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Copa do Mundo: ingressos para os jogos mais disputados já passam de US$ 4 mil

19 de Junho de 2026, 09:43

Antes do início da Copa do Mundo, os torcedores reclamavam dos preços dos ingressos — os mais altos já registrados na história do torneio. Críticos questionavam se os valores despencariam antes do pontapé inicial e se grandes áreas vazias nos estádios acabariam constrangendo a estratégia de precificação da FIFA.

Após a primeira semana de jogos, porém, a demanda por ingressos se manteve firme nas plataformas de revenda. Os preços permaneceram estáveis e, em alguns casos, até aumentaram. Os estádios também estão próximos da lotação máxima, enquanto os ingressos para as partidas mais aguardadas da fase inicial chegaram a superar US$ 4 mil.

A FIFA, entidade máxima do futebol mundial, adotou estratégias de venda mais agressivas do que em edições anteriores, incluindo preços dinâmicos, liberações escalonadas de ingressos e a promoção de sua própria plataforma de revenda. O torneio deve gerar US$ 11 bilhões em receitas, o maior valor da história da competição. Isso levou alguns torcedores a acusarem a organização de priorizar os lucros em detrimento de uma experiência acessível e agradável para fãs do mundo todo.

“Isso gerou certa confusão e frustração entre os torcedores que queriam assistir às partidas”, disse Michael Johnson, analista da S&P Global. “Muitos esperavam que os preços caíssem após o início do torneio, mas isso realmente não aconteceu.”

A Copa do Mundo deste ano está sendo disputada na América do Norte, com jogos em 16 cidades dos Estados Unidos, Canadá e México. Nos dias que antecederam o torneio e em algumas das primeiras partidas, surgiram relatos de assentos vazios e ingressos ainda disponíveis no site oficial da FIFA. Isso sugeria que os torcedores estavam rejeitando os preços elevados dos ingressos ou dos custos de transporte.

Mas, apesar da repercussão negativa, a procura por ingressos premium continua forte e a oferta permanece limitada, segundo Kevin Near, analista da Bloomberg Intelligence. Isso tem ajudado as vendas primárias, embora ele espere um aquecimento ainda maior do mercado de revenda conforme o torneio avance. A primeira rodada da fase de grupos também foi bastante empolgante, impulsionando a demanda, com uma das maiores zebras da história das Copas e atuações brilhantes de grandes estrelas do futebol, incluindo um hat-trick de Lionel Messi pela Argentina.

Chris Leyden, diretor sênior de marketing da SeatGeek Inc., afirmou que a FIFA provavelmente definiu preços semelhantes aos cobrados em grandes eventos esportivos nos Estados Unidos. Em 12 de junho, o preço médio de um ingresso para a fase de grupos da Copa na plataforma era de US$ 750, valor comparável ao de uma partida dos playoffs da NFL. Nos cinco dias seguintes, 84% dos jogos registraram aumento de preços na plataforma.

“O que vimos no mercado de revenda é que muitos jogos da Copa acabaram ficando com preços muito próximos daqueles estabelecidos pela FIFA”, afirmou.

Os preços e a disponibilidade variam bastante dependendo das seleções envolvidas e dos resultados obtidos. Após a seleção dos Estados Unidos conquistar uma vitória recorde sobre o Paraguai na estreia, por exemplo, o preço médio dos ingressos para a partida de 19 de junho contra a Austrália, em Seattle, disparou 68%, chegando a US$ 2.314, segundo dados compilados pelo agregador Ticket Data. Já os ingressos para o confronto contra a Turquia, em Los Angeles, no dia 25 de junho, subiram 105% nos últimos dias, para US$ 2.150.

Enquanto isso, partidas como México x Coreia do Sul ou Colômbia x Portugal registraram aumentos de apenas 15%, mas os preços já eram extremamente elevados. O duelo entre Colômbia e Portugal, equipe do astro Cristiano Ronaldo, em Miami, custa em média US$ 2.573, segundo Leyden.

A imprevisibilidade dos resultados também significa que alguns torcedores — inclusive aqueles que compraram ingressos antes da definição dos grupos, em dezembro — podem acabar tendo prejuízo ao revendê-los por um valor inferior ao pago originalmente.

Atualmente, o jogo mais barato na SeatGeek é o confronto da fase de grupos entre Cabo Verde e Arábia Saudita, em Houston, no dia 26 de junho, com preço médio de US$ 236, informou Leyden.

Taylor Swift

Mesmo assim, os ingressos da Copa ainda são, em média, mais baratos do que os vendidos para a turnê Eras Tour de Taylor Swift, afirmou o executivo. Ele espera, porém, que os valores se aproximem conforme o torneio se aproxima da reta final. A turnê mundial da cantora, realizada ao longo de quase dois anos em 51 cidades de 21 países, gerou um recorde de US$ 2,2 bilhões em receitas. O preço médio de revenda na América do Norte foi estimado em US$ 3.801.

A FIFA também vem promovendo sua própria plataforma de revenda, o que pode dificultar que os torcedores encontrem opções mais acessíveis. A entidade cobra uma taxa de transação de 15% tanto do comprador quanto do vendedor. Segundo Leyden, essa taxa é “consideravelmente alta” em comparação com outras plataformas, embora ele tenha se recusado a revelar a estrutura de tarifas da SeatGeek.

Também há especulações de que a FIFA esteja transferindo ingressos não vendidos para mercados secundários, segundo Johnson, da S&P Global.

“Isso cria uma sensação de escassez artificial, incentivando os torcedores a pagar preços mais altos tanto no mercado primário quanto no secundário”, afirmou. A FIFA não respondeu aos pedidos de comentário.

Alex Bird, editor do blog Ticket-Compare.com, que monitora preços de ingressos para partidas de futebol em plataformas de revenda, afirmou que parte da razão para os preços elevados foi justamente desencorajar a revenda. Segundo ele, o sistema de liberações escalonadas também contribuiu para inflacionar os preços ao limitar a oferta disponível.

Essas estratégias prejudicam principalmente os torcedores locais, que são justamente os mais propensos a comprar ingressos de última hora no mercado secundário. Quem viaja de outras cidades ou países geralmente adquire os ingressos com antecedência para organizar passagens e hospedagem.

“Não é algo que você vai deixar para resolver no mercado de revenda na última hora”, disse. “Isso é coisa para quem mora na cidade.”

Algumas sedes também não tiveram sorte na distribuição das partidas. Um estudo da Ticket-Compare apontou que San Francisco e Atlanta são as duas cidades mais baratas dos Estados Unidos para comprar ingressos, em parte porque recebem seleções de menor apelo, como Jordânia, Argélia e República Tcheca. Mas a combinação de preços ainda elevados e equipes menos atraentes pode resultar em arquibancadas esvaziadas.

“Observando a situação agora, é possível concluir que haverá um número significativo de assentos vazios nesses estádios”, afirmou Bird.

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Brasil x Haiti: veja horários e próximos jogos da Seleção na Copa do Mundo 2026

18 de Junho de 2026, 15:42

A seleção brasileira volta para o campo nesta sexta-feira (19) em mais um jogo da Copa do Mundo 2026. O adversário da vez é o Haiti, em partida que acontece às 21h30, pelo horário de Brasília, no Estádio da Filadélfia, nos Estados Unidos.

Brasil e Haiti disputam no mundial de seleções pelo grupo C, que também tem Marrocos e Escócia.  Ao todo, o Brasil fará três jogos na fase de grupos, todos em território norte-americano.

O confronto acontece após a seleção brasileira jogar contra o time marroquino que terminou em empate após um gol de Vini Jr. 

Atualmente, a Escócia é líder do grupo C com 3 pontos, após derrotar o Haiti por 1 a 0 no último sábado (13).

A Copa do Mundo 2026 começou em 11 de junho e será disputada até 19 de julho. Esta edição terá 48 seleções, 12 grupos, 104 jogos e sedes em três países: Estados Unidos, Canadá e México.

Que horas é Brasil X Haiti?

Brasil x Haiti

  • Data: sexta, 19 de junho;
  • Horário: 21h30;
  • Local: Estádio da Filadélfia;
  • Cidade: Filadélfia.

Quais são os jogos do Brasil na fase de grupos?

O Brasil terá três jogos na fase de grupos da Copa do Mundo 2026:

  • Brasil x Marrocos: sábado, 13 de junho, às 19h, em Nova Jersey;
  • Brasil x Haiti: sexta-feira, 19 de junho, às 21h30, na Filadélfia;
  • Brasil x Escócia: quarta-feira, 24 de junho, às 19h, em Miami.

Grupo C da Copa do Mundo 2026

O Grupo C começa com a estreia da seleção brasileira. Brasil x Marrocos será disputado no sábado, 13 de junho, às 19h, no Estádio de Nova York/Nova Jersey.

  • Brasil x Marrocos – sábado, 13/06, às 19h;
  • Haiti x Escócia – sábado, 13/06, às 22h;
  • Escócia x Marrocos – sexta-feira, 19/06, às 19h;
  • Brasil x Haiti – sexta-feira, 19/06, às 22h;
  • Escócia x Brasil – quarta-feira, 24/06, às 19h;
  • Marrocos x Haiti – quarta-feira, 24/06, às 19h.
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Onde assistir os jogos da Copa do Mundo 2026?

A transmissão da Copa do Mundo 2026 no Brasil será dividida entre TV aberta, TV fechada, streaming, YouTube e rádio.

Na TV aberta, os jogos serão exibidos por Globo e SBT. Na TV por assinatura, a cobertura terá SporTV, N Sports e ge tv. No streaming e YouTube, a transmissão terá Globoplay, CazéTV, ge tv e N Sports.

  • TV aberta: TV Globo (55 jogos) e SBT (32 jogos);
  • TV por assinatura: SporTV (55 jogos), N Sports (32 jogos) e ge tv (32 jogos);
  • Streaming e YouTube: CazéTV (todos os jogos), Globoplay (55 jogos), ge tv (32 jogos) e N Sports (32 jogos);
  • Rádio: CBN, Rádio Globo, Jovem Pan, Rádio Gaúcha, BandNews FM, Rádio Bandeirantes, Rádio Itatiaia e outras emissoras.

Como funciona a fase de grupos da Copa do Mundo 2026?

A fase de grupos da Copa do Mundo 2026 será disputada em pontos corridos dentro de cada chave. Cada seleção fará três jogos, uma partida contra cada adversária do grupo.

A pontuação segue o modelo tradicional:

  • Vitória: 3 pontos;
  • Empate: 1 ponto;
  • Derrota: 0 ponto.

Ao fim das três rodadas, avançam ao mata-mata os dois primeiros colocados de cada grupo. Além deles, os oito melhores terceiros colocados entre os 12 grupos também se classificam.

Na prática, uma seleção pode não terminar entre as duas primeiras da chave e ainda assim seguir para a fase eliminatória, desde que tenha campanha suficiente para ficar entre os melhores terceiros colocados.

Depois da fase de grupos, começa o mata-mata a partir dos 16 avos de final. A partir dessa etapa, quem vence avança e quem perde é eliminado.

Saiba Mais sobre Copa do Mundo 2026

Messi, Mbappé ou Cristiano Ronaldo, quem é o maior… em patrocínios?

18 de Junho de 2026, 11:27

Cristiano Ronaldo e Messi chegam à Copa do Mundo 2026 em um estágio avançado da carreira, com a sexta participação de ambos no torneio e marcas construídas ao longo de quase duas décadas no topo do futebol.

Kylian Mbappé, por outro lado, disputa sua terceira Copa do Mundo como capitão da França e principal nome esportivo da nova geração.

A diferença de momento também aparece fora de campo. Os três jogadores concentram patrocinadores em setores como material esportivo, luxo, tecnologia, games, hotelaria, bebidas, alimentação, saúde, inteligência artificial e entretenimento digital.

Messi e Cristiano Ronaldo estão empatados com o maior número de patrocinadores entre os três, com 11 marcas cada. A diferença reflete o momento de cada carreira. Ambos chegam à Copa do Mundo 2026 como nomes históricos, com marcas consolidadas em múltiplos setores.

Mbappé aparece com oito parcerias listadas, mas com forte presença nos segmentos de luxo, moda, hotelaria e performance esportiva ao entrar na Copa como principal nome da nova geração de jogadores.

Os valores pagos por patrocinadores desse porte raramente são divulgados oficialmente. Por isso, os números disponíveis são estimativas de mercado ou valores noticiados em reportagens, e não necessariamente representam o total real recebido por cada atleta.

Considerando apenas os contratos anuais com estimativas disponíveis nas fontes, os três jogadores somam entre US$ 69,8 milhões e US$ 73,7 milhões por ano em patrocínios estimados.

Lionel Messi

Lionel Messi estreou profissionalmente pelo Barcelona em 2004 e se transformou em uma estrela mundial no fim dos anos 2000, especialmente durante a era de Pep Guardiola.

No Barcelona, consolidou-se como um dos maiores nomes da história do clube, acumulando Bolas de Ouro, títulos da Champions League, campeonatos espanhóis e diversos recordes individuais.

Na Copa do Mundo, o argentino disputou o torneio pela primeira vez em 2006, quando a competição foi realizada na Alemanha. Depois, também participou das edições de 2010, 2014, 2018 e 2022, quando liderou a Argentina ao tricampeonato mundial no Catar.

Em 2026, chegou à sexta Copa do Mundo e, na estreia contra a Argélia, atingiu a marca de 200 jogos pela seleção argentina. Com um hat-trick na vitória por 3 a 0, igualou o alemão Miroslav Klose como maior artilheiro da história das Copas do Mundo, com 16 gols.

No quesito patrocínios, Messi tem um contrato estimatimado com a Adidas, principal patrocinadora esportiva do argentino que rende mais de US$ 25 milhões por ano ao jogador. O acordo vitalício com a marca também prevê uma cifra próxima de US$ 1 bilhão ao longo da vida do contrato.

Marcas que patrocinam Messi

  • Adidas: a empresa é a principal patrocinadora esportiva de Messi. A marca utiliza o argentino em campanhas de chuteiras, produtos próprios, ações relacionadas à Copa do Mundo e iniciativas ligadas ao legado do jogador.
  • Apple / Apple TV: a Apple é parceira de mídia da liga norte-americana e utiliza a presença de Messi como ativo central para ampliar o alcance do MLS Season Pass.
  • Mastercard: Messi atua como embaixador global de futebol da marca. A empresa desenvolve ações de experiência para fãs, incluindo campanhas de troca de camisas e benefícios para clientes.
  • Lay’s: a marca de salgadinhos utiliza Messi em campanhas globais ligadas ao hábito de assistir futebol.
  • Michelob Ultra/AB InBev: a marca de cerveja utiliza Messi em campanhas relacionadas à Copa América, à Copa do Mundo e à cultura de torcida nos Estados Unidos.
  • Hard Rock International: a parceria posiciona Messi como uma figura de experiências. Em 2026, a marca lançou uma campanha global com produtos, sorteios, suítes temáticas e ativações ligadas ao jogador.
  • Lowe’s: a rede de varejo norte-americana utiliza Messi para se aproximar dos fãs de futebol nos Estados Unidos, especialmente em campanhas ligadas a residências, festas e reuniões para assistir aos jogos.
  • Beats by Dre: a marca utiliza Messi para promover produtos relacionados a estilo de vida, música, treino e viagens.
  • Fortnite: além de participar de ações promocionais, Messi também é uma skin disponível para os jogadores.
  • Panini: Messi aparece como um dos nomes mais fortes do mercado de figurinhas e cards, associado ao colecionismo, à memória esportiva e à sua trajetória em Copas do Mundo.
  • YPF: a petroleira argentina utiliza Messi para se associar à seleção, à torcida e à identidade nacional.

Cristiano Ronaldo

Cristiano Ronaldo iniciou sua carreira profissional no Sporting, mas se transformou em uma estrela internacional após chegar ao Manchester United, em 2003. O salto definitivo ocorreu entre 2007 e 2008, quando conquistou a Champions League e sua primeira Bola de Ouro.

No Real Madrid, consolidou-se como um dos maiores nomes da história do futebol. Também se tornou o maior artilheiro da história do clube e liderou uma era marcada por quatro títulos de Champions League entre 2014 e 2018.

Na Copa do Mundo, o português disputou o torneio pela primeira vez em 2006, na Alemanha. Depois, também participou das edições de 2010, 2014, 2018 e 2022.

Em 2026, chegou à sexta Copa do Mundo por Portugal. O jogador nunca conquistou o título mundial, e seu melhor resultado ocorreu em 2006, quando a seleção portuguesa terminou na quarta posição.

Cristiano Ronaldo tem na Nike seu principal contrato comercial com valor estimado. O acordo vitalício com a marca rende aproximadamente US$ 27,6 milhões. O contrato também é tratado em estimativas como próximo de US$ 1 bilhão ao longo da vida do acordo. 

O jogador também tem laços com a Herbalife que, em 2026, recebeu um investimento de US$ 7,5 milhões feito por Cristiano Ronaldo, que também atua na divulgação da marca.

Marcas que patrocinam Cristiano Ronaldo

  • Nike: principal parceira esportiva de Cristiano Ronaldo, a marca utiliza o português em campanhas de chuteiras, roupas de treino e produtos ligados à performance, disciplina e longevidade.
  • Herbalife: a empresa utiliza Cristiano Ronaldo como exemplo de rotina, performance e cuidados físicos. A parceria começou em 2013.
  • Clear: a marca de cuidados pessoais utiliza Cristiano Ronaldo para reforçar uma imagem ligada à estética, à confiança e à presença global.
  • Binance: a corretora de criptoativos leva Cristiano Ronaldo para o universo de NFTs, ativos digitais e comunidades online.
  • Jacob & Co.: a relojoaria de luxo associa o jogador a produtos de alto padrão, exclusividade e itens ligados à marca CR7.
  • WHOOP: a empresa de tecnologia vestível utiliza Cristiano Ronaldo em campanhas relacionadas a sono, recuperação, esforço e desempenho físico.
  • UFL: o jogo de futebol utiliza Cristiano Ronaldo como parceiro e investidor.
  • SNK/Fatal Fury: a parceria leva Cristiano Ronaldo ao universo dos games. O jogador aparece como personagem jogável no título.
  • Perplexity AI: a empresa de inteligência artificial tem Cristiano Ronaldo como investidor e parceiro global.
  • Dreame Technology: a fabricante de eletrodomésticos inteligentes utiliza Cristiano Ronaldo como embaixador global.
  • ZujuGP: a plataforma digital ligada ao futebol utiliza Cristiano Ronaldo como rosto global para ampliar seu alcance.

LEIA MAIS: Dona da CazéTV e sócia de Cristiano Ronaldo busca ‘novos Casimiros’ em mercados europeus

Kylian Mbappé

Kylian Mbappé ganhou projeção mundial ainda adolescente, na temporada 2016/17, quando se destacou pelo Monaco, equipe campeã do Campeonato Francês e semifinalista da Champions League.

No Paris Saint-Germain, tornou-se o principal jogador francês de sua geração e o maior artilheiro da história do clube. Em 2024, após anos de especulação, transferiu-se para o Real Madrid.

Na Copa do Mundo, Mbappé disputou o torneio pela primeira vez em 2018, na Rússia. Naquela edição, conquistou o título mundial com a França. Também participou da Copa de 2022, quando foi vice-campeão, marcou três gols na final contra a Argentina e terminou como artilheiro da competição.

Em 2026, chegou à terceira Copa do Mundo como capitão da França. Na estreia contra o Senegal, tornou-se o maior artilheiro da história da seleção francesa em gols totais, chegando a 58 gols e ultrapassando Olivier Giroud (57).

Mbappé tem dois contratos com estimativas públicas. O primeiro é o acordo com a Nike, com valor estimado em US$ 36,1 milhões por ano. Já a parceria com a Hublot é estimada em até US$ 1,1 milhão. Assim, os contratos somam entre US$ 37,2 milhões por ano.

Marcas que patrocinam Mbappé

  • Nike: principal parceira esportiva de Mbappé, a empresa acompanha o jogador desde as categorias de base e utiliza sua imagem em produtos, chuteiras e campanhas esportivas.
  • Hublot: a relojoaria de luxo utiliza Mbappé como embaixador para conectar suas campanhas ao futebol e ao mercado de relógios de alto padrão.
  • Oakley: a marca trabalha com o jogador em ações ligadas a óculos, esporte e estilo.
  • Dior: a grife de luxo anunciou Mbappé como embaixador em 2025. O jogador também participou da coleção Dior Summer 2026.
  • Accor/ALL: o grupo de hotelaria trabalha com Mbappé em campanhas ligadas ao programa ALL Accor. Em 2025, o jogador foi o rosto da campanha “Don’t be a Guest, be a Guest Star”.
  • Fairmont: a marca de hotelaria de luxo do grupo Accor lançou, em 2026, uma campanha global de bem-estar com Mbappé como embaixador.
  • Sorare: a plataforma de fantasy game e cards digitais tem Mbappé como embaixador, investidor e parceiro de impacto social.
  • Alan: a empresa francesa de saúde e seguros digitais tem Mbappé como investidor e embaixador em campanhas ligadas à prevenção, ao sono, à nutrição e à saúde mental.

Saiba Mais sobre Copa do Mundo 2026

Figurinha de Messi no álbum da Copa movimenta mercado paralelo na Argentina

16 de Junho de 2026, 14:14

Enquanto Lionel Messi se prepara para entrar em campo na terça-feira (16) para a primeira partida de sua sexta e última Copa do Mundo da FIFA, os argentinos correm atrás de outro prêmio: a rara figurinha dourada do craque.

Milhares de crianças e adultos se reúnem no Parque Rivadavia, um parque histórico no centro de Buenos Aires, onde colecionadores trocam selos, moedas e, agora, figurinhas da Panini, para completar álbuns com os rostos de todos os jogadores que representam as 48 seleções que disputam a Copa do Mundo.

Depois de conquistar o último torneio, em 2022, Messi é rei.

“Se eu conseguir, vou guardar pelo resto da vida. Vai dormir comigo”, disse Franco Logiurato, de 14 anos.

O álbum deste ano tem espaços para 980 figurinhas, e a fabricante italiana oferece outras 20 figurinhas raras colecionáveis com os jogadores mais populares, cada uma disponível nas versões roxa, bronze, prata e dourada. Uma figurinha colecionável extra aparece, em média, a cada 100 pacotes, disse a empresa à Bloomberg.

Logiurato já completou o álbum — o que custou um salário inteiro do pai — e agora está atrás da figurinha dourada de Messi.

“Pense bem”, disse ele. “É a última Copa do Mundo de Messi. É de ouro. Quer dizer, é a coisa mais valiosa que existe.”

A febre ajudou a alimentar a escassez e a elevar os preços. A Panini recomenda a venda de pacotes com sete figurinhas por cerca de US$ 1,40 (cerca de R$ 7,20), mas os quiosques — pequenas lojas de esquina que conseguem obter estoque — chegam a cobrar até US$ 2,10 (cerca de R$ 10,80), segundo Ernesto Acuña, presidente do sindicato dos quiosques.

Durante a última Copa do Mundo, o governo de esquerda da Argentina interveio diante da escassez. Sob o presidente libertário Javier Milei, Acuña disse que o sindicato não levou o tema adiante.

“É uma mini economia”, disse Tomás Mingrone, de 25 anos, que passa os fins de semana comprando, vendendo e trocando repetidas. Um adolescente havia acabado de se aproximar dele para oferecer uma figurinha comum de Messi. Mingrone ofereceu US$ 10,50 (cerca de R$ 54). O vendedor foi embora.

A popularidade dos álbuns de figurinhas da Panini ajudou a provocar escassez e a elevar os preços. Fotografia: Sarah Pabst/Bloomberg

“Tem garotos de 12 ou 13 anos aqui que ganham US$ 100 por dia (cerca de R$ 520). É incrível”, disse.

Os filhos do astro argentino também entraram na brincadeira, disse Messi em entrevista recente, e estão ocupados tentando completar a coleção de figurinhas dos álbuns.

“Uma batalha vencida”

Mingrone diz que sabe identificar pacotes que contêm figurinhas extras de colecionador e os vende, fechados, por US$ 17,49 (cerca de R$ 91) cada. Logiurato comprou dois, mas não encontrou a figurinha dourada de Messi. Mingrone estima que já abriu cerca de 20 mil pacotes e encontrou apenas duas versões douradas do cobiçado megastar argentino.

Santiago Arce, de 22 anos, foi um dos poucos sortudos a encontrar a figurinha dourada de Messi e a está oferecendo à venda por US$ 140 (cerca de R$ 730). Para consegui-la, Arce trocou quatro figurinhas extras cobiçadas — Cristiano Ronaldo, de Portugal, Kylian Mbappé, da França, Mohamed Salah, do Egito, e Jude Bellingham, da Inglaterra — além de 10 figurinhas brilhantes e 25 figurinhas comuns de jogadores.

“Cada extra tem a própria história. Cada uma é uma batalha vencida”, disse Arce.

Nem todos no parque estavam atrás da versão dourada.

Tahiel Cortez, de 11 anos, acabara de tirar uma figurinha comum de Messi de um pacote e sorria de orelha a orelha.

“Não acredito”, disse. “Consegui o Messi!”

Ele ainda precisa de 120 figurinhas para completar o álbum. Mas, por um momento, isso pareceu pouco importar.

A partir de 15 de julho, a Panini oferecerá figurinhas avulsas para completar os álbuns. As figurinhas colecionáveis extras não estarão disponíveis, disse a empresa.

Por que os jogadores estão usando chuteiras rosa na Copa do Mundo 2026?

15 de Junho de 2026, 14:29

As chuteiras rosa tomaram conta dos gramados da Copa do Mundo de 2026. Nos primeiros jogos do torneio, jogadores de seleções como Brasil, Marrocos, México, África do Sul, Canadá e Estados Unidos entraram em campo usando chuteiras nessa cor ou em tons semelhantes.

Seleções como Brasil, Marrocos, México, África do Sul, Canadá e Estados Unidos fizeram suas estreias com grande parte dos jogadores usando chuteiras rosas ou em tons próximos à cor.

A tendência não está concentrada em uma única fornecedora. Modelos rosas foram lançados por marcas como Nike, Adidas, Puma, New Balance e Skechers, o que ajudou a transformar a cor em uma das principais marcas visuais dos primeiros dias do Mundial.

No caso das chuteiras, os jogadores não precisam usar a mesma marca que patrocina o uniforme da seleção.

Cada atleta pode entrar em campo com o produto de seu próprio patrocinador. Isso aumenta a disputa por visibilidade no pé dos jogadores — e, nesta Copa, diferentes fornecedoras chegaram a uma resposta parecida: chuteiras claras, fortes e em tons de rosa.

A explicação da tendência para a Copa do Mundo 2026 envolve uma combinação de fatores, como destaque visual, contraste com o gramado, maior visibilidade na televisão e a busca das marcas por impacto em um torneio global.

Por que as chuteiras da Copa do Mundo estão rosas?

Em entrevista ao The Athletic, Odinga Nimako, executivo sênior da equipe global de chuteiras de futebol da Nike, afirmou que a marca buscou cores fortes, capazes de ampliar a sensação de confiança e destacar o calçado no gramado.

Segundo Nimako, a Nike partiu da demanda por cores mais vibrantes em grandes eventos. O objetivo era fazer com que a chuteira chamasse atenção tanto para quem está no estádio quanto para quem acompanha as partidas pela televisão.

Outro fator citado é o contraste com os uniformes. A Copa reúne seleções que atuam com camisas amarelas, vermelhas, brancas, verdes e de outras cores, mas nenhuma utiliza um uniforme predominantemente rosa.

Na prática, isso ajuda as chuteiras a se destacarem sem se confundirem com as camisas. A Bélgica é a única seleção que possui um uniforme que mais se aproxima dessa tonalidade, mas só em detalhes em rosa em sua camisa reserva. 

O rosa também aparece em projeções de tendências para moda e design. A consultoria Coloro, em parceria com a WGSN, apontou o Electric Fuchsia como uma das cores-chave para a temporada primavera/verão de 2026.

LEIA MAIS: Camisa da seleção brasileira é considerada a segunda mais bonita da Copa do Mundo

Quais jogadores usaram chuteiras rosas?

A lista de jogadores com chuteiras rosas cresceu nos primeiros jogos da Copa do Mundo 2026, já que a presença da cor não ficou restrita a uma única marca.

Mesmo com contratos diferentes entre atletas e fabricantes, o resultado visual é semelhante: muitas chuteiras claras, chamativas e próximas do rosa em uma mesma competição.

Na abertura entre México e África do Sul, atletas como Khuliso Mudau, Nkosinathi Sibisi e Raúl Jiménez apareceram utilizando o modelo.

Na estreia do Canadá contra a Bósnia e Herzegovina, quase todo o time canadense usou chuteiras rosas, incluindo Jonathan David.

Nos Estados Unidos, Folarin Balogun, Weston McKennie e Sergiño Dest também aderiram à tendência na vitória por 4 a 1 sobre o Paraguai.

No jogo entre Brasil e Marrocos, jogadores da seleção brasileira como Vinícius Júnior, Bruno Guimarães, Raphinha, Gabriel Magalhães e Alisson utilizaram chuteiras rosas. Pelo lado marroquino, Ismael Saibari também apareceu com a cor.

Quem marcou gol usando chuteiras rosas?

Entre os casos identificados nas fontes consultadas, alguns jogadores marcaram gols utilizando chuteiras rosas nos primeiros jogos da Copa do Mundo 2026:

  • Raúl Jiménez, do México, contra a África do Sul;
  • Vinícius Júnior, do Brasil, contra o Marrocos;
  • Ismael Saibari, do Marrocos, contra o Brasil;
  • Folarin Balogun, dos Estados Unidos, que marcou duas vezes contra o Paraguai.

Quais seleções usaram chuteiras rosas?

As chuteiras rosas apareceram em diferentes seleções nos primeiros dias da Copa do Mundo 2026:

  • Coreia do Sul, com dez jogadores de linha usando chuteiras rosas na estreia contra a Tchéquia;
  • México, com atletas utilizando a cor na abertura contra a África do Sul;
  • África do Sul, também presente na partida de abertura;
  • Canadá, com quase todo o time usando chuteiras rosas contra a Bósnia e Herzegovina;
  • Estados Unidos, com jogadores como Folarin Balogun, Weston McKennie e Sergiño Dest;
  • Brasil, com nomes como Vinícius Júnior, Bruno Guimarães, Raphinha, Gabriel Magalhães e Alisson;
  • Marrocos, com Ismael Saibari entre os casos citados;
  • Holanda, identificada em registros de jogadores utilizando chuteiras rosas;
  • Bélgica, citada entre as seleções que aderiram à tendência.

Quem foi contra a tendência das chuteiras rosas?

Apesar da forte presença do rosa, nem todos os jogadores seguiram a mesma linha visual.

Lionel Messi utilizará chuteiras Adidas nas cores branca e azul-clara, com detalhes dourados, em referência às cores da Argentina.

Christian Pulisic, dos Estados Unidos, tem um modelo da Puma branco com estrelas azuis, inspirado na bandeira norte-americana.

Cristiano Ronaldo também terá um modelo próprio fora da tendência rosa. A Nike preparou chuteiras douradas para o português, em referência à sua sexta Copa do Mundo e à trajetória construída pelo jogador na competição.

Os árbitros também fogem da tendência. A Fifa determina que os oficiais de partida utilizem chuteiras pretas tradicionais, produzidas pela Adidas, patrocinadora da entidade.

Saiba Mais sobre Copa do Mundo 2026

Brasil x Marrocos: veja horários e próximos jogos da Seleção na Copa do Mundo 2026

13 de Junho de 2026, 06:31

A seleção brasileira estreia neste sábado (13) na Copa do Mundo 2026. O primeiro compromisso do Brasil será contra Marrocos, às 19h, pelo horário de Brasília, no Estádio de Nova York/Nova Jersey, nos Estados Unidos.

A partida contra o Marrocos abre a campanha brasileira no Grupo C, que também tem Haiti e Escócia.  Ao todo, o Brasil fará três jogos na fase de grupos, todos nos Estados Unidos.

A Copa do Mundo 2026 começou em 11 de junho e será disputada até 19 de julho. Esta edição terá 48 seleções, 12 grupos, 104 jogos e sedes em três países: Estados Unidos, Canadá e México.

O jogo entre Brasil e Marrocos marca a 23ª participação da seleção brasileira em Copas do Mundo.

Que horas é Brasil X Marrocos?

Brasil x Marrocos

  • Data: sábado, 13 de junho;
  • Horário: 19h;
  • Local: Estádio de Nova York/Nova Jersey;
  • Cidade: Nova Jersey;

Quais são os jogos do Brasil na fase de grupos?

O Brasil terá três jogos na fase de grupos da Copa do Mundo 2026. Além da estreia contra Marrocos, a Seleção enfrenta Haiti e Escócia.

Veja a tabela do Brasil na Copa:

  • Brasil x Marrocos: sábado, 13 de junho, às 19h, em Nova Jersey;
  • Brasil x Haiti: sexta-feira, 19 de junho, às 21h30, na Filadélfia;
  • Brasil x Escócia: quarta-feira, 24 de junho, às 19h, em Miami.

Onde assistir os jogos da Copa do Mundo 2026?

A transmissão da Copa do Mundo 2026 no Brasil será dividida entre TV aberta, TV fechada, streaming, YouTube e rádio.

Na TV aberta, os jogos serão exibidos por Globo e SBT. Na TV por assinatura, a cobertura terá SporTV, N Sports e ge tv. No streaming e YouTube, a transmissão terá Globoplay, CazéTV, ge tv e N Sports.

  • TV aberta: TV Globo (55 jogos) e SBT (32 jogos);
  • TV por assinatura: SporTV (55 jogos), N Sports (32 jogos) e ge tv (32 jogos);
  • Streaming e YouTube: CazéTV (todos os jogos), Globoplay (55 jogos), ge tv (32 jogos) e N Sports (32 jogos);
  • Rádio: CBN, Rádio Globo, Jovem Pan, Rádio Gaúcha, BandNews FM, Rádio Bandeirantes, Rádio Itatiaia e outras emissoras.

Como funciona a fase de grupos da Copa do Mundo 2026?

A fase de grupos da Copa do Mundo 2026 será disputada em pontos corridos dentro de cada chave. Cada seleção fará três jogos, uma partida contra cada adversária do grupo.

A pontuação segue o modelo tradicional:

  • Vitória: 3 pontos;
  • Empate: 1 ponto;
  • Derrota: 0 ponto.

Ao fim das três rodadas, avançam ao mata-mata os dois primeiros colocados de cada grupo. Além deles, os oito melhores terceiros colocados entre os 12 grupos também se classificam.

Na prática, uma seleção pode não terminar entre as duas primeiras da chave e ainda assim seguir para a fase eliminatória, desde que tenha campanha suficiente para ficar entre os melhores terceiros colocados.

Depois da fase de grupos, começa o mata-mata a partir dos 16 avos de final. A partir dessa etapa, quem vence avança e quem perde é eliminado.

Saiba Mais sobre Copa do Mundo 2026

Crioterapia, concierge e bar de shakes: as academias que cobram até R$ 5 mil e têm fila de espera

11 de Junho de 2026, 20:38

No Brasil das academias de baixo custo lotadas, com catracas girando sem parar e guerra de preços abaixo de R$ 100, existe outro padrão de atendimento que destoa tanto que até faz parecer que se trata de outro setor.

Nessas unidades voltadas ao público de alta renda, o aluno deixa seu carro com um manobrista, é recebido por um concierge, treina com equipamentos italianos conectados a pulseiras inteligentes e, no intervalo entre uma aula de pilates e uma sessão de crioterapia, pode tomar um shake funcional, deixar a roupa na passadoria ou encontrar clientes ou colegas de negócios no lounge.

Esses são alguns dos serviços oferecidos pela Six, rede de academias premium que hoje conta com cinco unidades em Brasília e no estado de São Paulo. Entre essas cinco, apenas duas têm vagas disponíveis. “Hoje todas as nossas unidades lotam menos de seis meses após a abertura. Só temos vaga nessas duas porque são novas”, diz Eilson Studart, um dos fundadores da Six. 

As mensalidades variam entre R$ 2,5 mil e R$ 5 mil reais, dependendo da unidade. Seus fundadores projetam faturar mais de R$ 90 milhões em 2026 e têm um plano agressivo de chegar a 30 unidades e um valuation de R$ 1 bilhão em quatro anos. Mas a Six é apenas a ponta de um movimento que já vale bilhões e está redefinindo o que significa exercício e bem-estar para os endinheirados brasileiros. 

Esse é o tema do terceiro episódio da nova série especial do InvestNews, “Por Dentro do Luxo“, produzido e apresentado pela jornalista Letícia Toledo, com dez programas.

Wellness: do consumo esporádico ao estilo de vida

Durante décadas, o segmento de bem-estar premium no Brasil esteve associado principalmente a destinos especializados.

O caso mais emblemático é o Kurotel, em Gramado, referência nacional em saúde preventiva desde os anos 1980. O modelo era baseado em viagens periódicas: clientes passavam alguns dias imersos em programas de emagrecimento, reeducação alimentar e qualidade de vida. Agora, a lógica está mudando.

Em março de 2026, o grupo inaugurou o Kur Wellness, em São Paulo, em uma aposta justamente na integração do bem-estar à vida cotidiana. Em vez de hospedar clientes por alguns dias, a proposta é acompanhá-los por meses ou até anos, com programas de saúde, performance física e longevidade.

O movimento reflete uma mudança de comportamento entre consumidores de alta renda. O luxo deixou de estar associado apenas a bens materiais e passou a incorporar conceitos como prevenção de doenças, saúde mental, performance cognitiva e envelhecimento saudável.

É nesse contexto que as academias premium ocupam espaço crescente. Durante muitos anos, nomes como Bodytech, Bio Ritmo e Reebok Sports Club dominaram o segmento premium.

Mas a disputa ficou mais intensa em um movimento que começou com a Les Cinq Gym. Inaugurada em São Paulo em 2014, a empresa ficou conhecida por transformar a academia em uma experiência próxima à de um clube de luxo, com arquitetura sofisticada, iluminação cenográfica e DJs. Durante alguns anos, ela ostentou o título de academia mais cara do Brasil com mensalidades na faixa dos R$ 3.500.  

No pós-pandemia de Covid-19, com o aumento da preocupação com saúde e bem-estar e, mais recentemente, o crescimento do mercado das “canetas emagrecedoras”, como Ozempic e Mounjaro, novas empresas surgiram para disputar a demanda por academia “mais premium” e “mais cara”.

A Six surgiu nesse contexto. A ideia partiu de Eilson Studart. Arquiteto de formação, ele foi sócio da rede de restaurantes Coco Bambu por 16 anos. Depois de vender sua participação no grupo, decidiu transformar um imóvel próprio em Brasília em uma academia que o motivasse a treinar. Para criar os espaços da Six, Eilson se inspirou em hotéis luxuosos de praias.

A primeira unidade, em Brasília, foi inaugurada em 2024 com capacidade para 500 alunos e mensalidade de R$ 1,5 mil. Em poucos meses, o espaço lotou e corroborou a tese de seus fundadores de que havia espaço para abrir novas unidades com mensalidades ainda mais altas. 

“Vários clientes chegavam para a gente e falavam: ‘cobre até um pouco mais, restrinja o público’”, relata Leandro Vaz, médico especialista em medicina do esporte e co-fundador da Six.  

Hoje, segundo seus fundadores, a maioria dos clientes da Six tem entre 35 e 50 anos e atua em áreas como mercado financeiro, medicina, advocacia e empreendedorismo. Ao reunir um público com interesses em comum, a academia também funciona como ambiente de relacionamento.

Em vez de incentivar que o aluno entre, treine e vá embora rapidamente, a Six desenhou seus espaços para estimular a permanência. Sofás e áreas de convivência foram distribuídos pelas unidades para incentivar encontros e conversas.

“E outra coisa em que somos muito fortes é em evento. Temos um setor dentro da academia só de eventos”, diz Studart. “Com evento, as pessoas param de fazer o exercício de forma individual, né? Fazem de forma coletiva e criam uma comunidade, e com isso o nosso churn, que mede a saída do cliente, se torna quase zero.” 

A corrida pelo cliente de alta renda 

Mas a Six está longe de ser a única empresa de olho no público de alta renda que busca o bem-estar. Além de novas marcas como Soul8 e The Beat Club, marcas que antes dominavam esse mercado estão se movendo para conquistar mais clientes.

Recentemente a Bodytech anunciou um plano de expansão para alcançar pelo menos 100 cidades até 2027 por meio de franquias. Já a Bio Ritmo, controlada pelo Grupo Smart Fit, reformulou parte de sua proposta para atrair consumidores mais sensíveis a conveniência, ambiente e serviços complementares.

O Brasil hoje já possui o segundo maior número de academias do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. Apesar disso, especialistas acreditam que a penetração do setor ainda pode avançar.

Mas manter e escalar operações premium costuma ser mais difícil do que parece. Um dos principais desafios é o custo de manutenção, já que, para atrair esse público, a academia precisa oferecer equipamentos modernos e as últimas novidades do mercado de bem-estar. 

A operação depende de um nível de execução muito elevado, de uma marca forte e de uma proposta suficientemente distinta que continue justificando o preço. Muitos negócios de luxo falham exatamente no ponto em que a Six está agora: na expansão de seu modelo. Para conseguir ganhar escala sem perder o padrão elevado, os sócios da empresa ainda vão ter que suar muito.

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Nostalgia que vende: camisas retrô impulsionam mercado esportivo em ano de Copa

4 de Junho de 2026, 06:57

As golas largas voltaram. Os escudos antigos, também. Em vez de tecidos ultratecnológicos e campanhas focadas apenas em performance, marcas esportivas têm apostado em algo muito mais poderoso: a nostalgia.

À medida que o clima de Copa do Mundo começa a tomar conta do futebol e das redes sociais, camisas retrô se tornam protagonistas de uma estratégia que mistura moda, cultura pop e consumo emocional. Mais do que vender um produto, as marcas passaram a comercializar símbolos culturais carregados de memória e identificação geracional.

Nas vitrines e nos feeds das redes sociais, reaparecem referências às décadas de 1980, 1990 e ao início dos anos 2000: modelagens amplas, logos clássicos, cores desbotadas, coleções inspiradas em seleções históricas e relançamentos de uniformes que remetem a torneios passados. O futebol deixa de ocupar apenas o campo esportivo e se consolida também como linguagem de moda e comportamento.

A memória como estratégia de venda

Existe uma lógica afetiva poderosa por trás das coleções retrô. Ao recuperar referências de Copas históricas ou temporadas marcantes, as marcas ativam lembranças que já carregam significado emocional para o consumidor.

Uma camisa inspirada na seleção brasileira de 1998 ou na Argentina dos anos 1980 não vende apenas design. Ela evoca infância, videogame, álbum de figurinhas, transmissões de TV e ídolos do futebol. Para consumidores mais velhos, funciona como reconexão afetiva. Para os mais jovens, vira objeto de autenticidade e estilo.

Em um mercado saturado de lançamentos, o retrô oferece algo raro: uma história pronta. A camisa inspirada em um período histórico já nasce associada a referências culturais compartilhadas — o que ajuda a explicar o engajamento acima da média nas redes sociais, especialmente em ano de Copa.

O retrô também virou negócio premium

A nostalgia não apenas vende. Ela vende caro. Camisas inspiradas em modelos históricos costumam ocupar faixas de preço mais altas do que peças esportivas básicas, aparecendo frequentemente em coleções limitadas ou colaborações especiais.

A coleção Bringback Remixe, da Adidas, recriou designs clássicos de camisas de seleções, como México e Japão. A Nike trouxe de volta a Total 90, uma reedição que faz referência a jogadores de futebol renomados, como Ronaldinho. Ou seja, as marcas estão oferecendo uma nova perspectiva de seus próprios acervos.

Em alguns casos, as linhas retrô ultrapassam a faixa dos R$ 1.000. As camisas Bringback Remixe são oferecidas no site da Adidas por R$ 1.499,99, enquanto versões da Copa do Mundo de 2026 são anunciadas por R$ 399,99. A Total 90 do Ronaldinho — esgotada no site da Nike — foi vendida por R$ 899,99, enquanto a atual da seleção brasileira está, em média, R$ 500,00.

Parte do apelo está na sensação de raridade e pertencimento cultural. Não se trata apenas de comprar uma camisa: trata-se de participar de uma estética específica. Esse movimento acompanha uma transformação mais ampla da indústria: o sportswear deixou de ser um segmento funcional para se tornar parte central da moda global.

O futebol virou moda e saiu do estádio

Durante décadas, a camisa de futebol foi tratada principalmente como item de torcida. Hoje, ela ocupa outro território: o da moda cotidiana. Celebridades, influenciadores e marcas de streetwear ajudaram a transformar jerseys esportivas em peças fashion.

Nomes como Travis Scott e Rosalía ajudaram a popularizar o uso de camisas clássicas de futebol fora do ambiente esportivo, consolidando o uniforme como item desejado muito além das arquibancadas.

A tendência ganhou força especialmente com o blokecore, estética inspirada na cultura britânica dos anos 1990 que mistura camisas de futebol, jeans largos e tênis retrô. O movimento saiu rapidamente dos nichos para o consumo de massa como em festivais, aeroportos e semanas de moda, camisas esportivas aparecem combinadas com alfaiataria, saias ou peças vintage.

O uniforme deixou de ser apenas representação de um clube ou seleção. Virou símbolo cultural.

Em ano de Copa, o consumidor compra pertencimento

Poucos eventos movimentam tanto o imaginário coletivo quanto uma Copa do Mundo. Mesmo quem acompanha pouco futebol tende a se conectar com o torneio, que domina redes sociais, publicidade e conversas cotidianas. Para as marcas, isso cria um ambiente ideal para produtos guiados por identificação cultural e nostalgia.

As camisas retrô ocupam um espaço particularmente estratégico nesse contexto. Enquanto o uniforme da temporada está sujeito a críticas e oscilações de desempenho, o modelo vintage se apoia em uma memória já consolidada, associada a glórias do passado e protegida pelo tempo. Isso reduz riscos para as marcas e aumenta o valor simbólico da peça.

Por que a Adidas lidera esse movimento

Embora Nike, Puma e outras gigantes também tenham ampliado suas linhas vintage, a Adidas carrega uma vantagem difícil de replicar: seu arquivo histórico. E os números mostram que essa aposta tem dado resultado. Em 2025, a marca registrou receita recorde de 24,8 bilhões de euros (cerca de US$ 28,8 bilhões), enquanto o lucro operacional cresceu 54%, para 2 bilhões de euros (US$ 2,3 bilhões).

O desempenho foi considerado pela própria empresa melhor do que o planejado. Parte relevante desse avanço veio justamente dos produtos de estilo de vida: itens como o Adidas Samba e o Adidas Gazelle, modelos retrô que receberam atualizações em cores e materiais, sustentaram crescimento de 10% nas vendas da divisão lifestyle.

A força da estratégia está em um diferencial que poucas companhias conseguem reproduzir: uma identidade visual construída ao longo de décadas e imediatamente reconhecível. O trefoil clássico, as três listras e as camisas de seleções icônicas transformaram a marca alemã em referência estética muito além do esporte.

Nos últimos anos, a Adidas passou a explorar esse patrimônio de forma mais deliberada, com relançamentos, coleções inspiradas em campeonatos históricos e a expansão da linha Originals. Na prática, a companhia vem deslocando parte de sua comunicação da performance esportiva para a herança cultural e o apelo nostálgico.

Para este ano, a Adidas projeta crescimento adicional de cerca de 2 bilhões de euros em vendas — aproximadamente US$ 2,3 bilhões — impulsionado, sobretudo, pela Copa do Mundo. O resultado é um produto que conversa simultaneamente com torcedores, consumidores de moda e colecionadores — uma convergência que ajuda a explicar por que camisas retrô costumam se esgotar em pouco tempo, mesmo com preços elevados.

O passado nunca esteve tão atual

Em um cenário dominado por tendências aceleradas e excesso de informação, a nostalgia oferece algo valioso: familiaridade. As camisas retrô funcionam porque unem memória afetiva, autenticidade e estilo em um único produto. Ao apostar no passado, marcas esportivas encontraram uma maneira eficiente de continuar parecendo contemporâneas. O futebol, afinal, deixou de ser apenas um jogo transmitido na televisão. Virou linguagem estética, ativo cultural e ferramenta de posicionamento.

E poucas empresas entenderam isso tão bem quanto a Adidas, que transformou décadas de história esportiva em uma das estratégias mais bem-sucedidas da indústria esportiva e da moda contemporânea.

Corpus Christi é feriado? Veja onde é folga e os direitos de quem trabalha

21 de Maio de 2026, 11:34

O Corpus Christi de 2026 será celebrado em 4 de junho, uma quinta-feira, e pode gerar folga prolongada para parte dos trabalhadores.

  • A data, porém, não é automaticamente um feriado nacional. No calendário federal, Corpus Christi é considerado ponto facultativo.

Somente o estado do Rio de Janeiro considera Corpus Christi feriado estadual, após a sanção da Lei 11.002/2025. Nos demais estados, a folga depende principalmente de legislação municipal ou de regras locais.

Onde Corpus Christi foi decretado feriado, a regra geral é a dispensa do trabalho. Caso haja convocação para expediente, o empregado tem direito ao pagamento em dobro pelo dia trabalhado ou à concessão de folga compensatória.

Já nas localidades onde Corpus Christi é apenas ponto facultativo, empresas privadas não são obrigadas a liberar os funcionários. Nesses casos, a dispensa depende de decisão do empregador, acordo interno, convenção coletiva ou banco de horas.

Corpus Christi é feriado nacional?

Corpus Christi não é feriado nacional. A data é considerada ponto facultativo nacional.

Isso quer dizer que a dispensa é aplicada principalmente ao serviço público federal, mas não cria obrigação de folga. A data pode virar feriado em estados e municípios quando houver regulamentação local. 

Por isso, quem trabalha na data deve conferir se Corpus Christi é feriado na cidade onde exerce a atividade.

Onde Corpus Christi garante folga?

Corpus Christi garante folga nas localidades em que a data foi instituída oficialmente como feriado. As seguintes capitais garantem dia de descanso devido a data: 

  • Macapá (AP)
  • Manaus (AM)
  • Salvador (BA)
  • Fortaleza (CE)
  • Brasília (DF)
  • Vitória (ES)
  • Goiânia (GO)
  • São Luís (MA)
  • Cuiabá (MT)
  • Campo Grande (MS)
  • Belo Horizonte (MG)
  • Curitiba (PR)
  • Teresina (PI)
  • Rio de Janeiro (RJ)
  • Natal (RN)
  • Boa Vista (RR)
  • Florianópolis (SC)
  • São Paulo (SP)
  • Aracaju (SE)

O que é ponto facultativo?

Ponto facultativo é uma data em que o expediente pode ser dispensado, principalmente no serviço público, sem prejuízo da remuneração dos servidores.

No setor privado, o ponto facultativo não obriga a empresa a liberar os funcionários. Assim, se Corpus Christi for apenas ponto facultativo no município, a empresa pode manter o expediente normal.

A folga, nesse caso, depende de decisão do empregador ou de acordo coletivo.

Quais os direitos de quem trabalha no Corpus Christi?

O trabalhador escalado para atuar no Corpus Christi tem direito à compensação quando a data for feriado oficial na localidade.

A compensação pode ocorrer de duas formas:

  • Pagamento em dobro pelo dia trabalhado;
  • Folga compensatória em outro dia.

A forma de compensação pode ser definida por convenção coletiva, acordo coletivo, banco de horas ou negociação entre empresa e trabalhador, desde que respeitadas as regras legais.

A empresa pode obrigar o trabalhador a atuar no feriado?

A legislação permite trabalho em feriado quando a atividade é autorizada por lei ou prevista em acordo coletivo. Isso ocorre em setores como:

  • Comércio;
  • Transporte;
  • Saúde;
  • Segurança;
  • Serviços essenciais.

Se o trabalhador for convocado de forma regular e não comparecer, a falta não é automaticamente justificada.

LEIA MAIS: Feriados bancários em 2026: veja quando não haverá atendimento nas agências

O que acontece se faltar no Corpus Christi?

Se Corpus Christi for feriado na localidade e o trabalhador for legalmente escalado para atuar, a ausência sem justificativa pode gerar consequências trabalhistas.

Entre elas:

  • Desconto do dia não trabalhado;
  • Perda do repouso semanal remunerado;
  • Aplicação de medidas disciplinares, conforme o caso.

A mesma lógica vale para quem tenta emendar Corpus Christi sem autorização da empresa. A folga prolongada precisa ser combinada previamente com o empregador.

E como fica a emenda do feriado?

Como Corpus Christi cai em uma quinta-feira em 2026, a data pode permitir descanso prolongado para quem também for liberado na sexta-feira.

No entanto, a emenda não é automática. Em empresas privadas, a folga na sexta depende de acordo, decisão da empresa, banco de horas ou previsão em norma coletiva.

Nas cidades onde Corpus Christi é apenas ponto facultativo, a empresa também pode manter expediente normalmente na quinta-feira.

Spotify abraça mundo fitness em parceria com a Peloton e amplia estratégia de diversificação

27 de Abril de 2026, 20:47

O Spotify começou a oferecer aulas de exercícios da Peloton Interactive para assinantes premium, na primeira grande incursão da pioneira em streaming de música no conteúdo fitness.

A nova parceria trará playlists selecionadas e acesso a um catálogo de mais de 1.400 conteúdos sob demanda, sem anúncios, de alguns dos instrutores de bem-estar mais populares da Peloton, segundo informou a Spotify em comunicado nesta segunda-feira (27).

“Por quase duas décadas, o Spotify tem sido a trilha sonora dos treinos do mundo”, disse Roman Wasenmüller, vice-presidente e chefe global de podcasts, no comunicado. “Hoje, estamos expandindo o Spotify para se tornar um verdadeiro companheiro diário de bem-estar.”

A entrada de vez no universo fitness marca mais um pilar na crescente seleção de conteúdo do Spotify, à medida que a empresa avança para ir muito além de seus primeiros dias como plataforma de streaming de música e busca se tornar um serviço multimídia abrangente.

A empresa sueca também oferece podcasts, audiolivros e recentemente vem investindo em vídeo.

Para a Peloton, por sua vez, o acordo ajudará a ampliar seu alcance global e expandir além de seu núcleo de equipamentos de fitness conectados para uso doméstico, como parte de uma estratégia mais ampla de recuperação.

A Peloton atualmente opera em apenas seis países, mas a parceria expandirá significativamente sua presença para a maioria dos mais de 180 mercados onde o Spotify está disponível.

Os investidores da Peloton comemoraram a notícia, fazendo as ações subirem até 11% nas negociações do pré-mercado em Nova York. As ações do Spotify permaneceram praticamente inalteradas.

O Spotify, que tem 290 milhões de assinantes pagos, aumentou o preço de suas assinaturas premium nos Estados Unidos para US$ 13 em fevereiro. No Brasil, esse preço no plano individual está em R$ 23,90 – e para R$ 40,90 no plano familiar.

A Bloomberg havia informado anteriormente que o Spotify buscava investir em conteúdo relacionado a fitness sob seus dois novos CEOs, Gustav Söderström e Alex Norström.

“Estamos vendo as pessoas fazerem exercícios com o Spotify de repente”, disse Söderström à Bloomberg no final do ano passado. As pessoas sempre criaram playlists para suas corridas, afirmou ele, mas “nunca assistiram ao Spotify fazendo yoga na frente delas, então isso acaba abrindo uma oportunidade muito grande e interessante para nós.”

A nova biblioteca de conteúdo contará com uma variedade de aulas da Peloton, incluindo treinamento de força, yoga, meditação, pilates e barre, disponíveis em inglês, espanhol e alemão.

Novos instrutores e categorias serão introduzidos ao longo do tempo, disse a Peloton em seu próprio comunicado.

A parceria faz parte de um esforço mais amplo da Peloton para alcançar novos segmentos de clientes. A empresa revelou recentemente uma nova bicicleta e uma esteira projetadas para academias comerciais e está desenvolvendo modelos de esteira mais baratos.

A Peloton também explora novas iniciativas de marketing, como direcionar pessoas que utilizam medicamentos para perda de peso da classe GLP-1 – como Ozempic e Mounjaro -, além de intensificar seus investimentos em treinamento de força.

Seleção brasileira: veja lista de convocados de Ancelotti para amistosos com França e Croácia

26 de Março de 2026, 18:11

O técnico Carlo Ancelotti divulgou a lista de jogadores convocados da Seleção Brasileira para os amistosos contra a Seleção Francesa de Futebol e a Seleção Croata de Futebol. As partidas fazem parte da preparação da equipe para os próximos compromissos internacionais e para o ciclo rumo à Copa do Mundo de 2026.

A convocação reúne atletas que atuam nas principais ligas da Europa, nomes consolidados da seleção e jovens que vêm ganhando espaço no futebol internacional. Entre os destaques estão Vinícius Júnior, Raphinha e o jovem atacante Endrick.

Veja abaixo a lista completa dos convocados.

Goleiros:

  • Alisson Becker – Liverpool
  • Bento Matheus Krepski – Al-Nassr
  • Ederson Moraes – Manchester City

(Alisson foi posteriormente cortado por lesão e substituído por Hugo Souza.)

Laterais

  • Wesley França – Roma
  • Alex Sandro – Flamengo
  • Douglas Santos – Zenit
  • Danilo Luiz da Silva – Flamengo

Zagueiros

  • Marquinhos – Paris Saint-Germain
  • Gabriel Magalhães – Arsenal
  • Bremer – Juventus
  • Roger Ibañez – Al-Ahli
  • Léo Pereira – Flamengo

Meio-campistas

  • Andrey Santos – Chelsea
  • Casemiro – Manchester United
  • Danilo Barbosa – Botafogo
  • Fabinho – Al-Ittihad
  • Gabriel Sara – Galatasaray

Atacantes

  • Endrick – Real Madrid
  • Igor Thiago – Brentford
  • Luiz Henrique – Zenit
  • Rayan Vitor Simplicio Rocha – Bournemouth
  • João Pedro – Brighton
  • Gabriel Martinelli – Arsenal
  • Matheus Cunha – Wolverhampton
  • Raphinha – Barcelona
  • Vinícius Júnior – Real Madrid

Novidades da convocação da seleção brasileira

A convocação de Carlo Ancelotti inclui alguns nomes que ganham espaço pela primeira vez ou retornam à seleção após boas temporadas em seus clubes. Entre as novidades estão Gabriel Sara, Igor Thiago, Rayan Vitor Simplicio Rocha e Léo Pereira.

Ao mesmo tempo, o treinador mantém a base com jogadores experientes como Casemiro, Marquinhos e Vinícius Júnior, considerados pilares da equipe.

Os amistosos contra França e Croácia servirão para testar formações, observar novos atletas e consolidar o grupo que deve disputar os próximos torneios internacionais.

5 maneiras de economizar e fugir de armadilhas pega-turista na França, segundo uma francesa

14 de Março de 2026, 16:54

A França é o país mais visitado do mundo: recebe 100 milhões de turistas por ano.

Muitos deles se depararam com atrações lotadas, restaurantes caros e garçons mal-humorados em Paris. Mas não precisa ser assim. Sou francesa, e escrevo este artigo para ajudar os visitantes a escapar das armadilhas pega-turista.

De bairros em ascensão em Paris com restaurantes mais acessíveis a praias sem os preços absurdos da Riviera, aqui estão cinco dicas para visitar a França como um francês de verdade.

A França é muito mais do que Paris

Se você quer uma experiência francesa encantadora e sem gastar uma fortuna, comece saindo da cidade mais famosa do país.

Lembro do choque que levei em 2007 quando me mudei de Paris – minha cidade natal – para Toulouse, no sudoeste da França, para terminar o ensino médio: o clima era melhor, os garçons eram mais simpáticos e tudo custava mais ou menos a metade do que se pagava em Paris.

E não é só Toulouse. Todo o sudoeste, incluindo cidades como Bordeaux e Biarritz, oferece gastronomia incrível, ótimos roteiros de vinícolas e praias de areia fina – sem a multidão e os preços salgados da Riviera.

Se quiser curtir a França de um jeito genuíno, esqueça o boné e a clássica camiseta listrada azul-e-branca. Em vez disso, mergulhe nos festivais de música, arte e teatro que animam o país durante o verão europeu.

Os concertos ao ar livre de piano clássico em La Roque d’Anthéron, na Provença, têm ingressos entre €40 e €65. O festival de fotografia de Arles é reconhecido mundialmente e custa €32 por dia.

No Festival d’Avignon, também na Provença, os ingressos variam de €10 a €40 por espetáculo. O francês é essencial em algumas peças, mas há muitos shows de música e dança para quem não fala o idioma.

Adoro a Bretanha no verão, especialmente a ponta oeste chamada Finistère. Dá para fazer stand-up paddle por €12 a hora em Audierne ou uma aula de surfe de uma hora e meia por €45.

Bon appétit

Sejamos honestos: você vem para a França pela comida. Eu também.

Mas também quero evitar o famoso garçom grosseiro parisiense. Para isso, fico longe dos bistrôs em bairros chiques, que cobram caro e muitas vezes servem comida medíocre.

Restaurantes jovens e descolados em Paris, como Paloma ou Ober Mamma, costumam ser mais gostosos e mais baratos – especialmente nos bairros em alta do 18º, 19º e 20º arrondissements. E o atendimento é bem mais agradável.

Os menus de preço fixo servidos no almoço costumam ser ótimos negócios. Fotos dos pratos no cardápio são sinal claro de que o lugar é voltado para turistas. Se alguém estiver na calçada tentando te convencer a entrar, também é um alerta vermelho.

Gosto muito do bairro de Ménilmontant, em Paris, logo ao norte do Cemitério Père Lachaise, onde Jim Morrison está enterrado. Por lá, o restaurante Coup de Tête oferece refeições com entrada e prato principal, ou prato principal e sobremesa, por apenas €19,50.

Lembre-se: gorjeta na França não é obrigatória. Se o serviço for bom, deixar alguns euros na mesa é um gesto gentil, mas ninguém vai te julgar se não deixar nada. E ao contrário do que acontece nos EUA, o preço do cardápio já inclui todos os impostos. Se você for a um restaurante com prato a €19,50, é isso que você paga – um bife de vitela com arroz e um crème brûlée por cerca de R$ 120 na cotação atual.

Uma dica valiosa: procure restaurantes ao redor de feiras livres. Passe pelo Marché des Enfants Rouges, no 3º arrondissement de Paris, para comer ostras frescas e uma tábua de queijos, ou pelo Marché des Carmes em Toulouse para saborear costeletas de cordeiro e vieiras fritas.

Hospede-se onde os franceses se hospedam

Em Paris, em vez de um hotel próximo à Catedral de Notre-Dame ou à Torre Eiffel, procure opções perto do Canal Saint-Martin, da Rue de Bretagne ou do bairro de Gobelins – muito mais em conta.

Evite a alta temporada: de outubro a abril os preços são mais baixos, exceto no período de Natal.

Ao viajar pelo interior da França, prefira os “gîtes” ou “chambres d’hôtes” – as famosas pousadas locais. Você terá uma experiência muito mais autêntica com os franceses e pagará menos. É possível encontrar essas acomodações em plataformas como a Amivac, com diárias a partir de €31.

Aproveite as liquidações

Se for comprar itens de maior valor, como roupas ou bolsas de grife, peça o formulário de reembolso do IVA (imposto sobre valor agregado). Você pode entregá-lo no aeroporto na hora de embarcar de volta e recuperar os 20% de imposto que pagou.

Dá para achar boas pechinchas em feiras de antiguidades e brechós. A La Shoperie, perto de Oberkampf em Paris, é uma boa pedida para roupas vintage de luxo.

Você também pode planejar a viagem em torno das liquidações de verão, entre o fim de junho e o fim de julho. Le Bon Marché, uma loja de luxo no 7º arrondissement de Paris, realiza liquidações de duas semanas tanto em março quanto em outubro, chamadas de dias “Très Bon Marché”.

Use trem, óbvio

Os trens da França são rápidos e chegam praticamente a qualquer lugar. Para pagar menos, compre diretamente no site oficial da SNCF e não em agências de viagem online.

Compre com antecedência para garantir as tarifas mais baixas: às vezes é possível comprar passagens com até seis meses de antecedência.

Prefira os trens OUIGO ao invés dos TGVs para economizar. São igualmente rápidos, mas cobram pelos extras: €3 pelo Wi-Fi e €5 para escolher o assento. Uma passagem de ida e volta de Paris a Lyon pela OUIGO sai por cerca de US$ 77, enquanto o TGV no mesmo trajeto custa US$ 111.

Os TERs — trens regionais que atendem a maioria das cidades do interior – também costumam ser mais baratos. Os bilhetes podem ser comprados no site da SNCF ou em qualquer estação.

Bem, mes amis, são essas as minhas dicas para curtir a França de verdade. Bah, oui! – é bem provável que você encontre um garçom mal-humorado em algum momento. Encare com bom humor: faz parte da experiência. E para consolar: eles são igualmente grosseiros com os próprios franceses.

Por Alice Kantor

Rio Open e ascensão de João Fonseca reacendem ligação entre tênis e mercado financeiro

22 de Fevereiro de 2026, 08:02

A rápida ascensão do tenista João Fonseca devolveu ao Brasil um entusiasmo pelo tênis que não se via desde os tempos de Gustavo Kuerten, o Guga. Mesmo eliminado nas oitavas de final do Rio Open este ano, Fonseca, de 19 anos, ainda disputa neste domingo (22) o título nas duplas ao lado de Marcelo Melo.

Além do maior interesse do público, refletido em arquibancadas cheias e maior procura por ingressos, o efeito também aparece nas transmissões e, principalmente, entre patrocinadores do mercado financeiro. Afinal, em um esporte historicamente associado às elites, o gosto e o dinheiro raramente competem – costumam atuar em dupla.

E na semana do maior torneio de tênis da América do Sul, o mercado financeiro aproveitou para ampliar sua presença no tênis: desde financiamento de jovens promessas e da criação de plataformas de relacionamento com clientes a patrocínios diretos de campeonatos.

Afinal, o tênis sempre foi território natural de empresários e investidores: um esporte caro, de base social concentrada e ambiente propício para relacionamento e para fechar negócios.

Se antes o apoio vinha de entusiastas que bancavam atletas de forma quase artesanal, hoje ele começa a passar por estruturas financeiras organizadas.

Apostando no futuro

A corretora EQI, por exemplo, criou no ano passado um fundo de renda fixa com liquidez diária cuja taxa de administração é integralmente destinada ao financiamento de atletas brasileiros. O produto, chamado Fundo Match Point, já soma cerca de R$ 53 milhões sob gestão e mais de 100 cotistas.

Em 2025, o projeto contou com R$ 241,3 mil em receitas – sendo R$ 208,3 mil aportados como seed money da própria EQI – uma casa com R$ 50 bilhões sob gestão – e outros R$ 32,9 mil oriundos do fundo. Ao longo do ano, cerca de R$ 100 mil foram efetivamente investidos em cinco atletas profissionais.

Parte dos recursos é destinada ao treinamento, como acesso a técnicos, fisioterapia e preparação física. Outra fatia cobre viagens, um dos principais custos da carreira profissional. E há ainda um sistema de bônus atrelado a desempenho, como avanço em rankings e resultados em torneios.

A corretora, cujos sócios são tenistas amadores, decidiu se aproximar do circuito profissional ainda em 2023. O primeiro nome foi o gaúcho Rafael Matos. O acordo foi fechado às pressas, às vésperas do Australian Open daquele ano. Segundo Patrik Castilho, diretor de marketing da EQI, houve tempo apenas de entregar os “patches” com a marca antes de o atleta embarcar.

O contrato formal ainda nem estava assinado quando Matos, que disputava duplas mistas ao lado da também brasileira Luisa Stefani, começou a avançar rodada após rodada em Melbourne. Ele acabaria conquistando o título – tornando-se parte da primeira dupla 100% brasileira a vencer um Grand Slam, grupo que reúne os quatro principais torneios do circuito: Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open.

Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023
Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023 (Divulgação/Tennis Australia)

O episódio consolidou a aposta da corretora no esporte. Desde então, a empresa ampliou o portfólio e hoje patrocina cerca de dez atletas entre profissionais e juvenis, como Thiago Monteiro, Marcelo Zormann, João Lucas Reis, Ingrid Martins, Mateus Pucinelli e o juvenil Miguel Dahia, além de dois nomes do pádel, outro esporte de raquete.

A seleção, segundo a companhia, passou por um processo de profissionalização. “No começo era muito emocional. A gente gostava do atleta, acompanhava e apoiava. Hoje a curadoria é técnica”, afirmou Castilho. A triagem passou a ser feita em parceria com a Tênis Root, estrutura especializada em formação e alto rendimento, que acompanha desempenho, ranking e potencial de evolução.

Por trás dessa engenharia está uma estratégia mais ampla da EQI para ocupar o território do tênis. A corretora, que até poucos anos atrás dividia investimentos em outras modalidades como o automobilismo, decidiu concentrar esforços exclusivamente nos esportes de raquete.

Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI
Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI (Divulgação/Rio Open)

Além do fundo, a EQI mantém criou a chamada “Match Point Mansion”, uma casa paralela ao Rio Open onde clientes convivem com jogadores, participam de clínicas e assistem aos jogos em ambiente exclusivo. O investimento no espaço foi de cerca de R$ 2 milhões no ano passado e deve chegar a R$ 2,6 milhões neste ano.

A lógica é dupla: fortalecer a marca no esporte e usar o tênis como plataforma de relacionamento. “A casa começa às oito da manhã e vai até a noite. O cliente fica imerso, convive com o atleta. É uma experiência que dificilmente teria só com o patrocínio tradicional do torneio”, disse o executivo.

No curto prazo, o objetivo é ampliar o número de atletas apoiados à medida que o patrimônio do fundo cresce. “O nosso foco agora é fazer o fundo ganhar escala para que a gente consiga trazer mais atletas para dentro do projeto”, disse.

Paixão empresarial

A proximidade entre tênis e mercado financeiro está longe de ser novidade. O esporte sempre orbitou as elites econômicas – seja como parte da formação social, seja como ambiente de relacionamento e negócios.

O exemplo está no próprio João Fonseca: principal nome da nova geração, ele cresceu em uma família já consolidada no mercado financeiro. Seu pai, Christiano Fonseca Filho, é fundador da IP Capital Partners, uma das primeiras gestoras independentes do país. 

A estrutura familiar permitiu a João competir em alto nível desde cedo, algo essencial em um esporte de custos elevados, que exige viagens internacionais frequentes, equipe técnica especializada e raquetes que podem custar mais de R$ 1,5 mil cada.

João Fonseca entrando em quadra no Rio Open
João Fonseca entrando em quadra no Rio Open (Divulgação/Rio Open)

A associação entre quadra e capital também aparece na trajetória de empresários influentes. O bilionário Jorge Paulo Lemann, por exemplo, jogava tênis no Rio de Janeiro na juventude antes de se tornar um dos maiores investidores brasileiros.

Fora do país, o bilionário americano Bill Ackman, fundador da Pershing Square, chegou a disputar, aos 59 anos, um torneio profissional da Associação de Tenistas Profissionais (ATP) em duplas. E há casos emblemáticos como o do romeno Ion Țiriac, ex-top 10 do ranking mundial que, após pendurar a raquete, construiu um império empresarial e se tornou um dos homens mais ricos da Europa Oriental.

Hoje, essa relação ganha escala institucional. O fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala, é um ds principais patrocinadores desta edição do Rio Open, ao lado da XP – a empresa de Guilherme Benchimol substituiu o Santander em um dos espaços principais e também apoia João Fonseca. O BTG Pactual, de André Esteves, mantém histórico de patrocínios no circuito.

O Itaú é patrocinador da tenista Bia Haddad Maia, além de ter promovido no ano passado, em Miami um jogo exibição entre Fonseca e o número 1 do mundo, Carlos Alcaraz – confronto que será repetido neste ano em São Paulo.

No plano internacional, os valores são ainda mais expressivos. O Public Investment Fund (PIF), fundo soberano da Arábia Saudita, tornou-se, em 2024, o patrocinador oficial da ATP e passou a financiar etapas do circuito global. 

PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP
PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP (Divulgação/ATP)

A influência saudita avançou a ponto de o país garantir, a partir de 2028, a realização de uma etapa de Masters 1000 – torneios que estão entre os mais importantes do calendário, atrás apenas dos Grand Slams – ampliando a estratégia do fundo de usar o esporte como instrumento de projeção internacional, como já fez no futebol e no golfe.

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Por que assistir a ‘O Agente Secreto’, a aposta brasileira para o Oscar

24 de Outubro de 2025, 17:19

O filme “O Agente Secreto”, novo longa de Kleber Mendonça Filho, chega aos cinemas em 6 de novembro na esteira do sucesso nacional e internacional de “Ainda Estou Aqui”. Assim como o filme de Walter Salles, aplaudido em festivais e celebrado pela crítica, a obra de Mendonça, que pode representar o país no Oscar, combina reconhecimento artístico com alta repercussão internacional.

O longa saiu do Festival de Cannes com três prêmios importantes: Melhor Diretor, Melhor Ator (Wagner Moura) e o Prêmio da Crítica Internacional (FIPRESCI). Esse tipo de chancela serve como um selo de confiança para o mercado global, elevando o valor de venda internacional, acelerando negociações e ampliando a visibilidade junto às principais distribuidoras internacionais. Na prática, cada prêmio é convertido em aumento de alcance e potencial de receita.

Sobre a produção cinematográfica brasileira, Mendonça Filho afirmou recentemente, em entrevista à Veja, que “proteger a cultura é estratégico”, defendendo a importância de políticas públicas para fortalecer a cultura cinematográfica nacional.

O cineasta ressaltou ainda que temos “problemas crônicos de distribuição, falta de salas e necessidade urgente de formação de público”. “Precisamos de políticas públicas como as que existem na França, que são essenciais para fortalecer a cultura cinematográfica nacional”, disse ele.

Orçamento e coprodução internacional

O orçamento de “O Agente Secreto” gira em torno de R$ 27 milhões, somando capital privado e recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Esse tipo de coprodução, envolvendo também França, Alemanha e Holanda, aumenta o grau de competitividade nos festivais internacionais e melhora a entrada do Brasil no mercado europeu, onde a presença latino-americana ainda é limitada.

Antes mesmo da estreia no Brasil, “O Agente Secreto” já havia fechado acordos de distribuição com a Neon, nos Estados Unidos, e com a MUBI, na América Latina (exceto Brasil), Reino Unido e Índia. Ao todo, já são mais de 90 países confirmados ou em negociação avançada.

Mendonça Filho opera na mesma lógica bem-sucedida de “Aquarius” e “Bacurau”, mas em um patamar de escala maior. “O Agente Secreto” se beneficia de um cenário internacional mais receptivo ao Brasil e de uma plataforma de distribuição mais ampla.

História do filme

Para o público, a motivação é diferente: trata-se de uma história que resgata passagens do Brasil recente com tensão, ritmo e linguagem contemporânea, sem abrir mão da dimensão simbólica. No centro da narrativa do longa está a trajetória de um agente do governo envolvido em operações secretas em meio a tensões políticas e sociais no Recife contemporâneo.

O filme acompanha a luta desse personagem entre lealdade, ética e sobrevivência, enquanto eventos do passado influenciam decisões do presente. Com ritmo de thriller e elementos de drama social, “O Agente Secreto” explora a complexidade das estruturas de poder no Brasil, revelando dilemas pessoais e coletivos.

Oscar

A possível indicação ao Oscar traz ainda mais visibilidade à produção. Mesmo que o filme ainda esteja na etapa anterior à shortlist, lista em que são definidos os filmes que vão disputar a estatueta no dia 15 de março de 2026, o simples fato de circular como candidato já aumenta o valor negociado nos contratos de exibição, principalmente no mercado norte-americano.

“O Agente Secreto” foi escolhido como o representante brasileiro ao Oscar no mês passado, mas isso não significa que a obra já terá garantida uma indicação ao prêmio. Cada país indica um filme como seu representante para a disputa. A partir dessas indicações, o Oscar faz uma seleção das películas que, de fato, vão concorrer ao prêmio mais famoso do cinema mundial.

Os outros filmes que estavam na lista dos pré-selecionados eram “Baby”, de Marcelo Caetano; “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal; “Manas”, de Marianna Brennand; “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro e Oeste Outra Vez, de Erico Rassi.

No início deste ano, o Brasil conquistou seu primeiro Oscar, com o filme “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, na categoria de Melhor Filme Internacional.

Estreia de “O Agente Secreto” no Brasil

Título: O Agente Secreto
Direção: Kleber Mendonça Filho
Protagonista: Wagner Moura
Estreia nos cinemas brasileiros: 6 de novembro de 2025
Distribuição no Brasil: Vitrine Filmes
Distribuição internacional: Neon (EUA) / MUBI (América Latina, Reino Unido, Índia e demais territórios)
Classificação indicativa: 14 anos

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Supercentenários: Qual é o segredo para viver mais de 110 anos?

19 de Outubro de 2025, 06:00

Antes de falecer no ano passado, após viver 117 anos e 168 dias, Maria Branyas Morera convidou cientistas para estudá-la. A mulher mais velha do mundo, que faz parte do grupo dos supercentenários, acreditava que seu corpo e sua história de vida tinham segredos a revelar sobre longevidade.

“Ela me disse: ‘Meu único mérito é estar viva'”, nos contou Manel Esteller, chefe de genética da Faculdade de Medicina da Universidade de Barcelona, ​​na Espanha, e autor sênior de um estudo recém-lançado sobre o genoma de Branyas.

imagem de uma senhora de 117 sobre longevidade
Maria Branyas Morera viveu 117 anos e 168 dias – Foto: The Wall Street Journal

Os supercentenários

Supercentenários, um grupo raro de pessoas com mais de 110 anos, são rastreados e suas idades validadas por uma organização internacional sem fins lucrativos conhecida como Grupo de Pesquisa em Gerontologia.

O mundo tem cerca de 200 pessoas no grupo dos supercentenários. A pessoa mais velha entre elas é uma britânica com 116 anos.

Maria Branyas nasceu em São Francisco, mas aos 8 anos mudou-se para a região da Catalunha, na Espanha, onde viveu o resto da vida.

Esteller e seus colegas coletaram amostras de seu cabelo, saliva, urina, fezes e sangue em seus últimos anos e compararam seu genoma com o de centenas de outras mulheres que viviam na mesma região.

O DNA de Maria Branyas mostrou que ela possuía uma rara mistura de variações genéticas associadas à função imunológica e à saúde cardiovascular e cerebral. Isso contribuiu para que ela vivesse cerca de 30 anos a mais do que a média das mulheres catalãs.

Mas o mais notável, disseram os pesquisadores, foi que a idade biológica de Maria Branyas — essencialmente, uma medida da idade de suas células e tecidos — era muito menor do que sua idade cronológica.

Células mais velhas acumulam danos no DNA ao longo do tempo e, quanto maior o dano, menor a probabilidade de as células funcionarem adequadamente. Por exemplo, células mais jovens e saudáveis ​​têm maior probabilidade de suprimir certos tipos de câncer.

“As células dela se comportavam como se fossem 23 anos mais jovens”, disse Esteller. Era uma supercentenária.

Estilo de vida dos supercentenários

As escolhas de estilo de vida podem afetar a idade biológica de uma pessoa. Maria Branyas não fumava nem bebia e seguia uma dieta mediterrânea enriquecida com azeite, iogurte e peixe com o mínimo de açúcar refinado. Ela tinha colesterol muito baixo.

E seu microbioma — a comunidade de bactérias e microrganismos no intestino que ajuda a digerir os alimentos — também era característico de alguém muito mais jovem.

À medida que as pessoas envelhecem, a diversidade de bactérias e a presença de micróbios benéficos diminuem. “Essas bactérias forneceram uma característica anti-inflamatória”, disse Esteller. “E sabemos que, se você tem inflamação crônica, envelhece muito rápido.”

Análises como esta, disseram os autores do estudo, podem ajudar a orientar empresas que buscam desenvolver terapias antienvelhecimento que possam atingir genes.

“Mas um estudo com um supercentenário significa que as conclusões dessa pesquisa são menos poderosas do que aquelas que poderiam vir de um estudo populacional”, disse Austin Argentieri, pesquisador do Hospital Geral de Massachusetts que conduz estudos em larga escala sobre o envelhecimento humano e não esteve envolvido no estudo.

“Algumas dessas descobertas podem ser peculiaridades específicas de Branyas”, disse Argentieri.

Havia claramente algo notável nessa mulher, de acordo com o coautor do estudo, Bernardo Lemos, codiretor do Centro Coit de Longevidade e Neuroterapia da Universidade do Arizona.

Os dois filhos sobreviventes de Branyas são mulheres na faixa dos 80 e 90 anos. Seu terceiro filho morreu em um acidente aos 80 anos. “Os filhos dela são mais velhos do que a maioria das pessoas”, disse Lemos. “Só isso já nos diz alguma coisa.”

Você pagaria R$ 80 mil por uma tatuagem exclusiva de um artista renomado?

18 de Outubro de 2025, 06:00

É fácil identificar adeptos do estilista Thom Browne: as roupas que ele desenha geralmente trazem uma fita azul, branca e vermelha.

Agora, algum superfã de Browne terá a chance de expor sua admiração na pele, literalmente. Ele é um dos vários artistas que estão leiloando designs exclusivos para tatuagens em um leilão chamada Inked: Tattoos by Contemporary Artists (algo como ‘Tinta na pele: Tatuagens de Artistas Contemporâneos’), realizada pela Joopiter, a casa de leilões digital fundada pelo músico e designer Pharrell Williams.

Logo da Thom Browne tatuado nas costas
Logo da Thom Browne. Foto: Divulgação/Joopiter

Como comprar a tatuagem no leilão

Entre os dias 22 e 31 de outubro, os interessados participam do leilão e disputam desenhos de 16 artistas.

Tecnicamente, eles comprarão um certificado do desenho de uma tatuagem encomendada especificamente para o leilão, com a expectativa de que a tatuagem seja feita após a venda e, em alguns casos, em partes do corpo sugeridas pelo artista original. Cada lote tem um valor estimado de US$ 10 mil a US$ 15 mil (entre R$ 55 mil e R$ 80 mil).

Muitos tatuadores leiloaram seu tempo e habilidades para arrecadar fundos para causas, mas raramente essa prática de rua colidiu tão diretamente com o mundo das artes. “O mundo não separa mais a cultura”, disse Williams. “Arte, moda, música, design e até o próprio corpo: todos vivem nessa conversa.”

“Os orçamentos foram elaborados para serem acessíveis”, disse a curadora Sharon Coplan, que procurou a Joopiter com a ideia do projeto. Isso significava precificar cada lote de forma idêntica, em vez de usar trabalhos anteriores como guia.

Afinal, colecionadores de arte podem acumular obras de seus artistas favoritos, e fãs de moda podem comprar e usar roupas feitas por seus designers favoritos. Mas a arte corporal é “uma espécie de plataforma inexplorada para artistas”, disse Coplan. “Ela realmente não foi explorada.”

Pelo preço certo, o licitante vencedor receberá um certificado de autenticidade assinado pelo artista, juntamente com o design e as instruções para sua aplicação.

No caso de Browne, isso significa que o vencedor receberá seu design (o carimbo vermelho, branco e azul, assinatura da marca), juntamente com dimensões específicas (23 mm de largura por 25 mm de altura) e códigos de cores Pantone (Vermelho Verdadeiro, Branco Estrela e Eclipse Total) para entregar ao seu tatuador.

Browne, conhecido por sua abordagem rigorosa, sugere o local (“abaixo da base da nuca”). “Foi tão específico porque é algo que eu faço com todas as minhas coleções”, disse Browne.

Outras figuras em destaque ali incluem os artistas contemporâneos Derrick Adams e Jeffrey Gibson, o arquiteto Peter Marino, o tatuador Dr. Woo e a estilista Gabriela Hearst. A maioria dos artistas doará parte da renda do leilão para uma instituição de caridade de sua escolha.

Tatuagem como ofício

Existem alguns casos de artistas plásticos que tratam o design de tatuagem como um meio “oficial”. Ao longo de suas vidas, artistas como Ellsworth Kelly, Lawrence Weiner e Félix González-Torres criaram obras de arte destinadas a assumir a forma de tatuagens.

Nesse sentido, disse Coplan, a tatuagem pode ser considerada análoga à gravura: os artistas criam um design, que pode ser produzido quantas vezes eles especificarem. Cada peça da série é uma edição única.

Todo esse processo começou quando Coplan abordou o espólio de Lawrence Weiner sobre a possibilidade de relançar seu design. Usou isso como ponto de partida para discussões com diversos artistas e figuras culturais. Então, se concentrou especialmente em “artistas que deixam marcas incríveis”.

Nem todos os participantes do leilão tinham alguma relação com as tatuagens. Muitos dos companheiros de equipe de Thom Browne na Universidade de Notre Dame fizeram tatuagens de trevo, mas ele desistiu e não fez mais nenhuma desde então. “Simplesmente nunca foi minha praia”, disse. Mas gostou da ideia de fazer uma tatuagem para outra pessoa usar.

A artista visual Marilyn Minter se mostrou muito entusiasmada com a oportunidade de arrecadar dinheiro para uma instituição de caridade. “Basicamente, faço tudo o que posso que seja conveniente e valioso para arrecadar dinheiro para a Planned Parenthood”, disse ela.

E escolher seu desenho — um close colorido de uma boca, um tema recorrente em seu trabalho — foi fácil. “Eu já tinha a boca, porque fotografei Mickalene Thomas, e ela tem uma boca incrível”, disse ela. “Então, simplesmente a transformamos em uma tatuagem.” (Thomas também tem um desenho — uma silhueta nua — no leilão.)

Cópias

Existem algumas peculiaridades em leiloar tatuagens. Nada impede que um fã de Thom Browne que perca a tatuagem do designer em um leilão vá até o estúdio local e tatue a mesma peça no pescoço, por exemplo. Para Caitlin Donovan, chefe global de vendas da Joopiter, esse seria o resultado ideal.
“Espero que as pessoas copiem essas tatuagens”, disse ela.

O proprietário poderia vender o certificado de tatuagem. Mas, como observou Minter, cada tatuagem tem um prazo de validade. “Depois que você morre, você morre. E tudo acaba”, disse ela. “Você não pode revender.”

Férias 2026: como aproveitar os feriados e aproveitar melhor seus dias de descanso

14 de Outubro de 2025, 18:10

Planejar as férias 2026 com inteligência permite que trabalhadores aproveitem ao máximo os 30 dias de direito anual. No ano que vem, o calendário brasileiro oferece oportunidades para combinar feriados nacionais e regionais, pontes e finais de semana, criando blocos prolongados de descanso sem gastar todos os dias de férias.

De acordo com a CLT, é possível fracionar as férias em até três períodos:

  • Primeiro período: mínimo de 14 dias;
  • Demais períodos: mínimo de 5 dias;
  • Início das férias: até dois dias antes do DSR (Descanso Semanal Remunerado), sem coincidir com finais de semana ou feriados.

Férias 2026: dicas práticas para maximizar o descanso

A seguir, confira dicas para otimizar ao máximos suas férias em 2026, levando em conta que vários feriados caem em dias úteis no ano que vem.

  • Planeje o primeiro período com 14 dias ou mais para garantir flexibilidade nos períodos subsequentes.
  • Distribua os períodos menores (mínimo 5 dias) em torno de feriados e pontes para aumentar o descanso total.
  • Comece as férias até dois dias antes do DSR e evite coincidir com feriados ou finais de semana.
  • Negocie datas com antecedência junto ao RH para garantir aprovação.
  • Considere feriados regionais e municipais que possam criar novas oportunidades de pontes e descanso prolongado.
  • Lembre-se: feriados fora das férias, como o dia 21/04 (leia mais abaixo), podem ser combinados como ponte, estendendo ainda mais o período de descanso.

Três períodos otimizados de férias em 2026

Abaixo, confira uma sugestão de como otimizar as suas férias em 2026.

Período 1 – Carnaval

  • Datas: 18/02 (quarta-feira de Cinzas) a 27/02
  • Dias de férias: 10

Cálculo do descanso total:

  • Fim de semana antes do Carnaval: 14-15/02 (2 dias)
  • Segunda e terça de Carnaval: 16-17/02 (2 dias)
  • Férias: 18-27/02 (10 dias)
  • Finais de semana durante as férias: 21-22 e 28/02 (4 dias)
  • Descanso total: 18 dias consecutivos

Vantagem: maior descanso do início do ano com menor gasto de dias de férias.

Período 2 – Páscoa e Tiradentes (com possibilidade de ponte)

  • Datas: 06/04 (segunda-feira) a 19/04 (domingo)
  • Dias de férias: 14

Cálculo do descanso total:

  • Feriado da Sexta-feira Santa (03/04): antecede o início das férias e pode ser aproveitado junto ao fim de semana (04-05/04), criando uma transição ideal para o período de descanso.
  • Finais de semana durante as férias: 11-12 e 18-19/04 (4 dias)
  • Férias: 06-19/04 (14 dias)
  • Feriado de Tiradentes (21/04, terça-feira): não faz parte das férias, mas pode ser negociado como ponte, estendendo o descanso em mais dois dias (20 e 21/04).

Descanso total:

  • Sem ponte: 17 dias consecutivos (de 03/04 a 19/04).
  • Com ponte negociada: 19 dias consecutivos (de 03/04 a 21/04).

Vantagem: une dois feriados nacionais próximos (Páscoa e Tiradentes) e cria o maior período de descanso do ano com o mesmo gasto de dias de férias. Ideal para viagens mais longas ou descanso prolongado sem ultrapassar o limite legal.

Período 3 – Outubro / Nossa Senhora Aparecida

  • Datas: 13/10 (terça-feira) a 23/10 (sexta-feira)
  • Dias de férias: 11

Cálculo do descanso total:

  • Feriado de Nossa Senhora Aparecida: 12/10 – respeitado, início das férias no dia seguinte
  • Finais de semana durante as férias: 17-18 e 24-25/10 (4 dias)
  • Descanso total: 15 dias consecutivos

Vantagem: bloco estratégico no segundo semestre, garantindo descanso prolongado sem gastar todos os dias restantes.

GP de São Paulo 2025: o que você precisa saber para curtir e acompanhar o Grande Prêmio de Fórmula 1 em Interlagos

9 de Outubro de 2025, 17:27

Prepare-se para sentir a emoção da Fórmula 1 na capital paulista: o GP de São Paulo 2025 ocorrerá de 7 a 9 de novembro no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos. A corrida principal, marcada para o domingo, às 14h (horário de Brasília), promete disputas eletrizantes.

O Grande Prêmio é um dos eventos esportivos mais importantes do país e movimenta bilhões de reais na economia local, além de colocar São Paulo em destaque no calendário global da categoria. A seguir, confira o que você precisa saber para acompanhar o Grande Prêmio de Fórmula 1 em Interlagos.

Ingressos para o GP de São Paulo 2025

As vendas de ingressos estão disponíveis no site oficial. A comercialização iniciou em 10 de novembro de 2024 e oferece opções em diversos setores: arquibancadas, áreas VIP e o Pit Stop Club, entre outros. Os portões de acesso abrirão às 8h e fecharão às 15h. Em edições anteriores, os ingressos se esgotaram rapidamente, principalmente nas áreas com visão privilegiada da largada e dos boxes.

Na data de publicação desta reportagem (9/10), havia apenas ingressos para Fanzone, área que oferece experiências como interação com pilotos, shows musicais, simuladores de corrida, ativações de marcas e praça de alimentação, mas sem acesso às arquibancadas ou à pista principal.

Onde assistir à corrida

O GP de São Paulo 2025 será transmitido ao vivo pela Band, detentora dos direitos da Fórmula 1 no Brasil. O canal também exibe treinos e bastidores no BandSports e em plataformas digitais. A corrida estará disponível ainda no serviço oficial de streaming F1 TV Pro, conforme informações da própria Fórmula 1.

Impacto econômico e turismo em São Paulo

O impacto financeiro do evento é expressivo e comprovado. De acordo com estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), o GP de São Paulo de 2024 movimentou R$ 1,96 bilhão na economia da capital, um aumento de 14,3% em relação a 2023. Deste total, R$ 1,18 bilhão correspondem a impacto direto e R$ 776,3 milhões, a impacto indireto.

A arrecadação total de tributos (federais, estaduais e municipais) foi estimada em R$ 282,4 milhões, segundo o levantamento. O público total registrado nos três dias do evento chegou a 291.717 pessoas, também recorde histórico. Estimativas da Prefeitura de São Paulo indicam que a edição de 2024 chegou a movimentar até R$ 2 bilhões na cidade.

Expectativas para a edição 2025

Com os números positivos de 2024, a expectativa é de que o GP de São Paulo 2025 mantenha o mesmo patamar de impacto econômico. Segundo a São Paulo Turismo (SPTuris), o evento é considerado um dos maiores da América Latina em geração de renda, atraindo milhares de turistas estrangeiros e empregando mais de 20 mil profissionais durante sua realização.

Com o circuito de Interlagos consolidado como um dos mais técnicos e emocionantes da Fórmula 1, a edição de 2025 promete repetir a combinação de movimento econômico, visibilidade internacional e forte presença de público que transformaram o GP paulista em um marco anual para o país.

GP de São Paulo 2025: perguntas frequentes

A seguir, confira informações essenciais para curtir o GP de São Paulo 2025.

1 – Quais são as datas para o GP de São Paulo 2025?

O evento ocorrerá nos dias 7, 8 e 9 de novembro de 2025, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A corrida principal está marcada para o domingo, 9 de novembro, às 14h (horário de Brasília).

2 – Onde posso comprar ingressos para o GP de São Paulo 2025?

Os ingressos estão disponíveis no site oficial f1saopaulo.com.br. A venda iniciou em 10 de novembro de 2024.

3 – Como posso chegar ao Autódromo de Interlagos?

O acesso ao autódromo pode ser feito por transporte público, utilizando a CPTM (Linha 9 – Esmeralda) até a estação Autódromo ou por aplicativos de transporte. Recomenda-se o uso de transporte público devido ao intenso tráfego na região durante o evento.

4 – Onde posso assistir à corrida?

O GP de São Paulo 2025 será transmitido ao vivo pela Band, com cobertura também no BandSports e em plataformas digitais. A corrida estará disponível ainda no serviço oficial de streaming F1 TV Pro.

5 – Qual é o impacto econômico do evento para São Paulo?

O GP de São Paulo de 2024 teria gerado um impacto econômico de R$ 1,96 bilhão, com arrecadação de tributos estimada em R$ 282,4 milhões e público de 291.717 pessoas nos três dias do evento. Estima-se que a edição de 2024 tenha movimentado até R$ 2 bilhões na economia da cidade.

Serviço GP de São Paulo 2025 – Grande Prêmio de Fórmula 1

  • Quando: 7, 8 e 9 de novembro de 2025
  • Onde: Autódromo José Carlos Pace – Interlagos, São Paulo
  • Site oficial: f1saopaulo.com.br
  • Ingressos: eventim.com.br/f1saopaulo
  • Transmissão: Band, BandSports, F1 TV Pro
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