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Huawei Watch GT 6 Pro com GPS despenca 41% no Mercado Livre

13 de Agosto de 2026, 18:28
R$ 2.499,0041% OFF

Prós
  • Corpo em titânio e Cristal de Safira
  • Certificação IP69 e 5 ATM
  • Tela AMOLED de 1,47″ com 3.000 nits
  • Autonomia para até 21 dias
  • Mais de 100 modos de treino
  • Compatível com Android e iOS
Contras
  • Sem suporte a eSIM
PIX
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O Huawei Watch GT 6 Pro de 46 mm está saindo por apenas R$ 1.471 no Pix no Mercado Livre, sendo uma ótima oferta pelo smartwatch com sistema de posicionamento completo. Com GPS de dupla frequência e tecnologia “Sunflower”, o dispositivo fica 41% mais barato se comparado ao preço original de R$ 2.499.

Huawei Watch GT 6 Pro monitora rotas e traz corpo em titânio

Ciclista pedalando em uma estrada com o Huawei GT 6 Pro no pulso. Ao fundo um cenário rodeado por montanhas desfocadas.
Huawei GT 6 Pro faz o monitoramento de dados durante exercícios físicos (imagem: Divulgação)

O sistema de GPS do relógio inteligente da Huawei combina as frequências L1 e L2, e vem acompanhado pelo sistema de posicionamento “Sunflower” da marca. Basicamente, o que essa tecnologia faz é agir como um girassol, que ajusta dinamicamente o sinal de conexão com o satélite conforme a movimentação do usuário.

Com caixa em liga de titânio e traseira de cerâmica, o smartwatch une leveza e extrema resistência no pulso. O design do dispositivo ainda oferece proteção IP69 e certificação 5 ATM, habilitando-o para mergulhos de até 40 metros de profundidade.

A tela AMOLED de 1,47 polegada alcança incríveis 3.000 nits de brilho máximo, garantindo visualização perfeita das notificações e dados de treino mesmo sob a luz direta do sol forte. O conjunto de sensores integra eletrocardiograma (ECG), acelerômetro, barômetro, termômetro, e mais.

Imagem mostra dois relógios Huawei Watch GT 6 Pro nas cores preto e marrom indicando a hora de 10:08
Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)

Com isso, o smartwatch da Huawei é capaz de monitorar mais de 100 modalidades esportivas, assim como oferecer recursos especiais para alguns desses esportes. Ciclistas, por exemplo, podem se beneficiar do cadência das pedaladas, enquanto golfistas poderão aproveitar a função de rastreamento do campo.

Equipado com o sistema HarmonyOS 6.0 e 64 GB de espaço interno, o relógio oferece uma navegação fluida e rápida. A bateria de 867 mAh, por sua vez, suporta carregamento sem fio de 10 W e garante autonomia para até 21 dias economizando a energia ou até 12 dias em uso típico, segundo a Huawei.

Aproveite a oferta do Mercado Livre para comprar o Huawei Watch GT 6 Pro de 46 mm por apenas R$ 1.471 e economizar mais de 41% no smartwatch.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Huawei Watch GT 6 Pro com GPS despenca 41% no Mercado Livre

Huawei Watch GT 6 Pro (imagem: Divulgação)

Nintendo Switch OLED fica mais barato com cupom que acaba hoje

13 de Agosto de 2026, 18:11
R$ 2.699,0027% OFF

Prós
  • Tela OLED com cores vibrantes
  • Acompanha Super Mario Bros. Wonder
  • 3 meses da Nintendo Switch Online
  • Porta LAN integrada
Contras
  • Sem suporte a 4K na dock
  • Tempo longo de carregamento
PIX Cupom
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O Nintendo Switch OLED está com um dos melhores preços dos últimos meses em oferta no Mercado Livre. O console portátil fica por R$ 1.988 no Pix ao adicionar o cupom TECHEMCASA válido somente por poucas horas. O valor corresponde a um desconto de 26% em relação ao preço original de R$ 2.699.

Lançado oficialmente no Brasil em 2022, destaca-se principalmente pelo display com tecnologia superior e maior ao Switch padrão.

Nintendo Switch OLED traz tela de 7″ e entrada LAN

Nintendo Switch OLED
Nintendo Switch OLED (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A tela OLED de 7 polegadas do dispositivo tem a capacidade de reproduzir cores mais intensas, como um preto mais uniforme, melhor contraste e entre outras vantagens. Isso porque a tecnologia utiliza pixels autoemissores de luz através de cinco camadas para a formação do painel.

O Nintendo Switch OLED também conta com a proposta híbrida com três modos disponíveis de uso para o jogador. O portátil em resolução HD (720p), o semiportátil com os Joy-Cons desacoplados na ideia de sistema de mesa e na TV.

Além do modo TV proporcionar imagens superiores em Full HD, como o console precisa estar conectado a dock, existe a possibilidade de conectar um cabo ethernet e aprimorar a experiência principalmente online. Devido a conexão via cabo de rede proporcionar baixa latência e evitar eventuais lags.

Nintendo Switch OLED (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Joy-cons do Nintendo Switch funcionam na versão OLED (Imagem: Divulgação/Nintendo)

Na parte de hardware, o gadget é composto pelo processador NVIDIA Tegra e 64 GB de armazenamento com possibilidade de expansão por microSD de até 2 TB. A bateria de 4.310 mAh proporciona autonomia para um período entre 4,5 e 9 horas a depender do game jogado, segundo a Nintendo. O carregamento completo via USB-C leva aproximadamente três horas.

O bundle inclui o jogo Super Mario Bros. Wonder e assinatura com validade de três meses para acesso a Nintendo Switch Online. Na loja virtual, o jogador pode encontrar títulos populares como Donkey Kong Country 3, Super Mario KartThe Legend of Zelda e entre outros.

O Nintendo Switch OLED ainda conta com entrada para fones de ouvido P2 (3,5 mm). Não perca a chance de adquiri-lo somente por mais algumas horas por R$ 1.988 no Pix com o cupom TECHEMCASA no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Nintendo Switch OLED fica mais barato com cupom que acaba hoje

Nintendo Switch OLED (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nintendo Switch OLED (Imagem: Divulgação/Nintendo)

LG inaugura fábrica de R$ 1,5 bilhão e mira na competição com Brastemp e Electrolux

13 de Agosto de 2026, 17:58
LG agora conta com fábrica em Manaus/AM e Curitiba/PR (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)
Resumo

A LG inaugurou sua segunda fábrica no Brasil, localizada em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), com foco em linha branca.

O Tecnoblog foi convidado para conhecer, in loco, a planta de 770 mil metros quadrados, fruto de um investimento de R$ 1,5 bilhão.

Em um primeiro momento, a fábrica será responsável por produzir geladeiras duplex bivolt, com o objetivo de reduzir em até 80% o tempo logístico de entrega dos produtos, que antes dependiam de importação.

A expectativa dos executivos é entregar uma geladeira a cada 14 segundos de produção, alcançando uma média de 600 mil unidades ao ano.

Fábrica da LG (Imagem: Divulgação/LG)

Adaptação ao mercado brasileiro

A escolha de Fazenda Rio Grande não foi aleatória: a empresa teve acesso a uma série de incentivos fiscais municipais e estaduais. O evento de inauguração contou com a presença do cônsul-geral da Coréia do Sul, Jin-weon Chae, e do governador do Paraná, Ratinho Júnior.

Ao iniciar as operações no Brasil, a LG adotou a estratégia de “tropicalização”, desenvolvendo produtos voltados para as demandas locais. Os hábitos e desafios do consumidor brasileiro foram mapeados durante a concepção dos refrigeradores, segundo a marca.

Executivos da LG e convidados durante a inauguração da fábrica no Paraná (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Durante a visita, foi possível acompanhar alguns testes de validação: garrafas de cerveja foram usadas como termômetros para medir a eficiência térmica, enquanto plataformas mecânicas simulam o impacto do transporte rodoviário para testar a durabilidade estrutural.

A LG também testa os refrigeradores a ambientes extremos de temperatura e umidade durante o processo, focando na resistência a regiões mais úmidas do país, nas quais a oxidação de componentes pode comprometer a vida útil do eletrodoméstico.

Por motivos de confidencialidade, não foi permitido registrar imagens dos testes em laboratório.

Disputa com marcas consolidadas

Marcas como Brastemp (Whirlpool) e Electrolux dominam o mercado brasileiro há décadas. Em entrevista ao Tecnoblog, a gerente de linha branca, Edianne Menezes, garantiu que a meta é introduzir diferenciais competitivos para desafiar esses players.

“Nosso objetivo é levar tecnologia de ponta ao mercado de massa, trazendo diferenciais como o compressor Inverter e um portfólio 100% bivolt, que aumenta a durabilidade do produto frente às variações da rede elétrica”, pontua a executiva.

Geladeiras da LG agora têm produção nacional (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Outro destaque é a tecnologia DoorCooling, projetada para garantir uma circulação de ar mais uniforme e evitar pontos de variação térmica, combatendo o ressecamento de vegetais no fundo do refrigerador.

Com esses e outros atrativos, a LG projeta alcançar 20% de participação no mercado brasileiro a médio prazo.

Com tecnologias embarcadas, mas ainda sem IA

Os modelos produzidos no Brasil contam com as mesmas tecnologias dos produtos feitos na Coréia do Sul. Além do Door Cooling, existem filtros integrados para purificar o ar interno, reduzir odores e otimizar a conservação dos alimentos.

Toda a linha será compatível com o aplicativo LG ThinQ, permitindo monitoramento do consumo energético, ajustes remotos de temperatura e conectividade via Wi-Fi.

No entanto, os refrigeradores nacionais ainda saem de fábrica sem recursos de inteligência artificial. Atualmente, os únicos produtos da marca com IA no portfólio global são as máquinas de lavar, que ainda não têm fabricação confirmada para a planta paranaense.

A ausência de inteligência artificial indica que o foco inicial da fábrica de Curitiba é o volume de produção e a competitividade em preço, deixando recursos avançados para um segundo momento.

O jornalista Victor Toledo viajou para Curitiba a convite da LG

LG inaugura fábrica de R$ 1,5 bilhão e mira na competição com Brastemp e Electrolux

inauguração lg

Custo-benefício: iPhone 15 (256 GB) tem desconto no Mercado Livre

13 de Agosto de 2026, 17:55

Prós
  • Entrada USB-C para carregamento
  • Suporte ao Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP
  • Painel Super Retina XDR
  • Certificação IP68 contra água e poeira
Contras
  • Taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente ultra-angular
  • Chip não suporta Apple Intelligence
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 15 (256 GB) entrou em promoção por R$ 4.679,10 no Pix no Mercado Livre. Lançado em 2023 por R$ 8.099, o smartphone da Apple com display OLED e câmera traseira de 48 MP recebe um desconto de 42% e ainda é uma ótima opção custo-benefício em 2026.

iPhone 15 tem tela OLED e câmeras que filmam em 4K

iPhone 15 no evento da Apple
O Dynamic Island do iPhone 15 é um dos destaques do smartphone da Apple (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 15 adota uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com o design Dynamic Island e proteção Ceramic Shield. O painel com brilho máximo de 2.000 nits ainda traz os recursos HDR10 e ProMotion para elevar a qualidade da reprodução de imagem.

A câmera dupla traseira do aparelho tem um sensor principal de 48 MP, ideal para gravar vídeos em 4K e tirar fotos em alta resolução com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP fica responsável por selfies detalhadas com Modo Retrato e faz registros em 4K.

Na lista de iPhones de custo-benefício, o iPhone 15 entrega alto desempenho em tarefas básicas ao adotar o chip Apple A16 Bionic e 6 GB de RAM. Os 256 GB de armazenamento interno oferecem um espaço equilibrado para aplicativos, mídias e outros arquivos, exigindo o uso do iCloud para extensão da memória.

iPhone 15 tem duas câmeras
Câmera traseira do iPhone 15 traz um sensor principal de 48 MP e o antigo módulo quadrado (imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

A bateria de 3.349 mAh do smartphone da Apple promete uma autonomia de até 20 horas de reprodução de vídeo, segundo a marca. A recomendação é utilizar um adaptador de até 25 W, vendido à parte, para ter um carregamento rápido que vai de 0 a 50% em cerca de meia hora.

Na parte de conexões, o aparelho conta com 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. O modelo vem de fábrica com o iOS 17, mas a Apple promete ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

O iPhone 15 (R$ 4.679,10 no Pix) ainda é construído com estrutura premium de alumínio e acabamento traseiro em vidro. Por fim, a certificação IP68 de resistência à água protege o aparelho de mergulhos acidentais de até 3 metros em água doce por 30 minutos.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Custo-benefício: iPhone 15 (256 GB) tem desconto no Mercado Livre

iPhone 15 no evento da Apple (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Câmera iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Google lança Gemini 3.7 Flash apenas três semanas após versão anterior

13 de Agosto de 2026, 17:44
Imagem mostra o logo do Gemini ao centro. O fundo é levemente colorido, nas cores do Google: azul, verde, amarelo e vermelho
Gemini 3.7 Flash não estará disponível para usuários comuns inicialmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Google lançou o Gemini 3.7 Flash, modelo leve de inteligência artificial generativa, três semanas após o Gemini 3.6 Flash.
  • O Gemini 3.7 Flash custa US$ 0,75 por milhão de tokens de entrada e US$ 3,75 por milhão de tokens de saída, metade do preço do modelo anterior.
  • O Gemini 3.7 Flash oferece melhor desempenho em tarefas de programação e conhecimento, com 43,6% no FrontierCode e 65,3% no DeepSWE.

Levou menos de um mês para o Google atualizar seu modelo mais leve e barato de inteligência artificial generativa. A empresa anunciou a chegada do Gemini 3.7 Flash nesta quinta-feira (13/08). O 3.6 Flash foi liberado ao público em 21 de julho.

O 3.7 Flash está disponível via API, AI Studio e Antigravity, mas ainda não deve chegar ao chatbot disponível na web, Android e iOS. Por outro lado, ele estará presente no Spark, assistente pessoal para assinantes dos planos AI Pro e Ultra.

A empresa diz que o Gemini 3.7 Flash oferece melhor desempenho em tarefas de programação e conhecimento. Além disso, promete mais diligência na hora de pensar, colocando mais atenção no planejamento dos passos e no uso de ferramentas.

Nos testes de benchmarking de geração de código, o 3.7 Flash marcou 43,6% no FrontierCode, contra 34,4% do 3.6 Flash. Já no DeepSWE, o resultado foi de 49% para 65,3%.

Gemini 3.7 Flash custa metade da versão anterior

Como notou o Axios no lançamento do Gemini 3.6 Flash, o mercado de IA parece ter deixado de se preocupar tanto com benchmarks e passado a se concentrar em outro número: o preço.

Nesse sentido, o Gemini 3.7 Flash é um grande avanço em relação ao 3.6 Flash. Ele chega custando US$ 0,75 (R$ 3,90) por milhão de tokens de entrada e US$ 3,75 (R$ 19,52) por milhão de tokens de saída. Isso é metade do que o Google cobrava pelo antecessor.

Mão segurando celular com o app do DeepSeek aberto. Ao fundo, o site do DeepSeek em um monitor.
DeepSeek e outros modelos chineses viraram problema para Google, Anthropic e OpenAI (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Os custos da IA se tornaram um ponto delicado após começarem a pesar no orçamento das empresas, o que levou muitas delas a recorrerem a modelos chineses, que têm pesos abertos e preços mais competitivos.

Um exemplo disso é o DeepSeek V4-Pro, também lançado nesta quinta-feira (13/08). Ele chegou mais caro que de costume para a desenvolvedora, mas mesmo assim cobra um valor bem mais baixo que o Google: US$ 0,435 por milhão de tokens de entrada e US$ 0,87 por milhão de saída (R$ 2,26 e R$ 4,53, respectivamente).

Google derrapa na corrida da IA

Enquanto isso, a versão Pro continua atrasada: o modelo mais recente dessa categoria é o Gemini 3.1 Pro, de fevereiro de 2026. Recentemente, o Google promoveu uma grande reorganização do seu setor de IA, na esperança de diminuir a vantagem de concorrentes como Anthropic e OpenAI.

Com informações do Axios e do The Decoder.

Google lança Gemini 3.7 Flash apenas três semanas após versão anterior

Google Gemini (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

DeepSeek chegou ao topo das listas de apps mais baixados em janeiro de 2025 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Microsoft 365 (Office) não terá mais novos recursos no Windows 10

13 de Agosto de 2026, 17:16
Arte com o logotipo do Microsoft 365 ao centro. Ao fundo, um quadrado composto por quatro quadrados menores, de cores verde, amarelo, laranja e azul. Na parte inferior direita, está o logotipo do Tecnoblog.
Microsoft 365 não terá mais novos recursos no Windows 10 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft determinou que softwares do Microsoft 365 não receberão mais recursos novos no Windows 10 a partir deste mês de agosto, embora continue oferecendo atualizações de segurança;
  • suporte a novos recursos no Microsoft 365 para Windows 10 em organizações será oferecido até 13 de outubro de 2026 no canal Enterprise Mensal ou até 12 de janeiro de 2027 no canal Enterprise Semestral;
  • versão 2608 será a última suportada pelo Windows 10, enquanto versões futuras exigirão o Windows 11.

Se você usa o Microsoft 365 (Office) no Windows 10, atenção: depois deste mês de agosto, as ferramentas do pacote, como Word, Excel e PowerPoint, não receberão mais recursos novos nas versões direcionadas a esse sistema operacional. Apenas atualizações de segurança continuarão sendo oferecidas.

A decisão de limitar o suporte ao Microsoft 365 no Windows 10 foi tomada em 2025. À época, a Microsoft estabeleceu o mês de agosto de 2026 como o último a ter eventuais recursos novos liberados para o pacote no Windows 10.

Atualmente, o Microsoft 365 está na versão 2607, tanto na assinatura Family quanto na Personal. Mas computadores com Windows 10 suportarão o Microsoft 365 até a versão 2608, que será liberada justamente neste mês de agosto.

As versões posteriores do Microsoft 365 só serão disponibilizadas para o Windows 11. Como software desatualizado dá abertura para problemas de segurança, a Microsoft continuará lançando correções para a versão 2608 no Windows 10 até 10 de outubro de 2028.

Repare que ferramentas como Word, Excel e PowerPoint continuarão funcionando no Windows 10 depois de agosto. A diferença é que eventuais novidades funcionais não serão mais oferecidas, afinal, elas são implementadas junto com as novas versões do pacote que, como sabemos agora, ficará retida na versão 2608 em computadores com Windows 10.

Como a assinatura continua válida, usuários do Windows 10 ainda poderão contatar a Microsoft para pedir suporte técnico. A companhia alerta, porém, que se o problema reportado se manifestar no Windows 10, mas não no Windows 11, a migração de sistema operacional será sugerida como solução.

Para organizações, o suporte a novos recursos no Microsoft 365 será oferecido até 13 de outubro de 2026 no canal Enterprise Mensal ou até 12 de janeiro de 2027 no canal Enterprise Semestral.

Microsoft Word com salvamento automático ativado
Word faz parte do Microsoft 365 (imagem: reprodução/Microsoft)

Windows 10 ainda tem suporte estendido, mas para quem ativá-lo

A Microsoft encerrou o suporte ao Windows 10 em outubro de 2025. A boa notícia é que ainda é possível atualizar o sistema operacional por meio do programa Atualizações de Segurança Estendidas (ESU).

Para usuários domésticos, o ESU do Windows 10 pode ser ativado por meio de um pagamento de US$ 30 ou via procedimentos gratuitos.

Originalmente, as atualizações seriam oferecidas somente até outubro de 2026 para PCs domésticos. Contudo, a Microsoft estendeu o ESU do Windows 10 para consumidores até outubro de 2027, sem custo adicional.

É importante destacar, porém, que o programa oferece apenas atualizações de segurança. Novas experiências e funcionalidades são direcionadas somente ao Windows 11.

Microsoft 365 (Office) não terá mais novos recursos no Windows 10

Capa Microsoft 365 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Microsoft Word com salvamento automático ativado (imagem: reprodução/Microsoft)

Meta quer usar IA para combater golpes no WhatsApp

13 de Agosto de 2026, 17:08
Imagem mostra a tela de um celular mostrando uma conversa no WhatsApp. A parte superior da tela exibe o nome "João", a informação "visto por último hoje às 05:55", ícones de videochamada e chamada de voz, além de indicadores de sinal e bateria. A interface do WhatsApp é verde e branca. O fundo da imagem é verde claro e, na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
WhatsApp vai buscar por padrões conversacionais e linguísticos que indiquem golpes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta anunciou o recurso Scam Alert para o WhatsApp, que usa inteligência artificial no próprio dispositivo para identificar mensagens suspeitas e alertar o usuário sobre possíveis golpes.
  • O Scam Alert usa um modelo de machine learning que roda no aparelho, sem depender da nuvem, e é treinado para reconhecer padrões conhecidos de mensagens usadas em golpes.
  • A tecnologia faz uma classificação probabilística baseada na estrutura conversacional e em sinais linguísticos, analisando mensagens de números que não estão na lista de contatos dos usuários.

A Meta anunciou um recurso chamado Scam Alert para o WhatsApp, que usa inteligência artificial no próprio dispositivo para identificar mensagens suspeitas e alertar o usuário sobre possíveis golpes. O Scam Alert ainda está em fase de testes e será liberado para um número limitado de participantes do programa beta. Ao UOL, a Meta afirmou que o recurso não está disponível no Brasil.

O WhatsApp é um dos principais vetores para golpes no Brasil e no mundo. Por aqui, dados da Febraban de 2025 apontam que 34% dos brasileiros já receberam contatos de alguém se passando por um conhecido. Nos Estados Unidos, estima-se que, em 2025, US$ 725 milhões foram perdidos em ações aplicadas pelo mensageiro da Meta, segundo dados da Comissão Federal do Comércio (FTC).

Como funciona o Scam Alert do WhatsApp?

Ilustração mostra hacker atrás de computador cercado por ícones do WhatsApp
34% dos brasileiros já sofreram tentativas de golpes pelo WhatsApp, segundo Febraban (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Scam Alert usa um modelo de machine learning que roda no aparelho, sem depender da nuvem. Ele é treinado para reconhecer padrões conhecidos de mensagens usadas em golpes.

Ao perceber alguma coisa suspeita, a ferramenta dá um alerta ao usuário que está recebendo a mensagem, sem que o suposto golpista veja. A pessoa pode bloquear ou denunciar o contato, assim como também pode continuar a conversa.

Caso o usuário sinalize que o alerta foi disparado incorretamente, o modelo marca aquela conversa como confiável e não emite novas advertências de segurança. Também haverá uma opção para compartilhar com a Meta as últimas cinco mensagens recebidas, para que a empresa possa aperfeiçoar o sistema de proteção.

Segundo a Meta, a tecnologia faz uma classificação probabilística baseada na estrutura conversacional e em sinais linguísticos. Ou seja, ela olha mais para como a conversa “se desenrola” e menos para palavras-chave isoladas.

Além disso, ele só analisa mensagens de números que não estão na lista de contatos dos usuários. Apesar de fazer sentido, também abre uma brecha para golpes aplicados usando números clonados.

Meta promete não violar privacidade

A Meta fez questão de ressaltar que o modelo de IA usado roda no próprio dispositivo. Isso significa que as mensagens não precisam ser enviadas a um servidor para que sejam analisadas. A empresa diz que apenas contagens de alertas e ações de usuário são transmitidos, e mesmo esses dados são agregados e anonimizados.

Em outro aspecto de segurança, a companhia afirmou que compartilhará com pesquisadores os pesos do modelo de machine learning usado para analisar as mensagens. A intenção é que eles possam testar a IA com diferentes entradas e cenários.

Por fim, a Meta afirma não ter como direcionar modelos específicos para usuários específicos, além de dar ferramentas de verificação. Isso existe para garantir que o recurso não está sendo usado para vigilância.

Com informações do The Verge.

Meta quer usar IA para combater golpes no WhatsApp

WhatsApp (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segurança é preocupação no WhatsApp devido à quantidade de tentativas de golpes na plataforma (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como colocar HBO Max na TV com ou sem o aplicativo

13 de Agosto de 2026, 17:02
Saiba o passo a passo para acessar a HBO Max pela smart TV e transmitir na TV
Saiba o passo a passo para acessar a HBO Max pela smart TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O caminho mais simples para conectar a HBO na TV é baixar o aplicativo oficial diretamente na loja da sua smart TV. O único requisito é que o sistema operacional seja compatível e tenha conexão com a internet para realizar a ativação por QR code.

Caso seu aparelho não seja compatível, é possível assistir HBO Max na TV via transmissão sem fio. Dispositivos da Apple usam o AirPlay, enquanto o Android depende do Chromecast, exigindo apenas que o celular e a televisão estejam conectados à mesma rede Wi-Fi.

Outra opção prática é contratar o canal da HBO Max dentro do Prime Video e assistir aos conteúdos na plataforma da Amazon. Já em televisores sem conexão de rede, basta conectar um notebook via cabo HDMI para espelhar a imagem diretamente na tela maior.

A seguir, o Tecnoblog explica todas as formas de acessar a HBO Max na TV e seus requisitos.

Antes de começar: verifique se sua TV é compatível

Saber se a sua smart TV roda a HBO Max depende essencialmente da marca, do ano de fabricação e do sistema operacional do aparelho. Para te ajudar nessa checagem rápida, o Tecnoblog reuniu os requisitos mínimos exigidos pelas principais fabricantes do mercado:

  • Samsung: modelos lançados a partir de 2016 com sistema Tizen;
  • LG: aparelhos fabricados a partir de 2018 rodando webOS 3.5 ou superior;
  • Roku: TVs equipadas com a plataforma Roku OS 11 ou superior;
  • Sony, Hisense, TCL e Philips: dispositivos com o ecossistema Android TV 5.1 ou superior.

Caso o seu aparelho não cumpra os requisitos para instalar a HBO Max na TV, você ainda pode espelhar conteúdos do celular usando o AirPlay ou Chromecast. Para descobrir essas soluções práticas, vá até o tópico “Como assistir HBO Max se sua TV não é compatível”.

Como baixar e ativar o app da HBO Max na TV

O processo para baixar a HBO Max na TV e ativar o serviço leva apenas alguns minutos. Siga estes passos para acessar o catálogo da plataforma de streaming na sua smart TV compatível:

1. Acesse a loja de aplicativos da sua smart TV e faça download da HBO Max na TV.

2. Abra o aplicativo do streaming no seu televisor e selecione a opção “Entrar”.

3. Na tela de validação, escolha a opção “Usar código QR” para acelerar o processo para ativar a HBO Max na TV.

Selecionar a opção “Usar código QR” para entrar na HBO Max
Selecionando a opção de login via QR code (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Aponte a câmera do celular para o QR Code na TV ou acesse hbomax.com/signin pelo navegador do smartphone ou computador.

  • Importante: se você já estiver logado no app da HBO Max no celular, a leitura do QR Code ativa o acesso automaticamente. 

5. Faça o login no site com a conta que deseja vincular ao aparelho.

6. Digite no navegador o código de 6 dígitos exibido na TV e toque em “Próximo” para concluir o procedimento e assistir HBO Max na TV.

Enviando o código para vincular a conta da HBO Max à TV
Enviando o código para vincular a conta da HBO Max a TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como assistir HBO Max se sua TV não é compatível

iPhone: como usar o AirPlay para transmitir a HBO Max na TV

A tecnologia AirPlay permite espelhar conteúdos de um dispositivo Apple diretamente para um televisor de forma rápida e sem fios. Para acessar HBO Max na TV com esse recurso, basta seguir os passos abaixo:

  1. Certifique-se de que ambos os aparelhos estão conectados à mesma rede Wi-Fi.
  2. Abra o aplicativo da HBO Max no iPhone, escolha o filme ou série desejado e dê play.
  3. Toque na tela para abrir a barra de controles e selecione o ícone do AirPlay no canto superior direito.
  4. Escolha o seu televisor na lista de dispositivos para parear o sinal e assistir HBO Max na TV instantaneamente.
Selecionando o AirPlay no iPhone para espelhar a HBO Max na TV e escolher o dispositivo de áudio
Selecionando o AirPlay para espelhar a tela da HBO Max (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Android: como transmitir o HBO Max na TV via Chromecast

O espelhamento via Chromecast é ideal para quem usa dispositivos Android e busca praticidade para transmitir conteúdos da HBO Max diretamente para a tela grande. O processo é simples e funciona tanto com o dongle do Google quanto em aparelhos que já possuem Chromecast built-in integrado de fábrica.

  1. Verifique se o seu celular ou tablet Android e o televisor com o gadget estão conectados na mesma rede Wi-Fi.
  2. Acesse o aplicativo da HBO Max e dê play no conteúdo que você deseja assistir.
  3. Toque na tela para exibir os controles do player e selecione o ícone de Transmissão no canto superior direito.
  4. Escolha o dispositivo com Chromecast na lista de conexões disponíveis para conectar a HBO Max na TV e começar a exibição.
  5. Após colocar a HBO Max na TV, você pode usar o aparelho Android para realizar outras atividades.
Seleção do Chromecast no celular para transmitir a HBO Max para a TV
Transmitindo a HBO Max do celular via Chromecast (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Prime Video: use o app do Prime Video para assistir HBO Max

Os assinantes do Amazon Prime podem integrar canais parceiros ao catálogo do Prime Video para simplificar o entretenimento. Dessa forma, fica muito mais prático acessar HBO Max na TV, mesmo que ela não tenha suporte para o serviço de streaming da Warner.

  1. Abra o aplicativo do Prime Video no celular, computador ou smart TV para iniciar o processo.
  2. Utilize a ferramenta de busca da plataforma e procure por “HBO Max”.
  3. Acesse a página dedicada ao canal HBO Max no ecossistema do Prime Video.
  4. Toque ou clique em “Comece a assistir” e siga as instruções para confirmar a assinatura integrada à sua conta Amazon.
  5. Concluída a ativação, você poderá assistir HBO Max na TV diretamente pela interface unificada do Prime Video.
Tela do Prime Video mostrando a contratação e o início de acesso ao canal HBO Max, com botão “Comece a assistir”
Realizando a assinatura da HBO Max pelo Prime Video (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Notebook + cabo HDMI: a alternativa para TVs antigas

Se a sua televisão é mais antiga e não possui recursos de smart TV, você pode conectar o notebook com cabo HDMI para espelhar a tela. Essa conexão física simples transforma o televisor em um monitor externo para acessar HBO Max na TV sem complicações.

  1. Conecte uma das pontas do cabo HDMI na entrada de vídeo da televisão e a outra na saída do notebook.
  2. Ligue ambos os aparelhos e, utilizando o controle remoto da TV, selecione a fonte de entrada correspondente ao canal HDMI utilizado.
  3. No notebook, configure a exibição: pressione as teclas Windows+P no Windows ou acesse o menu “Telas” nas Preferências do sistema no macOS.
  4. Escolha a opção para “Duplicar” a imagem ou utilizar a “Segunda tela somente” para transferir o áudio e o vídeo para o televisor.
  5. Abra o navegador, acesse hbomax.com, faça login e escolha o título desejado para assistir HBO Max na TV antiga.

Como colocar HBO Max na TV com ou sem o aplicativo

Saiba o passo a passo para acessar a HBO Max pela smart TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a opção de login via QR code (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Enviando o código para vincular a conta da HBO Max a TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o AirPlay para espelhar a tela da HBO Max (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Transmitindo a HBO Max do celular via Chromecast (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Realizando a assinatura da HBO Max pelo Prime Video (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

VLC culpa Microsoft Defender por demora para abrir no Windows 11

13 de Agosto de 2026, 15:45
VLC para Windows
VLC para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • desenvolvedor relatou que o VLC levou 33 segundos para iniciar a reprodução de um arquivo MP3 no Windows 11;

  • responsável pelo VLC, VideoLAN respondeu que o problema é provocado por um erro do Microsoft Defender que afeta o cache do aplicativo;

  • a maior parte dos usuários que acompanharam a discussão se posicionou ao lado da VideoLAN.

O VLC é um reprodutor de mídia bastante apreciado por ser gratuito, ter código-fonte aberto e oferecer várias funcionalidades. Mas isso não o isenta de críticas: um usuário reclamou que a ferramenta demora 33 segundos em seu PC com Windows 11 para iniciar a reprodução de um arquivo MP3. A surpresa veio na sequência: a VideoLAN culpou o Microsoft Defender pelo problema.

A VideoLAN é a organização que mantém o VLC, sendo também conhecida por desenvolver ou colaborar com outras soluções de mídia, como o aplicativo x264 para transmissões no padrão H.264.

Mas, de longe, o VLC é o projeto da VideoLAN que mais atrai usuários, afinal, a ferramenta reproduz diversos formatos de áudio e vídeo, tem versões para Windows, macOS, Linux e outros sistemas operacionais, conta com código-fonte aberto e é gratuito, como já dito.

Eis que, nesta semana, o desenvolvedor de jogos independentes Jonathan Blow usou o X para relatar que abandonou o VLC por problemas de desempenho:

Finalmente mudei do VLC para o Microsoft Media Player, pois o VLC agora leva 33 segundos para começar a trocar um MP3 após clicar nele.

Um setor importante do software de código aberto está em um lugar verdadeiramente constrangedor atualmente…

Jonathan Blow

VideoLAN culpa Microsoft Defender

Talvez Blow não estivesse esperando que a própria VideoLAN daria uma resposta. Mas a organização deu:

Isso [a demora do VLC] se deve a um “bug”do Microsoft Defender em uma atualização do Windows 11, que magicamente fez com que o cache de plugins do VLC fosse colocado em quarentena pelo Windows.

Reinstalar o VLC ou restaurar o cache de plugins resolve o problema. Chamar o software de código aberto de constrangedor quando [a causa] é uma atualização do Windows que o prejudicou é bastante desrespeitoso.

VideoLAN

This is because of a « bug » from Microsoft Defender in one update of Windows 11, who magically made VLC plugins cache quarantined by Windows.
Reinstalling VLC or regeneration of the plugin cache will fix this.

Calling open source software embarrassing when it is a Windows… https://t.co/IFLrXFZFsv

— VideoLAN (@videolan) August 12, 2026

Para Jonathan Blow, a resposta não foi convincente. Em outra postagem, o desenvolvedor afirmou que uma das primeiras lições que aprendeu na profissão foi a de que o usuário não sabe o motivo de um software estar falhando e que quer apenas que ele funcione, com o responsável devendo cuidar disso.

Alguns usuários que acompanharam a interação se posicionaram ao lado de Blow. Mas a maioria ficou ao lado da VideoLAN ou reforçou as críticas ao Windows dizendo que o problema não ocorre em distribuições Linux, por exemplo.

Talvez em tom de brincadeira, outros usuários sugeriram alternativas tão ou mais clássicas que o VLC, como o Media Player Classic (que foi descontinuado, mas ainda pode ser encontrado em alguns cantos da web) e até o Winamp.

Para quem tem o VLC no Windows e enfrenta o problema, uma possível solução está em excluir a ferramenta do Microsoft Defender.

Para isso, busque a opção Segurança do Windows no Menu Iniciar e vá em Proteção contra vírus e ameaças / Gerenciar configurações (dentro da área Configurações de proteção contra vírus e ameaças) / Adicionar ou remover exclusões / Adicionar uma exclusão / Arquivo. Ali, localize o executável do VLC.

VLC culpa Microsoft Defender por demora para abrir no Windows 11

VLC para Windows (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Alimentador smart fica fora do ar e deixa pets sem comida

13 de Agosto de 2026, 15:19
Imagem de um gato com produtos da Petlibro postos em um fundo branco
Produtos da Petlibro apresentam falha após problema em servidores (imagem: reprodução/Petlibro)
Resumo
  • Uma falha nos servidores da Petlibro deixou tutores sem acesso remoto a aparelhos de alimentação e higiene de pets desde terça-feira.
  • A instabilidade afetou alimentadores, bebedouros e caixas de areia automáticas, impedindo que funcionassem conforme a programação.
  • O CEO York Wu afirmou que o problema ocorreu na comunicação entre o aplicativo, os aparelhos e os servidores online da empresa.

Uma falha nos servidores da Pelibro tem deixado tutores sem acesso remoto a aparelhos de alimentação e higiene dos próprios pets desde terça-feira. A instabilidade impediu que comedouros, bebedouros e caixas de areia inteligentes funcionassem conforme a programação.

Segundo o CEO York Wu, o problema ocorreu na comunicação entre o aplicativo, os aparelhos e os servidores online da empresa. Ele falou ao The Verge.

A falha gerou preocupação principalmente entre pessoas que estavam fora de casa e dependiam da automação para alimentar cães e gatos. Com o app offline, além de não conseguirem controlar os dispositivos, os usuários relatam que não podem ver o histórico de uso pelos pets.

Falha atingiu diferentes aparelhos

Captura de tela de representação visual do app da Petlibro
Diversas linhas da marca apresentaram falha, segundo relatos (imagem: reprodução/Petlibro)

As queixas envolveram várias linhas do ecossistema da Petlibro. Entre os produtos atingidos, usuários relataram problemas nos alimentadores automáticos RFID, Granary e Polar, que deixaram de liberar ração nos horários definidos.

Também houve relatos de falhas em bebedouros Dockstream, que interromperam o bombeamento de água, e em caixas de areia Luma, que pararam de executar os ciclos de limpeza automáticos.

Além disso, comandos manuais pelo app ficaram indisponíveis, impedindo a execução de funções como Feed Now, usada para liberar ração.

O transtorno foi mais grave para quem estava viajando ou passando o dia fora de casa. Nesses casos, a falha deixou tutores sem confirmar se os animais haviam recebido água, comida ou limpeza automática.

Queixas continuam nas redes sociais

A Petlibro reconheceu, na terça-feira, que enfrentava uma instabilidade de serviço, mas afirmou inicialmente que o problema afetava apenas “algumas funções do aplicativo” e não detalhou a causa da queda dos servidores.

Segundo a empresa, horários pré-configurados deveriam continuar funcionando mesmo sem conexão, por ficarem salvos na memória dos aparelhos. No entanto, consumidores afirmaram que os produtos não dispensaram ração. “Estamos cientes de relatos de alguns clientes cujos dispositivos não se comportaram como esperado e estamos analisando esses casos individualmente”, afirmou York Wu.

Na quarta-feira, a Petlibro informou que “grande parte do serviço havia sido restaurado” e atualizou o status para indicar que os sistemas estavam “totalmente reestabelecidos” logo depois.

Ainda assim, relatos publicados no Reddit até a manhã desta quinta-feira (13/08) mostravam que alguns clientes ainda enfrentavam problemas.

Alimentador smart fica fora do ar e deixa pets sem comida

(imagem: reprodução/Petlibro)

(imagem: reprodução/Petlibro)

Edição especial: Edge 70 Fusion (256 GB) cai de preço com cupom no Mercado Livre

13 de Agosto de 2026, 14:04
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 34% OFF Ver preço

Prós
  • MIL-STD-810H, IP68 e IP69
  • Tela com 144 Hz
  • Brilho de até 5.200 nits
  • Câmera de 50 MP com OIS
  • RAM expansível para até 24 GB
  • Bateria de 5.200 mAh
Contras
  • Sem câmera teleobjetiva
  • Não traz carregamento sem fio
  • Estrutura de plástico
  • Atualizações por somente 3 anos
PIX Cupom
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 34% OFF Ver preço
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Edge 70 Fusion FIFA World Cup Collection de 256 GB está saindo por R$ 1.979 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. A edição especial do celular da Motorola, com acabamento em ouro 24K, tela AMOLED de 144 Hz e câmera de 50 MP, recebe desconto de 34% sobre o preço original de R$ 2.999.

Edição especial do Edge 70 Fusion tem acabamento em ouro 24K

Motorola Edge 70 Fusion FIFA World Cup Collection (imagem: Divulgação/Motorola)
Corpo do Edge 70 Fusion FIFA World Cup Collection tem detalhes em ouro 24K (imagem: Divulgação/Motorola)

Esta edição especial do Edge 70 Fusion possui um corpo com detalhes banhados a ouro 24K e a traseira texturizada que imita uma bola de futebol. As certificações IP68/IP69 e MIL-STD-810H conferem proteção em cenários como ambientes empoeirados, jatos d’água de alta pressão e altas temperaturas.

Seu chip Qualcomm Snapdragon 7s Gen 3 e os até 24 GB de RAM via RAM Boost permitem rodar apps em multitarefa, games como FIFA Heroes, que vem pré-instalado nesta edição, e algumas funções da suíte Moto AI. Os 256 GB de armazenamento interno oferecem espaço razoável para guardar fotos e vídeos.

A tela Extreme AMOLED com certificação Pantone Verified de 6,78″ tem taxa de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits, e reproduz imagens com cores vibrantes e altíssima fluidez, além de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e pancadas.

Motorola Edge 70 Fusion (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Edge 70 Fusion traz câmeras wide de 50 MP e ultrawide de 13 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O kit de câmeras do Edge 70 Fusion inclui uma wide com sensor Sony LYTIA 710 de 50 MP e OIS e uma ultrawide de 13 MP, que captam belas cenas em ambientes amplos, e uma frontal de 32 MP que tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K.

Sua bateria de 5.200 mAh resiste até 39 horas segundo a Motorola. O suporte ao carregamento de 68 W permite injetar uma carga para até 12 horas de uso em apenas 10 minutos, recurso ideal para usuários com agendas corridas.

O Motorola Edge 70 Fusion FIFA World Cup Collection de 256 GB (R$ 1.979 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página) será atualizado até o Android 19 e possui conectividade 5G, Wi-Fi 6EBluetooth 6.0 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Edição especial: Edge 70 Fusion (256 GB) cai de preço com cupom no Mercado Livre

Adblock desiste da briga contra os anúncios no Facebook

13 de Agosto de 2026, 13:37
uBlock Origin não vai mais dedicar esforços para anúncios no Facebook (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O uBlock Origin, uma extensão de bloqueador de anúncios, decidiu parar de atualizar as listas de filtragem para o Facebook devido às constantes mudanças feitas pela Meta para dificultar a identificação de publicidade.
  • Segundo os desenvolvedores, Meta modifica continuamente a estrutura das páginas do Facebook para driblar bloqueadores.
  • A decisão do uBlock Origin ocorre em um momento em que a Meta está sofrendo pressão de reguladores e entidades de proteção digital.

O uBlock Origin decidiu encerrar o bloqueio de anúncios no Facebook. A medida foi adotada após “anos” de tentativas para acompanhar as mudanças feitas pela Meta para dificultar a identificação de publicidade digital, segundo a equipe por trás da ferramenta.

Um membro do projeto confirmou que a Meta modifica continuamente a estrutura das páginas do Facebook para driblar bloqueadores. Por isso, o projeto, formato em grande parte por desenvolvedores voluntários, não priorizará mais o a rede social.

A mudança não significa que a ferramenta de adblock deixará de funcionar como um todo, nem que todos os anúncios do Facebook passarão automaticamente a aparecer para os usuários.

Meta dificulta filtros no Facebook

Telas do Facebook
Meta estaria dificultando a leitura dos anúncios pelas extensões (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O embate entre o Facebook e bloqueadores de anúncios não é novo. De acordo com o Neowin, a Meta usou, nos últimos anos, técnicas para tornar a leitura dos anúncios mais difícil pelas extensões de navegador. O uBlock Origin, por exemplo, oferece versões para Google Chrome, Firefox, Microsoft Edge e Opera.

Uma das estratégias é a fragmentação de termos como “Patrocinado”, dividindo a palavra em letras separadas dentro do código da página. Outra medida seria a inclusão de caracteres falsos e mudanças aleatórias na ordem das letras no código-fonte.

Um desenvolvedor afirmou no fórum do projeto que a Meta monitora projetos open-source para criar contramedidas. O resultado, segundo os mantenedores, foi uma guerra de código que exigia novas adaptações a cada correção.

Extensão aceitará contribuições

Com a decisão, os desenvolvedores principais não vão mais atualizar as listas oficiais de filtragem do Facebook. O uBlock Origin continuará aceitando contribuições voluntárias enviadas por usuários externos.

A extensão já deixou de funcionar no Google Chrome após a migração definitiva para o padrão Manifest V3, enquanto a Microsoft definiu um cronograma para encerrar o suporte no Edge. O bloqueador ainda funciona normalmente em navegadores como Mozilla Firefox e Brave.

Meta Ads sob pressão

Imagem mostra exemplos de anúncios patrocinados do Meta Ads
Meta Ads é alvo de críticas por permitir conteúdo impróprio em anúncios (Imagem: Reprodução / Meta)

Apesar de serem associados principalmente a quem quer navegar sem interrupções publicitárias, bloqueadores de anúncios também são usados por pessoas que buscam evitar determinados tipos de publicidade, como jogos de azar. A decisão do uBlock Origin, portanto, ocorre em um momento em que a supervisão da Meta sobre os anúncios vem sendo questionada por reguladores e entidades de proteção digital.

Em janeiro, a Comissão de Jogos do Reino Unido acusou a empresa de permitir a circulação de anúncios de cassinos online ilegais no Facebook e no Instagram. Muitas dessas peças usavam a expressão “Not on GamStop”, em referência ao sistema britânico de autoexclusão para apostadores.

Mais recentemente, uma investigação apontou que a Meta aprovou anúncios pagos com material explícito de abuso sexual infantil gerado por IA e links para aplicativos de nudez forçada. As publicidades estavam no Facebook, Instagram, Messenger e Threads. A empresa removeu o conteúdo após ser notificada.

Adblock desiste da briga contra os anúncios no Facebook

uBlock Origin (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução / Meta)

Instagram ganha novo logo; veja o que mudou

13 de Agosto de 2026, 13:30
Parte do logo do Instagram com algumas curvas das letras em destaque
Logo não sofria alteração desde 2016 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Instagram lançou um novo logotipo com o nome da rede, que apresenta uma fonte mais moderna e minimalista.
  • A nova fonte é mais tradicional e sem serifas. As letras “s”, “g” e “r” mantiveram curvas que remetem à fonte cursiva original.
  • O novo logotipo gerou opiniões divergentes entre os usuários, com alguns elogiando a atualização e outros criticando a legibilidade.

O Instagram trocou o logo que contém seu nome e aparece no topo do site e do app. Sai a fonte mais cursiva, entram letras de formato muito mais tradicional.

“A wordmark [logotipo de texto] no topo do app não mudava há dez anos, então era hora de atualizar”, diz Adam Mosseri, chefe do Instagram, em um post na rede social. “Mais limpo e moderno, com referências ao original, trazendo a simplicidade e o cuidado artesanal que sempre definiram o Instagram.”

Novo logo do Instagram, com fonte sem serifa e moderna. A letra "s" conserva um traço manuscrito. A letra "g" tem uma volta no seu traço abaixo da linha. A letra "r" tem uma curva que lembra manuscrito.
Novo logo combina fonte sem serifa com elementos manuscritos que remetem ao original (imagem: Adam Mosseri/Meta)

O que mudou no logo do Instagram?

O novo logo apresentado por Mosseri tem visual mais minimalista e moderno, com tipografia sem serifas. Ao dizer que há referências à versão original, o executivo provavelmente se refere às letras “s”, “g” e “r”, que mantiveram um design menos convencional, com curvas que remetem a uma fonte cursiva.

O primeiro logotipo de texto do Instagram, de 2010, tinha uma fonte manuscrita. Em 2013, a Meta (então chamada Facebook) fez a primeira alteração, suavizando as letras. Alguns pequenos retoques foram feitos nos anos seguintes. Desde 2016, o logo era o mesmo.

Três versões da palavra 'Instagram' escritas em preto sobre fundo branco, organizadas lado a lado. À esquerda, acima de '2010', o texto está em uma caligrafia cursiva clássica e inclinada. Ao centro, acima do ano '2016', o texto utiliza uma tipografia cursiva levemente modificada, com traços mais uniformes. À direita, acima de '2026', a palavra aparece em uma fonte arredondada moderna, sem inclinação, com letras bem definidas e espaçamento constante.
Instagram modernizou sua fonte ao longo dos anos (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Vale dizer que o ícone do Instagram permanece o mesmo. As primeiras versões eram bastante detalhadas, lembrando uma câmera instantânea, seguindo o esqueumorfismo (design imitando objetos físicos) que estava em alta naquela época.

Em 2016, a Meta fez um redesign radical e deixou apenas as linhas gerais de corpo, lente e visor em um fundo gradiente de laranja para roxo. O ajuste mais recente é de 2022, com cores mais saturadas e claras.

Evolução de três ícones dispostos lado a lado sobre fundo branco, acompanhados por anos. À esquerda, abaixo de '2010', há uma câmera vintage em tons de bege e marrom, com detalhes de arco-íris e o texto 'INST'. Ao centro, sob '2016', um ícone com contorno branco de câmera sobre um fundo em gradiente de amarelo, rosa e roxo. À direita, sob '2022', uma versão do ícone de 2016 com gradiente em cores mais brilhantes, vívidas e saturadas.
Ícone ficou mais minimalista e colorido (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

“Irvstagzam”?

O novo logo dividiu opiniões nos comentários do post de Mosseri. Um usuário questionou justamente as letras que fazem referência ao design original, dizendo que parece que está escrito “Irvstagzam”. “Instagzam” e “Instazam” também apareceram nas reclamações.

Outros escreveram coisas como “se não está quebrado, não mexa” e “tive um derrame olhando para isso”. Também houve quem gostasse. “Parabéns à equipe de design! Parece familiar e atualizado ao mesmo tempo!”, comentou um usuário.

Instagram ganha novo logo; veja o que mudou

Logo não sofria alteração desde 2016 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Instagram modernizou sua fonte ao longo dos anos (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Ícone ficou mais minimalista e colorido (montagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Aproveite: Galaxy Watch 8 LTE tem queda de 64% na melhor oferta já registrada

13 de Agosto de 2026, 13:25

Prós
  • Tela Super AMOLED de 3.000 nits
  • Suporte a NFC e GPS dupla frequência
  • Compatível com Galaxy AI
  • Responde notificações e mensagens
  • Certificação IP68 e MIL-STD-810H
Contras
  • Autonomia reduzida com GPS ativo
  • Não conversa com iPhone
  • Funções exclusivas com linha Galaxy
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Watch 8 LTE de 40 mm está saindo por apenas R$ 1.199 no Pix na Amazon. O smartwatch da Samsung, com tela Super AMOLED e sensor BioActive para a prática de esportes, atinge o menor preço já registrado com desconto de 64% sobre o original de R$ 3.299.

Galaxy Watch 8 tem tela Super AMOLED e sensor BioActive

A tela Super AMOLED de 1,34″ do Galaxy Watch 8 possui brilho forte de até 3.000 nits, capaz de reproduzir cores vibrantes com visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Cristal de Safira protege o display contra quedas e pancadas.

O sensor BioActive e os demais auxiliares oferecem suporte a diversas atividades esportivas, com modos para caminhada, corrida e ciclismo, e suportam funções de qualidade de vida como eletrocardiograma (ECG), medidores do sono e estresse, da saúde da mulher e da oxigenação do sangue.

O suporte a 4G/LTE permite que um dos melhores smartwatches do mercado seja uma importante ferramenta de suporte: no caso de uma emergência médica, ele pode disparar alertas para contatos específicos e realizar chamadas para números como 190 (polícia) e 192 (ambulância), sem depender de um celular.

O Galaxy Watch 8 é equipado com um chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, que permitem ao smartwatch instalar e rodar apps localmente com alto desempenho. Sua bateria de 435 mAh resiste até 40 horas de uso segundo a Samsung, e suporta carregamento sem fio de 10 W.

Além do 4G/LTE, que permite download de apps sem precisar da conexão do celular, o gadget conversa com redes Wi-Fi 5Bluetooth 5.3, NFC e GPS multibanda. As certificações militar MIL-STD-810H e IP68 conferem a seu corpo de alumínio Armor de 40 mm resistência a climas extremos e mergulhos em profundidade.

O Galaxy Watch 8 LTE de 40 mm (apenas R$ 1.199 no Pix) roda Wear OS 6 e é compatível com todas as soluções do Google.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Aproveite: Galaxy Watch 8 LTE tem queda de 64% na melhor oferta já registrada

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Galaxy Watch 8 LTE (40 mm) com tela AMOLED e sensores avançados para a prática de esportes atinge o menor preço já visto, com desconto de 64% no Pix

Shopee Turbo: nova modalidade entrega produtos em até 4 horas

13 de Agosto de 2026, 12:53
Shopee Turbo: nova modalidade entrega produtos em até 4 horas
Shopee Turbo: nova modalidade entrega produtos em até 4 horas (imagem: reprodução/Shopee)
Resumo
  • Shopee lançou o Shopee Turbo, modalidade de entrega rápida que permite receber produtos em até 4 horas após o fechamento da compra;
  • novidade conta com mais de 4 mil lojas participantes, incluindo Americanas e Heineken Express, e é direcionada principalmente para a compra de alimentos frescos, congelados ou perecíveis;
  • Shopee Turbo está disponível inicialmente na Grande São Paulo; produtos podem ser identificados com um selo que traz um símbolo de um raio e a palavra “Turbo”.

Shopee Turbo. Esse é o nome da nova modalidade de entrega rápida da plataforma de comércio eletrônico. Por meio dela, é possível receber produtos em até quatro horas depois do fechamento da compra. Os itens participantes são identificados com um selo que traz um símbolo de um raio e a palavra “Turbo”.

De acordo com o marketplace, o Shopee Turbo conta, já nesta estreia, com mais de 4 mil lojas participantes, incluindo varejistas como Americanas, Daki e Heineken Express.

A entrega em até quatro horas é direcionada principalmente para a compra de alimentos frescos, congelados ou perecíveis, bem como para bebidas geladas. Isso faz o Shopee Turbo concorrer, até certo ponto, com iniciativas como Amazon Now e 99Compras, que também permitem a aquisição desses produtos com entrega rápida.

É importante deixar claro, porém, que a nova modalidade contempla diversos tipos de categorias, e não só alimentos e bebidas, como itens de higiene ou cuidado pessoal, pet shop e produtos de limpeza.

O Turbo é uma extensão natural das nossas soluções de marketplace e entrega para atender as necessidades dos consumidores e apoiar empreendedores a alcançar mais pessoas em ocasiões em que velocidade e disponibilidade local fazem diferença.

Com os vendedores brasileiros respondendo por 95% das vendas em nossa plataforma, seguimos comprometidos em ampliar sua participação na economia digital.

Felipe Lima, diretor de desenvolvimento de megócios e operações de fulfillment da Shopee

Produtos com Shopee Turbo são identificados com selo
Produtos com Shopee Turbo são identificados com selo (imagem: reprodução/Shopee)

Como funciona o Shopee Turbo?

Para começar, é necessário identificar os produtos que levam o já mencionado selo “Turbo”. Uma forma de ter acesso rápido a eles é abrir a categoria de mesmo nome do topo do aplicativo da plataforma.

Normalmente, o tempo previsto de entrega do produto é informado junto ao selo. O prazo de quatro horas consiste no período máximo de espera. Dependendo de fatores como localização e horário de compra, a entrega pode ser realizada antes.

Os famosos cupons da plataforma para frete gratuito também estão presentes no Shopee Turbo, desde que a compra tenha valor superior a R$ 10.

Mas há uma limitação importante: pelo menos nesta fase inicial, a nova modalidade funciona apenas na Grande São Paulo (capital paulista e municípios do entorno). Ainda não há informação sobre disponibilidade em outros locais.

Shopee Turbo: nova modalidade entrega produtos em até 4 horas

Shopee Turbo: nova modalidade entrega produtos em até 4 horas (imagem: reprodução/Shopee)

Ele só queria ver Senhor dos Anéis, mas o Google apagou os filmes

13 de Agosto de 2026, 12:25
MMO de Senhor dos Anéis seria produzido pela Amazon (Imagem: Divulgação/New Line)
Edição estendida de “O Senhor dos Anéis” sumiu de biblioteca do Google TV (Imagem: Divulgação/New Line)
Resumo
  • O Google removeu a trilogia “O Senhor dos Anéis” comprada por um usuário e alegou um bug no sistema após o cliente reclamar do sumiço dos filmes da sua biblioteca digital.
  • A empresa tentou negar o reembolso, afirmando que o prazo para solicitações de devolução havia expirado, mas recuou após repercussão negativa.
  • O problema foi parcialmente resolvido após a intervenção de um especialista sênior.

O Google se envolveu em uma polêmica sobre propriedade de mídia digital após a trilogia “O Senhor dos Anéis” desaparecer da biblioteca de um consumidor da plataforma Google TV. Inicialmente, a empresa negou o reembolso do conteúdo comprado em 2022, sob a justificativa do fim do prazo para devoluções.

No entanto, a empresa acabou recuando após a repercussão negativa. Ela citou uma falha técnica, fez o reembolso e emitiu um pedido de desculpas.

Por que o Google negou o reembolso?

O conflito começou quando o usuário divulgou no Reddit que a obra adaptada pelo diretor Peter Jackson não estava mais acessível. Ao contactar a equipe de atendimento, a primeira resposta recebida foi negativa em relação a qualquer tipo de ressarcimento.

Segundo a postagem, o representante do Google informou que compras digitais possuem um prazo máximo de 120 dias para solicitações de devolução de valores. Como a transação original foi realizada em 2022, o sistema bloqueava o estorno, mesmo diante do fato de que o pacote havia sumido do catálogo.

Como a situação foi resolvida?

Especialista do Google assumiu erro e creditou valor na conta do cliente (imagem: reprodução/Reddit)

A situação levantou discussões sobre os riscos da aquisição de mídia digital. Orientado por outros membros, o cliente solicitou que o atendimento fosse repassado a instâncias superiores. O cenário mudou após a intervenção de um especialista sênior, que assumiu a revisão do caso.

O funcionário confirmou que a resposta do suporte havia sido um erro. A empresa justificou que o pacote dos três filmes não é mais comercializado na loja, mas assegurou que as licenças de propriedade do usuário permanecem ativas. O sumiço, segundo a nota oficial, foi causado por um “problema de renderização com bibliotecas digitais”, o que impediu a exibição correta dos itens na interface do aplicativo.

Como forma de encerrar o chamado, o Google creditou o valor de 20 libras esterlinas (cerca de R$ 140) no perfil do consumidor, como pedido de desculpas pelos transtornos. Ainda assim, o cliente relatou em sua última atualização que o YouTube exibe o botão de compra e bloqueia a reprodução dos filmes, exigindo um novo pagamento.

No Google TV, apenas o primeiro e o terceiro longa voltaram a funcionar, enquanto “As Duas Torres” manteve o status de indisponível, indicando que as falhas de sincronização ainda não foram totalmente solucionadas.

Ele só queria ver Senhor dos Anéis, mas o Google apagou os filmes

Brasil registrou 3,8 milhões de trocas de operadora no primeiro semestre

13 de Agosto de 2026, 12:06
Ilustração mostra o logotipo das marcas Claro, Vivo e TIM lado a lado. Na parte inferior direita, o logitpo do "tecnoblog" é visível.
Telefonia móvel representa a maioria dos pedidos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Quase 4 milhões de brasileiros trocaram de operadora no primeiro semestre de 2026, segundo a ABR Telecom.
  • A maioria das trocas ocorreu no mercado de telefonia celular, com quase 3 milhões de processos.
  • O estado de São Paulo liderou o ranking, com mais de 1 milhão de transferências, seguido pelo Rio de Janeiro e Minas Gerais.

No primeiro semestre de 2026, os brasileiros realizaram 3,8 milhões de trocas de operadora de telefonia mantendo o número original. O levantamento oficial foi elaborado pela entidade administradora do serviço no país, a Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações (ABR Telecom).

Os números refletem um cenário de continuidade no setor e alta demanda. Do total de pedidos efetivados até o fim de junho, a maioria ocorreu no mercado de telefonia celular: quase 3 milhões. A telefonia fixa, por sua vez, somou 868 mil transferências no mesmo intervalo.

O ranking por estado

O Tecnoblog obteve em primeira mão os números por estado. Eles revelam que a região Sudeste concentra a maior movimentação de linhas no país. O estado de São Paulo lidera o ranking nacional de forma isolada, registrando mais de 1 milhão de trocas. O Rio de Janeiro aparece na segunda colocação, com 404 mil transferências, seguido por Minas Gerais, com quase 365 mil.

A ABR Telecom nos informou que o volume do semestre está em linha com o histórico recente, sem apresentar picos ou quedas bruscas. A associação ressaltou ainda que não registra os motivos que levam os clientes a mudarem de empresa de telecomunicações.

Apesar do nosso enorme interesse pelo assunto, a ABR Telecom não informou quais operadoras mais ganharam ou mais perderam clientes.

UFPortabilidades
São Paulo1.089.713
Rio de Janeiro404.719
Minas Gerais364.895
Paraná295.832
Santa Catarina266.808
Rio Grande do Sul234.987
Distrito Federal159.116
Bahia133.738
Pernambuco128.401
Ceará127.233
Goiás96.946
Rio Grande do Norte66.247
Paraíba58.238
Pará56.365
Espírito Santo53.459
Mato Grosso48.381
Mato Grosso do Sul42.731
Alagoas35.527
Maranhão33.598
Amazonas30.129
Acre25.325
Sergipe21.879
Tocantins20.998
Piauí19.137
Rondônia14.902
Amapá7.196
Roraima3.942
Compilação: Tecnoblog | Dados: ABR Telecom | 1º semestre de 2026

O que é e como pedir a portabilidade?

Torre de telefonia
Operadoras têm até três dias úteis para concluir a transferência do número (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A portabilidade numérica é um direito do consumidor que permite a troca de prestadora mantendo o mesmo número. Garantida desde 2008, a regra é válida desde que a mudança seja feita na mesma modalidade de serviço (de móvel para móvel ou de fixo para fixo) e na mesma área de registro, mantendo o código de área (DDD).

Para realizar a migração, o interessado deve entrar em contato com a operadora desejada e formalizar a solicitação. O processo leva até três dias úteis e, desde 2023, exige uma confirmação do titular por SMS, para aumentar a segurança contra fraudes.

Em seus 18 anos de existência, a portabilidade numérica no país já alcançou a marca de 109 milhões de números telefônicos portados.

Brasil registrou 3,8 milhões de trocas de operadora no primeiro semestre

Claro, TIM e Vivo são as maiores operadoras de telefonia do país (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Telecomunicações (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy S25 Edge (512 GB) com câmera de 200 MP despenca de preço no Magalu

13 de Agosto de 2026, 11:36

Prós
  • Espessura ultrafina
  • Peso de apenas 163 g
  • AMOLED Dinâmico 2X com HDR10+
  • Chip Snapdragon 8 Elite
Contras
  • Bateria de apenas 3.900 mAh
  • Sem câmera teleobjetiva
PIX Cupom
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O Galaxy S25 Edge de 512 GB está saindo por R$ 3.999 no Pix com cupom TEL500 no Magazine Luiza. O celular de corpo fino da Samsung, equipado com chip Snapdragon de ponta e câmera principal de 200 MP, atinge o 2.º melhor preço em meses com desconto de 59% sobre o original de R$ 9.799.

Mesmo não sendo uma oferta histórica, esta é uma condição especial para quem procura um celular fininho que caiba no bolso, em mais de um sentido.

Galaxy S25 Edge: fininho com câmera de 200 MP e chip Snapdragon

celular premium da Samsung mais fino já lançado, o Galaxy S25 Edge possui corpo de titânio de apenas 5,8 mm de espessura, reforçado pelos vidros Gorilla Glass Victus 2 na traseira e Ceramic 2 sobre a tela, resistentes a riscos e arranhões. A certificação IP68 confere proteção contra poeira intensa e mergulhos acidentais.

A tela LTPO AMOLED 2X de 6,7″ suporta HDR10+ e traz taxa de 120 Hz, sendo capaz de reproduzir imagens realistas com alta fluidez nas transições em apps e games. O brilho de até 2.600 nits garante a visibilidade do display em ambientes sob luz intensa.

O celular entrega alto desempenho graças ao chip Snapdragon 8 Elite e aos 12 GB de RAM, que sustentam a execução de apps pesados, games exigentes e soluções do Galaxy AI localmente. Para quem gosta de fotografar e filmar, os 512 GB de armazenamento oferecem espaço interno de sobra.

Imagem colorida mostra um smartphone Samsung Galaxy S25 Edge sendo segurado em uma mão, com a traseira para cima. A foto está em close-up nas duas câmeras traseiras. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Câmera de 200 MP do S25 Edge elimina efeito tremido em fotos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O kit principal de câmeras do S25 Edge, que filma em 8K, é formado por uma wide de 200 MP com OIS e uma ultrawide de 12 MP, que captam belas cenas em ambientes abertos. A frontal também de 12 MP tira ótimas selfies e filma em 4K a 60 fps.

Sua bateria de 3.900 mAh resiste até 24 horas segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 25 W via USB-C e de 15 W sem fio, garantindo o uso prolongado antes de pedir por mais energia.

O Galaxy S25 Edge de 512 GB (R$ 3.999 no Pix com cupom TEL500) conta com uma extensa cobertura de atualizações até o Android 22. O gadget possui conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 5.4 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy S25 Edge (512 GB) com câmera de 200 MP despenca de preço no Magalu

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Galaxy S25 Edge (512 GB) tem câmera de 200 MP e chip Snapdragon 8 Elite; celular fininho da Samsung sai com valor 59% menor no Pix com cupom ao preço original

Samsung Galaxy S25 Edge (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Google Chrome ganha “blindagem” contra roubo de contas

13 de Agosto de 2026, 11:27
Marca do Google Chrome
Google Chrome ganha “blindagem” contra roubo de contas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google adicionou uma proteção no Chrome chamada Device Bound Session Credentials (DBSC) para prevenir o roubo de contas por meio de cookies de sessão;
  • DBSC gera um par de chaves criptográficas exclusivo quando um usuário faz login em um site compatível, sendo a chave privada armazenada em um chip de segurança no computador do usuário, como o TPM em PCs com Windows ou o Secure Enclave em Macs;
  • a proteção já está ativa no Chrome 146 ou superior para Windows, bem como no Chrome para Mac.

Cookies de sessão são muito úteis. Eles permitem que um site reconheça que diferentes requisições pertencem ao seu computador, te mantendo autenticado ali. Mas tamanha praticidade tem um preço: não é incomum que cibercriminosos tentem “sequestrar” contas usando justamente cookies de sessão. É por isso que o Google adicionou uma proteção no Chrome que previne esse tipo de ação maliciosa.

O novo recurso é chamado de Device Bound Session Credentials (DBSC), ou “Credenciais de Sessão Vinculadas ao Dispositivo”, em tradução livre. Começa assim: quando você faz login em um site compatível e este cria um cookie de sessão, um par de chaves criptográficas exclusivo é gerado pelo navegador.

A chave privada desse par é então armazenada em um chip de segurança no computador do usuário, quando disponível — o chip TPM em PCs com Windows ou o Secure Enclave em Macs.

Que diferença isso faz? Bom, se um cookie de sessão for obtido por um hacker por qualquer meio que seja (com um malware) e transferido para outro computador para que a conta do usuário seja invadida, o acesso não será permitido, pois a máquina que recebeu o cookie não tem a chave criptográfica gerada via DBSC.

Isso porque a chave pública do par gerado fica armazenada em servidores web. Quando uma requisição de acesso é feita a um desses servidores, ele verifica o cookie de sessão e responde com um desafio de autenticação.

O resultado desse desafio só pode ser assinado pela chave privada armazenada pelo TPM ou Secure Enclave. Como a chave não está disponível no computador do invasor, o acesso indevido é recusado.

Mas e se o TPM ou Secure Enclave for violado? Bom, não dá para dizer que isso é impossível, mas esses chips foram desenvolvidos para serem “à prova de ataques”, então o risco de captura da chave criptográfica acaba sendo extremamente pequeno.

O fluxo de funcionamento do DBSC
O fluxo de funcionamento do DBSC (imagem: reprodução/Google)

O DBSC já está ativo no Chrome?

Sim. Mas a proteção requer o Chrome 146 ou superior para Windows. O Chrome para Mac também já suporta o DBSC, como observa o Ars Technica.

Já a disponibilidade para Linux ainda não é oficial. Até existe uma implementação da tecnologia no código do Chromium para esse sistema, mas ainda em fase de testes.

Google Chrome ganha “blindagem” contra roubo de contas

Google Chrome (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Histórico: Galaxy A57 atinge preço imbatível em promoção no Mercado Livre

13 de Agosto de 2026, 10:35
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 60% OFF Ver preço
R$ 3.599,0060% OFF

Prós
  • Tela Super AMOLED+ de 120 Hz
  • Câmara de vapor interna
  • Dimensões melhores e ficou mais leve
  • Carregamento rápido de 45 W
  • Certificação IP68
Contras
  • Bateria de 5.000 mAh continuou igual
  • Melhorias sutis em relação ao A56
PIX Cupom na página
10% OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 60% OFF Ver preço
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy A57 de 128 GB está saindo por R$ 1.457 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. O smartphone da Samsung com câmera de 50 MP e tela Super AMOLED+ de 120 Hz atinge o menor preço histórico, com um desconto de 60% sobre o original de R$ 3.599.

Galaxy A57 tem tela Super AMOLED+ de 120 Hz e câmera de 50 MP

A tela de 6,7″ do Galaxy A57 é uma Super AMOLED+, uma evolução sutil da Super AMOLED que oferece melhor qualidade de imagem. Com taxa de 120 Hz e brilho de até 1.900 nits, o display reproduz cores vibrantes e com alta fluidez nas transições em apps e games, com visibilidade garantida em qualquer lugar.

Seu chip Exynos 1680 e os 8 GB de RAM suportam apps em multitarefa e games, além de algumas funções da suíte Galaxy AI. Embora só tenha 128 GB de espaço interno, pode ser expandido com planos de armazenamento na nuvem.

O kit de câmeras de um dos melhores celulares de 2026 inclui uma wide de 50 MP com OIS e uma ultrawide de 12 MP, que capturam imagens com grandes ângulos, uma rara macro de 5 MP para aproximações de elementos pequenos, e uma frontal de 12 MP que tira ótimas selfies. Além disso, filmam em resolução 4K.

Pessoa segurando um smartphone azul com câmera traseira, em uma mesa de trabalho com notebook ao fundo
A57 traz incomum câmera macro de 5 MP e wide de 50 MP para o dia a dia (foto: Ana Marques/Tecnoblog)

O corpo de alumínio do A57 recebe o vidro Gorilla Glass Victus+ em ambos os lados, conferindo resistência contra quedas e pancadas. Já a certificação IP68 adiciona proteção adicional em cenários como ambientes empoeirados e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 5.000 mAh tem autonomia de dois dias de uso segundo a Samsung, e suporta carregamento rápido de 45 W via cabo USB-C, capaz de injetar uma carga de 60% em 30 minutos. Dessa forma, o usuário terá energia de sobra no corre-corre diário.

O Galaxy A57 de 128 GB (R$ 1.457 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página) roda Android 16 e é elegível a seis atualizações do sistema operacional. O gadget possui conectividade 5G, Wi-Fi 6E, Bluetooth 6.0 e NFC.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Histórico: Galaxy A57 atinge preço imbatível em promoção no Mercado Livre

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Galaxy A57 (128 GB) com tela Super AMOLED+ e câmera principal de 50 MP alcança o menor preço histórico em oferta no Pix com cupom

iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

13 de Agosto de 2026, 08:31
Novo iPhone 20 Pro, com display de bordas infinitas, já estaria em produção (ilustração: reprodução/MacRumors)
Resumo
  • O iPhone 20 Pro, com design todo em vidro e tela “infinita”, está em produção, segundo o leaker Digital Chat Station.
  • A fabricação de displays para o dispositivo já começou, visando o lançamento em 2027, possivelmente entre maio e junho.
  • O novo iPhone seria lançado em comemoração aos 20 anos do lançamento do primeiro celular da Apple, em 2007.

Um novo iPhone feito todo em vidro poderia estar a caminho, segundo o leaker chinês Digital Chat Station (DCS). A informação é de que a fabricação de displays para o dispositivo já teria começado, visando a primeira janela de lançamento da Apple para 2027, que pode acontecer entre maio e junho.

O suposto iPhone 20 Pro seria um modelo comemorativo pelos 20 anos do lançamento do primeiro celular da maçã, teria, pela primeira vez, a chamada “tela infinita”, com as quadro bordas curvas. Ainda não há uma confirmação do nome do modelo, mas rumores apontam para uma estratégia diferente, como já aconteceu no passado com o iPhone X, em 2017, que pulou a edição “9”.

De acordo com o 9to5Mac, a expectativa é por um celular com bordas semelhantes às do Apple Watch, que dá a impressão de display infinito, mas com design mais sofisticado. Vale lembrar que, antes do modelo, devem ser anunciados em setembro deste ano os novos iPhone 18 Pro e o primeiro dobrável da empresa, ainda sem nome definido.

Mudança radical no design?

O aparelho apelidado de iPhone 20 Pro pode ser o primeiro com bordas curvas da Apple, assim como trazer um design com acabamento todo em vidro. Seria uma nova proposta de iPhone na comemoração dos 20 anos do smartphone, lançado em 2007 por Steve Jobs.

iPhone X
iPhone X chegou com nomenclatura diferente, pulou o “9” e marcou mudanças significativas na linha (imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Apesar da expectativa, rumores recentes apontaram para outra direção. Enquanto um analista afirmou que a empresa classificou as novidades como muito difíceis de implementar, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg conhecido por acertar diversas previsões, afirmou que o projeto não teria sido cancelado.

Também não há unanimidade quanto ao possível novo nome. Alguns veículos especializados falam em um nome especial, como o iPhone X, enquanto outros veem a novidade como um simples update da linha Pro, ou seja, iPhone 19 Pro.

Unidades do display estariam em produção

Fortes rumores vindos da China apontam que o novo iPhone com tela infinita é, sim, uma realidade próxima. Ainda segundo Digital Chat Station, a peça já está na cadeia de produção dos celulares da marca.

Uma imagem mostra um smartphone iPhone 17 sendo testado em um laboratório. Um objeto metálico com a ponta cilíndrica está pressionando o centro da tela, que exibe uma pequena área de dano. O aparelho está apoiado em duas peças de madeira.
Linha de produção da Apple já considera os displays com borda infinita, diz leaker (imagem: reprodução/Tom’s Guide)

A informação casa com o relato de outro leaker, Ice Universe, que também teria visto as peças em fabricação. Segundo ele, a tela tem uma “combinação sofisticada” de efeitos como refração e direcionamento de iluminação, além de criar uma ilusão visual de continuidade. O DCS, por sua vez, fala em quatro bordas curvas e refração da luz que, junto ao design, cria o mesmo efeito de infinito, como se não tivesse bordas.

iPhone 20 Pro: smartphone todo em vidro estaria em produção

iPhone 17 é resistente a riscos na tela (imagem: reprodução/Tom's Guide)

Centro-Oeste ganhará nova operadora de celular

12 de Agosto de 2026, 17:28
Mão segurando celular com logotipo da operadora sobre fundo laranja
Brisanet irá oferecer serviço móvel na região Centro-Oeste (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A cearense Brisanet expandirá sua cobertura de telefonia móvel para cidades pequenas de Goiás e Mato Grosso do Sul ainda este ano.
  • A Brisanet iniciará sua oferta de planos móveis no Centro-Oeste no dia 26 deste mês, começando por cidades pequenas com menos de 30 mil moradores.
  • A empresa é a quarta maior operadora de banda larga fixa do país e tem 2,8% de participação no mercado, com mais de 1 milhão de clientes móveis.

Até o fim do mês, os moradores dos estados de Goiás e Mato Grosso do Sul ganharão uma nova operadora de telefonia móvel, a cearense Brisanet. Segundo reportagem do Teletime, a oferta iniciará no dia 26, daqui a duas semanas, e começará por cidades pequenas, com menos de 30 mil moradores.

A Brisanet não é novata no setor: com a atuação focada em estados do Nordeste até então, ela é hoje a quarta maior operadora de banda larga fixa do país, com 2,8% de participação, atrás apenas do trio Claro, Vivo e Nio. No móvel, a empresa iniciou a atuação em 2023 na região Nordeste, após adquirir a licença do espectro de 3,5 GHz (banda n78) e 2.300 MHz (banda 40/n40) no leilão de 2021, onde outras empresas também adquiriram licenças (nacionais ou regionais).

Em maio, a Brisanet e as outras entrantes (Unifique, Amazônia 5G e Iez!) também adquiriram licenças para a faixa de 700 MHz, permitindo mais capacidade e cobertura e aumentando suas obrigações de cobertura.

Até o momento, a Brisanet é, de longe, a maior das três entrantes do móvel, com pouco mais de 1 milhão de clientes, comparados aos quase 338 mil clientes da Unifique e a quantidade desconhecida da Iez! (que não reportou clientes até junho para a Anatel).

Oferta em parceria com provedores regionais

Ao contrário do que a Brisanet faz em sua região de origem, a oferta dos planos móveis no Centro-Oeste deve acontecer através de outros provedores regionais. É uma estratégia que tem sido replicada pelas outras duas entrantes (Unifique e Iez!), além de diversas das MVNOs.

Superficialmente, a estratégia faz sentido, ao aproveitar a presença já existente dos provedores nestas cidades, além de reduzir a despesa com marketing da Brisanet. Segundo a empresa, em cidades maiores de 20 mil habitantes, a venda ficará por conta da própria Brisanet.

Hoje, os planos móveis da Brisanet começam em R$ 29,99 (nos primeiros 12 meses) com 20 GB e vão até R$ 59,99. Em locais sem cobertura própria, os celulares Brisanet se conectam à rede da TIM, mas o consumo em roaming é menor do que o permitido na rede própria. A empresa também oferece 5G FWA por R$ 129,90 com 500 GB ou 1 TB por 179,90.

Obrigações de cobertura explicam expansão

Operadoras regionais e suas áreas de cobertura (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A expansão da Brisanet para o Centro-Oeste é fácil de explicar: em 2021, ela também adquiriu a licença para ofertar telefonia 5G na região.

As primeiras obrigações de cobertura dos dois leilões (2021 e 2026) estão batendo na porta: até o dia 31 de dezembro, ela precisa cobrir 30% das cidades de até 30 mil habitantes com 5G em sua área de cobertura, além de cobrir 100% dos trechos ainda não cobertos da BR-101 em sua área de cobertura e 20% de uma lista de localidades não-cobertas com 4G.

Serão 62 cidades goianas e 53 cidades sul-matogrossenses cobertas, com um investimento de R$ 100 milhões, além de mais 115 cidades no ano de 2027.

José Roberto Nogueira é fundador e CEO da Brisanet (foto: divulgação)

O CEO Roberto Roberto Nogueira afirmou ao Teletime que considera cobrir todas as cidades de até 30 mil habitantes do Nordeste e Centro-Oeste até 2029, um ano antes do prazo imposto às empresas do setor.

Por ora, não é possível esperar ofertas muito agressivas nesta expansão: a Brisanet quer aumentar seu ARPU (renda média por usuário) do segmento móvel, dos atuais R$ 20 para R$ 30 no ano que vem. A ideia de rentabilizar mais a clientela é uma tendência no setor: grandes empresas já vem aplicando ao lançar novos planos com valores iniciais de R$ 30 ou superiores.

Centro-Oeste ganhará nova operadora de celular

Brisanet (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Operadoras que adquiriram o espectro de 700 MHz (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura

12 de Agosto de 2026, 17:28
Saiba os diferentes meios de cancelar a assinatura do serviço de streaming HBO Max (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O primeiro passo para cancelar a assinatura da HBO Max, antiga Max, é identificar por onde o serviço foi contratado. A plataforma tem diferentes canais oficiais de pagamento, como lojas de aplicativos, operadoras ou parceiros de streaming, determinando exatamente onde e como o cancelamento deve ser feito.

Saber quem faz a cobrança é indispensável para concluir o processo de encerramento da assinatura corretamente e evitar cobranças indesejadas. Além disso, vale lembrar que apenas desinstalar o aplicativo do celular ou da Smart TV não encerra o plano.

A seguir, saiba como descobrir a plataforma de pagamento e como realizar o cancelamento da HBO Max.

Antes de tudo: descubra por onde cancelar sua HBO Max

Se você precisa cancelar a HBO Max e esqueceu por onde o serviço foi contratado, o ponto de partida é verificar as configurações no site oficial. Basta acessar hbomax.com/subscription para visualizar no cabeçalho do plano a empresa parceira responsável pela cobrança, como lojas de aplicativos ou operadoras.

Caso o painel não exiba essa informação detalhada, você pode identificar a origem pelo extrato do seu cartão de crédito ou buscando faturas de confirmação na caixa de e-mail. Sabendo qual é o intermediário de pagamentos, fica fácil seguir para o portal correspondente e encerrar a assinatura sem complicações.

Todos os métodos para cancelar sua HBO Max no Brasil

Após descobrir a plataforma de cobrança da sua assinatura da HBO Max, basta seguir o método correspondente abaixo para realizar o cancelamento do serviço de streaming.

Importante: desinstalar o aplicativo do celular ou smart TV não interrompe a cobrança automática. O encerramento definitivo precisa ser feito diretamente na plataforma do streaming ou na loja de aplicativos onde o pagamento foi cadastrado originalmente.

As informações sobre o plano da HBO Max podem ser visualizadas na página oficial de assinaturas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via navegador no PC ou celular

Os assinantes que realizaram o contrato diretamente pelo site oficial da HBO Max devem seguir este caminho:

  1. Acesse a página hbomax.com/subscription no navegador do PC ou celular e, se necessário, faça login com as suas credenciais.
  2. Desça a página até a seção “Pagamentos” e selecione a opção “Cancelar assinatura”.
  3. Toque em “Continue para cancelar” e siga as instruções nas telas seguintes para finalizar o cancelamento da HBO Max.
Confirmando o cancelamento da assinatura da HBO Max no site oficial (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Play Store no Android

Os usuários que fizeram a assinatura pela loja de aplicativos do Android devem fazer os seguintes passos para o cancelamento da HBO Max:

  1. Abra o aplicativo Play Store no dispositivo Android e toque na sua foto de perfil ou iniciais no canto superior direito.
  2. Acesse o menu “Pagamentos e assinaturas” e, na página seguinte, toque em “Assinaturas” para visualizar os serviços ativos na conta do Google Play.
  3. Localize a HBO Max na lista de serviços contratados e toque no ícone para abrir a tela de gerenciamento de dados do plano.
  4. Toque em “Cancelar assinatura” no rodapé da página, escolha um motivo para o encerramento e toque novamente em “Cancelar assinatura” para finalizar o processo de cancelamento da HBO Max. 
Cancelando a assinatura da HBO Max pela Play Store do Android (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via App Store no iPhone

Os donos de iPhone ou iPad que contrataram a HBO Max por meio da App Store precisam fazer as seguintes ações para encerrar a cobrança do serviço de streaming:

  1. Abra a App Store no seu iPhone e toque no ícone com a sua foto de perfil ou iniciais situado no canto superior direito da tela.
  2. Toque no menu “Assinaturas” para abrir a lista detalhada de serviços vinculados ao seu Apple ID.
  3. Localize e selecione a HBO Max para acessar o painel de configurações da assinatura.
  4. Toque em “Cancelar assinatura” no fim da página e siga as instruções para finalizar o processo de cancelar a HBO Max.
Concluindo o cancelamento da HBO Max por meio da App Store (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Mercado Livre para assinantes Meli+

Os clientes Meli+ que optaram por assinar ou ter desconto na contratação da HBO Max precisam fazer os seguintes passos para o cancelamento:

  1. Abra o aplicativo do Mercado Livre no seu celular e selecione a guia “Mais”, no canto inferior direito da tela.
  2. Navegue até o menu “Assinaturas” para visualizar os serviços vinculados ao seu Meli+.
  3. Selecione a “HBO Max” para abrir a tela com os detalhes e configurações da conta de streaming.
  4. Role a página até o final e toque no botão “Cancelar assinatura” para dar início ao processo.
  5. Novamente, desça a página até o final, toque em “Continue para cancelar” e siga as orientações finais para concluir o cancelamento da HBO Max.
Solicitando o cancelamento da HBO Max por meio do Meli+ (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Canais do Prime Video da Amazon Prime Video

Os usuários do Prime Video que contrataram a HBO Max pela ferramenta de canais do serviço de streaming da Amazon devem seguir os seguintes passos para cancelar a assinatura:

  1. Abra o aplicativo da Amazon Prime Video no seu celular e toque no ícone “+”, no canto superior direito da tela.
  2. Toque em “Gerenciar suas assinaturas” para listar todos os canais do Prime Video vinculados ao seu perfil.
  3. Encontre a HBO Max na lista, toque em “Cancelar assinatura” e confirme a solicitação para cancelar a conta da HBO Max na janela pop-up.
Captura de tela do aplicativo Prime Video mostra como cancelar a assinatura do canal Max
Cancelando a assinatura da Max pelo Prime Video (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via Roku

Quem contratou a HBO Max pela plataforma Roku precisa fazer as seguintes ações para o cancelamento do serviço de streaming:

  1. Acesse o site my.roku.com pelo navegador do PC ou celular e, se necessário, faça login na sua conta.
  2. Toque no ícone ao lado de “Minha Conta”, no canto superior esquerdo, e selecione “Minhas assinaturas”.
  3. Encontre a “HBO Max” na lista de assinaturas ativas vinculadas ao seu perfil.
  4. Toque em “Gerenciar assinatura” e, em seguida, desabilite a opção de renovação automática para cancelar a HBO Max.
Abrindo o menu “Minhas Assinaturas” na plataforma Roku (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Método via TV Samsung

Caso a assinatura da HBO Max tenha sido feita por meio da TV Samsung, estes são os passos para cancelar o serviço:

  1. Acesse o portal samsungcheckout.com pelo navegador e faça login com os mesmos dados da sua conta Samsung cadastrada na TV.
  2. Abra o menu “Histórico de compras” e selecione a aba “Assinaturas” para visualizar os serviços recorrentes ativos.
  3. Localize o plano da HBO Max na lista e toque em “Cancelar assinatura” para concluir a solicitação.
Acessando a guia “Histórico de compras” no site “Samsung Checkout” (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Perguntas frequentes sobre o cancelamento da HBO Max

Consigo cancelar só o Membro Extra da HBO Max?

Sim, dá para remover apenas o Membro Extra pago na HBO Max sem afetar a assinatura principal do serviço de streaming. Para isso, acesse o painel de assinatura, vá até a seção “Planos Adicionais Atuais” e confirme a exclusão do complemento.

Ao encerrar esse serviço adicional, a cobrança extra será interrompida na fatura seguinte, mas o perfil do convidado continuará ativo até o fim do ciclo vigente. Para perfis normais sem custo extra, basta acessar a gestão de perfis e excluir a conta desejada, apagando o histórico e a lista de conteúdos salvos sem alterar o valor do plano.

Posso cancelar uma assinatura de 12 meses da HBO Max?

Sim, você pode cancelar a assinatura da HBO Max no plano anual a qualquer momento para interromper a cobrança e evitar a renovação automática ao fim dos 12 meses. Ao concluir o procedimento, você mantém acesso completo ao catálogo do streaming até o encerramento do período já pago.

Por que minha assinatura continua ativa após o cancelamento?

O cancelamento da HBO Max serve apenas para desativar a renovação automática da cobrança e evitar novas faturas futuras, sem cortar seu acesso imediato. Por isso, você continua com o serviço totalmente liberado até o último dia do ciclo de faturamento já pago, seja ele mensal ou anual.

Posso pedir um reembolso e interromper definitivamente a assinatura?

Cancelar a HBO Max não gera reembolso automático nem estorno proporcional dos meses restantes. Devoluções de valores são exceções e dependem do intermediário da cobrança, sendo analisadas individualmente em situações como cobrança indevida ou falha no sistema.

Minha conta vai ser excluída ao cancelar a HBO Max?

Não, cancelar a conta da HBO Max interrompe apenas as faturas recorrentes, sem apagar seu perfil de usuário ou histórico da plataforma. Seus dados permanecem armazenados no sistema para facilitar uma eventual reativação do plano no futuro.

Caso queira remover seus dados, acesse hbomax.com/account-delete e solicite a exclusão definitiva das suas informações. O sistema enviará um e-mail de confirmação e, ao clicar em “Apagar minha conta”, você autoriza a exclusão completa da conta no prazo de 7 dias.

Como cancelar HBO Max: descubra por onde você deve fazer o cancelamento da assinatura

Saiba os diferentes meios de cancelar a assinatura do serviço de streaming HBO Max (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

As informações sobre o plano da HBO Max podem ser visualizadas na página oficial de assinaturas (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Confirmando o cancelamento da assinatura da HBO Max no site oficial (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Cancelando a assinatura da HBO Max pela Play Store do Android (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Concluindo o cancelamento da HBO Max por meio da App Store (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Solicitando o cancelamento da HBO Max por meio do Meli+ (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Cancelando a assinatura da Max pelo Prime Video (Imagem: Reprodução/Amazon)

Abrindo o menu "Minhas Assinaturas" na plataforma Roku (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a guia "X" no site "X" (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Encha Seu Kindle 2026: Amazon oferece livros digitais grátis e descontos

12 de Agosto de 2026, 17:14
Fotografia colorida do Kindle Colorsoft Signature Edition. Na imagem, há a tela inicial do Kindle, segurado por uma mão.
Encha Seu Kindle acontece em 13 de agosto (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • A Amazon realizará a quarta edição da ação “Encha Seu Kindle” em 13 de agosto de 2026, oferecendo livros digitais gratuitos e descontos de até 90% em títulos de várias editoras.
  • A ação inclui obras de autores independentes publicados pelo Kindle Direct Publishing (KDP) e clássicos de domínio público, como os de Machado de Assis e Edgar Allan Poe.
  • Não é necessário ter um dispositivo Kindle; os livros podem ser lidos no aplicativo da Amazon para iOS e Android, e os títulos adquiridos ficam armazenados na conta do usuário.

A Amazon realiza nesta quinta-feira (13/08) a edição de 2026 da ação “Encha Seu Kindle”, com distribuição gratuita de livros digitais de autores independentes e obras clássicas, além de descontos promocionais de até 90% em títulos de editoras como Companhia das Letras, Intrínseca e HarperCollins Brasil.

Apesar do nome, não é preciso ter um dispositivo Kindle nem uma assinatura Kindle Unlimited para participar da promoção. Dá para ler em celulares e tablets, já que a Amazon oferece o aplicativo da plataforma de e-books para iOS e Android. Além disso, os títulos ficam na conta do usuário para acesso nas diferentes plataformas.

O que tem na Encha Seu Kindle 2026?

O carro-chefe do Encha Seu Kindle é a distribuição gratuita de obras publicadas pelo programa Kindle Direct Publishing (KDP), bastante usado por autores independentes. Obras em domínio público também estarão disponíveis para download sem custo. A varejista menciona os autores Franz Kafka, William Shakespeare, Machado de Assis, Monteiro Lobato, Edgar Allan Poe e Platão.

Além disso, a loja online terá livros selecionados com descontos de até 90%. Participam da ação mais de 130 editoras, com destaque para Intrínseca, Nova Fronteira, HarperCollins Brasil, Companhia das Letras, Thomas Nelson Brasil, Biblioteca Azul e Conrad.

Evento chega à quarta edição

O Encha Seu Kindle acontece anualmente e terá sua quarta edição nesta quinta-feira (13/08). Neste ano, a Amazon firmou uma parceria com a página @DivulgaNacional para recomendações de novos talentos nacionais e obras imperdíveis.

“Unimos a força dos escritores independentes do KDP à curadoria de grandes editoras parceiras, permitindo que qualquer pessoa monte uma biblioteca digital permanente de forma extremamente acessível”, destaca Thiago Oliveira, head de marketing da Amazon Brasil.

Encha Seu Kindle 2026: Amazon oferece livros digitais grátis e descontos

Kindle Colorsoft Signature Edition é o primeiro e-reader da Amazon com tela e-ink colorida (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Tab S10 FE Plus com 44% OFF traz tela grande com caneta

12 de Agosto de 2026, 17:08
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O Galaxy Tab S10 FE Plus Wi-Fi de 128 GB está com 44% de desconto na Amazon, saindo por R$ 2.975,07 no Pix para assinantes Prime. É uma excelente oportunidade para quem busca um tablet potente economizando mais de R$ 2.300 em relação ao preço original de R$ 5.299.

Este modelo se destaca pela tela espaçosa que mede mais de 13 polegadas, RAM de 8 GB que oferece ótimo desempenho, e bateria de longa duração. Com tudo isso, o Galaxy Tab S10 FE Plus acaba sendo uma ótima escolha para produtividade, estudos e consumo de mídia.

Galaxy Tab S10 FE Plus traz tela de 13,1″ até 21 horas de bateria

Galaxy Tab S10 FE na mão, com uma conta manuscrita na tela
Solucionador matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela de 13,1 polegadas com taxa de 90 Hz garante navegação fluida e espaço de sobra para multitarefa. Com o suporte à caneta S Pen inclusa, você pode desenhar, fazer anotações em PDF e estudar com precisão natural, simulando a escrita em papel de forma bastante realista.

Equipado com o processador Exynos 1580 e 8 GB de RAM, o tablet roda jogos modernos e aplicativos pesados sem travamentos. O sistema Android 15 com a interface One UI 8.5 oferece recursos inteligentes de multitarefa que transformam o dispositivo em um verdadeiro computador de bolso.

A bateria gigante de 10.090 mAh garante autonomia para até 21 horas de reprodução de vídeos, segundo a Samsung. Além disso, a certificação IP68 contra água e poeira traz tranquilidade para usar o tablet em ambientes externos, protegendo seu investimento contra acidentes cotidianos.

Galaxy Tab S10 FE em um áquario. A tela mostra o texto "Resistente à água e à poeira; IP68"
Durabilidade é um dos destaques do produto (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

As câmeras de 13 MP na traseira e 12 MP ultrawide na frente são ideais para videochamadas de alta qualidade e escaneamento rápido de documentos. Com suporte a Wi-Fi 6E, você tem conexões de internet velozes e estáveis para streaming em 4K e downloads de arquivos pesados.

Combinando ótimo desempenho, tela espaçosa e boa durabilidade, o Galaxy Tab S10 FE Plus acaba sendo uma excelente opção de tablet custo-benefício. Aproveite a promoção exclusiva para assinantes Amazon Prime e adquira-o por somente R$ 2.975,07 no Pix.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S10 FE Plus com 44% OFF traz tela grande com caneta

Solucionador matemático identifica e resolve contas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Durabilidade é um dos destaques do produto (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Signature (512 GB) volta a ficar mais barato com cupom

12 de Agosto de 2026, 16:55

Prós
  • Desempenho avançado
  • Câmeras com sensor Sony
  • Tela com taxa de atualização de 165 Hz
  • Brilho de tela de até 6.200 nits
  • Atualizações até o Android 23
  • Carregamento com fio de 90 W
  • Carregamento wireless de 50 W
Contras
  • Processador é Snapdragon 8, mas não é Elite
  • Autonomia de bateria poderia ser maior
PIX Cupom na página
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O Motorola Signature de 512 GB voltou a um preço menor em oferta encontrada no Mercado Livre. O topo de linha da empresa norte-americana, lançado em 2026, está disponível por R$ 5.399,10 no Pix aplicando o cupom de R$ 3.000 OFF na página.

Portanto, você garante um valor 40% menor em relação ao preço de lançamento de R$ 8.999 do dispositivo que veio para competir com flagships concorrentes.

Motorola Signature traz chip Snapdragon e câmeras de 50 MP

O dispositivo vem equipado pelo processador Snapdragon 8 Gen 5 (3 nm) acompanhado por 12 GB de memória RAM. O chip da Qualcomm para celulares avançados apresenta CPU com 2 núcleos de desempenho com 3.8 GHz e seis núcleos para eficiência energética de 3,32 GHz. Na prática, o hardware proporciona alto desempenho para multitarefa.

O conjunto fotográfico abriga quatro câmeras de 50 MP capazes de gravar em altíssima resolução de 8K (com exceção a frontal). Além disso, os sensores da Sony oferecem resultados nítidos às fotos. Equipados na principal (Sony Lytia 828), periscópica (Sony Lytia 600) e selfie (Sony Lytia 500); além da ultrawide.

O display de 6,8 polegadas utiliza a tecnologia AMOLED combinado a taxa de atualização de até 165 Hz e pico de brilho de 6.200 nits, um dos maiores do mercado. A configuração permite que o Motorola Signature seja um dos melhores celulares em 2026.

Motorola Signature mostrando Apple Music
Motorola Signature reproduz cores intensas com alto nível de contraste e brilho (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A bateria de silício-carbono tem 5.200 mAh e, como mostrado nos nossos testes, assegura autonomia para um dia intenso de uso. Além de ser interessante para quem busca um smartphone que não drene bateria com rapidez, o suporte a carregamento com fio de 90 W e sem fio de 50W, fornece carregamento rápido em uma hora.

A construção premium em alumínio conta com a presença das certificações IP68, IP69 e MIL-STD-810H para assegurar alta durabilidade em diferentes cenários ou acidentes. A conectividade inclui Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e tecnologia NFC para compras por aproximação. A Motorola promete suporte de atualizações até o Android 23.

Adquira o Motorola Signature (512 GB) com 40% de desconto no Mercado Livre, por R$ 5.399,10 no Pix aplicando o cupom de R$ 3.000 OFF disponível na página.

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Motorola Signature (512 GB) volta a ficar mais barato com cupom

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Motorola Signature de 512 GB sai com 40% de desconto no Mercado Livre. O topo de linha traz Snapdragon 8 Gen 5, câmeras traseiras de 50 MP e tela AMOLED de 165 Hz

(foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Quase 80% dos alunos no Brasil usam inteligência artificial para estudar

12 de Agosto de 2026, 16:46
Uma representação visual do cérebro humano sobre um fundo abstrato que remete a circuitos e dados. No centro, duas silhuetas de perfis de cabeça humana em tons de azul cian. Vários outros cérebros em tons de bege e textura pontilhada estão espalhados pelo fundo amarelado. No canto inferior direito, a marca do "tecnoblog" é visível.
IAs já são realidade para quase 80% dos estudantes brasileiros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • 78% dos estudantes brasileiros usam inteligência artificial em algum nível para atividades acadêmicas, com 15% buscando a tecnologia sempre que estudam, e 34% começando suas pesquisas com ferramentas de IA.
  • A confiabilidade das informações geradas pela IA é uma preocupação para 52% dos estudantes, que desejam mais precisão e orientação no uso dessas ferramentas.
  • Apenas 5% dos estudantes receberam orientação formal das instituições de ensino sobre o uso correto e saudável da IA, enquanto 40% nunca tiveram qualquer orientação.

Já são 78% dos estudantes brasileiros utilizando inteligência artificial em algum nível para atividades acadêmicas. Desses, 15% afirmam buscar a tecnologia sempre que vão estudar, enquanto 34% dizem começar suas pesquisas a partir de ferramentas de IA.

Uma preocupação que surge é quanto à qualidade das informações, já que os modelos atuais estão sujeitos a erros e alucinações: 52% entendem que a confiabilidade do conteúdo gerado deveria ser maior. Inclusive, são 31,76% os que afirmam checar as informações em outras fontes, segundo dados obtidos em primeira mão pelo Tecnoblog, que também teve acesso a mais detalhes sobre o comportamento dos estudantes.

O estudo foi realizado pela empresa norueguesa Opera, dona do navegador de mesmo nome e que tem investido no mercado de IA nos últimos anos. Ao todo, foram consultados 2,4 mil estudantes de instituições públicas e privadas de ensino pelo país.

Uso massivo e sem orientação

Um aspecto relevante da pesquisa, além do grande volume de usuários que optam pela inteligência artificial como ferramenta nos estudos, é a quantidade de alunos que aprenderam a usar a IA de forma autodidata. Apenas 5% dos estudantes revelaram ter recebido um direcionamento formal das instituições de ensino sobre o uso correto e saudável desses modelos na rotina acadêmica, enquanto 40% nunca tiveram orientação em qualquer nível.

Pessoa digitando em notebook. (Imagem: Christin Hume/Unsplash)
Inteligências artificiais vêm substituindo buscadores nos estudos dos brasileiros (Imagem: Christin Hume/Unsplash)

Algumas instituições nem falam sobre o assunto, segundo os entrevistados: 9% deles estudam em escolas que proíbem o uso, enquanto 20% falam em políticas claras sobre o assunto. Em alguns casos (32%), as orientações vêm dos próprios professores, mas de maneira informal.

A pesquisa reforça a importância de pensar esse uso responsável da IA. Segundo a diretora regional da Opera no Brasil, Juliana Psaros, essa é uma “nova fase” da inteligência artificial na educação, e que “o desafio agora é garantir que seu uso contribua para ampliar conhecimento, autonomia e pensamento crítico”.

Processo de aprendizado já tem interferência da IA

Os resultados mostram mais detalhes de como a inteligência artificial aparece durante a rotina acadêmica. Segundo o estudo, muitos estudantes já começam seus trabalhos a partir da IA, que já “encosta” nos buscadores tradicionais: 18,85% procuram primeiro na IA e, depois, no Google, por exemplo, enquanto 14,40 recorrem diretamente à IA para fazer suas tarefas. Isso acontece tanto para agilizar o processo quanto para entender melhor os diferentes assuntos, ponto levantado por 71% dos alunos. Na turma dos que só checam os buscadores estão 33,90%.

Num geral, o uso de IA nos estudos é bem vista pelos estudantes. São 46,9% os que sentem alívio por contar com a tecnologia durante o processo, enquanto 30,1% veem a atividade com entusiasmo. Apesar da preferência, há quem tenha um “pé atrás”, e preocupações com o futuro profissional (30,96%) e seu próprio aprendizado (30,68%) foram citadas. Até a culpa pelo uso massivo de IA foi levada em conta por 28,11% dos entrevistados.

Apesar do volume, prática tem ressalvas para maioria

De acordo com 52% dos entrevistados, a confiabilidade nas informações é uma questão muito importante no uso de IA, e deveria vir à frente da rapidez com as respostas são geradas. Da mesma forma, a possibilidade de um passo a passo ou algo que oriente o uso da ferramenta dentro dos próprios apps, por exemplo, seria algo bem-vindo e mais interessante que apenas as respostas prontas.

Imagem de um celular exibindo a tela do Claude AI
As IAs já “encostam” nos buscadores como primeira fonte na hora de estudar (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Esse “feedback” casa com as informações levantadas na pesquisa, como o uso da tecnologia como apoio, e não substituição das próprias produções. O recorte obtido pelo Tecnoblog reforça que 6 em cada 10 estudantes afirmam sempre checar ou questionar as informações levantadas pelas IAs: 31,76% garantem que buscam outras fontes para corroborar as respostas, enquanto 28,18% aprofundam as perguntas levadas à própria IA.

De qualquer forma, chama atenção o volume, ainda alto, de quem não dá a devida atenção, seja aceitando as respostas na maioria das vezes sem verificação (21,92%) ou até mesmo diretamente (9,91%). Tem ainda quem nunca faz essa verificação por opção: 8,23% dos alunos responderam assim.

Quase 80% dos alunos no Brasil usam inteligência artificial para estudar

Entenda o funcionamento e as aplicações da IA no dia a dia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Pessoa digitando em notebook. (Imagem: Christin Hume/Unsplash)

Conheça mais detalhes sobre o Claude AI (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Galaxy Tab S11 5G chega ao 2º menor preço que já vimos

12 de Agosto de 2026, 16:43

Prós
  • Inclui capa-teclado e caneta
  • Tela AMOLED Dinâmica 2x de 11″
  • 12 GB de memória RAM RAM
  • Bateria de 8.400 mAh
  • DeX com Modo Estendido
Contras
  • S Pen não tem Bluetooth
  • Carregador na caixa não é de 45 W
  • Sem conectividade a NFC e 5G
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy Tab S11 5G de 256 GB está saindo por apenas R$ 5.559,10 no Pix com o cupom SMART200 na Amazon, uma das melhores ofertas já registradas. A promoção representa um desconto de 26% em relação ao lançamento por R$ 7.499 pelo tablet da Samsung com alto desempenho para jogos e edição de vídeo.

Galaxy Tab S11 5G traz RAM de 12 GB para jogos

Dois tablets Galaxy Tab S11 estão em exposição em um balcão branco, um em primeiro plano e o outro no fundo. O tablet em primeiro plano está conectado a um teclado, com uma caneta Stylus magnética fixada na lateral. A tela exibe um fundo em gradiente de tons de roxo, rosa e vermelho, e mostra as palavras "Galaxy Tab S11" e "Galaxy AI" com um ícone de estrela. Um pequeno folheto de informações com as mesmas palavras está na frente do dispositivo. O logotipo "tecnoblog" está no canto inferior direito.
Galaxy Tab S11 chegou ao Brasil com preços a partir de R$ 6.999 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Equipado com o processador MediaTek Dimensity 9400+ de 3 nanômetros e 12 GB de RAM, o Galaxy Tab S11 é capaz de rodar jogos pesados e aplicativos de edição sem qualquer travamento. Já o suporte ao Samsung DeX sem fio transforma o aparelho em um computador de forma simples e rápida para tarefas de produtividade.

A tela Dynamic AMOLED 2X de 11 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz entrega imagens fluidas e cores vibrantes. Na prática, isso significa que você terá uma experiência de alta resolução para assistir a séries e total precisão ao desenhar com a caneta Stylus que acompanha o tablet.

A bateria de 8400 mAh suporta carregamento rápido de 45W, oferecendo autonomia para até 18 horas de reprodução de vídeo longe das tomadas, segundo a Samsung. O sistema operacional Android com interface One UI oferece funcionalidades de inteligência artificial, ampliando as possibilidades de uso do dispositivo.

Galaxy Tab S11 com teclado em uso, exibindo a tela roxa e o selo de produto da Samsung
Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A conectividade 5G dessa versão do Galaxy Tab S11 em oferta (por R$ 5.559,10 com o cupom SMART200) permite navegação em alta velocidade de onde estiver, sem depender do Wi-Fi. Já a proteção IP68 contra água e poeira garante que o dispositivo resista a acidentes cotidianos.

Unindo alto desempenho, tela excelente e a versatilidade do 5G, esse acaba sendo um dos melhores tablets da Samsung atualmente. Ainda mais em promoções como a de hoje na Amazon, que baixa o preço do Galaxy Tab S11 para o 2º menor já registrado.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Tab S11 5G chega ao 2º menor preço que já vimos

Galaxy Tab S11 chegou ao Brasil com preços a partir de R$ 6.999 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Galaxy Tab S11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

IA descobre falha em sistema de agendamento e fura fila para usuário

12 de Agosto de 2026, 16:11
Arte mostra uma cabeça robótica, em referência à inteligência artificial. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Agente de IA teria invadido sistema de reserva (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Desenvolvedor australiano utilizou o OpenClaw, ferramenta operada pelo modelo de IA Claude Opus 4.6, da Anthropic, para marcar aulas em academia com meses de antecedência, pulando a fila.
  • A IA identificou falha no sistema de agendamento da academia e cancelou a vaga de outro cliente para garantir a posição de Bird na lista.
  • O caso ilustra o problema de alinhamento em agentes autônomos, quando sistemas de IA seguem metas definidas, mas usam meios inadequados ou não autorizados.

Um agente de IA operado pelo Claude teria encontrado uma brecha em um sistema de reserva de aulas de uma academia e cancelado a vaga de outro cliente sem autorização. Este seria o primeiro registro público documentado na Austrália em que um agente de IA burla o sistema de uma empresa comercial para cumprir uma tarefa.

O caso foi revelado pelo desenvolvedor Andrew Bird, que havia configurado a ferramenta para conseguir participar de aulas matinais muito disputadas. Segundo a ABC News, o agente rodava na ferramenta de código aberto OpenClaw, com o modelo Opus 4.6 do Claude.

IA encontrou brecha em tentativa de reserva

Bird teria configurado o OpenClaw para tentar reservar uma vaga em aulas de uma academia, evitando o processo de atualizar a página manualmente. Num primeiro momento, a ferramenta teria conseguido colocá-lo na quarta posição da lista, mas informou ter encontrado uma vulnerabilidade no software de agendamento.

Sem que o usuário pedisse, a IA teria identificado um caminho para fazer reservar com meses de antecedência, além do limite permitido a clientes comuns.

Agende de IA pediu desculpas ao usuário (imagem: reprodução)

Bird, então, teria perguntado se era possível apenas subir na fila. A ferramenta detectou que a API da plataforma não verificava corretamente a autorização para cancelamento de reservas e cancelou a vaga do primeiro colocado, movendo o desenvolvedor da quarta para a terceira posição.

Notas compartilhadas pela ferramenta mostram que o OpenClaw não conseguiu reverter o cancelamento da matrícula do ex-primeiro colocado. Bird então a fez a inteligência artificial escrever um email à plataforma de reservas explicando a vulnerabilidade.

Caso reforça riscos de agentes autônomos

Robô com terno escrevendo e desenhando em uma mesa, com faíscas ao fundo
Ações de agentes de IA preocupam especialistas em cibersegurança (ilustração via IA: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Esse é mais um episódio recente do que especialistas da área chamam de problema de alinhamento: quando um sistema segue a meta definida pelo usuário, mas escolhe meios inadequados ou não autorizados para alcançá-la.

A indústria passou a observar casos assim com mais frequência no fim de julho, quando a OpenAI divulgou que alguns de seus modelos de IA teriam conseguido explorar falhas dos ambientes de testes para “fugir”, acessar a internet e hackear sites reais.

Depois, a Anthropic trouxe à tona outros casos, a Meta seguiu o mesmo caminho e o modelo chinês Kimi K3 conseguiu fugir de uma sandbox. As revelações em um curto período de tempo fazem com que o setor acumule críticas. O ex-diretor de cibersegurança dos Estados Unidos, Chris Inglis, afirmou que as invasões ocorrem pela falta de limites.

Outras pessoas desconfiam que as empresas estejam usando os casos para fazer marketing do potencial de suas próprias IAs, mesmo que isso coloque dados e sistemas de terceiros em risco.

IA descobre falha em sistema de agendamento e fura fila para usuário

Inteligência artificial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google torna Quick Share do Android ainda mais parecido com o AirDrop

12 de Agosto de 2026, 14:31
Quick Share em celular Android
Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Google anunciou uma função para o Quick Share no Android que permite a troca rápida de dados e arquivos entre dois aparelhos com aproximação física, semelhante ao AirDrop da Apple;
  • novidade permite compartilhar informações de contato, fotos e vídeos entre aparelhos Android, com uma simples aproximação física, e será liberada inicialmente para aparelhos Google Pixel 6 e sucessores;
  • recurso será expandido para mais celulares Android, incluindo Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra, Galaxy Fold 8 e Galaxy Flip 8.

É interessante o quanto o Google tem trabalhado para tornar o Quick Share mais útil no Android. No movimento mais recente, a companhia anunciou uma função que permite a troca rápida de dados e arquivos entre dois aparelhos Android com uma simples aproximação física entre eles, em uma abordagem que lembra a do AirDrop, da Apple.

Os dados e arquivos que podem ser trocados com o novo método incluem informações de contato, fotos e vídeos.

A forma de uso varia de acordo com o que você deseja compartilhar. Para a troca rápida de contatos, basta aproximar os dois celulares enquanto estiver na tela inicial para que o procedimento seja executado imediatamente. Já para fotos ou vídeos, basta primeiro abrir a tela de compartilhamento (Share Sheet) e, então, aproximar os aparelhos.

Quando a comunicação entre os dois dispositivos é estabelecida, o que ocorre dentro de poucos segundos, um efeito de luz aparece na borda de cada aparelho. Na sequência, uma tela exibe a identificação do destinatário. Resta, então, selecionar o dado a ser compartilhado e clicar no botão de envio. A outra pessoa terá apenas que aceitar o compartilhamento.

O AirDrop segue uma dinâmica de funcionamento muito parecida, daí a comparação entre os dois serviços.

Compartilhamento por aproximação no Quick Share (vídeo: reprodução/Google)

Quando o novo recurso do Quick Share será liberado?

A novidade começou a ser liberada nesta quarta-feira (12/08), junto com o anúncio oficial dos celulares Pixel 11. Mas há um porém: por ora, o recurso funciona apenas com aparelhos das linhas Google Pixel 6 e sucessoras, devendo chegar em breve aos smartphones Samsung Galaxy Z Fold 8 Ultra, Galaxy Fold 8 e Galaxy Flip 8.

Não chega a surpreender, afinal, o Google já integra o Quick Share com o AirDrop para permitir o compartilhamento de arquivos entre aparelhos Android e iPhones, mas esse recurso ainda é direcionado a smartphones específicos. O compartilhamento rápido via aproximação física segue a mesma política.

De todo modo, o Google promete liberar a nova função do Quick Share para mais celulares Android até o fim do ano, embora sem revelar quais.

Google torna Quick Share do Android ainda mais parecido com o AirDrop

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Google anunciou uma função para o Quick Share que permite trocar contatos, fotos e vídeos rapidamente aproximando dois celulares Android.

Quick Share em celular Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Novo Google Pixel repete LED de notificação famoso no BlackBerry

12 de Agosto de 2026, 14:22
captura de tela de vídeo de anuncio do Google Pixel 11 Pro
Nova linha Pixel 11 traz poucas novidades (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • O Google lançou a linha Pixel 11, incluindo os modelos Pixel 11, Pixel 11 Pro, Pixel 11 Pro XL e Pixel 11 Pro Fold, com o novo processador Tensor G6 e preços a partir de US$ 899.
  • A nova geração traz mudanças nas câmeras, com o Pixel 11 tendo um sistema triplo de câmeras de 48 MP, 13 MP e 10,8 MP, enquanto os modelos Pro têm câmeras de 50 MP, 48 MP e 48 MP.
  • Os aparelhos contam com um LED RGB chamado HiLight, que sinaliza notificações específicas, como ligações de contatos favoritos e interações com o Gemini Intelligence.

O Google anunciou nesta quarta-feira (12/08) a nova geração da linha Pixel, formada pelo Pixel 11, Pixel 11 Pro, Pixel 11 Pro XL e o dobrável Pixel 11 Pro Fold. Os aparelhos chegam com o novo processador Tensor G6, mudanças no conjunto de câmeras e recursos de IA, mas poucas grandes novidades.

A geração também estreia um LED de notificação ao lado das câmeras, chamado HiLight, e mantém a aposta do Google em fotografia computacional, sem trazer sensores com números extravagantes.

O Pixel 11 será lançado nos Estados Unidos por preços a partir de US$ 899 (aproximadamente R$ 4.650, em conversão direta), enquanto as versões Pro começam em US$ 1.099 (R$ 5.680) e US$ 1.299 (R$ 6.720) respectivamente — um aumento de US$ 100 em todos eles em relação a geração anterior.

O aumento acompanha a pressão de custos na indústria de semicondutores e memória RAM. Além do preço, enquanto toda a linha Pixel 10 Pro trazia 16 GB de fábrica, a nova geração inicia com 12 GB. Assim como as gerações anteriores, não há previsão de lançamento no Brasil.

LED RGB para o Gemini e ligações

Nos modelos Pro e no Pixel 11 Pro Fold, bem ao lado das câmeras, o Google adicionou o recurso HiLight, um anel de LED RGB que sinalizará algumas notificações.

A empresa deu grande destaque ao recurso em teasers antes do lançamento, criando uma expectativa de possibilidades para o HiLight, entre cores indicando o nível de bateria e novas conexões, atualizando a famosa luz de notificação dos aparelhos BlackBerry.

Mas, como diria Thanos, “a realidade tende a ser decepcionante”. Neste primeiro momento, não há muitas opções de configuração. São só duas: reagir a interações com a Gemini Intelligence e piscar (em cores pré-definidas) ao receber chamadas de contatos favoritos.

Seguindo o vídeo de divulgação, a ideia é que o usuário não seja interrompido por inúmeras notificações diferentes, mas apenas aquelas ligações realmente importantes.

Tensor G6 estreia em toda a linha

O novo Tensor G6 é a principal atualização da família Pixel 11. O chip, primeiro do Google fabricado pela TSMC em litografia de 2 nm, promete eficiência energética até 20% maior em relação ao Tensor G5. Nos três modelos tradicionais, o armazenamento começa em 256 GB e a memória RAM parte de 12 GB.

Na tela, o Pixel 11 traz painel OLED de 6,3 polegadas com taxa de atualização de 60 a 120 Hz. Já o Pixel 11 Pro mantém as 6,3 polegadas, mas usa tela LTPO OLED de 1280 × 2856 pixels, com variação de 1 a 120 Hz, que sobe para 6,8 polegadas no Pixel 11 Pro XL.

Na bateria, o Pixel 11 traz capacidade típica de 4.985 mAh, enquanto o Pixel 11 Pro tem 4.850 mAh e o Pixel 11 Pro XL chega a 5.115 mAh. Todos têm suporte a carregamento sem fio magnético Qi2.2 e certificação IP68 contra água e poeira.

Câmeras e novos recursos para fotos

Imagem destacando o conjunto de câmeras de um Pixel 11
Google segue apostando em recursos de software para fotografia (imagem: divulgação/Google)

O Pixel 11 traz um sistema triplo com câmera principal de 48 MP (f/1.7), ultrawide de 13 MP (f/2.2) e teleobjetiva de 10,8 MP (f/3.1) com zoom óptico de 5x e estabilização óptica.

O conjunto é mais robusto nas versões Pro: ambos usam uma câmera principal de 50 MP (f/1.68), ultrawide de 48 MP com foco automático e macro (f/1.7), além de uma teleobjetiva de 48 MP (f/2.8).

Entre os recursos de software, a linha estreia o Camera Looks, que altera o procesamento para entregar fotografias estilizadas. O aplicativo também ganha o Magic Capture, capaz de criar pequenos clipes e fotos híbridas a partir de gravações longas, e o pacote Creator Suite, com teleprompter, guias de enquadramento para redes sociais e isolamento de voz.

Pixel 11 Pro Fold sem grandes novidades

Imagem do Google Pixel 11 Pro Fold semi-aberto em um fundo preto
Google Pixel 11 Pro Fold mantém estilo da geração passada (imagem: reprodução/Google)

Finalizando a lista de lançamentos da linha, o Pixel 11 Pro Fold mantém a proposta de dobrável premium do Google. A marca não se rendeu à moda dos dobráveis “passaporte” e manteve o estilo tradicional, com uma tela externa maior, de 6,5 polegadas, e uma interna (quando aberto) de 8 polegadas.

O modelo usa o mesmo Tensor G6 da linha principal, tem suporte a Qi2.2, câmera principal de 48 MP herdada do Pixel 11 e, diferente dos irmãos “comuns”, chega já na versão de entrada com 16 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.

A bateria, porém, foi reduzida para 4.800 mAh, contra 5.015 mAh no Pixel 10 Pro Fold. Ainda assim, o Google promete até 24 horas de uso.

Novo Google Pixel repete LED de notificação famoso no BlackBerry

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Linha Pixel 11 traz chip Tensor G6 mais eficiente e mudanças sutis nas câmeras.

(imagem: reprodução/Google)

(imagem: divulgação/Google)

(imagem: reprodução/Google)

Nintendo Switch, com Super Mario Bros. Wonder, tem preço mais baixo na Amazon

12 de Agosto de 2026, 13:46
R$ 2.999,0037% OFF

Prós
  • Três maneiras diferentes de uso
  • Joy-cons permitem jogar a dois
  • Suporta cartões MicroSD de até 2 TB
Contras
  • Apenas 32 GB de armazenamento
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Nintendo Switch está saindo por apenas R$ 1.899 no Pix na Amazon. O bundle com o console híbrido da Nintendo, o game Super Mario Bros. Wonder e um voucher para adquirir 3 meses de assinatura online, recebe desconto de 37% sobre o preço original de R$ 2.999.

Nintendo Switch: console híbrido com várias formas de uso

Nintendo Switch (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Switch tem tela LCD de 6,2″e pode ser usado de várias formas diferentes (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Lançado em 2017, o Nintendo Switch é o console mais vendido de todos os tempos da centenária companhia de Quioto, graças à sua proposta de sistema híbrido. Ele pode ser usado como um portátil em qualquer lugar, como console de mesa ligado à TV via dock, ou como semiportátil apoiado sobre uma superfície.

Sua tela LCD touch de 6,2″ possui resolução HD (1.280 x 720 pixels), capaz de reproduzir cores nítidas com bom brilho nos modos portátil e semiportátil. No modo de mesa ligado à dock que acompanha o kit, o hardware suporta Full HD (1.920 x 1.080 pixels) em TVs.

Sua bateria resiste entre 4,5 e 9 horas de uso no modo portátil segundo a Nintendo, com a autonomia variando conforme o conteúdo executado. A dock alimenta o sistema e carrega a bateria simultaneamente quando no modo console de mesa.

Gameplay de Super Mario Bros. Wonder (imagem: Divulgação/Nintendo)
Super Mario Bros. Wonder é um dos games mais recentes do encanador italiano (imagem: Divulgação/Nintendo)

O bundle inclui o Nintendo Switch, uma cópia digital do game Super Mario Bros. Wonder, em que Mario e seus amigos devem mais uma vez frustrar os planos do Bowser. E também um voucher que dá direito a três meses do serviço Nintendo Switch Online, com acesso a jogos via rede e a títulos legados.

O hardware interno traz o chip Nvidia Tegra X1, 4 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, com suporte a cartões microSDXC de até 2 TB, permitindo a instalação de inúmeros títulos digitais.

O bundle do Nintendo Switch + Super Mario Bros. Wonder e 3 meses da Nintendo Switch Online (apenas R$ 1.899 no Pix) incluem dois Joy-Cons, com suporte a controle por movimentos que podem ser usados por dois jogadores no modo semiportátil. O console suporta até 4 jogadores simultâneos e outros acessórios.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Nintendo Switch, com Super Mario Bros. Wonder, tem preço mais baixo na Amazon

ANPD ordena suspensão de lives do Discord no Brasil

12 de Agosto de 2026, 12:48
(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Discord tem funcionalidade Go Live suspensa no Brasil (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A ANPD determinou a suspensão do recurso de transmissões ao vivo do Discord no Brasil.
  • A medida visa prevenir violações contra crianças e adolescentes.
  • O recurso “Go Live” foi suspenso por falhas na moderação.
  • A plataforma continuará operando para troca de mensagens de texto e voz.

A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou nesta quarta-feira (12) que o Discord suspenda o recurso de transmissões ao vivo em todo o território brasileiro. A medida preventiva concede um prazo de três dias úteis para o cumprimento da ordem. A agência reguladora tomou a decisão após concluir que a plataforma falhou na adoção de ferramentas de moderação para prevenir crimes e violações graves contra crianças e adolescentes, como indução à violência.

O recurso afetado é o Go Live, utilizado para o compartilhamento de tela e vídeo em tempo real. O superintendente de Fiscalização da ANPD, Fabrício Lopes, enfatizou que o aplicativo continuará operando para troca de mensagens de texto e voz. “O Discord não está sendo bloqueado. O nosso objetivo é reduzir os riscos de danos graves ou de difícil reparação a que estão sendo expostas as crianças e adolescentes”, explicou o dirigente.

Por que as lives foram consideradas um risco?

A área técnica da agência mapeou falhas críticas na arquitetura do serviço, que não possui acesso às transmissões de vídeo enquanto elas estão ocorrendo. Isso dificulta o uso de mecanismos automatizados para detecção de violações.

Como resultado, o aplicativo passa a depender de denúncias feitas pelos próprios participantes. Segundo as investigações, a situação se agravou no início de março. Às vésperas da entrada em vigor do novo Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), a plataforma realizou atualizações no Go Live que tornaram o recurso ainda menos seguro para menores de 18 anos.

Um levantamento da ONG SaferNet Brasil apontou que o número de denúncias envolvendo o Discord saltou 54% ao comparar os sete primeiros meses deste ano com o mesmo período do ano passado, passando de 264 para 406 notificações.

Golpistas usam Discord para encontrar vítimas (Imagem: Anete Lusina/Pexels)
Arquitetura do aplicativo impede a detecção de violações em tempo real (Imagem: Anete Lusina/Pexels)

O que motivou essa decisão emergencial?

A pressão por uma ação imediata ganhou força após uma tragédia recente no Mato Grosso do Sul envolvendo uma adolescente de 13 anos, que teria sido induzida a atos de automutilação dentro da plataforma. As investigações conduzidas pela polícia e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) revelaram a fragilidade nos mecanismos de moderação e verificação de idade, cujos Termos de Serviço exigem uma idade mínima de 13 anos.

O caso provocou reações diretas. Na última semana, a primeira-dama Janja da Silva defendeu publicamente o bloqueio da plataforma. Já a Secretaria Nacional de Direitos Digitais produziu um relatório detalhando as falhas do serviço, o que levou a ANPD a instaurar um processo oficial na última sexta-feira (07).

Diante do cerco, representantes legais da empresa iniciaram uma força-tarefa de reuniões. Na segunda-feira (10), o Discord chegou a protocolar uma proposta com medidas para reforçar a proteção dos usuários. No entanto, o órgão regulador avaliou que a proposta não era suficiente para reduzir os perigos imediatos e optou pela medida cautelar de hoje.

Sanções e próximos passos

A suspensão permanecerá em vigor por tempo indeterminado, até que a plataforma comprove a implementação de medidas de segurança adequadas. Somente com uma autorização expressa da ANPD o recurso poderá ser reativado.

A empresa tem dez dias úteis para apresentar recurso à Superintendência de Fiscalização e, caso negado, pode recorrer ao Conselho Diretor. Se as irregularidades forem confirmadas de forma definitiva, o Discord está sujeito a sanções rigorosas baseadas no artigo 35 do ECA Digital, que incluem multas de até R$ 50 milhões.

ANPD ordena suspensão de lives do Discord no Brasil

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Golpistas usam Discord para encontrar vítimas (Imagem: Anete Lusina/Pexels)

Gemini bate 1 bilhão de usuários e vira o maior fenômeno do Google

12 de Agosto de 2026, 12:20
Ícones do Gemini AI Plus e variações do serviço do Google, ilustrando a IA
Comando de voz já é o formato de interação preferido dos usuários (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Gemini atingiu 1 bilhão de usuários ativos mensais globalmente.
  • A maioria das interações ocorre por voz (63%) e 20% dos usuários compartilham tela ou câmera; 38% das solicitações no setor educacional incluem envio de anexos.
  • O Brasil é o quinto país com mais usuários do Gemini, responsável por cerca de 5% do tráfego da ferramenta, segundo dados independentes.

O Google alcançou um marco neste mês de agosto: a inteligência artificial Gemini atingiu 1 bilhão de usuários ativos mensais globalmente. O anúncio, feito pelo CEO Sundar Pichai no X nesta terça-feira (11), oficializa a ferramenta como o produto de adoção mais rápida em toda a história da companhia.

O resultado reflete a estratégia da empresa de integrar a IA profundamente em seu ecossistema, incluindo serviços como o Gmail e o Drive. Esse salto de adoção também é impulsionado pela presença nativa no Android, especialmente após a big tech decretar o fim do Google Assistente e consolidar o Gemini como o assistente padrão do sistema.

1B+ people are now using @Geminiapp every month to spark new ideas and get things done. It’s our fastest growing product ever, and our 14th to hit the 1B-user mark.

Kudos to @JoshWoodward & the entire Gemini team, and thank you to everyone who has been on this journey with us -… pic.twitter.com/sSWrULX4Qn

— Sundar Pichai (@sundarpichai) August 11, 2026

Como as pessoas estão usando o Gemini?

A métrica do Google considera como usuário ativo qualquer pessoa que acessou o Gemini pelo menos uma vez no último mês, seja no aplicativo ou na web. Segundo o vice-presidente do projeto, Josh Woodward, o público prefere interações multimodais.

  • 63% interagem por voz
  • 20% compartilham tela ou câmera
  • No setor educacional, 38% das solicitações incluem o envio de anexos
  • São geradas 150 milhões de imagens diárias (todas com a marca d’água SynthID para identificar conteúdo de IA)
Captura de tela da interface do Google Gemini. No topo, lê-se "Olá,". No campo de busca, estão ativas as palavras-chave "Deep Research" e a versão "2.5 Flash". Abaixo do campo, há dois botões: "Fontes" (selecionado) e "Arquivos". Um menu suspenso aberto no lado esquerdo mostra as opções de fonte de pesquisa, com "Google Pesquisa" marcado, e as demais opções desmarcadas: "Gmail", "Drive" e "Chat". O logo do "Tecnoblog" está no canto inferior direito.
38% das solicitações com fins estudantis incluem o envio de anexos (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Os países que mais usam

Diferente da OpenAI, o Google não divulga oficialmente o ranking de países que mais utilizam o Gemini. Apesar do silêncio, dados independentes colocam os Estados Unidos na liderança (com cerca de 12% da base), seguidos por Japão, Índia e Coreia do Sul. O Brasil aparece na quinta colocação, respondendo por pouco mais de 5% do tráfego.

Vale destacar que os dados da DOIT Software apontam mais de 100 milhões de usuários no iOS, plataforma que exige o download manual do aplicativo, enquanto a vasta maioria do tráfego chega pelo Android.

Crescimento está ameaçado?

Apesar da adoção facilitada pela distribuição do assistente em celulares ao redor do mundo, sustentar esse crescimento é um desafio técnico e financeiro. Os altos investimentos na infraestrutura de IA levaram o fluxo de caixa do Google a um patamar negativo.

O cronograma de atualizações também apresenta sinais de estagnação. A versão Gemini 3.5 Pro, prevista para junho, ainda não foi lançada. A empresa comunicou recentemente que segue trabalhando no modelo e já iniciou o treinamento do Gemini 4. No entanto, relatos publicados pela imprensa indicam insatisfação interna com o desempenho da plataforma na geração de códigos, área em que a IA ainda corre atrás da OpenAI e da Anthropic.

Gemini bate 1 bilhão de usuários e vira o maior fenômeno do Google

Google Gemini (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro atinge 2º menor preço já encontrado em oferta no Magalu

12 de Agosto de 2026, 12:18
R$ 11.499,0028% OFF

Prós
  • Novo visual traseiro
  • Câmeras wide e ultrawide de 48 MP
  • Tela de 120 Hz e brilho de 3.000 nits
  • Chip de alto desempenho
  • Carregamento com fio de 40 W
Contras
  • Preço elevado
  • Usuários relataram desgaste no acabamento da carcaça de alumínio
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 Pro de 256 GB está disponível por R$ 8.271 no Pix no Magazine Luiza. O celular da Apple com chip A19 Pro, câmeras de 48 MP e tela OLED de 120 Hz atinge o segundo menor preço desde o lançamento, com um desconto de 28% sobre o preço original de R$ 11.499.

iPhone 17 Pro tem câmeras de 48 MP e chip A19 Pro

O kit principal de câmeras do iPhone 17 Pro inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, que captam belas cenas com grandes ângulos, e uma telefoto com zoom óptico de 4x para aproximações com qualidade, todas de 48 MP. A frontal Center Stage de 18 MP possui função para tirar selfies na horizontal, mesmo com o celular em pé.

O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM são, segundo a Apple, o kit mais potente do mercado e entregam 40% mais performance do que a geração anterior para rodar apps pesados em multitarefa, games exigentes e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de espaço interno permitem guardar uma quantidade razoável de fotos e vídeos.

O corpo de alumínio conta com o vidro Ceramic Shield na traseira e sobre a tela, que resiste a pancadas e quedas, enquanto a certificação IP68 adiciona proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

Uma mão segurando o iPhone 17 Pro com a tela ligada na página inicial
iPhone 17 Pro (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A tela Super Retina XDR OLED de 6,3″ do iPhone 17 Pro possui ProMotion de 120 Hz e brilho forte de até 3.000 nits, combinação capaz de reproduzir imagens com cores vibrantes e com alta fluidez nas transições gráficas, e que oferece visibilidade garantida em qualquer lugar.

Sua bateria resiste a 31 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e é capaz de injetar uma carga de 50% em 20 minutos via USB-C. Dessa forma, o usuário não ficará sem energia no corre-corre diário.

O iPhone 17 Pro de 256 GB (apenas R$ 8.271 no Pix) roda iOS 26 e é elegível para pelo menos cinco atualizações do sistema operacional. O celular possui conectividade 5G, Wi-Fi 7Bluetooth 6.0 e NFC.

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iPhone 17 Pro atinge 2º menor preço já encontrado em oferta no Magalu

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iPhone 17 Pro (256 GB) conta com câmeras de 48 MP e chip de ponta A19 Pro; celular da Apple atinge o 2.º menor preço já visto, com desconto de 28% no Pix

Navegadores confirmam que uBlock Origin continuará ativo

12 de Agosto de 2026, 12:00
Ilustração do uBlock Origin com o avisos irritantes ao redor
Navegadores confirmam que uBlock Origin continua ativo, incluindo o Firefox (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O uBlock Origin continua ativo nos navegadores Firefox e Brave, que mantêm o suporte ao padrão Manifest Version 2 (MV2), diferentemente do Chrome e Edge.
  • A Microsoft anunciou a remoção do suporte a extensões MV2 no Edge até o fim de 2026, afetando o uBlock Origin.
  • O uBlock Origin Lite, baseado no MV3, é uma opção para usuários do Chrome e Edge, porém com menos recursos do que a versão original. Fonte: Tecnoblog.

Recentemente, a Microsoft decidiu remover o suporte a extensões Manifest Version 2 (MV2) no Edge. A medida afeta o popular bloqueador de anúncios uBlock Origin. Na esteira desse anúncio, a Mozilla e a Brave trataram de reforçar: os seus navegadores continuam tendo suporte à ferramenta.

O término do suporte a extensões MV2 no Edge deverá ser concluído até o fim de 2026. A Microsoft tomou essa decisão pouco tempo depois de o Google anunciar que o Chrome perderá o suporte remanescente a extensões MV2 no fim deste mês de agosto.

Por conta disso, os usuários desses navegadores que ainda usam extensões MV2 deverão recorrer àquelas que são baseadas no Manifest Version 3 (MV3), padrão tido como mais moderno e seguro, mas que, pelo menos no âmbito dos bloqueadores de anúncios, é considerado menos funcional por usuários e desenvolvedores.

Para usuários do uBlock Origin no Chrome e no Edge, a opção acaba sendo o uBlock Origin Lite, que é baseado no MV3, mas que, como o “Lite” no nome sugere, tem menos recursos do que a extensão original.

Um exemplo: o uBlock Origin segue uma arquitetura de bloqueio ativa, que analisa e barra (se necessário) requisições de anúncios ou rastreadores em tempo real por meio da API webRequest; já na versão Lite, com MV3, essa API não está disponível, razão pela qual os bloqueios são baseados em regras pré-definidas, que podem ser menos eficazes.

Como consequência, o usuário precisa se contentar com uma extensão possivelmente menos eficaz ou partir para outro navegador. É neste ponto que a Mozilla e a Brave enxergaram uma oportunidade.

Navegador Brave para desktop
O navegador Brave para desktops (imagem: reprodução/Brave)

Firefox e Brave continuam suportando o MV2

Após o anúncio da decisão da Microsoft, a Mozilla comentou, via X: “o suporte do Firefox ao uBlock Origin não vai a lugar nenhum”. A razão disso é que o navegador da organização continua suportando extensões MV2.

A Brave também comentou o assunto no X, mas com mais detalhes:

Ao contrário do Edge, o Brave continuará suportando o uBlock Origin.

Hospedamos o uBlock Origin e outras extensões Manifest V2 em nossos servidores para que os usuários do navegador Brave ainda possam usá-las. Ative-as em Configurações / Extensões / Extensões Manifest V2.

Brave

Um detalhe que vale a pena comentar aqui é que, assim como o Chrome e o Edge, o Brave é baseado no projeto Chromium. Por causa disso, é de se presumir que o Brave também poderia perder o suporte a extensões MV2. Mas isso não ocorrerá porque o navegador conta com uma implementação do Chromium que preserva o padrão.

Mozilla e Brave não estão sozinhas nessa. Para dar outro exemplo, a Opera já havia assegurado ao Tecnoblog que o uBlock Origin terá suporte “pelo maior tempo possível” em seu navegador.

Navegadores confirmam que uBlock Origin continuará ativo

uBlock Origin (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Navegador Brave para desktop (imagem: reprodução/Brave)

Galaxy S26 fica quase pela metade do preço em promoção exclusiva pelo app Magalu

12 de Agosto de 2026, 11:15
R$ 7.499,0049% OFF

Prós
  • Alto desempenho
  • Tela Dinâmico 2X de 120 Hz
  • Design compacto, fino e leve
  • Câmera 50 MP e vídeos em 8K
  • Promessa de 7 anos de atualizações
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem lente periscópica
  • Carregamento máximo de 25 W
PIX Cupom Só no app
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S26 de 256 GB está saindo por R$ 3.839 no Pix com cupom INFLU300 exclusivamente pelo app do Magazine Luiza. O celular premium da Samsung com câmera principal de 50 MP e tela AMOLED de 6,3″ atinge um dos menores preços já vistos, com desconto de 49% sobre o original de R$ 7.499.

Galaxy S26 tem câmera de 50 MP e tela AMOLED de 120 Hz

O kit principal de câmeras do Galaxy S26 filma em resolução alta de 8K. Ele é formado por uma wide de 50 MP com OIS e ultrawide de 12 MP, que captam imagens com amplo campo de visão, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para aproximar elementos. Já a frontal de 12 MP grava vídeos em 4K a 60 fps.

O chip Exynos 2600 e os 12 GB de RAM permitem a execução de apps pesados e de soluções do Galaxy AI localmente. Os 256 GB de espaço permitem guardar uma quantidade equilibrada de fotos e vídeos, mas podem ser expandidos com planos de armazenamento na nuvem como alternativa.

Sua tela Dynamic AMOLED 2X de 6,3″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits é capaz de reproduzir imagens com cores vivas e alta fluidez nas transições em apps e games, além de ter visibilidade garantida em qualquer ambiente.

Tela do Galaxy S26
Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O S26 possui um corpo compacto de alumínio que apela para quem prefere celulares pequenos. Os vidros Gorilla Glass Victus 2 na traseira e Gorilla Armor 2 sobre a tela resistem a quedas e pancadas, e a certificação IP68 adiciona proteção contra poeira intensa e mergulhos acidentais.

Sua bateria de 4.300 mAh sustenta até 30 horas de reprodução de vídeo, segundo a Samsung. O carregamento rápido de 25 W via USB-C evita que o usuário corra o risco de ficar sem energia antes da próxima recarga.

O Galaxy S26 de 256 GB (R$ 3.839 no Pix com cupom INFLU300 apenas pelo app Magalu) roda o Android 16 e deve receber sete atualizações do sistema operacional. O gadget conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

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Galaxy S26 fica quase pela metade do preço em promoção exclusiva pelo app Magalu

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Galaxy S26 (256 GB) com tela AMOLED de 120 Hz e câmera de 50 MP atinge um dos menores preços já vistos, com desconto de 49% no Pix com cupom apenas pelo app do Magalu

Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Edge 60 Pro alcança melhor preço em meses com cupom no Mercado Livre

12 de Agosto de 2026, 10:51
APROVEITAESSA 38% OFF Ver preço

Oferta encerrada 🙁
APROVEITAESSA 38% OFF Ver preço
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O Edge 60 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.499 no Pix com cupom APROVEITAESSA no Mercado Livre. O celular da Motorola com tela POLED de 6,7″, até 24 GB de RAM e câmeras de 50 MP recebe desconto de 38% sobre o valor de lançamento de R$ 3.999, a melhor oferta do gadget vista nos últimos meses.

Edge 60 Pro traz tela POLED de 120 Hz e até 24 GB de RAM

Tela do Edge 60 Pro com configurações do botão dedicado da Moto AI
Tela do Edge 60 Pro possui design com bordas infinitas (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A tela POLED de 6,7″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits do Edge 60 Pro permite a reprodução de imagens com cores vibrantes e alta fluidez nas transições, além de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.

Os 12 GB de RAM física, expansíveis até 24 GB de memória RAM via RAM Boost, assim como no Edge 70 Pro, e o chip MediaTek Dimensity 8350 Extreme suportam apps pesados e games mais exigentes. Os 256 GB de espaço interno permitem guardar uma quantidade razoável de vídeos e fotos.

O kit de câmeras inclui uma wide com OIS e uma ultrawide, voltadas à captura de belas cenas em ambientes amplos, e uma frontal que tira ótimas selfies, todas de 50 MP. A telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x oferece ganhos para aproximações, e todas filmam em 4K.

Traseira roxa do Edge 60 Pro, com destaque na câmera tripla, organizada em um quadrado
Câmeras wide, ultrawide e frontal do Edge 60 Pro são de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Edge 60 Pro possui um botão dedicado à suíte Moto AI, que suporta edição inteligente de imagens e vídeos com IA. O corpo do celular conta com as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que conferem proteção em cenários como poeira intensa, mergulhos acidentais e temperaturas extremas.

A bateria grande de 6.000 mAh resiste até 45 horas de uso, segundo a Motorola. O suporte a carregamento rápido de até 90 W fornece uma carga para 12 horas em apenas 6 minutos, ideal principalmente para usuários gamers.

O Edge 60 Pro de 256 GB (R$ 2.499 no Pix com cupom APROVEITAESSA) será atualizado até o Android 18 e conversa com redes 5G, Wi-Fi 6EBluetooth 5.4 e NFC.

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Edge 60 Pro alcança melhor preço em meses com cupom no Mercado Livre

Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento

12 de Agosto de 2026, 10:05
Logo do Vivo Easy
Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Vivo mudou o nome do plano Vivo Easy Lite para Vivo Lite e adicionou o Pix como forma de pagamento;
  • planos Vivo Lite oferecem 20 GB, 30 GB ou 40 GB de franquia por mês, com preços a partir de R$ 35 mensais;
  • benefícios incluem acesso ilimitado ao YouTube por dois meses, ligações, SMS e 50% de desconto em ingressos do Cinemark.

Se você assina algum plano Vivo Easy Lite, talvez já tenha notado que, desde a semana passada, a modalidade passou a se chamar simplesmente Vivo Lite. A mudança de nomenclatura é acompanhada da adição de uma nova forma de pagamento: o Pix.

Os efeitos da alteração já aparecem no site da operadora: as páginas do Vivo Easy Lite foram modificadas para exibir apenas o nome Vivo Lite. A Vivo não explicou o motivo da mudança de nome, mas esclareceu ao Tecnoblog que os benefícios oferecidos nos planos foram mantidos.

Em termos práticos, a única novidade é mesmo a adição do Pix como forma de pagamento. Até então, os planos Lite aceitavam apenas pagamento via cartão de crédito.

Quais são os planos Vivo Lite?

O site da operadora destaca três opções de planos Vivo Lite. São eles:

 Vivo Lite 20 GBVivo Lite 30 GBVivo Lite 40 GB
Franquia20 GB por mês30 GB por mês40 GB por mês
Preço anual12 x R$ 30 no cartão12 x R$ 40 no cartão
Preço mensalR$ 35R$ 45R$ 55
Benefício extra2 meses de YouTube2 meses de YouTube2 meses de YouTube
Compilação feita pelo Tecnoblog

O pagamento anual é mais interessante porque, como a cobrança é feita em 12 vezes no cartão de crédito, na prática, o assinante desembolsa R$ 30 por mês no plano de 30 GB ou R$ 40 mensais no pacote de 40 GB.

Em todas as opções, o usuário tem acesso ilimitado ao YouTube durante dois meses, sem que o tráfego do serviço seja descontado da franquia. Ligações, SMS e 50% de desconto em ingressos do Cinemark estão entre os demais benefícios oferecidos.

Pelo menos até certo ponto, os planos Vivo Lite concorrem com os pacotes Claro Flex, que, atualmente, oferecem opções que começam em R$ 44,90 (35 GB).

Já na TIM, as alternativas mais próximas são os planos TIM Controle Fit, que partem de 12 vezes de R$ 20 para 25 GB de franquia por mês.

Vivo Easy Lite muda de nome e ganha nova forma de pagamento

Vivo Easy (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Governo Federal inicia migração de dados do SUS para nuvem nacional

12 de Agosto de 2026, 07:03
Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, apresenta primeira fase do programa Nuvem Soberana (imagem: divulgação/Governo Federal)
Resumo
  • O Governo Federal iniciou o programa Nuvem Soberana do SUS, migrando dados de saúde para servidores locais administrados pelo Serpro, visando garantir soberania digital e reduzir dependência de tecnologias estrangeiras.
  • A primeira fase envolve 230 milhões de brasileiros e estrangeiros no Cadastro Nacional de Usuários do SUS (CadSUS), com investimento inicial de R$ 18 milhões.
  • A migração busca melhorar a acessibilidade e segurança dos dados, seguindo a LGPD, e integrando mais de 450 aplicações de forma unificada.

O Governo Federal deu início nesta terça-feira (11) ao programa Nuvem Soberana do SUS, uma grande migração dos dados nacionais de saúde para servidores locais. Os computadores serão administrados pelo Estado por meio do Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados), e a ideia é garantir soberania digital na área. A promessa também passa por uma acessibilidade maior aos dados dos pacientes pelas instituições de saúde, além de menor dependência de tecnologias estrangeiras.

A primeira fase vai levar em conta os mais de 230 milhões de brasileiros e estrangeiros no Cadastro Nacional de Usuários do SUS (CadSUS), enquanto a segunda etapa vai focar na Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), com 5 bilhões de registros. Por fim, o governo fala em consolidação, com mais de 450 aplicações funcionando de forma integrada.

Segundo o Ministério da Saúde, a experiência dos brasileiros ao utilizar os serviços digitais do SUS será a mesma, mas com maiores garantias de segurança seguindo a LGPD e integração de dados a nível federal. O ministro Alexandre Padilha anunciou o investimento inicial de R$ 18 milhões na primeira fase, chamada de Fundação, com previsão de finalizar a migração do CadSUS até o fim de 2027.

Soberania digital no centro do debate

A iniciativa tem a ver com a chamada governança digital. De acordo com o governo, a China, a Rússia e países do continente europeu passam por processo similar. A busca é por controle interno de serviços públicos, hoje totalmente integrados ao ambiente digital.

Um estudo divulgado pelo Departamento de Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR) em 2025 apontou os problemas de hospedar dados sensíveis do SUS em serviços de empresas estrangeiras. A RNDS, por exemplo, é hospedada atualmente no Serpro MultiCloud, infraestrutura que utiliza serviços de big techs como a Amazon Web Services (AWS). A migração dos dados seria uma forma de driblar essa dependência tecnológica.

Projeto está dividido em três fases (imagem: divulgação/Ministério da Saúde)

Outro exemplo envolvendo governança digital é a participação do Brasil na WAICO, Organização Internacional de Cooperação em Inteligência Artificial. Os 29 integrantes buscam estratégias para aumentar o acesso do Sul Global ao desenvolvimento de inteligência artificial. Hoje, mesmo com modelos de IA nacionais, o Brasil ainda depende de LLMs de empresas estrangeiras, em especial as americanas Google, OpenAI e Anthropic, e ainda falta bastante para pensar numa independência no setor.

Digitalização do SUS

Durante o evento, em Brasília, o Governo Federal trouxe alguns dados a respeito da digitalização do SUS. Atualmente, são mais de 70 milhões de downloads do app SUS Digital, enquanto a versão profissional do app já tem integração com 84% dos municípios pelo país. Com a unificação das informações, por exemplo, a promessa é de que o acesso destes profissionais será mais fácil.

Além disso, o ministério também aponta a importância da digitalização para oferecer serviços como teleatendimento, que registrou um aumento no último ano. Essa é outra área que pode ganhar com a migração de dados para servidores inteiramente nacionais, com maior agilidade no cruzamento de dados e informações sobre atendimentos especializados, redes de apoio, entre outros exemplos.

Governo Federal inicia migração de dados do SUS para nuvem nacional

Projeto está dividido em três fases (imagem: divulgação/Ministério da Saúde)

Melhor smartwatch Garmin em 2026: 10 relógios para comprar no Brasil

11 de Agosto de 2026, 20:48
Venu 4 é um relógio da Garmin focado em uso diário (Imagem: Divulgação/Garmin)

Os melhores relógios da Garmin em 2026 se destacam pela alta precisão de GPS, métricas esportivas avançadas e longa autonomia de bateria, mesmo nos modelos de entrada.

Enquanto a linha Fenix traz navegação avançada com mapas e recursos para atividades extremas, os smartwatches das linhas Forerunner, Venu e Instinct oferecem opções voltadas para corrida, saúde no dia a dia e altíssima resistência.

O Tecnoblog preparou um guia com os 10 principais smartwatches da Garmin. Confira os pontos positivos e negativos antes de comprar.

Links seguros Links seguros. Comprando pelos nossos links, você apoia o Tecnoblog sem pagar nada a mais.

Garmin Forerunner 965


Prós
  • Modos de triatlo e duatlo
  • Mais de 70 modalidades esportivas
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Autonomia de até 23 dias
  • GPS multibanda
  • Design resistente em titânio
  • Tecnologia NFC
Contras
  • Sem conectividade LTE
  • Brilho máximo em 1.000 nits
  • Não usa IA
  • NFC limitado no Brasil
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O Forerunner 965 tem tela AMOLED de 1,4 polegadas, moldura de titânio, GPS multibanda e mapas coloridos integrados.

Oferece recursos como VO2 máx, Training Readiness, que estima o nível de prontidão para um novo treino, Real-Time Stamina, que acompanha a energia disponível durante o exercício, além de ClimbPro e PacePro, para orientar o esforço em subidas e para definir estratégias de ritmo.

Traz 32 GB de armazenamento, música offline, Garmin Pay (limitado no Brasil), Wi-Fi, Bluetooth e resistência à água de 5 ATM.

A bateria chega a 23 dias em modo smartwatch. Em relação ao Forerunner 265, acrescenta mapas, tela maior e moldura de titânio; frente ao Fenix 8, é mais leve e não possui lanterna, microfone ou alto-falante.

Garmin Forerunner 165


Prós
  • Recursos exclusivos de corrida
  • Mais de 25 modos de treino
  • GPS integrado
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Tela AMOLED com Always-On Display
  • Bateria para até 11 dias
Contras
  • Tela com 800 nits de brilho
  • Sem suporte para dados móveis
  • NFC limitado a alguns bancos
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O Forerunner 165 tem tela AMOLED de 1,2 polegadas (390 x 390), touchscreen, cinco botões, GPS integrado, altímetro barométrico e resistência à água de 5 ATM, pesando 39 g.

Oferece métricas de corrida, como o Body Battery, um indicador de energia corporal baseado em fatores como sono, estresse e atividade, além de recursos de monitoramento do sono e recuperação.

Ele não possui GPS multibanda, perfis completos de triatlo ou Training Readiness, disponíveis no Forerunner 965. A bateria chega a 11 dias e ele supera o Forerunner 70 em sensores e recursos, mas fica abaixo do 265 em GPS e treinamento avançado.

Garmin Fenix 8


Prós
  • Completo em sensores
  • Planos de treino
  • GPS multibanda
  • Resistência militar
  • Certificação para mergulhos de até 40 metros
  • Até 48 dias de bateria (versão Solar)
  • Lanterna de LED
Contras
  • Design robusto e pesado
  • Interface complexa para iniciantes
  • Preço mais alto
  • NFC limitado
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O Fenix 8 oferece versões AMOLED de 43, 47 e 51 mm e versões Solar com tela MIP — um tipo de visor LCD. O modelo traz GPS multibanda, mapas completos, lanterna LED, microfone e alto-falante.

Há versões com titânio e vidro de safira, e o relógio possui recursos específicos para mergulho até 40 metros. A autonomia no modelo AMOLED chega a 10 dias (43 mm), 16 dias no de 47 mm e 29 dias no de 51 mm.

É mais pesado e caro que os modelos focados em corrida, mas acrescenta recursos como navegação avançada, mergulho e lanterna; frente ao Forerunner 965, também oferece microfone e alto-falante.

Garmin Instinct 3 Solar


Prós
  • Carregamento solar
  • GPS multibanda
  • Resistência de até 10 ATM
  • Lanterna de LED
  • Bateria para 28 dias
Contras
  • Tela não é sensível ao toque
  • Tela de baixa resolução
  • Design robusto e pesado
  • NFC limitado
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O Garmin Instinct 3 Solar tem caixa de polímero de 45 ou 50 mm, padrão MIL-STD-810 e resistência à água de 10 ATM, equivalente à pressão de 100 metros.

A tecnologia da tela permite autonomia potencialmente ilimitada sob condições adequadas de exposição solar, enquanto GPS multibanda com SatIQ ajusta automaticamente o posicionamento para equilibrar precisão e consumo de bateria.

Esse modelo também oferece lanterna, bússola, altímetro barométrico, HRV Status, que acompanha a variação da frequência cardíaca, e monitoramento de saúde.

A tela é monocromática, sem touchscreen e sem mapas coloridos integrados. É uma alternativa mais resistente e autônoma ao Fenix 8, mas não oferece mapas detalhados, microfone ou alto-falante.

Garmin Venu 4


Prós
  • Tela AMOLED sensível ao toque
  • GPS multibanda
  • Lanterna de LED
  • Bateria para até 12 dias
  • Alto-falante e microfone para chamadas
Contras
  • Não é focado em atividades extremas
  • Não possui mapas coloridos
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O Venu 4 tem tela AMOLED touchscreen e caixas de 41 e 45 mm, com microfone e alto-falante para chamadas e comandos de voz quando conectado a smartphone compatível, além de lanterna LED.

Oferece ECG em países compatíveis, GPS multibanda com SatIQ e Training Status, que avalia a evolução da carga e do desempenho durante um treino.

A bateria chega a 10 dias no modelo de 41 mm e 12 dias no de 45 mm. Não possui mapas integrados como o Forerunner 965 e o Fenix 8, mas acrescenta ao Vivoactive 6 recursos como ECG, GPS multibanda, chamadas e comandos de voz.

Garmin Forerunner 265


Prós
  • Tela AMOLED
  • Proteção Gorilla Glass
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Métricas avançadas para corridas
  • Até 13 dias de bateria
Contras
  • Sem mapas coloridos
  • Não tem lanterna
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O Garmin Forerunner 265 tem tela AMOLED touchscreen de 1,3 polegadas (416 x 416), proteção Gorilla Glass 3, caixa de 46 mm e peso de 47 g.

O relógio traz 8 GB de armazenamento para música offline, GPS multibanda, perfis de triatlo, Training Readiness e resistência à água de 5 ATM.

A bateria chega a 13 dias em modo smartwatch e 20 horas no GPS-only, variando conforme a configuração do sensor. Ele supera o Forerunner 165 em GPS e recursos de treinamento, mas não possui os mapas coloridos integrados do Forerunner 965.

Garmin Forerunner 70


Prós
  • Tela AMOLED touchscreen
  • Bateria de até 13 dias
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Amplo suporte para atividades físicas
Contras
  • Sem suporte a música offline
  • Sem suporte a mapas offline
  • GPS de banda única
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O Forerunner 70 é o modelo de entrada mais recente da marca, com tela AMOLED de 1,2 polegadas, mais de 80 atividades, Garmin Coach, que oferece planos de treinamento guiados.

O dispositivo também tem recursos como Morning Report e Evening Report, que resumem informações de sono, recuperação e atividade ao longo do dia. Também acompanha a variação da frequência cardíaca, monitoramento de saúde e a energia corporal após os treinos.

Sua bateria chega a 13 dias em modo smartwatch e 23 horas no GPS-only. Não possui Garmin Pay, armazenamento para música, altímetro barométrico ou GPS multibanda. É o sucessor do Forerunner 55 na categoria de entrada e fica abaixo do Forerunner 165 em sensores e recursos.

Garmin Forerunner 55


Prós
  • GPS integrado
  • Bateria para até 14 dias
  • Pesa 37 gramas
  • Diversas modalidades esportivas
  • Resistência à água de 5 ATM
Contras
  • Sensores de corrida mais simples
  • Tela de baixa resolução
  • Sem suporte para músicas offline
  • Não é touchscreen
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O Forerunner 55 é o smartwatch da Garmin com melhor custo-benefício. Ele tem tela LCD de 1,04 polegada (208 x 208), caixa de 42 mm, pesa 37 gramas e opera por botões.

Ele tem recursos como o de frequência cardíaca, Garmin Coach, PacePro, que ajuda a definir uma estratégia de ritmo para a corrida, e sugestões diárias de treino, com resistência à água de 5 ATM.

A bateria chega a 14 dias em modo smartwatch e 20 horas com GPS. Não possui tela sensível ao toque, altímetro barométrico ou GPS multibanda, mas mantém boa legibilidade externa e autonomia elevada.

Garmin Vivoactive 6


Prós
  • Tela AMOLED touchscreen
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Pesa 36 gramas com a pulseira
  • 8 GB de armazenamento
Contras
  • Bateria para até 11 dias
  • GPS de frequência única
  • Sem mapas para navegação
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O Vivoactive 6 tem tela AMOLED touchscreen de 1,2 polegadas (390 x 390), caixa de 42,2 mm em polímero reforçado com moldura de alumínio e pesa 23 gramas sem pulseira.

Ele traz o Garmin Pay (limitado a alguns bancos no Brasil), 8 GB de armazenamento e resistência à água de 5 ATM.

O relógio oferece mais de 80 aplicativos esportivos, Body Battery, pontuação de sono, estresse, acompanhamento da saúde feminina e recursos para usuários de cadeira de rodas.

Sua bateria chega a 11 dias, 5 dias com tela sempre ativa e cerca de 8 horas com todos os sistemas de posicionamento e música. É mais voltado a saúde e uso cotidiano que os Forerunner avançados e não possui mapas integrados.

Garmin Lily 2 Active


Prós
  • Tela touchscreen
  • Pesa apenas 29 gramas
  • Foco em design
  • Monitoramento completo da saúde feminina
Contras
  • Tela em LCD
  • Menor autonomia de bateria (9 dias)
  • Métricas esportivas limitadas
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O Garmin Lily 2 Active tem caixa de 38 mm em alumínio, tela monocromática touchscreen e dois botões físicos. Possui GPS integrado, Body Battery, HRV Status, acompanhamento de ciclo menstrual e gravidez e Garmin Pay.

A bateria chega a 9 dias em modo smartwatch e cerca de 9 horas com GPS. Seu principal diferencial em relação ao Lily 2 é o GPS próprio, enquanto o formato compacto prioriza discrição em vez de uma tela grande para exibição de dados esportivos.

Como escolher o melhor relógio Garmin em 2026?

É importante se atentar ao seu perfil de uso, o tamanho do relógio e quais tecnologias estão presentes antes de escolher um relógio da Garmin. Atente-se ao seguinte:

  • Perfil de uso: a linha Forerunner é focada em corrida e triatlo; as linhas Venu e Vivoactive priorizam saúde e uso urbano; Instinct oferece foco em resistência e carregamento solar; a linha Lily traz design compacto; e Fenix é a mais completa para navegação externa e mergulho;
  • Tipo de tela: escolha telas AMOLED para cores vibrantes e alta definição. Já as telas MIP transflectivas oferecem para máxima visibilidade sob luz solar direta e menor consumo de energia;
  • Tamanho do pulso: relógios de 38 mm a 42 mm são ideais para pulsos finos e maior conforto ao dormir. As opções de 45 mm a 51 mm são voltadas para quem prefere telas maiores, melhor leitura de dados esportivos e baterias com mais autonomia;
  • Recursos de navegação e conectividade: opte por modelos com GPS multibanda e mapas integrados se praticar trilhas ou corridas longas em ambientes complexos. Se deseja ouvir música offline ou fazer pagamentos por aproximação, verifique a presença de armazenamento para música e se há suporte do seu banco ao Garmin Pay;
  • Autonomia de bateria: se você realiza treinos longos ou ficar de vários dias sem tomada, priorize modelos com suporte a recarga solar e modos avançados de gestão de energia que ultrapassam semanas de uso contínuo.

Qual é o smartwatch Garmin mais completo?

O Fenix 8 é o smartwatch mais completo da Garmin, pois reúne recursos avançados de navegação com mapas e GPS multibanda, lanterna LED integrada, métricas de mergulho até 40 metros, além de resistência militar contra impactos.

Qual é o melhor relógio Garmin para corrida?

O Forerunner 965 é o modelo ideal para corrida por combinar mapas integrados, GPS multibanda e métricas avançadas de desempenho em uma estrutura leve com moldura de titânio.

Qual é o melhor relógio Garmin para ciclismo?

O Garmin Forerunner 965 se destaca no ciclismo por sua tela AMOLED ampla de 1,4 polegadas, que facilita a navegação visual de rotas via mapas, além do GPS preciso e do recurso ClimbPro, que auxilia na gestão de esforço em subidas.

Qual é o melhor relógio Garmin para trilhas?

O Garmin Fenix 8 é a melhor opção para trilhas devido à sua construção robusta, mapas integrados, navegação avançada.

O modelo também traz uma lanterna LED útil para visibilidade externa e versões com carregamento solar que expandem a autonomia da bateria no uso contínuo de GPS.

Qual relógio Garmin é ideal para uso diário?

O Garmin Venu 4 e Vivoactive 6 são os mais indicados para uso cotidiano por focar em saúde, bem-estar e conveniência, oferecendo tela AMOLED touchscreen e uma série de recursos úteis no dia a dia, sem trazer um design mais robusto.

Qual é o melhor: Garmin ou Apple Watch?

A escolha entre as duas marcas de smartwatch depende da sua prioridade: o Garmin é melhor no ecossistema esportivo com autonomia de bateria superior (dias ou semanas), navegação offline e métricas profundas de treino.

Já o Apple Watch é um dos melhores smartwatches do mercado, que foca em integração avançada com o iPhone e em aplicativos do dia a dia. Mesmo sem se aprofundar em treinos como o Garmin, ele oferece diversos modos esportivos.

Quais as vantagens de ter um smartwatch Garmin?

Ter um smartwatch Garmin garante recursos voltados para alta performance esportiva, saúde avançada e durabilidade:

  • Ecossistema e métricas de treino: oferece análises profundas da sua saúde, como VO2 Máx, Training Readiness, status de HRV, além de fornecer sugestões diárias, permitindo evolução constante e prevenção de treinos em excesso;
  • Maior autonomia de bateria: os relógios da Garmin entregam baterias que duram de dias a semanas longe da tomada, com opções de recarga solar que estendem ainda mais a autonomia em uso com GPS;
  • Mapas integrados: permite seguir trajetos direto no pulso com mapas topográficos em cor e recursos voltados para melhorar o desempenho de acordo com o tipo de estrada, como o ClimbPro para gerenciamento de esforço em subidas;
  • Monitoramento de saúde contínuo: rastreia métricas de bem-estar diariamente através de recursos como fornecem uma pontuação de sono, nível de estresse, oximetria e recursos de ECG.

Qual é a vida útil de um smartwatch Garmin?

A vida útil de um relógio varia conforme o uso e a construção, com relatos no Reddit indicando modelos que duram mais de seis anos mantendo duas semanas de autonomia, enquanto outros apresentam desgaste relevante na bateria após quatro anos.

Smartwatch Garmin tem NFC?

Sim, a maioria dos smartwatches possui a tecnologia NFC por meio do Garmin Pay, recurso de pagamento por aproximação presente em dispositivos como o Forerunner 965, Forerunner 265, Vivoactive 6 e Lily 2 Active.

No entanto, o recurso ainda é limitado a alguns bancos no Brasil.

Melhor smartwatch Garmin em 2026: 10 relógios para comprar no Brasil

Deepfake falha e expõe rosto de golpista

11 de Agosto de 2026, 18:12
Existe um deepfake "do bem"? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog
Deepfakes ajudaram homem a concluir golpes (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog
Resumo
  • Um homem foi preso na Espanha por usar deepfakes para burlar verificações de identidade por vídeo.
  • A Policía Nacional espanhola informou que o suspeito realizou 38 tentativas de falsificação para se passar por 30 pessoas diferentes.
  • O golpe foi descoberto após o software de troca de rosto falhar por menos de um segundo, revelando o rosto verdadeiro do suspeito.

A polícia espanhola prendeu um homem que usava deepfakes em tempo real para burlar verificações de identidade por vídeo. A descoberta ocorreu após o software de troca de rosto falhar por pouco menos de um segundo, o suficiente para revelar o rosto verdadeiro do suspeito.

O homem é acusado de realizar 38 tentativas de falsificação para se passar por 30 pessoas diferentes, segundo nota publicada pela Policía Nacional, equivalente à Polícia Federal no Brasil. Ele tentava obter certificados digitais oficiais em nome das vítimas, e poderia usá-los para assinar contratos e transações financeiras – algo que tem se tornado comum com a popularização das IAs.

Assim como no Brasil, parte desses processos burocráticos na Espanha, quando feitos online, depende da gravação de vídeos ou de chamadas ao vivo com representantes oficiais, momentos nos quais o golpista aplicava os “filtros”.

Golpe usava deepfake em chamadas de vídeo

O esquema mirava empresas de segurança autorizadas a emitir certificados digitais. Para concluir o processo, o solicitante passava por verificações via chamada de vídeo, em que comparavam o o rosto ao documento de identidade.

O suspeito usava um software de troca de rosto em tempo real para parecer com a pessoa da foto do documento fraudado, segundo a polícia espanhola. A estrutura, que ia muito além do deepfake, incluía holofotes domésticos e lâmpadas coloridas, usadas para simular reflexos semelhantes aos presentes nos documentos de identidade.

As conexões aos sistemas eram feitas com uso de VPNs e documentos adulterados, em uma tentativa de dificultar o rastreamento.

Ilustração de deepfake
Atraso revelou a identidade verdadeira (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O homem usava mais de 320 linhas telefônicas, em 24 aparelhos diferentes, maioria registradas em nome das pessoas que sofreram o golpe. Durante a busca na residência do acusado, os agentes apreenderam um notebook criptografado, diversos celulares e HDs.

O golpe funcionou em “múltiplas ocasiões”, mas as autoridades não informaram quantos certificados ele teria conseguido emitir indevidamente.

Deepfake falha e expõe rosto de golpista

Existe um deepfake "do bem"? (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog

IA descobre falha no Zoom que permitia invadir PCs e celulares

11 de Agosto de 2026, 18:07
Ilustração com o ícone do app de videoconferência Zoom
Inteligência artificial precisou de um dia para descobrir a vulnerabilidade no aplicativo (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Zoom corrigiu uma vulnerabilidade crítica em sua plataforma que permitia a invasão silenciosa de dispositivos.
  • A falha, descoberta pela empresa de cibersegurança A Security, exigia que a vítima estivesse em uma chamada de vídeo com o recurso de compartilhamento de tela ativado.
  • A brecha foi explorada usando menos de 20 comandos de texto e permitia a execução remota de código, possibilitando ao invasor roubar dados sensíveis e instalar malwares.
  • A Zoom já liberou uma atualização para corrigir a vulnerabilidade.

A Zoom solucionou nesta terça-feira (11) uma vulnerabilidade crítica que permitia a invasão silenciosa de celulares e computadores. Identificada pela empresa de cibersegurança A Security, a falha exigia apenas que a vítima estivesse em uma chamada de vídeo com o recurso de compartilhamento de tela ativado.

O caso acende um alerta pela facilidade da descoberta. Os pesquisadores utilizaram modelos públicos de inteligência artificial para explorar a falha do zero usando menos de 20 comandos de texto (os chamados prompts).

Como funcionava o ataque silencioso?

Falha crítica no Zoom permitia controle remoto de PCs e celulares (imagem: reprodução/A Security)

O problema estava escondido no protocolo que gerencia anotações em tempo real (aquele recurso que permite desenhar e fazer marcações na tela). Uma brecha abriu as portas para a execução remota de código.

Segundo os relatórios técnicos da A Security, um invasor presente na reunião, seja anfitrião ou convidado, podia injetar códigos maliciosos nos dispositivos de todos os outros participantes da sala. O grande perigo desse ataque, batizado de “Zoomsday”, é que ele operava no formato zero-click, ou seja, não exigia qualquer interação da vítima.

Ninguém precisava clicar em um link suspeito no chat, baixar um arquivo malicioso ou aceitar uma solicitação na tela. Com o controle do sistema, o cibercriminoso ganhava passe livre para roubar dados sensíveis, ligar a webcam e o microfone ou instalar malwares.

No ambiente corporativo, as consequências seriam desastrosas. Um hacker poderia roubar credenciais de um funcionário para entrar na rede da companhia, comprometendo servidores a partir de uma única videochamada.

Como a IA descobriu a falha?

O que mais assustou os especialistas foi a velocidade com que a IA encontrou e conseguiu explorar a brecha. A empresa de cibersegurança explicou que bastou um dia de trabalho. Eles direcionaram um agente de IA para vasculhar funções muitas vezes ignoradas no código do Zoom. Rapidamente, ele encontrou o erro e montou a invasão em tempo recorde.

Quais sistemas foram afetados e como se proteger?

A vulnerabilidade afetou o aplicativo do Zoom em todos os sistemas suportados: Windows, macOS, Linux, Android e iOS (iPhone). Como entrar em uma videoconferência envolve desde reuniões de trabalho a aulas online, milhões de usuários poderiam ter aparelhos expostos caso os detalhes da falha vazassem.

Felizmente, a brecha foi reportada de forma responsável aos desenvolvedores. A dona do serviço publicou um boletim de segurança detalhado, já implementou as correções necessárias nos servidores e liberou atualizações para os aplicativos.

Apesar de não haver registros de que o “Zoomsday” tenha sido explorado de forma maliciosa na internet, a recomendação unânime é atualizar o aplicativo imediatamente.

IA descobre falha no Zoom que permitia invadir PCs e celulares

(Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para corredores: Garmin Forerunner 55 surge com 47% OFF no Mercado Livre

11 de Agosto de 2026, 17:32

Prós
  • Bateria para até 13 dias de autonomia
  • Monitora saúde e exercícios
  • Muitos recursos voltados para corridas
Contras
  • Não possui suporte para NFC
  • Sem conexão LTE
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Garmin Forerunner 55 de 42 mm está saindo por apenas R$ 1.175,76 no Pix no Mercado Livre. Com um desconto de 47% sobre o preço original de R$ 2.199, o smartwatch da Garmin é uma excelente opção para corredores por oferecer rastreamento de rotas e monitoramento de ritmo e velocidade.

Garmin Forerunner 55 com GPS monitora rotas e velocidade

Mulher praticando corrida com um Garmin Forerunner no pulso.
Garmin Forerunner 55 (imagem: Divulgação)

Com GPS, GLONASS e Galileo integrados, o relógio inteligente registra com precisão extrema sua distância, ritmo e trajetos. Isso significa dados de corrida e ciclismo muito mais confiáveis, permitindo que você planeje suas rotas com segurança e analise sua evolução de forma detalhada.

O smartwatch traz perfis de treino para corrida, natação em piscina, ioga e pilates, adaptando-se ao seu estilo de vida. As notificações inteligentes diretamente no pulso e a resistência à água de 5 ATM completam o pacote de praticidade para enfrentar qualquer desafio do seu dia a dia.

A bateria, por sua vez, oferece duração de até duas semanas em modo smartwatch (segundo a Garmin), garantindo que você não precise se preocupar com tomadas constantemente. Além disso, a tela antirreflexo de 1,04 polegada oferece ótima visibilidade sob o sol, facilitando a leitura das suas métricas em treinos ao ar livre.

Relógio Garmin Forerunner 55 no pulso, com GPS para monitorar ritmo e velocidade durante treinos
Garmin Forerunner 55 (foto: Divulgação)

O monitoramento de saúde constante inclui frequência cardíaca contínua e a ferramenta Body Battery, que mede sua energia diária. Esses sensores ajudam a entender quando é hora de treinar pesado ou descansar, otimizando sua rotina e evitando o desgaste físico excessivo.

Aproveite a oferta para adquirir o Garmin Forerunner 55 de 42 milímetros por apenas R$ 1.175,76 no Pix no Mercado Livre. Lembrando que a promoção representa uma queda de preço de 47%, sendo uma ótima oportunidade para quem procura um smartwatch para auxiliar nos treinos e na preparação para uma maratona, por exemplo.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Para corredores: Garmin Forerunner 55 surge com 47% OFF no Mercado Livre

Garmin Forerunner 55 (imagem: Divulgação)

Como entrar no Instagram sem senha: passo a passo para fazer o login na rede social

11 de Agosto de 2026, 17:30
Descubra como acessar o Instagram por meio de um link temporário no e-mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Você pode entrar no Instagram sem senha ao solicitar um link temporário enviado diretamente para o endereço de e-mail cadastrado em seu perfil. A alternativa facilita o acesso pelo celular ou PC, dispensando a digitação de códigos tradicionais.

Esse método difere do processo de recuperar a senha do Instagram. Enquanto a recuperação exige criar uma nova palavra-chave, o link de login por e-mail concede um acesso direto e pontual sem alterar as credenciais atuais.

Siga em frente para saber o passo a passo de como entrar no Instagram pelo e-mail.

Como entrar no Instagram usando o e-mail da conta

  1. Acesse o aplicativo do Instagram no seu celular ou abra o site oficial pelo navegador no PC.
  2. Toque em “Esqueceu a senha?”, embaixo do campo de credenciais, para ver as opções de recuperação de acesso.
  3. Digite o e-mail cadastrado ou nome de usuário e toque em “Continuar” para a rede social localizar o perfil.
  4. Selecione a opção “Tentar outra forma” caso a plataforma sugira o envio do código por WhatsApp ou SMS.
  5. Escolha o seu endereço de e-mail na lista de opções para receber o link para entrar no Instagram sem senha e confirme em “Continuar”.
  6. Abra seu e-mail, acesse a mensagem da rede social e toque em “Login sem senha” para entrar no Instagram sem senha.
Enviando o link temporário do Instagram para o e-mail e acessando a rede social sem senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Alternativa: entrar no Instagram pelo Facebook

Você também pode entrar no Instagram usando o Facebook e sem utilizar senhas, desde que as contas estejam previamente vinculadas na Central de Contas da Meta. Para habilitar essa função, abra o aplicativo do Facebook, acesse a Central de Contas da Meta e toque em “Logins com conta”.

Então, ative a opção “Permitir que todas as contas sejam usadas para login” para integrar os acessos. Assim, ao abrir a tela inicial do aplicativo ou do site do Instagram, basta tocar em “Continuar como [Nome de usuário]” para autorizar o login direto.

Posso receber um link de login no Instagram via SMS?

Diferente do e-mail, não dá para entrar no Instagram pelo link por meio de SMS, pois essa opção envia apenas o código de autenticação de dois fatores. A mensagem via celular serve exclusivamente para verificar sua identidade e redefinir a palavra-chave cadastrada na plataforma.

Consigo entrar no Instagram sem e-mail ou celular?

Não há como entrar no Instagram sem e-mail ou telefone caso você tenha perdido o acesso às suas credenciais e ao perfil vinculado do Facebook. Nessas situações, a única alternativa para recuperar a conta da rede social é acionar o suporte do aplicativo para validar sua identidade.

Ao selecionar a opção de ajuda na tela de login do Instagram, você deve informar um novo meio de contato e gravar um vídeo de verificação facial (video selfie). Após a análise da equipe de segurança, o sistema liberará o envio das instruções para a criação de um novo acesso.

Como entrar no Instagram sem senha: passo a passo para fazer o login na rede social

Descubra como acessar o Instagram por meio de um link temporário no e-mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Enviando o link temporário do Instagram para o e-mail e acessando a rede social sem senha (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Ainda dá tempo: Motorola Edge 70 (256 GB) com 50% OFF com cupom

11 de Agosto de 2026, 17:18

Prós
  • Apenas 5,99 mm de espessura
  • Todas as câmeras de 50 MP
  • Construção resistente
  • Tela AMOLED de 6,7″ com 120 Hz
  • Bateria dura até 38 horas
  • Carregamento de 68 W
Contras
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip inferior ao da versão Pro
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Motorola Edge 70 de 256 GB está 50% mais barato em relação ao preço original de R$ 4.499 no Magazine Luiza. Na oferta encontrada, você leva o smartphone de última geração por R$ 2.249 no Pix após adicionar o cupom MOTOROLA100.

O celular com destaque para o design fino é o ‘irmão’ do meio entre os cinco novos dispositivos da linha lançada em 2026.

Edge 70 tem câmeras de 50 MP e espessura de 5,99 mm

Motorola Edge 70 sendo visto lateralmente e segurado por uma mão com um relógio no pulso
Motorola Edge 70 possui espessura ultrafina e pesa apenas 159 gramas (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O dispositivo embora classificado como um intermediário apresenta um conjunto fotográfico versátil e de alta resolução. Os sensores são: wide com HDR aprimorado, ultrawide/macro e frontal, todos de 50 MP e capacidade de gravação em 4K. Além disso, há um sensor de luz 3 em 1 para melhor controle de exposição a luz, podendo ser útil para fotografias noturnas.

O display é composto por uma tela POLED de 6,7 polegadas que alcança taxa de atualização de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits. A configuração possibilita desempenho fluido para consumo de conteúdo, como redes sociais, e visibilidade clara mesmo sob alta luminosidade.

O Edge 70 possui construção em alumínio e como dito anteriormente, espessura de apenas 5,99 mm para competir com os ultrafinos de concorrentes como o S25 Edge e o iPhone Air. A presença das certificações IP68, IP69 e MIL-STD-810H asseguram a ele alta proteção contra poeira, água e cenários extremos.

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Motorola Edge 70 tem revestimento frontal do vidro Gorilla Glass 7i (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Em termos de desempenho, vem equipado pelo chip Snapdragon 7 Gen 4 com CPU octa-core de até 2.8 GHz e 8 GB de RAM Física expansível até 24 GB via RAM Boost. Uma combinação que não proporciona o mesmo desempenho do Edge 70 Pro ou do Motorola Signature, mas que oferece uma performance equilibrada em todas as áreas.

A bateria de silício-carbono adota uma capacidade de 4.800 mAh com suporte a carregamento rápido com fio de 68 W e também wireless de 15 W, oferecendo maior comodidade. No mais, abrange compatibilidade a NFC, Wi-Fi 6E e Bluetooth 5.4, conexões que já possuem versões superiores.

O Motorola Edge 70 (256 GB) tem promessa de cobertura até o Android 20 pela Motorola e você pode adquiri-lo por R$ 2.249 no Pix com o cupom MOTOROLA100 no Magazine Luiza.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Ainda dá tempo: Motorola Edge 70 (256 GB) com 50% OFF com cupom

Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog

Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Microsoft vai permitir login no Edge com Conta Apple para atrair usuários

11 de Agosto de 2026, 16:40
Ilustração mostra o logotipo do Microsoft Edge ao centro, nas cores azul e verde, em gradiente. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Microsoft vai permitir login no Edge com Conta Apple para atrair usuários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft está testando uma opção de login com Conta Apple no navegador Edge para sincronizar senhas, favoritos, histórico e afins;
  • recurso foi descoberto na versão beta do Edge (152.0.4191.10) e na versão Canary (153.0.4210.0), devendo ser ativado na área de recursos experimentais do navegador;
  • a nova opção de login deverá estar disponível no Edge para Windows e macOS na versão 152, prevista para a última semana de agosto.

Por padrão, o Edge requer que você use uma Conta Microsoft para sincronizar senhas, favoritos, histórico e outros dados de navegação entre diferentes equipamentos. Mas, em breve, você também poderá usar uma Conta Apple para isso. Tudo indica que este é um pequeno movimento para atrair usuários para o navegador.

O perfil Leopeva64, no X, descobriu que o recurso já está em teste na versão beta do Microsoft Edge (152.0.4191.10), bem como na versão Canary 153.0.4210.0 (também de teste), embora deva ser ativado na área de recursos experimentais do navegador.

Quando a ativação é feita, a área de usuário do Microsoft Edge, no canto direito superior, exibe um campo de login para uma Conta Microsoft e, logo abaixo, mostra opções para autenticação com uma Conta Google ou uma Conta Apple.

O login com uma Conta Google é um recurso recente do Edge. Fica claro, portanto, que a Microsoft está expandindo as opções de login ao adicionar suporte à Conta Apple.

Qual o benefício disso? Permitir que você leve, para o Edge, dados como senhas, favoritos e histórico oriundos do Chrome ou, neste caso, do Safari. Também é possível usar o Edge sem ter que uma Conta Microsoft.

Na primeira olhada, esta parece ser uma medida contraintuitiva da Microsoft. Mas há uma lógica aqui: ao flexibilizar as opções de login no Edge, a companhia pode atrair mais usuários para o seu navegador ou, ao menos, reduzir as chances de eles migrarem para as opções concorrentes.

Botão de login no Edge com Conta Apple ou Conta Google
Botão de login no Edge com Conta Apple ou Conta Google (imagem: X/Leopeva64)

Quando o login com Conta Apple chega oficialmente ao Edge?

Atualmente, o Microsoft Edge está na versão 151. É de se presumir que o login com Conta Apple fará parte da versão 152, prevista para a última semana de agosto.

O recurso estará disponível no Edge para Windows e para macOS, mas não deve chegar às versões móveis do browser na fase inicial.

Mas é preciso considerar que, mesmo nas versões finais do navegador, a liberação do recurso pode ser gradual, isto é, chegar a alguns usuários antes do que a outros. Não por caso, o login com Conta Google já é oficial no Edge, mas grande parte dos usuários do navegador ainda não tem acesso a essa opção.

Microsoft vai permitir login no Edge com Conta Apple para atrair usuários

Microsoft Edge (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

iPhone 16 (512 GB) atinge menor preço desde o Prime Day na Amazon

11 de Agosto de 2026, 16:01
R$ 10.099,0049% OFF

Prós
  • Tela com brilho de até 2.000 nits
  • Chip A18 de alto desempenho
  • Câmera wide de 48 MP
  • Suporte ao Apple Intelligence
Contras
  • Bateria de 3.561 mAh
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
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O iPhone 16 (512 GB) está disponível por R$ 5.129,10 no Pix na Amazon. O smartphone da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 10.099, recebe desconto de 49% em oferta que compete com os menores preços que encontramos durante o Amazon Prime Day de julho.

iPhone 16 tem tela XDR OLED e câmeras que filmam em 4K

O iPhone 16 adota uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas com os recursos ProMotion e True Tone para aprimorar a qualidade da imagem. O painel traz o já tradicional design Dynamic Island, proteção com Ceramic Shield e atinge brilho máximo de até 2.000 nits.

O telefone tem uma câmera dupla traseira com o sensor principal de 48 MP capaz de gravar vídeos em 4K e registrar fotos com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP capta selfies detalhadas com o Modo Retrato e registro em 4K.

Com suporte ao Apple Intelligence, o iPhone 16 usa o chipset Apple A18 e 8 GB de RAM para oferecer alto desempenho em tarefas mais simples. O armazenamento interno de 512 GB garante espaço de sobra para aplicativos, mídias e outros arquivos sem depender do iCloud.

Tela do iPhone 16
iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Devido ao formato compacto, o smartphone da Apple é equipado com uma bateria de 3.561 mAh com autonomia de até 22 horas de reprodução de vídeo. Já o carregamento rápido com um adaptador de até 45 W, vendido separadamente, vai de 0 a 50% em aproximadamente meia hora na tomada.

Na parte de conexão, o dispositivo conta com 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC para ações por aproximação. O modelo vem de fábrica com iOS 18, mas está preparado para receber ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

O iPhone 16 (R$ 5.129,10 no Pix) tem uma estrutura premium em alumínio em conjunto com o acabamento traseiro com proteção Ceramic Shield. Por fim, a certificação IP68 de resistência à água permite que o aparelho sobreviva a mergulhos de até 6 metros em água doce por 30 minutos.

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iPhone 16 (512 GB) atinge menor preço desde o Prime Day na Amazon

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O iPhone 16 com Apple Intelligence, display OLED e câmeras que filmam em 4K sai por menos da metade do preço com pagamento via Pix na Amazon

iPhone 16 atinge brilho com pico de 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

EUA contratam 2 mil gamers como controladores de voo

11 de Agosto de 2026, 15:35
Captura de tela de trailer do Microsoft Flight Simulator. Imagem mostra aviões circulando na pista, um avião voando no canto esquerdo e uma torre de controle
Programa buscou gamers para atender falta de controladores de voo (imagem: reprodução/Microsoft Flight Simulator)
Resumo
  • O governo dos Estados Unidos contratou mais de 2 mil jogadores de videogame como controladores de tráfego aéreo.
  • A campanha buscou jovens com habilidades como raciocínio rápido e multitarefa, comuns em jogadores de videogame.
  • Os controladores de voo terão remuneração média anual acima de US$ 155 mil, treinamento remunerado e vantagens federais.

O governo dos Estados Unidos recrutou mais de 2 mil jogadores de videogame para a formação de novos controladores de tráfego aéreo. A iniciativa faz parte de uma campanha lançada em abril pelo Departamento de Transportes (USDOT) e pela Administração Federal de Aviação (FAA) para enfrentar a escassez de profissionais no setor.

Segundo o secretário de Transportes, Sean Duffy, em publicação na rede social X, o resultado representa 94% da meta anual de contratação.

O governo também afirmou que o processo de seleção foi o mais rápido já registrado para a área, acelerando a entrada dos candidatos na academia de formação técnica da FAA. Além dos recém-contratados, a agência ainda avalia outros 2 mil canditados.

Essa não é a primeira vez que a FAA tenta atrair pessoas ligadas ao universo dos games. Em 2021, ela promoveu a campanha Level Up, também para renovar e diversificar a força de trabalho da aviação comercial.

Como a campanha atraiu candidatos?

A ação adotou uma comunicação inspirada em jogos populares, como Fortnite, e em simuladores de vôo, como o Microsoft Flight Simulator, e usou o slogan “Você esteve treinando para isso…”, destacando caracterísitcas valorizadas na profissão.

A campanha buscou jovens com habilidades associadas ao hobby, como tomada rápida de decisões, orientação espacial, raciocínio estratégico e capacidade de acompanhar várias informações ao mesmo tempo.

🚨 GAME CHANGER

In April, we launched a NEW CAMPAIGN to recruit video gamers as air traffic controllers — and supercharged the entire hiring process to get the BEST & BRIGHTEST in faster. The results are HISTORIC ✈

✅ 94% of hiring goal met — fastest time ever to reach target… pic.twitter.com/gN3OGmEIBB

— Secretary Sean Duffy (@SecDuffy) August 9, 2026

Controladores de voo são responsáveis por acompanhar aeronaves em movimento, orientar pilotos e lidar com mudanças de rota e clima.

Para tornar a carreira mais atraente, o portal do programa também citava benefícios como treinamento remunerado, vantagens federais e remuneração média anual acima de US$ 155 mil (cerca de R$ 850 mil, em conversão direta) após três anos de serviço. O salário é um dos principais motivos para a falta de pessoal no setor, segundo o Polygon.

Escassez pressiona aviação

Avião da United Airlines (Imagem: raymondclarkeimages/ Flickr)
Escassez de pessoal é uma das razões para estresse na profissão (Imagem: raymondclarkeimages/ Flickr)

A ofensiva tenta responder a queda de cerca de 6% no número de controladores ativos na última década, cenário agravado por paralisações governamentais, aposentadorias em massa, interrupções nos treinamentos durante a pandemia de covid-19 e a falta de estabilidade salarial.

Em abril, a FAA contava com cerca de 11 mil controladores ativos e 4 mil estagiários em formação, segundo dados citados pela CNN, número considerado insuficiente para atender à demanda operacional dos aeroportos estadunidenses.

A falta de pessoal é apontada como uma das principais razões para a carreira ser considerada uma das mais estressantes, o que também leva a preocupações sobre segurança. Em março, por exemplo, a colisão entre um avião da Air Canada Express com um caminhão de bombeiros a mais de 160 km/h na pista reacendeu as discussões sobre esse déficit no país.

EUA contratam 2 mil gamers como controladores de voo

Microsoft teria aumentado preço do Windows 11 “OEM”, deixando PCs mais caros

11 de Agosto de 2026, 13:48
A imagem mostra um notebook ASUS Zenbook A14 exposto sobre uma mesa em um ambiente bem iluminado e decorado com grama sintética e plantas ao fundo. Ao lado do notebook, há um pequeno display informativo com o nome e algumas especificações do modelo, destacando o processador Snapdragon. A tela do notebook exibe o sistema Windows com o recurso de tela de bloqueio ativo, mostrando o horário (15:54), a data (quinta-feira, 21 de março) e informações sobre o clima e localização. O design do laptop é moderno e elegante, com acabamento metálico claro e teclado em tom semelhante. No canto inferior direito da imagem, aparece o logo do site Tecnoblog.
Microsoft teria aumentado preço do Windows 11 “OEM”, deixando PCs mais caros (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft teria aumentado os preços das licenças OEM do Windows 11, de acordo com o site taiwanês United Daily News, que ouviu executivos de marcas de PCs;
  • reajustes variam entre 7% e 10% e foram aplicados em julho de 2026; as licenças são reajustadas anualmente.
  • aumento de preços das licenças já estaria sendo repassado aos consumidores, tornando os PCs mais caros em um contexto em que os preços já são pressionados pela crise das memórias RAM e dos chips de armazenamento.

PCs já não estão baratos por conta da crise das memórias RAM e dos chips de armazenamento. Mas a situação pode ficar pior nas próximas semanas. Isso porque a Microsoft teria aumentado os preços das licenças OEM do Windows 11 para um patamar superior ao esperado pelo mercado.

Licenças OEM são aquelas destinadas aos fabricantes de computadores. Quando você compra um notebook com Windows 11, por exemplo, uma licença OEM é o que permite que o sistema operacional venha pré-instalado na máquina. O custo com essa licença está embutido no preço final do equipamento, razão pela qual não é necessário comprá-la à parte.

Os custos com licenças OEM variam de acordo com determinados aspectos. Entre eles estão a quantidade de licenças negociadas, o país de destino (por conta de eventuais impostos ou de taxas de câmbio) e até o tipo de hardware — processadores mais avançados tendem a contar com precificações mais elevadas.

Como as licenças OEM são negociadas com os fabricantes, reajustes não costumam ser tratados publicamente. Mas o site taiwanês United Daily News afirma ter ouvido de executivos de marcas de PCs que, em julho deste ano, a Microsoft promoveu aumentos nos preços das licenças OEM do Windows que variam entre 7% e 10%.

Os mesmos executivos apontaram que as licenças são reajustadas anualmente, mas que, em 2026, o aumento de preços foi mais expressivo do que em anos anteriores.

Dell XPS 13 2024 tem opção de tela OLED (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Notebooks Dell XPS 13 com Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Qual o motivo do reajuste das licenças do Windows?

Como a Microsoft não se pronunciou a respeito até o momento, não dá para saber. Mas, se o aumento de preços das licenças for real, uma das possibilidades é a de que as porcentagens aplicadas considerem os custos que a companhia vem tendo com o desenvolvimento de recursos de inteligência artificial.

É claro que o reflexo dessa situação varia de país para país, mas os fabricantes afirmam que, de modo geral, os reajustes já estão sendo repassados para os produtos. Os consumidores notam que os PCs estão mais caros, obviamente, mas associam os preços aumentados aos custos crescentes com memória RAM e soluções de armazenamento.

De quanto é esse aumento? Novamente, depende do mercado ou da marca. Mas Liao Yi-hsiang, gerente-geral da divisão de sistemas da Asus, explicou que, em Taiwan, os computadores da marca ficaram cerca de 30% mais caros entre o quarto trimestre de 2025 e maio de 2026. Com o reajuste das licenças do Windows, mais um aumento de preços deve ser registrado no atual trimestre.

Com informações de Neowin

Microsoft teria aumentado preço do Windows 11 “OEM”, deixando PCs mais caros

Zenbook A14 conta com processador Snapdragon X e roda Windows 11 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Notebooks Dell XPS 13 com Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Oportunidade: Galaxy Watch 8 BT tem o menor preço já registrado em oferta

8 de Julho de 2026, 11:27

Prós
  • Tela Super AMOLED de 3.000 nits
  • Suporte a NFC
  • Compatível com Galaxy AI
  • Responde notificações e mensagens
  • IP68 e MIL-STD-810H
Contras
  • Autonomia reduzida com GPS ativo
  • Não conversa com iPhone
  • Funções exclusivas com celulares Samsung
PIX
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O Galaxy Watch 8 Bluetooth de 40 mm está saindo por apenas R$ 1.246,51 no Pix no Mercado Livre. O smartwatch da Samsung com sensor BioActive e tela Super AMOLED atinge menor preço já registrado, com um desconto de 58% sobre o original de R$ 2.999.

Galaxy Watch 8 traz tela Super AMOLED e sensor BioActive

O Galaxy Watch 8 é equipado com uma tela Super AMOLED de 1,34″ com brilho de até 3.000 nits, que reproduz cores e imagens de alta qualidade, além de prover visibilidade em qualquer lugar. O vidro Cristal de Safira resiste a acidentes como quedas e pancadas e mantém o display protegido.

Este smartwatch conta com várias funções para acompanhar atividades físicas das mais diversas, como corrida e ciclismo, ao mesmo tempo em que oferece ferramentas àqueles que buscam mais qualidade de vida e desejam ficar de olho na condição física geral, tais como eletrocardiograma (ECG), monitores do sono, da saúde da mulher e da oxigenação do sangue.

O wearable também pode fazer a diferença em uma situação crítica: desde que pareado a um celular, ele pode ligar para contatos específicos e números como 190 (polícia) e 192 (ambulância) durante uma emergência médica, podendo assim salvar a vida do usuário.

O chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno permitem a um dos melhores smartwatches de 2026 executar apps localmente. Sua bateria de 435 mAh resiste a um dia de uso e suporta carregamento sem fio de 10 W. Dessa forma, o usuário pode usá-lo por bastante tempo entre cada nova recarga.

O corpo de alumínio Armor de 40 mm é reforçado pelas certificações IP68 e militar MIL-STD810H, que conferem proteção em cenários extremos. Além de resistir a 5 atmosferas de pressão (5 ATM) debaixo d’água, o que o habilita a ser usado também em esportes aquáticos.

O Galaxy Watch 8 BT de 40 mm (apenas R$ 1.246 no Pix) roda Wear OS 6 e suporta soluções do Google, além de possuir conectividade Wi-Fi 5, Bluetooth 5.3, NFC e GPS multibanda, que determina a posição exata do usuário em tempo real.

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Oportunidade: Galaxy Watch 8 BT tem o menor preço já registrado em oferta

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Galaxy Watch 8 BT (40 mm) tem sensor BioActive e tela Super AMOLED; smartwatch da Samsung atinge o menor preço já registrado com desconto de 58% no Pix

iPhone 17 Pro Max (512 GB) atinge um dos maiores descontos que já vimos

6 de Julho de 2026, 16:04

Oferta encerrada 🙁
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O iPhone 17 Pro Max (512 GB) está em oferta por R$ 10.334,71 no Pix no Mercado Livre. O smartphone premium da Apple com tela OLED e câmera de 48 MP, lançado por R$ 13.999, está com um desconto de 25% e um dos preços mais baixos já visto pela equipe do Achados do TB.

iPhone 17 Pro Max traz Apple Intelligence, tela de 120 Hz e câmeras que filmam em 4K

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 Pro Max tem tela OLED de 6,9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O iPhone 17 Pro Max usa o chipset Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM, entregando alto desempenho e suporte ao Apple Intelligence. Já os 512 GB de armazenamento interno oferecem espaço bem considerável para aplicativos, mídias e outros arquivos do dia a dia.

Com o design Dynamic Island, o modelo traz uma ampla tela Super Retina XDR OLED de 6,9 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz. O painel ainda conta com os recursos ProMotion e True Tone, além de brilho máximo de 3.000 nits.

Focado em fotos e vídeos, o iPhone 17 Pro Max possui uma câmera tripla traseira com todos os sensores de 48 MP capaz de filmar em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP fica responsável por selfies detalhadas com o Modo Retrato, além de gravar vídeos em 4K.

Mão segurando iPhone 17 Pro Max prateado com as câmeras traseiras em destaque
iPhone 17 Pro Max tem câmera tripla traseira com sensores de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O smartphone topo de linha da Apple adota uma bateria de 4.823 mAh, entregando uma autonomia de até 37 horas de reprodução de vídeo. Ao utilizar um adaptador de 40 W ou superior, o carregamento rápido vai de 0 a 50% em cerca de 20 minutos.

Na parte de conexões, o dispositivo tem 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ele vem de fábrica com o iOS 26 e receberá ao menos cinco grandes atualizações do sistema operacional.

Fechando o pacote, o iPhone 17 Pro Max (R$ 10.339,71 no Pix) tem estrutura de alumínio, acabamento traseiro e tela protegida com Ceramic Shield. Além disso, a certificação IP68 de resistência à água garante que o dispositivo sobreviva a mergulhos acidentais de até 6 metros pelo tempo limite de 30 minutos.

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iPhone 17 Pro Max (512 GB) atinge um dos maiores descontos que já vimos

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 Pro Max (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

“Não previmos”, diz CEO da IBM sobre impacto da IA

15 de Julho de 2026, 13:26
O executivo Arvind Krishna aparece em um plano médio, posicionado ligeiramente de lado e olhando diretamente para a câmera com um sorriso discreto. Ele é um homem de pele retinta clara, calvo, com bigode grisalho e olhos expressivos. Veste um paletó azul-escuro texturizado com padrão xadrez miúdo sobre uma camisa social azul-claro de botões, que está com o colarinho levemente aberto. O fundo está desfocado, revelando tons de verde e a luminosidade natural de uma janela de escritório ao fundo.
Arvind Krishna declarou que mudança no mercado surpreendeu a IBM (imagem: divulgação)
Resumo
  • O CEO da IBM, Arvind Krishna, afirmou que a empresa não previu a magnitude da repriorização dos investimentos para infraestrutura de IA.
  • A empresa viu suas ações caírem 25% na bolsa de Nova York, a maior queda diária desde 1972.
  • A IBM projeta um aumento de receita de apenas 1% no segundo trimestre, menor ritmo de crescimento em mais de um ano.

A febre da inteligência artificial já está cobrando um preço alto no mercado de tecnologia. Nesta terça-feira (14/07), a IBM viu suas ações despencarem 25% na bolsa de Nova York, registrando a maior queda diária desde 1972. “Não previmos a magnitude da repriorização dos investimentos de capital”, afirmou o CEO Arvind Krishna em carta aos investidores.

O motivo da turbulência histórica é a atual corrida das corporações para montar grandes infraestruturas de IA, um movimento que desacelerou as vendas de softwares e impactou o balanço financeiro da IBM e de outras empresas para o segundo trimestre deste ano.

“Nas últimas semanas de junho, vimos clientes redirecionarem seus gastos trimestrais de capital para a compra de servidores, armazenamento e memória, a fim de garantir infraestrutura com oferta limitada antes dos aumentos de preços esperados”, disse Krishna. Segundo ele, “diversos grandes negócios” não foram concluídos conforme o esperado.

De acordo com a Reuters, o tombo acentuado nos papéis colocou a IBM no caminho de perder até US$ 70 bilhões (R$ 356 bilhões na cotação atual) em valor de mercado. Atualmente, a empresa está avaliada na casa dos US$ 272,7 bilhões (R$ 1,4 trilhão).

Empresas pararam de comprar os softwares da IBM

Imagem mostra servidores e dados com a logomarca “IBM” em destaque. Na parte inferior direita, a marca do "tecnoblog" é visível.
IBM foi fundada em 1911 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

As prioridades dos departamentos de tecnologia mudaram em todo o mundo. O dinheiro que seria gasto em sistemas e programas corporativos da IBM está sendo desviado para a compra de hardware. O mercado corporativo corre para garantir acesso a servidores e chips fundamentais para rodar IA, setores que atualmente já enfrentam escassez severa.

Em uma carta direcionada aos investidores, o CEO Arvind Krishna explicou que essa dinâmica surpreendeu a companhia. Na carta, ele afirma que as empresas redirecionaram os gastos e travaram grandes negócios já considerados certos. Vale lembrar que, no final do ano passado, o executivo criticou os gastos com IA.

Além da corrida por hardware, um segundo fator está consumindo a verba de TI das companhias: a segurança cibernética. Com a chegada de modelos de IA avançados, como o Mythos da Anthropic, as empresas estão reforçando a defensiva. Essas novas IAs conseguem mapear rapidamente falhas em softwares, entregando uma vantagem técnica inédita aos hackers e obrigando investimentos pesados em defesas digitais.

Essa tempestade perfeita atingiu em cheio a IBM, que agora projeta um aumento de receita de apenas 1% no segundo trimestre, totalizando US$ 17,2 bilhões (R$ 87,5 bilhões). O número representa o menor ritmo de crescimento em mais de um ano e frustra a projeção de US$ 17,8 bilhões (R$ 90,8 bilhões) dos analistas de mercado. Os dados oficiais da empresa serão publicados na próxima semana, no dia 22 de julho.

O alerta vermelho gerou apreensão em Wall Street sobre o futuro do setor de software. O segmento já vinha sofrendo pressão com o avanço de IAs capazes de escrever códigos e automatizar tarefas. Refletindo esse pessimismo, gigantes como a Microsoft também registraram quedas nos papéis, variando entre 2% e 5% na terça-feira.

Plano de contenção de danos

Para tentar acalmar os ânimos dos investidores, a IBM destacou os seus pesados investimentos em computação quântica. A companhia já destinou mais de US$ 10 bilhões (R$ 51 bilhões) para construir o seu primeiro computador quântico em larga escala até 2029, uma frente tecnológica promissora que ganhou forte apoio financeiro do governo dos Estados Unidos.

A empresa também fez questão de mencionar a expansão de parcerias focadas no próprio mercado de inteligência artificial, o que inclui acordos com a OpenAI. No entanto, essas inovações ainda estão em estágios iniciais e não devem compensar o rombo bilionário no curto prazo.

“Não previmos”, diz CEO da IBM sobre impacto da IA

Saiba como a IBM se tornou uma das empresas mais importantes do setor da tecnologia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vivo libera 6 meses de Adobe Express Premium grátis para clientes

15 de Julho de 2026, 12:51
Vários celulares pretos estão dispostos em um padrão diagonal sobre um fundo roxo. Cada tela exibe o logo da operadora de telefonia "Vivo". As telas dos smartphones também mostram um fundo roxo com um padrão de ondas ou arcos mais claros, criando uma sensação de profundidade e brilho. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog" em fonte de cor branca.
Vivo libera 6 meses de Adobe Express Premium grátis para clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Vivo oferece 6 meses de Adobe Express Premium grátis para clientes elegíveis;
  • Adobe Express Premium inclui ferramentas de edição de fotos, vídeos e documentos, acesso a modelos de vídeos, imagens e fontes, créditos mensais para uso de IA generativa, e mais;
  • clientes da Vivo podem resgatar o benefício acessando o aplicativo da Vivo, na área Benefícios.

A Vivo e a Adobe anunciaram uma parceria para oferecer um novo benefício aos clientes da operadora: acesso gratuito por seis meses ao plano Adobe Express Premium, que oferece diversos recursos para criação ou edição de conteúdo visual, com destaque para ferramentas de IA.

Embora possa ser integrado a softwares como Photoshop e Illustrator, o Adobe Express não fornece acesso direto a essas ferramentas. Em vez disso, o serviço funciona como uma plataforma online para criação e edição de conteúdo que pode ser comparada ao Canva, por exemplo.

O pacote Premium consiste na versão paga mais acessível do Adobe Express. Seus recursos incluem:

  • ferramentas para edição de fotos, vídeos e documentos
  • acesso a mais de 100 mil modelos de vídeos
  • acesso a mais de 495 milhões de imagens
  • acesso a mais de 30 mil fontes do Adobe Fonts
  • 250 créditos mensais para uso de IA generativa
  • agendamento de conteúdo em redes sociais
  • 100 GB de armazenamento nas nuvens (Adobe Cloud)

Como clientes da Vivo podem ter acesso ao Adobe Express Premium?

O Adobe Express Premium vem para fazer parte dos recursos oferecidos pelo programa de relacionamento Vivo Valoriza. O novo benefício está disponível para clientes dos planos Vivo Controle, Pós-Pago, Total e Fibra.

Para fazer o resgate, o cliente elegível deve acessar o aplicativo da Vivo, entrar na área Benefícios e, ali, tocar na imagem que promove o Adobe Express Premium. O procedimento resultará em um cupom que deverá ser aplicado no site do Adobe Express.

Lembrando que o benefício é gratuito por seis meses. Como o Adobe Express Premium custa R$ 23 mensais atualmente, o período promocional gera uma economia de R$ 138 na assinatura. Depois disso, se o usuário quiser continuar com o plano, deverá pagar por isso.

Adobe Express Premium pode ser resgatado no app da Vivo
Adobe Express Premium pode ser resgatado no app da Vivo (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

As duas empresas comentaram a parceria:

(…) Esta parceria representa mais um passo importante na nossa estratégia de levar inovação de forma prática e acessível, ampliando o acesso a soluções de inteligência artificial que agregam valor real ao dia a dia dos consumidores.

Flávia Carneiro, diretora de marketing B2C da Vivo

Por décadas, a Adobe tem sido a plataforma de escolha para profissionais criativos em todo o mundo. Com o Adobe Express, estamos levando essa mesma oportunidade criativa para todos, por meio de uma experiência simples, acessível e impulsionada por inteligência artificial. Nossa parceria com a Vivo expande esse acesso para milhões de brasileiros (…).

Renata Decoussau, diretora de marketing da Adobe para a América Latina

Esse é mais um benefício interessante que a operadora criou. Outro, recente, foi liberado em junho, quando a Vivo forneceu acesso gratuito por 12 meses ao Google AI Plus. Lembremos ainda que, em 2024, a Vivo chegou a oferecer 12 meses de Amazon Prime, também de graça.

Vivo libera 6 meses de Adobe Express Premium grátis para clientes

Vivo confirma negociações com Desktop (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vivo libera 6 meses de Adobe Express Premium grátis para clientes (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Lançamento: TV LG QNED Mini LED 55” fica por menos de R$ 3.000 no Magalu

15 de Julho de 2026, 12:37

Prós
  • Painel QNED traz cores precisas
  • Mini LED fornece brilho superior
  • IA integrada recomenda conteúdos
  • Controle remoto serve como mouse
Contras
  • Taxa de atualização de 60 Hz
  • Porta S/PDIF foi removida
PIX
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A nova smart TV LG QNED Mini LED de 55″ está saindo por apenas R$ 2.982 no Pix no Magazine Luiza. O televisor de 2026 com painel 4K e tecnologia avançada na reprodução de cores e preto profundo recebe desconto de 17% sobre o preço original de R$ 3.599.

LG QNED70 tem painel 4K Mini LED e IA que recomenda conteúdos

Smart TV LG QNED73
Painel 4K QNED com Mini LED da QNED70 reproduz cores com mais fidelidade (imagem: Divulgação/LG)

O grande destaque da QNED70 é seu painel 4K QNED de 55″ com tecnologia Mini LED, uma combinação que oferece cores mais vivas e alto brilho, com maior controle para evitar “vazamentos” como os efeitos de backlight bleeding.

Embora a taxa seja limitada a 60 Hz, a tela reproduz imagens fiéis e preto profundo com riscos menores de burn-in, mais recorrente em modelos OLED.

Seu processador AI α7 4K Gen9 e o sistema operacional webOS 26 oferecem recursos de inteligência artificial do Copilot e Gemini, como upscaling de conteúdos legados e ajustes de imagem conforme as preferências do usuário. O suporte a chatbots permite que o aparelho faça recomendações de conteúdo e auxilie na resolução de problemas.

O controle remoto conta com uma função em que ele pode ser usado como um mouse, controlando um cursor na tela para acessar menus de maneira facilitada. Assim, a experiência de uso se torna mais prática ao consumir conteúdos diversos, como filmes, séries e esportes.

Controle Remoto da LG QNED73
Controle Remoto da LG QNED70 pode ser usado como um mouse (imagem: Divulgação/LG)

A LG QNED70 suporta plataformas de streaming diversas como Netflix, Globoplay, Apple TV, Disney+ e HBO Max, além de permitir o acesso a jogos na nuvem de plataformas como Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now, sendo uma das primeiras a suportar controles Bluetooth de latência ultrabaixa (ULL).

A smart TV LG QNED70 de 55″ (apenas R$ 2.982 no Pix) possui três portas HDMI, uma Ethernet, uma USB-A e uma saída SPDIF (áudio digital), mas a porta S/PDIF legada foi removida. O aparelho conta com conectividade Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.3.

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Lançamento: TV LG QNED Mini LED 55” fica por menos de R$ 3.000 no Magalu

Controle Remoto da LG QNED73 (imagem: Divulgação)

China proíbe IAs de namoro que criam dependência emocional

15 de Julho de 2026, 11:29
Ilustração de assistente virtual de IA na tela de um celular, com texto em chinês
Nova regulamentação obriga assistentes virtuais a quebrarem imersão (imagem: reprodução/South China Morning Post)
Resumo
  • China proibiu o “namoro” com IA, afetando serviços de chatbot.
  • A nova lei, que entra em vigor nesta quarta (15/07), exige que assistentes virtuais evitem criar dependência emocional nos usuários.
  • Empresas como a ByteDance e a Alibaba desativaram recursos de interações íntimas em seus sistemas de IA.

O governo da China decidiu intervir nos relacionamentos afetivos entre humanos e máquinas. A partir desta quarta-feira (15/07), entra em vigor uma regulamentação inédita que proíbe chatbots de companhia de estimular dependência emocional nos usuários.

Como consequência, empresas como ByteDance e Alibaba promoveram um apagão em seus serviços: recursos de interações íntimas foram desativados e o histórico de conversas de milhões de usuários deixou de ficar acessível.

Segundo o comunicado oficial, a motivação vai além de proteger a saúde mental. Para as autoridades chinesas, a adoção acelerada de “namorados e namoradas virtuais” se transformou em um obstáculo silencioso para a formação de laços sociais.

Por que as empresas não adaptaram as IAs?

Uma ilustração digital em tons de laranja e marrom escuro, representando inteligência artificial. O olho direito está em foco e o nariz e a bochecha são formados por linhas retas e blocos, como se a imagem estivesse sendo construída por pixels e códigos. À esquerda e ao fundo, linhas e números de programação em alto-relevo se estendem por toda a imagem, que possui um gradiente de tons quentes, do mais claro ao mais escuro. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" aparece em branco.
Gigantes chinesas desativaram chatbots de companhia (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A resposta está na arquitetura do software. Em vez de tentarem se adequar às novas regras, as companhias concluíram que era tecnicamente impossível manter o produto funcionando dentro das exigências da lei, já que os recursos que tornam um chatbot de companhia atraente e realista são exatamente os alvos da nova legislação.

Para que um parceiro virtual ganhe credibilidade, ele precisa de “memória persistente”, a capacidade de lembrar detalhes da vida do usuário, e ajustar constantemente o tom emocional das respostas. A nova lei exige que o sistema quebre essa imersão de propósito. As IAs agora são obrigadas a alertar os usuários de que são máquinas a cada duas horas de uso contínuo, além de detectar sinais de dependência psicológica em tempo real.

O custo de engenharia para reescrever esses modelos também não justificava os riscos de tomar multas que podem chegar a 50 milhões de yuans (cerca de R$ 35 milhões, em conversão direta) ou 5% do faturamento anual da empresa infratora.

Apenas o Doubao, aplicativo de IA da ByteDance, detém cerca de 345 milhões de usuários. Como alternativa, a empresa começou a direcionar esses usuários para um novo app chamado Maoxiang. O plano é desenvolver uma plataforma do zero, já com os mecanismos de controle de vício e verificação de limites emocionais integrados.

Problema da dependência emocional é global

Imagem mostra duas bonecas sexuais. A primeira, à esquerda, de cabelos pretos e blusa de cor preta, e a segunda, à direita, de cabelos loiros, com a mão direita levantada à altura da boca.
Fabricante chinesa de bonecas WMDoll também integrou IA nos seus produtos (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O desafio não fica restrito ao mercado chinês. Plataformas extremamente populares no Ocidente, como Replika e Character.AI, utilizam a mesma estrutura de retenção emocional e continuam operando neste formato. Governos dos Estados Unidos e da Europa ainda não aprovaram restrições parecidas com as de Pequim.

A pressão, porém, está aumentando. O portal Tech Times destaca que processos judiciais nos EUA já associam o uso de chatbots de companhia ao agravamento de quadros psiquiátricos. O principal motor dessas discussões é o caso de um jovem de 14 anos da Flórida que cometeu suicídio no início de 2024 após estabelecer um forte vínculo com um bot da Character.AI.

Outro caso conhecido envolveu a morte do jovem Adam Raine, de 16 anos, após interações com o ChatGPT. Embora a IA da OpenAI não tenha sido desenvolvida para esse fim, o desfecho trágico motivou um longo processo judicial.

Buscando evitar que esses casos se repitam nos EUA, estados como Nova York e Califórnia agora exigem que os bots emitam alertas frequentes sobre sua natureza artificial e acionem centros de ajuda ao notarem qualquer indício de risco à vida do usuário.

No Brasil, ainda não existe uma regra específica para chatbots de companhia. As discussões ocorrem principalmente no âmbito do ECA Digital, proposta para ampliar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente online. O texto prevê deveres de mitigação de riscos, transparência e proteção de menores, mas não chega ao ponto de proibir que assistentes virtuais estimulem vínculos emocionais.

China proíbe IAs de namoro que criam dependência emocional

Inteligência artificial no SAC não agrada clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WMDoll integrará IA em suas bonecas sexuais para proporcionar experiência mais realista (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Galaxy Buds Core cai de preço com cupom que acaba hoje

15 de Julho de 2026, 11:12
R$ 349,0044% OFF

Prós
  • Oferece até 35 horas de autonomia
  • Cancelamento ativo de ruído (ANC)
  • Kit com três ponteiras de borracha
  • Resistência IP54 contra poeira e água
Contras
  • Sem assistência Bixby
  • Não possui áudio 360
  • Codecs Básicos
PIX Cupom
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Os Galaxy Buds Core estão saindo por R$ 196 no Pix com cupom OFFMELI no Mercado Livre. Os fones de ouvido sem fio e acessíveis da Samsung, com bateria de até 35 horas e cancelamento ativo de ruído (ANC), recebem desconto de 44% sobre o preço original de R$ 349.

Mas corra, a promoção é válida apenas nesta quarta-feira (15).

Galaxy Buds Core traz ANC e bateria de longa duração

Uma mão segura um estojo de fones de ouvido sem fio de cor branca, que está aberto e revela dois fones também brancos. O logotipo "tecnoblog" está no canto inferior direito, em branco.
Recurso ANC do Galaxy Buds Core isola ruídos externos (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os Galaxy Buds Core são fones com proposta acessível, mas que contam com recursos de modelos mais caros. Um deles é o cancelamento ativo de ruído (ANC), que filtra ruídos do ambiente para melhorar a experiência sonora, mas não silencia sons de trânsito por motivos de segurança.

A integração com o Galaxy AI, disponível para celulares/tablets Samsung com One UI 6.1 ou acima, dá acesso a recursos de IA interessantes. Dentre eles, o tradutor em tempo real, que permite que duas pessoas mantenham uma conversa, cada uma no próprio idioma.

As bateria individuais nos fones oferecem 65 mAh de capacidade em cada um, enquanto o estojo de transporte soma mais 500 mAh. De acordo com a Samsung, a autonomia chega a 35 horas com ANC desligado, ou 20 horas com o recurso ativo.

Imagem mostra Galaxy Buds Core nas cores preto e branco fora dos cases.
Bateria do Galaxy Buds Core tem autonomia de até 35 horas (imagem: Divulgação/Samsung)

Com cada fone pesando 5,3 g, os Galaxy Buds Core são confortáveis e possuem design ergonômico que se adapta à orelha. O kit inclui borrachas de diferentes tamanhos para melhor se adequar às orelhas do usuário, e a superfície de toque permite controlar players de música e atender chamadas sem tirar o celular do bolso.

Os fones suportam codecs AAC, SBC e Scalable Codec da Samsung e conectividade Bluetooth 5.4. Embora a qualidade sonora seja acima da média entre modelos de sua faixa de preço, a latência é mais baixa quando comparados a modelos mais caros.

Os Galaxy Buds Core com ANC (R$ 196 no Pix com cupom OFFMELI, mas só hoje) possuem certificação IP54, que confere resistência moderada contra poeira e respingos de água ou suor.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Buds Core cai de preço com cupom que acaba hoje

Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) tem queda histórica de 61% no Mercado Livre

15 de Julho de 2026, 10:48

Prós
  • Tela Super AMOLED de 3.000 nits
  • Suporte a NFC
  • Compatível com Galaxy AI
  • Responde notificações e mensagens
  • IP68 e MIL-STD-810H
Contras
  • Autonomia reduzida com GPS ativo
  • Não conversa com iPhone
  • Funções exclusivas com linha Galaxy
PIX Cupom
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O Galaxy Watch 8 LTE de 44 mm está saindo por R$ 1.361 no Pix com cupom OFFMELI no Mercado Livre. O smartwatch Samsung com tela AMOLED e sensores avançados para monitorar atividades físicas e saúde sofre uma queda histórica de 61% sobre o preço original de R$ 3.499. O cupom acaba hoje, então aproveite enquanto é tempo.

Galaxy Watch 8 tem tela AMOLED e sensor BioActive

O Galaxy Watch 8 é um dos melhores smartwatches no mercado atualmente. Sua tela Super AMOLED de 1,47″ atinge um brilho de até 3.000 nits, garantindo assim a visibilidade em qualquer lugar, enquanto reproduz cores e imagens com qualidade. O vidro de Cristal de Safira sobre o display resiste a arranhões e pancadas.

Seu sensor BioActive e auxiliares monitoram diversas modalidades esportivas, como caminhada, corrida, escalada e ciclismo. O smartwatch também monitora a qualidade de vida, medindo eletrocardiograma (ECG), ritmo cardíaco, estresse, sono, saúde da mulher e oxigenação do sangue, e realiza testes de composição corporal via impedância bioelétrica.

Graças ao suporte à 4G/LTE, este relógio inteligente pode fazer a diferença em um cenários críticos. Durante uma emergência médica, por exemplo, o smartwatch pode ligar para contatos específicos e/ou números como 190 (polícia) e 192 (ambulância), sem depender do celular para conexão.

O Galaxy Watch 8 é equipado com um chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, um kit que permite instalar e executar apps localmente. Sua bateria de 435 mAh tem autonomia de um dia de uso e suporta carregamento sem fio de 10 W.

O corpo de alumínio Armor de 44 mm conta com as certificações militar MIL-STD810H e IP68, que conferem resistência em condições extremas e a até cinco atmosferas de pressão (5 ATM), habilitando-o para uso em esportes aquáticos.

O Galaxy Watch 8 LTE de 44 mm (R$ 1.361 no Pix com cupom OFFMELI) roda Wear OS 6 e é compatível com as soluções do ecossistema do Google. Ele suporta Wi-Fi 5, Bluetooth 5.3 e NFC, o já mencionado 4G/LTE, e GPS multibanda para determinar a posição exata do usuário.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy Watch 8 LTE (44 mm) tem queda histórica de 61% no Mercado Livre

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Galaxy Watch 8 LTE tem sensor BioActive e tela AMOLED de 3.000 nits; cupom para menor preço já registrado acaba hoje no Mercado Livre

Starlink anuncia antena menor, mais leve e que gasta menos energia

15 de Julho de 2026, 10:42
À esquerda: antena V4; à direita: antena V5
À esquerda: antena V4; à direita: antena V5 (imagem: reprodução/Starlink)
Resumo
  • Starlink lançou kit V5, com antena menor (384 x 306 x mm) e mais leve (1,1 kg), e que consome menos energia (35-50 W);
  • nova antena tem dimensões parecidas com as da antena Starlink Mini, mas não é adequada para uso em movimento;
  • taxa de download do Starlink V5 é de +375 Mb/s, ligeiramente menor que a do kit anterior (+400 Mb/s).

Starlink V5. Esse é o nome no novo kit de internet via satélite que a Starlink anunciou para clientes domésticos. A novidade traz uma antena menor e mais leve, características que facilitam a sua instalação, e promete mais eficiência energética em relação ao kit anterior, o Starlink V4, lançado em 2023.

As diferenças físicas entre as duas versões são notáveis. A nova antena chega a ter dimensões parecidas com as da antena Starlink Mini, que continuará disponível. A razão disso é que, ao contrário desta última, a antena do kit Starlink V5 não é adequada para uso em movimento (em veículos).

O comparativo de características a seguir ajuda a mostrar o que mudou:

 Starlink V5Starlink V4
Dimensões384 x 306 x 34 mm594 x 383 x 39,7 mm
Peso1,1 kg2,9 kg
Consumo35-50 W75-100 W
Download+375 Mb/s+400 Mb/s

Você deve ter notado que a taxa de download do Starlink V5 é ligeiramente menor em relação ao kit anterior, mas, na prática, a diferença de 25 Mb/s deve ser imperceptível, pelo menos para grande parte dos usuários. A instalação presumivelmente mais fácil e o consumo reduzido de energia podem compensar essa desvantagem.

The next generation Starlink Kit is designed to deliver reliable, high-speed home internet. Starlink V5 has a smaller form factor and lightweight design with greater power efficiency than the Starlink V4.

With speeds up to 375+ Mbps, Starlink V5 delivers seamless connectivity… pic.twitter.com/0dorU6n0oD

— Starlink (@Starlink) July 14, 2026

Disponibilidade do kit Starlink V5

Via X, a Starlink informou que a nova antena está “atualmente disponível em áreas selecionadas”, sem especificar quais. Sabe-se, porém, que essas áreas incluem algumas localidades dos Estados Unidos.

Por causa dessa estreia limitada, ainda não há informações claras sobre preços. Mas o PCMag descobriu um relato no Reddit de um usuário que encontrou o kit Starlink V5 disponível em Montana, mas apenas para o plano residencial de 100 Mb/s que, ali, custa US$ 55 por mês mais US$ 10 mensais pelo aluguel da antena.

Neste ponto, vale relembrar: a Starlink começou a cobrar aluguel da antena em junho de 2026 em alguns mercados, com valor justamente de US$ 10 nos Estados Unidos.

Não há informações sobre disponibilidade do kit Starlink V5 no Brasil. Mas, ainda via X, a Starlink comentou que “à medida que a produção aumenta, o Starlink V5 estará disponível em áreas adicionais”. Essa previsão é válida para os Estados Unidos, mas não está descartada a possibilidade de o kit chegar a outros países em etapas futuras.

Starlink anuncia antena menor, mais leve e que gasta menos energia

À esquerda: antena V4; à direita: antena V5 (imagem: reprodução/Starlink)

Só hoje: Galaxy Buds 4 chega ao menor preço que já vimos com cupom

15 de Julho de 2026, 10:15
R$ 1.599,0039% OFF

Prós
  • Áudio de alta fidelidade
  • ANC reduz barulhos externos
  • Acesso facilitado a recursos de IA
  • Resistência à água e poeira
Contras
  • Autonomia de 3,5 horas de ligações
  • Não tem ponteiras ajustáveis
PIX Cupom
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Os Galaxy Buds 4 estão saindo por R$ 975 no Pix com cupom OFFMELI no Mercado Livre. Os fones de ouvido wireless da Samsung com áudio Hi-Fi, ANC e IA integrada estão pelo melhor preço que já vimos, com 39% de desconto sobre o preço original de R$ 1.599. Mas corra, pois o cupom é válido apenas nesta quarta-feira (15).

Galaxy Buds 4 tem áudio Hi-Fi e cancelamento ativo de ruído (ANC)

Galaxy Buds 4 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
ANC dos Galaxy Buds 4 filtra ruídos externos e aprimora a experiência sonora (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Um dos destaques dos Galaxy Buds 4 é o suporte a áudio Hi-Fi (alta fidelidade) de 24 bits, que entrega uma experiência sonora com maior foco nos detalhes. Outro é o cancelamento de ruído ativo (ANC), recurso que filtra barulhos externos, mas não os isola completamente, por questões de segurança do usuário.

O suporte a assistentes de Inteligência Artificial (IA) como o Bixby da própria Samsung, além do Google Gemini e Perplexity, adiciona a possibilidade de usar comandos por voz para lidar com menus e realizar pesquisas. Já o Galaxy AI oferece recursos como o tradutor automático de conversas para usuários da linha Galaxy.

Outras funcionalidades incluem o Voice Pickup Unit, que torna vozes em chamadas mais nítidas. Além do equalizador adaptativo, que ajusta as frequências conforme o formato do canal auditivo do usuário, personalizando ainda mais a experiência sonora.

Galaxy Buds 4 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Estojo dos Galaxy Buds 4 fornece carga adicional (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os Galaxy Buds 4 suportam Bluetooth 6.1 para oferecer conexão com menos latência em jogos ou transmissões em tempo real. A função Auto Switch facilita trocar o dispositivo pareado em uso, para quem usa os fones com mais de um aparelho.

Os fones possuem baterias de 45 mAh, com autonomia de até 6 horas de uso com o ANC ligado e de 7 horas com o recurso desativado. O case conta com uma bateria própria de 515 mAh, somando ao kit um total de até 30 horas de uso.

Os Galaxy Buds (R$ 975 no Pix com cupom OFFMELI, mas só hoje) possuem certificação IP54 com resistência moderada contra poeira, suor e respingos d’água.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Só hoje: Galaxy Buds 4 chega ao menor preço que já vimos com cupom

Veja os novos emojis que vão chegar ao seu celular

15 de Julho de 2026, 09:02
Estes emojis devem chegar aos celulares em breve
Atualização 18.0 foca em novas expressões (imagem: reprodução/Jennifer Daniel)
Resumo
  • O consórcio Unicode liberará a atualização Emoji 18.0 nos próximos meses, adicionando seis figuras inéditas, incluindo o “Rosto Sorridente Rachado”, “Farol”, “Borracha”, polegares apontando para a direita e para a esquerda, e a “Rede com alça”
  • A atualização visa padronizar figuras antigas que geravam interpretações erradas entre diferentes sistemas operacionais, garantindo consistência e universalidade no vocabulário utilizado em aplicativos de mensagens
  • A presidente do subcomitê de emojis do Unicode, Jennifer Daniel, afirma que a atualização corrige fragmentações de design, como o “Cometa” sendo exibido como um rastro de gelo azul em todas as plataformas

O consórcio Unicode liberará a atualização Emoji 18.0 nos próximos meses para os teclados de celulares e computadores em todo o mundo. O novo pacote expande as opções de comunicação visual dos usuários e padroniza figuras antigas que geravam interpretações erradas entre diferentes sistemas operacionais.

As novidades refletem o trabalho contínuo do Grupo de Trabalho de Padrões e Pesquisa de Emojis do Unicode. Mais do que desenhar ícones divertidos, a equipe busca garantir que o vocabulário utilizado em aplicativos de mensagens seja consistente e universal.

A meta é evitar que uma figura enviada de um iPhone, por exemplo, tenha um peso ou significado diferente ao ser visualizada no Android, melhorando a precisão.

Quais serão os novos emojis?

A versão 18.0 adiciona seis figuras inéditas à biblioteca principal. Um deles é o “Rosto Sorridente Rachado”, emoji que ilustra quando tudo está dando errado, mas a pessoa ainda mantém a pose intacta no meio digital. A atualização também inclui um “Farol”, para simbolizar luz e orientação, e uma “Borracha”, voltada para representar a ação de recomeçar do zero.

A aba de gestos recebe polegares apontando para a direita e para a esquerda, úteis para destacar mensagens nas laterais do chat. Por fim, a “Rede com alça” entra no catálogo, simbolizando a ação de capturar ou coletar algo.

Fim da crise de identidade

Meteoro ganha código próprio e deixa de ser confundido com o cometa (imagem: reprodução/Jennifer Daniel)

Além das estreias, a atualização resolve fragmentações de design. De acordo com Jennifer Daniel, presidente do subcomitê de emojis do Unicode, sistemas diferentes desenhavam o mesmo código de formas variadas, o que agora será corrigido de vez.

O “Cometa” passará a ser universalmente exibido como um rastro de gelo azul. A versão de “rocha em chamas”, presente em alguns sistemas, ganha seu próprio espaço oficial como “Meteoro”. Na seção de alimentos, o “Pepino” continuará sendo vegetal em todas as plataformas, enquanto o “Picles” terá um código próprio. Ele será útil para representar o alimento e também para indicar que alguém se meteu em uma enrascada em inglês (uma tradução livre para a expressão norte-americana “in a pickle”).

A “Borboleta” passou pela mesma triagem. Antes, a imagem exibia uma espécie azul (Morpho) em alguns aparelhos e laranja (Monarca) em outros. Agora, a Monarca ganhou seu próprio emoji, carregando um significado voltado para resiliência e resistência.

Veja os novos emojis que vão chegar ao seu celular

(imagem: reprodução)

O que é VPN e como a tecnologia protege seus dados na internet

15 de Julho de 2026, 06:30
Pessoa segura um smartphone com o aplicativo da NordVPN aberto, mostrando conexão ativa em São Paulo, Brasil, e opções recentes de servidores.
VPNs adicionam camadas de proteção a conexões (imagem: reprodução/NordVPN)

Uma VPN (Rede Privada Virtual) é uma tecnologia que cria uma camada de proteção entre o seu dispositivo e a internet, criptografando os dados da conexão e ocultando o endereço IP real.

Você se conecta ao Wi-Fi do aeroporto, abre o aplicativo do banco, acessa e-mails do trabalho ou faz uma compra online? Cada uma dessas ações deixa rastros e pode expor dados se a conexão não estiver protegida. Para isso, ferramentas como a NordVPN podem ajudar, dificultando o rastreamento da atividade online e o risco de interceptação.

Você precisa de uma VPN?

Se você:

✅ Acessa redes Wi-Fi públicas

✅ Trabalha fora de casa

✅ Faz compras online

✅ Usa serviços bancários pelo celular

✅ Quer reduzir o rastreamento da navegação

✅ Quer consumir conteúdo com restrições de localidade

A VPN não substitui todos os cuidados de segurança, mas adiciona uma camada importante de privacidade para a conexão.

Conheça os planos da NordVPN.

O que é uma VPN e como funciona?

VPN (Rede Privada Virtual) é uma tecnologia que permite criar uma conexão segura e criptografada entre o seu dispositivo e a internet, com o servidor da VPN atuando como intermediário. Ou seja:

  • Os dados ficam criptografados: informações são convertidas a um formato que terceiros não conseguem ler facilmente.
  • O endereço IP real é ocultado: sites e serviços passam a ver o IP do servidor da VPN.
  • A navegação fica menos exposta: provedores, redes públicas e terceiros têm mais dificuldade para acompanhar o tráfego.
  • A localização aparente pode mudar: ao escolher um servidor em outro país, a conexão pode parecer partir daquela região.

Para que uma VPN serve?

Pessoa sentada no sofá usa uma TV com a NordVPN aberta, exibindo opções de conexão e servidores em diferentes países.
VPNs protegem dados durante a navegação (imagem: reprodução/NordVPN)

A VPN deixou de ser uma exclusividade de especialistas em segurança e tecnologia, sendo útil em diferentes situações:

  • Proteger dados em redes Wi-Fi públicas: evita que informações sensíveis circulem sem proteção.
  • Reduzir o rastreamento online: a ferramenta dificulta que sites, anunciantes e outros serviços associem a navegação ao usuário.
  • Acessar conteúdos com restrição regional: ao se conectar a servidores em outros países, a VPN pode permitir acesso a sites e serviços disponíveis apenas em determinadas regiões, respeitando as regras de cada plataforma.
  • Aumentar a segurança no trabalho remoto: quem acessa documentos, e-mails corporativos ou sistemas internos fora do escritório pode usar a VPN como camada adicional de proteção.
  • Evitar limitações baseadas no tipo de tráfego: em alguns casos, a VPN reduz restrições aplicadas por provedores a determinados usos da internet, como streaming, downloads ou jogos online.
  • Proteger a conexão em jogos: ao ocultar o IP real, a VPN reduz a exposição a ataques direcionados.
  • Comparar preços em compras e viagens: usar servidores em diferentes países pode ajudar a verificar se há diferenças em valores, que podem variar conforme região ou histórico.

Como escolher a melhor VPN para você

A escolha de uma VPN deve considerar mais do que o preço. Uma boa ferramenta equilibra segurança, velocidade, privacidade e facilidade de uso. Considere critérios como:

  • Criptografia forte: protege os dados que trafegam entre o dispositivo e o servidor da VPN.
  • Política de no-logs: indica que o serviço não armazena registros da atividade de navegação.
  • Auditorias independentes: ajudam a validar as promessas de privacidade do provedor.
  • Rede ampla de servidores: melhora as opções de conexão e a estabilidade.
  • Velocidade: evita que a proteção torne a navegação lenta.
  • Compatibilidade: garante uso em computador, celular, TV, roteador e outros dispositivos.
  • Recursos extras: como proteção contra phishing, bloqueio de rastreadores, servidores especializados e alerta contra golpes.

Por que a NordVPN se destaca

A NordVPN reúne os principais recursos esperados de uma VPN moderna, adicionando camadas extras de segurança:

  • Velocidade e infraestrutura global: segundo testes do West Coast Labs realizados em outubro de 2025, a NordVPN registrou velocidade média de 817 Mbps e pontuação geral de 58/60. O serviço conta com mais de 9.500 servidores em mais de 224 localidades nas Américas, Europa, África e Ásia-Pacífico.
  • Política de no-logs auditada: a NordVPN não registra a atividade online dos usuários, política que já passou por seis auditorias independentes.
  • Criptografia AES de 256 bits: o tráfego é protegido por um padrão robusto de criptografia, usado para dificultar a leitura dos dados por terceiros.
  • Protocolos modernos: o serviço oferece OpenVPN, IKEv2/IPsec e NordLynx, uma adaptação do WireGuard criada para combinar velocidade e privacidade.
  • NordWhisper: protocolo voltado a redes restritivas, como Wi-Fi público, ambientes corporativos ou conexões com filtros, ajudando a manter o acesso sem comprometer a privacidade.
  • Servidores especializados: a rede inclui opções como Double VPN, Onion over VPN, servidores ofuscados, P2P e IP dedicado, atendendo diferentes necessidades de privacidade, estabilidade e acesso.
  • Antivírus de última geração: o Next-Gen Antivirus oferece uma camada adicional de proteção contra sites maliciosos, tentativas de phishing, anúncios intrusivos, rastreadores e arquivos infectados por malware. Em dispositivos Windows, também verifica aplicativos vulneráveis que possam representar riscos à segurança.
  • Proteção contra chamadas fraudulentas: disponível para Android e iPhone, o recurso identifica possíveis ligações suspeitas ao comparar números recebidos com bases de golpes conhecidas. O alerta aparece antes que o usuário atenda, sem acessar ou armazenar o conteúdo da chamada.

Veja os recursos da NordVPN.

Recursos extras para diferentes usos

Além da proteção principal da VPN, a NordVPN oferece recursos que ajudam a adaptar o uso.

  • Double VPN: encaminha o tráfego por dois servidores diferentes, adicionando uma camada extra de criptografia.
  • Onion over VPN: combina a VPN com a rede Onion para quem busca mais anonimato.
  • Servidores ofuscados: ajudam a disfarçar o uso da VPN em redes que tentam bloquear esse tipo de conexão.
  • P2P: servidores otimizados para compartilhamento de arquivos.
  • IP dedicado: endereço IP exclusivo para quem precisa de uma conexão mais previsível.
  • Split Tunneling: permite escolher quais aplicativos passam pela VPN e quais acessam a internet diretamente.
  • Proteção contra ameaças: bloqueia páginas maliciosas, anúncios intrusivos e rastreadores.

Garanta a sua privacidade

NordVPN é principal opção do mercado (imagem: reprodução/NordVPN)

Para quem busca uma ferramenta completa, o NordVPN combina VPN, recursos de segurança, antivírus de última geração, proteção contra chamadas fraudulentas e compatibilidade com múltiplos dispositivos.

Com uma única assinatura do NordVPN, é possível proteger até 10 aparelhos simultaneamente, tendo disponibilidade para:

  • Computadores: Windows, macOS e Linux;
  • Celulares e tablets: Android e iOS;
  • Entretenimento: Apple TV, Android TV e outros dispositivos inteligentes;
  • Outras configurações: extensões de navegador e roteadores compatíveis.

A NordVPN ainda oferece suporte ao cliente 24 horas por dia, sete dias por semana, para ajudar em dúvidas de instalação, configuração e uso dos recursos.

O provedor está com uma condição especial: acesse a página oficial da NordVPN e conheça os detalhes.

Perguntas frequentes sobre VPN

1. O que significa a sigla VPN?

VPN é a sigla para Virtual Private Network, ou Rede Privada Virtual. A tecnologia cria uma conexão criptografada entre o seu dispositivo e a internet, direcionando o tráfego por um servidor remoto e protegendo os seus dados e endereço de IP contra terceiros.

2. VPN é segura?

Sim, desde que você escolha um serviço confiável. A NordVPN, por exemplo, utiliza criptografia AES de 256 bits para proteger os dados e adota uma política de não registro de atividades (no-logs), auditada independentemente em diversas ocasiões. Isso significa que a empresa não monitora nem armazena o seu histórico de navegação.

3. VPN grátis vale a pena?

VPNs gratuitas costumam ter limitações importantes:

  • Menor velocidade
  • Poucos servidores
  • Franquias de uso reduzidas
  • Menores recursos de segurança

Além disso, alguns serviços gratuitos podem monetizar o uso de outras formas, incluindo coleta de dados, anúncios ou outras restrições.

4. É legal usar VPN no Brasil?

Sim. O uso de VPN é totalmente legal no Brasil. A ferramenta é amplamente utilizada para proteger dados em redes Wi-Fi públicas, trabalhar remotamente e navegar na internet com mais tranquilidade.

5. Como usar uma VPN?

Após contratar o serviço e instalar o aplicativo, o usuário escolhe um servidor ou deixa que a própria ferramenta selecione a conexão mais adequada. A partir daí, basta ativar a VPN antes de navegar. Em serviços como a NordVPN, é possível escolher localidades específicas conforme a necessidade.

6. VPN funciona no celular (Android e iPhone)?

Sim. A NordVPN oferece aplicativos dedicados para Android e iPhone (iOS). Após instalar o app, basta escolher um servidor (ou deixar que o aplicativo selecione automaticamente) e ativar a VPN antes de navegar na internet, acessar o banco ou utilizar redes Wi-Fi públicas.

7. Como desativar a VPN no celular?

Abra as configurações do seu smartphone, acesse a seção de VPN (geralmente localizada nas configurações de rede) e desative a conexão. Caso a opção VPN sempre ativa esteja habilitada, talvez seja necessário desativá-la primeiro para evitar que a conexão seja restabelecida automaticamente.

O que é VPN e como a tecnologia protege seus dados na internet

VPNs adicionam camadas de proteção a conexões (imagem: reprodução/NordVPN)

VPNs protegem dados durante a navegação (imagem: reprodução/NordVPN)

Celular Samsung bom e barato: qual smartphone comprar em 2026?

14 de Julho de 2026, 21:18
Celular Samsung Galaxy A17 5G na mão, exibindo tela de boas-vindas com opções Iniciar, Emergência e Acessibilidade
Galaxy A17 5G é um dos melhores celulares Samsung bons e baratos em 2026 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Encontrar um celular Samsung bom e barato não é uma tarefa difícil: a empresa sul-coreana se destaca no mercado por oferecer a linha Galaxy A, que combina recursos avançados, telas de alta qualidade e baterias de longa duração, garantindo excelente usabilidade para quem deseja economizar.

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Apesar disso, é importante ficar atento: modelos com menos de 6 GB de RAM podem resultar em travamentos no dia a dia, e celulares com processadores muito antigos podem ter desempenho insatisfatório para usuários mais exigentes, por exemplo.

Neste guia, o Tecnoblog analisa os principais smartphones de entrada e intermediários da Samsung disponíveis no Brasil em 2026. Avaliamos quesitos fundamentais, como o desempenho dos processadores, resistência à água e a qualidade das câmeras, para que você faça a escolha ideal conforme a sua necessidade diária.

Galaxy A56


Prós
  • Bom desempenho com Exynos 1580
  • Câmera de 50 MP (OIS)
  • Grava em 4K
  • Tela Super AMOLED de 120 Hz
  • Resistente à água e poeira (IP67)
  • Atualizações até o Android 21
  • Acesso a ferramentas do Galaxy AI
Contras
  • Não suporta carregamento sem fio
  • Carregador de 45 W não vem incluso
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O Galaxy A56 foi considerado o melhor celular custo-benefício em 2025, e continua sendo uma ótima opção se encontrado em promoções com preço próximo aos R$ 1.500. Trata-se de um smartphone para quem busca desempenho além do básico, câmeras de qualidade e design premium sem gastar muito.

O aparelho traz recursos de IA para edição de fotos, suporte a redes 5G, processador Exynos 1580 de 4 nanômetros e generosos 8 GB de memória RAM, entregando performance satisfatória para rodar a maioria dos apps populares no dia a dia, dando conta de jogos e multitarefa.

Galaxy A36


Prós
  • Tela de 6,7″ com taxa de atualização de até 120 Hz
  • Câmera de 50 MP (OIS)
  • Suporte ao Galaxy AI
  • Resistente à água e poeira (IP67)
  • Atualizações até o Android 21
Contras
  • Carregador de 45 W não incluso
  • Processador inferior ao do Galaxy A56
  • Não suporta carregamento sem fio
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O Galaxy A36 é o equilíbrio perfeito entre custo-benefício e refinamento técnico para o consumidor moderno que não precisa de alto poder de fogo. O dispositivo traz o chipset Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm aliado a 6 GB de RAM, conjunto satisfatório para rodar aplicativos do dia a dia e até alguns jogos casuais sem travamentos.

Sua tela AMOLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ oferece cores vibrantes e pretos profundos, perfeita para o consumo de streaming e vídeos. A configuração de câmera tripla tem como destaque o sensor principal de 50 MP, capaz de registrar boas fotos mesmo em condições desafiadoras de iluminação.

Galaxy A17 5G


Prós
  • Tela Super AMOLED
  • Celular barato com 5G
  • Câmera de 50 MP com OIS
  • Traseira reforçada com fibra de vidro
Contras
  • Não grava em 4K
  • Versão mais barata tem 4 GB de RAM
  • Carregamento máximo de 25 W
  • Sem leitor de digitais sob a tela
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O Galaxy A17 5G eleva o patamar dos celulares econômicos ao trazer tecnologias antes restritas aos modelos acima de R$ 1 mil, como tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz, proteção Gorilla Glass Victus e câmera de 50 megapixels com estabilização óptica de imagem (OIS). Entretanto, não faz vídeos em 4K.

Sob o capô, o processador Exynos 1330 oferece performance estável para navegar em redes sociais, trocar mensagens, assistir a vídeos e tirar fotos. No entanto, a opção mais barata vem com apenas 4 GB de memória RAM, o que pode ocasionar travamentos em multitarefa ou na execução de jogos e outros apps mais exigentes.

Galaxy A07


Prós
  • Tela grande de 6,7 polegadas (90 Hz)
  • Câmera de 50 MP
  • Boa autonomia de bateria
  • Atualizações do Android até 2031
Contras
  • Sem 5G
  • Tela PLS LCD (preto acinzentado)
  • Não grava em 4K
  • Sem OIS
  • Não tem carregamento sem fio
  • Versão mais barata tem 4 GB de RAM
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O Galaxy A07 4G é a opção de entrada para quem precisa de um celular barato com tela grande, para assistir filmes e trocar mensagens. A versão mais barata do A07 não tem suporte às redes 5G, mas traz um display de 6,7 polegadas do tipo PLS LCD oferece boa visibilidade para leitura e consumo de mídia, mantendo o custo de reparo acessível.

A câmera traseira dupla de 50 MP cumpre bem o seu papel, capturando imagens nítidas para o registro de momentos diários. O processamento é básico, com o chip Mediatek Helio G99 e 4 GB de RAM. O diferencial nesta categoria fica por conta dos 6 anos de atualizações garantidos pela fabricante.

Como escolher o melhor celular Samsung bom e barato?

Para selecionar o melhor celular bom e barato em 2026, avalie o seu perfil de uso. Se você necessita de velocidade máxima e deseja usufruir de ferramentas com inteligência artificial, investir em modelos com processadores mais modernos e suporte 5G (como o Galaxy A56 ou A36) é fundamental.

Caso a prioridade seja a máxima economia, as versões de entrada atendem perfeitamente as demandas básicas de comunicação. Preste atenção também na capacidade de armazenamento interno (dê preferência para opções a partir de 128 GB) e na presença de proteção contra água.

Qual celular barato da Samsung é melhor para fotos?


O Galaxy A56 é um dos melhores celulares baratos com câmera boa graças aos sensores otimizados por IA e lentes auxiliares de melhor qualidade. Contudo, se você busca o menor preço com excelente estabilização de imagem, o Galaxy A17 5G se destaca por incluir Estabilização Óptica (OIS) na câmera de 50 MP, evitando fotos tremidas e melhorando capturas noturnas.

Qual celular barato da Samsung tem a maior bateria?

A grande maioria dos modelos econômicos da Samsung, incluindo o Galaxy A56, A36, A17 5G e A07, vem padronizada com baterias de 5.000 mAh. A diferença real de autonomia fica por conta do processador: chipsets mais eficientes, o Exynos de 4 nm do A56, conseguem extrair mais horas de tela com a mesma carga de energia.

Tem celular barato da Samsung com NFC?

Sim. A tecnologia NFC para pagamentos por aproximação deixou de ser um recurso exclusivo de topo de linha. Modelos muito acessíveis como o Galaxy A17 5G e intermediários como o Galaxy A56 já contam com o recurso integrado de fábrica, permitindo cadastrar cartões de crédito nas carteiras digitais com total segurança.

Qual celular barato da Samsung tem o melhor custo-benefício?

Atualmente, o Galaxy A36 é o celular barato da Samsung com melhor custo-benefício. O smartphone combina a ótima tela Super AMOLED, câmera com estabilização OIS, conectividade 5G e NFC a um preço altamente competitivo, somado ao benefício da promessa de receber 6 anos de atualizações de versão do Android.

Celular Samsung bom e barato: qual smartphone comprar em 2026?

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Encontre o melhor celular Samsung com preço que cabe no bolso; veja prós e contras antes de decidir qual Galaxy é o ideal para o seu dia a dia.

Galaxy A17 5G é um dos melhores celulares Samsung bons e baratos em 2026 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)

Motorola Razr 70 (256 GB) cai R$ 1.200 com cupom exclusivo no Mercado Livre

14 de Julho de 2026, 18:58

Prós
  • Telas com tecnologia AMOLED
  • Construção com dobradiça em titânio
  • Câmeras traseiras de 50 MP
  • Chega com Android 16
Contras
  • Segue com certificação IP48
  • Poucas evoluções ao Razr 60
PIX Cupom
5% PARA NOVOS SEGUIDORES MOTOROLA 22% OFF Ver preço
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O Motorola Razr 70 de 256 GB lançado em abril por R$ 5.999 está em oferta por R$ 4.701,64 no Pix e aplicando o cupom de 5% disponível para novos seguidores da loja oficial Motorola no Mercado Livre. O valor representa um desconto de 22% sobre o preço original há poucos meses desde o anúncio.

Motorola Razr 70: dobradiça em titânio e telas AMOLED

Quatro celulares Motorola razr 70 em cores azul, rosa, cinza e translúcida sobre uma mesa de madeira
Motorola Razr 70 chega nas cores verde, rosa, cinza e branco perolado (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Razr 70, o mais básico da nova linha Razr, segue com a proposta dobrável no formato flip. O dobrável utiliza dobradiça em titânio, um dos materiais mais resistentes do mercado, para proporcionar durabilidade na ação de abrir e fechá-lo incontáveis vezes.

O grande destaque do smartphone é a possibilidade de experiência com duas telas. Ambas utilizam a tecnologia AMOLED com cores validadas pela Pantone e que alcançam 100% do DCI-P3, altamente fieis à realidade. O painel interno de 6,9″ atinge taxa de 120 Hz garantindo navegação fluida a vídeos e jogos. Já o externo de 3,6″ permite acesso a notificações e uso de apps sem precisar abrir o celular.

Equipado pelo chip MediaTek Dimensity 7450X com potência de até 2,6 GHz e 8 GB de RAM, o Motorola Razr 70 roda aplicativos pesados sem travamentos. Além disso, o recurso RAM Boost possibilita expandir a memória (utilizando o armazenamento interno) até 24 GB para proporcionar mais performance.

Pessoa segurando o Motorola Razr 70 com a parte traseira virada para cima.
Motorola Razr 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

No conjunto fotográfico, o dispositivo apresenta duas câmeras traseiras de 50 MP: a wide principal e a secundária que trabalha como ultrawide/macro para mais de um cenário de fotografia. Entre as características, garantem tons de pele realistas através das cores Pantone. O sensor frontal entrega selfies em resolução de 32 MP.

A bateria ficou maior em relação ao Razr 60, agora com capacidade de 4.800 mAh. O suporte a recarga rápida de 30 W possibilita energia em poucos minutos na tomada; o usuário ainda tem a possibilidade de carregamento sem fio de 15 W. Por fim, a compatibilidade de Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4 e NFC.

O Motorola Razr 70 (256 GB) sai da caixa com o sistema Android 16 que oferece recursos atualizados e navegação intuitiva. Adquira o novo dobrável da Motorola por R$ 4.701,64 no Pix com o cupom de 5% válido apenas para novos seguidores da loja Motorola no Mercado Livre.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Motorola Razr 70 (256 GB) cai R$ 1.200 com cupom exclusivo no Mercado Livre

Motorola Razr 70 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Motorola Razr 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Galaxy Tab S10 Lite com caneta cai 31% nas férias no Mercado Livre

14 de Julho de 2026, 18:25

Oferta encerrada 🙁
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Se você está procurando um tablet para a volta às aulas, o Galaxy Tab S10 Lite em oferta por R$ 1.929,30 no Pix ao aplicar o cupom OFERTASMELI é uma ótima opção. O desconto é de 31% sobre o lançamento (R$ 2.799), e a ficha técnica se destaca pela tela de 10,9″ de 90 Hz com caneta inclusa.

Galaxy Tab S10 Lite: tela de 90 Hz com S Pen e bateria para 16 horas

Galaxy Tab S10 Lite mostrando uma aula no gráfico sobre lançamento de uma bola de tênis, com equações e rótulo “Como largar pode chegar uma bola de tênis?”
(imagem: Divulgação/Samsung)

A tela de 10,9 polegadas com taxa de atualização de 90 Hz facilita a navegação em abas simultâneas, consumo de conteúdo e leitura. O tablet para estudos da Samsung vem com caneta S Pen inclusa no pacote, ampliando suas possibilidades de uso para desenhos e anotações; especialmente com as funcionalidades inteligentes do Galaxy AI.

Segundo a Samsung, a bateria de 8.000 mAh oferece autonomia para até 16 horas de reprodução de vídeos com apenas uma carga. Isso garante maior praticidade quando você estiver na faculdade, no trabalho ou até em café com poucas tomadas disponíveis.

Tablet Samsung Galaxy Tab S10 Lite mostrando capacidade de reprodução com bateria de 8.000 mAh (até 16 horas)
Samsung Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

O processador Exynos 1380 permite rodar aplicativos de estudos e jogos mais leves, porém a RAM limitada a 6 GB nessa versão pode ser uma dificuldade para multitarefa. O sistema operacional promete atualizações até o Android 22, e já pode receber a One UI 8.5.

O design é fino e leve, com apenas 6.6 mm de espessura e 524 g de peso. As câmeras de 8 MP (traseira) e 5 MP (frontal) devem ser suficientes para videochamadas e eventuais registros de quadros e documentos. E o tablet da Samsung suporta Wi-Fi, Bluetooth 5.3 e GPS, mas não traz conexão 5G independente nessa versão.

Aproveite o desconto de 31% pelo Galaxy Tab S10 Lite Wi-Fi de 128 GB, e pague apenas R$ 1.929,30 no Pix ao aplicar o cupom OFERTASMELI no Mercado Livre.

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Galaxy Tab S10 Lite com caneta cai 31% nas férias no Mercado Livre

(imagem: Divulgação/Samsung)

Samsung Galaxy Tab S10 Lite (imagem: Divulgação/Samsung)

O que é pixel morto? Entenda as principais causas do dead pixel

14 de Julho de 2026, 18:19
imagem representando pixels
Saiba como os pixels mortos surgem nos displays de smartphones, tablets e monitores (imagem: Michael Maasen/Unsplash)

O pixel morto é uma falha de hardware que acontece quando os subpixels de uma área da tela perdem energia e se apagam, gerando um ponto preto permanente. Diferente de defeitos de software, esse problema impede que o pixel acompanhe as mudanças de cores exibidas no display.

Essa avaria surge geralmente por falhas de fabricação, sobrecargas elétricas, impactos físicos e estresse térmico. Essas situações interrompem definitivamente o fluxo de corrente elétrica, sendo a substituição completa do painel a única solução definitiva. 

A seguir, saiba mais sobre o que é pixel morto, quais dispositivos costumam ser afetados e como identificar esse defeito na tela.

O que é pixel morto?

Um pixel morto (dead pixel) é um defeito que ocorre quando os subpixels de um ponto da tela perdem energia e se apagam totalmente. Incapaz de responder aos comandos de vídeo, essa falha de hardware gera um ponto preto permanente no display.

Como um pixel morto age na tela

Um pixel morto na tela age como um ponto permanentemente apagado, que se recusa a acompanhar as mudanças de cores ao seu redor. Essa falha física se destaca como uma mancha escura em fundos claros, mas costuma sumir em cenários de exibição completamente pretos.

De forma geral, o pixel queimado se comporta isoladamente no display, mantendo-se inativo sem contaminar os componentes vizinhos. Essa característica estática ajuda a diferenciá-lo do pixel preso (stuck pixel), que brilha constantemente em uma única cor.

Em dispositivos touchscreen, o defeito costuma ser apenas visual, já que sensores de toque operam em uma camada independente. No entanto, se o dano físico no painel for severo, pode ocorrer uma sutil perda de sensibilidade bem em cima da região afetada.

Painel exibindo cores claras com ponto preto estático que indica pixel morto (imagem: Reprodução)
O pixel morto pode se destacar quando o painel exibe cores claras, como o branco (imagem: Reprodução)

Quais são as principais causas de pixel morto?

Vários fatores podem dar origem a um pixel morto, desde falhas na linha de montagem até pequenos acidentes no uso diário: 

  • Falhas de fabricação: impurezas ou desalinhamentos nos transistores de película fina (TFT) durante a montagem fazem com que o componente já saia de fábrica sem funcionar;
  • Sobrecarga elétrica: picos de energia ou desgaste dos componentes podem queimar os transistores individuais que alimentam os subpixels, cortando permanentemente a eletricidade daquele local no painel;
  • Impactos e pressão física: pancadas, quedas ou mesmo apertar a tela com muita força rompem fisicamente os circuitos internos, interrompendo a transmissão de imagens naquela região;
  • Estresse térmico: a exposição a temperaturas extremas ou a prática de forçar taxas de atualização além do limite projetado (overclocking) aceleram a degradação e desativam os pixels;
  • Desgaste natural: com o passar dos anos, o fluxo contínuo de eletricidade deteriora os materiais microscópicos do painel, fazendo com que telas antigas percam pixels gradativamente.
Close no painel OLED exibindo falha de pixels mortos, com pontos pretos permanentes (imagem: Reprodução/AVS Forum)
Painéis OLED podem sofrer com deterioração que gera pixels mortos (imagem: Reprodução/AVS Forum)

Quais dispositivos podem ser afetados pelo pixel morto?

Estes são alguns dos dispositivos do nosso dia a dia que podem ser afetados por pixels mortos:

  • Monitores de computador;
  • Notebooks;
  • Smartphones e tablets;
  • Televisões;
  • Consoles portáteis;
  • Headsets de realidade virtual (VR) e realidade aumentada (AR);
  • Painéis industriais e automotivos.

O tipo de tela influencia a aparição do pixel morto?

Embora cada tecnologia tenha sua estrutura, como os transistores do LCD ou os diodos orgânicos do OLED, o tipo de tela não determina a aparição do pixel morto. O risco real está muito mais atrelado ao rigor do controle de qualidade na fabricação do que ao display escolhido.

Painéis topo de linha sofrem menos com o problema devido a testes industriais mais rígidos antes de chegarem ao mercado. Contudo, dispositivos portáteis são mais propensos a desenvolver essas falhas ao longo do tempo por estarem expostos a impactos diários e variações térmicas constantes.

Monitores antigos podem apresentar pixels mortos devido ao longo tempo de uso (imagem: Loner Nguyen/Shutterstock)

Consigo fazer um teste de pixel morto?

Sim, o teste de pixel morto exige apenas que a tela esteja limpa antes de exibir imagens em cores sólidas como vermelho, verde, azul, branco e preto. Ao deixar essas cores em tela cheia, basta analisar o painel de perto para identificar se há pontos pretos estáticos que não mudam de tom.

Você também pode acessar sites que oferecem um teste automatizado, como o displaytech, navegando pelas cores com o brilho máximo. Caso note um ponto fixo que não acompanha as transições, tire uma foto para facilitar a comprovação de defeito.

O que fazer ao identificar um pixel morto

Se notar um pixel morto, o primeiro passo é testar soluções rápidas, como desligar o aparelho por algumas horas. Em TVs modernas, especialmente as OLED, vale a pena acionar a função de “atualização de pixels” nas configurações do sistema para tentar corrigir anomalias.

Caso o ponto defeituoso fique em uma área central e atrapalhe o uso, tire fotos nítidas para comprovar o problema. Evite métodos caseiros agressivos, como aplicar uma leve pressão com pano de microfibra, pois eles podem danificar o display de forma irreversível.

Teste de cores mostrando um pixel morto: ponto preto em fundo branco e sem cor em vermelho, verde e azul
O teste de cores ajuda a detectar um pixel morto no painel (imagem: Reprodução)

Pixel morto tem conserto?

Na maioria dos casos, o pixel morto não tem conserto por se tratar de um defeito físico e definitivo no hardware. Isso significa haver um circuito rompido ou um transistor queimado, impedindo que a energia elétrica chegue até aquele ponto.

Como softwares não corrigem essa ausência de corrente, a única solução definitiva é a substituição do painel afetado. Se o problema incomodar a visualização, o caminho correto é recorrer à assistência técnica para a substituição completa da tela.

A garantia cobre pixel morto? 

A cobertura da garantia varia, pois os fabricantes adotam políticas próprias baseadas em normas técnicas que toleram uma quantidade limite de pontos apagados. Na prática, muitas marcas exigem um número mínimo de defeitos ou que eles estejam concentrados no centro para realizar a troca.

Por outro lado, o Código de Defesa do Consumidor protege o usuário ao enquadrar o defeito como um vício oculto que compromete a experiência. Isso dá ao cliente o respaldo legal para exigir o reparo, independentemente de regras internas ou tabelas de tolerância das marcas.

Para garantir seus direitos, registre a falha com fotos nítidas em fundos coloridos e acione o suporte oficial do fabricante. Caso a assistência técnica recuse a substituição sob justificativa de margem aceitável, o caminho recomendado é recorrer a órgãos de defesa como o Procon.

A única solução para os pixels mortos é trocar completamente o painel (imagem: Reprodução/HowToGeek)

Qual é a diferença entre pixel morto, pixel travado e pixel quente?

O pixel morto (dead pixel) representa uma falha física definitiva na qual todos os subpixels permanecem desligados por falta de energia elétrica. Sem reagir aos estímulos de vídeo do display, o resultado é um ponto preto estático que se recusa a acender.

O pixel travado (stuck pixel) ocorre quando apenas um ou mais subpixels travam no modo ativado enquanto os demais ao redor se apagam de vez. Isso faz com que a tela exiba uma cor brilhante fixa, geralmente vermelha, verde ou azul, que às vezes pode ser recuperada por softwares.

O pixel quente (hot pixel) acontece quando os subpixels travam acesos ao mesmo tempo, gerando um incômodo pixel branco em fundos escuros. Esse mesmo fenômeno costuma afetar sensores de câmeras digitais, criando pontos luminosos em fotos tiradas com longa exposição.

Qual é a diferença entre pixel morto e burn-in?

O pixel morto é uma falha de hardware localizada que desliga completamente os subpixels de um único ponto da tela. Essa interrupção definitiva na corrente elétrica resulta em uma marca preta permanentemente na tela, sem comprometer o restante do painel.

O burn-in é uma retenção de imagem provocada pelo desgaste desigual de componentes que exibiram elementos estáticos por muito tempo. Em vez de um ponto isolado, esse fenômeno estampa silhuetas e manchas “fantasmas” persistentes por áreas maiores do display.

O que é pixel morto? Entenda as principais causas do dead pixel

O pixel morto pode se destacar quando o painel exibe cores claras (imagem: Reprodução)

(imagem: Reprodução)

(imagem: Reprodução/HowToGeek)

Galaxy A57 em oferta imbatível no Mercado Livre tem câmera boa e IA

14 de Julho de 2026, 17:52
R$ 3.599,0048% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O Galaxy A57 5G de 128 GB acaba de cair para apenas R$ 1.863,90 no Pix ao usar o cupom OFERTASMELI. Esta é uma excelente oportunidade para comprar um celular intermediário premium da Samsung pelo menor preço desde o lançamento, com um desconto de 48% sobre o preço original (R$ 3.599).

A ficha técnica se destaca pela versatilidade das câmeras, com sensor principal de 50 MP e recurso para redução de ruídos. Além disso, o A57 suporta as diversas funcionalidades do Galaxy AI da Samsung.

Galaxy A57 traz câmera tripla com ISP e suporte ao Galaxy AI

Smartphone Samsung Galaxy A57 5G em mãos, mostrando a traseira com câmera tripla e o sistema Galaxy AI
Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

O conjunto fotográfico do Galaxy A57 é equipado por três lentes traseiras: principal de 50 MP, que deve entregar boa resolução para fotos e vídeos, ultrawide de 12 MP para cenários amplos, e macro de 5 MP para capturar detalhes; além da frontal de 12 MP. A principal filma em 4K até 30 fps, e utiliza ISP para redução de ruído.

Já o sistema operacional vem com Android 16 instalado e deve ser atualizado pelos próximos seis anos. Além da longevidade, o celular custo-benefício da Samsung ainda suporta recursos modernos de inteligência artificial via Galaxy AI, como tradução automática, Circule para Pesquisar e edição generativa de fotos.

A tela Super AMOLED+ de 120 Hz oferece brilho de até 1900 nits garante excelente visibilidade sob o sol e navegação muito fluida. Protegido por Gorilla Glass Victus+ e com resistência à água IP68, o smartphone é resistente contra quedas acidentais e mergulhos rápidos no dia a dia.

Pessoa segurando um celular Samsung Galaxy A57 5G exibindo a tela inicial, ao lado de outros modelos em uma bancada de exposição
Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Graças ao processador Exynos 1680 e 8 GB de RAM, o celular entrega boa eficiência energética. O armazenamento de 128 GB oferece bastante espaço para o básico, apesar da expansão via armazenamento em nuvem ser necessária caso você costume armazenar muitas fotos e vídeos.

Aproveite a oferta para comprar o Galaxy A57 5G de 128 GB pelo menor preço até hoje: R$ 1.863,90 no Pix ao usar o cupom OFERTASMELI no Mercado Livre. O desconto é de 48% sobre o preço original, e não deve durar muito tempo.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Galaxy A57 em oferta imbatível no Mercado Livre tem câmera boa e IA

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Meta é acusada de usar IA para decidir demissões

14 de Julho de 2026, 16:43
Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Meta foi acusada por 26 ex-funcionários de usar um software com inteligência artificial para decidir quem seria demitido durante os layoffs.
  • A ferramenta teria apontado de forma desproporcional pessoas com deficiências ou que precisaram de licença médica.
  • A Meta nega o mérito das acusações, afirmando que o gerenciamento de pessoal e as decisões organizacionais são feitas por pessoas, não por IA.

Em um processo movido contra a Meta, 26 ex-funcionários da empresa a acusam de usar um software com inteligência artificial para decidir quem seria demitido durante os layoffs. A ferramenta teria apontado de forma desproporcional pessoas com deficiências ou que precisaram de licença médica.

A Meta nega o mérito das acusações. “O gerenciamento de pessoal e as decisões organizacionais são feitas por pessoas, não por IA”, disse um porta-voz da companhia.

Qual é a acusação dos ex-funcionários da Meta?

Logo da Meta no Menlo Park, Califórnia
Logo da Meta no Menlo Park, Califórnia (foto: Lucas Lima/Tecnoblog)

Na ação, eles argumentam que a companhia tomou como base a produtividade e o uso de tokens de IA na hora de selecionar quem seria cortado. Dessa forma, quem precisou se ausentar por condições médicas ou familiares ficou em desvantagem.

Os ex-funcionários também afirmam no processo que a Meta usa sistemas com IA para dar pontuações aos empregados. Entre eles, estão o assistente Metamate; um “segundo cérebro” que rastreia comunicações e documentos; e um score de produtividade baseado em uso de teclado, conteúdo da tela, e-mails e histórico de navegação.

Meta vive clima de velório após layoff

O processo surge meses depois de a Meta promover uma demissão em massa de cerca de 8 mil funcionários, o equivalente a 10% de sua força de trabalho global. Outros 10% foram transferidos para ajudar no treinamento de novos modelos de IA rotulando dados.

Se quem saiu está reclamando, quem ficou parece não ter muitos motivos para comemorar — alguns, inclusive, estariam preferindo a demissão.

Os cortes levaram a uma queda na remuneração anual média, que passou de US$ 417 mil (R$ 2,12 milhões) para US$ 388 mil (R$ 1,97 milhão). Além disso, a companhia chegou a adotar software de monitoramento de teclado e mouse também para treinar uma IA, mas recuou e pausou o programa.

Por isso, Andrew Bosworth, diretor-geral de tecnologia da Meta, teria admitido que o moral da equipe estava no pior patamar da história. Mesmo assim, a reestruturação ainda não deu resultados técnicos, com o CEO Mark Zuckerberg insatisfeito com o progresso da empresa no campo dos agentes de IA.

Na parte financeira, por outro lado, tudo certo: a gigante das redes sociais teve US$ 26,8 bilhões (R$ 136,4 bilhões) de lucro no primeiro trimestre de 2026.

Com informações da Reuters.

Meta é acusada de usar IA para decidir demissões

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Logo da Meta no Menlo Park, Califórnia (Imagem: Lucas Lima/Tecnoblog)

Pesquisadores criam armadilha que faz IA de hackers desligar sozinha

14 de Julho de 2026, 16:01
Ilustração abstrata com “rosto” em rede neural e sobreposição de quadros, simbolizando IA.
Técnica usa as regras éticas da IA para travá-la durante um ataque (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Pesquisadores de cibersegurança da Tracebit criaram técnica para paralisar IAs usadas por hackers.
  • A técnica, chamada “bombardeio contextual”, usa prompt injection para interromper ataques.
  • Testes mostraram sucesso e reduziram invasões bem-sucedidas de IAs a quase zero em alguns casos.

Pesquisadores de cibersegurança da Tracebit descobriram uma forma engenhosa de paralisar inteligências artificiais usadas por hackers: um prompt injection “do bem”. Batizada de “bombardeio contextual”, a técnica funciona como uma armadilha, com comandos ocultos nos servidores das empresas para forçar o desligamento da IA invasora em segundos, impedindo o roubo de dados de forma automática.

A injeção de comandos ocultos é um técnica que vem sendo usada por cibercriminosos para enganar IAs legítimas, induzindo modelos a vazar informações sensíveis ou manipular suas respostas. Agora, porém, a estratégia começa a ser usada a favor da segurança, já que os pesquisadores estão usando o mesmo recurso.

Como a armadilha de IA funciona?

A mágica por trás do bombardeio contextual é usar as próprias regras de segurança da IA contra ela mesma, já que os desenvolvedores criam barreiras rigorosas para impedir que chatbots gerem conteúdo criminoso, por exemplo.

Segundo a Tracebit, a equipe passou a esconder instruções proibidas no meio de arquivos atrativos para hackers, como senhas e chaves de segurança na nuvem. Um dos exemplos testados envolvia comandos pedindo o passo a passo para criar antraz, uma arma biológica letal.

Quando a IA do criminoso invade o sistema e tenta ler esses arquivos para roubar as informações, ela “tropeça” no texto proibido. Imediatamente, seus mecanismos nativos de segurança disparam. O robô reconhece a infração, bloqueia a operação, ignora as ordens do hacker e, na prática, desliga sozinho.

O cofundador e CEO da Tracebit, Andy Smith, define o método como a criação de uma falha da qual a ferramenta inimiga não consegue se recuperar, paralisando a invasão na hora.

Método funcionou em quase 100% dos testes

Personagem anônima em frente a telas com código, simbolizando ataque hacker
Ao ler instruções censuradas, IA invasora entra em conflito (imagem: Kevin Horvat/Unsplash)

A eficácia do bombardeio contextual foi comprovada em uma bateria de testes contra cinco dos modelos de IA mais avançados do mercado: Opus 4.8, Gemini 3.1 Pro, GLM 5.2, DeepSeek 4 Pro e Kimi 2.6. Em 152 simulações de ataques, a armadilha freou as ameaças quase por completo.

Os dados apresentados pela empresa de cibersegurança dizem o seguinte:

  • A taxa de sucesso das IAs em conseguir acesso total de administrador da conta despencou de 57% para apenas 5%.
  • As invasões completas, nas quais o hacker se instala de forma invisível no sistema, caíram de 36% para 1%.
  • A chance de a IA conseguir avançar em qualquer etapa do ataque foi reduzida de 91% para 15%.
  • Nenhuma IA invasora conseguiu finalizar o ataque sem disparar pelo menos um alerta de segurança na rede.

O modelo Opus 4.8, da Anthropic, foi considerando o invasor mais inteligente do grupo, e conseguia acesso máximo em 93% das tentativas sem a armadilha. Quando o prompt foi inserido, a taxa de sucesso da IA caiu para zero.

Pesquisadores criam armadilha que faz IA de hackers desligar sozinha

Malwares RAT enganam antivírus com arquivos poliglotas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Grupo do ransomware LockBit promete extorsão tripla (imagem: Kevin Horvat/Unsplash)

Galaxy S26 Ultra: usuários relatam mancha vermelha na tela

14 de Julho de 2026, 14:52
Dois smartphones lado a lado. O smartphone da direita apresenta uma tela com tom avermelhado.
Galaxy S26 Ultra estaria apresentando uma tela avermelhada (imagem: reprodução/Newsway)
Resumo
  • Samsung iniciou uma investigação interna sobre relatos de telas avermelhadas no Galaxy S26 Ultra.
  • A suspeita inicial é de que a falha esteja relacionada à nova Tela de Privacidade, tecnologia que ajusta a distribuição de pixels e emissão de luz.
  • A empresa busca determinar se os casos estão limitados a lotes específicos, unidades de demonstração ou condições particulares de uso.

Alguns usuários começaram a relatar o aparecimento de manchas vermelhas na tela do Galaxy S26 Ultra. Segundo o portal SamMobile, a Samsung já iniciou uma investigação interna para identificar a causa do problema. Ao site sul-coreano Newsway, um porta-voz afirmou que a empresa está analisando a falha “internamente para confirmar a causa”.

A investigação deve indicar se os casos estão restritos a lotes específicos, unidades de demonstração ou condições particulares de uso. Até o momento, o Tecnoblog não identificou relatos semelhantes no Brasil, mas há algumas queixas no Reddit em inglês.

Tela de Privacidade é principal suspeita

Como o erro aparentemente se concentra no S26 Ultra, a suspeita recai sobre a Tela de Privacidade, um dos principais recursos novos da geração. A tecnologia substitui as películas externas de privacidade, reduzindo o ângulo de visão do display nativamente para dificultar que outras pessaos enxerguem o conteúdo na tela.

A solução funciona via hardware, usando uma distribuição diferente de pixels e de emissão de luz. Essa mudança pode ter afetado a uniformidade do brilho ou da cor em algumas condições de uso, causando a mancha avermelhada.

Burn-in ou descalibração de cor

Usuários também levantaram a possibilidade de burn-in, nome dado ao desgaste de pixels em telas OLED, o que pode ocorrer quando certas áreas do painel são usadas com mais intensidade por longos períodos.

Outra hipótese é que o problema envolva calibração de cor, brilho ou funcionamento do modo de privacidade. Neste caso, a Samsung pode corrigir o comportamento com uma atualização, diferente do que deve ocorrer caso a falha esteja no painel.

Em 2020, os topos de linha da marca sofreram com um bug de tela verde, em que o display passou a apresentar uma tonalidade esverdeada quando o brilho era reduzido e, em outra ocasião com o Galaxy S20 Ultra, quando as taxas de atualização eram superiores a 60 Hz. À época, a empresa corrigiu os problemas com atualizações de software.

Galaxy S27 deve expandir presença da funcionalidade

Imagem mostra a Tela de privacidade do Samsung Galaxy S26 Ultra em ação
Tela de Privacidade da Samsung foi introduzida no Galaxy S26 Ultra (imagem: reprodução/Samsung)

O problema surge em um momento em que rumores apontam para uma expansão da funcionalidade na próxima geração da linha Galaxy S. Espera-se que, além da versão Ultra, ao menos o novo Galaxy S27 Pro — uma variação menor do modelo mais caro seja — seja contemplado com a tecnologia.

Outros rumores apontam que a Samsung deve trazer a Tela de Privacidade em toda a linha Galaxy S27, até mesmo no smartphone base. Lembrando que, caso a versão Pro se confirme, a família deve chegar com quatro modelos. A nova variante não deve substituir o S27 Plus, como vazamentos indicavam na geração passada.

Galaxy S26 Ultra: usuários relatam mancha vermelha na tela

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Samsung investiga possível falha no display, diz site. Suspeita inicial envolve a nova Tela de Privacidade do aparelho.

Tela de Privacidade da Samsung foi introduzida no Galaxy S26 Ultra (Imagem: Reprodução/Samsung)

Empresa chinesa vai lançar celular com melhor câmera do mundo no Brasil

14 de Julho de 2026, 14:12
Ilustração mostra o celular Jovi X300 equipado com um kit fotográfico. O fundo da imagem são as cores da bandeira do Brasil. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Jovi X300 tem kit fotográfico (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Jovi deve lançar o celular X300 em evento em São Paulo, marcado para 4 de agosto.
  • O dispositivo possui câmeras assinadas pela Zeiss, incluindo sensor principal de 200 MP.
  • O preço do X300 ainda não foi divulgado no Brasil, mas é esperado que seja um produto mais caro.

A gigante chinesa Vivo, que atende pelo nome de Jovi no Brasil, marcou o evento de lançamento do X300 por aqui: 4 de agosto. Nesta data, a cidade de São Paulo vai sediar a apresentação do dispositivo, que tem “as melhores câmeras de qualquer telefone”, segundo o site especializado The Verge.

Os executivos da Jovi querem fazer mistério e não confirmam oficialmente o lançamento, mas o convite enviado ao Tecnoblog não deixa dúvidas de que se trata do X300.

Aliás, nós já temos um longo histórico com este produto: revelamos em primeira mão, ainda em janeiro, que o carregador havia passado pela Anatel. Mais recentemente, te mostramos também com exclusividade que o smartphone em si havia passado pela homologação.

Imagem mostra um convite da Jovi, com os escritos "Salve a data: 04/08, São Paulo". O fundo é preto.
Jovi X300 deve ser anunciado em São Paulo (imagem: reprodução)

E o que faz do Vivo X300/Jovi X300 um produto importante para quem curte fotografia? O conjunto de câmeras é assinado pela Zeiss e traz sensor principal de 200 megapixels (Samsung ISOCELL HPB), com abertura f/1,7 e estabilização óptica. A câmera telefoto tem 50 megapixels, sensor Sony LYT-602 e zoom óptico de 3x, enquanto a ultra-angular também soma 50 megapixels. Para selfies, a câmera frontal é de 50 megapixels.

A ficha técnica, ao menos no exterior, fica completa com processador MediaTek Dimensity 9500, 12 GB ou 16 GB de memória RAM e armazenamento de 256 GB, 512 GB ou 1 TB. Ele roda o OriginOS 6, sistema da Jovi baseado no Android 16.

O preço do X300 no Brasil também é mantido em segredo. Não espere um produto barato, pois ele vem para competir com os flagships da Samsung e Apple. Também deve bater de frente com o Find X9 Pro, da Oppo, que chegou recentemente ao país com câmera teleobjetiva de 200 megapixels certificada pela Hasselblad e preço sugerido de R$ 11.999.

Empresa chinesa vai lançar celular com melhor câmera do mundo no Brasil

Jovi X300 tem kit fotográfico (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Jovi X300 deve ser anunciado em São Paulo (imagem: reprodução)

Motorola Razr 70 Ultra tem cupom de R$ 3.000 em oferta por até 10x sem juros

14 de Julho de 2026, 14:08

Prós
  • Telas POLED de 165 Hz e até 5 mil nits
  • Suporte a HDR10+
  • Processador Snapdragon 8 Elite
  • Até 24 GB de RAM
  • Todas as câmeras com 50 MP
Contras
  • Só três anos de atualizações Android
Cupom Parcelado
R$ 3.000 OFF DISPONíVEL NA PáGINA Mercado Livre 31% OFF Ver preço
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Razr 70 Ultra de 512 GB está saindo por R$ 8.999 em até 10x sem juros com cupom de R$ 3.000 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular flip da Motorola é o atual mais avançado da categoria, com telas POLED de 165 Hz com HDR10+, até 24 GB de RAM e câmeras (todas elas) de 50 MP.

Razr 70 Ultra tem telas POLED de 165 Hz e chip Snapdragon

A tela POLED dobrável de 7″ do Razr 70 Ultra tem taxa de 165 Hz, brilho de até 5.000 nits e suporte a HDR10+, kit que reproduz ótimas cores com altíssima fluidez, além de garantir a visibilidade em qualquer ambiente. A externa de 4″ também POLED de 165 Hz, com HDR10+ e até 3.000 nits, suporta Always-On para notificações.

O chip Snapdragon 8 Elite e os até 24 GB de RAM via RAM Boost entregam desempenho de ponta ao rodar apps pesados e soluções do Moto AI. Para quem deseja armazenar muitas fotos e vídeos localmente, os 512 GB oferecem espaço interno de sobra.

O corpo de alumínio com dobradiças de titânio traz o vidro Gorilla Glass Ceramic sobre a tela externa, resistente contra acidentes diversos. Já a certificação IP48 confere proteção moderada contra poeira e mergulhos acidentais.

Motorola Razr 70 Ultra (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Razr 70 Ultra possui câmeras wide e ultrawide de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Todas as câmeras do Razr 70 Ultra são de 50 MP. Há uma wide com OIS e uma ultrawide com ângulo de 122º, dupla que captura cenas com grande campo de visão e que filma em 8K com suporte a Dolby Vision e HDR10+. Além de uma interna que tira ótimas selfies e filma em 4K a 60 fps.

Sua bateria de 5.000 mAh resiste até 36 horas de uso segundo a Motorola. O componente suporta carregamento de 68 W via USB-C e recebe uma carga de até 12 horas em apenas 8 minutos.

O Razr 70 Ultra de 512 GB (R$ 8.999 em até 10x sem juros com cupom de R$ 3.000 OFF disponível na página), que roda Android 16 e é elegível a três atualizações do sistema operacional, possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

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Motorola Razr 70 Ultra tem cupom de R$ 3.000 em oferta por até 10x sem juros

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Razr 70 Ultra tem telas POLED de 165 Hz, até 24 GB de RAM e câmeras de 50 MP; celular flip da Motorola recebe desconto de 31% em até dez parcelas

EUA deveriam fiscalizar IA no mundo todo, diz chefe do Google DeepMind

14 de Julho de 2026, 13:06
Foto de Demis Hassabis ao lado de uma placa branca. Ele veste um blazer preto, com uma gravata azul e uma camisa branca.
Demis Hassabis sugere entidade de fiscalização para IAs avançadas (foto: John Sears/Wikimedia)
Resumo
  • O CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, sugere que os EUA liderem uma entidade internacional para fiscalizar modelos de IA.
  • A entidade avaliaria riscos e poderia recomendar que novas tecnologias fossem adiadas pela indústria, mirando os chamados modelos de fronteira.
  • O governo dos EUA já supervisiona empresas de IA do país, tendo barrado novos modelos da Anthropic e OpenAI.

O CEO do Google DeepMind, Demis Hassabis, defendeu a criação de uma entidade internacional, liderada pelos Estados Unidos, para fiscalizar modelos avançados de inteligência artificial antes de se tornarem públicos.

Hassabis apresentou a ideia em um artigo de opinião no LinkedIn em que afirma que a força técnica, econômica e científica do país no setor de IA justificaria o comando da entidade. A instituição avaliaria riscos e poderia recomendar que novas tecnologias fossem adiadas pela indústria.

A proposta mira os chamados modelos de fronteira, nome usado para sistemas mais avançados, com capacidade de executar tarefas complexas e potencial impacto em áreas como segurança, economia, ciência e informação.

O vencedor do Nobel de Química sugere uma estrutura inspirada em entidades já existentes, reunindo cientistas independentes e representantes de comunidades de código aberto. Esse grupo ficaria responsável por avaliar riscos técnicos e possíveis impactos sociais. Se um sistema fosse considerado perigoso, a entidade poderia recomendar uma desaceleração coordenada no setor.

Governo Trump já supervisiona IA nos EUA

Donald Trump durante comício
Governo Donald Trump já controla distribuição de modelos recentes (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Ainda que a tal entidade não exista, o governo estadunidense já supervisiona lançamentos recentes das grandes desenvolvedoras de IA do país e passou a ter a palavra final sobre a distribuição dos novos modelos.

Nas últimas semanas, Anthropic e OpenAI tiveram modelos barrados pela administração de Donald Trump, pelo alto potencial de uso das ferramentas por cibercriminosos.

A empresa de Sam Altman teve que adiar o lançamento do novo modelo GPT-5.6 para o público geral, o que só ocorreu na semana passada, enquanto a dona do Claude foi proibida, em meados de junho, de liberar os modelos Fable 5 e Mythos 5 para estrangeiros (mesmo aqueles que estivessem dentro dos EUA).

A permissão para a expansão do uso do Fable 5 só veio neste mês, enquanto o Mythos 5 segue limitado ao uso de empresas parceiras, por decisão da própria Anthropic.

Segundo o portal Axios, o chefe do Google DeepMind vem discutindo a proposta com autoridades e lideranças do setor há meses, incluindo integrantes do governo de Donald Trump. Ao portal, Hassabis disse que espera ver a organização estruturada ainda este ano, e que a recepção dentro do governo tem sido “muito positiva”.

Promessa pela AGI

Ilustração de tipos de inteligência artificial, com robôs humanoides. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é exibido.
Hassabis acredita que AGI está próxima (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Para Hassabis, a velocidade em que os modelos de IA vem evoluindo justifica a criação da entidade. Segundo ele, a inteligência artificial geral, ou AGI, pode estar a “apenas alguns poucos anos de distância”.

AGI é o termo usado para descrever sistemas capazes de igualar ou superar humanos em diferentes tipos de tarefa intelectual. Ainda não há consenso sobre quando — ou se — isso será alcançado, mas a corrida para chegar até essa superinteligência faz com que a indústria gaste bilhões anualmente em infraestrutura e em novas contratações.

O último ano foi bastante decepcionante para as companhias que tentaram atingir a AGI. Novos modelos como a família Llama 4, da Meta, e o próprio GPT-5, da OpenAI, não tiveram evoluções tão significativas em termos de aprendizagem.

EUA deveriam fiscalizar IA no mundo todo, diz chefe do Google DeepMind

Donald Trump durante comício (imagem: Gage Skidmore/Flickr)

Inteligência artificial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

WhatsApp deve ganhar backup próprio com 2 GB grátis e opções pagas

14 de Julho de 2026, 12:45
Como fazer backup do WhatsApp
WhatsApp poderá ter backup próprio com 2 GB grátis e opções pagas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • WhatsApp está desenvolvendo um serviço de backup próprio, com 2 GB de armazenamento gratuitos e opções pagas, conforme informações do WABetaInfo;
  • o recurso, encontrado em uma versão de teste do WhatsApp para iOS, permite que usuários escolham entre backup nos servidores do WhatsApp e o Apple iCloud;
  • os planos pagos do WhatsApp começarão em 50 GB por US$ 0,99 por mês, com opções de até 1 TB de capacidade.

Se você não gosta de usar o iCloud para fazer backup de suas mensagens do WhatsApp no iPhone, não perca as esperanças: surgiram indícios de que o mensageiro terá um serviço de backup próprio, com armazenamento gratuito de 2 GB. Haverá opções pagas com mais capacidade para quem precisa guardar mais dados.

Pelo menos é o que conta o WABetaInfo. O veículo encontrou o recurso escondido em uma versão de teste do WhatsApp para iOS, disponível via TestFlight (plataforma da Apple para recursos experimentais em aplicativos).

Quando o recurso fica disponível, a área correspondente permite que o usuário escolha entre backup nos servidores do WhatsApp e o Apple iCloud, que é a única opção disponível atualmente de modo oficial.

Valerá a pena usar o backup do próprio WhatsApp?

Depende dos preços. Se olharmos para as opções gratuitas, o backup via iCloud continua sendo interessante, pois o serviço oferece 5 GB gratuitamente. Porém, essa capacidade vale para toda a conta do usuário, não só para o WhatsApp, razão pela qual os 5 GB podem não ser suficientes.

As capturas de tela sugerem que o WhatsApp terá 2 GB grátis de capacidade, mas, como é muito comum o serviço de mensagens ser usado para compartilhamento de fotos, vídeos e documentos, essa capacidade deve ser insuficiente para grande parte dos usuários.

Aí o ideal é comparar os valores dos planos pagos do iCloud e do WhatsApp.

Segundo o WABetaInfo, os planos pagos do WhatsApp começarão em 50 GB por US$ 0,99 por mês nos Estados Unidos, o mesmo preço que é praticado pelo plano mais acessível do iCloud+, também com 50 GB de capacidade.

Mas deverá haver outras opções pagas para o backup do WhatsApp, incluindo um plano com capacidade de 1 TB.

Tela do WhatsApp que permite selecionar entre backup nativo e no iCloud
Tela do WhatsApp que permite selecionar entre backup nativo e no iCloud (imagem: reprodução/WABetaInfo)

Quando o backup do WhatsApp será lançado?

Ninguém sabe ao certo. Pode até ocorrer de, no fim das contas, a Meta desistir de lançar o backup do WhatsApp em servidores próprios.

Mas eu acredito que, sim, o recurso será lançado em algum momento, até porque esta é uma forma de a Meta obter mais uma fonte de receita com o WhatsApp.

Não será algo exclusivo para iPhone: uma opção semelhante foi encontrada para Android pelo WABetaInfo no fim de abril deste ano.

Por ora, saiba como fazer backup do WhatsApp no iPhone ou Android via iCloud ou Google Drive se você ainda não ativou essa opção.

WhatsApp deve ganhar backup próprio com 2 GB grátis e opções pagas

WhatsApp oferece restauração de backup pelo Google Drive, iCloud ou arquivos locais do Android (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tela do WhatsApp que permite selecionar entre backup nativo e no iCloud (imagem: reprodução/WABetaInfo)

É a sua chance: Galaxy Watch 8 Classic despenca 60% no Mercado Livre

14 de Julho de 2026, 12:36

Prós
  • Integra Galaxy AI e Google Gemini
  • Design com coroa giratória
  • Painel Super AMOLED brilhante
  • Resistência a água e poeira
  • Conectividade 4G LTE
Contras
  • Peso considerável de 63,5 g
  • Display pequeno de 1,34 polegadas
  • Autonomia inferior à do Ultra
PIX
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O Galaxy Watch 8 Classic está saindo por R$ 1.791 no Pix no Mercado Livre. O smartwatch premium da Samsung com coroa giratória, tela AMOLED de 3.000 nits e sensores avançados atinge o menor preço que já vimos, com desconto de 60% sobre o original de R$ 4.499.

Galaxy Watch 8 Classic traz tela AMOLED e design clássico

A tela AMOLED de 1,34″ do Galaxy Watch 8 Classic possui brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores com alta qualidade e de garantir a visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Cristal de Safira protege o display contra acidentes diversos.

Seus sensores avançados cobrem mais de 100 modalidades esportivas diferentes, além de oferecerem recursos de qualidade de vida para quem deseja ficar de olho na saúde, como eletrocardiograma (ECG), monitores de estresse e do sono, da saúde da mulher e da oxigenação do sangue.

Graças ao suporte a conexão 4G/LTE, o gadget também pode fazer a diferença em situações de risco: no caso de uma emergência médica, ele é capaz de emitir alertas para contatos específicos e ligar para números como 190 (polícia) e 192 (ambulância), sem depender de um celular.

O corpo de aço inoxidável de 46 mm do Galaxy Watch 8 Classic traz um design mais alinhado ao de um relógio de pulso tradicional, que apela mais a consumidores tradicionais, incluindo uma coroa giratória com função de navegação entre funcionalidades.

O gadget conta com um chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 64 GB de espaço interno, que permitem instalar e executar apps localmente. A bateria de 445 mAh resiste a um dia inteiro de uso e suporta carregamento de 10 W. A resistência de até 5 ATM em água o habilita para uso com segurança em esportes aquáticos.

O Galaxy Watch 8 Classic (R$ 1.791 no Pix) possui conectividade Wi-Fi 5, Bluetooth 5.3, o já mencionado 4G/LTE e suporta GPS multibanda que determina a posição do usuário em tempo real.

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É a sua chance: Galaxy Watch 8 Classic despenca 60% no Mercado Livre

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Galaxy Watch 8 Classic tem tela AMOLED, recursos de IA e design clássico; smartwatch da Samsung recebe desconto impressionante de 60% no Pix

Galaxy Buds 3 FE alcança 37% de desconto no Mercado Livre

14 de Julho de 2026, 12:06
R$ 1.099,0037% OFF

Prós
  • Cancelamento de ruído ativo (ANC)
  • Galaxy AI com modo intérprete
  • Proteção IP54 contra água e poeira
  • Bateria de até 30 horas com ANC
Contras
  • Sem controle adaptativo de ruído presente no Buds 3 padrão
PIX
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Os Galaxy Buds 3 FE estão saindo por R$ 687 no Pix no Mercado Livre, um preço abaixo da média recente e com desconto de 37% sobre o original de R$ 1.099. Aproveite a promoção dos fones da Samsung com ANC, bateria de longa duração e funções do Galaxy AI antes que ela acabe.

Galaxy Buds 3 FE têm ANC e bateria de até 30 horas

Uma mão segura um estojo de fones de ouvido sem fio. O estojo é branco com a tampa transparente e os dois fones são cinza-escuro. O logotipo "tecnoblog" está no canto inferior direito, em branco.
Galaxy Buds 3 FE contam com ANC e recursos do Galaxy AI (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os Galaxy Buds 3 FE são uma boa opção para ouvir música e podcasts na rua ou em ambientes barulhentos, graças ao cancelamento ativo de ruído (ANC) para filtrar ruídos (menos os importantes, como sons de trânsito). Eles também possuem um Modo Ambiente, que capta conversas ao redor sem ter que tirar os fones.

Os recursos de inteligência artificial da suíte Galaxy AI incluem o Modo Intérprete, que traduz conversas em tempo real; quem está com os fones ouve a voz em seu idioma, enquanto o celular Galaxy pareado exibe as respostas traduzidas. Assim, esta é uma ferramenta muito útil em viagens internacionais.

O suporte ao Google Gemini permite realizar consultas diretamente aos fones ou a um outro dispositivo Galaxy pareado, incluindo smartwatches. As funções incluem criar lembretes, iniciar treinamentos físicos ou receber respostas sobre diversas dúvidas.

Galaxy Buds 3 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Galaxy Buds 3 FE têm certificação IP54 e bateria de até 30 horas (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Os Galaxy Buds 3 FE contam com outros recursos interessantes como áudio 360, que oferece mais imersão, e um equalizador de áudio personalizável. O design com hastes oferece melhor ergonomia quando comparado a gerações anteriores e permite controle por gestos.

A bateria dos fones possui autonomia combinada com o case de transporte de 30 horas com o ANC ativado, e por volta de 39 horas com o recurso desligado, segundo a Samsung. Assim, é possível ouvir suas músicas em qualquer lugar por bastante tempo e antes de recarregar todo o conjunto novamente.

Os Galaxy Buds 3 FE (R$ 687 no Pix) possuem certificação IP54, que adiciona proteção moderada contra água, suor e poeira.

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Galaxy Buds 3 FE alcança 37% de desconto no Mercado Livre

Galaxy Buds 3 FE (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 17 (256 GB) com tela OLED de 120 Hz recebe 30% OFF no Mercado Livre

14 de Julho de 2026, 11:18
R$ 7.999,0030% OFF

Oferta encerrada 🙁
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O iPhone 17 de 256 GB está saindo por apenas R$ 5.598 no Pix no Mercado Livre. O smartphone da Apple com tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP recebe um desconto de 30% sobre o preço original de R$ 7.999. Apesar de não ser o menor preço registrado, é a melhor oferta hoje no varejo em geral.

iPhone 17 traz tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP

Embora seja o modelo base, o iPhone 17 possui a mesma tela Super Retina XDR OLED dos demais modelos da linha Apple 2025. A combinação de 6,3″, ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits permite a reprodução de ótimas cores, garante alta fluidez e visibilidade em qualquer lugar.

O chip Apple A19 e os 8 GB de RAM entregam desempenho de ponta ao executar apps pesados em multitarefa, games e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de armazenamento oferecem espaço razoável para guardar fotos e vídeos localmente.

O gadget possui corpo de alumínio e traz o vidro Ceramic Shield 2, mais resistente a arranhões e pancadas, na traseira e sobre a tela. Além disso, a presença da certificação IP68 confere proteção em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais.

iPhone 17 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 17 traz câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Na traseira do iPhone 17, a câmera wide com OIS e sensor de 1/1.56″ e a lente ultrawide com campo de visão de 120º captam belas cenas em ambientes amplos. Enquanto a frontal de 18 MP tira ótimas selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas filmam em 4K a 60 fps.

Sua bateria de 3.692 mAh resiste até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W. O celular recebe uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos, permitindo que seja usado por mais tempo antes da próxima recarga.

O iPhone 17 de 256 GB (apenas R$ 5.598 no Pix) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema. O gadget possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

iPhone 17 (256 GB) com tela OLED de 120 Hz recebe 30% OFF no Mercado Livre

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iPhone 17 (256 GB) traz tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP; celular da Apple recebe desconto de 30% sobre o preço original no Pix

Samsung lança Galaxy A27 5G no Brasil; veja preços e recursos

14 de Julho de 2026, 11:18
Galaxy A27 em várias cores
Samsung lança Galaxy A27 5G no Brasil (imagem: reprodução/Samsung)
Resumo
  • Samsung lançou Galaxy A27 5G no Brasil, com tela Super AMOLED de 6,7 polegadas e câmeras traseiras triplas, sendo a principal de 50 megapixels;
  • aparelho vem com memória RAM de 6 GB ou 8 GB e preços a partir de R$ 2.299;
  • Galaxy A27 5G possui ainda bateria de 5.000 mAh, suporte para recarga de 25 W e sistema operacional Android 16 com One UI 8.5.

O Galaxy A27 5G é o mais novo celular da Samsung a desembarcar no Brasil. O aparelho se destaca pela tela Super AMOLED de 6,7 polegadas e pela câmera traseira principal com sensor de 50 megapixels. Outro destaque é a memória RAM, que pode ter 6 GB ou 8 GB de capacidade. Os preços oficiais começam em R$ 2.299.

Até que não demorou para o aparelho ser lançado no mercado brasileiro. O Galaxy A27 foi anunciado em junho de 2026, tendo sido introduzido na República Tcheca. Nas semanas seguintes, a Samsung começou a lançar o modelo em outros mercados.

Como já dito, a tela é uma das características de destaque. Trata-se de um visor Super AMOLED de 6,7 polegadas que conta com resolução FHD+, taxa de atualização de até 120 Hz e brilho que pode alcançar 800 nits.

Sobre as câmeras traseiras, a principal tem sensor de 50 megapixels e estabilização óptica de imagem (OIS). Ela é acompanhada de uma câmera grande angular de 5 megapixels e de uma câmera para macro de 2 megapixels. Já a câmera frontal conta com sensor de 12 megapixels.

Para dar conta de tudo, a Samsung equipou o Galaxy A27 com o chip intermediário Snapdragon 6 Gen 3 (e não com um Exynos, como no Galaxy A26 brasileiro), que trabalha com 6 GB ou 8 GB de memórias LPDDR5X — esse é um ponto interessante, pois deixa claro que a capacidade de RAM do smartphone não foi reduzida em razão da atual crise das memórias (pelo menos na variante mais cara).

Outros atributos incluem:

  • 128 GB ou 256 GB de armazenamento interno;
  • suporte para microSD de até 2 TB;
  • bateria de 5.000 mAh;
  • suporte para recarga de 25 W;
  • Android 16 e One UI 8.5 com seis anos de atualizações de segurança e de versões do sistema operacional.
Traseira e tela do Galaxy A27 5G
Traseira e tela do Galaxy A27 5G (imagem: reprodução/Samsung)

Quanto custa o Galaxy A27 no Brasil?

No site brasileiro da Samsung, o Galaxy A27 5G já está à venda com os seguintes preços:

  • Galaxy A27 (6 GB + 128 GB): R$ 2.299 em até 18x ou R$ 2.069,10 à vista
  • Galaxy A27 (8 GB + 256 GB): R$ 2.799 em até 18x ou R$ 2.519,10 à vista

As duas opções estão disponíveis nas cores rosa, azul e preta.

Para outros detalhes, veja as especificações completas do Samsung Galaxy A27.

Ficha técnica do Galaxy A27 5G

  • Tela: Super AMOLED, 6,7 polegadas, FHD+, taxa de atualização de até 120 Hz
  • Processador: octa-core Snapdragon 6 Gen 3 (4nm) de até 2,4 GHz
  • Memória RAM: 6 GB ou 8 GB de LPDDR5X
  • Armazenamento: 128 GB ou 256 GB, suporte para microSD de até 2 TB;
  • Câmeras Traseiras: principal de 50 MP, grande angular de 5 MP, macro de 2 MP
  • Câmera Frontal: 12 MP
  • Bateria: 5.000 mAh
  • Conectividade: USB-C, 5G, Wi-Fi 802.11ac, Bluetooth 5.1, NFC
  • Localização: GPS, Glonass, Beidou, Galileo, QZSS
  • Sistema Operacional: Android 16 com interface One UI 8.5 (seis anos de atualizações de versão)
  • Dimensões e peso: 162,4 x 78,2 x 7,8 mm, 200 g
  • Outros: traseira em vidro de 7,8 mm, cores azul, preta e rosa, suporte para carregamento rápido de 25 W, IP64

Samsung lança Galaxy A27 5G no Brasil; veja preços e recursos

Samsung lança Galaxy A27 5G no Brasil (imagem: reprodução/Samsung)

Traseira e tela do Galaxy A27 5G (imagem: reprodução/Samsung)

Sabe a diferença entre IP68 e 5 ATM? Entenda o propósito de cada resistência

14 de Julho de 2026, 11:06
Redmi Note 15 Pro 5G com rio ao fundo
Saiba como atuam os principais indicadores de resistência smartphones e outros dispositivos (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Os padrões IP, ATM e MIL-STD funcionam como selos de segurança que atestam a resistência de um smartphone ou smartwatch contra danos externos. Enquanto o IP avalia a vedação contra poeira e água, o ATM mede a tolerância à pressão da água em profundidade e o padrão militar (MIL-STD) valida a durabilidade em situações extremas.

Por isso, é importante verificar as especificações do aparelho para entender os limites reais de segurança e evitar surpresas desagradáveis. Também vale destacar que essas barreiras não são eternas, pois elas sofrem desgaste natural com o uso diário. 

A seguir, conheça um pouco mais sobre as certificações IP, ATM e MIL-STD.

O que são os padrões IP, ATM e MIL-STD?

Os padrões IP, ATM e MIL-STD são certificações que definem a resistência de dispositivos eletrônicos, como smartphones e smartwatches. Eles indicam o grau de vedação contra poeira e água, a capacidade de suportar pressão hidrostática em mergulhos e a conformidade com testes militares de estresse ambiental severo.

Qual a diferença entre IP, ATM e MIL-STD

Cada padrão é responsável por medir o grau de resistência dos dispositivos em relação a diferentes cenários. Entenda a principal função desses selos de proteção:

O que é IP69, IP68 ou IP67?

A classificação Ingress Protection (IP) mede o nível de vedação de eletrônicos contra poeira e água, usando dois dígitos estruturados pelo padrão internacional IEC 60529. O primeiro número indica a barreira contra detritos, sendo 6 o nível máximo, enquanto o segundo avalia a tolerância a líquidos em diferentes cenários.

Dispositivos com certificação IP68 ou IP67, por exemplo, suportam imersão em água doce em profundidades e tempos variados, ideais para mergulhos acidentais na piscina. Já o padrão IP69 eleva essa proteção, garantindo que o aparelho resista a jatos de água de alta pressão.

ilustração sobre as certificações IP67, IP68 ou IPX7
As certificações IP67, IP68 ou IPX7 indicam o quanto o celular pode resistir ao ser exposto à água e poeira (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é o padrão ATM?

O selo ATM mede a resistência de relógios e outros portáteis à pressão hidrostática, indicando quanta força provocada pelo peso da água o dispositivo suporta. Essa métrica é calculada em Atmosferas, onde cada 1 ATM equivale teoricamente a uma profundidade estática de cerca de 10 metros sob a água.

Na prática, um aparelho com certificação 3 ATM resiste apenas a respingos cotidianos, como chuva ou lavar as mãos, sem sofrer danos internos. Para nadar ou mergulhar com segurança, são recomendados padrões mais robustos, a partir de 5 ATM, que aguentam a pressão dos movimentos na água.

Apple Watch Ultra
Smartwatches mais resistentes, como o Apple Watch Ultra, possuem classificação de resistência à água de 10 ATM (imagem: Reprodução / Apple)

O que é a certificação MIL-STD?

As certificações MIL-STD-810G e MIL-STD-810H são um exigente conjunto de testes de resistência mecânica e ambiental desenvolvido para as forças armadas dos EUA. Quando um eletrônico ostenta esses selos de padrão militar, significa que ele passou por avaliações rigorosas de laboratórios contra poeira, vibração extrema e quedas severas.

Essa validação garante que o dispositivo continue operando de forma confiável mesmo sob estresses térmicos extremos, que variam de congelamento a calor intenso. Embora não torne o aparelho indestrutível, ele assegura uma proteção extra para trabalho de campo ou uso industrial.

ilustração sobre certificação militar MIL-STD-810
A certificação militar MIL-STD garante que o dispositivo se torne mais resistente a condições ambientais extremas e severas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Consigo saber se meu eletrônico tem essas certificações?

Sim, é possível saber as proteções dos eletrônicos de consumo consultando o manual de instruções ou a ficha técnica no site oficial da fabricante. Os selos autênticos aparecem descritos explicitamente como códigos IP, ATM ou versões do padrão militar MIL-STD.

Outra forma prática de verificar o nível de proteção de um smartphone é acessando a página de fichas técnicas do Tecnoblog. Ao pesquisar sobre o modelo do aparelho, você encontra esses e outros detalhes técnicos na seção “Geral”.

É possível ter mais de uma proteção no dispositivo?

Sim, é comum que os dispositivos combinem certificações para garantir proteção total em múltiplos cenários. Por exemplo, relógios inteligentes costumam unir o selo IP68 contra poeira à classificação 5 ATM para suportar a pressão na natação.

Em smartphones e notebooks robustos, a “dobradinha” mais comum une a vedação do IP68 com o rigoroso padrão militar MIL-STD-810H. Essa parceria assegura que o eletrônico resista tanto a mergulhos acidentais quanto a quedas severas, vibrações e calor extremo.

As resistências IP, ATM e MIL-STD enfraquecem com o tempo?

Sim, essas proteções não são eternas e sofrem um desgaste invisível e progressivo com o uso diário. O envelhecimento natural, a exposição a produtos químicos e o ressecamento natural das vedações de borracha criam microfissuras invisíveis ao olho nu.

Além disso, quedas acumuladas ao longo dos anos comprometem a estrutura interna do aparelho. Por isso, as proteções IP, ATM e MIL-STD perdem a eficiência com o tempo, exigindo cuidado redobrado com aparelhos mais antigos.

Sabe a diferença entre IP68 e 5 ATM? Entenda o propósito de cada resistência

Redmi Note 15 Pro 5G é resistente a água e poeira (IP68+IP69K) (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

As certificações IP67, IP68 ou IPX7 indicam o quanto o celular pode resistir ao ser exposto à água e poeira (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple Watch Ultra (Imagem: Reprodução / Apple)

Entenda como a certificação militar garante que o dispositivo se torne mais resistente a condições ambientais extremas e severas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vivo derruba preço de fibra superveloz para peitar Claro

14 de Julho de 2026, 11:05
Vivo e Claro praticam mesmo preço de internet fibra ultraveloz (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Vivo reduziu o preço da sua conexão de fibra ótica de 1 Gb/s para R$ 200, uma queda de 33% em relação ao preço anterior de R$ 300, conforme apurado pelo Tecnoblog.
  • A mudança coloca a Vivo em concorrência direta com a Claro, que oferece uma conexão similar por R$ 199,90 mensais, e a Nio, que oferece o serviço por R$ 145 mensais.
  • A TIM ainda tem a fibra mais barata do país, com o TIM Ultra Fibra de 1 Gb/s por R$ 99 mensais.

Os clientes da Vivo vão perceber uma importante redução no preço da fibra ótica: o serviço com 1 Gb/s passou de R$ 300 para R$ 200, segundo o Tecnoblog apurou com exclusividade, o que representa uma queda de 33%. A mudança começou a valer nos últimos dias. Com isso, a operadora passa a competir de igual para igual com a Claro, que também já praticava o mesmo valor.

A Vivo confirmou a novidade ao Tecnoblog e explicou que se trata de uma oferta “por tempo limitado”, porém sem fixar um prazo. A empresa reforçou que possui a maior rede de fibra do Brasil, com mais de 31,5 milhões de domicílios cobertos, em 453 cidades, e 8 milhões de clientes conectados.

A conexão de 1 Gb/s bate no teto oferecido pela companhia atualmente. Essa velocidade costuma ser indicada para quem tem muitos equipamentos em casa, assiste vídeo em resolução altíssima ou joga online. No caso da Vivo, trata-se da tecnologia FTTH (Fiber to the Home, ou fibra óptica até a residência), que garante “alta velocidade, estabilidade e desempenho superior, mesmo com vários dispositivos conectados simultaneamente”.

Quais os preços do Vivo Fibra?

Os demais preços do Vivo Fibra não passaram por modificação. O portfólio atual, conforme checado pelo Tecnoblog diretamente no site da prestadora, fica assim:

ServiçoPreço
Vivo Fibra 600 MegaR$ 100
Vivo Fibra 700 MegaR$ 150
Vivo Fibra 1 GigaR$ 200
Compilação feita pelo Tecnoblog

Não custa lembrar que estes são os preços dos serviços avulsos. Caso o cliente opte pelo combo, também encontra, por exemplo, a velocidade de 500 Mb/s na oferta do Vivo Total Essencial (por R$ 130 mensais, combinado com telefonia pós-paga).

Vivo Fibra de 1 Giga passa a custar R$ 200 (imagem: reprodução)

Competição no Brasil

EmpresaPreço
ClaroR$ 199,90
NioR$ 145
TIMR$ 99
VivoR$ 200
Compilação feita pelo Tecnoblog

A mudança na fibra de 1 Gb/s coloca a Vivo em rota de colisão com a Claro, que comercializa o Claro Fibra 1 Giga por R$ 199,90 mensais.

Os benefícios são muito diferentes entre as duas prestadoras. A Vivo aposta na degustação do Gemini premium por até 12 meses, numa parceria com Google, e no Amazon Prime de graça. Enquanto isso, a Claro inclui o acesso ao Globoplay sem custo adicional.

A Nio, que herdou o serviço de telecomunicações da Oi Fibra, comercializa conexão similar por R$ 145 mensais (no cartão). Ela também dá Globoplay como cortesia por 12 meses.

E sabe quem tem a fibra mais barata do país? Os provedores regionais costumam praticar valores bastante competitivos, mas entre as grandes empresas nacionais, a TIM é imbatível: a mensalidade do TIM Ultra Fibra de 1 Gb/s sai por R$ 99.

Vivo derruba preço de fibra superveloz para peitar Claro

Vivo e Claro praticam mesmo preço de internet fibra ultraveloz (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vivo Fibra de 1 Giga passa a custar R$ 200 (imagem: reprodução)

Microsoft vai finalmente dar um jeito na busca do Windows 11

14 de Julho de 2026, 10:22
O antes e depois da busca do Windows 11
O antes e depois da busca do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)
Resumo
  • Microsoft anunciou mudanças promissoras na busca do Windows 11;
  • tela inicial da busca priorizará arquivos ou programas abertos recentemente em lista, por exemplo;
  • resultados de buscas nas web poderão ser desativados e, se mantidos, não exibirão mais anúncios em destaque.

O buscador do Windows 11 é uma bagunça. Muitas vezes, você quer apenas localizar um aplicativo ou um arquivo local, mas a ferramenta mostra links para páginas web ou para a Microsoft Store. Parece que a Microsoft finalmente entendeu que estamos insatisfeitos com isso e prometeu mudanças na busca do sistema. Mudanças promissoras.

Começa pela organização da tela inicial de pesquisa, a que aparece quando você clica no campo de busca da Barra de Tarefas ou do Menu Iniciar. Hoje, essa área mostra links para notícias, atalhos para os aplicativos mais acessados e arquivos ou softwares abertos recentemente, por exemplo.

Na nova abordagem (imagem acima), a tela inicial prioriza os arquivos ou programas abertos recentemente e o faz na forma de lista, sem o excesso de informações que aparece hoje. Com isso, fica muito mais fácil encontrar o que você precisa.

Quando uma busca é realizada, os resultados aparecem em uma coluna à esquerda e, ao clicar em qualquer um deles, algumas opções surgem na coluna à direita, como abrir ou compartilhar o arquivo. Mas acaba sobrando muito espaço ali.

Na nova experiência, a coluna da direita passa a exibir mais detalhes sobre o arquivo, mostrando localização, data da última modificação e, quando possível, até uma pré-visualização de seu conteúdo, melhorando o aproveitamento de espaço.

A busca do Windows 11 exibirá informações mais úteis sobre um arquivo
Outro antes e depois: a busca do Windows 11 exibirá informações mais úteis sobre um arquivo (imagem: reprodução/Microsoft)

Resultados na web continuarão sendo mostrados, mas o conteúdo local será priorizado. De todo modo, será possível decidir ou não pela exibição de resultados da web ou da Microsoft Store indo em Configurações / Privacidade e Segurança / Pesquisar.

Tem mais: se a busca na web for mantida, o conteúdo promocional (anúncios), com links que levam para sites de compras, por exemplo, não será mais exibido em destaque.

A Microsoft prometeu até fazer o Windows 11 lidar melhor com erros de digitação e letras omitidas ou sobrando quando o usuário busca por um aplicativo. “Buscas como ‘utlook’ ainda podem levar ao Outlook”, exemplifica a companhia.

Um aspecto que me deixou animado é o do desempenho. Já vi o Windows dar “engasgadas” durante as buscas. Nesse sentido, a Microsoft prometeu trabalhar para reduzir o risco de travamentos ou demora no carregamento de informações quando pesquisas são feitas.

Resultados da web com e seu anúncios na busca do Windows 11
Resultados da web com e sem anúncios na busca do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Quando a nova busca chega ao Windows 11?

Como este é um aprimoramento que ainda está em desenvolvimento, por ora, apenas alguns participantes do programa de testes Windows Insider no canal Experimental têm acesso ao novo buscador do Windows 11.

Mas os trabalhos parecem estar em estado avançado de progresso, o que sugere que a liberação na versão final do sistema não demorará.

Aposto que este será um dos vários aprimoramentos que a Microsoft prometeu implementar ainda em 2026 para amenizar os vários problemas do Windows 11. Tomara!

Microsoft vai finalmente dar um jeito na busca do Windows 11

O antes e depois da busca do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

A busca do Windows 11 exibirá informações mais úteis sobre um arquivo (imagem: reprodução/Microsoft)

Resultados da web com e seu anúncios na busca do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)

Spotify passa por instabilidade na manhã desta terça (14)

14 de Julho de 2026, 09:51
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Spotify passou por problemas nesta manhã de terça-feira (14/07). Segundo relatos nas redes sociais, os aplicativos para desktop e navegador apresentaram lentidão para apresentar a página inicial do serviço. Mais cedo, eles nem mesmo carregavam corretamente.

Tela do Spotify no computador com a mensagem "Algo deu errado ao carregar o artista. Quer fazer outra busca?"
Aplicativo apresentava mensagem de erro (imagem: Lupa Charleau/Tecnoblog)

Os problemas começaram por volta de 8h30, de acordo com o gráfico do site DownDetector, especializado em monitorar o funcionamento de serviços da web. As queixas chegaram a um pico às 9h e começaram a cair logo em seguida, ficando próximas à normalidade às 9h30.

Gráfico do DownDetector para Spotify mostra uma linha contínua nas últimas 24h, até um pico por volta das 9h.
Problemas começaram por volta de 8h30 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

No X (antigo Twitter), houve relatos em português e em outros idiomas, indicando que a falha não acontecia somente no Brasil.

gnt o spotify ta fora do ar??? o site não está carregando

— talula de hakunamatata (@bngtanbears) July 14, 2026

@SpotifyCares
receiving 504 upstream timeout, spotify is down… I'm in the us-west region

— awdev (@awdev123) July 14, 2026

spotify amor por que te caes

— Kæ (@vmparax) July 14, 2026

Spotify passa por instabilidade na manhã desta terça (14)

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Aplicativo apresentava mensagem de erro (imagem: Lupa Charleau/Tecnoblog)

Problemas começaram por volta de 8h30 (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

41% dos artigos do LinkedIn são gerados por IA, aponta levantamento

13 de Julho de 2026, 19:15
Logotipo do LinkedIn
LinkedIn promete combater AI slop (ilustração: Vitor Pádua / Tecnoblog)
Resumo
  • 41% das publicações longas no LinkedIn são geradas por IA, de acordo com levantamento da Pangram.
  • O LinkedIn também tem 30% dos posts com conteúdo entre 50 e 250 palavras criados por IA, e 23,7% das respostas são geradas por robôs.
  • O Reddit é a plataforma com maior proporção de conteúdo humano, com apenas 13% de conteúdos escritos usando IA em publicações com mais de 250 palavras.

Um levantamento da empresa Pangram aponta que 41% das publicações com mais de 250 palavras no LinkedIn são totalmente feitas usando inteligência artificial generativa. A proporção supera outras redes avaliadas, como X (antigo Twitter), Reddit, Substack e Medium.

A rede profissional também leva o troféu de plataforma com a maior fatia de publicações curtas totalmente geradas por IA: segundo a desenvolvedora, 30% dos posts com conteúdo entre 50 e 250 palavras são criados por robôs conversacionais.

Arte mostra uma cabeça robótica, em referência à inteligência artificial. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Rede profissional tem ferramentas de IA para ajudar na escrita (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Pangram desenvolve uma extensão para o Chrome que promete identificar quais publicações foram escritas por humanos e quais foram geradas por IA, aplicando etiquetas aos posts em diversas redes sociais.

O levantamento publicado na última quinta-feira (09/07) foi feito com base em mais de 1 milhão de publicações nas redes sociais. De todas as publicações detectadas como IA pela ferramenta, dois terços estavam na rede de conexões profissionais.

Como a empresa nota, o próprio LinkedIn encoraja o uso de inteligência artificial, com um botão nativo para melhorar a redação usando a tecnologia.

No entanto, a própria plataforma reconheceu que a quantidade de AI slop na rede passou do aceitável e prometeu reduzir o alcance de conteúdos vazios, textos genéricos e comentários automatizados. Sim, comentários. Como nota a Pangram, 23,7% das respostas nas publicações são geradas por robôs.

E as outras redes sociais?

O X é a rede com a menor proporção de conteúdo puramente humano. Com 52,7%, ele fica atrás do próprio LinkedIn, que tem 55,2%. Na rede social de Elon Musk, a proporção de textos totalmente gerados por IA é relativamente pequena (24,1%), mas há grande presença de conteúdos mistos, escritos por humanos e robôs em conjunto (23,2%).

No outro extremo, está o Reddit. A plataforma de comunidades tem 13% de conteúdos escritos usando apenas IA na faixa acima de 250 palavras. Na classificação entre 50 e 250 palavras, a proporção é ainda menor, com apenas 3%. Por fim, as respostas aos posts são praticamente todas humanas, com apenas 1,7% de uso de IA.

41% dos artigos do LinkedIn são gerados por IA, aponta levantamento

LinkedIn (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Inteligência artificial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Celular Xiaomi 512 GB: os 7 melhores modelos para comprar em 2026

13 de Julho de 2026, 18:23
Redmi Note 15 Pro é um dos celulares Xiaomi com 512 GB de armazenamento (imagem: Ana Marques / Tecnoblog)

Um celular Xiaomi de 512 GB pode ser a melhor escolha para quem precisa de espaço para gravar vídeos em alta resolução, armazenar jogos pesados e guardar milhares de fotos sem se preocupar com notificações de memória cheia.

Links seguros Links seguros. Comprando pelos nossos links, você apoia o Tecnoblog sem pagar nada a mais.

Entretanto, a quantidade de memória interna não é indicativo de desempenho: é preciso analisar o processador e a memória RAM do smartphone para entender a extensão do seu poder de fogo; já quem busca câmeras competentes deve se atentar às especificações dos sensores, lentes e outros recursos disponíveis.

Neste guia completo, analisamos os principais celulares da gigante que oferecem 512 GB de armazenamento e estão à venda no Brasil, equilibrando desempenho, conjunto de câmeras, autonomia de bateria e custo-benefício.

Xiaomi 17T


Prós
  • Câmeras de nível profissional
  • Alta performance
  • Bateria de 6.500 mAh
  • Tela AMOLED com proteção Xiaomi Vision Care
  • Armazenamento UFS 4.1
Contras
  • Sistema de áudio desequilibrado
  • Não suporta carregamento sem fio
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O Xiaomi 17T é o celular mais avançado da marca vendido oficialmente no Brasil. Além dos 512 GB em padrão UFS 4.1 de armazenamento, o smartphone traz o poderoso chip MediaTek Dimensity 8500 Ultra e uma tela AMOLED de 6,59 polegadas com 3.500 nits de brilho máximo.

O grande destaque fica para as lentes ópticas desenvolvidas em parceria com a Leica, incluindo uma câmera periscópica de 50 MP com zoom óptico de 5x. Sua bateria de silício-carbono possui 6.500 mAh e suporta carregamento de 67W.

Poco X8 Pro


Prós
  • Alto desempenho
  • Bateria de 6.500 mAh
  • Certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K
  • Armazenamento UFS 4.1
  • Compatível com o HyperIsland
Contras
  • Sem suporte a microSD
  • Sem carregamento sem fio
  • Não grava em 4K com a câmera frontal
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Focado em desempenho extremo para o público gamer e entusiasta, o Poco X8 Pro alia o chipset Dimensity 8500 Ultra a uma bateria de 6.500 mAh com carregamento ultrarrápido HyperCharge de 100W (capaz de atingir 100% em menos de 50 minutos).

A tela de 1,5K com taxa de atualização de 120 Hz garante máxima fluidez, enquanto o chassi de metal traz certificação IP68/IP69K contra água e poeira, tornando-o altamente resistente.

Xiaomi 15T


Prós
  • Tela AMOLED de 120 Hz
  • Câmeras Leica
  • Alto desempenho
  • Armazenamento UFS 4.1
  • Resistente a água e poeira (IP68)
Contras
  • Sem lente periscópio
  • Sem carregamento wireless
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O Xiaomi 15T continua sendo uma das opções mais equilibradas e refinadas. Ele traz o processador Dimensity 8400 Ultra e um painel AMOLED de 6,83 polegadas protegido por Gorilla Glass 7i.

O conjunto fotográfico triplo também leva a assinatura da Leica, com um sensor principal Light Fusion 800 de 50 MP que entrega fotos noturnas espetaculares. Conta com bateria de 5.500 mAh e carregamento de 67W.

Redmi Note 15 Pro


Prós
  • Resistência IP68 (submersão até 2 metros por até 30 minutos) e IP69K
  • Gorilla Glass Victus 2 na tela
  • Tela AMOLED de 120 Hz
  • Bateria de 6.580 mAh
  • Câmera principal de 200 MP
Contras
  • Não grava em 4K com a câmera frontal
  • Sem lente periscópio
  • Armazenamento UFS 2.2
  • Sem carregamento wireless
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O Redmi Note 15 Pro é um smartphone intermediário da Xiaomi para quem busca 512 GB de armazenamento e câmeras de qualidade por um preço que cabe no bolso. O modelo chama a atenção pelo sensor principal de 200 MP com estabilização óptica (OIS), que evita fotos tremidas.

Apesar de ter um processador Dimensity 7400-Ultra eficiente, o padrão de armazenamento é inferior aos demais modelos da lista: UFS 2.2, o que indica velocidades menores de transmissão de dados e maior potencial de engasgos ou demora ao navegar pelo sistema.

Já a autonomia fica por conta de uma robusta bateria de 6.580 mAh, tudo exibido em uma tela CrystalRes AMOLED de 1,5K.

Poco X7 Pro


Prós
  • Alto desempenho
  • Bateria de 6.000 mAh
  • Certificações IP66, IP68, IP69 e IP69K
  • Armazenamento UFS 4.0
  • Compatível com o HyperIsland
Contras
  • Sem carregamento sem fio
  • Sem lente periscópio
  • Não grava em 4K com câmera frontal
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O Poco X7 Pro foi lançado em 2025, mas ainda é uma escolha inteligente para quem quer alto desempenho, especialmente se encontrado em promoções com preço próximo dos R$ 2 mil.

O smartphone da Xiaomi promete alta performance combinando os 512 GB de armazenamento com o padrão UFS 4.0, 12 GB de memória RAM LPDDR5X e o chipset MediaTek Dimensity 8400 Ultra (4 nm).

Para suportar longas sessões de jogatina ou multitarefa intensa sem quedas de quadros (thermal throttling), o celular integra a tecnologia de resfriamento líquido LiquidCool 3.0 com uma generosa câmara de vapor.

Poco X7


Prós
  • Tela AMOLED
  • Bom desempenho
  • Carregamento de 67 W
  • Resistente a água e poeira IP68/IP69
  • Câmera de 50 MP com OIS
Contras
  • Armazenamento UFS 2.2
  • Sem câmera periscópio
  • Não grava em 4K com a câmera frontal
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O Poco X7 atua como a porta de entrada mais competitiva para quem exige 512 GB de armazenamento, utilizando o padrão UFS 3.1 para transferências ágeis de arquivos. Ele é impulsionado pelo chipset MediaTek Dimensity 7300-Ultra, que entrega boa eficiência energética com suporte a redes 5G.

A experiência visual é um dos seus pontos fortes, entregando uma tela AMOLED de 6,67 polegadas com resolução 1,5K, taxa de atualização de 120 Hz e suporte a Dolby Vision, alcançando brilho máximo de 3.000 nits. Já a bateria é de 5.100 mAh compatível com carregamento rápido de 67W via USB-C.

Poco M8


Prós
  • Preço mais acessível
  • Câmera de 50 megapixels
  • Tela AMOLED de 120 Hz
Contras
  • Armazenamento UFS 2.2
  • Carregamento máximo de 18 W
  • Sem OIS
  • Sem resistência a mergulhos (IP66)
  • Não grava em 4K com a câmera frontal
  • Construção em plástico
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O Poco M8 é o celular mais acessível da Xiaomi para quem não abre mão de 512 GB de armazenamento. Ele utiliza o padrão de memória UFS 2.2, que não é tão avançado quanto outros da lista, e o processador é o intermediário Snapdragon 6 Gen 3, mas há 8 GB de RAM para evitar travamentos em tarefas básicas e intermediárias.

Para registrar o dia a dia, o aparelho conta com uma câmera principal de 50 MP auxiliada por inteligência artificial para otimização de cenas. A bateria é de 5.000 mAh com suporte a carregamento rápido de 18W.

Como escolher o melhor celular Xiaomi 512 GB em 2026?

Ao analisar as opções do catálogo da Xiaomi, você deve focar em três pilares além do espaço interno:

  • Processador e Linha: A linha Xiaomi (antiga Mi) foca em recursos premium e câmeras avançadas; a linha Poco prioriza hardware gamer e desempenho bruto; a linha Redmi Note busca o equilíbrio intermediário com foco em tela e bateria.
  • Tecnologia da Bateria: Dê preferência aos modelos mais novos com baterias de silício-carbono (Si/C). Elas possuem maior densidade energética, entregando capacidades na faixa de 6.500 mAh sem deixar o aparelho excessivamente grosso ou pesado.
  • Velocidade de Memória: Certifique-se de que o modelo utiliza padrões de armazenamento rápidos, como o UFS 4.0 ou superior, para garantir que a leitura e gravação de arquivos grandes (como vídeos em 4K) ocorram sem gargalos.

Qual é o celular Xiaomi de 512 GB com a melhor câmera?

O Xiaomi 17T lidera o quesito fotográfico. A parceria com a Leica eleva o nível de fidelidade de cores, e a inclusão de um sensor telefoto periscópico de 50 MP com zoom óptico de 5x garante capturas de objetos distantes com nitidez milimétrica, superando os concorrentes da mesma faixa de preço.

Qual smartphone da Xiaomi com 512 GB tem a maior bateria?

O Redmi Note 15 Pro assume o topo nesse indicador, contando com uma célula de 6.580 mAh. Empatado muito de perto estão o Xiaomi 17T e o Poco X8 Pro com suas baterias de 6.500 mAh de silício-carbono, que oferecem excelente autonomia energética e gerenciamento térmico através do HyperOS.

Qual celular Xiaomi de 512 GB oferece o melhor custo-benefício?

O Poco X7 Pro e o Redmi Note 15 Pro dividem essa coroa. O primeiro entrega o hardware mais potente por real investido, enquanto o segundo oferece um display superior e câmera de 200 MP sem cobrar o preço de um flagship (celular topo de linha).

Os celulares da Poco com 512 GB são bons para jogos?

Sim, a submarca Poco é desenvolvida especificamente com foco no público gamer. Modelos como o Poco X8 Pro utilizam sistemas de resfriamento líquido integrados, alta taxa de amostragem de toque na tela (para respostas imediatas nos comandos) e processadores calibrados para manter taxas de quadros estáveis (FPS) mesmo após horas de jogatina.

É possível expandir a memória de um Xiaomi 512 GB?

Na esmagadora maioria dos modelos atuais dessa categoria, não é possível. A Xiaomi e outras fabricantes removeram o slot para cartão MicroSD dos dispositivos intermediários premium e avançados. O motivo técnico é que os cartões de memória externos são muito mais lentos que o armazenamento interno UFS 4.0, o que degradaria a performance geral do sistema. De qualquer forma, 512 GB são mais do que suficientes para quase a totalidade dos usuários.

Celular Xiaomi 512 GB: os 7 melhores modelos para comprar em 2026

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Huawei Watch Fit 4 Pro com tela de 1,82” cai de preço e sai 53% mais barato

13 de Julho de 2026, 18:18
R$ 2.499,0053% OFF

Prós
  • Tela AMOLED de 1,82″ e até 3.000 nits
  • Corpo em Cristal de Safira e Titânio
  • Resistência à água de 5 ATM
  • Compatível com iOS e Android
  • Suporta mais de 100 esportes
Contras
  • Não tem 4G LTE
  • NFC não funciona no Brasil
PIX
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Huawei Watch Fit 4 Pro está com 53% de desconto no Magazine Luiza, saindo por R$ 1.169 no Pix. O smartwatch com preço original de R$ 2.499 entrega recursos avançados de monitoramento, construção premium e suporte a uma série de modalidades esportivas.

Huawei Watch Fit 4 Pro tem tela AMOLED e bateria para até 10 dias

Huawei Watch Fit 4 Pro em três cores, exibindo a tela com dia e hora para monitoramento
Huawei Watch Fit 4 Pro tem pulseiras nas cores verde, azul e preto (imagem: Divulgação/Huawei)

A tela AMOLED chama a atenção pelo tamanho grande de 1,82″, assim como pela reprodução de cores vibrantes e por atingir brilho forte de 3.000 nits, garantindo visualização clara mesmo sob sol forte. Além disso, o revestimento Cristal de Safira proporciona proteção resistente contra arranhões, quedas e outros riscos no uso diário.

O smartwatch apresenta recursos voltados principalmente para aventureiros e praticantes de esportes. Uma vez que o Huawei Watch Fit 4 Pro realiza o acompanhamento de mais de 100 esportes, segundo a fabricante. A cobertura abrange funções especiais como análise detalhada pós-jogo de golfe e barômetro aprimorado para corridas em trilha, por exemplo.

Além disso, o GPS de dupla frequência integrado possibilita geolocalização mais precisa e dados coletados mais apurados. A bateria promete longa autonomia de até 10 dias, ideal para viagens com pouco tempo disponível para parar e carregar. Todavia, vale ressaltar que o período pode ser menor a depender da intensidade de uso.

imagem de uma mulher mergulhando com um relógio Huawei Watch Fit 4 Pro
Huawei Watch Fit 4 Pro conta com sensor de profundidade que possibilita mergulhos de até 40 metros de profundidade (imagem: Divulgação/Huawei)

O relógio inteligente possui caixa em liga de titânio e o modelo em oferta leva a pulseira de fluoroelastômero. Além de possuir materiais conhecidos pela alta durabilidade, ainda combina certificação IP6X contra poeira e resistência a 5 ATM em água para proporcionar resistência completa.

No aspecto de saúde, o sistema HUAWEI TruSense monitora seis sistemas vitais do corpo humano, a exemplo dos respiratório, nervoso e endócrino. Além de ter a capacidade de monitorar a qualidade do sono, ciclo menstrual, SpO2 e realização de Eletrocardiograma (ECG). Logo, proporciona uma vasta cobertura para o bem-estar do usuário.

Aproveita para adquirir um smartwatch premium em oferta por um preço bem menor a de outros concorrentes. O Huawei Watch Fit 4 Pro está com 53% de desconto, por R$ 1.169 no Pix no Magazine Luiza.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Huawei Watch Fit 4 Pro com tela de 1,82” cai de preço e sai 53% mais barato

(imagem: Divulgação/Huawei)

Oportunidade: Galaxy S26 segue com desconto agressivo em oferta no Magalu

13 de Julho de 2026, 17:13
R$ 7.499,0046% OFF

Prós
  • Alto desempenho proporcionado
  • Tela AMOLED Dinâmico 2X de 120 Hz
  • Câmera de 50 MP e vídeos em 8K
  • Promessa de 7 anos de atualizações
  • Certificação IP68
Contras
  • Sem lente periscópica
  • Não usa chip Snapdragon
  • Carregamento máximo de 25 W
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Galaxy S26 (256 GB) segue em promoção no Magazine Luiza por R$ 4.029 no Pix ao adicionar o cupom TEL300. O valor está bem abaixo da média recente e representa uma queda de 46% em relação ao preço de lançamento de R$ 7.499.

É a sua chance de adquirir o smartphone de última geração da Samsung por praticamente a metade do preço original.

Galaxy S26 faz vídeos em 8K e conta com 12 GB de RAM

O Samsung Galaxy S26 possui um sistema fotográfico capaz de gravações em até 8K a 30 fps. Além de proporcionar filmagens de alta qualidade, recursos disponíveis como Panorama e Timelapse permitem a criação de vídeos criativos. O trio de câmeras traz as wide (50 MP), ultrawide (12 MP) e teleobjetiva (10 MP); cada qual para diferentes cenários.

O smartphone utiliza o processador Exynos 2600 (2 nm) e 12 GB de memória RAM. Embora a Samsung não disponibilize o chip Snapdragon ao Brasil, a combinação ainda faz do S26 um dos melhores celulares da marca. O hardware proporciona alto desempenho e velocidade desde tarefas básicas as mais exigentes.

O painel AMOLED Dinâmico 2X de 6,3″ entrega uma taxa de atualização variável de até 120 Hz. O que significa o ajuste automático a depender do conteúdo, para economia de energia mas sem perder a alta fluidez gráfica. Além disso, o display gera imagens em resolução Full HD+ e atinge brilho de 2.600 nits sob luz intensa.

Tela de bloqueio do Galaxy S26 com data e horário 04/09 e instrução “Swipe to open”
Galaxy S26 leva a proteção do vidro Gorilla Glass Victus 2 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A bateria comporta capacidade de 4.300 mAh e promete autonomia de até 30 horas de reprodução de vídeo, segundo a Samsung. O carregamento suporta apenas adaptadores de 25 W, mas também oferece recarga sem fio e reversa, fornecendo mais opções ao usuário.

O dispositivo tem construção em alumínio e conta com certificação IP68, o que promete alta resistência contra poeira e imersão em água. No mais, traz a compatibilidade de Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC.

Aproveite que acabe a oferta e leve o Galaxy S26 de 256 GB por R$ 4.029 no Pix com o cupom TEL300 no Magazine Luiza.

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Oportunidade: Galaxy S26 segue com desconto agressivo em oferta no Magalu

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Galaxy S26 de 256 GB está em promoção no Magazine Luiza ao combinar Pix e o cupom TEL300; celular da Samsung entrega gravações em até 8K e 12 GB de RAM

Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como ver uma prévia de um story no Instagram sem ser visto

13 de Julho de 2026, 16:58
Tela do Instagram exibindo a opção “Instagram Plus” para ver prévia de stories no topo do feed, em vez de registrar a visualização
Saiba como dar uma espiada em um story sem ser notado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Instagram Plus inclui o recurso exclusivo para ver a prévia de um story ao manter o toque pressionado sobre o círculo do perfil desejado no topo do feed. Disponível para Android e iPhone, a ferramenta permite uma checagem rápida da primeira mídia sem registrar a visualização na lista do autor.

A seguir, veja o passo a passo para ver uma prévia de stories no Instagram.

Como ver uma prévia do story com o Instagram Plus

  1. Abra o Instagram no seu celular utilizando uma conta com assinatura ativa do Instagram Plus.
  2. No topo do feed, localize o ícone do perfil do usuário que você deseja ver a prévia de stories do Instagram.
  3. Segure o toque em cima do círculo de Story do perfil desejado por alguns segundos em vez de tocar rapidamente.
  4. Uma janela flutuante abrirá na tela, permitindo ver prévia de stories no Instagram.
Abrindo a prévia dos stories com o Instagram Plus
Abrindo a prévia dos stories com o Instagram Plus (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Consigo ver mais de um story na prévia?

Não, a assinatura do Instagram Plus permite visualizar a prévia apenas da primeira publicação da sequência do usuário de forma anônima. A ferramenta foi desenhada para processar somente uma mídia por vez por meio do comando de toque prolongado.

É necessário abrir o conteúdo para navegar pelos demais stories em sequência, o que registrará o perfil na lista de visualizações. Por isso, a ferramenta para ver prévia de stories no Instagram funciona como uma checagem rápida e individual por perfil.

Dá para ver o story completo sem ser visto? 

Sim, dá para ver stories anonimamente usando plataformas externas ou o truque do Modo Avião nos smartphones. Sites de terceiros espelham as mídias de contas públicas sem acionar o rastreador de visualizações, enquanto o método de desativar a conexão bloqueia o envio de dados do app para o servidor.

Essas alternativas burlam o algoritmo de rastreamento integralmente, permitindo acessar toda a sequência de postagens sem deixar rastros digitais. Elas se tornam ferramentas ideais para quem deseja total privacidade sem depender dos limites do Instagram Plus.

Como ver uma prévia de um story no Instagram sem ser visto

Saiba como dar uma espiada em um story sem ser notado (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a prévia dos stories com o Instagram Plus (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Crise dos chips leva mercado de celulares ao pior nível em 13 anos

13 de Julho de 2026, 16:38
Ilustração mostra moedas, um celular e um notebook, em um gráfico de seta indicando aumento. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Aumento de preço da memória RAM afeta indústria de eletrônicos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • As remessas de smartphones caíram 11% no segundo trimestre de 2026 em relação ao mesmo período de 2023.
  • A crise dos chips de memória RAM e armazenamento aumentou os custos de fabricação e inflacionou os preços dos celulares.
  • Samsung e Apple foram as únicas a crescer, com market shares de 24% e 20%, respectivamente.

As remessas de smartphones no segundo trimestre de 2026 caíram 11% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Com isso, as vendas atingiram seu menor patamar desde 2013.

Os dados são estimativas da empresa de pesquisa de mercado Counterpoint Research. E o motivo para a queda, que já era esperada, é a crise envolvendo os chips de memória RAM.

Por que o mercado de smartphones despencou?

Com os grandes investimentos na construção de data centers para inteligência artificial, houve um aumento enorme na demanda por chips de memória.

As fornecedoras, então, passaram a priorizar componentes do tipo HBM (memória de banda larga), usados nessas instalações. Para isso, elas sacrificaram a produção de chips DRAM e NAND (armazenamento flash), usados na produção de celulares.

A menor oferta fez os preços subirem. Com custos maiores, as fabricantes de smartphones repassaram os aumentos aos consumidores, levando a uma queda nas vendas, principalmente entre os celulares mais baratos.

“Aparelhos de entrada e intermediários, que correspondem à maioria do volume global de smartphones e estão mais expostos a impactos econômicos na lista de componentes, tornaram-se estruturalmente inviáveis nos preços antigos”, escreve Shilpi Jain, analista sênior da Counterpoint.

As fabricantes, então, estão adotando estratégias variadas nesses segmentos: aumentar preços, aceitar margens de lucro menores, estender o ciclo de vida de modelos da geração anterior, usar promoções para atrair consumidores com orçamento apertado ou mesmo cancelar lançamentos e produção.

Um segundo fator influenciou nos preços de celulares: as tensões geopolíticas no Oriente Médio. Essa crise aumentou os custos de transporte e combustível, inflacionando ainda mais o valor dos smartphones.

Samsung e Apple crescem enquanto chinesas encolhem

Foto da traseira do Galaxy S26 Ultra
Galaxy S26 Ultra ajudou Samsung a conseguir resultados positivos (foto: Ana Marques/Tecnoblog)

A Counterpoint também trouxe novos dados da divisão de mercado entre as principais marcas de celulares. As grandes vencedoras foram Samsung e Apple, enquanto Xiaomi, Oppo e Vivo Mobile (Jovi no Brasil), que completam o top 5, agora detêm fatias menores.

O market share da Samsung passou de 20% para 24%. A Counterpoint aponta a disponibilidade de produtos, menos reajustes e promoções agressivas como motivos para esse resultado.

A Apple passou de 17% para 20%, e o fato de não ter reajustado os preços dos iPhones foi um fator decisivo para os bons resultados.

Por outro lado, Xiaomi (14% para 12%), Oppo (12% para 11%) e Vivo Mobile (9% para 8%) tiveram dificuldades. As três marcas dependem muito dos segmentos de entrada e intermediário, que foram muito afetados pelo aumento dos custos.

Crise dos chips leva mercado de celulares ao pior nível em 13 anos

Aumento de preço da memória RAM (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Ana Marques/Tecnoblog)

Paramount enfrenta ação de 12 estados dos EUA por compra da Warner

13 de Julho de 2026, 16:21
Foto da caixa d'agua com o logo da Paramount
Estados tentam barrar compra da Warner pela Paramount (imagem: divulgação/Paramount)
Resumo
  • Califórnia e outros 11 estados dos EUA entraram com uma ação judicial contra a compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount.
  • Os estados alegam que a fusão concentraria poder demais em uma única companhia e reduziria a concorrência no cinema e na TV por assinatura.
  • Os procuradores-gerais pedem que a Paramount e a Warner adiem o fechamento da operação.

O apelo da indústria audiovisual dos Estados Unidos contra a compra da Warner Bros. Discovery pela Paramount ganhou mais aliados. A Califórnia e outros 11 estados do país entraram na Justiça nesta segunda-feira (13/07) para tentar barrar o negócio, avaliado em US$ 110 bilhões (aproximadamente R$ 566 bilhões).

Os procuradores-gerais de cada região afirmam que o negócio concentraria poder demais em uma única companhia, reduzindo a concorrência no cinema e na TV por assinatura. A ação foi apresentada pelos seguintes estados:

  • Arizona
  • Califórnia
  • Colorado
  • Connecticut
  • Massachusetts
  • Minnesota
  • Nevada
  • Nova Jersey
  • Novo México
  • Nova York
  • Oregon
  • Washington

O pedido é que a Paramount e a Warner adiem voluntariamente o fechamento da operação até o fim do processo. Caso contrário, os estados buscarão uma ordem judicial para impedir a conclusão da fusão. Vale lembrar que a Paramount se comprometeu a pagar cerca de US$ 650 milhões (R$ 3,3 bilhões) por trimestre aos acionistas da WBD caso o negócio não fosse concluído até o fim de setembro.

Comandada pelo bilionário David Ellison, a Paramount defende que a união criaria uma empresa capaz de competir com Netflix e Disney, que dominam as assinaturas em streaming. O Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) já aprovou a compra.

No Brasil, o Conselho Adminstrativo de Defesa Econômica (Cade) também deu o aval para o negócio. Embora seja uma operação entre empresas americanas, a fusão precisou passar pelo órgão brasileiro, já que a Warner e a Paramount operam no país com serviços de streaming, canais de TV e distribuição de filmes.

Risco de concentração de mercado

Warner e Paramount juntas concentrariam poder em diversos setores (imagem: reprodução)

A ação aponta que a empresa combinada ficaria com 27% do mercado de distribuição de filmes nos EUA. Em produções de grande orçamento, os chamados blockbusters, a fatia chegaria a 30%. Com o acordo, a empresa reuniria franquias como Harry Potter, Senhor dos Anéis, Transformers e Star Trek.

Sem a concorrência direta, redes de exibição poderiam enfrentar condições comerciais piores, com reflexosno preço dos ingressos, afirmam os procuradores.

Outra preocupação é quanto à TV por assinatura, colocando, sob o mesmo teto, canais como CNN, CBS, MTV, HGTV, Cartoon Network e Nickelodeon. Segundo a ação, a nova empresa controlaria os mesmos 27% do mercado de canais básicos de TV paga nos EUA, aumentando o poder de negociação com distribuidoras e operadoras. Vale lembrar que a Paramount descontinuou os canais de TV por assinatura no Brasil para focar no streaming.

Paramount quis redes de TV

A inclusão dos canais de TV foi uma exigência de Ellison durante as negociações. A WBD anunciou, em 2025, a pretenção de separar o conglomerado em duas companhias distintas — uma com os ativos de cinema e TV premium, outra voltada a televisão tradicional.

O plano seguiu o mesmo durante o período em que a Netflix havia entrado em acordo para aquisição da divisão de entretenimento. A oferta de Ellison, entretanto, voltou a incluir o conglomerado completo.

Sindicatos e cinemas resistem ao acordo

Placa “HOLLYWOOD” em colina
Indústria teme cortes e diminuição de oferta de empregos (imagem: reprodução)

A fusão é vista pela indústria como uma ameaça, por potencialmente levar a cortes de equipes e sobreposição de departamentos. Donos de cinema também temem que a combinação reduza o número total de filmes lançados por ano, especialmente se a nova companhia concentrar investimentos em menos produções de maior orçamento. A Paramount promete 30 lançamentos por ano nas telonas.

O negócio recebe críticas de opositores da gestão de Donald Trump, que acusam o governo de favorecer aliados políticos. O rumor teve início em uma negociação anterior, quando a produtora de Ellison, Skydance, comprou a Paramount por US$ 8,4 bilhões (R$ 43 bilhões).

À época, críticos acusaram a empresa de favorecer pedidos de Trump para facilitar a aquisição, incluindo a demissão e encerramento do programa de Stephen Colbert e o fim de processos judiciais, segundo a Variety. O presidente Trump negou que essa amizade exista.

As críticas à compra pela Paramount também não significam apoio do mercado à Netflix. Durante o período em que o streaming esteve liderando as propostas, a indústria temia demissões em massa e um efeito dominó que poderia por em risco distribuidoras e exibidores.

Paramount enfrenta ação de 12 estados dos EUA por compra da Warner

(imagem: divulgação/Paramount)

Oi assina venda da telefonia fixa para empresa de Minas Gerais

13 de Julho de 2026, 14:53
Imagem mostra um orelhão da Oi, com o número 31 ao lado
Orelhões da Oi serão mantidos pela mineira Método Telecom (imagem: Barbara Eckstein/Flickr)
Resumo
  • Oi assinou o contrato para vender sua unidade de telefonia fixa para a Método Telecom por R$ 60,1 milhões.
  • A Método Telecom assumirá a gestão de números de emergência (190, 192 e 193), orelhões e infraestrutura de transmissão da Oi.
  • A conclusão do negócio ainda depende de aprovação da Anatel e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

A Oi formalizou o contrato de venda da sua unidade de telefonia fixa para a Método Telecom. O negócio no valor de R$ 60,1 milhões, confirmado na manhã de sábado (11/07), envolve a estratégia principal do plano de recuperação judicial da operadora, que é aliviar as restrições de caixa enfrentadas nos últimos meses.

A assinatura do contrato estava pendente desde abril, quando a Justiça do Rio de Janeiro aprovou a venda, conforme noticiamos aqui no Tecnoblog. A venda foi definida por meio de um leilão judicial envolvendo a Unidade Produtiva Isolada (UPI) Oi Serviços Telefônicos. A empresa de Minas Gerais superou a oferta apresentada pela Sercomtel.

Apesar de o contrato já estar assinado, a transferência não acontece de forma automática. A conclusão definitiva do negócio ainda depende de avaliações técnicas e regulatórias. Atualmente, o processo aguarda o sinal verde da Anatel e do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

O que a Método comprou da Oi?

A aquisição vai além de assumir as linhas de telefone fixo que ainda restam nas residências brasileiras. A Método passa a ser responsável por uma extensa infraestrutura, além de garantir a manutenção de serviços de telecomunicações críticos.

O pacote inclui a gestão de números de utilidade pública, englobando linhas como o 190 (Polícia Militar), o 192 (SAMU) e o 193 (Corpo de Bombeiros). A transação também determina a transferência de torres de transmissão, mastros, postes, fiação e cabeamento subterrâneo.

A Método também fica encarregada da manutenção da rede de telefones públicos, os tradicionais orelhões, bem como da base atual de clientes da telefonia fixa da Oi, contratos de trabalho das equipes técnicas em atividade e acordos vigentes com fornecedores de hardware e software.

Imagem mostra uma torre de transmissão, ilustrando o setor de telecomunicações
Acordo prevê a transferência de torres, postes e cabeamento (imagem: Mark Stebnicki/Pexels)

Atuação em áreas isoladas

Outro ponto é a obrigatoriedade de atuação nas áreas isoladas, com a obrigação legal de manter os serviços de comunicação de voz funcionando em cerca de 7.400 localidades brasileiras onde a Oi figura, atualmente, como a única prestadora disponível para a população. A exigência contratual para garantir a conectividade nessas regiões remotas vigora, pelo menos, até dezembro de 2028.

É importante destacar que a Método assume as operações livres de dívidas anteriores da Oi, sem herdar prejuízos de natureza trabalhista, cível ou fiscal acumulados no passado.

Quem é a Método Telecom?

Sediada em Belo Horizonte (MG), a Método Telecom é uma companhia de tecnologia e soluções corporativas fundada em 1991. A empresa atua em setores como comunicação em nuvem, centrais telefônicas e segurança eletrônica, atendendo hoje diversos municípios, secretarias de estado e órgãos federais.

A companhia tem direcionado seus esforços para o desenvolvimento de soluções baseadas em inteligência artificial. O objetivo é utilizar a tecnologia para otimizar as centrais de atendimento nos órgãos governamentais e no meio corporativo.

Oi assina venda da telefonia fixa para empresa de Minas Gerais

Oi deixará de ser concessionária de telefonia fixa no Brasil (Imagem: Barbara Eckstein/Flickr)

"Tecnologia da Informação e Comunicação" ajudou a abordar as tecnologias que passaram a impactar o setor de telecomunicações (Imagem: Mark Stebnicki/Pexels)

Como assinar (ou cancelar) o Instagram Plus

13 de Julho de 2026, 14:43
Veja o passo a passo para utilizar o plano premium da rede social (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

A assinatura do Instagram Plus é feita por meio do menu principal da rede social no próprio aplicativo para iPhone ou Android. Nesse caso, a assinatura fica vinculada ao seu perfil na loja de apps oficial do sistema operacional do aparelho.

O plano premium oferece maior alcance orgânico, visualização anônima e Stories com duração estendida de 48 horas. O pacote ainda inclui ferramentas exclusivas de segmentação de contatos e personalizações avançadas para o perfil e ícone do app.

A seguir, veja o passo a passo para assinar o Instagram Plus. Também descubra como cancelar a assinatura do serviço da rede social da Meta.

Como assinar o Instagram Plus

  1. Abra o Instagram no celular e toque na sua foto de perfil, localizada no canto inferior direito da tela.
  2. Toque no ícone de três riscos, no canto superior direito, para abrir as configurações do aplicativo.
  3. Desça a página até a seção “Assinaturas” e selecione “Instagram Plus”.
  4. Leia os detalhes da assinatura premium e toque em “Obter oferta” ou “Assinar” para ativar Instagram Plus.
  5. Veja os dados de cobrança e confirme a transação via biometria ou senha utilizando o sistema de pagamento nativo da App Store no iPhone ou Play Store no Android.
A assinatura do Instagram Plus disponível no menu de configurações do app e uma oferta de 50% de desconto
A assinatura do Instagram Plus está disponível no menu principal da rede social (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como cancelar o Instagram Plus no iPhone

O cancelamento do Instagram no iPhone é feito via App Store seguindo os seguintes passos:

  1. Abra a App Store e toque na sua foto ou iniciais, localizadas no canto superior direito da tela.
  2. Toque na opção “Assinaturas” no menu de gerenciamento da ID Apple.
  3. Na seção “Ativa”, selecione “Instagram” ou “Instagram Plus”.
  4. Toque no botão “Cancelar assinatura”, na parte inferior da tela, e confirme a ação na janela do sistema.
Acessando a aba Assinaturas na App Store do iPhone para gerenciar assinaturas do Apple ID
Acessando a aba “Assinaturas” na App Store do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como cancelar o Instagram Plus no Android

O cancelamento do Instagram no Android é feito por meio da Google Play Store. Siga o seguinte caminho:

  1. Abra a Google Play Store e toque no ícone com sua foto de perfil, no canto superior direito da tela.
  2. Toque em “Pagamentos e assinaturas” para avançar.
  3. Selecione a opção “Assinaturas” para visualizar a lista completa de serviços recorrentes ativos no ecossistema Android.
  4. Na seção “Ativo”, toque em “Instagram” ou “Instagram Plus”.
  5. Toque em “Cancelar assinatura”, na parte inferior da tela, e conclua o processo seguindo as instruções do sistema.
Abrindo a área “Pagamentos e assinaturas” na Google Play Store do Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Abrindo a área “Assinaturas” na Google Play Store do Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Quais as vantagens em assinar o Instagram Plus?

Os benefícios do Instagram Plus giram em torno de maior alcance orgânico, privacidade estratégica e personalização. Esses são os principais atrativos da assinatura da rede social:

  • Alcance orgânico ampliado: as publicações ganham prioridade no carrossel de stories do Instagram, ampliando a entrega natural para os seguidores sem investir em anúncios ou posts impulsionados;
  • Privacidade e modo anônimo: o monitoramento silencioso permite assistir a conteúdos e prévias sem deixar rastros na lista de visualizadores;
  • Janela de exibição estendida: é possível estender a duração dos stories de 24 horas para até 48 horas, garantindo mais tempo para a audiência interagir e melhorar o engajamento;
  • Segmentação avançada de público: além de “Amigos Próximos”, a assinatura permite criar múltiplas listas personalizadas para direcionar conteúdos específicos, funcionando semelhantemente às listas de transmissão;
  • Estética de perfil customizável: o usuário pode personalizar a identidade visual da conta alterando o ícone do aplicativo na tela inicial do celular e utilizar fontes exclusivas na biografia, sendo ideal para criadores e marcas que utilizam o perfil como portfólio digital.

O Instagram Plus também dá o selo de verificado?

Não, o Instagram Plus não inclui o famoso selo azul de verificado no pacote de recursos. O ícone de autenticidade permanece atrelado exclusivamente à assinatura do Meta Verified ou ao processo tradicional para figuras públicas notórias.

Enquanto o Instagram Plus foca em ferramentas de customização e engajamento, o Meta Verified atua como um serviço independente de segurança. Ele é voltado para a validação de identidade na plataforma, oferecendo monitoramento proativo contra contas falsas e suporte técnico prioritário.

Perco o verificado se eu cancelar o Instagram Plus?

Não, você não perde o selo de verificado se encerrar sua assinatura do Instagram Plus. Como ambos os serviços funcionam em ecossistemas independentes, abrir mão dos recursos premium de customização não afeta a autenticação.

O selo azul permanece ativo na conta porque a validação está atrelada estritamente ao ecossistema do Meta Verified. Portanto, o status de perfil verificado só expira se o usuário decidir cancelar especificamente esse segundo plano de segurança ofertado pela Meta.

Como assinar (ou cancelar) o Instagram Plus

Veja o passo a passo para utilizar o plano premium da rede social (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

A assinatura do Instagram Plus está disponível no menu principal da rede social (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a aba "Assinaturas" na App Store do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a área "Assinaturas" na Google Play Store do Android (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Huawei Watch GT 6 Pro para esportistas está 40% mais barato no Mercado Livre

13 de Julho de 2026, 13:57
R$ 2.499,0040% OFF

Oferta encerrada 🙁
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O Huawei Watch GT 6 Pro está saindo por apenas R$ 1.500 no Pix no Mercado Livre. O smartwatch premium com corpo de titânio, tela AMOLED e suporte a mais de 100 atividades físicas recebe desconto de 40% sobre o preço original de R$ 2.499, mas apenas no modelo de cor marrom-claro.

Huawei Watch GT 6 Pro tem tela AMOLED e corpo em titânio

huawei watch gt 6 pro
Huawei Watch GT 6 Pro conta com coroa giratória que facilita a navegação (imagem: divulgação/Huawei)

A tela AMOLED de 1,47″ do Huawei Watch GT 6 Pro possui de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir imagens com cores excelentes e garantir visibilidade em qualquer ambiente. Já o vidro Cristal de Safira protege o display em acidentes diversos.

O smartwatch da Huawei para esportistas suporta mais de 100 modalidades diferentes, incluindo recursos para ciclismo e outros esportes. Seus sensores avançados incluem medidor de Potência Limiar Funcional (FTP) e cadência das pedaladas.

Para acompanhamento de saúde, o wearable ainda oferece sensores como eletrocardiograma (ECG), medidor das frequências cardíaca e respiratória, monitores do sono, da saúde da mulher e da oxigenação no sangue (SpO2).

Este relógio inteligente também pode fazer a diferença em situações de risco. No caso de uma emergência médica, o acessório inicia uma contagem regressiva e, se o usuário não se recuperar sozinho, pode ligar para números de emergência como 190 (polícia) e 192 (ambulância), desde que esteja pareado a um celular.

Seu design em liga de titânio de 46 mm é reforçado pela certificação IP69 e 5 ATM, adicionando resistência para a prática de esportes aquáticos, e contra poeira e temperaturas extremas. A pulseira de fluorelastômero também garante durabilidade e flexibilidade.

A bateria de 867 mAh promete autonomia de até 21 dias em uso moderado segundo a Huawei, e de 12 dias em uso normal. O wearable possui suporte a carregamento sem fio de 10 W, assim, o usuário não ficará sem energia quando mais precisar.

O Huawei Watch GT 6 Pro (apenas R$ 1.500 no Pix) possui conectividade Bluetooth 6.0 e GPS multibanda, que determina a posição exata do usuário em tempo real.

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Huawei Watch GT 6 Pro para esportistas está 40% mais barato no Mercado Livre

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Huawei Watch GT 6 Pro com tela AMOLED, corpo de titânio e suporte para +100 atividades esportivas custa mil reais a menos que preço original no Pix

(imagem: divulgação/Huawei)

Review do JBL Endurance Zone: resistência sem pesar no bolso

13 de Julho de 2026, 13:26
JBL Endurance Zone, fone open ear para treinos, em grama com cabo e estojo da case ao lado
JBL Endurance Zone é um fone open ear para treinos com promessa de resistência (imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O Endurance Zone é um fone de ouvido projetado para aguentar treinos pesados. Ele tem um encaixe open ear pensado para quem corre na rua, e promete resistência, por um preço não tão salgado. No Brasil, o dispositivo foi lançado por R$ 699 — no entanto, não é raro achar promoções na faixa dos R$ 450.

Mas como é o som do Zendurance Zone? Há algum comprometimento que a fabricante precisou fazer? Eu usei o Endurance Zone nos meus treinos e te conto a seguir se vale a pena comprar o fone da JBL.


Prós
  • Certificação IP68 contra água, suor e poeira
  • Bateria que aguenta treino intenso
  • Design esportivo que prende bem nos ouvidos
Contras
  • Distorção perceptível com volume acima de 60%
  • Equalização peca nos médios, entregando som levemente abafado
  • Microfone capta muito ruído externo
  • Sem acabamento emborrachado em contato com a orelha
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Assista ao review do Endurance Zone em vídeo no YouTube

Aviso de ética

O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo.

O JBL Endurance Zone foi cedido por empréstimo pela JBL e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.

O que vem na caixa do Endurance Zone?

JBL Endurance Zone com cabo de carregamento USB-C e manual de instruções (que vêm na caixa), além da case de transporte e recarga (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Abrindo a caixa do Endurance Zone, você encontra a case, manuais, cabo USB-A para USB-C e os fones. Mas, como já é comum, sem adaptador de tomada.  Então você precisa usar o do seu celular ou de outro dispositivo para carregar.

Deisgn com cores diferentes do comum

Entrada USB-C da case do JBL Endurance Zone, vista na mão segurando o estojo
Entrada USB-C da case do JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

A case do Endurance Zone tem material em plástico com uma combinação de cores que chamam atenção: preto com acabamentos em verde, o que pode combinar com roupas esportivas. 

Opções de cores do fone JBL Endurance Zone em diferentes combinações: preto, azul, roxo e branco
Cores do JBL Endurance Zone (Imagem: reprodução / JBL)

Existem outros conjuntos de cores disponíveis em outros países, como branco com laranja, roxo com azul, preto com cinza, e azul com cinza, mas não encontrei à venda essas cores no Brasil.

Case do JBL Endurance Zone ao lado de outras cases de fones de ouvido
Case do JBL Endurance Zone ao lado de outras cases de fones de ouvido (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Apesar da case ser um pouquinho maior que a de outros modelos de fones, ela é leve, pesando 69 gramas. Tem entrada USB-C para carregar, indicador de LED para bateria e o encaixe dos fones é bem fácil.

O ponto de atenção fica para a dobradiça, que não parece tão reforçada. Vale cuidado na hora de abrir a case para evitar quedas com ela aberta.

Mão segurando a case aberta do JBL Endurance Zone, com os fones open ear abrigados no interior
Mão segurando a case aberta do JBL Endurance Zone mostrando os fones de ouvido (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Os fones em si também possuem detalhes em verde, têm 10,26 gramas por unidade, ou 20,52 gramas no conjunto, e o formato é open-ear, aquele que contorna a orelha. 

Eles ainda contam com LED de status de conexão Bluetooth, controles touch no logo da JBL e um total de 4 microfones para chamada — sobre os quais eu comento com mais calma daqui a pouco.

No geral, o design entrega uma proposta interessante e com combinação de cores diferente do comum.

O conforto no visual se traduz em conforto de uso?

Orelha usando o fone open-ear JBL Endurance Zone durante treino ao ar livre
Orelha com o fone de ouvido JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Os fones encaixam bem no ouvido desde que você ache a posição certinha. A haste principal é flexível e emborrachada, o que ajuda no encaixe em volta da orelha.

No entanto, a parte do fone que encosta na pele é feita de material duro, e isso pode gerar um desconforto pequeno, mas perceptível nos primeiros dias de uso.

Mão segurando o lado esquerdo do fone JBL Endurance Zone, mostrando o encaixe open-ear
Mão segurando o lado esquerdo do fone JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

No meu caso, depois de usar as primeiras vezes os fones, senti um desconforto leve justamente nas partes sem borracha. Então é um ponto para ficar atento se você é uma pessoa que tem pele mais sensível como a minha.

Apesar disso, nos dias seguintes, eu me acostumei e não percebi mais o desconforto. Além disso, o fone de ouvido permaneceu na orelha quando testei em corrida e com exercícios de força.

Resistência que chama atenção

O Endurance Zone tem um diferencial bem importante, a certificação IP68. Segundo a fabricante, os fones são à prova de água e poeira, suportando suor, chuva, água salgada e areia. Ou seja, pensados justamente para quem treina em condições mais adversas.

Testando a resistência IP68 do fone JBL Endurance Zone com água ao redor
Testando a resisência IP68 do fone de ouvido JBL Endurance Zone com água ao redor (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Só é preciso ter atenção aqui, porque o fone não é indestrutível. Segundo o manual, o produto suporta até 30 minutos a 1,5 m de profundidade. Além disso, a JBL menciona que ele funciona em alta umidade, altas temperaturas, operando até em 45 graus Celsius, e aguenta quedas altas.

Bem impressionante né? Mas o Endurance Zone funcionou na prática? 

Mergulhei na água…

Mão segurando o JBL Endurance Zone molhado em teste, com a água ao fundo (resistência IP68)
Mão segurando o JBL Endurance Zone molhado (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Pressionei o play no Spotify e mergulhei o Endurance Zone tocando música dentro de um pote. Para a minha surpresa, o som permaneceu tocando, sem pausar, mas ao retirar da água, o áudio ficou abafado.

Mãos secando o fone JBL Endurance Zone com papel toalha após teste com água
Mãos secando o JBL Endurance Zone com papel toalha (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Apenas depois de secar o fone bem e esperar cerca de 10 minutos, o áudio voltou a funcionar normalmente. Apesar do fone ter aguentado no teste contra água, ele não é indicado para exercícios de natação, no entanto, o Endurance Zone deve atender qualquer atleta que pratique outros esportes.

Conectividade

Conectando o JBL Endurance Zone via Bluetooth em um MacBook, com a opção na lista de dispositivos Bluetooth
Conectando o JBL Endurance Zone no MacBook via Bluetooth (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O Endurance Zone usa Bluetooth 5.3, e o pareamento é rápido mesmo estando um pouco mais longe do celular. Ele também tem suporte a conexão multiponto, para conectar em mais de um dispositivo ao mesmo tempo.

Vale dizer que, em alguns momentos, notei um atraso maior ao alternar a reprodução entre dois dispositivos, algo entre 15s, além de quedas bruscas na qualidade do áudio durante essa troca. Mas foi algo que aconteceu apenas duas vezes nos testes.

Recursos e funções extras

App JBL Headphones no celular (imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O Endurance Zone tem suporte ao JBL Headphones, um app auxiliar que dá pra configurar boa parte da experiência, começando pelo tempo de resposta.

Por padrão, o fone vem no modo áudio, que prioriza qualidade sonora, mas adiciona um leve atraso se você estiver assistindo vídeo. Para resolver isso, existe o modo vídeo, que reduz o delay entre o que você ouve e o que vê.

Na parte dos gestos, o touch funciona bem para pausar, trocar faixas ou até controlar o volume. Dá pra customizar? Sim, mas apenas entre dois conjuntos pré-programados para cada lado, ou desativar completamente os gestos.

Controles touch do fone de ouvido JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O que chama atenção por aqui é o modo PulseDry, que emite um som capaz de fazer os fones eliminarem a umidade mais rápido, caso você os molhe. 

Além disso, tem o modo relaxamento, que permite misturar até 5 sons naturais com timer configurável que pode te ajudar a dormir.

Perdeu os fones? O app também tem localizador que emite um som alto para você o achar.

O som do JBL Endurance Zone é bom?

Fone de ouvido JBL Endurance Zone na natureza (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O volume consegue chegar a níveis bem altos. Pra mim, em um ambiente calmo, 60% já é o máximo confortável antes de começar a incomodar.

Na equalização padrão, com o volume em 50%, o som sai nítido e claro, e dá pra distinguir voz de instrumento na maior parte do tempo. 

O problema é que falta um pouco de profundidade: nem a voz nem os instrumentos se destacam de forma marcante, o que é uma característica comum entre fones open-ear.

Foi aí que os perfis de equalização do app auxiliar ajudaram bastante. 

Equalizador do app JBL Headphones (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O perfil bass reforçou o grave em músicas com batida forte, mas deixou o som um pouco abafado. Já o perfil rock, foi o modo que eu preferi usar no dia a dia: ele funcionou melhor pra maioria das faixas, trazendo mais profundidade e destacando voz e instrumentos. 

Bem, o Endurance Zone já poderia vir da caixa com uma equalização mais interessante que a de fábrica, visto que o perfil de rock faz diferença, né?

JBL Endurance Zone ao lado do Spotify reproduzindo Brasa Church Music (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Agora, testando em volumes mais altos, as frequências das músicas ficam mais parecidas entre si, dificultando a separação vocal do instrumento. Você consegue notar isso justamente quando tá na rua precisa elevar o som para compensar o barulho externo.

Nesse departamento, o Endurance Zone entrega um áudio bem satisfatório em 50%, mas apenas quando configurado. No padrão de fábrica, ele não se diferencia muito de outros modelos open-ear do mercado. 

Cancelamento de ruído inexistente

Fones de ouvido JBL Endurance Zone na natureza (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Como o formato é open-ear, o cancelamento de ruído aqui é praticamente inexistente. Na prática, isso significa que com barulho externo ao redor, é necessário aumentar o volume para compensar a falta desse recurso.

Além disso, aqui tem bastante vazamento de som. Se você estiver treinando na academia, outra pessoa treinando ao seu lado pode conseguir ouvir a sua música. Em 50% já é possível notar o vazamento de som.

Os microfones servem para ligações?

Os 4 microfones presentes aqui funcionam para coisas rápidas, como mandar um áudio no WhatsApp ou uma ligação curta.

Nos meus testes na rua, atendi uma ligação, e nos primeiros segundos parecia tudo certo, até a pessoa do outro lado reclamar de ruídos em excesso durante a chamada.

Microfone do JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Já em ambiente calmo, dentro de casa, o resultado melhora, mas a voz pode ficar um pouco robótica.

No app JBL Headphones, dá pra configurar o microfone entre natural, potente ou brilhante. Não notei muita diferença entre natural e potente, mas o modo brilhante deixa o som menos abafado, ao custo de captar mais ruído do ambiente.

Bateria que aguenta treino intenso

Carregando a case do JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Em bateria, a JBL promete até 8 horas de reprodução, ou 32 horas somando com a case.

Testando aqui, sem colocar os fones na case, com o volume entre 50% e 65%, consegui cerca de 10 horas de reprodução continua com músicas no Spotify e usando em revisões de vídeo no trabalho.

Ou seja, a bateria é mais que o suficiente para a maioria das pessoas, mesmo quem treina intensamente por horas.

Vale a pena comprar o JBL Endurance Zone?

No geral, o Endurance Zone é uma opção interessante para quem treina em condições mais adversas, com chuva ou suor pesado, graças à certificação IP68. Ele não é o mais confortável da categoria, mas para treinos de até uma ou duas horas cumpre o propósito.

Mão segurando a case fechada do JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

O preço oficial é R$ 699, mas não é raro achar promoções na faixa dos R$ 450. E falando em promoção, vale ficar de olho no Achados do Tecnoblog, por lá temos um time especializado que compartilha as melhoras ofertas de eletrônicos, viu?

Agora, eu não recomendaria o Endurance Zone pra ambientes barulhentos. Nos meus testes, com trânsito ao redor e ocasionalmente algumas pessoas tentando falar comigo, a experiência foi desorientadora e frustrante, sem conseguir prestar atenção direito nem na música nem no ambiente externo.

Case do Soundcore Liberty 4 NC ao lado da case do JBL Endurance Zone (Imagem: João Cruz / Tecnoblog)

Caso seu treino envolva barulho, vale considerar modelos alternativos ou até intra-auriculares, como o Soundcore Liberty 4 NC, claro, ele não tem encaixe esportivo na orelha e nem a mesma proteção, mas o preço é menor, tem cancelamento de ruído ativo e microfone é um pouco melhor.

Agora me conta aí, você usaria o JBL Endurance Zone no seu treino? Deixe seu comentário na Comunidade do Tecnoblog!

Review do JBL Endurance Zone: resistência sem pesar no bolso

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Testamos o JBL Endurance Zone, fones de ouvido open ear com promessa de alta resistência a água e suor; conheça os prós e contras

JBL Endurance Zone é um fone open ear para treinos com promessa de resistência (imagem: João Vitor / Tecnoblog)

Prévia de story, priorização, posts de 48 horas: conheça o Instagram Plus

13 de Julho de 2026, 13:10
Ilustração da assinatura Instagram Plus
Assinatura Instagram Plus oferece várias funcionalidades exclusivas; confira a lista de recursos cobertos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Instagram Plus é uma assinatura mensal do Instagram que oferece funcionalidades exclusivas de personalização e stories aos inscritos.

Como exemplo, a assinatura permite que você fixe mais posts em seu perfil, visualize uma prévia de stories de forma anônima e use fontes personalizadas na bio e nas mensagens.

A seguir, entenda melhor o que é o Instagram Plus e confira todos os recursos cobertos na assinatura.

O que é o Instagram Plus

Instagram Plus é uma assinatura mensal da rede social Instagram, que oferece recursos exclusivos de controle, personalização, interações e publicações com sua conta.

Quais as vantagens em assinar o Instagram Plus?

A assinatura Plus do Instagram permite que você personalize o perfil e interações, além de desbloquear vários recursos na hora da postagem. Os benefícios do Instagram Plus incluem os seguintes recursos:

Recurso do Instagram PlusDescrição da funcionalidade
Fonte da bio personalizadaDesbloqueia fontes personalizadas para a bio de seu perfil
Mais posts fixadosPermite que você fixe até seis posts no seu perfil
Ícone de app personalizadoOferece uma seleção de ícones criados pelo Instagram e por criadores de conteúdo para usar como ícone de app do Instagram no celular
Priorização de storiesPrioriza seu story para que seus amigos o encontrem com mais facilidade
Extensão do storyOpção que estende a duração do story para 48 horas
SupercoraçõesReação para stories de amigos com corações vibrantes e animados que explodem na tela
Posts apenas no perfilCompartilhamento de posts ou destaques na grade do seu perfil, sem que eles apareçam no feed dos amigos
Prévia de mensagensPermite uma olhada rápida nas mensagens do Instagram sem marcá-las como lidas
Públicos para storiesCriação ilimitada de listas de público para compartilhar conteúdos com grupos selecionados
Insights de revisualização de storiesMostra quantas vezes o seu story foi revisualizado
Postagem direta nos destaquesHabilita posts diretamente nos destaques, sem precisar adicioná-los antes como story
Prévia de StoriesPermite a visualização de uma miniprévia para ver story de forma anônima
Pesquisa nos visualizadores de storiesRecurso de pesquisa para verificar rapidamente quem visualizou seu story
Fontes personalizadas em mensagensOferece fontes personalizadas exclusivas para assinantes, mas que podem ser visualizadas por todos
Dados de visualização de storyIndicador com data e hora ao lado de cada pessoa que visualizou seu story
Notificações personalizadas de storyHabilita notificações quando pessoas específicas visualizarem seu story

Priorizar um story notifica meus seguidores no Instagram?

Não. A priorização de story não emite notificações sobre uso do recurso, e apenas vai fazer com que seu post apareça mais à esquerda no carrossel de story das pessoas que te seguem.

O selo de verificado está incluso no Instagram Plus?

Não. Para ser verificado no Instagram, você precisará se inscrever em um plano básico, plus, premium ou max do Meta Verified, que é uma assinatura específica para garantir o selo de verificação e outros recursos voltados para engajamento.

Qualquer pessoa pode assinar o Instagram Plus?

Sim. Qualquer usuário do Instagram pode assinar o Instagram Plus, mediante pagamento do plano mensal escolhido.

O único ponto é que a assinatura está sendo liberada de forma gradual, e pode levar um tempo até chegar a todos os usuários da plataforma. Portanto, lembre-se de manter o aplicativo atualizado para receber o recurso.

Prévia de story, priorização, posts de 48 horas: conheça o Instagram Plus

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Baixou mais: Soundbar JBL com subwoofer sem fio sai por 45% OFF na Amazon

13 de Julho de 2026, 13:08
R$ 1.469,0045% OFF

Prós
  • Potência de 110 W RMS
  • Subwoofer sem fio de 60 W e 6,5″
  • 5.3 para versatilidade
  • 3 Modos de som disponíveis
Contras
  • Sem Dolby Atmos
  • Número de entradas físicas limitado
Parcelado
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

A Soundbar JBL SB180 está saindo por apenas R$ 806 no Pix na Amazon. O periférico com subwoofer incluso, potência de 110 W RMS e conexão Bluetooth para uma experiência sem fios recebe desconto de 45% sobre o preço original de R$ 1.469.

JBL SB180 tem subwoofer, alta potência e experiência sem fios

Soundbar JBL SB180 (imagem: Divulgação)
Soundbar JBL SB180 tem potência de 110 Watts RMS e conectividade Bluetooth (imagem: Divulgação/JBL)

soundbar SB180 da JBL possui áudio de alta imersão (sem Dolby Atmos) e qualidade quando pareada a uma TV, provida pela potência de 110 W RMS suficiente para preencher um ambiente de até 15 m². Seu corpo compacto de 92 cm de comprimento e 6,3 cm de altura a torna apta para ser instalada em qualquer lugar.

O subwoofer de 6,5″ com 60 W de potência é equipado com dois drivers do tipo racetrack de 45 × 100 mm. A caixa se conecta à soundbar sem fios via Bluetooth 5.3, assim, o processo de instalação é facilitado e a experiência sem fios com 2.1 canais se torna bastante agradável para assistir a filmes, séries e esportes.

Esta soundbar possui uma porta HDMI com suporte a ARC, que facilita a conexão com TVs e outros aparelhos, suportando tensões de 100 a 240 V. O periférico oferece os modos Cine, Music e News, oferecendo experiências que se adaptam ao tipo de conteúdo em execução.

A Soundbar JBL SB180 (apenas R$ 806 no Pix) permite parear o acessório a diversos outros gadgets, como smartphones e tablets, sem complicações graças ao suporte a Bluetooth.

Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.

Baixou mais: Soundbar JBL com subwoofer sem fio sai por 45% OFF na Amazon

Vencedores do Nobel e executivos alertam para ameaças da IA

13 de Julho de 2026, 12:54
Uma ilustração digital em tons de laranja e marrom escuro, representando inteligência artificial. O olho direito está em foco e o nariz e a bochecha são formados por linhas retas e blocos, como se a imagem estivesse sendo construída por pixels e códigos. À esquerda e ao fundo, linhas e números de programação em alto-relevo se estendem por toda a imagem, que possui um gradiente de tons quentes, do mais claro ao mais escuro. No canto inferior direito, o logotipo "tecnoblog" aparece em branco.
Inteligência artificial pode ter impacto maior que Revolução Industrial, dizem especialistas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Mais de 200 especialistas, incluindo 16 vencedores do Prêmio Nobel e executivos de tecnologia como o ex-CEO do Google Eric Schmidt, alertam para as ameaças da inteligência artificial em carta aberta.
  • Eles pedem que autoridades tomem medidas para mitigar os riscos e aproveitar as oportunidades da IA, que pode causar transformação radical em pouco tempo.
  • A IA pode trazer benefícios como ganhos nos padrões de vida, mas também pode causar desemprego em massa, segundo os especialistas.

Um grupo de mais de 200 economistas, pesquisadores e executivos publicou uma carta aberta pedindo que autoridades do mundo todo tomem medidas imediatamente para mitigar os riscos e aproveitar as oportunidades da inteligência artificial.

Entre os signatários, há 16 vencedores do Prêmio Nobel, o ex-CEO do Google Eric Schmidt e o cofundador da Anthropic Jack Boss.

O que diz a carta?

A carta tem o título “We Must Act Now” (“Nós devemos agir agora”). O texto é curto, com apenas 88 palavras e três itens. No documento, os especialistas argumentam que a IA se tornará radicalmente mais poderosa ao longo dos próximos dez anos.

Eles antecipam que o poder de transformação para a economia será sem precedentes, maior que o da Revolução Industrial, mas em um intervalo de tempo muito menor. Esse impacto terá aspectos negativos, como desemprego em massa, e positivos, como oportunidades para ganhos consideráveis nos padrões de vida.

Por isso, os signatários fazem um chamado a economistas, políticos e líderes do setor de tecnologia por iniciativas para entender o assunto e construir incentivos, proteções e instituições para que a IA possa complementar o ser humano e beneficiar a sociedade.

Apesar disso, não há recomendações específicas sobre medidas a serem tomadas no momento.

Quais são os impactos da IA até agora?

Ilustração sobre inteligência artificial mostra um cérebro transparente sobre uma placa metálica, que se assemelha a um processador. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Sistemas de proteção social podem não estar prontos para desemprego em massa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como nota a Business Insider, há poucas evidências até o momento sobre encerramento em larga escala de postos de trabalho que possa ser atribuído à IA. O Fundo Monetário Internacional aponta que a adoção da IA ainda é concentrada em uma minoria de trabalhadores.

Por outro lado, a tecnologia parece ter impactado a contratação de profissionais recém-formados ou com pouca experiência em startups com apoio de capital de risco. Nessas empresas, a tendência parece ser montar equipes menores, com funcionários mais experientes comandando ferramentas de IA.

Quais são os riscos da IA para o futuro?

O jornal The New York Times observa que muitos economistas acreditam que a tecnologia será benéfica a longo prazo, graças ao aumento da produtividade e à elevação dos padrões de vida. Inicialmente, porém, o quadro seria trágico, com milhões de demissões de trabalhadores corporativos. Os sistemas de proteção social não estariam prontos para lidar com isso.

“Se você olhar o que os robôs fizeram com o setor industrial, se a IA fizer algo parecido em um período de tempo mais curto, isso seria muito disruptivo, muito custoso para os meios de subsistência dos trabalhadores”, diz Daron Acemoglu, economista do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT).

Acemoglu, vencedor do Nobel de Economia e um dos signatários da carta, era cético quanto à IA, mas passou a se preocupar com o potencial da tecnologia para causar desemprego. Ele defende que sejam desenvolvidas ferramentas para ampliar o trabalho humano, não para substituí-lo.

Com informações do The New York Times, Business Insider e Reuters.

Vencedores do Nobel e executivos alertam para ameaças da IA

Inteligência artificial no SAC não agrada clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Inteligência artificial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

União Europeia propõe acesso gradual de menores às redes sociais

13 de Julho de 2026, 12:41
Foto de pessoas sentadas usando smartphones. O foco da imagem são os smartphones, e as pessoas não aparecem.
União Europeia quer criar “maioridade digital” (imagem: Robin Worrall/Unsplash)
Resumo
  • União Europeia propõe acesso gradual às redes sociais para menores, com objetivo de proteger saúde física e mental.
  • O plano divide o acesso em quatro fases, com uso limitado até 13 anos e acesso irrestrito apenas depois dos 18 anos.
  • As big techs também terão que provar que seus serviços são seguros antes de liberarem cadastro para jovens.

A União Europeia (UE) deu mais um passo importante nesta segunda-feira (13/07) para mudar radicalmente como crianças e adolescentes usam a internet. A ideia do bloco agora é estabelecer um acesso gradual às plataformas digitais, com o objetivo de proteger a saúde física e mental dos mais jovens contra os riscos embarcados nas redes sociais.

Essa discussão já acontece há meses nos bastidores europeus, seguindo os passos de legislações mais duras adotadas em países como a Austrália. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, tem batido na tecla de que a infância é um período vital para o desenvolvimento do cérebro, o que exige intervenções urgentes.

Como vai funcionar?

O modelo foi desenhado por um painel de especialistas, incluindo médicos, acadêmicos e pais, e sugere restrições rígidas baseadas na idade e no desenvolvimento cognitivo. O plano divide o acesso à internet em quatro fases:

  • Até os 3 anos: zero telas. O uso de dispositivos digitais por bebês e crianças pequenas passa a ser totalmente proibido.
  • Até os 13 anos: fica vetado o uso independente de redes sociais ou de assistentes de inteligência artificial. O acesso só será permitido por períodos limitados, sempre sob a supervisão dos pais ou em um ambiente escolar.
  • Dos 13 aos 18 anos: começa o “uso progressivamente autônomo”. Os adolescentes poderão acessar as plataformas, mas apenas aquelas que contarem com sistemas eficazes de verificação de idade e uma interface livre de funções viciantes.
  • A partir dos 18 anos: o usuário atinge a “maioridade digital plena” e tem o acesso irrestrito liberado.
Brasileiros estão usando menos as redes sociais para ver notícias (Imagem: Jeremy Zero/ Unsplash)
Plano da Comissão Europeia é proteger a saúde mental das novas gerações (imagem: Jeremy Zero/Unsplash)

O texto também prevê que os países membros da UE tenham autonomia para criar regras próprias. Isso significa que eles podem estender as proibições para faixas etárias acima dos 13 anos, uma tendência que ganha força.

Pressão sobre as big techs

Com a nova proposta, a responsabilidade também muda de lado. As próprias redes sociais serão obrigadas a provar que seus serviços são seguros antes de liberarem o cadastro para os jovens. Essa postura mais agressiva contra as gigantes da tecnologia não vem de hoje.

Na semana passada, o bloco concluiu, em uma investigação preliminar, que a Meta violou a Lei de Serviços Digitais e acusou o Facebook e o Instagram de usarem design viciante nos algoritmos para prender a atenção dos usuários. A plataforma chinesa TikTok recebeu um alerta muito parecido no início deste ano.

Apesar da urgência do tema, o caminho até a aprovação da lei será longo. Qualquer texto apresentado pela Comissão precisa do apoio do Parlamento Europeu e dos 27 países membros. A intenção de Bruxelas é criar uma regra unificada para todos, evitando um cabo de guerra entre nações com posturas diferentes. A Estônia, por exemplo, ainda resiste a qualquer tipo de proibição.

União Europeia propõe acesso gradual de menores às redes sociais

(Imagem: Robin Worrall / Unsplash)

Brasileiros estão usando menos as redes sociais para ver notícias (Imagem: Jeremy Zero/ Unsplash)

Apple processa OpenAI por suposto roubo de segredos comerciais

13 de Julho de 2026, 11:49
Logotipo da Apple em um fundo escuro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Apple acusa OpenAI de roubo de informações sigilosas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple processou a OpenAI por suposto roubo de segredos comerciais.
  • Empresa alega que a startup de IA usou ex-funcionários da Apple para obter informações confidenciais sobre projetos e fornecedores.
  • A dona do iPhone pede indenização por danos e uma ordem judicial para impedir a OpenAI de manter ou usar qualquer segredo comercial obtido.

A Apple processou a OpenAI na justiça federal dos Estados Unidos por suposto roubo de segredos comerciais. De acordo com a fabricante do iPhone, a empresa de Sam Altman estaria usando informações confidenciais para acelerar uma possível entrada no mercado de dispositivos físicos.

Esse movimento faria parte de uma estratégia que levou à contratação de mais de 400 ex-funcionários da empresa, e, com eles, muito conhecimento interno sobre design, manufatura, fornecedores e futuros produtos, diz a Apple.

Entre esses funcionários, estariam o engenheiro elétrico sênior Chang Liu e Tang Yew Tan, ex-vice-presidente de design do iPhone e do Apple Watch. O processo também menciona a io Products, startup de hardware fundada por Jony Ive, ex-vice-presidente sênior da Apple, comprada pela OpenAI no ano passado.

A preocupação da fabricante é que essas informações confidenciais estejam sendo usadas para o desenvolvimento de futuros dispositivos da OpenAI. A dona do ChatGPT estaria preparando um teclado voltado ao uso de IA para ser lançado entre esse ano e o próximo, além de um alto-falante inteligente (como o Echo Dot, da Amazon) e até mesmo um smartphone.

Na ação, a Apple pede indenização por danos e uma ordem judicial para impedir a OpenAI de manter ou usar qualquer segredo comercial obtido de forma indevida.

Apple acusa ex-funcionários

Segundo o jornal The Guardian, Liu, que trabalhou por oito anos na Apple antes de ir para a OpenAI em janeiro, teria mantido um notebook corporativo após deixar a empresa e usado uma falha de autenticação para acessar a rede interna da companhia.

Ele teria baixado apresentações de engenharia, especificações técnicas e dados de projetos de hardware ainda não anunciados. Além disso, a ação diz que Liu orientou uma colega da Apple sobre como copiar arquivos confidenciais sem acionar alertas da equipe de segurança. As conversas teriam ocorrido pelo Line Messenger.

Já Tang Tan, atualmente chefe de hardware da OpenAI, teria enviado dados sobre fornecedores para o e-mail pessoal antes de sair da Apple. O executivo trabalhou em áreas centrais do design de produtos da Apple e era um veterano, com 24 anos de empresa.

OpenAI estaria sondando funcionários da Apple

Imagem mostra o CEO da OpenAI, Sam Altman, à esquerda, e o logo do ChatGPT à direita. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog"
OpenAI estaria usando até entrevistas para conseguir informações internas da Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

De acordo com a Apple, a possível futura concorrente no mercado de smartphones estaria tentando extrair informações sigilosas logo nos processos de contratação. Recrutadores teriam pedido que profissionais mostrassem materiais, como protótipos, já durante as entrevistas.

Na ação, a Maçã descreve essas sessões como uma tentativa de obter detalhes sobre tecnologias e processos de manufatura desenvolvidos ao longo dos anos.

A empresa afirma ter procurado a OpenAI em fevereiro para alertar sobre suas preocupações e pedir medidas internas de conformidade. Segundo a denúncia, a startup não respondeu.

Apesar do imbróglio, as duas empresas mantêm um histórico recente de parceria. Em 2024, ambas anunciaram a integração do ChatGPT ao iPhone, iPad e Mac dentro dos recursos do Apple Intelligence. Agora, no entanto, a base será os modelos de IA do Google.

Em nota enviada à imprensa, o porta-voz da OpenAI, Drew Pusateri, disse que a empresa está revisando a ação judicial. “Não temos interesse nos segredos comerciais de outras empresas. Continuamos focados em construir tecnologia inovadora que capacite as pessoas em todos os lugares”, afirmou.

Apple processa OpenAI por suposto roubo de segredos comerciais

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

ChatGPT e Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Copilot vai dizer o que está deixando o Windows 11 lento

13 de Julho de 2026, 11:45
Windows 11
Windows 11 vem com Copilot instalado (ilustração: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Resumo
  • O Copilot, assistente de IA da Microsoft, ganhará uma funcionalidade “PC Insights” para analisar uso de recursos do sistema e identificar causas de problemas de Windows 11.
  • A ferramenta poderá ler dados como uso de CPU, GPU e RAM, espaço de armazenamento e informações do sistema, mas funcionará apenas em modo “somente leitura”, sem capacidade de alterar configurações ou encerrar processos.
  • A presença do Copilot pode ser um problema em máquinas com pouca memória, pois sua interface baseada em web e uma versão própria do Microsoft Edge podem ocupar até 1 GB de RAM.

A Microsoft prepara uma nova funcionalidade para o Copilot: o assistente com inteligência artificial será capaz de analisar o uso recente de recursos de sistema, como CPU e RAM, e apontar a causa de um problema.

Chamada “PC Insights”, a ferramenta está sendo liberada gradualmente nos Estados Unidos, de acordo com informações obtidas pelo Windows Latest junto à Microsoft.

Como o Copilot vai ajudar PCs lentos?

Captura de tela da interface de um aplicativo digital aberto sobre o fundo azul do Windows. A janela possui fundo cinza-escuro com degradê esverdeado. Na lateral esquerda há uma barra vertical com ícones brancos e um logotipo colorido no topo. No centro, o texto branco diz "Nice to see you, mayank. What’s new?". Abaixo, há uma barra de pesquisa com o texto "What is my current CPU usage?". Mais abaixo, botões ovais cinzas trazem sugestões em inglês como "Compose a song", "Brainstorm ideas" e "Learn something new".
Perguntas sobre uso de recursos podem ser feitas diretamente no Copilot (imagem: reprodução/Windows Latest)

O Copilot ganhou acesso a uma API do Windows, passando a ser capaz de analisar várias informações sobre o computador. Assim, o PC Insights permitirá ao usuário fazer perguntas sobre seu próprio computador, como, por exemplo, “Qual é o uso de CPU neste momento?”, diretamente na tela do assistente.

Apesar de conseguir ler e interpretar dados, o Copilot funciona em modo “somente leitura”. Isso significa que o usuário não poderá pedir para o assistente resolver problemas, como encerrar apps ou mudar configurações.

Segundo o Windows Latest, a ferramenta pode ler e interpretar as seguintes informações:

  • Recursos de sistema, como uso de CPU, GPU e RAM.
  • Espaço de armazenamento total e disponível, incluindo se é possível instalar jogos e games.
  • Tamanho de pastas e arquivos.
  • USB, dispositivos conectados e estado atual deles, como HDs externos, impressoras e webcams.
  • Saúde da bateria.
  • Presença de antivírus.
  • Especificações do sistema.
  • Informações da BIOS.
  • Estado geral do aparelho.

Ainda de acordo com a publicação, o Copilot não lê o conteúdo de arquivos, a menos que o usuário dê acesso explícito.

As perguntas podem ser encadeadas e o assistente é capaz de usar outras de suas ferramentas para trazer as respostas. Você pode, por exemplo, perguntar quanto de espaço livre tem no computador e, em seguida, questionar se é suficiente para instalar um jogo específico. O Copilot busca na web a informação sobre o espaço mínimo necessário para aquele game e traz a resposta.

Copilot pode ser o problema

Como nota o Windows Latest, por mais que o Copilot esteja sendo oferecido como uma ferramenta para identificar o que está deixando o PC lento, pode haver casos em que ele mesmo seja o problema.

A publicação explica: o assistente tem interface baseada em tecnologias web, o que já significa que o desempenho não é tão bom quanto poderia.

Além disso, para recursos de acesso à web e navegação, ele traz uma versão própria do Microsoft Edge. Ela fica rodando em segundo plano o tempo todo e chega a ocupar 1 GB de RAM. Em máquinas com pouca memória, isso pode ser um peso considerável.

Com informações do Windows Latest.

Copilot vai dizer o que está deixando o Windows 11 lento

Windows 11 (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Perguntas sobre uso de recursos podem ser feitas diretamente no Copilot (imagem: reprodução/Windows Latest)

Nintendo Switch sai 37% mais barato nas férias com cupom no Magalu

13 de Julho de 2026, 11:09
R$ 2.999,0037% OFF

Prós
  • Três maneiras diferentes de uso
  • Joy-cons permitem jogar a dois
  • Suporta cartões MicroSD de até 2 TB
Contras
  • Apenas 32 GB de armazenamento
PIX Cupom
Participe dos canais de ofertas do Achados do TB

O Nintendo Switch está saindo por R$ 1.878 no Pix com cupom LU200 no Magazine Luiza. O console que oferece mais de uma forma de jogar e tem acesso a uma biblioteca extensa de games exclusivos atinge o menor preço dos últimos meses, com desconto de 37% sobre o original de R$ 2.999.

Nintendo Switch oferece várias formas de jogar

Nintendo Switch encaixado na dock (Imagem: Murilo Tunholi/Tecnoblog)
Nintendo Switch pode ser usado como console portátil ou de mesa (Imagem: Murilo Tunholi/Tecnoblog)

O Nintendo Switch é um sistema híbrido que pode ser usado como um portátil em qualquer lugar, como apoiado sobre uma mesa em modo semiportátil, ou como um console de mesa, ligado à TV pela dock que acompanha o kit.

Sua tela LCD sensível ao toque de 6,2″ possui resolução HD (1.280 x 720 pixels) e reproduz cores vivas com um bom nível de brilho onde você estiver. No modo console de mesa, reproduz conteúdos no televisor com qualidade aprimorada em até Full HD (1.920 x 1.080 pixels).

A bateria do console mais vendido na história da Nintendo resiste de 4,5 a 9 horas de uso no modo portátil segundo a fabricante, com o tempo variando conforme o jogo em execução; a dock alimenta a bateria enquanto o console é usado no modo TV, permitindo seu uso durante o carregamento.

Nintendo Switch (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Nintendo Switch tem acesso a diversos games exclusivos da companhia japonesa (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Como estamos no período de férias escolares, vale lembrar que o Switch possui recursos de controle parental, que dão aos pais a possibilidade de usar ferramentas para controlar o tempo de jogo dos filhos, bem como decidir quais games eles podem acessar, limitar o acesso dos pequenos a funções online e entre outros.

O console possui chip Nvidia Tegra X1, 4 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, com suporte a cartões microSDXC de até 2 TB. O kit inclui dois Joy-Cons que suportam controle por movimentos, e é possível conectar até 4 deles ao mesmo tempo, além de outros controles e acessórios.

O Nintendo Switch (R$ 1.878 no Pix com cupom LU200) tem acesso a inúmeros games exclusivos de franquias como Mario, The Legend of Zelda, Pokémon, Metroid, Donkey Kong, Kirby e outras, que não estão disponíveis em nenhuma outra plataforma de modo oficial.

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