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Memecoin GPT: automação busca transformar R$ 3.500 em até R$ 1 milhão em 12 meses; conheça

12 de Maio de 2026, 14:00

A inteligência artificial (IA) pode alavancar a produtividade de muitas formas. Seja no trabalho, acelerando a produção de textos, imagens ou vídeos, ou ajudando no direcionamento de pesquisas, coleta e estudos de dados, entre outras funções.

O que muita gente não sabe é que a IA também pode dar boas orientações quando o assunto é finanças — e uma nova tecnologia em desenvolvimento foca justamente na geração de renda.

É o caso do Memecoin GPT. A tecnologia que chega ao mercado oficialmente na segunda-feira (18) tem o objetivo de multiplicar cada real investido em até 300 vezes, de forma totalmente automatizada.

Como funciona o Memecoin GPT?

Unindo automação, análise e estratégia para tentar capturar as próximas valorizações exponenciais, a meta é clara: buscar até R$ 1 milhão, partindo de um aporte inicial de R$ 3,5 mil, em um período de 12 meses.

Para isso, a inteligência artificial da Empiricus vasculha memecoins em tempo real. Mas não se engane pelo nome, a ferramenta aqui não tem relação com a IA de nome similar. GPT neste caso significa “Generate Profitable Trades” (em português, “Gerar trades lucrativos”).

Desenvolvida pelos especialistas no setor da Empiricus Research, no Memecoin GPT, os investidores terão uma nova oportunidade de lucrar até 30.000%, com o alvo final de até R$ 1 milhão acumulados. Ou seja, uma multiplicação de 300 vezes sobre o capital investido.

Conforme explica a especialista Heloísa Mendonça, que está liderando a equipe nesta ferramenta, a estratégia pretende negociar todos os dias com compras e vendas de memecoins.

“Então todo dia o investidor tem uma nova chance, sem precisa ficar acompanhando o mercado ou ter algum conhecimento aprofundado sobre ativos digitais. É totalmente automatizado”, detalha Mendonça.

A oportunidade ainda por cima chega ao mercado em um momento especial — e a seguir é possível entender por quê.

Memecoin com potencial milionário está na lista do Memecoin GPT

A verdade é que lucros em uma escala exponencial não são tão raros no mercado de criptomoedas, especialmente das memecoins. Foi o caso de alguns dos ativos observados durante o período de backtest no Memebot em uma versão anterior, com valores atualizados em abril de 2026:

  • A memecoin POPCAT alcançou uma valorização de 950% em 43 dias;
  • Já a TOSHI subiu 1.113% em 78 dias;
  • A MOG, 1.224% em 57 dias;
  • A GIGACHAD subiu 2.244% em apenas 28 dias, menos de um mês;
  • Por fim, a BONK viu o valor disparar 3.878% em 73 dias.

Sabemos que retornos passados não garantem um retorno futuro e que investimentos com ativos digitais têm riscos elevados. Por isso, não é recomendado aplicar nesses casos com uma quantia que fará falta para a sua qualidade de vida.

O que esses números refletem, de fato, são multiplicações de até 39 vezes sobre o capital em menos de 3 meses — com um detalhe relevante: foram capturados pela Inteligência Artificial desenvolvida especialmente para encontrá-las.

A proposta em desenvolvimento com o Memecoin GPT é usar essa mesma IA para buscar até R$ 1 milhão nos próximos 12 meses.

Para começar, os desenvolvedores já têm uma moeda na mira. É uma memecoin que está entre as top 5 para comprar agora, com um potencial de alavancar o portfólio rumo ao próximo milhão.

Para saber qual é essa moeda e ainda tirar as dúvidas sobre como funciona o Memecoin GPT, os investidores estão convidados para participar de um evento gratuito e online. A seguir, veja mais informações.

Inscrições abertas: conheça o Memecoin GPT e saiba como ativá-lo a partir de 18 de maio

Para quem ficou interessado, no dia 18 de maio, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

CONHEÇA O MEMECOIN GPT COM LANÇAMENTO GRATUITO

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Como posicionar as big techs na carteira internacional? Veja dicas de analista da Empiricus Research

12 de Maio de 2026, 13:07

O mercado norte-americano atravessa um período de forte tensão geopolítica sem perder o fôlego nas bolsas, que seguem sustentadas próximas das máximas. Em meio às incertezas provocadas pelo conflito entre Estados Unidos e Irã, investidores continuam apostando nas gigantes de tecnologia conhecidas como as “7 magníficas”.

Estamos falando de empresas como Amazon (AMZO34), Meta (M1TA34), Microsoft (MSFT34) e Nvidia (NVDC34). Com negócios principalmente vinculados à inteligência artificial, as companhias têm conseguido descolar seu desempenho da incerteza do conflito geopolítico entre Estados Unidos e Irã.

Apesar das idas e vindas nas notícias do Oriente Médico, o analista de mercado internacional da Empiricus Research, Enzo Pacheco, comenta que os principais índices americanos fecharam o mês de abril atingindo novas máximas (exceto o Dow Jones).

“(Abril foi) o melhor mês desde 2020 tanto para o S&P 500 como para o Nasdaq, e isso aconteceu graças à boa performance das empresas de tecnologia”, afirma Pacheco.

Big techs: quais ações comprar para a carteira internacional?

Diante desses números, qual é a melhor estratégia para o investidor navegar este momento?  

Na perspectiva de Pacheco, esse caminho de valorização deve predominar ainda pelos próximos 2 a 3 anos.

“Para oinvestidor que quer começar a investir em ações internacionais agora, eu começaria com as big techs e modularia a exposição”, introduz o analista à sua tese para as companhias.

Para começar, Pacheco indica uma posição maior nas empresas que estão com valuation mais atrativo, “mesmo com eventuais riscos”. Estas são: Meta, Microsoft e Amazon.

Em seguida, ocupando uma fatia média da carteira, o analista indica as ações da Nvidia, que estão com uma tese interessante atualmente. Por fim, Pacheco recomenda ter as ações da Apple e Alphabet, ainda que em posições menores.

A única das “sete magníficas” que ficou fora das recomendações do analista é a Tesla, de Elon Musk.

“Para o investidor que não tem nada de portfólio no exterior, pode começar com essas teses. Lembrando que a volatilidade sempre estará no jogo e por isso ele deve ter uma composição completa do portfólio. Não pode ter só esses ativos, é importante ter uma parcela de renda fixa e de ações no Brasil”, ressalta o analista.

Uma empresa na lupa: conheça a tese de Microsoft

Entre as ações citadas por Enzo Pacheco, está a Microsoft (MSFT34). No início do ano, os papéis sofreram uma queda diante do temor ainda presente de que a IA possa tornar softwares tradicionais obsoletos (evento apelidado de “SaaSpocalipse”).

O pânico repercutiu no mercado, guiado por elevados investimentos em capacidade de processamento para serviços de IA, que intensificaram essa reação. “Mesmo que a companhia tenha recuperado parte das perdas em abril, o aumento das projeções de investimentos divulgado nos resultados do 1T26 fez com que os papéis da companhia recuassem pontualmente”, contextualiza o analista.

Entretanto, Pacheco ainda enxerga que a Microsoft está tomando medidas para reverter esse cenário e deve continuar entregando bons resultados ainda nos próximos anos.

Nessa ótica, o analista destaca que o múltiplo P/L projetado está próximo das mínimas dos últimos cinco anos e por isso aponta a ação em um momento de entrada atrativo

Tanto é que na última atualização da carteira de ações internacionais, o analista aumentou o peso de Microsoft de 10% do portfólio para 15%.

Assim como a Microsoft, você pode conhecer mais teses de investimentos e até mesmo a carteira internacional completa montada pelo analista.

10 ações para a carteira internacional: Microsoft e mais quem? Confira

Junto com a Microsoft, Pacheco reuniu mais nove companhias em seu portfólio de ações internacionais, uma oportunidade de diversificar geograficamente seus investimentos sem se limitar aos riscos dos ativos nacionais. 

As 10 companhias indicadas pela Empiricus Research para aplicar de olho no cenário internacional estão disponíveis neste relatório gratuito [clique aqui].

O documento traz:

  • Análise aprofundada do mercado internacional;
  • Comentários exclusivos do analista sobre as mudanças mais recentes de investimentos;
  • Carteira com as ações que têm maior potencial de valorização no contexto atual.

Além disso, para investir nas recomendações, não é preciso ter uma conta em corretora internacional. Todas elas têm BDRs, certificados que representam ações de empresas estrangeiras, mas negociadas diretamente na bolsa brasileira.

Libere seu acesso ao relatório e conheça as 10 BDRs para investir no mercado internacional que estão chamando mais atenção dos analistas e reforce seus investimentos com ações mundiais.

QUERO CONHECER AS 10 AÇÕES INTERNACIONAIS PARA INVESTIR JÁ

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Multiplan (MULT3): venda do Park Shopping Barigüi pode destravar valor para investidores?

12 de Maio de 2026, 11:01

A Multiplan (MULT3) comunicou ao mercado, após o fechamento de ontem (11), a assinatura de um Memorando de Entendimentos para a venda de 9,33% de participação no Park Shopping Barigüi. O valor total foi de R$ 250,0 milhões, equivalente a R$ 40,4 mil/m².

Assim, o pagamento será em duas parcelas iguais:

  • 50% no fechamento da operação, no valor de R$ 125,0 milhões; e
  • Os 50% restantes 18 meses após o closing, também no valor de R$ 125,0 milhões.

Ambos os montantes serão corrigidos pelo IPCA a partir da assinatura dos documentos definitivos. A conclusão da transação ainda está sujeita ao cumprimento de condições precedentes usuais a operações dessa natureza.

Confira mais detalhes da venda de ativo no portfólio da Multiplan (MULT3)

Localizado em Curitiba (PR), o Park Shopping Barigüi é um dos principais ativos do portfólio da Multiplan. Voltado majoritariamente ao público das classes A e B, o empreendimento se destaca como um dos centros de compras mais modernos do país, concebido dentro de um conceito multiuso. Ou seja, permite o desenvolvimento de edifícios comerciais e residenciais no entorno. Contudo, é importante destacar que a operação envolve apenas a venda parcial da participação no ativo, sem que a companhia renuncie ao controle operacional do shopping.

Considerando o NOI do empreendimento nos últimos 12 meses, a transação teve um cap rate de 7%. Nesse patamar avaliamos como bastante atrativo para uma venda parcial de um ativo maduro e de elevada qualidade.

Ainda sem mais detalhes sobre o comprador, nossa impressão inicial sobre a operação é positiva para a tese de MULT3. A venda parcial do ParkShoppingBarigüi, nos valores anunciados, reforça a capacidade da companhia de reciclar portfólio em condições favoráveis, destravando valor para o acionista sem comprometer sua exposição operacional a um ativo estratégico. Vale citar que a companhia entregou recentemente (3T24) a expansão do imóvel, que adicionou cerca de 15 mil metros quadrados de ABL a um custo de R$ 28 mil/m².

Além disso, os R$ 250,0 milhões fortalecem a posição de caixa da companhia e ampliam sua flexibilidade financeira, seja para financiar as expansões em curso, administrar o endividamento — na ordem de 2x dívida líquida/EBITDA — ou, eventualmente, elevar a distribuição de dividendos. Vai depender da avaliação da administração sobre o cenário macroeconômico, em linha com a mensagem transmitida no Investor Day.

As ações da Multiplan (MULT3) permanecem entre as recomendações da Empiricus.

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Ibovespa hoje: IPCA desacelera e petróleo sobe; veja o que movimenta os mercados nesta terça-feira (12)

12 de Maio de 2026, 10:32

Os mercados globais operam em queda nesta terça-feira após Donald Trump endurecer o discurso em relação ao Irã, classificando a proposta de cessar-fogo como “lixo” e afirmando que o acordo está em “estado crítico”, reacendendo os temores de escalada militar no Oriente Médio e elevando a aversão ao risco.

O petróleo voltou a avançar de forma significativa, com o Brent acima de US$ 107 por barril, enquanto futuros de Wall Street e bolsas europeias recuam diante da maior incerteza geopolítica. Os Estados Unidos anunciaram novas sanções contra indivíduos e empresas acusados de facilitar exportações iranianas à China, movimento que antecede o encontro entre Trump e Xi Jinping, no qual Washington deve pressionar Pequim sobre o impasse diplomático e a reabertura do Estreito de Ormuz.

Nesse contexto, cresce a sensibilidade dos investidores aos dados de inflação divulgados hoje (IPCA no Brasil e CPI nos Estados Unidos), ambos impactados pela alta do petróleo e pela pressão sobre combustíveis, energia e expectativas de juros.

00:52 — Inflação qualitativamente ruim

No Brasil, a semana começa com nova queda do Ibovespa. O índice voltou a perder o patamar dos 182 mil pontos, mesmo com o dólar ainda abaixo de R$ 4,90. A moeda brasileira segue beneficiada pelo bom posicionamento do país em um cenário de petróleo mais alto. Esse fator que melhora os termos de troca e sustenta o fluxo cambial, ainda que o ambiente externo permaneça desafiador para ativos de risco.

Na agenda doméstica, o mercado digere o dado de inflação de abril. No período o IPCA desacelerou na comparação mensal de 0,80% em março para 0,67%, resultado abaixo das expectativas.

No entanto, o número aparentemente mais benigno na margem não deve ser interpretado de forma excessivamente otimista. Assim como ocorreu na prévia inflacionária, a composição do índice foi qualitativamente desfavorável.

Em termos acumulados em 12 meses, a inflação acelerou de 4,14% para 4,39%, aproximando-se do teto da meta estabelecida para este ano. Além disso, houve surpresa altista na média dos cinco núcleos e nos serviços subjacentes, indicadores que costumam refletir a dinâmica mais estrutural da inflação.

Esse conjunto reforça a percepção de expectativas ainda pressionadas e dificulta a atuação do Banco Central, cujo espaço para cortes de juros permanece limitado no horizonte relevante. Nesse contexto, a tendência de abertura na curva de juros tende a pressionar o mercado de ações. Em contrapartida, que pode sustentar o real por conta do diferencial de juros elevado.

Além da inflação, o mercado acompanha os desdobramentos do resultado da Petrobras. A companhia reportou lucro líquido de R$ 32,66 bilhões no trimestre, queda de 7,2% na comparação anual, e aprovou a distribuição de R$ 9,03 bilhões em dividendos. O desempenho ficou abaixo das expectativas do mercado. O impacto mais positivo da alta recente do petróleo deve se refletir com maior intensidade apenas no segundo trimestre.

A teleconferência da empresa será observada com atenção, pois pode ajudar a calibrar as expectativas dos investidores, especialmente considerando o peso relevante das ações da estatal na composição do Ibovespa e sua influência sobre o humor geral do mercado brasileiro.

01:41 — Ritmo acelerado

Wall Street iniciou a semana em ritmo moderado, mas suficiente para renovar máximas históricas. O S&P 500 e o Nasdaq voltaram a registrar recordes em 2026, sustentados sobretudo pelo otimismo persistente em torno da inteligência artificial e pela resiliência dos resultados corporativos, mesmo com a temporada de balanços já próxima do encerramento.

O mercado tem demonstrado relativa indiferença ao conflito no Oriente Médio e ao impasse envolvendo o Estreito de Ormuz, apesar dos reflexos sobre o petróleo, cujo avanço levou o setor de energia a liderar os ganhos do dia. A leitura predominante entre investidores é de que a demanda estrutural por infraestrutura de IA permanece robusta, especialmente diante das restrições de oferta enfrentadas pelas grandes empresas de tecnologia e computação em nuvem. Esse movimento é o que sustenta projeções favoráveis para receitas e investimentos no segmento.

Na agenda do dia, o principal destaque é a divulgação do CPI de abril, que confirmou uma nova aceleração inflacionária, impulsionada principalmente pela alta da gasolina em meio às tensões geopolíticas no Oriente Médio. Caso esse movimento se consolide, reforçará o receio de um ambiente mais próximo de estagflação. Trata-se da combinação de inflação persistente com perda de fôlego da atividade, cenário que tende a manter o Federal Reserve em postura cautelosa por mais tempo.

02:37 — Janela de oportunidade para o Brasil

Donald Trump passou a demonstrar de forma mais explícita sua preocupação com a crise de acessibilidade (preço acessível), adotando medidas voltadas à contenção dos preços de itens especialmente sensíveis ao consumidor, como carne bovina e combustíveis.

Nesse contexto, o governo avalia suspender temporariamente as tarifas sobre importações de carne de países como Brasil e Austrália. Essa seria uma tentativa de aliviar a inflação de alimentos em um momento no qual os preços da carne bovina acumulam alta superior a 16% desde janeiro de 2025 e permanecem próximos de máximas históricas.

A pressão decorre de um problema estrutural: o rebanho americano está no menor nível em 75 anos. Após um período prolongado de seca e condições desfavoráveis de pastagem, analistas estimam que uma recuperação mais significativa só deva ocorrer em 2028. A eventual remoção das tarifas poderia ampliar a oferta e reduzir custos no curto prazo. Por outro lado, impõe risco político a Trump, ao contrariar pecuaristas americanos, um grupo relevante dentro de sua base de apoio, e ao reacender críticas do setor em relação aos padrões sanitários da carne bovina brasileira. Seja como for, se trata de uma oportunidade para o Brasil.

03:24 — O estado do cessar-fogo

O cessar-fogo entre Estados Unidos e Irã atravessa um momento de grande fragilidade, depois de Donald Trump afirmar que o acordo está em “estado crítico”, rejeitar a resposta mais recente de Teerã à proposta de paz apresentada pelos EUA e classificá-la como “lixo”. Embora o presidente ainda preserve a possibilidade de uma solução diplomática, o impasse ampliou a incerteza em torno das negociações. Também elevou a tensão regional e também passou a repercutir na sua agenda internacional, que inclui um encontro previsto com Xi Jinping em Pequim.

Ao mesmo tempo, o mercado acompanha com atenção crescente o risco de novos ataques militares, os relatos de ofensivas na região e a mobilização iraniana no Golfo Pérsico, em um cenário no qual o Estreito de Ormuz segue parcialmente bloqueado e continua pressionando o fluxo global de energia. Nesse ambiente, o petróleo voltou a encontrar sustentação, com o Brent superando US$ 105 no início do pregão asiático, ao mesmo tempo em que a pressão sobre os combustíveis nos Estados Unidos se intensificou.

04:11 — O destaque sul-coreano

A Coreia do Sul se consolidou como um dos retratos mais expressivos do boom global da inteligência artificial, impulsionada principalmente pela Samsung Electronics. Líder mundial no fornecimento de chips de memória, a companhia registrou um salto de 755% no lucro no trimestre encerrado em março. Além disso, viu seu valor de mercado ultrapassar US$ 1 trilhão e contribuiu para que o principal índice acionário do país acumulasse alta de 81% no ano, o melhor desempenho entre os mercados globais.

Esse movimento, porém, também ampliou o debate em torno da distribuição dos ganhos gerados pela IA. Propostas para destinar à população parte da arrecadação adicional associada ao setor, na forma de um “dividendo”, somadas à pressão de sindicatos para que os funcionários recebam uma parcela maior dos lucros, indicam que a dimensão social desse avanço ganhou relevância. Diante da expectativa de que Samsung e SK Hynix sigam expandindo seus resultados, a tendência é de aumento da pressão sobre empresas e governo para compartilhar essa nova riqueza.

05:06 — Infraestrutura a todo vapor

A demanda por infraestrutura física voltada à inteligência artificial segue muito forte, a ponto de o principal gargalo ter deixado de ser a oferta de chips e passado a ser a capacidade de construir e energizar data centers. Para companhias como a Microsoft (MSFT34), esse contexto reforça a percepção de que a empresa continua engajada em um ciclo robusto de investimentos para ampliar sua oferta em nuvem e em IA, sustentando a tese de crescimento de longo prazo do Azure e dos serviços associados à inteligência artificial.

Mesmo com atrasos pontuais em alguns projetos e com o aumento do poder de barganha de construtoras e empresas de engenharia, o quadro de fundo permanece positivo, já que a urgência em colocar novas instalações em operação indica que a demanda final continua aquecida.

Se a construção dos chamados “shells” (a estrutura física dos data centers) passou a representar um gargalo, o ritmo de monetização da IA pode depender não apenas da capacidade tecnológica da Microsoft, mas também da execução das obras, da disponibilidade de energia e da implantação dos sistemas de suporte. Para MSFT34, isso pode se traduzir em pressão de curto prazo sobre prazos e custos de expansão, sem necessariamente comprometer a narrativa estrutural de crescimento.

Em termos práticos, o mercado pode interpretar esse cenário mais como um sinal de demanda reprimida do que de fragilidade operacional: se a Microsoft hoje enfrenta limites físicos para acelerar ainda mais sua expansão, isso sugere que a oportunidade comercial permanece ampla, desde que a companhia consiga conduzir esse ciclo de investimentos com disciplina e eficiência.

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Mercado Livre, Shein, Amazon e Shopee impulsionaram os fundos imobiliários em abril e estes 3 FIIs podem se beneficiar desse cenário; veja quais são

11 de Maio de 2026, 16:17

Mais uma vez os fundos imobiliários superaram o Ibovespa. Em abril, o Ifix — índice que reúne os principais FIIs do mercado brasileiro — entregou um retorno de + 1,53% enquanto o IBOV ficou no “zero a zero”. Parte desse desempenho se deve a inquilinos como Mercado Livre, Shein, Amazon e Shopee.

Explico: dentre os segmentos, os fundos logísticos foram destaque da alta em abril e no primeiro trimestre. Esses FIIs tem como principais locatários grandes empresas de varejo, mais especificamente de e-commerce.

De acordo com Caio Araujo, analista de fundos imobiliários, essas empresas devem continuar favorecendo o segmento logístico. Assim, os FIIs mais preparados podem surfar esse momento positivo. Nesse contexto, ele apontou 3 ativos que vale a pena investir agora.

CONFIRA 3 FIIs QUE PODEM GANHAR COM MERCADO LIVRE, AMAZON, SHEIN E SHOPEE

Escalada do e-commerce ‘desequilibrou’ o setor logístico e abriu espaço para oportunidades

Em 2025, o faturamento do e-commerce no Brasil ultrapassou os R$ 235 bilhões. De acordo com dados da Abiacom as expectativas são de um crescimento de 33% no faturamento até 2028.

Do ponto de vista logístico, essa informação já seria suficiente para imaginar que os fundos deste segmento podem continuar se destacando mediante uma necessidade de galpões com boa infraestrutura, próximo a regiões estratégicas.

Contudo, Caio Araujo aponta que há um desequilíbrio neste mercado que pode aumentar ainda mais a atratividade de alguns fundos específicos. Em um relatório especial, publicado recentemente, o analista explicou que há uma oferta restritiva de galpões que atendam as necessidades das grandes empresas com Amazon, Mercado Livre, Shein e Shopee.

O índice de vacância desse tipo de imóvel chegou aos 6,7% no primeiro trimestre, ao passo que a procura por galpões continua alta. Para completar, o ambiente de juros elevados aumentou o custo de desenvolvimento de novos projetos, reduzindo a atividade construtiva.

Assim, “quem tem o galpão pronto, de qualidade, triple A, pode ‘surfar’ essa onda”, afirma Araujo. A onda que o analista se refere é justamente a possibilidade de reajustes no valor dos contratos de aluguel mediante a alta demanda e baixa oferta de imóveis com essas características.

Avaliando o preço dos imóveis em um raio de 90 quilômetros de distância da cidade de São Paulo, o analista aponta que o descasamento entre oferta e demanda pode significar uma necessidade de ajuste de até 40% no aluguel médio.

Nesse contexto, o analista recomenda 3 fundos imobiliários para os investidores que desejam “surfar” as oportunidades do setor logístico.

3 FIIs para investir no setor logístico

Em um relatório especial Caio Araujo apresentou com mais detalhes a sua tese de investimentos no setor logístico. Ele ainda indicou três ativos para investir no segmento. Entre as recomendações estão:

Um FII cujas operações geraram um retorno acumulado de R$ 4,68 por cota e que ainda pode valorizar 9,6%;

Fundo imobiliário que se destaca pela qualidade técnica dos imóveis, além de uma geração de renda estimada em 9,6% para os próximos 12 meses;

FII logístico que negocia com um desconto de 10% em relação ao valor patrimonial (P/VP) e pode entregar um ganho de capital de 9,6%, mais um dividend yield de 10,5% nos próximos 12 meses.

A boa notícia é que você pode ter acesso a este conteúdo de forma gratuita. Para liberar o seu acesso é muito simples, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

QUERO CONHECER OS FUNDOS IMOBILIÁRIOS PARA ‘SURFAR’ AS OPORTUNIDADES DO SETOR LOGÍSTICO

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Os motivos que levaram a Vale (VALE3) a retornar à carteira de dividendos da Empiricus em maio

11 de Maio de 2026, 16:16

A carteira automatizada de dividendos da Empiricus teve apenas uma alteração para maio: a entrada da Vale (VALE3) no lugar da SLC Agrícola (SLCE3). Até o fechamento de abril, o portfólio já valorizou 28,7% em 2026, contra 16,3% do Ibovespa no mesmo período.

Segundo Ruy Hungria, analista responsável pela carteira, a saída da SLC se deu pela piora nas perspectivas de custo da companhia por conta do conflito no Oriente Médio, que mantém sob pressão o Estreito de Ormuz, local por onde passam insumos agrícolas.

Já a entrada da Vale tem a ver com a evolução consistente de resultados da companhia, especialmente em sua divisão de metais básicos, a qual o analista chama de “joia da coroa”.

Lucro líquido da Vale saltou 29% no primeiro tri

No balanço do primeiro trimestre do ano, divulgado em 28 de abril, a Vale (VALE3) registrou lucro líquido de R$ 1,9 bilhão, alta de 29% em relação ao mesmo período de 2025.

Se no segmento de minério de ferro o crescimento do Ebitda foi de 1% ano contra ano, para R$ 2,4 bilhões, na divisão de metais básicos a alta foi muito mais representativa — embora a base de comparação fosse mais “fácil” de superar.

O Ebitda do segmento de cobre saltou 57%, para US$ 949 milhões, enquanto a mesma linha da operação de níquel saltou 575%, indo de US$ 41 milhões no 1T25 para US$ 277 milhões no último trimestre.

O fluxo de caixa livre chegou a US$ 813 milhões, alta anual de 61%, número que, segundo Hungria, “tende a melhorar nos próximos trimestres por conta da sazonalidade”.

Apesar de todo esse crescimento, os números divulgados pela Vale ficaram abaixo das expectativas do mercado. Mas, para o analista da Empiricus, a companhia “está no caminho certo e deve continuar como boa fonte de dividendos para os acionistas”.

GRÁTIS: CADASTRE-SE NA ÁREA LOGADA DA EMPIRICUS PARA CONHECER A CARTEIRA DE DIVIDENDOS COMPLETA

Os quatro pilares da tese em VALE3

A boa perspectiva do analista para as ações VALE3 vem de quatro pilares principais:

  1. Minério de ferro resiliente;
  2. Previsibilidade operacional;
  3. Forte geração de caixa e retorno ao acionista; e
  4. Potencial em metais básicos.

Em primeiro lugar, os preços do minério de ferro, principal segmento da companhia, têm se mostrado mais resilientes do que o esperado, “sustentado por dinâmica de oferta mais restrita, elevada depleção global e demanda ainda sólida, com maior diversificação geográfica”, afirma Ruy Hungria.

O analista destaca ainda que a Vale está entre os produtores de menor custo, o que “traz mais segurança à tese”.

Em relação à previsibilidade operacional, Hungria avalia que os investimentos em melhorias operacionais feitos pela mineradora nos últimos anos já se traduziram em menos paradas, aumento de produção e consequente diluição de custos.

O terceiro ponto é a elevada geração de caixa da Vale, que dá ao acionista um potencial de retorno próximo de dois dígitos sustentado por dividendos recorrentes e eventuais distribuições adicionais.

Por fim, está a “joia da coroa” Vale Base Metals que, segundo Ruy Hungria, “vem ganhando relevância e pode destravar valor ao longo do tempo, em um movimento ainda pouco refletido no valuation atual”.

Conheça as outras 7 ações que compõem a carteira de dividendos da Empiricus

Agora você sabe os motivos que levaram a Vale a substituir a SLC Agrícola na carteira automatizada de dividendos de maio da Empiricus, mas não precisa parar por aqui.

Isso porque a carteira completa está disponível como uma cortesia da Empiricus. E para acessar é simples, basta fazer seu login na área logada da casa de análise.

Caso não tenha cadastro, o processo é gratuito e rápido. Ao preencher seus dados, você será redirecionado à área logada da Empiricus e poderá conferir esta e as outras carteiras automatizadas, sem ser cobrado em nenhum momento por isso. Para conferir a carteira de dividendos, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

ACESSO GRÁTIS: CARTEIRA DE DIVIDENDOS DA EMPIRICUS RESEARCH

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É hoje (11): IA que vai buscar lucros de até R$ 1.960 toda sexta-feira terá acessos liberados; veja como reservar já o seu

11 de Maio de 2026, 09:00

A partir das 19h desta segunda-feira (11), a Empiricus Research vai liberar acessos para os interessadosem conhecer o Delta IA, software que busca lucros no mercado de criptomoedas de forma 100% automatizada.

Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência poderão receber os acessos em breve. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar ligado nos próximos passos:

PRÉ-INSCRIÇÃO PARA PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA – INSCREVA-SE AQUI

Como o Delta IA opera em busca de lucros semanais?

O Delta IA chega ao mercado como a primeira inteligência artificial automatizada do Brasil voltada para operações de long & short em criptomoedas. Na prática, isso significa que a tecnologia atua em compra e venda de ativos digitais, buscando oportunidades de retorno em diferentes cenários do mercado.

A proposta da ferramenta é permitir que o investidor possa buscar ganhos explorando justamente a diferença entre essas posições. De acordo com resultados de backtests da estratégia:

  • Em períodos de queda do mercado, a projeção foi de até R$ 1.960 por semana;
  • Já em cenários de alta, a projeção alcançou até R$ 1.420 por sexta-feira.

Os resultados têm como base testes realizados nos últimos seis anos, com os desempenhos em destaque relativos a junho de 2020 (+50,6%) e outubro de 2021 (+35,3%), respectivamente.

O diferencial desta ferramenta está na execução automatizada das operações”, explica Valter Rebelo, especialista em ativos digitais da Empiricus Research e responsável pelo desenvolvimento da estratégia do Delta IA.

“Enquanto outras inteligências artificiais apenas fornecem análises ou sugestões, o Delta IA opera o mercado de forma ativa. O investidor pode simplesmente acompanhar e copiar as operações realizadas pela estratégia”, afirma.

Ademais, o analista també ressalta: “O mercado de criptomoedas tem riscos, mas sem arriscar todo o seu patrimônio, acredito que você ainda se expõe a esse potencial”. Por isso, é sempre bom lembrar que rentabilidade passada não representa garantia de ganhos futuros e todo investimento envolve riscos e pode gerar perdas.

Para apresentar o funcionamento da tecnologia, esclarecer dúvidas e detalhar a metodologia utilizada, Rebelo e a equipe de especialistas em criptomoedas da Empiricus irão promover um evento online gratuito na próxima semana.

VEJA COMO PARTICIPAR DO LANÇAMENTO DO DELTA IA

Outro ponto que chama atenção na estratégia é a dinâmica semanal das operações –especialmente às sextas-feiras.

É nesse dia que o robô realiza o rebalanceamento automatizado da carteira, selecionando:

  • 10 ativos com maior potencial de valorização para operações compradas;
  • 10 ativos com mais chance de queda para operações vendidas.

“Vão ter semanas de euforia no mercado e as criptomoedas podem disparar. Em outras, o pessimismo pode pesar e o mercado, despencar”, descreve Rebelo.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista de uma renda extra. A boa notícia é que a oportunidade para conhecer o Delta IA de perto está próxima. Veja como, a seguir.

Última chamada: Ainda dá tempo de reservar seu acesso ao Delta IA

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Delta IA.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

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Caio Araujo, da Empiricus Research, identifica momento oportuno para 3 FIIs

9 de Maio de 2026, 09:00

Caio Araujo, analista de fundos imobiliários da Empiricus Research, acaba de publicar um relatório especial sobre o segmento de galpões logísticos.

Ele foi motivado por um momento particular do ciclo desses FIIs e, no texto, explicou o cenário e indicou três papéis bem-posicionados para aproveitar o as possibilidades dos próximos meses.

De acordo com o especialista, o momento atual é favorável aos fundos que detêm imóveis modernos, de alta qualidade e bem localizados. Além disso, para que o setor pudesse chegar até aqui, algumas mudanças foram importantes no cenário.

O que diz o analista da Empiricus

Araujo detalha que as empresas clientes desse tipo de fundo têm buscado maior eficiência operacional, ao mesmo tempo em que há uma reorganização das cadeias de suprimento. Junto a isso tudo, o e-commerce segue avançando no Brasil.

Para o investidor, isso significa uma demanda maior por galpões com boas estruturas bem localizados.

O analista destaca que esse processo está acontecendo enquanto “o alto custo de desenvolvimento de novos empreendimentos pressiona os retornos oferecidos pelos FIIs”. Dessa forma, o cenário atual “reduz o incentivo para novos projetos”.

A alta dos custos de construção tem relações com a inflação persistente e a taxa básica de juros (Selic) em patamar elevado (14,5% ao ano), ainda que no meio de um ciclo de cortes.

Como resultado, Araujo entende que os fundos imobiliários que já detêm bons ativos, ou possuem dinheiro em caixa para custear novos imóveis, são os mais bem preparados para aproveitar oportunidades no cenário atual.

“Com menor competição de novas entregas e maior poder de barganha dos proprietários, fundos imobiliários logísticos com portfólios de qualidade tendem a capturar esse movimento ao longo das próximas janelas de revisão contratual, por meio de reajustes reais de aluguel, manutenção de ocupação elevada e reciclagem eficiente de capital.”

A velha regra de oferta e demanda

Caio Araujo resume o cenário que beneficia bons FIIs de galpões: “a oferta deixou de crescer no mesmo ritmo da demanda”.

Ele lembra que, após a pandemia, esse segmento viveu “um período intenso de entregas e normalização”. Porém, esse ritmo de crescimento está caindo, ao mesmo tempo em que a busca por mais empreendimentos de logística permanece sólida.

“Esse movimento tem se refletido de forma mais clara em São Paulo, o principal mercado logístico do país”. O analista explica que a desaceleração nas construções e a baixa vacância (6,7%) indicam vantagens para os proprietários, “especialmente no segmento de alto padrão”.

gráfico fiis galpões sp vacância preço

“O ponto central da tese é que o mercado começa a apresentar sinais de escassez antes mesmo de os preços refletirem integralmente o custo de reposição.”

O analista entende que os preços mais altos para desenvolver novos empreendimentos tendem a limitar a oferta futura e preservar a ocupação dos imóveis existentes. Com isso, o poder de barganha dos proprietários será maior nas próximas janelas de revisão dos contratos.

E acrescenta: “fundos com portfólios de maior qualidade, exposição a regiões mais demandadas e gestão ativa tendem a se beneficiar de três vetores principais”. São eles:

  • Reajustes reais de aluguel;
  • Manutenção de vacância em níveis controlados;
  • Reciclagem de portfólio com geração de valor.

As indicações de Caio Araujo

Em seu relatório, Caio Araujo compartilha três fundos imobiliários com bom potencial para aproveitar o momento atual do ciclo.

Mais do que apresentar nomes e tickers, o analista detalha em poucos parágrafos o que leva cada um a estar bem-posicionado para entregar retornos interessantes aos investidores.

O momento ímpar desse segmento de FIIs levou Araujo a produzir um relatório especial – com acesso gratuito e sem necessidade de cadastro.

Para ler o texto do analista da Empiricus Research na íntegra e conhecer os três fundos indicados, basta clicar no botão abaixo:

CONHECER OS FIIs INDICADOS POR CAIO ARAUJO

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1T26 das big techs: o mercado cansou do ‘hype’? Confira a análise de Enzo Pacheco no novo episódio Empiricus Podcast

9 de Maio de 2026, 09:00

As big techs reportaram números bilionários na temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26), que superaram as expectativas do mercado. Para se ter uma ideia, os dados coletados pela Bloomberg estimavam um crescimento de lucros de 18% na comparação com o mesmo período de 2025.

Contudo, com a divulgação dos números de seis das “Sete Magníficas” — a Nvidia ainda não divulgou , o grupo caminha para entregar um crescimento de lucros de 57% no 1T26. Para efeito de comparação, o restante do S&P500 deve entregar um avanço de 16% nos lucros.

Mas apesar dos números positivos nos balanços, na bolsa, a reação foi diferente. Logo após os resultados, o mercado “privilegiou” as ações da Alphabet (GOOGL) e Amazon (AMZN). Em contrapartida, “puniu” os papéis da Meta (META) e Microsoft (MSFT).

O que levou o mercado a reagir dessa forma? Será que o hype da IA passou e agora os investidores estão separando as big techs entre vencedoras e perdedoras?

Enzo Pacheco, analista de ações internacionais, participou do Empiricus Podca$t desta semana para falar do resultado da big techs, o que está no radar do mercado e como os investidores podem se posicionar nesse setor. (veja o episódio na íntegra).

Se todos os resultados foram positivos, por que algumas ações caíram?

Das Sete Magníficas, Meta, Amazon, Alphabet e Microsoft divulgaram resultados no dia 29 de abril. Todas apresentaram crescimento de dois dígitos nos lucros. Apesar disso, no pregão seguinte aos balanços houve uma disparidade no comportamento das ações.

Enquanto os papéis da Alphabet subiram mais de 10% e a Amazon renovou máxima histórica, as ações da Microsoft e Meta despencaram 4% e 8%, respectivamente. Segundo Enzo Pacheco, esse comportamento foi motivado pela projeção que essas companhias reportaram em relação aos investimentos em inteligência artificial.

Ele explicou que há algum tempo o mercado vem questionando se os investimentos das big techs em IA estão fazendo sentido e gerando resultado para as empresas.

O trio Alphabet, Microsoft e Amazon são conhecidas como hyperscales, ou seja, “empresas que vão fazer grandes estruturas e data centers, e oferecer para que as empresas contratem essas estruturas de processamento”, pontua o analista.  

É justamente essa capacidade de expandir essas estruturas que está no radar dos analistas e investidores, “pois é o que vai gerar um crescimento forte da receita nos próximos anos”.

Nesse sentido, a pergunta que fica é:

Vale a pena investir nas big techs após os resultados do 1T26?

Enzo Pacheco aponta que, embora o mercado tenha reagido mal aos resultados de algumas big techs, “para os brasileiros que querem começar a investir lá fora, as sete magníficas são boas opções para começar”.

Nesse sentido, durante o podcast o analista revelou quem foi a grande perdedora e a grande vencedora nos resultados do 1T26, na visão dele, e como equilibrar as posições desses papéis na carteira.

Além disso, Enzo revelou qual a ação de big tech preferida neste momento. Você pode conferir tudo isso no novo episódio do Empiricus Podca$t. Para conferir na íntegra, basta apertar o play no botão abaixo:

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De patinhos feios a destaque: As mudanças dos FIIs de logística, de acordo com Caio Araujo, da Empiricus

8 de Maio de 2026, 11:00

Caio Araujo, analista de fundos imobiliários da Empiricus Research, explicou o caminho percorrido pelos FIIs de logística, segmento que deixou de ser o patinho feio da indústria, para ganhar destaque nos investimentos, em sua visão.

Ele participou da edição de maio do Onde Investir, programa do Seu Dinheiro, portal de notícias parceiro da Empiricus, e detalhou que os fundos de galpões “eram vulneráveis a movimentos de oferta e quedas de demanda”.

Dessa forma, as taxas de ocupação do segmento eram um problema que afastava os investidores. Porém, hoje “nós vivemos uma mudança estrutural no setor” e dois fundos chamam atenção do especialista para investimento neste mês.

As mudanças na logística em 10 anos

Araujo destaca o avanço do e-commerce junto a mudanças nos hábitos de consumo dos brasileiros como elementos importantes para o novo cenário dos galpões logísticos em todo o país.

“Nós tivemos a entrada de grandes players, como Amazon e Shopee, além do aumento de participação de empresas como Mercado Livre. Isso tudo influenciou bastante o segmento”, detalhou.

Como resultado, há um aumento na demanda por galpões e os últimos anos registraram números de locações consistentes.

O analista também explicou que, em um primeiro momento, a oferta acompanhou esse crescimento da procura. Entretanto, os custos para construir subiram, assim como o custo de capital – ou seja, está mais caro levantar dinheiro para investir.

“Nem todo mundo consegue desenvolver um galpão hoje, apesar de não ser algo tão complexo em relação à construção em outros setores”, complementa.

Veja: o analista Caio Araujo o Araujo acaba de produzir um relatório completo sobre os FIIs de logística, onde ele destaca três fundos como referências do setor; acesso gratuito aqui

Aluguel caro aqui é noticia boa

Um resultado desse processo observado por Araujo é a queda na vacância dos FIIs de logística: “e ela tende a permanecer em um patamar estável, próximo das mínimas históricas, que é onde está hoje”.

Como exemplo, ele cita o estado de São Paulo: “de acordo com os dados do primeiro trimestre, a vacância está próxima de 7%, um número muito baixo”. O especialista também destaca que os preços dos aluguéis já estão subindo.

“Só no primeiro trimestre, a média do aumento foi de 5% para galpões em um raio de 30 a 60 km da capital paulista. É bastante coisa.”

Em sua visão, essa subida de preços deve continuar, especialmente nos imóveis de alta qualidade. Diante desse cenário, Caio Araujo tem uma visão bastante positiva para o setor de logística no curto prazo.

Saiba mais: o analista da Empiricus Research produziu um relatório sobre FIIs de logística repleto de informações, gráficos e tabelas; nossos leitores têm acesso gratuito aqui

Os fundos indicados por Caio

Os especialistas que participam do Onde Investir falam sobre cenário, mas também trazem sugestões de alocação para o mês. Na sua vez de indicar bons papéis, Caio escolheu dois FIIs de galpões.

Primeiro, o BTG Pactual Logística (BTLG11), “um dos maiores da indústria”.

Na visão do analista da Empiricus Research, o fundo se destaca pela concentração em São Paulo, “uma praça com dados operacionais bem saudáveis. E a tendência é que ele expanda suas operações na região”.

Araujo acrescentou que poucos fundos imobiliários estão com dinheiro para expansões nesse momento. “O BTLG11 tem caixa, e isso é bem interessante porque, junto com o poder de barganha dos proprietários, eles conseguem remunerações melhores”.

O outro FII apresentado foi o Vinci Logística (VILG11), que é “parecido, mas tem um contexto mais voltado ao valuation, onde a gente enxerga ganho de capital”. De acordo com o especialista, a carteira do fundo é mais concentrada e o nível de risco um pouco maior, “mas a gente gosta da tese, ele está tranquilo em relação a caixa e tende a fazer alocações ao longo do tempo”.

Confira: Araujo acredita que três FIIs são as principais referências no segmento de logística; ele revela quais em um relatório que foi disponibilizado gratuitamente

Onde Investir

A edição de maio do Onde Investir chegou em meio a um cenário conturbado com a guerra entre Estados Unidos e Irã ainda em curso, inflação pressionada e o mais recente corte da taxa Selic, agora em 14,50% ao ano.

Ao mesmo tempo, a temporada de balanços do primeiro trimestre de 2026 ocupa cada vez mais espaço no noticiário econômico.

Diante de tantas questões, o evento trouxe especialistas do mercado para falar sobre o cenário macro, ações e dividendos, mercado internacional, renda extra, Imposto de Renda, criptomoedas e os fundos imobiliários – de onde trouxemos um pedaço da participação de Caio Araujo.

Para assistir o programa na íntegra e conferir todas as indicações de investimentos dos especialistas, assista ao Onde Investir de maio no vídeo abaixo:

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Empiricus atualiza carteiras automatizadas de dividendos, small caps, fundos imobiliários, criptomoedas e muito mais; acesse grátis

7 de Maio de 2026, 14:13

A Empiricus acaba de atualizar suas carteiras automatizadas para o mês de maio. Esses portfólios acompanham as recomendações dos analistas da casa de maneira automatizada, sem que o investidor precise fazer as alterações propostas pelos especialistas ou tenha que rebalancear os ativos.

Entre as opções de carteiras automatizadas disponibilizadas pela Empiricus, estão portfólios de ações, dividendos, small caps, fundos imobiliários, criptomoedas, tendências globais, inteligência artificial e muito mais.

É uma forma simples, prática e segura de investir, sem ter que se preocupar com as mudanças propostas pelos analistas da casa, que estão 24 horas por dentro do mercado.

Tudo é feito de dentro da plataforma do BTG Pactual, com a segurança de investir dentro do ecossistema do maior banco de investimentos da América Latina.

Vale destacar que o acesso às carteiras é gratuito por 30 dias, basta se cadastrar no BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG. Ao realizar o cadastro para conhecer os portfólios, você pode decidir se vai investir nas recomendações por conta própria ou optar pela modalidade automatizada.

Conheça abaixo cada uma das carteiras para decidir qual delas faz mais sentido para o seu portfólio.

Carteiras recém-lançadas:

Empiricus Crypto Momentum

Quer começar a investir em criptomoedas de maneira fácil? Esta carteira traz uma alocação sistemática que se expõe ao bitcoin e outros criptoativos com maior potencial de retorno, avaliando tendências e controle de risco.

Empiricus Megatendências Globais

Um veículo para aproveitar os movimentos macroeconômicos para proteger capital e buscar oportunidades de lucro. Invista em grandes teses como commodities, small caps, juro longo, cripto e mais.

Empiricus Small Technicals

Escolhas de empresas ainda pequenas na Bolsa, mas de alto potencial. A análise dessa carteira é feita com embasamento técnico e permite capturar o timing dos papéis.

Empiricus IA Cash

Quer investir em empresas ou teses de alto potencial no mercado tech e de inteligência artificial? Esta é a carteira ideal para você.

Empiricus Alocação Estrutural Global

Uma forma simples, acessível e disciplinada de investir globalmente por meio de ativos listados na B3, com foco em preservação de patrimônio real e geração de retorno ajustado ao risco no longo prazo

As ‘queridinhas’ dos leitores da Empiricus

Agora que você já conhece as novas carteiras da casa, também pode acessar de maneira gratuita as carteiras mais tradicionais da Empiricus Research.

Empiricus Dividendos

As melhores pagadoras de dividendos para renda recorrente, sem abrir mão da valorização dos papéis. Essa é a carteira indispensável para o investidor de renda.

Empiricus Top FII

Gosta de investir em imóveis? Os ativos escolhidos na carteira Top FII permitem renda recorrente e valorização, explorando os fundos imobiliários de maior potencial do mercado.

Empiricus Renda Extra

Seleção de 10 a 15 ativos geradores de renda, entre ações, fundos imobiliários e títulos públicos. Uma verdadeira seleção diversificada para você que busca renda extra.

Empiricus Top Picks

Uma carteira de ações concentrada em “compounders”: as empresas que mais geram e ganham valor ao longo do tempo. Se quiser recomendações de papéis “quality”, essa é a sua estratégia.

Empiricus BDR

A estratégia básica para quem quer diversificar seus investimentos com ativos no exterior. Entre grandes empresas e novas oportunidades, nesta seleção você tem um apanhado global.

Carteiras automatizadas: uma forma simples de investir

Agora que você conhece todas as carteiras automatizadas disponibilizadas pela Empiricus Research, pode definir qual faz mais sentido para o seu portfólio.

E o processo é bem simples: ao clicar nos links desta matéria, você será direcionado ao BTG Content. Caso já tenha conta na plataforma, basta fazer o login. Caso contrário, é só criar sua conta e usufruir de todos os conteúdos oferecidos de maneira gratuita por 30 dias.

Ao optar por investir nas carteiras automatizadas, você garante:

  • Atualização automática toda a vez que há mudanças nas carteiras, sem a necessidade de executar as ordens manualmente.
  • Possibilidade de reinvestimento automático de proventos: toda renda gerada pode ser reinvestida na carteira com apenas um aceite.
  • A possibilidade de investir mais ou resgatar seu dinheiro a qualquer momento.
  • Acompanhamento profissional dos analistas.

Para conhecer as carteiras da Empiricus na plataforma do BTG Content, clique aqui ou no botão abaixo:

Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto, incluindo suas características, prazos, liquidez e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (“Suitability”).

As Carteiras Recomendadas Automatizadas da Empiricus envolvem a negociação de ativos de renda variável e, portanto, estão sujeitas a oscilações de mercado e risco de perdas, sendo indicadas a investidores classificados como perfil Sofisticado, nos termos da Política de Suitability do BTG Pactual. Verifique se a aplicação pretendida está compatível com seu perfil de investidor, informação que pode ser consultada no momento da transmissão da ordem. Para mais informações sobre Perfil do Investidor e Redefinição de Perfil do Investidor, consulte nosso FAQ – Perguntas Frequentes | BTG Pactual.

As carteiras são rebalanceadas periodicamente, de forma automática ou mediante recomendações, podendo resultar em operações de compra e venda de ativos financeiros, com incidência de custos operacionais e tributos.

Não há garantia de rentabilidade ou de preservação do capital investido. Os investimentos realizados por meio das Carteiras Recomendadas Automatizadas não contam com garantia do Fundo Garantidor de Créditos – FGC.

Rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. A rentabilidade divulgada não é líquida de impostos.

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Estreia: Delta IA vai buscar lucros toda sexta-feira para investidores em criptomoedas; conheça nova ferramenta

6 de Maio de 2026, 16:08

A sexta-feira já é o dia preferido da semana de muita gente. Seja para quem quer celebrar o fim da semana em um boteco ou só descansar no sofá assistindo aquela série nova, tem muitos motivos para admirar o último dia útil semanal.

A novidade da vez é que, a nova estreia da Empiricus pode ser mais uma razão para sexta-feira ser o melhor dia da semana dos investidores. Isso porque, a partir do dia 11 de maio, a Empiricus lança oficialmente o Delta IA.

Conheça Delta IA e veja como você pode buscar lucros semanais na alta ou na baixa

O Delta IA chega no mercado como a primeira inteligência artificial automatizada que opera com a estratégia de long e short em criptomoedas.

Isso significa que a ferramenta opera tanto comprada em ativos, quanto vendida. Assim, o usuário tem a chance de buscar renda em dois cenários de mercado, na diferença entre as duas posições:

  • Quando o mercado está caindo, a chance de renda é de até R$ 1.960 por semana, de acordo com os resultados do backtest*;
  • Já quando o mercado está subindo, a chance de renda de até R$ 1.420 por sexta-feira.

* Mês utilizado como referência no backtest para o ‘mercado caindo: Junho 2020 – +50.6% / Mês utilizado como referência no backtest para o ‘mercado subindo: Outubro 2021 – 35.3%. Retornos passados não significam ganhos futuros. Investimentos têm riscos e podem gerar perdas ao investidor.

Nas palavras de Valter Rebelo, especialista do mercado de ativos digitais da Empiricus Research e desenvolvedor da estratégia por trás do Delta IA, ela é a única IA do Brasil capaz de fazer o dinheiro ‘pingar’ diretamente na conta do investidor.

“Ao contrário das outras IAs, o Delta não fica conversando com você, nem te dá planos para ganhar dinheiro. Ele opera ativamente o mercado cripto e você pode copiar as operações dele”, explica Rebelo.

Para explicar melhor sobre como essas operações vão funcionar, tirar as principais dúvidas e mostrar a confiabilidade na ferramenta, Valter Rebelo e a equipe de especialistas de cripto da Empiricus estão organizando um evento na próxima semana (as inscrições gratuitas e online ainda estão disponíveis aqui).

Entenda por que as sextas-feiras são relevantes para o Delta IA

Além da praticidade, o que mais chama a atenção no Delta IA é a sua pontualidade com a busca por lucros. Afinal, como já foi mencionado, as sextas-feiras serão dias bem especiais para essa IA.

Por isso, é comum surgir algumas dúvidas: “Como essa automação funciona? Como usar ele? Por que a renda pode ser na sexta-feira e não outro dia?”

Para entender, é preciso visualizar o fluxo de operações do Delta. Na primeira sexta-feira em que o Delta estiver operando, ela vai selecionar os 10 ativos com maior probabilidade de disparar, e entrar “vendido” nos 10 ativos com maior probabilidade de cair.

“Durante esses sete dias muita coisa pode acontecer. Vão ter semanas de euforia no mercado e as criptomoedas podem disparar. Em outras, o pessimismo pode pesar e o mercado, despencar”, descreve Rebelo.

Entretanto, para o Delta IA, a tendência é que os investimentos consigam capturar esses movimentos esperados e ganhar com a diferença, na alta ou na baixa.

E onde a sexta-feira entra nessa jogada? Porque é nesse dia, pela tarde, que o robô fará seu rebalanceamento, encontrando as 10 criptomoedas com maior potencial para comprar e mais 10 para vender.

Agora, se o leitor desse texto chegou até aqui e está curioso para saber ainda mais como investir nessa ferramenta, vai encontrar mais informações a seguir.

Delta IA vai buscar renda a cada 7 dias em qualquer cenário a partir de 11 de maio; inscreva-se

Para quem ficou interessado, no dia 11 de maio, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode buscar renda de até R$ 1.960 por semana de forma automatizada e em qualquer cenário.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes.

Se você está ouvindo falar dessa inteligência artificial pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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Ata do Copom ‘sem pistas’? Mercado diverge na leitura do documento, mas cenário de incerteza abre espaço para buscar retornos de IPCA+ 10,6% ao ano

6 de Maio de 2026, 12:05

Na última terça-feira (5), o Banco Central divulgou a ata do Copom. O documento traz mais detalhes sobre os fatores que embasaram a última decisão da autoridade monetária, que optou por mais um corte de 0,25 pontos percentuais, levando a Selic para o patamar de 14,50% ao ano.

A ata costuma ser muito aguardada pelos investidores, pois além dos pormenores da decisão, costuma dar “pistas” dos próximos passos do Banco Central. Mas, desta vez, a interpretação dos “sinais” do BC causaram divergências no mercado.

O tom da ata foi um ponto em que o mercado apresentou leituras diversas. Para alguns, a autoridade adotou um tom mais dovish — leve —, o que seria um indício de manutenção da confiança na desaceleração da atividade para sustentar o ciclo de cortes.

 Por outro lado, parte do mercado aponta que a autoridade adotou um tom mais hawkish — duro — em sua comunicação. Lais Costa, analista de renda fixa e head de fundos da Empiricus Research, faz parte deste grupo.

De acordo com a analista, a ata apresentou uma mudança importante em relação ao Copom de março: “há maior probabilidade de interrupção dos ajustes do que de aceleração do ritmo de corte em junho”. Nesse cenário, a pergunta de muitos investidores é:

Para onde vai a Selic nos próximos meses?

Na ata do Copom o Banco Central destacou que três pontos de atenção para as próximas decisões. O primeiro deles foi o distanciamento das expectativas de inflação em relação à meta, devido aos impactos de segunda ordem do conflito no Oriente Médio.

O documento também debateu as alterações no balanço de risco, tanto por conta do aumento da inflação em um cenário de conflito prolongado, quanto pelo efeito da disrupção nas cadeias produtivas de petróleo.

Por fim, o Banco Central deixou claro a importância de uma política fiscal previsível, crível e anticíclica. Segundo a autoridade, “o esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade.”

Por outro lado, a ata apontou que os juros elevados praticados ao longo dos últimos períodos já estão ” contribuído de forma determinante para a desinflação observada.” Nesse cenário, Lais acredita que há uma forte propensão de mais um corte de 0,25 pontos percentuais na reunião de junho.

Contudo, a expectativa é de que o ciclo seja ainda menor. Segundo Costa, isso já deve aparecer no relatório Focus da próxima segunda-feira com uma “revisão para cima das projeções da Selic em 2026.”

De acordo com Lais, enquanto o último Boletim aponta uma Selic terminal de 13% ao ano, o mercado aponta para 14% em dezembro.

Nesse contexto, analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa. Entre as mudanças está a oportunidade de buscar retornos de IPCA+ 10,6% ao ano.

4 oportunidades na renda fixa para buscar até IPCA+ 10,6% ao ano, com isenção de IR, com a Selic a 14,5% ao ano

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de até 10,6% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo.

Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 10,6% ao ano com isenção de IR. A boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais, agora mesmo.

Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio completo. Para acessar, é muito simples: basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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Empiricus libera acesso gratuito à carteira de criptomoedas que rendeu 3,8 vezes mais que o bitcoin de 2021 a 2025 

5 de Maio de 2026, 11:38

A Empiricus está oferecendo acesso gratuito à carteira Crypto Momentum, estruturada com base em modelos de análise quantitativa. Nos testes realizados entre 2021 e 2025, a estratégia entregou um retorno acumulado de 750%, desempenho cerca de 3,8 vezes superior ao do bitcoin, que avançou 198% no mesmo período. 

A carteira é gerida por Valter Rebelo, head de ativos digitais da casa. Segundo ele, apesar do ambiente atual ainda desafiador para o mercado de criptomoedas, alguns sinais já indicam uma possível “forte retomada”. 

Em abril, por exemplo, o bitcoin avançou 12% e registrou seu melhor mês do ano até aqui, o que pode sinalizar o início de uma recuperação. 

Nesse sentido, Rebelo destaca que a carteira é uma “opção conservadora para equilibrar o portfólio dentro do cenário, sem abrir mão de grandes valorizações”. 

Uma das principais vantagens da Crypto Momentum é a possibilidade de fazer o investimento na carteira automatizada. Ao optar por essa modalidade, todas as alterações propostas pelos especialistas são feitas sem que você precise fazer nada.  

Uma opção “conservadora” dentro do mercado cripto? Saiba como funciona a Crypto Momentum 

A Empiricus conta com sistemas quantitativos que auxiliam os especialistas da casa a tomarem as melhores decisões, tanto em momentos favoráveis de mercado quanto em períodos negativos.  

No caso da carteira Crypto Momentum, a estratégia começa com uma análise sobre o bitcoin, considerado o termômetro do mercado.   

Caso o BTC esteja em momentum positivo, a carteira buscará saber quais criptos estão performando ainda melhor para realizar uma alocação ajustada ao risco nessas altcoins, além de também investir no próprio bitcoin.  

Por outro lado, se o BTC estiver mal, a carteira alocará 20% dos recursos em bitcoin e o restante em dólar  — o que possibilita buscar lucros até mesmo nos momentos de baixa.  

No pior cenário, buscamos remuneração em dólar. No melhor, buscamos um perfil de retorno muito maior do que o bitcoin entregaria”, afirma Rebelo.  

“A ideia é concentrar na carteira aqueles ativos que têm as melhores notas de momentum contra o bitcoin para ter a chance de pegar na veia os maiores retornos do mercado. Com esses dados em mãos, eu e minha equipe selecionamos as criptomoedas que julgamos as melhores”, completa Rebelo.   

Essa estratégia foi a responsável por uma valorização de 750% entre 2021 e 2025, período utilizado no backtest da carteira. Isso significa que o investidor teria a chance de multiplicar o valor investido por 8,5 vezes nesse período, enquanto o bitcoin multiplicaria o investimento por 3 vezes.  

Backtest da carteira entre 2021 e 2025. Retornos passados não garantem retornos futuros, investimentos envolvem riscos e podem causar perdas ao investidor. 

O rendimento fora da curva não quer dizer que a carteira seja livre de risco, afinal, o mercado de criptoativos é volátil. No entanto, o maior drawndown —  queda — da carteira foi 22% menor que o do bitcoin no período do backtest.  

“Essa alocação tem uma volatilidade pré-determinada e controlada para ser parecida com o do bitcoin. Ou seja, o perfil de retorno é melhor, mas a volatilidade é a mesma”, afirma o especialista.

Acesse gratuitamente a carteira Empiricus Crypto Momentum 

Valter Rebelo preparou um vídeo explicando como acessar a carteira Crypto Momentum de maneira 100% gratuita.  

Como abordado anteriormente, você poderá conferir todos os ativos recomendados e investir por conta própria, ou poderá alocar na modalidade automatizada, em que todas as alterações propostas pela equipe da Empiricus são feitas sem que o investidor precise fazer nada

Vale destacar que o investimento por meio da carteira automatizada é feito com a segurança da plataforma do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina. Para conhecer as instruções e acessar a carteira gratuitamente, basta clicar neste link ou no botão abaixo. 

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Não é bitcoin: estas 5 criptomoedas baratas e desconhecidas podem ‘explodir’ nos próximos 12 meses; veja como acessar a lista

24 de Abril de 2026, 13:49

Uma lista de cinco criptomoedas pode ser o que faltava para que investidores comuns conquistem o primeiro milhão com ativos digitais. O responsável por “garimpar” essas moedas é Jader Nogueira, trader que já capturou lucros de até 130.000% — o equivalente a uma multiplicação de 1.300 vezes — no mercado de criptoativos.

Segundo ele, é possível buscar R$ 1 milhão com um aporte inicial relativamente baixo, de R$ 500 em cada uma das moedas — ou R$ 2,5 mil ao todo —, o que significa a um potencial de multiplicação por 400 vezes.

O número pode parecer um exagero à primeira vista, mas é condizente com outros lucros obtidos pelo especialista ao longo de sua jornada no mundo cripto. Entre eles estão ganhos de:

  • US$ 750 mil em 24 horas;
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas em uma única operação;
  • R$ 5,5 milhões em 90 dias;
  • R$ 4 milhões em 30 dias.

Apesar dos ganhos relevantes ao longo do tempo, o especialista afirma que as cinco moedas podem representar “o maior potencial da minha carreira”, nas palavras dele.

Ainda segundo ele, esses ativos são pequenos, completamente desconhecidos e totalmente fora do radar dos investidores.

É importante mencionar que investimentos como esse envolvem riscos e, por isso, o especialista não recomenda grandes aportes iniciais.

Ainda assim, uma quantidade relativamente baixa pode ser capaz de transformar a vida financeira de quem investir nessas moedas.

Isso porque, caso o Jader Nogueira esteja certo em suas estimativas de valorização, um investimento de:

  • R$ 2.500 pode virar até 1 milhão;
  • R$ 1.500 pode virar até R$ 600 mil;
  • R$ 500 pode virar até R$ 200 mil; e
  • R$ 100 pode virar até R$ 40 mil.

Nada mal, certo?

Quem é Jader Nogueira, o trader por trás da lista de cinco moedas?

O trader Jader Nogueira ficou conhecido no mercado de criptomoedas por se adaptar a cenários adversos e conseguir valorizações expressivas.

Em 2022, por exemplo, quando todos viram desespero, o trader viu oportunidade. Na ocasião, a criptomoeda terra luna (LUNA) despencou 99% em um dia, pegando investidores de surpresa e incinerando patrimônios.

Ao notar o movimento de venda de grandes investidores, incluindo a Binance, maior corretora cripto do mundo, Nogueira recomendou aos investidores que o acompanhavam na época que entrassem em uma posição short na moeda — no mercado, isso significa “operar vendido”, ou apostar na queda de um ativo.

Quem seguiu o conselho do trader pôde capturar um retorno de até 130.000%, ou uma multiplicação de até 1.300 vezes do valor investido —– muito acima das estimativas atuais do trader para a lista de cinco criptomoedas.

Fonte: Binance. Ganho do trader em maio de 2022. Retornos passados não garantem retornos futuros. Investimentos podem ocasionar perdas ao investidor.

O ganho obtido com a queda da terra luna foi capaz de transformar apenas R$ 770 em até R$ 1 milhão.

Embora esse tenha sido o maior trade de Jader Nogueira, em outras ocasiões ele foi capaz de garimpar valorizações de 16.000%, 32.000% e 60.000%.

Por conta do histórico, os investidores acompanham atentamente as recomendações de Jader Nogueira — e no caso da lista com as cinco moedas, não será diferente.

Até por isso, o trader a mantém guardada a sete chaves — afinal, quando ele tornar o nome dos ativos público, a chance de movimentação nos preços é grande.

Nogueira dará todos os detalhes do acesso às moedas em um evento online, que será realizado na segunda-feira (27), às 19h.

Retire seu ingresso grátis: trader vai liberar acesso aos ativos em evento online

A boa notícia é que os leitores do portal da Empiricus poderão participar do evento de maneira gratuita. Segundo Jader Nogueira, na ocasião ele dará mais detalhes sobre o investimento, explicará os motivos pelos quais esses ativos têm um potencial tão explosivo e tirará dúvidas sobre como investir em cada uma das moedas.

A ideia é que o acesso às criptomoedas seja feito de maneira simples, possibilitando que até mesmo pessoas que nunca investiram nesse mercado anteriormente tenham a chance de aproveitar a oportunidade.

Para se inscrever no evento que ocorre na próxima segunda-feira, às 19h, gratuitamente, basta clicar neste link ou no botão abaixo.

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Ibovespa em queda após ‘bater na trave’ dos 200 mil pontos: o que aconteceu? Veja análise de Matheus Spiess, da Empiricus

23 de Abril de 2026, 15:42

Depois de bater a máxima histórica intradia de 199 mil pontos no último dia 14 de abril, o Ibovespa fechou o pregão da última quarta-feira (22) em queda de 2%. A perda acumulada desde as máximas é de cerca de 3% e, até o fechamento desse texto, na tarde de quinta-feira (23), o índice negociava na casa dos 191 mil pontos.

A bolsa brasileira, até então, vinha sendo amplamente beneficiada pela grande entrada de fluxo estrangeiro, além do desempenho positivo de empresas de commodities, como a Petrobras (PETR4), em meio à alta do petróleo. Tudo isso no contexto da guerra no Oriente Médio, que completa dois meses ao final de abril.

Qual o gatilho, então, para essa queda brusca nos últimos dias? O que mudou ao olhar dos investidores? Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, propôs uma resposta nesta quinta-feira (23) no programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Saída de fluxo estrangeiro: analista explica movimento dos gringos para fora do Ibovespa nos últimos dias

“Essa correção foi paralela à saída de estrangeiros [da bolsa brasileira]. Eles ainda estão entrando em termos líquidos, mas nessa janela dos ‘quase 200 mil pontos’ até aqui, houve uma saída”, afirma o analista.

Ao mesmo tempo em que essa saída de capital é registrada por aqui, um outro fenômeno acontece no hemisfério norte: uma nova alta dos ativos de risco nos Estados Unidos.

“Vemos teses de tecnologia, que tinham ficado para trás, voltando para o patamar pré-conflito”, afirma o analista. “Em grande parte, pelo entendimento dos investidores de que há embasamento de resultados corporativos”.

A temporada de resultados do 1º trimestre (1T26) já está em andamento para as empresas norte-americanas, e mais de 80% dos resultados divulgados até ontem (22) haviam superado as estimativas do mercado, segundo Spiess.

Para o analista, a qualidade dessa temporada de resultados, somada a uma “revisão altista das expectativas de lucro” para muitas dessas empresas, é um dos principais motores de atração dos recursos de volta para os EUA.

Mas será que esse movimento é mais estrutural, ou apenas um ajuste tático?

“Acredito que até há estímulos para voltar a algumas teses de tecnologia que de fato ‘apanharam’ demais, mas o fato de termos saída de recursos estrangeiros do Brasil, com tanta força, no curto prazo, me parece mais tático: uma realização de lucros, um ajuste de posição. O que é natural, faz parte do jogo”, afirma.

Ibovespa passa por ‘janela’ de correção, mas pode seguir resiliente – veja dois motivos para isso

Nesse sentido, o analista lembra que o Ibovespa tem a “ressalva de uma resiliência adicional”, que pode continuar beneficiando o índice. Essa resiliência pode ser dividida em duas facetas:

  • Diversificação geográfica: para Spiess, o Brasil captura bem essa tese, não apenas por “estar barato”, mas também por estar em um “ponto nevrálgico” de se beneficiar do “novo ordenamento internacional” de diferentes formas;
  • Commodities: o Brasil é referência no assunto, e as principais empresas listadas em bolsa estão, de alguma forma, ligadas ao setor. “Quando temos uma alta do petróleo, Petrobras se beneficia, o real se beneficia. Tanto que vimos o dólar abaixo de R$ 5” recentemente, afirma.

Para o analista, o que vemos no Ibovespa agora é apenas uma “janela de mais correção”, especialmente para os ativos que vinham em forte alta. “Acredito que seja saudável esse processo de correção, para que não haja exageros no curtíssimo prazo”, conclui.

Mas, independentemente dos movimentos de curto prazo, no Ibovespa ou demais ativos, o que investidores devem manter em mente, no momento, são os impactos geopolíticos em suas decisões de investimento — que devem perdurar.

“O novo normal é um mundo que demanda que posições de caráter temático, geopolítico, sejam mantidas. A ideia é manter esses prêmios de risco na carteira e capturar os benefícios dessa exposição”, afirma Spiess. “Não é uma ‘coisa’ de sim ou não, mas de complementar a carteira que os investidores terão que se adaptar para ter consigo”.

Onde investir nesse cenário? Conheça carteira recomendada com ativos que capturam mudança de ordenamento global

Especialmente defendendo a vertente de proteção de portfólio e diversificação geográfica, Spiess agora está à frente de uma das mais novas carteiras recomendadas da Empiricus: a Megatendências.

O objetivo da carteira é trazer, por meio de ETFs e BDRs negociados na bolsa brasileira, uma exposição combinada a diversos tipos de ativos que capturem as principais tendências globais do momento.

“Trata-se de uma proposta que alia diversificação global a uma leitura estratégica dos grandes movimentos que devem influenciar os mercados nos próximos anos”, afirma o analista.

Por meio da Empiricus Megatendências, o investidor pode se expor “ao que realmente importa no mundo que está se formando”, segundo o analista, sem precisar passar pela complexidade de selecionar os ativos por conta própria.

Conheça tese completa da Empiricus Megatendências e saiba como investir de forma automática

Você pode acessar a tese completa da carteira Empiricus Megatendências gratuitamente, por meio do BTG Content — plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Clicando aqui, ou no botão ao final do texto, você realiza um cadastro na plataforma. Lá, você poderá não apenas conhecer a carteira na íntegra, mas também investir em todos os ativos recomendados de forma totalmente automática.

Selecionando a carteira na modalidade carteira automatizada, você poderá buscar retornos sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente, e contar com apoio profissional para o rebalanceamento, quando necessário.

A única coisa que você precisa fazer, para usufruir dessa funcionalidade, é um cadastro rápido, clicando no botão abaixo:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância ao risco (Suitability).

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Em tempos de Ibovespa perto dos 200 mil pontos, Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global pode ‘blindar’ seu portfólio de ‘risco invisível’

23 de Abril de 2026, 14:30

Os investidores da Bolsa brasileira têm poucos motivos para reclamarem do ano até aqui. Apesar das incertezas que rondam o cenário geopolítico global, os ativos de risco domésticos parecem estar vivendo uma boa fase. No ano, o Ibovespa já valorizou 20% e, recentemente, chegou a tocar nos 198 mil pontos, renovando a máxima histórica.

Grande parte da disparada se deve ao fluxo de investidores estrangeiros. Só no primeiro trimestre foram R$ 50 bilhões aportados na B3. Além disso, analistas, economistas e especialistas apontam a queda da Selic e uma possível alternância no pêndulo político como gatilhos para o Ibovespa em 2026.

Diante desses fatores, muitos investidores estão aproveitando para “encher o carrinho” de ativos domésticos. De fato, o momento é realmente propício para investir na Bolsa brasileira. Contudo, existe um “risco invisível” para quem “entrar de cabeça” no IBOV.

Pensando nisso, a Empiricus Research, lançou a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global. Trata-se de um portfólio que oferece uma forma simples, acessível e disciplinada de investir.

Como a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global pode proteger o seu patrimônio do ‘risco invisível’?

Os investidores mais atentos certamente não querem ficar de fora do rali da Bolsa brasileira. Contudo, é preciso levar em consideração uma fonte de risco relevante: a falta de diversificação.

Muitos acreditam que, por possuir diferentes ativos no portfólio — como fundo imobiliário, títulos do tesouro, crédito privado e até um ou outro BDR — estão diversificando a carteira. Mas, na prática, a carteira continua exposta ao “risco invisível”.

Isso ocorre porque, se toda a alocação está em ativos domésticos, a carteira está exposta ao mesmo risco: o Brasil. Com isso, qualquer mudança no cenário local, como maior deterioração fiscal, reaceleração da inflação ou instabilidade política, tendem a afetar todo o portfólio ao mesmo tempo.

Foi justamente para ajudar o investidor a mitigar esse risco que a Empiricus criou uma carteira com foco em alocação estrutural global.

“A lógica central da estratégia é reduzir a dependência de um único país, uma única moeda e um único ciclo econômico. Em vez de concentrar risco no Brasil, a carteira combina blocos globais de renda fixa, ações, ouro e ativos alternativos, criando uma estrutura robusta para atravessar diferentes regimes de mercado”, explica Lais Costa, analista responsável pela carteira.

A Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global foi inspirada na série Os Melhores Fundos, também comandada pela analista, e adota as seguintes premissas:
  • diversificação entre classes de ativos;
  • diversificação geográfica;
  • diversificação cambial (exposição estrutural a moedas fortes);
  • simplicidade operacional e baixo atrito de execução.

O portfólio segue uma estratégia de alocação passiva e risco moderado. Ou seja, o objetivo é entregar um retorno semelhante ao benchmark, que neste caso é o IDCOTS (ICE U.S. Treasury Short Bond Index). Este índice de mercado monitora o desempenho de títulos públicos de curtíssimo prazo emitidos pelo Tesouro dos Estados Unidos.

Assim, a carteira reúne ações dos mercados norte-americano, europeu e japonês, títulos de renda fixa de diferentes regiões do mundo e ativos como metais, moedas e cripto para buscar o retorno esperado de Dólar + 3% ao ano, “em linha com a estratégia de alocação e risco”, pontua Lais Costa.

E você pode conhecer todas as recomendações de forma 100% gratuita, por meio do BTG Content, a plataforma de conteúdos do BTG Pactual — banco de mesmo grupo da Empiricus.

No Content, você pode ter acesso à carteira completa e conhecer a tese por trás de todas as 11 recomendações. Além disso, dentro da plataforma, é possível ser direcionado para investir no portfólio com apenas alguns cliques.

Isso porque o BTG Pactual disponibiliza a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global automatizada.

Nessa modalidade, você investe nos ativos recomendados com um aporte único, e todas as alterações sugeridas por Lais Costa são realizadas de forma automatizada.

Ou seja, você não precisa se preocupar em comprar e vender os ativos, nem fazer o balanceamento e ajustes manualmente. Para conferir o relatório e saber mais sobre como investir na carteira de forma automatizada, o primeiro passo é criar uma conta gratuita no BTG Content.

Ao realizar o cadastro na plataforma de conteúdos gratuitos do BTG Pactual, poderá liberar o seu acesso à carteira automatizada de Alocação Estrutural Global, bem como uma série de materiais para te ajudar a tomar boas decisões de investimento.

Para diversificar o portfólio e ter acesso às principais recomendações do maior Banco de Investimentos da América Latina, clique no botão abaixo e siga as instruções:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Ouro hoje: metal volta a subir após Trump prorrogar indefinidamente o cessar-fogo com o Irã 

22 de Abril de 2026, 13:18

Enquanto muitos brasileiros aproveitavam o feriado de Tiradentes, na última terça-feira (21), o presidente norte-americano Donald Trump anunciou uma extensão do acordo de cessar-fogo contra o Irã.

Segundo publicação feita na “Truth Social” — rede social de Trump — a ordem é que as Forças Armadas suspendam as ofensivas “até que os representantes iranianos cheguem a uma proposta unificada para negociar a paz”. Além disso, o presidente dos EUA determinou a manutenção do bloqueio marítimo no Estreito de Ormuz.

Diante da extensão do prazo a reação inicial do mercado até foi positiva. Contudo, nesta quarta-feira (22) o ouro voltou subir. Por volta das 11h, os contratos futuros do metal apresentavam uma valorização de mais de 1%, negociando a US$ 4.773,60 por onça-troy.

Segundo Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, “por mais que haja um cessar-fogo e a chance de uma escalada descontrolada esteja, neste primeiro momento, um pouco mitigada, o nervosismo do mercado prevalece”.

Trégua renovada, caos mantido: vale comprar ouro agora?

Spiess participou do Morning Call, programa diário no canal do YouTube do BTG Pactual, para falar justamente da reação do mercado a manutenção do acordo de cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã.

O analista destaca que, o anúncio da trégua por tempo indefinido não trouxe nenhum acordo consistente a respeito do fim dos conflitos. E, mais importante, o Estreito continua bloqueado.

Este é justamente o principal ponto de “nervosismo” por parte do mercado. Vale lembrar que, desde que os EUA atacaram o Irã pela primeira vez — há oito semanas — o petróleo tipo brent voltou a negociar na casa dos US$ 100.

Além disso, Spiess destaca que as comunicações, tanto do Irã quanto dos EUA, são confusas, o que aumenta o sentimento de incerteza por parte do mercado. Ele ainda acrescenta que, este é mais um caso de “TACO trade”.

  • Entenda: “TACO” é a sigla que se refere à expressão “Trump always chickens out”. Em português, seria o mesmo que dizer que o presidente norte-americano sempre “amarela” ou “dá para trás” nas suas ameaças.

Essa postura — de fazer ameaças e depois voltar atrás — resulta em uma “perda gradual da eficácia das mensagens vindas da Casa Branca […] e dialoga com o dólar mais fraco ao redor do mundo”, pontuou o analista.

Assim, na visão de Matheus Spiess, a alta do ouro observada nesta quarta-feira (22) é um dos reflexos dessa busca do mercado por alternativas.

Durante o Morning Call, o analista lembrou que o metal faz parte das recomendações da casa. Contudo, não é o único ativo para quem busca diversificação global.

Ouro e mais 11 ativos: conheça a Carteira Empiricus Alocação Estrutural Global

Mesmo com a prorrogação do cessar-fogo no Oriente Médio, a leitura por grande parte do mercado é de que “o conflito continua sem solução definitiva e ainda sujeito a novos episódios de instabilidade”, ressalta Spiess.

Nesse contexto, o dólar continua perdendo espaço como porto seguro global e, em paralelo, o ouro e outros ativos tendem a ganhar mais espaço. Assim, os analistas da Empiricus Research decidiram lançar uma nova carteira: a Empiricus Alocação Estrutural Global.

A estratégia central do portfólio é reduzir a dependência de um único país, uma única moeda e um único ciclo econômico. Para isso, a carteira combina blocos globais de renda fixa, ações, ouro e ativos alternativos, criando uma estrutura robusta para atravessar diferentes regimes de mercado.

E o mais importante: você pode investir globalmente de forma simples, acessível e disciplinada, por meio de ativos listados na B3.

Assim, além do ouro, este portfólio com outras 11 recomendações de ativos em bolsas da Europa, Japão e mercados Emergentes, para buscar a maior diversificação possível.

A boa notícia é que você pode conhecer todas elas de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia o acesso ao relatório completo por meio do BTG Content, plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Para acessar o BTG Content é muito simples: basta clicar neste link e seguir as instruções. Assim, em poucos passos vocêlibera o seu acesso gratuito à plataforma.

Ao se cadastrar, você ainda poderá conhecer uma forma de investir automaticamente na carteira com apenas alguns cliques.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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A partir de hoje (22): ‘Memebot Flash Million’ pode ajudar investidores em busca do milhão com criptomoedas; saiba como acessar

22 de Abril de 2026, 10:00

É hoje: nesta quarta-feira (22), a partir das 19h, uma nova chance de buscar lucros com criptomoedas estará disponível aos investidores. Esse é o horário em que os acessos ao Memebot Flash Million, ferramenta com objetivo de operar no mercado cripto em busca de até R$ 1 milhão em retornos, serão disponibilizados a qualquer interessado.

O objetivo do Memebot Flash Million pode parecer ambicioso, mas a premissa é simples: o mercado cripto, de forma geral, segue com preços em lateralização, mas isso não significa que não é possível buscar lucros “fora da curva”, como muitos já conseguiram anteriormente.

Nesse caso, o segredo está em detectar as assimetrias de mercado: oportunidades que abrem no curto prazo, em ativos específicos, em meio ao “sobe e desce”, e carregam potencial de recompensar o investidor que rastreá-las e utilizá-las ao seu favor.

Nem todo investidor tem o olho clínico, ou sequer o tempo hábil, para rastrear essas oportunidades quando surgem. Por isso, uma automação configurada com esse objetivo pode vir a calhar.

O Memebot foi criado a partir de pesquisas dos especialistas em criptoativos da Empiricus Research. Ou seja, estamos falando de profissionais que estudam esse mercado diariamente e identificam as principais tendências do momento.

Memebot Flash Million: como a ferramenta vai em busca de lucros com criptomoedas?

A ferramenta é especialista em memecoins: moedas de menor preço e valor de mercado que o bitcoin (BTC). Por meio desses ativos de alto potencial, é possível encontrar:

  • Chances de valorizações explosivas, de até 30.000%, por exemplo. O que é improvável de acontecer com criptomoedas maiores;
  • Menores preços a mercado, permitindo que o investidor possa começar com aportes financeiros de menor valor.

E como a ferramenta funciona? Bom, ela “escaneia” o mercado de criptomoedas 24 horas por dia, coletando dados e analisando as oportunidades abertas em meio à volatilidade dos ativos.

A cada 7 dias, a ferramenta seleciona a oportunidade de maior e melhor potencial a partir dos dados coletados e realiza uma operação em busca de altos retornos, de forma totalmente automática

Além disso, há um outro diferencial: a ferramenta está apta a operar com aportes a partir de R$ 3.500 – o que não é fácil de encontrar em operações de alto potencial de retorno no mercado tradicional. 

A configuração inicial do Memebot propõe 12 meses consecutivos de operações a cada 7 dias, buscando até R$ 1 milhão em retornos no acumulado desse período. Não é sempre que a chance de buscar lucros como esses, a partir de aportes financeiros mais baixos, aparece como agora.

Vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil. Especialmente tratando-se de memecoins, investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos, e retornos passados não são garantia de retornos futuros.

Apesar disso, também lembramos que essa é uma chance única de buscar retornos:

  • A partir de oportunidades identificadas com conhecimento profissional;
  • Com aportes financeiros iniciais relativamente baixos;
  • Sem precisar dedicar tempo e estudos às operações financeiras;
  • 24 horas por dia, independentemente do cenário geral de mercado.

Por isso, se você acredita que essa oportunidade pode fazer sentido, está convidado a conhecê-la ainda melhor.

Ainda dá tempo: reserve seu acesso ao Memebot Flash Million a partir desta quarta-feira (22)

Se você deseja conhecer o Memebot Flash Million de perto, está convidado a participar do evento online e gratuito que acontece a partir das 19h de hoje (22).

No evento, você poderá tirar possíveis dúvidas sobre o funcionamento, e entender se a ferramenta realmente faz sentido para você. Ao final, se desejar prosseguir, poderá receber seu acesso.

Basta clicar aqui, ou no botão abaixo, para reservar seu lugar gratuito na apresentação:

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Itaú (ITUB4), B3 (B3SA3), Gerdau (GGBR4) e mais: quem deve brilhar nos resultados do 1T26? Analista revela suas expectativas

20 de Abril de 2026, 07:30

Toda temporada de resultados traz consigo uma carga de expectativas dos investidores e analistas. Seja o lucro acima ou abaixo do esperado, uma variação de Ebitda não prevista ou um anúncio de dividendos “gordos”, sempre há oportunidade para os acionistas colherem bons frutos de acordo com seu posicionamento.

Para este primeiro trimestre de 2026 (1T26), há uma divisão grande entre quem pode performar bem ou quem já não se espera grandes números. Isso porque, apesar do Ibovespa estar navegando bem no período, existem vários fatores externos que puxam algumas empresas “para baixo”, enquanto alavancam o desempenho de outras.

Segundo o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria, os resultados do 1T26 ainda devem vir pressionados por juros elevados, próximo do que foi visto no 4T25. “O ambiente que deve continuar mostrando os diferenciais competitivos das companhias melhores posicionadas em cada setor”, comenta o analista.

Além disso, desde o dia 28 de fevereiro, o mercado financeiro vem acompanhando com atenção a escalada nos preços do petróleo, impulsionada pelas tensões envolvendo o conflito no Oriente Médio — e que trazem reflexos nas companhias brasileiras associadas à commodity.

A seguir, você confere a opinião do analista sobre o que esperar de alguns dos principais setores do mercado financeiro:

PETR4, VALE3 e GGBR4: blue chips vão brilhar no 1T26?

Entre os possíveis destaques positivos do 1T 2026, Hungriadestaca as companhias ligadas à escalada do petróleo,  “principalmente Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4), bem como distribuidoras de combustíveis que também seguem sendo ajudadas pela melhoria setorial após a operação Carbono Oculto”.

  • RELEMBRE: A operação Carbono Oculto foi uma operação da Receita Federal e do Ministério Público do Estado de São Paulo. O objetivo era atuar contra esquemas de fraudes e lavagem de dinheiro ligado ao setor de combustíveis.

No segmento de Mineração e Siderurgia, vale mencionar um ambiente ainda muito difícil para siderúrgicas, especialmente as com maior foco no Brasil, por conta dos elevados níveis de importação de aço chinês.

Segundo Hungria, a Gerdau (GGBR4) deve se sair melhor no relativo, dada a maior exposição ao mercado norte-americano. Enquanto isso, a Vale (VALE3) tende a ser ajudada pelas melhorias operacionais na divisão de metais básicos. 

Bancos no 1T26

O atual patamar de juros permanece pressionando as instituições financeiras brasileiras, tornando o panorama difícil para o crédito.

Contudo, “Itaú (ITUB4) e BTG Pactual (BPAC11)devem continuar apresentando resultados melhores que outros incumbentes, como Bradesco (BBDC4), Santander (SANB11) e principalmente Banco do Brasil (BBSA3), que deve seguir pressionado por perdas no agro”, afirma o analista.

Ainda no segmento financeiro, Hungria também chama a atenção para a B3 (B3SA3) que, assim como no 4T25, deve continuar se beneficiando do forte fluxo gringo. Para comparação, 62,1% do volume negociado na bolsa brasileira em março foi de capital estrangeiro. Além disso, o primeiro trimestre atingiu a melhor marca de capital externo desde 2022, somando um saldo líquido de R$ 53,8 milhões (ante R$ 65,3 milhões).

Utilities e telecom: ‘números devem vir sólidos’

Para o analista, outro setor que deve apresentar números sólidos de maneira geral é o de Utilities, “por depender pouco da atividade e dos juros e porque preços de energia elevados e recentes investimentos em saneamento devem ajudar.”

Há apenas uma ressalva: “a exceção fica para geradoras com foco em energia solar e eólica, que seguem sofrendo com as restrições de operação”, afirma Hungria. As restrições mencionadas pelo analista se referem ao curtailment, limitações de aproveitamento de energia renovável nas redes, de forma a desperdiçar energia limpa e prejudicar os geradores e os usuários dessas fontes.

Na mesma linha de Utilities, o analista afirma que as companhias de telecomunicações também devem reportar números sólidos, mostrando continuidade no crescimento apesar dos juros.

  • VEJA MAIS: Confira o calendário com as datas de divulgação dos resultados trimestrais de mais de 150 empresas brasileiras; clique aqui

Varejo, construtoras e agro: detratores à vista

Por outro lado, Hungria alerta que o ambiente macroeconômico deve continuar pesando sobre o varejo no 1T26, no mesmo ritmo do 4T25, especialmente em companhias que dependam mais de crédito e estejam expostas a clientes de menor poder aquisitivo.

As exceções, segundo o analista, são as varejistas farmacêuticas, alavancadas pelos remédios de emagrecimento, assim como alguns players que têm se destacado independente do contexto macro, como Track & Field (TFCO4) e Smartfit (SMFT3), por exemplo.

Já no setor das construtoras, as prévias já reportadas no início deste mês de abril começam a mostrar desaceleração no volume de vendas e de lançamentos de empreendimentos.

Entretanto, Hungria ressalta que os números dos players mais focados no segmento Minha Casa Minha Vida mostram que essas companhias devem continuar mais resilientes, especialmente quando comparadas as do média-alta renda.

Por fim, empresas vinculadas ao agronegócio também devem trazer números aquém do potencial, puxada pelos baixos preços dos grãos, como a soja e o milho.

Temporada de balanços do 1T26: quais ações comprar e vender?

Agora que você já está atualizado sobre as expectativas para as empresas brasileiras no 1T26, é hora de olhar para a carteira de ações com atenção para entender o como se posicionar.

Com a divulgação gradual dos balanços, ajustar a carteira manualmente pode ser trabalhoso e até ineficiente. Por isso, uma alternativa interessante pode ser investir de forma automatizada.

Pensando nisso, algumas das ações mais promissoras deste momento foram selecionadas para a carteira Empiricus Top Picks. O portfólio é formado por 10 ações de alto potencial, escolhidas com base em análise criteriosa de fundamentos e perspectivas para os próximos meses. 

Mas o diferencial não está apenas na seleção. Está na forma de investir. Isso porque a carteira está disponível em formato automatizado dentro da plataforma do BTG Pactual.

Na prática, isso significa que você pode investir em todo o portfólio com poucos cliques e acompanhar o rebalanceamento e a execução das ordens de forma integrada.

Para começar, clique no botão abaixo, faça seu cadastro gratuito e conheça a plataforma do BTG Pactual:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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‘Estratégia 20%’: como R$ 2,5 mil podem virar até R$ 1 milhão com apenas 5 ativos?

19 de Abril de 2026, 09:00

No mundo dos investimentos, existem diversas formas de alocar o capital. Algumas das mais conhecidas são as estratégias 80/20, 70/30 ou 60/40, que buscam equilibrar risco e retorno combinando diferentes classes de ativos. Esses modelos são amplamente utilizados por investidores que desejam construir patrimônio com consistência ao longo do tempo.

Mas, recentemente, uma nova abordagem começou a chamar a atenção. Trata-se da “estratégia 20%”, uma forma de alocação concentrada em uma única classe de ativos, que não busca apenas equilíbrio, mas sim assimetria.

Essa abordagem pode abrir espaço para algo incomum: a possibilidade de transformar cerca de R$ 2,5 mil em até R$ 1 milhão ao longo de um ciclo específico de mercado.

À primeira vista, pode parecer exagero. Mas há um detalhe importante: essa estratégia foi desenhada para um mercado em que movimentos de grande magnitude podem acontecer em curto espaço de tempo.

E agora, uma nova janela pode estar se formando e pode ser um bom momento para aplicar a “estratégia 20%” nesta lista de 5 ativos.

VEJA COMO BUSCAR ATÉ R$ 1 MILHÃO APLICANDO A ‘ESTRATÉGIA 20%’ NESTA LISTA DE 5 ATIVOS

Lista de 5 ativos + ‘estratégia 20%’: como essa combinação pode gerar retornos milionários?

Jader Nogueira, trader profissional e especialista em criptomoedas é quem está propagando a “estratégia 20%”.  Com quase uma década de experiência em ativos digitais, ele identificou um padrão claro: os maiores retornos não costumam vir dos ativos mais populares como o bitcoin (BTC) e o Ethereum (ETH), por exemplo.

Na verdade, o grande potencial de valorização desse mercado está naqueles ativos fora do radar da maioria dos investidores. Segundo Nogueira, são as moedas com baixo valor de mercado e fundamentos consistentes que carregam o potencial de atrair grandes fluxos de capital quando um novo ciclo de alta começa.

Assim, nocentro da chamada “estratégia 20%” estão 5 criptomoedas específicas. A proposta não é investir grandes quantias em um único ativo. Mas sim dividir um capital enxuto — cerca de R$ 2.500 — entre todas elas.

Na prática, isso representa um aporte inicial de R$ 500 em cada uma dessas cinco criptomoedas. Ou seja, aproximadamente 20% de um portfólio hipotético de R$ 2.500. É dessa divisão que surge o nome “estratégia 20%”.

A ideia é simples, enquanto a maior parte do seu patrimônio pode permanecer alocada em estratégias mais conservadoras ou equilibradas, uma fatia menor busca multiplicações de até 500x.

Afinal, o investimento em criptomoedas envolve riscos. Por isso é que a recomendação é começar com um montante inicial pequeno e deixar que o potencial das cinco moedas identificadas pelo especialista possa gerar retornos explosivos.

É exatamente esse tipo de abordagem que Jader vem aplicando ao longo da sua trajetória no mercado cripto. Com consistência, disciplina e foco em ativos de alto potencial, os resultados começaram a aparecer.

Em diferentes momentos, ele registrou ganhos expressivos:
  • US$ 750 mil em apenas 24 horas
  • R$ 2,2 milhões em 48 horas em uma única operação
  • R$ 5,5 milhões acumulados em 90 dias
  • R$ 4 milhões conquistados em apenas 30 dias

É claro que retornos passados não garantem resultados futuros. Contudo, a escolha criteriosa das criptomoedas, atrelada a “estratégia 20%” na alocação do capital é a combinação capaz de fazer um aporte inicial de R$ 2,5 mil multiplicar até 500x, alcançando o R$ 1 milhão.

Agora, Jader afirma ter encontrado outras 5 criptomoedas com potencial de multiplicar o investimento, como foi com os exemplos citados acima. E mais: essa estratégia poderá ser executada de forma simples, apenas replicando automaticamente suas operações do trader.

Libere seu acesso à lista de 5 criptomoedas para investir com a ‘estratégia 20%’

Para apresentar a lista de 5 criptomoedas e como aplicar a “estratégia 20%” de forma detalhada, o especialista vai realizar um evento online e gratuito no dia 27 de abril.

  • Durante esse evento, ele vai mostrar:
  • Quais são as 5 criptomoedas selecionadas;
  • Por que elas atendem aos critérios da estratégia 20%;
  • E como utilizar uma ferramenta que permite replicar automaticamente suas operações.

Na prática, isso significa que mesmo investidores iniciantes podem aplicar a estratégia sem precisar acompanhar o mercado o tempo todo. Basta configurar a ferramenta para seguir as operações realizadas pelo trader.

Assim, se você quer entender como essa abordagem funciona na prática e avaliar se faz sentido incluir esse tipo de exposição na sua carteira, o próximo passo é participar do evento.

Para garantir sua vaga gratuita e conhecer as 5 criptomoedas da estratégia 20%, basta clicar no botão abaixo:

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Empiricus Megatendências: nova carteira visa capturar temas que moldam a economia global; conheça gratuitamente

18 de Abril de 2026, 09:00

A Empiricus acaba de lançar uma nova carteira com acesso gratuito para os investidores que desejam estar posicionados nos principais temas que moldam a economia global: a Empiricus Megatendências.  

O portfólio é comandado pelo analista macroeconômico da casa, Matheus Spiess. Segundo ele, o objetivo é identificar e capturar vetores de transformação tecnológicas, geopolíticas ou econômicas de longo prazo. 

Para viabilizar a abordagem, a carteira investe em fundos de índice (ETFs) e certificados de ETFs (BDRs de ETFs) listados na Bolsa brasileira, o que permite acessar a uma exposição diversificada de forma simplificada, eficiente e com maior praticidade no acompanhamento.  

O objetivo do produto é gerar um retorno, em reais, superior ao IDCOTS +2%. Esse índice representa o rendimento dos títulos públicos de curto prazo dos Estados Unidos — considerados uma referência global de retorno alternativo — mais um prêmio de 2%.  

“Vale destacar que a estratégia não está restrita a uma única classe de ativos. Isso permite a busca por oportunidades em diferentes mercados ao redor do mundo, sempre com o objetivo de gerar retorno absoluto. Nesse contexto, a utilização da taxa livre de risco americana acrescida de um prêmio faz sentido, pois está alinhada ao caráter global da estratégia e à taxa mínima de atratividade implícita nas teses exploradas”, explica Spiess.

Carteira também está disponível de forma automatizada 

Além de o investidor poder acessar a carteira de maneira gratuita e fazer os investimentos por conta própria, o novo portfólio também está disponível no modelo automatizado

Nessa modalidade, a execução, os rebalanceamentos e os ajustes passam a ser conduzidos de maneira automática. Assim, cabe ao investidor apenas investir o valor desejado e depois acompanhar os resultados, sem precisar fazer manualmente as alterações propostas pelo analista Matheus Spiess.  

QUERO CONHECER A CARTEIRA AUTOMATIZADA EMPIRICUS MEGATENDÊNCIAS

Spoiler: veja algumas das tendências da carteira de abril

Entre as escolhas do analista para a carteira, está o ETF de commodities CMDB11. O fundo tem como objetivo replicar o desempenho do Índice Teva Ações Commodities Brasil.  

Spiess explica que o objetivo do investimento é capturar o ciclo de commodities, que tende a ser favorecido em ambientes de inflação mais alta, crescimento global ou choques de oferta, como ocorre em cenários geopolíticos mais tensos, como é o caso. 

“Por concentrar empresas exportadoras e geradoras de caixa, o ETF também pode se beneficiar de movimentos de valorização do dólar e de alta nos preços internacionais das matérias-primas, funcionando como uma espécie de proteção natural em momentos de estresse”, complementa o analista. 

Outra tendência identifica por Spiess e levada à nova carteira é a de aumento dos gastos militares impulsionado pelo ambiente geopolítico fragmentado e pela crescente rivalidade entre grandes potencias, especialmente entre EUA e China.  

“Esse movimento tende a sustentar receitas e margens das empresas do setor ao longo do tempo, já que grande parte de seus contratos está atrelada a orçamentos públicos e programas de longo prazo. 

Em um cenário que muitos já descrevem como uma ‘nova Guerra Fria’, com expansão de investimentos militares e tecnológicos, o setor deixa de ser apenas uma aposta cíclica e passa a configurar uma tese estrutural de longo prazo”, afirma o analista.  

Neste contexto, a recomendação é BAER39, BDR listado na B3 que replica o desempenho do iShares U.S. Aerospace & Defense, fundo internacional gerido pela BlackRock que investe em um portfólio de empresas americanas do setor aeroespacial e de defesa – como fabricantes de aeronaves, sistemas militares e tecnologia de segurança.  

É claro que as duas tendências acima não são as únicas que compõem a carteira. O analista compilou investimentos que vão de inteligência artificial até o Urânio, passando pela Argentina de Javier Milei. 

Grátis: veja a carteira Empiricus Megatendências completa

A boa notícia é que a carteira pode ser acessada de maneira gratuita no BTG Content, plataforma de conteúdos do BTG Pactual.  

Para isso, basta se cadastrar neste link. Através dele, você também terá a opção de realizar o investimento na carteira automatizada, em que todas as alterações propostas por Spiess são feitas sem que o investidor precise fazer nada. 

Além da carteira de Megatendências, no Content você encontrará outros portfólios com diferentes temáticas e conteúdos que podem ajudar a fazer os melhores investimentos. 

Para acessar a carteira e o BTG Content, basta clicar aqui ou no link abaixo e fazer seu cadastro gratuito na plataforma.  

Bons investimentos! 

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Conheça a ‘Empiricus Crypto Momentum’, carteira recomendada com 10 criptomoedas para investir a partir de agora

17 de Abril de 2026, 11:49

Análise quantitativa, identificação de tendências e controle disciplinado de risco: para os especialistas da Empiricus Research, esses são os três principais pilares para decidir onde investir em criptomoedas agora.

É nesse contexto que a casa de análise apresenta a Empiricus Crypto Momentum, sua mais nova carteira recomendada, voltada exclusivamente para indicações em ativos digitais.

Atualmente, os mercados globais vivem uma fase de altas incertezas explicadas, principalmente, pelo conflito no Oriente Médio. Mesmo assim, o mercado de ativos digitais “vem demonstrando uma resiliência acima do esperado”, segundo os especialistas em relatório da última quarta-feira (15).

Isso porque as principais criptomoedas hoje estão cotadas a preços distantes dos vistos no rali de 2025, porém lateralizados – sem viés claro de alta ou baixa – pelo menos no médio prazo, segundo a Empiricus. O sustento de certa consolidação pós-rali é visto como positivo pela casa.

Especialmente no caso do Bitcoin, o comportamento da moeda “sugere uma absorção do choque recente e uma reorganização da dinâmica de mercado, abrindo espaço para uma reação mais forte em um eventual cenário de alívio macro”, afirmam.

Portanto, mesmo com os preços aparentemente “andando de lado”, é possível “capturar valor em um ambiente de retomada gradual”, dizem os especialistas. Para isso, propõem uma “postura seletiva”, com foco em ativos de maior qualidade e bem-posicionados em um potencial de alta, especialmente no viés da análise técnica.

O objetivo da nova carteira recomendada, como o nome já “entrega”, é apresentar os ativos que estejam em melhor momentum para investidores que se posicionarem a partir de agora.

Onde investir em criptomoedas agora? Conheça alguns dos ativos que compõem a Empiricus Crypto Momentum

A carteira recomendada traz uma seleção de 10 criptoativos para investir a partir de agora. Dentre eles, as 3 recomendações de maior peso estão concentradas em:

  • Bitcoin (BTC): Atualmente cotada na casa dos US$ 75 mil, a maior criptomoeda do mundo tem passado por um amplo processo de adoção institucional, com bancos iniciando suas reservas em bitcoin e grandes ETFs de bitcoin “comprando na baixa” nos Estados Unidos.

    Os ETFs de Bitcoin à vista registraram acúmulo de cerca de US$ 1,6 bilhão desde o início do conflito no Oriente Médio, “sinalizando melhora no sentimento institucional mesmo diante do ruído de curto prazo”, afirmam.
  • Ethereum (ETH): Atualmente cotada a cerca de US$ 2,3 mil, a Ethereum é a segunda maior criptomoeda do mundo em valor de mercado, ligada à uma blockchain de contratos inteligentes e aplicativos descentralizados, “consolidada como padrão de mercado devido a sua segurança comprovada e vasta comunidade de desenvolvedores”, afirmam.
  • Sky (SKY): Menos conhecido que o BTC e o ETH, o token Sky, antigo Maker, está ligado a um ecossistema que opera um protocolo de crédito colateralizado e stablecoins. Atualmente, possui um valor de mercado de cerca de US$ 1,7 bilhões.

    Stablecoins são criptomoedas atreladas à cotação do dólar, e consideradas por muitos especialistas como uma das próximas grandes tendências do mercado cripto.

Porém, vale lembrar que a carteira traz mais 7 outras teses, ligadas a diferentes setores cripto: desde teses expostas à inteligência artificial (IA) até uma indicação no mundo das memecoins. E se você deseja conhecer a carteira completa, temos uma boa notícia.

Empiricus Crypto Momentum: confira relatório completo e invista nas recomendações de forma automática

Em um só lugar, você pode conferir o relatório completo da Empiricus Crypto Momentum, e também investir em todas as recomendações da carteira de forma automatizada: estamos falando da plataforma online do BTG Pactual.

Clicando no link ao final do texto, você pode acessar as teses e, selecionando-as na modalidade carteira automatizada, buscar lucros sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente. Tudo ocorre de forma automática no sistema.

Especialmente se você também é um investidor de “primeira viagem”, que ainda está aprendendo a navegar pelos ativos digitais, essa é uma chance de começar de forma facilitada. O único que você precisa fazer é um cadastro rápido, com poucos cliques, clicando no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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IGP-10 sobe 2,94% em abril, como mais um sinal de alta inflacionária: veja como se posicionar diante de janela de ‘superciclo de commodities’

17 de Abril de 2026, 09:28

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) surpreendeu em abril ao registrar alta de 2,94%, revertendo a queda de 0,24% observada em março e sinalizando uma mudança relevante na trajetória recente dos preços. No acumulado do ano, o índice sobe 2,57%, enquanto em 12 meses avança 0,56%.

Além do IGP-10, a projeção para outros indicadores vem sendo revisada. O Boletim Focus desta segunda-feira (13), por exemplo, apontou deterioração nas expectativas de inflação, com a estimativa para o IPCA de 2026 subindo para 4,71%.

Além do preço do petróleo, os desdobramentos da guerra no Oriente Médio impactam toda a cadeia produtiva de forma abrangente. O combustível que abastece veículos, no frete que encarece o transporte de mercadorias, na logística dos supermercados e, ao fim, nos alimentos. Também alcança os fertilizantes, elevando o custo da produção agrícola e pressionando ainda mais os preços ao consumidor.

O analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, contudo ressalta que não enxerga este como um evento conjuntural, mas estrutural:

“Sempre que a oferta de energia é pressionada, o mercado reage e reage rápido, de forma desproporcional. Cai oferta, o preço dispara e o impacto se espalha, reorganizando todo o mercado. O que começa num ponto específico no mapa termina afetando a economia inteira”, comenta o analista.

Diante de um evento que muda o regime dos mercados, Spiess destaca que ativos ligados à economia real devem sair favorecidos, em especial, as commodities.

Entenda o “superciclo de commodities” esperado por analista

Neste momento, o Estreito de Ormuz passa por dias agitados de “abre e fecha”. Na instabilidade do canal, por onde circula mais de 20% do petróleo consumido globalmente, o analista enxerga uma janela de oportunidade para um possível “superciclo de commodities”.

“Em termos históricos, as commodities seguem relativamente baratas frente a outras classes de ativos, o que reforça a leitura de que podemos estar diante do início de um novo ciclo de valorização, e, portanto, de uma oportunidade relevante de posicionamento em um ambiente global mais inflacionário e instável”, conclui.

Além disso, Spiess ressalta que uma resolução do conflito não implicaria no retorno do cenário ao que os investidores viveram nas primeiras décadas deste século. Para ele, “o pano de fundo segue marcado por tensões geopolíticas, reorganização de cadeias globais e disputas entre grandes potências”.

Por isso, o analista detectou um investimento que ele chamou de “obrigatório para o panorama global.

Nesse ativo, o investidor “não se expõe apenas ao potencial de valorização das commodities, mas também ao fluxo de caixa gerado por companhias que operam nesses segmentos, muitas das quais ainda negociam a múltiplos atrativos”, explica.

Analista detecta investimento “obrigatório” e melhor que o petróleo para se posicionar

No total, o investimento de que Spiess está falando conta com 30 companhias que estão preparadas para capturar o ciclo explicado pelo analista. São ações ligadas a setores como petróleo, mineração, celulose e agronegócio.

Ou seja, com uma única alocação, o investidor consegue acessar um pacote diversificado ligado diretamente a esse tipo de cenário. “São justamente esses setores que tendem a ganhar força em momentos como esse que estamos vivendo”, ressalta Spiess.

O investidor pode adquirir a exposição a todos esses segmentos e garantir uma carteira mais diversa através de um único ativo, um ETF que está sendo lançado pelo BTG Pactual.

Para saber mais sobre qual é este ativo, além dos motivos pelos quais ele pode ganhar mais força agora e como acessá-lo, é só clicar no botão abaixo e conferir mais detalhes sobre o “investimento obrigatório”:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability). Os Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de investimento que buscam refletir o desempenho de um índice de referência. Embora negociados em bolsa como ações, os ETFs apresentam riscos específicos, tais como variações no valor das cotas, diferença entre o desempenho do ETF e do índice (“tracking error”), liquidez variável no mercado secundário, e, quando aplicável, riscos associados à exposição internacional, cambial ou setorial. ETFs que utilizam derivativos, replicação sintética, alavancagem ou estratégias ativas podem apresentar riscos adicionais, que devem ser compreendidos previamente pelo investidor. A rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. A negociação de cotas em bolsa pode ocorrer por valores superiores ou inferiores ao valor patrimonial das cotas (NAV). Aspectos tributários podem variar conforme o tipo de ETF, a jurisdição do índice de referência e o perfil do investidor. O BTG Pactual não se responsabiliza pela decisão de investimento nem por eventuais impactos decorrentes de informações incompletas, imprecisas ou não atualizadas utilizadas no processo decisório do investidor

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Onde investir com o Ibovespa perto dos 200 mil pontos? Prio (PRIO3), Vale (VALE3), Nubank (ROXO34) e mais 7 ações que ainda carregam potencial

16 de Abril de 2026, 16:21

O Ibovespa tem navegado bem os mares turbulentos ocasionados pelo conflito no Oriente Médio. O principal índice da Bolsa brasileira avança 5,5% em abril e atingiu a máxima histórica nominal acima dos 198 mil pontos.

A alta é sustentada pelo fluxo estrangeiro relevante. Apenas no mês de abril, mais de R$ 14 bilhões entraram na renda variável local até o fechamento de mercado de terça-feira (14). Em 2026, o número se aproxima de R$ 70 bilhões. Para efeito de comparação, no ano passado inteiro o fluxo gringo entrante foi de R$ 25,4 bilhões.

Apesar da notícia ser boa para quem está posicionado na Bolsa brasileira, um questionamento pode surgir: ainda é possível buscar lucros relevantes?

Para a Empiricus, a resposta é sim, mas com uma ponderação: “o contexto exige muita seletividade de empresas”.

Isso porque, ao mesmo tempo que a bolsa já não é mais uma barganha como antes, algumas ações ainda carregam muito potencial.

Nesse sentido, a carteira Top Picks foi montada para selecionar 10 ações brasileiras que os analistas da casa veem possibilidade de retornos consistentes e que tenham um nível de risco adequado.

VALE3 tem ‘joia da coroa’ com muito potencial para destravar

Uma das ações recomendadas é a Vale (VALE3). Segundo os analistas, a companhia apresentou resultados sólidos no 4T25, tem mostrado simplificação nas operações e ainda se beneficia do minério de ferro acima dos US$ 100 por tonelada.

De acordo com eles, a queda de –6% da ação em março foi de maneira injustificada, dada a resiliência nos preços do minério e o desconto de múltiplo exagerado para seus pares estrangeiros.

O analista Ruy Hungria afirma que a mineradora brasileira negocia a 4,5 vezes Ebitda, enquanto suas concorrentes australianas entre 6 e 7 vezes. “A Vale segue descontada e mostra uma evolução bem melhor que elas nos últimos trimestres”.

Nas palavras de Hungria, a companhia tem como “joia da coroa” a Vale Base Metals.

“É uma vertical que lida com a questão de metais básicos, materiais muito importantes na transição energética e que deveriam ter um valuation de 8 ou 9 vezes Ebitda, e atualmente a Vale inteira está avaliada em 4,5 vezes Ebitda. Mostra que hoje o mercado só precifica o negócio de minério de ferro e não precifica a Vale Base Metals, que tende a destravar cada vez mais valor nos próximos anos”, afirmou.

Além disso, é uma empresa com receita dolarizada, o que pode ser bom em um momento de incerteza ocasionada pelo conflito no Oriente Médio. Ao mesmo tempo, é uma ação que se beneficia do fluxo estrangeiro para a Bolsa brasileira, já que é a empresa de maior peso do Ibovespa — índice que os gringos olham primeiro ao investir no Brasil.

Por fim, mas não menos importante, destaca-se a já conhecida capacidade da empresa de gerar caixa e pagar proventos. Os analistas da casa estimam um dividend yield de 9% para 2026.

Prio (PRIO3): outra empresa de commodities recomendada

Outra companhia de commodities recomendada pelos analistas é a Prio (PRIO3), maior produtora independente de óleo do Brasil.

A companhia disparou 50% em 2026, até o fechamento de mercado da última quarta (15), e pode não parar por aí, segundo os analistas da casa.

O primeiro fator é macroeconômico. A guerra no Oriente Médio tem impulsionado as commodities de energia e, consequentemente, aumenta a receita da empresa.

No entanto, o lado microeconômico da empresa também tem contribuído para o otimismo dos analistas.

A companhia passou a explorar o campo de Wahoo no último mês, um momento muito esperado pelos entusiastas da tese e que deve adicionar cerca de 40 mil barris de óleo por dia (boe/d) à produção da Prio ao longo de 2026.

O campo de Peregrino, adquirido pela companhia, também deve acrescentar mais 55 mil boe/d no ano.

No primeiro trimestre de 2026, a Prio, já ajudada pelos dois campos destacados acima, reportou uma produção de 155 mil barris por dia, número 42% maior em relação ao mesmo período de 2025. Caso tudo ocorra como o esperado, este número deve crescer nos próximos trimestres.

Segundo os analistas da Empiricus, à medida que isso ocorrer os custos de extração serão diluídos, melhorando a rentabilidade e a geração de caixa da companhia.

Nubank (ROXO34): potencial de crescimento e valuation ainda atrativo

Embora não seja uma ação listada na Bolsa brasileira, outra empresa recomendada para comprar neste momento é o Nubank, através do BDR ROXO34.

Trata-se de uma das maiores fintechs do mundo, com mais de 120 milhões de clientes e presença no Brasil, México e Colômbia.

Na visão dos analistas, o banco tem potencial de penetração na América Latina ainda elevado, dado ao modelo de baixo custo e alta escalabilidade.

No México, por exemplo, o Nubank alcança 13% da população adulta e 25% das emissões de cartão. Mas pelo fato de o país ainda usar muito dinheiro em cédulas, o potencial de ganhar mercado ainda é grande.

“Uma vez acertado o modelo de crédito no México, a fintech está pronta para acelerar o crédito no país. A empresa iniciou operações nos EUA, começando pelos brasileiros que residem por lá, para se expandir posteriormente, adotando o modelo da América Latina”, destacaram os analistas em relatório.

Além disso, a tese é sustentada por pilares como:

  • A expansão dos produtos: além do sucesso com o Pix Financing, produto com alta margem e bom engajamento de 40% dos clientes de cartão, o banco pretende acelerar o crédito consignado de funcionários públicos; e
  • A performance superior de crédito: diferente do setor financeiro, a companhia tem sido pouco afetada pelo aumento na inadimplência nos últimos meses por suas frequentes revisões de políticas de crédito feitas por IA e Open Finance.

Sobre este último ponto, os analistas destacam que isso permite que o banco seja mais preciso no crédito à baixa renda e aumente limites onde há potencial.

Por fim, as ações ainda negociam a valuation atrativos. “Com um ROE de 28% e uma expansão de lucros de 40% esperada para 2026, a ação, mesmo com a valorização nos últimos 3 anos, negocia a um Preço/Lucro de 20,8 vezes, abaixo da média de 28,3 vezes desse período”, escreveram os analistas.

Grátis: veja a carteira completa de Top Picks da Empiricus Research

Essas são apenas três das 10 recomendações feitas pelos analistas da Empiricus para investir agora, com o Ibovespa perto dos 200 mil pontos.

A boa notícia é que o acesso a essa carteira pode ser feito de graça, através do BTG Content, a área de conteúdos do BTG Pactual, o maior banco de investimentos da América Latina.

Além das ações recomendadas, você também terá a opção de investir de forma automática no portfólio, sem necessidade de operar manualmente as mudanças que ocorrem na carteira.

Para ter esses e outros benefícios, basta clicar aqui ou no botão ao final da matéria e se cadastrar no BTG Content. Fique tranquilo, em nenhum momento você será cobrado pelos conteúdos — mas poderá lucrar muito com todo o material disponibilizado.

Bons investimentos!

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Calendário do 1T26: veja quando Vale (VALE3), Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3) e mais de 150 companhias vão divulgar balanços trimestrais

16 de Abril de 2026, 16:03

A temporada de resultados do primeiro trimestre de 2026 (1T26) está chegando. Em meio a um início de ano embalado por movimentos mistos e uma carga elevada de fatores externos impactando o mercado brasileiro, o Ibovespa tem atravessado a turbulência e renovado máximas históricas.

Agora, o que muitos investidores querem saber é o que esperar dos balanços trimestrais do 1T26.

“No geral, esperamos resultados ainda pressionados por juros elevados (em linha com o que foi observado no 4T25), e um ambiente que deve continuar mostrando os diferenciais competitivos de companhias bem posicionadas em cada setor”, comenta o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria.

O analista também afirma que os destaques positivos do trimestre estarão nas companhias ligadas à escalada do petróleo, como as produtoras da commodity, bem como distribuidoras de combustíveis que “seguem sendo ajudadas pela melhoria setorial após a operação Carbono Oculto”. Nominalmente, Hungria cita a Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3) como highlights.

Além delas, empresas do setor financeiro, de utilities e telecom devem reportar bons números, apesar de pressões específicas, como a inadimplência no agro pesando sobre alguns “bancões”, como Bradesco (BBDC4), Santander (SANB11) e principalmente Banco do Brasil (BBAS3).

Na ponta oposta, empresas vinculadas ao próprio segmento do agronegócio devem mostrar números ainda pressionados, assim como o varejo, perpetuando o cenário do 4T25.

“Especialmente em companhias que dependam mais de crédito e estejam expostas a clientes de menor poder aquisitivo. Por outro lado, varejistas farmacêuticas (por conta dos remédios de emagrecimento) devem ser destaques positivos”, explica o analista.

Para não perder o desenrolar da temporada, a seguir você confere o calendário do 1T26 completo:

Agenda de resultados do 1T26: Semana 1 (de 20 a 24/04)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência Relatório de Produção e Venda 
Usiminas USIM5 24/04/26 Não informado Não informado  

Agenda de resultados do 1T26: Semana 2 (de 27/04 a 01/05)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência 
Assaí ASAI3 27/04/26 Após o fechamento  28/04/26, às 11h 
Gerdau GGBR4 27/04/26 Após o fechamento  28/04/26, às 12h 
Gerdau Metalúrgica GOAU4 27/04/26 Após o fechamento  28/04/26, às 12h 
Neoenergia NEOE3 28/04/26 Não informado 29/04/26 
Hypera HYPE3 28/04/26 Após o fechamento  29/04/26, às 11h 
Vale*VALE3 28/04/26 Após o fechamento  29/04/26, às 11h 
WEG WEGE3 29/04/26 Antes da abertura 30/04/26, às 11h 
Motiva  MOTV3 29/04/26 Não informado 30/04/26 
Santander SANB11 29/04/26 Não informado 29/04/26 
Multiplan MULT3 29/04/26 Não informado 30/04/26 
Iochpe Maxion MYPK3 29/04/26 Não informado 30/04/26 
Suzano SUZB3 29/04/26 Após o fechamento 30/04/2026, às 10h 
Irani RANI3 30/04/26 Antes da abertura 30/04/26, às 12h 

*Relatório de produção da Vale é divulgado no dia 16/04/26, após o fechamento do mercado.

Agenda de resultados do 1T26: Semana 3 (de 04 a 08/05)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência 
ISA Energia ISAE4 04/05/26 Após o fechamento  05/05/26, às 14h 
Log Comm. Prop. LOGG3 04/05/26 Após o fechamento  05/05/26, às 10h 
Marcopolo POMO4 04/05/26 Antes da abertura 05/05/26, às 11h 
BB Seguridade BBSE3 04/05/26 Após o fechamento  05/05/26 
Pague Menos PGMN3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
Odontoprev ODPV3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
Hidrovias do Brasil HBSA3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
IRB (Re) IRBR3 04/05/26 Não informado 05/05/26 
Ambev ABEV3 05/05/26 Não informado Não informado 
Vulcabras VULC3 05/05/26 Não informado 05/05/26 
Tim TIMS3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 10h 
GPA PCAR3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 9h 
Iguatemi IGTI11 05/05/26 Não informado 06/05/26 
Itaú ITUB4 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 10h 
Prio PRIO3 05/05/26 Não informado 06/05/26 
RD Saúde RADL3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 10h 
C&A Modas CEAB3 05/05/26 Após o fechamento  06/05/26, às 11h 
Tenda TEND3 05/05/26 Não informado 06/05/26 
Copel CPLE6 05/05/26 Não informado 06/05/26 
Pagbank PAGS 05/05/26 Após o fechamento 12/05/26 
Banco BMG BMGB4 05/05/26 Após o fechamento 06/05/26 
Intelbras INTB3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Bradesco BBDC4 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Klabin KLBN11 06/05/26 Antes da abertura 07/05/26, às 11h 
Aura Minerals AURA33 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26, às 9h 
Brava Energia  BRAV3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Axia Energia (ex-Eletrobras) AXIA3 06/05/26 Não informado Não informado 
Minerva BEEF3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Totvs TOTS3 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26, às 11h 
Vibra VBBR3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
CSU Digital CSUD3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Guararapes GUAR3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Lavvi LAVV3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
CBA CBAV3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Anima ANIM3 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26, às 9h 
Cogna  COGN3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Smart Fit SMFT3 06/05/26 Não informado 07/05/2026, às 11h 
Espaçolaser ESPA3 06/05/26 Após o fechamento 07/05/2026, às 10h 
Mater Dei MATD3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Mills MILS3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Frasle Mobility FRAS3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Auren AURE3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
CSN  CSNA3 06/05/26 Após o fechamento  07/05/26 
CSN Mineração CMIN3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Taesa TAEE11 06/05/26 Após o fechamento 5/7/2026 – 11h 
Ultrapar UGPA3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Moura Dubeux MDNE3 06/05/26 Não informado 07/05/26 
Mercado Livre MELI34 07/05/26 Não informado Não informado 
Méliuz CASH3 07/05/26 Após o fechamento  08/05/26 
Engie Brasil EGIE3 07/05/26 Após o fechamento  08/05/26, às 11h 
Petz PETZ3 07/05/26 Após o fechamento  08/05/26, às 12h 
Fleury FLRY3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Lojas Renner LREN3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Magazine Luiza MGLU3 07/05/26 Após o fechamento 08/05/26 
PetroReconcavo RECV3 07/05/26 Após o fechamento 08/05/26 
Vivara VIVA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
ABC Brasil ABCB4 07/05/26 Não informado Não informado 
BR Partners BRBI11 07/05/26 Não informado 08/05/2026, às 15h 
Alpargatas ALPA4 07/05/26 Após o fechamento 08/05/2026, às 9h 
Alupar ALUP11 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Grendene GRND3 07/05/26 Após o fechamento 08/05/2026, às 10h30 
M. Dias Branco MDIA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Azzas 2154 AZZA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Sabesp SBSP3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
B3 B3SA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
EcoRodovias ECOR3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Porto Seguro PSSA3 07/05/26 Antes da abertura 07/05/2026, às 9h 
Allos ALOS3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Hapvida HAPV3 07/05/26 Não informado 5/8/2026 – 9h 
Randoncorp RAPT4 07/05/26 Não informado 5/8/2026 – 11h 
Cemig CMIG4 07/05/26 Não informado Não informado 
Eztec EZTC3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Localiza RENT3 07/05/26 Após o fechamento 5/8/2026 – 11h 
LWSA LWSA3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Yduqs  YDUQ3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Oncoclínicas ONCO3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
JHSF JHSF3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Rumo  RAIL3 07/05/26 Não informado 08/05/26 
Camil CAML3 07/05/26 Não informado  08/05/26 
Kepler Weber KEPL3 08/05/26 Após o fechamento  11/05/26, às 10h 
Fertilizantes Heringer FHER3 08/05/26 Não informado 11/05/26 
Embraer EMBR3 08/05/26 Não informado Não informado 
Paranapanema PMAM3 08/05/26 Não informado 11/05/26 

Agenda de resultados do 1T26: Semana 4 (de 11 a 15/05)

Empresa Ticker Data Horário de divulgação  Teleconferência 
Vivo VIVT3 11/05/26 Antes da abertura 11/05/26, às 10h 
Energisa ENGI11 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Petrobras PETR4 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Direcional DIRR3 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Itaúsa ITSA4 11/05/26 Não informado Não informado 
Natura NATU3 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Grupo SBF SBFG3 11/05/26 Após o fechamento 12/05/2026, às 11h 
MRV MRVE3 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Track&Field TFCO4 11/05/26 Não informado 12/05/26 
Braskem BRKM5 12/05/26 Não informado 13/05/26 
BTG Pactual BPAC11 12/05/26 Antes da abertura 12/05/26 
Cury CURY3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Enjoei ENJU3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
JBS JBSS3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Bemobi BMOB3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Dasa DASA3 12/05/26 Não informado 13/05/26 
Caixa Seguridade CXSE3 13/05/26 Não informado 14/04/26 
SLC Agrícola SLCE3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Boa Safra SOJA3 13/05/26 Não informado 14/05/2026, às 14h 
Movida MOVI3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
CVC Brasil CVCB3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Vamos VAMO3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Melnick MELK3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Banco do Brasil BBAS3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Equatorial EQTL3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Rede D’or RDOR3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Oi OIBR3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Multilaser MLAS3 13/05/26 Não informado 14/04/26 
Americanas AMER3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Grupo Casas Bahia BHIA3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Positivo POSI3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Cruzeiro do Sul Educacional CSED3 13/05/26 Não informado  
Ser Educacional SEER3 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Raízen – 4T25/26 RAIZ4 13/05/26 Não informado 14/05/26 
Sanepar SAPR11 14/05/26 Após o fechamento 15/05/2026, às 9h 
Tupy TUPY3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Grupo Toky  TOKY3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Automob AMOB3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Bradespar BRAP4 14/05/26 Não informado Não informado 
CPFL Energia CPFE3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Cyrela CYRE3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Grupo Mateus GMAT3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Agrogalaxy AGXY3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
3Tentos TTEN3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Unipar UNIP3 14/05/26 Não informado 15/05/2026 – 14h 
MBRF MBRF3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Nubank ROXO34 14/05/26 Não informado 14/05/26 
Cosan CSAN3 14/05/26 Não informado 15/05/26 
Banrisul  BRSR6 14/05/26 Não informado  Não informado 
Azul AZUL4 14/05/26 Não informado  Não informado  
Copasa CSMG3 15/05/26 Não informado 22/04/26  
Simpar SIMH3 15/05/26 Não informado 18/05/26 

Quais ações investir em plena temporada de balanços do 1T26?

Agora que você já sabe quando as empresas brasileiras divulgam os resultados do 1T26, é natural surgir a dúvida: como agir com seus investimentos à medida que esses números começam a sair?

A verdade é que tentar reagir balanço a balanço, ajustando a carteira manualmente, pode ser trabalhoso e, muitas vezes, ineficiente. Por isso, uma alternativa cada vez mais adotada é investir de forma estruturada e automatizada.

Pensando nisso, algumas das ações mais promissoras deste momento foram selecionadas para compor a carteira Empiricus Top Picks. O portfólio é formado por 10 ações brasileiras de alto potencial, escolhidas com base em análise criteriosa de fundamentos e perspectivas para os próximos meses.

Mas o diferencial não está apenas na seleção. Está na forma de investir.

Se você quiser acessar todas as recomendações sem ter que executar ordens manualmente, a carteira está disponível em formato automatizado dentro da plataforma do BTG Pactual.

Na prática, isso significa que você pode investir em todo o portfólio com poucos cliques e, a partir daí, o processo de alocação, rebalanceamento e execução das ordens acontece de forma integrada. Vale ressaltar que essas alterações sempre estarão baseadas nas decisões das mentes por trás da carteira, os analistas da Empiricus Research.

Para começar, clique no botão abaixo, faça seu cadastro gratuito e conheça a plataforma:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Nova ordem mundial: ‘em tempos de mudanças estruturais este investimento é obrigatório’, diz analista

16 de Abril de 2026, 09:31

O início da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, despertou a atenção do mundo para um ponto específico do mapa: o Estreito de Ormuz. Esta faixa marítima — de aproximadamente 30 quilômetros — é responsável pelo escoamento de cerca de 20% do consumo mundial de óleo.

O fechamento dessa rota crucial gerou um novo choque energético. O preço do barril de petróleo (brent e WTI) voltou a disparar, chegando a US$ 120 no momento mais crítico do conflito. Esse fator trouxe um grande impacto sobre toda a cadeia produtiva global.

Matheus Spiess, analista macroeconômico da Empiricus Research, aponta que, em cenários de choque no petróleo, o mercado reage de forma previsível. Ele lembra que, entre 1970 e 1980, o mundo enfrentou situações semelhantes.

O resultado foi uma valorização superior a 1.000% com o preço da commodity saltando dos US$ 4 para US$ 36 em uma década. Esse comportamento já está se repetindo. No início do ano, o petróleo estava na casa dos US$ 70, mas em alguns momentos chegou aos US$ 120.

Contudo, a crise atual é mais grave do que em 1973, 1979 e 2022 — no estouro da guerra entre Rússia e Ucrânia — juntas, segundo dados da Agência Internacional de Energia (AIE).  Assim, a projeção é de que a commodity possa subir mais, chegando aos US$ 150 e até US$ 200.

“Quando o cenário muda, o desempenho dos investimentos muda junto. Alguns ativos começam a se destacar, outros ficam para trás. O pior é que a maioria das pessoas percebem tarde demais o que aconteceu”, afirma.

Por isso, recentemente, a Empiricus recomendou aos seus assinantes um investimento “obrigatório” para atravessar o cenário que, segundo especialistas, é só o começo de uma grande mudança na ordem mundial.

CONHEÇA O INVESTIMENTO ‘OBRIGATÓRIO’ PARA O ATUAL CENÁRIO GLOBAL

Porque ter este investimento na carteira, mesmo se a guerra terminar amanhã?

Para alguns pode parecer que a crise energética desencadeada pelo conflito no Oriente Médio é algo pontual, mas segundo o analista da Empiricus, trata-se de uma mudança estrutural.

Ele explica que, antes mesmo do conflito, já estava acontecendo um movimento reorganização das cadeias globais, mais investimento em infraestrutura e pressão inflacionária persistente.

Matheus chama atenção que o mundo está mais instável, fragmentado e dependente de recursos reais. Características que observamos em todas as mudanças de ordem global ao longo da história. A guerra apenas acelerou esse movimento.

Assim, o analista avalia que, mesmo que o conflito no Oriente Médio termine amanhã, existem outras tensões no ambiente geopolítico que podem “estourar” a qualquer momento. E nesse cenário de mudança global, os “ativos vencedores” também devem mudar.

INVESTIMENTO ‘OBRIGATÓRIO’: VEJA COMO SE POSICIONAR EM ‘ATIVOS VENCEDORES’

Quais ativos tendem a ganhar nesse novo cenário e como se posicionar?

Matheus explica que esses “ativos vencedores” são aqueles ligados à economia real. Ele aponta que, nos últimos anos, essa classe estava com os preços bastante comprimidos.

Contudo, historicamente, sempre que o mundo passa por esses cenários de crise e mudança estrutural, eles são os primeiros a disparar por quatro motivos principais:

  • Aumento do custo de produção: fica mais caro plantar e colher alimentos, bem como minérios;
  • Preço com logística e frete sobem: além de maior custo com diesel, esse cenário pode resultar em seguros mais caros e pagamento de pedágios;
  • Setores pressionados pela substituição de produtos: o encarecimento de itens básicos faz a demanda por produtos alternativos crescer, gerando desequilíbrio de oferta e demanda;
  • Fator financeiro: além de toda a mudança na cadeia produtiva, nesse cenário, os investidores correm para ativos reais fazendo com que os preços subam ainda mais.

Matheus aponta que, dentre os ativos reais mais procurados pelo mercado, o ouro e a prata já estão subindo há algum tempo. Agora, o petróleo também entrou em um ciclo de valorização.

Assim, os próximos ativos que deveriam entrar nesse ciclo são as commodities agrícolas. Diante de todo esse cenário, para os analistas da Empiricus a recomendação é clara: é hora de se posicionar em commodities.

Nesse sentido, a casa está recomendando um investimento “obrigatório”. Trata-se de um produto preparado para “surfar” o novo “boom” das commodities.

CONHEÇA O INVESTIMENTO ‘OBRIGATÓRIO’ QUE PODE CAPTURAR O ‘BOOM’ DAS COMMODITIES

Um único investimento, 25 ativos para ‘surfar’ o ‘boom’ das commodities

Na visão dos analistas da Empiricus Research, uma boa maneira de se expor ao potencial novo “boom” das commodities é investir nas empresas que operam nesses setores.

Dessa forma, é possível capturar o movimento de valorização sem precisar investir em cada um desses ativos separadamente, muito menos montar uma carteira complexa.

É justamente nesse ponto que se encontra o investimento “obrigatório”, recomendado pela Empiricus. Por meio desse ativo o investidor estará exposto à 25 ativos do setor de commodities, alocadas nos segmentos:

  • Óleo e gás;
  • Biocombustíveis e energia;
  • Mineração e siderurgia;
  • Agro e alimentos; e
  • Papel e celulose.

Para se ter uma ideia, nos últimos 12 meses esse ativo entregou uma valorização de mais de 40% para os investidores. É claro que, retornos passados, não são garantia de retornos futuros.

Contudo, em momentos com o que estamos vivendo agora, são justamente esses segmentos que tendem a ganhar força.

Por isso, se você quer expor parte da sua carteira ao possível próximo “boom” das commodities, este ativo pode ser o melhor caminho. A Empiricus preparou um vídeo explicando em mais detalhes como se posicionar nesse cenário por meio desse investimento “obrigatório”

Assista agora e saiba como se preparar para o próximo “boom” das commodities:

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‘Quem entende de macro, pode se posicionar bem’ com criptomoedas em alta ou baixa, diz especialista – e uma ferramenta pode ajudar

15 de Abril de 2026, 08:43

Com a recente lateralização do mercado de criptomoedas, é possível que muitos investidores não estejam otimistas para buscar lucros com ativos digitais. Especialmente tratando-se de um mercado conhecido por proporcionar retornos assimétricos.

As principais moedas do mercado têm sofrido com a aversão ao risco em meio aos conflitos no Oriente Médio e, mesmo com o bitcoin (BTC), ethereum (ETH) e solana (SOL) apresentando um acumulado positivo nos últimos 7 dias, o veredito ainda não é de total ânimo. Como registrado no índice “fear and greed” (“medo e ganância”) do portal CoinMarketCap, que aponta para um sentimento neutro de mercado:

Fonte: CoinMarketCap, consultado em 14/04/2026 às 14h30

Porém, há profissionais do mercado que enxergam o momento sob uma ótica diferente. Para Valter Rebelo, head de ativos digitais da Empiricus Research, se o assunto é buscar lucros, o preço visto na tela da corretora pode ser até indiferente em alguns casos.

Quem ‘entende’ o que está acontecendo, pode se posicionar bem na alta ou na queda, segundo especialista

“Nós queremos estar certos sobre a direção do preço, e queremos nos posicionar de acordo. Quem entende muito de macro pode se posicionar bem, independentemente se o preço vai para cima ou para baixo”, afirma.

Para além de apenas comprar um ativo e esperar por uma possível valorização, o mercado permite a busca por lucros também em caso de queda, com operações short (“operar vendido”): “Se eu tenho um sinal técnico de que o bitcoin está perdendo tendência, posso apostar em um movimento de baixa, e ‘entrar short’”.

Mas, nesse caso, estamos falando de operações de maior nível de complexidade, especialmente para investidores pessoa física “de primeira viagem”.

Além disso, “entender muito de macro” – dos fenômenos geopolíticos e de mercado, e saber tomar decisões estratégias a partir disso – exige sagacidade e bastante experiência, até mesmo para quem já trabalha na área.

Mas isso não significa que investidores menos experiência precisam, obrigatoriamente, “ficar de fora” de oportunidades “escondidas” que o mercado cripto segue oferecendo até mesmo quando o cenário macro é menos favorável.

A chave está em seguir recomendações de especialistas, que já vivem do mercado diariamente. E no caso de Valter Rebelo e seu time da Empiricus, os especialistas foram ainda além.

Memebot: conheça ferramenta que busca lucros com criptomoedas independentemente do cenário macro

Além das recomendações periódicas enviadas aos assinantes da Empiricus, as pesquisas desenvolvidas pelos especialistas da casa foram utilizadas para originar ferramentas automáticas de trading em criptomoedas.

Uma delas é o Memebot Flash Million, que disponibilizará uma nova leva de acessos a interessados em utilizá-la a partir da próxima quarta-feira (22).

O Memebot Flash Million é uma automação configurada a partir das pesquisas dos especialistas da Empiricus. A premissa é buscar assimetrias de mercado: janelas de oportunidade com alto potencial de geração de lucros, independentemente do cenário macro.

Como o próprio nome já diz, o Memebot é especialista em memecoins, funcionando da seguinte forma: a ferramenta “escaneia” o mercado 24 horas por dia, para entender as oportunidades abertas no curto prazo em meio à volatilidade das moedas.

Com a análise 24/7 dos dados coletados, a ferramenta filtra a oportunidade de maior e melhor potencial que tiver encontrado, e realiza uma operação direcionada de forma totalmente automática a cada 7 dias.

Inicialmente, o Memebot é configurado para funcionar “direto” durante 12 meses, com o objetivo de buscar até R$ 1 milhão em retornos no acumulado desse período.

Memecoins não têm fundamento, mas você pode ganhar dinheiro com isso, se entender como o preço se movimenta. Simplesmente olhamos para os números, entendemos como o fluxo se comporta, e vemos a probabilidade de ganhar dinheiro. É uma ciência”, afirma Rebelo.

Vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil, especialmente tratando-se de memecoins. Retornos passados não são garantia de retornos futuros, e investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

“Nosso objetivo é conseguir capturar essa assimetria de mercado, mas principalmente, o direcionamento para os clientes, quando eles entram, é gerenciamento de risco”, afirma Heloísa Mendonça, especialista em criptoativos da Empiricus.

Porém, ao mesmo tempo que é necessário correr mais riscos, há o alto potencial de retorno, que dificilmente é encontrado em investimentos mais tradicionais.

“Vai ser extremamente volátil, mas pode fazer sentido. Se você quiser buscar uma assimetria muito grande no portfólio, você precisa tomar um pouco mais de risco, mas sempre respeitando o seu perfil e tolerância”, afirma a especialista.

Um dos grandes diferenciais da ferramenta é, também, a capacidade de operar a partir de aportes iniciais relativamente baixos: começando com R$ 3.500, a ferramenta já pode operar em busca dos retornos milionários.

Para um investidor comum, que não dispõe do tempo hábil para estudar o mercado e saber exatamente onde e quando investir, não é frequente a chance de buscar lucros com uma ferramenta:

  • 100% automática;
  • Especialista em operações complexas com criptomoedas;
  • Configurada para buscar lucros de até R$ 1 milhão;
  • Capaz de operar a partir de aportes iniciais de menor valor.

E é por isso mesmo que novos acessos ao Memebot estão sendo disponibilizados. Mas mesmo que você não tenha certeza de que a ferramenta faz sentido para você, ainda pode conhecê-la melhor gratuitamente.

Encontro marcado: receba mais detalhes sobre o Memebot Flash Million na próxima quarta-feira (22)

Para novos interessados no Memebot Flash Million, novos acessos serão liberados a partir da próxima quarta-feira (22).

Nesse dia, às 19h, todos os interessados estão convidados a participar de um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada em mais detalhes.

Durante o evento, você pode tirar potenciais dúvidas e, assim, decidir se a ferramenta faz sentido para o seu momento como investidor. Os novos acessos só serão liberados após o evento, para quem realmente desejar prosseguir.

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Memecoins ‘vão virar pó’? Entenda opinião de especialista e como se posicionar com estratégia nesse mercado

14 de Abril de 2026, 16:29

As memecoins são encaradas como uma classe um pouco “controversa” dentro do universo das criptomoedas. Isso acontece porque esses ativos, baseados em piadas da internet (os chamados memes), não possuem os fundamentos clássicos e as utilidades das criptos tradicionais, como bitcoin (BTC) e ethereum (ETH).

Segundo Heloisa Mendonça, especialista em ativos digitais da Empiricus Research, há exemplos dessas moedas associadas à imagem de figuras como Trump ou até mesmo de animais, que conseguiram reunir grupos bastante expressivos ao seu redor.

Um dos exemplos citados, a Dogecoin (DOGE) residia no top 10 de maior valor de mercado entre as principais criptomoedas no momento que esta matéria era escrita, na manhã de terça-feira (14).

“Em contrapartida, a gente também tem milhares que eventualmente vão virar pó”, salienta Mendonça.

Por que investir em memecoins pode ser atrativo?

Heloisa Mendonça, que acumula 6 anos de experiência analisando os criptoativos e entendendo a forma de operar nesse mercado, aponta que as memecoins tendem a ter um comportamento extremamente volátil e um risco elevado. Apesar disso, ainda vale a pena investir, dentro de certos parâmetros:

“São ativos que fazem sentido ter uma pequena exposição dentro do seu portfólio de cripto, se você tiver um perfil mais sofisticado, para gerar uma assimetria de mercado”, comenta.

Ela inclusive comenta como, através da estratégia para investir em criptomoedas, uma automação foi desenvolvida pela equipe da Empiricus Research com foco exclusivo nesse mercado.

O nosso objetivo é conseguir capturar essa assimetria. Nosso principal direcionamento para os clientes é justamente sobre o gerenciamento de risco. Tudo tem um risco. Então, se você quiser buscar uma assimetria muito grande no portfólio, você precisa tomar um pouco mais de risco, mas sempre respeitando o seu perfil de tolerância”, explica Mendonça.

Além disso, na visão dos especialistas da casa, investir em memecoins é como uma “conta de engenheiro”.

Eu não julgo as memecoins. A maioria deve ir para zero, mas dá para ganhar dinheiro se entender como o preço se movimenta. É esse o ponto. A gente olha para os números, entende como que o fluxo se comporta e vê a probabilidade de ganhar dinheiro com os ativos”, comenta o especialista de criptomoedas da Empiricus, Valter Rebelo.

Como Mendonça e Rebelo destacam, o mercado das memecoins tem um potencial de trazer lucros bem valiosos – se o investidor souber quando e em quais ativos investir. Essa detecção, entretanto, não é uma tarefa fácil, ainda mais considerando o cenário de conflitos geopolíticos que abala diversas camadas da economia.

Por isso, em um mercado que funciona 24 horas por dia como o de criptomoedas, às vezes as oportunidades vão surgir em horários que podem ser inconvenientes – no meio da madrugada, ou durante o horário de trabalho, por exemplo.

Para os investidores que estão em busca de lucros no mercado cripto, mas não dispõem de tempo hábil para acompanhar o mercado e identificar a hora de investir, a automação que Heloísa Mendonça mencionou pode propor uma solução – mais detalhes sobre ela são apresentados a seguir.

Conheça o Memebot Flash Million: automação com foco no primeiro milhão com criptomoedas

O Memebot Flash Million é uma ferramenta alimentada com algoritmos desenvolvidos pelos experts da Empiricus. De forma totalmente automatizada, o robô “trabalha” buscando oportunidades de retornos de até R$ 1 milhão aos seus usuários no mercado cripto, em um período de 12 meses.

Focada nas memecoins, com a automação, o investidor está diante de dois fatores que favoráveis:

  • Chances de valorizações explosivas, de até 30.000%, por exemplo;
  • Menores preços a mercado, permitindo que o investidor possa começar com aportes financeiros de menor valor.

A cada 7 dias, o Memebot seleciona a operação mais promissora da vez, e trata de realizá-la de forma automática. Da parte do investidor, basta apenas entrar com os aportes financeiros e “dar o aceite” na ferramenta.

Vale lembrar que essa poderá ser uma chance única de buscar retornos:

  • A partir de oportunidades identificadas com conhecimento profissional;
  • Com aportes financeiros iniciais relativamente baixos, a partir de R$ 3.500;
  • Sem precisar dedicar tempo e estudos às operações financeiras;
  • 24 horas por dia, independentemente do cenário geral de mercado.

E se você deseja saber mais sobre como o Memebot Flash Million pode funcionar na sua rotina, está convidado a conhecer a ferramenta no próximo dia 22 de abril.

22 de abril: reserve sua vaga no lançamento do Memebot Flash Million

Para quem ficou interessado, no dia 22 de abril, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, o time da Empiricus vai sediar um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre o sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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Axia (AXIA3) e outras 9 ações para comprar nesta semana, segundo a Empiricus Research

13 de Abril de 2026, 16:25

A Axia (AXIA3) está entre as ações recomendadas pela Empiricus Research para comprar nesta semana. A companhia vive um momento decisivo com mudança relevante em sua estrutura, que pode funcionar como gatilho para valorização no curto e médio prazo.

Recentemente, os acionistas aprovaram a migração da empresa para o Novo Mercado — o mais alto nível de governança da B3. A operação envolve a conversão das ações preferenciais (AXIA5/AXIA6) em ordinárias (AXIA3).

O processo de conversão será feito em uma relação 1 para 1,1, incorporando um prêmio de aproximadamente 10% para compensar o diferencial de dividendos hoje pago pelas ações preferenciais.

Na avaliação da Empiricus, essa simplificação tende a melhorar a percepção do mercado e ampliar o interesse dos investidores pela tese.

Mudança na Axia (AXIA3) pode destravar valor, na visão de analistas

Para Matheus Spiess, analista macroenômico da Empiricus Research, a mudança reforça a tese que levou a Axia a ser uma das recomendações da semana da casa. Segundo ele, a migração ao Novo Mercado vai além de uma reorganização societária e posiciona a empresa em um novo patamar dentro do mercado brasileiro.

Na visão do analista, a iniciativa torna a estrutura acionária mais simples e transparente, o que facilita o entendimento da tese e “amplia de maneira significativa o conjunto de investidores elegíveis a comprar os papéis”, pontua.

Spiess também chama atenção para o maior alinhamento entre acionistas após a aprovação da proposta. Um fator positivo, visto que tende a reduzir ruídos e aumentar a previsibilidade das decisões corporativas ao longo do tempo.

“Trata-se de um movimento construtivo”, resume o analista, destacando a combinação de melhora de governança, potencial aumento de liquidez e redução de riscos percebidos.

Esses fatores ajudam a explicar por que a Axia está entre as recomendações da Empiricus Research para esta semana, mas não são os únicos.

Mais três motivos para comprar Axia (AXIA3) esta semana

A casa também destaca outros vetores que reforçam o momento da companhia. O primeiro deles é a transformação operacional em curso após a privatização.

A empresa, que hoje é a maior do setor elétrico da América Latina, vem executando uma agenda consistente de eficiência, com redução de endividamento, corte de custos, venda de ativos não estratégicos e uma operação mais enxuta.

Outro ponto importante está no cenário de preços de energia. Gargalos na transmissão e condições menos favoráveis nos reservatórios têm sustentado preços mais elevados — um ambiente que favorece diretamente a companhia, que tem mantido parte relevante de sua produção exposta ao mercado para capturar essa valorização.

Por fim, o valuation segue como um diferencial relevante. Atualmente os papéis são negociados a 7,8 vezes valor da firma sobre Ebitda (EV/Ebitda), múltiplos considerados atrativos dentro do setor. Assim, o valor descontando, combinado com ganhos de eficiência e modernização dos ativos, corroboram o potencial de valorização.

Diante desse conjunto de fatores, os analistas reforçaram a recomendação de compra da Axia (AXIA3) nesta semana.

Mas Axia (AXIA3) não é a única: confira outras 9 indicações da Empiricus para investir agora

A carteira Top Picks, concentra as 10 ações com maior potencial no momento, na visão da Empiricus Research. Os analistas selecionaram um grupo de empresas consideradas de qualidade, que estão sendo negociadas com desconto em relação ao seu valor potencial, abrindo uma janela interessante para quem busca ganhos já nas próximas semanas.

Entre as recomendações mais recentes, além da Axia (AXIA3), os analistas selecionaram outros 9 papéis que você pode investir de forma automatizada.

Isso porque a carteira Top Picks já está disponível na plataforma do BTG Pactual. No banco, os investidores conseguem investir no portfólio completo, com as 10 ações recomendadas com poucos cliques.

Com isso, você não precisa se preocupar em ajustar posições ou executar ordens. Todo o rebalanceamento é feito automaticamente, seguindo as atualizações dos analistas.

Para quem quer aproveitar as oportunidades desta semana — incluindo a tese da Axia —, essa pode ser uma forma simples e eficiente de se posicionar. Para isso, basta clicar neste link ou no botão abaixo:

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É hoje: robô quer rastrear lucros de até 4.900% com criptomoedas – mesmo com o mercado em baixa

13 de Abril de 2026, 08:00

O SOROS, ferramenta automática de operações com criptomoedas baseada em estratégia da Empiricus Research, é relançada ao mercado nesta segunda-feira (13) – agora com uma novidade que pode atrair ainda mais os investidores.

Em meio a um cenário de incertezas nos mercados globais, que levou o universo cripto a um período de baixa, a ferramenta foi aprimorada. Nesta nova fase, suas configurações foram ajustadas para buscar retornos que podem chegar a até 500 vezes o valor investido, independentemente da direção do mercado, seja em alta ou em queda.

Investidores que já quiserem reservar seu acesso à nova versão da ferramenta podem deixar seus nomes na lista de espera, clicando aqui.

SOROS quer atuar na alta ou na baixa das criptomoedas, com ‘microciclos’ de oportunidade, segundo especialista

Com os correntes conflitos geopolíticos, a pressão inflacionária e o sentimento de aversão ao risco, os investidores passaram a “evitar” as criptomoedas, o que levou o mercado a um bear market.

Entretanto, para o head de pesquisa em ativos digitais da Empiricus Research, Valter Rebelo, “dentro de um grande ciclo do mercado de ativos digitais, temos microciclos de alta, queda ou neutralidade, geralmente de 30 dias cada”.

Detectar esses microciclos, e quais oportunidades mais se destacam em cada um deles, é uma missão que cabe aos profissionais com experiência na área. Afinal, com toda sua complexidade, não é todo o investidor que consegue interpretar o cenário do criptomercado sozinho.

Foi nessa toada que Rebelo e sua equipe desenvolveram o S.O.R.O.S. (sigla para Sistema Otimizado de Risco, Operações e Sinalização). O robô, lançado em 2025, é classificado atualmente como o principal sistema de identificação de ativos digitais da América Latina.

Pensando justamente em unir a expertise profissional e o interesse de muitos investidores na busca por lucros, Rebelo e seu time trabalharam para reprogramar o robô SOROS de acordo com as novas “marés” do mercado.

A grande virada de chave agora é que, mesmo quando o mercado de criptomoedas estiver “andando de lado” sem tendência clara de alta ou de baixa, a nova configuração do SOROS muda de estratégia. Daí, o robô passa a buscar renda em dólar em caso de tendência de neutralidade nos mercados, sem janelas de oportunidade de lucros explosivos.

Se você quer entender melhor como o SOROS funciona, mas sem assumir compromissos financeiros por enquanto, um evento especial foi preparado para tirar todas essas dúvidas.

Lançamento gratuito e online do SOROS nesta segunda-feira (13); veja como participar

No próximo dia 13 de abril, a partir das 19h, Valter Rebelo e o time de ativos digitais da Empiricus te convidam para um evento online e gratuito, no qual a nova versão do SOROS será apresentada.

Por meio do evento, você poderá tirar suas dúvidas e, se desejar prosseguir, no final, poderá solicitar seu acesso ao sistema. Vale lembrar que a ferramenta opera para identificar as oportunidades mais promissoras de lucros no mercado de criptomoedas, além de oferecer:

  • Análise em tempo real de mais de 300 ativos digitais;
  • Realocação 100% automática, 24 horas por dia;
  • Chances de buscar lucros “fora da curva”;
  • Caixa dolarizado com rendimento em caso de lateralização de tendências.

Se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o SOROS.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la. O registro inicial é gratuito:

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Weg (WEGE3): Empiricus reforça recomendação de compra; veja dois motivos para investir na ação 

10 de Abril de 2026, 16:22

Ibovespa segue renovando máximas. Nesta sexta-feira (10), o principal índice da bolsa brasileira chegou a tocar nos 197 mil pontos, por volta das 11h da manhã. Nesse cenário, a Empiricus Research aproveitou para reforçar a recomendação de Weg (WEGE3).  

De acordo com os analistas da casa, além do cenário interno, uma decisão recente do presidente norte-americano, Donald Trump pode beneficiar as ações da companhia.  

Quais são os principais motivos para investir na Weg? 

Neste momento a combinação de dois fatores podem impulsionar as ações da Weg na bolsa. O primeiro deles esta mais ligado ao ambiente macroeconômico doméstico. Por aqui, o clima segue positivo para os ativos de riscos, apesar das incertezas causadas pelo conflito no Oriente Médio. 

Os analistas da Empiricus explicam que isso se deve ao fluxo de capital estrangeiro que segue migrando dos Estados Unidos, bem como um dólar mais fraco. Nesta sexta (10) a moeda chegou aos R$ 5, o patamar visto há mais de um ano. Esse ambiente, favorece os ativos de mercados emergentes como o Brasil.  

Ainda no ambiente doméstico, o ciclo de cortes de juros pode seguir impulsionando a bolsa. Eles avaliam que, apesar da alta de 0,88% registrada no IPCA de março, a Selic deve continuar em trajetória de queda.  

O segundo fator é mais ligado a tese da própria Weg.

Trata-se de uma medida assinada recentemente por Donald Trump que reduz as tarifas de importação sobre equipamentos industriais e de rede com alta intensidade metálica. Este é justamente o setor em que a companhia concentra grande parte do seu portfólio.  

 A nova regra tem como objetivo fortalecer a indústria americana ao reduzir as tarifas para uma faixa entre 15% e 25% até 2027. Contudo, empresas globais bem posicionadas — como é o caso da Weg — tendem a ser beneficiadas.  

Os analistas lembram que a companhia já havia sido favorecida pelas tarifas recíprocas do Brasil, que recuaram de 50% para 10%. Assim, tanto o ambiente doméstico, quanto a decisão de Trump podem “se traduzir em ganho adicional de rentabilidade para as ações da Weg (WEGE3).  

Por esse motivo, os analistas da Empiricus aproveitaram para reforçar a recomendação de compra do papel. Atualmente, a Weg está presente na carteira “As Melhores Ações da Bolsa”, mas ela não é a única. 

WEGE3 e mais 10 recomendações para começar a investir hoje 

Além da Weg (WEGE3) você pode conhecer todas as recomendações da série “As Melhores Ações da Bolsa”, por meio do Empiricus+, a nova assinatura “streaming” da maior casa de análise independente do país.  

Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.  

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.  

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ e a todas as recomendações da série agora mesmo, basta clicar no botão abaixo: 

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Ibovespa ao vivo: bolsa brasileira bate os 195 mil pontos; veja 10 ações para comprar agora

9 de Abril de 2026, 17:14

Contrariando o cenário macroeconômico instável, o Ibovespa segue renovando máximas. Na tarde desta quinta-feira (09) o principal índice da bolsa brasileira chegou aos 195 mil pontos. E no acumulado da semana, o IBOV já registra uma alta de 4%. 

A disparada acontece em um contexto adverso para os ativos de risco. O conflito no Oriente Médio impacta as perspectivas de juros e ciclo corte da Selic. E apesar do anúncio do cessar-fogo temporário, na terça-feira (7), os ataques de Israel ao Líbano e a manutenção do fechamento do Estreito de Ormuz revelaram a fragilidade do acordo deixando os mercados globais menos otimistas.  

Assim, a resiliência do índice brasileiro chama atenção. Contudo, para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, o desempenho do Ibovespa mesmo diante de toda essa turbulência é uma sinalização clara de que “não será preciso muito esforço para o IBOV alcançar a tão sonhada marca dos 200 mil pontos”. 

Segundo Hungria, três pilares reforçam o viés construtivo para a bolsa brasileira e esta 10 ações são as mais preparadas para “surfar” esse momento, segundo o analista.  

Três pilares sustentam o Ibovespa rumo aos 200 mil pontos 

Assim como em outros mercados ao redor do mundo, a bolsa brasileira não está totalmente imune aos impactos do conflito no Oriente Médio. Contudo, Ruy explica que este não é o único fator que influencia o comportamento do Ibovespa neste momento.  

Há algum tempo o analista defende que existem três pilares que sustentam o rali da bolsa brasileira. O primeiro deles é a queda dos juros. Embora a escalada do preço do petróleo causada pelo fechamento do Estreito de Ormuz possa aumentar a inflação ao redor do mundo, por aqui a expectativa ainda é de um ciclo de cortes da Selic em 2026.  

Focus desta semana aponta que o mercado segue projetando uma taxa de juros de 12,5% este ano. Na prática, isso representa a possibilidade de uma redução de 2,25 pontos percentuais na Selic, atualmente em 14,75% ao ano.   

Outro pilar apontado pelo analista é o trade eleitoral. Nos últimos dias, as pesquisas de intenção de voto passaram a apontar possibilidade de empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro.  

Nesse contexto, a possível vitória de um candidato mais a direita é algo que anima o mercado. Na visão de muitos investidores, com Flávio Bolsonaro na presidência o país adotaria uma postura mais ortodoxa em relação à política fiscal e demais questões econômicas.  

Por fim, Hungria aponta que o terceiro pilar que sustenta o desempenho da bolsa brasileira é a continuidade de fluxo de capital estrangeiro. O ambiente de dólar mais fraco tem impulsionado a rotação de capital dos EUA para outros mercados estrangeiros. No caso do Brasil, o analista destaca que ainda temos um “trunfo” que é o valuation descontado das ações.  

De acordo com o analista, apesar da alta recente, algumas ações ainda negociam com múltiplos abaixo da média histórica

Nesse sentido, ele recomendou 10 ações para investir agora. 

Trata-se de papéis de qualidade que estão com desconto em seu preço, abrindo uma ótima janela para quem deseja se posicionar.  

E você pode conhecer todas essas recomendações de forma 100% gratuita.  Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia o acesso gratuito à carteira Top Picks. Para acessar, basta clicar neste link e realizar o seu cadastro. 

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Dólar em queda: ‘não vejo a cotação abaixo de R$ 5′, diz analista que recomenda se posicionar na moeda agora

9 de Abril de 2026, 17:04

Desde a quarta-feira (8), o dólar começou a recuar em relação ao real, tendência que se manteve até o fechamento deste texto, na tarde de quinta-feira (9). Na mínima intraday da quinta-feira, a cotação chegou a atingir R$ 5,06, o menor nível em dois anos.

De maneira geral, um câmbio mais baixo pode ser explicado pela maior oferta da moeda em solo nacional. O que explica esse maior fluxo de dólar em solo brasileiro agora, e até onde a queda da moeda pode ir?

Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, comentou o assunto na edição de quinta-feira (9) do programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Coincidência? Dólar em queda é concomitante às máximas históricas do Ibovespa nesta semana

Antes de abordar especificamente a cotação do dólar, é preciso relembrar os eventos que a acompanham. Em especial, os fatores que atraem o fluxo de investimentos estrangeiros para o Brasil no momento.

A tendência de queda coincide com a maior volatilidade das tensões da guerra do Oriente Médio. Na noite de terça-feira (7), os Estados Unidos anunciaram um cessar-fogo, que não foi totalmente confirmado por todas as partes envolvidas no conflito. 

Vale lembrar que o conflito no Oriente Médio está associado a fatores como:

  • Alta do preço do petróleo;
  • Maior sentimento de desconfiança dos investidores com a economia dos Estados Unidos, e
  • Pressão inflacionária ao redor do mundo, com a disrupção na cadeia de suprimentos.

Todos esses pontos convergem para o maior interesse do investidor estrangeiro em migrar parte do portfólio para o Brasil, que é um grande exportador de petróleo e outras commodities como a soja, por exemplo – refletindo também nas empresas representantes do setor na B3.

“Como o Brasil tem um mercado muito ‘pesado’ em commodities, os investidores estão buscando alternativas para se posicionar devido ao preço do petróleo, que não vai voltar aos níveis do começo de ano”, afirma Pacheco.

Segundo o analista, é provável que o barril de petróleo seja negociado na casa dos US$ 80 mesmo em um cenário de arrefecimento dos conflitos no Oriente Médio.

“Com isso, teremos as empresas de commodities entregando melhores resultados. E a bolsa brasileira, querendo ou não, tem esse peso importante”. Como principais exemplos, Pacheco cita Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), grandes conhecidas dos investidores.

Carry trade: o fator dos juros que continua a atrair fluxo estrangeiro para os ativos brasileiros

Além de ser um nome de peso para commodities, um outro fator que pode jogar “a favor” da entrada de fluxo estrangeiro no Brasil são os juros altos.

Para Pacheco, se os EUA optarem por interromper seu ciclo de corte de juros em meio às incertezas geopolíticas, é provável que o ciclo de cortes na Selic também seja interrompido no Brasil, mantendo os juros nos dois dígitos por aqui.

Esse cenário favorece o chamado carry trade: se o ambiente nos EUA acabar não favorecendo os ativos de risco por lá, o investidor pode “pegar seus recursos na moeda americana, investir no Brasil [a juros altos] e, com isso, se proteger da variação cambial”, segundo o analista.

“Quando calculamos a diferença do juro brasileiro para o americano, aqui [o juro] é muito alto, e ainda muito atrativo para o investidor”, conclui.

Até onde o dólar pode cair? Para analista, preço abaixo de R$ 5 é improvável

“Não sei se veremos [o dólar] abaixo de R$ 5”, afirma Pacheco. “Há muito tempo é falado que um ‘dólar de equilíbrio’ pode estar entre R$ 4,50 e R$ 4,80, mas toda vez que chega perto disso, ‘alguma coisa estoura’”.

Nesse caso, o analista dá um “conselho” a investidores que ainda não carregam posições em moeda forte ou ativos internacionais no momento, por estarem à espera de uma queda ainda maior do dólar: a indicação é começar o quanto antes.

“Para quem não tem nenhuma posição em dólar hoje, eu não esperaria muito mais para começar a montar”, afirma.

Pacheco indica que, no momento, o dólar um pouco mais baixo não é a única vantagem. “Penso não apenas no câmbio em si, mas também em encontrar oportunidades ‘lá fora’ com patamares de preço muito interessantes”, conclui.

No caso, para o analista, há ações internacionais de qualidade e descontadas no momento, o que pode abrir janelas de oportunidade para quem se posicionar a partir de agora.

Como montar uma carteira ‘dolarizada’? Conheça as recomendações de Enzo Pacheco para o momento

Enzo Pacheco é responsável pelas principais recomendações de ativos internacionais da Empiricus Research.

E se você é um dos investidores que deseja saber mais sobre como e onde investir em ativos internacionais, as indicações do analista estão disponíveis no Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

Essa é a sua chance de conhecer de perto as recomendações profissionais que podem moldar suas decisões de investimento.

E você ainda tem direito a 7 dias de acesso gratuito, para testar a plataforma sem compromisso. É só clicar no botão abaixo para começar:

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Quais ações ‘gringas’ comprar em meio ao conflito no Oriente Médio? Empiricus atualiza carteira internacional para abril; confira

7 de Abril de 2026, 12:00

O desempenho das bolsas globais nas últimas semanas tem sido fortemente influenciado pelo conflito no Oriente Médio. A cada sinal de arrefecimento ou intensificação no combate, os mercados reagem quase que instantaneamente.

Em meio às idas e vindas de Donald Trump e retóricas agressivas de todos os países envolvidos, como posicionar a parcela internacional da carteira de investimentos? Para responder a essa pergunta, a Empiricus acaba de atualizar a carteira de BDRs para abril.

Disparada do petróleo favorece setor energético — mas não só ele

Um dos focos do mercado no Oriente Médio é o Estreito de Ormuz, local pelo qual transita cerca de 20% da produção global de hidrocarbonetos. Com o fechamento do estreito, o petróleo disparou e chegou a perto dos US$ 120 por barril no início do mês — quase o patamar atingido no início da guerra entre Rússia e Ucrânia, em 2022.

Os tipos WTI e Brent da commodity encerraram março na casa dos US$ 100, uma valorização de 65% em relação ao início de 2026.

Fonte: Bloomberg e Empiricus

Em um cenário como este, era natural esperar que o setor energético fosse o grande destaque do primeiro trimestre, afirma o analista Enzo Pacheco, da Empiricus.

Mas além desse, outros setores mais defensivos também se destacaram, como o de Utilities, Materiais Básicos e Bens de Consumo. Segundo Pacheco, isso é explicado pelas preocupações acerca do impacto no poder de compra ao redor do mundo.

Na ponta negativa, ficaram as teses ligadas a crescimento ou expectativa de corte de juros. “Setores como Consumo Discricionário, Tecnologia e Financeiro, vistos com bons olhos até pouco tempo, ficaram nas últimas posições no trimestre”, destaca o analista.

Isso porque a perspectiva para a política monetária nos EUA piorou com todos os eventos ocorridos em março.

“A decisão tomada pelo Federal Reserve de manter a taxa de juros inalterada no intervalo entre 3,5% e 3,75% era amplamente esperada, mas a dissidência de apenas um membro do FOMC sinalizou uma menor disposição do BC americano em retomar os cortes no futuro próximo”, afirma Pacheco.

A percepção foi confirmada, ainda, pela falta de definição sobre o conflito no Oriente Médio e o impacto nos preços das commodities. “A curva de juros americana, que antes precificava de dois a três cortes até o fim do ano, passou a manter a taxa de juros nos níveis atuais pelo menos até meados de 2027”, completa o analista.

Nesse cenário, como montar a carteira internacional? 

Em meio ao cenário turbulento, o analista atualizou a carteira internacional da Empiricus Research para abril.

Deixaram o portfólio os papéis da Amazon (B3: AMZO34 | NYSE: AMZN), Alibaba (B3: BABA34 | NYSE: BABA) e Novo Nordisk (B3: N1VO34 | NYSE: NVO).

A saída da Alibaba se deu pela falta de gatilhos neste mês. “Mesmo os bons números do primeiro trimestre, no qual a companhia reportou crescimento de três dígitos no segmento de computação em nuvem, foram insuficientes para dar ânimo nos investidores”, explica.

Já no caso da Amazon, o analista entende que outras teses entre as big techs “estejam mais bem vistas pelos investidores, principalmente pela posição da companhia de comprometer seus fluxos de caixa no curto prazo com o objetivo de aumentá-los no futuro”, disse.

Por fim, a Novo Nordisk, fabricante do Ozempic, “continua sofrendo desde o início de 2026 com o aumento da concorrência e eficácia menor do que a esperada de medicamentos em fase de tese”, justifica Pacheco.

Para o analista, as saídas abriram espaço para “teses de melhor relação risco-retorno”.

Bem-vindas, Netflix, Nvidia e SLB

Nesse sentido, entraram na carteira as ações da Netflix (B3: NFLX34 | Nasdaq: NFLX), Nvidia (B3: NVDC34 | Nasdaq: NVDA) e SLB (B3: S1LB34 | NYSE: SLB).

“As novas adições buscam aproveitar níveis de preços importantes em algumas das principais empresas de tecnologia do mundo, assim como expor a carteira ao setor de Energia”, disse o analista.

Sobre a Netflix, o analista destaca a forte queda de mais de 30% que a ação sofreu desde o final de 2025, quando anunciou a aquisição da WarnerBros Discovery — no fim, no negócio não se concretizou.

“A decisão de sair do negócio, ao final de fevereiro, fez com que a ação recuperasse parte do valor. Entretanto, segue longe de suas máximas, e entendo que a divulgação de resultados possa servir de gatilho para apresentar novos ganhos”, afirmou.

No caso da Nvidia, a entrada na carteira se deve ao anúncio da empresa de que espera reportar receitas de mais de US$ 1 trilhão entre 2025 e 2027. Segundo o analista, isso significaria algo como US$ 500 bilhões de vendas somente no próximo ano — um crescimento de 60% em relação ao esperado para 2026.

“Passando a não apenas vender chips isolados, mas uma infraestrutura completa de IA, a empresa se posiciona no centro dessa nova onda tecnológica, capturando a crescente demanda por computação. Dessa forma, junto a um bom momento técnico, a companhia passa a integrar a carteira”, afirmou.

Por último, mas não menos importante, a alocação em SLB é fundamentada na “manutenção do preço do petróleo em níveis superiores ao observado no começo do ano, aliado a uma possível resolução dos conflitos no Oriente Médio que pode impulsionar a demanda por serviços de manutenção e expansão das atividades de upstream”, começa Pacheco.

“Neste contexto, a maior fornecedora global desse tipo de serviço tende a ser a principal beneficiada, dado seu histórico consolidado, expertise técnica e ampla gama de soluções”, conclui.

Grátis: acesse à carteira internacional da Empiricus completamente atualizada para abril

Agora você sabe três ações que compõem o portfólio internacional de abril da Empiricus Research. Mas não precisa parar por aqui.

Isso porque a Empiricus disponibilizou a carteira completa, com uma análise do cenário macroeconômico, de maneira 100% gratuita. Para isso, basta fazer seu cadastro no site da casa de análise.

Assim você ficará por dentro dos pesos de cada uma das 10 ações recomendadas, bem como suas teses e os motivos macroeconômicos que justificaram a escolha pelos ativos.

Vale destacar que todas as ações recomendadas também têm BDRs disponíveis na Bolsa brasileira. Ou seja, não é necessário abrir uma conta no exterior para investir nos ativos.

Para conferir todo esse material como uma cortesia da Empiricus Research, basta clicar neste link ou no botão abaixo e se cadastrar para ter acesso a este e outros conteúdos.

Não se preocupe, em nenhum momento você será cobrado para acessar às informações — mas pode ganhar, e muito, ao investir nas recomendações da casa. Bons investimentos!

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Ibovespa hoje: ameaças de Trump ao Irã trazem cautela aos mercados; veja o que esperar desta terça (7)

7 de Abril de 2026, 10:04

Todas as atenções estão voltadas para o prazo final imposto por Donald Trump, que condiciona qualquer acordo à reabertura do Estreito de Ormuz até o fim desta terça-feira, sob a ameaça explícita de ataques à infraestrutura iraniana.

O ultimato eleva o nível de tensão em um momento já delicado, marcado pela continuidade dos confrontos e pela ausência de um desfecho claro nas negociações. Trata-se de mais um prazo autoimposto pelo governo americano, o que reforça a imprevisibilidade do cenário e mantém os investidores diante de múltiplos caminhos possíveis, que vão desde uma eventual descompressão até uma escalada mais ampla do conflito.

Nos mercados, a proximidade desse deadline já se traduz em maior cautela. Embora as negociações sigam em curso, a incerteza ainda predomina, deixando os agentes altamente sensíveis ao fluxo de notícias. Mesmo considerando o histórico recente de adiamento de prazos, o risco de novos danos à infraestrutura, com potencial de prolongar a desorganização do mercado de petróleo, mantém o ambiente pressionado, com os mercados, mais uma vez, operando sob a lógica de esperar por maior clareza.

E os ataques realizados na madrugada de hoje às instalações militares na Ilha de Kharg, um hub logístico crucial para o escoamento de petróleo iraniano que já comentei neste espaço, pouco contribuem para o avanço do diálogo entre as partes e reforçam a aversão ao risco nos mercados nesta manhã de terça-feira.

· 00:52 — Combustível caro, conta fiscal mais cara ainda

No Brasil, seguimos acompanhando de perto o noticiário geopolítico, especialmente em um dia de agenda doméstica mais esvaziada, sendo o principal destaque da semana, do ponto de vista de dados, a divulgação do IPCA de março na sexta-feira.

Nesse contexto, ganha relevância o pacote anunciado pelo governo Lula para mitigar os efeitos da alta dos combustíveis. Trata-se de um conjunto amplo de medidas que combina subsídios e desonerações com o objetivo de conter o repasse inflacionário, incluindo subvenções ao diesel (tanto importado quanto nacional), incentivos ao gás de cozinha e alívio ao setor aéreo, além da oferta de crédito. O custo estimado desse pacote pode chegar superar a marca de R$ 30 bilhões.

A estratégia oficial parte do pressuposto de que esse impacto fiscal será compensado pelo aumento de arrecadação decorrente da própria alta do petróleo, por meio de royalties, impostos e participações especiais, potencialmente somando até R$ 40 bilhões, além de medidas adicionais, como a elevação de tributos sobre cigarros.

Ainda assim, a viabilidade desse equilíbrio levanta questionamentos, especialmente em um contexto de ano eleitoral, no qual há maior propensão à adoção de medidas voltadas ao curto prazo, como forma de conter a queda de popularidade, evidenciada por pesquisas recentes, como a Ipsos-Ipec do final de semana, entre outras. Esse movimento tende a pressionar ainda mais um quadro fiscal já fragilizado, dificultando o cumprimento das metas fiscais. Em última instância, isso eleva o custo do ajuste que se desenha como inevitável nos próximos anos, especialmente a partir de 2027.

· 01:47 — Tentando separar o joio do trigo

Nos Estados Unidos, os mercados iniciaram a semana em alta moderada, apoiados por dados econômicos mais favoráveis, com destaque para o relatório de emprego da última sexta-feira, que veio mais forte do que o esperado (afastando o medo de recessão), mas seguem operando em compasso de espera diante da guerra com o Irã e do prazo estabelecido pelo governo americano para um possível acordo.

O ambiente segue sendo de cauteloso: há algum alívio nos preços, mas os investidores continuam atentos ao risco de mudanças de narrativa. Ao mesmo tempo, o posicionamento em ações se tornou mais leve, refletindo a redução recente de exposição, embora ainda sem sinais de capitulação mais ampla por parte do mercado.

Nesse contexto, a agenda americana da semana ganha importância adicional e deve ajudar a calibrar o humor dos investidores. O foco recai sobre o início da temporada de balanços, os dados de bens duráveis e, sobretudo, a divulgação do índice de inflação (CPI), que tende a ser a primeira leitura mais completa dos efeitos do choque energético recente sobre os preços. Além disso, indicadores de expectativas de inflação e discursos no Federal Reserve entram no radar em um momento no qual o mercado busca responder a uma pergunta central: até que ponto a economia americana continua resiliente em meio a um ambiente potencialmente inflacionário?

· 02:31 — Negociação aos 45 do segundo tempo

O presidente Donald Trump intensificou a pressão sobre o Irã ao condicionar qualquer acordo à reabertura do Estreito de Ormuz dentro de um prazo definido, elevando o tom das ameaças e mencionando a possibilidade de ataques à infraestrutura crítica do país se não houver algum acordo até a noite de hoje.

Apesar de indicar que as negociações avançam, as exigências permanecem rígidas, enquanto o Irã demonstra resistência a propostas temporárias e mantém suas ações militares na região. Em paralelo, a Organização das Nações Unidas alertou para o risco de violação do direito internacional diante de eventuais ataques a alvos civis, ao mesmo tempo em que busca viabilizar uma resolução mais branda no Conselho de Segurança para garantir a navegação na região, ainda sujeita a possíveis vetos de países como Rússia e China.

Nos mercados, esse ambiente se traduz em uma combinação de tensão e incerteza. O petróleo voltou a subir ontem em meio à volatilidade, enquanto as bolsas perderam fôlego diante da proximidade do prazo imposto e da ausência de maior clareza sobre um desfecho. Ainda assim, a continuidade das negociações, mediadas por países como Egito, Paquistão, Turquia e Omã, sustenta a expectativa de um eventual cessar-fogo, ainda que temporário, o que ajuda a evitar movimentos mais abruptos nos ativos. Em síntese, o cenário segue instável, com os mercados oscilando entre a perspectiva de avanço diplomático e o risco concreto de uma nova escalada do conflito.

· 03:26 — Problemas com crédito

Em sua carta anual aos acionistas, Jamie Dimon destacou um conjunto de riscos relevantes para a economia global, que vão desde tensões geopolíticas até inflação persistente, passando por fragilidades no mercado de crédito privado e limitações no arcabouço regulatório.

Na sua avaliação, a inflação pode se consolidar como o principal desafio do ano caso desacelere de forma mais lenta do que o esperado, pressionando tanto as taxas de juros quanto o preço dos ativos. Ao mesmo tempo, ele chama atenção para uma mudança de comportamento dos investidores, que começam a retirar recursos do crédito privado, uma classe de ativos estruturalmente menos líquida, o que já gera sinais de estresse e dinâmicas que, ainda que incipientes, lembram movimentos típicos de corrida por liquidez, como já discutimos por aqui.

Apesar desse pano de fundo mais desafiador, o crédito privado, ao menos por ora, não configura um risco sistêmico, sobretudo em função de seu tamanho relativamente menor quando comparado a outros mercados.

Ainda assim, vale o alerta para a deterioração gradual dos padrões de concessão de crédito, o que pode amplificar perdas em um eventual ciclo adverso. Episódios recentes envolvendo a Blue Owl Capital ilustram bem esse momento mais sensível, com queda expressiva das ações e restrições a resgates diante do aumento da demanda por liquidez. Em síntese, o cenário não aponta para uma crise iminente, mas revela um ambiente mais frágil, em que a combinação de menor liquidez, ajustes estruturais e riscos macroeconômicos exige uma postura mais atenta e criteriosa por parte dos investidores.

· 04:13 — Preocupação eleitoral

Os republicanos conquistaram em 2024 o controle simultâneo da Casa Branca e do Congresso, o que lhes permitiu avançar de forma mais coordenada em sua agenda política. Esse cenário, no entanto, pode começar a se reverter já nas eleições de meio de mandato de 2026. As projeções atuais apontam para uma probabilidade elevada de os democratas retomarem o controle da Câmara dos Representantes, dado que necessitam de um número relativamente pequeno de cadeiras e contam com vantagem nas pesquisas, além de um histórico que favorece o partido fora do poder nesses ciclos eleitorais.

Mesmo considerando possíveis ajustes distritais que possam suavizar perdas republicanas, o cenário-base ainda sugere uma mudança de controle na Câmara, ainda que com alguma margem para variações ao longo da campanha.

Por outro lado, o Senado apresenta uma dinâmica distinta, com os republicanos em posição mais confortável para preservar a maioria. Isso se deve ao fato de que a maior parte das cadeiras em disputa está localizada em estados tradicionalmente conservadores, restando poucos casos efetivamente competitivos.

Nesse contexto, o desfecho mais provável é o de um Congresso dividido, com democratas controlando a Câmara e republicanos mantendo o Senado. Esse arranjo tende a exigir maior grau de negociação bipartidária para a aprovação de medidas legislativas e pode intensificar disputas institucionais, especialmente caso o Executivo busque ampliar sua margem de atuação sobre o orçamento (já muito apertado). Como resultado, o ambiente político-fiscal nos Estados Unidos tende a se tornar mais complexo, com potenciais implicações para a previsibilidade das políticas públicas nos próximos anos.

· 05:07 — Um orçamento de trilhão

Os gastos militares globais seguem em trajetória de expansão, refletindo um ambiente geopolítico progressivamente mais tensionado. A China, por exemplo, multiplicou seu orçamento de defesa por 13 vezes nas últimas três décadas e continua elevando seus investimentos, enquanto o Oriente Médio ampliou seus gastos para cerca de 4,3% do PIB, movimento impulsionado sobretudo por Israel após os ataques de 2023.

Na Europa, países liderados pela Alemanha aceleram seus orçamentos em ritmo recorde, em resposta tanto às tensões com a Rússia quanto à menor previsibilidade do apoio americano. Esse processo não ocorre de forma isolada: outras economias relevantes, como a Índia, também avançam em seus programas militares, reforçando uma tendência global clara de rearmamento e modernização das forças de defesa.

Ainda assim, nenhum país se aproxima da escala dos Estados Unidos. Em 2025, Washington destinou cerca de US$ 921 bilhões à defesa, praticamente o equivalente à soma dos 14 maiores orçamentos seguintes, e já sinalizou a intenção de elevar esse montante para US$ 1,5 trilhão em 2027, um salto de 44% que, se aprovado, representará o maior nível de gasto militar da história moderna.

Esses recursos devem ser direcionados à recomposição de estoques, expansão da frota naval e desenvolvimento de sistemas avançados, como a chamada “Cúpula Dourada” de defesa antimísseis, além de potencialmente se somarem a outros US$ 200 bilhões relacionados ao conflito com o Irã. Em síntese, embora o rearmamento seja um fenômeno global, os EUA seguem operando em uma liga própria, consolidando sua liderança absoluta em capacidade militar e investimento em defesa.

Para o investidor, a implicação desse cenário é relativamente direta. Em um mundo mais instável e marcado por orçamentos militares estruturalmente mais elevados, o setor de defesa deixa de ser apenas uma oportunidade cíclica e passa a se afirmar como uma tese estrutural de longo prazo.

Nesse contexto, ETFs temáticos focados em aeroespacial e defesa, como o Select STOXX Europe Aerospace & Defense (EUAD), o Global X Defense Tech (SHLD) e o First Trust Indxx Aerospace & Defense (MISL), surgem como instrumentos eficientes para capturar essa tendência por meio de uma exposição diversificada.

No Brasil, o iShares U.S. Aerospace & Defense ETF (BDR: BAER39) cumpre papel semelhante, oferecendo acesso a esse tema de forma simples e acessível. Ainda assim, a disciplina na alocação permanece fundamental: posições individuais entre 1% e 2,5% da carteira, com limite agregado próximo a 5% para o tema, ajudam a equilibrar o potencial de retorno com uma gestão de risco adequada, respeitando tanto o caráter estrutural da tese quanto a volatilidade inerente ao setor.

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Onde investir em abril? Após queda de 7% em março, ação segue nas Top Picks de abril da Empiricus

7 de Abril de 2026, 10:00

Março foi um mês com muitos assuntos na pauta, como os resultados do 4T25 e o primeiro corte da Selic em 10 meses. Mas tudo isso foi “ofuscado” pela guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, que se tornou um dos principais obstáculos para o bom desempenho dos ativos de risco domésticos. Assim, a pergunta de muitos investidores agora é: onde investir em abril?

Devido aos conflitos no Oriente Médio, em março, a bolsa brasileira registrou o primeiro mês negativo desde julho de 2025. No acumulado, o Ibovespa, principal índice de ações de país, encerrou o mês com uma queda de –1%.

Contudo, Ruy Hungria, analista da Empiricus Research acredita que, diante de todo esse cenário, “o Brasil ficou até mais atrativo”. Assim, na carteira Top Picks 10 ações, Hungria recomendou um papel que caiu mais de 7% em março. Veja a seguir o motivo.

Pilares para investir na bolsa brasileira seguem ‘de pé’

Em março, o principal responsável pelo recuo na bolsa brasileira foi o conflito no Oriente Médio. As tensões entre Estados Unidos e Irã escalaram e aumentaram as incertezas por parte dos investidores.

Esse contexto, trouxe maior aversão ao risco para os mercados. Olhando para o Brasil, especificamente, o fechamento do estreito de Ormuz — rota de escoamento de 20% da produção global de petróleo — fez o preço da commodity disparar e colocou em xeque o ritmo de cortes da Selic.

Vale lembrar que, a redução dos juros era vista como um dos principais gatilhos para a bolsa brasileira em 2026. Mas apesar desse obstáculo na flexibilização monetária, Ruy Hungria aponta que “boa parte dos pilares que sustentam a valorização do Ibovespa seguem de pé”.

O primeiro deles é o fluxo estrangeiro. Só em março os investidores gringos aportaram R$ 8 bilhões no Brasil. E a expectativa do analista é de que esse de diversificação fora dos EUA se mantenha.

Além disso, ele aponta que o gatilho eleitoral ganhou força após as últimas pesquisas mostrarem Flávio Bolsonaro empatado — e em alguns cenários, ligeiramente à frente— com Lula. A ideia de que um candidato mais à direita vença poderia resultar em uma condução mais ortodoxa da política fiscal.

Um terceiro pilar apontado pelo analista é o valuation das ações. Hungria aponta que os múltiplos das empresas brasileiras, seguem abaixo da média. Segundo ele, neste momento há excelentes companhias com desconto em suas ações.

Nesse sentido, uma das recomendações da carteira Top Picks de Abril foi uma ação que caiu mais de 7% em março.

Itaú (ITUB4) e outras 9 ações para investir em abril

Entre as recomendações da Empiricus para comprar este mês estão os papéis do Itaú (ITUB4), que caiu 7% no último mês devido à aversão ao risco diante dos conflitos no Oriente Médio.

Contudo, Hungria aponta que a ação foi mais penalizada do que deveria, especialmente em comparação com os seus pares. Além disso, apesar do recuo, não houve mudanças na tese do bancão.

O analista destaca que o Itaú mantém capacidade de antecipar ciclos de crédito, maior eficiência e foco na experiência do cliente.  

Assim, apesar da queda, o Itaú segue entre as Top Picks recomendadas pela Empiricus. Contudo, além do banco, a carteira conta com outras 9 ações que você pode conhecer de forma 100% gratuita.  

Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia o acesso gratuito à carteira Top Picks com as recomendações de abril. Para acessar, basta clicar neste link e realizar o seu cadastro.

Ao fazer isso, você também terá acesso as seguintes indicações da casa:

  • Ações para buscar dividendos;
  • Fundo Imobiliários;
  • Ações internacionais (BDRs);
  • Carteira de renda extra; e
  • Renda fixa.

Para conhecer agora mesmo as outras 9 ações recomendadas junto com Itaú e as demais indicações da Empiricus para este mês, basta clicar no botão abaixo:

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Apple (AAPL34) completa 50 anos de inovações e bilhões de produtos vendidos; ações da ‘maçã’ ainda são um bom investimento?

6 de Abril de 2026, 16:36

A Apple (AAPL34) “assoprou” as velinhas dos 50 anos. A empresa que nasceu das mentes de Steve Jobs e Steve Wozniak em uma garagem em Los Altos, na Califórnia, revolucionou o mercado de tecnologia com seus dispositivos inovadores, intuitivos e reconhecidos pelo apreço estético.

De lá para cá, a empresa “da maçã” construiu um legado de inovação que transformou hábitos de consumo e comunicação com números notáveis:

  • US$ 3,6 trilhões em valor de mercado;
  • 2,5 bilhões de dispositivos ativos pelo mundo;
  • 166 mil funcionários.

Como relembra o analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, a Apple completou 50 anos consolidada como uma das companhias mais bem-sucedidas da história, “resultado de uma trajetória marcada por produtos que redefiniram a forma como interagimos com a tecnologia”.

O analista destaca especialmente o iPhone, responsável por integrar diversas funções em um único dispositivo, mudando o cotidiano das pessoas. O celular, lançado em 2007, deu origem a um ecossistema robusto. “Com produtos como o Apple Watch e outros dispositivos conectados a fidelização do usuário é reforçada e ampliam o valor ao longo do tempo”, comenta Spiess.

Além disso, a companhia também expandiu em outras vertentes dentro de seus produtos, como no setor de jogos (Arcade), música (Apple Music) e streaming de esportes e séries e filmes, inclusive de produção autoral (Apple TV+).

Apple: iPhone, IA e desafios

No pódio, entretanto, o iPhone “não arredou o pé” da posição de principal motor de receitas da Apple. Segundo Spiess, esse aspecto faz parte do principal desafio da companhia: “por mais dominante que o iPhone ainda seja, não deve sustentar sozinho o crescimento da companhia e o mercado já começa a questionar qual será o próximo grande ciclo de inovação”.

Mais evidente com o avanço da inteligência artificial (IA), a Apple parece estar diante de um marco desafiador e precisa mostrar seu potencial de inovação e transformação.

“Ainda assim, a Apple segue avançando em novas frentes, como dispositivos dobráveis, computadores mais versáteis e soluções de realidade aumentada, ao mesmo tempo em que se apoia em um dos ecossistemas mais fortes e engajados do mundo”, comenta Spiess.

Por isso, mesmo diante das incertezas naturais de uma empresa madura, o analista ainda enxerga que há uma combinação de marca, capacidade de inovação e uma base de usuários altamente fiel que preserva um potencial relevante de geração de valor. “Isso sustenta uma visão construtiva para as BDRs da companhia (AAPL34) no longo prazo”, aconselha.

Este estudo debruçado sobre a Apple é apenas uma pequena amostra do que o investidor da Empiricus tem acesso diariamente. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, a equipe de analistas da casa está sempre atenta às melhores oportunidades de investimento nos mais diferentes setores.

Apple e mais ações para investir, segundo carteiras da Empiricus; veja como acessar teste grátis liberado por 7 dias

Junto com Spiess, as análises da Apple e demais empresas internacionais são feitas pela equipe de analistas da Empiricus Research.

Na hora de selecionar empresas para investir, Spiess e a equipe de analistas da Empiricus Research “arregaçam as mangas” para fornecer as melhores opiniões profissionais. Todos os dias, eles aprofundam nas minúcias de cada setor, a fim de elaborar boas teses de investimento conectando perspectivas micro e macroeconômicas.

Longe do “economês” complexo, os analistas cobrem os principais assuntos das empresas “traduzindo” e indo direto ao ponto no que o investidor pessoa física precisa saber.

E o melhor vem agora: a Empiricus Research está oferecendo um combo especial para quem quer investir melhor e sob boas orientações. São 11 assinaturas no total, que reúnem diversas estratégias em um só pacote: carteiras de ações, fundos imobiliários, títulos de renda fixa, day trade, small caps e mais.

Desde estratégias de curtíssimo prazo até portfólios de dividendos para quem quer viver de renda em alguns anos. Tudo isso por apenas 12x de R$ 14,90, ou R$ 19,90 mensais.

Se ficou interessado, saiba que agora é possível ficar por dentro das principais assinaturas da casa de forma fácil e com 7 dias de teste.

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‘Chega de construtoras’? Por ora, carteira mensal de renda extra da Empiricus prioriza outros setores; veja como acessar o portfólio gratuitamente

6 de Abril de 2026, 15:00

Duas atualizações consecutivas na carteira de renda extra da Empiricus Research balançaram com o posicionamento no mercado imobiliário do portfólio. Após retirar as ações da Direcional (DIRR3) em fevereiro, os analistas optaram por mais uma troca, desta vez com saída da Cyrela (CYRE3).

“Diante da volatilidade prospectiva associada a ativos mais sensíveis à curva de juros, e considerando que já carregamos exposição relevante à queima de prêmio, optamos por ajustar a carteira”, explica Matheus Spiess, analista de macroeconomia que encabeça o portfólio.

Assim, uma nova ação de um segmento “vizinho” às ações CYRE3 e DIRR3 agora ganha espaço na carteira de ações de abril.

Analistas preferem companhia mais resiliente à volatilidade do cenário atual

A nova adição da carteira para o mês de abril é uma companhia do mesmo “guarda-chuva” de imóveis. Entretanto, o analista identifica que ela deverá ter um menor grau de sensibilidade aos juros.

A proposta é manter a exposição do portfólio a um cenário de melhora nas condições de juros, que permanece como a hipótese base da casa, mas com ações menos sensíveis caso o ambiente macro continue se deteriorando, especialmente diante das incertezas no Oriente Médio.

“Ainda que nossa expectativa central seja de melhora gradual, entendemos que os riscos de piora não podem ser ignorados”, explica Spiess.

Por isso, a nova escolha figura entre as maiores e mais bem administradas companhias de shopping centers do Brasil. Alguns de seus pontos fortes são:

  • Um portfólio de ativos premium, em regiões de renda elevada e maior potencial de crescimento;
  • Histórico consistente de execução operacional, selecionando bons ativos e mantendo níveis elevados de ocupação;
  • A capacidade de conduzir expansões com risco comercial controlado;
  • Uma disciplina na alocação de capital, focada na geração de valor para o acionista.

Todos esses pontos refletem em benefícios que Spiess considera atrativos. Além disso, o analista aponta que a empresa está posicionada de forma favorável diante de um nível de endividamento que deve ampliar os benefícios da redução do custo financeiro, ainda que superior a alguns pares do setor.

“Esse contexto já reflete nos resultados mais recentes. No 4T25, a companhia apresentou desempenho acima das expectativas do mercado, reforçando a qualidade de seus ativos e de sua gestão”, relembra Spiess.

Naturalmente, o analista reconhece que sempre há riscos a serem monitorados. Isso, tanto por um contexto de possível reversão na trajetória de queda dos juros, como de uma desaceleração econômica mais intensa.

Contudo, além dos pilares mencionados, a confiança na tese reside sobre a atuação da companhia em um segmento resiliente da economia, o que reduz a vulnerabilidade da carteira a choques adversos. Nesse contexto, a substituição reforça a consistência da estratégia, privilegiando um posicionamento mais equilibrado neste momento.

Conheça a carteira de renda extra da Empiricus gratuitamente – e confira as atualizações de abril

O portfólio renda extra da Empiricus Research é atualizada mensalmente, conferindo a manutenção da composição focada em geração de renda, qualidade e previsibilidade. O objetivo é que os investidores consigam capturar valorização em cenários construtivos, enquanto recebem proventos recorrentes.

No momento, os analistas consideram que o cenário ainda carrega um grau relevante de incerteza, com riscos associados a uma possível escalada mais ampla do conflito no Oriente Médio.

“Nesse contexto, reforçamos a importância de uma carteira mais robusta, com ativos de maior qualidade e previsibilidade, capaz de atravessar períodos de maior volatilidade com menor deterioração”, informa o relatório do portfólio em abril.

Esse olhar é direcionado não apenas para a seleção de ações de empresas, como também para alguns ativos das classes de renda fixa e fundos imobiliários que compõem o portfólio. Alguns deles, muito interessantes como esses:

  • Um fundo de infraestrutura cujo retorno pode chegar a IPCA+10,50% ao ano;
  • Um fundo imobiliário (FII) de papel, focado na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com remuneração média de IPCA + 8,1% ao ano e CDI + 3,2% a.a..

Esses são apenas alguns exemplos do que você vai encontrar na carteira de renda extra da Empiricus Research. A boa notícia é que você pode conferir o portfólio completo sem pagar nenhum centavo, acessando a carteira através da área logada da Empiricus Research.

Para isso, é só cadastrar o seu e-mail no botão abaixo e conferir a plataforma com acesso à carteira de renda extra de abril e outros portfólios mensais:

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Sai Cyrela (CYRE3), entra SLC Agrícola (SLCE3): veja mudanças na carteira de dividendos da Empiricus para abril 

6 de Abril de 2026, 13:53

A Empiricus Research trouxe novidades para sua carteira de dividendos no mês de abril. Considerando o contexto complexo que envolve o mercado no momento – especialmente por conta da guerra no Oriente Médio –, a casa entende que é preciso revisitar a curadoria de ações selecionadas.

A capacidade de uma empresa de gerar bons dividendos aos seus acionistas depende fortemente de sua performance ao longo do ano. De quebra, o conflito entre EUA e Irã exerce influência sobre as principais ações brasileiras – umas na ponta beneficiada, outras na ponta mais negativa.

Enquanto guerra piora perspectivas para a Selic, segredo está na seletividade de ações para investir

O Ibovespa fechou o mês de março em queda de 0,9%, a primeira queda mensal desde julho de 2025. Isso porque o conflito geopolítico tem pressionado a cadeia global de suprimentos, e as expectativas inflacionárias ao redor do mundo. Inclusive, no Brasil, esse cenário piorou as perspectivas para o ciclo de cortes na taxa Selic.

“Se começamos o ano com uma perspectiva de ver a Selic em 12% no fim de 2026, agora esse número já foi revisado para 13,5%-13,75%, e pode subir mais a depender da extensão do conflito. Ainda que o Copom tenha cortado 25 bps em março e indicado mais cortes pela frente, a guerra pode acabar forçando menos cortes, a depender da dinâmica da inflação nos próximos meses”, afirmam os analistas em relatório do último dia 1º de abril.

Mas apesar desse cenário ser uma possível má notícia para os ativos de risco, especialmente ações de empresas mais alavancadas, ainda há fatores que “jogam a favor” dos ativos brasileiros.

“O Brasil ainda permanece entre os poucos países que verão seus juros caírem nesse ano”, afirmam os analistas, que também indicam que os principais pilares da tese de investimentos no Brasil “seguem de pé”:

  • Valuation atrativo;
  • Diversificação geográfica para fora dos Estados Unidos;
  • Possível mudança de pêndulo político nas eleições presidenciais de outubro.

Logo, na hora de investir, o segredo está na seleção das ações certas. “Seguimos construtivos com ações brasileiras, mas entendemos que o contexto ainda exige muita seletividade, com papéis menos dependentes do afrouxamento monetário, que tenham claras vantagens competitivas e posições de destaque em seus setores”, concluem.

Petrobras (PETR4) e SLC Agrícola (SLCE3) estão entre as principais recomendações do mês para buscar dividendos

Para abril, um dos destaques é a recomendação de Petrobras (PETR4), que vem de uma toada positiva, ajudada pela forte valorização do petróleo. As ações acumularam alta de 18% em março, e podem continuar sendo beneficiadas esse mês.

Além disso, os analistas indicam que PETR4 é uma das teses que “mais podem se beneficiar do cenário eleitoral brasileiro”. Com dividend yield (DY) esperado de 9% para 2026, os papéis seguem entre as principais apostas da casa para buscar proventos.

Por outro lado, a Cyrela (CYRE3), que esteve na carteira durante os meses de fevereiro e março, está entre os destaques negativos, segundo os analistas.

O setor imobiliário, altamente sensível aos juros, foi um dos primeiros a sentir os impactos da piora nas perspectivas para a taxa Selic – e as ações da Cyrela estiveram entre as mais afetadas, caindo 11% na B3 em março.

Com isso, CYRE3 saiu para dar lugar a uma nova recomendação na carteira: a SLC Agrícola (SLCE3), que, na visão da Empiricus, é uma ação que está andando na “contramão” das demais no setor do agronegócio.

Apesar de prever um aumento na ordem de 9,2% em seus custos para a safra 2025/2026, muito devido às disrupções causadas pela guerra, a SLC Agrícola está bem-posicionada para compensá-los.

Além disso, a Empiricus prevê um DY em torno de 3,6% para SLCE3 ao final de 2026. Com isso, ela se junta à Petrobras (PETR4) e outras 6 ações selecionadas para a carteira de dividendos da casa em abril.

A carteira recomendada, que já acumula DY de 5,3% em 2026 até aqui, tem o objetivo de entregar, aos investidores em busca de bons proventos na carteira, uma curadoria de papéis com:

  • Capacidade de geração de caixa livre (GCL) comprovada;
  • Distribuição de proventos sustentáveis;
  • “O benefício dos juros compostos” (compounding).

Essa foi apenas uma “amostra” do que você encontra no relatório completo da carteira de dividendos da Empiricus, que traz a tese completa por trás de todas as ações selecionadas.

E a boa notícia é que o relatório completo está disponível para você gratuitamente.

Gratuito: acesse o relatório completo da carteira de dividendos da Empiricus Research

A carteira de dividendos da Empiricus Research, na íntegra, está disponível como cortesia a todos os leitores deste texto.

Para acessá-la, basta fazer um cadastro gratuito clicando no botão ao final da matéria.

Essa é a sua chance de conhecer recomendações profissionais para os seus investimentos e buscar bons retornos a partir desse mês. Lembrando que o acesso é grátis, e o processo é simples e rápido:

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Analista da Empiricus explica novo cenário da geopolítica e indica estratégia que pode se beneficiar

3 de Abril de 2026, 09:00

O mundo mudou em relação ao que os investidores conheceram até pouco tempo atrás. A guerra no Oriente Médio é uma mostra disso. Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, explica: “mesmo que o conflito atual acabe, o pano de fundo segue marcado por tensões geopolíticas, reorganização de cadeias globais e disputas entre grandes potências”.

Ray Dalio, grande investidor e bilionário norte-americano, escreveu recentemente um artigo para a Fortune em que fala sobre uma transição da ordem mundial de relativa paz para outra marcada por conflitos entre potências.

A geopolítica e a economia não são mais as mesmas. Assim, não faz sentido carteiras de investimentos continuarem como antes – esperando o crescimento de empresas de tecnologia, o controle da inflação e a queda dos juros.

Veja mais: Mudanças no cenário chamam a atenção, mas abrem oportunidades para investimento que ainda não recebeu a devida atenção do mercado; entenda aqui

Estreito de Ormuz no centro do novo cenário

Para entender melhor o contexto, é importante lembrar que o fechamento do Estreito de Ormuz tem sido caracterizado como o maior choque de petróleo da história, uma visão que se espalha na imprensa e entre especialistas, como Ian Bremmer, do Eurasia Group.

Spiess detalha em relatório que o local é rota de aproximadamente 20 milhões de barris por dia, o equivalente a cerca de 20% da oferta global.

Diferentes países buscam soluções para amenizar o problema, mas na melhor das hipóteses, faltaria “algo entre 12,6 e 13,4 milhões de barris por dia, ou 13% do consumo do mundo”. É essa assimetria que pressiona os preços da commodity ao redor dos US$ 100 por barril do tipo brent.

E nem só de petróleo vive Ormuz. Outros produtos passam pelo estreito, como fertilizantes agrícolas, que também têm a produção concentrada na região. O analista cita o Brasil como exemplo, onde, de todos os químicos desse tipo consumidos no país, 40% vêm do Golfo Persa.

“Na prática, esse movimento se traduz em um aumento relevante do custo de produção agrícola ao redor do mundo, com efeitos diretos sobre os preços dos alimentos.”

Entenda: Disrupção de cadeias de produção e conflitos entre potências estão entre os combustíveis para a alta de um investimento específico; conheça em detalhes quem se beneficia desse cenário

O que mais deixa o petróleo caro

Apesar de as paralizações no Estreito de Ormuz terem um impacto significativo para o petróleo e, consequentemente, para grande parte do mercado de energia, os problemas em torno do conflito são maiores do que ele.

A guerra está em sua quinta semana, e Spiess lembra de algo importante: quando ocorreram os primeiros ataques, a Casa Branca e o Pentágono anunciaram que tudo acabaria no período de quatro a seis semanas.

O prazo ainda é válido, mas não há sinais de que a solução chegará até o dia 4 de abril.

O analista da Empiricus Research explica que em mercados sensíveis a choques de oferta, como é visto hoje, “a dificuldade de antecipar a duração e a intensidade do conflito sustenta um prêmio relevante nos preços de energia”.

Em resumo, no momento geopolítico atual, diversos fatos contribuem para mudanças na economia e nos investimentos.

VEJA COMO INVESTIR DIANTE DA NOVA GEOPOLÍTICA

O que muda para os investidores

O mundo passou por um período de concentração dos investimentos em empresas de tecnologia. Foi nesse momento que surgiram termos como “big techs“, para as grandes corporações do ramo, e “sete magníficas“, que se refere às maiores delas nos EUA – Google, Amazon, Apple, Meta, Microsoft, Nvidia e Tesla.

Um relatório do Bank of America aponta que, juntas, essas empresas somavam US$ 20,9 trilhões em valor de mercado no final de 2025, um valor maior até mesmo que o PIB brasileiro, que encerrou o último ano em R$ 12,7 trilhões.

Porém, as coisas mudaram. “Vivemos um ambiente global mais fragmentado, marcado por episódios recorrentes de tensão e disrupção, o que altera o paradigma de alocação”, explica Matheus Spiess.

O analista aponta que ativos de outras áreas passaram a ter uma relevância não só como “oportunidades táticas” para a carteira, mas de forma estrutural dentro do portfólio.

“Em um ambiente marcado por disputas geopolíticas e choques recorrentes, as convicções passam a moldar decisões econômicas e, no limite, preços.”

Como investir no novo cenário geopolítico

Existe uma saída para a carteira, mesmo diante das tensões geopolíticas e mudanças nos mercados. Há um investimento que pode se beneficiar nesse cenário.

“Para o investidor, a assimetria é clara: partimos de níveis historicamente deprimidos em um cenário que se torna progressivamente mais favorável, sugerindo que este pode ser menos um trade circunstancial e mais o início de um ciclo mais amplo de valorização”, explica Matheus Spiess sobre o investimento.

Em resumo, trata-se de algo que estava relativamente de lado no mercado financeiro, mas que tem visto o jogo começando a virar e vislumbra um grande potencial de ganhos pela frente.

Para conhecer esse investimento em detalhes e entender melhor como ele pode se beneficiar das mudanças em curso, clique no botão abaixo:

Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability). Os Exchange Traded Funds (ETFs) são fundos de investimento que buscam refletir o desempenho de um índice de referência. Embora negociados em bolsa como ações, os ETFs apresentam riscos específicos, tais como variações no valor das cotas, diferença entre o desempenho do ETF e do índice (“tracking error”), liquidez variável no mercado secundário, e, quando aplicável, riscos associados à exposição internacional, cambial ou setorial. ETFs que utilizam derivativos, replicação sintética, alavancagem ou estratégias ativas podem apresentar riscos adicionais, que devem ser compreendidos previamente pelo investidor. A negociação de cotas em bolsa pode ocorrer por valores superiores ou inferiores ao valor patrimonial das cotas (NAV). Aspectos tributários podem variar conforme o tipo de ETF, a jurisdição do índice de referência e o perfil do investidor. A rentabilidade passada não representa garantia de resultados futuros. Assim, não é possível prever o desempenho futuro de um investimento a partir da variação de seu valor de mercado no passado. A RENTABILIDADE DIVULGADA NÃO É LÍQUIDA DE IMPOSTOS. Não há garantia de que os investidores vão obter lucros, nem responsabilização pelas perdas. FUNDOS DE INVESTIMENTO NÃO CONTAM COM GARANTIA DO ADMINISTRADOR, DO GESTOR, DE QUALQUER MECANISMO DE SEGURO OU FUNDO GARANTIDOR DE CRÉDITO – FGC. LEIA O PROSPECTO E O REGULAMENTO ANTES DE INVESTIR.

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‘Memebot Flash Million’ vai rastrear, a cada 7 dias, uma nova operação com potencial de fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses; veja como participar

2 de Abril de 2026, 11:46

Enquanto muita gente ainda trata as memecoins como algo passageiro ou como ativos sem potencial, há investidores atentos explorando justamente o seu maior diferencial: a volatilidade.

O que antes era visto apenas como uma curiosidade impulsionada por memes ganhou espaço e relevância dentro do mercadode criptomoedas. Hoje, essas moedas já provaram que podem valorizar de forma explosiva em questão de minutos, reagindo rapidamente a tendências, notícias e ao ritmo acelerado do hype nas redes.

A partir dessa dinâmica nasceu o Memebot, ferramenta que une automação, análise e estratégia para tentar capturar as próximas valorizações exponenciais.

Desenvolvida pelos especialistas no setor da Empiricus Research, a estratégia tem um objetivo muito claro: fazer R$ 3,5 mil virarem até R$ 1 milhão em 12 meses.

A seguir, é possível entender melhor como isso funciona.

‘Memebot Flash Million’: automação com foco no primeiro milhão com criptomoedas

A especialista de criptoativos da Empiricus Research, Heloisa Mendonça, possui um currículo de mais de 6 anos cuidando de patrimônios com criptomoedas. Ela relembra:

“Ao longo dos últimos anos, diversas ferramentas foram lançadas com estratégias da Empiricus para auxiliar os investidores brasileiros. Algumas com metas de ganhos mais modestas, outras mais ousadas. Mas, desta vez, nós estruturamos algo diferente”.

Esse “algo diferente” é o “Memebot Flash Million, uma ferramenta 100% automatizada que vai monitorar o mercado 24 horas.

O sistema do Memebot foi desenvolvido com base na estratégia da equipe de especialistas do departamento de ativos digitais da Empiricus Research. A proposta do robô, em suma,é rastrear os criptoativos mais promissores entre as memecoins, executando operações recorrentes e contínuas.

Pode parecer complexo, mas não é. Na verdade, a especialista Heloísa Mendonça reforça: qualquer pessoa pode usar o Memebot Flash Million. “Mesmo sem experiência ou sem conhecimento em ativos digitais”, ressalta.

Segundo ela, até quem preferir começar com valores mais acessíveis também pode se juntar ao grupo de investidores. O valor indicado inicial de R$ 3,5 mil é apenas para uma medida de comparação, para o investidor visualizar facilmente o potencial de crescimento de 30.000% que a ferramenta representa. Isto é, ter a chance de transformar:

  • R$ 500 em até R$ 150 mil;
  • R$ 1.000 em até R$ 300 mil; e
  • R$ 3.500 em até R$ 1 milhão.

Agora, a estratégia foi atualizada, com novos parâmetros que farão o robô “trabalhar” ainda mais. Com operações a cada 7 dias, o investidor estará diante de mais chances de lucro rumo ao R$ 1 milhão.

MEMEBOT: VEJA COMO BUSCAR LUCROS DE ATÉ 300x COM A FERRAMENTA

Assimetria e volatilidade: entenda as vantagens de ter um robô operando no criptomercado

Com foco nas oportunidades assimétricas, o algoritmo proprietário do Memebot Flash Million prioriza negociações que arrisquem pouco dinheiro diante de um potencial multiplicação elevada.

Para o investidor, a ferramenta pode servir como uma “mão na roda”. Isso porque o Memebot identifica automaticamente ativos em ótimo ponto de entrada, executa a compra e, mais tarde, a venda. Para o usuário do robô, resta apenas:

  • Definir os valores dos aportes;
  • Ativar a ferramenta;
  • Aguardar possíveis lucros enquanto o sistema faz todo o trabalho, 24 horas por dia.

Isso significa que, mesmo quando o investidor estiver dormindo, trabalhando ou aproveitando o tempo livre como preferir, o Memebot continuará buscando retornos explosivos.

Para conhecer melhor esse sistema que atua com critérios de probabilidade baseados em dados e algoritmos – e projeções promissoras de até 30.000% – confira o convite abaixo.

 ‘Memebot Flash Million’ vai começar a buscar lucros milionários em 22 de abril; inscreva-se

Para quem ficou interessado, no dia 22 de abril, investidores poderão ter acesso a essa ferramenta inovadora que pode gerar ganhos de até 30.000%.

Na data, às 19h, o time da Empiricus terá um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada com mais detalhes sobre sistema que já entregou lucros para milhares de brasileiros.

Se você está ouvindo falar da ferramenta pela primeira vez, já pode colocar seu nome na lista prioritária para os acessos que serão liberados a partir do dia do evento.

É só clicar no botão abaixo e seguir as instruções:

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PRIO3: início das operações em Wahoo destrava valor à tese em meio à alta do petróleo; ainda dá tempo de investir?

1 de Abril de 2026, 16:51

O início das operações da Prio (PRIO3) em Wahoo é um motivo de celebração para os entusiastas da tese. O projeto, aguardado há anos, já trouxe uma surpresa positiva: o primeiro poço entregou uma produção acima do esperado, e a expectativa é que a companhia alcance cerca de 40 mil barris/dia no novo campo nos próximos meses.

Atualmente, a Prio é a maior produtora independente de petróleo do Brasil e extrai cerca de 100 mil barris/dia. A licença de Wahoo era amplamente esperada, por representar esse incremento de 40% na extração atual da petroleira.

PRIO3: Wahoo chegou ‘na hora certa’

Na visão do analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, “o timing não poderia ser melhor”. O comentário alude ao atual conflito na região do Oriente Médio, entre Irã, Estados Unidos e Israel. Com o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das principais vias marítimas da economia global, o preço do barril de petróleo atualmente reside em um patamar acima de US$ 100.

O petróleo em patamares elevados, na visão de Spiess, amplia o impacto sobre a geração de caixa e reforça a tese operacional para a Prio.

“Mesmo com a forte alta recente das ações PRIO3, acompanhando o movimento da commodity, a empresa segue bem posicionada para capturar esse cenário, mantendo elevada capacidade de geração de valor mesmo em níveis de preço do petróleo mais baixos do que os atuais,” comenta.

No início de março, a Prio divulgou a atualização na certificação de reservas de 2026, com dados de expectativas para a produção e despesas da companhia em cada um de seus campos de atuação. No documento, o analista enxerga mais otimismo para a tese de investimento, com destaque para:

  • Ativos relevantes da petroleira com vida útil mais extensa;
  • Ganhos de eficiência;
  • Ajustes que refletem maior maturidade dos projetos.

Segundo Spiess, o conjunto indica uma companhia mais sólida, com capacidade de extrair valor ao longo do tempo e potencial de entregar o melhor ano operacional de sua história.

“Negociando a múltiplos bastante atrativos e com elevada geração de caixa projetada, a tese segue robusta – e, para o investidor que busca exposição a energia com disciplina de execução e assimetria favorável, faz sentido olhar com atenção para Prio neste momento,” conclui.

Entretanto, para o analista, nem todas as petroleiras apresentam teses favoráveis mesmo com a tensão geopolítica que encarece a commodity. Por isso, na hora de selecionar quais ações investir, entra em jogo a importância de ter opiniões profissionais no assunto.

Empiricus+: portfólios para Bolsa Brasileira e internacionais de olho em tudo que acontece no mundo

Na hora de selecionar empresas para investir, Spiess e a equipe de analistas da Empiricus Research “arregaçam as mangas”. Todos os dias, eles aprofundam nas minúcias de cada setor, a fim de elaborar boas teses de investimento conectando perspectivas micro e macroeconômicas.

Longe do “economês” complexo, os analistas cobrem os principais assuntos das empresas “traduzindo” e indo direto ao ponto no que o investidor pessoa física precisa saber.

E o melhor vem agora: a Empiricus Research está oferecendo um combo especial para quem quer investir melhor e sob boas orientações. São 11 assinaturas no total, que reúnem diversas estratégias em um só pacote: carteiras de ações, fundos imobiliários, títulos de renda fixa, day trade, small caps e mais.

Desde estratégias de curtíssimo prazo até portfólios de dividendos para quem quer viver de renda em alguns anos. Tudo isso por apenas 12x de R$ 14,90, ou R$ 19,90 mensais.

Se ficou interessado, saiba que agora é possível ficar por dentro das principais assinaturas da casa de forma fácil e com 7 dias de teste.

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‘Se as ações de tecnologia continuarem caindo vai ser bom’, diz analista sobre baixa das big techs Microsoft (MSFT34), Google (GOGL34), Meta (M1TA34) e mais; entenda

1 de Abril de 2026, 16:39

As big techs vêm enfrentando uma fase difícil. Para se ter uma ideia, desde o dia 28 de fevereiro até o último fechamento de mercado (31), algumas das principais ações de tecnologiado mundo, como Microsoft (MSFT34), Meta (M1TA34) e Google (GOGL34), despencaram 4,9%, 10,96% e 6,33%, respectivamente.

A variação negativa também é observada em outros nomes dentre as sete magníficas (Nvidia, Apple, Tesla e Amazon). O movimento coincide justamente com a duração da guerra entre Estados Unidos e Irã, que fez o mercado olhar para esse setor com mais cautela.

Um dos motivos dessa queda generalizada das ações foi a disparada do preço do petróleo. Nesse cenário, investidores temem que uma crise energética possa afetar diretamente um ponto chave do setor: os investimentos em inteligência artificial (entenda mais abaixo).

Mas, enquanto muitos investidores estão deixando as ações de tecnologia “de lado”, Enzo Pacheco, analista internacional da Empiricus Research, afirma que está enxergando “este momento mais como oportunidade para o investidor do que algo para ficar de fora”.

As big techs vão ‘ignorar’ a crise energética?

Não é de hoje que os investidores vêm questionando as teses das big techs. De fato, o início do conflito no Oriente Médio intensificou a queda das principais empresas do setor.

Contudo, quando observamos o desempenho desses papéis no acumulado de 2026, a queda é ainda maior:

Fonte: Investing.com

Um dos principais motivos para essa retração foi justamente as incertezas em relação ao retorno financeiro da inteligência artificial. Assim, com o início da guerra, surgiram novas dúvidas sobre as teses em IA.

Isso porque o fechamento do estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo do mundo, já aponta para uma das maiores crises energética da história, segundo Agência Internacional de Energia (AIE).

Em paralelo, um estudo da mesma agência mostrou que, atualmente, esse tipo de tecnologia consome entre 2% e 2,6% da energia do mundo. Nos Estados Unidos, a expectativa é de que data centers sejam responsáveis pela utilização de mais 12% da energia do país até 2028.

Nesse contexto, é lógico pensar que, com a restrição de energia em todo o mundo, o desenvolvimento da inteligência artificial não irá acontecer no ritmo esperado. Portanto, o melhor seria deixar a temática fora das carteiras.

Segundo Enzo Pacheco, existem sim vários gargalos para o desenvolvimento da inteligência artificial. Demanda por chips, mão de obra e energia – sendo esta última um dos principais.

Contudo, na visão do analista, embora o impacto do preço de energia possa aumentar os custos de algumas empresas, “o que eu vejo para os próximos anos são os investidores animados com a temática de IA”.

Durante o Empiricus Podca$t, Pacheco apontou que as big techs continuam planejando grandes investimentos em inteligência artificial.

O analista contou que participou recentemente do GTC2026 – evento realizado pela Nvidia na Califórnia, EUA – e que a expectativa da companhia é chegar a uma receita superior a US$ 1 trilhão até 2027.

Assim, com relação a energia, especificamente, o analista aponta que algumas big techs já estão investindo em energia nuclear. Da mesma forma há companhias usando gás natural como uma alternativa mais rápida para abastecer seus data centers, especialmente nos EUA, já que o país é exportador de gás natural.

Outro ponto levantado por Enzo é que o desenvolvimento da inteligência artificial está nos primeiros anos de um longo ciclo. Assim, é comum que haja questionamentos acerca da tecnologia, se os investimentos serão sustentáveis, além de outras imprevisibilidades que trazem volatilidade, como foi o caso do conflito no Oriente Médio.  

Nesse cenário, é esperado uma “compressão dos valuations”. Contudo, essa queda dos múltiplos pode ser atrativa para o investidor, aponta o analista. Inclusive isso já está acontecendo em alguns papéis.

Empiricus+: confira 18 apostas ‘não tão óbvias’ para investir em IA

Enzo explica que, diante do receio do mercado, neste momento é possível encontrar algumas ações relacionadas à IA que “são muito melhores que a média, crescem muito mais que a média, e com valuation menor do que a média”.

Em outras palavras, tratam-se de empresas sólidas, com projetos sustentáveis, cujas ações estão baratas e em um ótimo patamar para “quem não tem nada [relacionado à inteligência artificial] na carteira começar a pensar nessa temática”.

Segundo o analista, neste momento, há 18 ações que valem a pena investir. E você pode conhecer todas elas na série “IA Cash”, por meio do Empiricus+, a nova assinatura “streaming” da maior casa de análise independente do país.

Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

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BVX: ‘termômetro do medo’ do bitcoin indica janela de oportunidades para buscar multiplicações de até 50x com criptomoedas

1 de Abril de 2026, 10:00

O BVX (Bitcoin Volatility Index), conhecido como o “termômetro do medo” do mercado cripto, voltou à casa dos 55 pontos. O patamar indica que o mercado projeta uma fase de maior volatilidade para o bitcoin nos próximos dias.

Esse movimento não acontece por acaso. O cenário macroeconômico global segue pressionado, com o conflito no Oriente Médio se estendendo por mais de 30 dias e ampliando as incertezas sobre os rumos dos juros nas principais economias. Trata-se de um ambiente que tende a aumentar a turbulência e a aversão ao risco, inclusive no mercado cripto.

Para muitos investidores, um cenário mais volátil no bitcoin pode ser um alerta para ficar de fora do mercado. Mas, para o sistema Soros esse ambiente é um “prato cheio” para buscar oportunidade de ganhos expressivos com o potencial de multiplicar o investimento por até 50x.

SOROS: CONHEÇA A FERRAMENTA PARA BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 50 VEZES

Como o Soros usa a volatilidade apontada no BVX?

O BVX é um índice que mede a volatilidade esperada do bitcoin com base no comportamento dos contratos de opções de bitcoin e micro bitcoin, negociados na CME (Chicago Mercantile Exchange).

Ele funciona de forma semelhante ao VIX (CBOE Volatility Index) no mercado tradicional, e em termos simples, mostra quanto se espera que o preço do bitcoin oscile nos próximos períodos.

O índice trabalha com uma pontuação que vai de 0 a 100, numa escala crescente da volatilidade. Assim, quando esse índice ultrapassa a região dos 50 pontos — como agora, na casa dos 55 —, o sinal é claro: o mercado entrou em um regime de maior intensidade de movimentos.

Historicamente, esse tipo de patamar está associado a momentos em que o preço do bitcoin passa por oscilações mais amplas, abrindo espaço para distorções, mas também oportunidades.

E é justamente aqui que entra o Soros (sigla para Sistema Otimizado de Risco, Operações e Sinalização). Essa ferramenta foi desenhada para atuar na volatilidade do mercado de criptomoedas.

Desenvolvido com os parâmetros estabelecidos pelo head do departamento de criptomoedas da Empiricus Research, Valter Rebelo, o sistema Soros opera tanto na alta, quanto na queda. “O que importa para o Soros é o preço está mexendo”, explica o especialista.

Foi assim que, na primeira versão da ferramenta, em apenas 60 dias de operação, o Soros foi capas de entregar os seguintes retornos:
  • R$ 46 mil de lucro (US$ 8.300);
  • R$ 35 mil de lucro (US$ 6.400);
  • R$ 30 mil de lucro (US$ 5.500);
  • R$ 29 mil de lucro (US$ 5.200).
Fonte: Bitget. Período de junho e julho de 2025. Usuários preservados.

É claro que, retornos passados não garantem retornos futuros. Contudo, com o BVX indicando níveis elevados de volatilidade, o cenário atual volta a se alinhar com aquilo que historicamente favorece estratégias voltadas para explorar movimentos de curto prazo no mercado cripto.

Pensando nisso, Rebelo fez alguns ajustes no Soros e, no dia 13 de abril, irá lançar uma nova versão programada para buscar multiplicações de até 50x.

SOROS: SAIBA COMO BUSCAR LUCROS NA ALTA, NA BAIXA E COM O MERCADO ‘PARADO’

Soros Sem Parar: conheça a nova versão da ferramenta que busca lucros com a volatilidade das criptomoedas

O Soros é hoje um dos sistemas mais avançados de identificação de oportunidades em ativos digitais da América Latina. Na versão anterior, o método-base por trás da ferramenta foi capaz de mapear criptomoedas que registraram valorizações superiores a 30.000% em questão de meses.

O funcionamento do SOROS é estruturado em dois pilares. O primeiro é um algoritmo que analisa centenas de criptomoedas simultaneamente, cruzando dados de volatilidade, liquidez e sinais de mercado para identificar ativos com maior probabilidade de gerar lucro no curto prazo.

O segundo é um robô que executa automaticamente as operações. Ele replica as recomendações para os usuários sem interferência emocional, um fator decisivo em momentos de maior tensão de mercado.

Contudo, a nova versão do Soros trouxe algumas novidades que o tornam ainda mais robusto e pronto para capturar oportunidades nos mais diferentes momentos do mercado.

A primeira grande atualização é o funcionamento contínuo, 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso significa que o sistema não depende mais de horários específicos para agir. Se surgir uma oportunidade às 3h da manhã de um domingo, o Soros pode montar a posição automaticamente.

Em um mercado que nunca fecha isso pode fazer toda a diferença. Valter Rebelo explica que, com essa nova dinâmica, a ferramenta amplia sua capacidade de capturar movimentos extremos, tanto de alta quanto de queda.

E é justamente essa característica que abre espaço para um potencial de multiplicação que pode chegar a até 50 vezes o capital investido.

Colocando em reais:
  • R$ 1.000 podem se transformar em R$ 50 mil
  • R$ 2 mil podem virar R$ 100 mil
  • R$ 20 mil podem alcançar até R$ 1 milhão

Além disso, a nova versão do sistema traz uma segunda frente estratégica que é a possibilidade de renda em dólar. Rebelo explica que, essa funcionalidade é para os momentos de menor intensidade de mercado.

“É o cenário que eu menos gosto [mercado cripto parado]. Mas mesmo nessa pior hipótese, o novo Soros vai buscar te pagar um rendimento gordo em dólar”.

A partir do dia 13 de abril, a equipe de criptomoedas da Empiricus Research vai liberar novos acessos a versão atual do Soros. Você pode participar desse evento de forma gratuita.

Participe do lançamento do Soros Sem Parar e saiba como buscar multiplicações de até 50x

No dia 13 de abril, Valter Rebelo fará um evento online e gratuito para apresentar as novidades do Soros. Além de explicar mais detalhes sobre como esta ferramenta pode ser capaz de gerar lucros na alta, na baixa e na lateralização do mercado de criptomoedas, ele irá liberar novos acessos ao sistema.

Como se trata de um mercado altamente volátil e que a entrada de muitos investidores em um mesmo ativo pode causar movimentos bruscos nos preços, os logins serão liberados por ordem de chegada.

Então, se você quer saber mais sobre o Soros e quer ter a chance de conseguir um dos acessos ao Soros, entre na lista de interessados:

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Criptomoedas em baixa abrem oportunidade de compra: é quando ‘as fortunas e grandes viradas de vida são construídas’, diz especialista

31 de Março de 2026, 09:08

Neste ano de 2026, o mercado de criptomoedas está tomado pela aversão ao risco, vendo seus principais ativos, como o bitcoin (BTC), em preços lateralizados após devolver os ganhos do rali testemunhado em 2025.

É possível que muitos investidores se questionem se esse é o “fim” das oportunidades de alto potencial no mundo cripto, ou se ainda é possível buscar lucros mesmo quando as condições de mercado parecem desfavorável.

Bom, para investidores com mais facilidade de enxergar o “copo meio cheio”, boas notícias estão chegando: é possível que o mercado não se mantenha assim por muito tempo, começando pelo carro-chefe, que é o BTC.

“Estamos muito próximos de uma reversão no bitcoin, e temos que acompanhar os investidores de longo prazo. […] Aqueles que agem com a razão, e não com a emoção, são os que tendem a se beneficiar cada vez mais da volatilidade do mercado”. Quem afirma é Hernandes Nogueira, trader brasileiro com mais de 8 anos de experiência com cripto.

4 vezes na história: momento atual das criptomoedas é ‘raro’ e pode gerar ‘grandes viradas de vida’

Hernandes Nogueira é especialista em criptomoedas econquistou seu primeiro milhão por meio desse mercado antes mesmo dos 30 anos de idade. Hoje, compartilha insights sobre geopolítica e cripto em suas redes sociais.

Em live realizada em seu canal no YouTube e no Instagram na última quinta-feira (26), o especialista apresentou alguns dados que indicam uma possível “volta por cima” do bitcoin em breve:

  • Ativos escassos (como o ouro e o BTC) serão cada vez mais demandados por investidores, em meio ao atual cenário de conflitos geopolíticos e uma desconfiança generalizada global em relação às moedas fiduciárias como reserva de valor;
  • Há uma correlação do BTC com o ouro: historicamente, um ciclo de alta do ouro costuma ser sucedido de um ciclo de alta do BTC. No momento, segundo o especialista, a desvalorização do BTC em relação ao ouro chegou a um “ponto de exaustão”;
  • ETFs de bitcoin nos Estados Unidos estão voltando a acumular o ativo, comprando aos preços baixos.

Além disso, o especialista também aponta que o momento atual é semelhante a apenas três outros da história das criptomoedas – 2018, 2020 e 2021 – nos quais o mercado sofreu correções, mas logo em seguida apresentou valorizações históricas.

Ou seja, essa é apenas a quarta vez na história em que uma janela de oportunidade como essa é vista. Quem se posicionar em criptomoedas agora, pode buscar retornos “fora da curva” em sua carteira.

“Em 2021 tivemos uma alta que, em poucos meses, entregou retornos que levariam uma vida para conquistar no mercado financeiro tradicional. Isso está acontecendo novamente”, afirmou. “São momentos para realmente mudar o seu patamar financeiro. Se você entende o jogo, é aqui onde as fortunas e grandes viradas de vida são construídas”.

CRIPTOMOEDAS: CONHEÇA A ‘NOVA TACADA’ DE POTENCIAL MILIONÁRIO

Aqui, vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores precisam estar cientes dos riscos envolvidos.

Porém, os dados foram apresentados por meio da análise gráfica dos dados históricos do bitcoin. A análise gráfica é uma das principais ferramentas de previsão de tendências em criptomoedas, utilizada por praticamente todos os especialistas desse mercado.

Existem oportunidades para além do bitcoin (BTC), segundo especialista

Aqui vai um ponto importante: o bitcoin (BTC) é utilizado como “capitão” do mercado de criptomoedas, e sua possível reversão significa que o mercado como um todo pode se recuperar. Mas não significa, especificamente, que o BTC é a única forma de buscar retornos expressivos.

Atualmente, a busca por lucros milionários a partir de quantias menores é possível, na maioria das vezes, por meio de operações com moedas de menor tamanho de mercado que o BTC, com estrada livre para o crescimento.

Com cerca de US$ 1,34 trilhões (R$ 7,03 trilhões) de valor de mercado atualmente, o BTC permite que investidores institucionais busquem grandes lucros, mas o efeito não é o mesmo para investidores pessoa física que dispõem de valores mais baixos para investir.

Considerando o contexto atual de incertezas, o “olho clínico” de especialistas com anos de experiência se faz ainda mais importante para detectar as oportunidades “menos conhecidas” do mercado que podem trazer mais lucros a partir de valores mais baixos.

Segundo Nogueira, o bitcoin é uma opção “para aqueles que querem buscar uma boa valorização”, mas se o objetivo é buscar “algo que possa realmente mudar seu patamar financeiro”, uma outra oportunidade foi identificada.

‘Nova tacada’ com criptomoedas, identificada por especialista, vai em busca de até R$ 1,4 milhão de retornos

Hernandes Nogueira está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” no mercado de criptomoedas, com a qual é possível buscar retornos de até R$ 1,4 milhão dentro dos próximos 12 meses – começando com aportes de “apenas” R$ 2.198.

Em parceria com a Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research –, essa “tacada” será disponibilizada para qualquer investidor interessado.

Por meio de um sistema online de copy trade, qualquer investidor poderá apenas “copiar e colar” todas as operações de Nogueira no mercado cripto, enquanto o trader vai em busca de mais um milhão em retornos.

Basta “dar o aceite”, e o sistema trabalhará replicando os trades de forma 100% automatizada. Iniciando com um aporte de “apenas” R$ 2.198, as operações já poderão ser replicadas via sistema, com o retorno-alvo de até R$ 1,4 milhão.

É claro que, ao longo do tempo, mais aportes financeiros podem se fazer necessários, a depender da volatilidade do mercado.

De qualquer forma, essa é uma oportunidade rara de se posicionar em um “alinhamento” que só aconteceu no mercado em outras três ocasiões, e que carrega alto potencial de geração de valor.

Gratuito: Conheça proposta da ‘nova tacada’ com criptomoedas na próxima segunda-feira (6)

Você é convidado para conhecer mais sobre a “nova tacada” com criptomoedas gratuitamente.

Na próxima segunda-feira (6), a partir das 19h, a proposta será apresentada por Hernandes Nogueira, juntamente com a Opt.me, em um evento online e gratuito.

Durante o evento, você poderá entender melhor o que está em jogo, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial, e decidir se a “tacada” faz sentido para os seus objetivos financeiros no momento.

Para participar do evento gratuito, basta reservar seu lugar clicando no botão abaixo e seguindo as instruções na tela:

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YouTube pode ‘dominar a nova mídia’? Veja como ficam as ações da GOGL34 na carteira internacional

30 de Março de 2026, 16:17

A produção de programas de entretenimento e outros tipos de conteúdo de mídia está cada vez mais pulverizada entre diferentes canais e afastando-se dos estúdios tradicionais de Hollywood.  

Diante do movimento, empresas do segmento buscam se posicionar para não ficarem para trás nas oportunidades, conforme analisa o macroeconomista da Empiricus Research, Matheus Spiess.

“A convergência entre tecnologia e entretenimento reposicionou o centro de gravidade do setor, colocando as plataformas digitais como protagonistas – e o YouTube, da Alphabet (GOGL34), é hoje o exemplo mais claro dessa transformação”, comenta.

Como o YouTube mudou sua proposta de conteúdo para alcançar trilhões de espectadores?

Em 2006, o Google comprou o YouTube pelo que na época parecia um valor justo para a plataforma de vídeos.

Fonte: Google Search

Desde a aquisição, a plataforma deixou de ser um repositório de vídeos para se tornar um dos maiores motores globais de conteúdo, com vertentes em música, podcasts e televisão. Além disso, a plataforma acumula trilhões de visualizações anuais, tornando-a um meio disputado entre informação e marketing.

“O fato de sua receita já superar a de conglomerados tradicionais, como a Disney (DISB34), ilustra de forma inequívoca a mudança estrutural em curso na forma como conteúdo é produzido, distribuído e monetizado”, comenta o analista.

Entretanto, além do volume de vídeos veiculados, o analista ressalta que o diferencial competitivo do YouTube está no modelo híbrido. Isto é, “a combinação de publicidade e assinaturas, em um ecossistema baseado em criadores, altamente adaptável e com forte capacidade de engajamento”, afirma.

Dessa forma, Spiess defende que o modelo tende a ser diretamente beneficiado pelos avanços em inteligência artificial (IA) que ampliam tanto a produção quanto a personalização e monetização do conteúdo.

Estimativas de mercado atuais sugerem que o YouTube por si só poderia ser avaliado em centenas de bilhões de dólares. Ou seja, um valor substancialmente maior do que aquele negociado em 2026. “O montante poderia até mesmo superar o valor agregado dos principais estúdios tradicionais”, compara o analista.

Diante deste grande potencial de valorização detectado, Spiess mantém a visão construtiva para a tese da Alphabet, especialmente por três fatores:

  • O investidor acessa um ativo com vantagens competitivas relevantes;
  • A ação está exposta a tendências estruturais de longo prazo; e
  • Tem elevada capacidade de geração de valor em um setor em plena transformação.

Junto com Spiess, as análises de empresas internacionais e nacionais são feitas pela equipe de analistas da Empiricus Research. Diariamente, eles aprofundam nas minúcias de cada setor, a fim de elaborar boas teses de investimento conectando perspectivas micro e macroeconômicas. Conheça mais sobre o trabalho da análise a seguir.

Carteiras de especialistas da Empiricus já renderam 539%

Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, a Empiricus construiu a sua reputação de maior casa de análise independente do Brasil. Atualmente, a casa conta com cerca de 13 especialistas, que assim como Matheus Spiess, estão sempre atentos às melhores oportunidades de investimento nos mais diferentes setores.

São carteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, além de estratégias que combinam as classes de ativos.

Nos últimos anos, investidores que acompanharam os portfólios da casa tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Palavra do Estrategista, carteira de ações focado em valorização dos papéis: mais de 491,49% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Microcap Alert, concentrada em companhias de baixa capitalização: mais de 539,39% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras, portfólio focado em dividendos: valorização de 486,13%, desde o lançamento em 07/02/14.

Além disso, a própria Alphabet está recomendada em um dos portfólios internacionais da casa (B3: GOGL34) e desde a sua recomendação já trouxe um retorno de 94,21%.

É claro que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas uma das características mais fortes da Empiricus é o “skin in the game”. Isso significa que os analistas da casa só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

Equipe reunida em um só lugar: conheça o Empiricus+, com carteiras que já valorizaram até 539%

Agora, a research decidiu dar um novo passo com o Empiricus+, um serviço de assinatura no estilo “streaming”. Assim, com um único acesso, o investidor pode explorar as principais recomendações dos analistas.

Esta é uma oportunidade única para investir seguindo as orientações da maior casa de análises independente do país.

Se você ainda não está decidido sobre a assinatura, também pode conhecer mais de perto o produto. A Empiricus+ acredita tanto em seu compromisso de buscar as melhores ideias de investimento que está oferecendo 7 dias de acesso gratuito.

Então, se ficou interessado, basta clicar no botão abaixo:

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Estratégia ‘pouco conhecida’ da bolsa já capturou lucros de 1.250% com atualizações semanais; conheça as recomendações por 12 x R$ 14,90

30 de Março de 2026, 14:22

Entre as diversas formas de investir na bolsa de valores, é natural que algumas estratégias acabem ficando em segundo plano no dia a dia do investidor, que já tem que ficar de olho no frenesi do noticiário, nos resultados das empresas e nos fatores macroeconômicos.

Uma delas, em especial, costuma ser pouco falada, apesar de apresentar um histórico bastante positivo de valorização quando executado sob boas orientações: as opções.

O que são opções e como investir?

As opções são contratos que dão o direito de comprar ou vender um ativo (como ações) por um preço pré-determinado, em uma data futura. Ao adquirir uma opção, o investidor paga por um direito futuro – não por uma obrigação.

Este direito permite que você compre (no caso de uma opção de compra) ou venda (no caso de uma opção de venda) um ativo a um preço predeterminado – chamado de preço de exercício – até uma data específica.

Assim, os dois tipos principais de opções podem ser resumidos em:

  • Opções de Compra (Calls): São como um ingresso para comprar ações no futuro a um preço que você definiu hoje. Se o preço da ação subir, você pode exercer sua opção e comprar a ação pelo preço mais baixo que você “reservou”.
  • Opções de Venda (Puts): Como um “seguro”, se você acha que o preço de uma ação vai cair, pode garantir o direito de vendê-la a um preço mais alto do que o de mercado no futuro.

São exatamente essas duas indicações que alguns investidores estão tendo a chance de acessar, ao aplicar uma estratégia “esquecida” da bolsa. Tudo isso, ainda sob as orientações da maior casa de análise financeira do país: a Empiricus Research.

Conheça a série Flash Trader, que já apontou recomendações que renderam até 1.250% em 6 dias

Atualmente, as recomendações da Empiricus Research para quem quer operar com opções estão concentradas na série Flash Trader. Encabeçada pelo analista e físico, Ruy Hungria, a carteira já capturou lucros no patamar de 1.250% em menos de uma semana.

Ou seja, a estratégia foi capaz de transformar um investimento de R$ 1.000 em R$ 13.500. Tudo isso através da compra de um ativo que custava R$ 0,32 e, em um período de 6 dias, valorizou 1.250%.

Na prática, o investidor que seguiu a recomendação multiplicou o patrimônio em mais de 13 vezes em menos de duas semanas. Mas esse foi apenas um dos casos bem sucedidos identificados pelo analista. Entre os mais recentes, em 2025 e 2026, foram valorizações de:

  • +617,78% em 7 dias, em uma ação de setor financeiro;
  • +573,05% em7 dias, por uma ação vinculada a um fundo de índice;
  • +380,00% em 7 dias, com ativo de uma farmacêutica.

É importante ressaltar que retornos passados não são garantias de retornos futuros, e que o investimento em renda variável envolve risco. O que os exemplos ilustram são recomendações que já impulsionaram investidores, fundamentadas em conceitos reais da análise econômica.

Conforme Hungria explica, o funcionamento das operações é baseado em duas carteiras:

  • Compras a seco: deve representar cerca de 1% do seu portfólio. Nesse tipo de operação, não é preciso que os investidores tenham as ações. O foco será a valorização das opções, torcendo pela alta antes da saída (venda);
  • Operações de renda: O objetivo é ganhar a renda (prêmio). Nessas operações, geramos uma obrigação de compra ou venda (call ou put).

“A carteira de compras a seco é atualizada semanalmente, orientando o que cada investidor deve manter ou trocar. A segunda carteira [vendas cobertas] tem atualizações ao longo da semana, que são sinalizadas aos assinantes diretamente”, explica Ruy Hungria.

Com o objetivo de buscar as melhores oportunidade no mercado de opções, o analista diz que “não importa o momento do mercado, dá para ganhar em qualquer cenário da Bolsa (de alta, baixa ou lateralizado), e proteger seu portfólio”.

Todas as recomendações de calls e puts de Ruy Hungria, acompanhadas das análises do setor, estão disponíveis para os assinantes do Flash Trader. Se você se interessou pelo material e gostaria de acessar o material da série completo, além de muito mais informações de qualidade atreladas ao mercado financeiro para os seus investimentos, o Empricus+ pode ser uma boa solução.

Empiricus+: “streaming” de carteiras em ações, FIIs, renda fixa e mais

O novo serviço estilo “streaming” da Empiricus Research reúne 11 assinaturas da casa de uma só vez. São carteiras de focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa e trading, incluindo a série Flash Trader. Além disso, há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Para acompanhar tudo isso, o investidor tem acesso a um arsenal completo de materiais de apoio para sua jornada:

  • Relatórios quinzenais: o documento é o espaço para os analistas trazerem as novas recomendações das séries para a semana e os principais pontos de atenção para as empesas selecionadas;
  • Plantão ao vivo: todas as sextas-feiras, 9h, os analistas da carteira Flash Trader e de outras séries da casa se reúnem no Empiricus Ao Vivo para tirar as dúvidas dos assinantes;
  • Canal exclusivo no Telegram: assinantes acessam o grupo de forma rápida para conferir atualizações nas operações, e outras notícias relevantes;
  • Alertas: a função de notificação, tanto pela área do assinante como no Telegram notifica o investidor sobre as mudanças do portfólio;
  • Para se aprofundar: Planilhas, vídeos e tutoriais estão disponíveis na área logada para o assinante aprender mais sobreas opções.

É bom salientar que, por ora, o acesso a todo esse material através do Empiricus+ está com dois planos – e preços muito atrativos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Esta pode ser uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país. Clique no botão abaixo para saber mais:

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PGBL: essas quatro letras podem aumentar em até 405% a sua restituição no Imposto de Renda; entenda

25 de Março de 2026, 16:49

Na última segunda-feira (23) começou o prazo para a entrega da Declaração do Imposto de Renda 2026 (DIRPF),que vai até o dia 29 de maio. Neste ano, apesar da nova regra de tributação, quem teve renda igual ou superior a R$ 35.584,00 terá de acertar as contas com o Leão.

Isso porque, embora já esteja em vigor a isenção de renda para quem ganha até R$ 5 mil por mês, a declaração é referente a 2025 — período anterior a nova regulamentação.

Para este ano, os contribuintes poderão contar mais uma vez com a declaração pré-preenchida. Essa modalidade já vem com uma série de informações coletadas pela Receita Federal. Esse mecanismo facilita o preenchimento da DIRPF e, funciona como um “fura-fila” para o recebimento da restituição.

Para boa parte dos contribuintes essa é justamente a parte que importa: o quanto o Leão vai devolver. E é aqui também que muitos se surpreendem ao descobrir que a restituição será bem menor do que esperavam.

Contudo, é possível multiplicar por até 5 vezes o valor da sua restituição usando apenas quatro letrinhas: PGBL.

PGBL: como uma restituição pode sair de R$ 711,28 para R$ 3.594,08?

O PGBL é a sigla para Plano Gerador de Benefício Livre. Trata-se de uma das modalidades de previdência privada disponíveis no mercado brasileiro. Para muitos, esse instrumento serve apenas para planejar a aposentadoria.

Mas a verdade é que, além de ser um ativo para a “melhor idade”, a previdência pode ser usada no planejamento sucessório e, no caso do PGBL, como uma ferramenta para conseguir benefícios fiscais no presente.

Isso porque, quem investe em previdência privada e opta pelo plano PGBL, pode deduzir até 12% da renda tributável na declaração completa do Imposto de Renda.

Esse mecanismo, combinado com outras deduções, pode “turbinar” a sua restituição. Foi o que aconteceu com uma das assinantes da série “Os Melhores Fundos de Investimento”, da Empiricus Research.

Em 2025, ela recebeu alguns relatórios da casa, que explicavam as vantagens de investir em previdência privada no modelo PGBL. Então, ela decidiu aplicar R$ 11.167,32 — isto é, 12% da sua renda tributável — em um fundo com essas características.

Neste ano, ao abrir o aplicativo do Imposto de Renda e incluir a informação de que havia feito aportes no PBGL, este foi o imposto a restituir:
(Arquivo pessoal encaminhado por assinante da série “Os Melhores Fundos de Investimento” em 23/03/2026)

Se não tivesse seguido a recomendação feita pelos analistas da série Os Melhores Fundos de Investimento, ela ainda teria direito a uma restituição, porém bem menor. Veja só:

(Arquivo pessoal encaminhado por assinante da série “Os Melhores Fundos de Investimento” em 23/03/2026)

Ou seja, a restituição que seria de apenas R$ 711,28 saltou 405% e a assinante receberá um pix de R$ 3.594,08 da Receita Federal.

É claro que os valores podem mudar de acordo com a realidade de cada investidor. Na série Os Melhores Fundos de Investimento, você encontra uma planilha para lhe ajudar a realizar essa simulação e descobrir se essa estratégia é realmente vantajosa para você.

Entretanto, o fato é que, assim como a assinante, você poderia ter recebido uma restituição bem mais “gorda” este ano.

Infelizmente, o prazo de para garantir esse benefício na restituição de 2026, já passou. Mas, se você começar agora, pode receber um pix maior da Receita em 2027. 

A boa notícia é que você pode aprender a como investir em previdência privada no modelo PGBL e poder “turbinar” as suas próximas restituições, a partir de 12x de R$ 14,90.

QUERO ‘TURBINAR’ AS MINHAS PRÓXIMAS RESTITUIÇÕES

Empiricus+: previdência privada e outras ideias de investimento

Além da possibilidade de deduzir parte da sua renda anual tributável do Imposto de Renda, ao investir em previdência privada você conta com outros benefícios que podem “turbinar” a sua aposentadoria e o seu patrimônio:

  • Isenção de come-cotas;
  • Alíquota regressiva que pode chegar a 10%;
  • Acesso a carteiras semelhantes as encontradas em fundos tradicionais.

Na série da Empiricus, os analistas separaram tudo o que você precisa saber sobre previdência privada, além de apresentar algumas recomendações de fundos para você investir.

A boa notícia é que, agora você pode ter acesso a esta e outras 10 das principais séries da Empiricus por apenas 12x de R$ 14,90.

O Empiricus+ é a assinatura em modelo “streaming” da casa. Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ e a todas as recomendações de previdência privada agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

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‘A próxima tacada’: saiba como criptomoedas podem transformar R$ 2.198 iniciais em até R$ 1,4 milhão de forma automática

24 de Março de 2026, 16:57

A partir do próximo dia 6 de abril, uma nova “tacada” no mercado de criptomoedas trará, aos investidores brasileiros, mais uma chance de buscar lucros milionários nesse mercado.

A ideia não vem de forma impessoal, mas sim de Hernandes Nogueira, trader brasileiro com 8 anos de experiência no mercado cripto, que já conquistou retornos acima da média com suas operações.

Hernandes Nogueira conquistou R$ 1,4 milhão com criptomoedas, e identificou nova oportunidade de potencial semelhante

Natural de Goiânia (GO), Hernandes Nogueira conquistou seu primeiro milhão por meio das criptomoedas – antes mesmo de completar 30 anos.

Segundo o próprio, a princípio, não havia muito dinheiro para investir, e o segredo para multiplicar seu patrimônio foi apostar em operações de alto potencial de valorização.

“Encontrei operações no mercado de criptomoedas que pagavam bem mais que o habitual. Comecei com pouco dinheiro, mas fui aumentando o meu patrimônio com operações que multiplicaram por até 100 vezes”, afirma.

Hoje, Hernandes compartilha insights sobre geopolítica e mercado cripto com mais de 400 mil seguidores no Instagram, e em seu canal do YouTube. E recentemente, compartilhou que chegou à marca de pouco mais de US$ 270 mil de retorno com suas operações.

Fonte: Hernandes Cripto. Retornos passados não são garantia de retornos futuros. Investimentos têm riscos e podem acarretar perdas para o investidor.

Com a variação cambial do dia 24 de março, no fechamento deste texto, esse é um valor que chega a cerca de R$ 1,42 milhão.

Fonte: Morningstar/Google, consultado em 24/03/26 às 14h07

Aqui, vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores precisam estar cientes dos riscos envolvidos.

Além disso, esse retorno foi fruto de uma sequência de aportes financeiros realizados pelo trader ao longo do tempo, em diferentes operações.

Porém, após conquistar retornos como esse, Hernandes agora acredita que o momento atual de mercado permite uma “nova tacada”, com a qual é possível buscar valores próximos a esse (até R$ 1,4 milhão) mais uma vez, dentro dos próximos 12 meses.

CRIPTOMOEDAS: CONHEÇA A ‘NOVA TACADA’ DE POTENCIAL MILIONÁRIO

Considerando o contexto atual de aversão ao risco, com as principais criptomoedas do mercado em baixa, o “olho clínico” de especialistas com anos de experiência se faz ainda mais importante para detectar as oportunidades mais promissoras para buscar lucros.

É o caso de Hernandes, que está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” de chances milionárias a partir de agora. E enxergando todo esse potencial, pensou: por que não compartilhá-lo com mais pessoas?

Unindo seus conhecimentos e a ideia de ajudar qualquer pessoa a buscar lucros, Hernandes se juntou à Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research – para disponibilizar essa “tacada” para o máximo de pessoas possível.

E o melhor: de forma automatizada, por meio da tecnologia copy trade que permite replicar suas operações.

Começando com R$ 2.198, é possível buscar retornos milionários com ajuda de Hernandes Nogueira

Por meio de um sistema online dedicado, qualquer brasileiro interessado em seguir essa “nova tacada” poderá apenas “copiar e colar” todas as operações de Hernandes Nogueira no mercado cripto, enquanto o trader vai em busca de mais um milhão em retornos.

“Eu vou comprar e vender os ativos para você ter a chance de chegar lá, como eu fiz para mim mesmo ao longo dos meses”, afirma Hernandes.

Ou seja, não é necessário que o usuário estude os fundamentos do mercado de criptomoedas, ou dedique horas de seu dia às operações. Basta “dar o aceite” e o sistema trabalhará replicando os trades de forma 100% automatizada.

E o melhor: não é necessário começar com quantias robustas. Iniciando com um aporte de “apenas” R$ 2.198, as operações já poderão ser replicadas via sistema, com o retorno-alvo de até R$ 1,4 milhão.

É claro que, ao longo do tempo, mais aportes financeiros podem se fazer necessários, a depender da volatilidade do mercado. De qualquer forma, essa é uma oportunidade rara, que reúne três fatores de peso:

  • Buscar retornos milionários em um espaço relativamente curto de tempo;
  • De forma 100% automatizada;
  • Começando com aportes iniciais relativamente baixos.

E se você deseja saber mais sobre essa “nova tacada”, está convidado a conhecer a proposta de perto, e gratuitamente.

Conheça a ‘nova tacada’ com criptomoedas: evento online e gratuito traz detalhes no próximo dia 6 de abril

Para conhecer a proposta da “nova tacada”, Hernandes Nogueira e a Opt.me te convidam para um evento online e gratuito, no próximo dia 6 de abril, a partir das 19h.

Durante o evento, a proposta será apresentada em detalhes para todos os interessados e, ao final, os acessos à ferramenta de copy trade serão liberados para quem desejar prosseguir.

Porém, os convites ao evento são limitados. Para garantir o seu enquanto ainda há tempo, clique no botão abaixo e siga as instruções na tela:

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Lollapalooza, Fórmula 1 e Carnaval: quem movimenta mais os hotéis em SP? Analista revela pontos fortes e fracos do setor de hotelaria para investir

24 de Março de 2026, 14:39

Eventos como as competições da Fórmula 1 e o festival Lollapalooza, sediados no Autódromo de Interlagos, conferem a São Paulo (SP) picos relevantes na atividade hoteleira, para além do tradicional público de eventos corporativos.

Na ponta oposta,a capital paulista apresenta uma ocupação mais fraca em feriados prolongados, como no Carnaval, ou períodos sem grandes eventos. Apesar disso, a cidade permanece no posto de principal polo hoteleiro do país, superando o Rio de Janeiro em oferta.

Estes dados são do mais novo “Relatório Educacional do Setor Hoteleiro”, elaborado por analistas de fundos imobiliários (FIIs) da Empiricus e do BTG Pactual.

“O crescimento do PIB tem impulsionado a atividade econômica, refletindo no reaquecimento do consumo e na retomada das atividades corporativas, como viagens a trabalho, eventos e reuniões presenciais”, diz o relatório, assinado por Caio Araujo, da Empiricus, Daniel Marinelli e Matheus Oliveira do BTG.

De acordo com os analistas, esse movimento favorece o setor de hotelaria – e de serviços como um todo – devido à sensibilidadeao ciclo econômico, visto que a demanda depende do nível de atividade e de interações presenciais.

Os analistas também olharam a fundo para o segmento de hotéis e como eles podem ser interessantes na hora de investir. Confira a seguir.

4 pontos o que diferenciam fundos imobiliários de hotéis de outros tipos de FIIs na hora de investir

O segmento de hotéis ainda é pouco explorado dentro do panorama dos fundos imobiliários. Conforme mostra o gráfico abaixo, o segmento atualmente é representado por apenas 3 FIIs e um patrimônio total de cerca de R$ 1 bilhão.

Contudo os analistas acreditam que essa categoria de imóveis pode ganhar espaço entre os FIIs por quatro motivos:

Fonte: Empiricus, BTG, Economatica.

1)     Receita que cresce com a operação do ativo

Um dos fatores relevantes sobre os fundos imobiliários de hotéis é como a receita deles funciona. Enquanto FIIs tradicionais tem uma receita baseada em contratos de aluguel de longo prazo, a categoria hotéis gera receita a partir da sua operação diária. Ou seja, o desempenho financeiro está diretamente ligado à ocupação, às diárias praticadas e à eficiência operacional do ativo, explica o relatório.

2)     Reajuste imediato de preços

Os contratos imobiliários costumam ser reajustados de forma periódica, geralmente uma vez por ano por índices como IPCA ou IGP.

Já nos hotéis, é possível fazer essa atualização diariamente, cobrando o valor dos hóspedes. Essa flexibilidade permite uma resposta mais rápida às condições de mercado, como aumento de demanda ou eventos específicos.

3)     Receita conectada ao ciclo econômico

Por outro lado, essa mesma flexibilidade mencionada acima resulta em uma receita de menor previsibilidade. Ela vai depender do fluxo de hóspedes e da dinâmica de mercado, com maior sensibilidade ao ciclo econômico. O que pode ser um fator positivo nos próximos meses, a depender do rumo da política monetária.

4)     Maior potencial de crescimento ao longo do tempo

Por fim, como as diárias podem ser ajustadas com frequência e a ocupação pode evoluir ao longo do tempo, os hotéis têm maior capacidade de expandir receitas em cenários favoráveis, diferentemente de ativos com contratos mais rígidos. Essa dinâmica operacional pode vir com um maior potencial de crescimento, afirmam os analistas

Hotelaria: tendências, oportunidades e riscos

Além dos 4 pontos trazidos, o relatório também aborda mais temas como:

“De forma geral, o investidor deve ficar atento aos movimentos de mercado, a fim de evitar riscos desnecessários. A posição em empreendimentos consolidados, com diferenciais competitivos e localização estratégica tem potencial de geração de valor ao longo do tempo”, afirmam os analistas.

Este documento, com uma análise aprofundada do setor, faz parte da série Renda Imobiliária, da Empiricus Research. Ele é apenas uma amostra do conteúdo que o investidor da Empiricus acessa diariamente para se manter bem informado em várias camadas do mercado.

Se você se interessou pelo material e gostaria de acessar o relatório da Empiricus e BTG completo, além de muito mais informações de qualidade atreladas ao mercado financeiro para os seus investimentos, o Empricus+ pode ser uma boa solução.

Empiricus+: “streaming” de carteiras que já valorizaram até 539%

O novo serviço estilo “streaming” da Empiricus Research reúne 11 assinaturas da casa de uma só vez. São carteiras de focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, incluindo a série Renda Imobiliária. Além disso, há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Entre esses portfólios, alguns já demonstraram valorizações bem interessantes nos últimos anos para os investidores que tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento. Veja alguns exemplos:

  • Palavra do Estrategista, portfólio de ações focado em valorização dos papéis: mais de 491,49% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Microcap Alert, carteira focada em empresas de baixa capitalização: mais de 539,39% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras, portfólio concentrado em dividendos: valorização de 486,13%, desde o lançamento em 07/02/14.

Vale lembrar que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas justamente por confiar na qualidade do seu trabalho, a Empiricus está liberando o acesso ao plano por 7 dias gratuitos, como um teste.

Nesse período, os investidores interessados poderão conhecer a fundo todos os portfólios que a casa tem a oferecer e analisar se é um produto que vale a pena para acompanhar sua jornada de investimentos.

É bom salientar também que, por hora, o Empiricus+ está com dois planos – e preços muito atrativos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Esta pode ser uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país. Clique no botão abaixo para saber mais:

O post Lollapalooza, Fórmula 1 e Carnaval: quem movimenta mais os hotéis em SP? Analista revela pontos fortes e fracos do setor de hotelaria para investir apareceu primeiro em Empiricus.

Até R$ 1 milhão em 12 meses: trader propõe ‘pacto’ com criptomoedas para buscar retornos de ‘décadas’ dentro de 1 ano

23 de Março de 2026, 10:35

Mesmo no mundo dos investimentos, do qual podem surgir cases de sucesso de pessoas “comuns” que enriqueceram em patrimônio, sabemos que multiplicar capital até tornar-se milionário não é uma tarefa fácil.

É preciso tomar decisões muito bem calculadas, saber gerenciar os valores e, também, ter uma quantia inicial favorável para começar a investir – caso o desejo seja obter resultados mais rápidos.

Uma matéria publicada em setembro de 2025 no portal Bora Investir, da B3, exemplifica bem esse cenário:

Fonte: Bora Investir/B3, consultado em 19/03/2026

Segundo simulações trazidas na matéria, o brasileiro que pode investir R$ 500 por mês ininterruptamente (o que já pode ser muito para a maioria da população, que vive com um salário-mínimo de R$ 1.621 mensais em 2026) precisaria do seguinte espaço de tempo para transformar os aportes mensais em R$ 1 milhão:

  • 29 anos e 8 meses, se investir em um ativo que renda a 100% do CDI (considerando um CDI de 14,9% em 2025);
  • 31 anos e 9 meses, se investir em ações do índice Ibovespa, considerando uma média de rendimento de 9% anuais para o índice;
  • 40 anos e 9 meses, caso os valores fossem investidos na poupança, com rendimento médio de 6% ao ano.

E vale lembrar que é normal que o poder de compra desses valoresseja corroído pela inflação ao longo do tempo: considerando que a média histórica da inflação brasileira está em torno de 5% ao ano, R$ 1 milhão não terá exatamente a mesma força daqui a quatro décadas.

Mas e se houvesse uma alternativa?

Jader Nogueira, trader e referência no mercado de criptomoedas no Brasil, não quis esperar décadas para mudar de vida.

Multimilionário graças ao mundo cripto, conquistou seu primeiro milhão em cerca de um ano – ao invés de décadas. E hoje, ensina outros brasileiros a operarem nesse mercado em busca de retornos semelhantes.

Para esse ano de 2026, Nogueira propõe um desafio ambicioso: ajudar qualquer interessado a buscar até R$ 1 milhão em “apenas” 12 meses, assim como aconteceu em sua vida pessoal. Em sua visão, esse será um verdadeiro “pacto” com quem topá-lo.

Conheça o ‘pacto’ que propõe transformar R$ 3.125 iniciais em até R$ 1 milhão com criptomoedas

A premissa é simples: ao invés de investir R$ 500 mensais em um produto de renda fixa tradicional, como os exemplos que mostramos anteriormente, quem topar o desafio de Jader Nogueira ingressará no mercado de criptomoedas, começando com um aporte inicial de R$ 3.125

A partir desses R$ 3.125, já será possível buscar até R$ 1 milhão em retornos dentro dos próximos 12 meses.

“Você demoraria 40 anos para chegar no primeiro milhão investindo 500 reais por mês. Mas eu quero buscar esse valor para você em 12 meses. É o meu pacto com você”, afirma Nogueira.

Ou seja, caso o investidor interessado “guardasse” R$ 500 por cerca de 6 meses, é como se o aporte inicial no projeto “se pagasse” depois desse período.

Esse foi o mesmo pacto que Jader Nogueira fez com a própria família. Aos 29 anos, quebrado financeiramente, prometeu à esposa e à filha que mudaria de vida dentro de um ano.

E ele cumpriu a promessa. Aos 30 anos, já havia conquistado seu primeiro milhão operando no mercado de criptomoedas. Aos 32, já acumulava mais de R$ 30 milhões em patrimônio. Agora, propõe “buscar o valor para você”. Mas como?

Por meio de um sistema automático de copy trade, viabilizado em parceria com a Opt.me (frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research). Qualquer investidor “plugado” a ele poderá copiar e colar as mesmas operações de Nogueira no mercado de criptomoedas.

O valor de R$ 3.125 é o recomendado pelo sistema para começar a utilizá-lo de forma que a busca pelo milhão seja viabilizada.

Jader Nogueira será o “piloto” do projeto, usando de todo o seu “know-how” de quase uma década com criptomoedas, para selecionar as operações mais promissoras do mercado em busca desses retornos.

Ou seja, da sua parte, não é necessário estudar fundamentos de mercado. Basta seguir os passos de quem já carrega anos de experiência e que, na história recente, já apresentou retornos como esse publicamente:

Fonte: Binance (Período: 27/01 a 26/02/2024)

Vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

Além disso, não é recomendado que os investidores entrem no “pacto” com quantias que possam fazer falta no dia a dia.

Ao mesmo tempo, essa é uma oportunidade rara de buscar retornos milionários a partir de aportes iniciais relativamente baixos, o que, como mencionamos no início do texto, não é tão fácil de conseguir por métodos mais tradicionais.

Então, se seu momento de vida permite topar esse desafio, as inscrições para conhecer o “Pacto” com Jader Nogueira já estão abertas.

Inscreva-se para conhecer o ‘Pacto’: acessos ao projeto serão liberados no dia 30 de março

Se você tem interesse em participar do “pacto” proposto por Jader Nogueira, está convidado a participar de um evento online e gratuito no próximo dia 30 de março, a partir das 19h.

No evento, todos os detalhes do projeto serão apresentados aos interessados, e você pode decidir se a proposta faz sentido para você, sem compromisso.

As vagas no evento são limitadas. Portanto, sugerimos que você registre seu interesse em participar: basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela.

Essa inscrição inicial é gratuita:

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É hoje (23): ferramenta que pode multiplicar investimentos em até 300x e buscar até R$ 1 milhão terá acessos liberados; veja como reservar já o seu

23 de Março de 2026, 08:00

A partir das 19h desta segunda-feira (23), o Memebot One Million, software que busca lucros milionários com criptomoedas de forma 100% automática, vai liberar acessos para uma nova leva de interessados.

Os investidores que registrarem seu interesse com antecedência poderão receber os acessos em breve. Se você chegou neste texto antes do lançamento da ferramenta, aproveite a chance de deixar seu nome na lista prévia e já ficar ligado nos próximos passos:

SAIBA MAIS SOBRE O MEMEBOT ONE MILLION

Como o Memebot One Million opera em busca de lucros milionários?

Para quem ainda não está familiarizado, o Memebot One Million é o primeiro robô automatizado com foco em conquistar até R$ 1 milhão em 12 meses. A ferramenta funciona de forma 100% automática, “escaneando” o mercado de criptomoedas atrás dos ativos digitais de maior potencial de valorização disponíveis no momento.

Não basta selecionar qualquer ativo: o objetivo completo é buscar lucros de até seis dígitos. Uma vez que os ativos mais promissores são encontrados, são iniciadas operações automáticas de compra e venda.

Da parte do usuário com acesso válido, basta apenas:

  1. Instalar a ferramenta em sua conta na corretora;
  2. Entrar com os aportes financeiros;
  3. Apertar “copiar” uma única vez; e
  4. Deixar o restante por conta da ferramenta.

Com etapas simples, a ferramenta desenvolvida por experts no mercado permite que até mesmo usuários com pouca experiência possam ir em busca da conquista do milhão.

Através da Opt.me, frente tecnológica da Empiricus Research, a casa está relançando o Memebot One Million, em uma nova fase do projeto. Agora, a equipe de especialistas da Empiricus conta com um reforço.

Heloisa Mendonça, com mais de 6 anos de experiência trabalhando com portfólios milionários no mercado cripto, veio se juntar ao projeto. Ao lado de Valter, a especialista vai integrar a equipe com toda a sua expertise.

Última chamada: Ainda dá tempo de reservar seu acesso ao Memebot One Million

Como falamos anteriormente, se você estiver lendo este texto antes da noite de segunda-feira, ainda pode registrar seu nome na lista de pré-reserva para acessar o Memebot One Million.

Para isso, é só clicar no botão ao final da matéria. Após a inscrição, você receberá mais detalhes sobre a ferramenta e como acessá-la.

O registro inicial é gratuito:

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Ata do Copom, IPCA-15, PMI e estoques de petróleo: confira a agenda econômica da semana

22 de Março de 2026, 10:00

agenda econômica da última semana foi marcada por decisões relevantes de política monetária e pelo agravamento de tensões geopolíticas, com reflexos diretos sobre os ativos brasileiros. Tanto no Brasil quanto no exterior, os desdobramentos reforçaram a importância do cenário de juros e das commodities para a formação de preços nos mercados. 

Por aqui, o principal destaque foi a reunião do Copom, que confirmou o início do ciclo de cortes na taxa básica de juros, com uma redução de 0,25 ponto percentual na Selic.  

A comunicação do Banco Central, ainda que mais dovish (branda) do que o esperado, reforçou a postura cautelosa, destacando a dependência de dados. A autoridade apontou a necessidade de acompanhar a dinâmica inflacionária e as expectativas fiscais. 

Para os investidores, o início do ciclo de cortes tende a ser um suporte importante para a bolsa, especialmente para setores mais sensíveis à taxa de juros. No entanto, o cenário externo segue impondo desafios. Os conflitos no Oriente Médio e a disparada do petróleo elevaram a aversão a risco e pressionaram ativos brasileiros, limitando um desempenho mais positivo do Ibovespa no período. 

No exterior, o foco também esteve nas decisões de política monetária

Além disso, o mercado acompanhou indicadores econômicos que ajudam a calibrar as expectativas para os próximos passos do Federal Reserve, banco central dos Estado Unidos.  

Esse ambiente influencia diretamente o comportamento do dólar, dos juros globais e do apetite por risco, com impactos relevantes para mercados emergentes como o Brasil. 

Assim, a próxima semana, entre 23 e 27 de março, a agenda econômica terá importante protagonismo. No Brasil, a divulgação da ata do Copom, do IPCA-15 e da taxa de desemprego deve oferecer sinais importantes sobre inflação, atividade e os próximos passos da política monetária.  

Já nos Estados Unidos, os destaques ficam para os PMIs, os dados de estoques de petróleo bruto e os pedidos iniciais de seguro-desemprego. Trata-se de indicadores que podem influenciar as expectativas sobre juros globais e, consequentemente, ajudar o investidor a tomar decisões mais informadas. 

Confira os indicadores na agenda desta semana (23 a 27 de março), horário de Brasília   

Terça-feira, 24 de março de 2026 

  • 8h – Ata do Copom – BRA; 
  • 10h45 – PMI Industrial e Setor de Serviços – EUA. 

Quarta-feira, 25 de março de 2026 

  • 11h30 – Estoques de petróleo bruto – EUA. 

Quinta-feira, 26 de março de 2026 

  • 8h – Relatório trimestral de inflação – BRA; 
  • 9h – IPCA-15 – BRA; 
  • 9h30 – Pedidos iniciais por Seguro-Desemprego – EUA 
  • 17h30 – Balanço patrimonial do Fed – EUA. 

Sexta-feira, 6 de março de 2026 

  • 8h30 – Investimento estrangeiro direto (USD) – BRA; 
  • 8h30 – Transações correntes (USD) – BRA; 
  • 9h – Taxa de desemprego – BRA.  

Empiricus+ : transforme as informações do mercado em oportunidades de investimento 

Como visto, a semana traz um mix de indicadores de atividade, emprego e comércio tanto no Brasil quanto no exterior, com potencial de impactar mercados financeiros globais. 

Mas se você quer ir além da agenda e transformar esses eventos em oportunidades de investimento, é preciso ampliar seu radar de análise.  

A boa notícia é que, para ajudar com isso, agora você pode ter acesso às principais séries da Empiricus por apenas 12x de R$ 14,90. 

O Empiricus+ é a assinatura em modelo “streaming” da casa. Assim, por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar. 

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito. 

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Selic a 14,75% ao ano, Ibovespa em queda e IPCA + 8% ao ano: como investir após o Copom?

20 de Março de 2026, 14:58

Na última quarta-feira (18), o Banco Central anunciou uma redução de 0,25 ponto percentual(p.p.) na taxa básica de juros, a Selic, levando-a de 15% para 14,75% ao ano. A decisão veio após semanas de uma verdadeira “montanha-russa” que fez os mercados mudarem de opinião algumas vezes a respeito da magnitude do corte.

Ao longo dos últimos dias, as apostas registradas pelas opções de Copom da B3 passaram de uma queda de 0,50 p.p. para redução de 0,25 p.p. e, em alguns momentos, a possibilidade de manutenção também ganhou força.

No fim, a autoridade monetária seguiu o caminho que, em tese, deveria trazer alegria para os investidores, mas na prática, não foi bem assim.

No dia seguinte (19) após o Copom, as taxas dos títulos do Tesouro voltaram a disparar e, antes do terceiro “circuit break” do dia, por volta das 16h20, era possível encontrar retornos de IPCA+ 8% no Tesouro Educa+.

Já na sexta-feira (20) o Ibovespa apresentava queda de 1,65% no intraday. Em paralelo, o dólar se apreciava mais de 1% contra o real e o petróleo tipo brent negociava na casa dos US$ 109.

Diante desse cenário, como o investidor pode se posicionar, tanto para se proteger, quanto para buscar lucros? Para Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus Research, neste momento, uma classe específica de títulos “premium” pode oferecer retornos reais de até 7,97% ao ano, isentos de Imposto de Renda.

Renda fixa continua sendo uma posição importante, mesmo com o corte na Selic

Em geral, quando o Banco Central começa a cortar juros, espera-se que o mercado migre para ativos de risco. Contudo, no atual cenário, a decisão do último Copom não é o único fator considerado nas mudanças dentro das carteiras.

No dia seguinte ao Comitê, os investidores acordaram com ataques do Irã a polos de gás no Catar, país aliado dos EUA, o preço do petróleo acima dos US$ 100. e os resultados das decisões de juros em outros países.

Em relatório publicado horas após o Copom, Lais explicou que o comunicado mais hawkish (tom mais duro) do Banco Central da Inglaterra “estressou bastante o mercado de juros global e apagou a expectativa de qualquer redução nas taxas americanas em 2026.”

Segundo a analista, esses fatores pesaram nos ativos domésticos ao longo do dia.  Da mesma forma, na sexta-feira (20), os ataques do Irã a áreas residenciais em Israel, bem como as divergências entre Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu trouxeram ainda mais tensão para o mercado.

Ou seja, apesar do corte na Selic, o mercado está bastante sensível ao cenário externo. Nesse sentido, a renda fixa continua ocupando um lugar importante nas carteiras.

De acordo com Laís, é possível capturar altas taxas de retorno real no longo prazo, com uma ótima relação risco-retorno. Com a decisão da última quarta-feira (18), a analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa.

Entre as indicações, há um ativo que oferece retorno de até 7,9% ao ano, acima da inflação e isento de IR. E a boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa de forma gratuita.

4 oportunidades na renda fixa para buscar até 7,9% ao ano, acima da inflação, com isenção de IR, com a Selic a 14,75% ao ano

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação. Como dito, recentemente ótimas oportunidades foram encontradas, inclusive, em ativos do Tesouro Nacional.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de 7,9% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo. Embora a taxa esteja bem próxima à do Tesouro IPCA+, esse ativo conta com a grande vantagem da isenção de Imposto de Renda.

Isso pode fazer grande diferença na rentabilidade ao fim do investimento. Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 7,9% ao ano com isenção de IR.

Você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais,agora mesmo, pois a Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio.  

Ficou interessado? Para acessar, é muito simples: clique no botão abaixo e cadastre-se gratuitamente para receber a carteira completa de títulos da renda fixa:

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‘Kit Geopolítico’? Empiricus faz 8 mudanças em uma de suas carteiras; entenda cenário e veja como acessar atualização

19 de Março de 2026, 14:14

O cenário macroeconômico passou por intensas mudanças em março. Isso porque, desde 28 de fevereiro, o conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã e o fechamento do Estreito de Ormuz, trajetória relevante para o petróleo global, fizeram os preços dos combustíveis dispararam.

O impacto da commodity já afeta as expectativas para inflação e aumentam as projeções de um ciclo de flexibilização monetária menor. Evidência disso aconteceu nesta quarta-feira (18), pela decisão do Copom de cortar a taxa Selic em 0,25 pontos percentuais.

Nesta ótica, o analista de macroeconomia da Empiricus Research, Matheus Spiess, afirma que o portfólio Carteira Empiricus passou por algumas mudanças, mantendo-se dentro de um padrão otimista de alocação.

“Em um momento de piora das expectativas relativas ao afrouxamento monetário, entendemos como uma oportunidade readequar o portfólio, reduzindo nossa exposição à bolsa”, explica Spiess.

Empiricus zera e reduz participação em companhias da bolsa e aumenta exposição à renda fixa

Em relatório publicado na última quarta-feira (18), os analistas explicaram que diante do contexto macroeconômico já é possível observar uma piora nas expectativas de inflação futura.

Esse fator, tem impacto na trajetória da política monetária. Segundo os analistas, hoje, existe uma probabilidade não desprezível de Selic a 13,50% em 2026, o que torna o ambiente mais desafiador para ativos de risco, em especial os mais alavancados.

Revisando também suas projeções para o curto e médio prazo, os analistas notam um aumento da percepção de risco Brasil, especialmente em um ano de eleição presidencial.

Nesse contexto, resta a dúvida se haverá uma manutenção do ambiente de incerteza fiscal ou se é possível haver uma mudança no pêndulo político, pela escolha de um candidato mais “pró-mercado”.

Para isso, os analistas também condicionaram a nova montagem da carteira para papéis que teriam maior potencial para desempenhar diante de um rali eleitoral.  “Em um eventual rali eleitoral, associado a uma melhora das expectativas fiscais, os ativos domésticos podem se beneficiar”.

Diante desse contexto, os analistas fizeram algumas mudanças na Carteria Empiricus. No “book de ações” eles indicaram a venda das ações da Porto (PSSA3). Desde que foi recomendada neste portfólio, em setembro de 2024, o papel valorizou 44,6%.

Assim, diante da performance positiva e o risco de uma piora nos mercados, os analistas apontam que esse é um bom momento para realizar lucros com a seguradora.

Além dessa mudança, os analistas decidiram reduzir a posição de outras duas ações:

  • Uma ação de que subiu 51% no ano e pode se beneficiar da escalada do petróleo;
  • Uma holding que que pode sofrer com eventuais comunicados mais rígido do Copom, mas que tem um desconto de 27%

Após a redução, os analistas indicaram um redirecionamento de recursos para outros investimentos, que parecem continuar extremamente baratos e tendem a se valorizar de maneira similar em qualquer evento que sirva de gatilho para o Ibovespa. “Com pouco espaço para piora e uma assimetria interessante”, explica Spiess.

Além disso, os analistas fizeram ajustes no “book de renda fixa” com mudanças de ativos, visando aumentar a proteção dentro do portfólio. Ter todas essas explicações ao seu alcance pode ser uma grande “mão na roda” na hora de investir.

Para quem acompanha o trabalho dos analistas da Empiricus, sabe como a análise é feita meticulosamente e sempre levando em consideração os principais riscos e gatilhos de preço para se posicionar em um ativo – ou recuar.

Se você concorda que esse tipo de conteúdo é relevante e pode realmente fazer alguma diferença na sua vida financeira, te convido a conhecer o Empiricus+, o novo “streaming” da casa de análise.

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Pela primeira vez, a Empiricus está lançando um modelo em que, com um único acesso, você poderá explorar as principais recomendações de investimento dos analistas.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas. São carteiras focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa, trading e também estratégias que combinam diferentes classes de ativos – como a mencionada na análise ao longo deste texto.

Junto com as carteiras, periodicamente os analistas entregam relatórios com atualizações sobre os portfólios. Além disso, investidores também podem tirar dúvidas diretamente com eles pelas lives exclusivas aos assinantes, além de contar com um material completo de passo a passo para investir nos ativos.

E a melhor parte é que os preços das assinaturas estão em um patamar nunca visto antes. O Empiricus+ vai oferecer aos investidores dois planos:

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Com Lula ou Flávio, com corte de 25 ou 50 pontos na Selic, essas ações vão performar bem, segundo analista; veja quais são

18 de Março de 2026, 14:09

As expectativas do mercado para um corte de 25 pontos-base (bps) para a Selic nesta quarta-feira (18) estão mais temerárias. O principal detrator vem do agravamento do conflito no Oriente Médio e o fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo, jogando os preços da commodity para cima dos US$ 100 por barril.

Em dia de decisão do Copom, uma questão permeia entre os investidores em uma visão de médio prazo: como um corte de juros menor pode impactar as perspectivas para a bolsa brasileira em 2026?

Somado à incerteza monetária, o mercado também deve sentir nos próximos meses uma maior volatilidade com a aproximação das eleições presidenciais. Até o momento, as pesquisas eleitorais indicam um cenário dividido: de um lado, surge a possibilidade de um novo candidato potencialmente mais alinhado aos interesses do mercado; de outro, a permanência de Lula (PT), que pode prolongar o ambiente de incerteza fiscal.

Mas apesar desse cenário “nublado”, os analistas da Empiricus Research, apontam que existe um grupo específico de ações que deve performar bem, independentemente da magnitude do corte e do vencedor das eleições.  

Por que tentar ‘surfar’ o corte da Selic ou as eleições podem ser estratégias arriscadas?

Nos primeiros meses do ano a bolsa brasileira subiu 12% puxada (até o momento de publica deste texto), sobretudo, pela possibilidade de um início de ciclo de corte de juros em março. Contudo, nas últimas semanas, o cenário de “céu de brigadeiro” começou a mudar.

Além dos conflitos no Oriente Médio, que pressionam o petróleo e, consequentemente, a inflação, em fevereiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu 0,70%, ante um avanço de 0,33% em janeiro e acima das expectativas de 0,60% do mercado.

Diante do dado, nesta semana, o Boletim Focus elevou a previsão da taxa Selic para 12,25% em 2026.

Ou seja, nas projeções do mercado, o ciclo de corte de juros pode ser menor do que previsto anteriormente. Segundo os analistas da Empiricus, “isso muda bastante [o cenário] para as teses mais dependentes dos juros. Isto é, empresas com maior endividamento, ou aquelas que dependem muito do cenário macroeconômico ou do crédito ao consumidor, acabam sofrendo mais.”

Nesse contexto, é provável que ações de setores mais cíclicos como o varejo, construção civil e bens de capitais, não performem tão bem.

Além disso, outro fator que deve pesar sobre a bolsa este ano são as eleições. Ao que tudo indica, a disputa deverá ficar entre o atual presidente Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Segundo os analistas, do ponto de vista do mercado, esta pode ser uma disputa binária. Isto é, uma vitória de Flávio poderia significar uma gestão econômica mais “pró-mercado”, com reformas estruturais importantes e, portanto, um melhor desempenho dos ativos de risco.

Contudo, um cenário de reeleição do atual presidente, poderia representar uma continuidade no ambiente de incerteza fiscal, o que pode impactar negativamente as ações, especialmente aquelas mais cíclicas.

Em resumo, adotar uma estratégia para “surfar” apenas o corte de juros ou a disputa eleitoral, pode trazer muita volatilidade para as carteiras nesse momento. Diante desse contexto, o investidor pode se sentir “sem saída”. Contudo, mesmo com todas essas incertezas no “radar”, os analistas daEmpiricus apontam um “caminho do meio” para buscar lucros.

Qual a estratégia recomendada pelos analistas da Empiricus para buscar lucros, agora?

Ruy Hungria, analista da casa aponta que, quando olhamos do ponto de vista dos juros, “já faz muito tempo que não estamos tão expostos a teses muito cíclicas. Estamos vendo uma desaceleração mais forte desde o fim de 2025, como apontam os balanços do quarto trimestre (4T25)”.

Da mesma forma, em se tratando do resultado das eleições, o analista aponta que, neste momento, ao tentar “surfar” uma possível vitória de qualquer um dos candidatos, o investidor irá se dedicar a uma tese que “se beneficie muito com um resultado, mas perca muito com outro”, quando o ideal seria tentar navegar bem em ambos os ambientes.

Segundo o analista, por enquanto as carteiras da Empiricus buscam um posicionamento mais equilibrado, com “teses mais sólidas, muitas utilities, empresas de energia e telecomunicação, que não tem muita variação de resultado.”

Mesmo com a Selic a 15% ao ano e as incertezas do cenário político, essas empresas estão entregando resultados sólidos, com boa geração de caixa e pagamento de dividendos.

Ruy, aponta que, essas ações podem não ser as mais beneficiadas com um corte eventual de até 3 pontos percentuais ao ano.  Apesar disso, elas devem continuar performando bem, “até mesmo em um cenário de corte menor do que o mercado precifica hoje”, comenta.

“Tudo isso não quer dizer que não existe espaço para teses vencedoras continuarem se valorizando, até porque as ações continuam relativamente baratas”, conclui o analista.

Ruy conta que, na carteira de dividendos que ele comanda, “Vacas Leiteiras”, muitas empresas “coxinhas” chegaram a subir 50% em 2025. Assim como explica Hungria, o foco da Empiricus é ter carteiras bem distribuídas para conseguir “surfar” em bom crescimento com o desenrolar do cenário e ainda navegar em períodos mais pressionados.

Para o investidor que se interessa em buscar teses bem planejadas agora, a casa de análise preparou uma “promoção” que apresento a seguir.

11 assinaturas por 1: veja como acessar as principais carteiras da casa por R$ 14,90 x 12

Pela primeira vez, a Empiricus está lançando um modelo de assinatura “streaming”. Agora, com um único plano, você poderá explorar as principais recomendações de investimento dos analistas.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas, incluindo carteiras focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa, trading. Além disso, há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Para ajudar na trilha do investidor, estão disponíveis os conteúdos:

  • Passo a passo para investir nos ativos recomendados, de forma prática;
  • Lives e plantões de dúvidas com os analistas, respondendo as questões dos assinantes;
  • Podcasts diários e semanais, comentando os principais eventos do mercado e como isso pode mexer com os investimentos.

A melhor parte é que os preços da assinatura estão em um patamar nunca visto antes. O Empiricus+ oferece aos investidores duas opções de planos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse modelo, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso às principais carteiras da casa. Assim, pode escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

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Copom: mercado faz apostas, mas ‘Banco Central só vai bater o martelo sobre os juros no fim da quarta-feira (18)’, aponta analista 

17 de Março de 2026, 17:31

Há algumas semanas, quando o assunto era o início do ciclo de corte de juros, o mercado era quase unânime ao afirmar que o Banco Central deveria reduzir a taxa Selic em 0,50 pontos percentuais (p.p) na reunião do Copom marcada para amanhã (18). 

Entretanto, março chegou com mudanças cruciais no cenário. Com o início do conflito entre Estados UnidosIsrael e Irã, a expectativa de queda de juros passou a sofrer ameaças.  

A guerra no Oriente Médio mexeu com um fator muito importante para o controle da inflação no Brasil: o preço do petróleo. Diante dos ataques, o Irã decidiu fechar o estreito de Ormuz, um dos principais pontos de escoamento mundial da commodity, fazendo seu preço voltar a patamares vistos há quatro anos.  

Assim, com o petróleo tipo brent negociando na casa dos US$100, e os efeitos que essa disparada pode ter na economia brasileira, casas de análises, investidores e especialistas voltaram a diferir sobre o tema Copom.  

Na última semana, as principais apostas do mercado saíram da queda de 0,50 p.p., para redução de 25 pontos percentuais e até a possibilidade de manutenção em 15% ao ano.  

Mas apesar das especulações, Matheus Spiess, analista macroeconômico da Empiricus, aponta que a decisão parece incerta até mesmo para o Banco Central, que “só vai bater o martelo sobre os juros no fim da quarta-feira (18)”.  

Cortar ou manter, eis a questão 

Nos últimos dias, as opções de Copom negociadas na B3 oscilaram bastante. Em 10 de março, após Donald Trump anunciar que a guerra contra o Irã estava próxima do fim, as apostas de que o Banco Central pudesse seguir com um corte de 50 pontos saltaram para 56,9%.  

Entretanto, com o passar dos dias e sem um anúncio concreto sobre o fim do conflito, as expectativas de um corte menor, de 0,25 p.p., passaram a ganhar força.  

Já na última sexta-feira (13), a possibilidade de manutenção da Selic em 15% ao ano superou as projeções de uma redução de 50 p.p, após os EUA bombardearem Teerã, capital do Irã, bem como o seu principal centro de exportação de petróleo.  

Para além do contexto internacional, Matheus Spiess aponta que os dados mais recentes de IPCA (inflação) e atividade econômica já vinham pressionando o Banco Central a seguir um caminho mais cauteloso. 

Junto a isso, há também a questão fiscal do Brasil que comprime a curva de juros. Esse fator impacta ainda mais a decisão da autoridade monetária na reunião de amanhã (18). 

Apesar da grande incerteza em relação ao Copom, Matheus lembra que, no comunicado de janeiro, o Banco Central havia reforçado a possibilidade de um corte de 0,50 p.p..  

Ainda no documento, a autoridade deixou um espaço para uma redução de menor magnitude, isto é, 25 pontos percentuais. Nesse contexto, a avaliação de Spiess é que o BC siga com o menor corte. 

Ele explica que, considerando o nível de juros no Brasil, “temos uma gordura para queimar”. Ainda que o ciclo seja menor do que o previsto anteriormente. 

Diante desse cenário, neste momento, a dúvida de muitos investidores é como se posicionar. Segundo Matheus, uma boa estratégia é investir no chamado “kit geopolítico”.  

‘Kit geopolítico’: conheça esta e outras recomendações da Empiricus  

O analista aponta que, diante da crise humanitária causada pelo conflito e as incertezas na política monetária do Brasil, o investidor tem algumas janelas de oportunidades em ativos específicos

Por exemplo, o investidor pode apostar em um “kit geopolítico”, que consiste em ter posições em ouropetróleo moedas fortes. Esse seria o básico.  

Contudo, é possível refinar essa estratégia, investindo em ativos selecionados. Foi desta forma que a carteira Double Income, da Empiricus, gerou para os investidores um retorno de 353% do CDI em 2026, em uma de suas estratégias.  

Matheus aponta que, “com base em uma seleção de ativos de qualidade capazes de distribuir proventos de maneira consistente”, essa carteira se mostrou mais resiliente em períodos de maior turbulência.  

E a boa notícia é que você pode ter acesso às recomendações da série Double Income, e outras 10 assinaturas da Empiricus, por apenas 12x de R$ 14,90.   

O Empiricus+ é a assinatura em modelo “streaming” da casa. Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar. 

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensais (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries, e ainda oferece 7 dias de teste gratuito. 

Para liberar o seu acesso à Empiricus+ agora mesmo, basta clicar no botão abaixo: 

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Com criptomoedas em recuperação, ferramenta ‘buscadora de lucros’ ajuda investidores a surfar janela de oportunidade

17 de Março de 2026, 08:27

O ano de 2026 não começou com ventos muito favoráveis ao mercado de criptomoedas. Com alta pressão vendedora e um sentimento generalizado de medo nos mercados, o bitcoin (BTC), maior criptomoeda do mundo e barômetro das demais, chegou a se aproximar dos US$ 60 mil no início de fevereiro, preço mais baixo desde outubro de 2024.

Inicialmente, parte dos especialistas associava a queda do mercado à realização de lucros dos investidores pós-rali de 2025. Mas o “banho de sangue” se consolidou especialmente após a escalada dos conflitos no Oriente Médio, que disseminaram aversão ao risco a nível global.  

Porém, nos últimos dias, o bear market parece ter ganhado um alívio. Até o fechamento desse texto, na manhã de segunda-feira (16), o bitcoin (BTC) negociava na casa dos US$ 73 mil (R$ 384 mil), uma alta de 2,5% nas últimas 24 horas.

E o BTC não foi o único a subir: o grande destaque do dia ficou por conta das altcoins. Mais especificamente, memecoins como PEPE, BONK e PENGU.

Somente a PEPE, até o fechamento desse texto, acumulava alta de quase 20% nas últimas 24 horas. Já as outras citadas, BONK e PENGU, subiam 10% e 9% no mesmo período, respectivamente.

Fonte: CoinMarketCap, consultado em 16/03/2026 às 10h50

Uma recuperação no mercado, de maneira geral, pode deixar alguns investidores mais otimistas, especialmente aqueles à espera de uma possível “luz no fim do túnel” para buscar lucros.

Porém, de acordo com o portal CoinDesk, referência em notícias do universo cripto, essa janela pode se fechar em breve. O relative strength index (índice de força relativa, em português) sugere que o mercado está “sobrecomprado” nesses ativos em alta, o que pode indicar que uma retração está próxima:

Fonte: CoinDesk, consultado em 16/03/2026

Esse caso apenas reforça a realidade de que, no mercado cripto, muitos dos “cases de sucesso” – de investidores que embolsaram grandes lucros – partem de uma janela de oportunidade. Isto é, um momento específico que, se detectado no ponto certo de entrada, pode entregar os retornos dos sonhos.

Nesse exemplo citado, investidores que compraram PEPE dentro dessas 24 horas conseguiram retornos de 20% em cima do capital inicial investido. É um número que pode significar muito, a depender das quantias envolvidas.

Porém, sabemos que nem todo investidor tem tempo hábil, ou conhecimento o suficiente, para acompanhar o mercado ao ponto de saber exatamente em quais moedas investir – e o momento exato de entrada – para buscar lucros.

E é aí que entra a uma ferramenta automatizada criada exatamente com este intuito: detectar as janelas de oportunidade com altcoins – mais especificamente, memecoins independentemente do sentimento de mercado e, assim, buscar lucros para qualquer usuário.

Memebot One Million: conheça a ferramenta programada para buscar lucros milionários com criptomoedas

O Memebot One Million é um software automatizado, cujo único objetivo é buscar lucros explosivos com memecoins para seus usuários.

Como o próprio nome da ferramenta já entrega, o foco no “milhão” é exclusivo: seus algoritmos estão programados para selecionar apenas moedas cujas operações possam transformar os investimentos iniciais em retornos de até seis dígitos em potencial.  

Enquanto o usuário pode “seguir sua vida” sem necessariamente acompanhar o mercado, o Memebot One Million trabalha em tempo real, “escaneando” o mundo das criptomoedas em busca das altcoins de maior potencial do momento.

Após selecionar os ativos, o Memebot também fica responsável pelos processos de compra e venda de forma automatizada. Da parte do investidor, basta apenas:

  • Instalar a ferramenta;
  • Entrar com os aportes financeiros;
  • Apertar “copiar” uma única vez;
  • Deixar o restante acontecer.

Começando com cerca de R$ 3,5 mil, já é possível partir em busca do milhão com o Memebot One Million

As configurações do Memebot One Million permitem que o usuário inicie com quantias relativamente baixas: o recomendado é iniciar com aportes em torno de R$ 3,5 mil.

A partir dessa quantia, a ferramenta já é capaz de buscar até R$ 1 milhão em retornos. Mas vale ressaltar que, quanto maior o rendimento-alvo do usuário, maiores os riscos e os aportes que devem ser realizados.

Versões anteriores do Memebot, lançadas em 2025 sem a configuração voltada exclusivamente para retornos milionários, conseguiram resultados expressivos com memecoins. Dentre eles, podemos citar:

  • +88,62% em BANANA31
  • +46,80% em TURBO
  • +33,77% em FLOKI
  • +28,76% em USELESS
  • +16,82% em BOME

Essas são moedas semelhantes às memecoins citadas anteriormente, que estão em alta essa semana (PEPE, BONK, PENGU). Todas foram garimpadas pelo Memebot no momento exato de captura de valorização, e trouxeram bons retornos aos usuários.

Vale lembrar que retornos passados não são garantia de retornos futuros. O mercado de criptomoedas é altamente volátil, e os investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

Apesar disso, essa é uma ferramenta desenvolvida por experts neste mercado, que permite que qualquer usuário, mesmo com pouca experiência, tenha apoio profissional para buscar os retornos desejados.

E por que investir em altcoins ao invés do bitcoin (BTC)?

Você pode até se perguntar: mas o bitcoin (BTC) não pode ser uma das moedas negociadas pelo Memebot One Million?

Bom, a questão é que o foco exclusivo da ferramenta está em buscar retornos milionários. Potenciais como este, atualmente, são encontrados em moedas menos conhecidas e de menor tamanho de mercado que o BTC.

Mesmo com as quedas registradas nos últimos meses, o bitcoin (BTC) segue com um valor de mercado gigantesco, de cerca de US$ 1,48 trilhões (R$ 7,8 trilhões).

Esse volume até permite que investidores institucionais (com bilhões em caixa disponíveis) busquem grandes lucros com seus BTCs, mas o efeito não é o mesmo para investidores pessoa física que dispõem de valores mais baixos para investir.

Encontro gratuito: conheça o Memebot One Million em detalhes na próxima segunda-feira (23)

Se você deseja conhecer o Memebot One Million em detalhes, está convidado a participar de um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (23), a partir das 19h.

Nessa data e horário, a ferramenta será apresentada aos interessados, e você poderá decidir se a proposta faz sentido para seus objetivos como investidor.

Para aqueles que optarem por acessá-la, os novos logins da ferramenta serão liberados logo após o evento.

Para garantir seu lugar na reunião, é bem simples. Basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é gratuito:

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CSN (CSNA3), Gerdau (GGBR4) e Usiminas (USIM5): siderúrgicas ‘derretem’ na bolsa, após os resultados do 4T25; ainda vale investir no setor?

16 de Março de 2026, 16:22

As siderúrgicas brasileiras começaram o pregão no positivo nesta segunda-feira (16). O movimento parece começar a reverter as fortes perdas da semana passada, impactadas por um quarto trimestre (4T25) de poucos destaques.

Na sexta-feira (13), a CSN (CSNA3) protagonizou a maior queda da semana, com as ações derretendo -20,4% no período, após oresultado do 4T25 divulgado no dia anterior (12). Em paralelo, Gerdau (GGBR4) caiu -4,8% e Usiminas (USIM5), -3,3%, na semana entre 9 e 13 de março.

Conforme explica o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria, a falta de uma proteção contra um alto volume de importação do aço, principalmente da China, impacta as empresas. Assim, os números no vermelho refletem um contexto setorial difícil no Brasil, com uma forte pressão sobre os preços e volumes ociosos.

Diante desse cenário, muitos investidores se questionam se vale a pena ter ações de siderurgia na carteira, neste momento. Na avaliação de Hungria, apenas uma delas vale compra.

A seguir, o analista comenta sobre o desempenho das três empresas mencionadas e aponta o que fazer com esses ativos.

Endividamentos impactam balanços de Usiminas e CSN

No 4T25, Usiminas e CSN reportaram resultados operacionais fracos, impactados pelos preços realizados mais baixos no aço e pressão de custos.

  • Uniminas: registrou prejuízo líquido de R$ 2,9 bilhões em 2025, ante lucro líquido de R$ 3 milhões em 2024;
  • CSN: o prejuízo líquido somou R$ 1,5 bilhão em 2025, -2% em relação ao acumulado de 2024.

Já no quesito de endividamento, Usiminas conseguiu reduzir para 0,22x o múltiplo Dívida líquida/Ebitda, em comparação com 0,81x no 4T24. Enquanto isso, a CSN viu o mesmo indicador aumentar de 3,1x para um patamar de 3,47x Dívida líquida/Ebitda.

Na visão de Hungria, os resultados das companhias reforçam a necessidade de medidas protecionistas. Segundo ele, deve haver avanços por parte do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), para reconhecer que em alguns produtos importados da China há indícios de dumping.

Ou seja, que empresas podem estar comercializando um produto por um preço abaixo do custo para eliminar o produto, sem ter margem para concorrer.

O mal desempenho das duas empresas, entretanto, difere do resultado da Gerdau. Segundo Hungria, isso acontece especialmente por um fator: “CSN e Usiminas não têm a diversificação geográfica da Gerdau”.

Gerdau: diversificação geográfica ‘segura o piano’ no balanço do 4T25

Em comparação com as concorrentes, Hungria destaca que o resultado da Gerdau no 4T25 foi melhor. No Brasil, as vendas totais da Gerdau cresceram +2,4% em relação ao 4T24. Mesmo com o aumento no volume, o cenário desafiador levou a receita a uma queda de -7,6%, para R$ 7,2 bilhões.

Por outro lado, a operação da América do Norte sustentou o resultado financeiro, impedindo de ter uma queda maior. Na região, os números de venda e receita saltaram 13,9% e 15,4% respectivamente.

Ainda com o “empurrãozinho”, a Gerdau encerrou o trimestre em prejuízo de -R$ 1,3 bilhão. “O resultado foi impactado por baixas contábeis de aproximadamente -R$ 2 bilhões, sem efeito caixa, refletindo o ambiente mais desafiador no Brasil. Ajustando esses efeitos, o lucro líquido total da Gerdau teria atingido R$ 670 milhões, estável na comparação com o 4T24”, explica Hungria.

Apesar da queda, o analista ressalta mais pontos positivos da empresa: “Entendemos que a Gerdau tem a melhor gestão e a melhor disciplina no setor. Gostamos do papel e vejo que está com um valuation barato”, afirma. 

Mesmo com um ambiente ainda desafiador no Brasil, o analista enxerga que as ações da Gerdau continuam mostrando as vantagens de sua diversificação geográfica. Assim, GGBR4 segue como recomendação nas carteiras de dividendos e renda passiva da Empiricus Research.

Além de GGBR4: acesse as principais carteiras da Empiricus Research e tenha uma recomendação completa de onde investir

Dentro do setor de siderurgia, a Gerdau é o destaque na lista de indicações da Empiricus no momento. Além de resistir a cenários mais adversos, a companhia também apresenta uma boa perspectiva para distribuição de dividendos.

Por isso, ela está presente em duas das principais séries da casa: Double Income e Vacas Leiteiras, com foco em geração de renda extra e distribuição de proventos, respectivamente.

A boa notícia é que você pode conhecer a tese completa por trás da recomendação de Gerdau e outras companhias destas carteiras de uma maneira prática e sem promessas vazias, através do Empiricus+.

O Empiricus+ é o novo serviço de assinatura “streaming” da casa de análise. Em um só lugar, investidores podem conferir as recomendações da Empiricus para o momento. Ao todo, são 11 assinaturas da casa, elaboradas pela equipe de analistas que inclui Ruy Hungria e mais 12 analistas de muita experiência e respaldo.

Nunca foi tão fácil acessar esse conteúdo e ainda por um valor especial:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Além disso, no botão abaixo, leitores desse texto têm a possibilidade de testar o Empiricus+ por 7 dias gratuitos, sem compromisso. Para liberar o seu acesso, é só clicar no botão abaixo:

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Petróleo a US$ 200? Primeiro episódio da nova temporada do Empiricus Podca$t começa com conflito no Oriente Médio; assista agora 

14 de Março de 2026, 09:20

Nas últimas semanas o mercado não comentou outro assunto, além dos conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã e os impactos no preço do petróleo e na inflação global. Esse também foi o assunto da nova temporada do Empiricus Podca$t que começou com novidades.

A partir de agora, a jornalista Paula Comassetto assume o comando das conversas, trazendo para pauta os temas que mais mexem com os mercados.  

Assim após a escalada de tensões no Oriente Médio, que levou o preço do petróleo a ultrapassar novamente a marca de US$ 100, a pergunta de muitos investidores é:  

O petróleo pode chegar nos US$ 200? 

Durante o programa, os analistas Ruy Hungria e Matheus Spiess, da Empiricus Research responderam a esta pergunta. Eles também analisaram o atual cenário e apontaram o que deve estar no radar dos investidores, como se preparar e onde investir

Nesta matéria, separamos alguns melhores momentos desse primeiro episódio do  Empiricus Podca$t. Confira.  

‘O petróleo não volta mais para a casa dos US$ 45, US$ 50’ 

Com o mercado se perguntando até onde o preço do petróleo pode chegar, Matheus Spiess aponta que, tudo depende da evolução do conflito e, principalmente, da situação no estreito de Ormuz, ponto estratégico por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial.  

Segundo o analista, caso a passagem permaneça inviabilizada, o mercado pode enfrentar um choque de oferta de proporções históricas. Já Ruy Hungria pondera que prever preços extremos é muito difícil, mas ressalta que o contexto atual já muda a percepção do mercado.  

“Não dá para saber se esse negócio vai para US$ 150 ou US$ 200. Mas, entendo que o petróleo não volta mais para essa casa de US$ 45, US$ 50, que todo mundo estava falando”, afirma. 

Inflação, corte da Selic e bolsa brasileira 

Além do preço do petróleo, os analistas discutiram o impacto do petróleo mais caro na inflação, na política de juros e nas perspectivas para a bolsa brasileira. 

A boa notícia é que você pode conferir essa conversa na íntegra. O Empiricus Podca$t já está disponível no YouTube da Empiricus. Para assistir, basta clicar no link abaixo:  

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30% de desconto nas principais séries da Empiricus Research: conheça o novo ‘streaming’ da casa com 11 assinaturas

13 de Março de 2026, 16:21

Na semana do consumidor, a Empiricus Research oferece um combo especial para quem quer investir melhor e sob boas orientações. São diversas estratégias reunidas em um único pacote: carteiras de ações, fundos imobiliários, títulos de renda fixa, day trade, small caps.

Desde estratégias de curtíssimo prazo até portfólios de dividendos para quem quer viver de renda em alguns anos. Tudo isso por apenas 12x de R$ 14,90, ou R$ 19,90 mensais.

Achou bom demais para ser verdade? Continue lendo e entenda de onde surgiu essa superpromoção, e por que ela pode ser a oportunidade mais acessível do ano para começar a investir com estratégia.

Empiricus+: “streaming” de carteiras que já valorizaram até 539%

Ao longo dos seus 16 anos, a casa de análise inovou a maneira como investidores, do iniciante ao profissional, acessam conteúdos de investimentos. Através de análises independentes e carteiras recomendadas com relatórios de qualidade e de fácil leitura, nos tornamos a maior casa de análise do Brasil.

Nos últimos anos, os investidores que acompanharam as carteiras da casa tiveram a oportunidade de seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Palavra do Estrategista, nossa carteira de ações focado em valorização dos papéis: mais de 491,49% de retorno desde a criação em 03/09/2015.
  • Microcap Alert, carteira focada em empresas de baixa capitalização: mais de 539,39% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras, portfólio concentrado em dividendos: valorização de 486,13%, desde o lançamento em 07/02/14.

É claro que retornos passados não garantem lucros futuros. Mas uma das características intrínsecas da Empiricus é o “skin in the game”. Isso significa que os analistas da casa só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

Agora, a research está prestes a dar um próximo passo e para isso lançou o Empiricus+, um serviço de assinatura no estilo “streaming”.

LIBERE AQUI SUA CHANCE DE LUCRAR COM A EMPIRICUS+

Empiricus+: confira o que vai encontrar no ‘streaming’ da research

Pela primeira vez, a Empiricus está lançando um modelo em que, com um único acesso, você poderá explorar as  principais recomendações de investimento dos analistas.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas, incluindo carteiras focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa, trading. Além disso, há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Para garantir que o investidor tenha uma boa trajetória, é possível ter contato direto com os mais de 13 especialistas da casa, por meio das lives de dúvidas.

Eles estão dedicados a encontrar as melhores oportunidades do mercado e entregar estratégias que proporcionem um verdadeiro impacto financeiro, como as mencionadas acima.

Para ajudar na trilha do investidor, estão disponíveis diversos conteúdos:

  • Passo a passo para investir nos ativos recomendados, de forma prática; 
  • Lives e plantões de dúvidas com os analistas, respondendo as questões dos assinantes;
  • Podcasts diários e semanais, comentando os principais eventos do mercado e como isso pode mexer com os investimentos.

E ainda nem chegamos na melhor parte: os preços da assinatura estão em um patamar nunca visto antes. O Empiricus+ vai oferecer aos investidores dois planos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; ou
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90, que corresponde a 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso as principais carteiras da casa. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

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Semana do consumidor com as melhores estratégias da casa: garanta já o seu acesso

Se você ainda não está decidido sobre a assinatura, te convido a conhecer mais de perto o produto. A Empiricus+ acredita tanto em seu compromisso de bucar as melhores ideias de investimento que está oferecendo 7 dias de acesso gratuito.

Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia. Se não gostar, é só pedir o cancelamento e o seu dinheiro será reembolsado.

Esta é uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de análises independente do país.

Então, se você ficou interessado, basta clicar no botão abaixo:

* DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Carteira Empiricus, Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Adeus, rali? Alta do IPCA e disparada do petróleo colocam em ‘xeque’ principal ‘gatilho’ da bolsa em 2026

13 de Março de 2026, 10:00

Depois de um início de 2026 renovando máximas, a bolsa brasileira vê as expectativas de um novo ciclo de valorização perder forças. Na quinta-feira (12), foi a vez dos dados do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) trazer surpresas negativas ao mercado.

Segundo o IBGE, em fevereiro, o IPCA registrou uma alta de 0,7%. A variação foi maior do que o verificado em janeiro (0,33%), e também acima das expectativas do mercado (0,65%).

Assim, no acumulado dos 12 meses, a inflação agora está em 3,81%, ante 3,77% das projeções do mercado.

O dado trouxe ainda mais pressão aos ativos de risco domésticos, que já estavam deprimidos por conta do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã, e a escalada do preço do petróleo. Assim, o Ibovespa fechou em queda de mais de 2,55% na quinta.

Esse cenário coloca em “xeque” um dos principais “gatilhos” de alta da bolsa brasileira em 2026: o ciclo de cortes da Selic. E a pergunta que fica é:

Ainda teremos ‘gatilho’ para um rali na bolsa brasileira?

Desde o fim de 2025, muitos especialistas de mercado vinham defendendo que o início do ciclo de afrouxamento monetário seria um gatilho para a bolsa brasileira.

Afinal, a queda dos juros por aqui, somada às incertezas do cenário externo atraindo fluxo estrangeiro, poderiam impulsionar ainda mais as ações domésticas.

Entretanto, Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, aponta que o preço do petróleo voltando aos US$ 100, o IPCA mostrando aceleração e os dados de vendas no varejo tornam a materialização desse gatilho um desafio.

O analista explica que, embora o preço do petróleo favoreça exportadores da commodity, como é o caso do Brasil, a alta também implica em mais inflação. Esse fator, aliado aos números do IPCA e uma atividade econômica resiliente, podem resultar em mudanças na condução da política monetária.

Diante desse contexto, “muito dificilmente haverá um corte de 50 pontos [na Selic]”, segundo o analista, que aponta que, no atual cenário, é possível que o Banco Central realize “um corte mais cauteloso, de apenas 25 pontos-base na semana que vem”.

Ou seja, “ele [o corte de juro] vai acontecer, porém de forma mais contida”, destaca. Assim, mesmo em um cenário em que o principal gatilho para a bolsa brasileira seja mantido, a volatilidade causada por tensões geopolíticas deve pressionar os ativos no curto prazo.

Para o analista, neste momento, os investidores devem adotar uma estratégia com perfil mais previsível. Nesse sentido, recomendou aos leitores da sua newsletter, “Mercado em 5 Minutos”, a Carteira Empiricus Renda Extra, que entregou uma rentabilidade 320% acima do CDI apenas no mês de fevereiro.

Gratuito: conheça todas as recomendações da Carteira Renda Extra

A Carteira Empiricus Renda Extra reúne ações, fundos imobiliários e títulos de renda fixa. Tratam-se de ativos de qualidade capazes de distribuir proventos de maneira consistente, o que resulta em maior previsibilidade. Atualmente, o portfólio conta com 12 recomendações.  

A boa notícia é que você pode conhecer todas as recomendações da Carteira Empiricus Renda Extra de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando o acesso à carteira como cortesia.

Assim, você poderá se preparar para “surfar” o corte da Selic, mantendo proteções em caso de turbulências do mercado.

Para liberar o seu acesso, é muito simples. Basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções:  

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Lucros até de madrugada? Conheça o R3R – Robô Três Rendas, que pode operar criptomoedas de forma automática

12 de Março de 2026, 11:26

Existe uma frase bastante repetida quando o assunto é sucesso financeiro: “trabalhe enquanto eles dormem”. A mensagem por trás sugere que, em um sistema meritocrático, aqueles que se esforçam para além do padrão acabam colhendo maiores recompensas.

Embora essa lógica possa fazer sentido em alguns contextos, a realidade mostra que nem sempre todo mundo pode ou consegue renunciar ao próprio descanso e aumentar o esforço em busca de resultados superiores.

Mas e se fosse possível estabelecer uma realidade diferente, na qual uma ferramenta totalmente automática busca lucros com operações no mercado enquanto todos dormem, inclusive o próprio usuário?

Essa é a visão por trás do R3R – Robô 3 Rendas, ferramenta criada por André Antunes, trader no mercado financeiro há mais de duas décadas, e sua equipe.

R3R – Robô Três Rendas: conheça a ferramenta que busca lucros até de madrugada

O R3R – Robô Três Rendas tem o objetivo de operar no mercado de criptomoedas em diferentes horários – até mesmo de noite ou madrugada no Brasil – acompanhando os movimentos dos investidores globais de três dos maiores mercados do mundo:

  • Ásia: durante à noite no Brasil;
  • Europa: durante à madrugada no Brasil;
  • Estados Unidos: durante à manhã.

Nesses horários, a ferramenta “escaneia” o mercado cripto automaticamente, em busca de oportunidades de trade que carreguem o maior potencial de geração de lucros. Após identificá-las, o próprio software também se encarrega de realizar as operações de compra e venda.

A ideia é usufruir do fato do mercado de criptomoedas funcionar 24 horas por dia, não se limitando aos horários nos quais estamos “acordados” no Brasil, e oferecendo ao usuário muito mais oportunidades de buscar uma renda extra.

Da parte do usuário, basta apenas instalar a ferramenta em sua conta na corretora de valores. Assim, é possível aumentar em até três vezes as chances de lucros “enquanto dorme”, automaticamente, sem sacrificar seu descanso. E, durante o dia, manter o foco em suas tarefas cotidianas enquanto o robô trabalha por conta própria.

No caso, o acompanhamento dos horários de mercado da Ásia, Europa e EUA se dá mais pela maior liquidez das negociações, não necessariamente por restrições de horários – que inexistem no mercado cripto.

Até R$ 6.250 diários? Entenda potencial de lucros do R3R – Robô Três Rendas

O R3R – Robô Três Rendas passou por uma fase de testes de 12 meses, antes de culminar em seu grande dia de lançamento ao público, que será no próximo dia 16 de março.

Por meio dos testes, uma excelente notícia foi encontrada: o robô está programado para buscar bons lucros para seus usuários a partir de aportes financeiros iniciais relativamente baixos.

A partir de R$ 1 mil ou R$ 2 mil, durante a fase de testes, foi possível lucrar desde R$ 50 até R$ 6.250 diários, com operações e estratégias específicas.

Ou seja, não é necessário ser um investidor de alto patrimônio para começar a  utilizá-la. A prioridade da ferramenta é impulsionar novos investidores em busca de uma mudança de vida por meio do mercado. Como já foi o caso do próprio André Antunes.

Quem é André Antunes, idealizador do R3R – Robô Três Rendas

André Antunes, também conhecido entre seus seguidores como “Scalper”, é o trader mais seguido no Brasil, com 1,9 milhão de seguidores únicos nas mídias sociais, e carrega consigo 20 anos de experiência no mercado financeiro.

De origem humilde, por muito tempo, viveu a mesma vida que a maioria dos brasileiros: trabalhando, pagando as contas, e sobrevivendo na medida do possível.

“Quando eu era mais novo, comecei a perceber que muitas famílias viviam exatamente no mesmo padrão financeiro por gerações. Meus avós viveram assim, meus pais também. Durante muito tempo, parecia que eu ia seguir o mesmo caminho, até que eu decidi quebrar esse ciclo”, afirma.

A “quebra de ciclo” veio quando Antunes aprendeu a operar no mercado financeiro. Após quatro anos operando, já havia conquistado seu primeiro milhão.

Hoje, é multimilionário e, com toda a sua expertise de duas décadas, dedica seu tempo a ensinar seguidores e alunos o mesmo caminho da independência financeira que conquistou, especialmente pelo mundo do day trade.

Porém, sabemos que operar no mercado financeiro pelos métodos “tradicionais” exige alta dedicação de tempo. Com isso, para fazer jus à “liberdade” em “liberdade financeira”, Antunes passou a focar na criação de ferramentas proprietárias que operem no mercado de forma automática.

E desse propósito, nasceu o R3R – Robô Três Rendas, que será liberado aos seus primeiros usuários a partir da próxima segunda-feira (16), em parceria com a Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research.

Gratuito: participe de evento de apresentação do R3R na próxima segunda-feira (16)

Se você deseja conhecer mais sobre o R3R – Robô Três Rendas, está convidado a participar de um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (16), a partir das 19h.

No evento, todos os detalhes da ferramenta serão apresentados aos participantes. Assim, você poderá tirar suas dúvidas e concluir se essa é uma oportunidade que faz sentido para seus objetivos.

Para reservar seu lugar no evento, basta clicar no botão abaixo. Lembrando que é gratuito:

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Renda fixa a partir de R$ 1 e liquidez 24h: novo título do Tesouro Direto é uma boa ideia para sua reserva de emergência?

12 de Março de 2026, 09:28

O Tesouro Nacional anunciou recentemente a criação de uma nova categoria de título público: o Tesouro Reserva. O novo papel também será indexado à  Selic, taxa básica de juros, que atualmente reside no patamar de 15% ao ano. Mas com um diferencial relevante:

“Ele poderá ser negociado 24 horas por dia, sem a incidência de descontos no resgate”, explica a analista de renda fixa da Empiricus Research, Lais Costa.

O secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, anunciou que as aplicações poderão ser feitas inclusive via Pix. O prazo de vencimento do Tesouro Reserva será de três anos, com a possibilidade de resgate a qualquer momento (liquidez diária) e garante a tributação mínima de 15% sobre o lucro.

Adeus, poupança? Analista comenta praticidade do novo Tesouro Reserva

Apesar da poupança ser conhecida como a reserva favorita dos brasileiros, a opção por ela se deve ao resgate fácil. Porém, o que pode passar despercebido é que o dinheiro às vezes nem mesmo rende, visto que a poupança rende apenas no “aniversário” da aplicação e a juros simples.

  • Em comparação, o Tesouro Reserva chama mais atenção, pois entrega rendimentos diários e a juros compostos, mantendo a facilidade de resgate 24 horas.

Conforme a analista explica, o novo título Tesouro Reserva busca resolver uma limitação importante dos instrumentos tradicionalmente usados para reserva de emergência: a ausência de liquidez fora dos dias úteis e do horário regular de funcionamento do mercado.

“A combinação de baixo risco, alta liquidez e acessibilidade fará do Tesouro Reserva, assim que disponível, uma excelente opção para a reserva de emergência”, afirma Costa.

Saiba mais sobre o Tesouro Reserva

Com lançamento previsto para março, a negociação do título será de um valor unitário de R$ 10,00, mas o sistema deverá permitir aplicações fracionadas a partir de R$ 1,00.

Além disso, ele não está sujeito à marcação a mercado – um mecanismo que ajusta os preços diariamente conforme as condições do mercado.

Assim, o investidor pode resgatar o valor aplicado acrescido da remuneração acumulada pela Selic, independentemente do momento do resgate. O modelo é similar ao CDI com liquidez diária que bancos oferecem atualmente.

Apesar dessa novidade servir como uma reserva de emergência, vale sempre lembrar que os ativos de renda fixa podem ir além disso. Com a Selic atual, o investidor tem a oportunidade de buscar retornos de até 9,73% ao ano, acima da inflação.

Por isso, além do Tesouro Reserva, na carteira mensal, Laís indicou títulos “premium” para buscar retornos reais de dois dígitos com a renda fixa. A seguir, explico como conhecer as recomendações da analista de forma totalmente gratuita.

Investir em renda fixa para além da reserva: veja como lucrar com títulos que ‘pagam’ acima da inflação

No patamar que a Selic está hoje, não é difícil encontrar produtos de renda fixa que possibilitam ao investidor acompanhar a inflação. Mas, a verdade é que, encontrar os ativos que podem oferecer lucros acima da Selic e IPCA pode não ser uma tarefa fácil.

Contudo, é nessa perspectiva que a equipe de analistas de renda fixa da Empiricus trabalha. Encabeçada por Lais Costa, a carteira de renda fixa da casa atualmente conta com recomendações que oferecem o combo juros reais e isenção de IR.

Nessa lógica, o investimento preserva o poder de compra, com rendimentos acima da inflação, e ainda pode fazer uma grande diferença na hora de receber, sem “perder” com desconto de Imposto de Renda.

Por exemplo, a analista montou uma seleção de títulos “premium” para buscar os melhores retornos na renda fixa. Para ter uma noção, são rendimentos que podem chegar até IPCA + 9,73%. 

Para quem busca equipar seu portfólio e ter a chance de manter juros reais atrativos no longo prazo como os citados acima, a janela para se posicionar está bem próxima, considerando as expectativas de corte da Selic ainda esse mês.

O acesso à curadoria desses títulos de forma 100% gratuita, junto com um relatório completo de análise macroeconômica, está disponível clicando no botão abaixo:

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Dólar, ouro ou petróleo: qual ativo oferece uma proteção mais eficiente hoje? Veja a opinião de 30 gestoras

11 de Março de 2026, 14:50

A intensificação dos conflitos no Oriente Médio já repercute em alguns estudos do mercado financeiro. Enquanto Estados Unidos, Israel e Irã aprofundam uma guerra ainda sem fim previsto, a produção de petróleo mundial é pressionada pelo fechamento do Estreito de Ormuz. Assim, gestores começam a antecipar seus próximos movimentos.

Em uma pesquisa realizada com cerca de 30 gestoras de multimercados que somam mais de R$ 160 bilhões de patrimônio líquido, a equipe da série Os Melhores Fundos de Investimento, da Empiricus Research, constatou que há um ativo de proteção preferido pelas casas.

Segundo os gestores, entre os ativos avaliados para uma proteção mais eficiente em um portfólio global diversificado, o dólar americano lidera com 41% das respostas. “A moeda reforça o seu papel como principal ativo de liquidez em momentos de aversão a risco”, comenta Alexandre Alvarenga, um dos analistas da série.

Na sequência petróleo e ouro empatam com 18%, refletindo a percepção de que choques na região tendem a impactar o mercado de energia e aumentar a demanda por ativos tradicionais de proteção, segundo o analista.

Ademais, 73% das gestoras também apontam que as decisões de posicionamento atual estão embasadas de forma tática e temporária. Já os outros 27%, enxergam o movimento dentro de uma mudança mais estrutural de regime.

Juros no Brasil e EUA devem mudar de rota com pressão sobre o petróleo?

Alvarenga salienta que as expectativas das gestoras seguem indicando uma trajetória gradual de queda de juros tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, pelos próximos anos. Nos EUA, as projeções apontam taxas ligeiramente abaixo das estimativas do próprio Federal Reserve, com mediana estável em 3%.

Embora nesta semana as projeções do Boletim Focus, sugiram um ciclo de corte de juros menor, “o cenário sugerido pelas gestoras aponta para queda gradual da taxa nos próximos anos, com estabilização em patamar ainda elevado no horizonte mais longo”, comenta Alvarenga.

  • Contextualizando: A taxa Selic reside em 15,00% a.a atualmente e a projeção atual do Focus é que ela consiga regressar a um patamar de 12,13% ao ano.

Enquanto isso, a expectativa das gestoras para a taxa de juros no Brasil indica uma mediana de 12,00% em 2026. Para 2027 e 2028, as estimativas dos especialistas permanecem estáveis em 10,00%.

Já nos EUA, a taxa de juros atualmente está em torno de 3,75% ao ano. As gestoras enxergam um leve ajuste para baixo no curto prazo, com a mediana das projeções para 2026 recuando de 3,5% para 3,0% – valor abaixo da estimativa mais recente do Federal Reserve (3,6%).

Diante de conflitos no Oriente Médio, apetite por risco evaporou?

A pesquisa mostrou que o viés permanece favorável para bolsas fora dos EUA, tanto em mercados desenvolvidos quanto emergentes, ainda que com um posicionamento equilibrado considerando uma dinâmica de risco.

Alvarenga observa que há um aumento gradual do orçamento de risco. Assim, a maior parte das gestoras têm deixado uma fatia de 25% a 50% investida em ativos mais arriscados.

Em relação ao mês anterior, entretanto, nota-se um crescimento das estratégias que alocam 75% a 100% nesses ativos, indicando maior apetite ao risco.

Para os próximos seis meses, predomina a expectativa de aumento adicional do risco, seguida das visões de estabilidade. A possibilidade de redução permanece minoritária, ainda que tenha ganhado força se comparada ao mês anterior.

Acompanhe a pesquisa mensal completa no relatório da equipe de Os Melhores Fundos de Investimentos aqui.

Empiricus+: saiba como transformar a visão dos gestores em oportunidades de investimento por apenas 12x de R$ 14,90/mês

Agora que você está atualizado sobre a trajetória e estratégia de diversas gestoras para o mês de março, chegou a hora de transformar essas recomendações em oportunidades de investimentos.

Para isso, quero te apresentar uma novidade da Empiricus. Trata-se de uma  assinatura em modelo “streaming” que pode ajudar o investidor pessoa física a transformar eventos em oportunidades de investimento: o Empiricus+.

Com ele, você tem acesso às principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

Para ajudar o investidor a ficar por dentro das principais notícias de geopolítica e empresas, a assinatura da Empiricus+ conta também com:

  • Carteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading e outros;
  • Lives e podcasts com os analistas;
  • Plantão de dúvidas para assinantes;
  • Tutoriais com o passo a passo para investir, da forma mais simples possível.

Os planos estão com o valor promocional de 12x de R$ 14,90 (para assinatura anual) ou R$ 19,90 por mês (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ agora, basta clicar no botão abaixo:

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Não é Petrobras (PETR4): alta do petróleo favorece entrada em outra ação do setor, segundo a Empiricus

10 de Março de 2026, 14:08

A intensificação dos conflitos no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, tem pressionado fortemente os preços do petróleo. Nos últimos dias, a commodity entrou em forte alta até o brent spot atingir US$ 119 na última segunda-feira (9), nível mais alto desde 2021.

Essa disparada está ligada, sobretudo, à situação do estreito de Ormuz, passagem estratégica pela qual escoa grande parte do petróleo exportado pelo Oriente Médio para os mercados globais. O governo iraniano alega que a rota está fechada.

Nesta terça-feira (10), o preço do petróleo passou a cair rapidamente, para o patamar dos US$ 90, após afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que a guerra no Irã pode terminar em breve.

Diante desse cenário, o Ibovespa, que também ficou pressionado pelo conflito, mostrou “alívio”. Ao longo do pregão desta terça o índice chegou a apresentar alta de 1,62% no início da tarde.

De qualquer forma, as proporções do conflito ainda são incertas, e não há previsão de retomada das atividades “integrais” do estreito de Ormuz.

Esse cenário pode continuar pressionando os preços para cima o que, por um lado tende a amplificar a aversão ao risco nos mercados globais. Contudo, também pode beneficiar ações ligadas ao setor de óleo e gás.  Nesse contexto, como investidor deve se posicionar?

‘Mais transitório do que perene’: os impactos do conflito no Oriente Médio para os ativos brasileiros

“A guerra deve ocupar um espaço mais transitório do que perene no mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Amstalden, CEO da Empiricus, em conteúdo publicado para assinantes da casa no último dia 4 de março. “O contexto do petróleo ‘para cima’ não é ruim para o Brasil”.

A chave para esse raciocínio está na exportação do petróleo brasileiro que, nesse caso, pode suprir a demanda não atendida pelo Oriente Médio.

“Até por questões humanitárias, o mercado prefere que a guerra não exista. Mas o Brasil é um dos grandes exportadores de petróleo no mundo. Inclusive, é mais beneficiado do que a própria Rússia”, afirma. E conclui:

“Isso teria impactos de crescimento de PIB para o Brasil, redução de déficit fiscal, porque gera-se muita receita tributária com o petróleo. […] Tem um pouquinho de impacto no IPCA, mas também não é ‘de outro mundo’. Então mesmo sob uma ótica de ‘petróleo para cima’, isso não é necessariamente ‘horrível’ para o Brasil.”

Com isso, é possível que investidores deduzam que esse é um cenário favorável para investir nas ações de petroleiras. A Petrobras (PETR4) costuma ser a primeira a vir à mente dos investidores, por ser um dos nomes mais conhecidos do grande público e ter histórico de bons retornos aos acionistas.

Entretanto, neste momento uma outra ação de petroleira é a preferida da Empiricus para quem deseja investir em ações compounders. Isto é, geradoras de valor intrínseco consistente ao longo dos anos.

Essa ação brasileira é uma das maiores beneficiadas pela alta do petróleo, mas pode performar bem independentemente disso

Para a Empiricus, as ações da Petrobras (PETR4) são uma aposta específica para o investidor que mira na distribuição de dividendos em sua carteira, e não como uma compounder de patrimônio.

Assim, pensando na valorização do preço das ações, em relatório do último dia 5 de março, os analistas da Empiricus revelaram que uma outra ação é a preferida da casa no setor de petróleo e gás.

O relatório expõe que, desde o agravamento das tensões no Oriente Médio, o comportamento dessa ação, em especial, descolou do desempenho do Ibovespa e passou acompanhar a valorização do petróleo brent, chegando a performar 9,1 pontos percentuais acima do índice da bolsa brasileira.

Nesse período, a ação em questão subiu 6%. A Petrobras (PETR4), em comparação, registrou alta de “apenas” 2% em seus papéis.

“A mesma aversão ao risco que costuma derrubar ativos de renda variável, de maneira geral, costuma beneficiar ativos vistos como hedge e, naturalmente, os seus produtores. É o caso dessa ação, cuja geração de caixa e lucros estão diretamente ligados ao preço do petróleo”, comentam os analistas.

Fonte: Bloomberg | Elaboração: Empiricus

Mas apesar dos analistas apontarem que “qualquer valorização da commodity tende a alavancar os resultados da empresa”, o que favorece a entrada no ativo atualmente é, justamente, não depender somente disso.

A empresa é recomendada “por ser uma ótima geradora de caixa e operar com excelência a níveis de brent significativamente abaixo dos atuais. Ou seja, ela independe desse cenário para performar”, segundo os analistas.

Além disso, comentam que, para 2026, espera-se que o custo de extração do petróleo da empresa atinja cerca de US$ 8 por barril, valor considerado muito barato no setor. Com isso, qualquer valorização da commodity tende a alavancar seus resultados.

Atualmente, as ações dessa petroleira fazem parte da carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as 10 ações brasileiras mais promissoras para investir no momento.

E se você quiser saber mais sobre essa recomendação de investimento, temos uma boa notícia.

Gratuito: conheça a carteira Empiricus Top Picks com as 10 ações selecionadas para março

Você pode conhecer a petroleira recomendada pela carteira Empiricus Top Picks acessando, como cortesia, o relatório completo da carteira.

Porém, aqui vale um alerta: a Empiricus não recomenda que o investidor se exponha somente às ações de petroleiras. É preciso criar uma carteira equilibrada entre ações cíclicas e defensivas, que possam trazer resultados independentemente do cenário econômico.

Por isso, no relatório da Empiricus Top Picks, você conhece as teses de investimento não só da ação “protagonista” desse texto, como também os outros 9 papéis selecionados nesse mês de março.

Para liberar seu acesso, basta clicar no botão abaixo. Lembrando que é 100% gratuito:

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Memebot One Million: ferramenta liberará novos acessos para quem deseja buscar até R$ 1 milhão com operações automatizadas

10 de Março de 2026, 11:32

Nos últimos anos, o mercado de criptomoedas criou diversas oportunidades de valorizar um patrimônio, difíceis de encontrar em outras classes de ativos. Enquanto investimentos mais tradicionais podem levar anos para apresentar ganhos expressivos, alguns criptoativos já protagonizaram movimentos de até milhares de vezes de multiplicação em períodos relativamente curtos.

Esse tipo de dinâmica ajuda a explicar por que cada vez mais investidores passaram a acompanhar esses ativos com atenção. Por outro lado, à medida que esse mercado amadurece, capturar grandes valorizações torna-se mais desafiador.

Os especialistas do departamento de criptomoedas da Empiricus explicam que, para chegar ao primeiro milhão com ativos consolidados como o bitcoin (BTC) e o ethereum (ETH), seria necessário um investimento bastante alto.  

Em contrapartida, um aporte inicial de R$ 3,5 mil pode se transformar em até R$ 1 milhão em uma outra classe de ativo mais “explosiva” dentro deste mercado. Foi justamente para identificar e “surfar” essas oportunidades que surgiu o Memebot.

A ferramenta foi desenvolvida com base nos parâmetros do departamento de criptomoedas da Empiricus, para buscar valorizações de forma automática. Agora, o projeto retorna ao mercado com uma “nova versão”, o Memebot One Million.

O objetivo é um só: buscar até R$ 1 milhão em ganhos com operações automatizadas. Para isso, por meio de um evento online e gratuito marcado para o dia 23 de março, a Empiricus pretende liberar novos acessos a investidores interessados na ferramenta.

RETIRE AQUI SEU INGRESSO GRATUITO PARA O EVENTO ONLINE

Como o Memebot encontra as oportunidades de até R$ 1 milhão em potencial?

Assim como nos mercados tradicionais, entre as criptomoedas, existem aquelas que o investidor compra para manter na carteira por um longo prazo, mas também aquelas cujo objetivo é capturar potenciais de valorização de curto prazo.

Neste último caso, estão as chamadas memecoins: ativos que nascem como brincadeiras inspiradas em memes da internet. O time de cripto da Empiricus é bastante transparente ao dizer para os investidores que não há grandes fundamentos para embasar o desempenho desses ativos.

Mas o fato é que, quando elas “viralizam”, o preço dispara, e o investidor tem a chance de lucrar muito em pouco tempo. Casos famosos mostraram que determinadas memecoins podem protagonizar valorizações explosivas em curtos períodos.

Um bom exemplo foi a $TRUMP, memecoin do presidente norte-americano, Donald Trump,|que chegou ao mercado custando US$ 8 e, em apenas dois dias, chegou aos US$ 75 – uma valorização de 837%.

Mas tão rápido quanto essas moedas sobem, elas podem devolver todo o lucro. Atualmente, a memecoin de Trump custa US$ 3,13.

Estamos falando de ativos altamente especulativos, com níveis de volatilidade muito superiores aos de outros investimentos.

Nesse sentido, os especialistas da Empiricus acreditam que, com ferramentas eficientes, é possível se aproveitar desses períodos de alta valorização das memecoins.

Para isso, a casa desenvolveu o Memebot One Million, para identificar e executar operações de compra e venda de memecoins de forma 100% automatizada.

Em outras versões do Memebot, investidores puderam buscar as seguintes valorizações em um período de 60 dias:
  • BANANAS31: +88,62% de rendimento e +US$ 147,56 em resultado líquido;
  • FLOKI: +33,77%, com lucro superior a US$ 184;
  • TURBO: +46,80% em uma única operação, acumulando US$ 113 em PnL.

É claro que retornos passados não são garantias de retornos futuros. Contudo, com as atualizações do Memebot One Million, os usuários poderão:

  • Monitorar continuamente o mercado de memecoins;
  • Identificar possíveis oportunidades dentro da estratégia programada; e
  • Executar operações automaticamente.

Ou seja, depois de configurado, o sistema pode atuar praticamente sozinho. Você só precisa “copiar e colar”as operações pré-definidas pela equipe de criptomoedas da Empiricus.

A partir daí, o Memebot passa a atuar dentro da estratégia programada, monitorando o mercado e executando operações de forma automática.

Como o acesso à ferramenta costuma ser liberado apenas em momentos específicos, novos usuários geralmente entram no projeto por meio de eventos de apresentação.

E é exatamente isso que vai acontecer no próximo dia 23 de março.

Memebot One Million: nova fase do projeto abrirá vagas para investidores a partir de 23 de março

No dia 23 de março, a equipe de pesquisa e desenvolvimento com criptomoedas da Empiricus realizará um evento online e gratuito para apresentar os detalhes do Memebot One Million.

Durante a transmissão, os participantes poderão entender melhor como funciona a ferramenta, qual é a lógica por trás da estratégia automatizada, e de que forma o robô atua dentro do mercado de memecoins.

A apresentação também deve abordar pontos importantes como:

  • O potencial de valorização dos ativos selecionados
  • Os riscos envolvidos nesse segmento do mercado
  • Como a automação pode ajudar a lidar com a volatilidade
  • Como funciona o processo de configuração da ferramenta

Além disso, ao final da transmissão, novos logins para acessar o Memebot One Million devem ser liberados.

Por isso, se você quiser entender como funciona o Memebot One Million e como tentar garantir um dos novos acessos, precisa se inscrever gratuitamente para participar da apresentação do dia 23 de março.

Para reservar sua vaga gratuita no evento e conhecer todos os detalhes do Memebot One Million, basta clicar no botão abaixo:

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Ibovespa valorizou 10% em 2026: é hora de vender ações e capturar lucros?

9 de Março de 2026, 14:38

Imagine o seguinte cenário: há alguns anos, você seguiu a recomendação de investir em ações de uma empresa sólida, com bons fundamentos e perspectiva de crescimento. O tempo passou e, hoje, é bastante provável que esse papel já tenha acumulado uma valorização significativa, além dos dividendos valiosos pingando na conta regularmente.

Agora que a ação atingiu um pico de valorização, com o Ibovespa em máximas históricas, significa que é hora de vender os papéis?

Essa pergunta surgiu recentemente em um dos plantões de dúvidas para os investidores que acompanham a série “Vacas Leiteiras, cuja carteira é focada em dividendos, da Empiricus Research. Veja a seguir a resposta do CEO da Empiricus, Rodolfo Amstalden.

‘Minha carteira de dividendos já valorizou muito com o Ibovespa, o que fazer com as ações?’

Diante da dúvida do investidor, Amstalden propõe uma reflexão simples: você realmente precisa vender agora? Segundo ele, no cenário atual não há um motivo claro para sair da posição, especialmente se o preço segue alinhado aos fundamentos da empresa.

Para ilustrar, no caso das ações recomendadas na carteira, ele explica que, mesmo após a alta da bolsa, esses ativos mantêm a tese que justifica o investimento:

  • Boas perspectivas operacionais;
  • Governança adequada;
  • Distribuição de dividendos atrativa;
  • Sem mudanças estruturais que justifiquem uma venda precipitada.

Para quem investe com foco em proventos e horizonte de longo prazo, atingir um bom nível de valorização é um resultado esperado, segundo o CEO. Nas palavras de Amstalden, o investidor não precisa “sofrer à toa”: “quando for a hora de vender os papéis, vamos sinalizar para os nossos investidores do Vacas Leiteiras”.

Essa é justamente uma das principais vantagens de investir com uma curadoria de especialistas. Saber a hora de entrar ou sair de um ativo requer estudo e acompanhamento constante da empresa indicada. Quando se trata de um portfólio diverso, são ainda mais companhias para monitorar.

Assim, a Empiricus conta com um time de analistas que trabalham garimpando as melhores oportunidades do mercado. Enquanto isso, a casa mostra a qualidade e confiança que o investidor vai encontrar em seu ecossistema, com as recomendações detalhadas de quem trabalha todos os dias com o assunto para o investidor avaliar como quer se posicionar.

Foi pensando justamente nessa comodidade e possibilidade de diversificação do portfólio, que a Empiricus está lançando sua nova assinatura, em estilo “streaming”, para acessar mais de 11 assinaturas da casa, por um valor muito em conta.

Conheça a série Vacas Leiteiras e mais 10 carteiras recomendadas da Empiricus Research por apenas 12x de R$ 14,90 por mês

De fato, a oportunidade para vender ações e capturar lucros pode parecer muito tentadora para os investidores que acompanham a série Vacas Leiteiras.

Olhando para os resultados da carteira, apenas em 2026, o portfólio já capturou uma valorização de 20,06%. Desde a criação da série, em 2014, o resultado foi uma valorização de 486,13% para quem seguiu à risca as recomendações.

Quando olhamos esse resultado, é bom lembrar que a grande virada de chave está no aproveitamento dos dividendos. Os investidores que seguem a carteira do Vacas Leiteiras são orientados a reinvestir os proventos.

No longo prazo, essa estratégia pode potencializar os resultados das recomendações feitas pela casa, mediante um pagamento gradativamente maior de proventos.

A boa notícia é que, agora, você pode ter acesso à série Vacas Leiteiras, junto com as principais séries da Empiricus, por apenas 12x de R$ 14,90.

O Empiricus+ é o novo produto em modelo “streaming” da casa. Por meio dele, você tem acesso a mais de 11 assinaturas. São carteiras de:

  • Ações;
  • Fundos de investimento;
  • Renda fixa;
  • Trading;
  • Mais estratégias que combinam as diferentes classes de ativos, para diversificar o portfólio.

Para ajudar o investidor comum, a assinatura da Empiricus+ conta também com lives e podcasts com os analistas, respondendo dúvidas dos assinantes, e tutoriais com o passo a passo para investir, da forma mais simples possível.

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensal (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

Para quem quer conhecer de perto essa oportunidade, é só clicar no botão abaixo:

* DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Petróleo acima dos US$ 100, IPCA, vendas no varejo, seguro desemprego e PIB: confira a agenda da semana

9 de Março de 2026, 12:12

A primeira semana de março foi marcada por uma combinação de tensões geopolíticas, divulgação de indicadores relevantes e ajustes nas expectativas para a política monetária global.

No cenário internacional, o aumento das tensões no Oriente Médio elevou o preço do petróleo. Pela primeira vez nos últimos quatro anos, o preço do barril (Brent e WTI) voltou a negociar acima dos US$ 100.

Assim, a divulgação dos estoques de petróleo bruto nos EUA, na próxima quarta-feira (9), deve contribuir para calibrar as expectativas sobre a commodity.

Esse contexto trouxe volatilidade adicional aos ativos globais, reacendendo preocupações com pressões inflacionárias.

A maior aversão a risco acabou se refletindo também no Brasil. Após renovar máximas históricas no fim de fevereiro, o Ibovespa passou por uma semana de correção (-5%), pressionado também pela alta do dólar e o movimento de realização de lucros em setores sensíveis ao ciclo econômico.

Ainda assim, o impacto não foi homogêneo dentro da bolsa.

A disparada do petróleo sustentou as ações brasileiras ligadas ao setor de energia. Petrobras (PETR4), Prio (PRIO3) e Petrorecôncavo (RECV3) dispararam 7%, 8,99% e 4%, respectivamente. Entretanto, bancos, varejo e empresas mais expostas ao crescimento doméstico ficaram entre os principais destaques negativos do período.

No Brasil, o debate sobre política monetária também ganhou força, enquanto a expectativa pelo início do ciclo de corte de juros na próxima reunião do Copom de março segue no radar. Contudo, o mercado reconhece que choques externos, como a recente alta do petróleo, podem influenciar o ritmo desse movimento.

Assim, no centro das atenções da agenda de indicadores para a semana que se inicia, estão o IPCA de fevereiro, os dados de vendas no varejo e o crescimento do setor de serviços, que podem trazer mais insights para os investidores.

Da mesma forma, a agenda de indicadores desta semana traz dados importantes como PCE, IPC-núcleo (inflação), pedidos de seguro desemprego e também o PIB dos Estados Unidos.

Confira os indicadores na agenda desta semana (2 a 6 de março), horário de Brasília

Terça-feira, 10 de março de 2026

  • 11h – Venda de casas usadas – EUA.

Quarta-feira, 11 de março de 2026

  • 9h – Vendas no varejo – BRA;
  • 9h30 – IPC-núcleo – EUA;
  • 11h30 – Estoques de petróleo bruto – EUA.

Quinta-feira, 12 de março de 2026

  • 9h – IPCA fevereiro – BRA;
  • 9h30 – Pedidos iniciais por seguro-desemprego – EUA;
  • 17h30 – Balanço patrimonial do Fed – EUA.

Sexta-feira, 6 de março de 2026

  • 9h – Crescimento do setor de serviços – BRA;
  • 9h30 – PIB dos EUA  (trimestral);
  • 9h30 – PCE (Núcleo do índice de preços) – EUA;
  • 11h – Ofertas de empregos (JOLTS) – EUA.

Empiricus+ : transforme as informações do mercado em oportunidades de investimento

Como visto, a semana traz um mix de indicadores de atividade, emprego e comércio tanto no Brasil quanto no exterior, com potencial de impactar mercados financeiros globais.

Mas se você quer ir além da agenda e transformar esses eventos em oportunidades de investimento, é preciso ampliar seu radar de análise.

A boa notícia é que, para ajudar com isso, agora você pode ter acesso às principais séries da Empiricus por apenas 12x de R$ 14,90.

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É hoje (9): conheça o Impulso CNPJ, programa de aceleração de empresas licenciado pela Shark Tank School

9 de Março de 2026, 08:00

Hoje é o dia: a partir das 19h desta segunda-feira (9), empreendedores brasileiros estão convidados a conhecer o Impulso CNPJ. Trata-se de um programa de aceleração de empresas liderado por Carol Paiffer, empresária, investidora e jurada do reality show Shark Tank Brasil.  

A iniciativa, licenciada pela Shark Tank School em parceria com a Empiricus Research, é voltada a empresários que desejam ampliar seus faturamentos e escalar seus negócios com excelência a partir deste ano, aplicando os segredos dos grandes “tubarões” do mercado.

Carol Paiffer compartilhará os protocolos que ela mesma usa para impulsionar e transformar as empresas nas quais investe.

GRATUITO: CONHEÇA O IMPULSO CNPJ

Impulso CNPJ: Conheça a estratégia validada por ‘tubarões’ para escalar seu negócio

Carol Paiffer, além de empresária e jurada do Shark Tank Brasil, faz parte do quadro societário de mais de 100 empresas, atuando diretamente na gestão estratégica e captação de recursos dos negócios nos quais investe.

Por meio do programa Impulso CNPJ, o participante entra em contato com os protocolos utilizados por Paiffer e seus sócios nessas empresas, para:

  • Detectar os gargalos que travam o negócio;
  • “Destravar” o crescimento;
  • Expandir suas operações.

Cada participante terá direito a um diagnóstico individual do seu negócio, feito por especialistas do time, e um acompanhamento mensal da evolução. Tudo isso em uma combinação de aulas online e encontros especiais ao vivo.

É como ter uma “amostra” do Shark Tank em toda a sua qualidade, descobrindo o que os “tubarões” fariam em seu lugar para levar sua empresa ao próximo nível.

Os insights compartilhados podem não apenas trazer frutos numéricos, mas também dar ao empreendedor uma mentalidade de liderança e posicionamento de mercado para o futuro.

Evento online e gratuito: saiba mais detalhes do Impulso CNPJ nessa segunda-feira (9)

Lembramos que o evento de apresentação do Impulso CNPJ acontece nesta segunda-feira (9), a partir das 19h.

No evento, o programa será apresentado em todos os detalhes. Assim, você pode avaliar se a proposta faz sentido para o propósito da sua empresa.

Se você estiver lendo esse texto antes do horário do evento, ainda pode reservar seu lugar gratuito. Basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela:

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Dividendos da semana: Banco do Brasil (BBAS3), JHSF (JHSF3) e outras ações pagam proventos entre os dias 9 e 13 de março; confira

8 de Março de 2026, 10:00

Nesta semana que se inicia, alguns nomes da bolsa, como Banco do Brasil (BBAS3) e JHSF (JHSF3), têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) “no gatilho” para distribuir aos seus acionistas.

Para que você fique bem-informado, preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para a semana dos dias 9 a 13 de março. Veja a seguir.

Dividendos da semana: fique atento a esses detalhes

Antes de conferir a relação de empresas que pagam proventos nessa semana, esteja atento a esses pontos importantes:

  1. “Data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos;
  2. Tributação: JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$) Data do pagamentoData de corte
JHSF ParticipaçõesJHSF3Dividendo0,0699/3/202627/02/2026
Camil AlimentosCAML3Dividendo0,0739/3/20262/2/2026
Banco do BrasilBBAS3JCP0,0711/3/20262/3/2026
Inter co INBR32Dividendo0,59513/03/202622/02/2026
Bradespar BRAP3JCP0,61413/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4JCP0,67513/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP3Dividendo0,19113/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4Dividendo0,2113/03/202618/12/2025

Empiricus+: conheça todas as ações recomendadas por analistas para buscar dividendos esse mês

Se você perdeu as datas de corte dessa semana, ou não sabe muito bem em quais ações investir para buscar bons dividendos, a Empiricus tem uma boa notícia.

Você pode conhecer todas* as recomendações de investimento dos analistas da casa testando gratuitamente o Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por até 12x de R$ 14,90.

Você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso, para testar a funcionalidade. Basta clicar aqui para liberar seu acesso:

*DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e mais: as apostas da Empiricus no mercado de ações internacionais em março

6 de Março de 2026, 08:00

O mês de março inicia com um cenário desafiador do ponto de vista geopolítico, trazendo maior aversão ao risco nos mercados globais. Porém, alguns ativos em especial ainda carregam alto potencial para investidores que desejam buscar lucros no momento.

Nesse sentido, a Empiricus Research trouxe alterações táticas em sua carteira recomendada de ações internacionais para março, assinada por Enzo Pacheco, analista da casa.  

Certezas de um lado, incertezas de outro: o contexto econômico que envolve as bolsas globais

A primeira semana do mês de março trouxe a grande escalada dos conflitos no Oriente Médio, protagonizados pelos Estados Unidos, Israel e Irã.

As primeiras notícias do conflito trataram de derrubar ativos de risco ao redor do mundo, deixando diversos índices (desde na bolsa norte-americana até nas asiáticas, e inclusive o Ibovespa, no Brasil) no vermelho.

Isso porque, em cenários de total incerteza como esse, muitos investidores optam por migrar parte de seus portfólios para ativos de proteção, como o ouro.

Porém, Enzo Pacheco, analista de ações internacionais da Empiricus Research, defende que é essencial que o investidor mantenha algum nível de exposição às bolsas internacionais – especialmente a norte-americana – independentemente do cenário.

Os Estados Unidos seguem sendo a casa das teses de investimento de maior relevância no mercado, como as big techs e outras empresas ligadas à inteligência artificial (IA).

Dito isso, para Pacheco, este é um “momento técnico”, que não diz respeito a zerar posições, mas sim aumentar a exposição a três ações bastante específicas, reveladas em relatório da última segunda-feira (2).

Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34): as ações internacionais ‘destaque’ para buscar lucros em março

Segundo Enzo Pacheco, a estratégia para o mês de março é aumentar a exposição em três teses de alta qualidade que estão descontadas atualmente e, assim, buscar valorizações assertivas: Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34).

  • Alphabet (Nasdaq: GOOG; B3: GOGL34)

A Alphabet, holding do Google, acumula queda de cerca de 9% em suas ações na Nasdaq nos últimos 30 dias. Para Pacheco, essa é uma oportunidade de compra.

“Aproveitamos o enfraquecimento recente do papel, que interrompeu o forte momentum de alta observado ao longo de quase todo o ano de 2025. Mesmo com a queda recente, a companhia mantém crescimento consistente em Google Cloud, forte geração de caixa e posição dominante em busca e publicidade digital, além de estar bem-posicionada para capturar a expansão de IA”, afirma o analista.

  • Microsoft (Nasdaq: MSFT; B3: MSFT34)

A Microsoft, bastante conhecida do grande público, viu suas ações sofrerem uma derrocada na bolsa norte-americana desde o dia 28 de janeiro, data em que divulgou seus últimos resultados trimestrais. Porém, já ensaiam uma recuperação – o que reforça que a tese não perdeu sua qualidade:

“Apesar da reação de mercado [aos resultados trimestrais], a empresa segue com ótimos fundamentos e perspectivas. Por isso, entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, afirma Pacheco.

  • Visa (NYSE: V; B3: VISA34)

No caso da Visa, também amplamente conhecida, o valuation dos papéis também não acompanhou os bons resultados divulgados no 4º trimestre de 2025, segundo o analista:

“A companhia divulgou mais um resultado acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo. Ainda assim, o papel segue sendo negociado por um múltiplo preço/lucro projetado próximo das mínimas dos últimos cinco anos – patamar que se demonstrou um bom ponto de entrada do ativo nesse ínterim”.

Porém, apesar de serem os destaques do mês, as ações não são as únicas recomendações de compra de Enzo Pacheco. Na carteira de ações internacionais, elas estão acompanhadas de outros 7 nomes de peso, que representam diversos setores da economia global – uns mais defensivos, outros mais cíclicos – em nome da diversificação.

Acesso liberado: confira carteira completa com 10 ações internacionais para investir em março

A Empiricus está liberando, como cortesia para todos os leitores desse texto, o acesso à carteira recomendada das 10 ações internacionais mais promissoras do mês.

Além dos nomes citados, você pode conhecer outras empresas, como:

  • Uma gigante da tecnologia chinesa;
  • Uma empresa de Taiwan, apelidada de “a maior empresa mais desconhecida do mundo;
  • Uma farmacêutica da Dinamarca, cujos produtos têm dominado as prateleiras mundo afora.

Vale lembrar que, apesar de serem ativos estrangeiros, os papéis recomendados podem ser comprados na própria bolsa brasileira, por meio de BDRs.

Para acessar o relatório, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é totalmente gratuito:

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Nova carteira de renda extra da Empiricus rendeu o triplo do CDI em seu primeiro mês: veja como acessar recomendações

5 de Março de 2026, 11:42

Uma nova carteira com foco em estratégia de renda extra da Empiricus Research já chegou no mercado se destacando. Lançada ao público em fevereiro desse ano, quem seguiu o portfólio no primeiro mês conseguiu capturar ganhos até 3,24 vezes acima do CDI.

A carteira replica a estratégia clássica da série Double Income, que em 2025 capturou um avanço de 28,16%, somando o ganho de capital e as distribuições de dividendos. O valor equivale a uma valorização de 196,49% sobre o CDI no ano.

Agora, a estratégia se renova para o mês de março e a seguir você pode saber mais sobre:

  • Principais eventos que mexem na estrutura da carteira de renda extra;
  • Quais alterações foram feitas em março;
  • Como acessar os ativos do portfólio gratuitamente.

Dois fatores que concentram a atenção do mercado brasileiro

Para o analista de macroeconomia Matheus Spiess, que lidera a carteira de renda extra, a dinâmica fiscal e o ciclo eleitoral serão dois focos centrais ao longo do ano para quem acompanha a bolsa brasileira.

“É inevitável que haja algum tipo de ajuste fiscal a partir de 2027. O espaço orçamentário está comprimido e será necessário reorganizar as contas públicas”, afirma Spiess.

Na visão do analista, a movimentação da taxa Selic deverá ocorrer independentemente do resultado eleitoral. Pesquisas recentes, de diversos institutos, indicaram maior competitividade de um campo político alternativo, percebido como mais fiscalista.

Segundo Spiess, esse cenário mantém aberta a possibilidade de uma reprecificação adicional dos ativos ao longo do tempo.

“Em síntese, o mercado brasileiro segue atrativo e tem sustentado o desempenho dos ativos presentes na carteira. O caminho, contudo, não será linear. Persistem vetores importantes de volatilidade e o mesmo capital estrangeiro que ingressa com facilidade pode sair com rapidez”, afirma o analista.

Foi levando todos esses pontos em consideração que o portfólio de Renda Extra da Empiricus Research fez ajustes pontuais para este mês. Através de uma seleção criteriosa de ativos, a equipe de analistas segue uma estratégia que exige disciplina e resiliência para atravessar os tempos mais incertos do mercado, de olho em um longo prazo mais promissor.

Conheça a carteira da Empiricus gratuitamente – e confira as atualizações de março

A mais nova carteira da Empiricus Research se diferencia pela sua composição focada em geração de renda, qualidade e previsibilidade. O objetivo é que os investidores consigam capturar valorização em cenários construtivos, enquanto recebem proventos recorrentes.

Tudo isso, preservando um perfil defensivo adequado para atravessar períodos de maior turbulência. Assim, na atualização de março, os analistas optaram por realizar os ganhos de uma ação, após o ativo ter capturado uma valorização de 17%, em fevereiro.  

Dessa forma, a casa redirecionar a alocação para uma outra ação do mesmo setor, que tem maior sensibilidade ao ciclo de queda de juros e está em um nível de preço de entrada mais atrativo, explica Spiess.

Além de ações de empresas, a carteira também é composta por alguns ativos bem interessantes das classes de renda fixa e fundos imobiliários, como esses:

  • Um fundo de infraestrutura cujo retorno pode chegar a IPCA+10,86 ao ano;
  • Um fundo imobiliário (FII)de papel, focado na aquisição de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) com remuneração média de IPCA + 8,1% ao ano e CDI + 3,2% a.a..

Esses são apenas alguns exemplos do que você vai encontrar na carteira de Renda extra da Empiricus Research. A boa notícia é que você pode conferir o portfólio completo sem pagar nenhum centavo, acessando a carteira através do botão abaixo:

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Tchau, Direcional (DIRR3): ação deixa carteira de dividendos da Empiricus e dá lugar a ‘concorrente’ mais sensível ao corte de juros

4 de Março de 2026, 14:52

A Carteira de Dividendos da Empiricus encerrou fevereiro com uma alta de 9,7%, contra 4% do Ibovespa. Ruy Hungria, analista responsável pelo portfólio, aponta que parte do bom desempenho se dá não apenas pelo trabalho de curadoria da carteira, mas também pelo cenário favorável aos ativos de risco domésticos em geral, devido ao fluxo de capital estrangeiro.

Em meio ao enfraquecimento do dólar e as tensões geopolíticas, os investidores estrangeiros desembarcaram por aqui um capital que já soma cerca de R$ 40 bilhões só nos dois primeiros meses do ano.

Contudo, com a virada do mês e o impacto dos conflitos no Oriente Médio no cenário macroeconômico, as ações domésticas vão precisar de mais impulso que apenas o fluxo gringo para continuar subindo.

Assim, março começa com uma mudança importante na carteira de dividendos da casa. Depois de subir +17% em fevereiro, Direcional (DIRR3) deixará o portfólio. Segundo Hungria, a saída da ação faz parte de uma movimentação para capturar um dos principais gatilhos da bolsa em 2026.

Outra ação de construtora pode ganhar fôlego com início do ciclo de queda da Selic

Março marca o início de um dos grandes gatilhos para o mercado em 2026, o ciclo de cortes da Selic. Segundo projeções do Focus, a expectativa é de que o Banco Central eleve a taxa para algo próximo de 12% a.a. até o fim do ano.

Nesse sentido, a saída da Direcional da carteira não tem relação com perda de qualidade. Trata-se de um ajuste fino para capturar melhor o novo momento macroeconômico.

Isso porque o novo papel recomendado na carteira foi escolhido justamente pela “maior sensibilidade ao ciclo de corte de juros”, aponta Hungria.

Trata-se de uma companhia também do setor de construção civil, com forte presença no segmento de média e alta renda – característica que contribui para a sua qualidade operacional acima da média e demanda resiliente.

A incorporadora combina disciplina financeira, controle rigoroso de custos e foco em praças onde possui maior expertise operacional. Ruy ainda destaca sua estrutura de capital defensiva como um fator importante da tese, pois, mesmo sendo de um setor cíclico, isso a deixa preparada tanto para capturar a queda dos juros, quanto para atravessar cenários mais desafiadores.

Nesse sentido, a escolha da ação é um posicionamento para capturar a alavancagem operacional que pode surgir com a queda dos juros, e também uma escolha mais defensiva “em um cenário de desaceleração mais forte”, pontua Hungria.

Além disso, a ação segue descontada em relação aos pares.

Atualmente, a incorporadora negocia a 5,7 vezes o Preço sobre Lucro (P/L) estimado para 2026. Ou seja, há espaço para ganhar tanto com a valorização do preço, quanto com dividendos.

Segundo o analista, a ação tem um dividend yield estimado de 5,4% para 2026, um patamar atrativo para quem busca renda combinada com potencial de valorização.

Por esses motivos, o analista acredita que a ação é uma boa “substituta” para a Direcional (DIRR3) na Carteira de Dividendos deste mês. Contudo, ela não é a única que carrega esse tipo de potencial no momento.

GRÁTIS: CONHEÇA A AÇÃO QUE PODE SE BENEFICIAR DO CORTE DA SELIC

Confira a carteira completa para buscar dividendos, recomendada pela Empiricus

Apesar do desempenho positivo das ações brasileiras nos dois primeiros meses de 2026, os analistas da Empiricus apontam que o atual patamar do índice está em linha com a média histórica, e deixando espaço para novas reprecificações.

Ou seja, ainda há espaço para as ações domésticas subirem, impulsionadas por outros gatilhos no radar, além do corte da Selic:

  • Possíveis mudanças no ciclo político-econômico; e
  • Manutenção do fluxo de capital estrangeiro.

Nesse contexto, ações do setor de construção não são as únicas que podem se beneficiar. Os especialistas da casa apontam outros sete papéis, de diferentes segmentos, que podem entregar valorização e dividendos aos investidores neste momento.

A boa notícia é que você pode ter acesso ao portfólio completo de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia a Carteira de Dividendos de março.

Além dos nomes e tickers de cada recomendação, o relatório detalha as teses, os riscos, os múltiplos e o potencial de cada ativo. Para liberar o seu acesso agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

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Axia (AXIA6), Cyrela (CYRE3) e mais: Empiricus divulga seleção ‘Top Picks’ com as 10 ações mais promissoras de março

3 de Março de 2026, 17:02

Com a virada de mês, a Empiricus Research trouxe novidades para sua carteira Empiricus Top Picks, que reúne as 10 ações mais promissoras para investir no momento.

Pensando em março, os analistas da casa optaram pela entrada de dois novos papéis, considerados como uma oportunidade de buscar valorizações em breve, mesmo em um contexto incerto de mercado.

Contexto de mercado é desafiador para os ativos de risco: o que esperar?

O mês de março se inicia com um novo “tempero” nos mercados. A escalada das tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã, que se expandem em todo o Oriente Médio desde o último sábado (28), chegou para mexer com os ânimos dos investidores.

Na Bolsa dos EUA, índices como S&P 500 e Nasdaq Composite, registravam quedas até o fechamento deste texto, na tarde de terça-feira (3). 

A Bolsa brasileira, que vinha em um viés de alta desde o final de 2025, também não ficou imune: durante o pregão da terça, até o fechamento desse texto, o Ibovespa registrava queda de cerca de 3,7%.

Ainda é cedo para mensurar o verdadeiro impacto dos conflitos nos ativos de risco. Porém, os analistas da Empiricus indicam que, no cenário doméstico brasileiro, ainda há gatilhos que podem contribuir de forma positiva para a Bolsa:  

  • Continuidade na entrada de capital estrangeiro, com investidores “fugindo” dos ativos norte-americanos em meio à escalada dos conflitos;
  • Início do ciclo de cortes na taxa de juros (Selic), amplamente esperado para iniciar na reunião do Copom dos próximos dias 17 e 18 de março;
  • Possível mudança no pêndulo político pós-eleições presidenciais de outubro, em prol de um governo mais fiscalista.

Porém, vale ressaltar que ainda é necessário bastante cautela ao selecionar em quais ações específicas investir.

“Como não podemos dar esses fatores como certos, nossa sugestão é continuar com uma carteira equilibrada, com empresas que costumam mostrar solidez mesmo em ambientes adversos”, afirmam os analistas em relatório da última segunda-feira (2).

Top Picks de março: Axia (AXIA6) e Cyrela (CYRE3) são destaques para o mês

Dentre as principais alterações propostas para a Empiricus Top Picks, estão a saída das ações da Direcional (DIRR3) e Porto (PSSA3), em favor das ações de Cyrela (CYRE3) e Axia (AXIA6).

Segundo a Empiricus, esse é um momento de realização de lucros de ações que surfaram a toada otimista da bolsa até então. No caso da Direcional (DIRR3), as ações subiram 17% somente no mês de fevereiro. Já a Porto (PSSA3) acumulava alta de mais de 47% desde a última entrada na carteira.

E por que investir em Cyrela (CYRE3) e Axia (AXIA6), em especial?

Os analistas indicam que CYRE3 não acompanhou a alta da bolsa em fevereiro, abrindo uma oportunidade, atualmente, de capturar possíveis valorizações com uma ação de:

  • Excelência operacional;
  • Público mais resiliente;
  • Maior sensibilidade ao iminente ciclo de cortes de juros.

Já no caso de AXIA6, as ações negociam a “múltiplos atrativos em relação aos seus pares”: 7,8 vezes o valor da firma sobre o Ebitda. Ao mesmo tempo, a empresa segue apresentando melhora de eficiência e forte geração de caixa. “Um upside maior que a Porto no momento, em nossa opinião”, afirmam os analistas.

Mas aqui, vale lembrar que essas não são as únicas recomendações para o mês. Além dessas, a Empiricus Top Picks traz outras 8 ações em especial com teses não apenas de múltiplos descontados, mas também de resiliência para a carteira em cenários desafiadores.

E se você, leitor, quiser conhecer o restante das recomendações de perto, temos uma boa notícia.

Acesso liberado: confira a carteira Empiricus Top Picks gratuitamente

Você pode conferir, gratuitamente, a carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as ações mais promissoras para investir no mês de março.

A Empiricus liberou o acesso ao relatório completo, no qual você encontra todos os papéis selecionados e a tese por trás de cada um.

Para acessar, basta clicar no botão abaixo:

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‘Impulso CNPJ’: descubra como sustentar faturamento do seu pequeno ou médio negócio com menos dias úteis em 2026

3 de Março de 2026, 11:56

Os empreendedores brasileiros, especialmente donos de pequenas ou médias empresas, terão alguns desafios sazonais pela frente em 2026. Isso porque, neste ano, uma combinação de fatores chega para influenciar, diretamente, nos níveis de produtividade dos negócios:

  • Alta incidência de feriados prolongados;
  • Jogos da Copa do Mundo entre os meses de junho e julho; e
  • Eleições presidenciais no mês de outubro.

Os eventos citados podem fazer com que muitas empresas fechem ou operem parcialmente em diversas datas do ano, concedendo algumas folgas a mais aos trabalhadores.

Ao mesmo tempo, o fluxo de clientes nos comércios também pode diminuir, considerando que muitas famílias aproveitam a oportunidade para deixarem suas cidades e viajarem a outros destinos.

Tudo isso pode comprometer os números da empresa. Um estudo publicado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) já prevê uma queda de cerca de R$ 17 bilhões no faturamento do comércio do estado no ano, uma retração 14% maior em relação a 2025.

Fonte: Fecomercio, consultada em 02/03/2026

Segundo a Fecomercio, esse pode ser um impacto considerado pequeno na visão geral, mas de maior relevância para pequenos comerciantes.

Se esses desafios não forem devidamente endereçados, o mau planejamento pode acarretar prejuízos, ou até encerramento das atividades. Logo, o empreendedor deve aplicar a estratégia correta para escalar seu negócio, mesmo em um ano com menos dias úteis.

E foi pensando exatamente nisso que Carol Paiffer, uma das maiores empresárias do Brasil, apresenta um protocolo especial voltado para empreendedores no ano de 2026.

Impulso CNPJ: Conheça a estratégia validada por especialistas para escalar seu negócio em 2026

Carol Paiffer, empresária e uma das “investidoras-tubarão” do reality show Shark Tank Brasil, atua diretamente na gestão estratégica e captação de recursos das empresas nas quais investe.

Assim, diante dos desafios que 2026 impõe, a empresária decidiu lançar um novo projeto: o Impulso CNPJ.

Trata-se de um programa de aceleração de empresas licenciado pela Shark Tank School, em parceria com a Empiricus Research.

Por meio do programa, o participante entra em contato com os mesmos protocolos utilizados por Carol Paiffer nas empresas nas quais investe, para:

  • Gerenciar crises;
  • “Destravar” o crescimento do negócio;
  • Expandir suas operações.

“Eu quero te ajudar a montar esse plano, assim como faço com as empresas em que eu invisto. O meu objetivo é não só te fazer sobreviver em um ano caótico, mas fazer seu faturamento explodir até 2027”, afirma Paiffer, direcionando-se aos empreendedores que leem este texto. 

Para muito além de um “kit de sobrevivência” para 2026, os insights compartilhados podem não apenas trazer frutos já a partir do ano seguinte, mas também dar ao empreendedor uma mentalidade de liderança e posicionamento de mercado para o futuro.

É como ter uma “amostra” do Shark Tank em toda a sua qualidade, descobrindo o que os “tubarões” fariam em seu lugar para manter o faturamento nos eixos.

Impulso CNPJ: evento online e gratuito apresenta proposta do programa na próxima segunda-feira (9)

Se você é pequeno ou médio empresário e está interessado em saber mais detalhes sobre o programa de aceleração Impulso CNPJ, você está convidado para um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (9).

Nesta data, a partir das 19h, Carol Paiffer apresentará todo o passo a passo do programa. Assim, você pode avaliar se a proposta do programa de fato faz sentido para a sua empresa.

As inscrições para o evento são gratuitas. Basta clicar aqui, ou no botão abaixo, para garantir a sua. Esse pode ser o primeiro passo para a virada de chave da qual sua empresa precisa:

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Natura (NATU3), Mercado Livre (MELI34) e GPA (PCAR3) podem ser seus inquilinos; confira carteira de FIIs para investir em março que pode render 9,8% ao ano

2 de Março de 2026, 17:09

O cenário atual do mercado de fundos imobiliários (FIIs) evidencia um descompasso entre a oferta e demanda que podem ser muito bem aproveitadas pelos investidores. Essa opinião é de Caio Araujo, analista de FIIs da Empiricus Research.

“O mercado de galpões logísticos está em uma fase importante do ciclo – e ela começa com uma constatação simples: a oferta parou de crescer no mesmo ritmo da demanda”, afirma Araujo.

Muitas companhias de e-commerce, tecnologia, alimentos e bens de consumo demandam espaços em boa localização e com especificações técnicas elevadas. É o caso de empresas como o Mercado Livre, que desponta na pesquisa da Buildings como o maior inquilino de galpões no Brasil, com uma área ocupada superior a 3 milhões m².

Em paralelo, as construções no setor desaceleraram, o que segura a taxa de vacância (volume de imóveis desocupados) em patamares mínimos históricos, na ordem de 8% em regiões significativas como São Paulo.

Enquanto isso, outra pesquisa da revista aponta que o preço médio pedido por aluguel nos imóveis de alto padrão de São Paulo saltou 15,5% nos últimos 12 meses.

“A depender da região, estimamos que seria plausível um ajuste potencial de até 40% no aluguel médio pedido. Esse descompasso entre preço e custo de reposição cria uma assimetria positiva para ativos bem localizados e com especificações superiores”, comenta o analista.

Somando todos esses fatores, revela-se uma janela interessante para aqueles que gostam de investir em imóveis: ter algumas das maiores empresas do país como “inquilinas”, pagando aluguéis potencialmente ainda maiores.

Para quem se interessa pelo segmento de FIIs, sabe que é através destes ativos que se pode ter acesso a oportunidades que raramente um investidor comum teria sozinho.

Um bom exemplo é a chance de receber “aluguéis” de empresas como Natura (NATU3) e Mercado Livre (MELI34). Essas são algumas das empresas que ocupam galpões do Bresco Logística (BRCO11) e a seguir você conhece mais sobre o FII:

Investir em BRCO11: logística premium e yield de até 8,7%, em 2026

O Bresco Logística (BRCO11) se destaca pela alta qualidade (A+) do seu portfólio, com um total de 14 galpões logísticos, a maioria posicionada perto dos grandes centros de consumo.

Segundo Araujo, o BRCO11 está entre os FIIs recomendados para investir em março pela alta qualidade do seu portfólio, praticamente todo AAA, o que representa maior resiliência em cenários adversos.

Atualmente, o portfólio do fundo é 40% composto de empresas de bens de consumo, 29% de e-commerce e 11% de indústria, com marcas como Natura, com a ocupação majoritária de 14%, seguida por Mercado Livre, Whirlpool, Grupo Pão de Açúcar, Magazine Luiza, Azul, e outras.

“Encontramos um potencial de geração de renda interessante de 8,7% para os próximos 12 meses, apoiada pela boa ocupação dos seus ativos e pela distribuição de ganho de capital de operação recente”, comenta o analista.

Além do fundo BRCO11, Araujo identificou ainda mais cinco fundos imobiliários que apresentam oportunidades para investir nesse mês. Para além do segmento de galpões, os ativos são atrativos pelo potencial de crescimento, diversificação e proteção da carteira.

Conheça a carteira que está ‘batendo no Ifix’ e veja quais FIIs investir em março

O portfólio de fundos imobiliários para investir em março da Empiricus Research busca equilibrar geração de renda, potencial de valorização e controle de risco ao longo do ciclo.

Para isso, Caio Araujo e a equipe de analistas da casa fazem uma curadoria atualizada mensalmente com segmentos promissores, como galpões logísticos, imóveis comerciais, fundos de papel, entre outros.

Em fevereiro, a composição já registrou alta de 2,79%, enquanto o Índice de Fundos Imobiliários (Ifix) teve performance de 1,32% no período. Em 2026, o retorno acumulado é de 7,2%, contra 3,6% do referencial – ou seja, um crescimento de 100% acima do índice.

Além disso, a expectativa do analista para a carteira, considerando os proventos pagos por cada fundo nos últimos 12 meses, é um dividend yield médio é de 9,8%.

Para o investidor que quer conhecer esses fundos e ter a chance de buscar renda passiva, a Empiricus liberou o acesso como cortesia ao relatório de FIIs para investir em março, 100% gratuito.

No documento, o investidor encontra:

  • 6 fundos imobiliários para investir agora;
  • Tese de investimento de cada um dos FIIs;
  • Análise macroeconômica do cenário por trás das recomendações.

O relatório completo está com o acesso liberado no botão abaixo:

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É hoje (2): último dia para se preparar para evento com criptomoedas ‘embrionárias’ que vai acontecer no dia 5 de março; veja como participar

2 de Março de 2026, 08:00

Para quem deseja acompanhar o mercado de criptomoedas de uma forma diferenciada, a partir desta segunda-feira (2), estreia uma nova oportunidade de explorar este mercado com a chance de buscar de lucros milionários.

Nesta data, a Empiricus vai reabrir as inscrições para o seu projeto voltado a este objetivo: a Incubadora de ICOs.

A abertura da incubadora nesta segunda-feira (2) não acontece por acaso. No próximo dia 5 de março, está previsto o lançamento de uma nova criptomoeda por meio de um ICO.

Antes disso, a Empiricus pretende preparar os investidores para entender os riscos, o potencial e as estratégias parase posicionar antes do lançamento.

Conheça a ‘Incubadora de ICOs’ e seu potencial de buscar lucros com criptomoedas fora do radar

ICOs, ou Ofertas Iniciais de Moedas, são lançamentos de moedas que ainda não chegaram ao “mar aberto” das exchanges, corretoras e bancos de investimento. Assim como as ações têm IPO, projetos de criptomoedas também passam por um estágio “embrionário”.

Com baixa visibilidade, esses projetos digitais são como oportunidades “escondidas” em fase inicial. Para o especialista de cripto da Empiricus, Valter Rebelo, esses ativos reservam assimetrias de retorno que podem ser muito atrativas.

No passado, moedas consolidadas como ethereum (ETH), solana (SOL) e axie infinity (AXS) passaram pelo mesmo processo de captação privada, até sua consolidação no mercado. 

Nesse ano, com a entrada gradual de bancos e outras instituições no criptomercado, além do avanço na clareza regulatória, o especialista aponta que há um horizonte ainda mais promissor para o setor dos ICOs.

Diante desse contexto, Rebelo vem estruturando a “Incubadora” para identificar tendências e dar “sinal verde” de entrada em ativos por frações de centavos.

Depois, quando esses ativos chegam nas grandes corretoras, é comum que os preços subam em questão de horas ou dias. Enquanto a demanda do mercado global gera um choque de liquidez, investidores que estavam previamente posicionados podem aproveitar para capturar lucros potencialmente ainda maiores.

Nessa janela, o especialista enxerga que podem acontecer valorizações de 1.000%, 30.000%, 50.000%, 10.000% e até mais. Isto é, um investimento de R$ 1 mil pode se transformar em R$ 300 mil, R$ 500 mil e até R$ 1 milhão.

O importante aqui, explica Rebelo, é saber se posicionar antes dessas multiplicações potenciais, para potencializar a chance de surfar em lucros exponenciais como os mencionados.

Mas aqui vai o alerta: não será toda e qualquer moeda em “pré-venda” que vai carregar o potencial de trazer os resultados que um investidor deseja.

O mercado cripto é altamente volátil e pede por cautela, portanto, o investidor não deve aportar quantias que possam afetar negativamente sua vida financeira. Além disso, multiplicações dessa escala não acontecem com frequência.

Assim, oportunidades de alto potencial, como essa, são raras e, segundo o especialista, há chances de algo similar acontecer novamente em breve. Mais especificamente, a partir do dia 5 de março.

A boa notícia é que, por meio da incubadora da Empiricus, o investidor pode contar com auxílio profissional, sem precisar descobrir sozinho como ICOs funcionam e onde exatamente investir.

[É HOJE: SAIBA COMO ACESSAR A ‘INCUBADORA DE ICOs’]

Saiba como acessar a ‘Incubadora de ICOs’ em evento gratuito hoje

Os acessos à incubadora serão liberados em breve. Essa é uma oportunidade de parar de buscar oportunidades no escuro e contar com o respaldo de um time que acompanha o mercado cripto de forma dedicada e estruturada.

As inscrições estão abertas para o encontro online e gratuito que acontecerá nessa segunda-feira (2), às 19h, para apresentar a Incubadora de ICOs da Empiricus e seu funcionamento. 

No encontro, você também terá mais detalhes de como participar do ICO do dia 5 de março.

Basta clicar aqui para registrar seu interesse gratuitamente e receber as informações direto na sua caixa de entrada:

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Agenda: PIB, payroll, dados de desemprego e balança comercial; confira os indicadores da semana

1 de Março de 2026, 10:00

A primeira semana de março promete ser agitada. A agenda dos próximos dias será cheia, tanto no Brasil, quando no exterior. Por aqui, a sequência de indicadores pode ajudar a calibrar as expectativas sobre o ritmo da economia brasileira.

Em um ambiente marcado por juros ainda elevados, crescimento moderado e atenção redobrada à trajetória fiscal, os dados locais tendem a ter peso maior na formação de preços de ativos como câmbio, juros futuros e, principalmente, na bolsa.

No centro das atenções está o PIB do quarto trimestre, que encerra a leitura de 2025 e ajuda a definir o ponto de partida da atividade em 2026. Ao lado dele, a taxa de desemprego de janeiro, os números da produção industrial oferecem uma fotografia mais completa sobre consumo, mercado de trabalho e nível de atividade.

Assim, para os investidores, diante da expectativa de início do ciclo de corte de juros, na reunião Copom no dia 18 de março, o conjunto desses indicadores é essencial para avaliar se a economia mantém resiliência ou se dá sinais mais claros de desaceleração.

Em fevereiro, os investidores estrangeiros aportaram cerca de R$ 5 bilhões na bolsa brasileira. Dessa forma, o cenário externo também segue como vetor importante para o humor dos mercados locais.

Nos Estados Unidos, a agenda da semana concentra indicadores de atividade e, sobretudo, de mercado de trabalho. O destaque fica por conta dos PMIs, o relatório ADP e o payroll. Esses dados serão determinantes para calibrar as expectativas sobre a trajetória da política monetária do Fed, influenciando, portanto, o comportamento dos juros globais, do dólar e do apetite por risco.

Confira os indicadores na agenda desta semana (2 a 6 de março), horário de Brasília

Segunda-feira, 2 de março de 2026

  • 11h45 – PMI Industrial – EUA;
  • 12h – PMI ISM – EUA.

Esses indicadores ajudam a medir a saúde do setor manufatureiro e podem influenciar expectativas de crescimento econômico e decisões de política monetária nos EUA

Terça-feira, 3 de março de 2026

  • 9h – PIB do Brasil – Anual e Trimestral (4T25)

O dado anual e trimestral é um dos mais importantes para medir o desempenho da economia no final do ano passado e para calibrar projeções de crescimento para 2026. Assim, o mercado acompanha de perto para ajustar estimativas de atividade e potenciais impactos na política econômica local.

Quarta-feira, 4 de março de 2026

  •  10h15 – Variação de Empregos Privados ADP – EUA

O relatório ADP antecipa a leitura oficial de emprego, mostrando como foi o desempenho do mercado de trabalho privado nos EUA. Contudo, é um dado de alta frequência e costuma influenciar as expectativas para o payroll de sexta-feira.

  •  11h45 – PMI Serviços – EUA

Indicador que reflete a atividade do setor de serviços nos Estados Unidos. Leituras mais fortes sinalizam dinamismo econômico e, portanto, podem reforçar a perspectiva de inflação resiliente.

  •  12h – ISM Não-Manufatura – EUA

Outro indicador de atividade, focado no setor de serviços norte-americano, com impacto potencial em decisões de investimento e taxa de juros no país.

  •  12h30 – Estoques de Petróleo Bruto – EUA

Este dado semanal influencia os preços do petróleo no mercado internacional, com impacto direto em commodities, inflação e moedas de países exportadores de energia.

Quinta-feira, 5 de março de 2026

  • 09h – Taxa de Desemprego no Brasil (Jan)

A taxa de desemprego mostra a condição atual do mercado de trabalho brasileiro no começo do ano. Um número mais baixo que o esperado tende a reforçar percepções de resiliência da economia, enquanto dados mais elevados podem pesar sobre o consumo.

  • 10h30 – Pedidos Iniciais por Seguro-Desemprego – EUA

Os pedidos semanais por auxílio-desemprego ajudam a monitorar a saúde do mercado de trabalho norte-americano no curto prazo. Por isso, são observados por investidores para calibrar expectativas de políticas do Federal Reserve.

  •  15h – Balança Comercial do Brasil (Fev)

O saldo entre exportações e importações é um dado chave para o câmbio e para balanços setoriais. Superávits podem fortalecer o real, enquanto déficits podem aumentar pressão baixista sobre a moeda.

  • 18h30 – Balanço Patrimonial do Fed – EUA

O balanço do Fed é acompanhado como sinal das condições de liquidez dos mercados e da estratégia do banco central em relação à política monetária.

Sexta-feira, 6 de março de 2026

  • 9h – Produção Industrial do Brasil (Jan)

Os dados de produção industrial mensal e anual revelam o desempenho do setor manufatureiro no início do ano. Por isso, são importante para projeções de crescimento econômico doméstico.

  • 9h30 – Núcleo de Vendas no Varejo – EUA

Reflete a tendência de compras sem os efeitos de itens voláteis, influenciando expectativas de consumo e inflação nos EUA.

  • 10h30 – Relatório de Payroll – EUA

O payroll continua sendo um dos indicadores mais influentes do calendário global. O relatório não-agrícola, a taxa de desemprego e os ganhos médios por hora podem impactar diretamente as expectativas de juros nos EUA e influenciar mercados de ações, títulos e câmbio.

Empiricus+ : transforme as informações do mercado em oportunidades de investimento

Como visto, a primeira semana de março traz um mix de indicadores de atividade, emprego e comércio tanto no Brasil quanto no exterior, com potencial de impactar mercados financeiros globais.

Mas se você quer ir além da agenda e transformar esses eventos em oportunidades de investimento, precisa ampliar seu radar de análise.

A boa notícia é que, agora, você pode ter acesso as principais séries da Empiricus por apenas 12x de R$ 14,90.

O Empiricus+ é a assinatura em modelo “streaming” da casa. Por meio dela, você tem acesso a todas as principais recomendações, análises e ideias de investimento elaboradas pelos especialistas da research em um único lugar.

Com planos a partir de 12x de R$ 14,90 ou R$ 19,90 mensal (cancelável quando quiser), a plataforma dá acesso às séries e ainda oferece 7 dias de teste gratuito.

Para liberar o seu acesso a Empiricus+ agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

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Com o bitcoin caindo ou subindo, evento cripto que ocorrerá a partir desta semana pode multiplicar investimento em até 1.000 vezes; veja qual

28 de Fevereiro de 2026, 10:00

Se você está acompanhando o mercado de criptomoedas, já percebeu que os investidores estão de olho na mudança de cada dólar no preço do bitcoin (BTC). De certa forma, esse é um comportamento normal, afinal trata-se da principal criptomoeda do mundo, cujo desempenho afeta todo esse mercado de maneira direta ou indireta.

Além disso, para quem ainda tem pouca experiência, uma ideia comum é a de que: “se o bitcoin está em queda, é melhor nem olhar para as outras moedas”.

Mas na prática, não é exatamente assim que funciona. Valter Rebelo, é head do departamento de pesquisa e desenvolvimento com criptomoedas da Empiricus Research e afirma que:

“Todo ano, mesmo em períodos ruins para o bitcoin, o mercado [de criptomoedas] tem eventos que são capazes de mudar a vida de qualquer pessoa.”

E segundo o analista, a próxima semana pode ser decisiva. Um evento programado para o dia 5 de março pode gerar valorizações de até 50.000%, mesmo que o bitcoin não esteja no seu melhor momento.

Entenda qual é o evento da próxima semana e como se preparar para ele

Esse evento ao qual Valter Rebelo se refere, embora não seja tão conhecido da maioria dos investidores, não é uma novidade no mercado cripto. Trata-se dos ICOs (Initial Coin Offerings), que são lançamentos iniciais de novas moedas.

Esses eventos acontecem antes de esses ativos chegarem às grandes corretoras e ao conhecimento do público em geral. É nesse estágio embrionário que se concentra a maior assimetria de retorno do mercado, aponta o especialista.

Assim, enquanto criptomoedas já consolidadas dependem de volumes bilionários para dobrar de preço, um ICO bem-sucedido pode sair praticamente do zero para uma adoção relevante em poucos meses. E quando isso acontece, o impacto percentual tende a ser explosivo.

Esse é um dos motivos pelos quais o analista aponta que o desempenho do bitcoin, apesar de importante, não é o fator determinante nesse tipo de oportunidade.

ICOs seguem outra lógica, eles se valorizam quando são descobertos, não quando o mercado inteiro já está olhando para eles.

Em 2025, por exemplo, antes que a MYX Finance (MYX) ganhasse as manchetes, investidores mais atentos tiveram a oportunidade de participar do ICO desta moeda. E quem já estava posicionado e manteve a posição ao longo 128 dias viu o token se valorizar 1.000 vezes.

Quando o projeto passou a ser percebido pelo mercado mais amplo, grande parte da valorização já havia acontecido.

Fonte: Cointelegraph, matéria publicada em 10/09/2025 (Retornos passado não são garantia de retornos futuros)

Esse exemplo reforçando uma lógica recorrente de quem já tem experiência com ICOs: “quem chega antes, bebe água limpa”.

Valter Rebelo aponta que o timing é essencial para ter bons retornos com essa estratégia. E como estamos há poucos dias de uma nova oportunidade de buscar retornos expressivos, o especialista decidiu abrir novos acesso à Incubadora de ICOs.

Chegar atrasado pode custar caro: posicione-se antes do ICO do dia 5 de março

Identificar um bom ICO não é suficiente. O tempo de entrada pode ser decisivo. “Se você perde os primeiros dias, os primeiros minutos, a chance de você ‘perder o bonde’ é grande”, ressalta o especialista.

Diferentemente de ativos já listados, os ICOs oferecem uma janela curta — e muitas vezes irrepetível — para se posicionar antes que o preço reflita o real interesse do mercado.

Há alguns meses, a Incubadora de ICOs da Empiricus vem estudando de perto um novo ICO programado para o dia 5 de março, que, segundo suas análises, pode apresentar potencial de valorização de até 50.000%.

Assim, para ajudar investidores a não perderem essa janela inicial, a casa programou uma transmissão online no dia 2 de março.

Nessa data,  Valter Rebelo vai explicar como funciona esse tipo de lançamento e como se preparar para se posicionar antes mesmo do ICO começar e como ter acesso ao passo a passo completo, por meio da Incubadora.

A proposta é simples: oferecer informação e método com antecedência, justamente porque, no mercado de ICOs, agir depois que o movimento começa costuma ser tarde demais.

Então, se você quer ter a oportunidade de se preparar com antecedência para este que pode ser o maior ICO da história, clique no botão abaixo e faça sua pré-inscrição gratuita para o evento do dia 2 de março:

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Sua empresa “travou”? Veja 4 obstáculos comuns e como acelerar o crescimento em 2026 

28 de Fevereiro de 2026, 08:00

Você é empreendedor, trabalha sem parar, mas sente que o cenário macro com juros altos e incerteza, não ajudam. A concorrência apertando e margens cada vez mais espremidas? 

Some a isso a dificuldade de organizar as finanças, estruturar um time e ainda ter tempo para pensar em crescimento. O resultado é a sensação de “estar sempre correndo em círculos?”. 

Se isso soa familiar, então saiba que você não está sozinho. Uma pesquisa com líderes de pequenas e médias empresas mostra que 9 em cada 10 enfrentam dificuldades relevantes em áreas-chave da gestão.  

É exatamente o tipo de gargalo que programas de aceleração como o Impulso CNPJ, criado com a Carol Paiffer, jurada do Shark Tank Brasil, em parceria com a Empiricus Research, se propõem a destravar. 

SAIBA COMO ACELERAR O CRESCIMENTO DO SEU NEGÓCIO 

Os 4 maiores problemas do empreendedor (e por que eles travam o crescimento) 

Uma pesquisa do Itaú em parceria com o Instituto Locomotiva avaliou um grupo de gestores de pequenas e médias empresas no Brasil para descobrir quais são os maiores desafios desses empreendedores.  

O levantamento chegou à conclusão de que esses empreendedores enfrentam quatro obstáculos principais:  

1. Cenário externo e concorrência: o desafio que mais tira o sono 

O primeiro deles está diretamente relacionado com o ambiente macroeconômico do Brasil. Lidar com crises, oscilações de mercado e concorrência cada vez mais preparada é um dos desafios mais recorrentes do empresário brasileiro.  

Na pesquisa com mais de mil líderes de pequenas e médias empresas, 90% dizem ter dificuldade com fatores ligados ao cenário externo e competitivo. Para 41%, esse é o principal obstáculo hoje. 

O problema é que, diante da instabilidade, muitos empreendedores reagem só no curto prazo: cortam investimentos, travam decisões e passam a “apagar incêndio”.  

2. Gestão financeira: crescer sem margem é crescer em risco 

A segunda trava é mais direta: finanças. Novamente, 90% relatam dificuldade com gestão financeira. Controlar despesas, criar reserva, estruturar capital de giro e buscar crédito para investir aparecem como dores centrais. 

Na prática, muitas empresas crescem em receita, mas pioraram em resultado. Isso acontece quando o negócio aumenta faturamento, mas grande parte é “corroído” com despesas, o que leva a compressão das margens.  

Nesse contexto, o negócio fica “refém” do fluxo de caixa, e qualquer oscilação externa vira ameaça real.  

3. Empresário multitarefa: quando o dono vira o ‘gargalo’ do próprio negócio 

Em pequenas e médias empresas a divisão de setores nem sempre é clara. Em muitos casos, todas as decisões dentro do negócio são tomadas pelo próprio dono.  

A pesquisa mostra que quase todos os líderes participam diretamente das decisões estratégicas e 96% também executam tarefas operacionais. Ou seja, o dono acaba virando o “gargalo” do próprio negócio.  

Isso porque, além de ter que participar de praticamente tudo que acontece na empresa, falta tempo para pensar estrategicamente, construir processos e liderar pessoas. E crescer sem organizar o time e a rotina costuma cobrar caro. 

4. Crescimento e inovação: a dificuldade de dar o próximo salto 

Por estarem atarefados com as operações do dia a dia, pensar em crescimento e inovação acaba ficando em último plano. Assim, a pesquisa aponta que: 

  • 84% dos entrevistados dizem ter dificuldade para aumentar o faturamento; 
  • 73% enfrentam obstáculos para desenvolver marketing e vendas; 
  • 68% têm dificuldade para inovar ou lançar novos produtos. 

Ou seja: a empresa funciona, mas não escala. E, muitas vezes, o que separa um negócio estável de um negócio em expansão acelerada não é uma revolução, mas ajustes estruturais e um plano claro de execução.  

Quando o assunto é crescimento, o desafio deixa de ser “trabalhar mais” e passa a ser “crescer melhor”. Assim, a conclusão da pesquisa é que “ter apoio especializado para garantir um planejamento estratégico e crescimento sustentável pode resultar em um círculo virtuoso”.  

Foi justamente este o objetivo de Carol Paiffer, ao desenvolver o Impulso CNPJ, um programa de aceleração para empreendedores que desejam identificar os principais obstáculos do seu negócio, elaborar um plano aplicável para destravar o faturamento e capturar boas oportunidades. 

SAIBA COMO ACELERAR SUA EMPRESA COM O IMPULSO CNPJ 

Impulso CNPJ: método, diagnóstico e execução para destravar o crescimento 

Segundo o levantamento, 60% dos empresários tinham expectativa de aumentar os negócios ao longo dos próximos 12 meses. Ainda dentro deste grupo, 58% esperavam alcançar um faturamento de até R$ 4,8 milhões por ano.  

Entretanto, o que na maioria das vezes falta, é um protocolo estruturado para enfrentar esses desafios de forma coordenada — com diagnóstico, priorização e execução. 

É justamente com essa proposta que surge o Impulso CNPJ, programa de aceleração sob licença da Shark Tank School, liderado por Carol Paiffer.  

Paiffer é jurada do Shark Tank Brasil e fundadora do hub de aceleração Dinastia e já ajudou centenas empresas a multiplicarem faturamento.  

Ao longo da sua trajetória como investidora-anjo, Carol investiu em mais de 100 empresas e aplicou seu protocolo em negócios que, após ajustes estratégicos, ampliaram margens, organizaram processos e aceleraram receitas de forma consistente.  

Entre os cases de sucesso do protocolo desenvolvido pela investidora estão: 

  • Uma agência conseguiu aumentar o faturamento em 150% em apenas 12 meses
  • Empresa saltou de R$ 1,6 milhão para R$ 8,5 milhões em faturamento ao longo dos anos após a reestruturação estratégica — um crescimento de 430%

Agora, por meio da parceira com a Empiricus Research, mais empreendedores vão poder ter acesso ao protocolo através do Impulso CNPJ.  

O programa combina curso teórico onlinediagnóstico individual feito por especialistas, encontros ao vivo segmentados por ramo de atuação e acompanhamento mensal com report de evolução.  

A proposta é simples: aplicar na sua empresa o mesmo tipo de análise crítica e plano de ação que Carol Paiffer executa nas empresas em que atua como investidora-anjo. 

Isso inclui estruturar indicadores, organizar finanças, revisar posicionamento e, principalmente, deixar a empresa pronta para dialogar com potenciais investidores. 

Então, se você deseja escalar o seu negócio e buscar mais lucro de forma estruturada, com visão e planejamento estratégico sólido, o Impulso CNPJ pode ser o seu próximo passo.  

Pensando nisso, no dia 9 de março, Carol Paiffer vai realizar um encontro online apresentar mais detalhes do projeto e o passo a passo para que a sua empresa possa participar do programa. Para ter acesso ao evento, basta clicar no botão abaixo: 

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Weg (WEGE3): Balanço do 4T25 é ‘foto e não filme’; veja recomendação de analista e como destravar seu acesso a mais de 11 carteiras da Empiricus

27 de Fevereiro de 2026, 11:17

Nesta semana, a Weg (WEGE3) reportou seu balanço trimestral do 4T25 com um lucro líquido de R$ 1,588 bilhão, que indica uma queda de 6,3% em comparação ao 4T24.

Além disso, o Ebitda (lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 2,292 bilhões no 4T25, montante 4% inferior ao 4T24. Apesar dos números amargarem parcialmente o ânimo dos investidores com a empresa, analistas enxergam que esse pode ser um comportamento de quem está olhando apenas a “foto”, ao invés do filme.

Por que a Empiricus segue confiante para investir em Weg?

Toda vez que se fala em grandes histórias de multiplicação da Bolsa, a Weg é uma das protagonistas e para o analista de ações da Empiricus Research, Ruy Hungria, “isso não é por acaso.”

Segundo ele, mesmo que a companhia esteja inserida em um segmento distante do consumidor final, a companhia construiu sua reputação perante os investidores pela consistência na entrega resultados:

  • Crescimento de receita;
  • Avanço do lucro;
  • Expansão de capacidade produtiva;
  • Evolução de margens;
  • E por último, mas talvez o mais importante, uma trajetória marcada por execução disciplinada e alocação eficiente de capital. 

O que aconteceu nesse último trimestre, conforme a análise de Hungria, foram efeitos tanto da desvalorização cambial, como da queda na contração na vertente de energia solar.

Apesar disso, Hungria ressalta que a empresa conseguiu entregar melhores margens e manter um excelente nível de retorno. “Ainda vemos essa dinâmica pressionando os números de 2026, mas enxergamos uma forte recuperação a partir de 2027”, comenta o analista.

Negociada a 30x seu lucro para 2026, as ações da WEGE3 seguem com recomendação de compra na Empiricus Research.

Junto a Weg, outras ações são acompanhadas diariamente pelos analistas da casa, que compõem as carteiras recomendadas. E agora, o investidor pode acompanhar todo o material de análise da casa atualizado por um valor muito acessível.

Empiricus lança ‘modelo streaming’ com acesso a todas as carteiras a partir de R$ 14,90 ao mês

O novo Empiricus+ funciona como um serviço de assinatura, que com um único acesso, o investidor pessoa física pode explorar as principais carteiras da casa*. Assim, não fica limitado a conhecer as recomendações de ações, como Weg e outras empresas atrativas para investir agora, como também outras classes de ativos.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas – sãocarteiras de ações, fundos de investimento, renda fixa, trading e outros. Há também estratégias que combinam diferentes classes de ativos, para quem busca diversificar o portfólio.

Trabalhando nas carteiras, está um time de mais de 13 especialistas, dedicados a localizar as melhores oportunidades do mercado e entregar estratégias tão boas quanto de investidores profissionais.

Para ajudar o investidor comum, a assinatura da Empiricus+ conta também com lives e podcasts com os analistas, respondendo dúvidas dos assinantes, e tutoriais com o passo a passo para investir, da forma mais simples possível.

Isso tudo por um preço muito atraente:

  • R$ 19,90 para a assinatura mensal;
  • R$ 14,90 para assinaturas anuais (mais de 30% de desconto no valor do plano).

Para quem ainda tem dúvidas sobre a qualidade das análises e teses de investimento, é possível assinar as carteiras com um acesso de 7 dias, sem compromisso. Nesse período, o investidor pode conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia.

Para quem quer conhecer de perto essa oportunidade, é só clicar no botão abaixo:

* DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Esta criptomoeda será lançada no dia 5 de março e pode transformar R$ 1 mil em até R$ 1 milhão se comprada na ‘pré-venda’

27 de Fevereiro de 2026, 10:33

Depois de alguns dias em queda, o preço do bitcoin (BTC) recuperou perdas até o fechamento desse texto, na quinta-feira (26). No momento, a moeda negociava na casa dos US$ 68 mil (R$ 350 mil).

Junto com a maior criptomoeda do mundo, as demais também seguem o ritmo, refletindo um sentimento de medo no mercado de ativos digitais.

Alguns motivos explicam o momento. Nesta semana, em especial, elevadas tensões em torno do tarifaço de Donald Trump contribuíram para o aumento da aversão ao risco em geral.

Nessas situações, investidores tendem a liquidar posições em ativos de risco e buscar ativos de proteção, como o ouro – que inclusive está em tendência de alta.

O bitcoin, no momento, parece ser visto pelos investidores como um ativo exclusivamente de risco, mesmo que muitos especialistas confiram à moeda um status de “ouro digital”.

Porém, ao mesmo tempo, isso não é nenhum tipo de “fim dos tempos” para o mercado de criptomoedas. Há outros projetos que carregam potencial de valorizações “fora da curva”, independentemente do que vem ocorrendo com o BTC.

Como uma criptomoeda em especial, cujo lançamento está previsto para o próximo dia 5 de março.

Mesmo antes de seu lançamento oficial nas corretoras do mercado cripto, a moeda já chamou a atenção de grandes players do mercado. Como a Circle, maior emissora de stablecoins do mundo, que já é uma das investidoras no projeto:

Fonte: ICO Drops

A Empiricus Research, maior casa de análise financeira independente do país, também está de olho nesse lançamento.

E segundo os especialistas da casa, quem fizer parte da primeira leva de investidores a aportar nesse projeto, tem a chance de buscar lucros exponenciais – de até mil vezes o valor inicial investido – em um prazo médio de 90 dias.

No caso, o projeto não se restringe a investidores institucionais – pessoas físicas também podem surfar nesse potencial.

Qual o “segredo” para que uma moeda como essa chame a atenção de nomes importantes, e carregue alto potencial mesmo em um momento mais desfavorável no mercado?

Saiba como multiplicar em até 1.000 vezes o investimento inicial nessa nova criptomoeda em ‘pré-venda’

Dois pontos, em especial, convergem em torno dessa tese em questão, tornando-a um projeto de alto potencial para os investidores.

  • O projeto é ligado às stablecoins:

Stablecoins são criptomoedas cujo valor está indexado a uma moeda fiduciária. Atualmente, as principais negociadas são atreladas ao dólar, como a Tether (USDT).

As stablecoins têm ganhado cada vez mais espaço no mercado, especialmente com o crescimento da adoção institucional.

Como o próprio nome já diz, por serem atrelados a moedas fiduciárias, são ativos mais “estáveis” (stable) do que outros de baixo fundamento no mundo cripto. Em um mercado volátil, elas podem ser a “bola da vez”.

Ou seja, o projeto em questão vem com fundamentos sólidos, o que o diferencia do caráter mais especulativo das memecoins, por exemplo. Por isso, vemos players como a Circle, citada anteriormente, investindo oficialmente na tese.

  • Moeda em fase de “pré-venda”:

Estamos falando de uma criptomoeda que, a partir do seu lançamento no dia 5 de março, ainda estará em sua fase de “pré-venda”. Ou, como chamamos no mercado cripto, em seu ICO.

Semelhantemente aos IPOs do mercado de ações, muitas criptomoedas passam pelo ICO (Initial Coin Offering), ou “oferta inicial de moedas”, em português.

Durante um ICO, uma moeda recém-criada é aberta à captação de um seleto grupo de investidores, antes de ser oficialmente listada nas plataformas ou corretoras.

Acessando-a antes do grande público, investidores têm a chance de capturar valorizações exponenciais, já que o valor de mercado do ativo ainda está em “fase de crescimento”.

Ou seja, investidores têm a oportunidade de investir em uma tese:

  • De qualidade;
  • Com fundamentos aprofundados;
  • Ligada a uma das grandes tendências do mercado cripto em 2026;
  • Ainda em fase de ICO, com alto potencial lucrativo.

Lembrando que, para a Empiricus, será possível buscar uma multiplicação de 1.000 vezes o valor inicial investido com essa nova criptomoeda. Ou seja, com cerca de R$ 1 mil iniciais, a ideia é transformá-los em até R$ 1 milhão.

Porém, entrar em um ICO não é um processo intuitivo para qualquer um, especialmente investidores com pouca experiência no mercado cripto.

Com isso, a Empiricus não apenas recomenda a compra da moeda, como também criou uma solução voltada para este mercado, com o intuito de ajudar investidores a conhecê-lo.

Conheça a ‘incubadora de ICOs’ da Empiricus, projetada para buscar lucros explosivos ainda esse ano

A Empiricus acredita que o mercado de ICOs tem tudo para ser uma das grandes narrativas do mundo cripto em 2026. Além do projeto central desse texto, outros também podem carregar esse potencial lucrativo.

Com isso, a casa está disponibilizando novos acessos à sua “incubadora de ICOs”.

Ativa desde janeiro deste ano, a incubadora tem o objetivo de selecionar as melhores criptomoedas em ICO do momento, e compartilhar a curadoria com qualquer interessado, ensinando também como investir em cada uma delas.

Por meio da incubadora, o investidor aprende:

  • Como ICOs funcionam;
  • Quais as principais criptomoedas em ICO no momento;
  • Quais destas criptomoedas carregam maior potencial de valorização;
  • Como investir nas moedas selecionadas.

O mercado de criptomoedas é volátil, e exige bastante cautela por parte dos investidores. Nas oportunidades selecionadas, a Empiricus não recomenda aportar quantias que possam fazer falta ao seu dia a dia.

Porém, ao mesmo tempo, estamos falando de uma chance de buscar lucros raros nesse momento de mercado em especial.

E com a Empiricus, você pode contar com a ajuda de uma curadoria profissional, sem precisar investir sozinho – especialmente se você é novato no mundo cripto.

Incubadora de ICOs: inscrições para novos usuários estão abertas até segunda-feira (2)

As inscrições para os novos acessos à incubadora de ICOs da Empiricus estão abertas, mas se encerram na próxima segunda-feira (2).

Nesta data, a partir das 19h, os inscritos com antecedência estão convidados a participar de um evento online e gratuito, no qual o projeto será apresentado em todos os detalhes.

Para registrar o seu interesse, basta clicar no botão abaixo, e seguir as instruções na tela.

Essa inscrição inicial é gratuita, mas pode ser de grande valor para sua jornada no mercado:

O post Esta criptomoeda será lançada no dia 5 de março e pode transformar R$ 1 mil em até R$ 1 milhão se comprada na ‘pré-venda’ apareceu primeiro em Empiricus.

R$ 10 viraram R$ 10.000 em 2025: conheça os bastidores desta estratégia e como ela pode se repetir a partir de 2 de março

27 de Fevereiro de 2026, 08:00

Em 2025, quem seguiu a recomendação certa no momento certo teve a oportunidade de ver o dinheiro investido se multiplicar por mil.  

Foi o que aconteceu com um dos ICOs lançados ao longo de 2025. Uma valorização que transformou R$ 500 em R$ 500 mil… e R$ 1.000 em R$ 1 milhão.  

Agora, a equipe de criptoativos da maior casa de análise financeira do Brasil já identificou a próxima janela.  

A partir do dia 2 de março, uma lista com novas criptomoedas, com potencial de entregar valorizações de até 50.000% será lançada. E, desta vez, você pode estar posicionado antes que o mercado perceba o que está acontecendo. 

Ethereum a US$ 0,30 e axie a US$ 0,10: o padrão que mais vem gerando milionários no mercado

Se você acompanha o mercado financeiro, provavelmente já ouviu falar em IPO, a oferta inicial de ações de uma empresa na bolsa de valores. Aproveitando o conceito, um ICO funciona com a mesma lógica, mas no universo das criptomoedas.

Antes de uma moeda digital ser listada nas grandes exchanges, como Binance ou Coinbase, o ativo passa por uma fase de pré-venda onde poucos investidores têm acesso.

É nesse estágio que os maiores lucros da história do mercado cripto foram gerados.

  • Ethereum saiu de US$ 0,30 no seu ICO e chegou a ultrapassar US$ 4.900.
  • Solana foi lançada a US$ 0,25 e bateu mais de US$ 1.300.
  • Axie Infinity custava US$ 0,10 e multiplicou por mais de 1.500 vezes em um ano.

Em todos esses casos, quem entrou no ICO com pouco dinheiro teve a oportunidade de acumular centenas de milhares, ou até mesmo milhões de dólares.

A lógica por trás dessas valorizações tem nome: choque de liquidez. Quando o ativo é listado publicamente, milhões de investidores ao redor do mundo ganham acesso simultâneo à moeda.

Essa pressão de compra repentina faz o preço disparar em horas, e quem já estava posicionado captura o movimento desde o início.

Em 2025, alguns ICOs geraram valorizações de até mil vezes: o que esperar para este ano?

Em 2025, teve ICOs que entregou exatamente isso: uma valorização de 10.000% (mil vezes)

Foi uma das maiores assimetrias já registradas no mercado de ativos digitais, e uma prova concreta de que a estratégia de identificar moedas antes da listagem pode ser transformadora para quem tem acesso à boas fontes de análise.

Não por acaso, 2025 também foi o ano em que o mercado de ICOs se expandiu de forma expressiva. Segundo dados da CoinList, apenas nessa plataforma foram realizados 18 ICOs ao longo do ano.

No total, estima-se que milhares de ofertas iniciais de moedas aconteceram globalmente.

O número de oportunidades cresce, mas há dificuldade de separar os projetos sólidos dos projetos sem fundamento também. É aí que entra o papel de uma curadoria especializada.

SAIBA COMO PARTICIPAR DA PRÓXIMA JANELA DE ICOs

2 de março, potencial de até 50.000%: a próxima janela já tem data (e a Empiricus já fez a análise)

A Empiricus já identificou as próximas oportunidades para buscar retornos com ICOs.  Assim, a partir do dia 2 de março de 2026, a casa vai divulgar uma lista com as novas moedas digitais com maior potencial desta temporada.

Os analistas da casa apontam potencial de valorização de até 50.000% para quem entrar na fase inicial.

Para ter acesso a essa e às próximas recomendações com esse nível de análise, a Empiricus está abrindo as portas da sua Incubadora de ICOs.

O objetivo é simples: levar ao investidor brasileiro pessoa física a mesma qualidade de curadoria que, até então, estava restrita a fundos de venture capital e grandes players institucionais.

Por meio da Incubadora, a equipe de criptoativos da Empiricus vai analisar os projetos, avaliar as equipes de desenvolvimento, examinar a documentação técnica e o modelo de distribuição de tokens – tudo para filtrar, entre os milhares de ICOs lançados anualmente, aqueles com maior potencial real de valorização.

Cadastro gratuito: saiba como ter acesso ao passo a passo para entrar nos próximos ICOs

Para participar, basta realizar um cadastro gratuito e registrar o seu interesse. A partir daí, você vai entender como receber as análises, o passo a passo de acesso e as recomendações da equipe, incluindo os detalhes sobre a oportunidade.

Vale lembrar que retornos passados não são garantia de retornos futuros e a Incubadora de ICOs não elimina esses riscos, mas oferece análise técnica e curadoria profissional para aumentar a qualidade das decisões.

Se você quer ter a chance de estar posicionado antes que o mercado perceba, e contar com o suporte de quem está estudando a fundo esse mercado, esse tem tudo para ser o momento perfeito de agir.

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Empiricus lança modelo de ‘streaming’ com todas as séries da casa* por até 12x de R$ 14,90

26 de Fevereiro de 2026, 13:00

Há 16 anos, a Empiricus Research inovou a maneira como os brasileiros tinham acesso a conteúdo de investimentos, oferecendo análises independente com relatórios e carteiras recomendadas com qualidade e de fácil compreensão do público em geral.

Essa iniciativa foi um passo importante para mudar a forma como os investidores brasileiros consomem esse tipo de conteúdo. E agora, a research está pronta para dar o próximo passo e para isso lançou o Empiricus+, um serviço de assinatura no estilo  “streaming”.

Pela primeira vez a casa está lançando um modelo em que, com um único acesso, você poderá explorar todas* as recomendações de investimento dos analistas. E o melhor: tudo isso por apenas 12x de R$ 14,90.

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13 especialistas, 11 assinaturas e as melhores estratégias da casa, tudo liberado: veja o que vai encontrar no ‘streaming’ da Empiricus

O Empiricus+ vai oferecer aos investidores dois planos:

  • Assinatura mensal com o valor de R$ 19,90. Nesse plano, você pode parar a assinatura a qualquer momento; e
  • Um pacote de assinatura anual por 12x de R$ 14,90. Mais de 30% de desconto no valor do plano.

Nos dois planos, você terá acesso as principais carteiras da casa – exceto as séries premium de criptomoedas. Assim, vai poder escolher as estratégias de investimento que fazem sentido para o seu perfil.

Atualmente a casa conta com mais de 11 assinaturas. Nelas você encontra carteiras focadas em ações, fundos de investimento, renda fixa, trading, além de estratégias que combinam diferentes classes de ativos.

Você também vai poder ter contato direto com os mais de 13 especialistas da casa. Eles estão dedicados a diariamente encontrar as melhores oportunidades do mercado e entregar estratégias tão boas quanto de investidores profissionais.

Assim, para ajudar você a trilhar esse caminho, os analistas realizam lives, dentro da plataforma da Empiricus, para responder as dúvidas dos assinantes.

Além disso, todos os conteúdos da casa contam com tutoriais que ensinam o passo a passo para investir, da forma mais simples possível.  

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340 mil assinantes +1: você – faça parte do grupo que já está tendo a chance de lucrar com as ideias de investimento da casa

Nos últimos anos, os investidores que acompanharam as carteiras da tiveram a oportunidade seguir ideias de investimento que multiplicaram por até 5 vezes o valor aplicado. Veja só alguns exemplos:

  • Microcap Alert: mais de 508,97% de valorização, desde a criação em 01/08/14;
  • Vacas Leiteiras: valorização de 449,50%, desde o lançamento em 07/02/14;
  • Palavra do Estrategista: mais de 461,02% de retorno desde a criação em 03/09/2015.

É claro que, retornos passados, não são garantia de retornos futuros. Mas, uma das características da Empiricus é o “skin in the game”. Isso significa que, os analistas da casa, só fazem recomendações que eles mesmos colocariam o próprio dinheiro.

E você não precisa confiar em mim para comprovar isso. Você pode provar isso testando o Empiricus+ por 7 dias.

A casa acredita tanto no compromisso em bucar as melhores ideias para fazer o seu patrimônio crescer que está oferecendo 7 dias de acesso, sem compromisso. Nesse período, você poderá conhecer todo o conteúdo e decidir se o Empiricus+ faz sentido para sua estratégia.

Se não gostar, é só pedir o cancelamento e o seu dinheiro será reembolsado. Esta é uma oportunidade única para investir seguindo as recomendações da maior casa de investimentos independente do país.

Então, se você ficou interessado, basta clicar no botão abaixo:

DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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‘Não entre agora em criptomoedas’, afirma especialista — um evento programado para depois do dia 2 de março pode redefinir as oportunidades no mercado

26 de Fevereiro de 2026, 08:00

Enquanto o mercado de criptomoedas sai de um cenário de ‘terra sem leis’ para o de regulação e grande adoção institucional, algumas estratégias já consolidadas brilham aos olhos dos investidores mais atentos. 

Talvez você não saiba, mas as maiores assimetrias do mundo cripto não estão onde a maioria das pessoas estão de olho. Para quem busca valorizações exponenciais nesse mercado, não dá para ignorar o mundo das ICOs

Neste artigo, vamos apresentar ao leitor: 

  • O que são as ICOs; 
  • Como ‘caçar’ as melhores oportunidades — estamos falando de valorizações potenciais de 1.000%, 10.000%, chegando até a 50.000%; 
  • E por que não comprar criptomoedas antes do dia 2 de março. 

Antes de qualquer coisa, é importante separar o joio do trigo: este artigo não se trata de qualquer recomendação de guru e entusiasta da internet que grava vídeos no quarto da casa dos pais. 

Trata-se de uma construção de quase 17 anos, do que hoje é considerada a maior casa de análise financeira da América Latina — a Empiricus Research.  

Em 2017, a casa de análise foi a primeira a tocar no assunto das ICOs, antes de se tornar febre entre os investidores da época. 

Agora, a casa acredita que novos ICOs com potencial de valorizar até 50.000% devem começar partir do dia 2 de março. E o time já preparou uma análise completa das melhores oportunidades.  

Saiba o que são ICOs e como utilizar essa estratégia para buscar alavancagem de patrimônio em 2026

Antes de um ativo digital entrar em uma BitgetCoinbase ou Binance da vida, ela passa por um processo de ‘pré-venda’. Uma espécie de crowdfunding do mercado financeiro.  

É como comprar um terreno em uma cidade que será construída ou, de forma similar, investir em ações de uma empresa quando estram no mercado — os famosos IPOs

Já no mercado de criptomoedas essa ‘pré-venda’, conhecida como ICO (Initial Coin Offering), consiste em, basicamente, comprar tokens com intuito de financiar o desenvolvimento de um futuro ecossistema. 

Os critérios básicos para investir em um ICO são:  

  • A narrativa é forte? 
  • Há adoção e relevância do projeto no mercado?  
  • A valorização do ativo pode transformar um investidor comum em um novo milionário?  

No passado, moedas consolidadas como ethereum (ETH)solana (SOL)axie infinity (AXS) e até o caso mais recente da ozak AI (OZ), passaram pelo mesmo processo de captação privada, até sua consolidação no mercado.  

Em 2026, com a entrada gradual de bancos e institucionais, e a crescente clareza regulatória do mercado, há um horizonte promissor para o setor dos ICOs. 

Para o leitor ter uma ideia, estamos falando de valorizações potenciais de 1.000%, 10.000%, 30.000% e, em alguns casos, chegando até a 50.000%.  

Um pequeno aporte de R$2 mil, pode se transformar em R$200 milR$600 mil, ou em até R$1 milhão

É claro que estamos falando de um mercado extremamente volátil e, portanto, com muito mais risco e que exige muita cautela. A recomendação é que não se faça um aporte tão grande, a ponto desse dinheiro fazer falta no orçamento familiar.  

Para contribuir com a jornada de investimentos e tornar tudo mais prático, criterioso e seguro, dia 2 de março a Empiricus irá dar acesso à lista de ICOs com esse potencial explosivo. 

CLIQUE AQUI PARA CONHECER A INCUBADORA E TER ACESSO À LISTA DE ICOS PROMISSORAS  

O maior ICO da história: saiba como conhecer a nova curadoria de criptomoedas a partir do dia 2 de março 

Se você está pensando em aproveitar os preços atuais das criptomoedas e ‘encher o carrinho’, a orientação é bem clara: não faça isso antes do dia 2 de março.  

O motivo? A divulgação das moedas que podem representar o maior ICO da história está para acontecer a partir do dia 2 do próximo mês. 

Se em 2025, multiplicações assim aconteceram… 

Fonte: Empiricus Crypto — ano de 2025 até dia 13/12/2025. Na primeira coluna, a valorização do ativo. Na segunda, a porcentagem de tokens, que atingiu essa valorização. Retornos passados não são garantia de retornos futuros 

Em 2026, com um cenário ainda melhor, as chances de encontrar o maior ICO da história são altíssimas.  

A verdade é que o jogo das ICOs não é só de inteligência e análise fundamentalista, mas sim de acesso à informação de qualidade e timing

lista de interessados em acessar a Incubadora de ICOs já está aberta. Ao preencher seus dados gratuitamente, você recebe as primeiras informações. Dessa forma poderá tomar uma decisão se quer se posicionar antes da liberação dos tokens para o público geral. 

Para ter acesso prioritário à divulgação dos tokens — que acontecerá no dia 2 de março —, basta clicar no botão abaixo e preencher o formulário de interesse.  

O post ‘Não entre agora em criptomoedas’, afirma especialista — um evento programado para depois do dia 2 de março pode redefinir as oportunidades no mercado apareceu primeiro em Empiricus.

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