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É o fim das ondas de calor? Anvisa aprova medicamento não hormonal inédito para menopausa

23 de Junho de 2026, 09:49

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou na segunda-feira (22) um novo tratamento para os sintomas da menopausa que não utiliza hormônios.

A agência aprovou a chegada do fezolinetanto ao país através do Veoza, medicamento desenvolvido pela Astellas Farma.

O tratamento acontece por meio do consumo diário de um comprimido e é voltado para mulheres que não podem ou preferem não recorrer a terapia com reposição hormonal.

Como funciona o tratamento da menopausa sem hormônio?

As ondas de calor e os suores noturnos são dois dos grandes sintomas que o fezolinetanto busca tratar.

A substância bloqueia o receptor específico no qual a neurocinina B se encaixa nos neurônios. Sem a conexão, o hipotálamo regula a temperatura corpórea de maneira mais estável.

Ao invés de repor o estrogênio, hormônio usado nos demais tratamentos, o remédio ajuda a equilibrar o controle de temperatura do cérebro. Assim, a intercorrência e a intensidade dos sintomas são reduzidos.

A importância do remédio vai além do tratamento dos sintomas da menopausa. Quando as ondas de calor e os suores noturnos não são tratados, há o aumento do risco cardiovascular e de doenças neurodegenerativas, como a demência.

O fezolinetanto funciona?

A aprovação da Anvisa acontece após os resultados de três ensaios clínicos de Fase 3. Os testes incluíram mais de 3 mil pessoas na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá.

Segundo os dados, o fezolinetanto mostrou eficácia e segurança de curto e longo prazos. Além disso, o tratamento mostrou melhora na frequência e na intensidade dos sintomas.

Os resultados foram percebidos no primeiro dia de uso do remédio.

Ainda não foi divulgada uma data de lançamento no mercado brasileiro nem o preço recomendado do medicamento. Isso ainda será definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

Último dia! Prazo de pagamento da taxa de inscrição do Enem 2026 termina nesta quarta-feira (17)

17 de Junho de 2026, 09:05

O prazo para pagamento do boleto da taxa de inscrição do Enem 2026 se encerra nesta quarta-feira (17). O valor cobrado é de R$ 85, o mesmo do Enem do ano passado.

A Guia de Recolhimento da União (GRU Cobrança) para a quitação está disponível na Página do Participante no portal do Inep. Para acessar, é necessário usar a senha do portal de serviços digitais do governo federal, o Gov.br.

Em caso de necessidade de reimpressão, o participante deverá gerar novamente a GRU Cobrança na mesma página eletrônica.

Meios de pagamento do Enem 2026

O pagamento da taxa de inscrição do exame pode ser feito em qualquer banco, casa lotérica ou por meio de aplicativos bancários.

Não serão aceitos pagamentos de inscrições por meio de depósito em caixa eletrônico, via postal, transferência ou depósito em conta corrente, nem ordem de pagamento.

As opções de pagamento da GRU Cobrança são o Pix, cartão de crédito, débito em conta corrente ou poupança, dentre outros e pode variar de acordo com a instituição financeira do pagador.

Nos casos de pagamento via Pix, a GRU Cobrança traz o QR Code para o participante quitar a taxa de inscrição.

Muita atenção na hora de pagar a taxa de inscrição

O Inep informa que não há reembolso do valor referente ao pagamento da taxa de inscrição. A única exceção vale para um improvável cancelamento do Enem 2026.

Também não será devolvido o pagamento de taxa de inscrição realizado em duplicidade nem de valores diferentes de R$ 85.

O edital público do exame também proíbe a transferência do valor referente ao pagamento da taxa de inscrição do Enem para outro participante.

Confirmação da inscrição

A inscrição será confirmada somente após o processamento do pagamento da taxa de inscrição pelo Banco do Brasil.

Caso o valor do pagamento seja inferior a R$ 85, a inscrição não será confirmada.

Isenção da taxa de inscrição do Enem

O Inep concedeu gratuidade no Enem 2026 a candidatos dos seguintes perfis:

  • alunos matriculados no 3º ano do ensino médio em escola pública, em 2026;
  • alunos que cursaram todo o ensino médio em escola pública ou como bolsistas integrais em escola privada e que possuam renda familiar de até 1,5 salário-mínimo por pessoa;
  • estudantes participantes do programa Pé-de-Meia do Ministério da Educação (MEC).
  • pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica, pertencentes a famílias de baixa renda e com registro no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico);
  • participantes que informaram na inscrição que usarão os resultados das provas para solicitar o certificado de conclusão do ensino médio e têm registro no CadÚnico;

Enem

O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. A prova é a principal forma de entrada na educação superior no Brasil, por meio de programas federais como Sistema de Seleção Unificada (Sisu), Programa Universidade para Todos (Prouni) e Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

As instituições de ensino públicas e privadas usam os resultados das provas para selecionar os estudantes.

Desde a edição de 2025, o Enem voltou a certificar a conclusão dessa etapa de ensino para os candidatos com 18 anos de idade completos e que também alcancem a pontuação mínima em cada área do conhecimento nas provas e na redação.

Os resultados individuais do exame também podem ser aproveitados em processos seletivos de instituições portuguesas que têm convênio com o Inep. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

*Com informações da Agência Brasil.

A herança de Pablo Escobar: o que são os “hipopótamos da cocaína” — e como esse herdeiro indiano bilionário quer salvá-los

6 de Junho de 2026, 10:10

Além das consequências do narcotráfico que ainda marcam a Colômbia, Pablo Escobar deixou uma herança inusitada para o país: uma população de hipopótamos que continua crescendo décadas após sua morte.

A história dos animais reúne ingredientes de uma novela: um narcotraficante bilionário, uma espécie invasora fora de controle, planos de abate e, agora, um herdeiro bilionário indiano disposto a salvar os mamíferos.

Anant Ambani, filho do empresário Mukesh Ambani, afirmou que poderia transferir dezenas de hipopótamos colombianos para um santuário de vida selvagem na Índia, evitando o sacrifício dos animais defendido por autoridades locais.

Hipopótamos: o legado inesperado de Escobar

Nos anos 1980, Pablo Escobar vivia o auge de seu poder como líder do Cartel de Medellín. Entre suas extravagâncias estava a criação de um zoológico particular na Fazenda Nápoles, propriedade localizada a cerca de 150 quilômetros de Medellín.

O local reunia animais exóticos vindos de diferentes partes do mundo, incluindo girafas, zebras, elefantes, rinocerontes, búfalos e hipopótamos.

Com a morte de Escobar, em 1993, a fazenda foi abandonada. Grande parte dos animais acabou transferida para zoológicos e reservas, mas os hipopótamos permaneceram no local.

Sem predadores naturais, com abundância de água e alimento, os animais se reproduziram rapidamente.

Hoje, essa população é considerada a única manada de hipopótamos vivendo em estado selvagem fora da África.

De atração turística a problema ambiental

O crescimento da população transformou os hipopótamos em uma preocupação ambiental.

Por serem uma espécie invasora, os animais alteram ecossistemas locais, competem com espécies nativas e podem modificar a qualidade da água dos rios.

Além dos impactos ambientais, autoridades registraram episódios de perseguição a moradores, ataques e relatos de pescadores que evitam determinadas áreas por medo dos animais.

Há mais de duas décadas, o governo colombiano busca alternativas para controlar a população, incluindo esterilização, transferência para outros países e programas de controle reprodutivo.

Mais recentemente, o debate sobre o abate de parte dos animais voltou à pauta diante do crescimento contínuo da manada.

O herdeiro bilionário que entrou na história

Enquanto a Colômbia procura uma solução para o problema, surgiu um interessado improvável.

Anant Ambani, filho de Mukesh Ambani — considerado o homem mais rico da Índia — afirmou que poderia receber cerca de 80 hipopótamos no Vantara, um dos maiores centros de conservação animal do mundo.

O santuário, localizado no estado indiano de Gujarat, afirma já ter acolhido mais de 1,5 milhão de animais de milhares de espécies.

A proposta prevê a transferência dos hipopótamos colombianos para a Índia, onde receberiam cuidados permanentes e seriam mantidos em áreas protegidas.

Por enquanto, porém, o governo colombiano ainda não respondeu oficialmente à oferta.

Caso o plano avance, os animais poderão ganhar um novo capítulo em uma história que começou há mais de 40 anos em um zoológico particular construído por Pablo Escobar e que, até hoje, continua produzindo consequências inesperadas.

*Sob supervisão de Renan Dantas.

Ana Paula Renault, vencedora do BBB26, embolsa o maior prêmio da história do reality graças a uma campanha de marketing

22 de Abril de 2026, 12:08

Ana Paula Renault, campeã do BBB 26, levará para casa R$ 5,7 milhões, maior prêmio da história do reality da Globo. Na última edição, o montante era R$ 2,7 milhões.

Essa valorização não se deu do dia para a noite — e nem pela inflação no Brasil, que apesar de subir, não dobrou nos últimos 365 dias.

Na realidade, o aumento no valor do prêmio foi devido a uma campanha de marketing do Mercado Pago, instituição financeira do Grupo Mercado Livre.

‘Tudo em DobBBro’ para Ana Paula

Inicialmente, o prêmio seria o mesmo de 2025. No entanto, logo na estreia do BBB 26, foi anunciado que o valor seria o dobro do ano anterior, ou seja, R$ 5,4 milhões.

A diferença para o valor final, R$ 5,7 milhões, é resultado de uma outra campanha de marketing da mesma instituição. Ele foi possível graças aos rendimentos gerados no Cofrinho Mercado Pago ao longo dos 100 dias de programa.

Pela maior parte do reality, o dinheiro rendia em 120% do CDI. Entre 3 de março e 3 de abril, o prêmio estava rendendo em 140% do CDI. No final, o montante incorporado foi de R$ 268.712,17.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

Jeff Bezos, ex-CEO da Amazon, abre o jogo sobre como é uma reunião perfeita para ele

8 de Março de 2026, 09:00

Enquanto muitos ficam nervosos na hora de preparar uma reunião no trabalho, o fundador da Amazon, Jeff Bezos, diz ter descoberto a fórmula perfeita. Durante sua gestão, a Amazon se tornou uma das 7 magníficas, as big techs mais relevantes do mercado de investimento.

Mesmo após ter deixado o cargo de CEO da big tech, Bezos segue defendendo as regras que aplica em suas reuniões.

A preparação é essencial para o bilionário da tecnologia — e nada de copiar e colar modelos e PowerPoints, essas apresentações são proibidas. Antes do encontro, Bezos prepara um dcumento objetivo de seis páginas, que fala sobre o que será discutido.

Para ele, essa é a fórmula perfeita para uma boa reunião.

“Não sigo um cronograma rígido. Minhas reuniões costumam durar mais do que eu planejo, porque acredito em explorar possibilidades”, disse ele em um episódio do Lex Fridman Podcast.

Bezos é direto e reto na hora de reunião

Propor ideias para o chefe é o maior pesadelo de muitos, afinal, ninguém quer parecer tolo em frente de quem paga seu salário. Por isso, o bilionário acredita que ao pedir um membro da equipe elaborar um memorando de seis páginas da reunião, ele poderá saber a opinião genuína dessa pessoa sobre o que foi abordado.

“O autor do memorando precisa se expor. Precisa colocar todos os seus pensamentos ali e precisa começar falando”, afirmou Bezos.

“Isso é ótimo porque faz com que a pessoa realmente capriche e permite que você veja suas ideias reais — elas não se perdem sem querer no meio de uma grande apresentação de PowerPoint.”

Ainda, o bilionário permite que os funcionários conduzam as reuniões. O objetivo dele é incentivar que a equipe fale o que realmente pensa sem que sejam influenciados pela opinião dele.

E o mais curioso: pensando em ouvir a opinião sincera de todos, ele gosta que o funcionário mais júnior comece falando. Na opinião de Bezos, escutar o que alguém que respeitamos tenha a dizer pode influenciar diretamente nossa opinião — ele quer individualidade.

“Se eu falar primeiro, até participantes muito determinados, altamente inteligentes e com ótimo discernimento vão pensar: ‘Bem, se Jeff pensa isso, talvez eu esteja errado’”, ele explicou. “Se você é a pessoa mais sênior na sala, fale por último.”

Para o fundador da Amazon, improdutividade e insegurança são sinônimos

Para evitar encontros improdutivos, Bezos dá o benefício da dúvida às ideias mais cabulosas, mesmo que os dados não as comprovem.

A intuição é valiosa para ele, mesmo quando faltam evidências. Nesses casos, ele recomenda que a pessoa investigue a fundo esse insight. Na visão dele, ainda que os números não confirmem o palpite, é provável que o funcionário esteja certo.

“Quando os dados e os relatos não concordam, geralmente os relatos estão certos (…) E isso não significa que você simplesmente siga cegamente os relatos. Significa que você deve examinar os dados. Normalmente, o problema é que você não está medindo a coisa certa”, disse o bilionário.

Como baixar o app que conta as calorias do seu prato com uma simples foto e deixou o fundador virar milionário

5 de Março de 2026, 11:16

Possivelmente, o maior luxo da década é a saúde. Conseguir se manter saudável em um mundo acelerado não é fácil. Pensando em impressionar garotas na faculdade, um jovem nos Estados Unidos desenvolveu um aplicativo que utiliza inteligência artificial para contar as calorias de um prato com uma foto — e assim, se tornou um milionário com apenas 19 anos.

O “Cal AI” foi criado por Zach Yadegari com a ajuda de um colega de escola, Henry Langmack. Pouco depois, um outro aplicativo de nutrição e saúde, o MyFitnessPal, comprou a empresa de Yadegari, que tem uma equipe de 30 pessoas e gerou US$ 40 milhões em receita anual em 2025.

O valor da transação não foi divulgado, mas estima-se que o faturamento da startup deve alcançar a marca de US$ 50 milhões neste ano.

O Jimmy Neutron milionário da Gen Z?

O estudante começou a ler e escrever aos 7 anos de idade, quase quando também começou a programar. No mesmo ano, a mãe de Yadegari enviou o menino para um acampamento de férias voltado ao ensino de programação.

O garoto gostou da experiência e passou a dedicar seu tempo para aprender mais com vídeos de tutorias de código no YouTube.

O Cal AI não foi sua primeira criação. Antes, ele desenvolveu um site chamado “Totally Science”, que permitia estudantes acessarem jogos online enquanto utilizam as redes de internet da escola, que bloqueavam esse tipo de conteúdo.

Em 2024, o site foi vendido em 2024 por US$ 100 mil, segundo a CNBC.

O que o aplicativo faz e como baixar

O Cal AI está disponível tanto na Google Play Store, para usuários de Android, quanto na Apple Store, para quem tem iPhone. Depois de instalado no aparelho, basta preencher alguns dados, como altura, peso e idade.

Com as informações, o próprio sistema estima a quantidade de carboidratos, gordura e proteína diária que a pessoa deve consumir para alcançar o objetivo escolhido.

Por fim, é só tirar foto da refeição e o aplicativo contabiliza os números sozinho. Segundo os fundadores, a precisão dos dados é de 90%.

Para utilizar as funções, é preciso pagar. No Brasil, a anuidade sai por R$ 189,99. Mas quem quiser testar a tecnologia pode usufruir de um período gratuito de teste.

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