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Pesquisa Origem-Destino: moradores da região de Jundiaí serão entrevistados para melhorias na mobilidade

Pesquisa Origem-Destino: moradores da região de Jundiaí serão entrevistados para melhorias na mobilidade

O Governo do Estado de São Paulo iniciou a mobilização dos moradores da região metropolitana de Jundiaí (RMJ) para a realização da Pesquisa Origem-Destino (OD), um dos principais levantamentos sobre hábitos de deslocamento da população. As residências já começaram a receber cartas informativas com orientações sobre a visita dos pesquisadores nos próximos dias.

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Visitas começam nos próximos dias

Ao todo, cerca de 40 entrevistadores irão visitar aproximadamente seis mil domicílios na RMJ. Os profissionais estarão devidamente identificados, e a colaboração dos moradores é fundamental para garantir a precisão e a qualidade das informações coletadas.

Os endereços foram selecionados a partir de amostras extraídas do Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos (CNEFE), utilizado pelo IBGE na elaboração do Censo Demográfico.

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Pesquisa orienta planejamento da mobilidade

Coordenada pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM), a pesquisa integra o planejamento estratégico do Estado para a mobilidade urbana. A execução está a cargo da Fundação Seade, em parceria com a Prefeitura de Jundiaí e demais administrações municipais da região.

O objetivo é coletar informações detalhadas sobre como a população se desloca no dia a dia, incluindo trajetos, meios de transporte utilizados e principais necessidades.

Base para políticas públicas

Com base nos dados levantados, o Governo do Estado poderá aprimorar o planejamento de políticas públicas e direcionar investimentos para tornar o transporte coletivo mais eficiente, seguro e integrado às demandas da população.

A Pesquisa Origem-Destino é considerada uma ferramenta essencial para embasar decisões que impactam diretamente a qualidade de vida nas regiões metropolitanas.

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Governo implementa medidas para garantir frete mínimo a transportadores

Foto: Márcio Ferreira / MT

Já estão em vigor no país as novas regras para o transporte rodoviário de cargas. Entre as mudanças previstas, está a obrigatoriedade de apresentar o CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte) antes de iniciar o serviço de frete.

A publicação ocorre em meio a ameaça de paralisação por parte dos caminhoneiros, devido à tendência de alta do diesel por conta da guerra no Oriente Médio, envolvendo EUA, Israel e Irã.

Segundo o Ministério dos Transportes, há indícios de descumprimento generalizado da tabela de frete no país, o que tem afetado a renda dos caminhoneiros e a concorrência no setor. Levantamentos da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) indicam que cerca de 20% das fiscalizações resultaram em autuações.

Entre as empresas com maior número de infrações estão grandes companhias de diferentes setores da economia. O fato, segundo o governo, reforça a necessidade de endurecer as regras.

Novas regras

O CIOT reunirá informações completas sobre a operação, como contratantes, transportadores, carga, origem, destino, valores pagos e o piso mínimo aplicável.

Segundo a ANTT, o CIOT garantirá que todas contratações de frete pagarão o piso mínimo. Caso contrário, não terão o código emitido, de forma a bloquear fretes irregulares ainda na fase de contratação.

Como o código está vinculado ao Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais, a fiscalização do cumprimento das novas regras será automática e em larga escala, abrangendo todo o território nacional.

As novas medidas estão previstas na Medida Provisória 1.343/2026, publicada na quinta-feira (19), e valem para transportadores, empresas contratantes e intermediários do setor.

Penalidades

A MP estabelece penalidade específica para aqueles que descumprirem as novas regras relativas ao CIOT, com multa de R$ 10,5 mil por operação não registrada.

Quem contratar pagando fretes abaixo do piso mínimo de forma reiterada (mais de três autuações em seis meses) terá o Registro Nacional do Transportador Rodoviário de Cargas (RNTRC) suspenso.

Caso reincida, a suspensão poderá ser cancelado, com impedimento de atuação por até dois anos.

Além disso, define algumas responsabilidades. No caso do contratante, ele será responsável pela emissão do código quando houver transportador autônomo de cargas.

Nos demais casos, a responsabilidade recairá sobre a empresa de transporte.

“Empresas que contratarem fretes abaixo do piso podem pagar multas que variam entre R$ 1 milhão e R$ 10 milhões a cada operação irregular. Em casos de irregularidades graves, a norma permite alcançar sócios e grupos econômicos, desde que comprovado abuso ou confusão patrimonial”, informou a ANTT.

O governo explica que as medidas mais severas de suspensão e cancelamento não se aplicam ao transportador autônomo de cargas.

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