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PIB (real) do Japão cresce 0,5% no 1º trimestre e supera previsões

A economia do Japão continuou a se expandir durante o primeiro trimestre de 2026, reforçando o argumento para um novo aumento da taxa de juros, à medida que o conflito no Oriente Médio eleva os riscos de inflação.

O Produto Interno Bruto (PIB) real cresceu 0,5% no período de janeiro a março em relação ao trimestre anterior, mostraram nesta terça-feira, 19, dados preliminares do governo.

Isso se compara à expansão de 0,2% registrada no trimestre de outubro a dezembro e ao crescimento de 0,4% esperado em uma pesquisa com economistas realizada pela provedora de dados Quick.

A economia cresceu 2,1% em termos anualizados durante o primeiro trimestre.

Os resultados sólidos provavelmente aumentarão as expectativas de um aumento de juros em breve pelo Banco do Japão.

Muitos economistas e investidores esperam que o banco central eleve sua taxa básica para 1,0%, de 0,75%, em sua próxima reunião, apesar do risco de que as pressões de preços possam desestimular os gastos das famílias e comprimir as margens corporativas, desacelerando a atividade econômica.

Isso deixa o banco central em uma posição difícil. Manter as taxas de juros inalteradas para proteger a economia pode alimentar uma maior fraqueza da moeda e acelerar a inflação. Por outro lado, aumentar os juros de forma mais agressiva para controlar custos e proteger o iene traz o risco de sufocar o crescimento econômico.

Os dados de terça-feira mostraram que a recuperação da demanda interna permanece gradual e frágil. A incerteza geopolítica contínua e os custos mais altos de combustível podem, em breve, começar a pressionar as finanças e prejudicar o sentimento de famílias e empresas.

O consumo privado avançou 0,3% no primeiro trimestre, após ficar estável nos três meses anteriores. O investimento em capital cresceu 0,3%, bem abaixo da expansão de 1,4% no trimestre anterior.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação da Broadcast

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Copa do Mundo: Ancelotti pode ter 10 ‘desfalques’ na primeira semana de treinos

Até 10 jogadores da seleção brasileira podem ‘se atrasar’ para a apresentação junto à delegação da Copa do Mundo. São os atletas que terão agenda estendida com seus clubes pela disputa da final da Champions League ou das rodadas finais das fases de grupos de Libertadores e Sul-Americana.

O regulamento da Copa do Mundo libera os atletas finalistas de competições continentais, o que valia para a Uefa. A medida foi estendida pela Fifa também às rodadas finais das fases de grupos, atendendo à Conmebol.

A permissão não significa que todos irão chegar depois. Pode ser que alguns dos jogadores sejam liberados dos compromissos com clubes, como é esperado que aconteça com Neymar.

O Santos tem dois duelos em casa pela Sul-Americana, com San Lorenzo (dia 20) e Deportivo Cuenca (dia 26). Ainda antes, pelo Brasileirão, o time enfrenta o Grêmio (dia 23), ainda no período em que Neymar pode atuar na competição nacional.

Os demais 16 jogadores começam a ser liberados pelos clubes a partir de 25 de maio. Os times brasileiros, portanto, poderão usar os convocados nas competições continentais, mas não no Brasileirão, que tem a última rodada antes da pausa no fim de semana de 30 de maio.

A programação da CBF prevê apresentação dos jogadores à seleção a partir do dia 27 de maio. Os jogos das competições sul-americanas serão nos dias 26, 27 e 28. A final da Champions, dia 30.

JOGADORES QUE PODEM ATRASAR NA APRESENTAÇÃO À SELEÇÃO:

Weverton (Grêmio)

Alex Sandro (Flamengo)

Danilo (Flamengo)

Gabriel Magalhães (Arsenal)

Léo Pereira (Flamengo)

Marquinhos (PSG)

Danilo Santos (Botafogo)

Lucas Paquetá (Flamengo)

Gabriel Martinelli (Arsenal)

Neymar (Santos)

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Cristiano Ronaldo compra participação na LiveModeTV, dona da CazéTV

Cristiano Ronaldo, o primeiro jogador de futebol bilionário do mundo, comprou uma participação na LiveModeTV, canal internacional de streaming ligado à CazéTV, do Brasil, ampliando sua aposta em mídia digital antes da próxima Copa do Mundo.

“A missão é levar o esporte para todos, de uma maneira totalmente nova e inspiradora”, afirmou Ronaldo em comunicado enviado por e-mail à Bloomberg News. O objetivo é ampliar alcance e engajamento “por meio de transmissões no YouTube e conteúdo distribuído em todas as plataformas de redes sociais”, acrescentou.

A LiveModeTV é o braço internacional da LiveMode, empresa por trás da plataforma CazéTV, fundada pelo influenciador Casimiro Miguel, e faz parte da expansão da companhia para além do Brasil. A LiveModeTV foi lançada recentemente em Portugal para oferecer cobertura gratuita e digital da Copa do Mundo da FIFA de 2026.

Ronaldo, que é português, não revelou quanto investirá para adquirir uma “participação relevante” na recém-criada empresa de transmissões esportivas digitais fora do Brasil.

O movimento marca o mais recente negócio do jogador de 41 anos, cuja fortuna é estimada em cerca de US$ 1,4 bilhão.

Empresas de streaming vêm ampliando seus portfólios esportivos em busca de novas frentes de crescimento.

A CazéTV e a LiveMode criaram um novo modelo, exibindo principalmente conteúdos esportivos premium gratuitamente no YouTube e dependendo de receitas de publicidade e patrocínios em vez de assinaturas.

No Brasil, a CazéTV registrou 3,7 bilhões de visualizações em 2025 apenas no YouTube. A LiveMode espera ganhar escala internacional ao se associar a Ronaldo, que possui seu próprio canal no YouTube e é a pessoa mais popular do mundo no Instagram, com mais de 660 milhões de seguidores.

“O que ligas e competições esportivas ganham com canais como a CazéTV é uma nova audiência”, disse Minal Modha, da consultoria de mídia Ampere Analysis. “Muitas competições esportivas estão tendo dificuldade para engajar fãs jovens, e esses canais têm acesso a esse público.”

Embora Ronaldo tenha construído um amplo portfólio de negócios — incluindo sua marca CR7, hotéis, academias e um grupo de mídia — esses empreendimentos não são suas principais fontes de riqueza. A maior parte de sua fortuna vem dos ganhos da carreira, incluindo seu atual contrato com o Al-Nassr, um dos clubes de futebol mais populares e bem-sucedidos da Arábia Saudita.

Um dos jogadores profissionais mais longevos ainda em atividade, Ronaldo afirmou que pretende ser dono de vários clubes de futebol após se aposentar.

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Mãe e filha brasileiras são mortas em ataque israelense no Líbano

O Ministério das Relações Exteriores confirmou na noite desta segunda-feira, 27, a morte de uma mulher e um menino de 11 anos brasileiros, mãe e filho, em um ataque das forças de defesa de Israel ao Líbano. Além dos dois, o pai da família, de nacionalidade libanesa, também faleceu.

Outro filho do casal, também brasileiro, está hospitalizado, mas o Itamaraty não forneceu mais detalhes sobre a idade ou o estado de saúde dele. A família estava em casa, no distrito de Bint Jeil, no sul do Líbano, no momento do bombardeio israelense.

Em nota oficial, o ministério afirmou que o ataque constitui mais uma violação ao cessar-fogo da guerra que opõe Israel e Estados Unidos ao Irã e lembrou que essas violações já resultaram na morte de dezenas de civis libaneses, incluindo mulheres e crianças, de uma jornalista e de dois soldados franceses da Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil).

O Itamaraty pediu paz e condenou os ataques realizados durante o cessar-fogo, seja por Israel ou pela milícia radical xiita Hezbollah, assim como as demolições de casas e outras estruturas civis realizadas no Líbano por forças israelenses.

A pasta também informou que está em contato com a família dos brasileiros falecidos para prestar assistência, incluindo para o filho hospitalizado.

Em teoria, Israel e Hezbollah estão em um cessar-fogo, iniciado em 17 de abril e que expiraria no domingo, 26, mas foi estendido por mais três semanas, segundo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Na prática, porém, os dois lados continuam a se atacar mutuamente.

Um levantamento realizado pela Agence France-Presse (AFP), com base em dados do Ministério da Saúde do Líbano, mostrou que pelo menos 36 pessoas morreram em ataques israelenses desde o início do cessar-fogo.

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Funcionários do Google pedem que CEO bloqueie uso de IA para fins militares dos EUA

Mais de 500 funcionários do Google assinaram nesta segunda-feira, 27, uma carta aberta ao CEO, Sundar Pichai, pedindo que ele se recuse a permitir que o governo dos Estados Unidos use a tecnologia de inteligência artificial (IA) da empresa em operações militares sigilosas.

“Queremos ver a IA beneficiar a humanidade, e não ser usada de maneiras desumanas ou extremamente prejudiciais”, diz a carta, enviada a Pichai. “Isso inclui armas autônomas letais e vigilância em massa, mas vai além.”

“A única forma de garantir que o Google não seja associado a esse tipo de dano é rejeitar qualquer trabalho classificado”, prossegue o texto. “Caso contrário, esses usos podem ocorrer sem o nosso conhecimento ou sem que tenhamos poder para impedi-los.”

Após um conflito entre o Pentágono e a Anthropic, grandes empresas de tecnologia estão sob pressão para definir uma posição sobre o uso militar e de seus produtos de IA.

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Irã admite que pode não disputar a Copa do Mundo de 2026

A participação do Irã na Copa do Mundo 2026 ainda está em cheque. Pelo menos é o que garante Ahmad Donyamali, Ministro do Esporte e da Juventude do país.

“Devemos estar preparados, mas é possível que não participemos da Copa do Mundo. No entanto, a decisão final será tomada pelo governo e pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional”, disse Donyamali à agência iraniana de notícias Tasnim.

Há cerca de dois meses, o país do Oriente Médio convive com conflitos com Israel e Estados Unidos (um dos países-sede do Mundial). Por isso, a presença da seleção iraniana segue incerta, uma vez que todos os jogos da nação asiática serão disputados em solo americano.

O governo iraniano chegou a sugerir à Fifa que seus jogos na Copa fossem transferidos para o México. Porém, as partidas seguem previstas para serem disputadas nas sedes já previstas.

Segundo Doyanmali, as autoridades dos Estados Unidos devem garantir segurança para que a delegação iraniana viaje ao país da América do Norte.

“A seleção realizará um período de treinamento em um país vizinho (Turquia) nas próximas três semanas. Se a segurança dos membros da seleção nos Estados Unidos for garantida, viajaremos para lá para participar da Copa do Mundo de 2026”, afirmou.

No início de março, Doyanmali havia dito que o Irã não disputaria a competição. Entretanto, no final do mesmo mês, Gianni Infantino, presidente da Fifa, garantiu que o país asiático estará na Copa.

Segundo o regulamento da Fifa, a seleção que abandonar a competição está sujeita a multa mínima de R$ 1,6 milhão (250 mil francos suíços). Caso o Irã confirme a desistência, a entidade pode manter o grupo original dos asiáticos com apenas três seleções ou convidar outro país para ocupar a vaga.

O Irã está no Grupo G da Copa do Mundo, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. A seleção asiática tem estreia marcada para o dia 15 de junho, às 22h (horário de Brasília) contra os neozelandeses, no SoFi Stadium, em Inglewood, na Califórnia.

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Copa mais barata: Nova York anuncia zonas grátis para torcedores

O prefeito da cidade de Nova York, Zohran Mamdani, anunciou nesta segunda-feira que todos os cinco distritos da cidade (Bronx, Brooklyn, Manhattan, Queens e Staten Island) terão fan zones gratuitas com eventos e festas para assistir aos jogos da Copa do Mundo, oferecendo aos nova-iorquinos a "experiência mais acessível possível".

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EUA publicam regras para redução de tarifas sobre aço e alumínio de México e Canadá

O Ministério da Economia do México anunciou na sexta-feira, 24, que os Estados Unidos publicaram no Federal Register, o diário oficial americano, os procedimentos e requisitos para que produtores de aço e alumínio com operações no México e/ou Canadá possam ter acesso a reduções tarifárias nas exportações para o setor de veículos pesados americano.

Leia mais em: https://exame.com/mundo/eua-publicam-regras-para-reducao-de-tarifas-sobre-aco-e-aluminio-de-mexico-e-canada/

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Justiça dos EUA barra proibição imposta por Trump para solicitar asilo na fronteira

Nesta sexta-feira, 24, um tribunal de apelação bloqueou o decreto do presidente americano, Donald Trump, que suspendia o acesso ao asilo na fronteira sul dos Estados Unidos, um pilar fundamental do plano do presidente republicano para reprimir a imigração.

Um painel de três juízes do Tribunal de Apelações dos Estados Unidos para o Distrito de Columbia concluiu que as leis de imigração conferem às pessoas o direito de solicitar asilo na fronteira, e que o presidente não pode contornar essa disposição.

A decisão do tribunal decorre de uma medida tomada por Trump no dia da posse em 2025, quando ele declarou que a situação na fronteira sul constituía uma invasão dos Estados Unidos e que estava “suspendo a entrada física” de migrantes e sua capacidade de solicitar asilo até que ele decidisse que a situação havia terminado.

O tribunal concluiu que a Lei de Imigração e Nacionalidade não autoriza o presidente a remover os requerentes por meio de “procedimentos de sua própria autoria”, nem lhe permite suspender o direito dos requerentes de solicitar asilo ou restringir os procedimentos para julgar suas alegações contra a tortura.

“O poder, por meio de proclamação, de suspender temporariamente a entrada de estrangeiros específicos nos Estados Unidos não inclui autoridade implícita para se sobrepor ao processo obrigatório previsto na Lei de Imigração e Nacionalidade (INA) para a remoção sumária de estrangeiros”, escreveu a juíza J. Michelle Childs.

“Concluímos que o texto, a estrutura e a história da INA deixam claro que, ao conceder o poder de suspender a entrada por meio de proclamação presidencial, o Congresso não teve a intenção de conceder ao Executivo a ampla autoridade de remoção que este alega ter”, afirmou o parecer.

O governo pode solicitar que o tribunal de apelações, em sua composição completa, reconsidere a decisão ou recorrer à Suprema Corte. A ordem não entra formalmente em vigor até que o tribunal analise qualquer pedido de reconsideração.

A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, em entrevista ao canal de TV Fox News, disse que não tinha visto a decisão, mas a considerou “previsível”, culpando juízes com motivações políticas. “Eles não estão agindo como verdadeiros defensores da lei. Estão analisando esses casos sob uma ótica política”, disse ela. Leavitt afirmou que Trump estava tomando medidas que estão “totalmente dentro de seus poderes como comandante-chefe”.

Outra porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, afirmou que o Departamento de Justiça irá recorrer da decisão. “Estamos certos de que seremos absolvidos”, escreveu ela em comunicado enviado por e-mail.

O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) declarou discordar veementemente da decisão. “A principal prioridade do presidente Trump continua sendo a triagem e a verificação de todos os estrangeiros que pretendem entrar, morar ou trabalhar nos Estados Unidos”, afirmou o DHS em comunicado.

Defensores acolhem a decisão

Aaron Reichlin-Melnick, pesquisador sênior do Conselho Americano de Imigração, disse que ações judiciais anteriores já haviam suspendido a proibição de asilo, e que a decisão não mudará muito na prática. A decisão, no entanto, representa mais uma derrota jurídica para uma das principais políticas do presidente.

“Isso confirma que o presidente Trump não pode, por conta própria, impedir que as pessoas busquem asilo; que foi o Congresso que determinou que os requerentes de asilo têm o direito de solicitar asilo, e que o presidente não pode simplesmente invocar sua autoridade para sustentar essa medida”, disse Reichlin-Melnick.

Defensores afirmam que o direito de solicitar asilo está consagrado na legislação de imigração do país e que negar esse direito aos migrantes coloca em grave perigo as pessoas que fogem da guerra ou da perseguição.

Lee Gelernt, advogado da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), que defendeu o caso, afirmou em comunicado que a decisão do tribunal de apelação é “essencial para aqueles que fogem do perigo e aos quais foi negada até mesmo uma audiência para apresentar pedidos de asilo, em virtude do decreto ilegal e desumano do governo Trump”.

O Las Americas Immigrant Advocacy Center, um dos demandantes no processo, saudou a decisão do tribunal como uma vitória para seus clientes. “A decisão de hoje do Circuito de DC afirma que ações caprichosas do presidente não podem suplantar o Estado de Direito nos Estados Unidos”, disse Nicolas Palazzo, diretor de defesa e serviços jurídicos do Las Americas.

O juiz Justin Walker, indicado por Trump, redigiu um voto divergente parcial. Ele afirmou que a lei oferece proteção aos imigrantes contra a deportação para países onde seriam perseguidos, mas que o governo pode emitir recusas generalizadas de pedidos de asilo.

Walker, no entanto, concordou com a maioria ao afirmar que o presidente não pode deportar migrantes para países onde serão perseguidos nem privá-los dos procedimentos obrigatórios que os protegem contra a expulsão.

No decreto presidencial, Trump argumentou que a Lei de Imigração e Nacionalidade confere aos presidentes a autoridade para suspender a entrada de qualquer grupo que considerem “prejudicial aos interesses dos Estados Unidos”.

A ordem de Trump foi mais um golpe contra o acesso ao asilo nos EUA, que foi severamente restringido sob o governo Biden, embora sob Biden, algumas vias de proteção para um número limitado de requerentes de asilo na fronteira sul tenham continuado.

Para Josué Martínez, psicólogo que trabalha em um pequeno abrigo para migrantes no sul do México, a decisão representou uma possível “luz no fim do túnel” para muitos migrantes que antes esperavam pedir asilo nos EUA, mas acabaram presos em condições precárias no México.

“Espero que haja algo mais concreto, porque já ouvimos esse tipo de notícia antes: um juiz distrital entra com um recurso, há uma suspensão temporária, mas é apenas temporária e depois acaba”, disse ele.

Enquanto isso, migrantes do Haiti, de Cuba, da Venezuela e de outros países têm lutado para sobreviver enquanto tentam buscar refúgio no sistema de asilo do México, que está praticamente colapsado sob o peso de novas pressões e cortes nos fundos internacionais.

Esta semana, centenas de migrantes, em sua maioria migrantes do Haiti que ficaram retidos, deixaram a cidade de Tapachula, no sul do México, a pé, em busca de melhores condições de vida em outras partes do país. 

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Extensão do cessar-fogo e disputa em Ormuz: o que marcou a semana na guerra no Irã

O conflito no Oriente Médio que envolve diretamente Irã, Estados Unidos, Israel e Líbano completou oito semanas nesta sexta-feira (24) e ainda não dá sinais claros de estar perto do fim.

A semana foi marcada sobretudo pela extensão do cessar-fogo nas duas frentes de batalha — nos ataques que envolvem o Irã e no confronto entre Israel e Líbano. Na terça-feira (21), o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a prorrogação da trégua com o Irã até que uma nova proposta seja apresentada pelas autoridades iranianas e as discussões sejam concluídas.

A medida foi recebida com ceticismo em Teerã. O assessor do presidente do Parlamento iraniano e principal negociador do país, Mohammad Baqer Qalibaf, classificou o anúncio como uma “manobra para ganhar tempo”. Um vídeo produzido por inteligência artificial também ironizou a trégua.

Já na quinta-feira (23), Trump anunciou a decisão de estender o cessar-fogo entre Israel e Líbano após uma reunião de representantes dos dois países na Casa Branca.

Mesmo assim, os ataques nunca cessaram completamente. Nesta semana, por exemplo, Israel interceptou mísseis iranianos lançados contra Tel Aviv ao mesmo tempo em que atacou infraestruturas iranianas.

O país também segue mirando e invadindo áreas no sul do Líbano. O país árabe chegou a acusar Israel de crime de guerra após bombardeios matarem uma jornalista libanesa.

Com isso, a extensão do cessar-fogo foi considerada “sem sentido” pelo Hezbollah, segundo declarou o parlamentar Ali Fayyad, representante do grupo.

Estreito de Ormuz

O Estreito de Ormuz segue no centro do conflito, e as hostilidades continuam na passagem. Ao longo da semana, o Irã intensificou o controle na região e apreendeu e atacou navios estrangeiros.

Por outro lado, os Estados Unidos afirmam que não encerrarão o bloqueio naval enquanto a guerra não terminar. O país também apreendeu petroleiros iranianos que tentaram cruzar o estreito.

Sanções econômicas

Ao longo da semana, Washington também impôs novas sanções econômicas relacionadas ao Irã. Na terça-feira (21), anunciou embargos a indivíduos e empresas ligados ao comércio e a viagens aéreas.

Já nesta sexta, os EUA divulgaram novas sanções que incluem o congelamento de US$ 344 milhões em criptomoedas.

Possibilidade de acordo

Diante do quadro, a percepção ao longo da semana é de que a possibilidade de um acordo de paz entre Irã e Estados Unidos foi se distanciando. “Não me apresse”, disse Donald Trump na quinta-feira (23), ao ser questionado por jornalistas sobre o tema.

Da mesma forma, o Irã afirma não ter pressa para fechar um acordo e sustenta que seu regime está totalmente estável, segundo autoridades ouvidas pela rede de TV americana NBC News.

Ainda assim, nesta sexta-feira (24) um novo movimento dos dois países reacendeu esperanças de um possível fim da guerra: a CNN noticiou que o enviado especial Steve Witkoff e o genro de Trump, Jared Kushner, serão novamente enviados ao Paquistão para conversas. Do outro lado, o chanceler iraniano, Abbas Araqchi, também irá ao país mediador para tratar do conflito.

Números da guerra

  • Mais de 50 mil residências foram destruídas ou danificadas no Líbano desde o início da guerra;
  • O país contabiliza ao menos 2.294 mortes;
  • No Irã, ao menos 3.375 pessoas morreram;
  • Os EUA já gastaram entre US$ 28 bilhões e US$ 35 bilhões na guerra, o equivalente a pouco menos de US$ 1 bilhão por dia, segundo estimativas de grupos independentes.

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“Não faz diferença”, diz Trump sobre resultado das negociações sobre a guerra

O presidente Donald Trump afirmou, neste sábado (11), que o resultado das negociações em curso no Paquistão é irrelevante para os Estados Unidos. Em conversa com a imprensa na Casa Branca, o republicano demonstrou indiferença quanto à possibilidade de um acordo com o governo iraniano, alegando que os EUA já alcançaram seus objetivos por meio da força.

Para o líder americano, o país já pode ser considerado vitorioso no conflito. Trump justificou sua posição repetindo que as capacidades militares do Irã (incluindo sua marinha, força aérea e comando central) foram desmanteladas pelas ações dos EUA. “Não faz diferença”, declarou ao ser questionado sobre o diálogo que ocorre em Islamabad.

“Independentemente do que aconteça, nós vencemos”, afirmou. “Derrotamos completamente aquele país.”

Além de subestimar as negociações diplomáticas, Trump reiterou que os esforços atuais de Washington são especificamente para manter o Estreito de Ormuz liberado. 

Segundo ele, essa operação de segurança marítima beneficia nações que ele classificou como incapazes de agir por conta própria, chamando-as de “fracas” ou “medrosas”.

O presidente também aproveitou a oportunidade para disparar críticas contra os aliados tradicionais. 

Ele afirmou que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) não prestou o auxílio esperado aos Estados Unidos durante o enfrentamento, reforçando sua postura de distanciamento em relação à aliança militar.

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Mídia iraniana diz que EUA têm ‘exigências excessivas’ sobre Estreito de Ormuz

A imprensa iraniana afirma que os Estados Unidos apresentam “exigências excessivas” em relação ao Estreito de Ormuz, importante canal para o trânsito global de petróleo e cuja abertura é uma exigência central para Washington.

As negociações entre os dois países começaram em Islamabad, no Paquistão, neste sábado, 11. A Casa Branca e oficiais iranianos confirmaram que as conversas estão sendo realizadas de forma direta, com a presença de oficiais paquistaneses.

Depois de mais de cinco horas de conversa, as negociações já tiveram duas pausas e foram retomadas para uma terceira rodada de conversas, de acordo com a agência estatal iraniana.

Os Estados Unidos estão sendo representados pelo vice-presidente JD Vance, pelo enviado especial Steve Witkoff e pelo genro do presidente Donald Trump, Jared Kushner.

Já o Irã desembarcou na capital do Paquistão com uma delegação de 70 pessoas, liderada pelo presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf.

O encontro acontece dias depois do anúncio de um frágil cessar-fogo de duas semanas em uma guerra que já deixou milhares de mortos e tem impactado os mercados globais ao entrar em sua sétima semana.

O Irã bloqueou efetivamente a passagem do Estreito de Ormuz, e sua reabertura foi o foco de um ultimato de Trump, que disse que aniquilaria uma “civilização inteira” se Teerã não reabrisse o estreito – Washington também deseja que o Irã desista de seu projeto nuclear e arsenal de mísseis balísticos.

Já o Irã anunciou que quer manter o controle da passagem e exige que os Estados Unidos retirem suas forças de todas as bases na região e quer preservar o direito dos iranianos de prosseguir com o enriquecimento nuclear.

A televisão estatal iraniana afirmou que, no encontro com oficiais do Paquistão, a delegação do Irã apresentou seus termos para o fim do conflito. As exigências também incluem indenização pelos danos causados ??pelos ataques conjuntos de EUA e Israel e a liberação dos ativos congelados do país.

Antes das reuniões, o primeiro vice-presidente do Irã, Mohammad Reza Aref, disse nas redes sociais que, se os interesses israelenses forem priorizados nas negociações, “não haverá acordo”.

Em meio às negociações com o Irã, Trump postou na rede social Truth Social que as Forças Armadas do Irã tinham sido destruídas e Washington havia começado o processo de reabrir o Estreito de Ormuz.

Não ficou claro na publicação se Trump se referia ao possível uso de minas no Estreito de Ormuz ou à capacidade mais ampla do Irã de controlar a área.

“Estamos agora iniciando o processo de limpeza do Estreito de Ormuz como um favor a países de todo o mundo, incluindo China, Japão, Coreia do Sul, França, Alemanha e muitos outros”, publicou Trump. “Inacreditavelmente, eles não têm a coragem ou a vontade de fazer esse trabalho por conta própria.”

Qual é a importância do Líbano?

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, declarou à televisão estatal iraniana que o cessar-fogo no Líbano é uma “exigência fundamental”, durante o encontro da delegação iraniana com autoridades paquistanesas.

Israel continuou atacando o Líbano após o anúncio do cessar-fogo na semana passada entre os EUA e o Irã. O Paquistão havia apontado que o país estava incluso no acordo de trégua, mas oficiais israelenses negaram a informação.

Baghaei descreveu as negociações como um “momento particular” para o Irã e enquadrou a diplomacia como uma “continuação da defesa e uma continuação da guerra”.

“Uma intensa luta está em curso na frente diplomática”, disse ele.

Impactos da guerra

A guerra teve início em 28 de fevereiro, com ataques dos EUA e de Israel contra o Irã. Os ataques resultaram na morte do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, e o conflito logo se espalhou para países vizinhos.

Foi a segunda vez em menos de um ano que o presidente Trump envolveu diretamente os EUA em um conflito militar com Teerã.

O republicano justificou o confronto como parte de um esforço para incitar os iranianos a derrubar sua liderança teocrática, mas a guerra escalou e se transformou em um conflito regional que resultou em milhares de mortes, principalmente no Irã e no Líbano, mas também nos países do Golfo e em Israel. Centenas de milhares de pessoas foram forçadas a abandonar suas casas, e a economia global foi gravemente abalada.

A guerra praticamente paralisou o fluxo de navios pelo Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do petróleo mundial, e danificou instalações de produção de petróleo e gás em todo o Oriente Médio.

Em resposta, os preços do petróleo dispararam em todo o mundo. O petróleo bruto Brent, referência internacional, passou de cerca de US$ 70 por barril antes da guerra para mais de US$ 119 em alguns momentos.

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Artemis II recria símbolo da era espacial com foto do “pôr da Terra”

Os astronautas da missão Artemis II agora estarão para sempre ligados à Apolo 8. Um dia após o histórico sobrevoo lunar, a Nasa divulgou nesta terça-feira, 7, novas imagens impressionantes feitas pela tripulação americana-canadense.

Os quatro astronautas recriaram a famosa foto Earthrise (“nascer da Terra”), registrada pela Apolo 8 em 1968 – e que se tornou um símbolo do movimento ambiental moderno, com a sua própria versão: Earthset (“pôr da Terra”), que mostra o planeta se pondo atrás da superfície da Lua.

Além do “pôr da Terra”, os astronautas também fizeram a captura de um eclipse solar total, que ocorreu quando a Lua bloqueou o Sol do ponto de vista da tripulação.

Os três astronautas da Apolo 8 foram os primeiros visitantes da Lua, ao orbitá-la na véspera de Natal de 1968. Já a Artemis II, realizada 58 anos depois, marca o primeiro retorno da Nasa à Lua com astronautas desde 1972.

Esta viagem espacial é considerada um passo importante para as pretensões de um pouso lunar por outra tripulação dentro de dois anos.

Na segunda-feira, 6, a equipe a bordo da cápsula Órion sobrevoou a parte oculta da Lua e teve a oportunidade de fotografar características do satélite natural da Terra nunca antes vistas por olhos humanos.

Por conta disso, algumas marcas importantes foram superadas, como atingir a maior distância que alguém já esteve da Terra, superando os 400.171 km da Missão Apolo 13.

Além disso, ao sobrevoar a Lua, a missão também teve o primeiro negro (Victor Glover), a primeira mulher (Christina Koch) e o primeiro astronauta não americano (o canadense Jeremy Hansen) a orbitar o satélite natural da Terra.

Agora, os três astronautas, comandados por Reid Wiseman, estão a caminho de volta para casa, com pouso no Oceano Pacífico previsto para sexta-feira, 10. Enquanto isso, cientistas no Centro de Controle da Missão, em Houston, analisam o fluxo de imagens da Lua enviadas pela espaçonave.

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Embaixadas no Golfo recomendam que brasileiros avaliem deixar a região

Embaixadas do Brasil nos países árabes do Golfo estão recomendando aos brasileiros que avaliem deixar a região diante da possibilidade de intensificação dos ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, e das possíveis retaliações iranianas a alvos nas nações vizinhas. “O conflito regional dá sinais de escalada e não há como prever sua evolução”, afirmam as embaixadas nos Emirados Árabes Unidos e no Kuwait em alertas postados em seus perfis nas redes sociais.

As representações diplomáticas brasileiras no Bahrein e no Catar fizeram manifestações semelhantes.

O presidente dos EUA, Donald Trump, deu até a noite desta terça-feira para que o Irã libere a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, que liga o Golfo ao mar aberto e por onde passam cerca de 25% do transporte mundial de petróleo e derivados. Caso contrário, promete intensificar os bombardeiros à infraestrutura iraniana, incluindo usinas elétricas e pontes. Em contrapartida, o Irã ameaça ampliar as retaliações contra alvos em países vizinhos aliados dos EUA.

“Nesse contexto, a embaixada recomenda aos nacionais brasileiros avaliar, em caráter individual, a conveniência de permanecer no país ou considerar opções de deslocamento para locais considerados mais seguros”, dizem as embaixadas do Brasil nos Emirados e no Kuwait. A representação brasileira no Bahrein já havia feito esta sugestão na última sexta-feira.

Desde o início dos combates, em 28 de fevereiro, o Irã tem lançado mísseis e drones contra alvos nestes países, visando instalações militares norte-americanas ou que possam dar apoio aos EUA, mas também indústrias, aeroportos, refinarias e outras.

Em caso de permanência nos países, as embaixadas recomendam que os brasileiros priorizem a segurança pessoal e familiar, acompanhem os alertas e sigam as orientações das autoridades locais e, em caso de aviso de ataque iminente, busquem abrigo em local fechado, longe de janelas e de preferência ao nível do solo.

Outras recomendações incluem evitar locais sensíveis e aglomerações, não fotografar instalações de segurança, monitorar os canais de comunicação das embaixadas, ter uma reserva de água potável, alimentos não perecíveis e medicamentos essenciais, além de lanternas e pilhas, kit de primeiros socorros, manter as baterias de celulares carregadas e deixar dinheiro, passaportes e outros documentos à mão.

O espaço aéreo da região sofre alterações com frequência. Nos Emirados, por exemplo, voos estão saindo, mas há o risco de alterações. Já no Kuwait, o espaço aéreo está fechado, de acordo com a embaixada brasileira. Há a possibilidade de saída por terra pela Arábia Saudita, que faz fronteira com as demais nações árabes do Golfo.

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Com 5.177 armas nucleares, EUA pode usar arsenal por míssil, avião e submarino

A Casa Branca negou nesta terça-feira, 7, rumores sobre um eventual uso de armas nucleares no Irã após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que mencionou a possibilidade de aniquilação de "toda uma civilização". O vice-presidente, JD Vance, também citou "alternativas no arsenal ainda não empregadas".

Leia mais em: https://exame.com/mundo/com-5-177-armas-nucleares-eua-pode-usar-arsenal-por-missil-aviao-e-submarino/

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Paquistão pede aos EUA o adiamento em duas semanas do ultimato ao Irã para reabertura de Ormuz

O primeiro-ministro do Paquistão solicitou aos Estados Unidos o adiamento em duas semanas do prazo imposto ao Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz, em meio às negociações envolvendo o conflito com participação de EUA, Israel e Irã.

Leia mais em: https://exame.com/mundo/paquistao-pede-aos-eua-adiamento-de-duas-semanas-do-ultimato-ao-ira-para-reabertura-de-ormuz/

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Conselho de Segurança da ONU rejeita proposta sobre reabertura do Estreito de Ormuz

A Rússia e a China barraram uma resolução apresentada pelo Bahrein no Conselho de Segurança da ONU que buscava estimular ações defensivas coordenadas para viabilizar a reabertura do Estreito de Ormuz, que permanece praticamente fechado pelo Irã desde o início da guerra, há mais de um mês.

Leia mais em: https://exame.com/mundo/conselho-de-seguranca-da-onu-rejeita-proposta-sobre-reabertura-do-estreito-de-ormuz/

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Assinatura de Trump será adicionada às notas do dólar americano, diz jornal

As notas de dólar americano passarão a destacar a assinatura do presidente Donald Trump, em uma mudança sem precedentes na moeda nacional. A informação foi divulgada nesta quinta-feira, 26, pela revista americana Vanity Fair e confirmada pelo The New York Times.

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Montadoras chinesas crescem na América Latina, África e Ásia

A expansão das montadoras chinesas nos países do Sul Global tem impulsionado a internacionalização da indústria automotiva e ampliado a presença de veículos eletrificados em mercados emergentes. Especialistas apontam que essas regiões devem concentrar o crescimento do setor nas próximas décadas, com demanda por modelos de menor custo e soluções de mobilidade adaptadas à realidade local.

Leia mais em: https://exame.com/mundo/montadoras-chinesas-crescem-na-america-latina-africa-e-asia/

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Governo dos EUA autoriza venda de combustível com maior teor de etanol diante de possível escassez

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA) autorizou, em caráter emergencial, a venda de combustíveis com maior teor de etanol diante do risco de interrupção no fornecimento causado pela guerra no Oriente Médio. A decisão foi anunciada nesta quarta-feira, 25.

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China ultrapassa Japão e assume liderança global no setor automotivo

As montadoras chinesas venderam cerca de 27 milhões de veículos em 2025 e ultrapassaram as japonesas, que registraram aproximadamente 25 milhões de unidades, segundo relatório do Nikkei. Com isso, a China assumiu a liderança global do setor automotivo pela primeira vez desde 2000.

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Irã ameaça atingir infraestrutura da região se EUA atacarem centrais elétricas

O presidente do Parlamento do Irã, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou neste domingo, 22, que o país atacará infraestruturas vitais, energéticas e petrolíferas em toda a região se os Estados Unidos levarem adiante a ameaça de bombardear centrais elétricas iranianas.

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Trump ameaça usar ICE em aeroportos dos EUA após bloqueio de verba para segurança

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que enviará agentes do Immigration and Customs Enforcement (ICE) a aeroportos do país a partir de segunda-feira, 23, para auxiliar equipes da Transportation Security Administration (TSA), em meio ao impasse sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS).

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Itália começa a votar em referendo sobre reforma judicial defendida por Meloni

Os italianos começaram a votar neste domingo, 22, em um referendo constitucional sobre a reforma do Judiciário proposta pelo governo de Giorgia Meloni. A consulta, que se estende por dois dias, é uma das principais apostas da premiê para esta legislatura e enfrenta resistência quase unânime da oposição.

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Aeroporto de Bagdá é alvo de série de ataques contra base dos EUA

Um centro diplomático e logístico dos Estados Unidos localizado no Aeroporto Internacional de Bagdá, no Iraque, foi alvo de uma sequência de ataques com foguetes e drones na madrugada deste domingo, 22, em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

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Musk anuncia fábrica própria de chips para IA, robótica e data centers

Elon Musk anunciou neste sábado, 22, um projeto para produzir os próprios chips voltados a inteligência artificial, robótica e centros de dados. A iniciativa foi apresentada como estratégica para atender à demanda crescente de suas empresas por capacidade computacional.

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Netanyahu diz que Israel está 'esmagando' o Irã e cobra adesão internacional à ofensiva

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou neste domingo, 22, que o país está “esmagando” o Irã e “vencendo a batalha” contra a república islâmica. Durante visita a Arad, no sul de Israel, ele também pediu que outros países se juntem à ofensiva conduzida por Israel com apoio dos Estados Unidos.

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Israel ordena destruição imediata de pontes sobre o rio Litani, no sul do Líbano

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou neste domingo, 22, que o governo israelense determinou a destruição imediata de todas as pontes sobre o rio Litani, no sul do Líbano. Segundo ele, as estruturas são usadas para o contrabando de armas e integrantes do Hezbollah em direção à região sul do país.

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Regime de Cuba vai cair? Entenda o possível colapso e as relações com os EUA

O regime comunista de Cuba vem sendo uma peça central da política externa americana há décadas. Relações bilaterais entre a pequena nação insular e os EUA flutuam com presidentes americanos, mas anos de sanções econômicas, operações da CIA (incluindo tentativas de golpe, assassinato e invasões) e ameaças políticas solidificaram Cuba como um rival ideológico dos EUA.

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Guerra chega ao 18º dia com líderes iranianos mortos e ataque à embaixada dos EUA

A guerra entre Israel, Estados Unidos e Irã entrou no 18º dia nesta terça-feira, 17, com a morte de altos dirigentes iranianos em um ataque israelense, novos bombardeios em Teerã e Beirute e uma onda de mísseis e drones que atingiu países do Golfo e o Iraque.

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Veto a anúncios poluentes terá efeito sobre os jovens, diz professora

Em 2024, a cidade de Haia, na Holanda, se tornou a primeira a banir anúncios de bens e serviços não sustentáveis. Cartazes no transporte público, em outdoors, painéis digitais e demais mídias físicas que promovem produtos como carros a gasolina e serviços como viagens de avião ou cruzeiro foram banidos por lei, em uma medida que entrou em vigor no ano passado.

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Trump diz que há dúvidas sobre saúde do novo líder do Irã: 'Não sabemos se está morto ou não'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira, 16, que não descarta a possibilidade do novo líder supremo do Irã, Motjaba Khamenei, estar morto após ataques conjuntos dos EUA e de Israel. Mas, ressaltou que o governo ainda não pode confirmar essa informação.

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Rússia pede garantias de segurança para o Irã como condição para encerrar guerra

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, afirmou nesta segunda-feira, 16, que garantias de segurança para o Irã devem fazer parte de qualquer acordo para encerrar o atual conflito do país com Estados Unidos e Israel.

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Estados Unidos e China iniciam nova rodada de negociacões em Paris

Estados Unidos e China iniciaram, neste domingo, 15, uma nova rodada de consultas econômicas e comerciais na sede da OCDE, em Paris, para abordar questões como tarifas, controles tecnológicos e o comércio de minerais estratégicos, como as terras raras, e que está previsto que continue amanhã.

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Direita avança na França em eleições municipais que indicam rumos do país

A extrema-direita liderava, neste domingo (15), o primeiro turno das eleições municipais em várias cidades do sul da França, segundo as primeiras estimativas deste pleito, que poderia ver Paris se inclinar para a direita após 25 anos de administração da esquerda.

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Irã anuncia uso inédito de míssil Sejil, de 23 toneladas, contra Israel

A Guarda Revolucionária do Irã (IRGC, na sigla em inglês) anunciou neste domingo, 15, o uso, pela primeira vez, do míssil balístico de combustível sólido 'Sejil' em uma nova onda de ataques contra alvos militares em Israel, segundo um comunicado divulgado pela agência de notícias "Mehr".

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Chanceler do Irã diz que não vê 'nenhuma razão' para negociar com EUA

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que seu país não está interessado em conversar com os Estados Unidos, rebatendo as declarações do presidente americano, Donald Trump, de que Teerã gostaria de chegar a um acordo para pôr fim à guerra.

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Japão prepara liberação recorde de petróleo após guerra afetar fluxo em Ormuz

O Japão pretende começar a liberar petróleo de seus estoques estratégicos a partir de segunda-feira, 16, para amenizar os efeitos da guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. O movimento remete diretamente à crise do petróleo dos anos 1970, que levou o país a criar seu sistema de reservas.

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BID projeta US$ 200 bilhões em financiamentos na próxima década

O Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) encerrou no sábado suas reuniões anuais no Paraguai com uma agenda voltada a ampliar a escala das operações e aumentar a participação do setor privado no financiamento do desenvolvimento na América Latina e no Caribe.

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Após 14 dias de guerra, Brasil e outras nações pedem cessar-fogo imediato no Oriente Médio

Os governos de Brasil, Colômbia e México pediram nesta sexta-feira, 13, um cessar-fogo imediato no Oriente Médio como passo inicial para a abertura de negociações de paz no conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel.

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Estados Unidos devem manter apoio ao peso argentino

O ministro das finanças do presidente argentino Javier Milei disse que o apoio do Tesouro dos Estados Unidos ao peso continua firme, enquanto Milei se prepara para viajar a Washington antes da votação de meio de mandato.

“Os EUA estão dispostos a continuar comprando pesos e títulos de dívidas, e todas as opções estão sobre a mesa”, disse o ministro da Economia, Luís Caputo, em entrevista para o canal de TV LN+, de Buenos Aires. “Hoje, a maior potência mundial diz: ‘argentinos, faremos o que for preciso para colocar as coisas em ordem para vocês’”.

Os comentários foram feitos antes da reunião planejada para 14 de outubro entre Milei e o presidente americano Donald Trump na Casa Branca. E a duas semanas das eleições legislativas, os investidores estão monitorando de perto em busca de indícios da força política do líder argentino.

US$ 20 bi para a Argentina

Nas últimas semanas, os EUA agiram rapidamente para estabilizar a economia argentina, oferecendo US$ 20 bilhões em financiamento e realizando uma rara intervenção no mercado cambial para sustentar o peso após semanas de fortes quedas.

O Tesouro também comprou pesos diretamente, em uma ação que se seguiu aos esforços fracassados das autoridades argentinas para conter a queda por conta própria.

Caputo afirmou que o acordo com o Tesouro americano não implica dolarização ou desvalorização do peso. Ele sugeriu que a Argentina manterá seu atual regime de banda cambial após as eleições de meio de mandato de 26 de outubro.

Ele acrescentou que a intervenção dos EUA não deve afetar a linha de swap cambial de US$ 18 bilhões da Argentina com a China, que foi parcialmente renovada no início deste mês.

Antes de Washington intervir no mercado, o Tesouro argentino já havia investido US$ 1,8 bilhão em uma tentativa de dar suporte ao peso. Os mercados do país reabrem nesta segunda-feira, após o feriado nacional na sexta-feira.

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Preço do cobre recua com Trump ameaçando impor novas tarifas à China

O preço do cobre despencou nesta sexta-feira (10), depois que o presidente Donald Trump ameaçou aumentar as tarifas da China, que é o maior comprador mundial do metal.

O valor do cobre caiu quase 5%, ficando abaixo de US$ 10.400 a tonelada na Bolsa de Metais de Londres, na maior queda em cinco meses. A medida anulou os ganhos que levaram os preços a uma máxima na quinta-feira (9).

Os comentários de Trump em uma publicação nas redes sociais geraram turbulência nos mercados financeiros, com as ações caindo acentuadamente nos EUA, enquanto os títulos e o ouro se valorizaram.

Os traders de cobre são sensíveis às preocupações com a economia global, devido ao amplo uso do metal na indústria e ao seu papel fundamental na crescente eletrificação mundial.

A queda do preço nesta sexta-feira (10) reverteu uma alta impulsionada por grandes contratempos em grandes minas de cobre no Chile, República Democrática do Congo e Indonésia.

Escassez de cobre

Com outros projetos também enfrentando dificuldades para atingir as metas de produção, os investidores apostavam que o mercado poderia estar caminhando para uma profunda escassez.

Trump disse que não via “nenhum motivo” para se encontrar com o presidente chinês, Xi Jinping, em uma reunião agendada na Coreia do Sul no final deste mês, citando controles “hostis” à exportação de minerais de terras raras. “Uma contramedida que os EUA estão considerando é um aumento maciço de tarifas sobre produtos chineses que entram nos Estados Unidos da América”, disse ele.

A publicação ocorre após uma série de medidas tomadas pelos EUA e pela China para potencialmente conter os fluxos de tecnologia e materiais entre os países.

Os preços haviam subido para US$ 11.000 na quinta-feira, cerca de US$ 100 abaixo da máxima histórica atingida em maio do ano passado.

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Como a paralisação do governo americano pode atrapalhar a vida de quem planeja aproveitar o outono nos EUA

Viajantes que adiaram as férias de verão para aproveitar custos mais baixos e menos multidões neste outono podem ter uma surpresa desagradável se a paralisação do governo começar esta semana. É que a falta de acordo entre Democratas e Republicanos no parlamento promete paralisar o funcionalismo público do país em outubro – o chamado shutdown. E isso pode prejudicar diretamente quem está com viagem marcada para os Estados Unidos ou dentro do país.

O que está em jogo é que o ano fiscal americano começa no dia 1º de outubro. É nesta data que o governo anuncia o orçamento que as agências federais americanas terão à disposição pelos próximos 12 meses. Se o orçamento não for aprovado, então os pagamentos dos serviços públicos simplesmente deixam de ser feitos. E isso pode simplesmente paralisar as atividades do governo.

Justamente nessa data é que muitos viajantes costumam desembarcar nos aeroportos americanos, aproveitando-se do início da baixa temporada – e dos descontos nas passagens.

Embora controladores de tráfego aéreo e agentes de segurança de aeroportos sejam considerados trabalhadores essenciais – e por isso sejam obrigados a continuar trabalhando durante a paralisação –, nenhum dos grupos recebe pagamento até que o financiamento seja restabelecido. Isso pode resultar em filas de segurança mais longas ou até mesmo voos cancelados se a paralisação durar mais do que algumas semanas.

Durante a paralisação de 35 dias entre 2018 e 2019, houve um aumento no número de controladores que ligaram dizendo que estavam doentes, o que causou atrasos em voos de diversos aeroportos, incluindo La Guardia, Newark e Filadélfia, em Nova York, pouco antes do financiamento ser restaurado no final de janeiro.

Enquanto isso, o absenteísmo entre os agentes de segurança do aeroporto aumentou de 3% para 10%, o que resultou em filas mais longas para os viajantes.

Provavelmente, essa é a pior situação para os viajantes após uma paralisação. Os passaportes continuarão sendo processados, já que isso é pago por taxas. As inspeções de segurança continuarão, assim como a manutenção e a operação dos auxílios à navegação usados ​​por controladores e pilotos.

Outros impactos serão mais indiretos, como o potencial agravamento da escassez de controladores de tráfego aéreo a longo prazo. Embora o treinamento inicial para novos recrutas nas instalações da agência em Oklahoma City continue, o treinamento de campo adicional nos centros de controle será suspenso até que o financiamento seja retomado. As contratações também serão suspensas.

Se a paralisação terminar rapidamente, esses atrasos podem não ter um impacto de longo prazo no número de controladores de tráfego aéreo. Mas, com poucos sinais de comprometimento, as chances de uma paralisação estão atualmente em 73% no site de apostas Polymarket.

Analistas do Bank of America escreveram na semana passada que esperam que a paralisação não dure mais do que duas semanas “porque achamos que os democratas não estarão dispostos a incorrer no custo político de uma longa paralisação antes das eleições de meio de mandato do ano que vem”.

Outros preveem que a medida se arrastará por muito mais tempo, já que não há um prazo final para se chegar a um acordo. Isso poderia resultar em até 40% dos mais de dois milhões de funcionários públicos federais afastados, e em um sofrimento muito mais generalizado do que longas filas no aeroporto.

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