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Google é alvo de críticas após mudança no reCaptcha

11 de Maio de 2026, 11:55
Ilustração com a interface do Google Chrome
Desenvolvedores criticam novo sistema de verificação do Google (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google alterou o sistema de verificação reCaptcha para exigir a leitura de QR Codes.
  • A mudança, no entanto, estaria dificultando o acesso de usuários com dispositivos Android sem serviços do Google instalados.
  • Segundo a big tech, a nova medida tenta conter robôs e agentes de IA na web.

No fim de abril, o Google anunciou uma mudança no reCaptcha: o sistema de verificação passou a exibir QR Codes para confirmar se o usuário é humano. A alteração, porém, vem sendo criticada por desenvolvedores de sistemas Android sem serviços do Google, como GrapheneOS e CalyxOS, que afirmam que o novo método dificulta o acesso a milhões de sites sem a instalação do Google Play Services.

Segundo o Google, a mudança faz parte de uma tentativa de conter robôs e agentes de IA na web, exigindo que o usuário leia um QR Code com o celular. O problema é que, na prática, o novo método estaria bloqueando o acesso de pessoas que optaram por remover ferramentas do Google de seus dispositivos. Vale lembrar que o Android é um sistema com código aberto.

Desenvolvedores criticam a mudança

Imagem mostra o novo ReCaptcha exigindo a verificação por QR Code
Ferramenta agora pode exigir a leitura de um QR Code (imagem: reprodução/Google)

A mudança gerou repúdio em parte da comunidade. A equipe de desenvolvimento do GrapheneOS declarou que a exigência é uma manobra anticompetitiva. Os desenvolvedores apontam que o modelo apenas trava os usuários em um duopólio móvel, forçando o uso de APIs da Apple ou do Google, o que afeta até mesmo o acesso a serviços bancários e governamentais na União Europeia.

No mesmo sentido, a publicação International Cyber Digest apontou que o Google passou a tratar a privacidade de dados como “comportamento suspeito por padrão”.

O CEO e cofundador do navegador Brave, Brendan Eich, reforçou as críticas. Ele defendeu que os serviços na web não deveriam proibir o uso de hardware e sistemas operacionais independentes.

Money shot: “Services shouldn't ban people from using arbitrary hardware and operating systems in the first place. Google's security excuse is clearly bogus when they permit devices with no patches for 10 years… It's for enforcing their monopolies via GMS licensing, that's all.” https://t.co/Eg16JoWb4L

— BrendanEich (@BrendanEich) May 10, 2026

O que muda na verificação por QR Code?

Quando o sistema detecta uma atividade de navegação suspeita, em vez de exibir os tradicionais quebra-cabeças visuais — como pedir para o usuário identificar fotos de motos ou faixas de pedestres —, a ferramenta passa a mostrar um QR Code na tela.

O usuário precisa, então, escanear esse código com a câmera do smartphone para comprovar sua “identidade humana”.

A alteração faz parte do pacote Google Cloud Fraud Defense, apresentado durante o evento Cloud Next. A evolução chega especialmente para tentar identificar, classificar e barrar agentes autônomos de IA suspeitos na web, contando com recursos como o Web Bot Auth (que verifica se um bot é legítimo) e o SPIFEE (que fornece identidade para autenticação).

Arte mostra a cabeça do mascote do Android, um robô verde, em um fundo verde-escuro. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
Mudança exige versão 25.41.30 ou superior do Google Play Services (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O obstáculo são os requisitos técnicos. Documentações de suporte da empresa deixam claro que, para concluir a leitura do código no Android, o aparelho precisa estar rodando a versão 25.41.30 ou superior do Google Play Services. Dispositivos da Apple também estão inclusos na exigência, necessitando o iOS 15 ou mais recente.

Vale mencionar que a base para essa exigência não é tão nova assim. Buscas no Internet Archive e discussões no Reddit revelam que a página de suporte já listava a exigência do Google Play Services de forma oculta desde outubro de 2025, rodando silenciosamente em segundo plano antes que a mudança fosse oficialmente anunciada.

Proposta já foi descartada antes

A polêmica atual relembrou uma tentativa semelhante em 2023. Na época, o Google propôs uma tecnologia que daria aos sites o poder de decidir quais dispositivos eram “suficientemente reais” para acessar a web. A proposta também enfrentou forte resistência, sendo abandonada pela empresa.

Especialistas apontam que, três anos depois, a mesma ideia retornou e pode complicar a vida de quem escolhe não utilizar os serviços do Google, bloqueando o tráfego legítimo em milhões de sites.

Google é alvo de críticas após mudança no reCaptcha

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ferramenta do Google permite que devs testem apps em celulares de forma remota (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Agente de IA da Meta causa falha interna de segurança

19 de Março de 2026, 14:25
Meta registrou incidente de segurança com agente de IA (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Um agente de IA da Meta expôs dados corporativos e de usuários sem autorização após acessar sistemas internos por cerca de duas horas.
  • A falha ocorreu quando um engenheiro usou o agente de IA para responder a uma dúvida técnica, resultando em acesso involuntário a dados sensíveis.
  • Segundo o The Information, a Meta classificou o incidente como “Sev 1”, um dos níveis mais altos de criticidade.

Um agente de inteligência artificial da Meta expôs dados corporativos e de usuários sem autorização. O caso ocorreu após uma interação comum em um fórum interno da empresa, mas evoluiu para uma falha de segurança considerada grave.

De acordo com um relatório interno, obtido pelo site The Information, um funcionário publicou uma dúvida técnica na plataforma da companhia. Outro engenheiro, ao tentar ajudar, recorreu a um agente de IA para analisar o problema. O sistema, no entanto, respondeu diretamente ao tópico sem que houvesse solicitação explícita para publicar a resposta, desencadeando vários outros problemas.

Como o erro levou à falha de segurança?

Além de agir sem autorização, o agente forneceu orientações inadequadas. O funcionário que havia feito a pergunta seguiu as recomendações recebidas e liberou, de forma involuntária, o acesso a dados sensíveis da empresa e de usuários para outros engenheiros que não tinham permissão para visualizá-los.

A exposição durou cerca de duas horas. Internamente, a Meta classificou o episódio como “Sev 1”, um dos níveis mais altos de criticidade em seu sistema de avaliação de incidentes de segurança.

Um porta-voz da Meta disse ao The Information que “nenhum dado de usuário foi manipulado indevidamente”. Ainda assim, o relatório aponta que outros fatores não detalhados também contribuíram para a falha. Não há evidências de que os dados tenham sido utilizados de forma indevida ou divulgados durante o período em que o acesso ficou aberto.

Situações semelhantes já haviam sido registradas dentro da própria Meta: recentemente, a diretora de segurança e alinhamento da divisão de superinteligência da empresa, Summer Yue, relatou que um agente experimental apagou toda a sua caixa de entrada de emails.

Vale lembrar que a Amazon Web Services (AWS) também enfrentou uma interrupção de aproximadamente 13 horas neste ano, envolvendo sua ferramenta de codificação baseada em IA. Além disso, a Moltbook, rede social voltada à comunicação entre agentes adquirida pela Meta, já apresentou uma vulnerabilidade que expôs informações de usuários.

Agente de IA da Meta causa falha interna de segurança

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motorola terá suporte a Android sem Google, com foco em privacidade

2 de Março de 2026, 17:10
Motorola (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Motorola diz que GrapheneOS chega para complementar suas soluções de tecnologia (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Motorola anunciou parceria com a GrapheneOS Foundation para desenvolver smartphones compatíveis com o GrapheneOS, um sistema Android sem Google.
  • O GrapheneOS é um sistema operacional de código aberto, sem aplicativos e serviços do Google, oferecendo opções de segurança como revogação de acesso à rede e controle de sensores.
  • Atualmente, o GrapheneOS é compatível apenas com 20 modelos da linha Pixel, mas a parceria com a Motorola visa expandir essa compatibilidade para futuros dispositivos da marca.

A Motorola confirmou uma parceria com a GrapheneOS Foundation, que desenvolve uma versão do Android sem componentes do Google e focada em privacidade. De acordo com a fabricante, futuros aparelhos da marca poderão ser compatíveis com o sistema.

O anúncio foi feito neste domingo (01/03), no Mobile World Congress 2026, realizado em Barcelona (Espanha).

Como será a parceria da Motorola com o GrapheneOS?

De acordo com o comunicado divulgado, a Motorola e a GrapheneOS Foundation vão trabalhar juntas para “fortalecer a segurança dos smartphones e colaborar em futuros aparelhos projetados para serem compatíveis com o GrapheneOS”. Além disso, a companhia diz que novas ferramentas de segurança devem ser apresentadas em breve, assim como pesquisas e melhorias de software.

No X, a conta oficial do sistema disse que a parceria permitirá levar o sistema alternativo a um “subconjunto” de dispositivos da Motorola por meio de uma instalação direta. A fundação ainda afirmou ter esperança de que futuros aparelhos da marca venham com o GrapheneOS já instalado.

Atualmente, o GrapheneOS só está disponível para 20 modelos da linha Pixel que ainda não atingiram o fim do ciclo de vida.

O que é o GrapheneOS?

O GrapheneOS é um sistema operacional livre e de código aberto, desenvolvido usando o Android Open Source Project como base. Seu principal diferencial é vir sem os aplicativos do Google, como Gmail, Drive e Fotos, além de não contar com elementos que funcionam na base do Android “padrão”, como os Google Play Services.

Celular exibe a tela do Google Play Services na Google Play Store
Google Play Services funciona como base para muitos recursos do Android do Google (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Apesar disso, usuários do sistema ainda têm a opção de instalar uma versão dos Google Play Services em uma sandbox, solução que o “separa” do resto do sistema, limitando acesso a dados e recursos.

Entre outras soluções de segurança e privacidade, o GrapheneOS conta com a possibilidade de revogar o acesso à rede para qualquer aplicativo, além de ter controle individual de cada sensor do aparelho para cada app. Ainda nessa lista, o sistema oferece reinicialização automática, opção para desabilitar o USB-C e uma senha alternativa para tela de bloqueio — que, na verdade, apaga por completo todos os dados do smartphone.

Com informações do 9to5Google

Motorola terá suporte a Android sem Google, com foco em privacidade

Motorola (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Veja algumas soluções para os problemas com o Google Play Services (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Samsung Ballie jamais verá a luz do dia

9 de Janeiro de 2026, 07:33
Samsung Ballie
O robô Ballie não será vendido ao público (imagem: divulgação/Samsung)
Resumo
  • Samsung decidiu não lançar o robô doméstico Ballie, mantendo-o apenas como plataforma interna de testes e desenvolvimento.
  • O Ballie foi apresentado na CES 2020 como um robô doméstico avançado, com recursos de interação e controle de dispositivos de casa inteligente.
  • A decisão de não lançar o Ballie comercialmente pode ter sido influenciada por custos elevados e apetite limitado do público por robôs domésticos.

Durante anos, a Samsung alimentou a expectativa de que o Ballie, seu robô doméstico em formato de esfera, finalmente chegaria às lojas. O dispositivo foi exibido em diversas edições da CES, ganhou redesign, novas funções e até uma janela oficial de lançamento. Agora, porém, a empresa confirmou que o produto não será lançado para o público consumidor.

Segundo a agência Bloomberg, a Samsung decidiu “engavetar indefinidamente” o Ballie como produto comercial. Em vez disso, o robô continuará existindo apenas como uma plataforma interna de testes e desenvolvimento. A decisão vem após o prazo prometido para o lançamento — o verão de 2025 no Hemisfério Norte — ter passado sem qualquer novidade concreta sobre vendas.

O que era o Ballie e por que ele chamava atenção

O Ballie foi apresentado pela primeira vez na CES 2020 como um robô doméstico capaz de interagir com usuários e controlar dispositivos de casa inteligente. Na época, ele era descrito como um dos conceitos mais avançados exibidos pela Samsung, com recursos como reconhecimento facial, acompanhamento do dono e integração com eletrodomésticos conectados.

Ao longo dos anos, o projeto evoluiu. Na CES 2024, o Ballie reapareceu maior, com formato mais arredondado, um anel de luz e até a função de projetor portátil. A Samsung demonstrou o robô exibindo imagens, enviando informações para smartphones e interagindo com outros dispositivos do ecossistema da marca. Já na CES 2025, a empresa reforçou que o lançamento aconteceria ainda naquele ano, com suporte a interações conversacionais baseadas no Google Gemini.

Em um comunicado oficial divulgado anteriormente, a Samsung chegou a afirmar: “Disponível para os consumidores neste verão, o Ballie será capaz de interagir de forma natural e conversacional para ajudar os usuários a gerenciar ambientes domésticos, incluindo ajustar a iluminação, receber pessoas na porta, personalizar horários, definir lembretes e muito mais”.

Por que a Samsung voltou atrás no lançamento?

Imagem mostra a palavra "SAMSUNG" sendo exibida no centro, em letras brancas e maiúsculas. O fundo, em tom azul escuro, mostra elementos desfocados que sugerem um ambiente de escritório. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Samsung confirmou que o robô Ballie não será lançado para o público consumidor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Agora a empresa mudou o discurso. De acordo com a Samsung, o Ballie seguirá como uma “plataforma ativa de inovação”. Em declaração à Bloomberg, a companhia afirmou: “Após vários anos de testes em situações reais, essa tecnologia continua a orientar a forma como a Samsung desenvolve experiências espaciais e contextuais, principalmente em áreas como inteligência para casas inteligentes, IA ambiental e privacidade desde a concepção”.

Embora ainda exista um site para cadastro de interessados, a decisão indica cautela. Custos elevados, dúvidas sobre confiabilidade no uso diário e o apetite limitado do público por robôs domésticos podem ter pesado na escolha. Em um momento em que empresas de tecnologia revisam apostas em IA, assistentes virtuais e dispositivos experimentais, a Samsung parece ter optado por reaproveitar as ideias do Ballie em outros produtos, deixando o robô, por ora, fora das prateleiras.

O Samsung Ballie jamais verá a luz do dia

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Após anos de demonstrações e promessas, gigante sul-coreana decide não levar o robô doméstico ao mercado.

Samsung (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Estes são os robôs mais curiosos da CES 2026

8 de Janeiro de 2026, 17:19
Plano detalhado de um robô humanoide branco e cinza, identificado com a inscrição "onero" no torso. A cabeça é arredondada, com olhos grandes e expressivos e um sensor horizontal na testa. O robô segura um prato de comida em primeiro plano, contendo uma torrada, ovo cozido, brócolis e tomates cereja. O cenário de fundo é uma cozinha moderna e clara, com armários brancos e um fogão, mantendo o foco principal na face e na ação do robô.
Onero H1 pode realizar tarefas domésticas (imagem: divulgação)
Resumo
  • A feira apresentou desde invenções práticas que chegam ao mercado em breve até conceitos sofisticados voltados para o futuro.

  • Dispositivos como o aspirador que sobe escadas Saros Rover e o robô doméstico Onero H1 já possuem previsão de lançamento.

  • Protótipos humanoides como o LG CLOiD e o Vinmotion Motion 2 funcionam apenas como demonstrações tecnológicas, sem data de estreia.

Maior feira de eletrônicos do mundo, a CES sempre conta com invenções dos mais variados tipos, de lançamentos de produtos a demonstrações conceituais. Isso também vale para os robôs apresentados na feira.

Na edição de 2026, vimos algumas ideias simples, mas engenhosas, que devem estar à venda em breve, e também criações complexas e sofisticadas que não devem sair dos palcos tão cedo.

Roborock Saros Rover

Robô aspirador de design futurista em tons de preto e cinza, posicionado de perfil contra um fundo escuro. O dispositivo possui um corpo principal robusto com a inscrição "roborock" e um braço mecânico articulado estendido para baixo, terminado em uma roda larga com detalhes em laranja. Na lateral, lê-se "Legged Locomotion System". A iluminação destaca as superfícies metálicas e foscas, criando um efeito de profundidade sobre a base cinza onde o robô se apoia.
Graças às pernas articuladas, o Saros Rover consegue limpar escadas (imagem: divulgação)

Começando pelos robôs que estão mais perto de chegar às nossas casas, temos o Roborock Saros Rover. Ele é um aspirador-robô com algo a mais: duas pernas articuladas, parecidas com as de um sapo.

Graças a elas, o Saros Rover consegue subir degraus e limpar escadas inteiras. Além dessa grande vantagem, o aspirador passa a ser capaz de dar pequenos saltos e mudar rapidamente de direção.

Vex

Ainda entre os robôs que estão mais próximos de chegar às lojas, temos o Vex, uma pequena esfera com duas câmeras criada pela empresa recém-fundada FrontierX.

A tarefa do Vex é seguir seu animal de estimação pela casa e gravar o que ele fez durante o dia. Caso você tenha mais de um cachorro ou gato, o robô é capaz de saber quem é quem, graças a um sistema de reconhecimento visual.

O resultado é um vídeo diário já editado, criando “narrativas tocantes e histórias compartilháveis”. Isso é legal, mas tenho certeza de que quem tem um pet em casa está mais interessado em saber se o bicho comeu alguma coisa que não deveria enquanto esteve sozinho.

RheoFit A1

Este é um robô massagista: basta você se deitar sobre o aparelho que ele se encarrega do trabalho de rolar dos pés à cabeça, massageando as costas.

O RheoFit A1 não chega a ser uma novidade, já que a campanha para financiá-lo no Kickstarter aconteceu em 2025. Mesmo assim, ele continua sendo interessante (e, aparentemente, muito prazeroso).

LG CLOiD

Robô doméstico da LG, de cor branca, posicionado atrás de uma bancada em uma lavanderia. O robô tem braços articulados com mãos pretas, segurando uma toalha cinza dobrada. No peito, há o logotipo "LG". Sua cabeça é um visor oval preto exibindo olhos digitais em formato de semicírculos brancos. Ao fundo, aparecem duas máquinas de lavar frontais e uma luminária de design moderno à direita. Uma pilha de toalhas cinzas está sobre a bancada à esquerda.
CLOiD foi criado seguindo a filosofia Zero Labor da LG (imagem: divulgação)

Agora é a hora dos robôs mais futuristas, com formato humanoide e ideias mais próximas da ficção científica. Um deles é o CLOiD, da LG, que tem foco em tarefas domésticas.

O CLOiD tem braços, mãos e dedos articulados. Nas demonstrações feitas pela empresa sul-coreana, ele tirou roupas da máquina, dobrou as peças, pegou itens na geladeira e colocou comida no forno.

Assim como muitos outros robôs que foram apresentados na CES ao longo dos anos, não existe previsão de lançamento — ele deve ficar mesmo apenas como um conceito da marca.

Switchbot Onero H1

Robô humanoide branco e cinza, de estatura média, em uma sala de estar iluminada. O robô, que tem o nome "onero" no peito, possui uma cabeça arredondada com grandes olhos azuis digitais. Ele segura uma peça de roupa escura com sua mão robótica direita. Ao fundo, vê-se uma cortina clara, um quadro na parede e um armário com objetos decorativos. A composição é um plano médio que destaca a interação do robô com o ambiente doméstico.
Robô da Switchbot tem rodas na base e conta com braços articulados (imagem: divulgação)

Outro robô humanoide apresentado na CES 2026 foi o Onero H1, da companhia chinesa Switchbot, fabricante de aspiradores e aparelhos de casa inteligente.

O Onero H1 tem base de aspirador-robô, mas sobre ela, um tronco, uma cabeça e dois braços articulados. Ele é capaz de pegar roupas, levá-las até a lavanderia, abrir a porta da máquina, colocar as peças dentro e fechar a porta.

Segundo a empresa, o Onero H1 estará disponível para compra ainda em 2026, com preço abaixo de US$ 10 mil (aproximadamente R$ 54 mil, em conversão direta).

Vinmotion Motion 2

A CES também é uma ótima oportunidade para empresas de tecnologia mostrarem que são capazes de desenvolver componentes para dar superpoderes a robôs.

Foi o caso da Qualcomm. A companhia anunciou a plataforma para robótica Dragonwing IQ10, que une chips, software e inteligência artificial. Além disso, usando a versão anterior (IQ9), ela desenvolveu o Motion 2 em parceria com a empresa vietnamita Vinmotion.

O Motion 2 é um robô humanoide de uso geral. No vídeo de demonstração, ele soca um pedaço de madeira, pega um ursinho de pelúcia caído no chão e faz alongamentos nas costas. Ele lembra o Atlas, que ficou famoso por exibir agilidade e destreza surpreendentes para uma máquina.

Por falar nele, a Boston Dynamics, sua criadora, anunciou uma parceria com o Google para usar IA nas máquinas. O acordo é também um reencontro, já que a Boston Dynamics fez parte da Alphabet até 2017.

Estes são os robôs mais curiosos da CES 2026

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Feira tem robô para dobrar roupa, aspirador com pernas e big brother de cachorro, mas nem todos estarão nas lojas em breve

Onero H1 pode realizar tarefas domésticas (imagem: divulgação)

Graças às pernas articuladas, o Saros Rover consegue limpar escadas (imagem: divulgação)

CLOiD foi criado seguindo a filosofia Zero Labor da LG (imagem: divulgação)

Robô da Switchbot tem rodas na base e conta com braços articulados (imagem: divulgação)

Notebooks mais fáceis de consertar voltam ao radar da indústria

7 de Janeiro de 2026, 18:22
Imagem mostra um notebook Lenovo Thinkpad desmontado em módulos
Design modular ganha força na CES 2026 (imagem: reprodução/Lenovo)
Resumo
  • Dell, HP e Lenovo apresentaram na CES 2026 notebooks que facilitam o reparo, reforçando uma tendência de maior modularidade.
  • Acer e Asus também adotam abordagens de design que facilitam reparos e manutenção.
  • Apple, por outro lado, segue o caminho do hardware integrado e espessura reduzida.

Durante a CES 2026, em Las Vegas, as principais fabricantes de PCs reforçaram uma tendência de mudança no desenvolvimento dos computadores: mais modularidade. Dell, HP e Lenovo apresentaram notebooks que facilitam a manutenção, atendendo uma demanda de consumidores por equipamentos que permitam trocar componentes para aumentar a vida útil.

Esse movimento marca uma virada na filosofia de design que dominou a indústria na última década. Em vez de peças soldadas e chassis colados, os novos modelos utilizam estruturas que permitem acesso rápido a teclados, baterias, módulos de memória e armazenamento.

Mais modularidade em 2026

Notebook fino visto de perfil, parcialmente aberto, apoiado sobre a palma de uma mão. O equipamento tem acabamento escuro e mostra a espessura reduzida da base e da tela. Na lateral, é possível ver portas de conexão. O fundo é liso, em tom azul-claro, destacando o design leve e minimalista do computador.
XPS 14 e 16 têm espessura de 13,4 mm (imagem: divulgação)

A Lenovo aproveitou o evento para introduzir o design modular Space Frame na linha ThinkPad X1 Carbon Gen 14 Aura Edition. Embora mantenha o visual característico da marca, a nova estrutura interna foi projetada para simplificar reparos e atualizações.

A Dell ressuscitou a linha XPS e revelou o XPS 14 e o XPS 16, com atualizações que seguem a mesma lógica, facilitando a troca de componentes que sofrem desgaste natural, como teclado e bateria, sem a necessidade de procedimentos complexos. A HP anunciou medidas na mesma linha.

Na CES, o vice-presidente e COO da Dell, Jeff Clarke, também admitiu que a IA não é um critério relevante para os consumidores na hora da compra. O posicionamento destoa da maioria das fabricantes de PCs hoje.

Essa tendência de modularidade é apoiada também pela Intel, que propôs recentemente uma nova arquitetura que divide a placa-mãe em módulos. O objetivo é permitir que usuários troquem apenas o módulo do processador ou de conectividade, reaproveitando o restante do chassi e periféricos.

Fabricantes como Acer e Asus também demonstram movimentos nesse sentido, mas com focos distintos. A Acer mantém a linha Vero, construída com plásticos reciclados e projetada para ser facilmente desmontada para reciclagem ou reparo.

Já a Asus, que investe fortemente em ultraportáteis com a linha Zenbook, tem implementado melhorias na acessibilidade interna, reduzindo o uso de adesivos em favor de parafusos convencionais e facilitando a abertura do chassi.

Apple segue caminho oposto

MacBook Pro com chip Apple M1 Max sobre uma mesa de madeira
MacBook Pro com chip Apple M1 Max (foto: Darlan Helder/Tecnoblog)

A Apple vai por outro caminho e prefere manter sua estratégia de hardware integrado e espessura reduzida. A transição para os chips Apple Silicon (M1, M2 e sucessores), por exemplo, marcou o fim da RAM e do armazenamento expansíveis, componentes agora incorporados diretamente ao processador ou soldados à placa lógica.

Rumores indicam que o MacBook Pro de 2026 será ainda mais fino que os modelos atuais, possivelmente adotando telas OLED para economizar espaço interno, segundo o 9to5Mac. No passado, a busca incessante pela finura resultou em falhas de design, como o “teclado borboleta” de 2016, que se provou pouco confiável e de difícil substituição.

Para a empresa, a integração total permite um controle mais rígido sobre desempenho e design, mas o custo é a perda de autonomia do usuário. O reparo de um MacBook costuma exigir assistência técnica especializada e, em muitos casos, a troca de toda a placa-mãe, elevando drasticamente o custo do serviço.

Reparabilidade é importante para o consumidor brasileiro

Para o consumidor local, a possibilidade de investir em equipamentos que permitem atualizações e reparos mais acessíveis representa uma escolha lógica diante da realidade econômica.

Com a previsão de que notebooks e celulares fiquem até 20% mais caros em 2026, devido ao encarecimento global de semicondutores, o comprador brasileiro tende a priorizar o conserto em vez da substituição total do produto.

Além do fator econômico, há uma questão ambiental. Dados do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) e da ONU indicam que o Brasil é o maior produtor de lixo eletrônico da América Latina, gerando mais de 2 milhões de toneladas anualmente. A facilidade de reparo ajuda a frear o descarte irregular.

Notebooks mais fáceis de consertar voltam ao radar da indústria

Design modular ganha força na CES 2026 (imagem: reprodução/Lenovo)

XPS 14 e 16 têm espessura de 13,4 mm (imagem: divulgação)

MacBook Pro com chip Apple M1 Max (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple

7 de Janeiro de 2026, 09:41
Captura em close-up de um protótipo de dispositivo com a nova tecnologia da Samsung. O aparelho dobrável, encaixado em um painel branco, não apresenta marca de dobradiça.
Tela exibida em Las Vegas não tem vinco aparente (imagem: reprodução/Samsung Display)
Resumo
  • A Samsung apresentou um painel OLED dobrável sem vinco visível na CES 2026, reacendendo rumores sobre o iPhone Fold.
  • O painel, chamado “Advanced Creaseless Display”, não tem cronograma definido para comercialização e não foi associado a um produto específico.
  • Rumores indicam que a Samsung Display pode fornecer telas para o iPhone Fold, mas não há confirmação oficial da Apple.

A divisão de telas da Samsung exibiu um novo painel OLED dobrável sem vinco visível, apresentado como um conceito de pesquisa. O display chamou atenção por eliminar a marca central que ainda caracteriza os celulares dobráveis atuais.

O conceito foi apresentado na feira CES 2026, realizada nos Estados Unidos. Ele deve ser aplicado nos próximos smartphones da linha Fold e Flip da sul-coreana. Embora a Samsung não tenha associado o painel a nenhum produto específico, o protótipo reacendeu especulações sobre o aguardado iPhone Fold. A característica seria um dos principais requisitos da Apple para o lançamento do aparelho.

Segundo a própria Samsung Display, o painel é um conceito sem cronograma definido para comercialização. A empresa afirmou ao The Verge que não há, até o momento, um plano fechado para levar a tecnologia ao mercado.

À esquerda, Galaxy Z Fold 7. À direita, um protótipo com a nova tecnologia de tela dobrável sem apresentar vinco.
Galaxy Z Fold 7, à esquerda, e protótipo de tela dobrável sem vinco, à direita (imagem: reprodução/Samsung Display)

O que a Samsung mostrou?

Segundo relatos da imprensa estrangeira, a diferença visual entre o novo painel e as tecnologias atuais é nítida. Segundo o portal 9to5Mac, o formato exibido é compatível com descrições anteriores atribuídas ao suposto iPhone Fold, incluindo proporção de tela e ausência de vinco perceptível.

Exposto lado a lado com o Galaxy Z Fold 7, o protótipo — identificado como “Advanced Creaseless Display” (Tela Avançada Sem Vinco) — apresenta uma superfície uniforme, sem distorção na área da dobradiça, mesmo sob iluminação direta.

iPhone Fold ainda é especulação

A hipótese de a Samsung Display ser fornecedora das telas do dobrável da Apple ganhou força em setembro, quando o presidente Lee Cheong afirmou que a companhia se preparava para produzir painéis OLED dobráveis para “um cliente norte-americano”.

Na ocasião, a Samsung não citou a Apple, mas a informação foi associada ao iPhone Fold por veículos da imprensa sul-coreana.

Não há confirmação oficial de que o display mostrado será usado pela Apple. O painel foi retirado do espaço de exposição ainda no primeiro dia da feira.

Could this be the Display of the Samsung Galaxy Z Fold 8? 👀 pic.twitter.com/I6PLcv0azV

— SamMobile – Samsung news! (@SamMobiles) January 6, 2026

Outros detalhes do possível dobrável da Apple

Além da tela, outras características do iPhone Fold seguem no campo das especulações. Vazamentos anteriores indicaram que a Apple estaria testando baterias com capacidade entre 5.400 mAh e 5.800 mAh, acima da média atual dos dobráveis no mercado.

Esses dados, no entanto, não foram confirmados pela empresa e não aparecem em nenhum material divulgado pela gigante de Cupertino. Também não há informações oficiais sobre design final, dimensões ou funcionalidades específicas do aparelho.

De acordo com rumores recorrentes na indústria, o iPhone Fold deve ser lançado em setembro do ano que vem, junto com o iPhone 18 Pro. Até lá, a Apple mantém silêncio sobre o projeto.

iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple

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Samsung apresentou um painel dobrável que elimina a marca central característica dos modelos atuais.

(imagem: reprodução/Samsung Display)

Motorola anuncia Razr Fold, com tela de 8,1″ e suporte a stylus

7 de Janeiro de 2026, 08:39
Cena de estilo de vida mostrando uma mulher jovem sentada à mesa de um café ao ar livre. Ela utiliza uma caneta stylus para escrever ou desenhar na tela interna do seu Motorola Razr Fold branco, que está parcialmente dobrado. O dispositivo exibe um módulo de câmera quádrupla proeminente na parte traseira. Sobre a mesa, há um pequeno vaso com flores e um estojo cilíndrico de tecido para a caneta.
Lenovo anuncia Motorola Razr Fold (imagem: divulgação/Motorola)
Resumo
  • A Motorola anunciou o Razr Fold, um smartphone dobrável com tela externa de 6,6 polegadas e tela interna de 8,1 polegadas, compatível com a caneta stylus Moto Pen Ultra, durante a CES 2026.
  • O Razr Fold possui um conjunto de câmeras com três sensores traseiros de 50 MP e câmeras frontais de 32 MP e 20 MP, além de suporte a Dolby Vision.
  • O smartphone utiliza a plataforma de inteligência artificial Qira para integração com dispositivos Lenovo, mas ainda não tem data de lançamento no Brasil.

O Fold da Samsung ganhou um concorrente: a Motorola apresentou nesta terça-feira (6) o Motorola Razr Fold, novo smartphone que se abre como se fosse um livro. O aparelho passa a incorporar recursos voltados à produtividade e à integração com outros dispositivos do ecossistema da Lenovo e Motorola. O anúncio ocorreu durante a feira CES 2026, que ocorre nos Las Vegas, nos EUA.

Entre as principais novidades estão a compatibilidade com caneta stylus, uma tela externa maior e a adoção da plataforma de inteligência artificial Qira, responsável por integrar o smartphone a dispositivos da fabricante.

Tela com suporte à caneta stylus

Quando fechado, o aparelho apresenta uma tela externa de 6,6 polegadas, enquanto a tela interna (quando aberto) tem 8,1 polegadas, com resolução 2K e tecnologia LTPO. Ela é, portanto, ligeiramente maior que a do rival Z Fold 7, com 8,0 polegadas. O painel oferece uma área maior para multitarefa, leitura, edição de documentos e consumo de mídia, com interfaces adaptáveis ao tamanho da tela.

O Razr Fold é compatível com a caneta stylus Moto Pen Ultra. Ela permite anotações, edição de arquivos e navegação pela interface. No evento, a empresa também demonstrou a criação de imagens com IA através de rascunhos desenhados à mão.

Segundo a Motorola, o sistema traz layouts flexíveis e adapta automaticamente os aplicativos ao uso com caneta e ao modo multitarefa, com várias janelas abertas no Android e divisão de tela.

Captura de tela detalhando as capacidades criativas do Motorola Razr Fold durante a apresentação no Sphere. A tela gigante exibe a interface do smartphone dobrável totalmente aberta, onde uma caneta stylus digital desenha o esboço de um gato. O fundo é composto por centenas de telas menores repetindo o logotipo e elementos visuais da Motorola, criando um efeito de túnel tecnológico imersivo.
Motorola Razr Fold possui suporte à caneta stylus (imagem: reprodução/Lenovo)

Quais são as câmeras do Razr Fold?

O conjunto de câmeras do Razr Fold é composto por três sensores traseiros de 50 MP cada, incluindo lente principal, ultrawide com função macro e uma teleobjetiva periscópica com zoom óptico de 3x.

Na parte frontal, o aparelho conta com uma câmera externa de 32 MP, utilizada para selfies e vídeos com o telefone fechado, além de uma câmera interna de 20 MP para chamadas de vídeo quando o dispositivo está aberto. O sistema de câmeras utiliza sensores Sony LYTIA e tem suporte a Dolby Vision.

Foco em IA

Captura de tela da transmissão ao vivo do evento Lenovo Tech World na CES 2026, realizado no Sphere em Las Vegas. A imagem mostra a imensa tela interna do Sphere projetando o novo smartphone dobrável Motorola Razr Fold flutuando em um céu azul digital. O texto estilizado "RAZR FOLD" aparece em destaque abaixo do dispositivo, enquanto a plateia lotada observa a apresentação monumental.
Novas linhas de produtos da Lenovo têm grande foco em IA (imagem: reprodução/Lenovo)

A Motorola não detalhou qual processador equipa o Razr Fold nem as especificações de memória. Por outro lado, reforçando o foco do evento em inteligência artificial, confirmou que o modelo utiliza a plataforma Qira — sistema de inteligência artificial desenvolvido para atuar na gestão de desempenho, consumo de energia e integração entre dispositivos.

De acordo com a fabricante, o Qira permite a comunicação entre o smartphone e outros produtos da Lenovo, como notebooks e tablets, facilitando tarefas como transferência de arquivos, continuidade de atividades e controle entre telas.

Novos acessórios e linha premium

Composição publicitária exibindo o novo ecossistema de produtos da Motorola flutuando sobre um fundo neutro. Estão presentes: o smartphone dobrável Razr Fold em branco, um smartphone Motorola Edge na cor verde oliva texturizada, um relógio inteligente com pulseira metálica, uma caixa de som inteligente cilíndrica revestida de tecido, a caneta stylus e um rastreador inteligente (tag) circular. A imagem destaca a integração estética e tecnológica da marca.
Lenovo apresentou próximas novidades da Motorola (imagem: divulgação/Motorola)

A Lenovo também anunciou uma edição limitada do produto chamada de Razr FIFA World Cup 26 Edition, com personalizações voltadas ao futebol. Ela será vendida apenas nos Estados Unidos. Além disso, a empresa revelou a criação da linha Motorola Signature, com foco em materiais diferenciados e design exclusivo.

A empresa também atualizou sua franquia de periféricos Moto Things, introduzindo produtos desenvolvidos em colaboração com marcas de áudio e saúde:

  • Moto Sound Flow: Um alto-falante que incorpora tecnologia da Bose.
  • Moto Watch: Um novo relógio inteligente criado em parceria com a Polar, integrando soluções de rastreamento de bem-estar.
  • Moto Tag 2: A segunda geração do rastreador Bluetooth da marca.

Até o momento, a Lenovo não informou quando os dispositivos chegam ao mercado brasileiro nem quais serão os preços, mas prevê o lançamento na América Latina para as próximas semanas.

Vídeo: conheça o rival Fold 7

Motorola anuncia Razr Fold, com tela de 8,1″ e suporte a stylus

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Empresa apresentou novo smartphone dobrável durante a CES 2026, com foco em produtividade e integração com IA. Novos lançamentos não têm data para chegar ao Brasil.

(imagem: reprodução/Motorola)

(imagem: reprodução/Lenovo)

(imagem: reprodução/Lenovo)

(imagem: divulgação/Motorola)

Intel Core Ultra Série 3 estreia tecnologia 18A e traz nomes mais simples

6 de Janeiro de 2026, 11:44
Chip Core Ultra Série 3
Chip Core Ultra Série 3 (imagem: reprodução/Intel)
Resumo
  • Intel anunciou processadores Core Ultra Série 3 na CES 2026, com tecnologia de fabricação 18A, que melhora a eficiência energética em 15% e aumenta a densidade de transistores em 30%;
  • Linha Core Ultra Série 3 possui 14 modelos para notebooks ultraportáteis, com nomenclatura simplificada;
  • Notebooks com chips Core Ultra Série 3 serão lançados a partir de 27 de janeiro, incluindo o modelo Master Copilot+ PC, da Positivo, no Brasil.

A Intel escolheu a CES 2026 para fazer o anúncio oficial dos processadores Core Ultra Série 3 (ou Core Ultra Series 3), codinome “Panther Lake”. A linha chama a atenção por ser a primeira a ter como base a moderna tecnologia de fabricação Intel 18A. Mas há outro detalhe interessante: a novidade marca a estreia de uma nomenclatura um pouco mais simples nos chips da companhia.

O processo 18A é o mais avançado já desenvolvido dentro dos Estados Unidos, de acordo com a Intel. A tecnologia é equivalente, em alguns aspectos, ao processo N2 (de 2 nanômetros), da TSMC. Em linhas gerais, o padrão 18A tende a oferecer eficiência enérgica até 15% melhor, bem como 30% mais densidade de transistores em relação ao processo anterior (Intel 3).

Não por acaso, Jim Johnson, da Intel, fez o seguinte comentário sobre o anúncio:

Com a Série 3, estamos totalmente focados em melhorar a eficiência energética, adicionar mais desempenho de CPU, uma GPU maior e única em sua classe, mais capacidade de computação em IA e compatibilidade de aplicativos confiável com x86.

Jim Johnson, vice-presidente sênior e gerente geral do Client Computing Group, da Intel

Tal como a companhia havia confirmado em outubro do ano passado, os chips Panther Lake também trazem uma estrutura com três módulos principais como atributo notável: um abriga os núcleos de CPU e a NPU, outro contém os núcleos de GPU, enquanto o terceiro controla recursos de conectividade, como Wi-Fi e Bluetooth.

Chips Core Ultra Série 3 têm estrutura modular
Chips Core Ultra Série 3 têm estrutura modular (imagem: reprodução/Intel)

Lista dos chips Intel Core Ultra Série 3

Os chips Intel Core Ultra Série 3 chegam com 14 modelos, todos direcionados a notebooks ultraportáteis. São eles:

 NúcleosNPU (TOPS)Cache L3Clock máximoNúcleos de GPUTDP
Core Ultra X9 388H165018 MB5,1 GHz1225-80 W
Core Ultra 9 386H165018 MB4,9 GHz425-80 W
Core Ultra X7 368H165018 MB5 GHz1225-80 W
Core Ultra 7 366H165018 MB4,8 GHz425-80 W
Core Ultra 7 36584912 MB4,8 GHz425-55 W
Core Ultra X7 358H165018 MB4,8 GHz1225-80 W
Core Ultra 7 356H165018 MB4,7 GHz425-80 W
Core Ultra 7 35584912 MB4,7 GHz425-55 W
Core Ultra 5 338H124718 MB4,7 GHz1025-80 W
Core Ultra 5 336H124718 MB4,6 GHz425-80 W
Core Ultra 5 33584712 MB4,6 GHz425-55 W
Core Ultra 5 32584712 MB4,5 GHz425-55 W
Core Ultra 5 33264712 MB4,4 GHz225-55 W
Core Ultra 3 32264612 MB4,4 GHz225-55 W

nomenclatura um pouco menos confusa

Os chips Core Ultra Série 3 trazem menos letras como sufixo, e isso deixa a linha menos confusa para o usuário.

Nas linhas anteriores, encontramos terminações com letras como ‘Y’, que designam chips com consumo muito baixo de energia. Na nova série, apenas o sufixo ‘H’ foi mantido, servindo para identificar modelos de alto desempenho, a exemplo do Core Ultra X9 388H.

Repare também que os modelos Core Ultra X9 388H, Core Ultra X7 368H e Core Ultra X7 358H têm um ‘X’ em seus respectivos nomes. Todos eles trazem GPUs Intel Arc B390, que são mais avançadas (têm 12 núcleos).

Os modelos sem ‘X’ contam com unidades Xe3 mais simples (até quatro núcleos). A exceção fica para o Core Ultra 5 338H, que tem GPU Arc B370 (dez núcleos).

Um técnico de fabricação da Intel segura um chip Panther Lake
Um chip Core Ultra Série 3 (imagem: divulgação/Intel)

Disponibilidade dos processadores Core Ultra Série 3

Notebooks com chips Core Ultra Série 3 já começaram a ser anunciados. São mais de 200 modelos, afirma a Intel. A expectativa da companhia é a de que as vendas desses equipamentos comecem em 27 de janeiro.

Isso vale até para o Brasil. Por aqui, a Positivo já anunciou o notebook Master Copilot+ PC, que terá justamente um processador Core Ultra Série 3 como principal atributo. A empresa ainda não informou a data de início das vendas do laptop, porém.

Intel Core Ultra Série 3 estreia tecnologia 18A e traz nomes mais simples

Chip Core Ultra Série 3 (imagem: reprodução/Intel)

Chips Core Ultra Série 3 têm estrutura modular (imagem: reprodução/Intel)

(imagem: divulgação/Intel)

HP EliteBoard G1a é um computador completo dentro de um teclado

6 de Janeiro de 2026, 09:08
Vista superior de um setup de computador sobre fundo claro. No topo, há um monitor fino da HP visto de perfil, apoiado em um suporte branco com o logotipo “hp”. Conectados a ele estão cabos pretos. Abaixo do monitor, aparecem um teclado compacto preto com teclado numérico e, à direita, um mouse preto, ambos com o logotipo “hp”.
Basta conectar o EliteBoard G1a a um monitor para usá-lo (imagem: divulgação)
Resumo
  • O EliteBoard G1a é um computador dentro de um teclado de 17 mm de espessura, com chip AMD Ryzen AI 7 350 Pro 8C, até 64 GB de RAM e até 2 TB de armazenamento.
  • O dispositivo possui componentes como microfones, alto-falantes duplos, saída USB 4, USB-C 3.2 Gen 2 e suporta conexão a quatro monitores 4K.
  • A bateria de 32 Wh é opcional e substituível, permitindo 3,5 horas de uso ou mais de dois dias em modo de espera, com opção de conexão a uma fonte de 65 W via USB-C.

A HP apresentou na CES 2026 o EliteBoard G1a Next Gen AI PC, um computador que chama a atenção pelo formato pouco convencional: ele “mora” dentro de um teclado de 17 mm de espessura, largura de laptop de 16 polegadas e peso de 750 g. A ideia é que ele seja fácil de levar para o escritório e para casa, bastando se conectar a um monitor para funcionar.

O EliteBoard G1a Next Gen AI PC deve chegar às lojas dos Estados Unidos em março de 2026. A HP diz que revelará o preço mais perto dessa data.

Imagem promocional em fundo preto mostra um teclado preto conectado por cabo a um mouse sem fio. O teclado concentra os componentes do computador e tem design fino e discreto, com layout completo, incluindo teclado numérico. A foto destaca o produto isolado, sem pessoas, para evidenciar o design e os acessórios.
Cabo embutido é opcional (imagem: divulgação)

Apesar de incomum, colocar todos os componentes de um computador dentro de um teclado não é inédito. O Raspberry Pi 400 e o Orange Pi 800 já adotaram o formato, e algumas pessoas já tiveram a ideia maluca de usar MacBooks Pro sem tela.

Quais são os destaques do EliteBoard G1a?

Mesmo com um tamanho compacto, o EliteBoard G1a tem especificações interessantes, como chip AMD Ryzen AI 7 350 Pro 8C, até 64 GB de RAM e até 2 TB de armazenamento. O EliteBoard G1a conta com NPU de até 50 TOPS para inteligência artificial, o que o qualifica como um Copilot+ PC.

Homem sentado em uma mesa de trabalho usa um computador embutido em um teclado conectado a dois monitores externos. Em uma das telas há gráficos, tabelas e uma videoconferência com várias pessoas. Ele usa fone de ouvido sem fio e segura uma caneta, como se estivesse analisando dados. O ambiente lembra um escritório moderno, com iluminação natural ao fundo.
EliteBoard G1a tem certificação Copilot+ PC (imagem: divulgação)

O aparelho também tem componentes comuns a notebooks, como microfones e alto-falantes duplos, dispensando a necessidade de levar acessórios por aí. Ele conta com uma saída USB 4 e outra USB-C 3.2 Gen 2, além de um cabo USB 4 extra opcional e embutido. Com isso, é possível se conectar a quatro monitores 4K.

Outro ponto em comum é a bateria, com capacidade de 32 Wh. Isso é consideravelmente menor que a de um notebook comum, mas faz sentido, já que ele não tem sua própria tela. Segundo a HP, isso é suficiente para 3,5 horas de trabalho ou mais de dois dias em modo de espera.

Pessoa em pé segura um teclado que funciona como computador, parcialmente encaixado em uma capa de tecido. O dispositivo é mostrado fora da mesa, destacando o formato compacto e portátil. A cena ocorre em um ambiente interno com móveis de madeira, reforçando a ideia de uso doméstico ou em escritório.
HP diz que computador pode ser levado na mochila (imagem: divulgação)

A bateria do dispositivo é opcional e substituível. Caso o usuário prefira, pode usar o EliteBoard G1a conectado a uma fonte de 65 W, usando um plug USB-C. E, como se trata de um teclado, vale dizer que ele tem um numpad de 10 botões.

HP EliteBoard G1a é um computador completo dentro de um teclado

EliteBoard G1a tem certificação Copilot+ PC (imagem: divulgação)

HP diz que computador pode ser levado na mochila (imagem: divulgação)

AMD anuncia chips Ryzen AI 400 com NPU de até 60 TOPS para IA

6 de Janeiro de 2026, 00:30
Chip Ryzen AI 400
Chip Ryzen AI 400 (imagem: divulgação/AMD)
Resumo
  • AMD apresentou novos chips Ryzen AI 400 com NPUs de até 60 TOPS para notebooks durante a CES 2026;

  • Lnha Ryzen AI Max+ foi atualizada com chegada de dois modelos;

  • Outra novidade é o Ryzen 7 9850X3D, que estreia como nova opção de alto desempenho para desktops.

A AMD aproveitou a CES 2026 para anunciar uma nova leva de processadores. Os destaques vão para a série AMD Ryzen AI 400 e os novos Ryzen AI Max, que chegam para reforçar o portfólio da marca no segmento de PCs com recursos nativos para inteligência artificial.

Também há um novo chip de desktop para quem busca alto desempenho: o Ryzen 7 9850X3D.

Ryzen AI 400 chega com sete modelos

Os processadores Ryzen AI 400 são a continuação da linha Ryzen AI 300, introduzida em julho de 2024. A nova série mantém a arquitetura Zen 5 nas CPUs, mas traz algumas evoluções em relação à geração anterior, com as NPUs de até 60 TOPS (XDNA 2) aparecendo como os exemplos mais notáveis. As GPUs integradas têm arquitetura RDNA 3.5 e até 16 núcleos, vale destacar.

Eis os modelos da linha:

ModeloNúcleos / ThreadsClock (boost)Cache L2 + L3NPU (TOPS)Núcleos gráficos
Ryzen AI 9 HX 47512 / 245,2 GHz36 MB6016
Ryzen AI 9 HX 47012 / 245,2 GHz36 MB5516
Ryzen AI 9 46510 / 205 GHz34 MB5012
Ryzen AI 7 4508 / 165,1 GHz24 MB508
Ryzen AI 7 4456 / 124,6 GHz14 MB504
Ryzen AI 5 4356 / 124,5 GHz14 MB504
Ryzen AI 5 4304 / 84,5 GHz12 MB504

Aqui, o TDP varia entre 15 e 54 W. Todos os modelos são direcionados a notebooks e têm clock base de 2 GHz, com os chips “HX” se destacando por oferecerem alto desempenho.

Chip Ryzen AI 400
Chip Ryzen AI 400 (imagem: divulgação/AMD)

Novos AMD Ryzen AI Max+ e Ryzen 9850X3D

Lançada há cerca de um ano para notebooks, a linha AMD Ryzen AI Max+ acaba de ganhar dois membros: os chips Ryzen AI Max+ 392 e Ryzen AI Max+ 388.

Como o foco desses processadores recai sobre aplicações avançadas, executadas via workstations, por exemplo, encontramos NPUs XDNA 2 de 50 TOPS e GPUs integradas RDNA 3.5 com até 40 núcleos por aqui.

Com os novos membros, a linha ficou assim:

 Núcleos / ThreadsClock (boost)NPU (TOPS)Núcleos gráficosGPU TFLOPS
Ryzen AI Max+ 39516 / 325,1 GHz504060
Ryzen AI Max+ 392*12 / 245 GHz504060
Ryzen AI Max+ 39012 / 245 GHz503248
Ryzen AI Max+ 388*8 / 165 GHz504060
Ryzen AI Max+ 3858 / 165 GHz503248

*Modelos novos

Todos os modelos têm CPUs Zen 5 e suportam até 128 GB de memória RAM. O TDP pode chegar a 120 W.

Chip Ryzen AI Max
Chip Ryzen AI Max (imagem: divulgação/AMD)

Ainda no campo do alto desempenho está o processador AMD Ryzen 7 9850X3D, que vem para ser uma opção intermediária, mas ainda avançada, na série Ryzen 9000. Não por acaso, a AMD afirma que a novidade consegue ter, em média, 27% mais desempenho em jogos em relação ao rival Intel Core Ultra 9 285K.

As principais características do Ryzen 7 9850X3D são estas:

  • 8 núcleos e 16 threads (arquitetura Zen 5)
  • frequência máxima (boost) de 5,6 GHz
  • Cache L2 + L3 de 104 MB
  • TDP de 120 W

Convém relembrar que a série Ryzen 9000 é direcionada a desktops, conta com gráficos integrados RDNA 2 e, no caso dos modelos com final “X3D”, traz a tecnologia AMD 3D V-Cache, que aumenta a capacidade da memória cache.

Disponibilidade dos novos chips da AMD

De acordo com a AMD, fabricantes como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo lançarão notebooks com os chips Ryzen AI 400 e os novos Ryzen AI Max ainda no primeiro trimestre de 2026.

O processador AMD Ryzen 7 9850X3D chegará às prateleiras no mesmo período, mas ainda não há informações oficiais sobre preços. Nos Estados Unidos, o modelo deve custar por volta de US$ 550 (R$ 2.970), porém.

AMD anuncia chips Ryzen AI 400 com NPU de até 60 TOPS para IA

Chip Ryzen AI 400 (imagem: divulgação/AMD)

Chip Ryzen AI 400 (imagem: divulgação/AMD)

Chip Ryzen AI Max (imagem: divulgação/AMD)

Cabe na sua sala? TV de 130″ chama atenção em feira

5 de Janeiro de 2026, 13:02
Painel de exibição digital de arte instalado rente a uma parede de concreto bruto em uma galeria ou ambiente minimalista. A tela, emoldurada por uma estrutura fina e elegante, mostra uma imagem minimalista de uma árvore isolada no gelo. Ao lado da tela, há uma pequena inscrição na parede intitulada "Timeless Frame", reforçando o conceito de porta-retratos digital de alta tecnologia.
Nova TV Micro RGB da Samsung atinge 130 polegadas (imagem: divulgação/Samsung)
Resumo
  • Samsung apresentou a TV R95H de 130 polegadas com tecnologia Micro RGB, a maior tela desse tipo já lançada pela fabricante.
  • O Micro RGB é uma tecnologia inorgânica e autoemissiva, oferecendo brilho superior e vida útil mais longa que OLED.
  • Por enquanto, não há preço ou previsão de chegada da R95H ao mercado brasileiro.

Apenas um dia antes do início oficial da CES 2026, a Samsung estreou a tecnologia de painel Micro RGB em uma versão gigantesca: 130 polegadas. A nova aposta para o segmento de telas de luxo expande a linha apresentada originalmente em 2025 com o modelo de 115 polegadas.

O modelo R95H conta agora com a maior tela Micro RGB da fabricante sul-coreana, sendo a primeira do mundo com 130 polegadas. Revelada nesta segunda-feira (05/01), a peça deve superar as limitações de brilho e vida útil das TVs OLED premium, sendo direcionada aos consumidores que buscam uma experiência de cinema em casa sem as restrições de iluminação de um projetor.

Visualmente, a R95H tenta se distanciar da aparência de um eletrônico convencional. A Samsung aplicou um conceito de design chamado “Timeless Frame”, que cria uma ilusão de ótica em que a tela parece flutuar dentro da estrutura. O sistema de som é integrado à própria moldura, dispensando caixas externas.

Vista em perspectiva de um painel de exibição digital de grande formato montado em um suporte de cavalete metálico minimalista. O dispositivo está posicionado em um ambiente de arquitetura moderna com paredes de concreto e luz natural. A tela exibe uma fotografia artística em preto e branco de uma árvore solitária em uma paisagem de neve minimalista.
Modelo R95H de 130 polegadas investe em design artístico (imagem: divulgação/Samsung)

O que é Micro RGB?

A tecnologia por trás da tela gigante é uma evolução do Micro LED. O Micro RGB utiliza LEDs microscópicos (menores que 100 micrômetros) que emitem luz própria nas cores vermelho, verde e azul.

Diferente das TVs LED comuns (que precisam de uma luz de fundo ou backlight) e das OLEDs (que usam material orgânico), o Micro RGB é inorgânico e autoemissivo, garantindo vantagens como:

  • Picos de luminosidade muito superiores aos do OLED, ideal para ambientes claros.
  • Vida útil mais longa, mesmo com uso intenso, já que não usa compostos orgânicos e não sofre com o problema de burn-in (retenção de imagem permanente).

Segundo a fabricante, o painel cobre 100% do espaço de cor BT.2020, o padrão mais exigente da indústria cinematográfica, e utiliza um novo processador de inteligência artificial para aprimorar o contraste e a nitidez em tempo real.

IA e HDR avançado

Vista em perspectiva de uma televisão Micro LED da Samsung em uma sala
TVs Micro LED da Samsung apostam em alta tecnologia e IA (imagem: divulgação/Samsung)

Para gerenciar os milhões de pixels da tela de 130 polegadas, a R95H utiliza um novo processador de inteligência artificial. O chip é responsável por aprimorar o contraste e a nitidez cena a cena, além de viabilizar o suporte ao HDR10+ Advanced, a nova geração do padrão de alto alcance dinâmico da empresa.

Para gerenciar a qualidade de imagem em uma superfície tão extensa, a Samsung implementou um novo conjunto de processamento composto por Micro RGB AI Engine Pro, Micro RGB Color Booster Pro e Micro RGB HDR Pro, que aprimoram a qualidade de imagem.

O software do aparelho também recebeu incrementos de IA voltados para a usabilidade:

  • Vision AI Companion: assistente que permite ao usuário fazer buscas sobre o conteúdo na tela, em tempo real.
  • AI Sound Controller Pro: um sistema que monitora o ambiente e ajusta a equalização do som automaticamente para compensar ruídos externos, como um aspirador de pó ou conversas na sala.

Preço e disponibilidade

Como parte das linhas de TV Micro RGB de 2026, é esperado que a nova R95H chegue às lojas ainda neste ano. Por enquanto, não há previsão de lançamento ou disponibilidade do produto para o mercado brasileiro.

Nos Estados Unidos, o preço final também não foi divulgado. Mas, pelo histórico dessas tecnologias, o investimento deve ser proibitivo para a maioria, ao menos no início.

Cabe na sua sala? TV de 130″ chama atenção em feira

(imagem: divulgação/Samsung)

Samsung aposta em caixas de som com formato inusitado

30 de Dezembro de 2025, 09:49
Imagem da nova caixa de som da Samsung , Music Studio
Nova linha de som da Samsung foca na integração com o ambiente (imagem: divulgação/Samsung)
Resumo
  • Samsung lançará uma nova linha de produtos de som, incluindo uma soundbar com design inusitado.
  • A linha Music Studio será apresentada na CES 2026 e inclui modelos com tecnologias avançadas de áudio e IA.
  • Toda a linha 2026 será integrada ao aplicativo SmartThings, com melhorias no recurso Q-Symphony para sincronização de múltiplos dispositivos de som.

Quem tem um sistema de som em casa geralmente está acostumado com caixas pretas espalhadas pelo ambiente. Mas e se esses equipamentos fossem mais discretos e integrados à sala? É essa lógica que segue a próxima linha de áudio da Samsung para 2026.

A companhia antecipou os produtos de som que serão demonstrados durante a CES 2026, feira de tecnologia que ocorre entre os dias 6 e 9 de janeiro. Dentre eles está a nova série Music Studio, que aposta em integrar a tecnologia ao ambiente doméstico de forma mais orgânica.

A proposta da sul-coreana é unir especificações de alta fidelidade — como áudio espacial e super tweeters — a um visual que não precisa ser escondido na estante e que faça parte da composição estética da sala de estar. O conceito minimalista foi desenvolvido pelo designer Erwan Bouroullec.

Music Studio deve se integrar ao ambiente

O modelo mais robusto da nova família é o Music Studio 7 (LS70H), projetado para atuar como um sistema independente ou complementar à TV, com uma configuração de canais 3.1.1. O dispositivo é equipado com um tweeter capaz de alcançar frequências de até 35 kHz, focando na reprodução de detalhes em faixas de alta resolução (24 bits/96 kHz), com o Audio Lab Pattern Control para gerenciar a direção do som e reduzir a sobreposição de sinais.

Para ambientes menores, onde a estética é a prioridade, a empresa apresentou a Music Studio 5 (LS50H). Com um formato mais compacto. O equipamento utiliza um woofer de 4 polegadas, combinado a dois tweeters com guia de ondas integrado.

Ambos os modelos contam com o recurso de AI Dynamic Bass Control. A funcionalidade utiliza inteligência artificial para monitorar e ajustar as frequências graves em tempo real, tentando entregar profundidade sem causar as distorções comuns em caixas de design não convencionais.

Samsung renova soundbars topo de linha

Soundbar Samsung HW-Q950A (Imagem: Divulgação/Samsung)
Soundbar Samsung HW-Q950A, de 2021 (imagem: divulgação/Samsung)

Além das caixas conceituais, a Samsung renovará a linha de soundbars da série Q com a topo de linha HW-Q990H. O modelo oferece um sistema de 11.1.4 canais, combinando uma barra de 7.0.2 canais, alto-falantes traseiros de 4.0.2 e um subwoofer integrado.

A novidade também estreia a tecnologia Sound Elevation, que ajusta o áudio de forma que pareça sair do centro da tela, e não da barra, e trará sintonização por IA de nova geração para ampliar o campo sonoro.

Para espaços compactos, a Samsung trará a “all-in-one” HW-S90H, que pretende entregar uma experiência de home theater completa em um único aparelho, com 7.1.2 canais, sem a necessidade de subwoofers externos ou caixas espalhadas pela sala. Além disso, ela possui um sensor de giroscópio integrado que adapta a distribuição do som dependendo se a barra está montada na parede ou apoiada em um móvel.

Ecossistema unificado

Toda a linha 2026 chega com integração profunda ao aplicativo SmartThings. A interface atualizada deve facilitar o agrupamento de dispositivos e permitir que o usuário mescle as novas soundbars e caixas Music Studio com outros alto-falantes Wi-Fi da casa.

O recurso Q-Symphony também foi aprimorado. Agora, ele permite sincronizar os alto-falantes da TV com até cinco dispositivos de som externos simultaneamente (antes limitados a menos canais), criando um palco sonoro mais complexo e envolvente.

Samsung aposta em caixas de som com formato inusitado

Soundbar Samsung HW-Q950A (Imagem: Divulgação/Samsung)

LG terá robô capaz de executar tarefas domésticas

26 de Dezembro de 2025, 17:38
Imagem ilustrativa mostra um robô com um paninho azul no braço direito. Ele está sorrindo e é da cor branca. A imagem mostra um recorte vermelho e branco. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog" é visível.
LG deve apresentar novo robô na próxima CES (imagem ilustrativa: Bruno Andrade/Tecnoblog)
Resumo
  • LG comunicou a criação de um novo robô doméstico, que será apresentado na CES 2026.
  • Batizado de LG CLOiD, ele terá braços mecânicos e mãos para executar tarefas domésticas complexas.
  • Segundo a fabricante, o robô possui sete graus de liberdade nos braços e mãos com cinco dedos, permitindo manipulação precisa de objetos.

A LG apresentará um novo robô doméstico durante a CES 2026, feira de tecnologia que ocorre em janeiro, em Las Vegas. A fabricante comunicou a criação do LG CLOiD, robô que se difere dos seus assistentes virtuais sobre rodas por possuir braços mecânicos para interagir fisicamente com o ambiente e executar tarefas domésticas.

No anúncio, feito neste Natal, a marca sul-coreana declara que o objetivo é aproximar a tecnologia da visão de Zero Labor Home (Casa com Zero Trabalho), na qual a máquina fica responsável pelas obrigações do dia a dia.

Embora a empresa não liste quais afazeres o robô poderá fazer, a estrutura sugere que haverá capacidade de manipulação de objetos.

A novidade evolui a ideia de agente de IA que a companhia vinha demonstrando, até então, com o LG Q9. Desta vez, a promessa é que o robô atue ativamente na organização do lar, liberando o tempo do usuário para outras atividades.

Robô doméstico com braços e dedos

Foto mostrando uma mão humana à esquerda e uma mão de um robô, com material branco e dedos pretos, à direita, fazendo um gesto de toque.
Imagem do LG CLOiD revela braços e articulações para tarefas (imagem: divulgação/LG)

O grande diferencial do LG CLOiD deve ser a introdução dos dois braços articulados que possuem sete graus de liberdade, o que simula a amplitude e a flexibilidade do movimento humano. A característica pode permitir que o robô alcance objetos em prateleiras ou realize movimentos completos que exijam contorção e mais precisão.

Nas extremidades desses braços, a LG implementou mãos com cinco dedos atuados individualmente. Tal como as articulações, a réplica da mão humana deve permitir o manuseio de ferramentas e objetos do cotidiano.

IA adaptada para o ambiente doméstico

Para controlar o corpo mecânico, a LG aposta no que chama de Affectionate Intelligence (Inteligência Afetuosa). O termo, já utilizado pela empresa em outros produtos, refere-se a algoritmos de IA projetados para ir além da execução fria de comandos.

O sistema permite que o robô compreenda o contexto emocional dos moradores e demonstre empatia durante as interações. Isso é viabilizado por um pacote de sensores alojados na “cabeça” do dispositivo, incluindo câmeras de reconhecimento visual, microfones para comandos de voz e um display que serve como rosto para comunicação expressiva.

A apresentação completa do LG CLOiD, com demonstrações de uso real, está agendada para ocorrer entre os dias 6 e 9 de janeiro no estande da empresa na CES.

LG terá robô capaz de executar tarefas domésticas

Robô doméstico (imagem via IA: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Lenovo prepara notebook com tela que cresce para os lados

9 de Dezembro de 2025, 19:39
Notebook com tela ultrawide, que passa das bordas laterais da tampa
Proporção 21:9 deve atrair público gamer (imagem: reprodução/Windows Latest)
Resumo
  • Segundo um vazamento, a Lenovo planeja apresentar o Legion Pro Rollable na CES 2026, com tela que se expande horizontalmente para proporção 21:9.
  • O notebook deve usar processador Intel Core Ultra e rodar Windows 11.
  • Em 2025, a Lenovo lançou o ThinkBook Gen 6 Rollable, com tela que expande verticalmente, por US$ 3.499.

A Lenovo pode estar preparando um notebook com tela rolável, capaz de se expandir para os lados e ficar com uma proporção ultrawide. O laptop deve receber o nome Legion Pro Rollable, usando a marca gamer da empresa. A apresentação aconteceria provavelmente na CES 2026, que acontece em janeiro na cidade de Las Vegas (Estados Unidos).

As informações foram obtidas pelo site Windows Latest por meio de um vazamento e, até agora, não há confirmação oficial sobre o produto. Caso se concretize, este seria o segundo ano seguido que a marca exibe, na maior feira de tecnologia do mundo, um notebook com tela que cresce — em 2025, o ThinkBook Gen 6 Rollable chamou a atenção.

Como é o Lenovo Legion Pro Rollable?

A principal diferença para o modelo do ano passado é que a tela cresce para a direita e para a esquerda, ficando com uma proporção 21:9. Telas ultrawide são bastante apreciadas por quem joga.

O processador deve ser um Intel Core Ultra e ele deve rodar Windows 11, com direito ao botão Copilot no teclado. Tirando isso, pouco se sabe sobre o notebook gamer: as medidas da tela, por exemplo, permanecem desconhecidas, bem como a resolução. O preço, caso ele chegue ao mercado, também é um mistério.

Lenovo apresentou modelo semelhante em 2025

Na CES 2025, a Lenovo ganhou os holofotes com o ThinkBook Gen 6 Rollable, um laptop que, graças a um display flexível e um mecanismo de rolagem, podia fazer sua tela se expandir na vertical, passando de 14 polegadas para 16,7 polegadas.

O notebook foi além de um mero conceito de demonstração: ele chegou às lojas ao preço sugerido de US$ 3.499 (aproximadamente R$ 19 mil, em conversão direta). Se o Legion Pro Rollable for lançado oficialmente, ele pode custar até mais que isso.

Lenovo prepara notebook com tela que cresce para os lados

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Legion Pro Rollable tem display que se expande na horizontal até ficar com proporção ultrawide. Marca lançou laptop com mecanismo semelhante em 2025.

Proporção 21:9 deve atrair público gamer (imagem: reprodução/Windows Latest)

Samsung adia o lançamento do simpático robô Ballie

8 de Dezembro de 2025, 11:58
Robô esférico com projetor integrado e navegação autônoma continua em fase de testes (imagem: divulgação/Samsung)
Resumo
  • O lançamento do robô Ballie pela Samsung foi adiado para além de 2025, sem data definida.
  • A Samsung atribui o atraso à necessidade de mais desenvolvimento para melhorar a tecnologia.
  • O Ballie possui sensores avançados, câmeras de alta resolução e um projetor integrado.

A Samsung confirmou o adiamento do lançamento comercial do Ballie, seu robô doméstico com inteligência artificial. Prometido para chegar aos consumidores dos Estados Unidos e da Coreia do Sul em meados de 2025, o dispositivo segue longe das lojas.

A empresa mantém páginas de cadastro ativas para interessados, mas o cronograma de entrega permanece indeterminado, frustrando as expectativas criadas após as primeiras demonstrações.

Histórico e motivos do atraso

A trajetória do Ballie tem sido marcada por revisões de projeto. O robô surgiu na CES 202, feira que aconteceu em Las Vegas, apenas como um protótipo, sem planos imediatos de comercialização. Quatro anos depois, em 2024, a Samsung relançou o conceito com dimensões maiores e mais capacidade de processamento.

A promessa de venda se solidificou na CES 2025, quando a fabricante estipulou o primeiro semestre do ano como janela de lançamento. O prazo e o equipamento não chegou ao mercado.

Mas por que o atraso? A Samsung atribui a demora à necessidade de mais desenvolvimento. Em resposta ao site especializado TechRadar, um porta-voz da empresa sul-coreana declarou: “Continuamos a aprimorar e aperfeiçoar a tecnologia para oferecer uma experiência ainda mais impactante ao cliente”.

A resposta indica que, apesar das exibições recentes, o robô ainda não atingiu o nível de maturidade técnica ou funcional exigido pela marca.

Especificações do Ballie

O Ballie é projetado para ser um assistente móvel. O design consiste em uma esfera amarela brilhante, com dimensões próximas às de uma bola de basquete, equipada com rodas para transitar por pisos planos — ele não pode subir escadas. Ele conta com um pacote robusto de sensores, incluindo LiDAR e sensor de tempo de voo (ToF), essenciais para navegação autônoma e mapeamento de ambientes.

O hardware inclui um sistema de áudio com alto-falantes e microfones, uma câmera traseira com resolução 2K e uma frontal 4K. O diferencial central do produto é um projetor integrado, capaz de exibir filmes, programas de TV e informações visuais em paredes ou no chão.

Dotado de sensores LiDAR, assistente móvel segue como promessa tecnológica (imagem: divulgação/Samsung)

A Samsung chegou a divulgar uma parceria com o Google para integrar o modelo Gemini, aprimorar a capacidade do robô de responder perguntas e auxiliar em tarefas complexas.

Resta aguardar para saber se haverá uma data definitiva e precificação no próximo ano, provavelmente na CES 2026, ou se o produto permanecerá como um conceito.

Samsung adia o lançamento do simpático robô Ballie

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Expectativa de estreia comercial em 2025 é frustrada, restando aos consumidores aguardar notícias possivelmente na CES 2026.

Android pode repetir iPhone e ganhar envio fácil de contato

14 de Novembro de 2025, 18:40
Dois iPhones virados para cima, na mão de usuários. Eles se aproximam, com a parte superior voltada, um contra o outro. Na tela de ambos, aparecem cartões de contato, com fotos grandes e informações.
NameDrop tenta facilitar compartilhamento de contatos no iPhone (imagem: divulgação/Apple)
Resumo
  • O Google está desenvolvendo um recurso para Android que permite compartilhar contatos via NFC, semelhante ao NameDrop da Apple, introduzido no iOS 17.
  • A análise do código do Google Play Services v25.44.32 beta revelou referências à troca de contatos por NFC, mas o recurso ainda está em fase inicial de desenvolvimento.
  • O Android Beam, que permitia transferência rápida de contatos por NFC, foi removido em 2019, sendo substituído pelo Quick Share, que não possui essa funcionalidade.

O Google está trabalhando para incluir no Android uma forma de compartilhar contatos com smartphones próximos usando NFC. Os indícios ainda são vagos, mas o recurso pode se parecer com o NameDrop, presente no iPhone desde o iOS 17.

As informações surgiram a partir de uma análise do código do Google Play Services v25.44.32 beta, feita pelo site Android Authority. A publicação encontrou trechos que se referem a “atividade de troca de contatos” e “gesto de troca”. Essas partes também apontam para um “formato de troca de dados por NFC”.

Dois screenshots mostram uma interface do Android para troca de contatos por aproximação. À esquerda, a tela exibe “Unknown” e a frase “Share your contact info”, com itens selecionáveis como “My photo”, “N/A Mobile” e “N/A Email”, além dos botões “Receive only” e “Share”. À direita, outra tela mostra “Unknown” e “Contact received”, com campos de telefone e email e o botão “Save”.
Telas do compartilhamento rápido já existem, mas não funcionam (imagem: reprodução/Android Authority)

O Android Authority conseguiu executar manualmente uma dessas atividades. Na tela do sistema, surge um pop-up para compartilhar seu contato ou receber o contato de outra pessoa, podendo salvá-lo na agenda.

Nada disso funciona, o que confirma que se trata de um recurso ainda nas primeiras fases de desenvolvimento. Também não se sabe como será o processo. É só aproximar? Tem que fazer mais alguma coisa? Vai ter outro método? O Android Authority nem mesmo descarta o uso de outras formas de conexão, como Bluetooth.

NameDrop do iPhone chegou em 2023

Uma ferramenta de compartilhamento de contatos por aproximação remete ao NameDrop, da Apple, que é uma extensão do AirDrop.

Desde o iOS 17, é possível colocar lado a lado dois dispositivos da marca para ativar o AirDrop, o que permite transferir informações e arquivos. Assim, também dá para usar o NameDrop: os usuários podem enviar instantaneamente uma espécie de cartão de visitas digital, com informações como nome, telefone, email e até mesmo foto.

O NameDrop gerou certa polêmica quando autoridades policiais dos Estados Unidos passaram a recomendar que pais desativassem o recurso nos iPhones das crianças, temendo que pessoas mal-intencionadas roubassem dados. Vale dizer que o envio do contato só acontece após confirmação do usuário.

A transferência rápida de contatos por NFC no Android não chega a ser uma novidade: ela já existia no Android Beam, lançado em 2011, que também funcionava ao colocar dois aparelhos lado a lado.

O Android Beam foi removido do Android em 2019. No lugar dele, o Google adotou o Nearby Share, que mais tarde seria unido com o Quick Share, da Samsung. Essa nova ferramenta, porém, não conta com esse recurso de aproximação.

Com informações do Android Authority e do 9to5Google

Android pode repetir iPhone e ganhar envio fácil de contato

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Código do Google Play Services traz referências a troca de contatos por NFC. Apple oferece recurso do tipo desde 2023.

NameDrop irá facilitar compartilhamento de contatos no iPhone
(Imagem: Divulgação/Apple)

Telas do compartilhamento rápido já existem, mas não funcionam (imagem: reprodução/Android Authority)
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