030.

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