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Quase 90% dos candidatos no Vestibular Univesp 2026 são de escolas públicas

Quase 90% dos candidatos no Vestibular Univesp 2026 são de escolas públicas

A Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) realizou no domingo (26) o processo seletivo de 2026 com quase 90 mil inscritos, a maioria de estudantes da rede pública do Estado, segundo levantamento realizado pela instituição.

Ao todo foram oferecidas 24.029 vagas, destinadas a 456 polos, de 386 municípios (capital, interior e litoral), para 10 cursos, com três eixos básicos de ingresso: Licenciatura (Letras, Matemática e Pedagogia), Computação (Ciência de Dados, o novo de Bacharelado em Inteligência Artificial, Engenharia de Computação e Tecnologia da Informação) e Negócios e Produção (Administração, Engenharia de Produção e Tecnologia em Processos Gerenciais).

O Vestibular registrou 89.880 inscrições e deste total, 89,3% afirmam ter concluído o ensino médio em escolas gratuitas (70,1% – em escolas da rede pública de Ensino, 7,4 % – em Etecs, 9,6% – em outras instituições gratuitas, e 1,9 % no SENAI e SESI) e 58% são mulheres. O perfil dos candidatos foi traçado por meio de pesquisa respondida no ato da inscrição. Além das vagas do processo seletivo, a instituição ofertou ainda outras 2.956 para o Provão Paulista. Todos os aprovados ingressarão em junho de 2026.

De acordo com o levantamento, o eixo mais procurado foi o de computação, com 33.235 inscritos, seguido de Licenciatura, que recebeu 31.483 inscrições e de Negócios e Produção, com 25.162 efetivações. Segundo o questionário, 77% têm mais de 26 anos, 33,2 % nunca iniciaram um curso de graduação, 77% prestaram o processo seletivo da Univesp pela primeira vez e 80% não pretendem tentar outro vestibular neste ano. Foram declarados 52,4% brancos, 33,5% pardos, 12,5% pretos, 1,4% amarelos e 0,3% indígenas. A maioria exerce atividade profissional remunerada regularmente (66,7%) e 39,3% dos candidatos são responsáveis pelo sustento da família. Dos inscritos, 4.057 declararam ser Pessoa Com Deficiência (PcD).

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Segundo o documento, 51,4% dos candidatos moram no interior do estado de São Paulo, seguido da capital (23,4%), da Região Metropolitana (17,7%), do litoral (6,4%) e de outros estados (1,2%).

Para o presidente da Univesp, professor Marcos Borges, os números mostram a importância do alcance do ensino superior gratuito a distância. “A instituição reforça seu papel na inclusão social. Nosso vestibular é a oportunidade que muitas pessoas encontram para cursar uma universidade. Já estamos em 392 municípios do Estado de São Paulo, mas nossa meta é alcançar ainda mais cidades, somar esforços com as prefeituras para implantação de novos polos e levar graduação gratuita a distância de qualidade para todos os tipos de público. Já somos a maior instituição de ensino superior pública do país em número de alunos matriculados na graduação”, ressalta.

O relatório ainda aponta que, do total de concorrentes, 30,3% conheceram a instituição por intermédio de estudante ou ex-aluno, 37%, por meio das mídias sociais e 99,6% acessam a internet de casa. A renda familiar de 55,3 % dos concorrentes é entre 1 e 3 salários mínimos. O nível de instrução dos familiares também foi levantado: 10,3% dos pais dos candidatos possuem nível superior e 15,2% das mães têm formação superior.
O gabarito oficial da prova será divulgado em 27/04, a lista de aprovados e convocados em 1ª chamada será divulgada dia 1 de junho, no site vestibular.univesp.br. As matrículas devem ser realizadas entre os dias 2 e 8 de junho. O período letivo inicia em 22 de junho de 2026.

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Sobre a Univesp

Criada em 2012, a Universidade Virtual do Estado de São Paulo é uma instituição de educação a distância, mantida pelo Governo do Estado. Entre seus principais parceiros, destacam-se as universidades USP, Unesp, Unicamp e o Centro Paula Souza (CPS). A Univesp conta com mais de 88 mil alunos, entre estudantes de graduação e pós, e dez cursos– Letras, Matemática, Pedagogia, Bacharelado em Tecnologia da Informação (BTI), Bacharelado em Ciência de Dados, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Administração, Processos Gerenciais e o novo de Bacharel em Inteligência Artificial. Os cursos são realizados em Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), por meio de videoaulas, bibliotecas digitais, conteúdos pedagógicos e fóruns, que garantem a interação do discente com o facilitador. Em 2026, a universidade possui 462 polos e está presente em 392 municípios do Estado, representando mais de 60% do território paulista.

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Estímulo da coordenação motora e memória: especialistas da USP mostram os benefícios da letra cursiva

Estímulo da coordenação motora e memória: especialistas da USP mostram os benefícios da letra cursiva

A escrita em letras cursivas tem demonstrado ser mais desafiadora e estimulante do que digitar ou escrever em letras de forma, permitindo que áreas do cérebro relacionadas à coordenação motora, memória e integração sensorial sejam ativadas e, com o tempo, fazem com que a escrita se torne algo comum e exija menos esforço, principalmente entre crianças. Andrea Lorena, professora da Faculdade de Medicina da USP, explica com detalhes os efeitos da escrita em letra cursiva para o cérebro.

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“Quando uma criança escreve em letra cursiva, o cérebro não está apenas ‘desenhando letras’. Ele está coordenando vários sistemas ao mesmo tempo. A escrita cursiva envolve planejamento motor fino, percepção visual da letra, memória e linguagem. Por isso, ela ativa uma rede cerebral relativamente ampla, incluindo áreas motoras, parietais e regiões ligadas à memória e ao processamento da linguagem. Estudos de neuroimagem mostram que escrever à mão mobiliza mais circuitos neurais do que digitar, especialmente regiões relacionadas à coordenação motora, memória e integração sensorial. Outro ponto interessante é que a cursiva exige um movimento contínuo da mão. As letras são conectadas, e isso cria sequências motoras que o cérebro precisa planejar e automatizar. Esse tipo de movimento fortalece as conexões entre os sistemas motor, visual e linguístico. Na prática, isso significa que o cérebro cria uma representação mais rica das letras e das palavras. Não é apenas a forma visual da letra que fica registrada, mas também o movimento usado para produzi-la.”

A letra cursiva no aprendizado das crianças

Silvia Colello, professora do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação (FE) da USP, fala sobre a importância de se aprender a letra cursiva durante o processo de alfabetização. “Do ponto de vista pedagógico, a gente entende o ensino da língua escrita não como aquisição do alfabeto ou das regras de ortografia e de sintaxe ou gramática, a gente entende o ensino da língua escrita hoje em função da complexidade da nossa sociedade, como a imersão nesse universo letrado e na cultura escrita que se manifesta das mais diferentes formas. A criança não tem que aprender somente o funcionamento do sistema, mas sim aprender os modos de usar a língua escrita e a letra cursiva é um dos modos de aprender a língua escrita. Tem uma pesquisadora argentina, já falecida, chamada Emília Ferreiro, ela fala uma frase que sintetiza bem essa ideia, diz que a escrita é importante na escola, porque a escrita é importante fora da escola, e não o inverso. A gente precisa ensinar as nossas crianças a ler e escrever dos muitos jeitos em que as práticas de leitura e escrita acontecem na nossa sociedade.”

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“Essa é uma concepção ampla de ensino da língua escrita e que interessa justamente porque nós não estamos pretendendo formar o sujeito que sabe ler e escrever, a gente está pretendendo formar o sujeito senhor da sua própria palavra, que pode ser autor, que se posiciona diante dos textos e que ao mesmo tempo recebe muitos apelos da sociedade letrada, da cultura escrita e que responde a esses apelos. Nessa concepção, não faz sentido a gente não ensinar a língua cursiva, porque ela está na nossa sociedade. Por que nós vamos nos conformar com o menos se a gente pode o mais? O menos seria ensinar a criança a letra de imprensa ou a letra bastão para que ela possa se comunicar e digitar no computador e o mais é ensinar a criança a participar desse mundo da cultura escrita em todas as suas formas.”

De acordo com Silvia, o momento ideal para que a letra cursiva seja introduzida varia, a depender do aluno. “Muitos professores ficam em dúvida quando é o melhor momento para entrar na letra cursiva. É preciso que a gente entenda que a letra bastão, que é a letra de forma, é mais fácil para a criança compreender que a escrita se faz em partes, em pedacinhos, como eles dizem. No momento em que a criança já dominou o código alfabético e que já entendeu que as palavras são feitas de letras e já tem o conceito de letras e tal, é natural que as crianças fiquem desejando aprender a letra cursiva, que eles chamam de ‘letra de gente grande’. Se o processo for bem conduzido, as crianças vão ficar motivadas para aprender isso, e essa aprendizagem vai ser muito boa quando ela não é tratada de uma forma mecânica. Não posso te responder se é melhor a criança aprender a letra cursiva com 6, 7 ou 8 anos, depende da criança e do domínio que ela já tenha da língua escrita. Mas, a partir do momento em que ela já tenha a aquisição do sistema fonético, ela pode ser, sim, motivada, até desafiada, a começar a escrever a letra cursiva. É essa a ideia.”

E depois de adulto?

Andrea explica que, mesmo sendo mais difícil, ainda é possível desenvolver a habilidade mesmo depois da infância. “Sim, geralmente fica um pouco mais difícil, mas não impossível. A escrita cursiva é uma habilidade motora complexa. Ela depende de sequências de movimentos finos da mão que precisam ser automatizados com repetição. Durante a infância, o cérebro apresenta maior plasticidade neural, especialmente nos sistemas motores e sensório-motores. Isso facilita a aprendizagem desses padrões motores. Na vida adulta, o cérebro ainda aprende, mas a aquisição de novas sequências motoras costuma exigir mais prática e mais tempo. A pessoa consegue aprender, mas o processo tende a ser menos espontâneo do que na infância. Por isso, tradicionalmente, a escrita cursiva é ensinada nos primeiros anos da escolarização: é justamente o momento em que o cérebro está mais preparado para consolidar esse tipo de habilidade motora”, finaliza Andrea.

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Em constante evolução, Fuvest completa 50 anos à frente do vestibular da USP

Em constante evolução, Fuvest completa 50 anos à frente do vestibular da USP

A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) completou 50 anos de existência no dia 20 de abril. Fundada em 1976, na capital paulista, seu principal objetivo é a realização de exames vestibulares para admissão na Universidade de São Paulo. Para comemorar, a instituição tem elaborado, desde de abril do ano passado, uma programação especial, incluindo um livro sobre a evolução do Ensino Médio até 2026.

Gustavo Monaco, diretor executivo da Fuvest, comenta um pouco da história da fundação. “São 50 anos de sucesso, no sentido de conseguirmos manter o sigilo sobre as questões e o procedimento utilizado no vestibular de uma maneira republicana. Ela é o resultado de uma decisão muito corajosa que a USP tomou há cinco décadas de instituir uma fundação para cuidar do vestibular, visto que antes cada unidade tinha o seu próprio e isso, muitas vezes, estava sujeito às particularidades e interferências externas de cada uma.”

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Já em 1977 foi realizada a primeira aplicação do vestibular, coordenada pelo professor José Goldemberg, após a Fuvest surgir como a fusão dos três grandes exames daquela época, o Mapofei, das áreas de exatas, o Cescea, das ciências humanas, e o Cescem, que era usado para ciências da saúde.

“Após uma conversa com o professor Goldemberg, que tive em conjunto com o vice-diretor do vestibular, Tiago Paixão, percebemos que muitas das coisas que praticamos hoje foram decisões que ele e os conselheiros daquela época tomaram. Então isso mostra como a Fuvest evolui, mas também mantém muitas das tradições, não porque são tradições, mas porque elas funcionam para manter esse programa bastante rígido e relevante para o país e para o estado de São Paulo.”

Formulação do exame

“A estruturação da prova é algo muito artesanal, ou seja, os avaliadores têm uma preocupação de elaborar questões contextualizadas que façam sentido também para o corpo de candidatos, assuntos que eles compreendam e consigam aplicar, mas, sobretudo, que consigam pensar bastante. Enquanto as bancas das disciplinas pensam do ponto de vista técnico, os funcionários da Fuvest vão se atentar à parte formal, quer dizer, isto está com cara de uma questão teste ou aquilo está com cara de uma questão dissertativa. Há um olhar e uma análise crítica muito fundamental por parte da banca para a seleção de cada questão e também uma preocupação de garantir a excelência”, pontua Monaco.

Listas literárias e a redação

Outro ponto de destaque do vestibular é a lista literária de leituras obrigatórias, uma seleção de obras em língua portuguesa exigidas para a elaboração do vestibular, fundamentais para questões de literatura e redação. Anteriormente, as listas preocupavam-se em cobrir os movimentos literários e gêneros textuais de forma mais abrangente, o que mudou a partir de 1989.

“Esse contexto anterior mais geral privilegiou por muitos anos os escritores, o que poderia nos fazer pensar que não existiram escritoras no passado, o que não é verdade, já que muitas foram inviabilizadas pelos seus contextos sociais históricos. Então, o que foi feito foi um movimento de ruptura nos últimos anos, no sentido de estabelecer uma lista exclusivamente feminina por três anos. Depois desse período, os homens irão reaparecer nessa lista, para que seja composta metade de homens e metade de mulheres”, explica o diretor.

Por outro lado, a redação Fuvest, também amplamente conhecida e repercutida, é aplicada desde o ano de criação do processo seletivo. Há uma predominância do gênero dissertativo nesses 50 anos, mas, nas décadas de 1970 e 1980, por exemplo, apresentaram gêneros narrativos também. A redação também conta com a famosa frase temática, que define o tema do texto. No ano passado, a Fuvest, pela primeira vez, trabalhou com um mesmo conjunto de textos de apoio para duas propostas. Quer dizer que o candidato continua fazendo uma redação só, mas poderá escolher o gênero textual entre o dissertativo e o narrativo.

A elaboração do livro

“Quando a Fuvest fez 30 anos foram lançados dois livros sobre a história da Fundação, o que é muito importante, mas, dessa vez preferimos seguir por outro caminho. A ideia surgiu de uma parceria com o professor Marcos Neira, da Faculdade de Educação e pró-reitor de Graduação, e outros professores, para tratar da evolução de 50 anos do Ensino Médio e como os conteúdos ensinados nas escolas foram cobrados no vestibular. A evolução dos currículos, dos métodos pedagógicos, a inclusão ou a retirada de certos temas são alguns dos temas tratados, e a ideia é entregar para a comunidade, para a sociedade, um manancial de estudos sobre a importância da Fuvest”, ressalta.

Por fim, Monaco cita a metáfora de quem veio primeiro, o ovo ou a galinha, comparando-a com a relação da Fundação com o Ensino Médio e seus papéis na transformação de ambos. “A conclusão pode ser outra, mas tenho a impressão que é um processo efetivamente simbiótico, de efetiva retroalimentação, a gente se beneficia das evoluções, das modificações do Ensino Médio, e o Ensino Médio se beneficia do papel da Fuvest, no sentido de, como disse o professor Goldemberg, de colocar a régua bastante alta.”

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Fuvest promove no domingo (26) primeiro simulado preparatório para a prova do vestibular 2027

Fuvest promove no domingo (26) primeiro simulado preparatório para a prova do vestibular 2027

A Fundação Universitária para o Vestibular (Fuvest) realiza neste domingo (26) o Simulado da Prova de Conhecimentos Gerais. Ao todo, 25.747 estudantes se inscreveram e terão a oportunidade de treinar em condições reais para a 1ª fase do Vestibular 2027. O simulado tem caráter exclusivamente preparatório. A participação não garante inscrição, não substitui nem gera qualquer tipo de vantagem ou bonificação no Vestibular 2027, e a inscrição deverá ser realizada posteriormente, em período e condições próprios.

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O simulado será realizado em 11 cidades: Bauru, Campinas, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santo André, São Carlos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba. Os portões do local de aplicação serão abertos às 12h, e a prova começará às 13h, com término às 18h, totalizando 5 horas de duração.

No dia da prova, é obrigatória a apresentação dos seguintes itens: documento de Identificação, digital ou físico e caneta esferográfica, azul ou preta, de corpo transparente. O participante que não apresentar documento de identificação válido não poderá realizar a prova, estando sua participação automaticamente cancelada.

A Fuvest libera a utilização de outros itens opcionais, como garrafa de água transparente; alimentos leves; lápis ou lapiseira; itens médicos autorizados com antecedência; borracha; apontador; e régua transparente.

Porém está proibido o uso dos seguintes itens: relógio individual de qualquer tipo; equipamento eletrônico, como calculadora, telefone celular, computador, tablet, reprodutor de áudio, máquina fotográfica, equipamento eletrônico do tipo vestível (como smartwatch, óculos eletrônicos, ponto eletrônico) etc.; material impresso ou para anotações; caneta hidrográfica ou outras, diferentes de caneta esferográfica; corretivo de qualquer material ou espécie; caneta marca-texto, compasso ou lápis com tabuada; gorro, boné, chapéu ou similares, óculos de sol; e quaisquer outros materiais estranhos à realização da prova.

Desempenho individual

No dia 27 de abril, os enunciados das questões e o gabarito do simulado serão divulgados. Já no dia 11 de maio, o candidato receberá o seu desempenho individual, com uma comparação em três níveis: com todos os participantes, pela área do conhecimento (Humanas, Exatas e Biológicas) e pelo tipo de vaga que pretende concorrer (Ampla Concorrência, Escola Pública ou Pessoas negras, de cor preta ou parda, e indígena). Com essas informações, ele poderá saber a sua melhor posição e como foi o seu desempenho em cada uma das questões, inclusive o grau de dificuldade delas.

Mais informações na página do simulado neste link.

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Região de Presidente Prudente: Governo de SP investiu R$ 362,6 mil por mês em obras de escolas municipais

Região de Presidente Prudente: Governo de SP investiu R$ 362,6 mil por mês em obras de escolas municipais

O Governo do Estado de São Paulo investiu, em 39 meses de gestão, R$ 14,1 milhões em reformas e construções de unidades das redes municipais de ensino da região de Presidente Prudente. Isso significa que, entre janeiro de 2023 e março de 2026, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) destinou uma média mensal de R$ 362,6 mil para a infraestrutura das redes públicas das prefeituras da região.

Na região de Presidente Prudente, foram 41 reformas para ampliação de salas de aula, adequação e instalação de ar-condicionado, além da construção de quatro creches. O investimento foi destinado para as cidades de Adamantina, Álvares Machado, Anhumas, Caiabu, Dracena, Estrela do Norte, Euclides da Cunha Paulista, Flora Rica, Flórida Paulista, Martinópolis, Mirante do Paranapanema, Nova Guataporanga, Paulicéia, Pirapozinho, Pracinha, Presidente Epitácio, Presidente Prudente, Regente Feijó e Ribeirão dos Índios.

Reforçando o compromisso com a educação das crianças paulistas, no último mês o Governo de São Paulo anunciou o pagamento de R$ 32,5 milhões para as prefeituras que atingiram as metas do Programa Alfabetiza Juntos SP. A partir do programa, a Seduc-SP tem como meta 90% dos estudantes concluindo o 2º ano do Ensino Fundamental neste ano sabendo ler.

O aporte da Seduc-SP na infraestrutura da rede municipal integra os R$ 113,7 milhões empregados pelo Estado na execução de 320 obras de infraestrutura escolar na região de Presidente Prudente. Ao todo, 114 prédios escolares, distribuídos em 46 municípios, foram contemplados com intervenções.

Creches na conta

Em Presidente Prudente, a entrega de quatro unidades do Programa Creche Escola resultou na abertura de 580 vagas nos municípios de Dracena, Euclides da Cunha, Nova Guataporanga e Paulicéia. 

Thais Regina Miranda Martins, secretária municipal de educação de Dracena, acredita na importância das ações em colaboração para melhorias na educação. “A parceria entre estado e município para a concretização da escola de Educação Infantil EMEI Professora Maria Olympia Carlos Bocca (Dona Zizi), foi essencial e grandiosa para a nossa cidade. Por meio desta iniciativa foi possível ampliar o atendimento de vagas, bem como, proporcionar um ambiente de excelência para que os profissionais da escola realizem seus trabalhos em prol ao desenvolvimento das crianças”. 

Para a esteticista Tatiane de Almeida Lopes, mãe do Miguel de 1 ano e 6 meses, a EMEI Dona Zizi foi a principal rede de apoio na volta ao trabalho ao final da licença maternidade. “Eu estava com o coração dilacerado por ter que colocar meu filho tão cedo na escola. Mas já no primeiro dia percebi que meu filho foi muito bem acolhido. Hoje lá é a segunda casa dele, que chega da escola muito animado, sai cheiroso e bem alimentado. Então, posso trabalhar tranquila porque tenho certeza de que ele está sendo bem cuidado e amado por todos”.

Investimento em infraestrutura da rede

Em todo o Estado, foram concluídas 6.914 intervenções com investimento de R$ 3,2 bilhões. Em 39 meses, 3.503 prédios escolares foram revitalizados em 572 municípios paulistas. Os serviços incluem reformas de quadras esportivas, cozinhas, refeitórios e salas de aula que atendem estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, além da recuperação de fachadas e telhados, melhorias de acessibilidade e implantação de climatização nas unidades.

Para a primeira infância, foram concluídas 89 unidades do Programa Creche Escola, ação que gerou mais de 11 mil vagas nas unidades de ensino que atendem crianças de 0 a 5 anos de idade. Essas escolas municipais de educação infantil estão localizadas em 87 municípios paulistas. O aporte nesses prédios chega a R$ 250,5 milhões.

Fabricio Moura Moreira, presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) — órgão responsável pelo acompanhamento de obras da Seduc-SP—, destaca que investir na formação integral das crianças é prioridade do governo do estado. “Desde o início da gestão do governador Tarcísio de Freitas concluímos 89 creches em 87 municípios paulistas. A orientação do governador é que a gente possa cada vez mais investir na primeira infância e zerar a fila de creches em todo o estado de São Paulo. E o trabalho continua. Neste momento nós temos mais de 50 creches em construção.” 

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Capital: Governo de SP investiu R$ 954,4 mil por mês em obras de escolas municipais

Capital: Governo de SP investiu R$ 954,4 mil por mês em obras de escolas municipais

O Governo do Estado de São Paulo investiu, em 39 meses de gestão, R$ 37,2 milhões em reformas e construções de unidades das redes municipais de ensino da Capital e Região Metropolitana de São Paulo. Isso significa que, entre janeiro de 2023 e março de 2026, a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) destinou uma média mensal de R$ 954,4 mil para a infraestrutura das redes públicas das prefeituras da região.

Na região da Capital e RMSP, foram 57 reformas para adequação de salas de aula, reforma de quadra de esportes, reparo e instalação de ar-condicionado, além da construção de duas creches. O investimento foi destinado para as cidades de Barueri, Biritiba Mirim, Franco da Rocha, Itapevi, Jandira, Mairiporã, Mauá, Pirapora do Bom Jesus, Ribeirão Pires, Salesópolis, Santo André, São Paulo e Taboão da Serra.

Reforçando o compromisso com a educação das crianças paulistas, no último mês o Governo de São Paulo anunciou o pagamento de R$ 32,5 milhões para as prefeituras que atingiram as metas do Programa Alfabetiza Juntos SP. A partir do programa, a Seduc-SP tem como meta 90% dos estudantes concluindo o 2º ano do Ensino Fundamental neste ano sabendo ler.

O aporte da Seduc-SP na infraestrutura da rede municipal integra os R$ 1,2 bilhão empregados pelo Estado na execução de 2.004 obras de infraestrutura escolar na região de Capital e RMSP. Ao todo, 1.279 prédios escolares, distribuídos em 34 municípios, foram contemplados com intervenções.

Creches na conta

Na Capital e RMSP, a entrega de duas unidades do Programa Creche Escola resultou na abertura de 300 vagas nos municípios de Biritiba Mirim e Salesópolis. 

Andrea de Souza, secretária municipal de educação de Salesópolis, afirma que a relação colaborativa entre Estado e município melhora a qualidade do ensino oferecido às crianças. “Essas parcerias são pilares para que os avanços se sustentem. Esse entendimento reside no fato de que não são apenas os aportes financeiros que dão robustez às ações empreendidas, mas também o suporte técnico e as orientações de diversos matizes, que são as garantias dos direitos de aprendizagem”.

Ravi Gonzales, 3 anos, estuda no Centro Municipal de Convivência Infantil Dona Teresa Feital. A mãe, Bruna de Campos Gonzales, observa a evolução do filho.”Já percebemos avanços importantes na comunicação, no comportamento e na socialização, pois ele convive diariamente com outras crianças e profissionais preparados para estimular o aprendizado”.  

A funcionária pública ressalta que os pais contam com o espaço para que seus filhos estejam em um ambiente seguro, com cuidados e estímulos adequados para o desenvolvimento. “Para mim é muito importante, pois sabendo que ele está bem cuidado na creche, consigo trabalhar com mais tranquilidade e segurança. Sem a creche seria muito mais difícil, ou até mesmo impossível, conseguir trabalhar fora, pois não teria com quem deixá-lo durante o período de trabalho”, destaca Bruna.

Investimento em infraestrutura da rede

Em todo o Estado, foram concluídas 6.914 intervenções com investimento de R$ 3,2 bilhões. Em 39 meses, 3.503 prédios escolares foram revitalizados em 572 municípios paulistas. Os serviços incluem reformas de quadras esportivas, cozinhas, refeitórios e salas de aula que atendem estudantes do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, além da recuperação de fachadas e telhados, melhorias de acessibilidade e implantação de climatização nas unidades. 

Para a primeira infância, foram concluídas 89 unidades do Programa Creche Escola, ação que gerou mais de 11 mil vagas nas unidades de ensino que atendem crianças de 0 a 5 anos de idade. Essas escolas municipais de educação infantil estão localizadas em 87 municípios paulistas. O aporte nesses prédios chega a R$ 250,5 milhões.

Fabricio Moura Moreira, presidente da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) — órgão responsável pelo acompanhamento de obras da Seduc-SP—, destaca que investir na formação integral das crianças é prioridade do governo do estado. “Desde o início da gestão do governador Tarcísio de Freitas concluímos 89 creches em 87 municípios paulistas. A orientação do governador é que a gente possa cada vez mais investir na primeira infância e zerar a fila de creches em todo o estado de São Paulo. E o trabalho continua. Neste momento nós temos mais de 50 creches em construção.” 

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Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola busca qualificar contexto educacional

Foto: Tânia Rêgo / Agência Brasil

O Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência na Escola é celebrado nesta terça-feira (7). Instituída por lei federal, a data busca mobilizar a sociedade para a importância de prevenir e enfrentar diferentes formas de violência no contexto educacional.

Na Rede Estadual do Rio Grande do Sul, esse trabalho ocorre de forma contínua por meio do NCBEE (Núcleo de Cuidado e Bem-Estar Escolar). Criado em 2023, o Núcleo desenvolve estratégias visando qualificar o clima escolar e apoiar as instituições de ensino na construção de relações mais saudáveis.

Quando um caso é identificado, o primeiro passo é o registro na plataforma Cipave+ (Comissão Interna de Prevenção a Acidentes e Violência Escolar), canal oficial de comunicação com o Núcleo. Entre 2024 e 2025, foram formados mais de 1.040 facilitadores para a condução dos Círculos de Construção de Paz. Além disso, atualmente, a rede conta com quase 2 mil comissões ativas. Ao todo, na Cipave+, estão registradas, desde 2023, mais de 6 mil ações de prevenção desenvolvidas pelas próprias escolas

“A Seduc (Secretaria da Educação) reforça o compromisso com a promoção de ambientes escolares seguros, acolhedores e inclusivos”, disse a pasta em comunicado

Descrição dos casos

Dados da Cipave+ indicam que comportamentos como apelidos pejorativos e atitudes com intenção de constranger colegas estão entre as formas mais recorrentes de bullying e cyberbullying.

No ambiente escolar, a sala de aula é o espaço onde esses episódios aparecem com maior frequência. Já no meio digital, a diversidade de plataformas e a menor supervisão direta de adultos tornam o enfrentamento mais complexo, exigindo uma atuação ainda mais integrada entre escola, família e atores da rede de proteção.

Como identificar e notificar casos de bullying

Outro ponto importante destacado pelo Núcleo é a necessidade de compreender corretamente o que caracteriza o bullying. De acordo com a legislação vigente, trata-se de um comportamento intencional, repetitivo e, muitas vezes, sem motivação aparente — o que o diferencia de conflitos pontuais. Essa distinção é fundamental para qualificar o olhar das escolas e garantir respostas mais adequadas a cada situação.

Quando um caso é identificado, o primeiro passo é o registro na plataforma Cipave+, canal oficial de comunicação com o Núcleo. A partir dessa notificação, as equipes das Coordenadorias Regionais de Educação acompanham a situação, analisam as medidas já adotadas pela escola e, em conjunto com a equipe local, constroem estratégias de intervenção.

“Esse processo pode envolver orientações técnicas, visitas presenciais, acompanhamento remoto e, quando necessário, o acionamento da rede intersetorial, incluindo serviços de saúde, segurança e assistência social, especialmente em situações que demandam atenção continuada”, explica a Seduc.

Dados

Quatro em cada dez estudantes brasileiros de 13 a 17 anos afirmam já ter sido alvos de bullying, e 27,2% dos alunos nessa faixa etária já sofreram alguma forma de humilhação duas ou mais vezes.

Os dados foram divulgados recentemente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), na PeNSE (Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar), e se referem a depoimentos coletados em 2024 em escolas de todo o Brasil. 

Com relação à pesquisa anterior, feita em 2019, houve um aumento de 0,7 ponto percentual no total de estudantes que declararam já ter sofrido bullying. Já a proporção de alunos que passaram por isso pelo menos duas vezes subiu mais de 4 pontos percentuais, ressalta o gerente da pesquisa, Marco Andreazzi.

“O bullying já é caracterizado como algo persistente, intermitente… E nós observamos aqui uma tendência de aumento, o que indica que mais estudantes passaram a vivenciar situações repetidas de violência”.

“O número dos que sofrem bullying permanece praticamente igual, porém, a persistência dos episódios e a intensidade deles aumentou”, complementa. 

Principais números

  • 39,8% dos estudantes de 13 a 17 anos sofreram bullying na escola;
  • No caso das meninas, percentual sobe para 43,3%; 
  • Aparência do rosto ou cabelo foi alvo em 30,2% dos casos;
  • 13,7% assumiram ter praticado bullying;
  • 16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas.

Perfil dos agressores

Já os dados de quem comete bullying mostram uma relação inversa: 13,7% dos estudantes declararam ter praticado alguma violência do tipo, sendo 16,5% dos meninos e 10,9% das meninas. 

O IBGE também perguntou qual a razão da agressão praticada e, novamente, a aparência do rosto, cabelo ou corpo e a cor ou raça foram os motivos mais citados.

No entanto, algumas diferenças significativas surgiram, com relação ao relatado pelas vítimas. Por exemplo, 12,1% dos autores declararam ter cometido bullying por causa do gênero ou orientação sexual dos colegas, mas apenas 6,4% dos alunos que sofreram bullying reconheceram que essa característica motivou a violência sofrida. 

O mesmo ocorreu com o tópico da deficiência: enquanto 7,6% dos autores reconhecem que cometeram bullying por esse motivo, apenas 2,6% das vítimas associaram o ataque a essa característica.

Para os pesquisadores, isso pode indicar que muitas vítimas preferem silenciar sobre as circunstâncias do ocorrido por medo ou receio de serem estigmatizadas. 

Agressões físicas e virtuais

A pesquisa também identificou que, em alguns casos, há agravamento dos conflitos entre os alunos: 16,6% dos estudantes já foram fisicamente agredidos por colegas, proporção que sobe para 18,6% no caso dos meninos

Nesse caso, também houve aumento com relação a 2019, quando 14% dos alunos haviam relatado alguma agressão física sofrida, sendo 16,5% entre os meninos.

O IBGE também destaca o crescimento na proporção de estudantes agredidos duas vezes ou mais, que passou de 6,5% para 9,6%. 

Já os casos de bullying virtual, cometidos via redes sociais ou aplicativos, recuaram de 13,2% para 12,7%. Nesse caso, as meninas aparecem como vítimas em quantidade mais expressiva: 15,2% delas já se sentiram humilhadas ou ameaçadas por conteúdos postados nesses espaços, contra 10,3% dos meninos.

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