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Álbum e figurinhas da Copa do Mundo 2026 serão vendidos nas lotéricas da Caixa

27 de Abril de 2026, 19:26

A febre do álbum e figurinhas da Copa do Mundo 2026 está para começar. E para facilitar a venda em todos os cantos do país, a rede lotérica da Caixa também fará vendas de álbum e figurinhas. Leia em TVT News.

Onde comprar álbum e figurinhas da Copa do Mundo: lotéricas da Caixa farão vendas

​O maior torneio de futebol do mundo começa em 11 de junho de 2026, mas os amantes do esporte já podem viver a magia do mundial por meio das figurinhas colecionáveis da Copa do Mundo de Futebol Masculino FIFA 2026.

Neste ano, as unidades lotéricas da Caixa passam a integrar oficialmente a venda do álbum e das figurinhas da Copa, reforçando sua presença no cotidiano dos brasileiros e conectando colecionadores de todas as regiões do país. A partir de quinta-feira (30), o álbum e as figurinhas estarão disponíveis para compra nas lotéricas cadastradas como ponto de venda oficial, conforme a disponibilidade de estoque.

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Cada pacote com 7 figurinhas custa R$ 7 e o álbum avulso R$ 24,90. Para completar todo o álbum são necessárias 980 figurinhas, sendo 68 dessas especiais em papel metalizado.   

Atenção, criançada

Em observância ao Estatuto da Criança e do Adolescente, o atendimento e a comercialização do álbum e das figurinhas nas lotéricas são restritos a maiores de 18 anos, vedada a venda direta a crianças e adolescentes neste canal.

Capilaridade da Caixa para álbum e figurinhas da Copa chegarem a todas e todos

Com cerca de 13 mil unidades, as lotéricas são a maior rede de atendimento física da CAIXA e levam conveniência e atendimento próximo a mais de 95% dos municípios brasileiros.  

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Lotérias cadastradas podeão vender figurinhas da Copa do Mundo. Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

Quanto custa o álbum da Copa do Mundo

Os preços de lançamento definidos para os álbuns variam conforme o acabamento escolhido pelo torcedor:

  • Capa brochura: R$ 24,90
  • Capa dura: R$ 75,90
  • Capa dura ouro ou prata: R$ 79,90

Qual o valor das figurinhas da Copa do Mundo

O custo das figurinhas também requer planejamento financeiro. Cada envelope chega às bancas pelo valor de R$ 7,00 e contém 7 figurinhas,

Versões do álbum de figurinhas da Copa do Mundo

Para quem deseja iniciar a jornada, as opções de álbuns atendem a diferentes perfis de colecionadores:

  • Brochura (tradicional): R$ 24,90
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Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo cartão – Foto: Divulgação/Panini
  • Capa Dura: R$ 74,90
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo capa dura – Foto: Divulgação/Panini
  • Capa Dura Especial (Prateado ou Dourado): R$ 79,90
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo modelo capa dura especial – Foto: Divulgação/Panini
  • Box Luva Premium Taça: R$ 359,90 (exclusivo para o site da Panini)
Álbum de figurinhas da Copa do Mundo box – Foto: Divulgação/Panini

Quanto vou gastar para completar o álbum da Copa do Mundo?

Perfil de colecionadorPacotes necessáriosCusto por pacoteGasto com figurinhas
Solitário~1.463R$ 7,00R$ 10.241,00
Social com muita sorte (poucas repetidas)~300R$ 7,00R$ 2.100,00
Social (trocas)~400R$ 7,00R$ 2.800,00

Quanto deve custar para preencher o álbum da Copa do Mundo

Na teoria, completar o álbum parece simples: são 980 figurinhas, distribuídas em pacotes com 7 unidades, vendidos a R$ 7,00. Em um cenário ideal, sem repetições, seriam necessários 140 pacotes — o que daria R$ 980,00 em figurinhas.

Mas a prática é bem diferente.

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Panni já abriu a pré-venda do álbum da Copa. Reprodução: Panini

O Cálculo Matemático da “Sorte”

À medida que o álbum começa a ser preenchido, a chance de tirar figurinhas repetidas cresce rapidamente. No início, quase todas as figurinhas são novas. Porém, depois de metade do álbum completo, a probabilidade de repetição aumenta de forma significativa. Nos estágios finais, é comum abrir um pacote inteiro sem conseguir sequer uma figurinha inédita.

Esse fenômeno acontece porque o número de figurinhas que ainda faltam diminui, enquanto o universo total (as 980 possíveis) permanece o mesmo. Em termos simples: quanto mais completo o álbum, mais difícil encontrar o que falta.

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Com 48 seleções, o número de figurinhas aumentou consideravelmente. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Na prática, isso significa que o custo real costuma ser bem maior do que o cálculo inicial. Estimativas entre colecionadores indicam que, sem trocas, o gasto pode facilmente dobrar — chegando ou até ultrapassando R$ 2.000 ao longo do tempo, dependendo da sorte.

Somando o valor do álbum, o investimento total pode ficar em:

  • Mais de R$ 2.024,90 (com álbum brochura)
  • Mais de R$ 2.075,90 (com álbum capa dura)
  • Mais de R$ 2.079,90 (com álbum capa especial)

Como gastar menos para completar o álbum da Copa do Mundo?

  1. O “Combo” de Lançamento: Geralmente, as editoras lançam kits com o álbum de capa dura e uma caixa de 80 a 100 pacotes com desconto. Este é o melhor ponto de partida.
  2. Trocas 1:1: Ao trocar uma figurinha repetida por uma que você não tem, você economiza o valor unitário do cromo (R$ 1,00 cada).
  3. Compra de figurinha avulsa: No final da Copa, a própria editora costuma vender as figurinhas faltantes. O preço unitário é maior que no pacote, mas é muito mais barato do que tentar a sorte em envelopes aleatórios.
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Trocar figurinhas é a melhor forma para completar o álbum da Copa do Mundo. Foto:
Rovena Rosa/Agência Brasil

Trocar figurinhas é a melhor forma para completar o álbum

Para quem deseja economizar e agilizar a conclusão da coleção, a interação social é a ferramenta mais eficaz. O hábito de trocar as figurinhas repetidas em praças, shoppings e escolas reduz a dependência da sorte ao abrir novos pacotes.

  • Pontos de encontro: Tradicionalmente, bancas de jornais tornam-se “hubs” de negociação nos finais de semana.
  • Redes Sociais: Grupos de aplicativos de mensagens facilitam a localização daquela figurinha específica que falta para fechar uma seleção difícil.
  • Economia Direta: A troca um-por-um evita que o torcedor gaste dinheiro com figurinhas que ele já possui, tornando o processo mais acessível e dinâmico.

Dica do Editor: Fique atento às figurinhas “brilhantes” ou cromadas. Elas costumam ser mais raras e você pode tentar negociar um valor de troca maior nos pontos de encontro.

Atualmente, praças, shoppings, escolas e grupos dedicados em aplicativos de mensagens tornam-se os principais polos de negociação. Essa rede colaborativa não apenas agiliza o preenchimento dos espaços vazios, mas protege o orçamento do torcedor e transforma a montagem álbum em um grande evento coletivo.

Guia da Copa do Mundo

Para te ajudar no planejamento para completar o álbum da Copa, confira algumas informações sobre a Copa do Mundo 2026.

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Os 12 grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026. Arte: TVT News

Países classificados para a Copa do Mundo da FIFA 2026

Conheça os grupos da Copa do Mundo de futebol.

Grupos da Copa do Mundo da FIFA 2026

  • GRUPO A: México, África do Sul, Coreia do Sul e Dinamarca;
  • GRUPO B: Canadá, Bósnia, Catar e Suíça;
  • GRUPO C: Brasil, Marrocos, Haiti e Escócia;
  • GRUPO D: Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia;
  • GRUPO E: Alemanha, Curaçao, Costa do Marfim e Equador;
  • GRUPO F: Holanda, Japão, Suécia e Tunísia;
  • GRUPO G: Bélgica, Egito, Irã e Nova Zelândia;
  • GRUPO H: Espanha, Cabo Verde, Arábia Saudita e Uruguai;
  • GRUPO I: França, Senegal, Iraque e Noruega;
  • GRUPO J: Argentina, Argélia, Áustria e Jordânia;
  • GRUPO K: Portugal, RD Congo, Uzbequistão e Colômbia;
  • GRUPO L: Inglaterra, Croácia, Gana e Panamá.

Línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026: espanhol, árabe e inglês lideram

As línguas mais faladas na Copa do Mundo 2026 revelam a diversidade dos 48 países classificados para o torneio que será disputado em junho e julho nos Estados Unidos, México e Canadá.

A lista de seleções reúne idiomas de quatro continentes — do guarani indígena do Paraguai ao uzbeque da Ásia Central — em um mapa linguístico que mostra tanto a diversidade como a marca da história.

A liderança de idiomas de origem europeia, como inglês, francês e espanhol é sinal dos processos de colonização e imperialismo de Espanha, Inglaterra e Portugal (o português está presente em países de 3 continentes na Copa do Mundo). Por outro lado, também mostra a expansão do império árabe, que da península arábica, chegou até o norte da África.

Línguas Mais Faladas na Copa do Mundo 2026

Inglês (9 países)
Espanhol (8 países)
Francês (8 países)
Árabe (8 países)
Alemão (4 países)
Holandês (3 países)
Português (3 países)

Leia também sobre as Loterias Caixa

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Polêmica! México reconhece “cachorro caramelo” como raça nacional e provoca reação no Brasil

24 de Abril de 2026, 16:14

Uma decisão recente da Procuradoria de Proteção Ambiental do Estado do México, no México, desencadeou uma disputa inusitada e bem-humorada nas redes sociais latino-americanas. O órgão anunciou o reconhecimento do chamado “perrito amarillo”, o tão conhecido cachorro vira-lata caramelo no Brasil, como uma raça nacional, colocando o animal ao lado de ícones tradicionais como o Xoloitzcuintli e o Chihuahua. Entenda na TVT News.

Medida vira debate cultural

A iniciativa mexicana não tem caráter estritamente científico. Segundo autoridades locais, o objetivo principal é combater o preconceito contra cães sem pedigree e incentivar a adoção em um país que enfrenta uma grave crise de abandono animal. Estima-se que o México tenha cerca de 29,7 milhões de cães e gatos em situação de rua, com aproximadamente 70% dos cães vivendo sem tutor.

A estratégia busca transformar a percepção social desses animais, frequentemente negligenciados, em símbolos de identidade e responsabilidade coletiva.

Brasileiros reagem: “símbolo nacional”

A repercussão no Brasil foi imediata. Internautas passaram a reivindicar o “vira-lata caramelo” como patrimônio cultural brasileiro, gerando uma onda de comentários irônicos e nacionalistas nas redes.

Expressões como “roubaram nosso símbolo” e “isso é papo de guerra” viralizaram, ainda que em tom de humor. O animal, que já é protagonista de memes, blocos de Carnaval e produções audiovisuais, é reconhecido como um ícone popular no país.

Acho que nem Portugal roubou tanto da gente https://t.co/mD6uDGa7Ra

— 1eozim (@1eozinho01) April 20, 2026

Curiosamente, a decisão mexicana teria sido inspirada por uma campanha brasileira de 2025 que buscava justamente valorizar o caramelo como símbolo cultural e aumentar sua adoção.

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Reconhecimento esbarra na ciência

Apesar do anúncio oficial, especialistas destacam que o “cachorro caramelo” não atende aos critérios técnicos exigidos pela Fédération Cynologique Internationale para o reconhecimento de uma raça.

Entre as exigências estão estabilidade genética comprovada, linhagens definidas e acompanhamento por várias gerações, requisitos que não se aplicam ao caramelo, cuja principal característica é justamente a miscigenação.

Esses cães possuem traços genéticos de centenas de raças diferentes, sendo sua aparência padronizada resultado de adaptação ao ambiente, especialmente ao clima quente.

Fama contrasta com abandono

Apesar da popularidade nas redes, a realidade desses animais segue preocupante. Tanto no México quanto no Brasil, cães de pelagem amarelada estão entre os mais abandonados e menos adotados.

Dados apontam que, enquanto raças consideradas “puras” recebem grande procura, os caramelos podem passar anos em abrigos sem interessados. No México, mais de 1.300 animais são abandonados diariamente, e políticas públicas ainda incluem medidas controversas, como o sacrifício em massa para controle populacional.

Veja alguns memes:

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Leia mais notícias na TVT News

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Brasileiras feridas a tiros nas pirâmides do México estão bem

22 de Abril de 2026, 12:30

As duas brasileiras que ficaram feridas após ataque a tiros nas pirâmides mexicanas de Teotihuacan já estão bem, segundo o Itamaraty. Uma mulher canadense morreu e o atirador tirou a própria vida na sequência na segunda-feira (20). Saiba os detalhes na TVT News.

A adolescente brasileira de 13 anos já foi liberada e está com a família. A outra brasileira, uma mulher de 55 anos, segue internada, mas sem risco de morte.

As autoridades de segurança mexicanas disseram que 13 pessoas ficaram feridas no incidente. Não ficou imediatamente claro quantas foram baleadas. Uma testemunha, que pediu anonimato, disse à Reuters que um menino foi baleado na perna.

Promotores locais disseram em um post no X que o atirador era Julio Cesar Jasso Ramirez, um cidadão mexicano.

O tiroteio começou pouco depois das 11 horas da manhã na Pirâmide da Lua, uma das estruturas mais proeminentes do local fora da Cidade do México, de acordo com a testemunha, que tinha acabado de descer do mezanino do templo quando ouviu “estalos” e viu uma debandada de visitantes.

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O atirador permaneceu no topo do mezanino, disse a testemunha, acrescentando que ele parecia disparar a maioria dos tiros para o ar, em vez de diretamente contra as pessoas, enquanto carregava um tablet e gritava.

Os espectadores, incluindo alguns com treinamento médico, prestaram os primeiros socorros aos feridos, usando garrafas de água e panos limpos para diminuir o sangramento até a chegada dos paramédicos, acrescentou a testemunha.

As autoridades de segurança disseram que alguns dos feridos foram levados a hospitais, incluindo três colombianos, um deles uma criança de 6 anos, além de cidadãos norte-americanos, russos e brasileiros.

Um segundo canadense também foi ferido no ataque, de acordo com uma postagem no X da ministra das Relações Exteriores do Canadá, Anita Anand.

A presidente Claudia Sheinbaum disse em uma postagem na rede social: “O que aconteceu hoje em Teotihuacan nos causa profunda dor. Expresso minhas mais profundas condolências às pessoas afetadas e suas famílias”.

O tiroteio deve aumentar o escrutínio da segurança do México nos principais locais turísticos e culturais, já que o país se prepara para sediar a Copa do Mundo da Fifa 2026 ao lado dos Estados Unidos (EUA) e do Canadá. Espera-se que o evento atraia milhões de visitantes do exterior.

A cidade pré-hispânica de Teotihuacan foi um dos centros culturais mais importantes da Mesoamérica e é um dos locais turísticos mais populares do México, recebendo 1,8 milhão de visitantes no ano passado.

Embora o México tenha muitos incidentes de tiroteio devido à atividade dos cartéis, a violência em atrações turísticas é rara.

Agência Brasil

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Confira as fotos do lado oculto da Lua e do pôr da Terra

7 de Abril de 2026, 17:23

Na manhã desta terça-feira (7), a Nasa revelou novos registros da missão Artemis II, que completa hoje seu sexto dia de jornada lunar. O destaque da divulgação é a imagem do “pôr da Terra”, capturada pela perspectiva dos quatro astronautas ao atravessarem o lado oculto da Lua. Hoje também é o prazo final que Trump deu ao Irã para a reabertura do Estreito de Ormuz, caso prazo não seja respeitado “uma civilização inteira morrerá nesta noite”. Leia em TVT News.

O lado oculto da Lua: Trump ameaça tomar Irã nesta noite; internautas se encantam com fotografias da missão Artemis II

Desde o começo da missão Artemis II, a Nasa vem divulgando fotografias de “turismo” do espaço que estão circulando pelas redes sociais. Como forma de propaganda da missão, as imagens servem para receber apoio do público. No site da agência, a viagem é transmitida ao vivo 24 horas seguidas. As atualizações sempre em tom de exaltação.

Em suas redes sociais, Donald Trump, Nasa e a Casa Branca compartilharam como colaboradores a “primeira imagem” registrada do lado oculto da lua:

A fotografia desse ângulo foi divulgada como a primeira já realizada em tom de exaltação e de conquista, mas não é bem assim como eles contam.

Desde o programa Apollo, nas décadas de 1960 e 1970, exploradores robóticos já mapearam o lado oculto da Lua.

Em 2023, a Índia enviou a sonda Chandrayaan-3 e capturou imagens detalhadas da mesma região. Por olhos humanos, a Nasa pode ter feito o primeiro registro do lado oculto da Lua, mas está longe de ser um feito verdadeiramente inédito.

Foto do lado oculto da Lua feita em 2023 por uma câmera da sonda Chandrayaan-3, da Índia – Foto: Divulgação

O lado oculto da Lua: “Uma civilização inteira morrerá nesta noite”, declarou Trump nesta segunda

A tensão da guerra com o Irã atingiu o ápice nesta terça-feira (7), prazo final de um ultimato de 48 horas imposto pelos Estados Unidos para a reabertura do Estreito de Ormuz.

Em uma postagem que gerou alarme internacional por seu caráter extremado, Trump afirmou em sua rede social que “uma civilização inteira morrerá nesta noite”, sinalizando um descarte das vias diplomáticas tradicionais em favor de uma retórica de aniquilação.

O prazo de Trump vai até 21 horas deta terça.

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Veja imagens da missão Artemis II

A astronauta Christina Koch observa a Terra a partir da nave Orion na Missão Artemis II (imagem feita com um iPhone 17 Pro Max) – NASA/ Divulgação
Uma imagem feita no quarto dia da missão Artemis 2 mostra a bacia Orientale na borda direita do disco lunar na Missão Artemis II – NASA/Divulgação
Lado oculto da lua capturada da Orion enquanto a Terra submerge além do horizonte lunar – NASA/Divulgação

Como as imagens são feitas

Esta é a primeira vez que câmeras digitais são levadas tão longe. Junto aos 4 astronautas estão 32 câmeras e dispositivos, 15 instalados na nave e 17 operados manualmente.

Conforme detalhado pela Nasa, a tripulação utiliza equipamentos fotográficos com cerca de uma década de mercado, a exemplo da Nikon D5, complementados por câmeras GoPro e smartphones. Para quem deseja conferir as especificações técnicas, o álbum da missão na plataforma Flickr detalha qual dispositivo foi o responsável por cada registro publicado.

Entenda: Nikon D5 lançada em 2016 vai ao espaço, fotógrafo explica:

Fase de regresso

Agora, a Artemis II entra em fase de regresso. Depois de completar a volta em torno da Lua, a espaçonave Orion acionou os motores rumo à Terra e deixará a órbita lunar nesta terça (7). O feito consolida o retorno dos voos tripulados ao espaço profundo, algo que não ocorria desde o fim do programa Apollo, em 1972.

Artemis II bate recorde de distância percorrida por seres humanos no espaço

A missão Artemis II, da NASA, entrou para a história nesta segunda-feira (6) ao estabelecer um novo recorde de distância percorrida por seres humanos no espaço. A bordo da cápsula Orion, quatro astronautas ultrapassaram a marca registrada pela missão Apollo 13, de 1970, e se tornaram os humanos que mais se afastaram da Terra. Leia em TVT News.

De acordo com dados divulgados pela agência espacial e confirmados por veículos internacionais, a tripulação atingiu cerca de 252 mil milhas (aproximadamente 406 mil quilômetros) de distância do planeta, superando o recorde anterior de 248 mil milhas. Esse marco foi alcançado durante o sobrevoo da face oculta da Lua, momento em que a nave também entrou em um período temporário de blackout de comunicações com a Terra.

LEIA MAIS NO SITE:

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Últimas notícias da guerra no Oriente Médio em 7 de abril

7 de Abril de 2026, 14:58

Acompanhe as últimas atualizações sobre a guerra no Oriente Médio nesta terça-feira, 7 de abril, com a apuração da TVT News e informações da AFP na região.

Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

  • Prazo para aceitar o acordo de cessar-fogo termina às 21h nesta terça e mundo teme ataque nuclear
  • Trump adverte que “uma civilização inteira morrerá” nesta terça-feira se o Irã não cumprir o ultimato.
  • 25ª Emenda da Constituição dos EUA: Trump tem saúde mental questionada
  • Irã está preparado para ‘todos os cenários’ diante das ameaças de Trump, diz vice-presidente
  • Exército israelense alerta iranianos para evitarem viagens de trem, até terça-feira à noite, por “segurança”
  • Irã ameaça privar os EUA e seus aliados de petróleo e gás “por anos”
  • EUA tentam conter rumores sobre eventual ataque nuclear ao Irã
  • Agência de Notícias Mehr do Irã relata ataques à Ilha de Khark, fundamental para a indústria petrolífera
  • Irã sofre novos ataques poucas horas antes do fim do ultimato de Trump
  • Irã adverte que sua resposta se estenderá além da região se os EUA “ultrapassarem as linhas vermelhas”
  • Com o prazo para aceitar o acordo de cessar-fogo termina nesta terça, embaixador iraniano no Kwait diz aos países da região que é preciso evitar uma tragédia
  • Ataques atingem planta petroquímica na Arábia Saudita

Preço do Petróleo Brent hoje

Qual o preço do petróleo hoje


Últimas notícias sobre a guerra no Oriente Médio

Confira as principais atualizações sobre a guerra entre EUA e Israel contra o Irã

Mercado do petróleo aguarda com atenção ultimato de Trump ao Irã

Os preços do petróleo fecharam com resultados mistos nesta terça-feira (7), horas antes de expirar o ultimato do presidente americano, Donald Trump, ao Irã.

25ª Emenda da Constituição dos EUA: Trump tem saúde mental questionada

Trump tem saúde mental questionada por suas ameaças apocalípticas ao Irã. Donald Trump não é exatamente alheio a uma linguagem provocadora. No entanto, sua ameaça de aniquilar a civilização iraniana, juntamente com outros comentários intimidatórios recentes, levaram seus críticos a questionar a saúde mental do presidente e evocar a 25ª Emenda da Constituição dos EUA

Trump adverte que “uma civilização inteira morrerá” nesta terça-feira se o Irã não cumprir o ultimato

O presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que “uma civilização inteira morrerá” no Irã nesta terça-feira se o regime não aceitar os termos do ultimato.

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Reprodução do post de Donad Trump ameaça acabar com uma civilização se Irã não acatar ultimato

Irã está preparado para ‘todos os cenários’ diante das ameaças de Trump, diz vice-presidente

Da AFP em Teerã, Irã

O Irã está preparado para todas as possibilidades no contexto da guerra com os Estados Unidos e Israel, afirmou o primeiro vice-presidente, Mohammad Reza Aref, após as ameaças do presidente americano, Donald Trump, de aniquilar uma “civilização inteira”.

“A segurança nacional e a sustentabilidade das infraestruturas são objeto de cálculos precisos. O governo finalizou em detalhe as medidas necessárias para todos os cenários. Nenhuma ameaça escapa à nossa preparação e aos nossos serviços de inteligência”, declarou Aref em uma mensagem no X.

Papa qualifica como ‘inaceitável’ ameaça de Trump contra todo o povo iraniano

O papa Leão XIV qualificou como “inaceitável”, nesta terça-feira (7), a ameaça do presidente americano, Donald Trump, de eliminar toda a civilização iraniana se Teerã não respeitar seu ultimato, esta noite, para reabrir o Estreito de Ormuz.

“Hoje (…) foi feita esta ameaça contra todo o povo do Irã, e isto é realmente inaceitável. Certamente, há questões de direito internacional, mas muito mais que isso, trata-se de uma questão moral”, disse o papa aos jornalistas, ao deixar sua residência de Castel Gandolfo, perto de Roma, rumo ao Vaticano.

Trump diz que iranianos são “animais” e por isso um ataque a usinas de eletricidade e pontes não pode ser chamado de crime de guerra

Nesta segunda (6), Trump demonstrou não estar preocupado em estar cometendo ou não crimes de guerra e, ao ser questionado sobre violar a Convenção de Genebra, o presidente dos Estados Unidos chamou os iranianos de animais.

Para Trump, o Irã deve ser tomado em único dia a partir de hoje.

Irã critica ameaça de Trump como “irresponsável” na ONU

O embaixador do Irã nas Nações Unidas criticou na terça-feira as ameaças extremas de Donald Trump contra seu país, após o presidente ter alertado que, se Teerã não aceitar…

Preços do petróleo disparam

Os preços do petróleo subiram na terça-feira após o novo ultimato do presidente dos EUA, Donald Trump, para que o Irã reabra o Estreito de Ormuz.

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O Estreito de Ormuz está localizado entre o sul do Irã e o norte dos Emirados Árabes Unidos e Omã e é a principal rota de exportação de petróleo dos países do Golfo. Imagem: Wikimedia Commons

Irã ameaça privar EUA e aliados de petróleo e gás “por anos”

A Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), o exército do Irã, ameaçou, nesta terça-feira, com ações contra infraestruturas que “privarão os Estados Unidos e seus aliados de petróleo e gás da região por anos”.

“Até agora, demonstramos grande contenção em um espírito de boa vizinhança, mas essas reservas agora estão suspensas”, alertou a IRGC em um comunicado transmitido pela televisão estatal. “Se o exército terrorista dos EUA cruzar as linhas vermelhas, nossa resposta se estenderá além da região”, acrescentaram.

Agência de Notícias Mehr do Irã relata ataques à Ilha de Khark, fundamental para a indústria petrolífera

Agência de Notícias Mehr do Irã relata ataques à Ilha de Khark, fundamental para a indústria petrolífera

Exército israelense lamenta danos causados ​​a sinagoga no Irã por bombardeio

O exército israelense afirmou na terça-feira que lamenta os danos causados ​​a uma sinagoga em Teerã por um bombardeio que, segundo alegou, tinha objetivos militares.

Novos ataques contra o Irã poucas horas antes do fim do ultimato de Trump

O Irã sofreu novos ataques nesta terça-feira (7), que deixaram 18 mortos, poucas horas antes do fim do ultimato anunciado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que ameaça destruir instalações civis do país se um acordo não for alcançado para a reabertura do Estreito de Ormuz.

Irã adverte que sua resposta se estenderá além da região se os EUA “ultrapassarem as linhas vermelhas”

O Irã alerta que sua resposta se estenderá além da região se os EUA “ultrapassarem as linhas vermelhas”.

A empresa italiana ENI descobre um importante campo de gás natural na costa do Egito

O Egito e a gigante italiana de energia ENI anunciaram na terça-feira uma descoberta “significativa” de gás natural na costa do país norte-africano.

Exército israelense alerta iranianos para evitarem viagens de trem até terça-feira à noite por “segurança”

O exército israelense alertou os iranianos na manhã de terça-feira para que evitassem viagens de trem até as 17h30 GMT, em uma mensagem publicada na rede social X que prenuncia futuros ataques à rede ferroviária da República Islâmica.

“Prezados cidadãos, para sua segurança, pedimos que se abstenham de usar trens ou viajar de trem em todo o país a partir de agora até as 21h, horário do Irã”, escreveu o exército israelense em sua conta em língua persa. “Sua presença em trens e perto dos trilhos coloca suas vidas em risco”, acrescentou a mensagem.

Embaixador iraniano no Kuwait insta os países do Golfo a evitarem “tragédia” após ultimato de Trump

O embaixador do Irã no Kuwait, na terça-feira, instou os países do Golfo a encontrarem uma maneira de evitar uma “tragédia”, visto que o prazo estabelecido por Donald Trump para que Teerã aceite o acordo de cessa-fogo acaba hoje.

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Esta imagem de satélite, divulgada pela 2026 Planet Labs PBC em 1º de março de 2026, mostra uma coluna de fumaça subindo em Dubai após um ataque com projéteis. (Foto: AFP) / USO RESTRITO A FINS EDITORIAIS

Ataques atingem planta petroquímica na Arábia Saudita

Ataques noturnos contra a Arábia Saudita atingiram um complexo petroquímico localizado em uma extensa zona industrial na cidade de Jubail, no leste do país, informou uma fonte no local à AFP nesta terça-feira, horas depois de instalações semelhantes terem sido bombardeadas no Irã.

“Um ataque causou um incêndio nas instalações da SABIC em Jubail. O som das explosões foi muito alto”, disse a fonte, referindo-se à Corporação Saudita de Indústrias Básicas (SABIC).

Jubail, no leste da Arábia Saudita, abriga um dos maiores centros industriais do mundo, produzindo aço, gasolina, produtos petroquímicos, óleos lubrificantes e fertilizantes químicos.

Ataques aéreos destroem sinagoga na capital do Irã, segundo a mídia local

Uma sinagoga em Teerã foi “completamente destruída” por ataques aéreos israelenses e americanos na madrugada de terça-feira, informou a agência de notícias Mehr.

Ataques no consulado israelense em Istambul

Um dos atacantes foi morto e dois ficaram feridos em um tiroteio ocorrido na terça-feira em frente ao consulado israelense em Istambul. Dois policiais também sofreram ferimentos leves.

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Resultado jogo Brasil x França

26 de Março de 2026, 18:29

A seleção do Brasil perdeu para a França pelo placar de 2 a 1, em partida amistosa que marca o início da fase final de preparação para a próxima Copa do Mundo, que será disputada no México, no Canadá e nos Estados Unidos. O confronto foi realizado no Gillete Stadium, em Boston. Leia em TVT News

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Placar Brasil x França

Brasil x França
🔴 FINAL DE JOGO

Brasil

1 x 2

ENCERRADO

França

Competição: Amistoso internacional

Local: Gillette Stadium

Transmissão: Globo e SporTV

Amistosos da seleção brasileira

Antes do início da Copa, a seleção brasileira fará mais três amistosos preparatórios. O primeiro será no dia 31 de março, contra a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando.

Depois, o Brasil fará um jogo de despedida da torcida brasileira. A seleção enfrentará o Panamá no dia 31 de maio no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro. Por fim, no dia 6 de junho, uma semana antes da estreia do Brasil no Mundial, a seleção enfrenta o Egito em seu último amistoso antes da estreia. A partida será disputada no Huntington Bank Field, em Cleveland.

Brasil x França: história tem vantagem da França nas últimas copas

No histórico entre Brasil x França em Copas do Mundo, os franceses levam vantagem, especialmente em confrontos eliminatórios.

Um dos primeiros encontros de grande impacto ocorreu na Copa de 1986, no México, quando as seleções empataram por 1 a 1 no tempo normal e a França venceu nos pênaltis, eliminando o Brasil nas quartas de final.

Anos depois, o duelo voltou a ganhar destaque na final da Copa de 1998, em Paris, quando os franceses venceram por 3 a 0 e conquistaram o título. Em 2006, na Alemanha, a França novamente superou o Brasil, desta vez por 1 a 0, nas quartas de final.

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Estreia do uniforme número 2 será no jogo Brasil x França. Foto: Instagram / CBF

Qual horário dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

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Horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo; Arte: TVT News, com apoio de IA

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.

Jogos do Brasil na Copa do Mundo
Data Horário Dia da semana Local Jogo
13 de junho 19h Sábado New Jersey – Estádio MetLife
Brasil x
Marrocos
19 de junho 22h Sexta Filadélfia – Lincoln Financial Field
Brasil x
Haiti
24 de junho 19h Quarta Miami – Estádio Hard Rock
Brasil x
Escócia

Jogos da Copa do Mundo

A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa de 2026 completos:

Grupo A: México, Coreia do Sul, África do Sul e Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).

Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales e Bósnia).

Grupo C: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti

Grupo D: Estados Unidos, Austrália, Paraguai e Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)

Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçau

Grupo F: Holanda, Japão, Tunísia e Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)

Grupo G: Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia.

Grupo H: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde.

Grupo I: França, Senegal, Noruega e Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque).

Grupo J: Argentina, Áustria, Argélia e Jordânia.

Grupo K: Portugal, Colômbia, Uzbequistão e Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia).

Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.

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Rumo ao Hexa: Copa do Mundo 2026 tem jogos definidos. Arte: TVT News

Qual o caminho do Brasil na Copa do Mundo?

Adversários do Brasil na Fase de Grupos

  • 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – Brasil x Marrocos
  • 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – Brasil x Haiti
  • 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – Escócia x Brasil

Quais são os possíveis adversários do Brasil na Copa do Mundo?

Primeiro mata-mata

  • Se o Brasil passar em 1º lugar no grupo C, vai enfrentar o vice-líder do grupo F, composto por Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção europeia vinda da repescagem.
  • O jogo seria no dia 29 de junho, uma segunda-feira, em Houston.
  • Caso o Brasil passe em 2ª lugar, enfrenta quem ficar em 1° o grupo F. Nesse caso, o jogo também seria no dia 29, mas em Monterrey, no México.

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Brasil estreia contra Marrocos no dia 13 de junho. Arte: TVT News

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Israel diz que matou comandante da marinha do Irã que fechou Estreito de Ormuz

26 de Março de 2026, 15:44

O governo de Israel afirmou nesta quinta-feira (26) ter matado o comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, Alireza Tangsiri, considerado peça-chave na estratégia militar iraniana no Golfo Pérsico e apontado por Tel Aviv como o responsável direto pelo fechamento do Estreito de Ormuz. Leia em TVT News.

Segundo o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, Tangsiri foi morto em um ataque aéreo na cidade portuária de Bandar Abbas, no sul do Irã. A operação teria ocorrido durante uma reunião com outros oficiais de alto escalão da Guarda Revolucionária. De acordo com Israel, o comandante era o principal responsável por coordenar ações navais que incluíram a minagem e o bloqueio da rota marítima estratégica.

Tangsiri comandava a força naval da Guarda Revolucionária desde 2018 e era um dos nomes mais influentes da estrutura militar iraniana. Para autoridades israelenses, ele tinha papel central no controle do estreito e na imposição de restrições à navegação internacional, afetando diretamente o fluxo global de petróleo.

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A ofensiva ocorre em meio à escalada do conflito no Oriente Médio, que já dura semanas e envolve ataques diretos entre os dois países, além da participação indireta de outras potências. Israel sustenta que a eliminação do comandante faz parte de uma estratégia para enfraquecer a capacidade militar iraniana e pressionar pela reabertura da rota marítima.

Irã não confirma

Apesar das declarações de Tel Aviv, o governo iraniano ainda não confirmou oficialmente a morte de Tangsiri. Até o momento, autoridades de Teerã mantêm silêncio ou tratam as informações como parte da “guerra de narrativas”. A ausência de confirmação segue um padrão já observado em episódios anteriores, nos quais o Irã evita reconhecer perdas imediatas em sua cadeia de comando.

Por outro lado, fontes internacionais indicam que os Estados Unidos confirmaram a morte do comandante, reforçando a versão israelense e apontando o episódio como um golpe relevante contra a estrutura naval iraniana.

A possível morte de Tangsiri ocorre em um momento crítico para o Estreito de Ormuz. A passagem segue fechada ou severamente restrita à navegação internacional desde o início da atual crise, após o Irã impor bloqueios como resposta a ataques militares conduzidos por Israel e pelos Estados Unidos.

Na prática, o estreito permanece sob controle iraniano, com forte presença militar e ameaças a embarcações consideradas hostis. O tráfego marítimo foi drasticamente reduzido — estimativas apontam queda significativa no fluxo de petroleiros, com dezenas de navios retidos ou desviando rotas para evitar a região.

A importância estratégica do Estreito de Ormuz explica a dimensão da crise. Cerca de 20% do petróleo comercializado globalmente passa pelo local, o que torna qualquer interrupção um fator de instabilidade imediata nos mercados internacionais de energia.

Diante desse cenário, forças navais dos Estados Unidos e de aliados monitoram a região e discutem alternativas para garantir a circulação de navios. Até agora, porém, não houve anúncio de uma operação definitiva capaz de restabelecer o tráfego de forma plena.

Analistas avaliam que, caso confirmada, a morte de Alireza Tangsiri representa um golpe simbólico e operacional relevante para o Irã, mas insuficiente, por si só, para reverter o bloqueio do estreito. A tendência, segundo especialistas, é de continuidade da escalada, com risco de novas retaliações e ampliação do conflito regional.

Assim, o cenário permanece marcado por incerteza: Israel afirma ter eliminado um dos principais arquitetos do bloqueio marítimo, os Estados Unidos corroboram a informação, o Irã evita confirmação oficial e o Estreito de Ormuz segue como epicentro de uma crise que ameaça a segurança energética global.

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Resultados repescagem Copa do Mundo 2026

26 de Março de 2026, 14:51

Acompanhe com a TVT News os resultados dos jogos da repescagem que vão definir as últimas vagas para a Copa do Mundo 2026.

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Quem está na final da repescagem para a Copa do Mundo?

Na repescagem europeia os jogos das finais serão na terça, 15h45:

  • Bósnia x Itália (Chave 1)
  • Suécia x Polônia – (Chave 2)
  • Kosovo x Turquia (Chave 3)
  • República Tcheca x Dinamarca (Chave 4)

Na repescagem intercontinental os jogos serão:

  • Quarta-feira (01/04) – 00h – Iraque x Bolívia – Estádio BBVA, em Monterrey (México)

Resultados dos jogos da repescagem para a Copa do Mundo 2026

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Turquia
1 x 0
ENCERRADO: Turquia classificada para final
Romênia

Local: Beşiktaş Park, Istambul (TUR)

Data/Hora: 26/03 • 14h (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Itália
2 x 0
ENCERRADO – Itália classificada para final
Irlanda do Norte

Local: Atleti Azzurri d’Italia, Bérgamo (ITA)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
País de Gales
1 x 1 | 2 x 4 (pênaltis)
Bósnia clássifcada nos pênaltis para as finais
Bósnia

Local: Cardiff City Stadium, Cardiff (WAL)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Ucrânia
1 x 3
ENCERRADO – Suécia classificada para a final
Suécia

Local: Ciutat de València, Valência (ESP)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Polônia
2 x 1
ENCERRADO – Polônia classificada para a final
Albânia

Local: Estádio Nacional, Varsóvia (POL)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Eslováquia
3 x 4
Encerrado – Kosovo classificado para a final
Kosovo

Local: Estádio Nacional, Bratislava (SVK)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
Dinamarca
4 x 0
ENCERRADO – Dinamarca classificada para a final
Macedônia do Norte

Local: Parken Stadium, Copenhague (DEN)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Europeia – Semifinais
Encerrado
República Tcheca
2 x 2 | 4 x 3 (pênaltis)
Encerrado: República Theca classificada para as finais
Irlanda

Local: Fortuna Arena, Praga (CZE)

Data/Hora: 26/03 • 16h45 (Brasília)

Repescagem Mundial – Semifinais
Encerrado
Bolívia
2 x 1
ENCERRADO – Bolívia classificada para a final
Suriname

Local: Estádio BBVA, Monterrey (MEX)

Data/Hora: 26/03 • 19h (Brasília)

Repescagem Mundial – Semifinais
🔴 AO VIVO
Nova Caledônia
0 x 0
1º tempo • 00′
Jamaica

Local: Estádio Akron, Guadalajara (MEX)

Data/Hora: 27/03 • 00h (Brasília)

Repescagem Mundial – Finais
🔴 AO VIVO
RD Congo
0 x 0
1º tempo • 00′
Nova Caledônia ou Jamaica

Local: Estádio Akron, Guadalajara (MEX)

Data/Hora: 31/03 • 18h (Brasília)

Repescagem Mundial – Finais
🔴 AO VIVO
Iraque
0 x 0
1º tempo • 00′
Bolívia ou Suriname

Local: Estádio BBVA, Monterrey (MEX)

Data/Hora: 01/04 • 00h (Brasília)

Repescagem Europeia – Finais
🔴 TERÇA, 31/03
País de Gales ou Bósnia
0 x 0
2º tempo • 00′
Itália ou Irlanda do Norte

Data/Hora: 31/03 • 15h45 (Brasília)

Onde assistir aos jogos da repescagem para a Copa do Mundo 2026

Para não perder nenhum detalhe do drama de seleções como Itália, Dinamarca, da Bolívia e da Concacaf, confira onde serão transmitidos os jogos da repescagem

  • TV por Assinatura: A maior parte da grade de jogos da repescagem europeia (UEFA) e do torneio mundial está dividida entre os canais SporTV (Grupo Globo) e os canais ESPN. Fique atento aos canais alternativos de ambas as redes (como SporTV 2, SporTV 3 e ESPN 4), pois muitas semifinais acontecem de forma simultânea.

  • Streaming (Plataformas Pagas): O Disney+ (que agora concentra todo o catálogo esportivo da ESPN) transmitirá praticamente todos os confrontos do mata-mata europeu. Já os assinantes do Globoplay + Canais ao Vivo poderão acompanhar os sinais do SporTV.

  • Internet e Opções Gratuitas: A CazéTV (no YouTube, Prime Video e Twitch) adquiriu os direitos de partidas selecionadas, especialmente do torneio de repescagem mundial que envolve seleções sul-americanas e da Concacaf. Além disso, o FIFA+ (plataforma de streaming oficial e gratuita da FIFA) transmitirá as partidas que não tiverem exclusividade na TV fechada brasileira.

  • TV Aberta: A TV Globo reserva espaço em sua grade apenas para as grandes finais da repescagem, que acontecerão na próxima terça-feira (31 de março), com foco nos confrontos de maior apelo de audiência.

Quais os confrontos da repescagem?

Europa

Semifinais

Horários de Brasília

Finais

Terça-feira (31/03)

  • 15h45 – País de Gales ou Bósnia x Itália ou Irlanda do Norte – (Chave 1)
  • 15h45 – Ucrânia ou Suécia x Polônia ou Albânia – (Chave 2)
  • 15h45 – Eslováquia ou Kosovo x Turquia ou Romênia – (Chave 3)
  • 15h45 – República Tcheca ou Irlanda x Dinamarca ou Macedônia do Norte – (Chave 4)

Repescagem Mundial: tabela de jogos

Semifinais

Horários de Brasília

Finais

Terça-feira (31/03)

  • 18h – RD Congo x Nova Caledônia ou Jamaica – Estádio Akron, em Guadalajara (México)

Quarta-feira (01/04)

  • 00h – Iraque x Bolívia – Estádio BBVA, em Monterrey (México)

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O presidente da FIFA, Gianni Infantino, discursa durante o sorteio do Torneio de Repescagem da Copa do Mundo da FIFA de 2026, na Casa do Futebol da FIFA, em Zurique, em 20 de novembro de 2025. (Foto de Fabrice COFFRINI / AFP)

Onde serão os jogos da Copa do Mundo 2026

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Cidades em que acontecerão os jogos da Copa do Mundo 2026. Arte: TVT News

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ONU define escravização de africanos como o mais grave crime contra a humanidade

25 de Março de 2026, 16:24

A Assembleia Geral da ONU declarou nesta quarta-feira, 25 de março, o tráfico de escravos africanos como “o crime mais grave contra a humanidade”. Leia em TVT News

A declaração da ONU aponta importância de se abordar injustiças históricas afetando os africanos e pessoas de ascendência africana, prevê pedido de desculpas pelo tráfico de escravos e um fundo de reparações; Portugal foi o único país de Língua Portuguesa que se absteve na votação.

ONU declara tráfico de escravos o crime mais grave contra a humanidade

A Assembleia Geral da ONU adotou nesta quarta-feira uma resolução para o reconhecimento do tráfico transatlântico de escravos como “o crime mais grave contra a humanidade”. 

A votação final teve 123 Estados-membros a favor, três contra e 52 abstenções, incluindo Portugal.

Declaração aponta importância de se abordar injustiças históricas afetando os africanos e pessoas de ascendência africana, prevê pedido de desculpas pelo tráfico de escravos e um fundo de reparações.

Extrema direita internacional: apenas Estados Unidos, Israel e Argentina votaram na ONU contra uma resolução, aprovada nesta quarta-feira (25), que declara que o tráfico de escravizados africanos foi o crime mais grave contra a humanidade.

No resultado, os restantes países lusófonos registraram votos favoráveis, sendo que Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique copatrocinaram o texto defendido por Timor-Leste. 

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Vergonha da extrema-direita internacional: Israel, EUA e Argentina votaram contra a declaração. Vários países europeus, Austrália e Canadá se abstiveram. Imagem: Reprodução / ONU News

Escravização foi “ruptura profunda na história humana”

Pela decisão, os Estados-membros da organização devem considerar a apresentação de desculpas pelo tráfico de escravos e contribuir para um fundo de reparações para o fenômeno histórico ocorrido desde o Século XV.

O documento destaca ainda que o tráfico de africanos escravizados em larga escala marcou uma ruptura profunda na história humana, cujas consequências se estenderam por séculos e continentes.

A declaração ressalta a importância de se abordar as injustiças históricas que afetam os africanos e as pessoas de ascendência africana de uma maneira que sejam promovidos a justiça, os direitos humanos, a dignidade e a reparação.

Rumo à reparação das injustiças históricas 

O documento também enfatiza “que as reivindicações por reparações representam um passo concreto rumo à reparação das injustiças históricas contra os africanos e as pessoas de ascendência africana”.

Nesse sentido, a resolução também solicita que de forma pronta e desimpedida seja feita a restituição de bens culturais, objetos de arte, monumentos, peças de museu, artefatos, manuscritos e documentos, e arquivos nacionais.

O documento enfatiza o valor espiritual, histórico, cultural ou de outra natureza para os países de origem, sem ônus, e insta ao fortalecimento da cooperação internacional em relação às reparações por quaisquer danos causados.

O texto defende que essa medida conduz à promoção da cultura nacional e ao pleno exercício dos direitos culturais pelas gerações presentes e futuras.

AGORA: Assembleia Geral da #ONU adota resolução para o reconhecimento do tráfico transatlântico de escravos como “o crime mais grave contra a humanidade”. Resultado da votação:
A favor – 123
Abstenções – 52
Contra 03 pic.twitter.com/s3Cq9blMPW

— ONU News Português (@ONUNews) March 25, 2026

Famílias despedaçadas

A proposta foi apresentada pelo presidente do Gana, John Mahama, um dos países mais afetados pelo tipo de comércio e liderou a apresentação do texto. 

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Cais do Valongo, principal porto de entrada de escravizados nas Américas é reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. Imagem: Fernando Frazão/Agência Brasil

No evento discursaram a presidente da Assembleia Geral, Annalena Baerbock, que lembrou o trabalho escravo em campos de cana-de-açúcar nos Estados Unidos, plantações de café em colônias sob controle europeu nos atuais Brasil, Barbados e a Jamaica, e dezenas de lugares.

Além de famílias despedaçadas, frisou que enfrentar essas injustiças é um imperativo moral, enraizado em uma responsabilidade coletiva de confrontar os erros do passado e moldar um futuro mais justo.

Ela disse que é imperioso partilhar histórias, que demanda ação para desafiar discriminações há muito enraizadas, despertar a consciência e impulsionar a construção de sociedades mais justas e inclusivas.

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A proposta foi apresentada pelo presidente do Gana, John Mahama, um dos países mais afetados pelo tipo de comércio e liderou a apresentação do texto. Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Moçambique copatrocinaram o texto defendido por Timor-Leste. Foto: ONU News

Vítimas do comércio transatlântico

E um imperativo que clama por uma autorreflexão franca até dolorosa e por responsabilização. Ela saudou a adoção da resolução por demonstrar que a ONU não se esquiva de conversas ou temas difíceis, mas enfrenta dilemas morais.

Já o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, disse que o mundo que se anseia, enraizado na liberdade, na igualdade e na justiça, está ao alcance. 

Com informações da ONU News

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Últimas notícias da guerra no Oriente Médio em 25 de março

25 de Março de 2026, 15:43

Confira os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio no dia 25 de março com informações da AFP e da TVT News.

Preço do Petróleo Brent hoje

Qual o preço do petróleo hoje

O que aconteceu em 25 de março na guerra no Oriente Médio

  • Irã afirmou que os “navios não hostis” podem transitar pelo Estreito de Ormuz
  • Marinha iraniana afirma que lançou mísseis contra porta-aviões americano
  • Reino Unido receberá negociações para tentar reabrir Ormuz
  • Presidente do Parlamento iraniano adverte que ‘inimigos se preparam para ocupar uma ilha’ no Golfo
  • Trump ‘desencadeará o inferno’ se Irã não fizer acordo, diz Casa Branca
  • TV diz que Irã rejeitou proposta dos Estados Unidos

Os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio



Acompanhe os acontecimentos mais recentes da guerra no Oriente Médio:

Presidente do Parlamento iraniano adverte que ‘inimigos se preparam para ocupar uma ilha’ no Golfo

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad-Bagher Ghalibaf, advertiu nesta quarta-feira (25) que os “inimigos” da república islâmica estão se preparando para invadir uma de suas ilhas no Golfo, com a ajuda de um país da região.

“Segundo os serviços de inteligência, os inimigos do Irã estão se preparando para ocupar uma das ilhas iranianas com o apoio de um Estado regional”, escreveu Ghalibaf no X, sem especificar qual.

Se isso acontecer, “todas as infraestruturas vitais desse Estado regional serão alvo de ataques incessantes”, advertiu.

Trump ‘desencadeará o inferno’ se Irã não fizer acordo, diz Casa Branca

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, “vai desencadear o inferno” contra o Irã se Teerã não aceitar um acordo para pôr fim à guerra no Oriente Médio, advertiu a Casa Branca nesta quarta-feira (25).

“Se o Irã não aceitar a realidade do momento atual, se não entender que foi derrotado militarmente e que continuará sendo, o presidente Trump garantirá que receba golpes mais duros do que quaisquer que já tenha recebido antes”, declarou a secretária de Imprensa, Karoline Leavitt, em uma coletiva.

“O presidente Trump não está blefando e está preparado para desencadear o inferno. O Irã não deve se enganar novamente”, acrescentou.

TV diz que Irã rejeitou proposta dos Estados Unidos –

A televisão estatal iraniana, citando uma fonte não identificada, afirmou que o Irã rejeitou o plano de paz proposto pelos Estados Unidos para pôr fim à guerra que já dura quase um mês.

“A guerra terminará quando o Irã decidir que ela termina, e não quando Trump decidir”, acrescentou a Press TV, o canal estatal em inglês.

– TV diz que Irã rejeitou proposta dos Estados Unidos –

A televisão estatal iraniana, citando uma fonte não identificada, afirmou que o Irã rejeitou o plano de paz proposto pelos Estados Unidos para pôr fim à guerra que já dura quase um mês.

“A guerra terminará quando o Irã decidir que ela termina, e não quando Trump decidir”, acrescentou a Press TV, o canal estatal em inglês.

– Advertência da ONU sobre o Líbano –

O “modelo de Gaza”, devastada pela guerra entre Israel e Hamas, “não deve ser replicado no Líbano”, pediu o secretário-geral da ONU, António Guterres, alarmado com uma guerra “fora de controle” no Oriente Médio.

– Alemanha critica a política de Trump –

O ministro das Finanças alemão, Lars Klingbeil, criticou a “má política” do presidente dos EUA, Donald Trump, em relação ao Irã, alegando que “ela tem um impacto direto no bolso dos cidadãos”.

Ele acrescentou que isso é agravado pelos lucros de “certas empresas” petrolíferas. Algo “vergonhoso, desleal e, de certa forma, antipatriótico”, insistiu.

– “A pior crise industrial” da história –

A guerra poderá desencadear “a pior crise industrial” da história, alertou o presidente da Câmara de Comércio Internacional, John Denton, nesta quarta-feira, em Camarões.

– Rússia desaloja parcialmente uma usina nuclear iraniana atacada –

O grupo Rosatom anunciou a retirada de 163 russos que trabalhavam na usina nuclear de Bushehr, no sul do Irã, após a agência atômica iraniana ter relatado um ataque que atingiu as instalações, mas que não causou danos.

Segundo a empresa, dezenas de funcionários permanecem na usina.

– Paquistão envia plano dos EUA ao Irã para encerrar a guerra –

As propostas dos Estados Unidos para acabar com a guerra no Irã foram enviadas a Teerã por mediadores paquistaneses, indicaram nesta quarta-feira à AFP duas fontes de alto escalão em Islamabad.

– “Reparações” por bombardeios iranianos no Golfo –

O Conselho de Direitos Humanos da ONU condenou os “ataques atrozes” do Irã contra seus vizinhos do Golfo e pediu uma “reparação” completa e rápida para todas as vítimas dos bombardeios.

Marinha iraniana afirma que lançou mísseis contra porta-aviões americano

A Marinha iraniana afirmou, nesta quarta-feira (25), que lançou mísseis de cruzeiro contra o porta-aviões americano Abraham Lincoln

Reino Unido receberá negociações para tentar reabrir Ormuz

O Reino Unido e a França copresidirão uma reunião esta semana com cerca de 30 países dispostos a participar na segurança do Estreito de Ormuz, que se encontra obstruído durante o atual conflito com o Irã.

– Irã nega negociações com EUA –

O embaixador iraniano no Paquistão afirmou nesta quarta-feira que não houve negociações “diretas ou indiretas” com os Estados Unidos, apesar da declaração do presidente Donald Trump sobre conversações em curso para encerrar a guerra.

– Sete soldados mortos em ataque no Iraque –

Pelo menos sete soldados morreram no Iraque em um ataque aéreo contra uma base militar localizada no oeste do país. A mesma base já havia sido atacada na terça-feira em um bombardeio que deixou 15 mortos e que tinha como alvo as forças da Hashd al Shaabi, uma coalizão de ex-paramilitares que inclui grupos pró-Irã.

Grupos armados pró-Irã reivindicaram ataques contra interesses americanos no Iraque e em outros países. Os mesmos grupos foram alvos de bombardeios, inclusive em posições vinculadas ao Estado.

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Um membro das Forças Hashed al-Shaabi do Iraque está em frente a uma faixa com a imagem do falecido líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, na Praça Tahrir, em Bagdá, em 12 de março de 2026. Ataques aéreos mataram pelo menos nove combatentes apoiados pelo Irã no Iraque em 12 de março, perto da fronteira entre o Iraque e a Síria, disseram à AFP dois altos funcionários da segurança. O Iraque foi imediatamente arrastado para a guerra no Oriente Médio, desencadeada quando os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã em 28 de fevereiro. (Foto de AHMAD AL-RUBAYE / AFP)

– Premiê da Espanha cita cenário “muito pior” que no Iraque em 2003 –

O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, afirmou que o atual cenário bélico no Oriente Médio é “muito pior” e com “um potencial de impacto muito mais amplo” do que a guerra do Iraque em 2003.

– Israel afirma que atacou centros de produção de mísseis no Irã –

O Exército israelense anunciou que atacou, nos últimos dias, dois locais de produção de mísseis de cruzeiro navais em Teerã, supervisionados pelo Ministério da Defesa iraniano.

– Empresa chinesa Cosco voltará a enviar mercadorias ao Golfo –

A empresa estatal chinesa de navegação Cosco, uma das maiores do mundo, anunciou a retomada do envio de contêineres de mercadorias a alguns países do Golfo, após três semanas de suspensão devido à guerra no Oriente Médio.

– AIE “preparada” para uma nova liberação de reservas de petróleo –

O diretor da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol, afirmou que está “preparado” para aplicar uma nova liberação de reservas de petróleo “quando for necessário”.

A declaração foi uma resposta a um pedido da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, de “preparação para implementar” uma operação coordenada do tipo, durante uma reunião em Tóquio.

– Combates no sul do Líbano –

O Exército israelense anunciou que “desmantelou centros de comando” do Hezbollah e um depósito de armas no sul do Líbano, além de ter matado vários combatentes do movimento pró-iraniano.

O Hezbollah anunciou que atacou um tanque e soldados israelenses perto da fronteira e lançou uma “chuva de foguetes” na direção de Kiryat Shmona, norte de Israel.

As sirenes de alerta foram acionadas na cidade, perto da fronteira libanesa. As autoridades israelenses não relataram vítimas.

– Irã ataca Israel e países do Golfo –

A Guarda Revolucionária iraniana anunciou que lançou mísseis e drones contra o norte e o centro de Israel, incluindo Tel Aviv, assim como contra duas bases militares utilizadas pelos Estados Unidos no Kuwait, uma no Bahrein e outra na Jordânia.

Um incêndio foi registrado no aeroporto internacional do Kuwait, depois que um tanque de combustível foi atingido por drones, segundo as autoridades, que não relataram feridos.

– Nove mortos em ataques israelenses no Líbano –

Pelo menos nove pessoas morreram em três ataques aéreos israelenses contra localidades do sul do Líbano, uma região considerada um reduto do movimento pró-iraniano Hezbollah, segundo a agência oficial de notícias libanesa ANI.

O Exército de Israel havia pedido aos moradores que abandonassem os bairros da periferia sul de Beirute, diante dos bombardeios iminentes.

– Petróleo em queda –

O preço do barril de petróleo de Brent do Mar do Norte, referência do mercado mundial, recuava 3,8%, a 100,54 dólares. A cotação do West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano, cedia 3,1%, a 89,46 dólares.

– EUA enviam plano ao Irã para encerrar a guerra –

Os Estados Unidos enviaram ao Irã um plano de 15 pontos para acabar com a guerra, que poderia incluir limites severos ao seu programa nuclear e a reabertura do Estreito de Ormuz, segundo informações da imprensa.

A imprensa destacou que, entre os 15 pontos do documento, cinco se referem ao programa nuclear iraniano, outros exigem o abandono do apoio a grupos armados na região, como o Hezbollah ou o Hamas, e um tópico insiste que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto à navegação.

– Teerã flexibiliza controle de Ormuz –

O Irã afirmou que os “navios não hostis” podem transitar pelo Estreito de Ormuz desde que respeitem as normas de segurança e proteção, segundo um comunicado enviado à Organização Marítima Internacional (OMI).

– Irã relata ataque contra usina nuclear e AIEA pede moderação –

A agência de energia atômica do Irã informou na noite desta terça-feira que a usina nuclear de Bushehr, no sul do país, foi atingida por um ataque que não causou danos, e acusou os Estados Unidos e Israel de serem os responsáveis.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) fez um “apelo à máxima moderação, para evitar riscos à segurança nuclear durante o conflito”.

© Agence France-Presse

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China planeja xadrez econômico global: Brasil tem lugar nesse tabuleiro?

24 de Março de 2026, 15:48

O planejamento econômico da China, estruturado em planos quinquenais e orientado pelo Estado, está redesenhando o equilíbrio global de poder e abrindo uma janela de oportunidades — e riscos — para o Brasil. Essa foi a avaliação de especialistas que participaram do Jornal TVT News Primeira Edição, ao analisarem os impactos da estratégia chinesa sobre a economia internacional. Saiba mais em TVT News.

Para o professor Feliciano de Sá Guimarães, da USP, o plano chinês não é apenas doméstico: ele projeta efeitos diretos na geopolítica. “É tanto uma reorganização interna quanto algo com consequências internacionais muito importantes”, afirmou. Entre os principais pontos, ele destacou o investimento contínuo em inteligência artificial e a aproximação estratégica com a Rússia, evidenciada por projetos como novos gasodutos.

Segundo ele, a parceria sino-russa consolida uma mudança estrutural: “Essa associação veio para ficar e tem implicações geopolíticas de toda ordem”. O cenário, acrescenta, aponta para uma ordem internacional em transição. “Estamos numa ordem multipolar em construção, mas ainda muito desequilibrada, o que aumenta o risco de conflitos.”

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O economista José Kobori ressaltou que o planejamento chinês busca superar a chamada “armadilha da renda média”, combinando inovação tecnológica com ampliação do consumo interno. “Se a maioria da população tem renda e poder de consumo, você cria um mercado interno poderosíssimo”, explicou. Com 1,4 bilhão de habitantes, esse mercado funciona como “amortecedor de choques externos” e amplia o poder de barganha da China no cenário global.

Na prática, esse modelo fortalece não apenas o país asiático, mas também abre espaço para o chamado Sul Global. “O desenvolvimento da China vai ajudar outros países a se desenvolverem para atender esse mercado”, disse Kobori.

A subsecretária de Acompanhamento Macroeconômico e Políticas Comerciais do Ministério da Fazenda, Julia Braga, destacou que, apesar de uma desaceleração aparente, a economia chinesa segue como motor global. “Um crescimento de 4,5% com população praticamente estável significa um avanço expressivo em renda per capita”, afirmou.

Brasil e China

Ela avalia que a relação entre Brasil e China é marcada pela complementaridade. “O Brasil é superavitário com a China e tem ganhos expressivos do ponto de vista macroeconômico”, disse, citando o saldo positivo de cerca de US$ 30 bilhões. Nesse contexto, o país ocupa posição estratégica ao fornecer energia e alimentos — itens centrais na agenda de “segurança econômica” chinesa.

O petróleo, por exemplo, ganhou peso recente nas exportações brasileiras, assim como soja e minério. Ao mesmo tempo, o Brasil importa bens de maior valor agregado. “Máquinas e equipamentos importados já embutem tecnologia e elevam a produtividade”, explicou Braga.

A cooperação vai além do comércio e inclui áreas como infraestrutura, energia limpa, inovação, inteligência artificial e veículos elétricos. “A relação com a China é estratégica e está em aprofundamento em múltiplas frentes”, afirmou.

Apesar das oportunidades, os especialistas alertam para um problema estrutural: o risco de o Brasil permanecer como fornecedor de commodities. Kobori foi direto: “O Brasil não pode continuar sendo a periferia do capitalismo”. Para ele, a saída passa necessariamente por investimento em tecnologia e inovação. “Não existe outro caminho para elevar produtividade e renda.”

O debate ganha ainda mais relevância no contexto dos minerais críticos e das terras raras, essenciais para tecnologias avançadas e defesa. O Brasil possui grandes reservas, mas ainda carece de capacidade de processamento. “Hoje, cerca de 90% dessas terras raras são processadas pela China, o que dá uma vantagem estratégica enorme ao país”, afirmou Kobori.

Feliciano reforçou que há uma disputa global por esses recursos e que o Brasil precisa definir sua estratégia. “Depende de nós decidir se vamos apenas exportar matéria-prima ou avançar na cadeia produtiva com investimento e tecnologia”, disse.

No campo militar, a China também avança. Já é o segundo maior orçamento de defesa do mundo e busca ampliar sua presença no mercado internacional de armas. Ainda assim, os Estados Unidos mantêm ampla superioridade tecnológica e industrial.

Para o professor, o futuro da ordem global dependerá de dois fatores centrais: “as mudanças climáticas e a rivalidade entre China e Estados Unidos”. O desfecho dessa disputa será decisivo para o sistema internacional.

Ao final, os participantes convergiram em um diagnóstico: o Brasil tem espaço nesse “xadrez econômico”, mas precisa agir com estratégia. Isso inclui planejamento de longo prazo, coordenação entre Estado e setor produtivo e aposta consistente em inovação.

Como resumiu Julia Braga, há aprendizado mútuo possível entre os países. “O ideal seria sermos um pouco mais como os chineses em inovação, e eles um pouco mais como o Brasil em bem-estar social.” Sem esse equilíbrio, alertam os especialistas, o país corre o risco de assistir à reconfiguração global sem protagonismo.

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Repescagem para a Copa do Mundo 2026 começa nesta quinta, confira os confrontos

24 de Março de 2026, 14:08

Quinta, 26 de março, e terça, 31 de março, acontecem os jogos da repescagem para a Copa do Mundo e as últimas seis seleções vão preencher os grupos em busca do título mundial. Leia em TVT News.

Onde assistir aos jogos da repescagem

Repescagem Intercontinental

Data Horário (Brasília) Fase Confronto Onde Assistir
26/03/2026 16h00 Semifinal 1 Bolívia x Jamaica SporTV CazéTV
26/03/2026 20h00 Semifinal 2 Suriname x Nova Caledônia SporTV 2 FIFA+
31/03/2026 17h00 Final 1 Iraque x Vencedor Semi 1 SporTV Globoplay
31/03/2026 21h00 Final 2 RD Congo x Vencedor Semi 2 SporTV CazéTV

Repescagem europeia

Data Horário (BR) Chave / Fase Confronto (Semifinais em Jogo Único) Onde Assistir
26/03/2026 16h45 Caminho A – Semi 1 Itália x Irlanda do Norte ESPN Disney+
26/03/2026 16h45 Caminho A – Semi 2 País de Gales x Bósnia e Herzegovina SporTV 3 Disney+
26/03/2026 16h45 Caminho B – Semi 1 Ucrânia x Suécia SporTV 2
26/03/2026 16h45 Caminho B – Semi 2 Polônia x Albânia Disney+
26/03/2026 14h00 Caminho C – Semi 1 Turquia x Romênia SporTV 2
26/03/2026 16h45 Caminho C – Semi 2 Eslováquia x Kosovo Disney+
26/03/2026 16h45 Caminho D – Semi 1 Dinamarca x Macedônia do Norte ESPN 4 Disney+
26/03/2026 16h45 Caminho D – Semi 2 República Tcheca x Irlanda ESPN 3 Disney+

*As finais de cada caminho (que definem as 4 vagas na Copa) serão disputadas no dia 31/03, às 15h45 (horário de Brasília). As transmissões das finais serão definidas após a conclusão das semifinais.

Como será a repescagem para a Copa?

A Copa do Mundo de 2026 já tem 42 das 48 seleções confirmadas. As seis vagas restantes serão decididas em duas repescagens: quatro destinadas às equipes europeias e duas definidas em confrontos internacionais. Entenda como funciona em TVT News.

Os confrontos da repescagem da Europa foram definidos em sorteio realizado em Zurique, na Suíça. Além disso, a Fifa também confirmou o chaveamento do playoff intercontinental.

Doze seleções europeias já asseguraram vaga direta na Copa do Mundo ao liderarem seus grupos nas Eliminatórias. Outras 16 ainda disputam a repescagem em busca da classificação, entre elas Itália, Suécia, Polônia e Eslováquia.

Quais os confrontos da repescagem europeia

Chave A

  • Semifinal 1: Itália* x Irlanda do Norte
  • Semifinal 2: País de Gales* x Bósnia

Chave B

  • Semifinal 3: Ucrânia* x Suécia
  • Semifinal 4: Polônia* x Albânia

Chave C

  • Semifinal 5:Turquia* x Romênia
  • Semifinal 6: Eslováquia* x Kosovo

Chave D

  • Semifinal 7: Dinamarca* x Macedônia do Norte
  • Semifinal 8: República Tcheca* x Irlanda

As seleções destacadas com “*” jogam em casa na semifinal. Os vencedores avançam para a final, também em partida única.

Exemplo: no Caminho A, quem vencer Itália x Irlanda do Norte enfrenta o ganhador de País de Gales x Bósnia.

Os campeões de cada caminho garantem vaga na Copa de 2026. Dessa forma, será uma seleção classificada por chave.

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O presidente da FIFA, Gianni Infantino, discursa durante o sorteio do Torneio de Repescagem da Copa do Mundo da FIFA de 2026, na Casa do Futebol da FIFA, em Zurique, em 20 de novembro de 2025. (Foto de Fabrice COFFRINI / AFP)

Como funciona a repescagem europeia?

Além dos segundos colocados das Eliminatórias, participam também os quatro melhores vencedores de grupos da Liga das Nações 2024/25 que não se classificaram em primeiro ou segundo lugar.

As 16 seleções são distribuídas em quatro chaves (A a D), cada uma com duas semifinais. Os vencedores avançam para a final de sua chave, e apenas o campeão garante vaga na Copa do Mundo de 2026.

A divisão segue os potes:

  • Potes 1 a 3: 12 seleções vindas das Eliminatórias, ordenadas pelo ranking da Fifa.
  • Pote 4: equipes da Liga das Nações (Suécia, Romênia e Irlanda do Norte).

Nas semifinais, o time do pote 1 enfrenta o do pote 4, enquanto os potes 2 e 3 se cruzam. Os mandos de campo ficam com as seleções dos potes 1 e 2. Os jogos acontecem em partidas únicas nos dias 26 e 31 de março de 2026.

Quais os jogos da repescagem Mundial

Duas vagas extras para o Mundial serão disputadas por seis seleções: Nova Caledônia (Oceania), Bolívia (América do Sul), RD Congo (África), Iraque (Ásia), Jamaica e Suriname (América do Norte).

Semifinais:

  • Nova Caledônia x Jamaica
  • Bolívia x Suriname

Finais:

  • RD Congo x vencedor de Nova Caledônia x Jamaica
  • Iraque x vencedor de Bolívia x Suriname

O sorteio colocou os dois melhores ranqueados pela Fifa (RD Congo e Iraque) diretamente nas finais. As outras quatro seleções disputam as semifinais, e os vencedores das finais garantem vaga na Copa de 2026.

A única restrição é que Jamaica e Suriname não podem se enfrentar nas semifinais, já que pertencem à mesma confederação.

Leia mais:

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Brasil e Bolívia assinam acordos estratégicos em energia, comércio e segurança na fronteira

16 de Março de 2026, 17:14

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nesta segunda-feira (16), em Brasília, o presidente da Bolívia, Rodrigo Paz. O encontro, que ocorreu no Palácio do Planalto, foi marcado pela assinatura de acordos estratégicos para os dois países. Confira mais em TVT News.

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O primeiro ato trata de ações para a interconexão elétrica entre Brasil e Bolívia, com o objetivo de fortalecer a integração eletroenergética entre os dois países, além da construção de linhas de transmissão e de outras obras de infraestrutura do setor.

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, também esteve presente e assinou o acordo, que deve contar ainda com maior apoio à produção de biocombustíveis e outros recursos renováveis. Com isso, o Brasil pretende garantir mais segurança energética e diversificação de fontes de fornecimento na região.

A medida também é vista como estratégica para encontrar saídas para a crise causada pela escalada da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã, que gerou uma crise na distribuição de petróleo — parte do qual passa por território iraniano — e que já tem impacto significativo no comércio mundial e no preço do frete.

O presidente Lula, em declaração à imprensa, destacou que as relações comerciais entre Brasil e Bolívia enfraqueceram ao longo dos anos. Apesar de o Brasil ser o segundo maior parceiro comercial da Bolívia, de 2013 até 2025 o intercâmbio econômico entre os dois países caiu de 5,5 bilhões de dólares para 2,6 bilhões — uma redução de cerca de 52,7%.

O governo brasileiro, portanto, busca agora recuperar essas perdas com a ampliação da cooperação também para a exportação de commodities. Durante o evento, o presidente Lula também anunciou a expansão do comércio de alimentos, lácteos, material genético, sementes, frutas, algodão, cana-de-açúcar e soja, com apoio da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, além da criação do Sistema Brasileiro de Crédito à Exportação, aprovado na semana passada pelo Congresso Nacional do Brasil.

Com isso, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) terá mais condições e instrumentos mais modernos para o financiamento às exportações de bens e serviços, abrindo espaço para maior atuação e competitividade internacional das empresas brasileiras e para a geração de empregos.

Durante a cerimônia, os dois líderes também assinaram um Memorando de Entendimento sobre Cooperação Turística, que tem como objetivo promover a cooperação turística e o intercâmbio de informações entre Brasil e Bolívia. No documento, os países devem, entre outras medidas, aumentar os investimentos e fortalecer a oferta turística.

O terceiro acordo ganhou destaque diante do momento em que a América Latina se encontra, com ameaças externas promovidas pelos Estados Unidos em torno da segurança pública, incluindo a possibilidade de o governo americano classificar as facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.

O presidente Lula declarou que, a partir desse acordo, espera maior “coordenação para prevenir e punir o tráfico de drogas e de pessoas, contrabando, roubo de veículos, lavagem de dinheiro, mineração ilegal e crimes ambientais”.

Com a participação do ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, Lula e Rodrigo Paz assinaram o acordo com propostas para o combate ao crime organizado nos dois lados da fronteira. Brasil e Bolívia possuem 3.423 km de fronteira terrestre; a maior parte, cerca de 2.609 km, é dividida por rios, como o Rio Mamoré e o Rio Guaporé, importantes vias que têm sido utilizadas para o escoamento de minérios provenientes de extração ilegal, além de outros crimes, como o tráfico de drogas, armas e pessoas.

Ao final do encontro, Lula destacou que os últimos anos foram críticos para a política boliviana, com a destituição do ex-presidente Evo Morales, acusado de fraudar as eleições presidenciais daquele ano, além de tentativas de golpe de Estado promovidas por militares contra seu sucessor, Luis Arce, em 2024.

Rodrigo Paz, de direita, integra o Partido Democrata Cristão da Bolívia e possui uma plataforma política que, embora alinhada com anseios mais conservadores da sociedade boliviana, também é considerada moderada em setores econômicos e sociais. Dessa forma, Lula busca se aproximar de lideranças de diferentes espectros políticos, a fim de fortalecer a unidade do Mercosul.

Confira a íntegra da Declaração do presidente Lula à imprensa por ocasião da visita de Estado do presidente da Bolívia.

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Sem Neymar, Ancelotti anuncia a convocação da Seleção Brasileira

16 de Março de 2026, 15:00

O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, faz a última convocação antes da Copa do Mundo de 2026. Confira a lista de convocados da seleção com a TVT News.

Destaques da convocação da seleção brasileira

  • Dia 18 de maio sai a lista final para a Copa do Mundo
  • Neymar ficou de fora da última lista antes da Copa
  • Hugo Souza (Corinthians) não está entre os convocados
  • Ancelotti disse que convocou quem está jogando bem e em condições físicas
  • Rayan é convocado pela primeira vez
  • Outros jogadores também foram convocados pela primeira vez: Igor Thiago, Gabriel Sara e Leo Pereira

Quem foi convocado para a Seleção Brasileira

Confira a lista de convocados para a Seleção Brasileira

Goleiros

Alisson (Liverpool), Bento (Al-Nassr), Ederson (Fenerbahçe)

Defesa

Alex Sandro (Flamengo), Bremer (Juventus), Danilo (Flamengo), Douglas Santos (Zenit), Gabriel Magalhães (ARSENAL), Ibañez (Al-Ahly), Léo Pereira (Flamengo), Marquinhos (PSG), Wesley (Roma)

Meio Campo

Andrey Santos (Chelsea), Casemiro (Manchester United), Danilo (Botafogo), Fabinho (Al-Ittihad), Gabriel Sara (Galatasaray)

Atacantes

Endrick (Lyon), Gabriel Martinelli (Arsenal), Igor Thiago (Brentford), Luiz Henriquie (Zenit), Matheus Cunha (Manchester United), Raphinha (Barcelona), Rayan (Bournemouth), Vini Jr. (Real Madrid), João Pedro (Chelsea)

Ao vivo: convocação da Seleção Brasileira

O que disse Ancelotti sobre a lista de jogadores convocados

“A explicação da lista é que depende muito das lesões, obviamente. É uma lista criada com jogadores que estao 100% de condição física. Todos que estão jogando, já que temos lesões importantes, como Militão, Bruno Guimarães, Estevão, Rodrygo, que desejamos uma rápida recuperação”

Mas é uma lista de quem esta bem fisicamente, porque vamos jogar dois jogos muito importantes, de intensidade, com um prazo muito curto, incluindo a viagem. Então preferi chamar quem está 100%. Levando em conta também a posição de alguns jogadores que não conheço, como Ibañez, Bremer, Rayan, Danilo, Gabriel Sara. É uma ultima oportunidade de conhecer eles e fazer uma lista final com a ideai mais clara possível”disse Ancelotti.

“Quando chamamos jogadores novos não é porque queremos ver como se preocupa no campo, isso já sabemos. Queremos saber como ele se incorpora no nosso ambiente, seu caráter, em todos os jogadores novos é isso que vamos ver. Sabemos perfeitamente com está jogando, porque temos avaliações de cada jogador que está e não está na lista. de cada jogador que não esta em nenhuma lista nesse ano. Estamos avaliando todos. Em nível técnico todo, em questão de caráter, quero saber mais. Também jogadores que merecem estar, porque estão atuando bem no seu campeonato, como Endrick, Rayan, Danilo, Gabriel Sara, Ibañez e também Bremer” “Ancelotti.

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Convocação é a última da Seleção Brasileira antes da Copa do Mundo, confira o calendário

No dia 26 de março, a Seleção Brasileira enfrenta a França, no Gillette Stadium, em Boston, às 17h (de Brasília). Já no dia 31, encara a Croácia, no Camping World Stadium, em Orlando, às 21h (de Brasília).

Franceses e croatas estão no Top 10 do Ranking Mundial Masculino da FIFA: a França ocupa a terceira colocação, e a Croácia, a décima.

Com estes adversários, o departamento de Seleções cumprirá o planejamento traçado para que o Brasil enfrentasse seleções fortes de diferentes escolas mundiais.

Desde o fim das Eliminatórias, a equipe encarou, em outubro, os asiáticos Coreia do Sul e Japão e, em novembro, os africanos Senegal e Tunísia.

Dia 18 de maio sai a lista final dos convocados que vão para a Copa do Mundo.

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Lista divulgada nesta segunda-feira pode ser a mesma da Copa do Mundo Foto: Rafael Ribeiro / CBF

Camisa 2 da Seleção Brasileira na Copa do Mundo não é vermelha. Gostou?




Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou a Camisa 2 da Seleção Brasileira que será usada na Copa do Mundo 2026.

Diferente das especulações, ela não será vermelha. O azul, tradicional do segundo uniforme, ganhou tons de preto. No jogo contra a França o uniforme será o azul.


Como é a camisa 2 da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2026


O aguardado lançamento da nova camisa 2 da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 finalmente aconteceu. Em um evento realizado na última quinta-feira (12), a fornecedora esportiva Nike revelou o novo uniforme alternativo do Brasil. O grande destaque é a colaboração com a Jordan Brand, marca assinada pelo lendário ex-jogador de basquete Michael Jordan.

A equipe pentacampeã será a primeira seleção nacional a estampar o famoso logotipo “Jumpman” em seu peito, substituindo o tradicional símbolo da Nike. Com o lema “Joga Sinistro”, a peça busca unir o estilo da moda urbana à paixão pelo futebol, trazendo um visual diferente para a disputa do Mundial.

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Design inspirado na fauna brasileira dita o tom da camisa 2 da Seleção

A estética da camisa 2 da Seleção Brasileira mantém o clássico fundo azul royal, mas ganha detalhes mais agressivos e modernos. O design apresenta texturas, padrões e listras pretas que remetem a animais predadores do Brasil. A intenção é transmitir força e velocidade dentro de campo.

No novo modelo, o escudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fica centralizado no peito, enquanto o logo da Jordan aparece em amarelo, no lado direito. O uniforme traz ainda recortes em verde-água e amarelo nas mangas e laterais.

De acordo com a fornecedora de material esportivo, o tecido é feito com material 100% reciclado e conta com tecnologia de resfriamento, ideal para a circulação de ar durante os jogos.

Quando será a estreia oficial do novo uniforme azul?

Os torcedores não precisarão aguardar o início da Copa do Mundo para ver a camisa 2 da Seleção Brasileira nos gramados. A estreia da nova vestimenta está marcada para o dia 26 de março, no amistoso de peso contra a França, que será disputado nos Estados Unidos.

A campanha de lançamento já está no ar, estrelada por craques que representam o futuro e o presente do país, como Vinícius Júnior, Estêvão, Marquinhos e Matheus Cunha. Além disso, a tradicional camisa 1 (amarela) será lançada nos próximos dias e tem previsão de estreia para o dia 31 de março, em duelo contra a Croácia.

Preços e onde comprar a camisa 2 da Seleção Brasileira

Para os fãs que desejam garantir a peça de colecionador, a camisa 2 da Seleção Brasileira já está disponível no mercado brasileiro. Os produtos podem ser adquiridos no site e no aplicativo oficial da Nike, além de lojas esportivas parceiras.

Preços salgados para o torcedor brasileiro

Os preços variam de acordo com o modelo: a versão torcedor, voltada para o uso no dia a dia, é comercializada por R$ 449,99. Já a versão jogador sai por R$ 749,99. A colaboração com a marca também se estende para fora das quatro linhas, trazendo uma linha de roupas casuais que inclui moletons, bermudas e agasalhos.

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Preços do uniforme da Seleção Brasileira são salgados. Foto: Instagram / CBF

Qual horário dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

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Confira a convocação da Seleção Brasileira Masculina Principal para os amistosos contra a França (26/03) e a Croácia (31/03).Instagram: https://www.instagram...

Camisa 2 da Seleção Brasileira na Copa do Mundo não é vermelha. Gostou?

15 de Março de 2026, 17:29

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) apresentou a Camisa 2 da Seleção Brasileira que será usada na Copa do Mundo 2026. Diferente das especulações, ela não será vermelha. O azul, tradicional do segundo uniforme, ganhou tons de preto. Confira a nova camisa do Brasil na Copa com a TVT News.

Como é a camisa 2 da seleção brasileira para a Copa do Mundo 2026

O aguardado lançamento da nova camisa 2 da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo de 2026 finalmente aconteceu. Em um evento realizado na última quinta-feira (12), a fornecedora esportiva Nike revelou o novo uniforme alternativo do Brasil. O grande destaque é a colaboração com a Jordan Brand, marca assinada pelo lendário ex-jogador de basquete Michael Jordan.

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Para quem não gosta de usar a camisa amarela da CBF, uniforme azul é opção para torcer pelo Brasil. Foto: Instagram / CBF

A equipe pentacampeã será a primeira seleção nacional a estampar o famoso logotipo “Jumpman” em seu peito, substituindo o tradicional símbolo da Nike. Com o lema “Joga Sinistro”, a peça busca unir o estilo da moda urbana à paixão pelo futebol, trazendo um visual diferente para a disputa do Mundial.

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Design inspirado na fauna brasileira dita o tom da camisa 2 da Seleção

A estética da camisa 2 da Seleção Brasileira mantém o clássico fundo azul royal, mas ganha detalhes mais agressivos e modernos. O design apresenta texturas, padrões e listras pretas que remetem a animais predadores do Brasil. A intenção é transmitir força e velocidade dentro de campo.

No novo modelo, o escudo da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) fica centralizado no peito, enquanto o logo da Jordan aparece em amarelo, no lado direito. O uniforme traz ainda recortes em verde-água e amarelo nas mangas e laterais.

De acordo com a fornecedora de material esportivo, o tecido é feito com material 100% reciclado e conta com tecnologia de resfriamento, ideal para a circulação de ar durante os jogos.

Quando será a estreia oficial do novo uniforme azul?

Os torcedores não precisarão aguardar o início da Copa do Mundo para ver a camisa 2 da Seleção Brasileira nos gramados. A estreia da nova vestimenta está marcada para o dia 26 de março, no amistoso de peso contra a França, que será disputado nos Estados Unidos.

A campanha de lançamento já está no ar, estrelada por craques que representam o futuro e o presente do país, como Vinícius Júnior, Estêvão, Marquinhos e Matheus Cunha. Além disso, a tradicional camisa 1 (amarela) será lançada nos próximos dias e tem previsão de estreia para o dia 31 de março, em duelo contra a Croácia.

Preços e onde comprar a camisa 2 da Seleção Brasileira

Para os fãs que desejam garantir a peça de colecionador, a camisa 2 da Seleção Brasileira já está disponível no mercado brasileiro. Os produtos podem ser adquiridos no site e no aplicativo oficial da Nike, além de lojas esportivas parceiras.

Preços salgados para o torcedor brasileiro

Os preços variam de acordo com o modelo: a versão torcedor, voltada para o uso no dia a dia, é comercializada por R$ 449,99. Já a versão jogador sai por R$ 749,99. A colaboração com a marca também se estende para fora das quatro linhas, trazendo uma linha de roupas casuais que inclui moletons, bermudas e agasalhos.

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Preços do uniforme da Seleção Brasileira são salgados. Foto: Instagram / CBF

Qual horário dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

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Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

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Horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo; Arte: TVT News, com apoio de IA

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.

Jogos do Brasil na Copa do Mundo
Data Horário Dia da semana Local Jogo
13 de junho 19h Sábado New Jersey – Estádio MetLife
Brasil x
Marrocos
19 de junho 22h Sexta Filadélfia – Lincoln Financial Field
Brasil x
Haiti
24 de junho 19h Quarta Miami – Estádio Hard Rock
Brasil x
Escócia

Jogos da Copa do Mundo

A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa de 2026 completos:

Grupo A: México, Coreia do Sul, África do Sul e Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).

Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales e Bósnia).

Grupo C: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti

Grupo D: Estados Unidos, Austrália, Paraguai e Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)

Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçau

Grupo F: Holanda, Japão, Tunísia e Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)

Grupo G: Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia.

Grupo H: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde.

Grupo I: França, Senegal, Noruega e Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque).

Grupo J: Argentina, Áustria, Argélia e Jordânia.

Grupo K: Portugal, Colômbia, Uzbequistão e Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia).

Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.

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Rumo ao Hexa: Copa do Mundo 2026 tem jogos definidos. Arte: TVT News

Qual o caminho do Brasil na Copa do Mundo?

Adversários do Brasil na Fase de Grupos

  • 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – Brasil x Marrocos
  • 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – Brasil x Haiti
  • 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – Escócia x Brasil

Quais são os possíveis adversários do Brasil na Copa do Mundo?

Primeiro mata-mata

  • Se o Brasil passar em 1º lugar no grupo C, vai enfrentar o vice-líder do grupo F, composto por Holanda, Japão, Tunísia e uma seleção europeia vinda da repescagem.
  • O jogo seria no dia 29 de junho, uma segunda-feira, em Houston.
  • Caso o Brasil passe em 2ª lugar, enfrenta quem ficar em 1° o grupo F. Nesse caso, o jogo também seria no dia 29, mas em Monterrey, no México.

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Brasil estreia contra Marrocos no dia 13 de junho. Arte: TVT News

Qual seria o adversário do Brasil nas oitavas

Se o Brasil passar em primeiro lugar e se classificar na fase de 16 avos de final, o Brasil jogaria a partida de oitavas no dia 5 de julho, um domingo.

O adversário sairia do confronto entre os vice-líderes dos grupos E e I, o que colocaria seleções como Alemanha, França, Equador ou Noruega como adversários do Brasil nas oitavas.

Se o Brasil passar em 2º lugar, o caminho para as oitavas seria contra o vencedor do duelo entre os vice-líderes dos grupos A e B. e os adversários podem ser podem ser México, Suíça, Coreia do Sul, Canadá ou até mesmo Itália e Dinamarca (que ainda jogarão a repescagem).

Quem o Brasil pode enfrentar nas quartas?

Para as quartas de final, uma simulação possível é um jogo entre Brasil x Inglaterra, caso as seleções passem em primeiro nos seus respectivos grupos.

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Guerra no Oriente Médio em 13 de março: últimas notícias

13 de Março de 2026, 18:16

Confira as atualizações da guerra no Oriente Médio com a TVT News.

Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio:

Preço do petróleo acima dos 100 dólares

Os preços do barril de petróleo permaneciam estáveis nesta sexta-feira (13) em torno de 100 dólares, enquanto as Bolsas asiáticas e europeias registravam quedas, depois que o Irã prometeu atacar mais recursos petrolíferos no Oriente Médio.

Preço do Petróleo Brent hoje

Qual o preço do petróleo

Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

Corridas de F1 canceladas

Os Grandes Prêmios de Fórmula 1 do Bahrein e da Arábia Saudita serão cancelados ou adiados devido à guerra no Oriente Médio, indicou à AFP uma fonte.

O GP do Bahrein está programado para o fim de semana de 10 a 12 de abril, enquanto o da Arábia Saudita deveria ser realizado uma semana depois.

– Fortes explosões em Teerã –

Potentes explosões sacudiram na noite desta sexta-feira (13) a capital iraniana, informou um jornalista da AFP.

– US$ 10 milhões –

Os Estados Unidos ofereceram uma recompensa de 10 milhões de dólares (R$ 52,5 milhões) por informações sobre o paradeiro do guia supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, e de outros altos funcionários desse país.

“Essas pessoas dirigem e controlam vários elementos do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irã, que planeja, organiza e executa atos de terrorismo em todo o mundo”, afirmou o Departamento de Estado.

– Bolsas em queda, petróleo em torno de US$ 100 –

Os preços do barril de petróleo estão ligeiramente acima dos 100 dólares e as bolsas recuaram na segunda semana de conflito.

– 7.600 bombardeios no Irã –

Israel afirmou que realizou 7.600 bombardeios no Irã desde o início da guerra em 28 de fevereiro e 1.100 no Líbano, onde o exército israelense conduz desde 2 de março uma campanha contra o movimento islamista Hezbollah, aliado de Teerã.

– 111 drones –

A Guarda Revolucionária do Irã indicou, por sua vez, que derrubou 111 drones inimigos “de diferentes tipos” desde o início da guerra desencadeada por ataques dos Estados Unidos e de Israel.

– “Longo confronto” –

O chefe do Hezbollah, Naim Qasem, afirmou que seu grupo está preparado para um “longo confronto” com Israel.

“Esta é uma batalha existencial, não uma batalha limitada ou simples”, afirmou, antes de acrescentar que não permitirá que Israel “erradique” seu movimento.

– Mais de 700 mortos no Líbano –

O número de mortos pelos ataques de Israel contra o Líbano chegou a 773, incluindo 103 crianças, e os feridos já somam 1.933, informou o Ministério da Saúde.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, fez um apelo para reunir 325 milhões de dólares em ajuda humanitária para apoiar o Líbano na crise de deslocados provocada pela guerra.

– Explosões em Tel Aviv –

Várias explosões sacudiram nesta sexta-feira Tel Aviv, no centro de Israel, onde soaram as sirenes de alerta, informaram jornalistas da AFP depois de o exército israelense indicar disparos de mísseis a partir do Irã.

As explosões foram ouvidas até Jerusalém, a cerca de 70 quilômetros de Tel Aviv.

– Manter-se fora da guerra –

“Manter nosso país longe dessa fogueira é nossa principal prioridade”, afirmou o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan.

“Estamos agindo com prudência contra complôs, armadilhas e provocações que buscam arrastar nosso país para a guerra”, disse, defendendo respostas “apropriadas e prudentes”.

– Putin está ajudando “um pouco” o Irã –

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acredita que seu par russo, Vladimir Putin, está ajudando o Irã na guerra contra os Estados Unidos e Israel.

“Acho que ele pode estar ajudando um pouco, sim, suponho. E provavelmente pensa que nós estamos ajudando a Ucrânia, não é?”, disse Trump em uma entrevista à Fox News Radio.

– Khamenei “ferido e provavelmente desfigurado” –

O novo líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, está “ferido e provavelmente desfigurado”, declarou o chefe do Pentágono, Pete Hegseth, em coletiva de imprensa.

“Sabemos que o novo suposto — e não tão supremo — líder está ferido e provavelmente desfigurado”, afirmou.

– Trump: o regime iraniano cairá “mas talvez não imediatamente” –

O presidente dos Estados Unidos espera que o povo iraniano se levante para substituir o governo após os ataques militares americanos e israelenses, mas não acredita que isso ocorrerá imediatamente.

“Realmente acho que é um grande obstáculo a ser superado para pessoas que não têm armas. Acho que é um obstáculo muito grande… Vai acontecer, mas talvez não imediatamente”, disse Trump à Fox News Radio.

– Irã promete dar “uma lição memorável” aos EUA e a Israel –

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmail Baghaei, assegurou que seu país “dará uma lição memorável” aos Estados Unidos e a Israel após a ofensiva conjunta dos dois países contra a república islâmica, que desencadeou uma guerra no Oriente Médio.


Brasil, Colômbia e México pedem cessar-fogo no Oriente Médio

Brasil, Colômbia e México emitem declaração conjunta e pedem por saída diplomática para guerra no Oriente Médio.

Leia a Declaração Conjunta de Brasil, Colômbia e México:

Declaração Conjunta de Brasil, Colômbia e México em favor de cessar-fogo no Oriente Médio e de apoio a uma saída diplomática na região

República Federativa do Brasil, a República da Colômbia e os Estados Unidos Mexicanos reiteram a necessidade de que as divergências entre Estados sejam resolvidas por meio da diplomacia internacional, em consonância com os princípios da solução pacífica das controvérsias.

Nesse sentido, consideramos indispensável que, no atual conflito no Oriente Médio, seja declarado um cessar-fogo imediato, a fim de abrir espaços efetivos para o diálogo e a negociação.

Expressamos nossa disposição de contribuir para os processos de paz que gerem confiança, a fim de avançar rumo a uma solução política e negociada do conflito.

– Explosões em larga escala no centro de Teerã –

Explosões em larga escala abalaram o centro de Teerã, informou a televisão pública. Os ataques atingiram uma área próxima de onde acontecia uma manifestação pró-governo.

O Exército israelense afirmou que os moradores deveriam abandonar dois bairros do centro de Teerã antes dos ataques.

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– Dois drones atingem campo de petróleo no Iraque –

Dois drones caíram perto de um importante campo de petróleo no sul do Iraque, informaram funcionários do Ministério do Petróleo.

“Dois drones atingiram torres de comunicação próximas ao campo de petróleo de Majnoon, sem provocar vítimas ou danos materiais”, declarou um funcionário à AFP.

– Irã repatria vítimas de ataque americano no Sri Lanka –

Os corpos de 84 marinheiros iranianos mortos quando sua fragata foi afundada há nove dias por um submarino americano na costa do Sri Lanka serão repatriados nesta sexta-feira, informou o Ministério das Relações Exteriores cingalês.

– Bolsas em queda –

A guerra no Oriente Médio continua impactando os mercados, que fecharam em queda na Ásia e abriram no vermelho na Europa.

A Bolsa de Tóquio registrou queda de 1,2%, Hong Kong de 0,9% e Xangai de 0,8%, enquanto nas primeiras negociações europeias Paris perdia 1,06%, Frankfurt 0,97%, Londres 0,75% e Milão 1,04%.

Por sua vez, os preços do petróleo permaneciam estáveis, ao redor dos 100 dólares. Às 8h30 GMT (5h30 de Brasília), o barril de Brent subia 2,04%, a 102,51 dólares, e o WTI ganhava 1,97%, a 97,62 dólares.

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Barril de petróleo. Dos 10 maiores produtores de petróleo, sete estão envolvidos em guerra. Foto de Alimurat Üral / Pexels

– Irã promete resposta “mais forte” que em janeiro em caso de protestos –

A Guarda Revolucionária do Irã advertiu que qualquer nova manifestação contra o governo enfrentará uma resposta “mais dura” do que em janeiro, quando milhares de pessoas morreram durante a repressão a protestos contra o regime.

– Dois mortos em ataque de drone em Omã –

Duas pessoas morreram após o impacto de um drone no norte de Omã, informou a imprensa estatal, enquanto o Irã prossegue com os ataques de retaliação em todo o Oriente Médio.

“Dois drones caíram na província de Sohar. Um deles caiu na zona industrial de Al Awahi, provocou as mortes de dois trabalhadores estrangeiros e deixou vários feridos. O segundo caiu em uma área aberta sem provocar vítimas”, informou a agência de notícias estatal do país.

– Arábia Saudita intercepta drones –

O Ministério da Defesa saudita anunciou que derrubou um drone que tinha como alvo o bairro diplomático da capital, Riade. Durante a manhã, o governo local informou ter “interceptado e destruído” 45 aeronaves não tripuladas.

– 200 alvos no Irã –

O Exército israelense anunciou que atacou mais de 200 alvos no oeste e no centro do Irã em apenas um dia. Caças executaram “20 ataques em larga escala” que tiveram como alvos “lançadores de mísseis balísticos, sistemas de defesa e centros de produção de armas”.

– Sirenes em base turca usada pela Otan –

Sirenes de alerta foram ouvidas nesta sexta-feira na base aérea de Incirlik, uma instalação crucial da Otan com a presença de tropas americanas no sudeste da Turquia, informou a agência estatal de notícias do país, Anadolu.

– Ataque israelense em Beirute –

O Exército israelense anunciou que atacou um integrante do movimento libanês pró-iraniano Hezbollah “na região de Beirute”, sem revelar mais detalhes.

– Explosões em Dubai –

Explosões sacudiram prédios de Dubai e uma densa nuvem de fumaça era observada nesta sexta-feira no emirado, segundo jornalistas da AFP. Segundo o Escritório de Imprensa de Dubai, “os destroços de uma interceptação bem-sucedida (provocaram) um incidente menor na fachada de um prédio no centro do emirado”, sem deixar feridos.

– Grupo armado pró-iraniano atacará “interesses franceses” –

O grupo armado iraquiano pró-iraniano Ashab Alkahf anunciou que atacará “todos os interesses franceses no Iraque e na região” após o envio ao Mediterrâneo oriental do porta-aviões Charles de Gaulle.

– Primeira vítima no Exército francês –

Um suboficial francês morreu “durante um ataque” na região de Erbil, no Curdistão iraquiano, anunciou o presidente Emmanuel Macron no X. Esta é a primeira baixa registrada no Exército francês na guerra do Oriente Médio.

© Agence France-Presse

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Brasil participa de maior reunião da ONU sobre direitos das mulheres

13 de Março de 2026, 17:21

A participação do Brasil na 70ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher das Nações Unidas (CSW70), maior reunião anual da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a igualdade de gênero e direitos das mulheres, demonstra esforço público na discussão em torno do combate à violência contra mulheres no país. Leia em TVT News.

A avaliação é da coordenadora-geral da organização brasileira Criola, Lúcia Xavier, que está em Nova York para o evento. A conferência, que ocorre até 19 de março, conta com a participação de altos representantes da ONU, Estados-membros, ONGs, ativistas, jovens e setor privado.

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Lúcia considera que, para além da construção de um marco legal, é importante articular governo e sociedade na construção de soluções para o enfrentamento da violência contra a mulher.

“Certamente esses marcos [legais] já estão postos [no Brasil], desde a construção da Lei Maria da Penha e, depois, a Lei do Feminicídio. Mas, na prática, ainda não tomaram pé na sociedade. Ainda não tem uma sociedade refletindo, criando processos de proteção social, enfrentando o debate do patriarcado e do machismo”, disse a especialista, ressaltando os altos índices de feminicídio e violência sexual.

As discussões, no âmbito do evento mundial, afirma Lúcia, contribuem para o desenvolvimento de medidas e mecanismos de enfrentamento ao problema no país.

“A gente [costuma dizer] que é uma epidemia [de violência], mas é mais do que isso. Uma epidemia exige controles públicos e sociais, mas isso é mais que uma epidemia”, alertou.

“É um crime que vem sendo praticado com muita impunidade e com pouco reforço dos órgãos públicos, no sentido do controle social. É um prejuízo enorme para as mulheres, que já vivem a situação de vulnerabilidade e também de insegurança nos seus relacionamentos, no seu trabalho, na sua vida como um todo”, disse Lúcia.

Estados Unidos

Lúcia relatou à Agência Brasil que, em meio às tensões nas negociações, propostas dos Estados Unidos que representariam retrocessos no documento final da conferência foram barradas durante a plenária que aprovou o texto.

Alguns dos temas questionados pelos Estados Unidos na votação das conclusões acordadas referiam-se ao direito ao aborto, à identidade de gênero e ao uso do termo “interseccionalidade”.

“Isso fez com que, em algum momento, a gente imaginasse que o documento perderia a qualidade e alguns avanços muito importantes. Não vai ser um documento de consenso, mas a primeira votação não aceitou as indicações [trazidas pelos Estados Unidos]”, contou.

Camila Boehm – Repórter da Agência Brasil

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UFABC entregará título honorífico a “Pepe” Mujica

13 de Março de 2026, 15:06

O Conselho Universitário da UFABC entregará o título de Doutor Honoris Causa (in memorian) ao ex-presidente do Uruguai José Alberto “Pepe” Mujica. O ato ocorrerá em sessão solene no Campus São Bernardo do Campo em 19 de março, às 14 horas. A cerimônia terá como convidada Lucia Toplansky, companheira de vida e luta de José Mujica, ex-guerrilheira tupamara, senadora e vice-presidente do Uruguai (2017-2020). A presença do presidente Lula como padrinho da homenagem está em confirmação. Leia em TVT News.

O acesso ao auditório exige inscrição prévia em virtude dos protocolos de segurança para as autoridades presentes. Portanto, interessados em acompanhar o evento de forma presencial devem registrar o interesse por meio de formulário on-line que ficará aberto das 10h de sexta-feira (13) até as 18h de segunda-feira (16).

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Haverá pelo menos 100 assentos para a comunidade universitária, distribuídos de forma equilibrada entre técnicos-administrativos (25), docentes (25) e estudantes (25 de graduação e 25 de pós-graduação). O preenchimento das vagas respeitará a ordem de inscrição e eventuais assentos remanescentes serão remanejados, respeitando a ordem dos inscritos pelo formulário.

A concessão da honraria foi aprovada pelo colegiado em junho do ano passado. A proposta foi encaminhada pela Associação dos Docentes da Universidade Federal do ABC (ADUFABC), pelo Sindicato dos Trabalhadores das Universidades Federais do ABC (SinTUFABC) e contou com ratificação da Reitoria da Universidade.

O texto deliberativo destaca que trata-se de homenagem a um personagem da atualidade que representa valores como democracia, diversidade, consciência ética e integração internacional/regional. O ex-presidente faleceu em 13 de maio de 2025, aos 89 anos, em Montevidéu.

Pepe Mujica Honoris Causa in memoriam

Entrega de título de Doutor Honoris Causa (in memorian) ao ex-presidente do Uruguai José Alberto “Pepe” Mujica

19 de março, quinta-feira – 14h

UFABC – Campus São Bernardo do Campo

Bloco Beta – Auditório 001

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Guerra no Oriente Médio, 11 de março: as últimas notícias sobre a guerra

11 de Março de 2026, 16:56

Acompanhe os últimos acontecimentos na guerra no Oriente Médio com a TVT News.

Últimas atualizações da guerra no Oriente Médio

  • Preço do petróleo volta a subir
  • Quatro navios foram atacados no Estreito de Ormuz
  • Irã desite de participar da Copa do Mundo
  • Exército americano anunciou a destruição de 16 embarcações iranianas de instalação de minas “perto do Estreito de Ormuz”
  • 32 países-membros da Agência Internacional de Energia (AIE) decidiram liberar 400 milhões de barris de petróleo das reservas estratégicas
  • Irã diz que o novo líder supremo está são e salvo
  • Exército do Irã considera navios israelenses, americanos e de seus aliados ‘alvos legítimos’ em Ormuz
  • Irã alerta que guerra poderá ser longa e ‘destruir’ a economia mundial
  • Número de mortos no Líbano sobe para 634

Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio

Confira as notícias sobre o que aconteceu hoje na guerra entre Irã, Israel e EUA

Petróleo volta a subir

O barril de West Texas Intermediate (WTI), referência para o mercado americano, avançava 5,91%, a 88,38 dólares. O Brent do Mar do Norte, referência europeia, subia 5,05%, a 92,23 dólares.

Preço do Petróleo Brent

Irã alerta que guerra poderá ser longa e ‘destruir’ a economia mundial

O Irã atacou, nesta quarta-feira (11), vários navios no Estreito de Ormuz, essencial para o transporte de petróleo, e assegurou que está preparado para uma guerra longa que “destruirá” a economia mundial.

Pouco depois, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, insistiu que o conflito terminará “em breve” e que “praticamente não resta nada para atacar no Irã”, cuja população está há 12 dias sob bombas.

Em Teerã, capital iraniana, os habitantes “estão se acostumando a viver apesar de tudo e a se adaptar, o melhor que podem, a esta situação”, disse um morador à AFP.

“Depositamos nossa fé em Deus. Por enquanto, há comida nas lojas”, afirmou com certa resignação Mahvash, residente de 70 anos.

A guerra iniciada em 28 de fevereiro com o ataque dos Estados Unidos e de Israel que matou o líder supremo iraniano mergulhou o Oriente Médio e o mercado petrolífero no caos.

O fechamento, na prática, do Estreito de Ormuz e os ataques iranianos às monarquias petrolíferas do Golfo dispararam o preço do petróleo, que se aproximou dos 120 dólares nesta semana, antes de recuar.

Em uma tentativa, por ora pouco bem-sucedida, de conter a alta dos preços, a Agência Internacional de Energia anunciou que seus países-membros liberariam 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas, um recorde.

Mas o Irã também ameaçou os “centros econômicos e bancos” que considera vinculados aos interesses americanos e israelenses, o que levou o Citi e a consultoria Deloitte a evacuar seus escritórios em Dubai.

Os Estados Unidos e Israel “devem considerar a possibilidade de se verem envolvidos em uma guerra de desgaste de longo prazo que destruirá toda a economia americana e a economia mundial”, declarou Ali Fadavi, assessor do comandante-chefe da Guarda Revolucionária.

– EUA menciona possíveis ataques a portos civis iranianos –

O comando militar dos Estados Unidos para o Oriente Médio (Centcom) advertiu nesta quarta-feira (11) os civis iranianos para que se mantenham afastados dos portos do Estreito de Ormuz que, segundo Washington, são utilizados por Teerã para fins militares.

O Irã respondeu que, caso seus portos sejam atacados por Israel e pelos Estados Unidos, atingiria portos em países do Oriente Médio.

– Novo líder supremo ferido –

O embaixador iraniano em Londres declarou que Mojtaba Khamenei, o novo líder supremo, foi ferido no ataque que matou seu pai.

“Ele também estava lá e foi ferido no bombardeio”, disse Alireza Salarian ao jornal britânico The Guardian. “Ouvi dizer que sofreu ferimentos nas pernas, mão e braço… Acredito que esteja no hospital”, enfatizou.

Enquanto isso, o filho do presidente da república islâmica, Youssef Pezeshkian, anunciou que o sucessor do aiatolá Ali Khamenei estava “são e salvo”.

– Liberação de 400 milhões de barris –

Os 32 países-membros da Agência Internacional de Energia (AIE) decidiram por unanimidade liberar 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas para o mercado, a maior liberação da história da instituição, anunciou a AIE.

– “Guerra de desgaste” –

A Guarda Revolucionária do Irã alertou para a possibilidade de uma “guerra de desgaste de longo prazo que destruirá toda a economia americana e a economia mundial”, disse um assessor do comandante-em-chefe do exército ideológico iraniano à televisão estatal.

– Suíça fecha sua embaixada no Irã –

A Suíça fechou temporariamente sua embaixada em Teerã, mas mantém uma “linha de comunicação” aberta entre Estados Unidos e Irã. Por décadas, a Suíça desempenhou um papel fundamental na manutenção de um contato diplomático entre Washington e Teerã.

– Hackers iranianos reivindicam ciberataque contra grupos americanos –

Um grupo de piratas informáticos ligado ao Irã reivindicou nesta quarta-feira dois ciberataques contra grupos americanos: o fornecedor de equipamentos médicos Stryker e a plataforma de pagamentos digitais Verifone.

Em uma conta no X associada a esse grupo chamado Handala Hack, os autores justificam o ataque pelos vínculos entre a Stryker e Israel, já que o grupo industrial adquiriu em 2019 uma empresa israelense.

– Macron não tem confirmação do deslocamento de minas em Ormuz –

O presidente da França, Emmanuel Macron, assegurou nesta quarta-feira que não tinha “confirmação, nem por parte de serviços aliados nem por parte de nossos próprios serviços” de inteligência sobre o uso de minas navais pelo Irã no Estreito de Ormuz.

O presidente afirmou que as capacidades militares do Irã “não foram reduzidas a zero” pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel.

– Número de mortos no Líbano sobe para 634 –

O Líbano anunciou nesta quarta-feira que o número de mortos em 10 dias de combates entre Israel e o Hezbollah no contexto da guerra no Oriente Médio chegou a 634, e que mais de 800 mil pessoas se registraram como deslocadas.

Em números atualizados, o ministro da Saúde, Rakan Nassereddine, detalhou em uma coletiva de imprensa que o número de mortos incluía 91 crianças, acrescentando que mais de 1.500 pessoas ficaram feridas.

– Diversas empresas ocidentais fecham escritórios –

O grupo financeiro americano Citi e a consultoria britânica Deloitte pediram a seus funcionários que evacuassem seus escritórios em Dubai depois que o Irã ameaçou atacar bancos ligados aos Estados Unidos e a Israel no Oriente Médio. Outra consultoria britânica, a PwC, anunciou o fechamento de seus escritórios em vários países do Golfo como medida de precaução.

– “Não há mais nada para atacar”

Donald Trump afirmou que “praticamente não há mais nada para atacar” no Irã e que o conflito terminará “em breve”, em entrevista por telefone ao site de notícias Axios. “Assim que eu quiser que isso pare, vai parar”, acrescentou o presidente americano.

– Ataques em países do Golfo –

Mas todas as atenções continuam voltadas para o Estreito de Ormuz, por onde passa 20% do petróleo bruto e do gás natural liquefeito (GNL) mundial.

O Irã anunciou ter atacado um porta-contêineres com bandeira da Libéria e um graneleiro tailandês que entraram no estreito “após ignorar os alertas das forças navais” da Guarda Revolucionária.

A marinha de Omã resgatou 20 tripulantes e outros três continuam desaparecidos. As imagens divulgadas pela marinha tailandesa mostram uma coluna de fumaça preta saindo do navio.

Analistas acreditam que o fechamento prolongado do estreito, por onde também circula um terço dos fertilizantes usados na produção mundial de alimentos, teria um efeito devastador na economia global, especialmente na Ásia e na Europa.

O presidente da França, Emmanuel Macron, instou os líderes do G7 a agir para restabelecer a navegação no estreito “o mais rápido possível”, enquanto a ONU pediu a todas as partes que permitam o trânsito de ajuda humanitária.

O Irã está ampliando as consequências econômicas da guerra para os aliados dos Estados Unidos no Golfo. Vários drones caíram perto do aeroporto de Dubai e outras embarcações atingiram tanques de combustível em um porto omanense.

O impacto econômico está pressionando Trump, criticado por seus rivais por ter iniciado uma guerra sem se preparar para as consequências.

No entanto, nesta quarta-feira ele disse que “assim que [ele] quiser que pare” a guerra, “vai parar”, e que quase não há mais o que atacar no Irã, em declarações ao site de notícias Axios.

Também afirmou aos jornalistas que “verão uma grande segurança” para os petroleiros no Estreito de Ormuz, mas não explicou como pretende garantir isso.

– Bola de fogo em Beirute –

Em Israel, o ministro da Defesa, Israel Katz, indicou que a operação “continuará sem qualquer limite de tempo, enquanto for necessário”.

O governo israelense afirma ter lançado uma nova “onda de ataques em grande escala” por todo o Irã e contra alvos do Hezbollah na capital libanesa, Beirute, transformada em outra frente da guerra.

Os ataques israelenses atingiram um prédio de apartamentos no centro da cidade, o segundo ataque ao coração da capital desde o início da guerra.

Quando o ataque aconteceu, “corri de quarto em quarto, tirei minha mulher e minha filha dos cômodos e as escondi atrás de um muro, depois veio o segundo ataque”, contou Fawzi Asmar, dono de uma padaria na rua onde ocorreu o bombardeio.

Os ataques de Israel e dos Estados Unidos acontecem semanas depois de as autoridades iranianas terem reprimido protestos em massa contra o governo.

“Todas as nossas forças também estão prontas, com o dedo no gatilho, preparadas para defender sua revolução”, disse o chefe da polícia nacional, Ahmad Reza Radan, alertando contra qualquer tipo de dissidência, em declarações à emissora estatal IRIB.

Os Estados Unidos e Israel iniciaram a guerra em 28 de fevereiro com um ataque que matou o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.

Seu filho Mojtaba Khamenei foi nomeado seu sucessor, embora ainda não tenha aparecido em público e, segundo alguns meios, tenha ficado ferido no mesmo ataque em que seu pai morreu.

Porém, segundo escreveu no Telegram Yousef Pezeshkian, filho do presidente iraniano, Mojtaba Khamenei “está são e salvo”.

O Ministério da Saúde do Irã declarou em 8 de março que mais de 1.200 pessoas morreram nos ataques dos Estados Unidos e de Israel, e que mais de 10 mil civis ficaram feridos.

A AFP não pôde verificar os números de forma independente.

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Navios atacados em Ormuz

Pelo menos quatro navios foram atacados nesta quarta-feira na região do Estreito de Ormuz, uma rota marítima vital para o petróleo e o gás. A agência marítima britânica UKMTO registrou 14 incidentes contra embarcações na área desde o início do conflito, em 28 de fevereiro.

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Um navio cargueiro tailandês que navegava no Estreito de Ormuz foi atacado em 11 de março, e 20 tripulantes foram resgatados até o momento, informou a Marinha da Tailândia. (Foto: Divulgação / MARINHA REAL DA TAILANDESA / AFP)

O Exército do Irã considera navios israelenses, americanos e de seus aliados ‘alvos legítimos’ em Ormuz

O Exército do Irã afirmou nesta quarta-feira (11) que qualquer navio pertencente aos Estados Unidos, Israel ou a seus aliados que atravesse o estratégico Estreito de Ormuz é considerado um alvo legítimo de guerra.

– Advertência de Erdogan –

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, pediu o fim da guerra no Oriente Médio “antes que devaste toda a região”.

Se o conflito persistir, “haverá mais perdas de vidas e bens, e o custo para a economia global aumentará ainda mais” acrescentou.

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– 570 mortos no Líbano –

Em seu balanço mais recente, o governo libanês informa que 570 pessoas morreram nos bombardeios israelenses, incluindo 86 crianças.

O movimento pró-iraniano Hezbollah arrastou o país para a guerra regional em 2 de março ao lançar mísseis contra Israel.

– Novo líder iraniano “são e salvo” –

O novo líder supremo do Irã, Mojtaba Khamenei, está “são e salvo”, apesar de ter sofrido ferimentos no ataque que matou seu pai e antecessor, o aiatolá Ali Khamenei, no primeiro dia da ofensiva de Israel e dos Estados Unidos em 28 de fevereiro, afirmou o filho do presidente da República Islâmica, Yusef Pezeshkian.

Segundo o jornal The New York Times, que cita três fontes do governo iraniano, o novo líder, de 56 anos, teria ferimentos sobretudo nas pernas, mas está a salvo em um local de segurança máxima, embora com possibilidades de comunicação limitadas.

– Drones atingem o aeroporto de Dubai –

Drones caíram perto do aeroporto de Dubai e deixaram quatro feridos, mas o tráfego aéreo não foi interrompido, informou o governo da cidade dos Emirados Árabes Unidos.

– Ataque contra Beirute –

Um ataque israelense atingiu nesta quarta-feira o centro de Beirute pela segunda vez desde o início da guerra, informou a agência de notícias estatal libanesa.

Israel também voltou a bombardear os subúrbios do sul de Beirute, reduto do grupo pró-iraniano Hezbollah.

– Explosões em Doha –

Várias explosões foram ouvidas em Doha, capital do Catar, informaram jornalistas da AFP.

O Ministério do Interior catari anunciou um “nível elevado de ameaça à segurança” e recomendou que a população evite sair de casa e permaneça longe das janelas.

– Manifestantes “inimigos” –

Qualquer manifestante contrário às autoridades será tratado como “inimigo”, advertiu o chefe da polícia iraniana, Ahmad Reza Radan, dois meses após a violenta repressão de um movimento de protesto. Washington pediu aos iranianos que tomem o poder.

– Reservas estratégicas –

Os ministros da Energia do G7 afirmaram que estão “dispostos” a adotar “todas as medidas necessárias” em um contexto de forte instabilidade dos preços do petróleo.

A Agência Internacional de Energia (AIE) propôs recorrer às reservas estratégicas de petróleo, uma medida sem precedentes que será anunciada nesta quarta-feira para conter a disparada dos preços, segundo o Wall Street Journal.

– Irã reivindica ataques em larga escala –

O Irã executou a onda de ataques “mais violenta e contundente” desde o início da guerra, direcionada principalmente contra alvos americanos e israelenses, segundo a emissora estatal Irib.

A Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica, afirmou que atacou a base americana de Arifjan, no Kuwait, informaram as agências de notícias iranianas Mehr e Fars.

– Projéteis contra Israel –

O Exército israelense anunciou a detecção de uma nova onda de mísseis lançados do Irã. Jornalistas da AFP ouviram sirenes de alerta antiaéreo em Jerusalém e o som de explosões à distância. A emissora israelense Channel 12 informou que várias pessoas ficaram feridas nas imediações de Tel Aviv.

– Arábia Saudita no alvo –

O Ministério da Defesa saudita informou a interceptação de sete mísseis balísticos, incluindo seis que tinham como alvo a base aérea ‘Prince Sultan’, perto de Riade, que abriga militares americanos.

O ministério também anunciou a neutralização de quase 15 drones, sete deles direcionados contra o gigantesco campo de petróleo de Shaybah, na fronteira com os Emirados Árabes Unidos.

– Jogadoras iranianas refugiadas na Austrália –

Uma das jogadoras da seleção de futebol iraniana que havia solicitado e obtido asilo na Austrália mudou de ideia, anunciaram as autoridades australianas nesta quarta-feira.

Pelo menos sete integrantes da seleção feminina do Irã receberam asilo na Austrália depois que se recusaram, no início de março, a cantar o hino nacional durante uma partida em Sydney contra a Coreia do Sul, pela Copa da Ásia.

– Embarcações iranianas de instalação de minas destruídas –

O Exército americano anunciou a destruição de 16 embarcações iranianas de instalação de minas “perto do Estreito de Ormuz”.

Trump ameaçou Teerã com grandes “consequências militares” caso minas sejam instaladas no estreito.

– Explosões em Teerã –

Jornalistas da AFP em Teerã ouviram novas detonações durante a madrugada de quarta‑feira.

As explosões foram ouvidas na zona norte e oeste da capital iraniana, já abalada por impactos nas primeiras horas do dia. O Exército israelense reivindicou uma nova onda de ataques contra a cidade.

© Agence France-Presse

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Kast é o presidente do Chile mais à direita, desde Pinochet

11 de Março de 2026, 16:13

O político de extrema direita José Antonio Kast assume nesta quarta, 11, a presidência do Chile. Logo na posse, já provocou ruído com o Brasil ao convidar políticos da oposição bolsonarista para a posse. Leia em TVT News.

Kast toma posse no Chile em guinada mais radical à direita desde Pinochet

Com informações da AFP em Valparaíso, Chile

O advogado de extrema direita José Antonio Kast assumiu nesta quarta-feira (11) a Presidência do Chile e se tornou o mandatário conservador mais radical no país desde a ditadura de Augusto Pinochet.

“Sim, juro”, declarou Kast em uma cerimônia diante do plenário do Congresso na cidade de Valparaíso, a 110 km de Santiago, na qual substituiu o presidente esquerdista Gabriel Boric, que esteve no poder nos últimos quatro anos.

Kast, de 60 anos, chega à Presidência do Chile com a promessa de instaurar um “governo de emergência” para enfrentar com mão dura a criminalidade e a imigração irregular, as duas maiores preocupações dos chilenos.

“As coisas vão mudar”, disse a jornalistas minutos antes de assumir, ao condenar o ataque a tiros contra um policial no sul do país durante a madrugada.

Diante de um Congresso com maioria de direita, Kast foi empossado entre os aplausos de seus aliados. “Chi, chi, chi! Le, le, le! Viva Chile!”, ouviu-se ao final da cerimônia.

Seu primeiro ato como presidente foi a tomada de juramento dos 24 ministros de seu gabinete. Dois deles foram advogados de Augusto Pinochet (1973-1990), cuja ditadura deixou mais de 3.200 mortos e desaparecidos.

Em seguida, ele embarcou no tradicional Ford Galaxie preto conversível, um presente ao país em 1968 da rainha Isabel II da Inglaterra, e saudou seus apoiadores sob um sol intenso. Está previsto que faça um discurso às 21h00.

Quem é José Antonio Kast

Os chilenos abandonaram nos últimos anos o anseio por uma nova Constituição surgido com o rebuliço social de 2019. Boric, que participou da cerimônia de posse, foi um dos principais impulsionadores desse processo, que fracassou após duas tentativas de reforma.

Católico devoto e pai de nove filhos, Kast representa “uma direita conservadora como não se conhecia desde o retorno à democracia”, em 1990, afirma Rodrigo Arellano, analista político da Universidade do Desenvolvimento, instituição privada.

Seu discurso de ordem atrai chilenos que buscam frear a criminalidade.

“Minhas expectativas são esperançosas com Kast. Levamos muitos anos com muito vandalismo e muita criminalidade”, disse à AFP o vendedor José Miguel Uriona, de 65 anos, nos arredores do Congresso.

Para a estudante Ingrid Pino, de 38 anos, o Chile entra em “uma nova era, um novo começo”. Ela espera que “o país cresça economicamente e que a criminalidade finalmente possa acabar e possamos viver tranquilos”.

Embora os homicídios e sequestros tenham aumentado e tenham chegado ao país gangues estrangeiras como o Tren de Aragua, o Chile ainda é um dos países mais seguros da região. A taxa de homicídios foi de 5,4 por 100 mil habitantes em 2025, uma das mais baixas da América Latina.

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O presidente do Chile, José Antonio Kast, do Partido Republicano discursa em frente a uma seção eleitoral após votar no segundo turno das eleições presidenciais em Paine, ao sul de Santiago, em 14 de dezembro de 2025. Os chilenos escolheram José Antonio Kast, um político de extrema direita, que promete uma linha dura em segurança e imigração. (Foto de Javier Torres / AFP)

Mesmo assim, Kast fez durante a campanha vários discursos atrás de um vidro blindado e apresentou o Chile quase como um Estado falido dominado pelo narcotráfico. Ele venceu com ampla margem as eleições presidenciais de dezembro contra a esquerdista Jeannette Jara.

Kast foi empossado em uma cerimônia à qual compareceram os presidentes Javier Milei (Argentina), Rodrigo Paz (Bolívia) e Daniel Noboa (Equador), entre outros, além de Christopher Landau, subsecretário de Estado dos Estados Unidos, e a Nobel da Paz venezuelana María Corina Machado.

Kast se soma assim aos governos de direita que crescem na região sob a ala dos Estados Unidos.

Expectativas do governo José Antonio Kast

“Os principais problemas que assolam o país não têm solução fácil. Kast terá que encontrar uma maneira de evitar que as expectativas se voltem contra ele”, afirma Arellano.

A nova porta-voz do governo, Mara Sedini, disse à AFP que a administração que se inicia tem como missão “solucionar crises que são importantes e prioritárias para os chilenos”, centradas em recuperar o crescimento econômico e a “segurança migratória”.

O novo gabinete de ministros é uma equipe “com pouquíssima experiência em negociação e manejo político” que “pode criar problemas com o Congresso”, comentou o cientista político Alejandro Olivares, analista da Universidade do Chile.

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Apoiadores do candidato presidencial chileno José Antonio Kast, do Partido Republicano, comemoram após a divulgação dos primeiros resultados do segundo turno das eleições presidenciais em Santiago, em 14 de dezembro de 2025. A candidata presidencial chilena de esquerda, Jeanette Jara, reconheceu a derrota para Kast nas eleições de 14 de dezembro, afirmando que os eleitores se manifestaram de forma clara e inequívoca. (Foto de Eitan Abramovich / AFP)

Investigações jornalísticas revelaram em 2021 que o pai de Kast, nascido na Alemanha, era membro do Partido Nazista de Adolf Hitler.

Kast alega, no entanto, que seu pai foi recrutado para o exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial e nega que ele tenha sido um simpatizante do movimento nazista.

Durante a manhã, o presidente oficializou sua renúncia ao Partido Republicano, um gesto simbólico que novos presidentes costumam fazer para garantir a independência.

© Agence France-Presse

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Irã vai conseguir disputar a Copa do Mundo?

10 de Março de 2026, 16:42

Com a guerra no Oriente Médio aumentam as especulações sobre a participação dos países envolvidos no conflito na Copa do Mundo. Leia em TVT News.

Presidente da federação do Irã coloca em dúvida a participação do país na Copa do Mundo

O presidente da Federação de Futebol do Irã (FFIRI), Mehdi Taj, voltou a colocar em dúvida a participação do país na Copa do Mundo de 2026, que será disputada nos Estados Unidos, no México e no Canadá, depois do mesmo concedendo pela Austrália a cinco jogadoras da seleção feminina.

“O presidente americano escreveu dois tuítes para pedir que fosse concedido asilo político aos nossos jogadores (…), e que se a Austrália não o fizesse, ele faria. Ele fez 160 mártires ao matar nossas crianças em Minab e agora está sequestrando nossas meninas. Como podemos ser otimistas nessas condições em relação à Copa do Mundo nos Estados Unidos?”, declarou Taj na televisão estatal, referindo-se a um suposto bombardeio contra uma escola na cidade de Minab no começo da guerra, cuja responsabilidade o ir atribuiu a Israel e aos Estados Unidos.

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“Se a Copa acontecesse nessas condições, quem em sã consciência mandaria sua seleção nacional para um lugar assim?”, acrescentou o dirigente.

O Irã tem agendado dois dos seus três jogos da fase de grupos do Mundial em Los Angeles, contra Bélgica e Nova Zelândia, e um em Seattle, contra o Egito.

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O Irã foi o segundo país da Ásia a se classificar para a Copa do Mundo da FIFA de 2026. Foto: FIFA

A Austrália concedeu também a cinco jogadoras da seleção iraniana feminina que foram chamadas de “traidoras” pelo regime de Teerã depois de terem se recusado a cantar o hino nacional antes de um jogo da Copa da Ásia, que acontece no país da Oceania, em meio à guerra no Oriente Médio desde o início da intervenção de Israel e Estados Unidos no Irã no dia 28 de fevereiro.

Essa decisão foi motivada pelo risco de os atletas serem perseguidos ao retornarem, anunciou nesta terça-feira o ministro do Interior australiano, Tony Burke.

As jogadoras se concentraram em silêncio durante a execução do hino do Irã antes da estreia contra a Coreia do Sul, dois dias depois do início da guerra. Nos dois jogos seguintes na competição, elas cantaram o hino.

Essa atitude foi interpretada como um ato de rebeldia, e um apresentador da televisão estatal chamou as jogadoras de “traidoras em tempos de guerra”.

Várias pessoas pediram à Austrália que garantisse a segurança das iranianas, incluindo o presidente americano, Donald Trump.

“Já estão cuidando de cinco delas, e as demais seguirão o mesmo caminho. Alguns, no entanto, sentem que devem retornar [ao Irã] porque temem pela segurança de suas famílias”, disse Trump na segunda-feira, após uma conversa com o primeiro-ministro australiano.

Na semana passada, o presidente da FFIRI já havia levantado dúvidas sobre a participação do Irã na Copa do Mundo, que será disputada de 11 de junho a 19 de julho.

© Agence France-Presse

Qual horário dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

Os jogos do Brasil no caminho para o Hexa já são conhecidos. Brasil abre a participação na Copa do Mundo 2026 contra Marrocos em Nova Jersey em 13/6.

Jogos do Brasil na Copa do Mundo
Data Horário Dia da semana Local Jogo
13 de junho 19h Sábado New Jersey – Estádio MetLife
Brasil x
Marrocos
19 de junho 22h Sexta Filadélfia – Lincoln Financial Field
Brasil x
Haiti
24 de junho 19h Quarta Miami – Estádio Hard Rock
Brasil x
Escócia

Veja locais e horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo 2026

A Seleção Brasileira já conhece o caminho que percorrerá na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026. A estreia será no dia 13 de junho, contra Marrocos, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, às 19h (horário de Brasília). Será o primeiro passo do time comandado por Carlo Ancelotti na busca pelo hexacampeonato.

Na segunda rodada, o Brasil volta a campo no dia 19 de junho, quando encara o Haiti no Lincoln Financial Field, na Filadélfia, às 22h (horário de Brasília). Já o encerramento da primeira fase está marcado para o dia 24 de junho, contra a Escócia, no Hard Rock Stadium, em Miami, também às 19h (horário de Brasília).

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Horários dos jogos do Brasil na Copa do Mundo; Arte: TVT News, com apoio de IA

Conseguindo a classificação para a fase de 16 avos de final, a seleção vai enfrentar um adversário do Grupo F (Holanda, Japão, Tunísia e Europa B – Ucrânia, Suécia, Albânia ou Polônia) no dia 29 de junho. O jogo será em Houston se o Brasil fechar em primeiro a fase de grupos. Ficando em segundo, o time nacional jogará em Monterrey.

Jogos da Copa do Mundo

A tabela completa do torneio foi divulgada em evento na tarde deste sábado (06) comandado pelo presidente da Fifa, Gianni Infantino, com participação dos ex-jogadores Ronaldo,Totti, Stoichkov e Lalas. A cerimônia ocorreu no Hilton Capital Hotel em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo 2026 será realizada entre 11 de junho e 19 de julho de 2026 com a sede compartilhada em 16 cidades divididas entre México, Estados Unidos e Canadá. Os grupos foram definidos nesta sexta-feira (5) em sorteio no Kennedy Center, em Washington (Estados Unidos).

A Copa do Mundo de 2026 reunirá 48 seleções e terá o total de 104 jogos. O jogo de abertura, entre México e África do Sul, será disputado no dia 11 de junho de 2026, no Estádio Azteca, na Cidade do México (México). Já a grande decisão está programada para o dia 19 de julho de 2026, no MetLife Stadium, em Nova Jersey (Estados Unidos).

Quais são os grupos da Copa do Mundo 2026

Confira os grupos da Copa de 2026 completos:

Grupo A: México, Coreia do Sul, África do Sul e Europa D (República Tcheca, Irlanda, Dinamarca ou Macedônia do Norte).

Grupo B: Canadá, Suíça, Catar e Europa A (Itália, Irlanda do Norte, País de Gales e Bósnia).

Grupo C: Brasil, Marrocos, Escócia e Haiti

Grupo D: Estados Unidos, Austrália, Paraguai e Europa C (Turquia, Romênia, Eslováquia ou Kosovo)

Grupo E: Alemanha, Equador, Costa do Marfim e Curaçau

Grupo F: Holanda, Japão, Tunísia e Europa B (Ucrânia, Suécia, Polônia ou Albânia)

Grupo G: Bélgica, Irã, Egito e Nova Zelândia.

Grupo H: Espanha, Uruguai, Arábia Saudita e Cabo Verde.

Grupo I: França, Senegal, Noruega e Intercontinental 2 (Bolívia, Suriname ou Iraque).

Grupo J: Argentina, Áustria, Argélia e Jordânia.

Grupo K: Portugal, Colômbia, Uzbequistão e Intercontinental 1 (RD Congo, Jamaica ou Nova Caledônia).

Grupo L: Inglaterra, Croácia, Panamá e Gana.

Qual o caminho do Brasil na Copa do Mundo?

Adversários do Brasil na Fase de Grupos

  • 1ª rodada – 13 de junho (sábado) – Brasil x Marrocos
  • 2ª rodada – 19 de junho (sexta-feira) – Brasil x Haiti
  • 3ª rodada – 24 de junho (quarta-feira) – Escócia x Brasil

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Resistência do Irã pressiona Estados Unidos a encerrarem guerra

10 de Março de 2026, 16:39

A capacidade de resistência da República Islâmica do Irã e as retaliações contra aliados dos Estados Unidos (EUA) no Golfo Pérsico, assim como os impactos sobre o comércio do petróleo, estão pressionando a Casa Branca a encerrar o conflito sem alcançar o objetivo de “mudança de regime” em Teerã. Essa é avaliação de especialistas consultados pela Agência Brasil. Leia em TVT News.

O cientista político e especialista em geopolítica Ali Ramos destacou que o Irã conseguiu afetar o sistema de radares dos EUA no Oriente Médio e impôs perdas importantes à cadeia do petróleo global. 

“Os EUA não têm como derrubar o governo iraniano sem invasão terrestre, o que traria baixas gigantescas. A topografia do Irã inviabiliza qualquer ação rápida. Os EUA simplesmente entraram num atoleiro e Trump não sabe como sair”, avalia o especialista em defesa e estudos sobre a Ásia.

Os radares dos EUA no Oriente Médio afetados por Teerã eram responsáveis pela interceptação dos mísseis iranianos. Há relatos de radares atingidos no Kuwait, Catar, Arábia Saudita, Bahrein e Emirados Árabes Unidos, segundo análise de imagens de satélites e vídeos do jornal New York Times.

“Toda essa cobertura satelital e de radar faz com que os EUA tenham olhos no terreno. Com isso degradado, as baixas aumentam, o tempo do alerta [contra mísseis do Irã] em Israel diminui. Por isso, agora tem vídeo de mísseis entrando toda hora em Israel, que os interceptadores não conseguem mais barrar”, completou.

Aliados de Washington no Golfo passaram a pedir o fim do conflito, como o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Catar, Majed al-Ansari.

“Chegar rapidamente à mesa de negociações e suspender os ataques serviria aos interesses dos povos da região, bem como à paz e segurança internacionais, além de fortalecer a estabilidade econômica global”, disse al-Ansari, de acordo com Al Jazzera.

Sem troca de regime

O professor de relações internacionais do Ibmec São Paulo (SP) Alexandre Pires ponderou à Agência Brasil que os EUA esperavam conseguir uma troca de regime rápida por meio do assassinato do líder Supremo Ali Khamenei.

“O Irã tem apresentado uma resiliência muito mais forte do que se esperava. Inclusive, escolhendo uma liderança suprema sem nenhum tipo de negociação, e que dá um sinal de que o regime vai continuar na mesma linha que já seguia com o Khamenei”, comentou. 

Pires acrescentou que a pressão sobre os mercados do petróleo, que levou o presidente estadunidense Donald Trump a relaxar as sanções contra a Rússia para aliviar os preços no mercado global, tem preocupado os aliados de Trump no mundo e internamente, com o preço do combustível aumentando nos EUA.

“Ainda que tenha sido dito no início que duraria quatro, cinco semanas, obviamente que esse não era o tempo que os EUA queriam. Isso vai fazendo com que os EUA mudem talvez o foco atual de uma guerra completa, de ter que ficar o tempo necessário até você ter uma troca das lideranças”, completou.

Donald Trump disse nesta terca-feira, em entrevista à Fox News, que não ficou feliz com a escolha do novo líder Supremo so Irã, mas que “é possível” que venha a negociar com Teerã.

Israel

Para o especialista do Ibmec SP Alexandre Pires, Israel deve resistir a encerrar o conflito uma vez que quer aproveitar o máximo para enfraquecer o Irã.

“Há um certo sinal de divisão nos dois aliados. Isso não foi tornado público, mas há um sinal de falas contraditórias de um lado e de outro”, disse.  

Para Pires, o Irã conseguiu afetar a cadeia do petróleo ao bloquear o canal comercial do Golfo Pérsico, Estreito de Ormuz e Golfo de Oman.  

“Isso faz com que tentem forçar um recuo ou uma negociação americana-israelense em razão da pressão feita pela comunidade internacional sobre Israel e EUA com relação à cadeia energética mundial”, completou.

Em entrevista nesta terça-feira (10), o ministro das relações exteriores de Israel, Gideon Saar, disse que o país não quer uma guerra sem fim.

“Consultaremos nossos amigos americanos quando acharmos que é o momento certo para isso. Não estamos buscando uma guerra sem fim”, disse Saar a repórteres em Jerusalém, segundo noticiou o jornal israelense The Times of Israel.

Repercussões regionais

Uma das dificuldades para encerrar a guerra, na avaliação do cientista político Ali Ramos, é porque a manutenção do regime no Irã representaria uma derrota para Casa Branca.  

“O Irã vai ser o primeiro país da história que atacou tantas bases dos EUA ao mesmo tempo e sobreviveu. É por isso o desespero do Trump. Os países da região não vão mais confiar nos EUA no médio e longo prazo enquanto garantidor da sua segurança”, disse.

Ramos argumenta que a guerra contra o Irã deve modificar a arquitetura de poder e segurança do Oriente Médio ao mostrar que as bases dos EUA na região não poderiam defender os países aliados da Casa Branca.  

“Isso já estava acontecendo, os Emirados Árabes Unidos já firmaram um pacto de defesa com a Índia, a Arábia Saudita com o Paquistão”, completou.

Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil

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6° dia de guerra: últimos acontecimentos no conflito do Oriente Médio

5 de Março de 2026, 10:11

Confira os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio com a TVT News.

Últimos acontecimentos do 6° dia de guerra no Oriente Médio

  • Guarda Revolucionária afirma que lançou mísseis contra o aeroporto internacional de Israel (Aeroporto de Ben Gurion)
  • Drones do Irã atacam Azerbaijão
  • Relatos de explosões no Catar, Bahrein e Arábia Saudita
  • Navio de guerra do Irã segue para o Sri Lanka
  • China suspende exportação de gasolina
  • Beirute segue sob ataque de Israel
  • Número de mortos no Irã desde o início dos ataques subiu para 1.230, de acordo com uma agência de notícias oficial.

Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio


Acompanhe os acontecimentos mais recentes da guerra no Oriente Médio

Israel volta a atacar Beirute e suas tropas avançam no sul do Líbano

Israel lançou novos ataques aéreos contra o Líbano pelo quarto dia consecutivo nesta quinta-feira (5), enquanto seu Exército avançava em várias cidades fronteiriças no sul do país.

Reforços europeus ao Chipre

Espanha e Itália anunciaram nesta quinta-feira que enviarão recursos navais ao Chipre, quatro dias após um ataque de drones iranianos contra a base britânica de Akrotiri, na ilha do Mediterrâneo.

Os reforços navais serão adicionados aos navios de guerra enviados pela França e pela Grécia, e aos que o Reino Unido ainda deve enviar. O ministro da Defesa britânico, John Healey, visita a ilha nesta quinta-feira.

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Estreito de Ormuz segue fechado, petróleo segue em alta

As Bolsas de Seul e Tóquio registraram altas expressivas nesta quinta-feira (5), após quedas acentuadas nos dias anteriores devido ao impacto da guerra no Oriente Médio, enquanto o petróleo seguia em alta, à espera de uma solução para a guerra.

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O Estreito de Ormuz está localizado entre o sul do Irã e o norte dos Emirados Árabes Unidos e Omã e é a principal rota de exportação de petróleo dos países do Golfo. Imagem: Wikimedia Commons

Irã reivindica ataque ao aeroporto Ben Gurion

A Guarda Revolucionária afirmou que lançou mísseis contra o aeroporto internacional Ben Gurion, perto de Tel Aviv, e contra uma base aérea israelense situada no mesmo local.

Azerbaijão atingido

Duas pessoas ficaram feridas nesta quinta-feira no exclave azerbaijano de Nakhichevan, após o impacto de dois drones disparados do Irã contra um aeroporto e as imediações de uma escola, segundo as autoridades.

Irã envia outro navio ao Sri Lanka

Um segundo navio de guerra iraniano segue para o Sri Lanka, no Oceano Índico, um dia após um submarino americano torpedear uma fragata iraniana, informou o ministro cingalês da Comunicação, Nalinda Jayatissa.

O chanceler do Irã, Abbas Araghchi, acusou o governo dos Estados Unidos de cometer uma “atrocidade” ao afundar o navio de guerra e advertiu que o país “lamentará amargamente” o precedente criado.

O Sri Lanka afirmou que recuperou os corpos de 84 marinheiros do navio. Quase 30 tripulantes foram resgatados com ferimentos graves e dezenas continuam desaparecidos.

Explosões no Catar, Bahrein e Arábia Saudita

O Catar é alvo de um “ataque com mísseis” que seus sistemas de defesa “tentam interceptar”, anunciou o Ministério da Defesa pouco após fortes explosões na capital, Doha. Jornalistas da AFP também ouviram explosões na capital do Bahrein, Manama.

Na Arábia Saudita, três mísseis e vários drones foram interceptados, indicou o Ministério da Defesa no X.

Em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, seis trabalhadores estrangeiros ficaram feridos em uma área industrial devido à queda dos destroços de um drone interceptado, informaram as autoridades locais.

EUA pedem a Israel para seguir “até o fim”

O ministro da Defesa israelense, Israel Katz, afirmou que seu homólogo americano, Pete Hegseth, o instou a prosseguir com a operação “até o fim”.

“O secretário de Defesa disse: ‘Sigam em frente até o fim, estamos com vocês'”, afirmou Katz, segundo um comunicado do gabinete do ministro israelense.

Irã acusa EUA e Israel de ataques “deliberados” contra civis

O Irã acusou Estados Unidos e Israel de ataques “deliberados” contra áreas civis.

“Nosso povo está sendo brutalmente massacrado enquanto os agressores miram deliberadamente áreas civis e qualquer lugar que acreditam que provocará o máximo sofrimento e perdas humanas”, afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esmail Baqai, no X.

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Nesta foto aérea divulgada pelo Centro de Imprensa Iraniano, pessoas em luto cavam sepulturas durante o funeral de crianças mortas em um ataque a uma escola primária na província de Hormozgan, em Minab, Irã, em 3 de março de 2026. A mídia iraniana noticiou centenas de vítimas iranianas, inclusive em uma escola feminina. A guerra iniciada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã se espalhou pelo Oriente Médio, ameaçando mergulhar a economia global no caos, com o Líbano e os exportadores de energia do Golfo arrastados para o conflito. (Foto: Centro de Imprensa Iraniano / AFP) / XGTY / USO RESTRITO A FINS EDITORIAIS

Ataques em Teerã

O Exército israelense lançou outra série de ataques “em larga escala” contra Teerã. Os alvos eram “as infraestruturas do regime” iraniano, segundo um comunicado militar.

A agência de notícias iraniana Tasnim relatou várias explosões na capital.

Internet cortada

O corte de internet no Irã já dura cinco dias. “A conectividade permanece em torno de 1% do nível habitual”, informou o site especializado em cibersegurança NetBlocks.

Suposta morte de líder do Hamas

A agência estatal de notícias libanesa ANI afirmou que um ataque israelense matou um chefe do movimento islamista Hamas em um campo de refugiados palestinos no norte do Líbano.

Wasim Atallah al Ali e sua esposa morreram quando “um drone inimigo atacou sua residência” no campo de Beddawi, perto de Trípoli, durante a noite, informou a ANI, que o descreveu como um alto comandante do Hamas.

Guerra no Oriente Médoi é teste para a economia mundial, diz FMI

O conflito no Oriente Médio está colocando “mais uma vez à prova” a resiliência econômica mundial, afirmou a diretora geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva

“Se o conflito se prolongar, é evidente que poderia afetar os preços mundiais da energia, a confiança dos mercados, o crescimento e a inflação, além de representar novas exigências aos líderes políticos em todo o mundo”, declarou.

China determina suspensão das exportações de gasolina

A China pediu às suas principais refinarias que suspendam as exportações de diesel e gasolina porque a guerra representa um risco de escassez de abastecimento, informou a agência Bloomberg.

Explosão de petroleiro no Kuwait –

Um petroleiro foi atingido por uma “grande explosão” perto do Kuwait, o que provocou um vazamento de combustível, informou a agência britânica de segurança marítima UKMTO.

Beirute, atingida mais uma vez

O leste e o sul de Beirute, redutos do movimento pró-iraniano Hezbollah, foram alvos de novos ataques aéreos na madrugada de quinta-feira.

A agência de notícias libanesa ANI afirmou que seis membros de duas famílias morreram em ataques aéreos no sul do país: um prefeito e sua esposa na região de Nabatiye e um casal e seus dois filhos em uma localidade vizinha.

© Agence France-Presse

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Lula faz apelo à paz, condena corrida armamentista e critica ONU

4 de Março de 2026, 14:58

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um apelo, nesta quarta-feira (4), para que líderes globais busquem a paz em meio ao cenário recente de guerras e que priorizem o combate à fome no lugar de gastos com armamentos. Leia em TVT News.

“Se pegássemos o dinheiro que foi gasto, no ano passado, em armamentos, em conflitos – o equivalente a US$ 2,7 trilhões – e dividíssemos entre os 630 milhões de seres humanos que, no planeta, passam fome, daria pra ter distribuído US$ 4.285 para cada pessoa. Vocês percebem que não precisaria ter fome no mundo se houvesse o bom senso dos governantes?”, disse o presidente. 

Durante a abertura da 39ª Conferência Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a América Latina e o Caribe, Lula destacou que a região é “a única zona de paz no mundo”.

“Aqui no Brasil, temos a opção de não possuir armas nucleares na nossa Constituição. Há muito tempo, a gente chegou à conclusão de que aquele ditado que diz que quem quer paz se prepara para a guerra é para quem quer fazer guerra. Nós queremos paz porque a paz é a única possibilidade de fazer com que a humanidade avance.”

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Conselho de Segurança

Em sua fala, Lula fez um apelo direto aos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU): França, Inglaterra, Rússia, China e Estados Unidos.

“Se esses senhores, que coordenam o Conselho de Segurança como membros permanentes da ONU, se preocupassem com essa questão da fome neste instante ao invés de ficarem discutindo, como agora está se discutindo na Europa, o fortalecimento do armamento dos países, investimentos na defesa.”

“Está todo mundo pensando que vão se agravar os conflitos. E todo mundo quer mais armas, todo mundo quer mais bomba atômica, todo mundo quer mais drone, todo mundo quer aviões de caça cada vez mais caros. E tudo isso não é feito para construir ou para produzir alimentos. Isso é feito para destruir e para diminuir a produção de alimentos ou destruir aquilo que já está plantado.”

Faixa de Gaza

Em seu discurso, Lula também criticou a criação, por parte do governo estadunidense de Donald Trump, do chamado Conselho de Paz, voltado para a reconstrução da Faixa de Gaza.

“Compensou destruir Gaza, matando a quantidade de mulheres e crianças que mataram, para agora aparecerem com pompa, criando um conselho para dizer: ‘Vamos reconstruir Gaza’? Aí aparece como se fosse um resort, para passar férias no lugar onde estão os cadáveres das mulheres e das crianças que morreram.”

“Muitas vezes, a gente fica impassível. E, se a gente não gritar, não falar, não se mexer, nada acontece”, disse. “A fome não é por um problema de intempéries, não é porque tem excesso de frio e excesso de calor. A fome só existe porque existe uma coisa chamada excesso de irresponsabilidade naqueles que são eleitos para ter responsabilidade”, completou.

Nações Unidas

Ao final do pronunciamento, Lula agradeceu o que chamou de “papel extraordinário” que a FAO, segundo ele, mantém como instituição das Nações Unidas. “A ONU está ficando desacreditada. A ONU não está cumprindo aquilo que está escrito na sua carta de criação, em 1945”.

“A ONU está cedendo ao fatalismo dos senhores das guerras e não tem espaço para senhores da paz. Por que a ONU já não convocou uma conferência mundial para discutir esses conflitos?”, questionou o presidente.

“Vocês acham normal o presidente Trump ficar, todo dia, dizendo: ‘Tenho o maior navio do mundo, tenho o maior exército do mundo’. Por que ele não fala: ‘Tenho a maior capacidade de produção de alimento do mundo, tenho como distribuir alimento’. Não era muito mais simples? E soaria melhor aos nossos ouvidos”, concluiu.

Brasília (DF), 04/03/2026 - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Diretor-Geral da FAO, Qu Dongyu, participam da cerimônia de abertura da 39ª Conferência Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a América Latina e o Caribe (LARC39), no Palácio Itamaraty. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o Diretor-Geral da FAO, Qu Dongyu, participam da cerimônia de abertura da 39ª Conferência Regional da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) para a América Latina e o Caribe (LARC39), no Palácio Itamaraty. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Paula Laboissière – Repórter da Agência Brasil

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Irã sinaliza levar guerra “ao limite” após míssil chegar à Turquia

4 de Março de 2026, 14:05

O míssil procedente do Irã abatido pela Turquia, nesta quarta-feira (4), sinaliza que Teerã pode levar a guerra “ao limite” para mostrar aos adversários que o conflito poderia sair do controle, impondo perda a toda a região, aos Estados Unidos (EUA) e a Israel. Leia em TVT News.

Essa é a avaliação do professor de relações internacionais da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de Minas, Danny Zahreddine. Por ser um país da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), o envolvimento da Turquia poderia arrastar mais países para a guerra.

Para Zahreddine, que também é oficial de artilharia da reserva do Exército brasileiro, o Irã adotou a estratégia de “brinkmanship”, que é levar uma situação à “beira do abismo”.

“É a estratégia de ‘bailar à beira de um abismo pedregoso’. É mostrar aos inimigos que, em um determinado ponto, a guerra pode sair do controle. E, ao sair do controle, todos vão perder muito, inclusive quem ataca” avalia Danny, professor brasileiro de origem libanesa que se especializou em conflitos no Oriente Médio.

Ele argumenta que, ao atacar bases dos EUA em 12 países do Golfo, e lançar um míssil sobre a Turquia, que vinha apoiando os esforços de Teerã para barrar a guerra, o governo iraniano sinaliza que está disposto a “cair no abismo”.

“Isso mostra o tamanho do custo que o Irã está disposto a assumir. E quando você convence o seu oponente que está disposto a morrer junto com você, isso aumenta muito o custo da ação”, completou.

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Turquia: país da Otan

Em nota oficial, o Ministério da Defesa da Turquia informou que um míssil procedente do Irã foi abatido após cruzar os espaços aéreos do Iraque e da Síria, tendo sido interceptado por baterias antiaéreas da Otan, sem vítimas ou feridos.

“Lembramos que nos reservamos o direito de responder a qualquer atitude hostil contra o nosso país. Instamos todas as partes a se absterem de ações que possam agravar ainda mais o conflito na região, diz comunicado de Ancara.

Nesse contexto, acrescenta o documento, “continuaremos a consultar a Otan e nossos demais aliados”. 

O Irã ainda não comentou oficialmente o caso. A Turquia, vizinha a oeste do Irã, é um dos países que condenou a agressão militar de Israel e EUA contra Teerã.

O presidente da Turquia, Tayyip Erdogan, disse se tratar de uma violação do direito internacional e “uma clara violação da soberania do Irã, mas também visa a paz e o bem-estar do povo amigo e irmão do Irã”. 

Curdos do Irã incomodam Turquia

A imprensa dos EUA tem publicado, com base em fontes anônimas, que a CIA [Agência Central de Inteligência] estaria tentando armar grupos separatistas curdos no Irã para lutarem contra o governo de Teerã.  

Espalhado por países como Turquia, Irã, Iraque e Síria, o povo curdo forma uma etnia própria que, em alguns casos, luta pela formação de um estado nacional, que seria o Curdiquistão.

O governo de Ancara é um dos adversários da autodeterminação nacional dos curdos, uma vez que o futuro Estado tomaria parte do território atual da Turquia. No Irã, há grupos curdos considerados separatistas e terroristas pelo governo local.

O analista militar e de geopolítica Robinson Farinazzo, oficial da reserva da Marinha do Brasil, alerta que a suposta estratégia de armar os curdos do Irã pode irritar Erdogan, aliado dos EUA na Otan.  

“O Curdiquistão independente não é uma coisa que os turcos querem. Com isso, temos uma incógnita bastante grande. Se começarem a apoiar os curdos contra o Irã, será que a Turquia vai gostar disso? A grande incógnita é como a Turquia vai agir nessa situação porque agora os interesses dela estão em risco”, disse à Agência Brasil.

Plano B dos EUA e Israel

O professor da PUC de Minas Danny Zahreddine argumenta que o “plano B” de Washington e Tel Aviv para derrubar o regime de Teerã é justamente o apoio aos grupos separatistas curdos. Porém, ele ressalta que não há unidade entre a comunidade curda iraniana.

“Há uma parte disposta a tentar se colocar contra o governo e outra que não está disposta. Esse é um projeto muito perigoso para os curdos. A história já revelou que toda vez que os curdos são armados para se colocar contra um governo em favor dos EUA, em determinado momento eles são abandonados”, disse.

O especialista em Oriente Médio lembrou que o Irã atacou, nos últimos dias, posições de grupos curdos no norte do Iraque e dentro do próprio Irã, “para tentar demovê-los de qualquer ideia de entrar nesse tipo de ação”.

Para Zahreddine, não há, neste momento, outros grupos opositores com capacidade ou condições de enfrentar Teerã, como gostariam Israel e EUA, devido aos custos que esses grupos enfrentariam em meio a uma guerra de agressão estrangeira contra o Irã.

“Mesmo que tivesse uma posição doméstica contra o governo, eles estão vivendo 40 dias de luto pela morte do Khamenei e existe um aparato de segurança que é completamente fiel ainda ao regime”, completou.

O tempo a favor do Irã

Apesar dos números de poderio militar serem favoráveis aos EUA e a Israel, que contam com mais recursos que os iranianos, o tempo estaria a favor de Teerã, na avaliação do oficial da reserva da Marinha brasileira, Robinson Farinazzo.  

“Se o Irã resistir e essa guerra se prolongar mesmo, prolongar indefinidamente, isso vai ser o maior problema da história deles, desde a guerra do Vietnã. Aí vira um vietnã mesmo. você vai ter muito questionamento na sociedade americana”, comentou.

Zahreddine avalia que é “surpreendente” como o Irã tem conseguido resistir, o que mostraria um bom preparo após a guerra de 12 dias, em junho de 2025.

“Hoje eles produzem por volta de 150 drones por dia. Imagina os milhares de drones que são produzidos nesses nove meses para cá. Tem a produção também dos mísseis balísticos. Eles têm um arsenal para uma guerra longa. Agora, a questão é o quanto eles resistem aos intensos ataques dos EUA e Israel”, avaliou.

Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil

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Finalíssima corre risco de não acontecer no Catar; Miami e Londres são opções

3 de Março de 2026, 17:27

Finalíssima, partida entre Argentina, campeã da Copa América, e Espanha, campeã da Eurocopa, marcada para acontecer em 27 de março no Catar pode não acontecer. Os conflitos no Oriente Médio podem enviar a Finalíssima para outra lugar. Leia em TVT News.

Catar suspende todas as competições esportivas e Finalíssima pode ser afetada

Da AFP em Doha, Catar

A Federação de Futebol do Catar (QFA) anunciou no domingo (1º) a suspensão de todas as suas competições devido ao conflito no Oriente Médio, sem especificar se a Finalíssima entre Argentina e Espanha ainda ocorrerá na data prevista de 27 de março.

A QFA “anuncia o adiamento de todos os seus torneios, competições e partidas, com efeito imediato e até novo aviso”, anunciou a federação em sua conta oficial no Twitter neste domingo.

“As novas datas para a retomada das competições serão anunciadas oportunamente pelos canais oficiais da federação”, acrescentou a QFA.

O comunicado não menciona especificamente a Finalíssima, marcada para o dia 27 de março no Estádio Lusail, perto de Doha, entre os atuais campeões da Copa América e da Eurocopa, a Argentina de Lionel Messi e a Espanha de Lamine Yamal.

A Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF) explicou que no sábado convocou “um comitê de crise para estabelecer medidas de apoio aos profissionais do futebol que trabalham e residem nos diversos países do Oriente Médio envolvidos no conflito armado que começou nas últimas horas”, mas não ofereceu mais detalhes sobre a realização ou não da Finalíssima.

O anúncio da QFA surge poucas horas depois de a Confederação Asiática de Futebol (AFC) ter anunciado o adiamento de todos os jogos das copas da Ásia agendados para domingo e segunda-feira no Oriente Médio, incluindo a Liga dos Campeões, devido aos ataques dos EUA e de Israel contra o Irã.

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Agentes da Defesa Civil libanesa inspecionam danos na vila de Houch el-Rafqa, no Vale do Bekaa, após ataque aéreo de Israel. Foto: AFP

As tensões no Oriente Médio aumentaram desde essa ação no sábado, que resultou na morte do Líder Supremo da República Islâmica, o Aiatolá Ali Khamenei, e levou o Irã a responder com ataques de mísseis contra vários países da região.

© Agence France-Presse

Miami e Londres podem ser alternativas ao Catar para receber a Finalíssima

Com toda a instabilidade no Oriente Mèdio, em que vários países na região são alvos de ataques com mísseis, entre eles o Catar, a realização da Finalíssima está em risco. A competição de jogo único entre Espanha (seleção campeã europeia em 2024) e a Argentina (campeã sul-americana em 2024) está agendada para 27 de março, no Estádio Lusail.

Assim, a CONMEBOL e a UEFA – organizadores do jogo – pensam em mudá-la de local, até porque o espaço aéreo do país está fechado. Deste modo, de acordo com a o jornal ‘Marca’, Miami e Londres são apontadas como as alternativas mais sólidas, até para minimizar perdas financeiras, evitando que a competição deixe de se realizar.

Segundo o Marca, Miami seria uma opção viável porque irá sediar jogos da Copa do Mundo de 2026 e esta partida poderia servir como teste. Por outro lado, Londres já recebeu a Finalíssima de 2022, quando a Argentina venceu a Itália. Em favor de Londres está o fato de ser um destino mais próximo para a grande maioria dos jogadores de ambas as seleções, que jogam em clubes europeus.

Com informações do jornal Record, de Portugal

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Ataque à Assembleia no Irã tenta impedir sucessão de Khamenei, diz Sheik

3 de Março de 2026, 17:06

O prédio da Assembleia de Peritos do Irã, órgão responsável por escolher o sucessor do líder supremo foi atacado por Israel nesta terça-feira (3). A informação foi confirmada em entrevista exclusiva ao Jornal TVT News Primeira Edição por Ruhollah Shamshiri, conhecido como Sheik Salman, diretamente da cidade de Qom.

Segundo o religioso, o ataque ocorreu enquanto os integrantes do colegiado religioso estavam reunidos. “Agora mesmo, enquanto estava falando com vocês, naquele mesmo lugar em que todo esse grupo religioso que vai ter que escolher o sucessor de Khamenei, ele foi atacado. Meus amigos me avisaram agora mesmo, foi atacado. Eles querem impedir que ocorra esse processo”, afirmou.

A Assembleia de Peritos é composta por 88 aiatolás e, de acordo com a Constituição iraniana, é a única instância com autoridade para nomear o novo líder supremo após a morte de Ali Khamenei, que teria sido assassinado em ataques israelenses e estadunidenses no último domingo (1º). Até o momento, não houve confirmação oficial do governo iraniano sobre o bombardeio ao prédio da assembleia.

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Sucessão de Khamenei

Para Sheik Salman, a ofensiva tem objetivo político claro. “A lei iraniana mostra que esse grupo é o único que tem direito de escolher o sucessor de Khamenei”, destacou, sugerindo que o ataque buscaria desorganizar o processo sucessório e aprofundar a instabilidade institucional no país.

A escalada militar também atingiu a cidade de Qom, um dos principais centros religiosos do Irã. De acordo com o religioso, mísseis americanos atingiram a região. “Infelizmente, também nossa cidade, Qom, foi atingida por mísseis americanos. Mas o Irã se rendeu ou vai continuar? Isso mostra que o Irã vai continuar esta guerra e pode vencer esta guerra”, declarou.

Em tom de resistência, ele citou o último discurso do aiatolá Ali Khomeini, que, segundo ele, reafirmou a disposição do país de não aceitar negociações sob pressão. “O Irã não vai se render, o Irã não vai aceitar essa humilhação. O Irã tem uma cultura valiosa e não vai aceitar se sentar ao lado de um presidente como Trump”, afirmou, em referência ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Sheik Salman também acusou os Estados Unidos de atacarem alvos civis. “O senhor mencionou os ataques a hospitais. Isso é bem claro, eles sempre atacaram lugares que não são militares”, disse, ao comentar denúncias de bombardeios a estruturas como hospitais e residências.

Recado do Sheik

Apesar do cenário de destruição, o religioso afirma que a população não está intimidada. “A situação do povo iraniano, se o Irã sente medo ou terror? Eles querem isso, mas o Irã não tem medo”, declarou. Segundo ele, mesmo após os bombardeios, milhões de pessoas saíram às ruas durante a madrugada para demonstrar apoio à Revolução Islâmica. “Sim, o Irã está com hospitais destruídos, com casas destruídas. Nós sofremos. Mas ainda continuamos.”

A entrevista ocorre em meio ao agravamento do conflito envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos, com ataques cruzados e aumento das tensões diplomáticas. Para o Sheik Salman, porém, a mensagem oficial é de continuidade da resistência e de manutenção do processo institucional de escolha do novo líder supremo, apesar das ofensivas militares.

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Assassinato de líder do Irã não vai provocar colapso do regime, diz historiadora

3 de Março de 2026, 15:39

O assassinato do líder supremo do Irã, Aiatolá Khamenei, em meio a negociações diplomáticas representa uma escalada grave, imprevisível e de consequências incertas para o Oriente Médio. A avaliação é da historiadora Samira Adel Osman, professora de História da Ásia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e pesquisadora do Irã, em entrevista ao Jornal TVT News Primeira Edição. Leia em TVT News.

Para ela, o ataque promovido pelos Estados Unidos — anunciado sob justificativas que classificou como “invenções” e “fanfarronices” — surpreendeu não apenas pela violência, mas pelo timing. “Isso aconteceu justamente no momento em que as negociações estavam em curso. Talvez o ataque surpresa tenha chocado ainda mais”, afirmou.

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Samira foi enfática ao classificar o episódio como assassinato. “Não há outro nome”, disse, ressaltando o peso simbólico da liderança suprema não apenas para o Estado iraniano, mas para os xiitas em diferentes países. Segundo a historiadora, trata-se de uma autoridade religiosa com estatura comparável à de um papa para os católicos, guardadas as diferenças institucionais entre islamismo e cristianismo.

Apesar da gravidade do episódio, ela rechaça a ideia de que a morte do líder provoque colapso institucional. “O Irã tem uma estrutura de poder bem estabelecida, que não se limita ao líder supremo e não acaba com a Presidência”, explicou. Há, segundo ela, múltiplas camadas de poder — incluindo assembleias, conselhos religiosos e estruturas militares — capazes de reorganizar rapidamente o comando do país.

Guarda Revolucionária como pilar

No centro dessa engrenagem está a Guarda Revolucionária Iraniana. Para Samira, trata-se do principal pilar político, militar, ideológico e moral do regime instaurado após a Revolução de 1979.

“A ideia de que se mata o líder e tudo desmorona, como um castelo de cartas, revela desconhecimento da estrutura iraniana”, afirmou. A Guarda, segundo ela, não atua apenas na proteção militar ou nos programas estratégicos, mas como guardiã dos princípios fundadores da República Islâmica.

A historiadora destacou que essa força não se restringe às grandes cidades. Sua capilaridade territorial permite presença em áreas periféricas e rurais, consolidando vínculos sociais e políticos que dificultam qualquer mudança abrupta de regime. “Seria necessário algo muito mais profundo do que a morte de um líder para desmontar essa estrutura”, avaliou.

Ela também considera improvável qualquer “virada de lado” da Guarda, como chegou a sugerir o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Ideologicamente, é a parte mais estruturada do poder. Não é algo que se desfaça por intervenção externa ou promessa de recomposição política”, afirmou.

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Uma pessoa segura uma foto do líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, que foi morto em ataques conjuntos dos EUA e de Israel, enquanto pessoas lamentam sua morte em uma praça em Teerã, em 1º de março de 2026. O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã desde 1989 e inimigo declarado do Ocidente, foi morto no primeiro ataque de uma ofensiva massiva dos EUA e de Israel que se estendeu por um segundo dia, em 1º de março, enquanto as duas potências buscam derrubar a república islâmica. (Foto de ATTA KENARE / AFP)

Preconceito e “orientalismo”

Samira criticou duramente a cobertura da mídia ocidental e brasileira sobre o conflito. Para ela, há uma leitura marcada por preconceitos históricos contra o mundo islâmico, que desumanizam sociedades inteiras e naturalizam ações violentas.

Ao comentar editoriais que relativizam o assassinato, a professora comparou a situação à hipótese de execução de um papa. “Imagine se o papa fosse assassinado e a reação fosse de ligeireza”, disse.

A análise dialoga com o conceito de “orientalismo” formulado por Edward Said. Segundo Samira, a construção histórica do Islã como ameaça permanente — associada a fanatismo, terrorismo e radicalismo — alimenta uma narrativa que legitima intervenções e guerras.

Ela lembrou que, ao longo das últimas décadas, aliados e inimigos dos Estados Unidos variaram conforme interesses estratégicos, citando como exemplos o Iraque de Saddam Hussein e o Talibã no Afeganistão. “Depende da conjuntura e dos interesses imperialistas”, afirmou.

No contexto pós-Guerra Fria, acrescentou, a dissolução da União Soviética eliminou o antigo antagonista ideológico. “Era preciso um novo inimigo. A ameaça vermelha foi substituída pela ameaça verde”, disse, em referência à cor associada ao Islã.

Emirados e alianças frágeis

Questionada sobre a posição dos países do Golfo, como os Emirados Árabes Unidos, Samira avaliou que se trata de construções políticas e econômicas frágeis, sustentadas por interesses estratégicos e financeiros.

Ela apontou que a recente corrida de milionários por jatinhos privados para deixar Dubai após bombardeios ilustra o caráter artificial dessas formações estatais. “Se o país não existe como pátria para seu cidadão, a relação é instrumental”, observou.

Ainda assim, ponderou que a dinâmica regional é complexa e que qualquer desagregação dependerá de mudanças conjunturais profundas.

Cenário imprevisível no Irã

A historiadora evitou fazer prognósticos categóricos sobre os próximos passos do conflito. “Não consigo fazer futurologia. Estamos todos impactados”, afirmou, relatando inclusive conversas recentes com colegas iranianos pouco antes da notícia do assassinato.

Para ela, o risco maior é a escalada sem controle. “Neste caso, não se pode ter nenhuma previsão sobre qual será o próximo passo dos Estados Unidos”, disse.

Ao final, reiterou que o Irã não pode ser simplificado como uma ditadura homogênea. “Há eleições, há disputas internas, há complexidade institucional”, afirmou, defendendo que análises apressadas apenas reforçam estigmas e impedem a compreensão efetiva do cenário geopolítico.

Diante da centralidade da Guarda Revolucionária e da estrutura multicamadas do poder iraniano, Samira conclui que a aposta em desestabilização rápida tende ao fracasso. “Não me surpreenderia se, daqui a alguns dias, se anunciasse que acabou. Porque não é simples desmontar essa engrenagem”, afirmou.

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40 anos da Mir: da inovação soviética à corrida espacial do século 21

20 de Fevereiro de 2026, 14:39

Em 20 de fevereiro de 1986, um foguete Proton decolou do cosmódromo de Baikonur, no Cazaquistão, colocando em órbita o módulo central da Mir. Nascia ali a primeira estação espacial modular da humanidade. Uma tecnologia que simbolizava, ao mesmo tempo, a ambição e o destaque tecnológico da União Soviética e a tensão geopolítica da Guerra Fria, materializada no que ficou conhecido como corrida espacial. Confira na TVT News.

Quatro décadas depois, o espaço volta a ser palco de disputa estratégica. Mas a corrida já não é apenas entre Estados Unidos e Rússia. Hoje, China, Índia e também um conjunto de empresas privadas disputam órbita, Lua e mercados bilionários fora da Terra.

Mir, União Soviética e corrida espacial

A Mir (cujo nome significa “paz” ou “mundo” em russo) permaneceu em operação por 15 anos (1986 a 2001) e redefiniu o conceito de permanência humana no espaço. Diferentemente das estações Salyut, ela foi concebida como um sistema modular: novos módulos podiam ser acoplados progressivamente, ampliando capacidades científicas e habitacionais.

O fato é que a União Soviética obteve uma série de vitórias na corrida espacial. Primeiro satélite a orbitar a Terra, primeiro ser vivo no espaço, primeiro ser humano, Yuri Gagarin em 12 de abril de 1961. Enquanto isso, os norte-americanos focaram esforços e colocaram os primeiros homens na Lua em julho de 1969.

Durante sua vida útil, a estação serviu como laboratório para pesquisas em microgravidade, biomedicina, ciência dos materiais e observação terrestre. Também foi palco de experiências cruciais sobre os efeitos fisiológicos da longa permanência no espaço. O cosmonauta Valeri Polyakov estabeleceu ali um recorde histórico que ainda não foi batido: 437 dias consecutivos em órbita, dado fundamental para missões futuras de longa duração.

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Estrutura completa da Mir. Foto: Wikicommons

Da rivalidade à cooperação

Com o colapso da União Soviética em 1991, a estação passou a ser administrada pela Roscosmos. Em um gesto de reconfiguração geopolítica, a Mir recebeu astronautas americanos no programa Shuttle-Mir, um prelúdio da cooperação que daria origem à Estação Espacial Internacional (ISS).

A ISS, lançada a partir de 1998, tornou-se o maior projeto científico colaborativo da história humana. E muito do que se sabe sobre operações contínuas em órbita, manutenção, psicologia de tripulação, logística orbital, deriva diretamente da experiência da Mir.

Em março de 2001, já tecnologicamente superada e financeiramente onerosa, a Mir foi “derrubada” de forma controlada sobre o Pacífico Sul. Hoje, a exploração espacial estatal encontra ecos e força na China e nos Estados Unidos, particularmente, também com reflexos no Japão (com a Jaxa) e na comunidade europeia (com a ESA).

A corrida espacial hoje

Quarenta anos depois do lançamento da Mir, o espaço voltou ao centro da agenda estratégica global. A disputa, contudo, é mais complexa e com diferentes agentes do que foi visto durante a Guerra Fria.

Estados Unidos: retorno à Lua

A Nasa lidera o programa Programa Artemis, cujo objetivo é estabelecer presença humana sustentável na Lua. A missão Artemis II, prevista para este ciclo, deve levar astronautas em sobrevoo lunar, o primeiro voo tripulado além da órbita terrestre desde 1972. O plano inclui a construção da estação orbital lunar Gateway e futuras missões tripuladas à superfície, com objetivo na exploração do polo sul lunar, onde há indícios de gelo de água. A ideia é de exploração contínua e estadia de longa duração.

China: presença estatal autônoma

A China consolidou sua presença com a estação Tiangong, permanentemente ocupada. O programa espacial chinês projeta uma missão tripulada à Lua até 2030, apoiado por investimentos estatais robustos e uma estratégia centralizada. Além disso, a China testa tecnologias inovadoras de reaproveitamento de materiais, motores robustos, entre outras.

Diferentemente da cooperação multilateral da ISS, Pequim opera sua estação de forma independente, ampliando gradualmente parcerias com parceiros estratégicos, particularmente com economias emergentes.

Empresas privadas

A grande ruptura estrutural da década é o protagonismo empresarial. A SpaceX apresentou eficiência no setor com foguetes reutilizáveis e custos reduzidos de lançamento. A empresa também lidera a expansão da infraestrutura orbital comercial e o desenvolvimento da nave Starship, projetada para missões lunares e marcianas. Hoje, o foguete Falcon 9, parcialmente reutilizável, é um dos maiores responsáveis por colocar humanos na ISS; ao lado dos módulos Soyuz, ainda em operação, fruto da invenção soviética.

Outras companhias, como a Axiom Space e a Vast, trabalham na construção de estações privadas que pretendem substituir a ISS ao final da década. A órbita baixa da Terra deixa, então, de ser exclusivamente estatal e passa a operar sob lógica de mercado, incluindo turismo de luxo como foco de missões.

Índia e novos atores

A Índia avança com o programa Gaganyaan, visando tornar-se a quarta nação com capacidade independente de voo tripulado. Emirados Árabes também ampliam investimentos científicos e comerciais. Inclusive, os Emirados possuem um satélite orbitando Marte, o Al Amal (Esperança), que realiza pesquisas científicas na atmosfera do planeta extraterrestre. A corrida espacial tornou-se mais multipolar.

Hélio 3 e novos fronts

Além do simbolismo geopolítico, a disputa atual envolve infraestrutura estratégica. Um dos destaques é o composto Hélio 3, presente em abundância na Lua. O minério é aposta para energia limpa em futuros reatores de fusão núclear, uma tecnologia que promete revolucionar a forma como a humanidade produz eletricidade. Além disso, outros pontos seguem de interesse econômico:

  • telecomunicações via mega-constelações de satélites;
  • turismo espacial;
  • cadeias industriais em microgravidade;
  • soberania tecnológica.

Quarenta anos depois da Mir, a exploração humana vive nova inflexão. A Guerra Fria organizava o espaço em dois polos. Já o século XXI o organiza em múltiplos centros de poder, entre estatais e privados.

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