Não se trata de panaceia de um projeto nacional, mas sua entrega ao capital estrangeiro tende a reafirmar a posição do Brasil como economia primário-exportadora
Segunda economia do mundo, país asiático prevê incremento entre 4,5% e 5% no PIB. Aposta de Pequim em 'crescer com qualidade' esbarra em baixo estímulo ao consumo, dizem especialistas