O Galaxy Buds Core está com 43% de desconto no Mercado Livre, saindo por apenas R$ 200,67 no Pix ao usar o cupom OFERTAPARAVC. Esta é uma excelente oportunidade para quem busca um fone sem fio com ANC.
O wearable lançado por R$ 349 se destaca pela boa relação custo-benefício, ao entregar recursos premium de áudio e conectividade a um preço mais acessível.
Equipado por seis microfones e cancelamento ativo de ruído (ANC), a função isola barulhos externos para permitir ao usuário focar na música ou atender ligações com clareza. A compatibilidade de Bluetooth 5.4 garante uma conexão rápida e estável com o smartphone.
Um dos diferenciais do Galaxy Buds Core é a integração com o Galaxy AI. A inteligência artificial da Samsung possibilita através do Modo Intérprete o diálogo entre pessoas que falam idiomas diferentes. A IA realiza a tradução do que foi falado em tempo real.
A bateria impressiona, com promessa pela Samsung de até 35 horas de reprodução total, um período de autonomia longo para não precisar se preocupar com carregamento.
Galaxy Buds Core foram lançados nas cores preto e branco (imagem: divulgação/Samsung)
Os fones intra-auriculares tem um design leve com apenas 5,3 gramas e confortável, a ponto de incluir na caixa três ponteiras de borracha para se adequar a mais de um formato de orelhas.
O Buds Core tem suporte aos codecs de áudio AAC, SBC e Scalable Codec da Samsung. Por fim, a inclusão da certificação IP54 contra poeira e respingos de água, permite utilizá-lo ao ar livre seja durante a rotina ou para realizar atividades físicas ao ar livre.
O Galaxy Watch 8 Classic LTE de 46 mm está com uma oferta imperdível no Mercado Livre. O relógio inteligente sai por R$ 1.826,20 no Pix usando o cupom MELICUPOM. Essa é uma excelente oportunidade para garantir um smartwatch avançado com desconto de 59% frente ao lançamento por R$ 4.499.
A coroa giratória traz um visual mais tradicional ao relógio, enquanto os sensores garantem acompanhamento avançado de saúde no smartwatch da Samsung. Já a conectividade LTE permite acesso à internet sem que o relógio esteja conectado ao celular.
A conexão LTE, que pode ser ativada via eSIM, permite atender chamadas, responder mensagens e ouvir músicas e podcasts online sem o celular por perto. Já design com coroa giratória oferece um visual clássico e também permite a navegação entre os recursos do relógio girando a coroa.
Os sensores avançados do Galaxy Watch 8 Classic monitoram pressão arterial, eletrocardiograma e composição corporal, ajudando você a acompanhar sua saúde de forma precisa e em tempo real. Além disso, o relógio inteligente da Samsung acompanha cerca de 100 modalidades esportivas, e também monitora sono e ciclo menstrual.
Com vidro de cristal de safira e corpo em aço inoxidável, o smartwatch é altamente resistente a riscos. Já a proteção IP68 garante resistência contra água e poeira. A tela Super AMOLED de 3.000 nits, por sua vez, oferece alta visibilidade mesmo sob o sol forte.
Galaxy Watch 8 Classic (imagem: Divulgação)
Além disso, o processador Exynos W1000 de 3 nm garante navegação extremamente fluida, aliado à RAM de 2 GB. O armazenamento é de 64 GB e o wearable é compatível com GPS, NFC, e Bluetooth 5.3. A bateria de 445 mAh suporta até 30 horas de uso com o Always On Display ativado, segundo a Samsung.
Com um desconto impressionante em oferta histórica, o Galaxy Watch 8 Classic LTE de 46 mm sai por apenas R$ 1.826,20 no Pix usando o cupom MELICUPOM. Mas o cupom não deve durar muito tempo, então aproveite antes que acabe no Mercado Livre.
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Cofundador da Wikipédia não pode mais editar verbetes (imagem: reprodução/Wikipédia)
Larry Sanger, cofundador da Wikipedia e criador do nome da enciclopédia online, foi banido por tempo indeterminado de editar páginas da própria plataforma. A punição ocorreu após ele remover um projeto externo para mudar a forma como determinados temas são tratados nos verbetes.
O bloqueio impede Sanger de editar artigos, mesmo sendo um dos nomes ligados à criação da plataforma em 2001. Segundo o site Dexerto, a comunidade do site acusou Sanger de tentar mobilizar usuários de fora para influenciar discussões internas.
O ex-executivo nega a acusação e diz que foi alvo de uma decisão sem processo justo. Num post de 22 de junho, Sanger disse ter sido bloqueado por “consenso de uma multidão” e criticou a condução do caso: “Não houve o devido processo legal, nem promotor, nem juiz imparcial, nem júri, nem interpretação da lei. Todos os meus juízes se autoselecionaram e me odiavam”.
Projeto ia mudar abordagem da Wikipedia
Editores acusaram Sanger de tentar influenciar discussões editoriais após projeto (imagem: reprodução)
A disputa começou com o WikiProject Intellectual Diversity, projeto criado por Sanger para defender o que ele chamou de “compromisso original e firme com a diversidade intelectual” da Wikipedia, que completa 25 anos em 2026.
A proposta buscava abrir espaço para visões que, segundo ele, estariam sub-representadas na enciclopédia. Entretanto, a forma de divulgação do projeto fez com que os editores o acusassem de tentar chamar pessoas externas para influenciar as discussões e decisões editoriais.
Pelas regras da Wikipedia, esse tipo de mobilização pode distorcer o funcionamento da comunidade. Editores também o acusaram de não contribuir de forma construtiva com a enciclopédia.
Vale reforçar que Sanger deixou o projeto logo após a fundação da Wikipédia. Em declarações anteriores, ele chegou a dizer que a Wikipedia estava “quebrada além de qualquer possibilidade de reparo”, relembra o Dexerto.
Ajuda de outro cofundador não funcionou
No dia seguinte ao bloqueio inicial, Sanger chegou a ser desbloqueado após uma intervenção de Jimmy Wales, outro cofundador da Wikipedia. A decisão, porém, foi revertida pela comunidade na mesma noite. “Agora é realmente oficial. As acusações são mentiras e deturpações”, afirmou após a nova decisão.
Well, now it’s really official. After being blocked this morning, then unblocked (after being defended by Jimmy Wales), I have now, as of this evening, been “blocked indefinitely” from editing Wikipedia.
Ao New York Post, ele disse estar “atônito” com o desfecho e atribuiu a punição a uma “turba sem rosto”. Ao comentar o banimento, Sanger também relembrou críticas antigas à falta de regras formais para a governança da plataforma: “Eu avisei a vocês, lá em 2004, que a Wikipedia precisa desesperadamente de uma carta comunitária adequada e do império da lei”.
A relação de Wales, aliás, também não é a das mais amigáveis com o corpo de colaboradores da Wikipédia. O cofundador esteve no centro das discussões com voluntários da edição em inglês após mudanças na equipe da Fundação Wikimedia, que levaram editores a ameaçar greve.
A nova geração da família de modelos de linguagem da OpenAI conta com três novos modelos: Sol, o principal; Terra, de nível intermediário para uso diário; e Luna, o mais “rápido e acessível”.
Inicialmente, o acesso às novas versões da IA ficará limitado a um “grupo seleto de parceiros de confiança e organizações”, em um modelo de distribuição semelhante ao Project Glasswing, da Anthropic, associado ao anúncio do Claude Mythos Preview, também submetido a restrições do governo Trump.
Três novos modelos: Sol, Terra e Luna
Introducing a limited preview of GPT-5.6 Sol, our next generation frontier model, as well as GPT-5.6 Terra, a balanced model for efficient, everyday work, and GPT-5.6 Luna, a fast and affordable model for high-volume work.https://t.co/OoM83SyISN
O carro-chefe do pacote é o modelo Sol, que chega com a “mais robusta estrutura de defesa até hoje”, segundo o anúncio da OpenAI. A companhia fala em reforço nas proteções para atividades consideradas de alto risco, mas mantendo o acesso à alta capacidade em trabalhos de coding, buscas por vulnerabilidades de cibersegurança e testagem de defesa.
Em benchmark divulgado pela OpenAI, as inteligências artificiais anunciadas recentemente pela concorrente ficariam abaixo do GPT 5.6 Sol em algumas tarefas, incluindo trabalhos de codificação.
Modelo GPT 5.6 chega em versão limitada (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A OpenAI aposta em treinamentos simulando situações reais de uso malicioso, e traz como exemplo testes na busca por bugs e vulnerabilidades nos navegadores Chromium e Firefox, em que o GPT 5.6 não explora essas falhas de forma autônoma.
Ainda assim, a empresa reconhece que seus benchmarks não cobrem todas as possibilidades de uso, motivo pelo qual as defesas ainda serão reforçadas ao longo da liberação gradual do modelo. Além de cibersegurança, a OpenAI também trouxe exemplos da alta capacidade com foco em trabalhos científicos, assim como seu comportamento ao identificar solicitações de risco por parte dos usuários.
Essas defesas valem também para os modelos Terra e Luna, sendo o primeiro mais voltado para atividades do dia a dia, competindo com a versão anterior GPT-5.5, e o segundo uma versão de maior custo-benefício, entregando alta performance a um custo menor de operação.
Ainda não há informações sobre limites de acesso para os planos pagos da OpenAI, uma vez que os modelos ainda não foram disponibilizados para o público geral.
Expectativa de lançamento “nas próximas semanas”
Novidades ficam restritas por agora (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Apesar de atender à solicitação de Trump, a OpenAI afirmou que não vê o processo como uma solução de longo prazo. Segundo o comunicado da empresa, a medida restringe o acesso às ferramentas mais avançadas, especialmente para profissionais de cibersegurança, desenvolvedores e empresas.
Ainda assim, reconheceu o movimento como um passo relevante para a liberação dos modelos “nas próximas semanas”. Até lá, o GPT-5.6 continuará em testes e ajustes voltados a melhorias de segurança.
Galaxy A17 tem performance equilibrada para tarefas básicas e funciona bem como um celular para idoso (Foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Smartphones básicos e intermediários são ótimas opções de celular para idoso porque oferecem uso facilitado e têm menos recursos para tornar a experiência mais fluida.
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Para escolher o celular ideal, também é recomendável optar por tela grande, que facilita a visualização; bateria duradoura; e sistema operacional atualizado, para manter compatibilidade com WhatsApp, Facebook, entre outros apps.
A seguir, o Tecnoblog lista cinco opções de celular para idoso fáceis de usar, incluindo modelos básicos e intermediários da Samsung e Motorola.
O Galaxy A07 é um celular básico e barato, indicado para tarefas simples como navegação na internet e uso de apps como WhatsApp e Instagram. O processador MediaTek Helio G99 equipa o aparelho junto de 4 GB ou 8 GB de RAM — recomendamos a versão com mais memória para evitar travamentos.
O celular conta com uma tela grande de 6,7″ que facilita a visualização dos conteúdos. Também há uma câmera de selfie de 8 MP na parte superior do display para chamadas de vídeo.
Além disso, o Galaxy A07 chega com bateria de 5.000 mAh para aguentar um dia inteiro longe das tomadas, e garantia de seis anos de atualizações para o Android e recursos de segurança.
O Galaxy A17 é um smartphone de entrada mais potente que o Galaxy A07. O smartphone chega com até 8 GB de RAM e também é voltado para atividades mais básicas, mas tem uma performance melhor devido ao chip Exynos 1330 (com velocidades de até 2.4 GHz).
A tela Super AMOLED de 6,7″ também é um destaque do aparelho, com melhorias no contraste, cores mais vivas e ampliação do ângulo de visão. Enquanto isso, o vidro Gorilla Glass Victus protege o display contra quedas e riscos.
O Galaxy A17 ainda traz suporte a recursos de inteligência artificial que podem facilitar alguns comandos, permitindo, por exemplo, que você escreva uma mensagem para um contato por comando de voz.
O Galaxy A36 é um smartphone intermediário, equipado com o chipset Snapdragon 6 Gen 3, além de 6 GB ou 8 GB de RAM. Essas especificações prometem performance equilibrada em streaming, navegação em apps e até em jogos.
A bateria de 5.000 mAh do aparelho tem autonomia para até 29 horas de reprodução contínua de vídeos. E por falar em vídeos, a tela Super AMOLED de 6,7″ chega com pico de brilho de 1.200 nits para otimizar a visibilidade dos conteúdos.
O sistema roda na One UI, que é uma interface simples e intuitiva baseada em Android. Inclusive, a Samsung garantiu seis atualizações para o sistema operacional e seis anos de update de segurança para o celular.
O Moto G56 é um celular intermediário com boa relação custo-benefício. Ele chega com o processador Mediatek Dimensity 7060 e 8 GB de RAM (expansível até 24 GB com RAM Boost) para oferecer desempenho sem travamentos em tarefas menos exigentes.
O celular conta com uma tela LCD de 6,7 polegadas que traz o Modo Alto Brilho para melhorar a visibilidade em ambientes externos. Já a bateria de 5.200 mAh pode durar até 40 horas antes de precisar de uma recarga.
Mas o principal destaque do Moto G56 é a durabilidade: o smartphone inclui selos IP68 e IP69 contra água e poeira, certificação militar MIL-STD810H, e Corning Gorilla Glass 7i na tela para reforço contra quedas e arranhões.
O Moto G06 é um smartphone de entrada e com preço acessível. O chip MediaTek Helio G81 Extreme e os 4 GB de RAM oferecem performance limitada, mas conseguem lidar com navegação na web e redes sociais sem grandes problemas.
Mesmo sendo um modelo basicão, o Moto G06 possui uma tela de 6,9 polegadas e com taxa de atualização de até 120 Hz. Com ela, você pode visualizar tudo e mais um pouco, e com experiência mais fluida.
A bateria de 5.200 mAh também é um ponto forte do celular, podendo durar até 19 horas em reprodução de vídeo contínua, 20 horas de navegação na internet e até 21 horas de uso em redes sociais.
Como escolher um celular para idoso?
Ao escolher um celular para idoso, priorize modelos com as seguintes especificações:
Tela grande: telas com tamanho a partir de 6,7 polegadas facilitam a exibição de conteúdos, especialmente se as letras de interface também foram aumentadas.
Interface simplificada: smartphones de Samsung e Motorola costumam apresentar interface amigável e têm menos apps pré-instalados, facilitando a vida dos usuários.
Bateria duradoura: priorize baterias com capacidade de 5.000 mAh ou mais para garantir autonomia antes de uma recarga.
Garantia de atualizações: prazos maiores de atualizações para sistema operacional e segurança vão garantir a plena compatibilidade com apps (como WhatsApp e Instagram) por mais tempo.
Celulares de entrada e intermediários costumam ser ideais para idosos por oferecem uso simplificado. Já modelos premium só vão se encaixar nesse público-alvo se todos os recursos avançados fizerem sentido para a pessoa.
Vale a pena comprar celular “dumbphone” para idoso?
Não. Feature phones ou dumbphones costumam trazer telas pequenas e teclado físico, o que atrapalha a visualização de conteúdos e navegação no aparelho — especialmente para usuários com dificuldades motoras.
Além disso, esses celulares mais básicos têm conectividade limitada à internet, muitas vezes sem suporte para apps como WhatsApp e Facebook. Logo, vale apostar em smartphones mais atuais e com configurações simplificadas.
Posso configurar smartphones tradicionais para idosos?
Sim. Você pode ativar o Modo Fácil do Android em smartphones da Samsung e de outras marcas para simplificar a tela inicial do aparelho, aumentar os ícones e ampliar o contraste do teclado para otimizar a legibilidade.
Mesmo que o celular não suporte esse modo, é possível fazer ajustes manuais para aumentar o tamanho da fonte e do teclado, ampliar os ícones de exibição e a interface, e ativar recursos de acessibilidade nativos do sistema.
Nova geração do Apple Silicon deve ter estreia solo (imagem: reprodução/Apple)Resumo
Apple pode lançar apenas o chip M6 básico em 2026, adiando as versões Pro e Max para a geração M7, prevista para o ano que vem.
O M6 deve ser produzido em processo de 2 nanômetros e largura de banda de memória de cerca de 200 GB/s.
Segundo Mark Gurman, da Bloomberg, o M5 Ultra seria a principal atualização de alto desempenho no curto prazo.
A Apple pode mudar o ritmo de lançamento dos chips usados nos Macs com o lançamento solo de uma versão básica do chip M6 neste ano. Caso se confirme, a estratégia quebraria o ciclo adotado desde a estreia dos Apple Silicon nos computadores da marca.
De acordo com o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a ideia seria concentrar os esforços na geração seguinte, a M7, prevista para 2027. Com isso, a empresa não deve desenvolver as versões M6 Pro e M6 Max para a próxima linha, que deve estrear ainda em 2026.
Como ficaria o cronograma?
Com a mudança, o calendário de chips da Apple ficaria mais enxuto em 2026, voltando a ganhar versões profissionais a partir de 2027:
M6: chip básico da geração, voltado aos Macs de entrada;
M7: versão básica prevista para a primeira metade de 2027;
M7 Pro e M7 Max: modelos profissionais esperados para o fim de 2027;
M7 Ultra: versão mais poderosa da família, prevista para 2028.
A ausência de um M6 Pro e M6 Max afetaria principalmente linhas como MacBook Pro, Mac mini e futuros desktops de alto desempenho, que costumam depender das versões profissionais para receber atualizações mais relevantes.
M6 deve estrear processo de 2 nanômetros
Versão base estreará fabricação de 2 nanômetros nos chips da empresa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Mesmo sem versões Pro e Max, o M6 básico deve trazer uma mudança importante de fabricação. Dessa forma, segundo o MacRumors, o chip seria o primeiro da Apple produzido em processo de 2 nanômetros da TSMC, deixando para trás a litografia de 3 nanômetros das últimas gerações.
Além disso, o M6 também deve ter uma nova arquitetura de memória, Neural Engine atualizado para tarefas de IA e melhorias em decodificação de vídeo.
De acordo com a Bloomberg, o chip teria largura de banda de memória de cerca de 200 GB/s, contra 153 GB/s no M5. A Apple também estaria testando versões de GPU de 12 núcleos, acima do limite de 10 núcleos do M5. O chip deve estrear em um MacBook Pro de 14 polegadas, ainda neste ano.
M5 Ultra deve segurar Macs mais potentes
M5 tem acelerador neural em cada núcleo da GPU (imagem: divulgação)
Sem M6 Pro e M6 Max no caminho, a principal atualização de alto desempenho no curto prazo deve ser o M5 Ultra. O chip é esperado para equipar uma nova versão do Mac Studio, segundo a Bloomberg.
Os chips trouxeram avanços em CPU, largura de banda de memória e desempenho para tarefas de IA, mas ainda não chegaram a desktops como Mac Studio e Mac Pro.
Entenda o que é phishing, considerado um dos principais tipos de ataques cibernéticos (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O phishing é um ataque cibernético baseado em engenharia social, que utiliza comunicações falsas para imitar instituições confiáveis e roubar dados sensíveis. O objetivo é manipular a vítima para fornecer voluntariamente senhas, números de cartões e informações pessoais.
Essa tática geralmente recorre a um tom de urgência em e-mails, mensagens ou ligações telefônicas, pressionando o usuário a agir rapidamente sem verificar a procedência. Entre as variantes mais comuns, destacam-se o spear phishing, focado em alvos específicos, e o smishing, realizado via SMS em dispositivos móveis.
Para se proteger, o cuidado fundamental é nunca clicar em links suspeitos e sempre validar a identidade do remetente nos canais oficiais. Desconfie de alertas de bloqueio de conta ou promessas de prêmios que solicitem dados sensíveis, tratando qualquer contato inesperado com ceticismo.
A seguir, entenda detalhadamente o que é phishing, como o golpe funciona e suas variações. Também saiba como se proteger e o que fazer se for vítima desse ataque cibernético.
O phishing é um golpe cibernético que utiliza mensagens falsas, como e-mails e SMS, ou sites clonados para imitar instituições confiáveis e enganar o usuário. Essa tática de engenharia social manipula a vítima para roubar dados sensíveis, como senhas e cartões, ou infectar o dispositivo com malware.
O que significa phishing?
Criado nos anos 1990, o termo phishing é um trocadilho com a palavra fishing (pescar), pois os cibercriminosos lançam “iscas” digitais esperando que as vítimas sejam “fisgadas” pelo golpe. A grafia com “ph” homenageia o phreaking, cultura pioneira de invasão de sistemas de telefonia.
A tática se popularizou na mesma década em ataques contra usuários da AOL, utilizando scripts e ferramentas automatizadas para roubar credenciais de acesso. Era o início da engenharia social em massa, focada em manipular o comportamento humano para obter dados.
Os ataques de phising costumam reproduzir a identidade visual de organizações confiáveis para chamar a atenção das vítimas (imagem: Reprodução)
Como funciona o phishing?
O ataque de phishing funciona por meio de mensagens falsas enviadas por e-mail, SMS ou redes sociais que imitam canais oficiais confiáveis. Utilizando fortes gatilhos de urgência, como supostas contas bloqueadas, os criminosos pressionam a vítima a agir rápido e sem pensar.
Essa tática é um exemplo de engenharia social, técnica que explora o comportamento humano em vez de falhas em softwares. O golpe tem sucesso justamente porque manipula a psicologia do usuário em situações cotidianas.
Na prática, a vítima é induzida a clicar em links maliciosos que levam a páginas clonadas ou a baixar anexos perigosos. Essas armadilhas permitem capturar dados diretamente ou instalar malwares no computador ou no celular.
Assim que a pessoa digita senhas ou dados de cartões nos formulários falsos, o criminoso rouba tudo em tempo real. Com essas credenciais, os golpistas invadem contas bancárias para roubar dinheiro ou entram em perfis de redes sociais para fazer novas vítimas.
Esquema de funcionamento de um e-mail phishing (imagem: Reprodução/Cloudfire)
Quais são os principais tipos de phishing?
As categorias de phishing variam conforme o meio utilizado para atingir as vítimas, como e-mail, SMS, ligações telefônicas e QR code. Também há ataques que focam especificamente no perfil do usuário que deve ser “fisgado” pelo cibercriminoso.
Phishing de e-mail (e-mail phishing)
O phishing de e-mail utiliza mensagens falsas em nome de fontes confiáveis para induzir o usuário a entregar dados ou baixar anexos perigosos. Com alertas urgentes de contas bloqueadas ou falsas faturas, os golpistas manipulam a vítima para que ela acesse páginas clonadas e digite senhas e credenciais.
Vishing
O vishing é a versão por voz do phishing, na qual criminosos utilizam chamadas telefônicas para simular falsas urgências em nome de bancos ou autoridades. Aqui, o objetivo é manipular a vítima para que ela informe senhas, PINs ou códigos de verificação voluntariamente.
Whaling
O whaling é um ataque direcionado a grandes figuras corporativas, como CEOs e diretores financeiros, para desviar dinheiro ou roubar dados estratégicos. Os criminosos utilizam engenharia social sob medida, criando mensagens personalizadas que imitam parceiros de negócios ou autoridades para exigir transferências urgentes.
Muitos ataques de phishing direcionam a vítima para sites clonados (imagem: reprodução/ESET)
Spear phishing
O spear phishing é um ataque direcionado a uma pessoa ou grupo específico, utilizando dados customizados para fazer com que a mensagem pareça legítima. Por exemplo, os golpistas podem se passar por chefes ou colegas de trabalho para roubar credenciais de acesso e obter informações confidenciais de uma empresa.
Smishing
O smishing é o phishing via SMS, no qual criminosos enviam mensagens de texto falsas simulando alertas urgentes de bancos ou entregas pendentes. A tática força o usuário a clicar em links maliciosos que levam a sites clonados ou instalar malwares para roubar dados e credenciais de acesso.
Quishing
O quishing usa QR codes falsos para direcionar as vítimas a páginas clonadas ou downloads perigosos. Espalhados tanto por e-mails quanto em cartazes ou adesivos falsos em locais públicos, esses códigos burlam filtros de segurança tradicionais para roubar senhas, dados financeiros ou instalar malwares.
SMS com links e mensagens alarmistas tem grandes chances de serem ações de phishing (imagem: Lupa Charleux/Tecnoblog)
Quais são exemplos de phishing?
Os principais exemplos de e-mail phishing envolvem alertas falsos de bancos, avisos de faturas atrasadas ou notificações de segurança sobre contas suspensas. Os criminosos imitam a identidade visual de instituições reais e inserem links para páginas clonadas ou anexos infectados com malwares.
Outras iscas frequentes exploram a curiosidade e o medo, como falsos comunicados de reembolso pendentes, prêmios inesperados ou alertas de suportes técnicos. Para enganar o usuário, os golpistas usam domínios mascarados ou muito parecidos com o original, induzindo o clique rápido em arquivos maliciosos.
Toda a dinâmica visual e textual usa gatilhos de urgência para pressionar a vítima a fornecer senhas e códigos de autenticação sem pensar. A recomendação de segurança é desconfiar de prazos fatais e checar qualquer informação diretamente nos canais oficiais das empresas.
Em geral, os ataques de phishing adotam um tom de urgência na mensagem, forçando a vítima clicar em links para entender a falsa situação (imagem: Reprodução)
Como se proteger contra phishing?
Existem algumas práticas que ajudam a criar barreiras de defesa para blindar os dados contra phishing. As principais são:
Analise os links antes de abrir: para identificar phishing, posicione o cursor sobre o link ou copie o endereço URL e cole em um bloco de notas, procurando por erros de ortografia, extensões suspeitas ou domínios estranhos que denunciam páginas clonadas;
Fique atento ao tom das mensagens: erros gramaticais gritantes, promessas de prêmios exageradas ou ameaças imediatas de bloqueio de contas são os principais sinais de phishing em e-mails e mensagens de texto;
Ative a autenticação de dois fatores (2FA): configure a autenticação de dois fatores (2FA) em todas as contas. Essa camada extra de proteção que impede o acesso de invasores mesmo que eles consigam roubar a senha;
Valide alertas por canais oficiais: caso receba uma cobrança de um banco ou pedido de dinheiro urgente de um colega, ignore os contatos fornecidos na mensagem. Procure e ligue diretamente para os canais de atendimento oficiais;
Mantenha sistemas e softwares atualizados: ative atualizações automáticas de segurança do sistema operacional e do antivírus para corrigir vulnerabilidades. Além disso, mantenha uma rotina de backup para salvar cópias de arquivos importantes.
O que fazer se fui vítima de phishing?
Se você caiu em um golpe de phishing, é fundamental agir com rapidez para conter os danos. Algumas medidas imediatas de cibersegurança devem ser adotadas como contenção e proteção jurídica:
Troque suas senhas imediatamente: substitua as credenciais das contas expostas imediatamente por combinações fortes e habilite a autenticação de dois fatores (2FA), criando uma barreira extra que bloqueia novos acessos dos invasores;
Comunique as instituições financeiras: avise o seu banco ou operadora de cartão sobre o ocorrido para bloquear movimentações, monitorar extratos e contestar transações financeiras suspeitas feitas em seu nome;
Registre um boletim de ocorrência: formalize a denúncia em uma delegacia virtual para obter o boletim de ocorrência. Esse documento é essencial para resguardar seus direitos caso os criminosos usem seus dados de forma indevida;
Faça uma varredura no dispositivo: após o boletim de ocorrência, execute um antivírus atualizado para eliminar malwares ocultos, como vírus espiões, e limpe o histórico do navegador e o cache do sistema para remover rastros digitais deixados pelo golpe;
Reforce as ferramentas de defesa do dispositivo: adote um gerenciador de senhas para evitar repetições e configure alertas de segurança no celular, impedindo que o sistema aceite conexões ou certificados digitais inválidos no futuro.
Golpes de phishing vêm se aperfeiçoando, mas há como se proteger dessas ameaças (Imagem: Mohamed_hassan/Pixabay)
Phishing é um tipo de malware?
Não, phishing é uma tática de manipulação psicológica usada para enganar o usuário e roubar dados, servindo como a porta de entrada para crimes cibernéticos. Ele funciona como uma “isca” digital que convence a própria vítima a entregar informações confidenciais voluntariamente.
O malware é um termo técnico abrangente para qualquer software malicioso instalado em um dispositivo, como um programa espião ou um vírus. Eles são projetados para infectar e danificar aparelhos e sistemas de computadores, visando prejudicar as vítimas.
Phishing é um tipo de vírus?
Não, phishing é uma armadilha de engenharia social que usa comunicações falsas para enganar o usuário, funcionando como uma “isca” digital para golpes cibernéticos. O objetivo é manipular o comportamento humano para roubar dados sensíveis ou abrir as portas do sistema para invasões.
Por outro lado, o vírus é um tipo específico de malware que infecta arquivos legítimos para danificar computadores e celulares. Em geral, é um arquivo autoexecutável que se replica ativamente para atingir outros programas disponíveis na mesma máquina.
Qual é a diferença entre phishing e pharming?
O phishing é um ataque de engenharia social baseado em “iscas” ativas, como e-mails ou SMS falsos, que dependem da ação da própria vítima para capturar dados. O golpe funciona manipulando a psicologia do usuário para que ele clique em um link suspeito e entregue seus dados voluntariamente.
O pharming é um ataque invisível que corrompe as rotas de navegação da internet modificando o sistema de DNS, serviço que traduz nomes de sites em números de IP. Essa técnica sequestra o tráfego automatizadamente, redirecionando o usuário para uma página falsa mesmo que ele digite a URL corretamente no navegador.
Apple poupou os iPhones do último reajuste de preços (arte: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A diretora sênior de pesquisa da IDC, Nabila Popal, afirma que o aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo.
Segundo a analista, a importância do smartphone para as receitas da Apple e a alta nos custos de memória e armazenamento tornam o reajuste inevitável.
Na quinta-feira (25/06), a Apple aumentou os preços de MacBooks, iMacs e iPads, mas manteve inalterados os valores do iPhone.
O aumento no preço do iPhone é apenas uma questão de tempo. É o que afirma a diretora sênior de pesquisa da consultoria IDC, Nabila Popal. Em entrevista à Bloomberg, a analista afirmou que a Apple ainda não reajustou o valor dos smartphones porque “apenas adiou” a decisão.
Após o reajuste ser anunciado, as ações da Apple caíram 6,1% e fecharam cotadas a US$ 275 na quinta-feira – a maior queda diária desde 4 de abril de 2025.
“O iPhone não escapa ileso. Isso é apenas um atraso. Os iPhones são a maior fonte de receita da Apple. Considerando o aumento dos custos de memória e, se a empresa quiser preservar suas margens de lucro, não há como evitar um reajuste.
Não acho que seja uma questão de ‘se’, mas de ‘quando’ e ‘quanto’.”
– Nabila Popal, diretora sênior de pesquisa da IDC
Segundo a analista, a IDC já projetava um reajuste para o iPhone desde o fim do ano passado, quando a crise global de memória começou a se intensificar. Na avaliação da consultoria, o aumento sempre fez parte do cenário esperado para a linha de smartphones da Apple, justamente pela importância do produto no quadro da empresa.
Notion Mail será encerrado pela empresa em setembro (imagem: divulgação/Notion)Resumo
A Notion anunciou o encerramento do Notion Mail, seu serviço de e-mail, em 22 de setembro de 2026, para focar em agentes de IA.
A plataforma será reformulada para manter fluxos de trabalho automatizados, e a maior parte dos dados será mantida no Gmail.
Os usuários poderão salvar rascunhos, e-mails programados e snippets até o dia 21 de setembro, pois esses dados serão perdidos após o encerramento do serviço.
O popular aplicativo de produtividade Notion decidiu pôr fim a um de seus projetos mais recentes: o app de email Notion Mail, lançado há pouco mais de um ano. Ele será desativado em 22 de setembro.
Segundo a empresa, muitos usuários já não utilizavam mais a caixa de entrada da plataforma, que ficou bastante automatizada graças aos agentes de IA. As outras ferramentas do workspace continuarão disponíveis.
Com relação aos dados armazenados no Notion Mail, a empresa garantiu que o Inbox fica salvo diretamente no Gmail. Ela alertou, porém, que rascunhos e emails programados serão perdidos após o encerramento.
A recomendação é para salvar as mensagens, snippets e ferramentas de organização até a data-limite de 21 de setembro.
Inbox no Gmail e foco nos agentes de IA
Segundo a empresa, muitos usuários já trabalhavam com a plataforma sem abrir suas caixas de entrada para checar emails, o principal motivo apontado para encerrar o serviço. O workspace do Notion é voltado para diferentes tarefas de organização e comunicação, principalmente para empresas, e tem como diferencial o uso de inteligência artificial tanto para auxiliar no fluxo de trabalho quanto para automatizar o envio de emails.
O Notion afirma que essas atividades seguem disponíveis, com a diferença que agora o usuário não terá um Inbox próprio para receber e-mails e fazer envios manuais. Dessa forma, a recomendação é que times que utilizem o Notion Mail como ferramenta base para isso façam a transição antes do encerramento para evitar a perda de quaisquer snippets e categorizações necessárias.
We’re winding down the Notion Mail inbox across web, desktop, and iOS on September 22.
We launched Notion Mail with a belief that your inbox should think like you—more personal to how you work and over time, more capable with AI.
Da mesma forma, possíveis lembretes programados por meio do Notion Mail também serão perdidos com o fim do serviço, sendo necessário salvá-los antes de fazer a transição. Apenas sua caixa de entrada em si será migrada para o Gmail.
O que segue funcionando?
Notion segue oferecendo serviços de workflow e concorrendo com Trello e outros (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Considerando as ferramentas disponíveis no Notion Mail, algumas funções seguirão disponíveis. Para usuários dos agentes de IA para e-mail, por exemplo, nada muda: a plataforma segue oferecendo a Notion AI para buscas específicas no Gmail e o auxílio da Notion AI para responder. Os agentes da empresa também continuam com acesso ao Gmail para ler, criar rascunhos e enviar e-mails de forma automatizada pela plataforma do Google. Bloqueios de e-mails configurados via Notion também seguirão ativos.
Placas Arduino Uno Q ficarão 34% mais caras (imagem: reprodução/Qualcomm)Resumo
placa Arduino Uno Q terá reajuste de preço de aproximadamente 34% a partir de 6 de julho de 2026;
preço da versão com 2 GB de RAM passará de US$ 44 para US$ 59, enquanto versão com 4 GB de RAM passará de US$ 59 para US$ 79;
aumento de preços é causado pelos custos elevados com memórias, explica a Arduino.
Quem está com intenção de comprar uma placa Arduino Uno Q, precisa correr: a linha ficará aproximadamente 34% mais cara a partir de 6 de julho de 2026. Se você acha que o reajuste tem relação com a atual crise das memórias RAM, achou certo.
Desde então, a Uno Q vem sendo comercializada nas versões com 2 GB de RAM e 16 GB de armazenamento, e 4 GB de RAM e 32 GB de armazenamento, com preços oficiais de US$ 44 e US$ 59, respectivamente.
Com o reajuste, a primeira versão custará US$ 59, o preço atual da versão mais parruda; esta, por sua vez, passará a custar US$ 79. Ficou assim:
Versão da Uno Q
Preço antigo
Preço novo
% de reajuste
2 GB + 16 GB
US$ 44
US$ 59
34,1%
4 GB + 32 GB
US$ 59
US$ 79
33,9%
Placa Arduino Uno Q (imagem: reprodução/Qualcomm)
Arduino: nossos custos com memória dobraram
Em uma carta aberta em que comunica o reajuste de preços, Marcello Majonchi, diretor de produtos da Arduino, explicou que a medida é efeito dos custos da companhia com memórias, e que o aumento de preços só não ocorreu antes por conta do apoio da Qualcomm:
Somente nos últimos seis meses, nossos custos com componentes de memória mais que dobraram. A Arduino não está imune a esses efeitos, mas, graças ao apoio da Qualcomm Technologies, conseguimos adiar o aumento de preços o máximo possível (…).
No entanto, sem sinais de alívio no fornecimento de memória ou nos preços em curto prazo, continuar absorvendo esses custos não é mais possível.
Android 17 melhora experiência de jogar em celulares dobráveis (imagem: reprodução/Google)
O Google está trazendo uma novidade que deve chamar a atenção de gamers que pensam em comprar um celular dobrável. O recurso transforma metade da tela aberta em um controle virtual, enquanto o jogo roda na outra metade do display. A novidade chega ao Android 17 nas próximas semanas.
O modo de jogo deixa o dispositivo semelhante a consoles portáteis dobráveis, como o Nintendo 3DS: o game aparece na parte de cima, sem botões sobrepondo a imagem, e a parte inferior vira um gamepad digital, com analógicos, direcional, botões de ação e gatilhos.
A novidade foi revelada por Mishaal Rahman, da equipe de comunicação do Android, no Reddit, e é uma das adições ao sistema oficializado semanas atrás. Segundo Rahman, o objetivo é facilitar a vida de quem joga em dobráveis, mas não quer carregar um controle Bluetooth ou acessório acoplado ao celular.
Gamepad aparecerá na parte inferior da tela dobrada (imagem: Mishaal Rahman/Reddit)
Como funciona o gamepad?
O recurso emula um controle físico no nível do sistema, ou seja, deve funcionar com jogos que já oferecem suporte a gamepads, sem exigir mudanças por parte dos desenvolvedores.
O ponto de atenção fica para a interface dos jogos. Como a imagem será exibida apenas na metade superior da tela, os títulos precisam se adaptar bem a diferentes proporções para não ficarem espremidos. O controle virtual terá os principais botões de um gamepad tradicional:
dois analógicos
direcional em cruz
botões A, B, X e Y
botões e gatilhos L1, L2, L3, R1, R2 e R3
botão Start
Ao tocar no ícone de gamepad, o jogador poderá mudar o layout dos botões, ajustar o tamanho dos comandos e alternar entre temas claro e escuro. O feedback tátil também poderá ser desativado nas configurações.
Novidade inclui configurações de personalização (imagem: Mishaal Rahman/Reddit)
Modo aparece ao abrir o dobrável
O gamepad virtual poderá aparecer quando o usuário abrir o celular dobrável, antes ou depois de iniciar um jogo compatível. Também será possível ocultar o controle durante a partida ou desligar o recurso nas configurações do Android, na opção Virtual Gamepad.
O sistema ainda desativa o controle virtual automaticamente quando um gamepad físico é conectado por Bluetooth ou USB. Em jogos feitos apenas para toque na tela, o recurso também fica oculto, evitando ocupar espaço sem necessidade.
Galaxy S26 Ultra é o melhor celular da linha Galaxy S em 2026 (Foto: Ana Marques / Tecnoblog)
Se você está procurando o melhor celular Galaxy S para comprar em 2026, o portfólio da Samsung oferece opções que combinam o que há de mais avançado em hardware móvel com novos recursos de inteligência artificial.
Links seguros. Comprando pelos nossos links, você apoia o Tecnoblog sem pagar nada a mais.
A linha de smartphones premium da gigante sul-coreana se destaca no mercado pelo ecossistema Galaxy AI mais maduro, telas Dynamic AMOLED 2X de altíssimo brilho, câmeras avançadas e suporte de atualizações de longo prazo de até 7 anos.
Seja você um entusiasta de fotografia que busca o zoom definitivo ou alguém que prefere a ergonomia de um topo de linha compacto, existe um modelo ideal para as suas necessidades de consumo e produtividade.
Abaixo, o Tecnoblog analisou os prós e contras dos 10 principais modelos da linha Galaxy S disponíveis no mercado para ajudar a decidir qual smartphone comprar.
O Galaxy S26 Ultra é um dos melhores smartphones que testamos em 2026. O principal diferencial é a Tela de Privacidade, que evita espiadinhas ao desligar pixels de forma inteligente. O display tem 6,9 polegadas e tecnologia AMOLED Dinâmico 2X com taxa de atualização de 120 Hz para ótima fluidez gráfica.
O alto desempenho é garantido pelo processador Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy e até 16 GB de RAM. Desse modo, esse é um smartphone que roda aplicações de IA e jogos pesados sem travamentos ou engasgos.
Por fim, o conjunto de câmeras do Galaxy S26 Ultra traz um sensor principal de 200 MP aprimorado com o ProVisual Engine, garantindo fotos noturnas de tirar o fôlego.
O Galaxy S25 FE é a porta de entrada ideal para o ecossistema premium da marca sem estourar o orçamento. Focado em entregar as funções mais desejadas da linha premium por um preço muito mais competitivo, o celular adota o chipset Exynos 2400, otimizado para eficiência térmica, e traz os principais recursos de edição de fotos e tradução em tempo real do Galaxy AI.
Lançamento de destaque em 2025, o Galaxy S25 Ultra continua sendo uma compra extremamente inteligente devido à natural queda de preço. Ele traz uma estrutura robusta em titânio, tela plana brilhante e o processador Snapdragon 8 Elite, que ainda roda qualquer tarefa ou processamento do Galaxy AI com folga total.
Suas lentes teleobjetivas duplas continuam entre as melhores do mercado, e ele também traz suporte à caneta S Pen, que ajuda em anotações, edição de imagens e outras tarefas de produtividade.
O Galaxy S26 Plus é o equilíbrio perfeito para quem exige uma tela grande de 6,7 polegadas e bateria de longa duração, sem o peso ou o preço do modelo Ultra.
Com corpo fino, ele entrega boa ergonomia, tem painel Quad HD+ de 120 Hz e o processador Exynos 2600 de alto desempenho. É um dispositivo ideal para consumo de mídia e multitarefa graças aos seus 12 GB de RAM nativos e armazenamento inicial de 256 GB.
Para quem prioriza portabilidade sem abrir mão de performance topo de linha, o Galaxy S26 padrão é a melhor escolha. Ele mantém o formato compacto com tela AMOLED Dinâmico de 6,3 polegadas e peso reduzido.
Outro destaque é o upgrade na eficiência energética graças ao chip Exynos 2600 (2 nm), e a promessa de 7 anos de atualizações de versão do Android — o que faz desse smartphone uma ótima opção para quem busca longevidade.
Mesmo duas gerações atrás, o Galaxy S24 Ultra envelheceu muito bem. Ele foi o pioneiro na introdução das ferramentas do Galaxy AI e na construção em titânio.
Equipado com o Snapdragon 8 Gen 3, tela com proteção Gorilla Armor que reduz drasticamente os reflexos e uma câmera principal de 200 MP, ele entrega uma experiência premium idêntica à de modelos mais novos, custando uma fração do valor de lançamento.
Além disso, é o último modelo no qual a S Pen era compatível com Bluetooth, permitindo realizar comandos à distância.
O Galaxy S25 Plus destaca-se pelo excelente custo-benefício no mercado premium atual. Equipado com uma tela generosa e bateria de alta capacidade, ele entrega uma autonomia sólida que frequentemente supera a versão Ultra do mesmo ano.
Se você busca uma tela de alta qualidade para jogar e assistir a vídeos, mas quer economizar em relação aos lançamentos mais recentes de 2026, este modelo é uma escolha certeira.
O Galaxy S25 Edge aposta em design ultrafino e moldura resistente de titânio para oferecer durabilidade e elegância no mesmo pacote.
O celular tem tela LTPO AMOLED 2X de 6,7 polegadas, que entrega cores vivas e fluidez gráfica com até 120 Hz de taxa de atualização. Também se destacam a câmera principal de 200 MP e o processador Snapdragon 8 Elite.
É o modelo perfeito para quem busca sofisticação técnica e refinamento estético, caso você tenha folga no seu orçamento. No entanto, a bateria de 3.900 mAh pode deixar a desejar a longo prazo.
O Galaxy S25 base é uma das opções mais recomendadas para quem quer gastar menos e ainda ter um celular premium atualizado.
Compacto, leve e com display AMOLED Dinâmico 2X de 6,2 polegadas, ele compartilha grande parte do processamento de inteligência artificial de seus irmãos maiores devido ao chip Snapdragon 8 Elite (3 nm) e memória RAM de 12 GB.
Quem compra o Galaxy S25 em 2026 se beneficia de uma desvalorização de preço que o torna muito competitivo em termos de custo-benefício.
Fechando a lista, o Galaxy S24 Plus continua sendo uma opção muito viável dois anos após seu lançamento. Este smartphone deve agradar quem busca uma tela grande (6,7 polegadas QHD+), câmeras de qualidade e desempenho avançado por um preço reduzido.
Como a Samsung estendeu o suporte de software e os recursos do Galaxy AI para este modelo, ele entrega uma experiência de uso fluida e moderna, batendo de frente com muitos intermediários premium atuais.
Como escolher o melhor celular Galaxy S em 2026?
Para acertar na escolha do seu novo smartphone premium da Samsung, é importante avaliar três pilares principais:
Tamanho de tela vs. portabilidade: se você prefere usar o celular com apenas uma mão e guardá-lo facilmente no bolso, os modelos base (S25 e S26) são ideais. Caso priorize consumo de vídeos, jogos ou trabalho, as telas de 6,7 polegadas do S26 Plus e S25 Edge, ou a de 6,9 polegadas do S26 Ultra são as mais indicadas.
Avanço em câmeras: os modelos com a nomenclatura Ultra trazem os sensores principais de 200 MP e as lentes de zoom mais avançadas. Se fotografia profissional não for sua prioridade máxima, as lentes de 50 MP dos modelos base e Plus atendem com excelência.
Orçamento e custo-benefício: os lançamentos da linha Galaxy S26 entregam o ápice da tecnologia atual, mas os modelos das gerações S25 e S24 oferecem praticamente as mesmas funções de inteligência artificial (Galaxy AI) e desempenho similar custando significativamente menos.
Qual celular da linha S tem o melhor custo-benefício em 2026?
Atualmente, o Galaxy S25 FE tem o melhor custo-benefício da linha. Ele entrega a experiência premium cortando excessos estruturais. Para entender melhor como avaliar esses fatores de preço em outras categorias, confira o nosso guia completo sobre o melhor celular custo-benefício em 2026.
Qual é a melhor: linha Galaxy S, A ou Z?
A resposta depende do seu perfil de uso. A linha Galaxy S representa o topo de linha tradicional da Samsung, focada em entregar o máximo de performance, longevidade e as melhores câmeras do mercado.
A linha Galaxy A foca no mercado intermediário, ideal para quem busca bom desempenho diário sem gastar muito. Já a linha Galaxy Z traz o ecossistema de smartphones dobráveis (Flip e Fold) para quem prioriza inovação e novos formatos de produtividade.
Se você acha que outra linha pode atender melhor às suas necessidades, não deixe de ler o nosso artigo sobre o melhor celular Samsung em 2026.
O Galaxy Z Fold 7 de 512 GB está saindo por R$ 8.558 no Pix com cupom MELICUPOM no Mercado Livre. O celular dobrável da Samsung com experiência de tablet e tela flexível de 120 Hz atinge o menor preço desde maio de 2026, com um desconto de 41% sobre o original de R$ 14.599.
Galaxy Z Fold 7 tem tela dobrável de 120 Hz e 16 GB de RAM
A tela flexível interna LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 8″ do Z Fold 7, com taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits, entrega experiência de tablet com ótimas cores, grande fluidez e visibilidade garantida. A externa de 6,5″ possui características similares e é voltada a notificações com o recurso Always-On.
O chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite for Galaxy e os 16 GB de RAM garantem alta performance ao rodar aplicações de IA localmente. Para quem deseja guardar muitas fotos e vídeos, os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço de sobra.
As câmeras wide de 200 MP e ultrawide de 12 MP captam belas cenas com alta resolução e grandes ângulos, já a telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x tem utilidade para obter mais detalhes. As duas frontais de 10 MP possuem sensores wide (interna) e ultrawide (externa), mas ambas tiram ótimas selfies.
Z Fold 7 traz câmeras wide de 200 MP e telefoto de 10 MP (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O vidro Gorilla Glass Victus 2 protege a tela externa do Z Fold 7 contra acidentes, enquanto a certificação IP48 confere resistência a mergulhos acidentais, mas tem proteção moderada contra poeira, algo que é preciso manter em mente para garantir a durabilidade do gadget.
A bateria de 4.400 mAh resiste até 24 horas de reprodução de vídeo segundo a Samsung, suporta carregamento rápido de 25 W via cabo USB-C, de 15 W sem fio e reverso de 4,5 W, permitindo que o celular seja usado por muito tempo.
Galaxy Z Fold 7 (512 GB) tem tela flexível de 120 Hz e câmera de 200 MP; celular dobrável da Samsung recebe desconto de 41% sobre o preço original no Pix com cupom
Lenovo alerta: alta nos preços de memórias RAM e NAND veio para ficar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Lenovo apontou em evento que escalada nos preços de chips DRAM e NAND representa um “novo normal”, ou seja, não tem previsão de recuo;
crescimento acelerado de aplicações de inteligência artificial eleva necessidade por data centers, fazendo demanda por componentes superar capacidade de produção;
companhias como Apple e Microsoft já repassam custos adicionais com memórias em produtos como notebooks e consoles, só para dar exemplos recentes.
Previsões anteriores dão conta de que a atual crise dos chips de memória RAM e armazenamento deve perdurar pelo menos até 2028. Mas a Lenovo dá a entender que o “RAMageddon”, como o cenário tem sido chamado, não tem data para chegar ao fim. Em outras palavras: os preços de módulos de DRAM e Flash NAND não devem voltar aos patamares de 2025.
A previsão nada otimista da Lenovo foi exposta no evento ISC 2026, focado em computação de alto desempenho. Um dos slides da apresentação da companhia mostra um gráfico com uma escalada de preços de chips DRAM e NAND ao lado de outro que sugere que estamos diante de um “novo normal”.
No decorrer da apresentação, a Lenovo deu a entender que os preços elevados que encontramos atualmente serão o patamar esperado para 2030, ou seja, não devemos esperar que haja uma melhora na relação oferta-demanda a ponto de os preços que encontrávamos até o ano passado voltarem a ser praticados.
Em evento, Lenovo sinalizou que preços altos de memórias são o novo normal (imagem: reprodução/ComputerBase)
Por que os preços das memórias continuarão altos?
A essa altura, você já sabe que, no centro desta crise, está a demanda elevada por chips de memória RAM e armazenamento causada pelo crescimento acelerado de aplicações de inteligência artificial que, como tal, exigem ampliação ou construção de data centers.
O problema é que esse cenário não tem melhorado. A procura continua alta e a indústria enfrenta dificuldades para dar conta dos pedidos. De acordo com a Lenovo, o aumento da capacidade de produção e a construção de novas fábricas de memórias pouco contribuirão para diminuir a diferença entre o que é demandado e o que é oferecido, pelo menos no curto prazo.
Não é por acaso que há uma disputa pelas ações de fabricantes de memórias. Nesse sentido, a Micron alcançou um valor de mercado próximo a US$ 1,4 trilhão nesta semana. Apesar disso, a companhia já expressou ter dificuldades para atender à demanda por chips, com concorrentes como Samsung e SK Hynix também já tendo dado declarações semelhantes.
Usuários podem enviar prints para importar o histórico financeiro no Google Finanças (imagem: reprodução/Google)Resumo
Google lançou um aplicativo de investimento com IA para ajudar investidores a organizar portfólios e monitorar o mercado financeiro.
O app permite importar carteira via PDF, criar alertas personalizados e entender variações do mercado com auxilio de IA.
A novidade está sendo distribuída globalmente, primeiro para Android, com uma versão para iPhone prevista para o fim do ano.
O Google anunciou ontem (25/06) o lançamento de um app dedicado para o Google Finanças (Google Finance). A novidade está sendo distribuída globalmente e traz uma série de recursos baseados em inteligência artificial para ajudar investidores a organizar portfólios, acompanhar cotações e monitorar o mercado financeiro de forma centralizada pelo celular.
O Google Finanças com IA chegou ao Brasil em abril, ainda em fase beta e apenas na versão web. A atualização representa uma mudança importante para o serviço, que deixa de ser apenas uma página acessível pelo navegador para se tornar um assistente de investimentos de bolso. O app chega primeiro para Android, mas uma versão para iPhone deve ser lançada até o fim do ano.
Como a IA do Google Finanças analisa investimentos?
App reúne cotações, notícias e carteira de investimentos em um só lugar (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Na seção de portfólios, os usuários agora podem visualizar o desempenho geral e a alocação de todos os ativos em um único painel. Outro destaque fica para a simplificação na importação de dados. O investidor pode adicionar seu histórico financeiro enviando arquivos em PDF e CSV, fazendo o upload de capturas de tela ou apenas descrevendo os ativos em texto simples, deixando que a IA entenda e organize as informações automaticamente.
Com a carteira estruturada, uma nova ferramenta de pesquisa permite fazer consultas em linguagem natural. Além disso, o serviço introduz os “momentos-chave”, pequenos resumos gerados por IA que explicam os motivos por trás de variações bruscas no preço de uma ação. O objetivo seria facilitar a compreensão do contexto por trás de altas ou quedas repentinas de um papel.
Resumos automatizados
A atualização também incorpora a criação de relatórios periódicos. O usuário pode instruir a IA a entregar levantamentos específicos, como um resumo diário pré-mercado sobre movimentações da noite anterior nas principais criptomoedas. Ao final do processamento, uma notificação com as informações é enviada.
O software deve receber novos recursos nos próximos meses, incluindo suporte a transmissões ao vivo de balanços financeiros.
O Edge 60 Fusion de 256 GB está saindo por R$ 1.505 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular custo-benefício da Motorola com câmera Sony de 50 MP, tela POLED de 120 Hz e até 16 GB de RAM atinge menor preço histórico com desconto de 50% sobre o original de R$ 2.999.
Motorola Edge 60 Fusion traz tela de 120 Hz e câmera Sony de 50 MP
Edge 60 Fusion possui tela POLED de 120 Hz (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 60 Fusion é um celular com bom custo-benefício, equipado com uma tela POLED de 6,67″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits, que permite reproduzir imagens com alta fluidez e qualidade de cores, além de oferecer visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e pancadas.
Seu chip MediaTek Dimensity 7300 e os até 16 GB de RAM via RAM boost permitem rodar apps exigentes e algumas funções do Moto AI. Os 256 GB de armazenamento entregam espaço adequado para guardar vídeos e arquivos.
O kit traseiro de câmeras inclui uma wide que utiliza o sensor Sony Lytia 700C de 50 MP com OIS capaz de anular fotos tremidas e ultrawide de 13 MP para cenas com grandes ângulos. Além delas, a lente frontal de 32 MP tira selfies de altíssima qualidade. Todas filmam em 4K.
Edge 60 Fusion traz certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 (imagem: divulgação)
O corpo do Edge 60 Fusion conta com as certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 para alta durabilidade em diversos cenários extremos, como mergulhos acidentais, ambientes com muita poeira e altas temperaturas.
Sua bateria de 5.200 mAh suporta carregamento de até 68 W via USB-C, que segundo a fabricante, injeta carga para um dia inteiro em apenas 9 minutos. Assim, o usuário economiza no tempo de recarga e não fica na mão durante a correria do dia a dia.
O Edge 60 Fusion de 256 GB (R$ 1.505 no Pix com cupom OFERTAPARAVC), que será atualizado até o Android 19, traz conectividade 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC. Não perca essa oferta histórica pela metade do preço e leve o celular custo-benefício da Motorola para casa.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
O Galaxy S25 de 256 GB está em oferta por R$ 3.569 no Pix com CUPOM15 disponível na página do Magazine Luiza. O celular premium da Samsung com tela AMOLED de 120 Hz, 12 GB de RAM e processador Snapdragon de ponta chega a um desconto de 52% sobre o preço original de R$ 7.499.
Galaxy S25 tem tela AMOLED de 120 Hz e chip Snapdragon Elite
A tela LTPO AMOLED Dinâmico 2X de 6,2″ possui taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits, sendo capaz de reproduzir imagens e vídeos com grande qualidade de cor, fluidez e alta visibilidade. O vidro Gorilla Glass Victus 2 protege-a contra riscos e arranhões.
Seu chip Qualcomm Snapdragon 8 Elite e os 12 GB de RAM permitem executar diversos apps e games pesados, além de soluções do Galaxy AI. Os 256 GB de armazenamento permitem guardar uma quantidade razoável de fotos e vídeos.
O corpo de alumínio Armor 2 conta com Gorilla Glass Victus 2 na traseira e a certificação IP68, combinação que confere mais durabilidade e resistência em cenários como poeira intensa e mergulhos acidentais, garantindo que o gadget dure mais.
Samsung Galaxy S25 tem câmera tripla com sensor principal de 50 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit principal de câmeras do Galaxy S25, que filma em 8K, traz wide de 50 MP com OIS e ultrawide de 12 MP que juntas tiram belas fotos com grande campo de visão, e uma telefoto de 10 MP com zoom óptico 3x para boas aproximações de objetos a distância. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies e filma em 4K a 60 fps.
Sua bateria de 4.000 mAh resiste até 29 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, suporta carregamento de 25 W via USB-C e de 15 W sem fio. Dessa forma, o celular não vai deixá-lo na mão sem energia.
O Galaxy S25 de 256 GB (R$ 3.569 no Pix com cupom CUPOM15), que será atualizado até o Android 22, conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC. Não perca essa oferta com desconto de 52% de um dos celulares mais poderosos do mercado.
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Sam Altman, CEO da OpenAI, precisou alterar os planos da empresa (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O governo dos Estados Unidos solicitou que a OpenAI adiasse o lançamento do GPT-5.6.
Segundo o The Information, a gestão Trump também pediu que o acesso inicial fosse restrito a um grupo seleto de clientes corporativos aprovados.
A OpenAI não terá autonomia para decidir quais parceiros comerciais poderão utilizar o GPT-5.6, cabendo ao governo americano avaliar e aprovar.
A OpenAI deve alterar o cronograma de lançamento do seu próximo grande modelo de linguagem, o GPT-5.6. Segundo o site The Information, o CEO Sam Altman comunicou aos funcionários que a nova versão da IA não será liberada para o público geral de imediato, chegando ao mercado apenas em versão prévia e muito restrita para clientes corporativos. A mudança atende a uma solicitação do governo de Donald Trump.
O presidente dos Estados Unidos teria demonstrado receio em relação a riscos de segurança nacional envolvendo as novas capacidades da inteligência artificial. De acordo com o site, o governo solicitou que a OpenAI alterasse a distribuição do produto para garantir um controle mais rígido.
O objetivo seria acompanhar a disseminação do modelo de perto antes de autorizar um lançamento comercial em larga escala.
Como vai funcionar o acesso ao novo modelo da OpenAI?
Para a maioria dos usuários finais e empresas interessadas, o GPT-5.6 deve permanecer totalmente inacessível neste primeiro momento. As informações até aqui indicam que o acesso inicial à tecnologia será concedido exclusivamente a um grupo reduzido de clientes corporativos, funcionando como uma fase de testes fechada.
No entanto, o fator que mais chama a atenção na dinâmica deste lançamento é a perda de autonomia da própria criadora sobre a distribuição. Durante reunião corporativa, Altman teria esclarecido que a OpenAI não terá a palavra final sobre quais parceiros comerciais poderão utilizar a ferramenta. Conforme apurado pelo The Verge, caberá ao próprio governo americano avaliar e aprovar cada acesso em um formato rigoroso de liberação.
Governo americano vai ditar quem pode usar o GPT-5.6 (imagem: Unsplash/Jonathan Kemper)
Restrição foi mais rígida com a Anthropic
Apesar da intervenção direta do Estado, o cenário em que a empresa de Sam Altman se encontra ainda é mais favorável que sua principal concorrente. No início de junho, a Anthropic, desenvolvedora da família de modelos Claude, recebeu um ultimato da administração Trump.
Os Estados Unidos exigiram a suspensão total do acesso aos novos sistemas Mythos 5 e Fable 5 para cidadãos estrangeiros. A sanção proíbe que pessoas que não tenham nascido nos EUA acessem a tecnologia de ponta da companhia, inclusive estrangeiros que vivem dentro do país.
Essa sequência de decisões recentes gerou um estado de alerta e insegurança em toda a indústria. Executivos e investidores consideram a abordagem atual autoritária, apontando um choque com as promessas iniciais do próprio governo.
Anteriormente, a gestão Trump defendeu que “velocidade é tudo” no desenvolvimento da IA, prometendo incentivar um programa de exportação agressivo. Na prática, as preocupações de segurança nacional estão atrasando o mercado que a própria Casa Branca prometeu acelerar.
O Edge 70 Pro de 256 GB está saindo por R$ 2.691 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular mid-premium da Motorola com tela AMOLED de 144 Hz e todas as câmeras de 50 MP atinge o melhor preço desde o lançamento, com desconto de 40% sobre o preço original de R$ 4.499.
Motorola Edge 70 Pro tem tela de 144 Hz e câmeras de 50 MP
Câmeras do Motorola Edge 70 Pro são todas de 50 MP (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O kit do Edge 70 Pro inclui apenas câmeras de 50 MP, com uma wide com OIS e uma ultrawide que captam belas cenas com grande ângulo, uma telefoto telescópica com zoom óptico de 3,5x para aproximações de qualidade, e uma frontal que tira ótimas selfies. Todas gravam vídeos em 4K, com as traseiras suportando 120 fps.
Sua tela Extreme AMOLED de 6,78″ com taxa de 144 Hz, brilho de até 5.200 nits e suporte a HDR10+ reproduz imagens e vídeos com grande qualidade de cor, contraste, alta fluidez e visibilidade. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.
O chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e os até 24 GB de RAM via RAM Boost permitem executar apps pesados e soluções do Moto AI com tranquilidade. Os 256 GB de armazenamento disponibilizam espaço razoável para guardar fotos e vídeos.
Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O corpo do Edge 70 Pro possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que garantem a durabilidade mesmo nos cenários mais extremos, como poeira intensa, mergulhos acidentais e altas temperaturas.
Sua bateria de 6.500 mAh resiste até 49 horas de uso segundo a fabricante, e o carregamento ultrarrápido de 90 W permite a injeção de uma carga para um dia de uso em apenas 9 minutos, recurso ideal para quem tem uma agenda corrida e precisa de cargas rápidas e duradouras.
YouTube Shorts acaba de ficar mais parecido com o TikTok (imagem: reprodução/Google)Resumo
Google anunciou mudanças na interface do YouTube Shorts para torná-lo mais competitivo com o TikTok e o Instagram Reels;
botão “Não gostei” foi removido e substituído por opções como “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo;
YouTube Shorts agora oferece recursos como modo Tela Limpa, reprodução em velocidade 2x e silenciamento rápido de vídeos, visando proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir distrações.
A disputa pela sua atenção em redes sociais e afins acaba de ganhar uma nova página. O Google anunciou algumas mudanças na interface do YouTube Shorts que, em alguma medida, tornam o serviço ainda mais parecido com os rivais TikTok e Instagram Reels.
Uma das mudanças já vem sendo alvo de críticas por parte dos usuários. Em 2021, o YouTube “normal” passou a ocultar “dislikes” ou “descurtidas”. Agora, o YouTube Shorts segue pelo mesmo caminho. No lugar do botão “Não gostei”, que sumirá, o serviço usará as opções “Não tenho interesse” e “Não recomendo este canal” para ajustar as recomendações de conteúdo para cada usuário.
Como já dito, essa mudança tem sido alvo de críticas. Neste tópico no Reddit, por exemplo, há quem reclame de que a remoção do botão “Não gostei” torna mais difícil manifestar insatisfação com vídeos de baixa qualidade, como aqueles que são produzidos por IA com pouco ou nenhum critério.
O botão “Gostei” continua existindo e segue tendo a função de permitir que você curta determinado vídeo. Porém, o ícone de “joinha” está sendo substituído pelo ícone de um coração.
Outra novidade é o modo Tela Limpa (Clear Screen), que oculta ícones e outros elementos visuais na tela durante a reprodução de um vídeo. Essa opção, que é oferecida há tempos no TikTok e Instagram Reels, visa proporcionar uma experiência mais imersiva e diminuir o risco de distrações quando um conteúdo estiver sendo exibido, explica o Google.
Outras novidades incluem:
o YouTube Shorts passou a permitir reprodução em velocidade 2x, basta tocar e segurar na tela durante a execução do vídeo;
agora é possível silenciar um vídeo pausando a reprodução e, em seguida, tocando no ícone de mudo.
Modo de tela limpa do YouTube Shorts (imagem: reprodução/Google)
Quando as mudanças no YouTube Shorts entram em vigor?
Os novos recursos do YouTube Shorts já começaram a ser liberados, em escala global. Porém, esse é um processo gradativo. O Google não deu um prazo para as mudanças chegarem a todos os usuários. Leve em conta também que alguns recursos podem chegar antes do que outros.
De todo modo, acredito que ninguém está realmente ansioso por essas novidades. Mas, pelo menos para o Google, elas fazem sentido, afinal, visam deixar os usuários mais engajados com o YouTube Shorts.
Suposto design do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: reprodução/Ice Universe)Resumo
Galaxy Z Fold 8 Wide foi homologado pela Anatel e pode ser lançado no Brasil.
Smartphone terá conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth, NFC e carregamento sem fio reverso, com bateria de 4.660 mAh.
Samsung deve lançar o dobrável junto com o Flip 8 e o Fold 8 Ultra, em evento previsto para julho.
A trifecta de dobráveis da Samsung para 2026 está completa: o Galaxy Z Fold 8 Wide está homologado pela Anatel. O novo dobrável da fabricante sul-coreana deve ser uma segunda opção na linha Fold 8, oferecendo uma tela de proporção mais larga, como o nome indica.
O smartphone tem o código de modelo SM-F971B e sua homologação foi emitida na quarta-feira (24/06).
Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Na conectividade, o Fold 8 Wide será igual ao irmão maior: 5G, Wi-Fi 7 de três bandas, Bluetooth, NFC, UWB e carregamento sem fio reverso.
As baterias, também homologadas, são os modelos EB-BF971DAY e EB-BF972DAY, com capacidades nominais de 2.267 e 2.393 mAh, somando 4.660 mAh nominais.
A capacidade se alinha com os rumores e vazamentos do Z Fold Wide, que indicaram capacidade típica de 4.800 mAh. Para recarga, uma surpresa: o carregador incluso na caixa será de 45 W, modelo EP-TA845.
A fabricação do Fold 8 Wide fica a cargo de cinco fábricas da Samsung, como de costume: duas no Vietnã, uma na Coreia do Sul, além das duas fábricas da empresa no Brasil (em Manaus e Campinas).
Quando chegam?
A expectativa é de que o Galaxy Z Fold 8 Wide, além do Flip 8 e do Fold 8 Ultra, sejam lançados em um vindouro Galaxy Unpacked previsto para o dia 22 de julho. Até o momento, a Samsung não oficializou o evento, no qual também devem ser revelados os novos modelos de smartwatch da empresa sul-coreana, já certificados aqui.
Galaxy Z Fold 8 Wide foi homologado pela Anatel e já pode ser comercializado no país. Certificação completa a nova geração de dobráveis da fabricante sul-coreana.
Certificado de homologação do Galaxy Z Fold 8 Wide (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
Neymar e Vini Jr na partida contra a Escócia (imagem: reprodução/Fifa)Resumo
O data center da Elea no Rio de Janeiro registrou um pico de 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante a partida da seleção brasileira contra a Escócia.
A alta demanda de internet durante a Copa do Mundo levou as operadoras a se prepararem para picos de tráfego, com a TIM projetando uma demanda cinco vezes maior do que o habitual.
A TIM está preparando sua infraestrutura de rede, incluindo a redução da latência e a utilização de inteligência artificial para gestão dinâmica da rede, para oferecer uma experiência mais estável aos clientes.
O interesse do brasileiro pela Copa do Mundo, com direito a jogos transmitidos em variados apps, levou a uma alta nunca antes vista de consumo de internet, segundo empresas do setor. O data center da Elea no Rio de Janeiro atingiu pico durante a partida de ontem (24/06), com 951,89 Gb/s de trânsito de dados durante o segundo gol de Vini Jr, por volta das 19h30.
O jogo do Brasil contra a Escócia voltou a evidenciar o impacto dos grandes eventos esportivos sobre a infraestrutura digital. Ao longo da competição, a empresa especializada em data centers também detectou outros dois momentos de tráfego intenso: 865,27 Gb/s na partida contra o Haiti (em 19/06) e 865,02 Gb/s na estreia contra o Marrocos (13/06).
No servidor identificado como RJO1 são processadas as transmissões da Globo e do Globoplay.
De acordo com a Elea, a alta decorre não apenas da transmissão dos jogos, mas também da procura por redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços financeiros durante jogos da seleção masculina de futebol.
Como as operadoras se preparam para os picos de tráfego?
A operadora TIM projeta uma demanda cinco vezes maior do que o habitual nas próximas etapas do evento esportivo. Por conta disso, disse que está preparando a infraestrutura de rede. Ela afirmou que reduziu a latência e tomou outras providências para oferecer uma experiência mais estável aos clientes, mesmo nos momentos de pico extremo de acessos simultâneos.
Por exemplo, a TIM utiliza inteligência artificial para realizar a gestão dinâmica da rede. Tudo corre em tempo real. Há ainda parcerias com plataformas de streaming.
Conheça as diferentes formas de ver as mensagens do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Existem diferentes meios de acessar o Mail do iCloud para centralizar as comunicações e checar as mensagens em diferentes dispositivos. No iPhone, iPad e computadores Mac, é necessário ativar uma configuração nos “Ajustes” do dispositivo para que o serviço de e-mail seja integrado automaticamente ao app nativo Mail.
Para os usuários de Android ou PC com Windows, o caminho ideal é acessar o site oficial do serviço via navegador. Em todos os cenários, o usuário pode responder e-mails, gerenciar pastas ou escrever novas mensagens de forma rápida e segura.
A seguir, veja o passo a passo para acessar o e-mail do iCloud no celular ou PC.
Abra o aplicativo “Ajustes” para acessar as configurações do iPhone ou iPad. Essa etapa inicial é essencial para preparar o dispositivo para acessar o iCloud Mail.
Abrindo os “Ajustes” do iPhone (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Toque no seu perfil da Conta Apple
Toque no seu nome no topo da tela para abrir as opções de configurações e gerenciamento do ID Apple.
Abrindo o menu da Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Selecione a opção “iCloud”
Toque em “iCloud” para abrir o menu com detalhes sobre os serviços e aplicativos relacionados ao armazenamento na nuvem da Apple.
Selecionando o menu “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Abra as configurações do “Mail”
Na seção “Salvos no iCloud”, toque em “Mail” para iniciar a configuração do e-mail do iCloud.
Abrindo a opção “Mail” do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Ative a opção “Usar neste dispositivo”
Ative a chave ao lado da opção “Usar neste iPhone” ou “Usar neste iPad”, dependendo do aparelho. Ao executar essa ação, o iCloud Mail será automaticamente configurado com o app “Mail” do dispositivo.
Ativando o uso do Mail do iCloud no dispositivo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Acesse o app “Mail”
Por fim, abra o aplicativo “Mail” para ver o e-mail do iCloud no iPhone ou iPad imediatamente.
Acessando o app “Mail” para ver a caixa de entrada (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como acessar o e-mail do iCloud no Mac
1. Acesse os “Ajustes do Sistema” do Mac
Clique no ícone de maçã, no canto superior esquerdo da tela do Mac, e selecione “Ajustes do Sistema”. Esse painel gerencia todos os recursos internos do computador e é o ponto de partida para as configurações de acesso ao e-mail do iCloud.
Abrindo os “Ajustes do Sistema” do Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Clique no seu nome do ID Apple
Clique no seu nome exibido no topo da barra lateral esquerda na janela de “Ajustes” para abrir mais configurações do Mac.
Acessando o menu do ID Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Abra o menu “iCloud”
Clique na opção “iCloud” para acessar as configurações do serviço de armazenamento na nuvem da Apple.
Acessando a opção “iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Selecione a opção “Mail do iCloud”
Navegue pela lista de serviços integrados e clique em “Mail do iCloud” para abrir um menu de configurações da ferramenta.
Selecionando o “Mail do iCloud” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Ative a ferramenta de e-mail
Na janela pop-up, clique no botão “Ativar” ao lado da opção “Mail do iCloud” para habilitar o recurso e, em seguida, clique em “OK” para confirmar. Essa mudança permite entrar no e-mail do iCloud diretamente pelo app “Mail” do Mac.
Ativando a configuração automática do Mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Abra o app “Mail” no Mac
Localize o aplicativo “Mail” no Dock ou no Launchpad e clique nele para abrir a caixa de entrada do iCloud Mail no seu computador Mac.
Abrindo o app “Mail” no Mac (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Como acessar o e-mail do iCloud via navegador
1. Entre no site oficial do Mail do iCloud
Use o navegador do celular Android ou do computador Windows para acessar: icloud.com/mail. Esta é a página oficial para quem precisa acessar o e-mail iCloud pelo PC ou outros sistemas.
Acessando o site oficial do Mail do iCloud pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Inicie a sessão da Conta Apple
Toque em “Iniciar sessão” e, em seguida, faça login na Conta Apple vinculada ao seu e-mail do iCloud que você deseja acessar para avançar. Caso a verificação em duas etapas esteja ativada, confirme o código enviado aos seus aparelhos autorizados.
Fazendo login na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Ajuste as opções de privacidade do e-mail
Caso você seja assinante do iCloud+, escolha as formas de proteção de privacidade. Após ajustar os parâmetros, toque em “Continuar” para entrar no e-mail do iCloud pelo Android ou computador.
Definindo as configurações de privacidade do Mail (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Navegue pela caixa de entrada do e-mail do iCloud
Por fim, acesse a caixa de entrada do e-mail do iCloud e cheque suas mensagens pelo navegador do PC ou smartphone Android.
Navegando pela caixa de entrada do e-mail do iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Por que não consigo acessar o e-mail do iCloud?
Existem alguns motivos que podem impedir o acesso ao e-mail do iCloud. Os mais comuns são:
Conta não ativada: antes de sincronizar o serviço nos dispositivos Apple, o primeiro passo obrigatório é criar um e-mail no iCloud por meio das configurações do ID Apple;
Bloqueio preventivo de segurança: errar a senha sucessivas vezes ou acessar a conta de locais incomuns faz a Apple aplicar uma retenção de segurança, suspendendo o acesso temporariamente;
Falha na autenticação de dois fatores (2FA): o sistema impede o login se o usuário não estiver com um dispositivo confiável por perto para receber ou gerar o código de verificação obrigatório;
Instabilidade de rede ou servidores: o serviço de e-mail do iCloud pode estar fora do ar devido a manutenções internas ou a própria conexão Wi-Fi e dados móveis está instável;
Incompatibilidade de sistema ou dados corrompidos: sistemas operacionais desatualizados geram falhas no aplicativo, enquanto arquivos temporários corrompidos (cache) impedem a atualização da caixa de entrada.
O que fazer se não lembro a senha do iCloud Mail?
O caminho mais seguro para recuperar a senha do iCloud é utilizar um dispositivo confiável da Apple, como o iPhone ou o iPad. Basta acessar “Ajustes”, tocar no seu nome na parte superior da tela e selecionar “Iniciar Sessão e Segurança” para redefinir o código.
Caso esteja sem o aparelho por perto, acesse o site oficial iforgot.apple.com em qualquer navegador para iniciar o resgate. Outra opção é baixar o aplicativo “Suporte da Apple” em um dispositivo emprestado e utilizar o recurso dedicado a ajudar terceiros.
Se a Apple não validar a identidade de imediato, a saída é acionar o protocolo de recuperação de conta. Esse processo exige uso de um número de telefone confiável e pode demandar alguns dias de espera enquanto a empresa analisa os dados.
Também posso configurar o iCloud Mail em outros apps de cliente de e-mail?
Sim, o ecossistema da Apple permite integrar o iCloud Mail a outros aplicativos de e-mail de forma simples. Em plataformas como o Outlook para Windows ou em aplicativos do iOS e macOS, o processo é facilitado por fluxos de login automatizados.
Para apps que exigem configuração manual, é preciso inserir as credenciais dos servidores IMAP e SMTP da Apple. Essa ponte de comunicação deve ser feita utilizando os servidores imap.mail.me.com (porta 993) e smtp.mail.me.com (porta 587), ambos protegidos com criptografia SSL ou TLS.
O segredo dessa integração está na segurança: o usuário precisará gerar uma senha específica de aplicativo. Essa combinação temporária substitui a senha padrão, protegendo a conta principal de acessos não autorizados de terceiros.
Xiaomi 17T traz boas especificações, mas preço de lançamento está “salgado” (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O Xiaomi 17T renovou a linha T da Xiaomi em 2026, e chega ao Brasil para suceder o Xiaomi 15T na categoria de celulares intermediário-premium. As câmeras são o principal destaque do produto, incluindo uma lente teleobjetiva de 5x para registrar fotos à distância.
E isso não é tudo: o smartphone também tem desempenho avançado e bateria com capacidade para aguentar mais de um dia fora das tomadas.
Mas será que as mudanças justificam o preço de lançamento de R$ 8.699,99? Eu usei o Xiaomi 17T por 10 dias e conto todos os detalhes da experiência a seguir.
O Tecnoblog é um veículo jornalístico independente que ajuda as pessoas a tomarem sua próxima decisão de compra desde 2005. Nossas análises não têm intenção publicitária, por isso ressaltam os pontos positivos e negativos de cada produto. Nenhuma empresa pagou, revisou ou teve acesso antecipado a este conteúdo. O Xiaomi 17T foi cedido por empréstimo pela Xiaomi e será devolvido após os testes. Para mais informações, acesse a nossa Política Editorial.
O que vem na caixa do Xiaomi 17T?
Quem comprar um Xiaomi 17T vai receber o celular, um cabo USB-C para USB-A, um carregador de 67 W com tecnologia de carregamento rápido HyperCharge, manuais (um guia rápido e outro documento de garantia do aparelho) e uma chave para slot SIM.
A caixa também inclui uma capinha cinza para você proteger o smartphone logo após o unboxing. O acessório costuma acompanhar celulares da Xiaomi, mas trata-se de um diferencial visto que nem todas as fabricantes oferecem a capa no kit.
Caixa do Xiaomi 17T vem com todos os acessórios necessários para uso (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Design reforçado e mais compacto
A Xiaomi decidiu manter grande parte do design visto no Xiaomi 15T. Ainda assim, podemos observar pequenas mudanças que elevaram o visual do Xiaomi 17T a um aspecto mais premium.
O celular está ligeiramente menor que seu antecessor (5,6 mm a menos de altura e 2,8 mm mais estreito), mas ficou 0,67 mm mais grosso e seis gramas mais pesado. Com isso, chegamos às seguintes dimensões:
157,6 mm (altura) x 75,2 mm (largura) x 8,17 mm (espessura)
200 gramas
Trata-se de um bom tamanho, nem muito grande e nem tão compacto assim. O peso também está dentro dos padrões da indústria e não tive problemas ao segurar o smartphone ou ao carregá-lo no bolso.
Xiaomi diminuiu ligeiramente a largura e altura do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
As molduras agora têm composição em alumínio e reforçam a construção geral do aparelho, com design reto nas laterais e cantos arredondados, sob um tom fosco. O aspecto fosco também é visto na traseira lisa composta por fibra de vidro.
Xiaomi 17T agora conta com bordas em alumínio para um aspecto mais premium (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
A traseira do celular também inclui um frame de alumínio que abriga o kit da câmera principal, e o sensor de flash está localizado ao lado desse módulo. Já a câmera de selfie é perfurada na tela em formato circular, sem entalhes.
Moldura de alumínio abriga as lentes da câmera traseira do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Importante destacar que o Xiaomi 17T tem proteção IP68 contra água e poeira, e suporta submersão em água doce com profundidade máxima de 1,5 metro por até 30 minutos. No teste prático, o smartphone continuou funcionando normalmente após ficar debaixo d’água.
E sobre as cores, vale um adendo: a versão global do celular foi lançada nas cores preto (modelo que recebi), azul, violeta e branco opala. Mas até o momento, a loja da Xiaomi no Brasil só está disponibilizando as versões em preto ou azul.
Tela com cores vivas e proteções aos olhos
O display do Xiaomi 17T também foi reduzido, acompanhando a diminuição de tamanho do corpo do aparelho. O celular tem tela AMOLED de 6,59″ — 0,24 polegada a menos que o Xiaomi 15T. A mudança, no entanto, não impactou no uso diário.
Tela do Xiaomi 17T está menor que a do Xiaomi 15T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O pico de brilho de 3.500 nits oferece boa visibilidade em ambientes escuros ou sob luz solar direta. Inclusive, achei que o ajuste automático funcionou bem ao adaptar os níveis de brilho de acordo com a iluminação.
A tela do smartphone entrega cores vivas e o suporte às tecnologias HDR10+ e Dolby Vision funcionam bem ao otimizar contraste e cores. A taxa de atualização de até 120 Hz também trouxe mais fluidez aos conteúdos, especialmente em streaming e jogatinas.
Tela AMOLED do Xiaomi 17T reproduz cores bem definidas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O leitor de impressão digital fica na parte inferior da tela, e chega com tecnologia Wet Touch para melhorar a resposta ao toque mesmo com água, óleo ou espuma sobre o display. Tive dificuldade em fazer a leitura em raros momentos, mas uma limpeza rápida na camiseta solucionou o problema.
Também preciso destacar as proteções encontradas na tela do Xiaomi 17T. O display chega com Corning Gorilla Glass 7i para mais resistência contra quedas e arranhões. E para ainda mais segurança, a Xiaomi envia o celular com uma película pré-aplicada.
Película pré-aplicada garante proteção à tela do Xiaomi 17T logo de cara (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
A tela também incorpora o Xiaomi Vision Care, que é uma estrutura de reforço à proteção ocular, desenvolvida com base em metodologias de pesquisa e especialistas médicos. São quatro certificações ao todo:
Certificação TÜV Rheinland Low Blue Light
Certificação TÜV Rheinland Flicker Free
Certificação TÜV Rheinland Circadian Friendly
Certificação TÜV Rheinland Intelligent Eye Care
Talvez seja difícil perceber toda essa proteção no dia a dia. Mas qualquer diferencial em benefício da saúde vale a pena, ainda mais se você é um usuário assíduo de smartphone.
Sistema de áudio deixa a desejar
O Xiaomi 17T conta com dois alto-falantes estéreo para a reprodução de áudios: um localizado na borda inferior e outro na abertura auricular usada para atender a chamadas ao pé do ouvido.
No entanto, senti que a falta de um alto-falante na borda superior do aparelho trouxe um desequilíbrio no som, que apresentou uma experiência “seca” e abafado.
Para analisar mais a fundo, coloquei o Xiaomi 17T ao lado do meu Poco F3 lado a lado, com ambos reproduzindo a mesma música. Curiosamente, meu fiel companheiro lançado em 2021 e com alto-falantes na borda superior conseguiu reproduzir um som bem mais encorpado.
Som do Xiaomi 17T não será a melhor opção para o churrasco da família (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Outro ponto negativo a ser citado foi um ruído de fundo na reprodução de músicas em níveis de volume próximos a 70%. O chiado ficou ainda mais intenso no modo de Som imersivo (que também aumenta o nível de potência sonoro). Por isso, eu recomendo dosar ou mesmo desativar a função em volumes mais altos.
Os médios e agudos são razoáveis (ligeiramente estridentes em algumas reproduções), e os graves são mais discretos. Ainda assim, vale citar que o Xiaomi 17T chega com suporte ao Dolby Atmos e tecnologia Hi-Res Audio para áudios mais imersivos e fiéis.
Câmeras para fotos de perto ou de longe
Se o áudio do Xiaomi 17T deixa a desejar, as câmeras dão um show à parte. Não há grandes mudanças em termos de quantidade, mas o que foi otimizado conseguiu elevar o patamar da linha T.
Lente teleobjetiva: 50 MP, f/3.0, 115mm, 1/2.76″, 0.64µm, PDAF, OIS, zoom óptico de 5x e AI Ultra Zoom de até 120x
Câmera de selfie: 32 MP, f/2.2, 21mm, 1/3.42″, 0.64µm
No kit triplo de lentes traseiras, a Xiaomi optou por manter as especificações da lente grande-angular e ultra-angular vistas no modelo antecessor. Mas a grande mudança está na teleobjetiva, que agora tem zoom óptico de 5x e consegue capturar objetos mais distantes.
O sensor da câmera de selfie também está ligeiramente maior, permitindo mais captação de luz para imagens mais limpas (principalmente em ambientes com pouca iluminação) e com menos ruídos.
Selfie tirada com a câmera frontal (50 MP, f/2.2) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Nos testes, o Xiaomi 17T conseguiu fazer ótimas fotos com a grande-angular e a ultrawide. As cores são equilibradas e vivas, com boa nitidez e detalhes de texturas. O pós-processamento de imagem também se mostrou eficaz, sem estourar os realces nas fotos.
O efeito bokeh do modo retrato também é agradável, com boa dosagem nos desfoques. Além disso, a estabilização óptica de imagem (OIS) da grande-angular e teleobjetiva dá mais firmeza na hora das capturas e evita tremedeiras.
Foto tirada com a Foto com a teleobjetiva 5x (50 MP, f/3.0) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)Captura com a lente ultrawide (12 MP, f/2.2) realizada com o Xiaomi 17T(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
É claro que a lente teleobjetiva merece um destaque à parte. Com o zoom óptico nativo de 5x, consegui registrar paisagens e objetos bem distantes com nitidez impressionante e detalhes expressivos. Quem vê somente a foto final talvez não consiga dizer que estava a 100 metros (ou mais) de distância da cena.
O zoom óptico de qualidade 10x — reforçando que não é um zoom óptico nativo de 10x — também merece uma menção honrosa. Ele deixa as cores mais saturadas que o normal, mas consegue preservar texturas e outros detalhes.
Em contrapartida, o zoom digital de até 120x (assistido por inteligência artificial) ficou bem abaixo do esperado. Nem mesmo a estabilização óptica de imagem conseguiu deixar as capturas mais estáveis, e as fotos ficaram bastante pixeladas.
Passarinho na árvore registrado com a teleobjetiva 5x do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)Fotos tiradas com a grande-angular (modo 1x) do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)Fotos tiradas com a teleobjetiva (modo 10x) do Xiaomi 17T(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Os registros noturnos também se saíram bem, mas as capturas com a teleobjetiva apresentaram leves ruídos. Um ponto positivo é que a câmera de selfie consegue detectar a luz ambiente e ativa automaticamente um preenchimento de luz ao abrir a câmera de noite.
Foto noturna com a grande-angular do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Nas filmagens, as gravações se mantiveram estáveis, com boa fluidez e cores vivas. Mas infelizmente não há suporte para filmagens em 8K: a câmera traseira é limitada a gravações em 4K a 60 fps, enquanto a frontal pode gravar em até 4K a 30 fps.
Leica Live Moments permite escolher o frame certo para a foto (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Uma novidade bem-vinda foi o recurso Leica Live Moments, que transforma as fotos em pequenos vídeos para que você escolha o frame ideal. A função é bastante similar ao Live Photos do iPhone, e é indicada principalmente para capturas em movimento.
E não menos importante, é preciso reforçar que o Xiaomi 17T consegue fazer fotos no modo macro, a partir da teleobjetiva. Algumas fotos saíram boas, mas em outras, foi difícil focar o objeto em destaque e o efeito bokeh acabou invadindo a área de foco.
Captura no modo macro com a teleobjetiva do Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Bom desempenho em jogos e multitarefas
O desempenho do Xiaomi 17T também é sólido. Para isso, o celular combina o processador MediaTek Dimensity 8500-Ultra (4 nm) com a GPU Mali-G720 MC8 e 12 GB de memória RAM LPDDR5X. A versão testada também era equipada com 512 GB de armazenamento no padrão UFS 4.1.
Especificações do Xiaomi 17T no app CPU-Z (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
O System-on-a-Chip (SoC) é o mesmo visto no Poco X8 Pro — que já foi analisado pelo Tecnoblog. Ele consegue lidar tranquilamente com tarefas mais leves (como navegação nas redes sociais) ou mais pesadas, a exemplo de edições e jogos.
Aliás, não notei travamentos durante o uso mesmo com diversas aplicações abertas simultaneamente. O processador também suportou jogos como Genshin Impact e Call of Duty: Mobile com gráficos no máximo e taxa de atualização em 120 Hz, sem maiores problemas.
Gameplay de Call of Duty: Mobile foi lisa no Xiaomi 17T (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Para ilustrar o desempenho observado em números, fizemos testes de CPU e GPU com o Geekbench 6. E os resultados foram:
1.725 pontos no single-core
6.722 pontos em multi-core
14.863 pontos no teste Vulkan
Os números equiparam o Xiaomi 17T a níveis próximos do Galaxy S23 (1.870 pontos de single-core) e Galaxy S24 Ultra (15.085 pontos no teste Vulkan) em CPU e GPU, respectivamente.
Pontuações do Xiaomi 17T nos testes com o Geekbench 6 (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Outro ponto positivo foi a estabilidade da temperatura em tarefas intensivas. E isso pode ser fruto do sistema de resfriamento Xiaomi 3D IceLoop que, aliado ao gel de alta condutividade térmica, promete resfriamento eficaz sem comprometer a performance.
Sistemas e recursos: por que tantos apps, Xiaomi?
O smartphone roda sob o sistema operacional HyperOS 3, baseado no Android 16. Ele é simples e bem intuitivo. Logo, você não vai levar muito tempo para se adaptar caso esteja acostumado com o Android puro ou interfaces de outras marcas, como a One UI, por exemplo.
Ainda nesse tema, a Xiaomi prometeu atualizações para quatro gerações do Android e seis anos de update para segurança.
Xiaomi 17T roda no sistema da Xiaomi baseado em Android (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Assim como os concorrentes de mercado, o Xiaomi 17T chega com diversos recursos de inteligência artificial, agrupados no ecossistema Xiaomi HyperAI.
Os resultados de tradução e edição de imagens foram eficazes, mostrando que a Xiaomi também está de olho em avanços dos recursos de IA. Fora isso, você também pode traduzir e otimizar textos e até mesmo melhorar esboços de desenho em poucos toques na tela.
O celular ainda traz suporte para o Hyper Island (similar ao Dynamic Island do iPhone), um widget interativo que expande ao redor da câmera de selfie. A função facilita a visualização de notificações e comandos rápidos (como trocar de música), sendo uma função útil no dia a dia.
Hyper Island traz dinamismo às notificações e habilita comandos rápidos com um toque (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Mas como padrão dos smartphones da marca, a quantidade de aplicativos pré-instalados pode incomodar a experiência no Xiaomi 17T. É claro que gerenciar os apps desejados vai solucionar isso, mas a marca talvez deveria considerar um sistema mais limpo desde o começo.
Bateria que pode durar mais de um dia
Felizmente, a Xiaomi otimizou a bateria do mais novo membro da linha T: se o Xiaomi 15T trazia uma bateria de 5.500 mAh, o Xiaomi 17T é alimentado por uma bateria Si-C de 6.500 mAh. Em números frios, essa melhoria é traduzida em 1.000 mAh a mais de capacidade.
Na prática, essa otimização permitiu que a bateria durasse quase 48 horas — 46 horas, 26 minutos e seis segundos para ser mais exato.
Eu retirei o aparelho da tomada por volta das 23 horas de um sábado. No domingo e na segunda-feira, saí para fazer os testes com câmera, joguei, vi uns jogos da Copa, entrei nas redes sociais e só fui recarregar o celular de novo às 17h da segunda, quando a bateria estava em 1%.
Claro que não foi um uso intenso ininterrupto. Mas deu pra ver que a bateria do Xiaomi 17T pode aguentar tranquilamente a rotina do dia a dia longe das tomadas.
Bateria do Xiaomi 17T suportou bem ao teste de autonomia (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Ainda falando sobre bateria, vale mencionar que o celular suporta carregamento rápido de até 67 W (com tecnologia Hyper Charge) e levou 55 minutos para uma recarga de 1% a 100%.
Não que seja uma limitação baixa de potência, mas outros celulares da marca suportam recargas de 90 W (como o Poco X7 Pro) e 100 W (a exemplo do Xiaomi 17). E eu esperava algo próximo a esses níveis de carregamento.
Outra má notícia é que o celular não suporta carregamento sem fio, recurso que chegou apenas à versão Pro. Em compensação, ele é compatível com carregamento reverso (cabeado) de até 22,5 W, e consegue recarregar outros dispositivos.
Conectividade com outros celulares ou PCs
O Xiaomi 17T é compatível com a tecnologia NFC, chips nano SIM ou eSIM, Bluetooth 6.0 e ainda traz sensor infravermelho. Ele também suporta 5G, Wi-Fi 6E, e vem com Wi-Fi Direct e tecnologia 2×2 MIMO para melhorar o envio e recebimento de dados.
O diferencial fica na conta do Xiaomi HyperConnect, que usa Wi-Fi e Bluetooth para conectar o Xiaomi 17T a dispositivos próximos. Com isso, você pode usar o celular para transmitir tela em outros aparelhos (incluindo iPhone e Mac), redirecionar chamadas e transferir arquivos.
Interconectividade da Xiaomi facilita a conexão do Xiaomi 17T com outros dispositivos (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Uma função útil especialmente para quem usa vários aparelhos eletrônicos ao mesmo tempo e precisa de uma conexão facilitada entre eles.
Vale a pena comprar o Xiaomi 17T?
O Xiaomi 17T é um ótimo smartphone, com bom poder de processamento, câmeras avançadas, e bateria com capacidade para durar horas longe da tomada. Vale a pena comprar o celular, mas talvez não pelo preço de lançamento de R$ 8.699,99, que é considerado “salgado”.
Vale lembrar que o Xiaomi 15T chegou ao mercado brasileiro custando R$ 7.499,99, ou seja, R$ 1,2 mil a menos que o seu sucessor. Hoje, o 15T já pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil, uma faixa de preço em que o 17T se enquadra melhor.
Portanto, o cenário ideal seria aguardar até que os preços baixem um pouco mais. Se isso acontecer, o Xiaomi 17T certamente deve ser considerado, ainda mais se você preza por fotos de alta qualidade.
Xiaomi 17T chegou ao Brasil com preço de lançamento de R$ 8.699,99 (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Se aguardar uma possível queda de preços não for uma opção, vale considerar o Poco X8 Pro. O smartphone tem câmeras inferiores, mas usa o mesmo processador Dimensity Ultra-8500 do 17T. E está custando bem menos, saindo por pouco mais de R$ 2 mil.
Outra alternativa é apostar no Galaxy S26 Ultra, o topo de linha da Samsung. Ele tem mais poder de processamento, conta com câmeras de altíssima qualidade, e custa cerca de R$ 8.800 (valor próximo ao preço de lançamento do Xiaomi 17T).
Por falar em preços, não deixe de acompanhar os Achados do TB diariamente para encontrar celulares ou outros dispositivos com as melhores ofertas. Quem sabe o Xiaomi 17T não aparece por lá?
Mas me diga você: o que achou do Xiaomi 17T? Gostou dos recursos ou sentiu falta de alguma função? Deixe sua opinião na Comunidade do Tecnoblog!
Os Galaxy Buds 3 estão em promoção no Mercado Livre com desconto que alcança 60%. Para garantir o valor promocional, basta resgatar o cupom OFERTAPARAVC que o gadget sai por apenas R$ 674,10 no Pix. Os fones de ouvido da Samsung prometem elevada reprodução de áudio aliada a integração de inteligência artificial.
Galaxy Buds 3 traz cancelamento de ruído e áudio Hi-Fi
Galaxy Buds 3 dentro da case com tampa transparente (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O wearable vem equipado por seis microfones integrados (3 de cada lado) e drivers bidirecionais de 11 mm. O suporte a codecs avançados como o Samsung Seamless Codec de 24-bit entrega um áudio de alta fidelidade (Hi-Fi). A reprodução sonora por alto-falantes de uma via, proporcionam uma saída de som clara e frequências bem definidas.
Um destaque do Galaxy Buds 3 é a presença do Cancelamento Ativo de Ruído (ANC). O recurso possibilita o isolamento de ruídos externos do ambiente para entregar um áudio ‘limpo’. A presença do Galaxy AI traz outras funções interessantes como Equalizador Adaptativo e Intérprete em tempo real, que permite estabelecer diálogos com estrangeiros.
Em termos de autonomia, os fones prometem entregar autonomia total de até 30 horas de reprodução sem ANC e de um dia completo de uso com a função ativada, segundo a Samsung. Os fones em si possuem bateria de 48 mAh e o estojo de recarga de 515 mAh.
Galaxy Buds 3 apresentam Sensor de Toque para controle de volume e músicas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
O Buds 3 da Samsung também conta com áudio 360 que proporciona uma experiência de som tridimensional, simulando uma experiência de cinema. Além disso, a possibilidade de uso via comando de voz ativa a assistente virtual Bixby, que pode até ler as notificações do smartphone.
Já em conectividade, os fones tem compatibilidade ao recurso Auto Switch para transições rápidas entre dispositivos e conexão estável por meio de Bluetooth 5.4. Por fim, a presença da certificação IP57 assegura resistência até mesmo contra imersão temporária na água.
Aproveite esta oportunidade e garanta os fones de ouvido da Samsung com 60% de desconto. Os Galaxy Buds 3 estão em promoção por R$ 674,10 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre.
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O iPhone 15 está saindo por apenas R$ 3.798,86 no Pix aplicando o cupom de R$ 200 OFF na página do produto na Amazon. O celular da Apple com 48% de desconto (lançado por R$ 7.299) é uma opção acessível para quem quer comprar um iPhone que ainda vale a pena e não faz questão do Apple Intelligence.
Enquanto os celulares da família “iPhone e” só contam com um sensor principal de 48 MP, o iPhone 15 traz duas câmeras na traseira: a principal de 48 MP e uma ultra-angular de 12 MP. O sensor ultrawide permite registros de cenários mais amplos, com ângulo de 120º. Além disso, o iPhone 15 suporta modo Cinema e modo Ação, ausentes nos outros modelos.
Em relação ao desempenho, a ficha técnica naturalmente volta alguns anos para o processador Apple A16 Bionic, acompanhado por uma RAM de 6 GB. Contudo, o hardware ainda entrega bom desempenho na multitarefa, apesar de não ser compatível com os recursos de IA do Apple Intelligence.
Dynamic Island no iPhone 15 (Imagem: Thássius Veloso / Tecnoblog)
A tela é uma Super Retina OLED de 6,1 polegadas, que teve poucas mudanças nos últimos anos (o iPhone 17 foi o primeiro modelo de base com 120 Hz, mas ele ainda custa muito mais que o iPhone 15). Já a bateria tem 3.349 mAh de capacidade e garante até 20 horas de reprodução de vídeo, segundo a Apple.
Lembrando que o iPhone 15 de 128 GB em oferta sai por apenas R$ 3.798,86 no Pix aplicando o cupom de R$ 200 OFF na página. O desconto é de 48% na Amazon, fazendo o smartphone da Apple chegar a um valor bastante vantajoso pelo custo-benefício, mesmo frente a modelos mais atuais da marca.
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Xbox Series X/S vão ficar mais caros (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Microsoft anunciou um aumento global nos preços dos consoles Xbox, com reajustes de até US$ 150 a partir de agosto.
O Xbox Series S de 512 GB passará a custar US$ 499 e o Xbox Series X, com leitor de disco, sairá por US$ 799.
Empresa também descontinuará o modelo de 2 TB.
A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (25/06) um novo aumento global nos preços dos consoles Xbox. O reajuste começa a valer em 1º de agosto, com um acréscimo de US$ 100 nos modelos de 512 GB de armazenamento e de US$ 150 nas versões de 1 TB.
Em conversão direta pela cotação atual, os reajustes equivalem a cerca de R$ 519 e R$ 779, respectivamente. A Microsoft, porém, ainda não confirmou os preços no Brasil, de modo que os valores servem apenas como referência.
Além do aumento, a empresa decidiu descontinuar o modelo de 2 TB. A mudança ocorre menos de um ano após o último reajuste nos Estados Unidos, feito em outubro de 2025.
Xbox Series X digital, sem leitor de disco: US$ 749,99
Xbox Series X com leitor de disco: US$ 799,99
Em comunicado, a Microsoft afirmou que passou os últimos meses negociando com fornecedores para tentar evitar o repasse ao consumidor, mas decidiu reajustar os preços por causa da alta nos custos de componentes.
O anúncio também coincide com o lançamento da pré-venda do GTA 6. O jogo deve movimentar a busca por Xbox e PlayStation 5 no mercado, já que é exclusivo de consoles e ainda não tem data para chegar aos PCs.
Crise de componentes afeta o preço
Crise de chips de memória é culpada, mais uma vez, pelo aumento de preços (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A principal justificativa da Microsoft está nos custos de memória e armazenamento usados nos consoles. Segundo a empresa, os preços desses componentes subiram mais de 2,5 vezes e podem dobrar novamente até o segundo semestre de 2027.
A alta pesa especialmente nos videogames porque consoles costumam ser vendidos com margens menores do que outros eletrônicos. Em alguns casos, a fabricante aceita ganhar pouco — ou até perder dinheiro — no hardware para compensar depois com jogos, serviços e assinaturas.
Para reduzir o impacto do aumento, a Microsoft diz que vai oferecer opções de financiamento sem juros em varejistas parceiros, como a Amazon nos Estados Unidos. A empresa também manterá a venda de consoles seminovos certificados, com desconto de até US$ 100 em relação ao preço sugerido na Microsoft Store.
Hardware segue em queda
Xbox fez 25 anos em 2026, com o anúncio de um console comemorativo (imagem: reprodução/Xbox)
O reajuste chega em um momento já difícil para o Xbox no varejo. No terceiro trimestre fiscal de 2026, encerrado em março, a receita com venda de consoles caiu 33% na comparação anual, segundo o balanço da Microsoft. A queda seguiu um recuo de 29% no primeiro trimestre, e de 32% no segundo.
Além disso, a divisão de games também sentiu o impacto: a receita total de jogos caiu 7%, enquanto conteúdo e serviços do Xbox recuaram 5%. Ainda assim, o Game Pass recebeu um reajuste para baixo em abril, quando ficou 36% mais barato.
Windows 10 ganha mais um ano de suporte estendido (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Microsoft estendeu programa Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) para Windows 10 até outubro de 2027, uma ampliação de um ano;
programa ESU oferece atualizações de segurança para o Windows 10, que deixou de ter suporte em 14 de outubro de 2025;
consumidores já inscritos no ESU receberão atualizações de segurança até outubro de 2027, sem necessidade de ação adicional.
A Microsoft deixou de oferecer suporte ao Windows 10 em 14 de outubro de 2025. Porém, consumidores que se inscreveram no programa Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) continuarão recebendo updates de segurança até outubro de 2026. Ou melhor, até outubro de 2027: sem fazer alarde, a Microsoft adicionou um ano de duração ao programa.
O suporte que era oferecido até outubro de 2025 permitia que o Windows 10 recebesse tanto atualizações funcionais (como novos aplicativos) quanto de segurança. Sem updates, o sistema operacional corre o risco de ficar vulnerável a ataques ou malwares com o passar do tempo.
Diante dessas circunstâncias, a recomendação da Microsoft é a de migrar para o Windows 11, que segue sendo suportado. Porém, esse processo pode ser oneroso ou complexo, tanto para organizações quanto para usuários domésticos.
É por isso que o ESU é oferecido. Trata-se de um programa que oferece atualizações de segurança para softwares que tiveram seu ciclo de suporte encerrado. A intenção da Microsoft, com a iniciativa, é dar mais tempo para que a migração seja feita.
Para usuários domésticos, as atualizações via ESU estavam limitadas a um ano de duração (para organizações, o limite padrão é de três anos). Bom, agora são dois anos. A Microsoft atualizou esta página de ajuda para adicionar essa informação:
O suporte para o Windows 10 terminou. Você pode se inscrever no ESU a qualquer momento até o término do programa em 12 de outubro de 2027. Se você já estiver inscrito, sua cobertura continuará automaticamente até essa data — nenhuma ação é necessária.
Caixa do assistente de ESU para Windows 10 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Por que a Microsoft ampliou o suporte estendido ao Windows 10?
Não está claro. Mas uma possibilidade é a de que a atual escassez de chips de memória RAM e armazenamento tenha pesado para a decisão da Microsoft.
Esse cenário tem feito os preços de componentes e computadores aumentarem consideravelmente. Como, em muitos casos, a migração para o Windows 11 requer a compra de um PC novo, há quem esteja adiando a aquisição de uma máquina justamente por causa dos preços aumentados. Talvez a ampliação do ESU vise atender consumidores nessa situação.
Se você tem um computador com esse sistema e quer aproveitar o suporte estendido, veja como se inscrever no ESU do Windows 10. Para quem já está inscrito, o suporte até outubro de 2027 foi aplicado automaticamente, como a Microsoft deixou claro.
Mas vale reforçar: o ESU oferece apenas atualizações de segurança.
Nubank e outros bancos brasileiros estão no Config 2026 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Nubank não irá parar de contratar pessoas devido à IA, segundo Ellen Kiss, diretora do Centro de Excelência em Design do Nubank.
A empresa prioriza candidatos com conhecimento ou exposição às ferramentas de IA, tornando este um fator determinante nas contratações.
O Nubank utiliza o Figma para seu design system, NuDS, que padroniza as telas do aplicativo para seus mais de 118 milhões de clientes.
A discussão em torno do impacto da inteligência artificial no mercado de trabalho ganhou um novo elemento nesta semana: a diretora do Centro de Excelência em Design do Nubank, Ellen Kiss, disse que o conglomerado financeiro não fez layoffs por conta disso. Muito pelo contrário: manteve o ritmo já estabelecido de contratações, porém com uma mudança na forma de escolher os novos trabalhadores.
De acordo com a executiva, o Nubank passou a priorizar os candidatos que já possuam conhecimento ou algum nível de exposição às ferramentas de IA. O movimento está em linha com o adotado pela GM no mês passado. Ellen disse que este se tornou um fator determinante. Não custa lembrar: a empresa está inserida num setor bastante competitivo, em que foi pioneira, mas viu, nos últimos anos, os bancões avançarem no processo de digitalização.
Ellen Kiss é diretora do Centro de Excelência em Design do Nubank (imagem: divulgação)
Contraponto ao discurso de outras empresas
As falas de Ellen são um contraponto ao que temos ouvido em feiras e congressos voltados à tecnologia e inovação. Uma fonte contou durante o Web Summit Rio que as lideranças das grandes empresas brasileiras já fazem pressão para que os profissionais em nível gerencial cortem os funcionários júnior.
Ellen participou de um painel com jornalistas durante o Config, evento produzido pelo aplicativo Figma nos Estados Unidos. O Tecnoblog acompanha tudo de perto. Até agora, um dos destaques foi o anúncio de uma ferramenta de motion graphics que pode colocá-lo em rota de colisão com o After Effects.
Empresa agnóstica, mas com design system no Figma
O Nubank revelou que o Figma foi usado para construir o seu design system, chamado de o NuDS. Ele é usado para padronizar e tornar mais acessíveis as telas do aplicativo nos mais de 118 milhões de clientes do banco no Brasil, no México e na Colômbia.
Anatomia de telas previstas no sistema NuDS (imagem: divulgação)
Mais de 200 designers do Nubank trabalham na ferramenta nos três países. O sistema reúne mais de 100 componentes reutilizáveis, sustentando cerca de 320 mil linhas de código na plataforma.
Apesar de participar de um evento produzido pelo Figma, a executiva explicou que o banco adota uma abordagem “agnóstica” em relação à IA. Isso significa que, além do Figma, também utiliza outras ferramentas de mercado, como Cursor.
O jornalista Thássius Veloso viajou para os Estados Unidos a convite do Figma
Recursos de “raciocínio de agente” do Claude foram o principal alvo (imagem: divulgação)Resumo
Anthropic acusou o Alibaba de invadir seus servidores para extrair dados do Claude.
Em carta enviada ao Congresso dos EUA, a empresa afirma que o objetivo do ataque seria copiar as capacidades da IA para treinar rivais.
A invasão teria ocorrido entre 22 de abril e 5 de junho de 2026, com 25 mil contas falsas criadas para acessar os sistemas da Anthropic.
A Anthropic, startup norte-americana responsável pelo desenvolvimento do Claude, acusou formalmente a gigante chinesa Alibaba de invadir seus servidores para extrair dados. O objetivo da invasão seria copiar as capacidades da IA americana para treinar suas próprias ferramentas, processo que economizaria bilhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento.
A denúncia foi detalhada em uma carta enviada ao Congresso dos Estados Unidos no dia 10 de junho de 2026. A CNBC obteve a carta, assinada pela chefe de políticas da Anthropic, Sarah Heck, que afirma que a operação ocorreu entre os dias 22 de abril e 5 de junho deste ano.
Durante esse período, operadores ligados à companhia chinesa e ao seu laboratório de pesquisa, que desenvolve o modelo de IA Qwen, teriam criado 25 mil contas para acessar os sistemas da Anthropic. Esses perfis falsos geraram mais de 28,8 milhões de interações com o Claude em pouco mais de um mês para extrair o máximo de informações sobre habilidades do modelo de linguagem, prática conhecida como “ataque de destilação”.
Vale lembrar que, no começo da semana passada, o governo dos EUA aplicou uma sanção contra o Fable 5 e o Mythos 5 da Anthropic, impedindo que esses modelos sejam acessados por qualquer cidadão estrangeiro, inclusive dentro do país. A decisão sem precedentes na indústria americana de IA teria sido motivada por segurança nacional, após os sistemas demonstrarem grande capacidade técnica.
O que é um ataque de destilação de IA?
Alibaba desenvolve a família de modelos de IA Qwen (imagem: reprodução/Free Malaysian Today)
Em termos simples, a destilação funciona como um atalho. Em vez de gastar anos e arcar com uma infraestrutura pesada para treinar um modelo do zero, uma empresa mal-intencionada utiliza as respostas e os dados processados por um outro modelo de ponta para “ensinar” o seu próprio sistema, que geralmente é menor e menos capaz.
De acordo com a CNBC, a campanha da Alibaba mirou o “raciocínio de agente” do Claude — a capacidade de agir de forma autônoma para resolver problemas.
Além disso, a empresa teria buscado extrair conhecimentos avançados de engenharia de software e execução de tarefas de longo prazo. A Anthropic classificou a manobra como “o maior ataque de destilação conhecido contra a empresa até o momento”.
Anthropic pede sanções contra países
Na prática, o laboratório concorrente estaria se apropriando de tecnologias americanas. Para combater a atividade, a Anthropic fez três exigências principais ao governo norte-americano.
Mecanismos para facilitar o compartilhamento de dados sobre ameaças;
O fim das brechas legais que ainda permitem a laboratórios chineses adquirir chips dos EUA;
Sanções rigorosas contra nações que patrocinam a violação.
O cenário não é um caso isolado. Em fevereiro deste ano, a própria criadora do Claude revelou campanhas semelhantes, que teriam sido coordenadas pelos laboratórios chineses DeepSeek, Moonshot e MiniMax. A concorrente OpenAI, dona do ChatGPT, também já havia denunciado laboratórios asiáticos por táticas parecidas no passado.
A pressão dessas invasões gerou consequências. Após suspender o acesso aos modelos Fable 5 e Mythos 5, o governo dos EUA decidiu manter a restrição sob a suspeita de que um grupo ligado à China teve acesso à tecnologia. Até o momento, não há previsão oficial para a retomada da comercialização desses sistemas de IA.
The Witcher 3: Wild Hunt (Imagem: Divulgação/CD Projekt RED)
The Witcher 3: Wild Hunt é um RPG de mundo aberto lançado pela CD Projekt RED em maio de 2015 para PlayStation 4, Xbox One e PC (e posteriormente para os consoles de nova geração e Nintendo Switch).
Para desbloquear todos os troféus, é necessário que o jogador finalize a história principal, além de realizar contratos de monstros, missões secundárias e explorar pontos de interesse no mapa.
O jogo disponibiliza também 26 troféus extras divididos entre as DLCs Hearts of Stone e Blood and Wine.
A versão base de The Witcher 3 conta com 52 troféus e conquistas disponíveis. Jogadores de Playstation podem conseguir um troféu extra — a platina — ao completar todos os objetivos.
Troféu ou conquista
Ação ou ocorrência
Lilás e groselha
Encontre Yennefer de Vengerberg
O carniceiro de Blaviken
Assassine pelo menos cinco adversários em menos de dez segundos
Vamos Cozinhar!
Aprenda 12 fórmulas de poções
Na raça
Derrote um adversário no corpo a corpo sem sofrer nenhum dano
Elegância
Mate cinco adversários sem sofrer nenhum dano (exceto toxicidade) e sem usar o Sinal Quen
Rato de biblioteca
Leia trinta livros, diários ou documentos variados
Terapeuta da família
Encontre a esposa e a filha do barão
Ameaça tripla
Mate 3 oponentes em uma luta usando 3 métodos diferentes (espadas, bombas, bestas, Sinais, etc.
Amizade colorida
Conclua a trama secundária da Keira Metz
A plenos pulmões
Conclua o contrato do berrante
Carga explosiva
Colete a fórmula para 6 tipos de bomba diferentes
Amigo é para essas coisas
Encontre e liberte Dandelion
Complô contra a natureza
Mate cinquenta adversários usando o ambiente (por exemplo, com gás do pântano, insetos ou objetos)
Necromante
Ajude Yennefer a extrair informações do corpo de Skjall
Dois é demais
Resolva o problema do dúplice de Novigrad
Mutante
Preencha todos espaços de mutagênicos
Algo mais
Encontre Ciri
Realeza
Conclua a trama secundária da escolha do monarca de Skellige
Bomba, bomba, olha a bomba!
Destrua dez ninhos de monstros usando as bombas
Andarilho
Descubra 100 pontos de viagem rápida
Marionete
Visite Tir ná Lia e convença Ge’els a trair Eredin
Que gracinha!
Atinja o nível do personagem 35
O rei está morto
Derrote Eredin
Passou no Teste
Conclua o jogo em qualquer dificuldade
O caça-vampiros
Conclua o contrato de Sarasti
Do pó ao pó
Conclua o contrato de Therazane
Rapaziada
Traga todos seus possíveis aliados para Kaer Morhen para a batalha contra a Caçada
Amizade dolorida
Conclua o contrato de Morvudd
Encrenqueiro
Derrote Olaf, o campeão de combate sem armas de Skellige
Geralt e Cia.
Vença uma partida de gwent usando apenas cartas neutras
Regicida
Participe do assassinato do rei Radovid
Encrenqueiro de primeira
Complete todas as missões de luta corpo a corpo em Velen, Skellige e Novigrad
Armado e perigoso
Encontre e equipe todos os elementos de um conjunto de equipamentos de bruxo
Apostar tudo
Use três cartas de heróis em uma partida de gwent e ganhe o jogo
Espírito do bosque
Conclua o contrato do espírito do bosque
O que é justo, é justo
Mate dois monstros de um contrato sem usar sinais, poções, mutagênicos, óleos ou bombas
Geralt: bruxo profissional
Conclua todos os contratos de bruxos
A todo gás
Ganhe todas as corridas de cavalo do jogo
Mestre do gwent
Derrote Tybalt e vença o torneio de gwent no Passiflora
Dedetização
Destrua todos os ninhos de monstros na região de Velen / Novigrad, ou em Skellige
Treinado em Kaer Morhen
Contra-ataque dez vezes seguidas sem ser atingido nem bloquear
Poder para dar e vender
Tenha todos os bônus de Locais de Poder ativos ao mesmo tempo
Pode isso, Arnaldo?
Ataque, contra-ataque, lance um sinal e jogue uma bomba em menos de 4 segundos — em qualquer ordem
Superou o Desafio
Termine o jogo no nível de dificuldade “Sangue e Glória!” ou “Marcha da Morte!”
Dendrólogo
Conquiste todas as habilidades de um diagrama
O inimigo do meu inimigo
Use o Sinal Axii para forçar um adversário a matar outro. Repita 20 vezes
Maldade pouca é bobagem…
Faça o gás produzido pelo sonho do dragão pegar fogo com um adversário em chamas. Repita dez vezes
Colecionador de cartas
Adquira todas as cartas de gwent disponíveis na versão base do jogo
Exagero
Faça um adversário sofrer sangramento, envenenamento e queimaduras ao mesmo tempo. Repita dez vezes
Seguiu o Caminho
Termine o jogo no nível de dificuldade “Marcha da Morte!”
Sai de baixo
Assassine dez adversários derrubando-os de um lugar alto com o Sinal Aard
Atirador de elite
Mate 50 oponentes humanoides acertando-os na cabeça com um virote de besta
O limite das possibilidades (Exclusivo Playstation)
Colete todos os troféus
The Witcher 3: DLC Hearts of Stone (Imagem: Divulgação/CD Projekt RED)
Troféus e conquistas da DLC Hearts of Stone de The Witcher 3
Hearts of Stone adiciona 13 troféus extras a The Witcher 3. A DLC foi a primeira expansão de conteúdo que o game recebeu, lançada oficialmente em outubro de 2015.
Troféu ou conquista
Ação ou ocorrência
Não vou beijar isso
Mate o príncipe transformado em sapo
Pacta Sunt Servanda
Termine a expansão “Hearts of Stone”
Mó estiloso, mano!
Escorregue ladeira abaixo ininterruptamente por 10 segundos
Curador de pesadelos
Recrie todos os pesadelos de Iris no Mundo Pintado
Que os bons tempos continuem!
Participe em todas as atividades do casamento
Viciado em compras
Compre todos os itens leiloados na casa de leilão dos Borsodis
Rosa selvagem sem espinhos
Derrote todos os cavaleiros decaídos e saqueie seus acampamentos
Mandou ver
Vença uma partida de gwent com uma força total de, pelo menos, 187
Bovinocida
Mate 20 vacas
Posso largar quando quiser
Esteja sob o efeito de sete poções ou elixires ao mesmo tempo
Retornar ao remetente
Mate 3 oponentes com suas próprias flechas
Quando são muitos contra um…
Provoque todos os pesadelos de Iris von Everec, lute contra todos ao mesmo tempo e os derrote
Vestia ofieri bem antes de estar na moda
Colete todas as armaduras e equipamentos ofieri para cavalo, e pelo menos uma espada ofieri
The Witcher 3: DLC Blood and Wine (Imagem: Divulgação/CD Projekt RED)
Troféus e conquistas da DLC Blood and Wine de The Witcher 3
A DLC Blood and Wine adiciona outros 13 troféus extras ao jogo. A expansão foi lançada pela CD Projekt RED em maio de 2016.
Troféu ou conquista
Ação ou ocorrência
O bruxo está à solta
Viaje ao ducado de Toussaint
A arma “B”
Desenvolva uma mutação
O último grande herói
Seja condecorado com a Ordem de Vitis Vinifera
Brincando de casinha
Use todas as opções disponíveis para desenvolver Corvo Bianco
A encarnação das cinco virtudes
Receba Aerondight da Dama do Lago
Campeão dos campeões
Obtenha uma vitória impecável em todas as competições durante o torneio dos cavaleiros
Colhendo as vinhas da ira
Ajude a unir os vinhedos em guerra e tenha um vinho batizado em sua homenagem
Não deixar pedra sobre pedra
Encontre todos os diagramas de grão-mestre de cada escola de bruxo
Vestido para matar
Desbloqueie o bônus por equipar todos os elementos do equipamento de bruxo de uma Escola
Quanto mais gwent melhor
Colete todas as cartas do baralho de Skellige
Davi e Golyat
Mate Golyat com um virote de besta no olho
Freguês do xadrez
Cumpra pena em Toussaint
Hasta la Vista
Mate um adversário congelado com um virote de besta
Quanto tempo leva para platinar The Witcher 3?
São necessárias 168 horas de jogo, em média, para platinar The Witcher 3, de acordo com o HowLongToBeat. É possível completar 100% das DLCs Hearts of Stone e Blood and Wine com 18h e 40 horas de campanha, respectivamente.
Demanda por memória faz Micron superar Tesla e Meta em valor de mercado (imagem: reprodução/Micron)Resumo
Micron Technology alcançou valor de mercado de US$ 1,398 trilhão, superando Meta Tesla por um breve momento;
empresa é uma das maiores fabricantes de semicondutores do mundo, sendo especializada em memórias RAM e módulos de armazenamento Flash;
companhia registrou crescimento acelerado e atingiu patamar histórico em decorrência da alta procura por memórias para IA.
A demanda por chips de memória segue em níveis estratosféricos, tanto que esse cenário ajudou a Micron Technology a alcançar, nesta quinta-feira (25/06), um valor de mercado superior ao das líderes Testa e Meta. Falamos de um montante que bateu US$ 1,398 trilhão, algo próximo de R$ 7,26 trilhões na conversão direta.
Isso foi efeito de uma valorização de 18,4% nas ações da Micron, de acordo com a Reuters. Quando o US$ 1,398 trilhão foi alcançado, a Meta tinha valor de mercado de US$ 1,392 trilhão, sendo, portanto, superada. Por um breve momento, a Tesla também foi superada, mas voltou rapidamente a assumir a liderança do ranking.
Quando esta nota foi publicada, o valor de mercado da Micron tinha recuado para US$ 1,37 trilhão, com a Meta estando com US$ 1,393 trilhão e, a Tesla, com US$ 1,4 trilhão. Apesar de já ter deixado a liderança, o desempenho da Micron é notável.
Por que a Micron ganhou tanto valor de mercado?
A Micron é uma das maiores empresas de semicondutores do mundo, sendo especializada em memórias RAM e módulos de armazenamento Flash, dois segmentos de produtos que estão com demandas elevadas no mercado em razão do crescimento acelerado de aplicações de inteligência artificial que, como tal, exigem ampliação ou construção de data centers.
Módulo de memória UFS da Micron (imagem: reprodução/Micron)
Se a demanda aumenta de modo expressivo, os preços acompanham esse movimento. Isso explica a procura crescente pelas ações da Micron. No momento da publicação desta notícia, cada ação da empresa estava sendo negociada a US$ 1.225 na Nasdaq.
Gmail agora permite troca de endereço no Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Google liberou no Brasil a opção de mudar o endereço principal do Gmail sem criar uma nova conta.
Mudança permite que o usuário troque o nome antes do @gmail.com e mantenha os dados da conta.
O endereço antigo continua funcionando como um endereço alternativo vinculado à conta do Google.
O Google começou a liberar no Brasil a opção de mudar o endereço principal do Gmail sem precisar criar uma nova conta. Com o recurso, o usuário pode trocar o nome que aparece antes do @gmail.com, mantendo a mesma Conta do Google, os dados dela e o histórico de uso.
A novidade pode ser útil para quem criou um e-mail antigo, quer corrigir um nome pouco profissional ou precisa atualizar a conta sem refazer cadastros do zero. Antes, a alternativa mais comum era criar outro Gmail e migrar manualmente contatos, serviços e assinaturas.
Gmail já permite alteração de e-mail da Conta do Google (imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
Como mudar o endereço do Gmail?
A alteração pode ser feita pelas configurações da Conta do Google no aplicativo do Gmail:
Abra o app do Gmail e toque no ícone de perfil;
Selecione “Gerenciar sua Conta do Google”;
Acesse a aba “Informações pessoais”;
Entre em “E-mail”;
Clique em “E-mail da Conta do Google”;
Toque em “Alterar o e-mail da Conta do Google”;
Digite o novo endereço desejado.
Endereço antigo continua funcionando
Endereço antigo continuará valendo para receber e enviar mensagens (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A troca não apaga o endereço anterior, que continuará funcionando como um endereço anternativo vinculado à conta do Google. Ou seja, mensagens enviadas para o Gmail antigo ainda chegam à mesma caixa de entrada.
Dessa forma, caso o endereço antigo esteja vinculado em redes sociais e outros serviços, e-mails de verificação, mensagens promocionais e outras mensagens devem continuar chegando. Importante frisar que, nesses casos, o usuário precisará atualizar manualmente as credenciais de login em cada site, app e serviço que usam o Gmail antigo.
O endereço antigo pode ser usado como opção de recuperação da conta em caso de perda de senha ou bloqueio de acesso, e o usuário também poderá continuar enviando e-mails pelo endereço anterior, se quiser.
Google impõe limites para a troca
A mudança de endereço, no entanto, não poderá ser feita sem algumas restrições:
Cada usuário só poderá escolher um novo endereço a cada 12 meses.
Haverá um limite de três novos nomes de usuário por conta ao longo do tempo.
É possível voltar ao endereço anterior, em caso de arrependimento, mas a reversão bloqueia a escolha de um novo e-mail por 30 dias.
O nome antigo não ficará disponível para criar uma nova Conta do Google. Ele permanece reservado e vinculado ao titular original.
Dentre os principais destaques da ficha técnica, estão o processador da Qualcomm, a tela POLED brilhante e fluida, e as três câmeras de 50 MP.
Motorola Edge 70 tem chip Snapdragon e 3 câmeras de 50 MP
Motorola Edge 70 (Foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O processador Snapdragon 7 Gen 4, aliado à RAM de 8 GB expansível até 24 GB via tecnologia de RAM Boost, garante boa fluidez durante a multitarefa e executa aplicativos e jogos com estabilidade. O armazenamento UFS 3.1 acelera a abertura dos apps e reduz o tempo de carregamento, contribuindo para uma experiência de uso mais ágil.
O conjunto de câmeras do celular reúne sensor principal de 50 MP com estabilização óptica e ultrawide de 50 MP com campo de visão de 120°. Assim, o smartphone é capaz de entregar versatilidade e boas imagens e vídeos para edição e impressão. Já a câmera frontal de 50 MP permite registrar selfies detalhadas e gravar vídeos em até 4K.
A tela POLED de 6,7 polegadas combina taxa de atualização de 120 Hz com brilho de até 4.500 nits. O resultado é uma navegação mais fluida e melhor visibilidade em ambientes externos, além de favorecer a reprodução de vídeos e jogos com imagens mais nítidas e cores intensas.
Motorola Edge 70 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O Edge 70 5G (por R$ 1.866,50 com o cupom na página na oferta histórica) oferece suporte a Wi-Fi 6E, Bluetooth 5.4, NFC e redes 5G, garantindo compatibilidade com padrões atuais de conectividade. O celular sai de fábrica com Android 16 e receberá três atualizações de sistema operacional, segundo a política padrão da empresa.
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iPad Air é o modelo intermediário da Apple (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Definir qual o melhor iPad exige analisar as especificações técnicas de cada versão. É importante verificar o modelo do processador (linhas A ou M), a compatibilidade com as versões do Apple Pencil e o suporte aos recursos de inteligência artificial da marca, fatores que determinam a vida útil do dispositivo.
Leve e potente, ideal para jogos e criatividade com Apple Pencil Pro e gravação em 4K.
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Se você precisa de um tablet para edição de vídeo, renderização ou projetos gráficos deve focar no iPad Pro. Já quem busca um aparelho para leitura, anotações de estudo e navegação pode achar o iPad 11 e o iPad Air ideais, pelo melhor custo-benefício.
A seguir, o Tecnoblog detalha os principais modelos de iPad do mercado, apresentando os prós e contras de cada um deles. Confira a lista antes de decidir qual atende às suas necessidades.
O iPad Air lançado em 2026 é a opção intermediária da Apple e tem o melhor custo-benefício em 2026. Equipado com o chip M4, o mesmo dos MacBook Air e iPad Pro anteriores, ele apresenta uma folga considerável de processamento em relação ao modelo de entrada (iPad 11).
Na prática, o hardware executa edições de vídeo e multitarefas pesadas sem travamentos, sendo ideal para estudantes e criadores de conteúdo.
O iPad Air tem opções de tela de 11 e 13 polegadas com tecnologia Liquid Retina, mantendo a taxa de atualização em 60 Hz, servindo como alternativa para quem precisa de potência sem pagar o preço da linha Pro.
O iPad 11 é um tablet de entrada da Apple lançado em 2025, indicado para quem busca uma opção com preço acessível. Seu destaque vai para a tela grande de 11 polegadas, confortável para leitura e escrita, e para o design moderno, com opções variadas de cores.
A compatibilidade com o Apple Pencil é limitada à primeira geração e ao Apple Pencil (USB-C) — ambos vendidos separadamente.
Além disso, o modelo traz um chip A16 Bionic, o mesmo presente nos iPhones 14 Pro, 14 Pro Max, 15 e 15 Plus, e por isso não é compatível com o Apple Intelligence, a suíte de IA da Apple. Ainda assim, o iPad 11 deve rodar de forma fluida aplicativos de redes sociais, streaming e produtividade.
O iPad Pro (2025) é voltado ao público profissional, com o processador M5 — o chip mais potente da Apple. Ele é capaz de renderização 3D, edição de vídeo e desenvolvimento de software. Desse modo, o tablet pode funcionar como um substituto para o seu desktop.
Todos os modelos de Apple Pencil funcionam com o iPad Pro, e o dispositivo também é compatível com monitores externos 4K, 5K e 6K. Além disso, ao ativar o Stage Manager, é possível organizar a área de trabalho para lidar melhor com multitarefa.
Outro diferencial é a tela Ultra Retina XDR com tecnologia OLED e taxa de atualização ProMotion de 120 Hz, para máxima fidelidade visual.
iPad Mini (A17 Pro, 2024): para leitura e mobilidade
O iPad Mini lançado em 2024 é a alternativa da Apple para quem busca portabilidade. O tablet é equipado com o chip A17 Pro, apresentado em 2023 na linha iPhone 15 Pro.
É um processador de geração anterior, mas que ainda apresenta desempenho acima do chip presente no modelo básico — além do suporte ao Apple Intelligence.
Sua tela Liquid Retina tem 8,3 polegadas, resolução de 2266 x 1488 pixels e 60 Hz de taxa de atualização. Ele não apresenta suporte ao teclado da Apple, então pode ser útil para consumo de mídia, leitura e reprodução de jogos.
Como escolher o melhor iPad em 2026?
A escolha do melhor iPad depende do seu orçamento e da forma como você pretende usar o tablet. Os principais pontos a se considerar são:
Processador: define o desempenho do iPad. Usuários comuns podem ficar satisfeitos com processadores da linha A, enquanto profissionais e consumidores mais exigentes devem optar por modelos com chip M.
Tela: modelos mais caros têm tela OLED, que oferece maior contraste e cores mais vivas; além disso, opte por um iPad com taxa de atualização de 120 Hz caso necessite de maior fluidez gráfica.
Acessórios compatíveis: para expandir a experiência de uso, verifique a compatibilidade do iPad desejado com acessórios oficiais, incluindo a geração do Apple Pencil, suporte ao Magic Keyboard e nível de compatibilidade com monitores externos.
Recursos: todos os iPads rodam o iPadOS, o sistema operacional da Apple para tablets, mas os recursos do sistema variam conforme o processador. Usuários avançados devem buscar suporte a funções como Stage Manager e ao Apple Intelligence.
Qual é a diferença entre o iPad e as versões Pro, Mini e Air?
As diferenças entre as linhas de iPad variam entre tela, processamento, acessórios compatíveis e recursos disponíveis, o que reflete do preço de cada produto.
iPad 11– o iPad mais barato: indicado para quem deseja um tablet da Apple mais acessível para tarefas do dia a dia, como: navegar na internet, assistir a vídeos e séries, estudar, ler documentos e PDFs, utilizar aplicativos de produtividade. É a melhor opção para quem quer entrar no ecossistema da Apple sem pagar por recursos avançados.
iPad Air – o melhor custo-benefício: recomendado para usuários que precisam de mais potência para trabalho, estudos e criação de conteúdo. Ele traz bom desempenho e melhor experiência em multitarefa sem custar tanto como a linha Pro. É o modelo mais equilibrado da linha para a maioria dos usuários.
iPad Mini – foco em portabilidade: combina alto desempenho com um formato compacto. É um tablet é ideal para leitura de livros e PDFs, anotações rápidas, viagens, uso em deslocamentos, transporte em bolsas pequenas. Seu principal diferencial é a mobilidade, já que ocupa menos espaço e pesa menos que os demais modelos.
iPad Pro – máximo desempenho: o iPad Pro é o tablet mais avançado da Apple e atende usuários que precisam de recursos profissionais. Os destaques do modelo incluem: chip mais potente da linha, tela de alta qualidade, melhor suporte a acessórios, excelência para edição de vídeo e foto. Por outro lado, também é o iPad mais caro disponível no mercado.
Nenhum. É necessário comprar o Apple Pencil separadamente para usar a caneta em um iPad.
Vale a pena comprar o Apple Pencil?
O Apple Pencil vale a pena para usuários que desejam usar o tablet como um caderno, para anotações. A versão de entrada (Apple Pencil com USB-C) tende a ser a mais vantajosa nesse caso, por custar menos.
Já profissionais encontram recursos avançados no Apple Pencil Pro, como detecção de aperto para abrir o menu de ferramentas, feedback tátil e maior precisão para desenhos com detecção de inclinação e pressão, além de pareamento e recarga magnéticos.
O Galaxy Watch Ultra LTE de 47 mm está saindo por R$ 1.567 no Pix com cupom MELIOFF no Mercado Livre. A melhor oferta já vista pelo Achados oferece o smartwatch da Samsung com tela AMOLED, corpo de titânio e sensor BioActive com desconto generoso de 69% sobre o preço original de R$ 4.999.
Galaxy Watch Ultra tem tela AMOLED e sensor BioActive
A tela Super AMOLED de 1,5 polegada do Galaxy Watch Ultra com brilho de até 3.000 nits permite reproduzir imagens nítidas e com cores vivas, além de garantir a visibilidade em qualquer ambiente. Aliada adicionalmente ao modo noturno, permite visualizar informações no painel em ambientes escuros.
O sensor principal BioActive e os auxiliares suportam várias atividades esportivas e oferecem recursos avançados para quem busca mais qualidade de vida e ficar de olho na saúde, como eletrocardiograma (ECG), medidores do sono, do ciclo menstrual e da oxigenação do sangue.
Graças à conectividade 4G/LTE, este gadget pode fazer a diferença em situações críticas: no caso de uma emergência médica, pode ligar para contatos e números pré-programados sem depender de um celular, além de acionar uma sirene que pode ser ouvida a até 180 m de distância, segundo a Samsung.
O corpo de titânio de 47 mm do Galaxy Watch Ultra traz o vidro Cristal de Safira, que protege a tela em acidentes, enquanto as certificações IP68 e militar MIL-STD-810H conferem resistência a mergulhos de até 10 m de profundidade, permitindo seu uso em esportes aquáticos.
O chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 64 GB de espaço interno permitem a instalação e execução local de apps. Sua bateria de 590 mAh resiste até 100 horas de uso no modo economia de energia ou 48 horas com o GPS ligado segundo a fabricante, permitindo que o wearable seja usado por bastante tempo sem recarregar.
O Galaxy Watch Ultra LTE de 47 mm (R$ 1.567 no Pix com cupom MELIOFF) suporta GPS multibanda e é capaz de determinar a posição exata do usuário em tempo real. Não perca essa oferta inédita com desconto de 69%, o maior já visto pelo Achados.
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Galaxy Watch Ultra LTE (47 mm) tem tela AMOLED e sensor BioActive; melhor oferta que já vimos traz smartwatch da Samsung com desconto de 69% no Pix com cupom
O Galaxy S25 Edge de 512 GB está saindo por R$ 4.074 no Pix com cupom de R$ 250 OFF disponível na página do Mercado Livre. O celular fininho da Samsung com chip Snapdragon de ponta e câmera principal de 200 MP atinge o menor preço desde janeiro de 2026, segundo histórico do Zoom, com desconto de 58% sobre o original de R$ 9.799.
Galaxy S25 Edge tem corpo fino, chip Snapdragon e câmera de 200 MP
O Galaxy S25 Edge é o celular premium da Samsung mais fino já lançado, com um corpo de titânio de apenas 5,8 mm de espessura. O design é reforçado pelos vidros Gorilla Glass Victus 2 na traseira e Ceramic 2 sobre a tela, resistentes a riscos e arranhões. Além disso, a certificação IP68 inclusa confere proteção contra água e poeira.
A tela LTPO AMOLED 2X de 6,7″ possui suporte a HDR10+ e taxa de 120 Hz, reproduzindo imagens com alta qualidade de cores e fluidez. O pico de brilho de até 2.600 nits garante ao usuário visibilidade das informações em qualquer lugar.
O chip Snapdragon 8 Elite e os 12 GB de RAM garantem performance de ponta ao rodar apps exigentes e soluções do Galaxy AI. Para quem gosta de guardar muitas fotos e vídeos, os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno de sobra.
Câmeras do Galaxy S25 Edge incluem wide de 200 MP e ultrawide de 12 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O kit principal de câmeras do S25 Edge, que filma em 8K, inclui uma wide potente de 200 MP com OIS e uma ultrawide de 12 MP, que captam belas e amplas cenas. Enquanto a frontal também de 12 MP tira ótimas selfies além de filmar em 4K a 60 fps.
Sua bateria de 3.900 mAh resiste até 24 horas segundo a fabricante, suporta carregamento rápido de 25 W via USB-C e de 15 W sem fio.
O Galaxy S25 Edge de 512 GB (R$ 4.074 no Pix com cupom de R$ 250 OFF), que será atualizado até o Android 22, possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC. Não perca essa oferta imperdível com 58% de desconto, a melhor já divulgada pelo Achados.
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Galaxy S25 Edge (512 GB) com chip Snapgradon de ponta e câmera de 200 MP aparece em melhor promoção vista há meses, com desconto de 58% no Pix com cupom
O Edge 60 Neo de 256 GB está saindo por R$ 1.664 no Pix com cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O celular da Motorola com câmera wide de 50 MP Sony Lytia e bateria de 5.200 mAh atinge o menor preço já visto pelo Achados com desconto de 52% sobre o preço original de R$ 3.499.
Motorola Edge 60 Neo tem câmera Sony de 50 MP e bateria ampla
Câmera wide do Edge 60 Neo usa sensor Sony Lytia 700C de 50 MP (imagem: Divulgação/Motorola)
O Edge 70 Neo possui uma câmera wide com sensor Sony Lytia 700C de 50 MP e OIS que elimina fotos tremidas. O kit inclui ultrawide de 13 MP e até uma lente telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x para registros com mais detalhes. A frontal de 32 MP tira ótimas selfies, e todas filmam em 4K.
Outro destaque é a bateria de 5.000 mAh, que resiste até 44 horas de uso moderado segundo a Motorola. Ela suporta carregamento sem fio de 15 W e via USB-C de 68 W, podendo injetar uma carga para o dia inteiro em apenas 7 minutos, sendo excelente para quem possui uma rotina corrida e pouco tempo para carregar.
Sua tela POLED de 6,36″ reproduz imagens com alta qualidade e cores fiéis, além da taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits entregarem ótima fluidez e visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.
Motorola Edge 60 Neo traz certificações militar MIL-STD-810H, IP68 e IP69 (imagem: Divulgação/Motorola)
O chip MediaTek Dimensity 7400 e os até 24 GB de RAM via RAM Boost garantem ao gadget potência para rodar apps em multitarefa e recursos de IA. Já os 256 GB de armazenamento entregam espaço interno razoável para guardar fotos e vídeos.
O dispositivo possui certificações militar MIL-STD-810H e IP68/IP69, que conferem ao corpo resistência em vários cenários, como mergulhos acidentais, poeira e altas temperaturas.
Edição física do jogo inclui apenas código de download (imagem: divulgação/Rockstar)Resumo
A Rockstar Games anunciou que o jogo Grand Theft Auto VI (GTA 6) será lançado em 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S, com preço de R$ 449,90 para a edição padrão no Brasil.
A edição física do jogo não incluirá disco, mas sim um código de download para resgatar nas lojas virtuais da Sony e Microsoft, medida adotada para evitar vazamentos antecipados.
A Rockstar oferece uma edição Ultimate por R$ 549,90, com conteúdos adicionais como o Pacote Vintage Vice City e um mês de assinatura gratuita do serviço GTA Plus.
A Rockstar Games encerrou o mistério em torno do jogo mais aguardado do ano: Grand Theft Auto VI (GTA 6) será lançado globalmente no dia 19 de novembro de 2026 para PlayStation 5 e Xbox Series X/S. A edição padrão (Standard) chega ao Brasil custando R$ 449,90. O anúncio ocorreu na virada de terça para quarta-feira (24).
Um detalhe que chamou a atenção foi uma mudança na distribuição. O estúdio confirmou que as edições físicas de GTA 6 não incluirão a mídia em Blu-ray. Em vez do disco tradicional, os compradores encontrarão dentro do encarte um código impresso que deverá ser resgatado nas lojas virtuais da Sony e da Microsoft.
Para garantir que nenhum jogador seja prejudicado no dia da estreia, a distribuidora elaborou um calendário de entregas diferenciado. O envio das caixas de GTA 6 para o varejo e consumidores começará no dia 12 de novembro, uma semana antes do lançamento. Esse intervalo foi planejado para que os usuários realizem o pre-load (o download dos arquivos de instalação) com antecedência e iniciem a campanha assim que os servidores da Rockstar liberarem o acesso.
Por que a edição física não virá com disco?
A decisão foi tomada para impedir vazamentos antecipados. Uma ocorrência comum na indústria de games são lotes de cópias físicas que chegam aos estoques de lojistas semanas antes da data oficial de comercialização, permitindo que funcionários e clientes com acesso privilegiado joguem os títulos antes da hora e publiquem imagens não autorizadas na internet.
Ao atrelar o produto a um código digital que depende da validação de um servidor, a Rockstar Games elimina a possibilidade de o título ser executado antes de 19 de novembro. Por enquanto, a desenvolvedora não confirmou se pretende fabricar discos físicos após essa janela inicial de lançamento.
Rockstar adota embalagens sem mídia para evitar vazamentos (imagem: divulgação/Rockstar)
O que vem na edição mais cara de GTA 6?
A pré-venda oficial de GTA 6 já está valendo. Os consumidores que buscam o pacote completo têm à disposição a edição definitiva, batizada de Ultimate Edition, comercializada no Brasil por R$ 549,90 (US$ 99,99 nos Estados Unidos). O salto nos valores reflete uma tendência de encarecimento nos custos de desenvolvimento.
Para impulsionar as reservas nos meses que antecedem o lançamento, a Rockstar preparou incentivos para os compradores das duas edições, como o Pacote Vintage Vice City, com conteúdos clássicos do GTA: Vice City de 2002. As reservas incluem, ainda, um mês de assinatura gratuita do serviço GTA Plus. Já a Ultimate oferece vantagens extras desbloqueadas durante a progressão da história, como novos veículos, arsenal expandido, roupas, tatuagens e passe livre para lojas exclusivas no mapa.
Pré-venda garante itens nostálgicos do clássico GTA: Vice City (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
Cuidado com o falso GTA 6 para PC
Chegando mais de dez anos após GTA V e tendo passado por vários adiamentos, o título protagonizado pela dupla Jason e Lucia no estado fictício de Leonida, em Vice City, desponta como o maior lançamento do ano no mundo dos games. Por conta do alto volume de interesse, especialistas reforçam alertas de segurança.
Como GTA 6 foi confirmado primeiro para as plataformas PlayStation e Xbox, cibercriminosos estão explorando a desinformação com instaladores falsos de GTA 6 para PC distribuídos em fóruns e redes sociais. A isca contém malwares e potencial para roubar dados dos usuários. A recomendação é ignorar qualquer link de download paralelo e realizar a compra do jogo apenas por lojas oficiais.
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Novo painel de widgets do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Windows 11 terá atualização que tornará widgets menos intrusivos em breve;
Microsoft desativará abertura automática do painel de widgets ao passar o cursor do mouse; usuário poderá escolher ocultar o feed de notícias do MSN;
nova abordagem será implementada nos próximos dias, junto com as atualizações opcionais de junho ou com o Patch Tuesday de julho de 2026.
O Windows 11 vai receber algumas novidades interessantes nas próximas semanas. Entre elas estão ajustes que tornarão os widgets do sistema operacional menos inconvenientes ou intrusivos, de modo que eles deixem de te distrair ou de fazer você perder tempo.
É uma mudança mais importante do que parece. Para grande parte dos usuários do Windows 11, os widgets tornaram-se irrelevantes ou inconvenientes porque, por padrão, são exibidos em uma tela que surge quando você passa o cursor do mouse em um ponto à esquerda da Barra de Tarefas.
Note que os widgets, por si só, não são inúteis. Eles podem exibir informações sobre previsão do tempo ou cotação de moedas estrangeiras, por exemplo.
O problema é que a abordagem implementada no Windows 11 é estranha: a ativação com a passagem do cursor do mouse muitas vezes não é intencional, ocorrendo quando você tenta acessar outro recurso. Além disso, o painel de widgets exibe muitas informações, podendo até afetar o desempenho do sistema por alguns instantes.
O que muda nos widgets do Windows 11?
Para começar, o painel de widgets não irá mais abrir automaticamente quando você passar o cursor do mouse sobre ele. Será preciso clicar no ícone do painel para que ele seja exibido.
Além disso, na abordagem atual, os widgets aparecem ao lado de chamadas para notícias, que ocupam grande parte do painel. Com a atualização, você terá a opção de fazer o painel exibir notícias (feed do MSN) com widgets, que podem ser completamente desativadas, ou somente widgets.
Veja a diferença nas capturas de tela abaixo. A primeira vem de um computador ainda não atualizado. A segunda vem de um PC que já conta com a nova abordagem.
Painel de widgets anterior do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Painel de widgets reformulado no Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Para completar, a tela de bloqueio do Windows 11 exibirá apenas o widget de previsão do tempo, pelo menos para novos usuários. Na abordagem atual, essa tela mostra vários cards com informações que, muitas vezes, não interessam ao usuário.
Mas, sim, é possível desativar a função de widgets se você não gostar dela mesmo após a reformulação.
Quando a nova abordagem de widgets chegará ao Windows 11?
De acordo com o Windows Latest, nos próximos dias, junto com as atualizações opcionais de junho ou com o Patch Tuesday de julho, que é obrigatório. Ainda de acordo com o veículo, a atualização trará outras novidades, incluindo um modo que permite pausar atualizações do Windows 11 por tempo indeterminado e ajustes que deixam conexões Bluetooth mais confiáveis. Fiquemos de olho.
MacBook Neo ficou mais caro no país (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)Resumo
Apple reajustou os preços de produtos no Brasil, como MacBook Neo, Air com chip M5 e novos iPads.
O MacBook Pro com chip M5 de 16 polegadas é um dos produtos que teve maior aumento de preço.
O CEO da Apple, Tim Cook, havia sinalizado que os preços subiriam devido ao aumento dos custos de memória e armazenamento.
A Apple reajustou os preços de parte de sua linha de produtos no Brasil. A alta ocorre no mundo todo e, por aqui, atinge as linhas mais recentes de Macs, iMacs, MacBooks e iPads, ao menos por enquanto. O MacBook Pro com chip M5 foi um dos mais afetados e ficou até R$ 5 mil mais caro.
Há poucos dias, o CEO Tim Cook já havia sinalizado que os preços subiriam, classificando o reajuste como “inevitável”. Segundo o executivo, a alta está ligada ao aumento dos custos de memória e armazenamento, pressionados pela forte demanda de IA. A escassez já afeta outras empresas do setor de tecnologia, com reflexos nos preços de PCs, consoles, smartphones e outros eletrônicos.
Os ajustes ocorreram após a Apple Store ter ficado temporariamente indisponível na manhã desta quinta-feira (25/06). A loja online voltou a funcionar já com os novos preços. Até o momento, iPhones e AirPods não foram afetados.
Quais os novos valores?
O MacBook Neo na versão de entrada, que custava R$ 7.299, deixou de ser vendido por esse preço, e o modelo mais barato agora sai por R$ 8.499 com 256 GB de armazenamento. Já a versão com 512 GB e Touch ID passa a custar R$ 9.699.
O mesmo com o MacBook Air com chip M5 de 13 polegadas. O modelo não tem mais a opção de R$ 13.999, começando a ser vendido por R$ 15.999. Já a versão de 15 polegadas ganhou um novo preço: R$ 17.999.
O preço inicial do iPad Air de 11 polegadas subiu de R$ 7.499 para R$ 9.999, enquanto o iPad Air de 13 polegadas passa a ter preço sugerido de R$ 12.999.
Além disso, outras versões de produtos tiveram alteração nos preços, incluindo o MacBook Pro — com um dos maiores aumentos — e o iMac.
Confira a tabela com as alterações
Produto
Preço anterior
Preço novo
MacBook Neo 256 GB
R$ 7.299
R$ 8.499
MacBook Neo 512 GB
R$ 8.499
R$ 9.699
MacBook Air M5 13″
R$ 13.999
R$ 15.999
MacBook Air M5 15″
R$ 15.999
R$ 17.999
MacBook Pro M5 14″
R$ 20.999
R$ 24.999
MacBook Pro M5 Pro 14″
R$ 26.999
R$ 30.999
MacBook Pro M5 Max 14″
R$ 44.999
R$ 49.999
MacBook Pro M5 Pro 16″
R$ 33.999
R$ 37.999
MacBook Pro M5 Max 16″
R$ 47.999
R$ 53.999
Mac Mini M4
R$ 9.899 (512 GB)
R$ 9.499 (preço caiu, mas armazenamento foi reduzido para 256 GB)
O iPhone Air de 256 GB está saindo por R$ 6.079 no Pix com cupons R$ 300 OFF e R$ 100 OFF disponíveis na página da Amazon. O celular fininho da Apple baixou mais em relação à oferta desta quarta-feira (24) e atinge novo menor preço divulgado pelo Achados, com desconto de 42% sobre o original de R$ 10.499. Mas a oferta é válida apenas para o modelo de cor Dourado-claro.
iPhone Air é celular fininho com chip A19 Pro e câmera de 48 MP
iPhone Air é o celular mais fino da Apple (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air chama a atenção para seu corpo fino de apenas 5,64 mm de espessura que mantém a performance estelar da linha Apple 2025. O chip A19 Pro e os 12 GB de RAM permitem rodar apps e games pesados em multitarefa, já os 256 GB de armazenamento garantem espaço suficiente para guardar fotos e documentos.
Sua câmera wide de 48 MP com OIS capta cenas amplas com alta qualidade, enquanto a frontal Center Stage de 18 MP tira ótimas selfies no modo Paisagem, mesmo com o celular na posição em pé. Ambas filmam em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.
A tela Super Retina XDR OLED de 6,5″ traz ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores vivas com fluidez na transição de imagens, além de visibilidade em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege o display contra acidentes.
Tela OLED do iPhone Air possui ProMotion de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Este celular suporta 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0 e NFC. Sua bateria de 3.149 mAh resiste a um dia de uso moderado, é compatível com MagSafe e recebe uma carga de 50% em 30 minutos via USB-C, segundo a Apple.
O iPhone Air de 256 GB (R$ 6.179 no Pix com os cupons OFF300 e R$ 100 OFF) tem corpo de titânio reforçado pela certificação IP68, que confere resistência contra poeira e mergulhos acidentais. O gadget roda iOS 26 e deve receber cinco atualizações do sistema operacional.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Ex-CEO Bob Iger diz que Disney e Apple quase se juntaram (imagem: divulgação/Disney)Resumo
O ex-CEO da Disney, Bob Iger, revelou que a empresa considerou se juntar à Apple e comprar o Twitter.
Disney e a Apple discutiram uma possível junção por volta de 2006, mas a Apple não demonstrou interesse.
A aquisição do Twitter não ocorreu porque Iger temia que fosse uma distração para a empresa.
Disney e Apple poderiam ter se juntado no passado, segundo o próprio ex-CEO da gigante do ramo do entretenimento, Bob Iger. Ele deixou a empresa em março de 2026 e aproveitou uma entrevista para revelar algumas possibilidades de negócio que acabaram não indo para frente. Iger revelou ainda que a Disney considerou a aquisição do Twitter em uma tentativa de ingressar no mercado de tecnologia.
Em 2019, o ex-CEO já havia afirmado que acreditava numa junção de Disney e Apple caso Steve Jobs ainda estivesse vivo. Na ocasião, ele afirmou que as empresas se aproximaram em torno de 2006, após a aquisição da Pixar por parte da Disney.
Disney chegou perto de comprar o Twitter (imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Se a ideia de juntar Disney e Apple ficou apenas nas intenções de bastidores, o acordo para aquisição do Twitter quase aconteceu. O momento foi propício: logo após as compras de Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox, ou seja, no momento em que a empresa dominava o mercado de entretenimento. O próximo passo seria justamente investir em tecnologia com a rede social, que ainda tinha Jack Dorsey como CEO.
O motivo pelo qual o negócio não saiu entre Disney e Twitter foi um receio do próprio Iger de que o movimento seria uma potencial “distração” para a empresa. Pouco depois, Elon Musk adquiriu a plataforma, hoje chamada de X.
Com relação à Apple, Iger apenas confirmou sua intenção e lamentou o desinteresse da Maçã. Ele afirma que houveram, sim, algumas conversas entre as duas empresas, e que a junção seria “transformadora e igualitária”, mas faltou o devido interesse por parte da Apple.
De qualquer forma, como o ex-CEO da Disney já havia declarado, sua boa relação com Steve Jobs poderia ter feito diferença num possível acordo.
Entenda como o Projeto Stargate colabora com a evolução da IA (imagem: Divulgação/OpenAI)
O Projeto Stargate é uma iniciativa focada na expansão da infraestrutura de supercomputação nos EUA. O objetivo é criar uma rede massiva de data centers para fornecer o poder de processamento bruto para o treinamento de modelos avançados de inteligência artificial.
O empreendimento opera como um consórcio empresarial, onde a OpenAI lidera a gestão operacional, enquanto o SoftBank assume a responsabilidade financeira. A infraestrutura física conta com o conhecimento da Oracle e o fornecimento de hardware pela NVIDIA.
A seguir, conheça com mais detalhes o Projeto Stargate e como ele pode contribuir para o desenvolvimento da Inteligência Artificial Geral (AGI). Também descubra onde serão construídos os conjuntos de data centers.
O Projeto Stargate é uma iniciativa liderada pela OpenAI com foco na expansão de data centers de alta capacidade nos Estados Unidos. O objetivo da superestrutura é ampliar o processamento de dados necessário para treinar modelos avançados de inteligência artificial, garantindo a liderança estratégica e a segurança tecnológica global.
Qual é a finalidade do Projeto Stargate?
O Projeto Stargate foca em expandir a infraestrutura de supercomputação nos EUA para dar suporte aos modelos de inteligência artificial da OpenAI. A mega-infraestrutura visa acelerar o desenvolvimento da Inteligência Artificial Geral (AGI), tecnologia capaz de igualar o intelecto humano.
Além do salto técnico, a iniciativa pretende gerar empregos e garantir a liderança norte-americana no setor tecnológico. O projeto também tem um forte apelo geopolítico, transformando o imenso poder de processamento de dados em um ativo estratégico de segurança nacional.
A OpenAI, dona do ChatGPT, lidera a gestão operacional do Projeto Stargate (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Projeto Stargate pode criar a Inteligência Artificial Geral?
O Stargate não criará uma Inteligência Artificial Geral (AGI), mas fornecerá a infraestrutura de supercomputação necessária para isso. O papel desse megaprojeto de data centers é garantir a potência física para a OpenAI desenvolver novos modelos avançados.
Como a AGI é um tipo de IA projetada para replicar a cognição humana, o sistema atua como plataforma facilitadora. No entanto, o sucesso dessa evolução dependerá de futuros avanços em algoritmos e pesquisas específicas, e não apenas do poder bruto de processamento.
Como funciona o Projeto Stargate?
O Projeto Stargate opera como um consórcio empresarial que une capital e hardware para construir uma infraestrutura massiva de data centers nos EUA. A multinacional japonesa SoftBank lidera o braço financeiro da iniciativa, enquanto a OpenAI assume a gestão operacional de todo o ecossistema.
A parte técnica é construída a partir do hardware de ponta da NVIDIA e da estrutura de software da Oracle para criar um supersistema de computação. Para dar ainda mais fôlego à computação em nuvem, a OpenAI manterá a parceria com a plataforma Microsoft Azure.
Na prática, a operação começa com a construção de grandes complexos tecnológicos no estado do Texas, com servidores potentes, redes de alta velocidade e sistemas avançados de refrigeração. Essa estrutura física é coordenada por camadas de softwares específicos para gerenciar todo o fluxo de dados.
Esse ecossistema robusto serve como a espinha dorsal necessária para realizar o treinamento de modelos pesados em escala massiva. O Stargate não é um produto, mas a base que viabilizará o avanço da inteligência artificial.
A NVIDIA e a Oracle são as principais empresas que contribuem com os softwares e hardware do Projeto Stargate (imagem: Divulgação/Oracle)
Quem financia o Projeto Stargate?
O financiamento do Stargate é estruturado como uma empresa conjunta (joint venture) liderada pela SoftBank e pela OpenAI, que detêm as maiores fatias do negócio. O grupo japonês assume a liderança financeira e a presidência do projeto, sendo o principal responsável por levantar os recursos.
A composição do capital também conta com aportes estratégicos da Oracle e do fundo de investimentos MGX, sediado nos Emirados Árabes. Enquanto esses parceiros injetam bilhões em dinheiro e infraestrutura de nuvem, a OpenAI direciona os investimentos do ponto de vista operacional.
Qual é o valor total do investimento no Projeto Stargate?
O Projeto Stargate prevê um investimento histórico de US$ 500 bilhões em quatro anos para expandir a infraestrutura de inteligência artificial nos EUA. Desse montante global, cerca de US$ 100 bilhões estão sendo aplicados imediatamente na construção dos primeiros complexos de data centers.
O amplo data center em Abilene, no Texas, será o principal polo do Projeto Stargate (imagem: Reprodução/OpenAI)
Onde serão construídos os data centers do Projeto Stargate?
O Projeto Stargate concentra suas operações iniciais nos Estados Unidos, com a cidade de Abilene, no Texas, abrigando o complexo principal. Essa unidade já funciona como o ponto de partida do consórcio para o processamento massivo de dados.
Para expandir a rede de data centers, novas bases serão erguidas nos condados texanos de Shackelford e Milam, além de Doña Ana, no Novo México. O plano de infraestrutura descentralizada inclui ainda instalações estratégicas na região de Lordstown, em Ohio, e no estado de Wisconsin.
O Projeto Stargate utilizará GPUs NVIDIA?
O Stargate será construído majoritariamente com tecnologia NVIDIA, utilizando arquiteturas avançadas de processadores gráficos como os chips Blackwell e GB200. Apenas o data center pioneiro de Abilene projeta o uso de 64 mil unidades de GPUs, com planos de expansão para mais de 400 mil componentes.
Por outro lado, não há confirmação pública sobre o uso de hardware da concorrente AMD no núcleo da mega-infraestrutura computacional. Até o momento, o consórcio prioriza os sistemas integrados baseados na tecnologia da NVIDIA para equipar os data centers.
Qual é a diferença entre o Projeto Stargate de IA e o Projeto Stargate da CIA?
O Projeto Stargate de IA é uma iniciativa tecnológica da OpenAI para construir data centers massivos nos EUA. Essa mega-infraestrutura visa fornecer o poder bruto de processamento para treinar modelos avançados de inteligência artificial.
O Projeto Stargate da CIA foi um programa secreto do governo norte-americano criado durante o período da Guerra Fria (1947-1991). Desclassificado em 1995, a investigação focava em fenômenos paranormais, como a espionagem psíquica e a visão remota, para coletar dados de inteligência militar contra os soviéticos.
IBM anuncia tecnologia de chip de apenas 0,7 nanômetro (imagem: divulgação/IBM)Resumo
IBM anunciou tecnologia com nó de 0,7 nanômetro (7 angstroms), permitindo que um chip do tamanho de uma unha concentre cerca de 100 bilhões de transistores;
nova tecnologia, que utiliza uma arquitetura de transistor do tipo Nanostack, oferece até 50% mais desempenho ou até 70% menos consumo energético em relação ao nó de 2 nm anunciado em 2021;
IBM prevê que chips com nó “sub-1 nanômetro” entrarão em produção dentro dos próximos cinco anos, podendo beneficiar aplicações de inteligência artificial e outras áreas.
As pesquisas sobre tecnologias de fabricação de chips acabam de chegar a um nível notável: a IBM anunciou a sua primeira tecnologia de chip com nó “sub-1 nanômetro”. Trata-se de uma arquitetura de transistor com nó de 0,7 nm ou 7 angstroms, para ser exato. Isso permite que um chip do tamanho aproximado de uma unha concentre cerca de 100 bilhões de transistores.
Convém deixar claro desde já que 1 angstrom é uma medida que corresponde a 0,1 nanômetro. É por isso que a tecnologia apresentada pela IBM pode ser descrita como um nó de 0,7 nm ou de 7 angstroms.
Para você ter noção do salto tecnológico que isso representa, em 2021, a IBM anunciou um processo de fabricação de 2 nanômetros. Esse patamar, que continua impressionante até os dias atuais, permite que um chip com o mesmo tamanho de uma unha abrigue cerca de 50 bilhões de transistores.
Isso significa que, em cinco anos, a IBM praticamente dobrou a quantidade de transistores que podem ser acomodados na mesma área de um chip.
Em termos um pouco mais práticos, a companhia indica que o chip com tecnologia de 0,7 nm oferece até 50% mais desempenho ou até 70% menos consumo energético para o mesmo nível de desempenho em relação ao nó de 2 nm anunciado em 2021. É um avanço expressivo para uma época com alta demanda por IA, embora aplicações de outros tipos também possam ser beneficiadas.
Wafer com tecnologia IBM com “nó sub-1 nanômetro” (imagem: divulgação/IBM)
Como a IBM chegou a um chip de 7 angstroms?
A principal característica da nova tecnologia é uma arquitetura de transistor do tipo Nanostack, que empilha e intercala camadas de transistores.
Para entendermos o que isso significa, olhemos novamente para a tecnologia de 2 nm (que, reforço, continua sendo impressionante). Nela, os transistores seguem uma abordagem do tipo Nanosheet, em que camadas de silício são empilhadas dentro de cada transistor.
O Nanostack vai além, pois mantém os canais Nanosheet, mas coloca um transistor sobre o outro, otimizando o espaço disponível de modo que mais transistores caibam na mesma área de silício que seria ocupada pela tecnologia anterior.
Chip com processo de 0,7 nm pode concentrar cerca de 100 bilhões de transistores (imagem: divulgação/IBM)
O mais recente avanço de chip da IBM marca um momento histórico na computação, levando a tecnologia além da era do nanômetro para a escala dos átomos.
Com nossa nova arquitetura Nanostack, não estamos apenas criando transistores menores, estamos reinventando a forma como os chips são construídos para oferecer muito mais potência e eficiência energética.
Jay Gambetta, Diretor da IBM Research e IBM Fellow
É claro que esse tipo de tecnologia não tem adoção imediata. Mas também não estamos falando de algo para um futuro muito distante: a IBM prevê que chips com nó “sub-1 nanômetro” entrarão em produção dentro dos próximos cinco anos.
Automatização iminente: 700 mil entregadores serão substituídos na China num futuro próximo (imagem: Reprodução/The Wire China)Resumo
Fundador da JD.com, Richard Liu, afirma que 700 mil entregadores humanos serão substituídos por robôs de delivery mais cedo ou mais tarde.
A JD.com planeja reposicionar esses trabalhadores por meio de treinamentos em novas áreas, com acordos já firmados com cerca de 120 escolas.
A China deve ter 320 milhões de trabalhadores autônomos no final de 2026, incluindo entregadores, motoristas de aplicativo e trabalhadores temporários em fábricas.
A gigante JD.com, um dos grandes nomes do e-commerce na China, avisou: “mais cedo ou mais tarde”, os cerca de 700 mil entregadores humanos serão substituídos por robôs de delivery. A declaração foi dada por Richard Liu, fundador e atual conselheiro da empresa, durante o Fórum de CEOs da APEC (Cooperação Econômica Ásia-Pacífico).
A fala de Liu chega em um momento em que o mercado vê diversos exemplos de automação em serviços, além de uma crescente preocupação quanto à substituição de pessoas por robôs. Segundo o fundador da JD, a ideia é não deixar os trabalhadores “na mão”, e há inclusive planos para reposicionar essas pessoas no futuro.
As entregas na China já vêm sendo reforçadas por robôs há algum tempo. Segundo o The Wire China, somente em julho de 2025, por exemplo, 30 mil novos ADVs (veículos autônomos de delivery) foram encomendados para cerca de 200 cidades no país. O mesmo já acontece nos Estados Unidos e em outras regiões do planeta.
Da mesma forma, cães robôs da Boston Dynamics também já se fazem presentes no policiamento de um estádio da Copa do Mundo de 2026, em Dallas, e não faltam exemplos dos robôs aspiradores, que funcionam numa linha mais auxiliar do que propriamente substituindo humanos.
Robôs de entrega e drones já foram testados pelo iFood no Brasil (imagem: divulgação/iFood)
JD planeja evitar demissões em massa
A fala de Liu veio acompanhada de uma promessa de que os trabalhadores não seriam esquecidos. A ideia é reposicioná-los no mercado por meio da profissionalização em novas áreas, e acordos já teriam sido feitos pela JD com cerca de 120 escolas para treinamentos. Entre as possibilidades estão trabalhos de reparos e manutenção desses robôs de delivery, por exemplo.
A expectativa é de que, no final de 2026, a China chegue a 320 milhões de trabalhadores autônomos, que atuam não só em entregas, mas também como motoristas de aplicativo e até mesmo em fábricas sob contratos temporários. Ou seja: um Brasil e meio só de pessoas sem emprego fixo.
Relembre: andamos num carro autônomo pela primeira vez
TIM decreta fim do zero rating de redes sociais nos planos controle (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A TIM liberou a transferência de eSIM entre Android e iPhone.
A operadora é a primeira da América do Sul a oferecer essa solução.
A função está disponível para iPhones (desde o iOS 16.5) e telefones da Motorola.
Trocou de celular? Não tem problema: a TIM liberou a ferramenta para transferir o eSIM entre Android e iPhone. Até agora, as operadoras brasileiras ofereciam opções mais limitadas, como de iPhone antigo para um novo, ou de Android velho para u mais moderno.
Nós avistamos a página oficial dedicada ao assunto. Em resposta exclusiva ao Tecnoblog, a TIM confirmou a novidade e explicou que ela dá mais autonomia para os consumidores. Ela é a primeira operadora da América do Sul com a tecnologia.
Por enquanto, a função está disponível para iPhones (de várias gerações, desde que tenham iOS 26.5) e telefones da Motorola, em ambos os sentidos de troca. A TIM utilizou o Entitlement Server como plataforma orquestradora para habilitar o uso, a partir de padrões determinados pela GSMA no Android, e uma especificação proprietária da Apple suportada pelos iPhones.
O processo leva poucos minutos. Os aparelhos precisam estar próximos e é exibido um PIN para confirmar a transferência. Ao contrário de outras prestadoras, não é preciso fazer biometria para concluir o procedimento.
A novidade envolve somente duas marcas de celular. A TIM nos explicou que outras fabricantes devem adotar a solução com o passar do tempo, mas nenhum prazo foi divulgado. O lançamento envolveu um trabalho conjunto de diferentes áreas, com os principais players globais de sistemas operacionais.
Galaxy Tab S11 está entre os melhores tablets da Samsung de 2026; confira a lista completa (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Ao escolher o melhor tablet Samsung, você deve considerar fatores como especificações de hardware, recursos de software, acessórios compatíveis e orçamento disponível.
Links seguros. Comprando pelos nossos links, você apoia o Tecnoblog sem pagar nada a mais.
Se você quer um tablet apenas para tarefas básicas, pode focar em modelos de entrada ou intermediários, que trazem desempenho modesto, mas têm melhor relação custo-benefício. Já tablets topo de linha são indicados para atividades mais pesadas (como jogos e edição de vídeo) e costumam ser mais caros.
Neste guia, o Tecnoblog reúne oito opções de tablets da Samsung que valem a compra em 2026, dos mais baratos até as opções premium. Confira a lista seguir.
O Galaxy Tab S10 FE é um tablet com caneta e características premium, mas preço inferior aos modelos topo de linha. Ele usa o chip intermediário Exynos 1580, o mesmo presente no smartphone Galaxy A56, aliado a 8 GB de memória RAM.
Na prática, você poderá usá-lo para navegar as tarefas comuns do dia a dia sem travamentos, o que inclui: navegação em redes sociais, assistir a vídeos, ouvir música, fazer anotações, jogar títulos populares e manter múltiplos apps abertos em segundo plano.
A caneta S Pen, inclusa na caixa do produto, permite que você desenhe ou faça anotações na tela LCD de 10,9″ com taxa de atualização de 90 Hz. Além disso, o suporte a recursos de IA pode otimizar a produtividade em estudos ou trabalho.
Tanto o Galaxy Tab S10 FE quanto a S Pen têm proteção IP68 contra água e poeira, aguentando submersão de até 1,5 m em água doce por até 30 minutos.
Galaxy Tab A11 Plus: melhor tablet barato da Samsung
O Galaxy Tab A11 Plus é um tablet intermediário que atende a tarefas menos exigentes. O processamento fica na conta do chipset MediaTek Dimensity 7300, aliado a 6 GB de RAM. Fora isso, temos 128 GB de memória interna (expansível via microSD).
Em nossa análise, o tablet se comportou bem em tarefas do dia a dia, sendo recomendado para streaming, estudos e apps de produtividade. Ele também consegue rodar jogos, mas não se sai bem em edições de vídeos.
A bateria de 7.040 mAh é outro destaque do Galaxy Tab A11 Plus, com autonomia para aguentar um dia inteiro longe das tomadas. E com suporte para até sete anos de atualização do Android, o tablet pode se tornar um bom companheiro no longo prazo.
Galaxy Tab S10 Lite: tablet premium com preço acessível
O Galaxy Tab S10 Lite é um tablet voltado para estudantes, equipado com o chipset Exynos 1380 — uma versão menos potente do que o chip visto no Tab S10 FE. Há versões com 6 GB ou 8 GB de memória RAM, mas recomendamos escolher a opção com mais memória para evitar engasgos durante o uso.
O aparelho também traz suporte a ferramentas de IA (como Assistente de Caligrafia e Assistente Matemático) para melhorar a produtividade nos estudos com o uso da S Pen, que acompanha o tablet junto de uma capa.
E caso seja complicado usar as tomadas da escola, faculdade ou trabalho, saiba que o Galaxy Tab S10 Lite inclui uma bateria de 8.000 mAh com autonomia para até 16 horas de reprodução de vídeo antes de precisar de uma recarga.
O Galaxy Tab A11 é um tablet básico, com especificações inferiores às da versão Plus: processador MediaTek Helio G99, 4 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento interno (com expansão via cartão microSD de até 2 TB).
A performance limitada faz com que o tablet seja mais indicado para entretenimento (streaming de áudio e vídeo), navegação na web e leitura. Em compensação, ele apresenta tela de 8,7″ com taxa de atualização de 90 Hz e áudio com suporte ao Dolby Atmos.
Galaxy Tab S11: tablet poderoso para edição e jogos
O Galaxy Tab S11 é um tablet avançado, com design leve e fino. Ele tem uma tela grande de 11 polegadas, com tecnologia AMOLED Dinâmico 2X e taxa de atualização de 120 Hz para uma experiência visual mais fluida e imersiva.
As especificações incluem o System-on-a-Chip (SoC) Mediatek Dimensity 9400+, além de 12 GB de RAM e armazenamento máximo de 512 GB. A combinação desses hardwares resultam em um desempenho avançado, com poder suficiente para lidar com trabalho, estudo ou entretenimento (incluindo jogos e edições mais pesadas).
E a caixa do Galaxy Tab S11 também acompanha uma capa-teclado e a caneta S Pen com design renovado e latência mínima. Logo, o dispositivo também se torna uma ótima opção de compra para artistas e criadores.
Galaxy Tab S11 Ultra: um tablet para substituir seu notebook
O Galaxy Tab S11 Ultra é um tablet de categoria ultra-premium, que pode facilmente substituir um notebook. Ele é mais largo e mais alto que a versão padrão e, por isso, traz uma tela AMOLED Dinâmica 2X de 14,6″ e uma bateria robusta de 11.600 mAh.
O Tab S11 Ultra apresenta o mesmo processador MediaTek Dimensity 9400+ visto no Tab S11, mas oferece versões de até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, sendo ideal para quem deseja ainda mais desempenho em multitarefas e mais espaço para guardar os arquivos.
Em resumo: o Galaxy Tab S11 Ultra é um tablet potente, recomendado para qualquer tipo de uso (estudos, uso profissional, jogos ou edições). E quem comprar o dispositivo também receberá a caneta S Pen e capa-teclado para uma experiência ainda completa.
Como escolher o melhor tablet Samsung?
Antes de escolher o melhor tablet Samsung para comprar em 2026, faça uma análise inicial sobre suas necessidades e orçamento disponível. Em seguida, avalie:
Processador e memória RAM: um tablet para estudo básico e leitura pode ter configurações mais modestas, como RAM de 4 GB e chip mais básico; já modelos para jogos, edição ou multitarefa deve ter no mínimo 8 GB de RAM e um processador mais potente.
Tipo deTela: tablets com tela OLED/AMOLED exibem melhores cores e contrastes, enquanto os modelos com display LCD devem exibir pretos acinzentados. Para designers, editores e usuários mais exigentes, um painel OLED pode ser essencial.
Bateria: se a sua ideia é passar muitas horas longe das tomadas, considere opções com bateria acima de 8.000 mAh.
Acessórios: tablets que trazem caneta e teclado podem ser a melhor opção para quem busca um dispositivo para estudar, aumentando a produtividade.
E vai uma dica: fique de olho nos Achados do TB para encontrar produtos no precinho.
Entender o perfil de uso é essencial para escolher um tablet mais compatível (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Qual é o melhor tablet Samsung com caneta?
O Galaxy Tab S11 Ultra é o melhor tablet com caneta da Samsung até o momento. Ele chega com o chip MediaTek Dimensity 9400+ e até 16 GB de RAM, podendo rodar desde as tarefas mais simples até as mais pesadas.
Vale a pena comprar o Galaxy Tab S6 Lite em 2026?
Não. O Galaxy Tab S6 Lite (2024) é um tablet intermediário, equipado pelo chip Exynos 1280 e 4 GB de RAM. Por conta das suas limitações de hardware, ele é indicado para tarefas mais básicas, como streaming e navegação na internet. Com o preço encontrado atualmente (R$1.500), é mais vantajoso considerar comprar Galaxy Tab A11+ ou Tab S10 Lite.
YouTube evitará julgamento no fim do mês que vem (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
YouTube fez um acordo confidencial nos EUA para evitar julgamento sobre saúde mental.
Processo acusava plataforma de usar recursos como rolagem infinita e autoplay para manter crianças e adolescentes engajados.
Em um caso anterior, YouTube e Meta foram condenados a pagar US$ 6 milhões em indenização.
O YouTube fechou um acordo confidencial nos Estados Unidos para não ir a julgamento em um processo que acusa plataformas digitais de prejudicar a saúde mental de crianças e adolescentes. A ação envolve um jovem de 15 anos, identificado pelas iniciais R.K.C, e estava marcada para ser julgada em 27 de julho, na Califórnia.
Com o acordo, a empresa e o Google deixam esse caso específico. O julgamento, porém, continua contra Meta, TikTok e Snap, que também são acusadas de criar recursos para estimular o uso compulsivo das plataformas por menores.
Em um caso semelhante anterior, Google e Meta foram condenadas a pagar US$ 6 milhões em indenização. O processo foi movido por uma jovem de 20 anos, que alegou ter desenvolvido vício nos aplicativos ainda na infância.
Acusação mira design das plataformas
Processo alega design viciante de plataformas (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O caso é um entre cerca de 2.500 ações movidas contra empresas de tecnologia e envolve um jovem da Califórnia que, segundo o processo, começou a usar redes sociais aos 8 anos.
Os advogados afirmam que o uso piorou a saúde mental dele ao longo dos anos, tendo sido internado para tratamento psiquiátrico em 2023. A estratégia dos autores é responsabilizar as empresas pelo design dos apps, incluindo características proibidas pelo ECA Digital no Brasil, como:
reprodução automática de vídeos;
rolagem infinita de feeds;
notificações constantes de curtidas;
filtros de alteração facial.
A acusação afirma que essas ferramentas foram projetadas para manter crianças e adolescentes conectados por mais tempo, aumentando o engajamento e, consequentemente, a receita das plataformas.
Os advogados optaram por essa ofensiva para contornar a Seção 230 da Communications Decency Act, de 1996, lei federal similar ao Marco Civil da Internet que isenta as plataformas pelo conteúdo postado por terceiros.
Caso anterior terminou com indenização milionária
Meta, TikTok e YouTube estão entre empresas acusadas por design viciante (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O julgamento de R.K.C. será o segundo caso de teste dentro desse litígio. O primeiro envolveu uma jovem de 20 anos, e tratava principalmente do impacto dos filtros do Instagram sobre imagem corporal e dismorfia em adolescentes.
Naquele processo, Meta e Google desembolsaram US$ 6 milhões para pagar a indenização. A responsabilidade foi dividida em 70% para a Meta e 30% para o Google, e também envolvia o TikTok e Snap, que fecharam acordos antes do veredito.
As empresas informaram, à época, que recorreriam da decisão. Há duas semanas, a juíza Carolyn Kuhl rejeitou os pedidos das empresas para realizar um novo julgamento.
Mesmo sem o YouTube, o julgamento ainda deve chamar atenção da indústria. Segundo o Courthouse News Service, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, e o chefe do Instagram, Adam Mosseri, devem ser chamados para depor, além do cofundador e CEO do Snapchat, Evan Spiegel, e executivos do TikTok.
O Galaxy Z Flip 7 de 512 GB está com o menor preço histórico na oferta do Mercado Livre com cupom disponível. O celular dobrável da Samsung sai por R$4.863,60 no Pix usando OFERTAPARAVC antes de finalizar a compra. O valor representa a maior queda já registrada de 47% comparada ao preço original de R$ 9.199.
Galaxy Z Flip 7 traz tela AMOLED dobrável e 12 GB de RAM
O dispositivo faz parte da linha secundária de smartphones dobráveis da Samsung. Por isso, apresenta um design composto por duas telas AMOLED com taxa de atualização fluida de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits. O display externo mede 4,1″ e possibilita acesso rápido a notificações e recursos de IA, como o Now Brief. Já o painel interno, com o celular aberto, mede 6,9″.
O Galaxy Z Flip 7 apresenta 12 GB de memória RAM e o processador Exynos 2500 (3 nm) que juntos proporcionam desempenho consistente. Na prática, o usuário vai conseguir rodar ‘liso’ jogos e executar multitarefas simultâneas. Enquanto o armazenamento UFS 4.0 oferece uma leitura e transferência rápida de dados.
O celular conta com duas câmeras traseiras, sendo a wide de 50 MP e ultrawide de 12 MP para capturas em cenários mais amplos. Um fato curioso é que o usuário pode tirar selfies utilizando a câmera principal, que em teoria vai proporcionar resultados melhores. Porém, há uma lente frontal de 10 MP a disposição.
Galaxy Z Flip 7 (à esquerda) ao lado do ‘irmão’ maior Z Fold 7 (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Z Flip 7 apresenta uma bateria de 4.300 mAh, que promete entregar até 31 horas de autonomia segundo a Samsung. O design dobrável acaba custando em uma bateria menor a de smartphones comuns, em contrapartida é maior a do Z Flip 6. O gadget suporta carregamento rápido somente de até 25 W.
O corpo resistente em alumínio e com dobradiça reforçada, recebe a certificação IP48 contra água e poeira. Por fim, apresenta compatibilidade as conexões de Bluetooth 5.4, Wi-Fi 7, 5G e NFC para compras por aproximação.
Galaxy Z Flip 7 de 512 GB sai 47% mais barato em oferta do Mercado Livre. Dobrável da Samsung traz telas AMOLED de 120 Hz, 12 GB de RAM e câmera de 50 MP
Galaxy Z Flip 7 e Z Fold 7 foram lançados na Samsung Unpacked (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Valve precisou equipar a Steam Machine com apenas um pente de 16 GB de RAM (imagem: divulgação)Resumo
Valve diz que fabricantes de memória RAM passaram a priorizar clientes de IA e deixaram de oferecer contratos de longo prazo para empresas de PCs.
Segundo a empresa, essas fabricantes disponibilizam uma cota de memória e um preço fixo, sem negociação.
O impacto na Steam Machine será sentido nos primeiros lotes, que chegarão com apenas um módulo de 16 GB de RAM.
A Valve revelou que enfrenta um cenário hostil para produzir as novas Steam Machines. Segundo a empresa, as fabricantes de memória RAM adotaram uma postura de “pegar ou largar” na venda dos componentes, barrando contratos de longo prazo e afetando a indústria de hardware para o consumidor final. O motivo dessa mudança já é conhecido: a prioridade do mercado é atender projetos de inteligência artificial.
Em entrevista ao canal Gamers Nexus, um representante da Valve detalhou a dinâmica agressiva dos fornecedores. Todo mês, os fabricantes disponibilizam uma cota de memória e um preço fixo, sem nenhuma margem para negociação. “É sim ou não. E se dissermos não, eles nunca mais falam com a gente”, relatou.
A falta de opções no mercado forçou a Valve a adaptar o seu novo dispositivo. A empresa afirmou que os primeiros lotes da Steam Machine serão enviados com apenas um pente de 16 GB de RAM.
Essa teria sido a saída encontrada para manter a produção dentro do que as fornecedoras permitem comprar mensalmente, sem comprometer o desempenho, conforme os testes da companhia.
Fabricantes de DRAM priorizam IA e deixam mercado doméstico no fim da fila (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)
O gargalo ocorre porque as gigantes da produção de DRAM, como a Samsung e a Micron, redirecionaram quase toda a sua infraestrutura para suprir a demanda de grandes clientes corporativos, como a OpenAI, que compra volumes massivos de memória. Na prática, é um modelo de negócios mais lucrativo do que fornecer peças para computadores pessoais e consoles.
Como as gigantes da tecnologia continuam despejando investimentos recordes em data centers e a indústria não consegue suprir a atual demanda, a tendência é que computadores e videogames fiquem ainda mais caros no curto e médio prazo.
Pix por aproximação agora pode exibir saldo antes do pagamento (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Pix por aproximação agora pode mostrar saldo antes do pagamento, com usuário podendo optar por esse recurso ao conectar uma conta bancária ou de pagamento a uma carteira digital via Open Finance;
ativação do recurso permite que o consumidor verifique o saldo disponível em conta e o limite para transações antes de concluir o pagamento via Pix;
Banco Central afirma que compartilhamento de informações como saldo e limite deve ser feito com transparência, e o usuário pode revogar a autorização para isso a qualquer momento.
O Pix por aproximação permite pagar compras com uma experiência similar à de pagamentos com cartão de crédito ou débito. Mas a transação não será autorizada se não houver dinheiro suficiente em conta. É por isso que a modalidade ganhou um recurso complementar: uma opção que mostra o saldo antes do pagamento.
A novidade está disponível, oficialmente, desde o início da semana. Porém, o saldo só é exibido previamente se o usuário optar por esse recurso que, por sua vez, é viabilizado pelo Open Finance.
É possível fazer a ativação ao conectar uma conta bancária ou de pagamento a uma carteira digital ou, ainda, ao autorizar movimentações automáticas via Open Finance. Essas ações podem ser executadas no aplicativo da instituição financeira na qual a pessoa tem conta.
Depois que a ativação é feita, o consumidor poderá verificar, via app da Carteira Digital, por exemplo, qual o saldo disponível em conta, qual o seu limite de valor para transações ou se, de fato, há possibilidade de o pagamento ser concluído via Pix.
Relação com o Open Finance
A nova abordagem vem na esteira de uma atualização no Open Finance. Até recentemente, os procedimentos para consentir o compartilhamento de informações como saldo e limite, bem como para vincular uma conta a um serviço de pagamentos eram realizados separadamente.
Agora, esses procedimentos são feitos de uma vez. Assim, ao autorizar pagamentos pela conta, o usuário pode optar por também compartilhar informações como saldo e limite, processo que o Banco Central chama de “jornada otimizada”.
Note que, com a ativação, o sistema da carteira digital ou da instituição que inicia o pagamento poderá ter acesso ao seu saldo ou limite disponível em conta para que essas informações sejam exibidas a você antes de uma transação via Pix por aproximação.
Pix por aproximação requer uma carteira digital, como a Samsung Wallet (imagem: reprodução/Samsung)
Eventualmente, a nova dinâmica poderá servir como base para novos serviços ou produtos oferecidos pelas instituições financeiras, não se limitando ao Pix por aproximação. Mas o Banco Central observa que, em todos os casos, tudo deve ser feito com transparência:
Qualquer que seja a solução ofertada, deve estar claro para o cliente a finalidade de uso dessas informações. Como em qualquer compartilhamento de dados, é importante que o cliente sempre verifique de que forma essa informação será utilizada.
Matheus Rauber, chefe no Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do BC
O usuário que optar por compartilhar as informações de saldo e limite poderá revogar a autorização para isso a qualquer momento. Vale reforçar que a ativação desse recurso é opcional, não sendo condição necessária para o uso do Pix por aproximação.
Saiba os detalhes que ajudam a identificar a autenticidade do cabo do iPhone (imagem: Mika Baumesiter/Unsplash)
Identificar as diferenças entre cabo de iPhone original e falso exige atenção a detalhes, como a qualidade do acabamento da embalagem e a presença do selo MFi (Made for iPhone). Verificar as inscrições a laser e a anatomia dos conectores também ajuda a constatar a autenticidade.
Atualmente, as falsificações estão mais sofisticadas ao reproduzir caixas e logotipos com fidelidade, dificultando a distinção visual. No entanto, os produtos paralelos têm falhas técnicas sutis, como defeitos na fundição, pinos desalinhados ou variações de cor que não condizem com o padrão premium.
A seguir, veja 5 formas de saber as diferenças entre cabo de iPhone original e falso.
Examinar o lacre de papel na parte traseira da caixa do cabo de iPhone vendido avulso é o primeiro passo para checar a procedência do acessório. O selo deve estar perfeitamente alinhado e sem indícios de violação, exibindo impressões nítidas dos logotipos e o selo holográfico MFi (Made for iPhone).
Contudo, como a pirataria replica embalagens com facilidade, esse lacre externo não representa uma garantia absoluta de autenticidade. Então, é necessário explorar outros detalhes do acessório para confirmar a originalidade.
Certos detalhes na caixa do cabo de iPhone vendido avulso podem entregar se ele é falsificado (imagem: Reprodução/Mobile Pro)
2. Veja se há selos MFi na embalagem
O selo MFi (Made for iPhone) indica que o cabo passou pelo programa oficial de licenciamento e certificação da Apple. Presente em produtos de marcas parceiras credenciadas, ele atesta que o acessório cumpre as exigências técnicas e as normas de compatibilidade.
Assim como ocorre com os lacres, os selos não são garantia absoluta de autenticidade, pois os falsificadores clonam a identidade visual no mercado paralelo. Por isso, o consumidor deve encarar o selo como um segundo filtro, sem dispensar outras verificações de segurança.
Os diferentes modelos de selo MFi disponíveis em produtos (imagem: Reprodução/Apple)
3. Verifique as gravações no cabo
Os cabos originais do iPhone trazem no revestimento isolante a inscrição padrão “Designed by Apple in California” gravada a laser. Essa informação é seguida pelo local de montagem, como “Assembled In China”, “Assembled in Vietnam” ou “Indústria Brasileira”.
O texto inclui obrigatoriamente um número de série alfanumérico de 12 dígitos, que funciona como uma assinatura digital do produto. Em geral, os cabos piratas apresentam erros ortográficos ou omitem esse código, além de utilizarem tintas mais escuras na impressão.
As inscrições padrões encontradas nos cabos originais do iPhone (imagem: Reprodução/Apple)
4. Analise o plugue Lightning
A “anatomia” do conector Lightning é um dos principais pontos para apurar a autenticidade do cabo do iPhone. O plugue original é construído em uma peça única e sólida, apresentando contatos arredondados, lisos e com acabamento refinado em tom dourado ou prateado.
Além disso, a base emborrachada de alívio de tensão (boot) mantém dimensões milimetricamente simétricas em toda a extensão. Outro detalhe de engenharia da Apple é a placa frontal de inserção (faceplate), que deve ser obrigatoriamente cinza ou metálica.
No mercado paralelo, as falsificações entregam falhas de fundição, exibindo pinos quadrados, encaixes ásperos e placas frontais brancas ou pretas. Notar esses detalhes visuais e táteis no plugue é um forte indício de que o acessório não é original.
As diferenças dos plugues Lightning originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)
5. Cheque o plugue USB-A
A engenharia dos plugues USB-A também apresenta pistas sobre a autenticidade do cabo do iPhone. O conector original apresenta travas de segurança metálicas (interlocks) em formato trapezoidal, espaçadas uniformemente em relação à borda da carcaça externa.
Ao olhar a parte interna do plugue, os contatos de metal exibem um banho dourado de alta condutividade. Já a superfície do bloco isolante plástico (insulator) precisa ser totalmente plana e lisa.
Os cabos falsificados trazem travas em ângulos retos de 90º graus e superfícies visivelmente ásperas ou granulares. A presença de rebarbas ou sulcos de retenção na peça são outros detalhes que denunciam que o acessório não passou pelos testes da Apple.
As diferenças dos plugues USB-A originais e falsificados (imagem: Reprodução/Apple)
Quais são os riscos de usar um cabo de iPhone falsificado?
Utilizar acessórios paralelos traz perigos reais à integridade do iPhone e à segurança física do usuário. Estes são os principais riscos:
Pane elétrica e superaquecimento: a ausência de reguladores de tensão faz o cabo esquentar perigosamente durante a recarga, danificando os componentes sensíveis da placa lógica e a porta de entrada de energia do dispositivo;
Degradação da bateria: a transmissão instável de corrente e flutuações de voltagem estressam as células de íons de lítio do iPhone, reduzindo drasticamente a vida útil e capacidade de retenção de carga;
Incêndios e choques: o uso de isolamento plástico inferior e fiação interna subdimensionada cria um cenário propício para curtos-circuitos, estalos elétricos, severas descargas eletrostáticas e até princípios de incêndio;
Bloqueio e incompatibilidade: devido às atualizações frequentes do iOS, o cabo falsificado pode simplesmente parar de funcionar intermitentemente ou exibir o temido alerta de “acessório não suportado”;
Falhas de sincronização: a engenharia simplificada dos fios impede a correta transferência de dados via USB, fazendo com que computadores deixem de reconhecer e parear com o ecossistema do iPhone;
Ruptura física do conector: a fragilidade estrutural da solda faz com que a ponta metálica quebre com facilidade, podendo ficar presa e obstruir definitivamente a entrada de energia do aparelho.
Onde posso encontrar cabos de iPhone originais?
O meio mais seguro para adquirir cabos e acessórios originais é diretamente nas lojas físicas e no site da Apple ou em revendedores autorizados pela marca. Grandes varejistas com canais oficiais de distribuição homologada também garantem a procedência do produto contra falsificações.
Por outro lado, o consumidor deve evitar ofertas com preços muito abaixo da média em marketplaces e sites de procedência duvidosa. Caso opte por marcas parceiras, a dica é exigir o selo MFi de certificação para garantir total compatibilidade e segurança de hardware.
Também consigo saber se o carregador do iPhone é original?
Sim, dá para saber se o carregador do iPhone é original observando alguns detalhes na construção do acessório. Por exemplo, eles trazem marcações gravadas a laser perfeitamente alinhadas e, no Brasil, o selo de homologação da Anatel.
Além disso, a embalagem original traz manuais impressos com alta qualidade e um número de série que deve bater com o código do produto. No mercado paralelo, as fontes borradas, erros ortográficos nas especificações de voltagem e pinos tortos denunciam a falsificação do hardware.
Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Meta está desenvolvendo um aplicativo chamado Arena para entrar no mercado de previsões.
O aplicativo, encomendado por Mark Zuckerberg, permitirá que usuários apostem no resultado de eventos reais, como eleições e jogos esportivos.
O projeto é similar ao que já existe com a plataforma Polymarket, mas, inicialmente, não usaria dinheiro real e funcionaria com um sistema de pontos.
Mercados de previsão são proibidos no Brasil.
A Meta estaria desenvolvendo um aplicativo próprio, chamado Arena, para entrar no mercado de previsões. O segmento permite que usuários apostem no resultado de eventos reais, como eleições, decisões políticas, jogos esportivos e outros indicadores econômicos.
Segundo o jornal New York Times, o app, encomendado diretamente por Mark Zuckerberg, deve ser separado das redes sociais da empresa, como Facebook, Instagram e WhatsApp, mas a Meta pretende usar as plataformas para atrair usuários ao novo produto.
A ideia colocaria a companhia em um setor que cresceu rapidamente nos últimos anos, impulsionado por plataformas como Polymarket e Kalshi. Em 2025, as duas plataformas movimentaram juntas cerca de US$ 50 bilhões (cerca de R$ 261 bilhões) em negociações online, ultrapassando US$ 130 bilhões (R$ 680 bilhões) em 2026 — e fez da brasileira Luana Lara a mulher mais jovem a se tornar bilionária no mundo.
Não é a primeira vez que a Meta tenta algo parecido. Em 2020, a empresa lançou um app de previsões, chamado Forecast, que acabou sendo encerrado em 2022. Mas com o crescimento do setor o interesse parece ter voltado.
Como funcionaria o novo app de previsões da Meta?
Sistema não deve utilizar dinheiro real inicialmente (foto: Areli Alvarez/Qualcomm Institute at UC San Diego)
De acordo com funcionários ouvidos pelo jornal, o Arena deve começar com um sistema de pontos, inicialmente sem uso de dinheiro real. Como em um jogo, os usuários fariam previsões e acompanhariam os resultados dentro do próprio aplicativo.
Entretanto, a Meta não teria descartado a possibilidade de permitir apostas com dinheiro no futuro, como fazem as principais empresas concorrentes do setor.
A possível entrada da big tech no mercado gerou críticas nas redes sociais, inclusive de dentro do parlamento estadunidense. Segundo o jornal, o senador democrata Richard Blumenthal acusou a empresa de tentar lucrar com comportamentos viciantes.
Mercados de previsão preocupam autoridades
O avanço dos mercados de previsão também aumentou a preocupação de reguladores e parlamentares nos Estados Unidos.
Um caso recente citado pelo New York Times envolve um membro das Forças Especiais dos EUA, acusado por promotores federais de Nova York de usar informações confidenciais do governo para apostar na Polymarket. Segundo a acusação, ele teria lucrado mais de US$ 400 mil ao prever uma operação secreta para capturar o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro.
No Brasil, apesar de, para o usuário final, funcionar de forma semelhante às bets esportivas regulamentadas, esse tipo de mercado de previsão não tem autorização para operar. Em abril, o governo bloqueou 27 plataformas de previsão, incluindo as gigantes Polymarket e Kalshi. Segundo o G1, a avaliação foi de que as plataformas “podem se aproximar de instrumentos financeiros não autorizados” por aqui.
99Food voltou ao Brasil em 2025 (imagem: divulgação/99)Resumo
A Senacon, órgão do Ministério da Justiça, abriu processo contra o aplicativo 99Food por falta de transparência em preços.
A empresa terá 20 dias para apresentar resposta e pode ser multada em até R$ 14 milhões se não cumprir as exigências.
Portaria determina que plataformas de delivery informem a divisão do valor pago pelo usuário, incluindo parcelas retidas e repassadas.
A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) abriu um processo administrativo contra o aplicativo 99Food. O órgão ligado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública investiga o possível descumprimento de regras de transparência na composição dos preços cobrados dos consumidores.
A investigação apura o não cumprimento de uma portaria publicada em março, que determina que plataformas de delivery e transporte informem, em cada transação, um quadro-resumo com a divisão do valor pago pelo usuário.
Segundo a decisão que investiga a 99Food, há “indícios de ilícito adicional” por suposta indução do consumidor a erro quanto à destinação dos valores cobrados na operação. O documento afirma que a empresa não demonstra que as rubricas “taxa de entrega” e “taxa de serviço” correspondam, respectivamente, ao valor repassado ao entregador e ao montante retido pela plataforma.
A Portaria nº 61/2026 determina que os aplicativos informem, de forma clara, a composição do valor pago pelo consumidor, incluindo a parcela retida pela plataforma, o valor repassado ao entregador e o montante destinado ao estabelecimento.
iFood e Keeta já foram notificadas
Esta é a terceira plataforma de delivery alvo de procedimentos pelo mesmo motivo. Em maio, iFood e Keeta também passaram por apurações semelhantes. Na ocasião, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou que a adesão à norma não é opcional. Ele citou a própria 99 como exemplo de empresa que já se adequou às regras, mas no contexto da operação de transporte por aplicativo.
A 99Food terá 20 dias para apresentar resposta, contados desde ontem (23/06). Caso as exigências não sejam atendidas, a empresa pode ser multada em até R$ 14 milhões.
Agente de IA atua diretamente na função Motion (imagem: divulgação)
O Figma vai adicionar novas ferramentas de inteligência artificial ao seu editor para brigar diretamente com o After Effects, da Adobe. A novidade chamada Motion permite criar animações, transições e transformações 3D diretamente no canvas do Figma, com geração via IA, estilos predefinidos ou ajuste manual em uma linha do tempo. O recurso fica conectado a sistemas de design e já gera código pronto para implementação.
A novidade faz parte da nova atualização do Figma, cujo anúncio ocorre nesta quarta-feira (24/06) durante o Config, evento anual realizado nos Estados Unidos. O Tecnoblog acompanha tudo diretamente de San Francisco.
O que mais o Figma anunciou?
Habilidades de agentes de IA no Figma (imagem: divulgação)
Confira as principais ferramentas anunciadas:
Motion: criação de animações, transições e transformações 3D no canvas, com geração via IA ou ajuste manual em linha do tempo. Durante uma conversa com jornalistas, o fundador e CEO da empresa, Dylan Field, prometeu que os usuários iriam dizer “uau!” quando vissem os resultados.
Code layer: permitem clonar repositórios, gerar variações com o agente de IA do Figma, extrair fluxos para camadas editáveis e sincronizar mudanças de volta ao código
Shader: cria efeitos visuais e preenchimentos personalizados via comando de texto, usando WebGPU, incluindo dither, pixelização e diferentes tipos de blur
Fluxos no Figma Weave: mais de 20 ferramentas integradas para gerar imagens consistentes direto no canvas.
Habilidades para agentes de IA: transformam tarefas repetitivas em habilidades reutilizáveis por toda a equipe, com mais contexto vindo de conectores de terceiros, busca na web e anexos de arquivo
Plugins generativos: criação de ferramentas personalizadas a partir de comandos de texto, sem necessidade de desenvolvedores
Os fluxos do Figma Weave são descritos pela empresa como o primeiro passo para uma integração completa entre o Figma e o Figma Weave, prevista ainda para este ano.
Segundo o Figma, as mudanças respondem a um cenário em que a inteligência artificial está borrando os limites entre software e trabalho criativo. Mais pessoas estão criando produtos digitais, mas o trabalho passou a se distribuir entre seres humanos, ferramentas e agentes de IA. A liberação dos novos recursos deve ocorrer nas próximas semanas, com disponibilidade variando conforme cada um deles.
Ferramenta de textura no Figma (imagem: divulgação)
Relatório de IA e design
A companhia também divulgou seu terceiro relatório anual sobre inteligência artificial e design, com base em 8.403 respostas de pesquisa e 639 entrevistas qualitativas coletadas em três anos, com amostras em dez países. Brasil, Índia e Coreia do Sul entram pela primeira vez na pesquisa de 2026, somando-se a Estados Unidos, Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Canadá e Austrália.
Segundo o levantamento, 57% dos profissionais entrevistados afirmam que o design ganhou mais importância em seus trabalhos. Entre desenvolvedores, esse percentual saltou de 44% para 65% em 2026. A pesquisa também identificou um movimento de sobreposição de funções: designers que atuam em desenvolvimento passaram de 21% para 41% entre 2025 e 2026, enquanto desenvolvedores que atuam em design foram de 44% para 60% no mesmo período.
Figma realiza o evento Config nos EUA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O relatório aponta ainda que 91% dos designers, 96% dos desenvolvedores e 96% dos gerentes de produto consideram que a fluência em IA será essencial para o sucesso profissional no futuro. A proporção de entrevistados que afirmam construir projetos com IA subiu de 65% para 83%. Já o percentual dos que dizem que pelo menos metade do trabalho atual envolve produtos ou recursos de IA dobrou, de 23% para 46%, no mesmo intervalo.
O Config chega à décima edição em 2026 e reúne mais de 10 mil participantes no Moscone Center, em San Francisco, além de transmissão gratuita via internet. A programação oficial ocorre entre os dias 24 e 25 de junho, com mais de 125 palestrantes.
Assista ao keynote do Config ao vivo
O jornalista Thássius Veloso viajou para os Estados Unidos a convite do Figma
Sam Altman, CEO da OpenAI, e Hock Tan, CEO da Broadcom (imagem: divulgação)Resumo
OpenAI lançou o Jalapeño, seu primeiro chip de IA desenvolvido em parceria com a Broadcom.
O Jalapeño foca em melhorar a velocidade de resposta dos modelos de IA e promete maior estabilidade no serviço gratuito.
Chip foi desenvolvido em apenas nove meses, utilizando IA para acelerar o design e otimização.
A OpenAI e a gigante de semicondutores Broadcom anunciaram, nesta quarta-feira (24/06), o lançamento do Jalapeño, o primeiro processador de inteligência artificial desenhado do zero pela dona do ChatGPT.
Segundo o comunicado, ele é focado na fase de inferência de Grandes Modelos de Linguagem (LLMs) e promete derrubar os custos da companhia, aumentando a velocidade de resposta do chatbot.
Para entender o peso da novidade, basta entender o que é inferência: trata-se, basicamente, do momento em que a IA “trabalha” para responder em tempo real toda vez que você envia um prompt. O Jalapeño foi construído para otimizar essa etapa.
Chip prevê maior estabilidade no ChatGPT gratuito
O impacto principal deve ser sentido na fluidez da interação e no custo para manter plataformas como o próprio ChatGPT e o Codex funcionando. Na prática, a arquitetura do chip une o poder de processamento bruto a uma latência extremamente baixa. Isso significa respostas geradas de forma quase instantânea na tela do seu celular ou computador.
Amostras de engenharia do Jalapeño já estão em operação nos laboratórios da companhia. Os resultados preliminares apontam para uma performance por watt superior à que existe hoje como referência no mercado.
A meta é tornar a inteligência artificial financeiramente viável, reduzindo o consumo energético e o tempo de processamento. Com isso, a empresa consegue cobrar menos pelo uso dos seus serviços, ao mesmo tempo em que garante disponibilidade e estabilidade para usuários gratuitos durante picos de acesso.
“Ao projetarmos componentes da infraestrutura internamente, podemos oferecer maior eficiência e continuar impulsionando a IA para um acesso mais amplo”, destacou o presidente da OpenAI, Greg Brockman.
Chip proprietário promete ChatGPT mais rápido na versão gratuita (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Desenvolvimento recorde com ajuda da IA
Outro destaque do projeto é a agilidade. O ciclo completo de desenvolvimento do chip durou apenas nove meses. Na indústria de semicondutores, esse é considerado um dos prazos de elaboração mais curtos já registrados.
Essa velocidade recorde não aconteceu por acaso. A OpenAI utilizou os seus próprios modelos de inteligência artificial para acelerar partes complexas do design e otimização do processador.
A colaboração com a Broadcom, por sua vez, trouxe tecnologias de conectividade que permitem fluxo de altíssima velocidade entre milhares de chips interligados. A engrenagem de produção inclui ainda a empresa canadense Celestica, encarregada da montagem e integração dos sistemas.
O plano é que o Jalapeño comece a alimentar data centers já no fim de 2026, construídos em parceria com gigantes do setor, como a Microsoft.
O Motorola Edge 70 Fusion (256 GB) lançado em março por R$ 2.999, já se encontra em oferta com 41% de desconto. O celular está disponível por R$ 1.779 no Pix com a adição do cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre, esse é o menor preço encontrado até então nas principais lojas varejistas.
Edge 70 Fusion: tela AMOLED de 144 Hz e bateria de 5.200 mAh
Motorola Edge 70 Fusion (a esquerda) foi lançado em cinco cores (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Um dos destaques é o painel, a ponto de obter especificações superiores ao ‘irmão’ mais avançado Edge 70. O display AMOLED de 6,78″ conta com HDR10+ e taxa de 144 Hz, proporcionando fluidez gráfica excelente. Além disso, atinge pico de 5.200 nits de brilho, um nível bastante elevado.
O Edge 70 Fusion possui bateria de 5.200 mAh, com promessa de autonomia extensa de até 39 horas de uso pela Motorola. Inclui na caixa um adaptador TurboPower de 68 W, que realiza carregamento rápido e apto para uso em um curto período; a fabricante fala em apenas dez minutos.
O sistema de câmeras leva a lente principal Sony Lytia 710 de 50 MP, também equipada no Edge 70. O sensor promete entregar fotografias ricas em detalhes, além de possuir estabilização óptica e cores validadas pela Pantone. As demais integradas são a ultrawide de 13 MP e frontal de 32 MP. Todo o conjunto tem a capacidade de gravação em 4K.
Edge 70 Fusion aposta em módulo de câmeras destacado na traseira (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O dispositivo utiliza o chip Snapdragon 7s Gen 3 e 8 GB de RAM. A configuração não é a das mais avançadas, mas através do RAM Boost pode proporcionar um desempenho otimizado. Na prática, vai corresponder para a maioria das tarefas comuns no dia a dia, a exemplo de navegação em múltiplos apps sem travamentos.
O corpo com espessura de 7,2 mm combina diversas certificações, como a militar MIL-STD-810H, IP68 e IP69. Portanto, promete fornecer alta resistência a cenários que envolvam altas temperaturas, poeira e até jatos d’água de alta pressão.
Por fim, vem com Android 16 e promessa de três atualizações do sistema operacional. Adquira o Motorola Edge 70 Fusion nesta oferta pelo menor preço desde o lançamento, por R$ 1.779 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre.
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O Galaxy A36 (256 GB) está disponível por R$ 1.304,10 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC no Mercado Livre. O smartphone intermediário da Samsung com Galaxy AI e tela AMOLED, lançado por R$ 2.999, fica 57% mais barato e atinge o menor preço já visto pela equipe de Achados do TB.
Galaxy A36 tem tela de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e bateria de 5.000 mAh
Galaxy A36 tem uma ampla tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O Galaxy A36 é equipado com o chip Snapdragon 6 Gen 3 e 8 GB de RAM, entregando alto desempenho em tarefas básicas e suporte ao Galaxy AI. Os 256 GB de armazenamento interno garantem um espaço equilibrado para aplicativos, mídias e outros arquivos do dia a dia.
O telefone adota uma tela Super AMOLED de 6,7 polegadas com resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz, reproduzindo imagens bem detalhadas e fluidas. O painel ainda atua com brilho máximo de 1.900 nits, facilitando a visualização mesmo sob o sol.
Para fotos e vídeos, o Galaxy A36 conta com uma câmera tripla traseira liderada por um sensor principal de 50 MP que filma em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 12 MP também faz registros em 4K, além de clicar selfies detalhadas com o Modo Retrato.
Galaxy A36 tem uma câmera tripla traseira com sensor de 50 MP capaz de filmar em 4K (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O smartphone intermediário da Samsung tem bateria de 5.000 mAh, entregando uma autonomia de até 29 horas de reprodução de vídeo. Ele suporta carregamento rápido de até 45 W, indo de 0 a 100% em cerca de 65 minutos na tomada.
Facilitando o dia a dia, o dispositivo oferece conexões 5G, Wi-Fi 6, Bluetooth 5.4 e NFC para ações por aproximação. Na parte de software, ele sai da caixa com o Android 15 e deve receber ao menos seis atualizações do sistema operacional.
Fechando o pacote, o Galaxy A36 (R$ 1.304,10 no Pix com o cupom OFERTAPARAVC) tem estrutura de plástico e acabamento traseiro em vidro Gorilla Glass Victus+. Outro destaque é a certificação IP67 de resistência à poeira e à água, protegendo o aparelho de mergulhos acidentais de até 1 metro em água doce por até 30 minutos.
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Amazon Basics chega ao Brasil (imagem: divulgação/Amazon)Resumo
marca própria da Amazon, Amazon Basics, foi lançada no Brasil com centenas de itens em categorias como casa, escritório, esportes e pet shop;
produtos Amazon Basics oferecem preços geralmente mais acessíveis e trazem benefícios adicionais para membros Amazon Prime, como entrega rápida gratuita e descontos de 15% em determinados itens;
Amazon armazena os produtos da marca em centros de distribuição no Brasil para agilizar as entregas, permitindo que membros Prime recebam os produtos no mesmo dia ou no dia seguinte à compra.
A Amazon Basics é uma marca própria da gigante do comércio eletrônico que oferece diversos tipos de produtos do dia a dia a preços geralmente mais acessíveis. A proposta existe desde 2009, mas só agora chegou à Amazon brasileira. Antes tarde do que mais tarde, certo?
Já na estreia, são centenas de produtos divididos em categorias como casa, escritório, esportes e pet shop. Em casa, por exemplo, você encontra cabides, almofadas, caixas organizadoras, ferramentas variadas e assim por diante.
Relacionados à categoria escritório estão produtos como cabos HDMI, cabos Ethernet, mouses, fones de ouvido, suportes para celular, tripés, mochilas, cadernos, entre tantos outros.
Na Amazon, estamos constantemente ouvindo o que nossos consumidores desejam — e Amazon Basics é reflexo direto dessa escuta. Trazer essa marca ao Brasil significa oferecer uma experiência de compra completa, de ponta a ponta: validamos a qualidade, curamos a seleção e garantimos a velocidade da entrega.
Juliana Sztrajtman, presidente da Amazon Brasil
Página do Amazon Basics (imagem: divulgação/Amazon)
Benefícios para membros Amazon Prime
Os produtos Amazon Basics estão disponíveis para todos os consumidores. Mas quem possui uma assinatura Amazon Prime conta com entrega rápida gratuita e possibilidade de 15% de desconto em determinados itens.
De acordo com a companhia, os produtos da marca ficam armazenados estrategicamente em centros de distribuição no Brasil, e isso favorece as entregas rápidas para membros Prime que, dependendo da região, podem receber os produtos no mesmo dia da compra ou no dia seguinte.
Essa estreia já era esperada. Ainda que não oficialmente, alguns itens Amazon Basics já podiam ser encontrados no Brasil (se por teste ou descuido, não sabemos). Além disso, apesar de o anúncio oficial ter sido feito nesta quarta-feira (24/06), a área Amazon Basics* estava disponível há alguns dias na Amazon brasileira.
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iPhone Air tem tela de 120 Hz, câmeras que filmam em 4K e suporte ao Apple Intelligence
iPhone Air tem tela OLED de 6,5 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O iPhone Air adota a tela Super Retina XDR OLED de 6,5 polegadas, reproduzindo imagens fluidas com taxa de atualização de 120 Hz. O painel com design Dynamic Island ainda oferece brilho máximo de 3.000 nits e os recursos ProMotion e HDR.
Fugindo um pouco do padrão da marca, a câmera traseira do dispositivo tem um único sensor de 48 MP capaz de filmar vídeos em 4K com Estabilização Óptica de Imagem (OIS). A câmera frontal de 18 MP também capta imagens em 4K e realiza selfies detalhadas com o Modo Retrato.
Focado em alto desempenho e no Apple Intelligence, o iPhone Air é equipado com o chipset Apple A19 Pro combinado com 12 GB de RAM. O dispositivo traz 256 GB de armazenamento interno, exigindo o uso do iCloud para os usuários que desejam mais espaço para fotos, vídeos e outros arquivos.
iPhone Air conta com uma única câmera traseira de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Extremamente fino, o smartphone da Apple tem apenas 5,64 mm de espessura, uma estrutura reforçada em titânio e acabamento traseiro e tela protegidos com Ceramic Shield. O modelo também conta com a certificação IP68 de resistência à poeira e à água, podendo ficar submerso por até 6 metros pelo tempo limite de 30 minutos.
O telefone traz uma bateria de 3.149 mAh que, segundo a marca, entrega autonomia para até 27 horas de reprodução de vídeo. Para tentar compensar, o modelo suporta carregamento rápido de 20 W que vai de 0 a 50% em 30 minutos.
Fechando o pacote, o iPhone Air (R$ 6.439,10 no Pix aplicando os cupons OFF300 e de R$ 100 OFF para clientes Amazon Prime) oferece conexões 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB) e NFC para ações por aproximação. Ademais, ele sai da caixa com o iOS 26 e receberá pelo menos 5 grandes atualizações do sistema.
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O iPhone 16 Plus de 256 GB está saindo por R$ 6.369 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular da Apple com chip A18, tela OLED de até 2.000 nits e câmera wide de 48 MP está na terceira melhor oferta do ano, sendo que a melhor estava somente R$ 150 mais barata.
iPhone 16 Plus tem tela OLED e câmera wide do iPhone 17e
O iPhone 16 Plus traz um kit de câmeras ótimo para captar cenas amplas com maior facilidade, formado por um sensor wide de 48 MP com OIS igual ao do novo iPhone 17e e um ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º. A frontal de 12 MP tira ótimas selfies, e todas filmam em 4K a 60 fps com suporte a Dolby Vision.
O chip Apple A18 e os 8 GB de RAM sustentam alta performance ao rodar apps pesados em multitarefa e os games mais exigentes, enquanto os 256 GB de armazenamento permitem guardar uma quantidade razoável de fotos e vídeos.
Sua tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,7″ com brilho de até 2.000 nits e suporte a HDR10+ reproduz imagens nítidas com cores vibrantes e garante a visibilidade em qualquer ambiente. A proteção do vidro Ceramic Shield garante resistância a quedas e outros acidentes.
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de alumínio do iPhone 16 Plus conta com a certificação IP68, conferindo proteção contra poeira intensa e mergulhos acidentais, garantindo assim a durabilidade do gadget por muito tempo.
Sua bateria de 4.674 mAh resiste até 27 horas de reprodução de vídeo segundo a fabricante, podendo ser usado por um dia inteiro de forma moderada, além de suportar MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB-C.
O iPhone 16 Plus de 256 GB (R$ 6.369 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo Amazon Prime), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional, conversa com redes 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC.
Amazon Prime Day 2026 será na próxima semana
Faltam poucos dias para o Prime Day, que será entre 1 e 7 de julho esse ano. A data será repleta de oferta especiais para assinantes como a pelo iPhone 16 Plus. E a dica do Achados para quem não assina o Amazon Prime é começar um teste grátis de 30 dias para aproveitar o descontos e outros benefícios exclusivos.
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iPhone 16 Plus (256 GB) com tela OLED de 2.000 nits e câmera wide do iPhone 17e atinge 3º menor preço de 2026 com desconto exclusivo Amazon Prime de 38% no Pix com cupom
iPhone 16 tem chip A18, câmera de 48 MP e tela OLED
Apesar de pertencer à geração passada, o iPhone 16 ainda é um dos melhores iPhones para comprar em 2026. Comparado ao iPhone 17e, a câmera wide com OIS de 48 MP é idêntica, enquanto a ultrawide de 12 MP com ângulo de 120º é um diferencial. Ambos os sensores capturam belas e amplas cenas em fotos.
Seu chip Apple A18 de 3 nanômetros e os 8 GB de RAM garantem a execução dos apps e games mais pesados, além de multitarefa e funções do Apple Intelligence. Já os 256 GB de armazenamento são espaço interno adequado para guardar fotos e vídeos, mas que podem ser expandidos com planos do iCloud.
A tela LPTO Super Retina XDR OLED de 6,1 polegadas possui brilho de até 2.000 nits, sendo capaz de reproduzir cores fiéis e de garantir a visibilidade em qualquer lugar. O vidro Ceramic Shield oferece proteção ao display contra acidentes e imprevistos.
Tela OLED do iPhone 16 tem brilho de até 2.000 nits (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de alumínio do iPhone 16 conta com a certificação IP68 para oferecer uma camada extra de durabilidade, garantindo resistência contra poeira intensa e mergulhos acidentais.
Sua bateria de 3.561 mAh resiste até 22 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, suporta MagSafe e carregamento rápido de 25 W via USB, assim, o celular pode ser usado por um dia inteiro de forma moderada.
O iPhone 16 de 256 GB (R$ 4.997 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo Amazon Prime), que foi atualizado para o iOS 26 e deve receber pelo menos mais quatro atualizações do sistema operacional, tem conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.3 e NFC.
Falta pouco para o Prime Day 2026
O Amazon Prime Day 2026 será entre os dia 1 e 7 de julho, e trará uma série de ofertas exclusivas para assinantes assim como essa do iPhone 16. Para já se antecipar a campanha, comece um teste grátis de 30 dias do Amazon Prime e aproveite descontos exclusivos do Prime Day, frete grátis e mais.
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iPhone 16 faz parte da geração anterior da Apple, mas sua tela OLED, câmera de 48 MP e chip A18 ainda são atrativos em 2026, especialmente com 42% em oferta exclusiva
Anatel quer dificultar o comércio de minicelulares (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Anatel firmou um acordo com os principais marketplaces que atuam no Brasil para remover anúncios de minicelulares não homologados.
Esses dispositivos costumam ser usados em presídios e podem trazer riscos à segurança.
Os minicelulares são aparelhos pequenos que imitam modelos clássicos, como o Nokia 3310, mas não passaram pela certificação da Anatel.
A Anatel firmou um acordo com os principais marketplaces do país para combater a venda de minicelulares não homologados. O compromisso foi selado ontem (23/06), com Amazon, Mercado Livre, Shopee, Magalu, Casas Bahia, Carrefour e Temu, que concordaram em adotar uma política de “tolerância zero” para esse tipo de produto.
Os minicelulares têm a comercialização proibida no Brasil desde maio de 2017. São aparelhos de dimensões reduzidas que não passaram pelo processo de certificação da Anatel. Por isso, podem apresentar riscos relacionados à segurança elétrica, baterias e níveis de radiação não testados, além de frequentemente serem ligados à comunicação clandestina em unidades prisionais.
Muitos desses modelos imitam o clássico Nokia 3310, mas têm dimensões extremamente reduzidas: cerca de 62 milímetros de altura e 24 de largura, comparáveis às de uma tampa de caneta Bic.
Aparelhos driblam a fiscalização
Minicelulares apreendidos no Complexo Penal de Bauru-SP, em agosto de 2025 (imagem: divulgação/SAP)
Esses celulares costumam aparecer em operações policiais e apreensões realizadas em presídios. Marcas como Decoin, L8STAR e Jesta figuram com frequência nesses registros, mas são genéricas e não correspondem a fabricantes propriamente ditos. São dispositivos produzidos fora do Brasil e comercializados sob diferentes nomes para facilitar a distribuição em marketplaces e lojas online.
É justamente esse tipo de anúncio que a Anatel pretende eliminar. Nos testes realizados pelo Tecnoblog, apenas o Mercado Livre retornou resultados para buscas relacionadas aos minicelulares.
Ainda que os produtos sejam vendidos na seção Internacional da plataforma, por vendedores estrangeiros, eles continuam disponíveis para consumidores brasileiros.
Mercado Livre ainda permite a compra do produto na seção Internacional (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
Na Shopee, por exemplo, buscas pelo termo passaram a exibir celulares convencionais homologados, anunciados como “celular para idoso”, de fabricantes como Samsung, ZTE e LG.
Anatel prepara ranking para pressionar plataformas
Durante a reunião, a agência também propôs a criação de um ranking de conformidade dos marketplaces. A iniciativa deve começar pelo segmento de celulares e smartphones, avaliando o grau de aderência das plataformas às regras de comercialização de produtos homologados.
Segundo a Anatel, os marketplaces ainda precisam exigir a exibição do número de homologação nos anúncios e adotar mecanismos capazes de identificar códigos falsos, inválidos ou pertencentes a outros produtos. De acordo com a agência, parte dos vendedores utiliza essas informações de forma enganosa para dar aparência de regularidade a dispositivos não certificados.
Como próximo passo, a Anatel deve realizar reuniões individuais com cada marketplace para discutir planos de ação específicos. Também será criado um grupo de trabalho permanente para acompanhar a implementação das medidas e monitorar os indicadores de conformidade das plataformas.
Aplicativo do Celular Seguro para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Governo Federal lançou oficialmente o Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR), um cadastro nacional de celulares roubados, furtados ou perdidos, com 2,9 milhões de aparelhos já registrados;
BNCR permite que cidadãos verifiquem se um celular usado tem restrição, facilitando a recuperação de aparelhos extraviados e evitando a compra de dispositivos irregulares;
para utilizar o serviço, é necessário baixar o aplicativo ou acessar o site do Celular Seguro e fazer login com uma conta Gov.br.
Entrou em vigor, nesta semana, a nova fase do programa Celular Seguro. A partir de agora, a iniciativa passa a ser um programa de estado, de modo a ser conduzido como política pública permanente de âmbito federal. Para complementar, o Governo Federal oficializou a criação do Banco Nacional de Celulares com Restrição (BNCR).
O BNCR funciona como um cadastro sobre celulares roubados, furtados ou perdidos, cobrindo todo o território nacional, como o próprio nome sugere. Atualmente, 2,9 milhões de aparelhos estão inseridos nessa base de dados.
A intenção, com o BNCR, é facilitar a recuperação do aparelho extraviado pelo proprietário e fornecer informações que ajudam os cidadãos a evitar a compra de dispositivos irregulares:
Antes de comprar um celular usado, o cidadão poderá consultar o IMEI do aparelho e verificar se ele foi roubado, furtado ou se possui alguma restrição. O cidadão terá mais segurança na compra.
Quem vende de forma regular terá mais confiança para negociar, e quem atua de forma criminosa encontrará cada vez mais barreiras para transformar celulares roubados em lucro.
Wellington Lima, Ministro da Justiça e Segurança Pública
Ainda com relação ao BNCR, o Governo Federal destacou o chamado Modo Recuperação (que já existia), que não bloqueia celulares desviados imediatamente. O objetivo é deixar o código IMEI do dispositivo ativo para que, quando ligado, ele possa ser monitorado em todo o país. Quando um número telefônico é ativado no aparelho, o sistema o identifica e inicia o fluxo de recuperação.
Além de novos mecanismos técnicos, a nova fase do Celular Seguro é viabilizada pela colaboração entre autoridades policiais de todos os estados brasileiros mais o Distrito Federal:
O combate ao roubo e ao furto de celulares passa agora a ser prioridade na agenda de segurança pública. Com a integração proporcionada pelo Banco Nacional de Celulares com Restrição, um policial em São Paulo poderá saber se um aparelho foi roubado no Maranhão [por exemplo].
Chico Lucas, Secretário Nacional de Segurança Pública
Como o ministro Wellington Lima já deixou claro, outro destaque da nova fase do programa é uma ferramenta que permite verificar se um celular usado tem algum tipo de restrição. Se tiver, a compra do dispositivo não deve ser efetuada, obviamente.
Consulta de aparelhos com restrições no Celular Seguro (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O iPhone 16e de 128 GB está saindo por R$ 3.349 no Pix com cupom de R$ 300 OFF exclusivo para assinantes do Amazon Prime. O celular acessível da Apple com chip A18, tela OLED de 1.200 nits e câmeras idênticas às do iPhone 17e recebe desconto de 42% sobre o preço original de R$ 5.799, ficando paralelo a concorrentes Android.
iPhone 16e tem tela OLED e processador Apple A18
O iPhone 16e é uma das principais opções de celular custo-benefício para quem deseja comprar um iPhone em 2026, concorrendo diretamente com o iPhone 17e. Seu chip Apple A18, amparado por 8 GB de RAM, é em geral mais potente que os presentes em concorrentes Android, enquanto os 128 GB podem ser expandidos com planos do iCloud.
As câmeras do iPhone 16e são as mesmas do 17e: a wide de 48 MP com OIS na traseira entrega imagens excelentes e amplas, e a frontal de 12 MP tira ótimas selfies com o recurso Center Stage, que centraliza elementos. Ambas filmam em 4K a 60 fps.
Sua tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com brilho de 1.200 nits também é igual à do novo iPhone 17e, e oferece cores vibrantes e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield garante proteção contra quedas e acidentes diversos.
Câmera wide de 48 MP é a mesma do iPhone 17e (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O corpo de alumínio conta com a certificação IP68 para reforçar a durabilidade, adicionando resistência contra poeira intensa e mergulhinhos acidentais. Assim, o smartphone “aguenta o tranco” entre as situações mais inesperadas.
Sua bateria de 4.005 mAh resiste até 26 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple, e suporta carga rápida de 0 a 50% em apenas 30 minutos via cabo USB-C, permitindo seu uso durante o dia inteiro.
iPhone 16e com 42% OFF é celular custo-benefício da Apple; câmeras são idênticas ao iPhone 17e e processador A18 é diferencial frente a Androids na mesma faixa de preço
iPhone 17 traz tela OLED de 120 Hz e câmeras de 48 MP
A tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas do iPhone 17 tem ProMotion de 120 Hz e brilho de até 3.000 nits, uma combinação que oferece cores vivas e preto profundo, além de fluidez de imagem e visibilidade garantida em qualquer ambiente. O vidro Ceramic Shield 2 protege-a contra arranhões e outros acidentes.
Seu chip Apple A19 e os 8 GB de RAM sustentam execução de apps pesados e games, além de atividades em multitarefa e soluções do Apple Intelligence. Os 256 GB de armazenamento garantem espaço adequado para guardar vídeos e fotos.
O corpo de alumínio do gadget recebe o Ceramic Shield 2 na traseira e o reforço da certificação IP68, que adiciona resistência contra poeira e mergulhos acidentais, garantindo sua durabilidade.
iPhone 17 traz câmeras wide e ultrawide de 48 MP (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
As câmeras principais de 48 MP do iPhone 17 incluem uma wide com OIS e sensor de 1/1.56, e uma ultrawide com campo de visão de 120º, que garantem captura de imagens em alta qualidade. A frontal de 18 MP tira selfies no modo Paisagem mesmo com o celular na vertical. Todas filmam em 4K a 60 fps.
Sua bateria de 3.692 mAh resiste até 30 horas de reprodução de vídeo segundo a Apple. E suporta MagSafe e carregamento rápido de 40 W, recebendo uma carga de 0 a 50% em apenas 20 minutos, durando um dia inteiro com uso moderado.
O iPhone 17 de 256 GB (R$ 5.166 no Pix com cupom de R$ 200 OFF exclusivo Amazon Prime) roda iOS 26 e deve receber pelo menos cinco atualizações do sistema. E possui conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 6.0, Ultra Wideband (UWB), NFC e comporta eSIM.
Faltam 7 dias para o Amazon Prime Day 2026
Assim como a oferta acima, o Prime Day 2026, que acontecerá entre os dias 1 e 7 de julho, trará uma série de descontos exclusivos para assinantes Amazon Prime. A dica para quem ainda não assina é já começar um teste grátis por 30 dias e aproveitar as promoções, frete grátis e outros benefícios.
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Conselho aprovou emissão de alvarás para participação de crianças em conteúdos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, nesta terça-feira (23/06), a emissão de alvarás para a participação de crianças e adolescentes em conteúdos nas redes sociais. A regra vale para casos em que a imagem, a voz ou a rotina de crianças e adolescentes aparecem de forma habitual em perfis, canais ou outros espaços digitais.
A versão aprovada considerou um apelo do Ministério Público do Trabalho (MPT) para que juízes não liberem casos que iriam contra as leis brasileiras de trabalho infantil. Segundo o órgão, a proposta de alvará para publicidade foi removida do texto, que agora permite somente atividades artísticas.
Antes de autorizar a atividade, o juiz deverá avaliar pontos como frequência de exposição, tipo de conteúdo produzido, forma de divulgação, eventual monetização e impacto sobre a rotina escolar, saúde e desenvolvimento do menor.
As novas regras valem para conteúdos publicados em contas dos próprios jovens, de responsáveis ou de terceiros, especialmente quando há monetização ou impulsionamento. Elas não devem atingir familiares que publicam ocasionalmente fotos e vídeos de crianças, como os próprios filhos, segundo o CNJ.
Mudança afeta influenciadores mirins
A proposta inicial discutida no CNJ previa a necessidade de autorizações judiciais para trabalho artístico e para publicidade no ambiente digital. O MPT contestou a divisão, argumentando que a legislação brasileira não permite exceção para trabalho comercial antes da idade mínima.
“Qualquer alvará que permita outro tipo de trabalho que não o artístico é proibido pelo artigo 7º, inciso 33, da nossa Constituição, que veda o trabalho para pessoas com menos de 16 anos, salvo a partir dos 14 anos, na condição de aprendiz”, explica Fernanda Pereira, coordenadora nacional de Combate ao Trabalho Infantil e de Promoção e Defesa dos Direitos de Crianças e Adolescentes (Coordinfância) do MPT.
Na nota técnica enviada ao CNJ, o órgão argumenta que o uso de roteiro, edição, encenação ou recursos audiovisuais não transforma automaticamente um perfil monetizado em atividade artística.
As regras impactam o mercado de influenciadores mirins no Brasil, conhecidos pelo compartilhamento excessivo da rotina e promoção de produtos, marcas e serviços nas redes sociais — às vezes, inclusive, daqueles não condizentes com a faixa etária, o que gerou grande debate sobre a adultização de crianças.
Como ficam as regras?
Crianças e adolescentes terão permissão restritia (imagem: reprodução)
A resolução do CNJ se soma ao ECA Digital e ao Decreto nº 12.880/2026, estabelecendo as seguintes regras:
Menores de 16 anos: a participação em conteúdos digitais de caráter artístico depende de alvará judicial, que considerará frequência da exposição, tipo de conteúdo, rotina escolar, horários e possíveis impactos no desenvolvimento da criança ou adolescente.
Adolescentes de 16 a 18 anos: atividades comerciais e publicitárias podem ocorrer sem alvará judicial prévio, mas seguem as regras como proibição de trabalho noturno, atividades perigosas ou insalubres e qualquer rotina que prejudique a frequência escolar.
Conteúdos proibidos: a autorização não poderá envolver conteúdos erotizados, vexatórios, degradantes, apostas, jogos de azar, publicidade infantil abusiva ou divulgação de produtos que não podem ser comercializados para esse público.
Instagram fora do ar (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)Resumo
Instagram está fora do ar para alguns usuários.
O problema afeta o feed e os stories.
Mais de 9 mil pessoas relataram problemas no site DownDetector.
O Instagram está fora do ar para parte dos usuários na noite desta terça-feira (23). O problema afeta tanto o feed quanto os stories. Com isso, os usuários não conseguem visualizar diversos conteúdos na rede, que figura entre as mais populares do conglomerado Meta.
Por enquanto não é possível saber a extensão da falha nem seu motivo.
O monitoramento do site DownDetector registrou uma disparada nas reclamações: mais de 9 mil pessoas já se queixaram do Instagram nos últimos minutos. A curva entrou em trajetória de queda por volta das 15h. No entanto, experiências anteriores sobre apps fora do ar nos ensinaram que às vezes a normalização demora e pode ocorrer de forma gradual.
O Instagram está entre os apps mais utilizados do país: ele é o segundo mais presente na tela inicial do celular, atrás apenas do WhatsApp, segundo um levantamento Mobile Time/Opinion Box.
O Galaxy Tab S10 Lite está disponível no Magazine Luiza por R$ 2.041 no Pix utilizando o cupom LU200. A oferta representa um desconto de 27% em relação ao preço original de R$ 2.799. O dispositivo é um tablet mais básico feito pela Samsung, mas atende para objetivos de estudos e tarefas básicas, além de incluir a caneta S Pen na caixa.
Tab S10 Lite une tela de 90Hz e bateria de 8.000 mAh
Galaxy Tab S10 Lite leva painel de 10,9 polegadas (imagem: Divulgação/Samsung)
O Tab S10 Lite possui uma tela LCD de 10,9 polegadas, que por mais que exista tecnologias mais avançadas, compensa na taxa de atualização de 90 Hz. A configuração permite uma navegação fluida para leituras e redes sociais. A caneta S Pen inclusa possibilita obter experiências agradáveis com escritas e desenhos.
A bateria equipada de 8.000 mAh garante autonomia para longas jornadas de estudos ou de lazer com o consumo de streaming, por exemplo. O carregador com fio de 25 W alcança de 0 a 100% de carga em aproximadamente duas horas, de acordo com a fabricante.
Este tablet da Samsung utiliza o processador Exynos 1380 e a variante em oferta tem 6 GB de memória RAM. Para evitar engasgos no sistema e fechamentos inesperados de apps, será necessário pagar um pouco a mais pela versão de 8 GB. O armazenamento interno de 128 GB pode ser expandido via slot para cartão microSD.
Samsung Galaxy Tab S10 Lite possui ferramentas de inteligência artificial (imagem: Divulgação/Samsung)
O gadget conta com alto-falantes estéreo integrados ao corpo de alumínio, além de câmeras traseira de 8 MP e frontal de 5 MP. Ambos os sensores realizam gravações de vídeo na resolução Full HD. Já na parte de conectividade, apresenta compatibilidade a GPS, Bluetooth 5.3 e Wi-Fi 6.
Por fim, o Galaxy Tab S10 Lite conta com 7 anos de atualizações garantidas pela Samsung e além da S Pen, também inclui uma capa protetora na caixa. Garanta já o tablet em oferta por R$ 2.041,55 no Pix com o cupom LU200 no Magalu.
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O Galaxy Tab S11 Wi-Fi de 256 GB está saindo por apenas R$ 5.039,10 no Pix aplicando o cupom TECNO300 no Magazine Luiza. O desconto de 28% é o melhor desde a primeira metade de março (Mês do Consumidor) pelo tablet Samsung lançado por R$ 6.999.
O Galaxy Tab S11 tem como principais destaques a RAM de 12 GB e a tela AMOLED que vem com capa protetora e caneta S Pen. Estes atributos fazem do tablet topo de linha um modelo chamativo para tarefas complexas, como edição de vídeo.
Galaxy Tab S11 é tablet topo de linha Samsung com caneta e teclado
Galaxy Tab S11 chegou ao Brasil com preços a partir de R$ 6.999 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Se você procura um tablet para jogos e edições de vídeo, o Galaxy Tab S11 é uma ótima opção. O topo de linha da Samsung é equipado com o processador Mediatek Dimensity 9400+ e RAM de 12 GB, que lhe conferem agilidade e fluidez no desempenho. O armazenamento, por sua vez, é de 256 GB no modelo em oferta.
Também pensando no uso gamer e para produtividade e estudos, o tablet da Samsung se destaca pela tela AMOLED Dinâmica 2X de 11 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz. Além da excelente qualidade de imagem, ela ainda atua em conjunto com a caneta S Pen e a capa-teclado inclusas para ampliar as possibilidades de uso do dispositivo.
Ademais, o Galaxy Tab S11 traz uma bateria de 8.400 mAh que promete entregar até 18 horas de autonomia, segundo a Samsung. E o tablet é compatível com o modo DeX, transformando-se em uma espécie de laptop para multitarefa que atua em conjunto com o teclado para fins dessa experiência.
Galaxy Tab S11 vem com S Pen e capa-teclado (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Lembrando que nessa oferta o Galaxy Tab S11 Wi-Fi de 256 GB sai por apenas R$ 5.039,10 no Pix aplicando o cupom TECNO300 no Magalu. E que o desconto é o melhor desde a primeira metade de março, quando comemorávamos o Mês do Consumidor 2026.
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O Galaxy A37 (128 GB) lançado há poucos meses por R$ 3.599 já se encontra com 48% de desconto. A oferta encontrada no Mercado Livre registra o dispositivo por R$ 1.708 no Pix ao adicionar o cupom de 10% disponível na página.
O novo celular intermediário da Samsung com três câmeras traseiras e painel de 120 Hz sai pelo menor preço desde que foi lançado, não perca esta oportunidade.
Galaxy A37: tela Super AMOLED e câmera principal de 50 MP
O smartphone apresenta uma tela Super AMOLED de 6,7″ que reproduz cores mais intensas e contraste aprimorado, a ponto de entregar pretos mais profundos. Além disso, a taxa de 120 Hz proporciona fluidez gráfica adequada para consumo de vídeos e jogos, sem ‘atrasos’ nas transições de cenas. O visor atinge um pico de brilho de 1.900 nits.
O Galaxy A37 possui um sistema fotográfico triplo na traseira, além da câmera frontal de 12 MP capaz de gravar vídeos em 4K. O destaque fica para a lente principal com tamanho maior (1/1,56″) e estabilização óptica, que entrega ótimos resultados. Assim como o A36, permanece com os sensores ultrawide de 8 MP e macro de 5 MP.
O dispositivo apresenta o processador Exynos 1480 (fabricado em 4 nanômetros). O chip junto aos 6 GB de memória RAM gerencia tarefas simultâneas, mas tem os seus limites. O sistema Android 16 instalado de fábrica junto com a One UI 8.5 fornece alguns dos mais novos recursos da suíte Galaxy AI.
Galaxy A37 utiliza Gorilla Glass Victus+ para proteção frontal (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
A certificação IP68 fornece uma grande durabilidade ao smartphone por assegurar resistência avançada contra poeira e água, com possibilidade de imersão. A bateria de 5.000 mAh somada ao suporte a carregamento de até 45 W, fornece carga para uso em poucos minutos. A Samsung promete até dois dias de autonomia, um período bem satisfatório.
Galaxy A37 (128 GB) aparece com 48% de desconto nesta oferta. Celular da Samsung traz tela Super AMOLED com 120 Hz, trio de câmeras traseiras e bateria de 5.000 mAh
PineVoice é um alto-falante inteligente da Pine64 que usa chip RISC-V e é compatível com o Home Assistant, solução aberta de automação residencial;
dispositivo é equipado com um chip RISC-V Bouffalo BL606P, 32 MB de memória RAM, 16 MB de memória Flash, Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE, além de dois microfones;
preço do PineVoice é de US$ 49,99 na Pine Store ou US$ 59,99 em outras lojas, sendo uma alternativa mais acessível a outros alto-falantes inteligentes do mercado.
Quem está em busca de um alto-falante inteligente que não leva a marca da Amazon ou do Google, por exemplo, pode ter o PineVoice como alternativa. Recém-lançado pela Pine64, o dispositivo chama a atenção por ser comandado por um chip do tipo RISC-V e focado no Home Assistant, uma solução aberta de automação residencial.
A Pine64 já apareceu aqui no Tecnoblog. Ela está por trás do celular PinePhone Pro e do tablet PineNote, que rodam Linux. Mas a empresa é tão ou mais conhecida pelas placas do tipo single board computers que desenvolve.
Já o PineVoice não é exatamente um produto novo. A Pine64 anunciou um alto-falante em 2024. O projeto avançou aos poucos e, agora, foi rebatizado para… PineVoice. Que fique claro, porém, que o foco no Home Assistant existe desde o início do projeto.
Graças ao Home Assistant, é possível usar comandos de voz com o PineVoice para controlar aparelhos de ar-condicionado, lâmpadas ou tomadas inteligentes, câmeras de segurança, entre outros dispositivos.
Kit do PineVoice (imagem: reprodução/Pine64)
Equipado com chip RISC-V
Para dar conta dessas tarefas, o PineVoice conta com um chip Bouffalo BL606P que, por sua vez, traz um núcleo T-Head C906 de 480 MHz (64 bits) e um núcleo T-Head E907 de 320 MHz (32 bits). Trata-se de um chip do tipo RISC-V, cuja adoção, aqui, não surpreende: a Pine64 é conhecida justamente por focar em hardware “aberto” ou de baixo custo.
Neste ponto, vale explicar que RISC-V é a sigla de uma arquitetura de conjunto de instruções (ISA, na sigla em inglês) para chips chamada Reduced Instruction Set Computing. Ao contrário de outras ISAs, como Arm e x86, o RISC-V é um padrão aberto, portanto, não exige pagamento de licenças para ser implementado.
As demais características incluem 32 MB de memória RAM, 16 MB de memória Flash para armazenamento interno, Wi-Fi 4 e Bluetooth 5.2 LE. Há ainda dois microfones, botões físicos para controle (de volume, por exemplo), porta USB-C e, claro, saída de som.
Como se vê, o conjunto de hardware não é muito avançado, mas deve atender aos anseios de quem quer depender menos (ou nada) de big techs para deixar o lar mais inteligente.
O preço também é interessante: US$ 49,99 na Pine Store ou US$ 59,99 em outras lojas. Só para fins de comparação, o novo Google Home Speaker foi lançado com preço sugerido de US$ 99,99 (mas é mais avançado tecnicamente, é verdade, tanto que traz até NPU).
Windows 11 na versão 25H2 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)Resumo
Microsoft iniciou a atualização automática para o Windows 11 25H2 em computadores compatíveis que ainda não possuem essa versão, seguindo o ciclo padrão de manutenção do sistema operacional;
atualização segue uma dinâmica de distribuição inteligente que usa aprendizado de máquina para determinar se cada PC está apto a receber a versão 25H2;
usuários podem adiar a instalação por meio do Windows Update, mas a instalação é recomendada, pois o Windows 11 24H2 deixará de ser suportado em outubro de 2026.
Se o seu computador com Windows 11 ainda não conta com a versão 25H2 do sistema operacional, contará em breve. Até recentemente, essa atualização era opcional; agora, ela começou a ser aplicada automática e obrigatoriamente nos PCs compatíveis.
Entenda como compatíveis máquinas que não são gerenciadas por equipes de TI — nelas, as atualizações são aplicadas conforme as necessidades e políticas de cada organização — e não estão participando do programa de testes Windows Insider com uma versão mais avançada.
A atualização “à força” para o Windows 11 25H2 era esperada pelo menos desde abril. Mas, ao contrário do que possa parecer, esta não é uma notícia ruim: o procedimento faz parte do ciclo padrão de manutenção do sistema operacional.
Muitos computadores compatíveis já foram atualizados. O que a Microsoft está fazendo, agora, é levando a versão 25H2 para as máquinas em situação pendente.
Explica-se: o procedimento segue uma dinâmica de distribuição inteligente, que usa aprendizado de máquina para determinar se cada PC está apto ou não a receber a versão 25H2. Esse processo é progressivo e, agora, chegou à fase final. A Microsoft entende que é seguro liberar as atualizações para os PCs ainda não atualizados, portanto.
Tal como exemplifica o Windows Latest, o mesmo ritual foi executado no Windows 11 23H2 quando esta versão foi atualizada para a 24H2. Pois, agora, são justamente os computadores com Windows 11 24H2 que estão sendo atualizados para a versão 25H2 (nos casos pendentes), embora máquinas com versões anteriores também possam ser beneficiadas.
A instalação tende a ser tranquila. Isso porque a versão 25H2 preserva grande parte dos recursos já existentes na versão 24H2 e, como tal, traz principalmente ajustes de desempenho ou segurança. Também há algumas novidades funcionais, como funções de IA e a ativação do modo Quick Machine Recovery para correção automática de falhas na inicialização. Mas não vai muito além disso.
Menu Iniciar do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Posso impedir a instalação do Windows 11 25H2?
A atualização é obrigatória. No Windows Update, o que você pode fazer é adiar a instalação do pacote 25H2. Basta ir em “Pausar atualizações” e escolher o período de pausa (de uma a cinco semanas). Já o bloqueio definitivo requer alguns artifícios mais complexos, como uma alteração no Registro do Windows.
Se, em vez de impedir, você quiser acelerar a atualização, vá em Menu Iniciar / Configurações / Windows Update. Ali, verifique se um pacote correspondente à versão 25H2 já está disponível para download. Se estiver, basta clicar em “Baixar e instalar” ou equivalente.
Para verificar a versão atual, digite o comando winver no campo de pesquisa do Menu Iniciar ou da Barra de Tarefas do Windows 11. A informação aparecerá em uma pequena janela.
Voz clonada do ator narra A Odisseia (imagem: divulgação/Fox Searchlight)Resumo
ElevenLabs lançou um audiolivro gratuito de 13 horas de A Odisseia, narrado por uma réplica digital autorizada da voz do ator Michael Caine.
A voz sintética foi criada a partir de uma parceria comercial firmada entre Caine e a empresa no ano passado, e a produção levou seis semanas.
O audiolivro está disponível no aplicativo ElevenReader e inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente.
A ElevenLabs lançou uma versão em audiolivro de A Odisseia, de Homero, narrada por uma réplica gerada por inteligência artificial da voz do ator Michael Caine. A produção tem 13 horas de duração e está disponível gratuitamente no aplicativo ElevenReader.
A voz sintética foi criada a partir de uma parceria comercial firmada entre Caine e a empresa no ano passado, segundo o site Deadline, e a produção levou seis semanas no sistema da ElevenLabs.
Além da narração principal com a voz clonada de Caine, o audiolivro usa outras vozes de IA para compor o elenco da história. A produção também inclui uma trilha sonora de fundo gerada sinteticamente.
Caine defende uso da tecnologia
A clonagem de voz por IA é uma das ferramentas permitidas pela tecnologia que mais causa alvoroço no mundo real, pois é extremamente associada a usos ilegais. Para Caine, porém, a inovação permite reimaginar a obra para o público moderno.
Em comunicado, o ator, que anunciou aposentadoria no ano passado, associou o projeto à tradição oral de A Odisseia, poema que atravessou gerações antes mesmo de circular como texto escrito, e que ganhará nova adaptação pelas mãos do cineasta Christopher Nolan no mês que vem.
“A Odisseia é uma das maiores histórias já contadas. Por quase três milênios, seus temas de perseverança, lealdade, tentação e o chamado duradouro do lar ressoaram em várias culturas e gerações”, afirmou Caine.
Hollywood ainda debate IA
Inteligência artificial ainda gera debates em Hollywood (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A iniciativa do ator ocorre em um contexto sensível para a indústria od entretenimento, que enxerga a IA como um concorrente. Em 2023, o Sindicato de Atores dos Estados Unidos (SAG-AFTRA) chegou a entrar em greve contra a expansão do uso de IA em produções cinematográfias, em apoio ao Sindicato dos Roteiristas.
Os setores criativos da indústria temem que a inteligência artificial acabe roubando empregos, especialmente de atores menores, e que tecnologias de escaneamento (de voz e imagem) levem a precarização do trabalho.
Mas Caine não é o primeiro grande astro de Hollywood a se envolver com a tecnologia. Ben Affleck e Ashton Kutcher fundaram empresas no setor, enquanto Matthew McConaughey, que trabalhou com Caine no filme Interestelar, é um dos investidores da ElevenLabs.
ElevenLabs vê audiolivro como vitrine
Para a ElevenLabs, o projeto também deve servir como demonstrativo das ferraemtnas de voz sintética, um dos carros-chefe da empresa. O executivo da área de parcerias da ElevenLabs, Dustin Blank, disse ao Deadline que a intenção é tornar o épico mais acessível em um momento de grande interesse pela obra.
O lançamento também serve como vitrine para outros criadores interessados em usar vozes geradas por IA em produções narrativas.
Esta é a sua oportunidade de comprar um smartphone com bom custo-benefício por um preço abaixo da média. O Galaxy A57 5G (128 GB) está por apenas R$ 1.953 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página. O desconto de 46% sobre o preço de lançamento de R$ 3.599 é o maior até o momento, e o preço é bastante atrativo para um celular da categoria.
Galaxy A57 apresenta boa durabilidade, desempenho e câmeras
Galaxy A57 (imagem: Ana Marques/Tecnoblog)
Além de ser um modelo recente, e portanto com longos anos de uso pela frente, o Galaxy A57 promete ser atualizado até o Android 22, o que estende significativamente seu tempo de vida útil. A ficha técnica ainda inclui certificação IP68, conferindo-lhe proteção contra água e poeira e, consequentemente, contra eventuais acidentes.
O desempenho está melhor que o do Galaxy A56 do ano passado, que segundo os testes do Tecnoblog, já era apresentava boa performance desde tarefas diárias até jogos mais exigentes. O Galaxy A57 vem com o novo chip Exynos 1680, uma evolução que representa melhorias CPU, GPU e NPU, para aprimorar o processamento e a eficiência.
Laterais do Galaxy A57 (cima) e Galaxy A37 (baixo) mostram diferença mínima em espessura (Imagem: Ana Marques / Tecnoblog)
Ademais, a ficha técnica traz um painel Super AMOLED+ com 6,7 polegadas e taxa de atualização de 120 Hz, e uma bateria compatível com carregamento rápido de 45 W. A união dessas características faz do Galaxy A57 um dos melhores celulares custo-benefício de 2026, segundo análise do Tecnoblog.
Ainda mais em ofertas como a de hoje, onde a versão de 128 GB do A57 sai por apenas R$ 1.953 no Pix aplicando o cupom de 10% OFF na página; reduzindo o preço para o menor já visto pelo modelo.
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Conheça os principais detalhes que ajudam a identificar um carregador original de iPhone (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Identificar as diferenças entre um carregador de iPhone original e falso é essencial para preservar a saúde da bateria e evitar danos ao dispositivo. Embora não exista uma solução única, a autenticidade pode ser confirmada por meio de uma inspeção detalhada tanto na embalagem quanto na construção do produto.
Sempre verifique a presença do selo da Anatel e a qualidade do acabamento plástico, que deve ser impecável e livre de rebarbas. Além disso, observe se as marcações a laser no acessório são nítidas e se o número de série corresponde exatamente ao que está impresso na caixa do produto.
A seguir, conheça 6 formas de identificar a autenticidade do carregador do iPhone.
O primeiro passo para identificar o carregador original da Apple é examinar o lacre pull-tab, aquela fita de papel destacável na traseira da embalagem. Esse selo de fábrica precisa estar perfeitamente alinhado e sem vestígios de cola, garantindo a integridade do circuito de distribuição.
Contudo, como o mercado paralelo já comercializa falsificações idênticas desses lacres plásticos e de papel, a inspeção visual externa não confirma totalmente a originalidade. Por isso, é necessário se atentar a outros detalhes do acessório.
2. Analise os manuais da caixa
Os carregadores do iPhone costumam ter três manuais que ajudam a atestar a autenticidade do acessório. Ao abrir a caixa, o usuário deve encontrar o Manual de Guia Prático impresso em papel fosco de alta gramatura, com fontes nítidas e sem erros gramaticais.
No Brasil, o documento da Anatel com o selo de homologação é obrigatório e deve detalhar as especificações elétricas do acessório. Esse encarte técnico comprova que o circuito interno passou pelos testes de segurança e conformidade do país.
O kit é finalizado com o certificado de garantia global, trazendo os termos regulatórios padronizados internacionalmente pela Apple. A ausência de qualquer um desses três folhetos ou falhas na impressão são sinais claros de um produto falsificado.
A caixa e os folhetos internos do carregador do iPhone já dão pistas de que o acessório é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
3. Confirme se há cabos no pacote
Os carregadores originais da Apple vendidos avulsos não incluem o cabo de energia e dados na embalagem. A fabricante adotou essa política de sustentabilidade Eco-friendly assumindo que o usuário já possui o cabo USB-C que acompanha a caixa do iPhone.
A única exceção fica por conta de acessórios de marcas parceiras homologadas pelo programa MFi (Made for iPhone). Essas empresas terceiras costumam comercializar kits completos, trazendo o adaptador de tomada e o cabo de carregamento rápido no mesmo combo.
Os carregadores originais da Apple não acompanham o cabo de energia (imagem: Homemade Media/Unsplash)
4. Observe as gravações no carregador
Ao examinar a fonte do iPhone, a nitidez das marcações gravadas a laser é o principal indicativo da autenticidade. O texto com as especificações de tensão e corrente elétrica deve ter alinhamento perfeito, sem borrões ou erros ortográficos comuns em peças falsificadas.
Essas informações regulatórias e o código de modelo ficam dispostos de forma sutil e precisa na superfície de policarbonato do acessório. Uma gravação grosseira, com fontes desalinhadas ou em alto-relevo rústico na carcaça plástica, serve como um imediato sinal de alerta.
Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
5. Veja se a fonte tem o selo da Anatel
No mercado brasileiro, o selo da Anatel colado diretamente na carcaça do carregador do iPhone é obrigatório e atesta que o circuito elétrico cumpre as normas de segurança. Essa marcação traz o logotipo oficial da agência reguladora e um número de homologação exclusivo de 12 dígitos.
Contudo, como os falsificadores costumam replicar essa identidade visual, a mera presença física da estampa não garante a procedência. O método infalível é checar essa numeração no Sistema de Consulta de Produtos da agência para validar a certificação de conformidade.
Todos os carregadores originais do iPhone trazem o selo da Anatel, permitindo checar as informações no Sistema de Consulta de Produtos (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
6. Compare os números de série
Uma das táticas eficientes para flagrar uma falsificação é cruzar o código alfanumérico de identificação gravado em cada componente. Embora não exista uma ferramenta oficial para consultar o número de série do carregador Apple, a correspondência exata desses dígitos é um forte indicativo de autenticidade.
O consumidor deve comparar a sequência impressa no adaptador com o código de barras da embalagem e a nota fiscal emitida. Qualquer divergência nos caracteres ou no espaçamento das fontes revela uma falha na cadeia de suprimentos ou adulteração no lote.
Como os falsificadores costumam replicar sequências válidas em massa, esse batimento de dados não deve ser o único teste. A validação definitiva exige combinar essa checagem física na construção do produto e os materiais enviados na caixa.
Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
Quais são os riscos de usar um carregador de iPhone falso?
Estes são alguns riscos que o usuário corre ao utilizar um carregador de iPhone falso:
Incêndio por superaquecimento: fontes paralelas costumam falhar em testes básicos de isolamento térmico e elétrico, acumulando calor excessivo nos componentes internos até o ponto de ignição física;
Choque elétrico por falha de isolamento: a ausência de blindagem interna adequada e a montagem rústica do circuito integrado expõem o consumidor a descargas elétricas de alta tensão potencialmente letais;
Danos severos à bateria e aos circuitos: o fornecimento instável de corrente e a flutuação de tensão estressam as células de íons de lítio, reduzindo drasticamente a saúde da bateria do smartphone;
Carregamento lento por ineficiência energética: componentes de baixa qualidade não mantêm o fluxo de energia linear, resultando em um processo de recarga demorado que superaquece o chassi do aparelho;
Explosões causadas por falha estrutural: em cenários de picos na rede elétrica, o colapso dos capacitores internos de baixa qualidade pode provocar o rompimento da carcaça plástica e queimaduras graves;
Ausência completa de certificações de segurança: esses produtos ignoram os rigorosos protocolos de controle de qualidade e os testes laboratoriais exigidos por órgãos reguladores internacionais para proteção do consumidor.
Onde posso encontrar um carregador de iPhone original?
A melhor estratégia para ter um carregador e outros acessórios originais para diferentes tipos de iPhone é adquirir diretamente em canais oficiais da Apple. Comprar nas lojas físicas ou no site da marca elimina o risco de investir em componentes falsificados que danificam a bateria do dispositivo.
O consumidor deve evitar ofertas suspeitas em marketplaces e dar preferência para revendedores autorizados que emitem nota fiscal e garantia de fábrica. Essa procedência certificada é a única segurança real para os circuitos integrados de gerenciamento de energia e chips de proteção do smartphone.
Só a Apple vende carregadores de iPhone originais?
Não, o mercado oferece carregadores autorizados pela Apple, desenvolvidos por fabricantes parceiras. Para garantir a segurança e compatibilidade com o ecossistema, o consumidor precisa procurar pelo selo MFi (Made for iPhone) estampado na embalagem do produto.
Essa chancela técnica internacional atesta que o acessório foi homologado nos laboratórios da Maçã. Isso significa que o componente passou por rigorosos testes de qualidade, protegendo o smartphone contra sobretensões e oscilações na rede.
Também consigo saber se o cabo do iPhone é original?
Sim, analisar o acabamento das conexões e as inscrições no revestimento é essencial para saber se o cabo do iPhone é original. Os fios genuínos trazem a frase “Designed by Apple in California” seguida por um número de série de 12 dígitos impresso a laser de forma nítida.
No aspecto físico, os conectores moldados por injeção precisam apresentar superfícies metálicas polidas e contatos elétricos arredondados. Cabos falsificados exibem rebarbas plásticas na junção e pinos desalinhados, comprometendo a condução da corrente e do barramento de dados do smartphone.
Carregador de tomada do iPhone 12 Pro (Imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Os acessórios originais trazem as informações técnicas gravadas a laser (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
Baterias de sódio podem ser a solução para recargas rápidas de verdade (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Verificar o número do modelo do acessório com as informações da caixa é uma das formas de verificar se o produto é original (imagem: João Vitor/Tecnoblog)
Linha aposta na diversidade de estilos (imagem: divulgação/Meta)Resumo
Meta lançou uma nova linha de óculos inteligentes, os Meta Glasses, em parceria com a EssilorLuxottica.
Os óculos estão disponíveis a partir de US$ 299, sendo US$ 80 mais baratos que o Ray-Ban Meta de 2ª geração.
Por enquanto, não há preços ou data de lançamento no Brasil.
A Meta e a EssilorLuxottica, dona da Ray-Ban e Oakley e maior fabricante do ramo de armações e lentes de óculos do mundo, anunciaram uma nova linha de óculos inteligentes com inteligência artificial. Os Meta Glasses chegam em três estilos de armação e aceitam diferentes tipos de lentes.
Diferentemente dos modelos anteriores, os novos óculos não trazem a marca Ray-Ban e chegam mais baratos, com preços a partir de US$ 299 (cerca de R$ 1.554). Para comparação, o Ray-Ban Meta de 2ª geração foi lançado por US$ 379 e chegou ao Brasil por R$ 3.299.
Por enquanto, o novo modelo será vendido apenas em mercados selecionados, como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e parte da Europa. Ainda não há previsão de lançamento no Brasil.
Meta Glasses não trazem a marca Ray-Ban (imagem: divulgação/Meta)
Os aparelhos não têm tela — a função segue exclusiva do Meta Ray-Ban Display — e a interação ocorre principalmente por voz e áudio, reproduzido por alto-falantes de ouvido aberto. Para chamadas e comandos de voz, os modelos usam múltiplos microfones com redução de ruído de vento.
A câmera integrada de 12 MP permite tirar fotos e gravar vídeos em até 3K a 30 fps. A Meta afirma que o dispositivo conta com alertas para indicar quando a câmera está em uso, além de controles simplificados para compartilhamento de dados.
A Meta promete mais de 8 horas de uso contínuo, com carregamento diretamente no estojo do produto — o que pode adicionar mais 40 horas de energia.
Três armações e 26 combinações
Meta Glasses contam com três formatos de armação (imagem: divulgação/Meta)
A linha estreia em três formatos:
Meta Adventurer: possui um formato retangular convencional, focado em um visual versátil, sendo comercializado nos tamanhos padrão e grande
Meta Fury: apresenta uma armação com linhas mais grossas e formato robusto
Meta Glasses by Kylie: uma armação com formato oval fino, inspirada no estilo pessoal de Kylie Jenner
As armações terão cores como preto, verde, merlot, mogno e arenito. As lentes podem ser de sol, polarizadas, transparentes ou com tecnologia Transitions, que se adapta à luminosidade. Ao todo, a Meta fala em 26 combinações no catálogo de lançamento.
Óculos aceitam lentes de grau
Os modelos também são compatíveis com lentes de prescrição. Para isso, a Meta introduziu o Rx Lens Swap, sistema uqe permite trocar as lentes com um oftalmologista após a compra.
Segundo a empresa, o procedimento não anula a garantia do produto. A ideia é permitir que o usuário adapte os óculos à própria prescrição sem depender apenas das combinações oferecidas no momento da compra.
IA adaptada aos vestíveis
Os Meta Glasses usam o Muse Spark, que permite aos vestíveis usarem a Meta IA para interpretar o contexto ao redor do usuário pela câmera e pelos comandos de voz.
Com isso, os óculos podem responder a perguntas sobre o ambiente, consultar informações do dia a dia, dar recomendações de locais e passar outras informações. As funcionalidades são restritas a usuários nos Estados Unidos e Canadá, por enquanto.
Entre os recursos anunciados estão a foto dinâmica, que captura múltiplos quadros e sugere a melhor imagem para compartilhamento, e uma futura navegação passo a passo para pedestres, adaptada para óculos sem tela.
A tradução de conversas em tempo real também foi ampliada. O recurso ganhou suporte a 14 novos idiomas, passando a funcionar em 20 línguas, incluindo português.
SteamOS em um Stem Deck (imagem: divulgação/Valve)Resumo
Valve está trabalhando para tornar SteamOS compatível com PCs equipados com processadores Intel e placas de vídeo Nvidia;
SteamOS 3.8.10 já introduziu suporte a chips Intel e esforços estão em andamento para adicionar compatibilidade com GPUs Nvidia, embora isso deva levar mais tempo;
objetivo é tornar o SteamOS um sistema operacional mais difundido no mercado.
Poderá o SteamOS se tornar tão acessível em termos de hardware quanto o Windows ou distribuições Linux comuns? Bom, o caminho para isso já está sendo preparado. Pelo menos é o que podemos presumir com a confirmação de que a Valve está trabalhando para tornar o sistema plenamente compatível com máquinas equipadas com processador Intel e/ou placa de vídeo Nvidia.
Cabe contextualizar desde já. O SteamOS foi desenvolvido originalmente para rodar no portátil Steam Deck, que chegou ao mercado com uma APU, isto é, um chip da AMD que reúne CPU e GPU.
A base principal do sistema tem sido o hardware da AMD desde então. Vide o exemplo da nova Steam Machine, que teve seus preços liberados nesta semana após meses de espera. A máquina tem CPU com núcleos AMD Zen 4, bem como GPU baseada na arquitetura AMD RDNA 3.
É possível rodar o SteamOS com hardware de outras empresas, mas isso normalmente envolve um nível maior de trabalho. Ao que tudo indica, isso não vai ser necessário em um futuro próximo. Isso porque o SteamOS 3.8.10 introduziu um “firmware inicial” para portáteis equipados com chips Intel, o que inclui algum nível de suporte para os processadores atuais da companhia.
O suporte oficial a chips gráficos da Nvidia deve demorar mais um pouco, mas também está a caminho. Pierre-Loup Griffais, um dos responsáveis pelo SteamOS, revelou ao The Verge que já há esforços nesse sentido, tanto por parte da Valve quanto por parte da Nvidia. Apesar disso, o suporte a GPUs Nvidia não deve chegar em 2026.
Uma Steam Machine (imagem: divulgação/Valve)
SteamOS para todo mundo
Esse movimento faz parte de um plano maior: tornar o SteamOS um sistema operacional mais difundido no mercado, de modo que, eventualmente, ele possa até ser instalado em Steam Machines montadas pelos próprios usuários.
Nesse sentido, Griffais até comentou sobre a possibilidade de o SteamOS rodar em dual boot com o Windows ou outros sistemas operacionais — presumivelmente, uma distribuição Linux convencional. Já é possível fazer isso, mas com algum esforço.
O que é o SteamOS?
O SteamOS é um sistema operacional mantido pela Valve e baseado na distribuição Arch Linux, mas tem o diferencial de ter interface e recursos específicos para a execução de jogos. O foco inicial ficou sobre a linha de portáteis Steam Deck, mas, como já ficou claro, a Valve trabalha para tornar o projeto compatível com mais máquinas.
Apesar do foco em jogos, favorecido pelo Gaming Mode, o SteamOS também oferece o Desktop Mode, que é baseado na interface KDE Plasma e permite o uso do computador para outras atividades.
O Galaxy Watch 8 Bluetooth de 44 mm está saindo por R$ 1.359 no Pix com cupom de R$ 100 OFF disponível na página do Mercado Livre. O smartwatch da Samsung com tela Super AMOLED e sensores avançados está disponível com um grande desconto de 58% sobre o preço original de R$ 3.199.
Galaxy Watch 8 tem tela AMOLED e sensor BioActive
A tela Super AMOLED de 1,47″ do Galaxy Watch 8 possui brilho de 3.000 nits, que garante a visibilidade e qualidade de imagem em ambientes abertos. A proteção do display fica por conta do vidro Cristal de Safira, que é resistente a acidentes diversos, como pancadas e quedas.
Praticantes de esportes encontrarão neste gadget diversas funções para o acompanhamento de atividades físicas. Já para quem busca mais qualidade de vida, há recursos para ficar de olho na condição geral de saúde como eletrocardiograma (ECG), monitores do sono, do ciclo menstrual feminino e até da oxigenação do sangue.
Os usuários têm no acessório um grande aliado que pode salvar vidas em situações críticas: em caso de emergência médica e estando pareado a um smartphone, ele pode enviar alertas para contatos específicos e ligar para números como 190 (polícia) e 192 (ambulância).
O Galaxy Watch 8 é equipado com o chip Exynos W1000, 2 GB de RAM e 32 GB de espaço interno, que permitem instalar e rodar apps localmente. Sua bateria de 435 mAh resiste a um dia de uso e suporta carregamento sem fio de 10 W.
Seu corpo em alumínio Armor de 44 mm é reforçado pelas certificações IP68 e militar MIL-STD810H, que conferem resistência a condições extremas de clima e até 5 atmosferas de pressão (5 ATM) debaixo d’água. Dessa forma, o gadget pode ser usado em esportes aquáticos dos mais diversos.
Galaxy Watch 8 BT (44 mm) traz tela Super AMOLED e sensor BioActive; smartwatch da Samsung recebe grande queda de preço com desconto de 58% no Pix com cupom
A Smart TV Samsung Vision AI OLED S85F de 55″ está saindo por R$ 4.229 no Pix com cupom TVCASASBAHIA no marketplace das Casas Bahia no Mercado Livre. A melhor oferta desde maio de 2026 vista pelo Achados oferece televisor 4K com taxa de 120 Hz e recursos de IA com desconto de 35% sobre o preço original de R$ 6.499.
TV OLED 4K Samsung S85F tem tela de 120 Hz e funções de IA
Sistema Tizen OS com One UI oferece conteúdo ao vivo, recomendações e IA (foto: João Paulo Souza/Tecnoblog)
A tela 4K OLED de 55″ da S85F possui taxa de 120 Hz, suporte a HDR10+ e certificação Pantone, sendo capaz de entregar imagens com cores fiéis, alta resolução e fluidez durante navegação e para animações gráficas. Conteúdos legados são atualizados via upscaling pelo chip NQ4 AI Gen2, que usa IA e entrega resultados sem distorções.
A plataforma Vision AI Companion oferece acesso aos assistentes Alexa, Bixby e Copilot, além de chatbots como Perplexity e outros recursos de inteligência artificial. Com eles, é possível conversar naturalmente com a TV como se fosse uma pessoa, ao realizar consultas com comandos de voz.
O sistema operacional Tizen traz diversas plataformas de conteúdo via streaming, incluindo as populares Netflix, Globoplay, Apple TV, HBO Max, Spotify, Twitch, Crunchyroll e outros.
TV Samsung 4K OLED S85F suporta jogos na nuvem do Xbox Game Pass (imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
O modelo S85F é também interessante para gamers: sua alta taxa e suporte a serviços na nuvem como Xbox Game Pass e Nvidia GeForce Now habilitam a jogatina com qualidade e sem atrasos, basta ter um plano de assinatura válido e parear um controle Bluetooth à TV, sem necessidade de um console ou PC.
Este aparelho possui 4 portas HDMI, duas USB-A e uma Ethernet, além de suportar redes Wi-Fi 5 e Bluetooth 5.3. O sistema de som possui duas saídas de áudio de 20 W, experiência que pode ser melhorada com soundbars.
Não deixe de conferir a oferta da Smart TV Samsung Vision AI OLED S85F de 55″ (R$ 4.229 no Pix com cupom TVCASASBAHIA), que chega antes da final da Copa do Mundo FIFA 2026 nas principais capitais do Brasil.
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O Edge 60 Neo de 512 GB está saindo por R$ 2.024,10 no Pix com cupom de R$ 150 OFF disponível na página do Mercado Livre. Um dos melhores celulares da Motorola, equipado com tela POLED de 120 Hz e câmera wide de 50 MP Sony Lytia, recebe desconto de 49% sobre o preço base de R$ 3.499.
Motorola Edge 60 Neo tem câmera Sony de 50 MP e tela POLED
Câmera wide do Edge 60 Neo usa sensor Sony Lytia 700C de 50 MP (imagem: Divulgação/Motorola)
O Motorola Edge 60 Neo tem como destaque uma câmera wide com sensor Sony Lytia 700C de 50 MP e OIS para evitar fotos tremidas; aliada à ultrawide de 10 MP e telefoto de 10 MP com zoom óptico de 3x. O kit versátil capta cenas com boa qualidade em cenários amplos e aproximações. A frontal de 32 MP tira ótimas selfies, e todas filmam em 4K.
Sua tela POLED de 6,36″ com taxa de 120 Hz e brilho de até 2.600 nits garante alta qualidade em imagens e vídeos com cores vibrantes, grande fluidez e visibilidade em qualquer lugar. O vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra arranhões e quedas.
Motorola Edge 60 Neo traz certificações militar MIL-STD-810H, IP68 e IP69 (imagem: Divulgação/Motorola)
O chip MediaTek Dimensity 7400 e os até 24 GB de RAM via RAM Boost dão ao Edge 70 Neo base para rodar apps pesados, recursos de IA e multitarefa. Para quem gosta de guardar fotos e arquivos localmente, os 512 GB entregam espaço interno de sobra.
Sua bateria de 5.000 mAh resiste até 44 horas de uso moderado segundo a fabricante, suporta carregamento de 15 W sem fio e via USB-C de 68 W, permitindo injetar uma carga para o dia inteiro em apenas 7 minutos. Portanto, é uma boa pedida para quem tem uma rotina corrida e utiliza frequentemente o celular.
Claude ficou instável nesta terça (imagem: reprodução)Resumo
O chatbot Claude da Anthropic apresentou instabilidade nesta terça-feira (23/06), afetando diversos usuários.
A empresa Anthropic informou que o problema foi corrigido às 13h44.
O motivo da falha não foi divulgado.
O Claude, chatbot de inteligência artificial da Anthropic, passou por problemas técnicos nesta terça-feira (23/06). A plataforma de IA ficou instável para diversos usuários entre a manhã e o começo da tarde. Às 13h44, a empresa informou que o incidente foi corrigido.
A Anthropic não revelou o motivo da falha. O DownDetector, que monitora o status de serviços online, registrou um aumento nas reclamações a partir das 11h. Por volta das 11h13, as queixas de usuários atingiram o pico.
Reclamações atingiram o pico por volta das 11h13 (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
Na rede social X, muitos perfis relataram dificuldades para acessar a IA. De acordo com os usuários, os problemas afetaram tanto a versão web do chatbot quanto integrações baseadas nos modelos da Anthropic.
O Moto G86 de 512 GB está saindo por R$ 1.655 no Pix com cupom de 10% OFF disponível na página do Mercado Livre. A melhor oferta desde março de 2026 oferece o celular custo-benefício da Motorola com tela POLED de 120 Hz e câmera wide de 50 MP com desconto de 45% sobre o preço original de R$ 2.999.
Moto G86 tem tela POLED de 120 Hz e câmera de 50 MP
Tela POLED do Moto G86 tem taxa de 120 Hz e brilho de até 4.500 nits (imagem: Divulgação/Motorola)
A tela POLED de 6,67 polegadas é um dos destaques do Moto G86, graças à certificação Pantone que garante a reprodução de cores vivas, além da taxa de 120 Hz para máxima fluidez e brilho de até 4.500 nits que permite visibilidade em qualquer lugar. Já o vidro Gorilla Glass 7i protege-a contra acidentes diversos.
O celular custo-benefício da Motorola entrega desempenho regular otimizado para IA com o chip MediaTek Dimensity 7300 e até 24 GB de RAM via recurso RAM Boost. Para guardar fotos e vídeos, os 512 GB de armazenamento disponibilizam espaço interno mais do que suficiente.
O kit de câmeras traseiras inclui uma wide de 50 MP com OIS e uma ultrawide de 8 MP para captar cenas amplas. Enquanto o sensor frontal de 32 MP tira ótimas selfies. Todas filmam em 4K.
Bateria do Moto G86 dura mais de 40 horas de uso (imagem: Divulgação/Motorola)
A bateria de 5.200 mAh do Moto G86 resiste até 41 horas de uso regular segundo a fabricante, e suporta carregamento rápido de 30 W via USB-C, que permite injetar uma carga que dura o dia inteiro em apenas 30 minutos.
O corpo do gadget é reforçado pelas certificações militar MIl-STD-810H e IP68/IP69, que conferem resistência contra poeira, jatos d’água de alta pressão e mergulhos de até 1,5 m em água doce por no máximo 30 minutos.
Meta pausa treinamento polêmico de IA com dados de funcionários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
Meta suspendeu treinamento de IA com dados de funcionários devido a um possível vazamento de dados pessoais, incluindo conversas, transcrições e informações de desempenho;
vazamento foi classificado como SEV 2, de alta prioridade, e empresa está investigando se, de fato, houve exposição de dados sensíveis;
programa de monitoramento, chamado Model Capability Initiative, captura movimentos com o mouse e digitação no teclado nos computadores de funcionários para aprimorar mecanismos de inteligência artificial da Meta.
A decisão da Meta de rastrear o uso dos computadores de seus funcionários para treinar modelos de inteligência artificial é polêmica por si só. Mas, recentemente, a companhia suspendeu essa atividade. Arrependimento? Não. É que o monitoramento teria causado exposição de dados pessoais.
É o que revela o Business Insider. O veículo afirma ter tido acesso a uma captura de tela que mostra que conversas, transcrições e informações de desempenho de funcionários ficaram expostos na rede da empresa, sendo que todos esses dados têm natureza privada.
O problema é sério. Prova disso é que o vazamento foi classificado como SEV 2 (Severe 2) dentro de uma escala que vai de 0 a 5. Quanto mais próximo de 0, mais crítico é o problema. O caso é considerado de alta prioridade, portanto, e isso explica a interrupção do monitoramento.
Não é que a Meta tenha reconhecido o problema. Ainda não. Ao Business Insider, a companhia apenas admitiu que interrompeu o programa para investigar se, de fato, houve exposição de dados sensíveis de funcionários:
Projetamos este programa cuidadosamente com medidas de segurança de privacidade e, embora não tenhamos indícios, neste momento, de que quaisquer dados tenham sido acessados indevidamente por funcionários da Meta, estamos suspendendo o programa enquanto investigamos.
Meta
Não está claro quando e como o suposto vazamento de dados ocorreu. Fato é que problemas como esse não causam surpresa, afinal, o programa de monitoramento esbarra em dados sensíveis. Por mais que a Meta tenha implementado mecanismos de segurança (se é que realmente implementou), ultrapassar o limite da privacidade não é difícil nessas circunstâncias.
Sem nenhuma surpresa, o clima na empresa é de insatisfação e até revolta. Ainda de acordo com o Business Insider, um funcionário da Meta teria declarado o seguinte: “não vejo nenhuma evidência de acesso malicioso, mas o fato de esses dados não terem sido protegidos como prometido inicialmente é extremamente frustrante”.
Monitoramento visa gerar dados para treinar IA da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Em termos práticos, esse monitoramento pode ensinar agentes de IA a se comportarem como humanos na frente do computador.
A iniciativa é polêmica por, entre outros motivos, causar sensação de vigilância entre os funcionários, embora a Meta tenha ressaltado que o objetivo do programa não é espioná-los ou usar os dados obtidos para avaliações de desempenho.
Módulo de memória UFS 5.0 promete o dobro de velocidade na transferência de dados (imagem: reprodução)Resumo
Samsung anunciou a Universal Flash Storage 5.0 (UFS 5), seu novo padrão de armazenamento para dispositivos móveis.
A novidade atinge velocidade de 10,8 GB/s e foi projetada para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos.
A produção em massa do UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte de capacidade.
A Samsung anunciou nesta terça-feira (23/06) o Universal Flash Storage 5.0 (ou apenas UFS 5.0). Para quem não está familiarizado com a sigla, UFS é o padrão de memória flash adotado na indústria de smartphones e tablets, em que ficam guardados o sistema operacional, os aplicativos e arquivos.
A nova geração da tecnologia anunciada pela Samsung chega muito mais veloz. Ela é duas vezes mais rápida que a geração anterior e foi projetada especialmente para rodar serviços de inteligência artificial localmente nos dispositivos, permitindo que os processos ocorram sem conexão constante com servidores na nuvem.
O que o UFS 5.0 traz de novo?
A grande mudança é a capacidade de o dispositivo acessar informações na metade do tempo exigido pela geração anterior, o UFS 4.1. Quando o usuário acionar grandes modelos de linguagem (LLMs) localmente no aparelho, o chip responderá com uma latência muito menor.
Na prática, isso possibilita que assistentes de voz entendam comandos complexos com rapidez, editores de imagens apliquem filtros sem travamentos, o tempo de inicialização de aplicativos pesados caia e geradores de texto criem respostas quase em tempo real.
Em resumo, a nova memória deixa de operar apenas como uma “gaveta” que guarda fotos e vídeos para garantir que a computação de IA aconteça sem atrasos. Os números da ficha técnica ilustram a evolução:
O componente é capaz de sustentar velocidades de leitura sequencial de até 10,8 GB/s.
Do lado da gravação sequencial, as taxas variam entre 9,5 GB/s e 9,8 GB/s.
Esse rendimento supera em mais de duas vezes a velocidade da solução atual adotada pela indústria, o padrão UFS 4.1 (que entrega limites de 4,3 GB/s de leitura e 4,1 GB/s de gravação).
Mais eficiência energética e espaço livre
Novo chip de armazenamento é 16,7% menor que a geração anterior (imagem: reprodução)
Todo esse ganho de velocidade veio acompanhado por aprimoramentos no controle térmico e energético. O UFS 5.0 registra uma melhora de mais de 40% em eficiência de energia na comparação direta com a versão 4.1. Esse marco foi atingido graças à implementação de recursos que desligam trechos inativos do circuito. No dia a dia, isso significa que o smartphone gastará menos bateria para mover a mesma quantidade de arquivos.
Houve também um salto no design. O novo módulo mede apenas 7,5 mm x 13 mm x 0,9 mm — 16,7% menor que a geração passada. A redução facilita o trabalho de engenharia das fabricantes na hora de acomodar baterias maiores ou integrar componentes extras em produtos que sofrem com restrições severas de espaço no chassi, como os wearables.
Quando o UFS 5.0 chega ao mercado?
A gigante sul-coreana confirmou que a produção em massa das memórias UFS 5.0 começará no quarto trimestre de 2026, com previsão de unidades de até 1 terabyte (TB) de capacidade.
Com esse calendário, o componente tem um destino provável: a linha Galaxy S27. Segundo o leaker Ice Universe, o novo processador Exynos 2700 também oferecerá suporte nativo ao UFS 5.0.
Prevista para o início de 2027, a próxima linha premium da Samsung pode ser uma das pioneiras na adoção do novo padrão.
InfoSec é fundamental para a privacidade dos dados (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
A segurança da informação é fundamental para empresas, governos ou pessoas pois oferece confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados, impedindo vazamentos, alterações ou roubo de informações por terceiros.
Só nos Estados Unidos, o custo médio de uma violação de dados atingiu o recorde histórico de US$ 10,22 milhões em 2025 — segundo relatório divulgado pela IBM. Isso evidencia o quão importante é a segurança da informação para a sustentabilidade de uma empresa.
A seguir, conheça os principais pilares da área, as ferramentas mais usadas e tire suas dúvidas.
Segurança da informação protege dados de organizações ou indivíduos por meio de diretrizes, estratégias e políticas que garantem confidencialidade, integridade e disponibilidade — os três pilares da tríade CID. O conceito de InfoSec também abrange documentos físicos fora do ambiente digital.
Qual é a importância da segurança da informação?
A InfoSec assegura a continuidade dos negócios, preserva a reputação da marca e garante a privacidade de clientes.
Estruturar essa proteção gera vantagem competitiva e reduz custos com incidentes cibernéticos. Segundo o relatório Cost of a Data Breach Report da IBM Security, uma única violação de dados custou, em média, R$ 7,19 milhões às organizações brasileiras em 2025.
O relatório ainda aponta que, em todo o mundo, o custo médio de uma violação de dados para as empresas foi de US$ 4,44 milhões no mesmo ano.
Cidadãos brasileiros têm sofrido com constantes vazamentos de dados (Imagem: Guilherme Reis / Tecnoblog)
Quais são os pilares da segurança da informação?
A segurança da informação segue uma estrutura chamada de Tríade CID: Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade.
Confidencialidade: restringe o acesso a dados a usuários autorizados, utilizando criptografia e senhas;
Integridade: evita a alteração não autorizada ou acidental de dados;
Disponibilidade: assegura que as informações e os sistemas usados para o armazenamento e visualização desses dados estejam acessíveis sempre que necessário; garante a prevenção contra ataques DDoS, por exemplo.
Além dos três pilares essenciais, outros dois princípios são frequentemente associados à InfoSec: Autenticidade e Não-Repúdio.
O primeiro busca confirmar a autenticidade dos dados, sistemas ou usuários, para garantir que não há intrusos ou informações equivocadas que possam comprometer um negócio.
Já o segundo garante que uma ação realizada por um usuário não possa ser negada. Isso assegura que o autor de um documento não possa alegar falsamente que não o criou ou enviou, por exemplo.
Quais são as principais ferramentas e técnicas de InfoSec?
Uma série de ferramentas, práticas e técnicas são usadas em InfoSec:
EDR/XDR (Endpoint/Extended Detection and Response): ferramenta de InfoSec que monitora o comportamento de dispositivos de uma empresa para encontrar ameaças escondidas que possam afetar a integridade dos dados;
IDS/IPS (Sistemas de Detecção e Prevenção de Intrusão): ferramenta que analisa o envio e recebimento de pacotes de dados para identificar atividades suspeitas; enquanto o IDS monitora o tráfego de uma rede, o IPS atua para bloquear possíveis ameaças;
SIEM (Security Information and Event Management): centraliza, correlaciona e analisa logs de múltiplos dispositivos de rede em tempo real para identificar ameaças;
SOAR (Security Orchestration, Automation, and Response): sistema que conecta todas as ferramentas de segurança coordenando ações automatizadas em resposta às ameaças encontradas. Todo esse sistema permite a resolução de problemas de segurança em segundos, mitigando os efeitos;
DLP (Data Loss Prevention): conjunto de estratégias voltado a garantir que dados confidenciais ou críticos de uma empresa não deixem a rede sem autorização, seja por espionagem ou ataque hacker;
IAM (Identity and Access Management): recurso em InfoSec que faz a gestão do acesso de dados por profissionais da empresa. Define quais permissões cada usuário do sistema terá acesso para controlar a privacidade dos dados;
Firewall: uso de firewall avançado que atua em conjunto com outras ferramentas na inspeção de pacotes. Com base em um conjunto de regras pré-definidas, decide se permite ou bloqueia a passagem de tráfego;
Criptografia: atua na execução dos três pilares fundamentais da segurança da informação, protegendo dados em trânsito, armazenados e em uso. É comum o uso de criptografia simétrica e assimétrica;
DevSecOps: significa Desenvolvimento, Segurança e Operação. É um método de trabalho que adiciona ferramentas de segurança em todas as etapas do desenvolvimento de uma solução, aumentando a segurança e reduzindo custos.
A criptografia é uma técnica de segurança usada para codificar e decifrar dados (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Quais são os exemplos de ameaças à segurança da informação?
As principais ameaças à segurança da informação são ataques realizados por outras pessoas a um sistema, visando o roubo de dados e credenciais de acesso:
Ransomware: sequestro de sistemas operacionais e servidores por meio de criptografia maliciosa, paralisando as atividades e exigindo resgate financeiro para a liberação do acesso;
Phishing: disseminação em massa de comunicações falsas para induzir usuários a revelarem senhas de acesso ou baixarem arquivos maliciosos;
Ataques à Cadeia de Suprimentos (Supply Chain): injeção de código malicioso em softwares, ferramentas ou componentes de fornecedores para comprometer os clientes finais daquela tecnologia;
Ataques DDoS (Distributed Denial-of Service): saturação de servidores, APIs ou links de internet por redes de dispositivos infectados (botnets), interrompendo a disponibilidade de serviços digitais;
Ameaças Internas (Insider Threats): vazamento de propriedade intelectual, roubo de dados ou sabotagem de infraestrutura causados por colaboradores ou ex-funcionários com acessos legítimos;
Ataques Zero-Day: invasões cibernéticas que exploram vulnerabilidades de software desconhecidas pelo fabricante, antes do desenvolvimento e distribuição de correções de segurança (patches);
Injeção de SQL (SQLi): manipulação de campos de entrada em aplicações web para injetar comandos que acessam, alteram ou destroem informações armazenadas no banco de dados;
Cross-Site Scripting (XSS): Iijeção de scripts maliciosos em páginas web legítimas para execução no navegador do usuário final, permitindo o roubo de cookies de sessão e credenciais ativos;
Credential Stuffing: tentativas automatizadas de login em massa utilizando listas de usuários e senhas vazadas em incidentes de terceiros, explorando a reutilização de credenciais por parte dos usuários;
Ataques Man-in-the-Middle (MitM): interceptação ilegal de dados entre duas partes, permitindo a leitura ou alteração do tráfego em conexões de rede não cifradas ou Wi-Fi públicas.
Qual é a diferença entre segurança da informação e cibersegurança?
A segurança da informação foca na proteção de todos os tipos de dados. Isso inclui desde documentos e registros em papel até arquivos armazenados em sistemas, mídias removíveis e dados transmitidos por redes, garantindo também que acessos não autorizados, alterações indevidas e perdas acidentais não aconteçam.
Justiça da Paraíba define multa de R$ 32,8 mil por uso de “prompts ocultos” (imagem: divulgação/TJPB)Resumo
Advogado é multado em R$ 32,8 mil por usar comandos ocultos em petição.
O juiz Phillipe Guimarães, da 5ª vara mista de Sousa, identificou os comandos que tentavam influenciar sistemas de IA utilizados pelo judiciário.
O caso foi classificado como uma ação fraudulenta e encaminhado à OAB e ao Ministério Público da Paraíba.
Um caso envolvendo inteligência artificial e direito terminou em multa de R$ 32,8 mil na Paraíba. O juiz Phillipe Guimarães, da 5ª vara mista de Sousa, definiu o valor após identificar “comandos ocultos” em um recurso que pedia o embargo de uma decisão judicial. O nome do advogado que assinou a petição não foi revelado.
A estratégia foi chamada pelo juiz de prompt injection, ou seja, o uso de comandos velados para influenciar ferramentas de IA que auxiliam a análise de documentos jurídicos. A sentença dá conta de trechos como “ignore a imparcialidade” e a observação de que se tratava de um “teste para saber se o juiz utiliza apenas IA nas decisões”. O caso foi classificado como uma ação fraudulenta.
Segundo o site do Tribunal de Justiça da Paraíba, duas multas foram aplicadas – ambas no valor de R$ 16,4 mil, sendo uma por má-fé e outra por submeter a Justiça a “embaraços indevidos”. Além do valor a ser pago, o caso segue para OAB e Ministério Público da Paraíba, que vão apurar possíveis infração disciplinar e crime de fraude processual, respectivamente.
Inteligência artificial e o direito brasileiro
O uso de IA no direito brasileiro não é algo recente, e alguns sistemas automatizados já estão presentes desde a década de 1980. Com a evolução das tecnologias utilizadas em softwares jurídicos, a presença da inteligência artificial generativa aconteceu de forma natural.
A Resolução do Conselho Nacional de Justiça Nº 615, de março de 2025, por exemplo, regulamenta o uso das ferramentas de IA no direito, citando a necessidade de transparência e a “centralidade da pessoa humana”.
CNJ publicou resolução em 2025 para regulamentar o uso de ferramentas de IA no direito (foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)
O caso na Justiça da Paraíba chama atenção pela estratégia de ocultar prompts em meio ao recurso, em trechos presentes em cerca de sete páginas. A petição solicitava, em bom juridiquês, “embargos de declaração” após um mandado de segurança ter sido negado pelo TJPB. O processo foi aberto por um candidato recém-aprovado em concurso para professor de Educação Básica I do município paraibano de Sousa.
Afinal, a decisão é sobre o uso de IA em si?
Basicamente, a multa aplicada ao advogado não tem a ver com o uso de IA, mas sim com a tentativa de burlar as ferramentas do judiciário. Tanto que o juiz responsável citou o artigo 5º do Código de Processo Civil, que prevê a “boa-fé que deve orientar a conduta de todos os participantes do processo”, o que não foi respeitado com os comandos inseridos de forma oculta e identificados na revisão, ou seja, o chamado prompt injection.
O advogado especialista em direito digital Marcelo Fonseca nos explica que a prática é um “problema de ética profissional e responsabilidade institucional”. “No prompt injection, eu coloco um comando em letra invisível para alterar o mecanismo da IA. E o juiz usou um mecanismo para descobrir o prompt injection. Então, de um lado, o juiz também está errado, porque, para ele usar isso, tem que estar de acordo com o CNJ. Então estão os dois errados”, afirmou.
Ele frisou ainda a importância de ir além das recomendações de boas práticas no uso da tecnologia, para tratar situações do tipo como “risco de governança”, citando a própria resolução 615 da CNJ como exemplo positivo. “Isso é gravíssimo porque o erro não termina na máquina: ele se materializa em petições, pareceres, decisões, estratégias processuais e danos ao cliente”, concluiu o advogado.
O armazenamento de 256 GB é oferecido por um SSD, que garante maior agilidade para o dispositivo. E o sistema operacional é o Windows 11, mais comum à maioria dos usuários e compatível com a maioria dos aplicativos de estudos e produtividade.
Outro destaque do Acer Aspire Go 15 é o design. O notebook pesa apenas 1,8 Kg, sendo suficientemente leve para ser carregado na mochila para a escola ou faculdade com relativa facilidade, apesar de não concorrer tão proximamente com modelos de 1,5 Kg.
Notebook Acer Aspire Go 15 (imagem: Divulgação)
A tela é uma Full HD de 15,6 polegadas, que deve oferecer espaço suficiente para o consumo de conteúdos, leitura de PDFs e produção de trabalhos acadêmicos. Já o teclado conta com teclado numérico dedicado e tecla especial para acionamento do Microsoft Copilot, assistente de IA embarcado.
Manifest V3 dificuldade o funcionamento avançado de adblocks (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
O navegador Opera promete suporte ao uBlock Origin “pelo maior tempo possível” e manterá as extensões em Manifest V2 mesmo com as mudanças do Google Chrome.
A mudança para o Manifest V3 impacta a interação do navegador com as extensões e afeta projetos como o uBlock Origin, que é uma das opções de bloqueador de anúncios mais populares.
O especialista em privacidade e segurança da Opera, Michael Tegos, afirmou que a política da empresa é dar suporte às extensões do Manifest V2 enquanto fizer sentido em termos de recursos e demanda dos usuários.
O bloqueador de anúncios uBlock Origin clássico está com os dias contados no Chrome. O navegador do Google vai abandonar o chamado Manifest V2, tecnologia que possibilita o funcionamento do poderoso adblock, e desativar as maneiras de burlar a decisão. Por sua vez, os responsáveis pelo Opera têm planos de manter a compatibilidade “pelo maior tempo possível”.
No cerne da questão está a transição para o Manifest V3, que muda a maneira com que o browser interage com extensões. A mudança impacta o projeto de código aberto Chromium, que serve de base para inúmeros navegadores, como o Opera e o Brave.
A depender da demanda dos usuários
O especialista em privacidade e segurança da Opera, Michael Tegos, disse ao Tecnoblog que a política da companhia permanece inalterada: “temos dado suporte às extensões do Manifest V2 sempre que possível e planejamos continuar fazendo isso pelo maior tempo que conseguirmos”.
Quando pergunto por quanto tempo a compatibilidade será mantida, Tegos prefere não cravar uma data, mas explica que isso ocorrerá “enquanto fizer sentido para nós do ponto de vista de recursos e da demanda dos usuários”. Ele ressaltou que o uBlock Origin publicado em 1º de junho está funcionando normalmente no software dele.
Aqui cabe lembrar que o uBlock Origin não é a única opção de adblock. Existem muitos outros, inclusive uma versão dele já adaptada ao Manifest V3. Usuários dizem que ela funciona relativamente bem quando está nos ajustes mais simples. A ferramenta pode deixar a desejar a partir do momento em que o usuário possui muitas regras de bloqueio.
Interface do Opera no Mac (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Navegadores têm funções nativas de adblock
Tegos lembrou que a transição para o Manifest V3 está longe de um consenso na comunidade online, tanto que há defensores e também críticos. “Para nós, a questão central é garantir que as pessoas continuem tendo controle sobre sua experiência online e liberdade para escolher as ferramentas que melhor atendem às suas necessidades.”
Ele afirma que, quando uma ferramenta deixa de oferecer a experiência que as pessoas esperam, é natural que elas passem a buscar alternativas. Tegos acredita que navegadores como o que ele próprio representa, com funções nativas de bloqueio de anúncios, poderão registrar mais usuários a partir de agora.
O Motorola Edge 70 Pro (256 GB) retornou com o menor preço registrado desde o seu lançamento em maio por R$ 4.499. O celular topo de linha com bastante autonomia e desempenho avançado sai por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. Garanta-o já em oferta com 30% de desconto!
Edge 70 Pro tem câmeras de 50 MP e bateria de 6.500 mAh
Conjunto traseiro apresenta três sensores de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
O dispositivo impressiona pela bateria de 6.500 mAh, um componente de silício-carbono cuja capacidade nominal é superior a de flagships concorrentes. De acordo com a Motorola, o Edge 70 Pro entrega autonomia extensa de até 49 horas de uso. Enquanto oferece suporte a carregamento rápido com adaptador de 90 W.
O celular mais avançado da linha Edge conta com quatro câmeras de 50 MP. Sendo elas: a frontal, e as traseiras wide com estabilização óptica (OIS), ultrawide para fotos panorâmicas e teleobjetiva para capturar detalhes aproximados. O sistema recebe validação de cores Pantone e tem capacidade de gravação em 4K.
A tela AMOLED mede 6,78 polegadas, entrega às imagens resolução 1,5K e taxa de atualização de 144 Hz que assegura experiência fluida durante o uso; especialmente com vídeos e jogos. Além disso, o painel com revestimento do vidro Gorilla Glass 7i atinge brilho forte de 5.200 nits em condições de alta luminosidade.
O desempenho fica a cargo do chip Mediatek Dimensity 8500 Extreme e de memória RAM de 12 GB que alcança até 24 GB via RAM Boost. O conjunto proporciona um alto poder de fogo para executar aplicações exigentes, como as ferramentas auxiliadas por inteligência artificial pelo Moto AI.
O Edge 70 Pro traz conectividade 5G, Wi-Fi 7, Bluetooth 5.4 e NFC para compras por aproximação. Em relação a durabilidade, a Motorola afirma que a certificação IP69 assegura ao gadget resistência avançada a poeira, temperaturas extremas e jatos d’água de alta pressão.
O Motorola Edge 70 Pro com promessa de somente três anos de atualizações está à venda por R$ 3.149 no Pix com o cupom EDGEPRO1000 no Magazine Luiza. Adquira-o nesta oferta com o menor preço encontrado desde o seu lançamento.
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Motorola Edge 70 Pro sai pelo menor preço registrado desde o seu lançamento com cupom de R$ 1.000 OFF. Celular tem bateria de 6.500 mAh e câmera quádrupla de 50 MP
Conjunto traseiro tem três câmeras de 50 megapixels (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Veja o passo a passo para migrar as mídias do Google Fotos para o iCloud (imagem: Reprodução)
A transferência de imagens do Google Fotos para o iCloud é feita pelo Google Takeout, permitindo a migração direta entre os servidores na nuvem. Basta acessar a plataforma, configurar a exportação dos dados e autorizar o envio para as mídias serem movidas de forma automatizada e segura.
Durante o processo, as mídias mantêm os metadados de data e localização e são organizadas em um álbum específico. Vale dizer que as imagens originais permanecem na plataforma de origem, exigindo a remoção manual caso o objetivo seja liberar espaço na nuvem.
Como alternativa para a transferência, é possível baixar toda a biblioteca do Google Fotos para um computador e fazer o upload manual no iCloud. Outra opção, caso as fotos estejam sincronizadas localmente no aparelho, é enviá-las manualmente para a nuvem da Apple.
A seguir, veja o passo a passo para transferir fotos do Google Fotos para o iCloud.
Use o navegador do celular ou computador para acessar o Google Takeout e, se necessário, faça login na Conta Google. Essa é a plataforma oficial do Google que centraliza as opções de portabilidade e permite mover os arquivos armazenados diretamente para outras nuvens.
Acessando o Google Takeout (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
2. Inicie o processo de migração de mídias
Verifique as informações do Google Fotos sobre os álbuns e mídias da galeria que serão incluídos no pacote de envio. Em seguida, toque em “Continuar” para iniciar a configuração do processo de migração.
Iniciando a configuração da migração entre as nuvens do Google e Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
3. Faça login na Conta Google
Insira as credenciais de login da Conta Google onde estão salvas as imagens que você deseja enviar para o iCloud.
Fazendo login na Conta Google de origem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
4. Autorize o acesso do Google Takeout à Conta Google
Leia os termos de privacidade do Google Takeout e toque em “Continuar” para autorizar o acesso da plataforma aos arquivos do Google Fotos. Essa permissão temporária permite que o sistema organize o lote de imagens para a migração.
Autorizando o acesso do Google Takeout ao armazenamento na nuvem (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
5. Selecione o iCloud como destino da transferência
Ao retornar ao Google Takeout, vá até a seção “Mover para:” e escolha a opção “Apple – Fotos do iCloud” como o serviço que receberá as mídias do Google Fotos.
Selecionando o iCloud como destino para o envio dos arquivos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
6. Confirme a migração do Google Fotos para o iCloud
Após selecionar o serviço, toque em “Continuar” para avançar no processo de transferência de arquivos.
Confirmando o destino da migração dos arquivos do Google Fotos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
7. Inicie a sessão na conta Apple
Faça login na conta Apple que receberá os conteúdos do Google Fotos. Certifique-se de que o perfil possui espaço de armazenamento disponível na nuvem para acolher o lote de arquivos.
Iniciando a sessão na Conta Apple (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
8. Autorize o acesso do Google Takeout à conta Apple
Na próxima tela, leia as informações e toque em “Permitir” para autorizar o acesso do Google Takeout à conta Apple e, por consequência, ao iCloud.
Autorizando o acesso do Google Takeout ao iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
9. Confirme a transferência entre o Google Fotos e o iCloud
Ao voltar ao Google Takeout, leia as informações sobre a cópia dos dados e o processo de transferência. Por fim, toque em “Concordar e continuar” para iniciar a migração entre as nuvens.
Um e-mail do Google confirmará o início da transferência das fotos e vídeos do Google Fotos para o iCloud. Quando a transferência for finalizada, a marca enviará outra mensagem informando a conclusão do processo.
Iniciando a migração das mídias do Google Fotos para o iCloud (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Existem outras formas de mandar fotos do Google Fotos para o iCloud?
Sim, uma alternativa prática é sincronizar localmente a galeria do Google Fotos no dispositivo. Em seguida, o usuário poderá acessar o iCloud via app ou navegador e fazer upload dos arquivos para a plataforma da Apple.
O que acontece ao transferir fotos do Google Fotos para o iCloud?
Estas são algumas ações que ocorrem durante a migração do Google Fotos para o iCloud:
Migração direta entre nuvens: o envio ocorre direto entre os servidores das empresas, sem consumir os dados de internet do usuário ou o armazenamento local do dispositivo;
Permanência dos arquivos originais: as imagens originais não são apagadas automaticamente. Se o objetivo é liberar espaço no Google Fotos, será necessário deletá-las manualmente após o processo;
Preservação de metadados: informações cruciais embutidas nos arquivos, como localização, data, hora, nome e formato original, são mantidas para garantir a organização cronológica no destino;
Organização automatizada no destino: os itens chegam direto ao aplicativo Fotos do ecossistema Apple, organizados em um álbum específico batizado como “Importado do Google” para facilitar a localização;
Tratamento de formatos e resoluções: as mídias são transferidas na qualidade máxima fornecida pelo Google, mas extensões incompatíveis com a Apple podem ser convertidas ou movidas para o iCloud Drive;
Prazo de conclusão: dependendo do tamanho do acervo no Google Fotos, o processo pode levar de algumas horas a vários dias. O usuário receberá um e-mail de confirmação assim que a transferência for concluída.
Por que não consigo passar fotos do Google Fotos para o iCloud?
Existem alguns pontos que podem impedir a transferência de arquivos do Google Fotos para o iCloud. Os principais são:
Falta de armazenamento na Apple: o ecossistema da Maçã rejeitará novos arquivos se o limite de armazenamento for atingido, sendo necessário expandir o plano ou liberar espaço no iCloud;
Falha de autorização entre contas: a transferência direta (server-to-server) exige login e permissão explícita da Conta Google para enviar os dados ao Apple ID. Sem essa autorização, o processo não é iniciado;
Barreiras de segurança ativadas: recursos de privacidade estrita, como a Proteção Avançada de Dados da Apple, podem bloquear a importação dos arquivos;
Formatos ou tamanhos incompatíveis: arquivos excessivamente pesados ou extensões de imagem não suportadas pelo sistema iOS podem travar o envio de itens específicos e interromper a migração;
Instabilidade temporária nos servidores: sobrecargas nos sistemas das empresas ou oscilações de rede geram falhas de tempo limite (timeout), interrompendo o processo e exigindo uma nova tentativa.
Consigo cancelar a transferência de fotos e vídeos do iCloud para o Google Fotos?
Sim, é possível cancelar o processo acessando o menu “Gerenciar exportações” do Google Takeout. Por lá, o usuário consegue ver o andamento da transferência e interromper a migração dos dados para o iCloud.
Vale dizer que a interrupção não apaga os arquivos já enviados do Google Fotos, pois o sistema trabalha com cópias espelhadas de servidores. Se a pessoa decidir transferir o restante da biblioteca mais tarde, será necessário reativar a função do iCloud e abrir uma nova solicitação de transferência.
Também posso migrar fotos do iCloud para o Google Fotos?
Sim, a Apple oferece uma ferramenta oficial em seu portal de privacidade que permite transferir fotos do iCloud para o Google Fotos. O usuário pode selecionar as mídias e realizar o envio direto de uma cópia dos arquivos automatizadamente para os servidores do Google.
Essa migração ocorre sem a necessidade de downloads e mantém a biblioteca original do iCloud intacta. Dependendo das configurações da conta, os conteúdos adicionados após o início do processo podem até continuar sendo sincronizados automaticamente no destino.
Nova Steam Machine ultrapassa marca dos US$ 1.000 (imagem: divulgação)Resumo
Valve anunciou o preço e iniciou a pré-venda da Steam Machine.
Produto parte de US$ 1.049 (R$ 5.400) e chega a US$ 1.428 (R$ 7.363) na configuração de 2 TB com controle incluso.
Primeiras unidades começarão a ser faturadas em 29 de junho.
A Valve finalmente revelou, nesta segunda-feira (22/06), os preços do PC compacto Steam Machine. O aparelho custará a partir de US$ 1.049 (cerca de R$ 5.400, em conversão direta) na versão básica, com SSD de 512 GB.
As primeiras unidades começarão a ser faturadas daqui a uma semana, em 29/06. A Valve abrirá uma lista de interesse e fará um sorteio para definir a ordem de compra dos usuários, em sorteio que ocorre na próxima quinta-feira, às 13h no horário de Brasília.
Quem se registrar depois desse prazo irá para o fim da fila. As autorizações de compra serão enviadas por e-mail a partir da data de lançamento. O PC chega em quatro pacotes:
Como nota o The Verge, a Steam Machine supera o preço de consoles nos EUA, como PS5 Digital (US$ 599,99), Xbox Series X (US$ 649,99) e PS5 Pro (US$ 899,99), embora o desempenho seja próximo ao do PS5.
Brasil fica fora da pré-venda
A Steam Machine não tem previsão de lançamento oficial no Brasil e brasileiros não conseguem participar da lista de interesse. Ao acessar a página oficial do produto, a Steam exibe o aviso: “Este item não está disponível para compra na sua região”.
A situação repete o histórico da primeira Steam Machine, lançada em 2015, que nunca chegou oficialmente ao mercado nacional.
Especificações técnicas
Valve também apresentou novo controle e headset de realidade virtual (imagem: divulgação)
CPU: AMD Zen 4 semipersonalizada, 6 núcleos e 12 threads, até 4,8 GHz (TDP de 30 W)
GPU: AMD RDNA3 semipersonalizada, 28 unidades de computação, até 2,45 GHz (TDP de 110 W)
Memória RAM: 16 GB DDR5 + 8 GB de VRAM GDDR6
Armazenamento: opções com SSD NVMe de 512 GB ou SSD NVMe de 2 TB; ambas as versões trazem leitor de cartão microSD de alta velocidade para expansão.
Rede sem fio: Wi-Fi 6E 2×2 e Bluetooth 5.3 com antena interna dedicada. Inclui receptor sem fio de 2,4 GHz embutido de fábrica, capaz de parear diretamente até quatro joysticks Steam Controller simultâneos sem necessidade de adaptadores USB externos.
Saídas de Vídeo: 1x DisplayPort 1.4 (suporta até 4K a 240 Hz ou 8K a 60 Hz, com HDR, FreeSync e encadeamento em série daisy-chain) e 1x HDMI 2.0 (suporta até 4K a 120 Hz, com HDR, FreeSync e protocolo CEC).
Conexões USB: 2x portas USB-A 3.2 Gen 1 (localizadas na parte frontal), 2x portas USB-A 2.0 de alta velocidade (na traseira) e 1x porta USB-C 3.2 Gen 2 (na traseira).
Rede cabeada: 1x porta Gigabit Ethernet.
Sistema Operacional: SteamOS 3 (distribuição customizada baseada em Arch Linux) com interface unificada e modo de suspensão/despertar rápidos.
Segundo a Valve, o novo hardware tem mais de seis vezes a potência gráfica do Steam Deck, mirando jogos em 4K a 60 fps com ajuda do FSR, tecnologia de upscaling da AMD. Jogos otimizados para a plataforma acompanharão o selo Steam Machine Verified.
Crise forçou adiamento
A nova Steam Machine foi anunciada em novembro de 2025 ao lado do Steam Controller e do headset Steam Frame. Na época, a Valve prometeu revelar preços e datas de lançamento no início desse ano.
O cronograma mudou por causa da alta nos preços e da baixa disponibilidade de componentes essenciais, especialmente memória RAM e chips de armazenamento. Em comunicado emitido em fevereiro, a empresa admitiu que a escassez no setor obrigou a revisão dos planos de preço e data de lançamento.
WhatsApp vai deixar mais fácil descobrir quem está online (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
WhatsApp está desenvolvendo uma funcionalidade para indicar quando um contato está online;
versão beta do WhatsApp para Android já exibe um ponto verde na foto de perfil dos contatos online;
nova funcionalidade deve complementar a área de contatos, que está sendo reformulada.
Em um futuro próximo, o WhatsApp deverá ser mais direto em apontar quando um contato está disponível para conversar, pelo menos no Android: a versão beta mais recente do mensageiro na plataforma passou a exibir um ponto verde na foto de perfil dos contatos que estão online.
Não que já não seja possível fazer isso. Já há bastante tempo que, tanto no Android quanto no iPhone, o aplicativo do WhatsApp mostra uma etiqueta com a palavra “online” abaixo do nome de uma pessoa que está… online.
O ponto verde é mais interessante porque, em vários outros serviços, já o associamos a pessoas que podem conversar naquele momento. Além disso, o atual aviso com a palavra “online” só é visualizado quando você abre uma tela de conversação com o contato; na nova abordagem, o ponto verde aparece na foto de perfil da pessoa.
Também podemos esperar pelo sinal verde aparecendo na tela que mostra a lista de contatos, mas de um modo um pouco diferente: no fim de maio, o WABetaInfo descobriu que a área de contatos está sendo reformulada para, entre outras possibilidades, permitir que apenas a lista de pessoas online seja exibida, se desejável. O ponto verde na tela de perfil é uma abordagem complementar, portanto.
Ponto verde de “online” no WhatsApp beta (imagem original: reprodução/WABetaInfo)
Quando o indicador de contato online chegará ao WhatsApp?
Ninguém sabe ao certo, afinal, o recurso ainda está em teste (assim como a nova área de contatos). O WABetaInfo o encontrou na versão 2.26.24.5 do WhatsApp beta para Android e, mesmo assim, o recurso só está disponível para alguns testadores. Já a lista de contatos online foi encontrada na versão 2.26.13.3 do mesmo aplicativo.
Como esse não parece ser um recurso de desenvolvimento complexo, eu apostaria em liberação geral ainda em 2026. Apesar de as informações a respeito serem baseadas no Android, é provável que o WhatsApp para iPhone também receba a novidade.
Se você não quiser ser “dedurado” sobre estar online, atualmente, essa opção pode ser desativada em Configurações / Privacidade / Visto por último e online. É de se presumir que a configuração também funcionará para o sinal verde.
O smartwatch de última geração da Samsung é equipado por inteligência artificial, corpo resistente e tela brilhante. Não perca essa oportunidade, pois o cupom deve esgotar a qualquer momento.
Galaxy Watch 8 traz display AMOLED e IA com recomendações
O wearable da Samsung apresenta sensores dispostos a monitorar mais de 100 atividades físicas distintas e a saúde em geral. As funcionalidades disponíveis permitem ao usuário acompanhar sua frequência cardíaca, SpO2, realizar um Eletrocardiograma e obter relatório a respeito da qualidade do sono.
Uma das novidades do Galaxy Watch 8 se dá pela capacidade de medir os níveis de antioxidantes. Equipado por IAs generativas, como Galaxy AI e Google Gemini, a inteligência artificial recomenda a ingestão de alimentos a partir do que foi monitorado. Além disso, com base na condição física do usuário, sugere treinos personalizados.
O Galaxy Watch 8 utiliza uma tela AMOLED de 1,47 polegada com brilho de até 3.000 nits, permitindo ao painel não sofrer com reflexos sob sol forte. A construção é formada por uma caixa de alumínio e a combinação das certificações IP68, 5 ATM e militar MIL-STD-810H proporcionam resistência avançada contra água e outros cenários.
Galaxy Watch 8 tem formato “Squircle” com cantos arredondados (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
O gadget vem equipado por 2 GB de RAM, 32 GB de armazenamento e pelo processador Exynos W1000 no qual proporcionam uso fluido no dia a dia. A bateria de 325 mAh entrega autonomia de até 40 horas com o modo Always On Display desligado, segundo a fabricante.
Por fim, o relógio inteligente carrega o corpo mais fino já feito pela Samsung, com espessura de 8,6 mm. Adquira o Galaxy Watch 8 BT (40 mm) com 55% de desconto, por R$ 1.349,10 em até 10x sem juros com HOJETEMCUPOM no Mercado Livre.
Aviso de ética: ao clicar em um link de afiliado, o preço não muda para você e recebemos uma comissão.
Galaxy Watch 8 BT (40 mm) está com 55% de desconto ao resgatar cupom disponível; smartwatch traz IA, tela AMOLED de 1,47” com brilho de até 3.000 nits e sensores avançados
Galaxy Watch 8 não é mais redondo (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Documentos da Apple indicam normas e padrões técnicos de componentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)Resumo
A Tata Eletronics, parceira de Apple e Tesla, teve documentos internos vazados na dark web pelo grupo cibercriminoso World Leaks.
Segundo a Reuters, o vazamento inclui dados sigilosos da Apple e Tesla, parceiras industriais da fabricante indiana.
A empresa afirma que o incidente não afetou suas operações comerciais.
A fabricante indiana Tata Eletronics, uma das principais parceiras industriais de gigantes como Apple e Tesla, confirmou que sofreu um incidente de segurança em alguns de seus sistemas. A empresa teve documetnos internos publicados na dark web por um grupo cibercriminoso.
Segundo a Reuters, o material foi divulgado pelo grupo World Leaks, ligado a ataques de ransomware. Especialistas ouvidos pela agência analisaram o vazamento e afirmam que o pacote reúne mais de 200 mil arquivos, somando cerca de 630 GB de dados da Tata.
Entre os documentos, estariam arquivos ligados à produção de componentes para iPhones e autopeças da Tesla, incluindo especificações técnicas, registros internos e materiais considerados confidenciais.
Em nota, a Tata Eletronics afirmou que identificou a invasão há algumas semanas, mas garante que o incidente não afetou as operações comerciais. Fontes ouvidas pela Reuters, porém, afirmam que os hackers fizeram uma cobrança de resgate para interromper a divulgação dos arquivos.
Arquivos citam Apple e fábrica de iPhones na Índia
Grupo cibercriminoso World Leaks reinvindica responsabilidade por vazamentos (imagem: B_A/Pixabay)
Entre os diretórios relacionados à Apple no conjunto de dados, havia pastas com termos como “com.apple.factorydata” e documentos sobre especificações de materiais e inspeção de qualidade. Segundo a Reuters, um dos arquivos tem 52 páginas e detalha normas técnicas e padrões de inspeção para componentes de placas de circuito do iPhone.
O vazamento também inclui pelo menos 33 pastas associadas a Hosur, cidade no estado de Tamil Nadu onde fica uma importante unidade da Tata para montagem de iPhones. A empresa responde por cerca de um terço da produção de iPhones na Índia, dividindo esse mercado com a Foxconn.
À agência, o pesquisador Rakesh Krishnan afirma que os dados já estavam acessíveis na dark web desde pelo menos 10 de junho. Já o analista Rajshekhar Rajaharia afirmou que uma busca pelo termo “Apple” retornou 181 arquivos e pastas.
Além de documentos técnicos, o pacote também teria e-mails corporativos, registros de sistemas acumulados ao longo de vários anos e cópias de passaportes de funcionários da Tata, incluindo cidadãos estrangeiros.
A empresa teria sido informada sobre o vazamento e abriu uma investigação interna para avaliar a extensão do impacto.
Dados também mencionam projetos da Tesla
Pesquisadores encontraram arquivos restritos da Tesla (imagem: David von Diemar/Unsplash)
O vazamento também pode atingir a Tesla, para quem a Tata desenvolve autopeças. Entre os arquivos identificados pela Reuters, havia uma pasta chamada “NV36 Chargeport Controller – North America”. Ela estaria relacionada a componentes de controle de carregamento para uma versão atualizada do Model Y.
Outro documento, de 2023, aparece marcado como “trade secret”. Ele conteria desenhos técnicos de engenharia ligados ao projeto Highland, codinome usado para a versão reestilizada do Model 3.
Buscas pelo termo “Tesla” no acervo vazado também retornaram arquivos com especificações de manufatura e um documento de montagem datado de maio de 2025. Vários materiais tinham avisos jurídicos sobre confidencialidade e propriedade intelectual, segundo a Reuters.
Como Intel e AMD querem fazer chips x86 lidarem com tarefas de IA (imagem: divulgação/Intel)Resumo
Intel e AMD estão desenvolvendo o padrão AI Compute Extensions (ACE) para permitir que processadores x86 lidem com tarefas de IA de forma mais eficiente;
ACE combina registradores AVX10 existentes com registradores de bloco bidimensional, permitindo que matrizes 16×16 sejam processadas de uma só vez, o que pode aumentar a eficiência em até 16 vezes;
processadores com ACE devem ser lançados a partir de 2028, oferecendo maior desempenho em aplicações de IA, mas não são esperados para superar GPUs ou NPUs em eficiência.
Quando o assunto é execução local de tarefas de IA, pensamos em GPUs ou em NPUs fazendo esse trabalho. Mas a Intel e a AMD acreditam que processadores x86 podem lidar com isso em alguma medida. É por isso que ambas estão trabalhando na criação de um padrão para esse fim: o AI Compute Extensions (ACE), que pode ser traduzido como Extensões de Computação de IA.
Esses esforços não são recentes, mas ganharam destaque na semana passada, quando a especificação 1.15 do ACE foi divulgada publicamente. O documento é bastante técnico, afinal, serve para instruir desenvolvedores sobre o novo padrão. Mas tentarei explicar o essencial aqui.
Pois bem, leve em conta que o processamento de tarefas de IA envolve diversos tipos de operações matemáticas, sendo que grande parte consiste em multiplicação de matrizes. Lembre-se de que, na matemática, uma matriz é uma estrutura bidimensional, pois organiza os valores em linhas e colunas.
O problema é que, originalmente, os processadores x86 foram projetados para lidar com operações escalares (um valor por vez). As instruções AVX (Advanced Vector Extensions) melhoraram esse cenário por permitirem que os chips façam processamento vetorial, lidando com uma sequência de dados em vez de processar um valor por vez.
É um avanço. Apesar disso, ainda é como se essa fosse uma abordagem unidimensional, pois ela trata os dados como vetores, exigindo que várias operações sejam realizadas para processar matrizes completas.
Intel e AMD unem forças para IA em chips x86 (imagem: divulgação/Intel)
É aí que o ACE entra em cena. Estamos falando de uma proposta que combina os registradores para instruções AVX10 existentes em chips x86 atuais com um conjunto de oito registradores de bloco bidimensional, sendo que cada um destes pode armazenar uma matriz 16×16 com valores de 32 bits.
Com o padrão AVX10, o chip precisa realizar múltiplas operações para lidar com matrizes. Com os registradores adicionais, os dados de todas as linhas e colunas da matriz podem ser cruzados de uma só vez. Com isso, o chip com ACE consegue ser até 16 vezes mais eficiente na realização de operações com matrizes. É isso que deve favorecer aplicações baseadas em IA.
Isso não quer dizer que CPUs x86 serão tão ou mais eficientes que GPUs ou até que NPUs na execução de tarefas direcionadas à inteligência artificial. Mas é de se esperar mais desempenho com esse tipo de atividade, de modo que o processador possa lidar sozinho com determinadas aplicações de IA.
Quando processadores com ACE chegarão ao mercado?
Tanto a Intel quanto a AMD dão a entender que pretendem introduzir o novo padrão em processadores a serem lançados a partir de 2028.
Neste ponto, vale ressaltar que o ACE consiste em uma nova estrutura de hardware, portanto, nenhuma atualização de software ou firmware o tornará compatível com chips que já estão no mercado.
Tela de Privacidade ativada no Galaxy S26 Ultra (foto: Ana Marques/Tecnoblog)Resumo
Samsung pode lançar o Galaxy S27 Pro com Tela de Privacidade, recurso exclusivo do modelo Ultra, e display de 6,47 polegadas.
O Galaxy S27 Pro teria bateria de 5.000 mAh e três sensores traseiros de câmera, compartilhando hardware com o Galaxy S27 Ultra.
Segundo rumores, o aparelho não terá suporte à S Pen e ocuparia uma posição intermediária na linha Galaxy S27.
A Samsung pode estar preparando uma versão mais compacta do topo de linha da marca para 2027, o Galaxy S27 Pro, que deve manter caracterísitas da linha Ultra. Segundo rumores, o modelo também pode herdar a Tela de Privacidade, lançada pela primeira vez no Galaxy S26 Ultra no ano passado.
De acordo com o informante Digital Chat Station, a Samsung iniciou testes de hardware para levar a tecnologia ao Galaxy S27 Pro. A tela, no entanto, seria menor que a do Galaxy S27 Ultra: 6,47 polegadas. O número também é menor do que o apresentado no Galaxy S26 Plus, ao mesmo tempo em que é pouco maior que a versão base.
A proposta seria criar uma opção intermediária para quem busca recursos avançados da linha Galaxy S sem necessariamente escolher o maior aparelho do portfólio. A principal ausência, segundo os rumores, seria a S Pen: o Galaxy S27 Pro não teria suporte nem compartimento dedicado para a caneta.
O aparelho ainda não foi confirmado oficialmente e tudo sobre ele deve ser tratado como rumor. Vale lembrar que, no ano passado, especulações sobre um suposto Galaxy S26 Pro, que substituiria a versão Plus, também circularam e não se concretizaram.
Como funciona a Tela de Privacidade?
Função de privacidade na tela do Galaxy S26 (imagem: reprodução/Samsung)
A tecnologia controla a direção da luz emitida pela tela. Quando o modo de privacidade é ativado, o display reduz a emissão lateral, superior e inferior, dificultando a leitura por pessoas ao redor. Quem está olhando diretamente para o celular continua enxergando o conteúdo normalmente.
O recurso pode ser útil em filas, transporte público, aviões, salas de espera e outros ambientes em que o usuário fica próximo de desconhecidos.
O que mais se sabe sobre o Galaxy S27 Pro?
Além da Tela de Privacidade, os vazamentos apontam que o Galaxy S27 Pro terá bateria de 5.000 mAh, idêntica ao do Galaxy S26 Ultra. Segundo o portal GSMArena, a empresa pode ter chegado ao número com a liberação do espaço interno que a S Pen ocuparia.
Nas câmeras, o Galaxy S27 Pro deve trazer três sensores trazeiros, também compartilhando o hardware da câmera principal e da ultrawide com o Galaxy S27 Utra. A diferença deve ficar na telefoto, novamente por causa do corpo menor.
Se os rumores se confirmarem, o Galaxy S27 Pro ocuparia uma posição intermediária na linha: mais avançado que o Galaxy S27 tradicional, com recursos herdados do Ultra, mas sem o tamanho e a S Pen do modelo mais caro.
A versão Ultra da próxima linha deve contar com o chip Snapdragon 8 Elite Gen 6 for Galaxy, com versões de até 16 GB de RAM e 1 TB de armazenamento, segundo o Phone Arena.
Rumores indicam que novo modelo da Samsung terá Tela de Privacidade e recursos da linha Ultra em um corpo mais compacto, com display de 6,47 polegadas.
Tela de Privacidade ativada no Galaxy S26 Ultra (foto: Ana Marques/Tecnoblog)
Teaser da Samsung sugere função de privacidade na tela do Galaxy S26 (imagem: reprodução/Samsung)
Sede da SK Hynix, na Coreia do Sul (imagem: divulgação/SK Hynix)Resumo
SK Hynix é a empresa mais valiosa da Coreia do Sul.
A fabricante de semicondutores superou o valor de mercado da Samsung.
A SK Hynix registrou alta de 5,6% e alcançou 2.080,4 trilhões de won em capitalização de mercado.
Nesta segunda-feira (22/06), a fabricante de semicondutores SK Hynix ultrapassou a rival Samsung na Bolsa de Seul, tornando-se a empresa de capital aberto mais valiosa da Coreia do Sul. O marco foi alavancado pelo forte aquecimento do mercado global de inteligência artificial, que transformou a companhia na principal fornecedora de memórias para gigantes da tecnologia, como Nvidia e Google.
O feito inédito quebra a hegemonia de mais de duas décadas da fabricante da linha Galaxy, que ocupava a liderança isolada desde 2000 e já havia alcançado a marca histórica de US$ 1 trilhão em valor de mercado.
Como a SK Hynix desbancou a Samsung?
A mudança no topo do ranking financeiro reflete uma transformação na indústria. Os chips de memória, antes comercializados como produtos mais básicos, tornaram-se componentes críticos para rodar modelos avançados de IA, como o ChatGPT.
De acordo com informações da agência de notícias Reuters, as ações da SK Hynix acumulam um salto de mais de 340% no último ano. No pregão desta segunda-feira, os papéis registraram alta de 5,6%, o que elevou a capitalização de mercado da fabricante para 2.080,4 trilhões de won (cerca de US$ 1,35 trilhão, ou quase R$ 7 trilhões em conversão direta).
SSDs da SK Hynix (imagem: divulgação/SK Hynix)
De quase falida a pilar da inteligência artificial
A escalada da SK Hynix marca uma recuperação histórica. Em 2002, a então Hynix Semiconductor quase faliu, sufocada por dívidas acumuladas, e chegou muito perto de ser vendida para a concorrente Micron. A virada de mesa ocorreu porque a empresa decidiu continuar investindo pesado na tecnologia HBM (chips empilhados verticalmente que entregam velocidade superior e menos consumo de energia), mesmo durante períodos de recessão no setor de memórias.
A tática de longo prazo rendeu frutos. Dados mostram que, em 2025, a SK Hynix já dominava 61% do mercado global de HBM, deixando a Micron (21%) e a própria Samsung (17%) para trás. Hoje, esses componentes tornaram-se indispensáveis na montagem de data centers modernos.
Para suportar a demanda contínua, projeções do Bank of America indicam que a SK Hynix deverá expandir sua produção em 38% até 2028, além de planejar uma abertura de capital nos Estados Unidos para atrair novos investidores.
Satya Nadella defendeu IA mais acessível (imagem: divulgação)Resumo
O CEO da Microsoft, Satya Nadella, criticou o domínio de poucas gigantes no setor de inteligência artificial.
Ele afirmou que a economia global não pode ser controlada por um grupo restrito de empresas.
Nadella defendeu modelos de IA mais baratos e com mais controle nas mãos dos usuários.
O CEO da Microsoft, Satya Nadella, fez uma dura crítica à concentração de poder no mercado de inteligência artificial. O executivo alertou que a economia global não pode ser engolida por um grupo restrito de empresas de tecnologia e defendeu uma transformação rumo a modelos mais baratos e com mais controle nas mãos dos usuários.
Ao Wall Street Journal, ele disse que não é realista sustentar um cenário em que “todos os empregos de escritório simplesmente desapareçam e isso ainda seja usado como arma”. Segundo Nadella, o público não toleraria um futuro em que apenas algumas empresas e modelos “façam todo o aprendizado para o mundo”.
A declaração chama atenção por partir justamente de um dos líderes que mais impulsionaram o atual boom do setor. Afinal, a própria Microsoft ajudou a moldar o cenário atual ao investir bilhões de dólares para transformar a OpenAI na gigante que é hoje.
Mudança de rota?
A resposta passa pela necessidade de transformar a IA em um recurso acessível, evitando que o mercado fique refém de altos custos de operação. A gigante de Redmond já começou a agir e passou a lançar ferramentas mais em conta. O destaque da vez é o Copilot Cowork, um agente autônomo que permite ao cliente corporativo escolher entre diferentes modelos, incluindo opções mais baratas, para executar tarefas contínuas.
Esse movimento também envolve aproximações consideradas controversas pelo próprio setor. A Microsoft avalia hospedar em sua plataforma uma versão do DeepSeek, provedor chinês conhecido pelo custo baixo. A iniciativa desagrada parceiras como OpenAI e Anthropic, que acusam a startup asiática de copiar suas tecnologias, e tem potencial para iniciar um embate na indústria.
A estratégia de diversificação também é uma resposta à concorrência. Dados da consultoria Recon Analytics apontam que, no segundo semestre de 2025, os assinantes do Copilot passaram a preferir cada vez mais alternativas, como o Gemini, do Google. Sem a liderança em modelos de ponta, a Microsoft aposta na multiplicação de opções para tentar recuperar terreno.
“Aprendizado contínuo”
Executivo sugeriu que discurso sobre perda de empregos é alarmista (imagem: divulgação/Microsoft)
Nadella também comentou a situação do mercado de trabalho, com um posicionamento que vai na contramão de líderes do Vale do Silício. Enquanto as grandes empresas de IA preveem que os novos sistemas eliminarão metade dos empregos de nível básico até 2029, o CEO afirma que a tecnologia não deve ser encarada como uma ferramenta de corte de custos focada em demissões em massa.
Em vez de pânico, Nadella defende que, no futuro, os negócios de sucesso funcionarão como “sistemas de aprendizado contínuo”, impulsionados pela união entre a sabedoria dos funcionários e o processamento das máquinas.
Apesar das críticas, a Microsoft não planeja romper com as empresas de vanguarda. Um porta-voz da companhia afirmou ao jornal que as parcerias com OpenAI e Anthropic seguirão ativas.