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EUA podem proibir companhias aéreas do Irã no mundo? Veja o que muda

23 de Setembro de 2026, 16:30

Os EUA anunciaram novas medidas contra o setor de aviação do Irã. A partir desta quarta-feira (23), o governo americano pretende pressionar empresas de outros países a interromper serviços para companhias aéreas iranianas.

A estratégia faz parte da estratégia de pressão econômica do governo de Donald Trump contra o Irã. A medida pode afetar voos internacionais, aeroportos e passageiros que dependem dessas rotas.

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Como a medida pode afetar o Irã?

Apesar da estratégia americana, os Estados Unidos não controlam o espaço aéreo de outros países. Por isso, o governo de Donald Trump não consegue impedir que uma companhia iraniana voe para destinos estrangeiros.

Dessa forma, a estratégia mira a cadeia de serviços necessária para manter os voos. Empresas que fornecem combustível, atendimento ou venda de passagens podem sofrer sanções caso continuem trabalhando com companhias iranianas.

Além disso, os EUA também ameaçam restringir o acesso dessas empresas ao sistema financeiro americano e às transações em dólar. A ideia do governo é aumentar a pressão financeira dentro do Irã.

Quais companhias podem sofrer o impacto?

De acordo com o Al Jazeera, entre as principais empresas internacionais do Irã estão Mahan Air, Iran Air e Qeshm Air. A Mahan possui a maior rede internacional entre as companhias iranianas e atende destinos na Ásia e no Oriente Médio.

EUA podem proibir companhias aéreas do Irã no mundo? Veja o que muda
Foto: Reprodução

A Iran Air, companhia estatal, perdeu grande parte de sua operação internacional após anos de sanções e restrições. Já a Qeshm Air mantém rotas para países como Turquia, Iraque, Emirados Árabes Unidos e Alemanha.

Junto a isso, em setembro, os Estados Unidos já haviam aplicado sanções contra as 27 companhias aéreas iranianas. Em discurso na ONU na última terça-feira, Donald Trump voltou a ameaçar o país caso o acordo não seja selado.

Países com relações com o Irã

Mesmo com a possível nova medida americana, a reação de outros governos ainda pode variar. Especialistas avaliam que países como China e Rússia tendem a resistir às exigências dos Estados Unidos.

Além disso, Turquia, Iraque e Paquistão também possuem relações comerciais e turísticas importantes com o Irã, o que pode dificultar o cumprimento das restrições. A China classificou as medidas americanas como ilegais.

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Relação com a economia americana

A ameaça de estar fora da moeda americana significa que empresas que continuarem prestando serviços a companhias iranianas sancionadas podem enfrentar restrições financeiras nos Estados Unidos.

Na prática, a medida dos EUA pode atingir aeroportos, empresas de combustível, serviços e companhias responsáveis pela emissão de passagens. Com isso, a redução de fornecedores dispostos a trabalhar com as empresas iranianas faz com que a manutenção das operações também possa ficar mais difícil.

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Inteligência artificial é usada quase duas vezes mais para consultas pessoais do que no trabalho

9 de Setembro de 2026, 23:30

A inteligência artificial (I.A) ganhou espaço rapidamente na rotina dos usuários, mas ainda está longe de aparecer de forma igual em todas as áreas. O avanço também expõe diferenças importantes entre o uso pessoal e profissional da tecnologia.

Os dados mais recentes mostram que a adoção dentro das empresas avança em ritmo menor do que entre usuários que recorrem às ferramentas por conta própria.

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Uso pessoal supera o profissional

Segundo o Instituto Nacional de Estatística da Espanha, 38% dos residentes usam regularmente inteligência artificial. Entre eles, 30% recorrem à tecnologia para consultas pessoais.

Já o uso no trabalho chega a 18%, enquanto 16,2% utilizam I.A. em atividades ligadas à educação. Na prática, isso mostra que a presença da inteligência artificial na vida pessoal ainda supera a adoção no ambiente profissional.

Dessa forma, mesmo com os avanços da tecnologia avançada, os dados também demonstram que a I.A. segue fora das decisões ou auxílios empresariais. Além disso, especialistas alertam que manter a tecnologia  fora do ambiente de trabalho tende a ser positivo.

Empresas rejeitam a I.A.

A União Geral de Trabalhadores (UGT) avalia que a diferença não acontece porque os trabalhadores rejeitam a tecnologia. Para o sindicato, o principal obstáculo está na baixa integração da I.A. aos processos das próprias empresas.

Dados de 2024 mostram que apenas 20% das companhias com mais de dez funcionários ofereciam treinamento voltado para a tecnologia. Nas microempresas, com menos de dez trabalhadores, esse percentual caía para apenas 3%.

Pessoas não utilizam a tecnologia

Apesar do crescimento rápido da tecnologia, a UGT calcula que 23 milhões de pessoas na Espanha nunca utilizam ferramentas de I.A. O sindicato alerta que essa diferença pode ampliar desigualdades já existentes no acesso à tecnologia e no mercado de trabalho.

O perfil de quem mais utiliza I.A. concentra homens, jovens, moradores de grandes cidades, pessoas empregadas, com renda maior e escolaridade mais alta. Ainda assim, o uso da I.A. segue em sua maioria para pesquisas e uso pessoal.

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Sindicato pede maior treinamento

Diante desse cenário, a UGT defende a criação de um Plano Nacional de Qualificação em Inteligência Artificial. A proposta inclui cursos abertos aos usuários, formação profissional e programas específicos para pessoas desempregadas.

O objetivo é reduzir a desigualdade no acesso à tecnologia e aumentar a capacidade dos trabalhadores de usar a I.A. para habilidades profissionais. Vale destacar que o avanço da inteligência artificial também auxiliou na procura por novos funcionários do setor.

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Brasil surpreende e entra no top 10 dos países que mais avançaram em educação

9 de Setembro de 2026, 23:00

O Brasil apresentou uma melhora relevante no desempenho da educação ao longo das últimas duas décadas. Os dados mais recentes do Pisa mostram que o país conseguiu reduzir parte da distância em relação à média das nações da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

O avanço aparece nas três áreas avaliadas e coloca o Brasil entre os países com maior evolução desde 2006. O dado é importante para o balanço do crescimento do país, fora das questões econômicas.

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Brasil entra no top 10

Na comparação entre 2006 e 2025, o Brasil ocupa a 7ª posição entre os países que mais avançaram em Leitura e Matemática. Já em Ciências, o país aparece na 8ª colocação.

Brasil surpreende e entra no top 10 dos países que mais avançaram em educação

No período, a pontuação brasileira subiu de 393 para 408 em Leitura, de 370 para 377 em Matemática e de 390 para 409 em Ciências. Além dos demais avanços, as matérias citadas servem como um indicativo de maior peso.

Diferença para a OCDE

Outro sinal de melhora aparece na distância entre o desempenho brasileiro e a média dos países da OCDE. Em Leitura, a diferença caiu de 102 pontos em 2006 para 58 em 2025.

Na Matemática, o intervalo passou de 131 para 92 pontos. Já em Ciências, recuou de 113 para 77. Com isso, apesar de o Brasil ainda permanecer abaixo da média da OCDE, o país conseguiu encurtar essa distância nas três áreas.

Quais são os países da OCDE?

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico reúne atualmente 38 países e atua como um fórum de discussão de políticas públicas em áreas como economia, educação, tributação e meio ambiente.

Entre os integrantes estão Estados Unidos, Canadá, México, Chile, Colômbia, Costa Rica, Alemanha, França, Reino Unido, Espanha, Portugal, Itália, Japão, Coreia do Sul e Austrália, além de outros países da Europa, Ásia e Oceania.

O Brasil ainda não integra oficialmente a OCDE. O país participa como parceiro-chave e segue como candidato à adesão à organização. No Pisa, a média da OCDE funciona como uma das principais referências para comparar o desempenho educacional dos países.

O que o Pisa avalia na educação?

O Pisa mede como estudantes de 15 anos usam conhecimentos em situações do cotidiano. Em Leitura, a prova analisa compreensão, interpretação e reflexão sobre textos. Na Matemática, o foco está no raciocínio e na capacidade de formular e resolver problemas.

Em Ciências, a avaliação observa como os alunos utilizam conhecimentos científicos em temas ligados à tecnologia, sustentabilidade e tomada de decisões.

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Valorização da escola

Os questionários do Pisa também mostram mudanças na percepção dos estudantes. Em 2025, 16% dos brasileiros disseram considerar a escola uma perda de tempo, abaixo dos 24% registrados na média da OCDE.

Além disso, 72% afirmaram ter curiosidade por diferentes assuntos e 59% disseram aumentar o esforço diante de desafios. Entre os estudantes brasileiros que valorizam a educação, a pontuação média em Ciências ficou 35 pontos acima em relação aos estudantes que consideram a escola uma perda de tempo.

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Mega-Sena acumula e prêmio chega a R$ 165 milhões; veja a data do próximo sorteio

7 de Agosto de 2026, 08:56

A Mega-Sena voltou a acumular após o concurso 3041, realizado na última quinta-feira (06). Nenhuma aposta acertou as seis dezenas sorteadas, e o prêmio principal subiu para R$ 165 milhões no próximo concurso.

O novo sorteio acontece neste domingo, (09), e pode pagar um dos maiores prêmios da modalidade em 2026. As dezenas sorteadas foram 16, 21, 24, 31, 43 e 54.

Leia também: Mega-Sena, Quina e Lotofácil: descubra quais loterias acumulam os maiores valores e como apostar

Premiações menores

Sem vencedores na faixa principal, a Mega-Sena premiou apostadores que acertaram cinco e quatro dezenas. Essa prática é comum e aumenta as chances dos apostadores de, ao menos, faturarem um montante menor:

  • 6 acertos: não houve ganhadores;
  • 5 acertos: 88 apostas ganhadoras, R$ 52.843,18 cada;
  • 4 acertos: 6.903 apostas ganhadoras, R$ 1.110,41 cada.

Valores acumulados

Além da estimativa de R$ 165 milhões para o próximo sorteio deste sábado, a Mega-Sena também registra outros valores acumulados para os demais concursos da modalidade:

  • Acumulado para o próximo concurso: aproximadamente R$ 147 milhões.
  • Acumulado para os concursos finais zero e cinco (3045): aproximadamente R$ 14,9 milhões.
  • Acumulado para o sorteio especial: aproximadamente R$ 44,8 milhões.

Data e horário

A Caixa realizará o próximo concurso da Mega-Sena neste domingo, (09), às 11h. As apostas podem ser feitas até as 22h (horário de Brasília), do dia anterior, em qualquer casa lotérica credenciada ou pelos canais digitais oficiais da Caixa. A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6,00.

Leia também: Mega-Sena ou +Milionária? Veja quais loterias têm os maiores prêmios e como apostar

Como apostar na Mega-Sena

A Mega-Sena oferece o maior prêmio das loterias da Caixa e paga milhões para quem acerta as seis dezenas sorteadas. Além das premiações especiais, a modalidade também acontece durante as semanas, o que aumenta a popularidade.

O apostador deve escolher de 6 a 20 números entre os 60 disponíveis no volante da Mega-Sena. Quanto mais dezenas selecionar, maiores ficam as chances de ganhar, mas o valor da aposta também aumenta.

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Como o Claude Fable passou de grande aposta da I.A a uma crise de reputação para a Anthropic

17 de Junho de 2026, 08:00

A Anthropic, gigante do setor de I.A., passou cerca de quatro anos construindo uma imagem de empresa mais cautelosa e transparente no setor de inteligência artificial. Porém, o lançamento do Claude Fable 5 mudou esse cenário em apenas 96 horas.

Apresentado em 9 de junho como o modelo mais poderoso já lançado pela empresa, o Claude Fable 5 saiu do ambiente restrito do Project Glasswing e chegou ao público como o primeiro integrante da família Mythos. Poucos dias depois, o projeto virou alvo de críticas técnicas, pressão regulatória e desgaste de imagem.

Leia também: Anthropic se reúne com governo Trump para tentar reverter bloqueio de modelos de IA

Detalhe escondido no Claude da Anthropic

Junto com o lançamento, a Anthropic publicou um system card com 319 páginas para explicar o funcionamento e os limites do modelo. Entretanto, pesquisadores encontraram no documento uma informação que rapidamente gerou reação negativa. 

O Claude Fable 5 utilizava uma salvaguarda invisível contra distilação que altera respostas quando identifica tentativas de usar o sistema para treinar modelos menores. O problema central surgiu porque o usuário recebia respostas modificadas sem qualquer aviso.

Após a repercussão, a Anthropic publicou um pedido de desculpas em 11 de junho e reconheceu que adotou a estratégia errada ao priorizar proteções invisíveis.

Filtros e respostas inconsistentes

As críticas não ficaram restritas apenas ao detalhe oculto da ferramenta. Pesquisadores apontaram problemas na forma como o modelo tratava conteúdos simples ligados à biologia.

O sistema recusava perguntas básicas sobre mitocôndria, causas da febre do feno e vacinas de mRNA, mas respondia sobre uso de gás cloro como arma química. Especialistas entenderam que o filtro priorizou riscos de forma inconsistente.

Além de não informar assuntos educativos, a falta de transparência do aplicativo e a abertura para assuntos violentos pioraram ainda mais a imagem do lançamento da Anthropic.

Leia também: Entenda como IPO de OpenAI e Anthropic pode ampliar euforia do mercado com IA

Governo americano

Como resultado do fracasso da plataforma, a Anthropic recebeu uma diretiva do Departamento de Comércio dos Estados Unidos que determinou suspensão imediata do acesso ao Fable 5 e ao Mythos 5 para estrangeiros dentro e fora do território americano.

Segundo o governo, uma empresa teria conseguido realizar um jailbreak no sistema e desbloquear capacidades consideradas sensíveis para a segurança nacional.

Como a Anthropic não conseguia diferenciar nacionalidades entre centenas de milhões de usuários, a empresa optou por interromper o acesso de forma ampla. A companhia contestou a gravidade da falha e afirmou que o mesmo método funcionava no GPT 5.5, da OpenAI, sem qualquer suspensão.

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Hexa do Brasil? Veja as chances da Seleção na Copa do Mundo segundo inteligências artificiais

6 de Junho de 2026, 17:00

A tão esperada Copa do Mundo de 2026 se aproxima e as projeções sobre o desempenho da Seleção Brasileira já movimentam torcedores ao redor do mundo. Além das análises de especialistas e ex-jogadores, as inteligências artificiais também entraram no debate e apresentaram previsões sobre a campanha do time de Carlo Ancelotti.

Entre as I.As, Gemini, Claude, DeepSeek e ChatGPT analisaram o elenco atual, os convocados e o grupo do Brasil, além de possíveis confrontos no mata-mata. Apesar da diferença nas opiniões, a conclusão sobre um possível sexto título mundial brasileiro parece ser unânime e desanimadora.

Leia também: Negócios na Copa do Mundo marcam a estreia do TIMES | CNBC SPORTS, projeto inédito no Brasil

Claude

Entre os modelos consultados, o Claude apresentou a previsão menos otimista para a Seleção Brasileira. O chatbot coloca uma porcentagem de apenas 7% para que o hexa do Brasil aconteça nesta edição.

Entre os principais argumentos, o Claude entende que o Brasil possui relevância e peso na história do mundial da FIFA, mas entende que o fator individual vem sendo um fator pouco importante nas últimas edições.

Hexa do Brasil; veja as opiniões das inteligências artificiais para a Copa do Mundo
Foto: Claude

Gemini

O Gemini segue uma lógica semelhante à do chatbot anterior. Assim como o Claude, a porcentagem apontada pela inteligência artificial do Google coloca uma chance de apenas 11% do Brasil voltar com a taça em mãos.

De acordo com a análise, o Gemini entende que as últimas edições da Copa do Mundo evidenciaram a falta de organização da seleção brasileira e alta concorrência no campeonato.

Hexa do Brasil; veja as opiniões das inteligências artificiais para a Copa do Mundo
Foto: Gemini

ChatGPT

Um dos primeiros e mais famosos chatbots também aponta uma análise pouco animadora para a seleção brasileira. O ChatGPT coloca uma porcentagem de 18% do Brasil levar o hexa para casa. Apesar de ser maior em comparação com as duas I.A.s anteriores, a plataforma também entende que existe uma grande diferença entre as seleções.

Porém, a análise do ChatGPT também leva em conta a dificuldade geral do campeonato, considerando as seleções favoritas e os possíveis azarões.

Hexa do Brasil; veja as opiniões das inteligências artificiais para a Copa do Mundo
Foto: ChatGPT

DeepSeek

Por fim, o DeepSeek é o chatbot com a melhor porcentagem entre as I.A.s analisadas. De acordo com a plataforma, a chance do Brasil aumentar a hegemonia no futebol mundial é de 20%.

Na visão do DeepSeek, o fator tradição é importante para uma competição como a Copa do Mundo. Entretanto, assim como os demais, também entende que o Brasil segue atrás de outras seleções em termos de rendimento.

Hexa do Brasil; veja as opiniões das inteligências artificiais para a Copa do Mundo
Foto: DeepSeek

É importante destacar que as análises dos chatbots podem ser diferentes a cada consulta.

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Chances reais na Copa do Mundo

Apesar de apontarem uma pequena porcentagem, os chatbots levam em conta dados e projeções com base nas últimas edições. Apesar de ser uma análise descontraída, a Copa do Mundo também é conhecida por “zebras” e resultados pouco esperados.

Dessa forma, uma seleção com cinco títulos de Copa do Mundo sempre será uma das favoritas da competição, mesmo em momentos de crise no esporte. Entretanto, o melhor rendimento de outras seleções tradicionais também deve ser levado em conta em um torneio de alto grau de dificuldade.

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Botafogo tem 60 dias para apresentar plano de recuperação; veja os próximos passos

21 de Maio de 2026, 15:20

A Justiça do Rio de Janeiro homologou, na madrugada da última sexta-feira (15), o pedido de recuperação judicial da SAF do Botafogo. A decisão saiu na 2ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro e deu início oficial ao processo de reestruturação financeira do alvinegro.

O Botafogo declarou uma dívida de R$ 1,28 bilhão sujeita à recuperação judicial, enquanto o passivo total chega a R$ 2,5 bilhões. Com a homologação, o clube ganha proteção contra penhoras, bloqueios judiciais e riscos de rescisões envolvendo atletas.

Leia também: Botafogo deve R$ 1,1 bilhão só pela compra de jogadores; dívida total chega a R$ 2,5 bilhões

Prazo de 60 dias

A partir da decisão judicial, a SAF (Sociedade Anônima do Futebol) do Botafogo terá 60 dias para apresentar um plano de pagamento aos credores. O documento deve detalhar como o clube pretende reorganizar as dívidas e manter a operação esportiva funcionando.

De acordo com o alvinegro, a recuperação judicial cria um ambiente de previsibilidade e supervisão da Justiça, permitindo uma reorganização financeira mais estruturada. A SAF também afirmou que o objetivo é preservar empregos, proteger atletas, funcionários, parceiros comerciais e manter a competitividade dentro de campo.

A SAF Botafogo informa que, em continuidade ao processo de reorganização financeira já iniciado com o ajuizamento de medida cautelar, protocolou, na noite desta quinta-feira (14), pedido de Recuperação Judicial como medida necessária para proteger o clube, preservar suas… pic.twitter.com/EHPPujLQdm

— Botafogo F.R. (@Botafogo) May 15, 2026

Transfer bans da FIFA

Além dos motivos citados, a recuperação judicial também abre caminho para a suspensão dos recentes transfer bans impostos pela FIFA ao Botafogo. Em nota, o clube explicou que a entidade máxima do futebol já havia informado anteriormente que medidas cautelares não tinham o mesmo efeito jurídico dentro do processo formal de recuperação.

Por isso, o avanço para essa etapa se tornou essencial para proteger as atividades esportivas e evitar novos impactos no elenco e nas inscrições de atletas.

Leia também: Quem manda no Botafogo agora? Entenda a mudança após saída de Textor

John Textor e a Eagle Football

Ainda segundo a nota do clube, o Botafogo fez críticas públicas contra John Textor, ex-controlador da SAF, além de também criticar a Eagle Football. De acordo com o fogão, mais de R$ 900 milhões deixaram de retornar ao Botafogo nos últimos meses, enquanto outros ativos do grupo receberam investimentos relevantes.

O clube citou ainda aportes recentes de aproximadamente US$ 90 milhões no Lyon, time da França que também faz parte da Eagle Football. Para a SAF, a condução financeira da gestora agravou a crise e contribuiu para o cenário atual.

O Botafogo afirmou que tanto Textor quanto representantes da Eagle tinham conhecimento da gravidade da situação financeira e, mesmo assim, seguiram como beneficiários da estrutura que retirou recursos do clube sem recomposição de capital.

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