Visualização normal

Received before yesterdayDCM

Brasileiro é preso pelo FBI nos EUA sob acusação de roubar R$ 1 milhão de carro-forte

11 de Julho de 2026, 08:51
FBI prende brasileiro acusado de roubo nos Estados Unidos
Identificação do FBI nos Estados Unidos. Foto: Reprodução

O FBI prendeu nesta sexta-feira (10), na Flórida, o brasileiro Helbert Oliveira, de 47 anos, acusado de participar de um roubo de aproximadamente US$ 200 mil, cerca de R$ 1 milhão, de um carro-forte em Framingham, no estado de Massachusetts.

O crime ocorreu em novembro do ano passado. O Departamento de Justiça dos Estados Unidos acusa Helbert de roubo à mão armada e conspiração para cometer roubo à mão armada, crimes previstos na Lei Hobbs.

Após a prisão, Helbert compareceu perante um juiz na Flórida. As acusações podem levar a pena de até 20 anos de prisão, três anos de liberdade condicional e multa de até US$ 250 mil, o equivalente a cerca de R$ 1,2 milhão.

O Departamento de Justiça também afirmou que o brasileiro está com o visto vencido nos Estados Unidos. A situação migratória foi citada junto às acusações federais apresentadas contra ele.

🔥Another arrest made in connection with Operation Summer Heat 2.0, an #FBI initiative to crush violent crime in our communities. #FBI Boston has arrested Helbert Oliveira, a Brazilian national illegally living in the U.S. on an expired visa, in Florida in connection with the… pic.twitter.com/EotWTgQR7u

— FBI Boston (@FBIBoston) July 10, 2026

Acusação aponta arma e comparsa no roubo em Massachusetts

De acordo com a acusação, Helbert teria agido com Curt Porcher, identificado pelas autoridades como o motorista da ação criminosa. Porcher já havia sido preso e indiciado em 22 de abril.

Os investigadores afirmam que Helbert teria apontado uma arma de fogo para a vítima durante o assalto. Ele também teria levado o dinheiro retirado do carro-forte.

O roubo ocorreu em Framingham, cidade localizada em Massachusetts. O caso entrou na esfera federal por envolver acusações enquadradas na Lei Hobbs, usada pelo Departamento de Justiça em processos de roubo à mão armada e conspiração.

Com a prisão na Flórida, Helbert passa a responder às acusações na Justiça dos Estados Unidos. O processo contra Curt Porcher segue após o indiciamento registrado em abril.

VÍDEO: Presente no jantar, chefe do UFC diz que atentado contra Trump foi “incrível”

26 de Abril de 2026, 14:22
Dana White na Casa Branca durante tentativa de atentado contra Trump. Foto: Reprodução

No último sábado (25) Dana White estava presente no tradicional Jantar da Associação dos Correspondentes da Casa Branca, em Washington, quando disparos de arma de fogo interromperam o evento. O presidente do UFC tem paixão por adrenalina.

Durante o caos, White, conhecido por seu apoio a Donald Trump, relatou aos jornalistas que se recusou a seguir a instrução dos agentes de segurança para se abaixar, preferindo “aproveitar cada minuto” do momento tenso. Para ele, a situação foi “incrível” e “uma experiência louca e única.”

“Começou a ficar barulhento, mesas sendo viradas, carros correndo com armas gritando para abaixar. Eu não abaixei, foi incrível para c***. Eu literalmente aproveitei cada minuto. Foi uma experiência louca e única”, relatou White, que estava posicionado bem em frente à mesa de Trump.

Dana White do UFC, acostumado com pancadaria e confusão, deu um breve relato para jornalistas na saída do Hilton Hotel sobre o tiroteio no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca:

"Mesas sendo viradas, caras correndo com armas. Foi FODA! Foi de tirar o fôlego!”. https://t.co/7KXrXmrSIb pic.twitter.com/ubNYYPuT8Y

— Área Militar (@areamilitarof) April 26, 2026

O incidente teve início quando tiros foram disparados durante o evento, que reunia importantes autoridades políticas e jornalistas. Trump, acompanhado da primeira-dama Melania, foi retirado do salão imediatamente pelos agentes do Serviço Secreto, após o som dos disparos.

A operação de emergência envolveu a evacuação do presidente e de outros convidados, com a rápida chegada de agentes armados que tomaram o controle do ambiente. Segundo o FBI, um suspeito foi detido, identificado como Cole Tomas Allen, um homem de 31 anos da Califórnia.

Trump, em coletiva após o incidente, descreveu o ocorrido como um momento “chocante” e, embora não tenha se referido diretamente ao suspeito, indicou que ele se tratava de “um lobo solitário”. O presidente também elogiou o trabalho rápido do Serviço Secreto e das forças policiais.

“Foi muito rápido. O desempenho da polícia foi muito bom”, comentou Trump. O FBI, em declaração oficial, informou que o suspeito foi preso e enfrenta acusações graves, incluindo porte de arma de fogo durante um crime violento e agressão a um agente federal.

O procurador-geral do Distrito de Columbia, Todd Blanche, afirmou que novas acusações podem ser apresentadas nos próximos dias. O incidente, que gerou pânico entre os convidados, também trouxe à tona preocupações sobre os protocolos de segurança em eventos de alto nível.

Imagens de câmeras de segurança revelaram que o suspeito, após ser identificado pelo Serviço Secreto, disparou antes de ser imobilizado. Testemunhas que estavam no local relataram um clima de total desordem e pânico, com agentes de segurança posicionados em vários pontos com armas longas, ordenando que os presentes se abaixassem e corresse para áreas mais seguras.

O evento, que ocorre anualmente e é considerado um dos principais jantares políticos dos Estados Unidos, foi interrompido por completo. No entanto, após o incidente, as festas pós-evento, incluindo a da revista ‘Time’ na residência do embaixador suíço, foram confirmadas e seguiram com alguns ajustes no cronograma.

Justiça dos EUA condena paquistanês acusado de planejar morte de Donald Trump

7 de Março de 2026, 08:45
Asif Merchant foi julgado no Tribunal Distrital Federal do Brooklyn Imagem: Divulgação

Um tribunal federal dos Estados Unidos condenou o paquistanês Asif Merchant por planejar o assassinato do presidente Donald Trump. O julgamento ocorreu no Tribunal Distrital Federal do Brooklyn, em Nova York, após investigação do Departamento de Justiça americano.

Segundo os procuradores, Merchant tentou recrutar pessoas dentro dos Estados Unidos para executar o plano. Além de Trump, outros políticos americanos também teriam sido citados como possíveis alvos durante as conversas investigadas.

De acordo com a acusação, o plano teria sido motivado como retaliação à morte do general iraniano Qassem Soleimani, morto em janeiro de 2020 durante uma operação militar autorizada por Trump em seu primeiro mandato como presidente dos Estados Unidos.

Réu viajou para a cidade de Nova Iorque para contratar assassinos de aluguel. Ilustração: Reuters/Jane Rosenberg

Durante o julgamento, a defesa alegou que Merchant teria sido forçado a participar da conspiração. Os procuradores federais contestaram essa versão e afirmaram ao tribunal que não havia provas que sustentassem a tese de coação ou coerção.

O próprio Merchant afirmou que não recebeu ordens para matar uma pessoa específica. Segundo ele, um contato iraniano mencionou três nomes em conversas realizadas em Teerã: Donald Trump, Joe Biden e Nikki Haley.

Merchant foi preso em 12 de julho de 2024 quando se preparava para deixar os Estados Unidos. A detenção ocorreu um dia antes do atentado contra Trump durante um comício na Pensilvânia. Investigadores afirmaram não ter encontrado ligação entre Merchant e Thomas Crooks, autor do ataque contra o então candidato republicano.

❌