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Onde assistir Austrália x Turquia?

13 de Junho de 2026, 22:00

Austrália e Turquia estreiam na madrugada deste domingo (14) na Copa do Mundo 2026, em partida prevista para começar à 1h (horário de Brasília) no BC Place Stadium, em Vancouver, no Canadá

O jogo é válido pelo Grupo D da competição, que ainda tem Estados Unidos e Paraguai.

A Austrália participa de sua 7ª Copa do Mundo e nunca conseguir ultrapassar a fase de oitavas-de-final, feito obtido em 2006 e 2022.

Já a Turquia só esteve em dois Mundiais até agora, mas avançou até as semifinais em 2002, quando foi eliminada pelo Brasil e terminou a competição em 3°º lugar. A aposta da seleção é da nova geração comandada pelo meia-atacante Arda Guler, que joga no Real Madrid.

Veja onde assistir Austrália x Turquia 

partida da Copa do Mundo 2026 terá transmissão ao vivo pela TV Globo, Sportv, CazéTV (no Youtube), GeTV e Globoplay

Prováveis escalações

A Austrália deve entrar em campo com Ryan; Souttar, Circati, Burgess; Italiano, Irvine, O’Neill, Bos; Irankunda, Leckie; Toure.

Já a escalação prevista da Turquia é Cakir; Celik, Demiral, Bardakci, Kadioglu; Calhanoglu, Yuksek; Guler, Kokcu, Yildiz; Akturkoglu.

Veja as datas de jogos por grupos

Grupo A

Data Jogo
11/06/2026 México x África do Sul
11/06/2026 República da Coreia x República Tcheca
18/06/2026 República Tcheca x África do Sul
18/06/2026 México x República da Coreia
24/06/2026 República Tcheca x México
24/06/2026 África do Sul x República da Coreia

Grupo B

Data Jogo
12/06/2026Canadá x Bósnia e Herzegovina
13/06/2026Catar x Suíça
18/06/2026Suíça x Bósnia e Herzegovina
18/06/2026Canadá x Catar
24/06/2026Suíça x Canadá
24/06/2026Bósnia e Herzegovina x Catar

Grupo C

Data Jogo
13/06/2026Brasil x Marrocos
13/06/2026Haiti x Escócia
19/06/2026Escócia x Marrocos
19/06/2026Brasil x Haiti
24/06/2026Escócia x Brasil
24/06/2026Marrocos x Haiti

Grupo D

Data Jogo
12/06/2026Estados Unidos x Paraguai
13/06/2026Austrália x Turquia
19/06/2026Turquia x Paraguai
19/06/2026Estados Unidos x Austrália
25/06/2026Turquia x Estados Unidos
25/06/2026Paraguai x Austrália

Grupo E

Data Jogo
14/06/2026Alemanha x Curaçau
14/06/2026Costa do Marfim x Equador
20/06/2026Alemanha x Costa do Marfim
20/06/2026Equador x Curaçau
25/06/2026Equador x Alemanha
25/06/2026Curaçau x Costa do Marfim

Grupo F

Data Jogo
14/06/2026Holanda x Japão
14/06/2026Suécia x Tunísia
20/06/2026Tunísia x Japão
20/06/2026Holanda x Suécia
25/06/2026Japão x Suécia
25/06/2026Tunísia x Holanda

Grupo G

Data Jogo
15/06/2026Bélgica x Egito
15/06/2026Irã x Nova Zelândia
21/06/2026Bélgica x Irã
21/06/2026Nova Zelândia x Egito
26/06/2026Egito x Irã
26/06/2026Nova Zelândia x Bélgica

Grupo H

Data Jogo
15/06/2026Espanha x Cabo Verde
15/06/2026Arábia Saudita x Uruguai
21/06/2026Espanha x Arábia Saudita
21/06/2026Uruguai x Cabo Verde
26/06/2026Cabo Verde x Arábia Saudita
26/06/2026Uruguai x Espanha

Grupo I

Data Jogo
16/06/2026França x Senegal
16/06/2026Iraque x Noruega
22/06/2026França x Iraque
22/06/2026Noruega x Senegal
26/06/2026Noruega x França
26/06/2026Senegal x Iraque

Grupo J

Data Jogo
16/06/2026Áustria x Jordânia
16/06/2026Argentina x Argélia
22/06/2026Argentina x Áustria
22/06/2026Jordânia x Argélia
27/06/2026Argélia x Áustria
27/06/2026Jordânia x Argentina

Grupo K

Data Jogo
17/06/2026Portugal x República Democrática do Congo
17/06/2026Uzbequistão x Colômbia
23/06/2026Portugal x Uzbequistão
23/06/2026Colômbia x República Democrática do Congo
27/06/2026Colômbia x Portugal
27/06/2026República Democrática do Congo x Uzbequistão

Grupo L

Data Jogo
17/06/2026Inglaterra x Croácia
17/06/2026Gana x Panamá
23/06/2026Inglaterra x Gana
23/06/2026Panamá x Croácia
27/06/2026Panamá x Inglaterra
27/06/2026Croácia x Gana

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Escala 6×1: Latam acredita em impactos diferentes em equipes de solo e tripulação

6 de Junho de 2026, 17:42

A Latam Brasil tem tratado a questão do fim da escala de trabalho 6×1 dividindo o impacto da mudança nas duas realidades de sua equipe – o pessoal de solo e as tripulações – e tem recebido das autoridades do país que essas diferenças serão respeitadas no caso de aprovação da legislação pelo Congresso. A afirmação foi feita pelo CEO da companhia no Brasil, Jerome Cadier, durante entrevista coletiva na 82ª Assembleia Anual da Associação Internacional do Transporte Aéreo (IATA), no Rio de Janeiro.

Para a realidade do pessoal de solo, Cadier disse que a companhia “está muito próxima do estado desejado” pela nova lei e que vai buscar os ajustes necessários para sua tripulação. No caso da tripulação e pilotos, o executivo disse que as discussões tem avançado e que tem ouvido que as diferenças serão respeitadas. “O governo garantiu que as mudanças vão impactar mais as equipes de solo”, disse.

Leia também: O que é escala 6×1? Entenda a jornada que está em discussão no Congresso

Durante a última teleconferência após a divulgação dos resultados da companhia, o CEO comentou que, caso as duas situações fossem tratadas sob o mesmo prisma, a redução da jornada de 44 para 40 horas semanais iria inviabilizar a operação internacional das companhias aéreas, por conta da duração dos voos.

O executivo também disse na coletiva que a previsão da primeira certificação de um avião Embraer E195-E2 da companhia é o quarto trimestre de 2026. No ano passado, a companhia aérea anunciou a compra de até 74 aeronaves da Embraer (EMBR3), sendo um pedido de 24 entregas firmes e mais 50 opções de compra, num valor estimado em US$ 2,1 bilhões.

Leia também: Lula agradece Latam por compra de 24 aviões da Embraer

Roberto Alvo, CEO da Latam Airlines também participou da coletiva e destacou o crescimento do setor e da empresa desde que IATA sediou pela última vez sua assembleia anual no continente, em 1999. Na quela ano, as aéreas da América do Sul tinham transportado 68 milhões de passageiros, o equivalente a 4% do mercado no mundo. No ano passado, foram 447 milhões, mais de 5% do total.

Pelo modelo de entrega dos serviços da Latam, que busca o mesmo tratamento aos passageiros independentemente da rota, Alvo disse não estar preocupado com notícias de uma possível maior concorrência na região de empresas estrangeiras. Eles destacou ainda que a Latam é a companhia aérea mais sustentável do Hemisfério Ocidental.

Sobre o impacto da guerra nos preços das passagens, por conta dos custos mais altos, o executivo acredita que eles seguirão altos, até um ajuste para baixo que deve acontecer no ano que vem. “A indústria como um todo se readaptou. É normal ver ajustes de capacidade. No final das contas, nós vamos ver um novo equilíbrio, com os preços baixando em 2027”, disse Alvo.

O jornalista viajou a convite da IATA.

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Negócios com Cuba na mira: Suprema Corte dos EUA decide contra cias. de cruzeiro

21 de Maio de 2026, 17:33

A Suprema Corte dos Estados Unidos desferiu mais um golpe contra empresas internacionais que ainda fazem negócios em Cuba: decidiu nesta quinta-feira a favor de uma empresa americana vítima de expropriação pelo governo castrista, baseada na proteção de uma lei de 1996 e reforçada na primeira gestão de Donald Trump.

Por 8 votos 1, os juízes decidiram que a empresa Havana Docks Corporation — que antes de 1960 possuía o direito de usar e operar os portos do porto da capital cubana – tem potencialmente direito a receber centenas de milhões de dólares pelo uso do porto por companhias internacionais de cruzeiro entre 2016 e 2019. A decisão atinge diretamente Royal Caribbean, Norwegian, Carnival e MSC.

Leia também: Como a cruzada de Trump contra Cuba jogou uma mineradora de 99 anos no caos

Entenda o caso

Em 1928, a Havana Docks Corporation, sediada nos EUA, adquiriu do governo cubano um direito de propriedade relacionado ao desenvolvimento e à operação de docas no Porto de Havana. Esse direito de propriedade, uma concessão de usufruto, tinha prazo determinado e estava previsto para expirar em 2004. Ou seja, o governo cubano concordou na época que, caso expropriasse as docas antes de 2004, compensaria a Havana Docks pelo valor das obras que a empresa havia construído.

Mas após Fidel Castro tomar o poder na ilha em 1959, o novo governo cubano decretou que tomaria à força propriedades e empresas de americanos em Cuba e identificou especificamente a Havana Docks., o que foi feito.

A Havana Docks apresentou uma reclamação à Comissão de Liquidação de Reivindicações Estrangeiras, que certificou aproximadamente US$ 9 milhões em perdas, mais juros anuais de 6%. Apesar dessas perdas certificadas, a Havana Docks não teve na época qualquer meio de obter essa compensação.

Leia também: Ex-presidente cubano Raúl Castro é indiciado nos EUA, diz agência

Lei Helms-Burton

Isso começou a mudar em 1996, quando o Congresso dos EUA promulgou a Lei de Liberdade e Solidariedade Democrática Cubana, conhecida como Lei Helms-Burton, que endureceu e consolidou o embargo ao país caribenho.

A legislação continha um dispositivo, o Título III, que criou um direito de ação privado para nacionais dos Estados Unidos que possuíam reivindicações sobre “propriedade que foi confiscada pelo governo cubano em ou após 1º de janeiro de 1959”.

Como havia a possibilidade de suspender esse dispositivo, as administrações dos presidentes Bill Clinton, George W. Bush e Barack Obama suspenderam continuamente esse direito de ação desde a sua entrada em vigor. Mas o presidente Trump permitiu que a suspensão do direito de ação do Título III expirasse em maio de 2019.

O fato é que, de 2016 a 2019, quatro companhias de cruzeiro comerciais — Royal Caribbean Cruises, Norwegian Cruise Line Holdings, Carnival Corporation e MSC Cruises — transportaram quase um milhão de passageiros pagantes para Cuba, utilizando as docas construídas pela Havana Docks para embarcar e desembarcar seus passageiros.

Em 2019, a Havana Docks invocou o Título III e processou as companhias de cruzeiro no Tribunal Distrital dos Estados Unidos para o Distrito Sul da Flórida. As companhias de cruzeiro argumentaram que não eram responsáveis porque o direito de propriedade da Havana Docks teria expirado em 2004, mesmo na ausência de confisco.

O Tribunal Distrital rejeitou esse argumento e proferiu sentença sumária contra as quatro companhias de cruzeiro, condenando cada uma a pagar à Havana Docks mais de US$ 100 milhões.

O Tribunal de Apelações do Décimo Primeiro Circuito reformou essa decisão. Em sua visão, um réu só é responsável por traficar em propriedade confiscada se suas ações teriam interferido no direito de propriedade do autor caso não tivesse havido confisco. Nessa perspectiva, como a concessão da Havana Docks teria expirado antes de 2016, a conduta contestada das companhias de cruzeiro entre 2016 e 2019 não constituiria tráfico.

A decisão da Suprema Corte

Segundo a Suprema Corte, um Tribunal de Apelações interpretou a lei formulando um cenário contrafactual em que o governo cubano “nunca expropriou” a concessão da Havana Docks, uma vez que a concessão teria expirado em 2004”. Ou seja, considerou que a Havana Docks teria de entregar as docas nesse momento de qualquer forma. Assim, o tribunal da Flórida concluiu que a conduta das companhias de cruzeiro entre 2016 e 2019 não violou os direitos da Havana Docks e, portanto, não pode constituir tráfico sob o Título III da lei.

Mas os juízes da Suprema Corte decidiram nesta quinta-feira que essa abordagem contrafactual “é difícil de compreender e aplicar”. Para eles, se a abordagem exige que os tribunais presumam que o titular original manteve seus direitos legais, ela impediria a responsabilização em casos em que o texto a exige.

“Concluímos que as companhias de cruzeiro utilizaram propriedade confiscada sobre a qual a Havana Docks detém a reivindicação. Como o Tribunal de Apelações concluiu em sentido diverso, ele não examinou os demais argumentos das companhias de cruzeiro contra a responsabilização. Esses argumentos não estão submetidos à nossa apreciação e não os analisamos. Assim, anulamos a decisão do Tribunal de Apelações e remetemos o caso para novas deliberações em conformidade com esta opinião”, diz a decisão.

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