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ANP propõe que leilões de petróleo e gás sejam realizados na B3 a partir de 2027

27 de Abril de 2026, 20:12

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) avalia transferir para B3 os leilões da Oferta Permanente a partir de 2027. A ideia é focar em questões mais estratégicas das licitações – como a busca de novas áreas para oferta -, e deixar para a B3 a parte operacional da venda.

“O coração das nossas licitações continuará sendo conduzido pela ANP. E à B3 caberá dar a infraestrutura necessária à agência e às empresas licitantes”, explicou a diretora da ANP, Symone Araújo, na abertura do workshop “Novo Modelo de Licitação de E&P da ANP: Parceria com a B3”, realizado nesta segunda-feira, 27.

Estiveram presentes ao evento empresas que participam de rodadas de licitações de áreas para exploração e produção de petróleo e gás natural (E&P) da agência. O objetivo foi apresentar a proposta de novo modelo para as licitações, em parceria com a bolsa de valores, a B3, e ouvir sugestões e dúvidas do mercado.

Segundo Araújo, desta maneira a agência poderia se dedicar ao seu core business, que é enxergar as oportunidades, entender quais blocos devem ser colocados e em qual momento, assim como decidir se vai configurar a licitação mais para terra, mais regionalizada, mais para novas fronteiras ou mais para gás, por exemplo. “Nosso maior interesse é tornar nossas bem-sucedidas rodadas de licitações cada vez melhores”, acrescentou a diretora.

Para aplicar as alterações propostas, será necessário alterar os editais da Oferta Permanente, que passarão pelas etapas de consulta e audiência públicas, informou a ANP.

Entre as principais mudanças, destacou a agência, está o fato de toda a documentação ser entregue digitalmente, eliminando entregas em papel, como ocorre hoje. Além disso, os leilões poderão ocorrer tanto na sede da B3 quanto totalmente online.

B3 (B3SA3) pagará R$ 372,5 milhões em juros sobre capital próprio

26 de Março de 2026, 20:30

O conselho de administração da B3 (B3SA3) aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor total de R$ 372,5 milhões, equivalente a R$ 0,07434043 por ação, de acordo com documento desta quinta-feira (26).

O valor líquido será de R$ 0,06133086 por ação, já considerando a retenção de 17,5% de Imposto de Renda, exceto para acionistas com tributação diferenciada, segundo a operadora da bolsa brasileira.

O pagamento será realizado em 13 de abril de 2026, com base na posição acionária de 31 de março de 2026. As ações serão negociadas com direito ao provento até 31 de março, passando à condição “ex-JCP” a partir de 1º de abril.

O montante será imputado aos dividendos obrigatórios do exercício social de 2026, acrescentou a companhia.

De acordo com dados mais recentes divulgados pela companhia, a B3 registrou forte crescimento no volume negociado em ações em fevereiro de 2026, em um mês marcado por desempenho positivo do mercado brasileiro e entrada de capital estrangeiro.

O volume financeiro médio diário no mercado à vista atingiu R$ 37,3 bilhões, alta de 50,1% em relação a fevereiro de 2025 e avanço de 16,2% frente a janeiro.

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