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Conheça o superiate de US$ 300 milhões de Mark Zuckerberg, envolvido em controvérsia sobre pedido de socorro no mar

13 de Agosto de 2026, 18:41

Mark Zuckerberg, fundador e CEO da Meta, não economiza quando o assunto é luxo. Um dos principais símbolos dessa ostentação é o Launchpad, superiate avaliado em cerca de US$ 300 milhões.

Nos últimos dias, porém, a embarcação ganhou destaque por um motivo diferente. Segundo relatos, o iate não teria respondido a um pedido de assistência de um barco que ficou sem combustível na costa do Alasca.

Embora haja controvérsias sobre a obrigação legal de prestar socorro naquele caso, uma coisa parece consenso: o Launchpad impressiona tanto pelo tamanho quanto pelas comodidades a bordo. Afinal, trata-se de uma embarcação de tirar o fôlego.

Detalhes do iate

O Launchpad foi projetado pelo escritório Espen Øino International, especializado no design de superiates, e construído pelo estaleiro holandês Feadship.

Seu primeiro proprietário foi o bilionário russo Vladimir Potanin. Em 2024, porém, a embarcação passou a pertencer a Zuckerberg.

Segundo a YachtCharterFleet, o iate tem quase 119 metros de comprimento e pode atingir velocidade máxima de 24 nós — o equivalente a cerca de 44 km/h, superando a de muitos navios de cruzeiro.

Contando com mais de dez quartos luxuosos e uma infinidade de lounges e áreas de jantar —além de piscina, heliponto, cinema, academia e até salão de beleza —, o Launchpad pode transportar até 26 hóspedes e 49 tripulantes.

O custo de operação do iate é estimado em US$ 30 milhões por ano. Uma conta que, ao que tudo indica, não inclui serviços de resgate marítimo.

A polêmica envolvendo o resgate

Por volta das 21h32 de 3 de agosto, a embarcação Hewescraft pediu auxílio à Guarda Costeira dos EUA pela primeira vez.

O alerta foi feito por meio de uma frequência de rádio que embarcações na região costumam monitorar, incluindo o Launchpad, que supostamente não teria respondido ao chamado.

Cerca de 25 minutos depois, a Guarda Costeira determinou que não havia perigo iminente, pois o barco estava apenas sem combustível, e emitiu um pedido de assistência.

O navio Wilderness Legacy respondeu ao chamado, rebocou o Hewescraft e ajudou no reabastecimento da embarcação. A situação foi resolvida sem nenhum dano à vida.

Wilderness Legacy
Wilderness Legacy, o barco que prestou assistência ao Hewescraft. Reprodução/www.cruisemapper.com

Zuckerberg e sua família não estavam no Launchpad quando a situação aconteceu. O porta-voz do bilionário não especificou o que o iate estava fazendo na época e nega a versão de que um pedido de ajuda teria sido ignorado.

“Como observou a Guarda Costeira, o barco não estava em perigo, e quando a tripulação revisou o contato da Guarda Costeira em um canal de rádio diferente daquele em que operavam, a assistência já estava em andamento “, disse o porta-voz de Zuckerberg, Brian Baker.

Nesse sentido, especialistas em direito marítimo também afirmam que ficar sem combustível, por si só, não configura uma emergência. Nesse cenário, o Launchpad não teria obrigação legal de prestar assistência.

*Sob supervisão de Ricardo Gozzi.

Jeff Bezos, ex-CEO da Amazon, abre o jogo sobre como é uma reunião perfeita para ele

8 de Março de 2026, 09:00

Enquanto muitos ficam nervosos na hora de preparar uma reunião no trabalho, o fundador da Amazon, Jeff Bezos, diz ter descoberto a fórmula perfeita. Durante sua gestão, a Amazon se tornou uma das 7 magníficas, as big techs mais relevantes do mercado de investimento.

Mesmo após ter deixado o cargo de CEO da big tech, Bezos segue defendendo as regras que aplica em suas reuniões.

A preparação é essencial para o bilionário da tecnologia — e nada de copiar e colar modelos e PowerPoints, essas apresentações são proibidas. Antes do encontro, Bezos prepara um dcumento objetivo de seis páginas, que fala sobre o que será discutido.

Para ele, essa é a fórmula perfeita para uma boa reunião.

“Não sigo um cronograma rígido. Minhas reuniões costumam durar mais do que eu planejo, porque acredito em explorar possibilidades”, disse ele em um episódio do Lex Fridman Podcast.

Bezos é direto e reto na hora de reunião

Propor ideias para o chefe é o maior pesadelo de muitos, afinal, ninguém quer parecer tolo em frente de quem paga seu salário. Por isso, o bilionário acredita que ao pedir um membro da equipe elaborar um memorando de seis páginas da reunião, ele poderá saber a opinião genuína dessa pessoa sobre o que foi abordado.

“O autor do memorando precisa se expor. Precisa colocar todos os seus pensamentos ali e precisa começar falando”, afirmou Bezos.

“Isso é ótimo porque faz com que a pessoa realmente capriche e permite que você veja suas ideias reais — elas não se perdem sem querer no meio de uma grande apresentação de PowerPoint.”

Ainda, o bilionário permite que os funcionários conduzam as reuniões. O objetivo dele é incentivar que a equipe fale o que realmente pensa sem que sejam influenciados pela opinião dele.

E o mais curioso: pensando em ouvir a opinião sincera de todos, ele gosta que o funcionário mais júnior comece falando. Na opinião de Bezos, escutar o que alguém que respeitamos tenha a dizer pode influenciar diretamente nossa opinião — ele quer individualidade.

“Se eu falar primeiro, até participantes muito determinados, altamente inteligentes e com ótimo discernimento vão pensar: ‘Bem, se Jeff pensa isso, talvez eu esteja errado’”, ele explicou. “Se você é a pessoa mais sênior na sala, fale por último.”

Para o fundador da Amazon, improdutividade e insegurança são sinônimos

Para evitar encontros improdutivos, Bezos dá o benefício da dúvida às ideias mais cabulosas, mesmo que os dados não as comprovem.

A intuição é valiosa para ele, mesmo quando faltam evidências. Nesses casos, ele recomenda que a pessoa investigue a fundo esse insight. Na visão dele, ainda que os números não confirmem o palpite, é provável que o funcionário esteja certo.

“Quando os dados e os relatos não concordam, geralmente os relatos estão certos (…) E isso não significa que você simplesmente siga cegamente os relatos. Significa que você deve examinar os dados. Normalmente, o problema é que você não está medindo a coisa certa”, disse o bilionário.

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