Visualização normal

Received before yesterdayTecnologia

Netflix planeja mostrar mais anúncios em seu plano mais barato

14 de Maio de 2026, 11:41
Arte mostra o logo da Netflix, uma letra "N" vermelha, ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Netflix planeja mostrar mais anúncios em seu plano mais barato (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • plano com anúncios da Netflix atingiu marca de 250 milhões de usuários globais em 2026;

  • empresa planeja expandir a modalidade para novos países e novos formatos de conteúdo em 2027;

  • no Brasil, o plano com anúncios custa R$ 20,90 mensais e oferece resolução Full HD em até duas telas.

No evento Upfront 2026, realizado nesta semana, a Netflix deixou claro que a ideia de oferecer um plano com mensalidade mais barata, mas apoiada em publicidade, deu certo. Tanto que a companhia pretende explorar ainda mais essa opção, o que significa que os assinantes da modalidade poderão esperar por mais anúncios em um futuro próximo.

A Netflix introduziu o plano com anúncios em 2022, inclusive no Brasil. No ano passado, a companhia revelou que essa opção contava com 94 milhões de assinantes ativos mensais em escala global. Agora, em 2026, esse número saltou para 250 milhões de pessoas.

Desse total, mais de 80% consomem o conteúdo da plataforma de streaming pelo menos uma vez por semana. Já não há dúvidas, portanto, de que o plano com anúncios é um sucesso para a companhia.

Como a Netflix vai expandir o plano com anúncios?

Começa pela oferta do plano com anúncios em mais países. A partir de 2027, essa opção chegará a mercados como Áustria, Bélgica, Colômbia, Dinamarca, Filipinas, Holanda, Indonésia, Irlanda, Noruega, Nova Zelândia, Peru, Polônia, Suécia, Suíça e Tailândia.

Também para 2027, a Netflix pretende exibir anúncios publicitários em outros formatos de conteúdo, como podcasts em vídeo e vídeos verticais (direcionados a celulares).

Depois vem a expansão do uso de IA para que anunciantes possam criar planos de mídia mais condizentes com seus objetivos, otimizar compras de anúncios na plataforma e ajustar as peças para exibição adequada em diferentes formatos, por exemplo.

A Netflix afirma que também já vem testando novas configurações que ajustam o limite de frequência de anúncios e quais deles devem ser exibidos a cada usuário, o que é feito com base na análise das visualizações pelos assinantes. Esse é outro aspecto que favorece o aumento da quantidade de anúncios que o usuário pode encontrar no serviço.

Imagem mostra o prédio da Netflix em Hollywood, nos Estados Unidos
Prédio da Netflix (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Preços da Netflix no Brasil

Chamado de “Padrão com anúncios”, o plano que exibe publicidade custa R$ 20,90 por mês no Brasil. A tabela a seguir resume as características de cada plano da plataforma no país:

PlanoMensalidadeResoluçãoTelasDownloads
Padrão com anúnciosR$ 20,90Full HD (1080p)2Até 15 por aparelho/mês em até 2 dispositivos
PadrãoR$ 44,90Full HD (1080p)2Em até 2 dispositivos
PremiumR$ 59,904K + HDR4Em até 6 dispositivos

Só para não deixar dúvidas: os planos Padrão e Premium são as opções para quem não quer se deparar com anúncios na Netflix.

Netflix planeja mostrar mais anúncios em seu plano mais barato

Netflix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Netflix (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

Spotify passa por instabilidade nesta terça-feira (12)

12 de Maio de 2026, 14:34
Imagem mostra um celular exibindo a tela do Spotify com os conteúdos baixados na Biblioteca
Spotify passa por uma instabilidade nesta terça (foto: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify está passando por uma instabilidade na terça-feira (12).
  • Usuários relatam dificuldades para acessar o aplicativo, carregar playlists e reproduzir músicas.
  • A plataforma confirmou que está ciente do problema e investiga a causa da falha, sem previsão de normalização dos serviços.

Se você teve problemas para acessar o Spotify, saiba que não foi caso isolado: o aplicativo passou por uma instabilidade na tarde desta terça-feira (12/05). Usuários relataram dificuldades para acessar o app, carregar playlists e reproduzir músicas.

A plataforma comunicou que resolveu o problema por volta das 18hs. No Downdetector, site que monitora a queda de outros sites e serviços, os relatos de erro começaram a subir por volta das 13h44.

A instabilidade aconteceu justamente no dia em que o Spotify liberou uma retrospectiva especial em comemoração aos seus 20 anos. Nas redes sociais, muitos usuários compartilharam os resultados, mas outros não conseguiam acessar a campanha.

o spotify todo bugado 💔💔 só queria ouvir música da facul até casa

— soso 🍋 met louis (@chicagohrrys) May 12, 2026

Spotify fora do ar por causa do treco de 20 anos q odio

— raf ✿ ₊˚ ☽ (@AllTooSwiftly13) May 12, 2026

Como acessar a retrospectiva especial?

Basta abrir o app Spotify e pesquisar “Spotify 20” ou acessar spotify.com/20 pelo celular. Além de criar uma playlist com as 120 músicas mais ouvidas, a retrospectiva deve exibir:

  • Seu primeiro dia no Spotify;
  • Número total de músicas únicas que você ouviu;
  • A primeira música que você ouviu no app;
  • Seu artista mais ouvido de todos os tempos.

Spotify passa por instabilidade nesta terça-feira (12)

Saiba o passo a passo para fazer download de playlists no Spotify Premium (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como usar o timer do Spotify pelo celular ou PC

30 de Abril de 2026, 16:32
Recurso de timer do Spotify disponível para Android, iPhone, Windows e Mac (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

O usuário pode configurar um timer no Spotify para fazer o player de músicas parar de tocar sozinho. A ferramenta está disponível para usuários do aplicativo para Android e iPhone, além dos apps para PCs (Windows e Mac).

Enquanto estiver reproduzindo uma música, basta acessar o fila de reprodução de uma playlist e selecionar o ícone de relógio. Você pode definir um tempo entre 5 minutos e 1 hora, ou fazer o Spotify parar de tocar quando a faixa terminar.

A seguir, veja como encontrar o timer do Spotify no celular ou PC e para que serve a ferramenta.

Como usar o timer do Spotify pelo celular

1. Toque na música em reprodução para exibir as opções do player

Enquanto ouve uma música no Spotify, toque na faixa de reprodução para exibir as opções do player de áudio.

Acesse o menu da música em reprodução para exibir mais opções (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Abra a fila de reprodução do Spotify

Caso esteja ouvindo música, toque no ícone da fila de reprodução para exibir o timer do Spotify. Em podcasts, o ícone de relógio será exibido ao lado no botão de play e pause.

Toque no menu de três traços para exibir a fila de músicas em reprodução (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

3. Vá no ícone de relógio para colocar o timer em uma música do Spotify

Toque no ícone de relógio para exibir as opções de temporizador do Spotify.

Toque no relógio para definir um timer no spotify (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

4. Escolha entre as opções definidas para fazer o Spotify parar de tocar

Você pode interromper a reprodução de músicas no Spotify após os seguintes períodos:

  • 5 minutos;
  • 10 minutos;
  • 15 minutos;
  • 30 minutos;
  • 45 minutos;
  • 1 hora;
  • Ou quando a faixa terminar.
Escolha uma das opções de timer exibidas na tela para fazer o Spotify parar de tocar (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Como usar o timer do Spotify pelo PC

O timer do Spotify só está disponível no PC pelo aplicativo para Desktop no Windows, ou no app para macOS. Ou seja, a versão Web do reprodutor de músicas não oferece o recurso de temporizador.

1. Clique no menu de três pontos durante a reprodução de uma música

Escolha a música que deseja ouvir e clique no botão de três pontos localizado acima da capa do álbum para abrir as opções da playlist.

Clique no menu de três pontos na música em reprodução no Spotify Desktop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

2. Vá ao timer e selecione uma das opções exibidas pelo Spotify

Desça o ponteiro do mouse até “Timer” e escolha entre as opções exibidas para programar o Spotify para desligar.

Vá com o mouse no timer e selecione uma das opções para colocar temporizador no Spotify Desktop (Imagem: Victor Toledo/Tecnoblog)

Para que serve o timer do Spotify?

O timer do Spotify serve para interromper a reprodução de músicas ou podcasts automaticamente, sem a necessidade de intervenção do usuário. O recurso possibilita colocar uma playlist para tocar e definir o tempo de reprodução, além da opção de encerrar a reprodução de podcasts assim que o determinado episódio se encerrar.

A ferramenta também é utilizada por usuários que desejam economizar dados móveis no Spotify, ou que utilizam o streaming antes de dormir. Dessa forma, é possível interromper a reprodução após o tempo definido pelo usuário.

Por que o timer do Spotify não aparece?

O timer do Spotify não aparece para os usuários que utilizam a versão Web do player de música, ou em smart TVs, que permitem configurar um timer de forma nativa.

O recurso de temporizador do Spotify só está disponível para celular (Android e iPhone), além da opção no aplicativo para PCs com Windows e macOS.

Como usar o timer do Spotify pelo celular ou PC

Como assistir a filmes com amigos online? Veja 4 serviços de watch party

30 de Abril de 2026, 16:15
Ilustração de sessão de filme conjunta
Serviços de terceiros permitem que você assista a filmes com outras pessoas online; confira (Imagem: Gustavo Fring/Pexels)

Assistir a filmes com amigos online é uma da forma de consumir conteúdos com pessoas que estão longe de você, de maneira sincronizada. A prática também é conhecida como “watch party”.

Para isso, você precisa usar serviços de terceiros como Teleparty ou SharePlay, uma vez que as plataformas de streaming (como Netflix, Amazon Prime Video e Disney+) não oferecem esse recurso de maneira nativa.

Também é necessário que todos os participantes da sessão usem suas respectivas contas de streaming, já que a retransmissão de conteúdos para não assinantes não é permitida pelas detentoras de direitos autorais.

A seguir, listamos quatro serviços para você ver filme com amigos remotamente.

1. Teleparty

O Teleparty (antigo Netflix Party) é um serviço que permite que você e seus amigos consigam assistir a filmes juntos, à distância. A aplicação pode operar como extensão para navegador (Google Chrome, Microsoft Edge, Safari e Opera) ou como aplicativo móvel (disponível no Google Play ou App Store).

Funciona assim: o host da sessão faz login na plataforma de streaming, executa a extensão do Teleparty e compartilha o link com até mil amigos; os convidados então precisam fazer login com suas próprias contas na plataforma escolhida, e todos assistem ao conteúdo simultaneamente.

Você pode usar o Teleparty no modo gratuito, que é compatível com Netflix, YouTube, Disney+, HBO Max, Hulu, Amazon Prime Video, Spotify, Pluto TV e Tubi. Já usuários pagos têm acesso a mais plataformas (como Paramount+ e Apple TV) para as watch parties, e podem usar recursos como chat de voz ou vídeo e reações customizadas.

Interface do Teleparty, serviço para assistir filme com amigos online
Teleparty funciona como uma sessão virtual de cinema (Imagem: Divulgação/Teleparty)

2. SharePlay

O SharePlay também pode ser usado para ver filme com amigos: a funcionalidade do FaceTime permite que participantes da ligação vejam filmes de plataforma de streaming juntos e de maneira sincronizada — desde que eles também tenham contas no streaming escolhido.

Apple TV+, Disney+, Hulu, Paramount+ e HBO Max estão entre as principais plataformas de streaming compatíveis com o serviço. O único problema é que somente usuários de iPhone, iPad e Mac podem usar o SharePlay.

Interface do SharePlay da Apple
SharePlay é compatível com várias plataformas de streaming, mas está disponível apenas para dispositivos Apple (Imagem: Divulgação/Apple)

3. Scener

O Scener é outro serviço para assistir a filmes com amigos remotamente, com funcionamento similar ao do Teleparty. A aplicação está disponível como extensão para Google Chrome.

O funcionamento é baseado em salas cujos participantes podem assistir a filmes da Netflix, Disney+, Amazon Prime Video, HBO Max, entre outras plataformas em sincronia. E todos os participantes devem usar suas respectivas contas de streaming.

Interface do Scener
Scener está disponível como extensão do Google Chrome (Imagem: Divulgação/Scener)

4. Watch Together (Discord)

Por fim, o recurso Watch Together do Discord é um recurso colaborativo para assistir a vídeos do YouTube (incluindo filmes e documentários) com outros participantes da sala. A ferramenta está disponível no app do Discord para desktop e para dispositivos móveis (Android ou iOS).

Assim que um usuário iniciar uma sessão no Watch Together, ele se tornará o host. Então, outros participantes do chat de voz vão poder entrar na atividade e assistir aos vídeos de maneira simultânea. Também é possível adicionar mais conteúdos à playlist.

Ilustração do Watch Together do Discord
Watch Together do Discord se limita a filmes públicos no YouTube (Imagem: Divulgação/Discord)

Consigo ver filmes online com amigos de forma nativa?

Não. Atualmente, você só consegue ver filmes junto de amigos por meio de extensões de navegador ou aplicativos de terceiros, que fazem integrações com as plataformas de streaming oficiais.

Disney+ e Amazon Prime Video chegaram a lançar recursos nativos de Watch Paty no passado, mas eles foram descontinuados. E as demais streamings baseadas em assinatura também não oferecem funções de sessões em grupo em suas próprias plataformas.

Serviços de watch parties são permitidos?

Sim, mas há ressalvas. Serviços de terceiros que permitem assistir a um filme online e em grupo não têm aval oficial das plataformas, mas costumam ser tolerados desde que exijam que cada participante da watch party use sua própria conta de streaming.

Já retransmitir conteúdos de streaming protegidos por direitos autorais para não assinantes consiste em uma prática que vai contra as políticas das plataformas de streaming. E nesses casos, as responsabilidades jurídicas podem recair na pessoa que fez a transmissão, e não necessariamente sobre o serviço utilizado.

Como assistir a filmes com amigos online? Veja 4 serviços de watch party

(Imagem: Divulgação/Teleparty)

(Imagem: Divulgação/Scener)

(Imagem: Divulgação/Discord)

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

30 de Abril de 2026, 10:51
Imagem mostra uma mão segurando um smartphone preto que exibe a interface do aplicativo YouTube. O logo do YouTube, um retângulo branco com um triângulo vermelho apontando para a direita, e a palavra "YouTube" em branco, aparecem na parte superior da tela do smartphone. O fundo da imagem é vermelho com vários logos do YouTube em diferentes tamanhos. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Interface do YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube liberou o modo Picture-in-Picture (PiP) gratuitamente para todos os usuários de Android e iOS.
  • A função permite assistir a vídeos em uma janela flutuante. O recurso antes era restrito a assinantes Premium.
  • O PiP gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”. Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente.

O Google começou a liberar nesta quarta-feira (29) o modo picture-in-picture (PiP) do YouTube de forma gratuita para todos os usuários. A novidade permite assistir a vídeos em uma janela flutuante e deixa de ser um benefício exclusivo dos assinantes pagos. Com essa expansão, a plataforma busca democratizar a experiência, encerrando também a restrição que limitava a função sem custos apenas aos Estados Unidos.

A mudança foi reportada pelo portal 9to5Google e confirmada pela equipe do YouTube em publicação na comunidade oficial da plataforma. Na prática, a atualização altera o comportamento padrão do aplicativo: ao iniciar um vídeo e retornar à tela inicial do celular, o conteúdo não é mais interrompido. O player se transforma em uma miniatura que pode ser redimensionada e arrastada para qualquer canto da tela.

A janela suspensa mantém botões essenciais, como os controles de reprodução e pausa, além de um atalho para devolver o vídeo à tela cheia, mas há uma limitação no novo modelo. O Google estabeleceu que o picture-in-picture gratuito só funciona com “conteúdos longos que não sejam música”.

Se o usuário tentar minimizar o aplicativo durante a reprodução de um videoclipe ou de faixas protegidas por direitos autorais, o vídeo será pausado imediatamente. Essa é uma estratégia para proteger o ecossistema do YouTube Music, evitando que a versão gratuita do aplicativo principal seja utilizada como um reprodutor de música em segundo plano.

O que muda para os assinantes Premium e Premium Lite?

Para quem já paga pelas versões mais completas do serviço, a experiência permanece sem cortes. Os assinantes do YouTube Premium continuam com acesso irrestrito ao PiP para qualquer formato de vídeo da plataforma, incluindo clipes musicais, sempre livres de anúncios. A modalidade paga também mantém a exclusividade da reprodução em segundo plano com a tela do celular totalmente bloqueada e apagada — um recurso popular que a versão gratuita continua não oferecendo.

No caso do plano Premium Lite, uma assinatura mais barata que foca na remoção da maior parte das propagandas, o funcionamento será equivalente ao da versão gratuita recém-liberada. Esses usuários poderão utilizar a janela flutuante livremente para vídeos tradicionais, mas continuarão bloqueados de usar o recurso com músicas.

YouTube agora oferece Picture-in-Picture gratuito (imagem: reprodução/Google)

Como ativar o Picture-in-Picture?

A novidade chega para todos os usuários de forma gradual, mas antes é preciso garantir que o sistema do celular esteja configurado para permitir a sobreposição de tela, um procedimento varia um pouco dependendo do dispositivo.

No iPhone (e iPad):

A Apple exige que a funcionalidade nativa de PiP esteja habilitada nas configurações do aparelho.

  • Abra o aplicativo “Ajustes“.
  • Toque em “Geral” e depois selecione “Picture in Picture (PIP)“.
  • Confirme se a chave “Iniciar PiP Automaticamente” está ativada.
Ativando a função nativa Picture-in-Picture (PiP) no iOS (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Feito isso, abra o aplicativo do YouTube, toque na sua foto de perfil, acesse o ícone de engrenagem para abrir as “Configurações“, vá em “Reprodução” e ative a opção “Picture-in-picture“.

Habilitando a chave do recurso no aplicativo do YouTube (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Em aparelhos Android:

O sistema do Google geralmente já vem com essa permissão ativada por padrão, mas vale conferir caso a janela flutuante não apareça ao minimizar o app (os nomes dos menus podem variar dependendo da fabricante, como Samsung, Motorola ou Xiaomi).

  • Acesse as “Configurações” do seu aparelho e vá até a lista de “Aplicativos“.
  • Procure pelo “YouTube” e toque nele.
  • Role a tela até encontrar a seção chamada “Picture-in-picture” e certifique-se de que a opção de permissão está ativada.
Verificando a permissão de sobreposição de tela no Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Da mesma forma que no iOS, confira também as configurações internas do aplicativo do YouTube (Configurações > Reprodução) para garantir que a chave do recurso esteja habilitada.

Ativando o Picture-in-picture no aplicativo do YouTube para Android (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

YouTube vai liberar modo picture-in-picture grátis para todos; veja como usar

YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

(imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

(imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

(imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Como desativar os vídeos em músicas no Spotify

28 de Abril de 2026, 17:48
imagem de um celular com aplicativo Spotify aberto no menu "Conteúdo e tela"
Veja o passo a passo para desabilitar a reprodução automática de clipes no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O Spotify permite ocultar videoclipes no app de streaming de música para celulares Android e iPhone. A funcionalidade é recomendada para quem deseja reduzir o consumo de dados e de bateria do dispositivo.

Para desabilitar a reprodução automática de clipes, o usuário deve acessar o menu “Conteúdo e tela” nas configurações do aplicativo. Em seguida, basta desligar a chave “Videoclipes” para que o app priorize apenas a reprodução de áudio.

A seguir, veja o passo a passo completo para desativar os vídeos do Spotify no smartphone.

1. Acesse as configurações do Spotify

Abra o aplicativo do Spotify no seu celular Android ou iPhone e toque no ícone com a sua foto ou inicial do nome no canto superior esquerdo da tela. Em seguida, selecione a opção “Configurações e privacidade”.

Acessando o menu "Configurações e privacidade" do Spotify
Acessando o menu “Configurações e privacidade” do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Abra o menu “Conteúdo e tela”

Em “Configurações”, selecione “Conteúdo e tela” para ver mais opções de ajustes do aplicativo de música.

Abrindo a página "Conteúdo e tela"
Abrindo a página “Conteúdo e tela” (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Desative a chave “Videoclipes”

Na seção “Vídeos e Canvas”, toque na chave ao lado da opção “Videoclipes” para desabilitar a exibição de todos os videoclipes e apresentações ao vivo no Spotify.

Desativando a reprodução de videoclipes no aplicativo do Spotify
Desativando a reprodução de videoclipes no aplicativo do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que acontece ao desativar os vídeos no Spotify?

Ao desabilitar a exibição de vídeos no Spotify, o app oculta clipes e apresentações ao vivo. A experiência passa a ser focada exclusivamente no streaming de áudio, eliminando a opção de reproduzir os conteúdos audiovisuais atrelados às faixas disponíveis na plataforma.

Essa configuração não restringe os podcasts adicionados no Spotify, que mantêm a opção de assistir aos episódios em vídeo ou somente o áudio. É necessário desativar a opção “Outros vídeos”, também nas configurações de “Conteúdo e tela”, para que todos os podcasts sejam executados apenas em áudio.

Por que não consigo desativar os vídeos no Spotify?

Há alguns pontos que podem impedir que os vídeos sejam desativados no Spotify:

  • Disponibilidade por região e plano: a funcionalidade está sendo liberada em fases, priorizando mercados específicos e usuários que gerenciam um Plano Família antes de chegar às demais contas Premium e gratuitas;
  • Versão do app: aplicativos desatualizados podem não ter a opção para desativar vídeos, exigindo que o usuário baixe a versão mais recente na App Store ou na Play Store;
  • Conflitos no cache de dados: os arquivos temporários corrompidos podem travar a interface do usuário, impedindo que novas opções de configuração apareçam ou funcionem corretamente;
  • Configuração de “Canvas” ativa: a função Canvas é diferente dos videoclipes e possui uma chave própria nas configurações de “Conteúdo e tela” que deve ser desativada manualmente. 

Desativar os vídeos do Spotify economiza a bateria do celular?

Sim, desabilitar os vídeos e o canvas no Spotify reduz o consumo de energia do dispositivo ao exigir menos da GPU (processador gráfico). Essa mudança técnica alivia o hardware, prolongando a autonomia da bateria ao evitar a carga de trabalho desnecessária em segundo plano.

A ação diminui o consumo de internet e ajuda a economizar dados no Spotify, além de evitar o aquecimento do celular durante longas sessões de uso. Ao priorizar apenas o fluxo de áudio, o sistema otimiza a atividade de rede e garante uma operação muito mais eficiente.

Qual é a diferença entre desativar os vídeos e desativar o Canvas do Spotify?

Desativar os vídeos do Spotify é a opção que oculta conteúdos audiovisuais de longa duração, como clipes oficiais e apresentações ao vivo, priorizando a execução apenas do áudio. É o ajuste ideal para quem deseja focar na música sem as distrações ou evitar carregamento pesado de arquivos de vídeo tradicionais.

Desativar o canvas do Spotify é o recurso que interrompe a exibição de vídeos verticais em loop de curta duração que substituem a arte do álbum na tela de reprodução. Eles funcionam como uma camada estética de baixo consumo de dados, projetada para dar dinamismo e movimento à faixa musical.

Como desativar os vídeos em músicas no Spotify

Veja o passo a passo para desabilitar a reprodução automática de clipes no Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Configurações e privacidade" do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a página "Conteúdo e tela" (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Desativando a reprodução de videoclipes no aplicativo do Spotify (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Spotify agora também é um app fitness (ou quase isso)

27 de Abril de 2026, 15:20
Spotify agora tem área Fitness
Spotify agora tem área Fitness (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify lançou uma área Fitness com treinos guiados para assinantes dos planos Premium;
  • nova seção oferece mais de 1.400 aulas de exercícios como ioga, força, pilates e corrida, além de meditação, sem necessidade de equipamentos especiais;
  • conteúdo está disponível em áudio e vídeo e pode ser acessado sem custo adicional no valor da assinatura.

Se você está em busca de um aplicativo que te oriente a praticar exercícios por conta própria, o Spotify pode te ajudar. Agora, o serviço de streaming conta com a seção Fitness, que traz treinos guiados para uma série de exercícios físicos, como ioga, pilates, força e corrida ao ar livre.

A novidade é efeito principalmente de uma parceria entre o Spotify e a Peloton, empresa americana especializada tanto em equipamentos quanto em aulas online sobre diversos tipos de atividade física.

De acordo com o Spotify, mais de 1.400 aulas estão disponíveis nesta fase inicial, sendo que todas podem ser realizadas sem necessidade de uso de equipamentos especiais. Além de exercícios físicos, também há aulas de meditação.

Muitos dos exercício são oferecidos apenas na forma de áudio. Mas também há conteúdo fitness na forma de vídeo, onde um instrutor ou uma instrutora aparece para orientar os movimentos.

É preciso pagar pelo Spotify Fitness?

Não. Quer dizer, mais ou menos: a área Fitness é um recurso oferecido apenas a quem tem um plano Premium, mas sem custo adicional no valor da assinatura.

Para acessar a novidade, basta abrir o aplicativo do Spotify no celular, tablet, desktop ou TV e buscar por “fitness”. Outra opção de acesso consiste em ir à área Buscar e procurar pela seção Fitness ali.

Pode-se iniciar uma aula em um dispositivo (como o celular) e continuar de onde parou por meio de outro equipamento (como a TV). Além disso, as aulas podem ser baixadas para acesso offline.

A novidade está disponível para usuários do Spotify no Brasil, mas há uma ressalva importante aqui: todo o conteúdo está em inglês, não havendo, por enquanto, dublagem ou legendas em português.

Há quase duas décadas, o Spotify é a trilha sonora dos treinos ao redor do mundo. Agora, damos um passo além para nos tornar um verdadeiro companheiro de bem-estar no dia a dia.

Ao trazer milhares de creators e parceiros como a Peloton para dentro do nosso ecossistema de áudio e vídeo, estamos investindo em um futuro em que o Spotify não é só onde você passa o tempo — mas onde você ganha ritmo, melhora seu bem-estar e aproveita melhor cada dia.

Roman Wasenmüller, VP e global head de podcasts do Spotify

Área Fitness no aplicativo do Spotify
Área Fitness no aplicativo do Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Preços do Spotify Premium no Brasil

Vale relembrar que, atualmente, o Spotify Premium é oferecido com os seguintes preços no mercado brasileiro:

  • Spotify Premium Individual: R$ 23,90 mensais
  • Spotify Premium Universitário: R$ 12,90 mensais
  • Spotify Premium Duo: R$ 31,90 mensais (até duas pessoas)
  • Spotify Premium Família: R$ 40,90 mensais (até seis pessoas)

Spotify agora também é um app fitness (ou quase isso)

Spotify agora tem área Fitness (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Área Fitness no aplicativo do Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Jogos de hoje (25/04/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

25 de Abril de 2026, 08:00

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 25 de abril de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão e dos campeonatos nacionais europeus.

Confira, a seguir, os jogos deste sábado (25) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (25/04/26)

Brasileirão 2026

  • Remo x Cruzeiro — 18h30 — Premiere
  • Botafogo x Internacional — 18h30 — Prime Video
  • Bahia x Santos — 18h30 — Premiere
  • São Paulo x Mirassol — 21h — sportv e Premiere

Brasileirão Série B 2026

  • Sport x Novorizontino — 20h30 — Disney+
  • Juventude x Londrina — 21h — ESPN e Disney+

Brasileirão Feminino 2026

  • Flamengo x Vitória — 16h — TV Brasil
  • Internacional x Juventude — 19h — TV Brasil e UOL

Premier League 2025/26

  • Fulham x Aston Villa — 8h30 — ESPN e Disney+
  • West Ham x Everton — 11h — ESPN 4 e Disney+
  • Wolverhampton x Tottenham — 11h — Disney+
  • Liverpool x Crystal Palace — 11h — Xsports e Disney+
  • Arsenal x Newcastle — 13h30 — Disney+

Copa da Inglaterra 2025/26

  • Manchester City x Southampton — 13h15 — ESPN 4 e Disney+

LALIGA 2025/26

  • Alavés x Mallorca — 9h — Disney+
  • Getafe x Barcelona — 11h15 — Disney+
  • Valencia x Girona — 13h30 — Disney+
  • Atlético de Madrid x Athletic Bilbao — 16h — Xsports e Disney+

Bundesliga 2025/26

  • Mainz x Bayern de Munique — 10h30 — sportv, CazéTV e OneFootball
  • Colônia x Bayer Leverkusen — 10h30 — Canal GOAT e OneFootball
  • Heidenheim x St. Pauli — 10h30 — OneFootball
  • Augsburg x Eintracht Frankfurt — 10h30 — OneFootball
  • Wolfsburg x Borussia Mönchengladbach — 10h30 — OneFootball
  • Hamburgo x Hoffenheim — 13h30 — Canal GOAT e OneFootball

Campeonato Italiano 2025/26

  • Parma x Pisa — 10h — Disney+
  • Bologna x Roma — 13h — Disney+
  • Hellas Verona x Lecce — 15h45 — ESPN e Disney+

Campeonato Francês 2025/26

Sul-Americano Feminino Sub-17 2026

  • Brasil x Venezuela — 20h — sportv3

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Quem joga hoje pelo Brasileirão?

Hoje, temos partidas pelas séries A e B:

Brasileirão 2026

  • Remo x Cruzeiro — 18h30 — Premiere
  • Botafogo x Internacional — 18h30 — Prime Video
  • Bahia x Santos — 18h30 — Premiere
  • São Paulo x Mirassol — 21h — sportv e Premiere

Brasileirão Série B 2026

  • Sport x Novorizontino — 20h30 — Disney+
  • Juventude x Londrina — 21h — ESPN e Disney+

Leia mais:

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

O post Jogos de hoje (25/04/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas apareceu primeiro em Olhar Digital.

Hollywood: startup apoiada pela Amazon usa IA para reduzir custos e tempo de produção

25 de Abril de 2026, 06:00

A indústria de Hollywood vive hoje um dilema: o medo da substituição de profissionais por inteligência artificial confronta-se com a pressão extrema por cortes de custos. Nesse cenário, surge a Innovative Dreams, uma startup de serviços de produção que utiliza um modelo híbrido para transformar a forma como filmes e séries são realizados.

Apoiada pela Amazon Web Services (AWS) e pela startup de IA generativa Luma, a empresa utiliza uma combinação de câmeras físicas, paredes de LED gigantes e ferramentas avançadas de IA para acelerar todas as etapas, da pré-produção à pós-produção.

Otimização sem excluir o fator humano

Diferente de modelos que buscam substituir atores por prompts, a Innovative Dreams foca na “captura de performance”. Segundo o CEO Jon Erwin, em entrevista à CNBC, a tecnologia permite fundir a atuação real com ativos digitais, como figurinos e cenários complexos, sem perder a escolha das lentes ou a essência do trabalho do diretor e do ator.

O fluxo de trabalho utiliza uma gama variada de ferramentas, incluindo:

  • Luma: para geração e integração de ativos digitais.
  • Nano Banana (Google): auxílio na composição visual.
  • SeeDream (ByteDance): ferramentas de suporte à imagem.
  • AWS: infraestrutura de nuvem necessária para processar o enorme volume de dados da IA em tempo real.

Resultados práticos: de meses para semanas

A eficácia do método foi testada na série “The Old Stories: Moses”, estrelada por Ben Kingsley. Utilizando o palco virtual da startup, a produção conseguiu filmar em 40 locais diferentes em apenas uma semana. Em um modelo tradicional, esse processo levaria entre cinco e seis semanas e exigiria um orçamento massivo para deslocamentos globais.

Essa agilidade é o que atraiu a Amazon. Samira Bakhtiar, diretora geral da AWS, afirmou à CNBC que a colaboração visa permitir que cineastas trabalhem de formas antes impossíveis, acelerando ciclos de produção em escala com custos reduzidos.

IA como solução para a crise em Los Angeles

A ascensão dessas ferramentas ocorre em um momento de fragilidade para o setor. Desde 2022, o condado de Los Angeles perdeu mais de 40 mil empregos na área de entretenimento, e a atividade de produção atingiu os níveis mais baixos desde 1995.

Embora advogados do setor e sindicatos expressem preocupação com a extinção de funções de entrada e cargos técnicos (como figurinistas e designers de set), Jon Erwin defende que a tecnologia é a única saída para manter as produções em solo americano. Para o executivo, a IA é um método para corrigir um sistema que se tornou insustentável financeiramente, permitindo que novos projetos sejam executados e tragam empregos de volta para a Califórnia.

O post Hollywood: startup apoiada pela Amazon usa IA para reduzir custos e tempo de produção apareceu primeiro em Olhar Digital.

YouTube: usuários reclamam que vídeos avançam sozinhos após anúncios

24 de Abril de 2026, 16:20
Logo do youtube com efeito de glitch
YouTube: usuários reclamam que vídeos avançam sozinhos após anúncios (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • usuários do YouTube relatam que vídeos avançam sozinhos após anúncios serem exibidos ou pulados, avançando de 30 a 60 segundos;
  • problema, que não afeta todos os usuários, começou a ser reportado nesta semana em plataformas como Reddit e no fórum de ajuda do YouTube;
  • comportamento do YouTube parece ser um bug, e não uma medida para atrair usuários para o plano Premium.

Usuários do YouTube que não assinam o plano Premium (ou não usam bloqueadores de anúncios) estão habituados a usar o botão “Pular anúncio”. Mas, nos últimos dias, algumas pessoas têm reclamado de que esse procedimento faz o vídeo avançar para um ponto à frente.

O problema não afeta todos os usuários, mas queixas a respeito começaram a aparecer em plataformas como o Reddit nos últimos dias, tal como reporta o PiunikaWeb.

Neste tópico no fórum de ajuda do YouTube, 88 usuários já tinham marcado a opção “Eu tenho a mesma questão” (e contando). Ali, o autor da postagem diz: “É como se eu pulasse ou assistisse a um anúncio de 5 segundos e, de repente, o vídeo avançasse 40 segundos”. Ele completa: “Já tentei atualizar o aplicativo, mas o problema persiste”.

De acordo com os relatos, o problema pode se manifestar tanto se o usuário pressionar o botão “Pular anúncio” quanto se visualizar o anúncio na íntegra. Em ambas as situações, os vídeos avançam algo entre 30 e 60 segundos, às vezes, um pouco mais.

Na primeira olhada, podemos presumir que uma falha impede o YouTube de paralisar a reprodução do vídeo quando um anúncio é executado para permitir que o usuário continue assistindo ao conteúdo de onde parou. Porém, há casos em que o serviço parece avançar uma quantidade de segundos superior à duração do anúncio, o que nos faz pensar em outra causa.

Como reproduzir o YouTube em segundo plano
YouTube no celular (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

É bug ou “truque” para atrair assinantes para o Premium?

Tudo indica que o comportamento em questão é realmente um bug, afinal, o problema não afeta todos os usuários. Além disso, avançar vídeos inadvertidamente para levar usuários ao YouTube Premium seria uma prática tão negativa que, em países como os Estados Unidos, provavelmente faria a plataforma ser processada.

Seja como for, nenhum representante do YouTube se manifestou sobre o problema até o momento, razão pela qual ainda não há previsão de solução.

Vale relembrar que esse não é o único problema recente no serviço de streaming. No início de abril, usuários passaram a se queixar da dificuldade de pular anúncios no YouTube. No mês passado, surgiram queixas sobre anúncios de 30 segundos em TVs que não podem ser pulados. Ambos os casos não têm relação com bugs, porém.

YouTube: usuários reclamam que vídeos avançam sozinhos após anúncios

YouTube volta a falhar para quem usa bloqueador de anúncios (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

HBO Max começa a proibir compartilhamento de senha no Brasil

23 de Abril de 2026, 17:06
HBO Max fica mais caro no Brasil
HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • HBO Max Brasil agora restringe compartilhamento de senhas fora do domicílio do assinante;
  • plataforma passou a oferecer complemento “Membro Extra” para adicionar uma pessoa que não more com o titular;
  • “Membro Extra” custa R$ 14,90 por mês no Brasil; convidado precisa ter 18 anos ou mais e residência no mesmo país do titular da assinatura.

Assina a HBO Max e compartilha a assinatura com pessoas que não moram com você? Então, muita atenção: a versão brasileira da plataforma começou a restringir o compartilhamento de senhas e a oferecer uma opção de “membro extra”, seguindo uma abordagem que existe há um ano na HBO Max dos Estados Unidos.

Esse movimento não surpreende. Em fevereiro deste ano, a HBO Max já havia sinalizado que iria expandir a restrição de compartilhamento de senhas para outros países no decorrer de 2026.

Sabemos, agora, que essa decisão envolve o Brasil. O objetivo da medida é evitar que um assinante compartilhe a sua conta na plataforma com amigos ou familiares que moram em outra casa, como esta página de ajuda da HBO Max explica:

Sua conta HBO Max é para você e para as pessoas com quem você mora. Com o complemento de membro adicional, os assinantes cobrados pela WarnerMedia podem compartilhar seu plano HBO Max com um amigo ou membro da família que não more com eles. É necessário um plano de assinatura base.

Quando a plataforma detecta um acesso que corresponde ao compartilhamento indevido de senha, a reprodução do conteúdo pode ser barrada. Neste caso, a alternativa oferecida pelo serviço de streaming é o “Membro Extra”.

O que é o “Membro Extra” da HBO Max?

É um complemento que permite que o assinante adicione uma pessoa à sua conta no serviço. O Membro Extra passa a ter senha e perfil próprios, e pode aproveitar os recursos do plano base. Contudo, esse tipo de conta só pode assistir ao conteúdo da HBO Max em um dispositivo por vez.

No Brasil, o Membro Extra tem custo adicional de R$ 14,90 por mês. Esse valor independe do plano contratado. Em caso de pagamento anual da assinatura base, o Membro Extra continua sendo cobrado mensalmente. Leve em conta também que a pessoa adicionada deve ter 18 anos de idade ou mais e residir no mesmo país do titular da conta.

Para adicionar uma pessoa à sua assinatura, acesse a versão web da HBO Max, faça login e vá em Obter complementos. Na tela seguinte, escolha “Membro Extra” e clique em “Continuar” para efetuar o pagamento e convidar uma pessoa.

Opção Membro Extra na HBO Max custa R$ 14,90 mensais
Opção Membro Extra na HBO Max custa R$ 14,90 mensais (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que diz a HBO Max sobre o bloqueio de compartilhamento de senhas?

Ao Tecnoblog, a HBO Max enviou o seguinte posicionamento sobre o assunto:

As contas da HBO Max sempre foram destinadas ao titular da conta e às pessoas que moram com ele. Em alguns países da América Latina, iniciamos o gerenciamento do compartilhamento de contas fora da residência do assinante. Assim, a HBO Max passará a oferecer aos titulares a possibilidade de ampliar seu plano, incluindo um “Membro Adicional” (um amigo ou familiar que não mora com eles) por um valor extra, cobrado na fatura do titular.

Este plano oferece ao titular da conta maior flexibilidade e controle sobre os usuários autorizados, e permite que o Membro Adicional tenha uma conta independente, com perfil, recomendações e histórico próprios, mas vinculada à conta principal. O plano está disponível no Brasil, Peru e México e será expandido para mais territórios da América Latina nos próximos meses. A opção é válida para usuários que assinam e pagam a HBO Max diretamente, e não por meio de terceiros que comercializam a plataforma.

Quanto custa a HBO Max no Brasil?

Os planos da HBO Max no mercado brasileiro, sem considerar a opção Membro Extra e promoções, têm os seguintes valores atualmente:

PlanoPreçoCaracterísticas
Básico com AnúnciosR$ 29,90 (mensal) R$ 274,80 (anual)Anúncios limitados
2 telas simultâneas
Full HD
StandardR$ 44,90 (mensal) R$ 418,80 (anual)2 telas simultâneas
Full HD
30 downloads
PlatinumR$ 55,90 (mensal) R$ 538,80 (anual)4 telas simultâneas
Full HD ou 4K
Áudio Dolby Atmos
100 downloads

HBO Max começa a proibir compartilhamento de senha no Brasil

HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Opção Membro Extra na HBO Max custa R$ 14,90 mensais (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Spotify agora permite desativar todos os vídeos do app

9 de Abril de 2026, 12:08
Spotify agora permite desativar todos os vídeos do app
Spotify agora permite desativar todos os vídeos do app (imagem: reprodução/Spotify)
Resumo
  • Spotify anunciou controles para desativar vídeos e visuais em loop do Canvas em seu app;
  • novidades valem para contas Premium Família, Individual, Duo, Universitário e gratuita;
  • liberação começou em 09/04, em escala global, e pode levar o mês todo para chegar a todas as contas.

Já faz algum tempo que o Spotify suporta reprodução de vídeos, mas os controles sobre esse tipo de conteúdo são limitados. Melhor dizendo, eram: a plataforma anunciou opções que permitem a usuários dos planos gratuito e Premium desativarem a exibição de vídeos e de visuais em loop do Canvas.

Os novos controles começam com o plano Premium Família. Agora, o administrador (ou titular) de uma conta do tipo pode ativar ou desativar a reprodução de vídeos para qualquer membro que participe da assinatura. Até então, esse tipo de controle era possível somente sobre contas para menores de 13 anos.

Os planos Premium Individual, Duo e Universitário também foram beneficiados, bem como a opção gratuita do serviço. Em todos esses tipos de conta, agora é possível ativar e desativar a reprodução de vídeos e os visuais em loop do Canvas, a qualquer momento.

Vale relembrar que os vídeos servem para mostrar clipes musicais e episódios de podcasts que são filmados, por exemplo. Já o tal visual em loop do Canvas consiste em um vídeo vertical que dura entre 3 e 8 segundos que é exibido continuamente durante a reprodução de uma música, geralmente, no lugar da capa do respectivo álbum.

Para desativar os dois formatos, basta abrir o aplicativo do Spotify e ir em Configurações e privacidade / Conteúdo e tela. Ali, você pode desativar somente a exibição de Canvas (opção que já estava disponível), a reprodução de vídeos musicais ou todos os formatos de vídeo.

A desativação pode ser interessante para poupar dados de um plano móvel de celular ou para reduzir o consumo de bateria pelo dispositivo, por exemplo.

Desativando vídeos e Canvas no aplicativo do Spotify
Desativando vídeos e Canvas no aplicativo do Spotify (imagem: reprodução/Spotify)

Quando as opções que desativam vídeos chegam ao Spotify?

Os novos controles do Spotify começaram a ser liberados nesta quinta-feira (09/04), em escala global. Mas, como de hábito, a liberação ocorre de modo gradativo. A previsão é a de que todos os usuários recebam a atualização até o fim deste mês.

Mas é preciso considerar um detalhe: mesmo com a desativação, anúncios em vídeo ainda poderão ser reproduzidos, inclusive com um visual semelhante ao de Canvas quando uma publicidade sonora for tocada.

Esta não é a única novidade recente do serviço: no mês passado, o Spotify introduziu o SongDNA, recurso que apresenta detalhes de “bastidores” sobre a música que está sendo reproduzida.

Spotify agora permite desativar todos os vídeos do app

Spotify agora permite desativar todos os vídeos do app (imagem: reprodução/Spotify)

Desativando vídeos e Canvas no aplicativo do Spotify (imagem: reprodução/Spotify)

YouTube esconde botão e deixa mais difícil pular anúncios

8 de Abril de 2026, 14:43
Mão segurando um celular que exibe o YouTube, com um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog".
Plataforma do Google testa mudanças na interface (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube testa ocultar o botão de pular anúncios em alguns formatos de interface.
  • O botão continua ativo, mas o usuário precisa interagir com o cartão de anúncio ou girar o celular para expô-lo.
  • O YouTube testa anúncios não puláveis de 90 segundos em smart TVs. A documentação oficial ainda cita o limite de 30 segundos.

Se você não é assinante do YouTube Premium, deve ter notado que a experiência gratuita está ficando cada vez mais burocrática. Novos relatos indicam que o Google está testando táticas ainda mais agressivas para que o usuário veja os anúncios até o fim.

As novidades incluem uma mudança de interface que “esconde” o botão de pular e o aumento da duração de anúncios ininterruptos em smart TVs para 90 segundos. Vale lembrar que, há um mês, noticiamos aqui no Tecnoblog que a plataforma havia começado a exibir anúncios de 30 segundos sem opção de pular nas TVs.

As alterações foram detalhadas pelo portal Android Police nesta quarta-feira (08/04) e sugerem que o YouTube está refinando a forma como entrega comerciais para maximizar o tempo de tela — ou, no mínimo, para tornar a assinatura paga uma opção quase irresistível para quem busca conveniência.

Onde foi parar o botão “Pular”?

Alguns usuários notaram que o botão “Pular”, tradicionalmente posicionado no canto inferior direito do player, havia sido removido. No entanto, o que parece um erro técnico pode ser, na verdade, um novo teste de design que sobrepõe elementos da interface de forma estratégica.

Segundo informações do site PiunikaWeb, o YouTube está experimentando um novo formato de “cartão de anúncio” interativo que fica posicionado exatamente sobre o comando de ignorar a publicidade.

Essa escolha de layout impede o clique imediato no botão, dando a entender que a opção de avançar para o conteúdo principal foi desabilitada.

Captura de tela mostra um anúncio no YouTube para celular sem opção de pular
Anúncio sobrepõe o botão de “Pular” no app para celular (imagem: reprodução/Reddit)

Discussões no Reddit revelaram que o comando continua ativo, mas estaria escondido. Para recuperá-lo, o espectador precisa interagir com o cartão, deslizando-o para baixo.

Outra alternativa identificada seria girar o celular para o modo paisagem, forçando o player a reorganizar os elementos na tela e expondo o botão oculto.

YouTube pode exibir anúncios de 90 segundos sem pausa

Se no mobile o problema é a interface, nas smart TVs o obstáculo é o tempo. Novos relatos indicam que o YouTube expandiu esse limite para 90 segundos em determinados casos.

De acordo com o Android Authority, a mudança ainda não foi implementada globalmente, sugerindo uma fase de testes regionais para medir a rejeição do público. No Reddit, usuários compartilharam capturas de tela mostrando cronômetros de um minuto e meio em anúncios que não oferecem nenhuma opção de interrupção.

Imagem exibe o símbolo de anúncio de 90 segundos em uma smart TV rodando o YouTube
Cronômetro indica comercial obrigatório de 90 segundos na TV (imagem: reprodução/Reddit)

Diferente dos anúncios de 30 segundos, essa opção de publicidade de 90 segundos não pulável não foi oficialmente comunicada pelo Google. A documentação oficial ainda cita o limite de 30 segundos nas TVs.

YouTube Premium é a forma oficial de burlar publicidade

Para especialistas, a estratégia do Google é clara: ao tornar a experiência gratuita mais cansativa — seja dificultando o acesso a botões ou aumentando o tempo de espera nas TVs —, a plataforma reduz a resistência do usuário em abrir a carteira.

Vale lembrar que o YouTube vem travando uma batalha técnica contra os bloqueadores de anúncios desde o ano passado. No Brasil, os preços da assinatura são os seguintes:

  • Individual: R$ 26,90 por mês
  • Individual anual: R$ 269 (equivalente a R$ 22,41 por mês)
  • Família: R$ 53,90 por mês (para até cinco pessoas)
  • Estudante: R$ 16,90 por mês
  • Premium Lite: R$ 16,90 por mês (opção com menos funcionalidades)

YouTube esconde botão e deixa mais difícil pular anúncios

YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Harry Potter: HBO divulga primeiro trailer e data de estreia da série

25 de Março de 2026, 17:18

Após muita ansiedade e expectativa, a HBO liberou o primeiro trailer oficial do seriado de Harry Potter, que irá recontar a história original dos livros de J.K. Rowling em formato de série de TV.

A seguir, assista ao trailer:

O que o trailer de Harry Potter traz

  • No trailer, recordamos Hogwarts e os primeiros momentos do personagem antes de saber que era um bruxo, além de haver algumas cenas após ele descobrir;
  • A primeira temporada irá recontar a história do primeiro livro da saga, Harry Potter e a Pedra Filosofal;
  • Além disso, a HBO confirmou que a primeira temporada chega no Natal deste ano, mas ainda não há data oficial para sair na HBO Max;
  • A primeira temporada leva o mesmo nome do primeiro livro.

Harry olhando para uma carta
Primeira temporada vai reviver o livro um da saga, Harry Potter e a Pedra Filosofal (Imagem: Reprodução/YouTube/HBO Max)

Leia mais:

Serão oito episódios na primeira temporada. As gravações foram iniciadas no último verão estadunidense e a obra não irá contar a história apenas sob o ponto de vista de Harry, mas, também, de outros personagens.

No elenco, estão Dominic McLaughlin como Harry Potter (papel de de Daniel Radcliffe nos cinemas), Arabella Stanton como Hermione Granger (interpretada por Emma Watson nos filmes) e Alastair Stout como Ron Weasley (vivido por Rupert Grint nos longas).

Entre as novidades de elenco, estão John Lithgow, que será Alvo Dumbledore, e haverá cenas com Nicolas Flamel (o que não acontece no primeiro filme da saga).

A série reconta as aulas de História com o professor Bins, vivido por Richard Durden, e a introdução de Lúcio Malfoy, intepretado por Johnny Flynn.

O post Harry Potter: HBO divulga primeiro trailer e data de estreia da série apareceu primeiro em Olhar Digital.

Spotify lança SongDNA, recurso que mostra bastidores das músicas

24 de Março de 2026, 12:30
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Recurso do Spotify destaca relações entre músicas, artistas e processos criativos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify lançou o SongDNA, recurso que exibe conexões entre músicas, artistas e processos criativos.
  • O SongDNA está em fase beta, mas já começou a ser disponibilizado para assinantes Premium em iOS e Android.
  • Novidade oferece informações sobre compositores, produtores e referências, além de permitir explorar outros projetos dos profissionais envolvidos.

O Spotify anunciou, nesta terça-feira (24/03), o SongDNA, uma nova funcionalidade que mostra as conexões entre músicas, artistas e processos criativos.

O recurso aparece diretamente na tela de reprodução e permite que usuários explorem informações detalhadas sobre cada faixa. A novidade ainda está em fase beta, mas já começou a ser liberada para assinantes Premium em dispositivos iOS e Android.

Segundo a empresa, a novidade deve chegar gradualmente a mais usuários até abril.

Como funciona o SongDNA?

A ferramenta surge como um cartão interativo ao rolar a tela da música que está sendo tocada. Basta tocar para visualizar os detalhes disponíveis nas faixas compatíveis.

O usuário tem acesso a dados sobre compositores, produtores e colaboradores envolvidos na criação da música, além de referências como samples, interpolações e versões derivadas.

De acordo com o Spotify, “ao tocar no cartão do SongDNA, você pode explorar os compositores, produtores e colaboradores por trás de uma música, além de ver samples e interpolações que moldaram seu som e navegar pelos covers que ela inspirou”.

A funcionalidade também permite navegar entre conexões criativas. Ao clicar em um dos nomes listados, é possível descobrir outros projetos em que aquele profissional atuou, criando uma rede de exploração musical baseada em relações entre diferentes obras, épocas e estilos.

Imagem mostra três telas de celular com o app do Spotify aberto, exibindo a função SongDNA
SongDNA permite explorar colaboradores, influências e conexões (imagem: divulgação)

A chefe de parcerias com compositores e editoras do Spotify, Jacqueline Ankner, afirmou que o SongDNA foi “projetado para tornar mais transparente a linhagem criativa de uma música, permitindo que fãs explorem as pessoas e influências por trás da música que amam”.

Segundo ela, ao reunir colaboradores, samples e versões em um só lugar, a ferramenta facilita a descoberta e reconhece o papel de profissionais envolvidos na criação.

Além de beneficiar ouvintes, o SongDNA também pode ampliar a visibilidade de profissionais que atuam nos bastidores da música, como produtores, engenheiros e compositores. De acordo com a empresa, as informações exibidas combinam dados fornecidos por artistas e equipes com contribuições da comunidade.

A novidade complementa outras funções já existentes na plataforma. Há uma semana, o Spotify disponibilizou um recurso para melhorar a qualidade do áudio no PC.

Spotify lança SongDNA, recurso que mostra bastidores das músicas

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

SongDNA permite explorar colaboradores, influências e conexões por trás de cada música (imagem: divulgação/Spotify)

HBO Max: lançamentos da semana (23 a 29 de março)

23 de Março de 2026, 05:40

O Olhar Digital apresenta as novidades das plataformas de streaming no Brasil, incluindo os lançamentos da HBO Max. No período entre os dias 23 e 29 de março de 2026, o serviço de assinatura recebe diferentes produções.

Nesta semana, a HBO Max recebe o novo filme Anaconda, com Jack Black e Paul Rudd e participação de Selton Mello. Além disso, a terceira temporada de The Comeback chega ao streaming.

Lançamentos da HBO Max de 23 a 29 de março de 2026

Confira abaixo mais detalhes dos lançamentos da semana da HBO Max entre os dias 23 e 29 de março de 2026:

Segunda-feira – 23/03

  • The Comeback — Temporada 3
    • Série | Original HBO | Comédia | Ano de Produção: (EUA)
    • Uma década depois da segunda temporada, a série HBO Original THE COMEBACK, de Michael Patrick King e Lisa Kudrow, retornará mais uma vez com uma terceira e última temporada.
  • O Mundo [Sem Filtro] de Any Malu
    • Série (1 Temporada) | Animação | Infantil | Ano de Produção: 2015 (Brasil)
    • Na Universidade para Desenhos Animados, a influencer Any Malu cria um canal de Toontube, que faz parte do seu plano para não reprovar. Com a ajuda de seus amigos excêntricos, ela enfrenta trocas de identidade, treta de professores e paixonites secretas. Um semestre repleto de humor e fanservice!
  • Dona Beja — Episódios 36-40 (episódios finais)
    • Série | Original HBO Max | Novela | Drama | Ano de Produção: 2026 (Brasil)
    • Inspirada na trajetória de Ana Jacinta de São José, figura histórica mineira, DONA BEJA apresenta uma nova leitura da novela exibida na televisão nos anos 1980. A narrativa acompanha a história de uma mulher que desafia as normas sociais impostas à sua época em um contexto marcado por restrições e desigualdades. Ao longo da trama, temas como desejo, liberdade, poder e vingança se entrelaçam na construção de uma personagem complexa, cuja inteligência e postura independente a colocam em constantes confrontos. 

Terça-feira – 24/03

  • Men Of War (docuséries)
  • Bodycam: Registros Criminosos — Temporada 6 (realities)

Quarta-feira – 25/03

  • Heróis Esquecidos (filmes)
  • Chaves — Temporada 7 (séries)

Quinta-feira – 26/03

  • The Pitt — Temporada 2, Episódio 12
    • Série | Original HBO Max | Drama | Médico | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • A série vencedora do Emmy, The Pitt, retoma meses depois, pouco antes do sabático planejado pelo Dr. Robby, mas tudo dá uma reviravolta inesperada quando aparece um bebê abandonado no centro de traumatologia. O que começa como um dia típico em The Pitt logo se transforma em uma jornada intensa, cheia de altos e baixos emocionais, chegadas surpresa e um ciberataque que coloca em risco a segurança de todo o hospital. À medida que as tensões aumentam e as relações são colocadas à prova, a equipe é obrigada a enfrentar desafios pessoais e profissionais que levam todos ao limite. Com a pressão crescendo… cada segundo conta.
  • Máxima — Temporada 2, Episódio 3
    • Série (2 Temporadas) | Max Original | Ano de Produção: (Países Baixos)
    • Esta temporada acompanha a trajetória de Máxima desde seu casamento até sua coroação dez anos depois, um caminho no qual ela luta para encontrar sua própria voz como mãe, esposa e futura rainha, enquanto equilibra o amor, o poder e o protocolo real.
  • Lobo em Pele de Cordeiro — Temporada 11 (docuséries)
  • Boom Box: Beats And Betrayal (docuséries)

Sexta-feira – 27/03

  • Anaconda
    • Filme | Ação | Aventura | Comédia | Ano de Produção: 2025 (EUA)
    • Amigos de longa data, Doug e Griff finalmente decidem realizar seu sonho de refazer o seu clássico cult favorito, ANACONDA, no coração da Amazônia. Tudo se torna real quando uma anaconda gigante aparece, e o set caótico e cômico transforma-se em uma situação mortal. O filme que eles estão morrendo para fazer? Pode acabar matando-os…
  • Portobello — Temporada 1, Episódio 6 (final de temporada)
    • Série (1 Temporada) | Original HBO Max | Biografia | Policial | Drama | História | Ano de Produção: 2025 (Itália)
    • A primeira série original italiana da HBO conta a história dramática do apresentador de TV Enzo Tortora, que se tornou o protagonista de um terrível pesadelo judicial. Conta a história de Enzo Tortora, o famoso apresentador do programa de televisão “Portobello”, acusado por alguns colaboradores da justiça de fazer parte de uma organização da Camorra dedicada ao narcotráfico.
  • Pesadelo na Cozinha — Temporada 5, Episódio 6
    • Série (5 Temporadas) | Reality Show | Ano de Produção: 2026 (Brasil)
    • Nesta temporada, o reality expande a sua atuação e traz ao público novas perspectivas culturais, com visitas a restaurantes em quatro estados brasileiros. Ao longo de 12 episódios, o exigente chef francês, Érick Jacquin, oferece consultoria a estabelecimentos que estão passando por dificuldades e problemas estruturais. Com a irreverência, o carisma e a personalidade explosiva já conhecidos pelos espectadores, Jacquin orienta os proprietários e desvenda quais são as mudanças necessárias para recolocar os restaurantes nos trilhos e no caminho do sucesso. Além das amadas reformas, a produção promove práticas de limpeza, vestimenta, comportamento e atendimento ao público, buscando transformar locais à beira do colapso em estabelecimentos respeitados.
  • Privilégios (séries)

Leia mais:

Domingo – 29/03

  • Rooster — Temporada 1, Episódio 4
    • Série (1 Temporada) | Original HBO Max | Comédia | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Uma comédia que gira em torno do intrincado vínculo de um autor com sua filha, tendo como pano de fundo um campus universitário.
  • DFT St. Louis — Temporada 1, Episódio 5
    • Minissérie | HBO Original | Comédia | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Acompanha três adultos presos ao desencanto e à insatisfação típicos da meia-idade, cuja relação evolui para um triângulo amoroso marcado pelo desejo e por uma série de más decisões. O que começa como uma história íntima e cotidiana transforma-se em uma cadeia de acontecimentos que leva a um desfecho inesperado.

O post HBO Max: lançamentos da semana (23 a 29 de março) apareceu primeiro em Olhar Digital.

Amazon Prime Video: lançamentos da semana (23 a 29 de março)

23 de Março de 2026, 05:00

Olhar Digital apresenta os lançamentos da semana do Amazon Prime Video. Na semana entre os dias 23 e 29 de março de 2026, a Amazon terá a chegada de produções à sua plataforma de streaming.

Entre as produções que chegam ao streaming da Amazon nesta semana, está a nova série original A Isca. Além disso, o filme original Lindas e Letais estreia no Prime Video.

Para um teste grátis de 30 dias de Prime Video clique aqui.

Lançamentos da Prime Video de 23 a 29 de março de 2026

Confira mais detalhes sobre os lançamentos da semana entre os dias 23 e 29 de março de 2026:

Segunda-feira – 23/03

  • Sherlock Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Policial | Drama | Mistério | Suspense | Ano de Produção: 2010 (Reino Unido)
    • Uma atualização moderna encontra ao famoso detetive e seu parceiro médico resolvendo um crime na Londres do século 21.

Quarta-feira – 25/03

  • A Isca Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Original Prime Video | Comédia | Drama | Ficção Científica | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Um ator se aproxima do estrelato, mas se depara com uma crise existencial e uma conspiração, misturando drama e emoções alucinantes à medida que a realidade se revela ao seu redor.
  • Lindas e Letais
    • Filme | Original Prime Video | Ação | Terror | Suspense | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Um grupo de dançarinas que tenta escapar de uma pousada remota depois que o ônibus quebra a caminho de um concurso de dança.
  • Outra Chance para o Amor
    • Filme | Romance | Ano de Produção: 2024 (EUA)
    • Após a trágica perda de seu melhor amigo, um jovem arquiteto enlutado inicia uma busca por sua irmã gêmea secreta.

Quinta-feira – 26/03

  • Pai do Ano
    • Filme | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2024 (EUA)
    • A vida de Andy Goodrich muda quando sua esposa entra em um programa de reabilitação, deixando-o sozinho com seus filhos pequenos. Andy se apoia em Grace, sua filha do primeiro casamento, e acaba se transformando no pai que ela nunca teve.

Leia mais:

Sexta-feira – 27/03

  • Casa de Davi Temporada 2
    • Série (2 Temporadas) | Original Prime Video | História | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • O outrora poderoso rei Saul é vítima de seu próprio orgulho e, como um menino pastor marginalizado, Davi é ungido como o segundo rei.

Sábado – 28/03

  • Diabólica
    • Filme | Terror | Mistério | Ficção científica | Suspense | Ano de Produção: 2024 (EUA)
    • A família de Curtis é selecionada para testar um novo dispositivo doméstico: um assistente digital chamado AIA. A AIA aprende os comportamentos da família e começa a prever suas necessidades.

O post Amazon Prime Video: lançamentos da semana (23 a 29 de março) apareceu primeiro em Olhar Digital.

Disney+: lançamentos da semana (23 a 29 de março)

23 de Março de 2026, 04:40

Toda semana, o Olhar Digital destaca as novidades do Disney+ no Brasil. Entre os dias 23 e 29 de março de 2026, o streaming traz episódios de produções bastante aguardadas.

Nesta atualização, o streaming da Disney recebe o primeiro episódio da nova temporada de Demolidor: Renascido. Além disso, o filme Família de Aluguel chega ao streaming do Mickey.

Lançamentos do Disney+ de 23 a 29 de março de 2026

Confira abaixo mais detalhes sobre os lançamentos da semana no Disney+ entre 23 e 29 de março de 2026:

Segunda-feira – 23/03

  • Paradise — Temporada 2, Episódio 7
    • Série (2 Temporadas) | Original do Hulu | Ação | Drama | Suspense | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Na segunda temporada de Paradise, Xavier (Sterling K. Brown) parte em uma jornada pelo mundo em busca de Teri e passa a entender como a humanidade sobreviveu nos três anos desde “O Dia”. De volta a Paradise, a harmonia na comunidade começa a ruir enquanto o bunker lida com as consequências da primeira temporada e novos segredos sobre as origens da cidade são revelados. A série é estrelada por Sterling K. Brown, Julianne Nicholson, Sarah Shahi, Nicole Brydon Bloom, Krys Marshall, Enuka Okuma, Aliyah Mastin, Percy Daggs IV e Charlie Evans. Com a participação especial de Shailene Woodley, Thomas Doherty, Raymond Cham Jr., Michael McGrady, Timothy Omundson e Patrick Fischler.

Terça-feira – 24/03

  • Demolidor: Renascido — Temporada 2, Episódio 1
    • Série (2 Temporadas) | Original Marvel Television | Aventura | Ação | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • O prefeito Wilson Fisk (Vincent D’Onofrio) destrói a cidade de Nova York enquanto persegue o inimigo público número um, o vigilante de Hell’s KItchen conhecido como Demolidor. Mas, por trás da máscara com chifres, Matt Murdock (Charlie Cox) tentará contra-atacar das sombras para derrubar o império corrupto do Rei do Crime e retomar seu lar. Resista. Rebele-se. Reconstrua.

Quarta-feira – 25/03

  • Família de Aluguel
    • Filme | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2025 (Japão)
    • Ambientado na Tóquio dos dias de hoje, FAMÍLIA DE ALUGUEL segue um ator americano (Brendan Fraser) que luta para encontrar seu propósito de vida, até conseguir um emprego inusitado: ele se junta a uma agência japonesa de “famílias de aluguel”, interpretando papéis substitutos para estranhos. À medida que mergulha no mundo de seus clientes, ele começa a forjar laços genuínos que confundem os limites da ficção e realidade. Lidando com as complexidades morais de seu trabalho, ele redescobre propósito, pertencimento e a beleza silenciosa da conexão humana.
  • 9-1-1: Nashville — Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Ação | Drama | Ano de Produção: 2025 (EUA)
    • 9-1-1: Nashville, a nova série da franquia, é um eletrizante drama de ação sobre socorristas heroicos e sua saga familiar de poder e glamour, ambientada em uma das cidades mais diversas e dinâmicas dos Estados Unidos. 

Sexta-feira – 27/03

  • Mike & Nick & Nick & Alice
    • Filme | Ação | Comédia | Policial | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • MIKE & NICK & NICK & ALICE é uma combinação hilária e estilizada de comédia e ação, para maiores de 18 anos, sobre dois gângsteres e a mulher que amam tentando sobreviver à noite mais perigosa de suas vidas. Como se isso já não fosse o bastante, um ingrediente completamente insano entra na mistura: uma máquina do tempo. O filme é estrelado por Vince Vaughn, James Marsden, Eiza González, Keith David, Jimmy Tatro, Stephen Root, Lewis Tan, Ben Schwartz, Emily Hampshire e Arturo Castro.
  • História De Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette — Final de Temporada
    • Série | Original do FX | Biografia | Drama | Romance | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Foi uma história de amor que capturou a atenção de todo um país: John F. Kennedy Jr. (Paul Anthony Kelly) era o mais próximo que os Estados Unidos tinham de uma realeza. A nação o viu crescer, de menino a solteiro cobiçado e figura constante nos holofotes. Já Carolyn Bessette (Sarah Pidgeon) era uma estrela que brilhava por si só. Ferozmente independente e dona de um estilo único, ela passou de assistente de vendas a executiva da Calvin Klein, tornando se uma confidente de seu fundador homônimo. A conexão entre John e Carolyn foi imediata, elétrica e inegável. À medida que sua história de amor se desenrolava sob o olhar do público, a fama intensa e a atenção constante da mídia ameaçavam separá-los. Estrelada por Grace Gummer (Caroline Kennedy), Naomi Watts (Jackie Kennedy Onassis), Alessandro Nivola (Calvin Klein), Leila George (Kelly Klein), Sydney Lemmon (Lauren Bessette) e Constance Zimmer (Ann Marie Messina), História de Amor: John F. Kennedy Jr. e Carolyn Bessette narra a complexa e emocionante trajetória de um casal cujo amor privado se tornou uma obsessão nacional.

Sábado – 28/03

  • Outlander — Temporada 8, Episódio 4
    • Série (8 Temporadas) | Aventura | Drama | Fantasia | Romance | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Na oitava e última temporada de Outlander, Jamie (Sam Heugan) e Claire (Caitriona Balfe) descobrem que a guerra os seguiu até seu lar em Fraser’s Ridge, agora um assentamento próspero que cresceu e floresceu em sua ausência. Com as novas chegadas e mudanças ocorridas ao longo dos anos em que estiveram fora, os Fraser se veem diante do dilema do que estão dispostos a sacrificar pelo lugar que chamam de lar e o que estariam dispostos a abrir mão para permanecer juntos. Enquanto os Fraser mantêm uma frente unida contra os invasores, segredos de família que finalmente vêm à tona ameaçam dividi-los por dentro. Embora tenham deixado para trás a guerra pela independência dos Estados Unidos, sua luta por Fraser’s Ridge está apenas começando.

Domingo – 29/03

  • Rooster Fighter Temporada 1, Episódio 3
    • Série (1 Temporada) | Ação | Comédia | Ano de Produção: 2026 (Japão)
    • Keiji é muito mais do que um galo comum: ele é o maior defensor da humanidade! Quando criaturas estranhas surgem de repente e começam a atacar, ele as enfrenta de frente, ainda zombando: “Vocês fazem minha crista arrepiar!”. Seus adversários podem ter a altura de um prédio de dez andares, mas nada é maior do que seu coração corajoso e seu temível grito de batalha: Kokekokko!

Esportes no Disney+

Durante o mês de março, a ESPN transmite alguns dos principais eventos esportivos do mundo no Disney+.

Na La Liga, o período entre 2 e 22 marca a reta decisiva, com destaque para o clássico entre Real Madrid x Atlético de Madrid na rodada-chave. A Serie A entra na fase final entre 1 e 22 de março, com jogos simultâneos e grande peso de cada ponto. Já a Premier League terá três rodadas completas no período, com disputas intensas tanto pelo topo quanto contra o rebaixamento. 

Na NBA, março encaminha o desfecho da temporada regular, definindo posições finais e vagas nos playoffs e no play-in de abril.

No tênis, o Indian Wells (ATP/WTA 1000), entre 4 e 15 de março, é um dos torneios mais importantes do calendário e distribui pontos decisivos para o ranking mundial.

Pela Copa Conmebol Libertadores, ocorre a terceira fase preliminar do torneio, que define os últimos classificados para a fase de grupos, cujo sorteio também acontece no mês.

No Brasil, O Campeonato Brasileiro Série B começa em 21 de março, com a rodada inaugural abrindo a disputa por pontos rumo ao acesso, que ao fim da temporada garantirá vagas na Série A de 2027.

O post Disney+: lançamentos da semana (23 a 29 de março) apareceu primeiro em Olhar Digital.

Netflix: lançamentos da semana (23 a 29 de março)

23 de Março de 2026, 04:00

O Olhar Digital traz os principais lançamentos da Netflix semanalmente. Nesta semana, você confere as produções que chegam ao catálogo do streaming entre 23 e 29 de março de 2026.

Dentre as estreias, os assinantes poderão assistir a nova série Algo Horrível Vai Acontecer. Também chega ao catálogo da Netflix a série norueguesa Os Casos de Harry Hole.

Lançamentos da Netflix de 23 e 29 de março de 2026

Confira abaixo a lista completa de lançamentos da Netflix no período entre 23 e 29 de março de 2026:

Segunda-feira – 23/03

  • Inside — Temporada 3
    • Série (3 Temporadas) | Original Netflix | Reality Show | Ano de Produção: 2026 (Reino Unido)
    • Uma casa, um milhão de libras e muitos influenciadores. Criadores de conteúdo enfrentam desafios de tirar o fôlego, disputando um prêmio gigantesco neste reality dos Sidemen, os YouTubers virais.

Terça-feira – 24/03

  • Partiu Texas! — Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Original Netflix | Relity Show | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
    • Partiu Texas! acompanha Lee Seo-jin e o produtor Nah Yung-suk em uma jornada espontânea e sem roteiro pelos Estados Unidos. Lee Seo-jin viaja como se o país fosse o quintal de casa, sempre ao lado de amigos que o seguem por impulso e com total confiança nele. Juntos, eles exploram Dallas, a cidade em que Lee Seo-jin sonha em morar depois que se aposentar. Famoso por criar realities naturalmente cativantes, Nah Yung-suk e sua equipe têm fãs que estão loucos para conferir esta aventura.
  • Espíritos 2: Você Nunca Está Sozinho (filme)
  • Phobia (filme)
  • O Mal Está à Sua Espera (filme)
  • Jeff Ross: Take a Banana for the Ride (stand-up)

Quarta-feira – 25/03

  • Heartbreak High: Onde Tudo Acontece — Temporada 3
    • Série (3 Temporadas) | Original Netflix | Drama | Ano de Produção: 2026 (Austrália)
    • A turma do último ano do Colégio Hartley está prestes a se formar e embarcar com tudo na vida adulta. Mas, após uma tentativa de vingança dar errado, Amerie e os amigos precisam enterrar seus segredos para não perder tudo.
  • Homicídio — Temporada 3
    • Série (3 Temporadas) | Original Netflix | Documental | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • “Homicídio”, uma produção da Wolf Entertainment e da Alfred Street Industries, está de volta para revisitar alguns dos crimes mais notórios da cidade que nunca dorme. Nesta série documental, uma equipe de detetives de elite do Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) revive as investigações mais marcantes de suas carreiras. Estas são as histórias deles.
  • Noite de Abertura da MLB: Yankees vs. Giants (ao vivo: pré-jogo às 20h, jogo às 21h)
    • Especial | Original Netflix | Ao Vivo | Esporte | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • O New York Yankees, sob o comando de Aaron Judge, eleito All-Star sete vezes e três vezes jogador mais valioso da Liga Americana, encarará o San Francisco Giants, de Rafael Devers, que já foi selecionado All-Star três vezes. O jogo de Noite de Abertura da MLB será transmitido ao vivo na Netflix na quarta-feira, 25 de março de 2026.
  • Uma Mulher Diferente (filme)
  • Movimento de Jesus (filme)

Quinta-feira – 26/03

  • Algo Horrível Vai Acontecer — Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Original Netflix | Mistério | Drama | Ano de Produção: 2026 (EUA)
    • Algo Horrível Vai Acontecer é uma série de terror sobre um casamento. A história acompanha a noiva e o noivo na semana anterior ao malfadado matrimônio. Não é spoiler. É só ler o título!
  • A Promotora
    • Minissérie | Original Netflix | Documental | Ano de Produção: 2026 (México)
    • Esta série documental acompanha a primeira diretora do Departamento de Feminicídio da Cidade do México, uma nova divisão dedicada a acabar com a violência contra as mulheres.
  • Os Casos de Harry Hole — Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Original Netflix | Suspense | Mistério | Drama | Ano de Produção: 2026 (Noruega)
    • Criada por Jo Nesbø, um dos maiores escritores de ficção policial, “Detective Hole” é um mistério de assassinato em série conduzido pelo famoso anti-herói Harry Hole. A série retrata a trama de dois policiais – supostos colegas – que operam em lados opostos da lei. Ao longo de toda a primeira temporada, Harry tem embates com seu adversário de longa data, Tom Waaler, um policial corrupto. Harry é um investigador de homicídios brilhante, mas atormentado por seus próprios demônios. Conforme esses dois personagens percorrem a linha tênue da ética do sistema penal, Harry precisa fazer tudo o que puder para pegar um assassino em série e levar Waaler perante a justiça antes que seja tarde demais.
  • Desligue!
    • Filme | Original Netflix | Suspense | Drama | Ano de Produção: 2026 (Tailândia)
    • Um grupo de mulheres cai em um golpe por telefone, e a polícia não ajuda. Determinadas a reconquistar suas vidas, elas se unem para investigar e fazer justiça com as próprias mãos.

Sexta-feira – 27/03

  • BTS: O Reencontro
    • Filme | Original Netflix | Documentário | Ano de Produção: 2026 (Coreia do Sul)
    • Este documentário em longa-metragem acompanha o aguardadíssimo retorno da realeza do pop: o BTS. Com direção do aclamado Bao Nguyen (“O Freelancer: O Homem Por Trás da Foto”, “A Noite que Mudou o Pop”) e produção das renomadas This Machine (Martha, Karol G) e HYBE, o filme oferece acesso inédito ao grupo, acompanhando o BTS nos preparativos para a reunião que promete entrar para a história da cultura pop, ao mesmo tempo em que refletem sobre a jornada que transformou estes jovens coreanos em ícones globais. Desde a estreia em 2013, o BTS construiu uma das comunidades de fãs mais apaixonadas do mundo. Após cumprirem o serviço militar obrigatório na Coreia do Sul, os sete se reúnem em Los Angeles para voltar a fazer música, retomando um espaço criativo transformado pelo tempo que passaram separados e pelas mudanças pessoais na vida de cada um. Enquanto milhões de fãs aguardam o retorno da década, o BTS encara questões íntimas e profundas: como recomeçar, honrar o passado sem ficar preso a ele e seguir em frente juntos. Entre momentos de dúvida, risadas e redescoberta, eles criam novas músicas que refletem quem são hoje. O resultado é um álbum que tem tudo para virar um marco de sua era. Intimista, emocionante e cheio de alegria, “BTS: O Reencontro” é uma história de resiliência, fraternidade e reinvenção.
  • O Predador de Sevilha — Temporada 1
    • Série (1 Temporada) | Original Netflix | Documental | Ano de Produção: 2026 (Espanha)
    • Durante muitos anos, Manuel Blanco foi conhecido por estudantes estrangeiros como “Manu White”, um guia simpático que organizava viagens baratas pela Espanha. Mas essa imagem alegre escondia uma história sombria. O caso veio à tona quando várias mulheres começaram a conectar experiências de abuso que pareciam não estar relacionadas.
  • 53 Domingos
    • Filme | Original Netflix | Comédia | Drama | Ano de Produção: 2026 (Espanha)
    • Três irmãos se reúnem para decidir o que fazer com o pai de 86 anos, que começou a se comportar de um jeito bem peculiar. Será que eles devem mandá-lo a uma casa de repouso? Ou é melhor levá-lo para morar com um dos filhos? O que começa como uma pacata reunião de família logo se transforma em uma situação inusitada, engraçada e totalmente fora de controle.
  • Imóveis de Luxo em Família — Temporada 6
    • Série (6 Temporadas) | Original Netflix | Reality Show | Ano de Produção: 2026 (França)
    • Entre bebês, casamentos, novos horizontes e grandes mudanças, a família Kretze vende imóveis ainda mais luxuosos, de Mykonos à Cidade do Cabo, de Portofino e Hong Kong.
  • Não Se Preocupe, Querida (filme)

Sábado – 28/03

  • Os Mercenários 4 (filme)
  • Serra Pelada (filme)
  • Jesus (série)

Domingo – 29/03

  • Os Cavaleiros do Zodíaco – Saint Seiya: O Começo (filme)

O post Netflix: lançamentos da semana (23 a 29 de março) apareceu primeiro em Olhar Digital.

Fire Phone de volta? Amazon pode lançar um novo celular

20 de Março de 2026, 12:41
Amazon faz promoções durante Semana do Consumidor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Dispositivo deve integrar serviços da Amazon e inteligência artificial (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Amazon planeja lançar um novo smartphone, conhecido internamente como “Transformer”.
  • Segundo a Reuters, o dispositivo deve integrar inteligência artificial e serviços da Amazon, como compras online e a assistente Alexa.
  • A iniciativa deve priorizar a integração de serviços, sem competir em hardware, para evitar repetir o fracasso do Fire Phone em 2014.

A Amazon deve voltar para o mercado de smartphones, mais de uma década após a tentativa frustrada com o Fire Phone. Segundo a Reuters, a companhia trabalha em um novo dispositivo, que deve integrar inteligência artificial e serviços próprios.

O projeto seria conhecido internamente como “Transformer”. A agência afirma que ele está sendo conduzido por uma equipe dedicada na divisão de dispositivos e serviços da empresa, com a proposta de se adaptar ao usuário ao longo do dia, funcionando como uma extensão da assistente virtual Alexa.

Um novo telefone com inteligência artificial integrada

Fire Phone foi lançado pela Amazon em 2014, mas não deu certo (imagem: reprodução)

A ideia seria criar um dispositivo personalizado, que se conecte diretamente aos serviços da Amazon — compras online, streaming e assistentes de voz. A assistente Alexa deve ter papel relevante na experiência, mesmo que não seja o sistema principal do aparelho.

O uso de inteligência artificial é apontado como um dos pilares do projeto. A intenção seria reduzir a dependência de lojas de aplicativos da Apple e Google, permitindo que funções sejam acessadas de forma mais direta, sem necessidade de downloads ou cadastros prévios.

A Reuters revela que, internamente, a iniciativa é vista como uma forma de ampliar o uso de IA entre os consumidores e fortalecer a presença da empresa em serviços digitais.

Fire Phone fracassou em 2014

A movimentação acontece após o fracasso do Fire Phone, lançado em 2014 e descontinuado pouco mais de um ano depois. Na época, o modelo teve preço inicial de US$ 649 (cerca de R$ 1.550), depois reduzido drasticamente para US$ 159 (cerca de R$ 380).

Mesmo assim, ele acabou gerando um prejuízo estimado em US$ 170 milhões (cerca de R$ 408 milhões) com o estoque não vendido. O aparelho não conseguiu competir com os iPhones da Apple e os modelos da Samsung, em parte devido à falta de aplicativos populares e às limitações técnicas.

Ainda assim, o histórico negativo não impediu a empresa de considerar uma nova tentativa. A estratégia atual parece diferente: em vez de competir apenas em hardware, o foco seria a integração de serviços. O cronograma do novo aparelho, contudo, ainda não foi definido.

Fire Phone de volta? Amazon pode lançar um novo celular

Amazon faz promoções durante Semana do Consumidor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Jogos de hoje (20/03/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

20 de Março de 2026, 08:00

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 20 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão Feminino e dos campeonatos nacionais europeus.

Confira, a seguir, os jogos desta sexta-feira (20) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (20/03/26)

Brasileirão Feminino 2026

  • Flamengo x Cruzeiro — 21h — sportv

Premier League 2025/26

  • Bournemouth x Manchester United — 17h — ESPN e Disney+

LALIGA 2025/26

  • Villarreal x Real Sociedad — 17h — Xsports e Disney+

Bundesliga 2025/26

  • RB Leipzig x Hoffenheim — 16h30 — sportv e OneFootball

Campeonato Italiano 2025/26

  • Cagliari x Napoli — 14h30 — ESPN 3 e Disney+
  • Genoa x Udinese — 16h45 — Disney+

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Leia mais:

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

O post Jogos de hoje (20/03/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas apareceu primeiro em Olhar Digital.

Spotify lança recurso para melhorar qualidade de áudio no PC

18 de Março de 2026, 10:09
Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Modo Exclusivo é restrito ao app do Spotify para Windows (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify lançou o “Modo Exclusivo” para melhorar a qualidade de áudio no Windows.
  • O recurso permite controle total do áudio pelo aplicativo, evitando interferências e garantindo a qualidade “Bit-perfect playback”.
  • A função não suporta vídeos, podcasts e prévias, e limita o áudio a um único aplicativo por vez.

O Spotify disponibilizou o recurso “Modo Exclusivo”, voltado para usuários que buscam maior fidelidade sonora no computador. Ele é restrito ao Windows e exige uma assinatura Premium.

A novidade permite que o aplicativo tenha controle total sobre o processamento de áudio do sistema, reduzindo interferências comuns do computador. A empresa afirma que “seu computador pode alterar o áudio antes que ele chegue ao seu DAC, por meio de reamostragem, misturando outros sons do sistema e alterando o volume.” Com o recurso ativado, isso é evitado, garantindo uma reprodução mais fiel.

Melhor qualidade de som

Na prática, o Modo Exclusivo faz com que o Spotify ignore o mixer de áudio do sistema operacional, entregando o som diretamente ao dispositivo de saída. Isso possibilita o chamado “Bit-perfect playback”, que preserva as características originais da faixa reproduzida.

Esse tipo de reprodução é especialmente relevante para quem utiliza DACs (conversores digital-analógicos) ou interfaces de áudio dedicadas. Nesses casos, o ganho de qualidade pode ser mais perceptível, principalmente quando combinado com a opção de áudio sem perdas já disponível na plataforma.

Por outro lado, o recurso traz algumas limitações. Enquanto estiver ativo, outros aplicativos não poderão reproduzir som no mesmo dispositivo selecionado. Além disso, funções do próprio Spotify, como transições automáticas entre músicas e crossfade, deixam de funcionar.

O Modo Exclusivo não se aplica a todos os conteúdos. Vídeos, podcasts e prévias podem continuar utilizando o áudio padrão do sistema, exigindo que o usuário desative a função em alguns casos.

Como ativar o recurso?

Configuração do Modo Exclusivo no app para Windows permite ativar o controle direto do áudio.
Configuração do Modo Exclusivo no app para Windows (imagem: divulgação)

Para utilizar o Modo Exclusivo, é necessário acessar as configurações de reprodução no app do Spotify no Windows e selecionar manualmente o dispositivo de saída desejado. A opção só aparece quando há compatibilidade com o hardware utilizado.

Fones Bluetooth, alto-falantes integrados e dispositivos virtuais, por exemplo, não são suportados. A recomendação é usar equipamentos com DAC dedicado ou saídas de áudio compatíveis.

Outro detalhe é que, com o recurso ativado, o controle de volume passa a depender do próprio Spotify ou do dispositivo externo conectado, já que o controle geral do sistema deixa de interferir.

O lançamento atende a uma demanda antiga de usuários, que pediam uma alternativa semelhante ao que já existe em serviços concorrentes. A empresa informou ainda que pretende levar o Modo Exclusivo para o macOS “em uma versão futura”.

Spotify lança recurso para melhorar qualidade de áudio no PC

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como ver a senha da Netflix pelo celular ou PC

16 de Março de 2026, 12:58
Ilustração com a tela de visualizar a senha da Netflix
É possível visualizar a senha da Netflix, se você a salvou antes em algum gerenciador de senhas (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Você pode ver a senha da Netflix pelo celular, ao acessar o gerenciador de senhas do Google ou o app Senhas do iPhone. Também é possível ver a senha da plataforma pelo PC, por meio do gerenciador de senhas do navegador.

Importante destacar que você só vai conseguir visualizar a senha da Netflix se tiver salvado a credencial anteriormente. Caso contrário, talvez seja necessário redefinir a senha para ter certeza de qual password está usando.

A seguir, saiba como ver a senha da Netflix pelo smartphone (Android ou iPhone) ou pelo PC.

Como ver a senha da Netflix no celular Android

Importante

O método abaixo só vai funcionar caso você tenha escolhido salvar a senha da Netflix em sua Conta Google anteriormente

1. Abra as configurações da Conta Google

Abra o aplicativo do Google em seu smartphone Android. Depois, toque no seu ícone de avatar (localizado no canto superior direito), e vá em “Gerenciar sua Conta do Google”.

Acessando as configurações da Conta Google
Acessando as configurações da Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Acesse o gerenciador de senhas do Google

Entre na seção “Segurança e login”. Na tela seguinte, acesse a guia “Gerenciador de senhas”.

Entrando no gerenciador de senhas da Conta Google
Entrando no gerenciador de senhas da Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Veja a senha da Netflix salva na Conta Google

Use o campo de pesquisa para facilitar a busca (se necessário) e escolha a opção da Netflix. Por fim, toque no ícone de olho para ver a senha da Netflix no celular.

Visualizando a senha da Netflix salva na Conta Google
Visualizando a senha da Netflix salva na Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver a senha da Netflix pelo iPhone

Importante

O passo a passo abaixo só vai dar certo se você escolheu salvar a senha da Netflix em seu iPhone anteriormente.

1. Abra o aplicativo Senhas em seu iPhone

Abra o app Senhas em seu iPhone. Em seguida, toque na seção “Todas” para abrir todas as senhas salvas na sua Conta Apple.

Acessando o app Senhas do iPhone
Acessando o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Selecione “Netflix” para ver a senha da plataforma

Selecione a opção “Netflix”. Depois, basta tocar uma vez no campo da senha para ver a senha da Netflix pelo iPhone.

Visualizando a senha da Netflix salva no iPhone
Visualizando a senha da Netflix salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como ver a senha da Netflix pelo PC

Importante

O processo abaixo só vai funcionar se você permitiu o salvamento da senha da Netflix no seu navegador anteriormente.

1. Acesse as configurações do seu navegador

No navegador de sua preferência, acesse as configurações do browser. No Google Chrome, basta clicar no menu de três linhas e acessar “Configurações”. Em outros navegadores, vale procurar pela opção ou ícone de configurações.

Acessando as configurações do navegador
Acessando as configurações do navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

2. Entre no gerenciador de senhas do browser

Digite “senha” no campo de busca e entre na seção do navegador que armazena senhas salvas. Vale destacar que o nome da guia pode variar de browser para browser.

Entrando nas senhas salvas do navegador
Entrando nas senhas salvas do navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

3. Procure por “Netflix” na lista de senhas salvas

Procure por “Netflix” e clique na opção da plataforma de streaming. Você pode fazer a busca manual ou usar o campo de pesquisa.

Acessando a senha da Netflix salva no navegador
Acessando a senha da Netflix salva no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

4. Confira a senha da Netflix salva no navegador

Clique no ícone de olho para descobrir a senha da Netflix já conectada em seu computador.

Visualizando a senha da Netflix salva no navegador
Visualizando a senha da Netflix salva no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Por que não consigo ver a senha da Netflix?

Há casos em que você pode não conseguir visualizar a senha da Netflix, mesmo que já tenha feito login anteriormente ou que esteja logado na plataforma. Alguns dos principais problemas que impedem a visualização da credencial envolvem:

  • Senha não salva anteriormente: não será possível encontrar a senha da Netflix nos gerenciadores de senha se você escolher por não salvar a credencial anteriormente.
  • Login feito de outra forma: não há como salvar a senha da Netflix se o login foi feito via QR Code ou algum outro método que não exige a senha da conta.
  • Senha salva em outra conta ou navegador: verifique se está usando a mesma Conta Google, Conta Apple ou navegador em que salvou a senha da Netflix.

Posso ver a senha da Netflix pela TV?

Não. Diferentemente de smartphones, televisores não oferecem aplicativos que exibem senhas salvas no aparelho. Smart TVs podem adicionar login automático para a Netflix, mas não vão mostrar as credenciais para o usuário.

O que fazer se eu não visualizar a senha da Netflix?

Você terá que redefinir a senha da Netflix para ter certeza de qual é o password, caso não consiga visualizar a credencial a partir de gerenciadores de senha. O processo é simples, e envolve acessar o site da plataforma de streaming, usar o mecanismo “Esqueceu a senha?”, confirmar sua identidade e criar uma nova senha.

E se por acaso estiver com problemas para descobrir ou trocar sua senha, vale falar com o SAC da Netflix para buscar ajuda frente ao suporte da plataforma.

É possível ocultar a senha da Netflix salva?

Sim. Você pode ocultar a senha da Netflix na lista de senhas salvas ao abrir o gerenciador de senhas do seu smartphone ou navegador, e remover os dados da Netflix.

Vale destacar que essa ação vai remover a senha da Netflix do gerenciador de senhas, impedindo que você visualize a credencial posteriormente em caso de esquecimento.

Como ver a senha da Netflix pelo celular ou PC

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando as configurações da Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Entrando no gerenciador de senhas da Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Visualizando a senha da Netflix salva na Conta Google (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando o app Senhas do iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Visualizando a senha da Netflix salva no iPhone (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando as configurações do navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Entrando nas senhas salvas do navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Acessando a senha da Netflix salva no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Visualizando a senha da Netflix salva no navegador (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Oscar 2026 ao vivo: acompanhe todos os vencedores da noite

15 de Março de 2026, 17:15

Neste domingo (15), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas elege os ganhadores do Oscar 2026: uma das cerimônios de premiação de maior prestígio no cinema. O evento ocorre no Teatro Dolby em Los Angeles (EUA) e sua transmissão começa ao vivo pela TNT, Globoplay, HBO Max e Globo a partir das 21h.

Para atualizar os leitores do Olhar Digital, faremos a cobertura ao vivo conforme cada categoria anunciar seu respectivo vencedor. Neste ano, o Brasil concorre a quatro categorias em virtude do sucesso do filme O Agente Secreto, estrelando Wagner Moura. As categorias são:

  • Melhor Filme
  • Melhor Filme Internacional
  • Melhor Ator (Wagner Moura)
  • Melhor Direção de Elenco

Leia mais:

Todos os vencedores do Oscar 2026

Indicados a Melhor Filme no Oscar 2026 (Divulgação)

*Esta matéria será atualizada em tempo real a cada novo vencedor.

O post Oscar 2026 ao vivo: acompanhe todos os vencedores da noite apareceu primeiro em Olhar Digital.

Jogos de hoje (13/03/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

13 de Março de 2026, 08:00

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 13 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão Feminino e dos campeonatos nacionais europeus.

Confira, a seguir, os jogos desta sexta-feira (13) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (13/03/26)

Brasileirão Feminino 2026

  • Botafogo x Flamengo — 19h — sportv
  • Palmeiras x Corinthians — 21h30 — sportv e ge tv

LALIGA 2025/26

  • Alavés x Villarreal — 17h — ESPN 4 e Disney+

Bundesliga 2025/26

  • Borussia Mönchengladbach x St. Pauli — 16h30 — Xsports e OneFootball

Campeonato Italiano 2025/26

  • Torino x Parma — 16h45 — Xsports e Disney+

CONMEBOL Libertadores Sub-20

  • Flamengo x Independiente Medellín — 21h — Xsports, sportv, Pluto TV, Canal GOAT e N Sports

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Leia mais:

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

O post Jogos de hoje (13/03/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas apareceu primeiro em Olhar Digital.

Oscar 2026: em quais categorias o Brasil está concorrendo ao prêmio do cinema?

13 de Março de 2026, 06:30

Um clima de Copa do Mundo toma o Brasil quando temos indicações nacionais ao Oscar. E, em 2026, nosso retorno ao Teatro Dolby tem um gostinho especial após a vitória de “Ainda Estou Aqui” no ano anterior.

Em 2026, temos cinco indicações ao maior prêmio do cinema internacional. Por isso, vale a pena não apenas conhecer os indicados, mas o que eles têm de tão especial para concorrerem aquela tradicional estatueta dourada.

O Agente Secreto

O grande protagonista brasileiro nesta jornada ao Teatro Dolby é, sem dúvida, “O Agente Secreto”. Dirigido por Kleber Mendonça Filho, o longa não apenas igualou o recorde de “Cidade de Deus” com quatro indicações, mas também colocou Wagner Moura em um patamar inédito: ele é o primeiro brasileiro a concorrer na categoria de Melhor Ator.

Após vencer o Globo de Ouro, Moura chega ao Oscar como um dos favoritos por sua atuação densa como Marcelo, um professor vigiado pelo regime militar em 1977.

Pessoas ao redor de um orelhão
Cena de “O Agente Secreto”. Imagem: Divulgação/ CinemaScópio Produções e Vitrine Filmes

A produção é um exemplo de como a inovação digital pode ser usada para preservar a estética analógica. Para fugir de uma imagem digital excessivamente “limpa”, a equipe usou a câmera ARRI Alexa 35 com lentes anamórficas Panavision, segundo a Exame. O resultado é uma textura granulada e orgânica que lembra os thrillers políticos da década de 70.

Quem disse que efeitos visuais é só para ficção científica? Nesse filme, a pós-produção realizou uma “limpeza” digital em larga escala para remover postes e outros elementos modernos para recriar uma Recife de 1977.

O filme também marca a estreia do Brasil na nova categoria de Melhor Direção de Elenco, com Gabriel Domingues. O processo utilizou ferramentas de audição remota e self-tapes para garimpar talentos por todo o país, misturando estrelas consagradas com descobertas locais.

  • Indicações: Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator (Wagner Moura) e Melhor Direção de Elenco.
  • Onde assistir: Netflix.

Sonhos de Trem

Se “O Agente Secreto” domina as categorias de atuação e narrativa, “Sonhos de Trem” (“Train Dreams“) destaca a excelência técnica do Brasil. O paulista Adolpho Veloso fez história ao se tornar o primeiro brasileiro indicado ao Oscar de Melhor Fotografia.

O grande diferencial de Veloso foi a decisão de filmar usando a luz natural, conforme revelou em entrevista à ABC. A produção foi rodada em locações reais no Noroeste dos Estados Unidos para retratar a vida de um trabalhador ferroviário no início do século XX.

Joel Edgerton em "Sonhos de Trem" (2025)
Joel Edgerton em “Sonhos de Trem” (2025). Imagem: Netflix / Divulgação

Antes da indicação ao Oscar, o trabalho de Veloso já havia vencido o Critics Choice Awards 2026 e o Spirit Awards 2026 na categoria de Melhor Fotografia.

  • Indicações: Melhor Fotografia.
  • Onde assistir: Netflix.

Documentários brasileiros: menção honrosa

O Brasil também demonstrou seu potencial no campo do documentário, com duas produções alcançando a lista de 15 semifinalistas da Academia em 2026. Embora não tenham chegado à lista final de cinco indicados, as obras reforçam o prestígio internacional das produções nacionais:

  • Apocalipse nos Trópicos: dirigido por Petra Costa, o filme utiliza um vasto arquivo digital para investigar as conexões entre religião e política no Brasil contemporâneo. A obra chegou a ser indicada ao BAFTA 2026, consolidando a diretora como uma das vozes mais influentes do gênero.
  • Yanuni: uma coprodução entre Brasil e Estados Unidos, produzida por Leonardo DiCaprio, que acompanha a luta da líder indígena Juma Xipaia. O documentário utiliza tecnologia de imagem de alta definição para registrar a urgência do combate ao garimpo ilegal na Amazônia.

O post Oscar 2026: em quais categorias o Brasil está concorrendo ao prêmio do cinema? apareceu primeiro em Olhar Digital.

Mais de 120 anos depois, um dos primeiros filmes com robô é restaurado nos EUA

13 de Março de 2026, 06:00

A Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos restaurou recentemente Gugusse et l’Automate (“Gugusse e o Autômato”), um dos primeiros filmes da história a mostrar um robô. Dirigido pelo pioneiro francês Georges Méliès em 1897, o curta surgiu apenas dois anos depois de L’Arrivée d’un train en gare de La Ciotat, dos irmãos Auguste Lumière e Louis Lumière, considerado um dos primeiros filmes da história.

O filme era considerado como perdido até 2025, quando um exemplar foi encontrado na coleção de William Delisle Frisbee, artista itinerante que andava com um projetor e algumas das obras mais antigas do mundo.

As 10 bobinas de nitrato que guardavam pedaços do curta-metragem permaneceram guardadas em porões até serem doadas para a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Assim que a descoberta foi feita, o Centro Nacional de Conservação Audiovisual do país iniciou o processo de restauração e digitalização.

Esta é uma daquelas coleções que nos faz perceber por que fazemos isso”, disse Courtney Holschuh, técnica do Centro Nacional de Conservação Audiovisual dos Estados Unidos que restaurou o arquivo, em entrevista à Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos

Para quem tem pressa:

  • A Biblioteca do Congresso dos EUA divulgou a restauração de um dos primeiros filmes do mundo e o primeiro com a representação de um robô;
  • O filme era considerado como perdido até que, em 2025, foi encontrado um exemplar da obra na coleção pessoal de William Delisle Frisbee;
  • O conceito ousado da obra mostra uma ideia atual que parece mais antiga do que se pensava: as máquinas podem se rebelar contra os humanos?

Descoberta e enredo de uma obra (atual)

Bill McFarland contou à Biblioteca do Congresso dos EUA que ficou muito animado quando fez a descoberta das obras deixadas por seu bisavô, William Delisle Frisbee. Seu antepassado dirigia uma charrete de cidade em cidade, divulgando alguns dos primeiros filmes do mundo. Assim que Bill encontrou as bobinas, decidiu doá-las para a instituição.

O filme mostra em aproximadamente 40 segundos cenas em que Gugusse, um palhaço, manipula uma espécie de robô, interpretado por outro ator. Gugusse gira uma manivela, fazendo com que o “autômato” se mova. Durante o curta, o robô “se rebela” contra o manipulador e acerta o palhaço com um bastão, gerando um conflito entre os dois. Por fim, Gugusse acaba destruindo seu rival.

O conceito ousado da obra mostra uma ideia atual que parece mais antiga do que se pensava: as máquinas podem se rebelar contra os humanos?

Leia mais:

George Méliès e a história do cinema

Filme é o mais famoso de Georges Méliès.
O diretor do famoso curta, “Viagem à lua”, Georges Méliès era também ilusionista e trouxe inovações para o cinema. Imagem: Domínio público.

Dono das consideradas primeiras obras cinematográficas de ficção científica, Marie Georges Jean Méliès nasceu no ano de 1861 em Paris, na França. Inspirado pelos livros do escritor Júlio Verne, ele não seguiu a linha de outros cineastas que apenas retratavam cenas reais, ele criava cenários e efeitos que geravam uma ideia de movimento e ilusão, trazendo à tela histórias fantasiosas que encantavam o público.

De acordo com a New Atlas, suas ideias cinematográficas começaram em 1896, quando sua câmera emperrou durante uma gravação na Place de l’Opéra, em Paris. O problema técnico fez com que um ônibus se parecesse com um carro fúnebre, o que inspirou o cineasta a explorar essa técnica de ilusão em seus filmes.

Criador de obras como Le Voyage dans la Lune” (Viagem à Lua – 1902), Voyage à travers l’impossible (Viagem Através do Impossível – 1904) e o considerado primeiro filme de terror da história, “Le Manoir du Diable” (A Mansão do Diabo – 1896), George Méliès produziu mais de 400 filmes e ficou conhecido como “o mágico do cinema”. Até hoje, é conhecido como uma das figuras mais importantes e influentes da história da indústria cinematográfica.

O post Mais de 120 anos depois, um dos primeiros filmes com robô é restaurado nos EUA apareceu primeiro em Olhar Digital.

Netflix confirma sequência de “KPop Demon Hunters”

12 de Março de 2026, 22:32

A Netflix confirmou, nesta quinta-feira (12), que uma sequência de “KPop Demon Hunters” está em desenvolvimento. Este anúncio surge a partir da colaboração entre a plataforma de streaming e os codiretores Maggie Kang e Chris Appelhans.

A continuidade da animação marca o primeiro projeto do contrato de múltiplos anos, exclusivo para escrita e direção, assinado pelos cineastas. A narrativa de “KPop Demon Hunters” é focada em um trio de K-idols, que, além de serem estrelas pop, também são caçadores de demônios.

O sucesso de “KPop Demon Hunters” na Netflix

  • O filme original, animado pela Sony Pictures Animation, narra a história do trio feminino de K-Pop chamado Huntrix, composto por Rumi, Mira e Zoey;
  • Elas dividem a rotina de superestrelas com a vida secreta de caçadoras de demônios;
  • O sucesso da trilha sonora contribuiu para a popularidade do filme. A canção “Golden“, interpretada pelas vocalistas EJAE, Audrey Nuna e Rei Ami, alcançou a primeira posição na Billboard Hot 100;
  • Essa conquista evidenciou o impacto global da música presente no filme e reforçou o poder de alcance do K-Pop, que já vinha conquistando públicos ao redor do mundo;
  • A performance da canção impulsionou o projeto a outros patamares, não se restringindo apenas ao ambiente do streaming.

No que diz respeito à crítica, a produção também obteve reconhecimento. O filme recebeu prêmios importantes, como melhor animação e melhor canção na 31ª edição do Critics Choice Awards. Além disso, foi agraciado com os prêmios de melhor animação e melhor canção original na 83ª edição do Globo de Ouro.

O reconhecimento estendeu-se às indicações ao Oscar, concorrendo nas categorias de melhor filme de animação e melhor canção original. O destaque mais significativo foi o Grammy de melhor canção escrita para mídia visual concedido à faixa “Golden”, tornando-a a primeira canção de K-Pop a receber um Grammy.

Personagens de KPop Demon Hunters
KPop Demon Hunters segue batendo recordes (Imagem: Divulgação/Netflix)

Impacto e audiência global

Em janeiro de 2026, a Netflix anunciou que o filme estabeleceu novos recordes de audiência na plataforma. Em um período de seis meses, “KPop Demon Hunters” acumulou 482 milhões de visualizações, somando-se a 32 milhões de visualizações para os clipes musicais. A trilha sonora do filme continua a ser um fenômeno global, mantendo-se nas paradas e sendo reproduzida em diversas partes do mundo.

A diretora Maggie Kang expressou seu orgulho como cineasta coreana, destacando a importância de se ver a audiência demandando mais da história e dos personagens coreanos. Ela mencionou que o universo construído é rico em detalhes e que há muito mais a ser revelado, sugerindo que a sequência é apenas o começo de novas possibilidades.

O codiretor Chris Appelhans, em entrevista à Reuters em janeiro, ressaltou a necessidade de uma direção criativa clara para a sequência desde o início. Ele destacou que é fundamental saber para onde se está indo criativamente, caso contrário, o risco de se perder no processo é alto.

Appelhans enfatizou a importância de criar algo que seja significativo e que se conecte com o público, acreditando que, se bem feito, o projeto será bem-sucedido.

A confirmação da sequência de “KPop Demon Hunters” sinaliza um movimento estratégico da Netflix em investir em conteúdos que dialogam diretamente com as tendências globais e com o público jovem-adulto.

O sucesso estrondoso do primeiro filme, tanto em números de visualização quanto em reconhecimento de premiações, estabelece um precedente para a qualidade e o impacto que a próxima produção pode alcançar.

A manutenção da direção criativa com Maggie Kang e Chris Appelhans, sob um acordo de exclusividade, garante uma continuidade na visão artística que se conectou com milhões de espectadores. A expectativa é que a nova etapa da jornada das Huntrix continue a explorar o universo do K-Pop e a caça a demônios, entregando mais ação, música e profundidade aos personagens. Os fãs da dupla de cineastas e do K-Pop aguardam os próximos capítulos dessa aclamada saga animada.

O post Netflix confirma sequência de “KPop Demon Hunters” apareceu primeiro em Olhar Digital.

Em primeira mão: Spotify deixará de vender gift cards no Brasil

12 de Março de 2026, 12:38
Um homem sorridente com fones de ouvido pretos está olhando para um smartphone em suas mãos, com o dedo indicador da outra mão levantado. Ele veste uma camiseta branca e calças cinzas claras. Ao seu redor, há três logos verdes e brancos do Spotify flutuando sobre um fundo verde brilhante. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog".
Spotify deixará de vender gift cards no Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify deve descontinuar a venda de gift cards digitais a partir de 30 de março de 2026.
  • O streaming oferece alternativas de pagamento, como planos anuais e semestrais, e métodos como Pix para quem não possui cartão de crédito.
  • Cartões físicos devem permanecer à venda enquanto durarem os estoques nas lojas.

Atualmente, o plano Premium Individual do Spotify custa R$ 23,90 por mês no Brasil. Mas existe uma forma de reduzir um pouco o valor dessa mensalidade: comprando cartões pré-pagos (gift cards). O problema é que, em breve, eles deixarão de ser comercializados pela plataforma de streaming.

Nas lojas Casas Bahia e Nuuvem, consultadas pelo Tecnoblog nesta quinta-feira (12/03), os cartões eram vendidos com os seguintes preços (pode haver variações em outras lojas):

  • Spotify Premium Individual de um mês: R$ 21,90
  • Spotify Premium Individual de três meses: R$ 61,90
  • Spotify Premium Individual de seis meses: R$ 118

O cartão pré-pago de seis meses é o mais vantajoso, pois equivale a R$ 19,66 mensais. Foi exatamente esse cartão que eu comprei no início da semana.

Mas eis que, na página do Spotify em que o código do gift card deve ser inserido, me deparei com um aviso de que os cartões pré-pagos do serviço serão descontinuados.

Os detalhes do aviso informam que os cartões digitais estarão disponíveis para compra até 30 de março de 2026, enquanto os cartões físicos estarão à venda enquanto durarem os estoques das lojas.

Contudo, quem tiver um cartão ainda não resgatado, seja ele digital ou físico, poderá usá-lo após a data em questão. Normalmente, esses cartões valem por 12 meses após a compra, embora o aviso fale que não há prazo de validade.

Aviso de descontinuação de gift cards no Spotify
Aviso de descontinuação de gift cards no Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Existe alguma forma de continuar pagando menos pelo Spotify Premium?

Uma opção consiste em fazer pagamento anual do Spotify Premium Individual. Nela, o preço por um ano é de R$ 239, o que corresponde a R$ 19,92 por mês.

O Spotify também oferece pacotes semestrais e trimestrais, mas nenhum é vantajoso frente à mensalidade padrão de R$ 23,90, veja:

  • opção de seis meses: R$ 143, equivalente a R$ 23,84 por mês
  • opção de três meses: R$ 72, equivalente a R$ 24 por mês (fica até mais caro)

Também existe a opção de pagamento anual no Spotify Premium Duo, que custa R$ 31,90 por mês e aceita dois usuários, e no Spotify Premium Família, para até seis pessoas por R$ 40,90 mensais. Mas, novamente, há pouca ou nenhuma vantagem nessas opções:

  • Duo por um ano: R$ 379, equivalente a R$ 31,59 por mês
  • Família por um ano: R$ 490, equivalente a R$ 40,84 por mês

Para que usava os gift cards por não ter acesso a cartões de crédito, a alternativa está em recorrer a outras modalidades de pagamento, como o Pix.

Gift card digital do Spotify Premium
Gift card digital do Spotify Premium (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que diz o Spotify?

Procurado pelo Tecnoblog, o Spotify confirmou a decisão de descontinuar os cartões pré-pagos:

Estamos descontinuando gradualmente os cartões‑presente físicos como parte da evolução da nossa estratégia, alinhando-a à forma como os assinantes utilizam o Spotify hoje.

Todos os cartões já existentes continuam válidos dentro de seus respectivos prazos de resgate, e os usuários seguem contando com diversas opções de planos e métodos de pagamento.

Apesar de a nota falar apenas em “cartões‑presente físicos”, as versões digitais também serão descontinuadas, conforme o aviso no site da plataforma.

Em primeira mão: Spotify deixará de vender gift cards no Brasil

Spotify (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Aviso de descontinuação de gift cards no Spotify (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Gift card digital do Spotify Premium (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Wagner Moura vai anunciar categoria no Oscar; veja lista de apresentadores

11 de Março de 2026, 16:26

O ator brasileiro Wagner Moura vai apresentar uma categoria na cerimônia do Oscar 2026. O anúncio foi feito pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nesta quarta-feira (11), com uma lista completa dos artistas que entregarão troféus em categorias da premiação.

Além de Moura, o grupo inclui nomes conhecidos do cinema e da televisão, como Nicole Kidman, Jimmy Kimmel, Pedro Pascal, Ewan McGregor, Sigourney Weaver, Channing Tatum, Rose Byrne, Delroy Lindo, Bill Pullman e Lewis Pullman.

A Academia não revelou quais categorias cada convidado será responsável por anunciar.

Meet your final slate of presenters for the 98th #Oscars.

The biggest moments are still to come — tune in LIVE Sunday, March 15, at 7e/4p on ABC and Hulu to see it all unfold. #OnlyAtTheOscars pic.twitter.com/dw5Yl37VLI

— The Academy (@TheAcademy) March 11, 2026

A participação de Wagner Moura ganha ainda mais destaque porque ele também concorre ao prêmio de Melhor Ator na edição deste ano, pelo trabalho em O Agente Secreto. Recentemente, o brasileiro fez história ao vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama pelo filme.

A organização do Oscar já havia confirmado outros artistas que também irão entregar estatuetas aos vencedores. Entre eles estão Robert Downey Jr., Anne Hathaway, Chris Evans, Demi Moore, Gwyneth Paltrow, Paul Mescal, Adrien Brody, Javier Bardem, Priyanka Chopra Jonas e Kumail Nanjiani, entre outros.

A 98ª edição do Oscar será realizada no Dolby Theatre, em Hollywood, no domingo (15 de março, com apresentação do comediante Conan O’Brien. No Brasil, o evento começa às 20h e terá transmissão da TV Globo (TV aberta), TNT (TV fechada) e HBO Max (streaming).

Cerimônia acontece neste domingo (Crédito: LanKS/Shutterstock)

Brasil aparece em 5 categorias no Oscar 2026

Os indicados ao Oscar 2026 foram revelados em meados de janeiro. O Brasil apareceu em 5 categorias:

  • O Agente Secreto como Melhor Direção de Elenco, Melhor Filme Internacional (pelo Brasil) e Melhor Filme;
  • Wagner Moura como Melhor Ator;
  • Adolpho Veloso, diretor de fotografia de Sonhos de Trem, como Melhor Fotografia.

Leia mais:

Outros dois brasileiros estavam na pré-lista, mas não entraram na indicação final: Apocalipse nos Trópicos, da diretora Petra Costa, como Melhor Documentário; e Amarela, de André Hayato Saito, como Melhor Curta-Metragem.

O post Wagner Moura vai anunciar categoria no Oscar; veja lista de apresentadores apareceu primeiro em Olhar Digital.

Apple Music vai rodar dentro do feed do TikTok

11 de Março de 2026, 14:41
Interface nativa do Apple Music dentro do TikTok (imagem: reprodução/TikTok)
Resumo
  • TikTok vai permitir que assinantes do Apple Music ouçam músicas inteiras dentro do aplicativo.
  • A novidade integra o catálogo do streaming de música à plataforma de vídeos curtos, e dependerá de uma assinatura ativa do Apple Music.
  • Recurso usa a API MusicKit da Apple, garantindo que as reproduções contem como streams oficiais.

Apple e TikTok anunciaram, nesta quarta-feira (11/03), uma parceria global que integra o catálogo do Apple Music ao aplicativo de vídeos curtos. Nas próximas semanas, os assinantes da plataforma de áudio da Maçã poderão escutar músicas na íntegra e até participar de audições coletivas sem precisar fechar a rede social.

A iniciativa procura simplificar a descoberta de uma faixa viral e incentivar o consumo de obras completas. Segundo as plataformas, a integração também deve garantir a remuneração de artistas e detentores de direitos autorais. O recurso depende de uma assinatura ativa do Apple Music para funcionar.

Como funciona o novo recurso do TikTok?

A novidade se chama “Reproduzir Música Completa” (ou Play Full Song, em inglês). De acordo com informações divulgadas pelo TikTok, os usuários que encontrarem uma música de seu interesse na aba Para Você ou na página de detalhes do áudio visualizarão um novo botão dedicado.

Ao tocar nessa opção, a interface exibirá um player nativo do Apple Music sobreposto à navegação do TikTok. Nele, o assinante pode escutar a gravação original do começo ao fim. A integração também permite salvar as faixas nas bibliotecas e playlists pessoais do Apple Music, criando um histórico de fácil acesso. Quando a reprodução principal termina, o algoritmo da Apple entra em ação para sugerir outras faixas semelhantes.

Vale mencionar que a infraestrutura dessa ferramenta foi construída utilizando o MusicKit, a API oficial da Apple. Na prática, quando um usuário aperta o play na música dentro do TikTok, o sistema processa a ação como se a faixa estivesse tocando no aplicativo dedicado do Apple Music. Dessa forma, a reprodução contabiliza streams oficiais, e os artistas recebem os royalties devidos.

O pacote de atualizações inclui ainda o Listening Party. A ferramenta cria um ambiente virtual compartilhado no qual diversos usuários do TikTok podem ouvir a mesma música. O objetivo é estreitar os laços entre os criadores e o público. Durante essas sessões de escuta, os fãs podem interagir entre si em tempo real pelos comentários. Em eventos de lançamento específicos, os próprios artistas poderão participar da sala para conversar com os ouvintes.

Como apagar uma playlist do Apple Music / Foto de Andrea Piacquadio no Pexels
Listening Party cria salas virtuais para fãs e artistas escutarem músicas juntos (imagem: Andrea Piacquadio/Pexels)

Nova estratégia da ByteDance

A parceria com o Apple Music representa um dos passos mais profundos de integração do TikTok com o mercado tradicional de áudio, mas o movimento não é isolado. A plataforma de vídeos curtos já havia testado integrações mais simples, como a função de salvar músicas, em colaboração com o Spotify e o SoundCloud.

A colaboração atual, contudo, reforça uma mudança de rota na ByteDance, empresa controladora do TikTok. Em 2024, a companhia optou por encerrar as operações do TikTok Music, sua própria plataforma de streaming musical que tentava competir de frente com gigantes como o próprio Spotify.

Após a experiência de curta duração, o TikTok adota a estratégia de atuar como vitrine. Em vez de arcar com os custos de licenciamento para manter um catálogo próprio, a rede social foca agora em estreitar os laços com antigos concorrentes.

Apple Music vai rodar dentro do feed do TikTok

Mercado Livre agora aluga filmes na plataforma Play

11 de Março de 2026, 13:13
Mercado Plau no app do Mercado Livre
Mercado Play agora tem aluguel de filmes (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Mercado Play, plataforma de streaming do Mercado Livre, agora oferece aluguel de filmes com preços a partir de R$ 8,90;
  • acervo inicial de filmes para aluguel inclui títulos “premium” como Harry Potter, O Senhor dos Anéis e Coringa;
  • filmes alugados ficam disponíveis por 30 dias e devem ser assistidos em 48 horas após o início da reprodução; pagamento é feito via Mercado Pago.

O Mercado Play é a plataforma de streaming do Mercado Livre que disponibiliza filmes e séries gratuitamente. Mas, agora, o serviço também oferece aluguel de filmes, de modo oficial. Os preços começam em R$ 8,90 por cada produção alugada.

Nesta fase inicial, o acervo de filmes para aluguel é pequeno, mas é todo composto por produções que o Mercado Livre classifica como “premium”. Entre eles estão filmes de franquias como Harry Potter e O Senhor dos Anéis, além de títulos como Coringa, A Origem, Barbie, Uma Batalha Após a Outra e Elvis.

Como já informado, o preço padrão é de R$ 8,90. Mas, pegando carona no Oscar 2026, o Mercado Play está oferecendo um desconto de 25% em filmes selecionados até 26 de março.

Cada filme alugado fica disponível por 30 dias após o pagamento, mas deve ser assistido no intervalo de 48 horas após o início da reprodução.

O pagamento, aliás, é processado pelo Mercado Pago, podendo ser feito por cartão de crédito, Pix ou boleto.

O serviço de aluguel de filmes nasce para simplificar a experiência do usuário: escolher, pagar e assistir, tudo dentro do mesmo ecossistema.

Nosso objetivo é oferecer uma alternativa acessível e flexível, que permita aproveitar títulos de interesse sem a necessidade de contratar múltiplas plataformas.

Pablo García, vice-presidente comercial do Mercado Ads e Mercado Play

Mercado Play é gratuito, mas exibe anúncios

Lançado em 2023, o Mercado Play tem como proposta principal oferecer filmes e séries gratuitamente. Ou quase isso: durante a reprodução, a plataforma exibe anúncios publicitários.

Os filmes alugados, porém, não mostram os tais anúncios (até porque isso não faria sentido).

O Mercado Play pode ser acessado via site ou por meio do aplicativo de mesmo nome para Android TV, Google TV, webOS (LG) e Tizen (Samsung). No Android e no iOS, a plataforma de streaming pode ser acessada dentro do aplicativo do Mercado Livre.

Mercado Livre agora aluga filmes na plataforma Play

Mercado Play agora tem aluguel de filmes (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

11 de Março de 2026, 10:30
Arte mostra o logo do YouTube em um fundo claro desfocado. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível
YouTube agora pode exibir anúncios de até 30 segundos em TVs (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • YouTube agora exibe anúncios de 30 segundos sem opção de pular em smart TVs.
  • Plataforma levou formato de publicidade mais longa às TVs para incentivar assinaturas do YouTube Premium.
  • Estratégia busca aumentar a receita e aproveitar o crescimento do consumo de vídeos em televisores.

O YouTube está exibindo anúncios de até 30 segundos sem a opção de pular nas smart TVs. Não se trata de um bug: a plataforma levou o formato de publicidade para os televisores conectados, ampliando a pressão para que os usuários assinem o YouTube Premium — única forma oficial de não ver as propagandas.

A mudança foi anunciada pelo próprio Google no começo deste mês. Nos últimos anos, a empresa vem adotando diferentes estratégias para reforçar seu modelo baseado em anúncios. Entre elas estão ações contra bloqueadores de propaganda e restrições a aplicativos de terceiros que reproduzem vídeos da plataforma.

Publicidade direcionada

Segundo a empresa, a mudança foi pensada especificamente para a experiência em telas grandes, como televisores conectados. Nesse formato, os anúncios são exibidos integralmente antes ou durante o vídeo, sem permitir que o usuário avance ou os ignore.

No comunicado, voltado aos anunciantes, a plataforma explica: “A IA do Google otimiza dinamicamente entre anúncios Bumper de 6 segundos, anúncios padrão de 15 segundos e anúncios exclusivos para CTV de 30 segundos que não podem ser pulados, garantindo que sua campanha alcance o público certo na hora certa”.

O sistema utiliza inteligência artificial para escolher automaticamente entre diferentes formatos de publicidade. A seleção considera fatores como público-alvo e momento da exibição para determinar qual tipo de anúncio será mostrado.

Além do formato de 30 segundos, também podem ser exibidos anúncios mais curtos, como os chamados “bumpers”, de seis segundos, ou versões padrão de 15 segundos.

A empresa afirma ainda que a tecnologia busca aumentar a eficiência das campanhas ao combinar diferentes formatos de publicidade de forma automática.

Imagem mostra uma smar TV exibindo um anúncio de trinta segundos no YouTube.
Formato de publicidade do YouTube foi pensado para televisores conectados (imagem: divulgação)

Estratégia visa aumento de receita

A introdução desse novo formato ocorre em meio a outras mudanças recentes na forma como o YouTube lida com anúncios. Usuários já relataram, por exemplo, a exibição de banners publicitários no aplicativo móvel que não podiam ser fechados imediatamente.

Além disso, algumas contas que utilizam bloqueadores de anúncios passaram a ter acesso limitado a recursos como comentários ou descrições de vídeos.

Essas medidas fazem parte da estratégia da plataforma para fortalecer suas fontes de receita, seja por meio da publicidade ou da assinatura do YouTube Premium.

Segundo a empresa, o crescimento do consumo de vídeos em televisores também tem influenciado essas decisões. Em outro trecho do comunicado, a companhia afirma: “Estamos tornando ainda mais fácil alcançar os milhões de espectadores que assistem ao YouTube na sala de estar — incluindo os espectadores que fizeram do YouTube o serviço de streaming nº 1 nos EUA por três anos consecutivos”.

YouTube exibe anúncios de 30 segundos nas TVs sem opção de pular

YouTube (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Filmes já são feitos com IA – e você nem percebe

8 de Março de 2026, 09:59

Você já assistiu a um filme ou série que usou inteligência artificial? Talvez sim e nem saiba. 

O Eternauta, da Netflix, é um exemplo de produção que usou a tecnologia nos efeitos especiais. A cena em questão mostrou um prédio desabando em Buenos Aires, na Argentina. Segundo Ted Sarandos, copresidente-executivo do streaming, a IA permitiu que o ‘take’ fosse concluído 10 vezes mais rápido do que seria nos padrões tradicionais.

Já no Oscar do ano passado, duas situações foram emblemáticas. O Brutalista e Emilia Pérez, que competiram em diversas categorias da premiação, usaram a tecnologia para ajustar a voz dos protagonista, levantando debates sobre a própria performance dos atores.

Nesses casos, a IA serviu como apoio. Mas imagine uma cena, trilha sonora ou edição feita artificialmente. Vamos além: imagine um filme inteiro gerado por IA. Qual o resultado? De quem é a autoria? E como ficam os profissionais que, antes, seriam responsáveis por essas tarefas?

Essas foram questões debatidas no World AI Film Festival, que realizou sua primeira edição no Brasil nos dias 27 e 28 de fevereiro. O evento aconteceu na Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP), em São Paulo, com debates sobre o uso da tecnologia na indústria audiovisual, impactos no mercado de trabalho e na criatividade. 

O festival em si não é novo. O WAIFF nasceu na Riviera Francesa, criado por líderes da indústria audiovisual, e já reuniu mais de 1.500 trabalhos de 87 países diferentes. A ideia de realizar uma edição brasileira foi do produtor e publicitário Carlos ‘Cebola’ Guedes, que já teve passagens pela Piccolo Filmes e O2, e atualmente é sócio da Ultravioleta Filmes.

Ao Olhar Digital, Cebola contou que a vontade de trazer o evento para o Brasil surgiu quando a filha, estudante de animação na FAAP, estava desanimada com o curso por conta da inserção da tecnologia no mercado de trabalho. Ele resolveu pesquisar e encontrou muitos cursos de IA, mas poucos espaços de debate sobre o que estava acontecendo.

No Brasil, não achou nenhum. Então, resolveu negociar com os franceses e trazer o WAIFF para a capital paulista, onde nasceu e mora até hoje. A intenção é justamente criar um espaço de debate para que profissionais do setor, acadêmicos e jovens discutam os rumos da IA e como isso vai afetá-los.

Todo mundo está feliz e vivendo bem sem inteligência artificial. Ninguém pediu, mas ela surgiu e não vai embora. A gente tem que aprender a lidar com ela. Esse é o meu objetivo principal com esse evento.

Carlos ‘Cebola’ Guedes
WAIFF seguirá para França, Coreia do Sul, Japão, Argentina e Canadá (Imagem: WAIFF/Reprodução)

As palestras promoveram debates nessa linha. Em uma delas, “AI: de ameaça a oportunidades”, o cineasta Cássio Braga defendeu que a tecnologia cria um cenário mais democrático na produção audiovisual. Isso porque as ferramentas são mais acessíveis e permitem que pessoas com menos conhecimento técnico ou recursos financeiros coloquem a mão na massa – seja o resultado bom ou ruim.

Guedes também destacou essa vantagem: um criador que, antes, tinha uma boa ideia, mas não tinha os recursos para tirá-la do papel, agora consegue.

No geral, a inteligência artificial foi tratada como algo inevitável. Na mesa “IA e as grandes produções de cinema”, a cineasta Tata Amaral afirmou que a “IA é uma realidade que não conseguimos brigar” – e, por isso, devemos aprender a usá-la. 

Amaral, no entanto, acredita no uso da tecnologia como um instrumento. Ela fez uma analogia: um cinzel (ferramenta com lâmina afiada, feita para cortar ou entalhar materiais duros) pode ser usado para esculpir ou para matar uma pessoa. A tecnologia funciona da mesma forma – está nas mãos do criador. Ela própria usará IA em seu próximo projeto, um filme sobre a bailarina Maria Baderna, para criar animações e cenários históricos.

No mesmo debate, Fabiano Gullane, produtor e sócio-diretor da Gullane Filmes, defendeu a IA como “elemento facilitador”. Para ele, a tecnologia já está presente em processos internos, como organização de planilhas, tradução e gestão de contratos, mas o setor ainda deve ter cuidado ao terceirizar atividades criativas.

“Não estamos abertos à negociação. Propriedade intelectual é do artista. Não podemos terceirizar a autoria para a IA”, afirmou.

Palestra “IA e as grandes produções do cinema” contou com a presença de Tata Amaral (esquerda) e Fabiano Gullane (direita), com mediação de Humberto Neiva (ao centro) [Imagem: Vitória Gomez/Olhar Digital]

Os riscos da IA na indústria audiovisual

Seja na fala dos convidados ou nas perguntas feitas pelo público, um tema foi recorrente: as preocupações com os riscos da inteligência artificial – principalmente no mercado de trabalho.

Não houve uma resposta conclusiva. 

Cássio Braga acredita que tarefas técnicas e repetitivas estão mais expostas à automação, mas criadores com visões únicas e autorais tendem a sair fortalecidos. 

Já Gullane citou a substituição de talentos humanos como um de seus receios em relação à inserção da IA no audiovisual. Ele fez uma lista, que também incluiu:

  • Plágio de roteiros por IA;
  • Autoria incerta;
  • Vazamento de ideias, dados de pessoas e exposição de materiais confidenciais;
  • Clonagem de obras;
  • Alteração no trabalho (como voz e performance) de intérpretes;

Cebola reforçou: ainda não sabemos quais empregos vão sumir e aparecer.

No geral, o consenso foi de que o futuro do mercado de trabalho é incerto diante da ascensão da IA. 

Midnight Serenate
Trecho do filme Midnight Serenate, que participou da mostra competitiva do WAIFF Brasil (Imagem: WAIFF/Reprodução)

Os filmes feitos por IA

O festival também promoveu uma mostra competitiva com produções geradas por IA, desde longas e curta-metragens até peças publicitárias. As obras evidenciaram as possibilidades da tecnologia, mas também suas limitações.

Enquanto algumas mostravam imagens realistas, parecidas com atores e cenários reais, com movimentos de câmera e roteiros elaborados, outras ainda tinham traços mais simplórios, trechos pixelados, falta de sincronia e movimentos robóticos. 

Após os dois dias de evento, as obras integraram a competição em 11 categorias, incluindo Longa-Metragem, Série Vertical, Animação, Ação, Drama, Diretor Jovem e Diretora Mulher.

O grande vencedor, na categoria de Melhor Filme, foi Warped Memories, de Pedro Bayeux, que também levou Melhor Documentário. Agora, a produção compete na versão francesa do WAIFF, em Cannes.

WAIFF seguirá para mais capitais ao redor do mundo

Cebola avaliou a primeira edição do WAIFF Brasil como um sucesso, com elogios por parte do público. Marco Landi, ex-presidente da Apple e um dos fundadores do evento, foi um dos que destacou a importância de trazer o debate a solo brasileiro.

Mas Guedes quer ir além. Para ele, faltou integração com o público mais jovem, que ainda sofre com as angústias do mercado de trabalho. Além disso, São Paulo foi só o começo: ele quer levar o festival para mais cidades, como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife.

Não quer deixar ele morrer. Quer ver se crio uma comunidade com criadores para discutir o assunto. Quero ver se consigo fazer algo para engajar os jovens.

Carlos ‘Cebola’ Guedes

Depois de São Paulo, o WAIFF vai para Seul, na Coreia do Sul, e Kyoto, no Japão. No encerramento da edição brasileira, a organização também anunciou uma versão na Argentina, em setembro, e uma em Vancouver, no Canadá.

O post Filmes já são feitos com IA – e você nem percebe apareceu primeiro em Olhar Digital.

Jogos de hoje (08/03/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

8 de Março de 2026, 08:00

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 08 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas dos campeonatos estaduais e dos campeonatos nacionais europeus.

Confira, a seguir, os jogos deste domingo (8) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (08/03/26)

Paulistão 2026

  • Novorizontino x Palmeiras — 20h30 — Record, R7.com, Recordplay, TNT, HBO Max e CazéTV

Campeonato Carioca 2026

  • Fluminense x Flamengo — 18h — TV Globo, sportv e ge tv

Campeonato Mineiro 2026

  • Cruzeiro x Atlético/MG — 18h — TV Globo, sportv2, Premiere, ge tv e SportyNet

Campeonato Gaúcho 2026

  • Internacional x Grêmio — 18h — TV Globo, sportv4 e Premiere

Campeonato Cearense 2026

  • Ceará x Fortaleza — 18h — TV Globo e Canal GOAT

Campeonato Pernambucano 2026

  • Náutico x Sport — 18h — TV Globo e Canal GOAT

LALIGA 2025/26

  • Villarreal x Elche — 10h — Xsports e Disney+
  • Getafe x Betis — 12h15 — Disney+
  • Sevilla x Rayo Vallecano — 14h30 — Disney+
  • Valencia x Alavés — 17h — ESPN 3 e Disney+

Bundesliga 2025/26

  • St. Pauli x Eintracht Frankfurt — 11h30 — CazéTV e OneFootball
  • Union Berlin x Werder Bremen — 13h30 — RedeTV!, Canal GOAT e OneFootball

Campeonato Italiano 2025/26

  • Lecce x Cremonese — 8h30 — Disney+
  • Fiorentina x Parma — 11h — Disney+
  • Bologna x Hellas Verona — 11h — Disney+
  • Genoa x Roma — 14h — CazéTV e Disney+
  • Milan x Internazionale — 16h45 — ESPN e Disney+

Campeonato Francês 2025/26

  • Lens x Metz — 11h — CazéTV
  • Nice x Rennes — 13h15 — sem transmissão
  • Lille x Lorient — 13h15 — sem transmissão
  • Brest x Le Havre — 13h15 — sem transmissão
  • Lyon x Paris FC — 16h45 — CazéTV

CONMEBOL Libertadores Sub-20 2026

  • Palmeiras x Universidad de Quito — 21h — Xsports, sportv3, Pluto TV, Canal GOAT e N Sports

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Quais são os jogos que vão passar na Globo neste domingo (8)?

A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, neste domingo (8) (horário de Brasília):

Campeonato Carioca 2026

  • Fluminense x Flamengo — 18h — TV Globo para Rio de Janeiro, Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe, Tocantins, Distrito Federal e Juiz de Fora (MG)

Campeonato Mineiro 2026

  • Cruzeiro x Atlético/MG — 18h — TV Globo para Minas Gerais (exceto Juiz de Fora)

Campeonato Gaúcho 2026

  • Internacional x Grêmio — 18h — TV Globo para Rio Grande do Sul

Campeonato Cearense 2026

  • Ceará x Fortaleza — 18h — TV Globo para Ceará

Campeonato Pernambucano 2026

  • Náutico x Sport — 18h — TV Globo para Pernambuco

Leia mais:

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

O post Jogos de hoje (08/03/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas apareceu primeiro em Olhar Digital.

Jogos de hoje (07/03/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

7 de Março de 2026, 08:00

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 07 de março de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas da seleção feminina, dos campeonatos estaduais e dos campeonatos nacionais europeus.

Confira, a seguir, os jogos deste sábado (7) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (07/03/26)

Amistoso internacional feminino

  • México x Brasil — 20h — sportv e ge tv

Campeonato Carioca 2026

  • Botafogo x Bangu — 18h — Premiere

Campeonato Baiano 2026

Campeonato Goiano 2026

  • Atlético/GO x Goiás — 16h — TV Brasil Central e Canal GOAT

Copa da Inglaterra 2025/26

  • Mansfield Town x Arsenal — 9h15 — ESPN e Disney+
  • Wrexham x Chelsea — 14h45 — ESPN e Disney+
  • Newcastle x Manchester City — 17h — ESPN e Disney+

LALIGA 2025/26

  • Osasuna x Mallorca — 10h — Disney+
  • Levante x Girona — 12h15 — Disney+
  • Atlético de Madrid x Real Sociedad — 14h30 — ESPN 4 e Disney+
  • Athletic Bilbao x Barcelona — 17h — Disney+

Bundesliga 2025/26

  • Freiburg x Bayer Leverkusen — 11h30 — OneFootball
  • Mainz x Stuttgart — 11h30 — OneFootball
  • RB Leipzig x Augsburg — 11h30 — sportv e OneFootball
  • Wolfsburg x Hamburgo — 11h30 — OneFootball
  • Heidenheim x Hoffenheim — 11h30 — OneFootball
  • Colônia x Borussia Dortmund — 14h30 — Xsports, CazéTV e OneFootball

Campeonato Italiano 2025/26

  • Cagliari x Como — 11h — ESPN 3 e Disney+
  • Juventus x Pisa — 16h45 — Disney+

Campeonato Francês 2025/26

  • Nantes x Angers — 13h — sem transmissão
  • Auxerre x Strasbourg — 15h — sem transmissão
  • Toulouse x Olympique de Marseille — 17h05 — CazéTV

CONMEBOL Libertadores Sub-20 2026

  • Flamengo x Estudiantes de Mérida — 21h — Xsports, sportv4, Pluto TV, Canal GOAT e N Sports

Para assinar o Premiere com sete dias grátis pelo Prime, clique aqui

Leia mais:

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

O post Jogos de hoje (07/03/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas apareceu primeiro em Olhar Digital.

Cinema: lançamentos de filmes da semana (5 de março)

5 de Março de 2026, 09:59

Os filmes que estreiam nos cinemas nesta semana vão desde clássicos reinventados até produções nacionais intimistas. O destaque fica para releituras de monstros icônicos e a aguardada versão estendida de um sucesso de Quentin Tarantino.

Da Chicago estilizada dos anos 1930 ao Japão profundo das tradições milenares, o público é convidado a uma viagem que atravessa fronteiras geográficas e temporais, unindo o peso de grandes astros de Hollywood a produções internacionais premiadas que trazem novas texturas para a telona. Mas se a ideia é um programa mais leve, a lista também traz animações e romances.

(Veja horários no cinema mais próximo em plataformas como Ingresso.com e Adoro Cinema)

Filmes que chegam ao cinema nesta semana (26 de fevereiro)

Confira trailers e sinopses dos filmes que chegam às telonas nesta quinta-feira (26) no Brasil:

A Noiva!

  • Drama | Romance | Suspense | Terror | Ficção científica | Estados Unidos
  • Direção e roteiro: Maggie Gyllenhaal
  • Ambientado na Chicago dos anos 1930, o longa de Maggie Gyllenhaal traz uma releitura estilizada do clássico de terror. Na trama, Mary (Jessie Buckley) é uma mulher ligada ao mundo do crime que, após ser assassinada, é trazida de volta à vida pelo monstro de Frankenstein (Christian Bale). Com o auxílio da cientista Dr. Euphronius (Annete Bening), a protagonista renasce como a Noiva, mas logo subverte os desejos de seus criadores ao buscar vingança em meio a um romance explosivo e violento.

Kill Bill: The Whole Bloody Affair

  • Ação | Suspense | Estados Unidos
  • Direção e roteiro: Quentin Tarantino
  • Quentin Tarantino entrega sua visão original de quatro horas e meia ao reunir os dois volumes da saga num único épico. A trama foca na vingança implacável de Beatrix “Black Mamba” Kiddo (Uma Thurman), ex-assassina que sobrevive ao massacre de seu próprio casamento planejado por seu antigo mentor, Bill (David Carradine). Esta versão elimina as recapitulações de meio de filme e acrescenta sequências inéditas, consolidando a maratona de espadas e kung fu como um tributo definitivo ao cinema de artes marciais.

Cara de Um, Focinho de Outro

  • Animação | Aventura | Comédia | Estados Unidos
  • Direção: Daniel Chong | Roteiro: Daniel Chong e Jesse Andrews
  • A nova aposta da Pixar traz Mabel, estudante que utiliza uma tecnologia revolucionária para transferir sua mente para um castor robótico e explorar a vida selvagem de perto. O que começa como um estudo científico ganha tons de aventura quando ela precisa proteger seus novos amigos do prefeito Jerry, político hostil que planeja eliminar a fauna local para expandir a cidade. Entre descobertas e trapalhadas, a jovem incentiva os bichos a reagirem à invasão urbana, descobrindo que entender o outro, seja ele humano ou animal, exige muito mais do que apenas um disfarce tecnológico.

Push: No Limite do Medo

  • Drama | Suspense | Terror | Estados Unidos
  • Direção e roteiro: David Charbonier e Justin Powell
  • O filme coloca uma corretora de imóveis no centro de um pesadelo. Grávida de oito meses e ainda lidando com o luto pelo falecimento do noivo, Natalie Flores (Alicia Sanz) tenta retomar a carreira vendendo uma mansão de luxo que foi palco de um crime terrível. O que deveria ser um recomeço profissional vira uma luta desesperada pela sobrevivência quando um suposto cliente se revela um perseguidor implacável, forçando a protagonista a proteger a própria vida e a do bebê antes do parto.

Queens of the Dead

  • Comédia | Terror | Estados Unidos
  • Direção: Tina Romero | Roteiro: Tina Romero e Erin Judge
  • Unindo o “glitter” ao “gore”, a diretora apresenta uma comédia de terror ambientada no Brooklyn que resgata a mitologia criada por seu pai, George Romero. Em Queens of The Dead, um apocalipse zumbi interrompe abruptamente um show de drag queens, forçando grupos rivais de artistas e club kids a unirem forças contra os mortos-vivos. O longa utiliza o estilo “terrir” para equilibrar o humor e o banho de sangue numa sobrevivência nada convencional.

A Vida Secreta de Meus Três Homens

  • Ficção científica | Brasil
  • Direção e roteiro: Letícia Simões
  • A cineasta Letícia Simões usa a voz da atriz Nash Laila para repassar a própria identidade e as feridas do Brasil por meio de três figuras masculinas centrais. O longa resgata as histórias de Arnaud (Guga Patriota), avô que se juntou ao cangaço; Fernando (Giordano Castro), pai boêmio que colaborou com a ditadura militar; e Sebastião (Murilo Sampaio), padrinho e fotógrafo que silenciou sua homossexualidade. Com uma abordagem minimalista e teatral, o filme confronta o passado familiar com as estruturas de violência que moldaram o país.

De Volta à Bahia

  • Drama | Romance | Brasil
  • Direção: Eliezer Lipnik e Joana di Carso | Roteiro: Joana di Carso
  • Esporte e romance ditam o ritmo da história protagonizada por Maya (Barbara França) e Pedro (Lucca Picon). Após um resgate no mar que viraliza na internet, os surfistas descobrem que compartilham o mesmo mentor, o treinador PH (Felipe Roque). E passam a se preparar juntos para um campeonato decisivo em Salvador. Entre as ondas e a rotina de treinos, o casal inicia um relacionamento enquanto tenta superar crises domésticas e as incertezas de suas trajetórias pessoais.

Hey Joe

  • Drama | Itália
  • Direção: Claudio Giovannesi | Roteiro: Claudio Giovannesi e Maurizio Braucci
  • Pouco mais de 20 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, o veterano Dean (James Franco) decide retornar a Nápoles para enfrentar as consequências de um romance de juventude. Tendo deixado a namorada grávida e desamparada ao fim do conflito, ele tenta agora recuperar o tempo perdido com o filho que nunca conheceu. No entanto, o reencontro nos anos 1970 é marcado pelo choque: o filho foi criado por um chefe do crime organizado e não demonstra o menor interesse em criar laços com o pai “estrangeiro” que o abandonou.

Kokuho – O Preço da Perfeição

  • Drama | Japão
  • Direção: Sang-il Lee | Roteiro: Satoko Okudera
  • Maior sucesso de bilheteria do cinema japonês (fora o circuito de animes), o longa de três horas mergulha na tradição do teatro kabuki por meio da vida de Kikuo Tachibana (Ryô Yoshizawa). Após testemunhar o assassinato do pai, um chefe da Yakuza, o jovem abandona o crime para se tornar aprendiz do mestre Hanai Hanjiro (Ken Watanabe). Ao lado de Shunsuke (Ryusei Yokohama), filho biológico do mentor, ele se especializa em interpretar papéis femininos, os chamados “onnagata”, construindo uma carreira marcada por uma rivalidade artística que atravessa décadas entre palcos, escândalos e a busca obsessiva pela perfeição.

Minha Querida Família

  • Comédia | Drama | França
  • Direção: Isild Le Besco | Roteiro: Isild Le Besco e Steven Mitz
  • A ex-diva da ópera Queen (Marisa Berenson) é o centro das atenções do filme, que retrata uma reunião familiar explosiva. Enquanto Estelle (Élodie Bouchez) tenta se refugiar de um casamento abusivo na casa da mãe, o clima de suposta união é atropelado pelas neuroses dos irmãos Janet (Jeanne Balibar), Manon (Isild Le Besco) e Jean-Luc (Elie Semoun). A instabilidade chega ao limite com o aparecimento de Marc (Axel Granberger), o filho preferido que ressurge após duas décadas carregando as cinzas do pai e uma revelação que coloca em xeque o passado de todo o clã.

Bebê da Mamãe

  • Drama | Suspense | Alemanha, Áustria e Suíça
  • Direção: Johanna Moder | Roteiro: Johanna Moder e Arne Kohlweyer
  • Misturando suspense, paranoia e pitadas de comédia, a produção alemã aborda as complexidades da depressão pós-parto. A trama acompanha Julia (Marie Leuenberger), maestra que, junto do marido Georg (Hans Löw), recorre a um tratamento experimental do especialista Dr. Vilfort (Claes Bang) para conseguir engravidar. Após um parto tenso no qual o recém-nascido é isolado para supostos exames, Julia retorna para casa incapaz de se conectar com o bebê, alimentando a desconfiança de que a criança foi trocada pela clínica ou algo pior.

O post Cinema: lançamentos de filmes da semana (5 de março) apareceu primeiro em Olhar Digital.

Onde assistir online aos filmes de Todo Mundo Em Pânico

5 de Março de 2026, 06:30

Recentemente, foi divulgado pela Paramount o novo trailer da franquia cômica de filmes Todo Mundo Em Pânico com estreia nos cinemas brasileiros para 6 de junho. A saga se popularizou em criar uma “comédia de absurdos” ao misturar clichês do terror e personagens conhecidos da cultura pop.

Para auxiliar quem deseja reassistir aos filmes antigos, o Olhar Digital separou uma lista que informa onde cada um dos títulos está disponível no streaming. Confira mais informações a seguir.

Todo Mundo em Pânico (2000)

imagem mostra três mulheres abraçadas lado a lado
Cena do filme Todo Mundo em Pânico (Reprodução: IMDb/Paramount Pictures e Miramax)

O primeiro filme é uma narrativa-paródia dos filmes Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado e Pânico.

No enredo, um grupo de jovens alcoolizados dirigia um carro que, minutos depois, atropelou um homem inocente. Dias após os adolescentes se desfazerem do corpo da vítima, são perseguidos por um assassino mascarado que busca tirar-lhes a vida.

Além disso, há piadas que alfinetam filmes populares da época, como O Sexto Sentido, Matrix e até programas de TV, satirizando a onda teen‑horror dos anos 90.

O elenco conta com nomes como Anna Faris, Regina Hall, Jon Abrahams, Carmen Electra, Shannon Elizabeth, Marlon Wayans, Shawn Wayans, Dave Sheridan, Lochlyn Munro.

O filme está disponível na Netflix e Paramount+.

Todo Mundo em Pânico 2 (2001)

Nesta aventura, Cindy e seus amigos são convidados por um professor para passar um tempo numa casa mal-assombrada.

Eventualmente, os alunos são atormentados por fenômenos sobrenaturais inexplicáveis, um gato assassino, uma planta gigante que fuma maconha e muito mais.

As sátiras se voltam para criticar casas assombradas enquanto o cenário da mansão é semelhante ao que vemos no filme O Exorcista, embora o humor também tenha referências a Poltergeist e The Haunting.

O elenco conta com nomes como Anna Faris, Regina Hall, Shawn Wayans, Marlon Wayans, Tim Curry, Tori Spelling, Chris Elliott, Chris Masterson, Kathleen Robertson, David Cross, James Woods.

O filme está disponível na Netflix e Paramount+.

Todo Mundo em Pânico 3 (2003)

todo mundo em panico
Scary Movie 3 (2003) / Crédito: Dimension Films (divulgação)

Nesta sequência, a protagonista Cindy encontra uma fita de vídeo misteriosa, a qual é amaldiçoada por um fantasma assassino: quem a assiste recebe um telefonema anônimo no qual uma voz misteriosa anuncia a morte do telespectador para dali a 7 dias.

Ao mesmo tempo, os Estados Unidos são invadidos por teorias conspiracionistas sobre ET’s após sinais estranhos aparecerem em plantações pelo país. O filme funciona como uma paródia aos filmes O Chamado e Sinais.

O elenco conta com nomes como Anna Faris, Regina Hall, Charlie Sheen, Anthony Anderson, Kevin Hart, Leslie Nielsen, Pamela Anderson, Simon Rex, Simon Cowell.

O filme está disponível na Netflix e Paramount+.

Leia mais:

Todo Mundo em Pânico 4 (2006)

Neste quarto ano, os filmes parodiados foram O Grito, Guerra dos Mundos e Jogos Mortais.

No filme, Cindy agora é enfermeira e atua cuidando de uma idosa. Para além dos desafios diários, ela precisa lidar com eventos sobrenaturais que ocorrem dentro da casa. Ao mesmo tempo, uma invasão alienígena volta a acontecer neste filme e a personagem dá de cara com outra família, que também busca proteger quem ama.

O elenco conta com nomes como Anna Faris, Regina Hall, Leslie Nielsen, Carmen Electra, Bill Pullman, Michael Madsen, Cloris Leachman, Kevin Hart, Simon Rex.

Atualmente, o filme está indisponível no streaming.

Todo Mundo em Pânico 5 (2013)

Todo Mundo Em Pânico 5 (Divulgação: Paramount)

Esse foi o primeiro filme sem as protagonistas Cindy e Brenda. Na história, somos apresentados a um casal que adotou os filhos de um homem recém-falecido. Contudo, antes que todos se adequem à nova dinâmica familiar, eventos estranhos ocorrem dentro da casa, o que tira a razão de todos ali.

O longa critica os clichês que aparecem em filmes como Atividade Paranormal, A Morte do Demônio e Cisne Negro.

O elenco conta com nomes como Ashley Tisdale, Simon Rex, Erica Ash, Katrina Bowden, Terry Crews, Heather Locklear, J. P. Manoux, Mac Miller, Jerry O’Connell, Molly Shannon, Snoop Dogg, Kate Walsh, Katt Williams.

O filme não está disponível no streaming.

Confira o trailer do novo filme

Nesta nova aventura, os personagens satirizaram filmes como A Hora do Mal, A Substância, Corra!, Pecadores e até a série Wandinha.

Diferente dos últimos filmes, este reúne alguns dos nomes mais conhecidos do início da franquia, como Anna Faris, Regina Hall, Marlon Wayans e Shawn Wayans.

A estreia ocorre em 04 de junho.

O post Onde assistir online aos filmes de Todo Mundo Em Pânico apareceu primeiro em Olhar Digital.

HBO Max e Paramount+ podem passar por fusão após compra da Warner Bros

2 de Março de 2026, 18:37
Landing page da HBO Max, com várias capas de filmes, séries e eventos ao fundo
HBO Max já teve diversos nomes (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • A Paramount Skydance e a Warner Bros Discovery fecharam um acordo de US$ 110 bilhões, com cada ação a US$ 31.
  • Um novo serviço de streaming, nascido da junção de Paramount+ e HBO Max, poderá ter com 200 milhões de assinantes e a HBO deve ser uma submarca.
  • A fusão ainda precisa de aprovação regulatória nos EUA, com algumas autoridades expressando preocupação.

Os serviços de streaming HBO Max e Paramount+ podem ser unidos futuramente, caso a aquisição da Warner Bros Discovery pela Paramount Skydance seja aprovada pelas autoridades regulatórias. Quem disse isso foi David Ellison, CEO da Paramount, em uma chamada com investidores nesta segunda-feira (02/03).

A Paramount Skydance e a Warner Bros Discovery fecharam um acordo no valor estimado de US$ 110 bilhões (cerca de R$ 570 bilhões, em conversão direta), com o pagamento de US$ 31 por ação (aproximadamente R$ 160), derrotando as ofertas anteriores feitas da Netflix.

O que se sabe sobre o novo streaming?

Imagem de um celular exibindo a tela de abertura do serviço de streaming Paramount+
Paramount+ tem filmes, séries e transmissões esportivas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por enquanto, não há muitas informações sobre como seria esse novo serviço, muito menos detalhes sobre nome e preço. Ellison disse que o streaming nasceria com 200 milhões de assinantes.

O CEO fez questão de enfatizar que a “HBO vai continuar sendo a HBO”, no que diz respeito à qualidade da programação. Mesmo assim, segundo a CNBC, uma pessoa com conhecimento dos planos da Paramount afirmou que a HBO deve ser uma submarca do novo serviço.

Seria mais um capítulo da confusa história da marca HBO no streaming, que já teve os serviços e marcas HBO, HBO Go, HBO Now, HBO Max, Max e novamente HBO Max.

Quais são os planos da Paramount para a Warner Bros?

Ellison destacou que a empresa resultante da fusão terá muitas franquias sob seu guarda-chuva, como Harry Potter, Top Gun, Star Trek, Looney Tunes e Game of Thrones. Ele também quer manter 30 ou mais lançamentos anuais nos cinemas.

Outro ponto forte da nova gigante estaria nas transmissões esportivas, com a junção da TNT Sports e da CBS Sports. Nos Estados Unidos, elas têm os direitos sobre diversas competições, como NFL, MLB, NHL, Roland Garros e mais. No Brasil, a HBO Max tem a Champions League, e a Paramount+ transmite alguns jogos da Copa Libertadores.

A aquisição, no entanto, ainda precisa passar pelas aprovações regulatórias dos EUA. Ellison confia que isso não será problema — ele defende que a fusão das duas empresas beneficia a competição, os consumidores e a comunidade criativa.

Nem todas as autoridades estão convencidas, entretanto. Rob Bonta, procurador-geral da Califórnia, já declarou que pretende avaliar de maneira rigorosa a negociação.

Com informações da CNBC e do TechCrunch

HBO Max e Paramount+ podem passar por fusão após compra da Warner Bros

HBO Max fica mais caro no Brasil (imgem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

(Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

24 de Fevereiro de 2026, 17:38
Mão segurando um celular que mostra o YouTube
YouTube ganhou nova opção para ouvir vídeos com a tela desligada (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube Premium Lite agora permite reprodução em segundo plano, mas não para conteúdos musicais e Shorts.
  • O plano Premium Lite, por R$ 16,90 mensais, inclui reprodução offline e vídeos sem anúncios, mas mantém limitações para música e Shorts.
  • A reprodução em segundo plano foi adicionada após o YouTube bloquear métodos gratuitos de reprodução contínua via navegador.

O YouTube adicionou o recurso de reprodução em segundo plano em smartphones à assinatura Premium Lite, que custa R$ 16,90 mensais. A plataforma também liberou o download de vídeos para reprodução offline — são, portanto, duas funcionalidades antes exclusivas do plano Premium, de R$ 26,90.

“Começando hoje [24/02] e chegando nas próximas semanas a todos os lugares onde o Premium Lite está disponível, assinantes poderão assistir à maioria dos vídeos sem anúncios, offline e em segundo plano”, diz o comunicado do Google.

Reparou que eles escreveram “maioria dos vídeos”? Pois é, aí começam as desvantagens.

Reprodução em segundo plano não funciona para música

As novidades seguem limitações já existentes no YouTube Premium Lite: conteúdos musicais e Shorts não poderão ser reproduzidos em segundo plano nem baixados no aparelho. Na prática, isso significa que o Premium Lite no celular pode servir para podcasts ou canais de diversos assuntos, mas não para ouvir música.

Antes desses recursos, o principal argumento para vender o Premium Lite era a retirada de anúncios, que funciona com as mesmas regras: videoclipes, shows, gravações continuam com propaganda, e o mesmo vale para Shorts de todos os tipos de conteúdo.

Tabela comparativa "Comparar assinaturas" do YouTube com duas colunas. A primeira, "Premium", custa "R$ 26,90/mês" e inclui todos os recursos: vídeos sem anúncios, YouTube Kids sem anúncios, tocar em segundo plano, downloads offline e YouTube Music sem anúncios. A segunda, "Premium Lite", custa "R$ 16,90/mês" e oferece os mesmos recursos para "A maioria dos vídeos*", exceto o app Music, que não está incluso. Uma nota rodapé explica que o Lite exclui músicas e Shorts de benefícios sem anúncios.
Novos benefícios já aparecem na página brasileira do YouTube (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Essa acaba sendo uma forma de diferenciar as duas ofertas. Para quem se interessa pelo conteúdo musical presente no YouTube, a versão Lite pode não ser vantajosa, enquanto a versão Premium mais cara oferece também o YouTube Music.

YouTube fechou “jeitinho” para reprodução em segundo plano

O acréscimo da reprodução em segundo plano ao YouTube Premium Lite chega poucas semanas após o streaming criar barreiras para quem fazia isso sem pagar.

Um método bastante famoso era recorrer ao navegador do celular para manter a plataforma tocando vídeos ao trocar de aplicativo ou desligar a tela. Vivaldi e Brave eram alguns exemplos.

Com informações do Verge

YouTube Premium Lite ganha reprodução em segundo plano (com ressalvas)

YouTube no celular (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Novos benefícios já aparecem na página brasileira do YouTube (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Jogos de hoje (22/02/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas

22 de Fevereiro de 2026, 08:00

Confira aqui, no Olhar Digital, onde assistir, ao vivo, às partidas de hoje, 22 de fevereiro de 2026. Veja, a seguir, os horários dos jogos de hoje, com atenção especial para as partidas do Brasileirão Feminino, dos campeonatos estaduais e dos campeonatos nacionais europeus.

Confira, a seguir, os jogos deste domingo (22) (horário de Brasília):

Onde assistir aos jogos de hoje e horários das partidas (22/02/26)

Brasileirão Feminino 2026

  • Juventude x Atlético/MG — 15h — CBF TV

Paulistão 2026

  • Novorizontino x Santos — 16h — TNT e HBO Max
  • Portuguesa x Corinthians — 20h30 — Record, R7, RecordPlus, HBO Max e CazéTV

Campeonato Carioca 2026

  • Vasco x Fluminense — 18h — TV Globo, sportv e Premiere
  • Flamengo x Madureira — 20h30 — sportv, Premiere e ge tv

Campeonato Mineiro 2026

  • Atlético/MG x América/MG — 18h — TV Globo, Premiere e ge tv

Campeonato Gaúcho 2026

  • Juventude x Grêmio — 18h — TV Globo e Premiere

Campeonato Baiano 2026

Campeonato Catarinense 2026

  • Chapecoense x Brusque — 18h — NSC TV
  • Criciúma x Concórdia — 19h30 — SportyNet e N Sports

Campeonato Cearense 2026

  • Ceará x Floresta — 18h — TV Globo e Canal GOAT

Campeonato Paranaense 2026

Campeonato Pernambucano 2026

Premier League 2025/26

  • Nottingham Forest x Liverpool — 11h — Xsports e Disney+
  • Crystal Palace x Wolverhampton — 11h — ESPN e Disney+
  • Sunderland x Fulham — 11h — ESPN 4 e Disney+
  • Tottenham x Arsenal — 13h30 — ESPN e Disney+

LALIGA 2025/26

  • Getafe x Sevilla — 10h — ESPN 2 e Disney+
  • Barcelona x Levante — 12h15 — Disney+
  • Celta x Mallorca — 14h30 — Disney+
  • Villarreal x Valencia — 17h — Disney+

Bundesliga 2025/26

  • Freiburg x Borussia Mönchengladbach — 11h30 — sportv e OneFootball
  • St. Pauli x Werder Bremen — 13h30 — RedeTV!, Canal GOAT e OneFootball
  • Heidenheim x Stuttgart — 15h30 — Xsports, Canal GOAT e OneFootball

Campeonato Italiano 2025/26

  • Genoa x Torino — 8h30 — Disney+
  • Atalanta x Napoli — 11h — Disney+
  • Milan x Parma — 14h — ESPN 4 e Disney+
  • Roma x Cremonese — 16h45 — ESPN e Disney+

Campeonato Francês 2025/26

  • Auxerre x Rennes — 11h — sem transmissão
  • Angers x Lille — 13h15 — sem transmissão
  • Nice x Lorient — 13h15 — sem transmissão
  • Nantes x Le Havre — 13h15 — sem transmissão
  • Strasbourg x Lyon — 16h45 — CazéTV

Brasileirão Sub-20 2026

  • Avaí x Santos — 15h — sem transmissão

Sul-Americano Feminino Sub-20 2026

  • Venezuela x Equador — 18h — sem transmissão
  • Brasil x Argentina — 20h — sportv3
  • Paraguai x Colômbia — 22h — sem transmissão

Quais são os jogos que vão passar na Globo neste domingo (22)?

A seguir, o Olhar Digital traz os jogos que serão transmitidos pela Globo, em cada região do Brasil, neste domingo (22) (horário de Brasília):

Campeonato Carioca 2026

  • Vasco x Fluminense — 18h — TV Globo para Rio de Janeiro, Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Sergipe, Tocantins, Distrito Federal e Juiz de Fora (MG)

Campeonato Mineiro 2026

  • Atlético/MG x América/MG — 18h — TV Globo para Minas Gerais (exceto Juiz de Fora)

Campeonato Gaúcho 2026

  • Juventude x Grêmio — 18h — TV Globo para Rio Grande do Sul

Campeonato Catarinense 2026

  • Chapecoense x Brusque — 18h — TV Globo para Santa Catarina

Campeonato Pernambucano 2026

  • Náutico x Santa Cruz — 18h — TV Globo para Pernambuco

Futebol ao vivo: conheça aplicativos para assistir aos jogos pelo celular

Futebol é uma paixão nacional. Por isso, nada mais natural do que ver a internet popularizando o acesso aos campeonatos nacionais e internacionais no Brasil. Com as mudanças da tecnologia, ficou bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online no seu celular.

Filmes e séries, por exemplo, já podem ser assistidos a qualquer hora e em qualquer lugar, graças aos serviços de streaming. Mas não são apenas essas produções que podem se beneficiar das ferramentas modernas: os esportes também. Assim, já é bastante fácil assistir a jogos de futebol ao vivo e online, seja do seu celular ou do computador.

Olhar Digital preparou um artigo especial ensinando como fazer para acompanhar os principais campeonatos de futebol — nacionais e internacionais, de clubes ou seleções — diretamente do celular ou computador via streaming ao vivo!

O post Jogos de hoje (22/02/26): onde assistir futebol ao vivo e horários das partidas apareceu primeiro em Olhar Digital.

Paramount+ fica mais caro no Brasil; confira os preços

12 de Fevereiro de 2026, 13:29
Imagem de um celular exibindo a tela de abertura do serviço de streaming Paramount+
Paramount+ fica mais caro no Brasil (imagem ilustrativa: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
Resumo
  • Paramount+ aumentou os preços no Brasil, com o plano Padrão mensal subindo de R$ 27,90 para R$ 34,90 (25%) e o plano Premium mensal de R$ 34,90 para R$ 44,90 (28%);
  • Planos Padrão oferecem resolução full HD e até duas transmissões simultâneas, enquanto planos Premium oferecem resolução 4K com HDR10 e até quatro transmissões simultâneas;
  • Reajuste é justificado pela inclusão de eventos esportivos ao vivo, como UFC e partidas da Conmebol, além da expansão do catálogo com novos conteúdos originais.

Apesar de não ser tão popular quanto plataformas como Netflix e HBO Max no Brasil, o Paramount+ tem uma base importante de usuários no país. Para eles, o serviço ficou mais caro nesta semana, com reajustes que chegam a 29%.

A principal mudança está no plano Padrão do Paramount+, que saltou de R$ 27,90 para R$ 34,90 por mês, um aumento de 25%. Outro salto vem do plano Padrão com pagamento anual, que saiu de R$ 249,90 para R$ 309,90. Aqui, o reajuste é de 24%.

Mas as opções Premium também passaram por aumento de preços. O resumo dos novos valores é este:

PlanoPreço antigoPreço novoReajuste
Padrão mensalR$ 27,90R$ 34,9025%
Padrão anualR$ 249,90R$ 309,9024%
Premium mensalR$ 34,90R$ 44,9028%
Premium anualR$ 309,90R$ 399,9029%

Os planos Básicos, com transmissão para apenas uma tela e foco em dispositivos móveis, não são mais oferecidos no Brasil. Eles estavam disponíveis por R$ 18,90 por mês ou R$ 169,90 por ano.

Observe que, na prática, os planos Padrão assumiram os valores que, até recentemente, eram cobrados pelos planos Premium.

Quais as diferenças entre os planos atuais do Paramount+?

No Brasil, as principais características entre cada modalidade são as seguintes:

Paramount+ Padrão: resolução full HD, até duas transmissões simultâneas, possibilidade de download para reprodução offline;

Paramount+ Premium: resolução 4K com HDR10, Dolby Vision e Dolby Atmos, até quatro transmissões simultâneas, possibilidade de download para reprodução offline.

Os novos valores já estão em vigor para novos assinantes. Para quem já assinava algum dos planos, o novo preço será aplicado no próximo ciclo de renovação ou a partir de 12 de março de 2026.

Nos e-mails enviados a assinantes, o Paramount+ dá a seguinte justificativa para o reajuste:

O reajuste reflete algumas mudanças recentes no Paramount+. Em janeiro de 2026, nos tornamos a casa do UFC, levando você ainda mais perto do octógono, das maiores lutas, dos atletas mais icônicos e de toda a emoção dos esportes de combate ao vivo, além do futebol ao vivo de alto nível, com partidas da Conmebol Libertadores e Conmebol Sulamericana. Também estamos expandindo continuamente nosso catálogo com novos conteúdos originais e séries exclusivas (…).

Paramount+ fica mais caro no Brasil; confira os preços

(Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

A inteligência artificial que vai dublar séries e vídeos com a voz original dos atores

10 de Fevereiro de 2026, 18:27

O YouTube anunciou uma inovação que promete derrubar as fronteiras linguísticas na plataforma por meio da dublagem por inteligência artificial. Essa nova ferramenta permite que criadores alcancem audiências globais preservando a identidade sonora original dos vídeos. Com o uso de redes neurais, o sistema ajusta a entonação e a sincronia labial de maneira automatizada.

Como funciona a dublagem por inteligência artificial na prática?

Segundo um comunicado publicado pelo Google, a tecnologia utiliza modelos generativos para replicar o timbre do locutor em outros idiomas. Essa abordagem garante que a personalidade do criador não seja perdida durante a conversão do áudio, mantendo o engajamento com o público.

O processamento ocorre diretamente nos servidores da plataforma, permitindo que o vídeo seja assistido em diferentes línguas quase instantaneamente. O resultado é uma experiência fluida, onde o espectador mal percebe que o conteúdo original não foi gravado naquele idioma específico.

🎙️ Mapeamento de Timbre

A IA analisa a frequência da voz original para criar uma assinatura vocal idêntica em outra língua.

🔄 Tradução Adaptativa

O texto é traduzido respeitando contextos culturais e gírias para manter a naturalidade da fala.

👄 Sincronia Labial (Lip-sync)

A imagem do locutor é re-renderizada sutilmente para que o movimento da boca combine com o som.

Quais são as principais vantagens desta inovação para os criadores?

A expansão de alcance é o ponto mais forte, permitindo que um canal brasileiro seja assistido por falantes de inglês ou francês sem esforço extra. Isso democratiza o acesso ao conhecimento e potencializa o crescimento de visualizações em escala global, gerando novas oportunidades de negócio.

Além do alcance, a economia de recursos é significativa, pois elimina a necessidade de contratar estúdios externos para cada idioma desejado. A ferramenta integrada simplifica o fluxo de trabalho e acelera a distribuição de novos episódios para diferentes nichos de mercado.

  • Acesso imediato a mercados internacionais de alto poder aquisitivo.
  • Fidelização do público através da manutenção da voz real do criador.
  • Redução drástica nos custos operacionais de tradução e pós-produção.
  • Melhoria na experiência do usuário que prefere áudio em vez de legendas.
A inteligência artificial que vai dublar séries e vídeos com a voz original dos atores
Criadores ampliam audiência internacional economizando custos e mantendo identidade vocal – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Como a dublagem por inteligência artificial mantém a qualidade sonora?

A manutenção da fidelidade sonora é alcançada através de algoritmos que isolam as frequências da voz original para recriar os mesmos padrões no novo idioma. Isso evita aquele efeito de voz robotizada que era comum em ferramentas de tradução mais antigas, trazendo mais humanidade ao vídeo.

Outro fator crucial é a análise emocional, que identifica picos de empolgação ou seriedade para replicar essas nuances na dublagem final. Abaixo, apresentamos uma comparação técnica entre os métodos de tradução disponíveis no mercado atual para facilitar sua visualização.

Característica Legenda Padrão Nova Dublagem IA
Identidade Vocal Nenhuma Alta Fidelidade
Imersão Visual Baixa (Distração) Total (Natural)
Sincronia Labial Não se aplica Automatizada

O sistema de tradução afeta a monetização dos vídeos?

Atualmente, a integração dessa tecnologia visa aumentar o engajamento geral, o que reflete diretamente no faturamento publicitário dos canais. Ao atrair públicos de países com moedas mais fortes, o criador pode ver um salto significativo no seu faturamento por mil visualizações.

A plataforma garante que as regras de direitos autorais e as políticas de uso aceitável continuam valendo para os conteúdos dublados. Dessa forma, a segurança jurídica do produtor de conteúdo é preservada durante toda a transição tecnológica para os novos formatos digitais.

Qual o impacto futuro desta tecnologia no mercado audiovisual?

O futuro aponta para uma quebra total das legendas como conhecemos, priorizando o áudio dublado para uma imersão completa e natural. Especialistas acreditam que essa ferramenta será o padrão ouro para documentários e cursos online em poucos anos, facilitando a educação global.

A evolução contínua dos algoritmos deve trazer melhorias ainda mais profundas na expressão facial e nos micro-movimentos dos lábios dos atores. O YouTube reafirma seu compromisso de liderar essa transformação digital no consumo de mídias globais e acessíveis para todos.

Leia mais:

O post A inteligência artificial que vai dublar séries e vídeos com a voz original dos atores apareceu primeiro em Olhar Digital.

YouTube Music limita letras e reforça o Premium

9 de Fevereiro de 2026, 10:35
Arte mostra o logo do YouTube Music ao centro e fones de ouvido ao fundo
YouTube Music passa a limitar o acesso às letras para usuários da versão gratuita (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube Music começou a limitar a visualização de letras para usuários gratuitos, permitindo acesso completo a apenas cinco músicas por mês.
  • A restrição promove o YouTube Music Premium, que oferece reprodução em segundo plano, downloads e ausência de anúncios.
  • Mudança reacende críticas sobre plataformas degradarem experiências gratuitas para aumentar assinaturas pagas.

O YouTube Music começou a restringir o acesso às letras de músicas para usuários que utilizam a versão gratuita do serviço. Relatos recentes indicam que a plataforma passou a impor um limite mensal para a visualização completa das letras, movimento que amplia diferenças entre contas pagas e não pagas.

A mudança não é totalmente inédita. Desde setembro de 2025, o Google vinha testando a exibição de letras como um recurso exclusivo do YouTube Music Premium. Agora, porém, a política parece ter avançado para uma implementação mais ampla, afetando usuários em diferentes mercados. Procurado pela imprensa estrangeira, o Google ainda não confirmou oficialmente os detalhes do limite.

Nos testes e relatos publicados, usuários sem assinatura conseguem acessar integralmente as letras de apenas cinco músicas por mês. Ao atingir esse número, o aplicativo passa a exibir apenas os primeiros versos, enquanto o restante do texto aparece desfocado.

Como funciona a nova limitação

A restrição é apresentada de forma explícita dentro do aplicativo. Ao abrir a aba de letras, o usuário vê um aviso destacando quantas visualizações completas ainda restam naquele mês, acompanhado de uma contagem regressiva. Após o esgotamento da cota, o bloqueio é automático.

A funcionalidade deixa de ser apenas um complemento visual e passa a integrar o conjunto de recursos usados como argumento comercial para a assinatura. O YouTube Music Premium já oferece benefícios como reprodução em segundo plano, downloads e ausência de anúncios.

Embora o Google não tenha detalhado os critérios técnicos da limitação, a experiência relatada indica que o bloqueio ocorre independentemente do artista ou do álbum, contando apenas o número total de músicas com letras acessadas.

Estratégia comercial ou enshittification?

Arte mostra o logo do YouTube Music e uma pessoa com fones de ouvido. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Letras completas agora fazem parte do pacote do YouTube Music Premium (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A decisão se insere em um debate mais amplo sobre o que críticos chamam de enshittification, conceito que descreve o processo pelo qual plataformas digitais, após conquistarem uma base ampla de usuários, passam a degradar gradualmente a experiência gratuita para extrair mais valor financeiro.

Nesse contexto, a limitação das letras é vista por parte dos usuários como mais um passo na redução deliberada de funcionalidades antes consideradas básicas. Letras de músicas, que já foram amplamente acessíveis em serviços de streaming, tornam-se um diferencial pago, reforçando a dependência do modelo de assinatura.

Para o YouTube Music, a estratégia pode ajudar a elevar a conversão para o Premium em um mercado altamente competitivo, dominado por serviços como Spotify e Apple Music. Por outro lado, a medida também tende a alimentar críticas sobre a perda de valor da versão gratuita e o aumento da fragmentação da experiência.

YouTube Music limita letras e reforça o Premium

YouTube Music (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

YouTube acaba com esquema para tocar vídeos em segundo plano sem o Premium

3 de Fevereiro de 2026, 18:51
Mão segurando um celular que exibe o YouTube, com um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog".
YouTube em segundo plano? Só pagando (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube encerrou a possibilidade de reproduzir vídeos em segundo plano via navegadores como Brave e Vivaldi, tornando essa função exclusiva para assinantes do YouTube Premium.
  • A mudança afeta também assinantes do YouTube Premium, que agora precisam usar o aplicativo oficial para reprodução em segundo plano.
  • O YouTube está combatendo brechas como o uso de adblocks, dificultando o acesso a vídeos para usuários que tentam evitar anúncios.

O YouTube fechou uma brecha que permitia abrir o tocador de vídeo em um navegador e continuar ouvindo o som, mesmo ao usar outros aplicativos ou desligar a tela. Agora, esse recurso está disponível apenas para assinantes do pacote Premium.

O Google confirmou a medida em um posicionamento enviado ao site Android Authority:

A reprodução em segundo plano é um recurso destinado a ser exclusivo para membros do YouTube Premium. Embora alguns usuários não-Premium possam ter conseguido acessar anteriormente por meio de navegadores móveis em determinados cenários, atualizamos a experiência para garantir consistência em todas as nossas plataformas.

O que mudou no YouTube?

Em smartphones, navegadores como Brave, Microsoft Edge, Samsung Internet, Vivaldi e outros conseguiam continuar reproduzindo vídeos em segundo plano. Era um truque comum para ouvir música ou podcasts. Agora, assim que o browser sai do primeiro plano, o conteúdo é pausado.

YouTube no Microsoft Edge Canary para Android
YouTube no Microsoft Edge para Android (foto: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

A mudança aparentemente afeta também assinantes do YouTube Premium, ainda que em menor escala. De acordo com relatos, eles não conseguem mais acessar o recurso de reprodução em segundo plano em navegadores, mesmo que estejam logados. É necessário usar o aplicativo oficial do serviço para continuar ouvindo os vídeos.

YouTube quer acabar com brechas

A reprodução em segundo plano é um dos diferenciais da assinatura Premium do YouTube. Outro é não ter propagandas — e a empresa também está de olho em quem quer contar com esse benefício gratuitamente.

Nos últimos dias de janeiro, usuários com adblocks instalados em seus navegadores tiveram dificuldades para acessar vídeos na plataforma, recebendo mensagens de erro. Nesse caso, não houve nenhum pronunciamento oficial confirmando a medida, mas não é a primeira vez que isso acontece.

A questão dos adblocks é mais complexa do ponto de vista técnico, o que faz com que o Google e os desenvolvedores dessas ferramentas estejam sempre em um jogo de gato e rato para descobrir brechas e consertá-las.

Com informações do Android Authority

YouTube acaba com esquema para tocar vídeos em segundo plano sem o Premium

YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube no Microsoft Edge Canary para Android (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Stremio lança app completo para iOS, mas ele não está na App Store

3 de Fevereiro de 2026, 16:52
Imagem horizontal com fundo preto e elementos gráficos lineares em degradê. Do lado esquerdo, linhas finas partem de um ponto inferior e se abrem em leque nas cores roxo e rosa. Do lado direito, um padrão similar de linhas em tons de laranja e amarelo irradia para as bordas. No centro, entre os dois feixes, há três elementos brancos alinhados verticalmente: o ícone do Stremio (um quadrado inclinado com um triângulo de "play" no centro), o texto "Stremio for iOS" e o logotipo da Apple.
Stremio foi removido da App Store, mas tenta retorno (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Stremio lançou um aplicativo completo para iOS, disponível via sideloading, permitindo streaming de torrents sem add-ons.
  • O aplicativo não está na App Store devido às regras da Apple contra pirataria, exigindo instalação direta com um arquivo IPA.
  • O Stremio Lite foi removido da App Store em janeiro de 2026, provavelmente por políticas contra pirataria, mas uma nova versão está aguardando aprovação.

O serviço de streaming de torrents Stremio lançou um app completo para iPhones e iPads. No entanto (e como era de se esperar), ele não está disponível na App Store da Apple. O software precisa ser baixado e instalado diretamente no dispositivo, processo também conhecido como sideloading.

Antes disso, o Stremio chegou a oferecer, na loja oficial da Apple, um aplicativo Lite para iPhones e iPads. Para seguir as normas da Apple contra pirataria, ele vinha sem o servidor de torrents. Por isso, precisava de add-ons para funcionar como a versão padrão do app.

Como é o novo Stremio para iOS?

A nova versão tem mais recursos que a Lite anteriormente disponível na App Store. Ela se equipara ao Stremio para Android, podendo fazer streaming de torrents sem componentes adicionais.

Por outro lado, o login com Apple ID e o Handoff (para continuar tarefas em outros dispositivos) estão desativados, já que não podem ser usados em apps instalados via sideloading.

Arte com o logotipo da Apple em diferentes gradientes de cores, incluindo tons de azul, roxo, rosa, laranja e amarelo, sobre um fundo preto. Os logos estão levemente inclinados, criando uma sensação de movimento. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Apple removeu Stremio Lite da loja de apps (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Stremio está disponível para download em um arquivo IPA, como são chamados os pacotes de aplicativos do iOS. Instalar um arquivo desses, porém, não é uma tarefa tão simples.

Ao contrário do Android, do Google, que aceita instalação direta de arquivos baixados, o sistema da Apple é bastante fechado para esse tipo de procedimento. Basicamente, para fazer isso, é necessário usar um computador e programas adicionais. Ter uma conta de desenvolvedor (que custa US$ 99 anuais) também ajuda.

Vale dizer que, tanto no Android quanto no iOS, o sideloading é um processo mais perigoso que a instalação pela loja oficial. Apps baixados diretamente não passam pelos mesmos processos de revisão das plataformas das grandes empresas, o que representa um risco maior de segurança.

O que aconteceu com o Stremio Lite?

O Stremio Lite foi removido da loja em meados de janeiro de 2026. Apesar de não haver uma explicação oficial, a resposta é bastante óbvia: políticas contra pirataria. Por mais que não viesse com o recurso de download de torrents, a Apple pode ter considerado que essa era a finalidade do app, o que violaria suas regras.

De acordo com o texto publicado no blog do projeto, uma nova versão Lite do app foi enviada e está aguardando resposta.

Stremio lança app completo para iOS, mas ele não está na App Store

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube volta a falhar para quem usa bloqueador de anúncios

28 de Janeiro de 2026, 15:44
Logo do youtube com efeito de glitch
YouTube volta a falhar para quem usa bloqueador de anúncios (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Usuários de bloqueadores de anúncios enfrentam erro ao acessar vídeos no YouTube, principalmente com o Chrome;
  • Problema pode ser uma ação do YouTube contra bloqueadores, mas a plataforma não confirma;
  • Alguns usuários conseguiram solucionar a falha desativando justamente o bloqueador.

Nos últimos dias, surgiram numerosos relatos nas redes sociais de pessoas que se depararam com um erro de conteúdo não disponível no YouTube. Se não todas, grande parte das queixas tem uma característica em comum: elas foram feitas por usuários de bloqueadores de anúncios.

Os relatos foram registrados principalmente no Reddit, com esta thread servindo de exemplo. Em quase todos os casos, os usuários notaram o problema ao acessar o YouTube com o Chrome e bloqueadores de anúncios como uBlock Origin, AdBlock Plus e Ghostery.

A falha faz o YouTube exibir uma página com a seguinte mensagem de erro quando o usuário tenta acessar um vídeo na plataforma: “este conteúdo não está disponível, tente novamente mais tarde”.

Alguns usuários conseguiram resolver o problema simplesmente acessando o YouTube com o bloqueador de anúncios desativado, embora outras pessoas tenham relatado que a falha persistiu após esse procedimento.

Também houve quem tenha conseguido fazer o vídeo ser exibido atualizando a página do YouTube seguidas vezes (o que não é nada prático, convenhamos).

Essa é uma investida do YouTube contra bloqueadores de anúncios?

O número repentino de relatos sobre o problema nos últimos dias levanta a suspeita de que esta é, sim, uma ação do YouTube contra adblocks. Só não é possível dar certeza porque a plataforma não se pronunciou sobre o assunto até o momento (e não costuma se pronunciar).

Como explica o TechSpot, o YouTube tem uma dinâmica de reprodução de conteúdo que depende de chamadas do tipo XHR (XMLHttpRequest) para buscar fluxos de vídeo nos servidores da plataforma.

O monitoramento dessas chamadas está entre as abordagens de bloqueadores para barrar anúncios antes ou durante a reprodução do vídeo. Cientes disso, engenheiros do YouTube tendem a implementar mecanismos ou procedimentos que dificultam esse monitoramento.

Desenvolvedores de adblockers respondem revisando suas abordagens de modo a desvencilhar suas ferramentas desses mecanismos e, com isso, o ciclo se repete. Isso explica, provavelmente, o fato de queixas sobre o YouTube barrando acessos com bloqueadores de anúncios surgirem de tempos em tempos.

Ilustração do YouTube
YouTube no navegador (imagem ilustrativa: Christian Wiediger/Unsplash)

Solução definitiva: pagar pelo YouTube Premium

As supostas investidas do YouTube contra bloqueadores de anúncios parecem ter um único objetivo: convencer o usuário a assinar o YouTube Premium, que não exibe publicidade e oferece outros recursos, como reprodução em segundo plano. No Brasil, a modalidade tem os seguintes preços atualmente:

  • Individual: R$ 26,90 por mês
  • Individual anual: R$ 269 (equivalente a R$ 22,41 por mês)
  • Família: R$ 53,90 por mês (para até cinco pessoas)
  • Estudante: R$ 16,90 por mês
  • Premium Lite: R$ 16,90 por mês (opção com menos funcionalidades)

YouTube volta a falhar para quem usa bloqueador de anúncios

YouTube volta a falhar para quem usa bloqueador de anúncios (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Christian Wiediger/Unsplash)

Netflix revela pela primeira vez o quanto embolsou com anúncios

21 de Janeiro de 2026, 16:42
Marca da Netflix é exibida na TV da sala de estar
Netflix faturou US$ 1,5 bilhão com anúncios em 2025 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Netflix gerou US$ 1,5 bilhão em receita com publicidade em 2025, dobrando o valor do ano anterior.
  • A receita anual total da Netflix em 2025 foi de US$ 45,2 bilhões, com lucro líquido de US$ 10,98 bilhões.
  • Em 2026, a empresa projeta um faturamento de US$ 3 bilhões com anúncios, novamente o dobro do ano passado.

Pela primeira vez desde que adicionou publicidade como forma de renda, a Netflix revelou quanto gerou de receita com a modalidade: US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 7,9 bilhões) em 2025. O valor é mais que o dobro registrado no ano anterior, terceiro ano de operação do modelo com anúncios.

De acordo com a Netflix, o crescimento da receita publicitária está diretamente ligado à expansão do plano com anúncios, que atingiu mais de 94 milhões de pessoas por mês globalmente até maio de 2025.

Os números foram apresentados no relatório financeiro do quarto trimestre e comentados por executivos da companhia durante uma videoconferência com analistas, disponível no YouTube.

Para o co-CEO da empresa, Greg Peters, esse faturamento deve dobrar em 2026, alcançando a casa dos US$ 3 bilhões (cerca de R$ 15 bilhões). “Estamos fazendo um bom progresso e a oportunidade diante de nós é enorme”, afirmou o executivo durante a teleconferência de resultados.

Quanto a Netflix faturou?

A publicidade corresponde a apenas 3,3% do faturamento: no panorama geral, o relatório aponta uma receita anual de US$ 45,2 bilhões (R$ 240 bilhões), alta de 16% na comparação com 2024, e margem operacional anual em 29,5%. O lucro líquido foi de US$ 10,98 bilhões (R$ 58,4 bilhões).

Só no quarto trimestre, a empresa registrou:

  • Faturamento de US$ 12,05 bilhões (R$ 64,1 bilhões);
  • Lucro de US$ 2,42 bilhões (R$ 12,8 bilhões);
  • A empresa cruzou a marca de 325 milhões de assinaturas.

Segundo a Netflix, os usuários assistiram a 96 bilhões de horas de conteúdo na segunda metade de 2025, crescimento de 2% em relação ao mesmo período de 2024.

Para 2026, projeta-se um crescimento entre 12% e 14%, com receita entre US$ 50,7 bilhões (R$ 270 bilhões) e US$ 51,7 bilhões (R$ 275 bilhões), incluindo a expectativa de expansão do negócio de anúncios.

Novos acordos e aquisição da Warner Bros

Imagem mostra o prédio da Netflix em Hollywood, nos Estados Unidos
Netflix avança em acordos de licenciamento e compra da Warner (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

A promessa é de aumento de 10% no gasto com produções, chegando a US$ 20 bilhões em investimentos originais e licenciados em 2026. Segundo a Variety, site especializado em Hollywood, a Netflix fechou acordos de distribuição recentemente com a Universal Studios e com a Sony Pictures.

Além dos produtos licenciados, a Netflix segue agressiva na negociação para adquirir a Warner Bros. Em dezembro, o streaming havia costurado um acordo de US$ 82,7 bilhões, que incluía parte em dinheiro e parte em ações da Netflix, mas alterou a oferta para um pagamento integral em dinheiro.

Streaming prepara anúncios interativos

A plataforma prepara novos formatos para atrair anunciantes e manter a curva de crescimento, como os anúncios interativos, que devem suavizar a interrupção dos anúncios. De acordo com a Netflix, as futuras ferramentas baseadas em IA devem misturar as propagandas de forma mais orgânica com cenas de filmes e séries.

A modalidade com anúncios desembarcou no Brasil em novembro de 2022 e se consolidou como a porta de entrada mais acessível para o serviço. Atualmente, a Netflix oferece três planos no país: padrão com anúncios, por R$ 20,90; padrão, por R$ 44,90; e premium, por R$ 59,90.

Netflix revela pela primeira vez o quanto embolsou com anúncios

💾

Estratégia de planos mais baratos com publicidade dobrou o faturamento em um ano, atingindo US$ 1,5 bilhão. Netflix projeta US$ 3 bilhões em 2026.

Empresa aponta queda no crescimento de assinantes da Netflix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Netflix (foto: Thiago Mobilon/Tecnoblog)

MTV e Nickelodeon saem do ar no Brasil

2 de Janeiro de 2026, 09:28
Foto da caixa d'agua com o logo da Paramount
Paramount encerra canais de entretenimento no Brasil (imagem: divulgação/Paramount)
Resumo

A Paramount encerrou seis canais distribuídos no Brasil: MTV, MTV Hits, MTV 00s, Nickelodeon, Nick Jr. e Comedy Central. A decisão foi comunicada às operadoras em outubro, marcando o fim de uma era para algumas das principais programações de entretenimento da televisão. Ela entrou em vigor no dia 31 de dezembro.

A retirada do sinal faz parte de uma reestruturação global. A partir de agora, o foco da empresa no país será exclusivamente no modelo Direct-to-Consumer (D2C), priorizando a plataforma paga de streaming Paramount+ e o serviço gratuito Pluto TV. O objetivo é eliminar intermediários na entrega de conteúdo ao consumidor final.

Operadoras como Claro e Sky confirmaram que foram informadas sobre o desligamento. A primeira afirma, em comunicado ao portal Na Telinha, que avalia “as ações que serão adotadas para os clientes do hub de conteúdo da operadora”, enquanto a Sky informou que os canais descontinuados serão substituídos por opções como SBT News, Sky News e AMC Series.

Por que o os canais foram desativados?

A decisão teria sido impulsionada por uma combinação de fatores financeiros negativos. A Paramount enfrentava uma queda consistente na receita publicitária da TV paga, somada à diminuição geral da base de assinantes desse serviço no Brasil.

Além disso, o Na Telinha aponta que os altos custos associados ao Serviço de Acesso Condicionado (SeAC, termo técnico para o serviço prestado por ela) teriam pesado na balança. Ao migrar totalmente para o streaming, a empresa reduz drasticamente os custos operacionais locais.

Nas redes sociais, telespectadores se despediram dos canais da empresa.

Está encerrado desde as 6 da manhã (só os bêbados e os fedendo a ressaca viram) todos os canais Paramount/Viacom do Brasil

Fim de uma era

Adeus Nickelodeon, MTV, Paramount e COMEDY Central pic.twitter.com/SBfNF7j3O0

— Alex – Faz o X Aew (@EuAlexFernandes) January 1, 2026

Paramount muda foco para streaming

Imagem de um celular exibindo a tela de abertura do serviço de streaming Paramount+
Companhia foca na distribuição de conteúdo pelas plataformas de streaming (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O movimento ocorre num momento de transformação profunda para a própria Paramount. A empresa concluiu, no início de 2025, a fusão com a Skydance Media, produtora liderada pelo bilionário David Ellison, e tenta ganhar força para competir com gigantes como Netflix e Disney.

A empresa protagoniza, atualmente, uma oferta hostil para compra da Warner Bros. Discovery (WBD), tentando criar um gigante de entretenimento. O negócio, entretanto, vem sofrendo resistência do conselho da WBD, liderado pelo CEO David Zaslav, que recomendou aos acionistas que mantenham o negócio firmado com a Netflix no início de dezembro.

A proposta hostil da Paramount pela dona de marcas como DC Comics e Harry Potter partiu, inicialmente, de um pagamento de US$ 30 por ação em dinheiro. O negócio incluiria a divisão de TV tradicional (com marcas como TNT e CNN), o que não está previsto na proposta da Netflix.

MTV e Nickelodeon saem do ar no Brasil

(imagem: divulgação/Paramount)

(Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Por que clientes básicos da Netflix têm acesso a menos conteúdo?

22 de Dezembro de 2025, 14:30
Imagem mostra o logo vermelho estilizado da Netflix, um "N" grande com uma curva na parte inferior. Abaixo e ligeiramente à direita do logo, um controle remoto preto está parcialmente visível. Ao fundo, uma parede composta por várias telas de televisão desfocadas exibe diversas cenas de filmes e séries em tons de cinza. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
Netflix restringe acesso a filmes e séries populares no plano com anúncios (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Assinantes da Netflix foram às redes após notarem um aviso de que algumas obras não estavam disponíveis no plano de assinatura contratado.
  • A restrição existe desde 2022, quando o streaming lançou o plano com publicidade, e está ligada a contratos de licenciamento antigos.
  • No Brasil, o plano com anúncios custa R$ 20,90, enquanto o plano padrão custa R$ 44,90 e o premium R$ 59,90.

Alguns assinantes da Netflix foram às redes sociais para criticar o streaming nos últimos dias. A queixa é sobre o bloqueio de filmes e séries populares no plano mais barato de assinatura, com anúncios, já que certas produções conhecidas simplesmente não aparecem para quem assina esse pacote.

Contudo, apesar da surpresa, a limitação não é nova. Ela existe desde 2022, quando a plataforma lançou o plano com publicidade, e está ligada a acordos de licenciamento que impedem a exibição de certos títulos com interrupções comerciais.

O que está por trás do bloqueio de títulos?

Imagem mostra uma TV com a Netflix, com o filme Kung Fu Panda, o Cavaleiro Dragão selecionado e a exibição de um aviso para trocar de plano de assinatura
Netflix não exibe algumas obras no plano com anúncios (imagem: reprodução/X/@jaojaoedu)

Quem tenta assistir a algumas produções no plano com anúncios se depara com um aviso solicitando a mudança de assinatura para continuar. Séries como House of Cards e Despachos de Outro Lugar, além de filmes como Kung Fu Panda, fazem parte da lista de conteúdos indisponíveis para esse público.

A explicação está nos contratos firmados antes da criação do modelo com publicidade. Em muitos casos, os direitos de exibição não preveem a inserção de anúncios, o que impede que essas obras sejam oferecidas no plano mais barato. Assim, apenas assinantes de pacotes mais caros conseguem acessar esses títulos.

No site oficial, a Netflix reconhece a limitação, embora a informação não apareça com destaque na tela de escolha do plano. “A maioria dos nossos filmes e séries está disponível no plano com anúncios, mas alguns títulos não estão devido a restrições de licenciamento. Esses títulos exibem um ícone de cadeado quando você faz buscas ou navega pelo catálogo da Netflix”, diz a empresa em sua central de ajuda.

Imagem mostra um smartphone com o app da Netflix aberto e um símbolo vermelho, de proibido, ao centro
Parte do catálogo da Netflix é bloqueada no plano com anúncios (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quantos conteúdos ficam de fora do plano com anúncios?

Em termos proporcionais, o número de obras bloqueadas é pequeno, mas suficiente para gerar frustração. Segundo o portal What’s On Netflix, em dezembro, cerca de 135 títulos estavam indisponíveis no plano com anúncios nos Estados Unidos, o equivalente a 1,74% de um catálogo com mais de 7.700 opções.

No Brasil, o plano com publicidade custa atualmente R$ 20,90 por mês. Ele substituiu o antigo plano básico sem anúncios, encerrado em 2023, que custava R$ 25,90. Os assinantes desse pacote foram migrados automaticamente para o modelo com anúncios.

Para ter acesso completo ao catálogo e assistir sem interrupções, o usuário precisa optar pelo plano padrão, de R$ 44,90 mensais, ou pelo premium, que custa R$ 59,90.

Por que clientes básicos da Netflix têm acesso a menos conteúdo?

Netflix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Netflix não exibe algumas obras no plano com anúncios (imagem: reprodução/X/@jaojaoedu)

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

19 de Dezembro de 2025, 10:38
Arte com o logotipo vermelho do YouTube em um fundo preto.
YouTube apresenta pane (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O YouTube ficou fora do ar nesta sexta-feira (19) para uma parcela relevante dos usuários. A plataforma do Google rapidamente subiu no monitoramento da ferramenta DownDetector, um indicativo de que passa por uma instabilidade técnica. A pane se mostrou mais proeminente a partir das 10h10. No nosso monitoramento, a situação parece ter sido resolvida por volta das 10h40.

Por ora, não temos nenhuma informação sobre o que ocorreu com a plataforma de vídeos.

No X, pessoas lamentam o problema com o YouTube nesta manhã (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

YouTube fora do ar: site de vídeos sofre soluço nesta sexta-feira (19)

YouTube (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

No X, pessoas lamentam o problema com o YouTube nesta manhã (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Dinamarca quer proibir uso de VPN para acessar streaming

16 de Dezembro de 2025, 14:57
Serviço VPN da Surfshark
Dinamarca pode tornar ilegal o uso de VPNs no país (Imagem: Divulgação/Surfshark)
Resumo
  • O governo da Dinamarca propôs um projeto de lei para proibir o uso de VPNs para acessar conteúdos de streaming indisponíveis no país ou contornar bloqueios a sites ilegais, com previsão de multa para quem descumprir as regras a partir de 1º de julho de 2026.
  • Especialistas em direitos digitais criticam a proposta, alegando que ela representa um excesso de controle estatal e pode inviabilizar o uso legal de VPNs, comparando-a a legislações de países com políticas restritivas na internet.
  • O ministro da Cultura, Jakob Engel-Schmidt, defende que o foco é combater a pirataria, não criminalizar o uso de VPNs, enquanto o projeto faz parte de um pacote mais amplo de medidas contra a pirataria online.

O governo da Dinamarca apresentou um projeto de lei que pode tornar ilegal o uso de VPNs para acessar conteúdos de streaming indisponíveis no país ou contornar bloqueios a sites considerados ilegais. A proposta faz parte de um pacote mais amplo de medidas para combater a pirataria online, mas já provoca forte reação de especialistas em direitos digitais.

Embora as VPNs sejam amplamente utilizadas como ferramenta de segurança e proteção de dados, elas também são usadas para acessar catálogos estrangeiros de plataformas de streaming. Uma pesquisa recente da Câmara de Comércio Dinamarquesa indica que cerca de 9% da população do país já utilizou a ferramenta com esse objetivo, o que amplia o alcance potencial da medida.

O que diz o projeto de lei?

A proposta foi apresentada pelo Ministério da Cultura da Dinamarca e estabelece que será proibido “usar conexões VPN para acessar conteúdos de mídia que, de outra forma, não estariam disponíveis na Dinamarca, ou para burlar o bloqueio de sites ilegais”. Caso seja aprovada, a lei entrará em vigor em 1º de julho de 2026, prevendo multa para quem descumprir as regras.

Jesper Lund, presidente da Associação de Política de TI da Dinamarca, afirmou que a redação do projeto é preocupante e transmite uma sensação de excesso de controle estatal. Segundo ele, a proposta tem um “tom totalitário” e pode acabar inviabilizando oferta e uso legal de serviços de VPN.

“Mesmo na Rússia, não é punível contornar sites ilegais com uma VPN”, disse Lund à emissora dinamarquesa DR, ao comparar a proposta com legislações de países conhecidos por políticas mais restritivas na internet.

Pirataria
Dinamarca tem apoiado iniciativas no combate à pirataria (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A Dinamarca pode ir longe demais no controle da internet?

O debate sobre VPNs não surge de forma isolada. Nos últimos anos, a Dinamarca tem apoiado iniciativas controversas no âmbito digital, como o projeto europeu conhecido como “Chat Control”, que prevê o escaneamento de mensagens privadas em busca de conteúdo ilegal.

O país também discute medidas para restringir o acesso de menores de 15 anos às redes sociais, seguindo tendência observada em outras regiões. A Austrália adotou regra similar, mas para menores de 16 anos.

No cenário europeu, detentores de direitos autorais vêm pressionando empresas de VPN a colaborar mais ativamente no combate à pirataria. Em alguns países, provedores já foram obrigados a bloquear o acesso a transmissões esportivas ilegais. A proposta dinamarquesa, porém, representa uma escalada ao transferir a responsabilidade legal diretamente para o usuário final.

Diante das críticas, o ministro da Cultura, Jakob Engel-Schmidt, afirmou que o objetivo não é criminalizar o uso de VPNs. “Não sou a favor de tornar a VPN ilegal, e nunca vou propor isso. É por isso que os críticos entenderam completamente errado este projeto”, declarou. Segundo ele, a intenção é focar exclusivamente no combate à pirataria.

Dinamarca quer proibir uso de VPN para acessar streaming

O uso de VPNs estabelece uma conexão segura entre dispositivo e rede (Imagem: Divulgação/Surfshark)

Pirataria (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube reformula app para TV com nova interface

12 de Dezembro de 2025, 13:07
Recursos do YouTube
App do YouTube em TVs começou a receber atualização (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • YouTube reformulou a interface do app para TVs, alterando a disposição dos elementos na tela.
  • O título do vídeo agora está no canto superior esquerdo, e um novo botão “Descrição” concentra informações do criador e metadados.
  • A barra inferior foi reorganizada em blocos, e assinantes do YouTube Music e Premium têm acesso a novos modos de exibição.

O aplicativo do YouTube em TVs começou a receber uma reformulação visual que altera a disposição de elementos na tela de exibição de vídeos. A plataforma afirma que a mudança foi pensada para tornar o uso mais direto nos televisores e para facilitar a localização de comandos, algo já criticado por usuários.

A reorganização inclui novos grupos de controles, reposicionamento do título e a chegada de um botão específico para acessar descrição e informações extras.

A novidade está aparecendo em diferentes dispositivos, como boxes com Android TV e sistemas nativos de TVs recentes, mas ainda não está disponível para todos. Segundo o The Verge, parte dos aparelhos da Apple, por exemplo, segue com a interface anterior.

Quais as novidades?

Recordatorio de que quienes creamos contenido en Youtube lo estamos haciendo cada vez más para quienes lo consumen en el televisor / living de la casa.

YouTube ha actualizado su reproductor de video en televisores para ofrecer una experiencia más intuitiva y fácil de navegar.… pic.twitter.com/wr9ppty6BU

— Roberto Castro (@robertocastro) December 12, 2025

Segundo o comunicado oficial na página de suporte, a mudança mais perceptível será o título do vídeo, que deixará de ficar próximo à barra de progresso, ocupando parte superior esquerda da tela.

Antes, essa área também servia como atalho para informações do criador e seção de comentários, mas isso agora está concentrado no novo botão “Descrição”, indicado pela plataforma como o caminho único para metadados, textos do criador e demais recursos vinculados ao vídeo.

Funções ligadas ao canal também foram rearranjadas. A foto do criador virou um atalho direto para a página do canal, enquanto o botão de inscrição agora fica isolado, sendo exibido mesmo para quem já é inscrito — nesses casos, ele muda de função para alertar sobre transmissões ou conteúdos com acesso condicionado.

Arte com o logotipo vermelho do YouTube em um fundo preto.
Novidade ainda não chegou para todos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A barra inferior também passou por reorganização. Os comandos foram divididos em blocos: à esquerda, ficam Canal, Descrição e Inscrever-se; no centro, os botões de reprodução e navegação entre conteúdos; e, à direita, os controles de avaliação, comentários, salvar, legendas e ajustes gerais. O YouTube afirma que essa segmentação torna a navegação mais previsível com o controle remoto.

Para públicos específicos, há novidades adicionais. Assinantes do YouTube Music e do YouTube Premium passam a ter acesso a um “Modo de Exibição”, enquanto transmissões esportivas ganham um botão de “Multiview”, voltado à visualização simultânea de eventos ao vivo.

YouTube reformula app para TV com nova interface

Recursos do YouTube (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Google One libera desconto no YouTube Premium no Brasil

8 de Dezembro de 2025, 11:07
Mão segurando um celular que exibe o YouTube, com um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog".
Combo reduz valor do streaming para R$ 22,99 via Google One (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google One no Brasil agora oferece desconto de 14% no YouTube Premium, reduzindo a mensalidade para R$ 22,99.
  • A oferta está disponível para assinantes de planos a partir de 2 TB, que custa R$ 49,99 mensais.
  • O complemento não está disponível para assinaturas do Google One gerenciadas por terceiros, contas do Google Workspace, menores de 18 anos e membros de planos familiares que não sejam administradores.

O Google One no Brasil agora dá acesso ao YouTube Premium por um valor reduzido: R$ 22,99. Trata-se de um desconto de aproximadamente 14% na mensalidade. Segundo a empresa, o combo foi ampliado para Brasil, Canadá, Japão, Alemanha e França, e é válido para assinantes de planos a partir de 2 TB (categoria Premium).

Esse novo sistema não realiza a substituição automática de cobranças. Para evitar duplicidade, o Google alerta que usuários que já assinam o YouTube Premium cancelem manualmente a assinatura atual antes ou logo após aderirem ao complemento do Google One.

A novidade chega quase dez meses após um reajuste de preços nos planos do Google One. Em abril, o próprio YouTube Premium sofreu um reajuste e ficou até 28% mais caro por aqui. Um mês depois, a empresa liberou para os brasileiros um plano de assinatura mais barato, o YouTube Premium Lite.

Quanto custa?

A nova modalidade funciona como um “add-on” (complemento) à assinatura principal de armazenamento. Para o mercado brasileiro, a oferta é baseada na junção do plano de 2 TB do Google One com o preço promocional do serviço de streaming.

O plano de 2 TB custa R$ 49,99 por mês, e o complemento adiciona R$ 22,99 ao valor final, totalizando R$ 72,98 mensais. Fora do combo, o YouTube Premium individual sai por R$ 26,90, o que torna a assinatura cerca de 14% mais barata no pacote.

Imagem de divulgação mostra dois smartphones com o YouTube Premium aberto
Unificação dos serviços sai quase R$ 4 mais barata por mês (imagem: divulgação/Google)

É importante notar que, ao realizar a adesão, caso o usuário possua um plano anual do Google One, o ciclo de faturamento é automaticamente alterado para o ciclo de cobrança mensal.

Para aqueles que já possuem o Google One e decidirem migrar, o tempo restante da assinatura anterior (caso já paga) será reembolsado proporcionalmente. Ainda assim, não há reembolso para períodos parciais da assinatura do YouTube Premium cancelada.

O que tem no YouTube Premium?

Arte com o logotipo vermelho do YouTube em um fundo preto.
YouTube Premium permite ver vídeos sem anúncios (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Ao efetivar a assinatura do complemento, o usuário passa a ter acesso aos recursos do YouTube Premium. As funcionalidades listadas pelo serviço incluem:

  • YouTube Music Premium: streaming de música incluído na assinatura com mais de 100 milhões de músicas;
  • Sem anúncios: veja vídeos e ouça músicas sem interrupções;
  • Conteúdos em segundo plano: vídeos e músicas são reproduzidas em segundo plano enquanto usa outros apps no celular ou está com a tela bloqueada;
  • Conteúdos offline: faça download de vídeos e músicas para assistir e ouvir quando não estiver conectado à internet;
  • Resolução 1080p Premium: qualidade de imagem aprimorada em vídeos Full HD no celular e no computador;
  • Jump Ahead: ferramenta de IA que ajuda a pular para os pontos de destaque de um vídeo;
  • Picture in Picture (PiP) para YouTube Shorts: visualização do vídeo do YouTube Shorts em uma janela flutuante enquanto usa outros aplicativos no telefone;

Não é para todo mundo

O Google, porém, impõe restrições sobre quem pode ativar o complemento. Segundo a empresa, a oferta não está disponível para usuários com assinaturas do Google One gerenciadas por terceiros ou parceiros afiliados. Isso inclui pacotes obtidos por operadoras de telefonia, promoções de terceiros ou assinaturas via App Store.

A página de suporte oficial esclarece que usuários com uma assinatura de teste do Google AI Pro com duração superior a um mês também não são elegíveis para a oferta.

Da mesma forma, contas do Google Workspace (geralmente corporativas ou estudantis) e usuários menores de 18 anos não podem realizar a contratação. Além disso, membros de planos familiares do Google One que não sejam os administradores da conta também estão impedidos de ativar o recurso.

Google One libera desconto no YouTube Premium no Brasil

YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

8 de Dezembro de 2025, 10:24
Pirataria
Conheça os principais riscos de consumir conteúdos piratas na internet (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A pirataria digital é a distribuição, reprodução e uso de conteúdo digital protegido por direitos autorais sem a autorização dos criadores. Isso abrange desde filmes e músicas até softwares e jogos, caracterizando-se como uma violação legal.

As consequências dessa prática incluem perdas financeiras para criadores, desvalorizando o trabalho e reduzindo investimento em inovação e novas produções. Já os consumidores de produtos piratas perdem a garantia, suporte técnico e as atualizações oficiais.

A pirataria digital é considerada crime de violação de direitos autorais no Brasil, com penas que incluem detenção e multa. Além das implicações legais, o acesso a plataformas ilegais expõe o usuário a malwares, vírus e risco de roubo de dados pessoais.

A seguir, entenda melhor o que é pirataria digital, como ela funciona e suas consequências. Também saiba como essa ação ilegal prejudica indivíduos, empresas e a economia.

O que é pirataria digital?

A pirataria digital é a reprodução, distribuição ou uso não autorizado de conteúdo digital protegido por direitos autorais, sem a permissão expressa ou pagamento ao criador. É um ato ilegal de roubo de propriedade intelectual, violando as leis de copyright e causando prejuízos financeiros significativos para os criadores e as indústrias.

Como funciona a pirataria digital?

A pirataria digital funciona com os infratores copiando e compartilhando ilegalmente materiais protegidos por direitos autorais, como filmes e softwares, por meio da internet. Isso ocorre frequentemente por redes P2P (peer-to-peer), como BitTorrent, ou sites não autorizados de streaming.

Esses métodos permitem que as pessoas baixem ou assistam ao conteúdo digital sem pagar, contornando a distribuição oficial e as taxas de licenciamento. Os operadores lucram com isso usando anúncios, assinaturas premium ou até mesmo pedindo doações.

O sistema P2P descentraliza o compartilhamento, onde os usuários baixam arquivos de outros e, ao mesmo tempo, os distribuem para novas pessoas. Outras formas incluem sites de streaming não licenciados, serviços IPTV ilegais e links de download direto.

imagem de um software de torrent
Torrent e redes P2P continuam sendo um dos principais meios de pirataria (imagem: Reprodução/AVG)

Quais são as consequências da pirataria digital?

A pirataria digital gera impactos sérios que se estendem por esferas legais, econômicas e de segurança para usuários, criadores e a economia global:

  • Responsabilidade legal: o ato pode resultar em multas pesadas e processos judiciais cíveis, podendo, em contextos comerciais, levar até mesmo a pena de prisão;
  • Riscos de segurança: consumir conteúdo pirata expõe o usuário a vírus e malwares, comprometendo a integridade a privacidade dos dados pessoais e corporativos;
  • Danos e riscos físicos: dispositivos modificados ou produtos de streaming piratas podem não seguir normas de segurança, apresentando mau funcionamento e até mesmo risco de incêndio;
  • Qualidade e suporte nulo: o material ilegal é frequentemente defeituoso, desatualizado e vem sem garantia ou qualquer acesso a suporte técnico ou atendimento ao cliente;
  • Conteúdo nocivo: sites não regulamentados expõem usuários, especialmente menores, a material explícito, violento ou inadequados, devido à ausência de filtros de segurança;
  • Perda de receita e empregos: a indústria criativa sofre perdas bilionárias em faturamento, freando o investimento e levando à demissão de profissionais nesses setores;
  • Inovação e criação limitadas: a diminuição do financiamento devido às perdas reduz o capital para a produção de novas obras e desacelera o avanço tecnológico na indústria;
  • Financiamento do crime: o ecossistema ilegal frequentemente atua como uma fonte de recurso estável que pode ser utilizada para financiar redes e grupos do crime organizado.

Pirataria digital é crime?

Sim, a pirataria digital é um crime cibernético no Brasil, tipificado pela violação de direitos autorais conforme o Artigo 184 do Código Penal. Essencialmente, a lei visa proteger a propriedade intelectual de criadores.

A legislação brasileira prevê diferentes níveis de penalidade para este crime, que variam conforme a finalidade da infração cometida. O infrator que age com o intuito de lucro está sujeito a uma pena de reclusão de dois a quatro anos, além de multa, dada a maior gravidade.

A lei também pune a pirataria na internet quando praticada sem objetivo de lucro, aplicando-se uma detenção de três meses a um ano ou multa. A distinção legal reforça a criminalização de qualquer forma de violação autoral, independentemente da obtenção de vantagem financeira.

ilustração sobre pirataria
Pirataria digital é tipificada como um crime cibernético no Brasil (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os exemplos de pirataria digital?

A pirataria digital atinge diversas propriedades intelectuais protegidas por direitos autorais. Os exemplos mais comuns são:

  • Software: envolve a cópia, instalação ou distribuição não autorizada de programas de computador, como usar uma única licença em múltiplas máquinas ou vender e usar cópias falsificadas;
  • Música: é o download, compartilhamento ou transmissão ilegal de faixas e álbuns protegidos, frequentemente por meio de redes P2P (peer-to-peer) ou plataformas de streaming e download não licenciadas;
  • Filmes e séries: inclui a gravação, o download, o streaming ou a distribuição de obras audiovisuais sem permissão, geralmente usando sites de torrent, hospedagem ou plataformas ilegais;
  • Livros e e-books: refere-se à digitalização, reprodução ou distribuição não autorizada de obras literárias e científicas, ocorrendo em sites de compartilhamento de arquivos ou acervos ilegais;
  • Jogos eletrônicos: consiste na cópia, distribuição e uso ilegal de jogos de videogames para qualquer plataforma, o que pode envolver o download de versões “crackeadas” ou o desvio de sistemas de Gestão de Direitos Digitais (DRM);
  • Conteúdo online e mídia social: é o uso, repostagem ou monetização não autorizada de materiais digitais como artigos, podcasts, cursos, imagens e vídeos, violando os termos em sites e redes sociais.

Como se proteger da pirataria digital?

Os criadores devem adotar uma abordagem em múltiplas camadas para se proteger da pirataria digital. Isso inclui a aplicação de Gestão de Direitos Digitais (DRM), o uso de marcas d’água para rastrear vazamentos e a proteção legal por meio de registro de direitos autorais.

Os consumidores, por sua vez, devem escolher plataformas e opções legais para consumir conteúdo, apoiando os criadores e tendo uma experiência livre de riscos. É crucial manter atenção em relação à segurança na internet e reportar conteúdos ilegais.

Essa estratégia combinada desincentiva a cópia não autorizada ao dificultar o acesso, permite a identificação de infratores e oferece um caminho seguro e de valor para o consumo legal.

Pirataria de filmes
Pirataria de filmes, música e softwares ainda continua em alta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Quais são os riscos de baixar conteúdo pirata?

Estes são alguns riscos que a pessoa se expõe ao consumir conteúdo pirata:

  • Infecção por softwares maliciosos: arquivos e plataformas piratas são vetores comuns para vírus, cavalos de troia (trojans) e outros tipos de malware. Eles podem comprometer a segurança do sistema ao executar códigos maliciosos;
  • Roubo de dados pessoais e fraude: um malware oculto pode visar credenciais de login, senhas e informações de pagamento armazenadas no dispositivo. Isso leva diretamente ao risco de roubo de identidade, acesso indevido a contas e prejuízos financeiros;
  • Vulnerabilidade de segurança críticas: softwares piratas não recebem as atualizações de segurança e o suporte oficial dos desenvolvedores. Isso mantém o sistema exposto a falhas de segurança conhecidas, aumentando o risco de exploração por hackers;
  • Instabilidade do sistema e corrupção de arquivos: o conteúdo modificado ou de baixa qualidade pode causar falhas, lentidão e instabilidade no sistema operacional. Há um risco significativo de perda total de dados e corrupção de arquivos importantes;
  • Risco legal e sanções: apesar de muitas jurisdições ficarem em cima de quem distribui, o ato de baixar conteúdo ilegal pode configurar crime de violação de direitos autorais. O usuário pode ser sujeito a multas e, em casos mais graves, a outras penalidades legais.

É possível combater a pirataria digital?

Sim, existem estratégias para combater a pirataria digital que combinam tecnologia, ações legais e iniciativas focadas no consumidor. O objetivo é tornar o conteúdo digital legal mais acessível, conveniente e atrativo do que as versões pirateadas.

Este embate usa soluções como DRM (Digital Rights Management) e marcas d’água para proteger o conteúdo, além de inteligência artificial para identificar padrões de pirataria. Além disso, são implementadas ações legais como bloqueio de sites e envio de notificações para remover material infrator.

A estratégia é complementada por medidas que envolvem o mercado, como alternativas acessíveis e investimento na educação dos consumidores sobre o impacto da pirataria. A colaboração entre detentores de direitos, plataformas, provedores de internet também é essencial para reforçar as leis e o monitoramento em tempo real.

O que é pirataria digital? Entenda as consequências dos conteúdos piratas

(imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mais de 600 sites piratas são retirados do ar por operação 404.7 (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Netflix quer impedir transmissão para TV, mas este macete ainda funciona

5 de Dezembro de 2025, 18:57
Marca da Netflix é exibida na TV da sala de estar
Fim do espelhamento incomodou usuários (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Tizen, da Samsung, permite espelhar conteúdos do celular Galaxy para a TV usando o recurso Smart View, mesmo após a Netflix desabilitar o Google Cast.
  • O espelhamento via Smart View tem limitações: não permite usar o celular simultaneamente e o conteúdo não ocupa toda a tela da TV.
  • A Netflix removeu a transmissão via Google Cast para TVs modernas, exceto dispositivos sem interface própria, como Chromecast de gerações anteriores e alguns modelos de televisores específicos.

A Netflix desabilitou a transmissão de conteúdo para TVs usando o Google Cast, mas ainda não é o fim definitivo do espelhamento: o Tizen, da Samsung, ainda permite a prática, graças a um jeitinho.

O sistema oferece um recurso chamado Smart View, que permite espelhar na TV a tela de um smartphone da linha Galaxy. Com isso, todo o conteúdo do celular aparece no televisor.

Usando essa técnica, é possível escolher o que você quer ver no celular e espelhar para a tela maior. Assim, não é necessário instalar o app da Netflix na TV ou mesmo fazer login.

Nós testamos e conseguimos usar o streaming dessa forma. Imaginamos que haveria problemas envolvendo DRM (tecnologias que bloqueiam conteúdos protegidos por direitos autorais), mas não houve nenhum impeditivo técnico.

O método tem algumas limitações, no entanto. Como ele depende do que está passando na tela do celular, não é possível usar o aparelho e ver TV ao mesmo tempo. Além disso, o conteúdo não ocupa a tela toda, deixando uma borda preta ao redor.

Alt text:
Televisor exibe uma cena do episódio “T1:E1 ‘House – Pilot’”, mostrando um menino sentado em uma cadeira baixa enquanto adultos observam ao fundo. Na tela aparecem controles do player, como barra de progresso, botões de retroceder e avançar “10”, pausa, “Velocidade (1×)”, “Episódios”, “Idioma e legendas” e “Próx. ep.”. À direita da TV há uma orquídea branca em um vaso.
Tela espelhada via Smart View mostra até os controles (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

As TVs Samsung também têm suporte ao AirPlay, da Apple, mas ao tentar espelhar a tela de um iPhone com o app da Netflix aberto, apenas o som é transmitido — as imagens do filme ou série não aparecem.

Mudança da Netflix desagradou usuários

A gigante do streaming atualizou discretamente seu aplicativo e removeu a opção de transmitir filmes e séries do celular para a maioria das TVs modernas. Isso afeta especificamente o Google Cast — o suporte ao AirPlay foi removido em 2019.

A exceção para a nova regra são aparelhos que não contam com interface de navegação própria. Essa lista é bem curta: tem as três primeiras gerações do Chromecast, o Chromecast Ultra, o Google Nest Hub Smart Display e alguns modelos de televisores das marcas Vizio e Compal.

De resto, a regra é clara. O aparelho tem interface própria e dá para instalar o app da Netflix? Se a resposta é sim, não é possível usar o Cast.

Mesmo nos casos permitidos, é necessário ter uma assinatura dos planos Padrão ou Premium, que não têm propaganda. Usuários do pacote Padrão com Anúncios não têm acesso à funcionalidade.

O fim do suporte ao Google Cast incomodou alguns assinantes, que apontam que o recurso era útil para acessar o streaming em casas de amigos, espaços alugados ou hotéis sem precisar fazer login em dispositivos de outras pessoas.

Netflix quer impedir transmissão para TV, mas este macete ainda funciona

💾

Smart View das TVs Samsung permite espelhar celulares Galaxy e pode ser usado para ver filmes e séries em uma tela maior

Empresa aponta queda no crescimento de assinantes da Netflix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Tela espelhada via Smart View mostra até os controles (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O que é YouTube? Conheça a história da plataforma de vídeos do Google

4 de Dezembro de 2025, 12:55
Ilustração do YouTube
YouTube possui um vasto catálogo por ser a maior plataforma de vídeos do mundo (Imagem: Lorenzi/Unsplash)

O YouTube é uma rede social considerada a maior plataforma de vídeos do mundo, que oferece serviços de hospedagem e reprodução de vídeos on-demand. O serviço é controlado pelo Google desde 2006, quando a big tech adquiriu a plataforma de vídeos por US$ 1,6 bilhão.

O funcionamento do YouTube é similar ao do buscador Google, mas a pesquisa retorna resultados em vídeo ao invés de texto. Qualquer usuário pode se tornar um criador de conteúdo ao carregar um vídeo em seu canal. Assim, os conteúdos são adicionados ao vasto catálogo da plataforma e podem ser visualizados por outros usuários.

Dentre os diferenciais do YouTube estão a compatibilidade com múltiplos dispositivos, assinatura paga (YouTube Premium) para recursos adicionais, facilidade de uso e diversas formas de monetização para criadores de conteúdo.

A seguir, entenda melhor o que é o YouTube, confira a história da plataforma, e veja vantagens e desvantagens do serviço.

O que é YouTube?

YouTube é uma rede social digital gratuita, considerada a maior plataforma de streaming de vídeo do mundo. Apesar do serviço ter como foco a descoberta, reprodução e compartilhamento de vídeos, o YouTube também funciona como rede social ao disponibilizar diversos recursos de interação, a exemplo de chats ao vivo, comentários e postagens de texto e fotos.

O que significa YouTube?

YouTube é uma junção das palavras “you” e “tube”, que podem ser traduzidas como “você” e “TV”, respectivamente. A combinação das palavras ilustra a plataforma criada para que qualquer um seja o seu próprio canal televisivo, a partir de uploads de conteúdos próprios.

O antigo slogan “Broadcast yourself” (“Transmita-se a si mesmo”, em tradução livre) também reforçava essa ideia de estimular a criação de conteúdos originais pelos próprios usuários da plataforma.

Quem criou o YouTube?

O YouTube foi fundado por Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim. Hurley estudou design na Indiana University of Pennsylvania, e é o único do trio que nasceu nos EUA. Já o taiwanês Chen e o alemão Karim cursaram ciência da computação na University of Illinois at Urbana-Champaign.

Os três criadores do YouTube se conheceram quando trabalhavam no PayPal, uma multinacional especializada em pagamentos online. Em 2002, o PayPal foi adquirido pela eBay por US$ 1,5 bilhão, resultando em uma debandada de diversos funcionários.

Dentre eles estavam Hurley, Chen e Karim, que deixaram o PayPal com a ideia de criar sua própria startup — que mais tarde se tornaria o YouTube.

Imagem dos cofundadores do YouTube
Da esquerda para a direita: Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim (Imagem: Wikimedia Commons sob licença CC BY-SA 3.0)

Quem é o dono do YouTube?

O Google é dono do YouTube desde 2006, quando comprou a plataforma de vídeos por US$ 1,65 bilhão em ações. Com a aquisição bilionária, a big tech assumiu o comando do YouTube no lugar de Chad Hurley, Steve Chen e Jawed Karim, que mantiveram o status de cofundadores do negócio.

Em uma ótica mais ampla, é possível afirmar que a Alphabet também é dona do YouTube, já que a holding é considerada a “empresa-mãe” do Google. Mas o Google é conhecido como o verdadeiro dono do YouTube por ter adquirido a empresa e pelo controle direto sobre a plataforma de vídeos.

Quando o YouTube foi criado?

A fundação do YouTube ocorreu em fevereiro de 2005, mas a estreia oficial da plataforma só veio a acontecer em dezembro de 2005. Confira abaixo a série de eventos da criação da marca ao lançamento da plataforma:

  • Fevereiro de 2005: registro da marca, logo e domínio do YouTube.
  • Abril de 2005: primeiro vídeo carregado no YouTube (em versão beta).
  • Novembro de 2005: Sequoia Capital conclui investimento de US$ 3,5 milhões em rodada de financiamento série A do YouTube.
  • Dezembro de 2005: lançamento oficial do YouTube em versão pública.

Vale destacar que o primeiro vídeo carregado do YouTube ainda está disponível, e mostra o cofundador Jawed Karim em um zoológico falando sobre elefantes.

Para que serve o YouTube?

A principal função do YouTube consiste na hospedagem de vídeos, permitindo que usuários consigam publicar, encontrar e compartilhar vídeos alocados na plataforma. O serviço também oferece a função de transmissões ao vivo, amplamente usada por criadores de conteúdo, empresas e emissoras.

Importante destacar que o YouTube também funciona como uma rede social, já que os donos dos canais podem interagir com seus respectivos públicos (e vice-versa) por meio do chat, comentários e comunidades nichadas.

Como funciona o YouTube?

O YouTube tem um funcionamento parecido com o Google: você pesquisa pelo conteúdo por meio do campo de busca e obtém diversos resultados do tema pesquisado. Mas ao invés dos resultados serem em texto como no buscador, a página retorna com vídeos para que você explore os conteúdos assistindo às mídias.

Assim como em outras redes sociais, o YouTube tem um algoritmo adaptável que sugere novos conteúdos com base nos vídeos assistidos. Como exemplo, se você consumir diversos vídeos de culinária, o serviço vai entender que esse tema é relevante para você e lotará a sua home com vários conteúdos de cozinha. Quanto mais assistir, mais o algoritmo do YouTube vai refinar as sugestões.

Interface do YouTube
Interface do YouTube (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Mas apesar de ser uma plataforma para buscar e encontrar novos vídeos, o YouTube também é um tipo de rede social. A plataforma não suporta mensagens privadas, mas oferece recursos de interação como comentários, curtidas, inscrições, chats ao vivo durante lives, playlist colaborativa e comunidades.

Um ponto interessante é que qualquer usuário pode se tornar um criador de conteúdo ao carregar vídeos em seu canal, sem a necessidade de conta específica ou planos pagos. Dessa forma, a plataforma conecta telespectadores e criadores de conteúdo em um único ambiente para promoção de conteúdos originais.

Quais são os principais recursos do YouTube?

O YouTube é uma rede social que conta com diversos recursos, incluindo:

  • Acesso multiplataforma: é possível acessar o YouTube via PC, smartphones, consoles de videogame, smart TVs, relógios inteligentes, entre outros aparelhos compatíveis com o serviço.
  • Busca por conteúdos em vídeo: você pode usar a lupa para procurar conteúdos com base na sua busca.
  • Sugestões de vídeo: os vídeos recomendados do YouTube são sugeridos pelo algoritmo da plataforma, e são baseados nos seus conteúdos consumidos.
  • Comunidades de canais: canais podem criar comunidades para postar texto, fotos, enquetes, entre outros conteúdos para seus respectivos públicos; membros pagos do canal têm direito a conteúdos exclusivos.
  • Envio de vídeos: qualquer usuário pode enviar vídeos para seu próprio canal, incluindo vídeos longos ou vídeos curtos em orientação vertical (YouTube Shorts).
  • YouTube Studio: a ferramenta YouTube Studio permite que você monitore e gerencie o seu canal, e oferece recursos para visualização de métricas e ganhos monetários, além de funcionalidades para administração dos vídeos publicados.
  • Transmissões ao vivo: o YouTube permite transmissões ao vivo na plataforma, para que você grave e interaja com seu público em tempo real.
  • Recursos de interação: você pode interagir com criadores de conteúdos e outros telespectadores por meio dos comentários, curtidas, chat ao vivo em lives, inscrições em canais e compartilhamento de conteúdos.
  • Aluguel ou compra de conteúdos: o serviço oferece função para compra ou aluguel de alguns conteúdos, a exemplo de filmes e documentários.
  • Ferramentas do reprodutor de vídeo: o player de vídeo do YouTube tem recursos para avançar entre capítulos, ajuste de legendas, velocidade da reprodução e qualidade do vídeo, e ativação do modo teatro.
  • Opções de monetização: você pode ganhar dinheiro no YouTube por meio da monetização de vídeos, desde que atenda aos requisitos e não infrinja direitos autorais de terceiros.
  • YouTube Premium: a assinatura paga do YouTube oferece recursos exclusivos, como diminuição ou eliminação dos anúncios, modo de reprodução em segundo plano em smartphones e download de vídeos para reprodução offline na plataforma.
  • YouTube Kids: o YouTube conta com o app à parte YouTube Kids, destinado a crianças de até 13 anos de idade.
  • Experiência supervisionada: pais e responsáveis podem supervisionar as atividades de crianças e adolescentes no YouTube.
  • Transmissão em outros aparelhos: o YouTube oferece uma opção rápida de screen sharing, que pode reproduzir o vídeo tocado em um smartphone em smart TVs e monitores.

Qual é a diferença entre YouTube e YouTube Premium?

YouTube é a versão gratuita de uso da plataforma de vídeos, com ou sem login de uma conta Google. Essa modalidade inclui anúncios antes, durante e após a reprodução dos vídeos, não permite download dos vídeos para visualização offline, e não conta com o recurso para reprodução em segundo plano nos smartphones.

Já YouTube Premium é um plano de assinatura que dá benefícios extras aos usuários, como redução ou eliminação completa das propagandas, modo de reprodução em segundo plano nos celulares, opção de baixar vídeos para reprodução offline no app do YouTube, além da assinatura premium do YouTube Music.

Alguns benefícios podem variar de acordo com o tipo de inscrição (Premium ou Premium Lite). E é possível aderir ao YouTube Premium nos pacotes individual, família ou estudante.

Quais são as vantagens do YouTube?

O YouTube oferece diversas vantagens de uso e recursos por ser a maior plataforma de vídeos do mundo. Dentre os principais benefícios do serviço, estão:

  • Uso gratuito: o YouTube é uma rede social gratuita, que pode ser usada mesmo sem login de uma conta.
  • Facilidade de uso: a interface simples e intuitiva permite que qualquer usuário consiga utilizar a plataforma sem grandes problemas.
  • Serviço multiplataforma: o YouTube é compatível com diversos aparelhos, incluindo PCs, smartphones, tablets, consoles de videogame, smart TVs, entre outros dispositivos.
  • Biblioteca de conteúdos ampla: o YouTube é a maior plataforma de vídeos do mundo, e por isso conta com um catálogo extremamente amplo de conteúdos.
  • Recursos de monetização: criadores podem obter renda no YouTube de diversas formas, incluindo o programa de anúncios, super chat, doações, afiliações e programa para membros.
Ilustração de YouTube no tablet
Compatibilidade multiplataforma é um dos grandes diferenciais do YouTube (Imagem: CardMapr.nl/Unsplash)

Quais são as desvantagens do YouTube?

A plataforma do YouTube também apresenta algumas desvantagens, incluindo:

  • Anúncios em excesso: o uso gratuito do YouTube inclui anúncios antes, durante e após os vídeos, e mesmo a assinatura YouTube Premium Lite não elimina as propagandas em todos os vídeos.
  • Falhas na filtragem de conteúdos: a filtragem não impede que trechos inapropriados apareçam em alguns vídeos, o que pode ser nocivo para crianças e adolescentes.
  • Problemas relacionados a direitos autorais: apesar do sistema Content ID que bloqueia conteúdos protegidos por direitos autorais, há diversos vídeos reproduzindo conteúdos de terceiros sem a devida autorização.
  • Regras rígidas para criadores: existem casos de criadores de conteúdo que tiveram seus canais derrubados sem infração de nenhuma política, e há relatos de que a comunicação com o suporte do YouTube para a resolução desses casos é complicada e ineficiente.
Ilustração de ads no YouTube
Anúncios em excesso são uma das principais críticas ao YouTube (Imagem: Divulgação/YouTube)

Qual é a diferença entre YouTube e TikTok?

O YouTube é uma rede social focada em vídeos longos (de até 12 horas), mas que também oferece recursos para conteúdos verticais de até três minutos (Shorts). O serviço inclui loja, transmissões ao vivo, recursos de engajamento e formas de monetização, mas seu foco em vídeos longos o torna uma opção melhor para documentários, filmes e transmissões televisivas ininterruptas.

Já o TikTok é rede social com foco em vídeos curtos e conteúdo viral, embora também aceite vídeos mais longos de até uma hora. Por ser uma plataforma voltada para smartphones, a maioria dos vídeos alocados são na vertical (9:16). O TikTok também inclui loja, opções de monetização e engajamento, e suporte a transmissões ao vivo, mas o serviço foca em um público-alvo mais jovem.

Qual é a diferença entre YouTube e Facebook Watch?

O YouTube é uma rede social independente de vídeos, com seu próprio site e aplicativo. O serviço oferece compatibilidade com diversos dispositivos, incluindo smartphones, smart TVs, PCs, relógios inteligentes, entre outros aparelhos.

Já o Facebook Watch é uma plataforma de vídeos on-demand integrada ao Facebook, sem site ou aplicativo próprio. E por ser um serviço atrelado à rede social da Meta, o Facebook Watch tem acesso limitado a dispositivos que podem entrar no Facebook, como smartphones e computadores.

O YouTube é seguro para crianças?

Não totalmente. O YouTube até oferece opções personalizadas para diferentes faixas etárias, incluindo um app personalizado para crianças até 12 anos (YouTube Kids) e experiências supervisionadas na plataforma principal para jovens entre 13 a 17 anos. No entanto, esses recursos não estão imunes a falhas na filtragem de conteúdos.

Há diversos relatos de cenas inapropriadas — incluindo conteúdos violentos, sexuais ou de terror — que foram incorporadas em vídeos destinados a menores de idade. E mesmo vídeos com faixa etária livre podem conter temas ou trechos restritos ao público adulto.

O que é YouTube? Conheça a história da plataforma de vídeos do Google

💾

O YouTube é uma rede social com a função de facilitar a descoberta, reprodução e compartilhamento de conteúdos em vídeo

YouTube possui um vasto catálogo por ser a maior plataforma de vídeos do mundo (Imagem: Lorenzi/Unsplash)

(Imagem: Wikimedia Commons sob licença CC BY-SA 3.0)

Interface do YouTube (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: CardMapr.nl/Unsplash)

Retrospectiva do Spotify ganha inédito cálculo de idade musical

3 de Dezembro de 2025, 10:00
Retrospectiva Spotify 2025 calcula idade musical do usuário (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Spotify lançou a Retrospectiva 2025 com a nova função “idade musical” e inteligência artificial generativa.
  • A edição de 2025 inclui o ranking de fãs, Clubes e Festinha da Retrospectiva, além de recursos anteriores.
  • Bad Bunny foi o artista mais ouvido globalmente, enquanto Henrique & Juliano lideraram no Brasil.

O Spotify lançou nesta quarta-feira (3) a desejada Retrospectiva 2025, uma tela personalizada que mostra os hábitos de escuta dos usuários ao longo do ano. A principal novidade é a função de “idade musical”, que compara os gostos do usuário com pessoas da mesma faixa etária analisando o ano de lançamento das músicas mais ouvidas. Nós tivemos acesso antecipado à ferramenta e, por algum motivo que me falta, eu fui classificado com idade musical de 20 anos.

Outra diferença em relação a anos anteriores está na inteligência artificial generativa e no LLM, que foi utilizado para produzir alguns dos textos que são apresentados durante a retrospectiva. O Spotify leva em consideração o consumo dos usuários desde janeiro até “algumas semanas” antes da divulgação do Wrapped.

Dados do Wrapped 2025

A nova edição inclui o ranking de fãs, que mostra a posição do ouvinte entre os fãs do artista preferido com base nos minutos de reprodução. Também mantém recursos como Top Gêneros, Quiz da Top Música e Corrida do Top Artista, que mostra como os cinco artistas favoritos mudaram mês a mês.

Wrapped tem a tradicional tela de artistas mais ouvidos em 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Entre as novidades, o recurso de Clubes coloca os usuários em um de seis grupos que representam estilos únicos de ouvir música. Já a Festinha da Retrospectiva é uma função interativa que transforma dados de escuta em jogo ao vivo com amigos. Assim como em outros anos, mensagens personalizadas de podcasters favoritos também podem aparecer no app.

Todo o material é formatado em vídeo vertical e pode ser compartilhado em redes como Instagram, TikTok ou status do WhatsApp.

Não custa lembrar: nós estamos na temporada de retrospectivas. Com o lançamento de hoje, o Spotify se junta a Deezer, Apple Music, Amazon Music, YouTube Music e até mesmo o iFood, apenas para citar alguns serviços digitais. A escala, no entanto, é completamente outra: o Spotify possui 700 milhões de ouvintes e, segundo dados internos, 80% esperam pelo acesso ao Wrapped.

Como acessar?

A funcionalidade está disponível no app do Spotify para Android e iPhone (iOS), entre outros sistemas. A empresa nos explicou que é preciso estar com a versão mais recente instalada. Essa funcionalidade pode ser acessada pelo feed de Retrospectiva na tela inicial. Neste ano, usuários podem controlar a velocidade das páginas e revisitar momentos específicos sem precisar voltar ao início.

O Spotify Brasil decidiu promover sua maior e mais longa live para celebrar o lançamento da Retrospectiva 2025. A transmissão multicanal acontece no TikTok, Instagram e YouTube a partir das 13h de hoje. O line-up inclui Camila Fremder, Gregorio Duvivier, João Vicente, Paulinho O Loko, Lela Brandão e J. Eskine. A programação traz quadros especiais, jogos, reacts, performances e versão ao vivo da “Resenha do Arrocha”, com conversas sobre Retrospectivas, desafios musicais e versões exclusivas de podcasts.

Rankings Globais

Bad Bunny liderou rankings de artistas e de álbuns em 2025 (imagem: divulgação/Spotify)
  • Artista mais ouvido: Bad Bunny (19,8 bilhões de streams; quarto título após 2020, 2021 e 2022)
  • Música mais ouvida: “Die With A Smile” – Lady Gaga & Bruno Mars
  • Álbum mais ouvido: “DeBÍ TiRAR MáS FOToS” – Bad Bunny
  • Podcast mais ouvido: The Joe Rogan Experience (sexto ano consecutivo no topo)

Top Artistas do Brasil

  1. Henrique & Juliano
  2. Grupo Menos É Mais
  3. MC Ryan SP
  4. Jorge & Mateus
  5. Mc IG
  6. Zé Neto & Cristiano
  7. Matheus & Kauan
  8. MC Tuto
  9. Natanzinho Lima
  10. Filipe Ret

Top Músicas do Brasil

  1. Diego & Victor Hugo – Tubarões – Ao Vivo
  2. Grupo Menos É Mais, Simone Mendes – P do Pecado – Ao Vivo
  3. Grupo Menos É Mais – Coração Partido (Corazón Partío) – Ao Vivo
  4. Danilo e Davi – Apaga Apaga Apaga – Ao Vivo
  5. Henrique & Juliano – Última Saudade – Ao Vivo
  6. Nilo, Mc Paiva ZS, DJ Di Marques, Tropa da W&S – Fui Mlk
  7. Dj Caio Vieira, MC Meno K, Mc Rodrigo do CN – FAMOSINHA
  8. Léo Foguete – Cópia Proibida
  9. Oruam, Zé Felipe, MC Tuto, Dj Lc da Roça, Mc Rodrigo do CN – Oh Garota Eu Quero Você Só Pra Mim
  10. Matheus & Kauan, Ana Castela – Ilusão De Ótica – Ao Vivo

Top Álbuns do Brasil

  1. Henrique & Juliano – Manifesto Musical 2
  2. Grupo Menos É Mais – Churrasquinho 3
  3. Henrique & Juliano – O Céu Explica Tudo
  4. Léo Foguete – Obrigado Deus
  5. Henrique & Juliano – To Be
  6. Matuê – 333
  7. Racionais MC’s – Nada Como um Dia Após o Outro Dia, Vol. 1 & 2
  8. Lady Gaga – MAYHEM
  9. Lauana Prado – Transcende
  10. Mc Negão Original – A Nata de Tudo – A Ovelha Negra

Top Podcasts do Brasil

  1. Café Com Deus Pai (Podcast oficial)
  2. Inteligência Ltda.
  3. Jota Jota Podcast
  4. Podpah
  5. Não Inviabilize
  6. Psicologia na Prática
  7. Café da Manhã – ALL LANGUAGES
  8. Flow Podcast
  9. Mano a Mano
  10. O Assunto

Retrospectiva do Spotify ganha inédito cálculo de idade musical

Spotify Wrapped 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Spotify Wrapped 2025 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Bad Bunny liderou rankings de artistas e de álbuns em 2025 (imagem: divulgação/Spotify)

Streaming pirata BTV é derrubado após decisão judicial na Argentina

2 de Dezembro de 2025, 18:20
Pirataria
Consumidores não podem fazer reclamações formais de produtos piratas, segundo o Procon-SP (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Justiça da Argentina derrubou 22 serviços de streaming ilegais, incluindo BTV, Red Play, Blue TV e Cine Duo
  • Os serviços tinham cerca de 2 milhões de usuários, com mais de 75% dos usuários da BTV e Red Play sendo brasileiros
  • Usuários afetados não podem recorrer a autoridades, pois serviços piratas não são passíveis de reclamação ou fiscalização

O BTV e outros 21 serviços ilegais de streaming deixaram de funcionar no Brasil após uma nova ação da Justiça da Argentina, que já havia bloqueado outras 14 centrais piratas em novembro.

As plataformas funcionavam principalmente em TV boxes clandestinas, oferecendo séries, filmes e canais ao vivo. Apesar de piratas, elas não eram gratuitas, sendo necessário comprar o aparelho ou pagar assinatura.

Bom dia!
No momento os servidores da BTV estão fora. VivoTV e BTVApp. Sem informações, aguardando comunicado sobre o problema. pic.twitter.com/GflOZF6suH

— Jonathan A.  🇭🇳 (@iJonathanAraujo) November 30, 2025

Uma investigação feita na Argentina descobriu que o país abrigava centrais de “marketing” dos serviços ilegais, responsáveis por divulgar e vender os serviços no mundo inteiro. Administração, finanças e TI ficam na China.

Além do BTV, outros serviços famosos de “gatonet” estão entre os desmantelados, como Red Play, Blue TV e Cine Duo. Na primeira leva, My Family Cinema, Cinefly e Eppi Cinema estavam na lista de 14 plataformas derrubadas, gerando uma onda de queixas em sites como o Reclame Aqui.

Quais foram os streamings ilegais derrubados?

Segundo o UOL, os 22 serviços desligados no último domingo (30/11) são:

  • ALA TV
  • Blue TV
  • Boto TV
  • Break TV
  • BTV App
  • BTV Live
  • Duna TV
  • Football Zone
  • Hot
  • Mega TV
  • MIX
  • NOSSA TV
  • ONPix
  • PLUSTV
  • Pulse TV
  • Red Box
  • RedPlay Live
  • Super TV Premium
  • Venga TV
  • Waka TV
  • WEIV
  • WeivTV – Nova

Brasileiros são afetados por corte em “gatonet”

A Justiça da Argentina acredita que esses serviços tenham cerca de 2 milhões de usuários. Segundo Jorge Bacaloni, presidente da Alianza (associação de combate à pirataria na América Latina), mais de 75% dos usuários da BTV e da Red Play eram brasileiros.

Assim como aconteceu após a ação do início de novembro, os usuários estão recorrendo ao Reclame Aqui para expressar sua insatisfação.

Mesmo pagando pelo streaming e não recebendo, não há como recorrer a autoridades ou à legislação. Como explica o Procon-SP, produtos e serviços piratas não são passíveis de formalização de reclamação ou fiscalização.

Com informações do UOL e do G1

Streaming pirata BTV é derrubado após decisão judicial na Argentina

Pirataria (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Deezer libera retrospectiva de 2025 e ranking de artistas no Brasil

2 de Dezembro de 2025, 08:47
Montagem de múltiplas telas de smartphone exibindo o resumo musical anual "My Deezer Year 2025". As telas são em grande parte roxas ou amarelas e focam em estatísticas pessoais, como tempo de escuta, artistas mais ouvidos, playlists e um Deezer Quiz. O destaque é a tela central com o título "MY DEEZER YEAR 2025" cercado por balões de coração roxos. O logotipo do Deezer está centralizado abaixo da montagem.
Deezer tem retrospectiva inspirada em comédias românticas (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Deezer lançou o My Deezer Year 2025, com estatísticas personalizadas e quiz interativo, destacando o domínio do sertanejo no Brasil.
  • Henrique & Juliano lideraram o ranking de artistas mais ouvidos, enquanto o Grupo Menos É Mais teve a música mais ouvida, “Coração Partido”.
  • Marília Mendonça liderou entre as artistas mulheres, seguida por Lady Gaga e Lauana Prado.

A plataforma de música Deezer liberou nesta segunda-feira (1º) o My Deezer Year 2025, que, assim como o Wrapped do Spotify, compila as estatísticas de consumo de música e podcasts dos usuários ao longo do ano. Nesta edição, a empresa apostou em uma narrativa gamificada inspirada em filmes de comédia romântica.

A funcionalidade segue a tendência das plataformas de streaming de transformar dados de audiência em conteúdo compartilhável para redes sociais.

Desta vez, a interface guia o usuário por “cenas” baseadas nos hábitos de escuta, como o “primeiro encontro” (artistas mais ouvidos) o “felizes para sempre” (para as faixas mais reproduzidas). No app, o My Deezer Year pode ser encontrado na aba “Explorar”.

Quatro capturas de tela sequenciais de um recurso de Teste de Compatibilidade Musical do Deezer. A primeira tela pergunta: "Vocês são almas gêmeas musicais?". As telas subsequentes mostram o processo do quiz, onde o usuário reage a músicas (polegar para cima/baixo), e o resultado em uma tela amarela destacando uma pontuação de afinidade de "37%" e o texto "Sheldon + Yoann = Almas gêmeas musicais".
Usuários podem criar quizes (imagem: reprodução)

A Deezer também inclui o Music Quiz, um teste de afinidade para ser compartilhado com amigos. Nela, o usuário pode montar perguntas sobre os hábitos de consumo para que terceiros tentem adivinhar. Os amigos não precisam ser assinantes do Deezer para criar ou responder o quiz.

Globalmente, o streaming informou que seus assinantes ouviram, em média, mais de 122 horas de música em 2025. O consumo médio abrangeu 691 faixas diferentes de 402 artistas. A plataforma também destacou o comportamento de descoberta, com uma média de 357 novas músicas reproduzidas por pessoa ao longo do período.

O que o brasileiro mais ouviu?

Três cartões coloridos (amarelo, roxo e vermelho) de estatísticas do "My Deezer Year 2025" contra um fundo preto. Cada cartão destaca o conteúdo mais ouvido de um usuário: o Álbum com mais streams 2025 ("Manifesto Musical 2"), a Música com mais streams 2025 ("Coração Partido (Corazón Partío)") e o Artista com mais streams 2025 ("Henrique & Juliano"). O logotipo do Deezer está centralizado na parte inferior.
Sertanejo lidera ranking de consumo de música no Deezer (imagem: divulgação/Deezer)

Os dados locais reforçam a força de gêneros tradicionais no país. A dupla Henrique & Juliano liderou o ranking geral de artistas mais ouvidos, além de emplacar o álbum mais executado (Manifesto Musical 2) e a segunda música mais tocada (Última Saudade).

O pagode também mostrou força expressiva. O Grupo Menos É Mais subiu da décima posição (em rankings anteriores) para a vice-liderança geral em 2025, desbancando nomes internacionais e outros sertanejos. O grupo também é dono da música mais ouvida do ano na plataforma no Brasil: Coração Partido (Corazón Partío).

Entre as artistas mulheres, a liderança permaneceu com Marília Mendonça, seguida pela cantora pop internacional Lady Gaga e pela sertaneja Lauana Prado. Ludmilla e Simone Mendes fecham o top 5.

Pedro Kurtz, Diretor de Música e Operações para as Américas da Deezer, destaca, no comunicado, a diversidade presente no “Top 10” nacional. Além dos líderes habituais, o executivo pontuou a presença do rock nacional com Charlie Brown Jr. na décima posição e a estreia do brega na lista com Natanzinho Lima em nono lugar.

Deezer libera retrospectiva de 2025 e ranking de artistas no Brasil

(imagem: reprodução/Deezer)

Netflix corta espelhamento do celular para TVs modernas e Google TV

1 de Dezembro de 2025, 12:18
Marca da Netflix é exibida na TV da sala de estar
Netflix começou a sumir com a função no início de novembro (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Netflix removeu a função de espelhamento de dispositivos móveis para a maioria das TVs modernas e dispositivos de streaming.
  • A mudança impacta dispositivos recentes como Chromecast com Google TV, que não aparecem mais como opções de destino no app.
  • O espelhamento ainda funciona em Chromecasts antigos, mas apenas para assinantes de planos sem anúncios.

Após uma atualização discreta na política de suporte técnico, a Netflix removeu a funcionalidade de transmitir filmes e séries do app para a maioria das TVs e dispositivos de streaming. A mudança encerra a possibilidade de usar dispositivos móveis como controle para aparelhos que possuem interface própria, como o Chromecast com Google TV.

A medida afeta tanto assinantes do plano com anúncios quanto das modalidades premium e vinha sendo notada por usuários nas últimas semanas.

Segundo a apuração do Android Authority, a plataforma agora instrui oficialmente aos clientes, pela página de suporte, que utilizem o controle remoto físico para navegar pelo catálogo. “A Netflix não suporta mais a transmissão de um dispositivo móvel para a maioria das TVs e dispositivos de streaming”, informa o novo texto.

Fim do botão de retransmissão

Não dá para assistir TV por assinatura em dispositivos variados, por exemplo
Netflix começa a remover botão “cast” para maioria dos dispositivos (imagem: Tecnoblog)

A restrição impacta dispositivos recentes inseridos no ecossistema do Google, como as versões HD e 4K do Chromecast com Google TV e o recém-lançado Google TV Streamer. Esses dispositivos deixaram de aparecer como opções de destino no ícone de transmissão do app da Netflix (Android e iOS).

Relatos de usuários no Reddit indicam que a função desapareceu gradualmente a partir de 10 de novembro. Ao entrar em contato com o suporte ao cliente, um usuário foi informado de que a decisão foi tomada para “melhorar a experiência do cliente” e evitar problemas técnicos.

Entretanto, a decisão vai contra a praticidade do uso do celular como controle, o que agiliza a busca de títulos em comparação com o teclado virtual da TV.

Onde ainda funciona?

Chromecast de primeira geração sobre uma mesa
Gerações antigas continuarão disponibilizando função, se usuário pagar (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)

Apesar do corte, a funcionalidade de espelhamento não foi completamente extinta. De acordo com o The Verge, o recurso continua operando em modelos antigos do Chromecast (1ª, 2ª e 3ª gerações e Ultra), dispositivos que não possuem controle remoto nem interface visual própria.

Mas a Netflix vai continuar monetizando: mesmo em Chromecasts antigos, o espelhamento só funcionará em contas que assinam planos sem anúncios. Assinantes da modalidade mais barata, que contém publicidade, não conseguirão transmitir conteúdo a partir do celular em nenhuma hipótese.

Netflix corta espelhamento do celular para TVs modernas e Google TV

Empresa aponta queda no crescimento de assinantes da Netflix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Não dá para assistir TV por assinatura em dispositivos variados, por exemplo

Plex começa a bloquear streaming remoto sem assinatura

26 de Novembro de 2025, 09:45
Imagem mostra o app Plex aberto em diversos dispositivos
Plex é uma plataforma de armazenamento de mídia e streaming (imagem: divulgação/Plex)
Resumo
  • O Plex começou a bloquear o streaming remoto sem assinatura, primeiro nos dispositivos Roku.
  • O acesso remoto agora requer pagamento do dono do servidor ou do espectador, com planos mensais de R$ 19,90 e R$ 5,90.
  • A medida visa aumentar a lucratividade, afetando também aplicativos de terceiros que usam a API do Plex.

O Plex começou a barrar o uso gratuito da plataforma fora de casa, com novas regras que impedem o acesso remoto a servidores de mídia pessoais sem o pagamento de uma taxa. Até então, a plataforma permitia que qualquer pessoa acessasse o conteúdo de um servidor, fora da rede Wi-Fi do dono, de graça.

A medida, anunciada em março, começa a valer agora para usuários de dispositivos Roku. Com a mudança, para que o streaming remoto funcione em apps de TV, é necessário que haja uma assinatura ativa, seja por parte de quem transmite ou de quem assiste.

As novas regras marcam o fim de uma era para quem utilizava o serviço para compartilhar bibliotecas de filmes e séries com amigos e familiares sem custo.

Acesso remoto será pago

Captura de tela mostra filmes recomendados na aba "Descobrir" do aplicativo Plex para Windows. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Página de recomendações do aplicativo Plex para Windows (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

A nova política flexibiliza a origem do pagamento, mas exige que ele exista. Para liberar o acesso remoto irrestrito aos seus convidados, o dono do servidor precisa assinar o Plex Pass, que custa R$ 19,90 no plano mensal ou R$ 199,90 por ano.

Caso o dono do servidor opte por permanecer na versão gratuita, o custo é repassado para o espectador. Para conseguir assistir ao conteúdo de um amigo em outra casa, o usuário convidado precisará ter seu próprio Plex Pass ou assinar o Remote Watch Pass, uma nova modalidade mais barata (R$ 5,90 mensais) criada especificamente para desbloquear a visualização remota sem os outros benefícios premium.

Captura de tela mostra o valor das assinaturas do Plex. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Plataforma oferece a assinatura do Plex Pass com desconto (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Plex tenta aumentar lucratividade

A restrição não atinge todos os dispositivos simultaneamente. Segundo postagens de funcionários em fóruns oficiais, identificadas pelo site How-To Geek, o bloqueio começou nesta semana especificamente para o app do Plex no sistema Roku.

No entanto, o plano de expansão já está traçado. A empresa confirmou que a exigência de pagamento chegará a todas as outras plataformas de TV — incluindo Amazon Fire TV, Apple TV e Android TV — ao longo de 2026. Aplicativos de terceiros que usam a API do Plex para streaming remoto também serão afetados.

A decisão impopular é uma tentativa da empresa de equilibrar as contas, para manter o suporte e desenvolver novos recursos. Apesar disso, a empresa recebeu um aporte de US$ 40 milhões em investimentos neste ano, segundo o TechCrunch.

Plex começa a bloquear streaming remoto sem assinatura

Assinaturas do Plex (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

97% dos ouvintes não conseguem identificar música feita por IA

13 de Novembro de 2025, 06:17
Uma ilustração digital de um perfil de cabeça humana, formada por linhas e pontos luminosos azuis que simulam uma rede neural ou mapeamento digital. Ao lado direito, em letras brancas, a sigla "AI" (Inteligência Artificial). O fundo é escuro com leves pontos de luz. No canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
IA dificulta distinguir músicas humanas de sintéticas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • 97% dos ouvintes não distinguem músicas feitas por IA das compostas por humanos.
  • Deezer implementou etiquetas para identificar músicas criadas por IA e excluiu essas faixas de playlists editoriais.
  • A proporção de faixas geradas por IA nas plataformas de streaming aumentou de 18% para 33% desde abril.

Uma pesquisa encomendada pela Deezer e conduzida pela Ipsos revelou que 97% das pessoas não conseguem distinguir músicas produzidas por inteligência artificial das compostas por artistas humanos. O estudo, que ouviu 9 mil participantes em oito países, incluindo Brasil, Estados Unidos, Reino Unido e França, reforça as preocupações sobre o impacto da IA na criação e monetização da música.

Os dados indicam uma divisão de opiniões entre os ouvintes: enquanto 73% defendem que faixas feitas por IA sejam claramente identificadas nas plataformas, 45% gostariam de poder filtrá-las e 40% afirmam que evitariam esse tipo de conteúdo. Além disso, 71% disseram ter se surpreendido ao perceber que não conseguiram reconhecer a origem das canções.

O consumo de músicas geradas por IA

A pesquisa destaca o crescimento acelerado de conteúdos criados por inteligência artificial nas plataformas de streaming. Segundo a Deezer, atualmente são enviadas mais de 50 mil faixas geradas por IA por dia — cerca de um terço. Em abril, essa proporção era de apenas 18%.

Diante do avanço, a plataforma implementou medidas para aumentar a transparência: passou a incluir etiquetas que identificam músicas criadas por IA e retirou esse tipo de conteúdo das playlists editoriais e das recomendações automáticas. “Acreditamos firmemente que a criatividade é gerada por seres humanos e que eles devem ser protegidos”, declarou o CEO da Deezer, Alexis Lanternier, à agência Reuters.

Deezer
Deezer aponta dificuldade em diferenciar músicas feitas por IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como o setor musical reage à popularização das faixas sintéticas?

O crescimento das músicas criadas por IA tem provocado tensões no mercado. Lanternier afirmou que a criação de modelos de remuneração diferenciados para faixas sintéticas ainda é um desafio complexo, mas destacou que a Deezer já começou a excluir reproduções falsas do cálculo de royalties.

Casos recentes reforçam a preocupação da indústria. A banda virtual The Velvet Sundown, criada por IA, chegou a conquistar mais de 1 milhão de ouvintes mensais no Spotify antes de sua origem artificial ser descoberta. Já o Universal Music Group firmou um acordo judicial com a startup Udio e anunciou planos para lançar uma ferramenta de criação musical com IA em 2026.

97% dos ouvintes não conseguem identificar música feita por IA

Cloudflare declara guerra a bots de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Deezer (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Streamings piratas serão bloqueados nos dispositivos da Amazon

12 de Novembro de 2025, 17:38
Dispositivo Amazon Fire TV Stick 4K Select
Bloqueio no Fire TV Stick mira aplicativos usados para pirataria (imagem: divulgação/Amazon)
Resumo
  • A Amazon bloqueia aplicativos de streaming pirata em dispositivos Fire TV Stick, começando pela França e Alemanha, com expansão global planejada.
  • A medida afeta todos os modelos Fire TV Stick, impedindo o uso de apps baixados fora da loja oficial, visando combater a pirataria de transmissões esportivas.
  • O novo Fire TV Stick 4K Select possui sistema baseado em Linux, reforçando a segurança e limitando a instalação de apps à Amazon Appstore.

A Amazon anunciou que vai bloquear aplicativos que permitem o acesso a transmissões ilegais em seus dispositivos da linha Fire TV Stick, que levam funções mais modernas aos televisores. A medida, que já começou a ser aplicada na França e na Alemanha, deve alcançar usuários de outros países nas próximas semanas.

A Amazon informou ao Tecnoblog que por enquanto a medida não impacta o Brasil. Por aqui, ela comercializa apenas o Fire TV Stick por R$ 329. O modelo é compatível com Netflix, Prime Video, YouTube, Globoplay e Disney+.

A restrição vale tanto para novos aparelhos quanto para modelos antigos e representa uma tentativa de endurecer o combate à pirataria, especialmente de transmissões esportivas. O bloqueio inclui aplicativos baixados fora da loja oficial da Amazon, o que deve inviabilizar o uso de plataformas alternativas e hacks que tentam burlar restrições geográficas com o uso de VPNs, segundo o site TechRadar.

O que muda para os usuários do Fire TV Stick?

Os dispositivos Fire TV Stick há anos são associados a apps de streaming pirata. Esses programas de terceiros permitiam assistir a jogos, filmes e séries sem pagar às respectivas plataformas. Agora, com o bloqueio em nível de sistema, mesmo quem instalava esses aplicativos manualmente (por meio do sideloading) não conseguirá mais utilizá-los.

O movimento ocorre pouco tempo após o lançamento do Fire TV Stick 4K Select, que substitui o sistema Android por uma versão baseada em Linux – portanto, menos suscetível a modificações. Segundo a Amazon, o novo modelo traz mecanismos de segurança mais robustos e restringe a instalação de apps apenas aos disponíveis na Amazon Appstore.

Amazon faz promoções durante Semana do Consumidor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Amazon endurece o combate à pirataria com bloqueios em seus dispositivos de streaming (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Por que a Amazon decidiu agir agora?

Em comunicado ao The Athletic, a empresa afirmou: “A pirataria é ilegal e sempre trabalhamos para bloqueá-la em nossa loja de aplicativos… Agora, vamos também bloquear aplicativos identificados como provedores de conteúdo pirata, inclusive aqueles baixados de fora de nossa loja de aplicativos. Isso se baseia em nossos esforços contínuos para apoiar criadores e proteger clientes, já que a pirataria pode expor usuários a malware, vírus e fraudes.”

De acordo com pesquisa da YouGov Sport encomendada pelo The Athletic, cerca de 9% dos adultos no Reino Unido – aproximadamente 4,7 milhões de pessoas – assistiram a esportes de forma ilegal em 2025. Os sites não autorizados lideram (42%), seguidos por dispositivos como o Fire TV Stick (31%).

Streamings piratas serão bloqueados nos dispositivos da Amazon

(imagem: Divulgação/Amazon)

Amazon faz promoções durante Semana do Consumidor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube volta a parar de funcionar com bloqueador de anúncios

10 de Novembro de 2025, 13:32
Ilustração com as marcas do YouTube e de aplicativo de adblock
YouTube declara guerra ao adblock (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube está bloqueando o acesso de usuários do Opera GX que utilizam bloqueadores de anúncios.
  • Um usuário relatou que o YouTube deixou de funcionar mesmo desativando o adblock no navegador.
  • A solução oficial para não ver anúncios continua sendo a assinatura do YouTube Premium, que no Brasil custa entre R$ 16,90 e R$ 53,90 por mês.

Tudo indica que o YouTube voltou a direcionar esforços contra bloqueadores de anúncios. O número de usuários dessas ferramentas relatando dificuldades de acesso à plataforma aumentou na última sexta-feira (07/11). O problema parece afetar principalmente usuários do Opera GX.

Esta thread no Reddit contém relatos sobre o problema. Um usuário escreveu que o YouTube deixou de funcionar repentinamente em seu computador e que, mesmo desativando seu adblock, o problema persistiu.

Parecia ser um problema temporário. Mas, na sequência, outros usuários afirmaram que o YouTube deixou de carregar vídeos quando o acesso à plataforma era feito via Opera GX, mas que o serviço funcionava normalmente com outros navegadores, como Firefox e Chrome.

Como o problema parece afetar um software específico, é difícil saber se a dificuldade de acesso vem de um problema no próprio Opera GX, que tem um bloqueador de anúncios embutido, mas suporta outras extensões para o mesmo fim, ou se este é um movimento silencioso do YouTube contra esse tipo de recurso.

A dúvida reside no fato de que, de tempos em tempos, surgem relatos de usuários de bloqueadores de anúncios afirmando que o YouTube barra os seus acessos ao serviço. Contudo, a plataforma não costuma admitir publicamente quando ou se realiza investidas contra essas ferramentas.

Nos relatos mais recentes, os usuários afirmaram que, ao tentarem entrar no YouTube, se depararam com páginas que não carregavam os vídeos, mas que, ao testarem outros navegadores, o problema não se manifestava.

Para quem ainda enfrenta problemas, a solução está em desativar o bloqueador de anúncios ou em testar outro navegador, pelo menos até que tudo volte ao normal.

YouTube não carregando no navegado
YouTube não carregando no navegador (imagem: Reddit/Critical_Score)

Solução definitiva é o YouTube Premium, que é pago

Se os problemas relatados fazem parte de uma investida do YouTube contra bloqueadores de anúncios, ou são apenas falhas temporárias, é fato que a plataforma espera que você assine um plano Premium para não se deparar com publicidade.

No Brasil, o YouTube Premium tem os seguintes preços atualmente:

  • Individual: R$ 26,90 por mês
  • Individual anual: R$ 269 (equivalente a R$ 22,41 por mês)
  • Família: R$ 53,90 por mês (para até cinco pessoas)
  • Estudante: R$ 16,90 por mês
  • Premium Lite: R$ 16,90 por mês

É válido esclarecer que o plano Premium Lite é o mais em conta, mas somente inibe a exibição de anúncios (que ainda podem aparecer nos Shorts), não oferecendo recursos como reprodução em segundo plano e acesso ao YouTube Music Premium.

Com informações de 9to5Google

YouTube volta a parar de funcionar com bloqueador de anúncios

YouTube declara guerra ao adblock (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube não carregando no navegador (imagem: Reddit/Critical_Score)

Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana

6 de Novembro de 2025, 18:15
Mockup com capturas de tela do Spotify demonstrando página de estatísticas semanais
Estatísticas semanais chegam ao Spotify (imagem: divulgação/Spotify)
Resumo
  • Spotify lançou um recurso que mostra hábitos de consumo musical semanais.
  • A nova página de estatísticas exibe artistas e músicas mais ouvidos nas últimas quatro semanas, além de destaques especiais.
  • O recurso não substitui a retrospectiva anual Wrapped e pode ser compartilhado em apps externos, como o Instagram.
  • Por enquanto, a função não deve ser lançada no Brasil, Índia e Indonésia, regiões que já possuem a aba “Sua Máquina do Tempo”.

Se você costuma navegar pelo Instagram, provavelmente já viu alguém compartilhando alguns Stories com as músicas e artistas mais ouvidos na semana em sites de terceiros, como o Last.FM. Agora, o Spotify decidiu oficializar a prática com um novo recurso de hábitos semanais.

A plataforma anunciou nesta quinta-feira (06/11) uma nova função que mostra mais detalhes sobre os hábitos de consumo semanais do usuário. A empresa já começou a liberar a novidade para usuários dos planos gratuito e Premium em mais de 60 regiões. Por enquanto, Brasil, Indonésia e Índia devem ficar de fora.

Dados semanais detalhados

De certa maneira, o Brasil chegou primeiro: atualmente, a versão brasileira do app já possui a aba “Sua Máquina do Tempo”, que não foi lançada pelo Spotify na maioria dos mercados, incluindo os Estados Unidos.

Em resposta ao Tecnoblog, o Spotify confirmou que essa seção seguirá como a principal ferramenta de acompanhamento de estatísticas musicais no Brasil, já que o novo recurso não deve ser lançado no país por enquanto.

Nela, entretanto, os usuários só podem conferir detalhadamente os hábitos mensais de consumo de música. A aba já apresenta alguns destaques semanais, mas sem mais detalhes.

Captura de tela da aba de perfil do Spotify
Spotify disponibiliza aba “Sua Máquina do Tempo” no Brasil (imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Segundo o comunicado oficial do Spotify, a nova página de estatísticas semanais lançada globalmente exibirá os artistas e músicas mais ouvidos das últimas quatro semanas. Além dos rankings, a ferramenta também trará um “destaque especial” do período.

Esse destaque pode ser um marco alcançado, uma nova descoberta musical ou um “momento de fã”. O app também usará a tela para sugerir playlists com base nos seus hábitos e faixas que você talvez queira ouvir em seguida.

A ideia é que o recurso complemente as ferramentas de descoberta existentes, como a daylist, o Radar de Novidades, as Descobertas da Semana e listas sugeridas em páginas de locais e próximos shows de artistas.

Como acessar as estatísticas semanais?

Dois logos do Spotify em close-up sobre um fundo escuro. Cada logo é um círculo verde vibrante com três barras horizontais curvas e brancas em seu interior, representando ondas sonoras. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Caminho para “nova” aba de estatísticas é semelhante a do app brasileiro (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nas regiões que receberam o novo recurso, o caminho para encontrar a novidade é o mesmo dos dados mensais da aba Sua Máquina do Tempo:

  1. Toque no ícone do perfil (no canto esquerdo do app);
  2. Acesse a aba “Listening stats” (aqui, Sua Máquina do Tempo);
  3. Confira os principais artistas, músicas e insights da semana;
  4. Toque em “Compartilhar” para postar os cards.

O compartilhamento poderá ser feito em apps externos, como o Instagram e WhatsApp, ou diretamente com amigos no próprio Spotify, que já liberou uma nova função de mensagens no aplicativo.

Vale lembrar que, assim como a versão mensal, a novidade não substitui a retrospectiva anual do Spotify. O Wrapped continuará sendo o evento completo do fim do ano, com estatísticas como artistas, playlists, músicas e outras informações especiais instagramáveis.

Com informações do TechCrunch

Spotify passa a mostrar músicas mais ouvidas na semana

(imagem: divulgação/Spotify)

(imagem: Felipe Faustino/Tecnoblog)

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Eppi Cinema some da internet e revolta usuários. “Solicito ressarcimento”, diz um.

4 de Novembro de 2025, 16:40
Plataforma Eppi Cinema está fora do ar desde o fim de semana (ilustração: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo
  • O Eppi Cinema desapareceu da internet, acumulando 1,2 mil reclamações no Reclame Aqui entre 26/10 e 03/11.
  • A Justiça da Argentina derrubou várias plataformas piratas, incluindo o Eppi Cinema, resultando em um pico de 698 reclamações em um dia.
  • Usuários relatam problemas de indisponibilidade, dificuldades de login/senha e qualidade do serviço, exigindo reembolso por planos pagos.

Os usuários do Eppi Cinema também estão órfãos da plataforma. Assim como o My Family Cinema, este streaming pirata desapareceu da internet nos últimos dias, deixando milhares de pessoas sem acesso a filmes, séries e canais ao vivo. Já são mais de 1,2 mil reclamações online, conforme o Reclame Aqui revelou com exclusividade ao Tecnoblog.

O levantamento de queixas contra o Eppi Cinema considera registros a partir de 26 de outubro. Nos últimos dias do mês, o máximo era de 48 novos cadastros de clientes com dificuldades de acesso à plataforma. De repente, o RA passou a registrar 250 reclamações no dia 1º de novembro, quando uma decisão da Justiça da Argentina derrubou pelo menos três dezenas de plataformas piratas.

O ápice ocorreu ontem, quando 698 pessoas decidiram soltar o verbo contra o Eppi Cinema. Os principais problemas detectados entre 26/10 e 03/11 são a indisponibilidade do serviço, a dificuldade de login/senha e a qualidade do serviço prestado.

Assinantes querem ressarcimento

Assinante do Eppi Cinema exige ressarcimento (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Um consumidor de Santo André (SP) disse que fez o plano anual e recebeu a mensagem de que o aplicativo foi desativado. “Quero meu dinheiro de volta de todos os meses que faltavam”, escreveu. Outra pessoa de Osasco afirmou que é um “absurdo” o encerramento da plataforma “sem aviso prévio” e pediu o ressarcimento do pacote.

Alguns usuários fazem alusão ao fato de que o mesmo streaming já utilizou três nomes diferentes: My Family Cinema, Eppi Cinema e Duna TV. Todos eles seriam a mesma coisa, mas seus responsáveis seguiriam buscando maneiras de burlar os bloqueios realizados tanto no exterior quanto no Brasil.

Apesar de não haver detalhes sobre este caso específico, é sabido que o setor de telecomunicações costuma bloquear endereços na web e IPs usados por plataformas de pirataria. Já os responsáveis por esses serviços estão sempre pulando de galho em galho para tentar reativar a plataforma.

Na mira da legislação

A oferta de serviço de telecomunicações sem autorização pode configurar crime pelo artigo 183 da Lei Geral de Telecomunicações (atividade clandestina). Já a distribuição deste conteúdo pode violar leis de direitos autorais.

Por fim, o uso de equipamentos não homologados para recepção ou redistribuição ilegal é considerado uma infração regulatória grave, com possibilidade de sanção pela Anatel.

Duna TV também sumiu da internet

Um padrão repetitivo de caixas de TV pretas e seus respectivos controles remotos sobre um fundo amarelo claro. As caixas de TV são pequenas e retangulares com cantos arredondados e algumas portas visíveis na parte traseira. Os controles remotos são pretos com vários botões coloridos. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
My Family Cinema e outros apps piratas são instalados de fábrica em TV boxes populares (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A marca Eppi Cinema é a que mais recebeu críticas de clientes descontentes. Enquanto ela bateu 1,2 mil reclamações, o My Family Cinema (MFC) tem 234 e o Duna TV, apenas 66.

Clientes antigos das plataformas estão confiantes: afirmam que é questão de tempo até que um novo aplicativo seja liberado. Além disso, dizem acreditar que os responsáveis são capazes de restaurar as assinaturas já realizadas. O My Family Cinema custava cerca de R$ 20 por mês ou R$ 200 por ano.

Eppi Cinema some da internet e revolta usuários. “Solicito ressarcimento”, diz um.

Plataforma Eppi Cinema está fora do ar desde o fim de semana (ilustração: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Assinante do Eppi Cinema exige ressarcimento (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

TV Box para IPTV (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

My Family Cinema chega ao fim e deixa clientes desamparados

3 de Novembro de 2025, 16:32
Um padrão repetitivo de caixas de TV pretas e seus respectivos controles remotos sobre um fundo amarelo claro. As caixas de TV são pequenas e retangulares com cantos arredondados e algumas portas visíveis na parte traseira. Os controles remotos são pretos com vários botões coloridos. Na parte inferior direita, o logotipo do "Tecnoblog" é visível.
TV box pirata do Brasil costuma ter My Family Cinema (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O My Family Cinema foi desativado por decisão judicial na Argentina, gerando reclamações de consumidores sobre ressarcimento de assinaturas de cerca de R$ 200 anuais.
  • A Anatel alerta sobre os riscos das TV boxes piratas, que podem causar interferências e permitir ataques cibernéticos.
  • Outros 29 serviços de streaming também foram desativados na mesma operação judicial na Argentina.

O aplicativo de streaming pirata My Family Cinema foi desativado no fim de semana e o assunto rapidamente ganhou a internet. Já são dezenas de reclamações de consumidores, que questionam sobre o ressarcimento da assinatura. Alguns deles afirmam terem gasto cerca de R$ 200 anuais pelo acesso à plataforma e não fazem a menor ideia se vão receber o dinheiro de volta.

A chuva de queixas ocorre após o fim do aplicativo, que foi desativado por uma decisão da Justiça da Argentina. O site oficial saiu do ar e os aplicativos tanto em celulares quanto em smart TVs também pararam de funcionar, de acordo com os relatos. A decisão no país vizinho impacta diretamente o Brasil, já que o My Family Cinema costuma ser instalado de fábrica em TV boxes irregulares, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações.

Clientes se queixam

“Como fica meu ressarcimento?”, questiona usuário (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

“Como fica o meu ressarcimento?” Esse é o questionamento de um cliente de Goiânia, que afirma ser adepto do My Family Cinema há pelo menos dois anos e renovou a assinatura até agosto de 2026. Outra pessoa escreveu no Reclame Aqui que comprou um modelo de TV box há três meses, com tudo pago pelo período inicial de um ano. “Só usei três meses e agora estou sem!”

“Não consigo nenhum contato pra me ajudarem a logar novamente”, queixa-se um assinante de Francisco Morato (SP). Como já era de se esperar, nenhuma solicitação no Reclame Aqui recebeu resposta da empresa. O Tecnoblog contabilizou pelo menos uma centena delas desde o encerramento da plataforma, no último sábado (1º).

O My Family Cinema tinha preço a partir de R$ 19,99 por mês, com imagens em resolução Full HD. Nele havia conteúdo de empresas famosas, como Netflix, Disney e Globo.

Outros 29 serviços de streaming também foram desativados por ordem da Justiça da Argentina. O Eppi Cinema, por exemplo, está fora do ar e já acumula 1,2 mil queixas de brasileiros. Alguns sites oficiais apresentam mensagens de erro e os aplicativos também desapareceram das lojas oficiais, o que significa que novos downloads não são possíveis.

Site do My Family Cinema exibe tela de erro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Anatel reafirma luta contra a pirataria

A Anatel explicou ao Tecnoblog que não participou ativamente desta recente megaoperação. A agência ressaltou que as TV boxes piratas podem “interferir em outros aparelhos legítimos e permitir ataques hacker às redes de seus usuários, seja para o roubo de senhas e dados pessoais, seja para a promoção de ataques” como o DDoS.

Ela disse que continuará as ações de fiscalização e a cooperação “com outros órgãos públicos, entidades da sociedade civil e reguladores de outros países para o combate à pirataria”, com o objetivo de proteger consumidores, mercado legal e a segurança das redes de telecomunicações.

My Family Cinema chega ao fim e deixa clientes desamparados

TV Box para IPTV (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

“Como fica meu ressarcimento?”, questiona usuário (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Site do My Family Cinema exibe tela de erro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

YouTube testa upscaling via IA e novas funções para melhorar vídeos na TV

30 de Outubro de 2025, 09:51
Recursos do YouTube
YouTube investe em novas ferramentas para telas grandes (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O YouTube testa upscaling por IA, chamado Super Resolution, para melhorar a qualidade de vídeos em TVs, convertendo resoluções inferiores a 1080p para Full HD e futuramente 4K.
  • A plataforma aumentará o limite de tamanho para miniaturas de 2 MB para 50 MB, permitindo thumbnails em 4K, e testará vídeos de maior qualidade com criadores selecionados.
  • Novas funções de navegação incluem prévias imersivas para facilitar a descoberta de conteúdo e busca contextual que prioriza vídeos do canal acessado.

O YouTube anunciou uma série de novidades voltadas à experiência de quem assiste aos vídeos pela TV. A plataforma está testando um recurso de upscaling via inteligência artificial, supostamente capaz de converter automaticamente vídeos com resolução inferior a 1080p para qualidade Full HD – e, no futuro, até 4K.

As atualizações fazem parte da estratégia do YouTube para consolidar sua liderança nas telas grandes. De acordo com dados da Nielsen em abril, o serviço já representa 12,4% do tempo total de visualização de televisão, superando gigantes como Disney, Paramount e Netflix. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (29).

O que muda com o upscaling por IA no YouTube?

Chamado de Super Resolution, o novo sistema utiliza inteligência artificial para aprimorar vídeos de baixa qualidade, tornando as imagens mais nítidas em televisores. Segundo o YouTube, os criadores continuarão tendo controle total sobre seus conteúdos — podendo manter a resolução original e até desativar o recurso caso prefiram.

A empresa também afirma que os arquivos originais serão preservados, e o público poderá escolher entre assistir ao vídeo em sua versão original ou com a melhora aplicada pela IA. A ideia é aproximar a experiência visual do YouTube à de concorrentes de streaming, mas sem comprometer a fidelidade do conteúdo.

Vale lembrar que outras plataformas, como a Netflix, já enfrentaram críticas por resultados insatisfatórios em upscaling via IA — incluindo distorções em rostos e artefatos visuais.

YouTube anuncia recursos de upscaling por IA.
YouTube traz vídeos mais nítidos para TVs com IA (imagem: reprodução/YouTube)

Outras novidades no YouTube para TV

Além do aprimoramento de imagem, o YouTube aumentará o limite de tamanho para miniaturas de 2 MB para 50 MB, permitindo thumbnails em 4K. A empresa também está testando vídeos de maior peso e qualidade com um grupo de criadores selecionados.

Entre as novidades voltadas à navegação, a plataforma incluirá prévias imersivas para facilitar a descoberta de conteúdo, permitindo que o usuário percorra canais e vídeos sem precisar abrir cada um. Outra adição é a busca contextual, que prioriza vídeos do canal acessado durante a pesquisa.

YouTube testa upscaling via IA e novas funções para melhorar vídeos na TV

Recursos do YouTube (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

YouTube anuncia recursos de upscaling por IA (imagem: divulgação/YouTube)

Spotify agora permite seguir locais e ver próximos shows

20 de Outubro de 2025, 11:43
Imagem ilustrativa com pessoa usando fones de ouvido e segurando um celular. Ao fundo, logos do Spotify em diferentes tamanhos
Spotify permite salvar locais de shows para conferir próximos eventos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Spotify agora permite seguir casas de show e espaços de eventos favoritos.
  • Usuários podem ver calendários, obter informações e comprar ingressos via parcerias como Live Nation e Ticketmaster.
  • O Feed de Eventos ao Vivo também foi atualizado e agora exibe diariamente recomendações personalizadas por música e localização.

O Spotify anunciou nesta segunda-feira (20/10) uma expansão para seu recurso de eventos, permitindo agora que os usuários sigam as casas de show e espaço favoritos diretamente pelo app. Os locais seguidos passam a aparecer na Biblioteca, junto às playlists e podcasts.

A novidade, disponível para todos os usuários (gratuitos e Premium), deve facilitar a descoberta de apresentações ao vivo e manter o público informado sobre a agenda de shows de cada local. Para isso, ao acessar a página de um local, é possível visualizar o calendário completo de eventos, obter informações sobre os shows programados e comprar ingressos.

Como funciona o novo recurso?

GIF demonstrando como funciona a ferramenta de locais
Spotify sugerirá locais próximos com shows de interesse do usuário (imagem: reprodução/Spotify)

Ao seguir um local, o usuário passa a ter um acesso rápido à programação. O Spotify afirma que mais de 20 mil locais ao redor do mundo já estão listados, desde grandes arenas até clubes independentes. A plataforma também permitirá filtrar os próximos shows por gênero musical, ajudando o usuário a encontrar eventos que combinem com o gosto do usuário.

Para salvar um local, caso ele esteja entre os listados pela plataforma, basta clicar no endereço na página de um show em Eventos ao Vivo e ativar o botão “Seguir”. Após isso, estará disponível na biblioteca. A página de eventos agora também mostra uma seção de “Locais que você talvez curta”, considerando a sua localização.

Se houver interesse por um show, a plataforma disponibiliza o link do parceiro oficial de venda de ingressos para finalizar a compra. Como lembra o TechCrunch, o Spotify chegou a testar a venda própria de ingressos em 2022, mas o projeto não avançou. Atualmente, a empresa mantém parcerias com grandes bilheterias, como Live Nation e Ticketmaster.

Atualização nos Eventos ao Vivo

Imagem mostra três cards com endereços, que serão exibidos dentro do app do Spotify
Recurso está disponível para usuários dos planos Premium e gratuito (imagem: reprodução/Spotify)

Além da novidade sobre os locais, a plataforma aprimorou o feed de Eventos ao Vivo. Antes atualizado semanalmente, ele agora passa a ter atualizações diárias, com recomendações mais personalizadas com base nos artistas que o usuário ouve, gênero preferido e localização.

Segundo a empresa, isso garantirá que os usuários tenham acesso às informações mais recentes, desde pequenos shows no fim de semana até turnês globais recém-anunciadas.

A ideia é complementar a playlist “Shows perto de você”, lançada em março e que, segundo o Spotify, já foi usada por mais de 3 milhões de pessoas para descobrir eventos.

Spotify agora permite seguir locais e ver próximos shows

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: reprodução/Spotify)

(imagem: reprodução/Spotify)

Claro libera Disney e Amazon sem custo extra para mais clientes

17 de Outubro de 2025, 11:00
Mão segurando smartphone. Na tela está a marca da Claro.
Super bundle da Claro tem Netflix, Globoplay, HBO Max, Apple TV, Prime Video e Disney+ (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Claro TV+ passa a oferecer Disney+ e Amazon Prime sem custo adicional em novos planos, que custam a partir de R$ 69,90 mensais.
  • O serviço reúne seis plataformas de streaming: Netflix, Globoplay, HBO Max, Apple TV, Prime Video e Disney+.
  • Assinantes podem migrar contas existentes para a Claro, mantendo perfis e histórico.

A Claro anunciou hoje uma importante mudança no Claro TV+, serviço de conteúdo e TV por assinatura que passa a contar com acesso ao conteúdo da Disney e ao Amazon Prime sem custo adicional. Os novos planos começam em R$ 69,90 por mês e são comercializados a partir desta sexta-feira (17/10).

Com isso, a operadora se torna a primeira do Brasil a reunir seis serviços de streaming em um único produto: Netflix, Globoplay, HBO Max, Apple TV, Prime Video e Disney+. A oferta inclui também canais de TV aberta e por assinatura, com navegação por controle remoto ou comandos de voz via Alexa.

Super bundle da Claro

A assinatura do Amazon Prime inclui o catálogo de filmes e séries do Prime Video, frete grátis no e-commerce da Amazon, Amazon Music e Prime Gaming. O Disney+ oferece conteúdo das franquias Disney, Marvel, Star Wars, Pixar e National Geographic e a programação esportiva da ESPN. A Claro informa que a combinação dos serviços representa economia de até 55% em comparação à contratação individual.

A Claro TV+ Box, que inclui decodificador, tem planos a partir de R$ 119,90 por mês. A Claro TV+ App, para TV conectada e outros dispositivos, começa em R$ 99,90. O novo Claro TV+ Streamings reúne Netflix, Apple TV, Disney+, Prime Video e HBO Max por R$ 69,90 mensais, sem canais lineares de TV. Este plano está disponível inicialmente para clientes de banda larga e móvel por cartão de crédito nos canais digitais da operadora.

Decodificador do Claro TV+ Box com controle remoto
Claro TV+ Box é uma das opções de IPTV (foto: Lucas Braga/Tecnoblog)

Assinantes que já possuem contas nas plataformas de streaming podem migrar suas assinaturas para a Claro mantendo perfis, recomendações e histórico, desde que usem o mesmo email na ativação. Clientes atuais da Claro TV+ podem aderir aos novos planos e receber os benefícios acrescentados hoje.

Segundo Ricardo Falcão, diretor da Claro TV+, a expansão demonstra o compromisso da companhia com inovação e experiência do cliente. A estratégia da operadora é criar um hub híbrido de TV e streaming para democratizar o acesso ao entretenimento. A Claro está presente em mais de 4.800 municípios brasileiros e oferece serviços a cerca de 98% da população do país.

Não custa lembrar: Claro TV+ é a marca da Claro para todo conteúdo audiovisual. Ela nasceu como um serviço à parte da antiga NET, mas depois tudo foi combinado debaixo deste guarda-chuva. O Globoplay, principal streaming genuinamente brasileiro, foi liberado para os clientes em março de 2024. Já o Apple TV (antigamente chamado de Apple TV+) chegou em agosto do mesmo ano.

Mercado movimentado

Na semana passada, o Mercado Livre apresentou o pacote chamado de Meli+ Mega, que dá direito a Netflix, Disney+, HBO Max e Apple TV. Ele custa promocionalmente R$ 39,90 nos primeiros meses e depois sobe para R$ 79,90.

Todos estes bundles de serviços de streaming costumam incluir o acesso à versão mais básica e com anúncios publicitários.

A maioria dos brasileiros gasta entre R$ 51 e R$ 200 com assinaturas todos os meses, o que inclui os serviços digitais. Os streamings são a categoria mais popular, com adesão de 73% dos consumidores, segundo um relatório feito pela Opinion Box e a Vindi.

Claro libera Disney e Amazon sem custo extra para mais clientes

Prezão da Claro ganha reformulação e planos têm até 12 GB de internet (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Claro TV+ Box é uma das opções de IPTV (Imagem: Lucas Braga/Tecnoblog)

Player do YouTube ganha visual mais limpo e imersivo

15 de Outubro de 2025, 12:58
O novo player (reprodutor) do YouTube
O novo player (reprodutor) do YouTube (imagem: reprodução/YouTube)
Resumo
  • YouTube atualizou player de vídeo para um design mais limpo e imersivo em todas as plataformas;
  • Outras novidades incluem transições mais fluidas no celular, animações em curtidas e melhorias no “Assistir mais tarde”;
  • As atualizações começaram a ser implementadas globalmente em 13 de outubro, de forma gradativa.

Não estranhe se você notar algo diferente ao acessar o site ou um dos aplicativos do YouTube: o player de vídeo da plataforma está sendo atualizado, tanto no desktop quanto em dispositivos móveis. E essa é apenas umas das novidades do serviço.

De acordo com o próprio YouTube, o novo player é mais limpo e imersivo. Para tanto, os controles do reprodutor e seus respectivos ícones foram reformulados para interferirem menos na exibição do vídeo e, ao mesmo tempo, serem agradáveis visualmente.

A novidade valerá para o player do serviço em dispositivos móveis, na web (navegador) e em TVs. O YouTube explica a mudança:

O YouTube deve ser tão vibrante e dinâmico quanto os criadores e os vídeos nele exibidos, por isso, estamos alinhando a energia do nosso conteúdo e a aparência da nossa interface para tornar a sua experiência mais agradável e envolvente.

O que mais há de novo no YouTube?

As demais novidades da plataforma são menos impactantes, mas devem agradar aos usuários. Entre elas, estão:

  • Transições no celular: os efeitos de transição de conteúdo nos apps móveis do YouTube ficarão mais fluidos:
  • Efeitos em curtidas: em determinados vídeos, o botão de curtir terá uma animação condizente com o conteúdo reproduzido; por exemplo, em um clipe de música, a curtida fará um símbolo de nota musical animado ser exibido;
  • Novo “Assistir mais tarde”: as opções de salvar vídeos para assistir mais tarde e de adicionar conteúdo a playlists serão aprimoradas visualmente para facilitar esses procedimentos;
  • Encadeamento de comentários: as respostas a comentários ficarão mais bem organizadas graças a uma estrutura de encadeamento (threads) que já é usada em muitos serviços.
Comentários em "threads" no YouTube
Comentários em “threads” no YouTube (imagem: reprodução/YouTube)

Quando essas novidades chegarão ao YouTube?

As atualizações anunciadas começaram a ser implementadas no último 13, em escala global. Porém, a liberação desses recursos tem sido feita de modo gradativo. Isso significa que pode levar dias ou até semanas para essas novidades chegarem a você.

Player do YouTube ganha visual mais limpo e imersivo

O novo player (reprodutor) do YouTube (imagem: reprodução/YouTube)

Netflix fecha parceria com Spotify para exibir podcasts em vídeo

15 de Outubro de 2025, 08:14
Imagem ilustrativa com pessoa usando fones de ouvido e segurando um celular. Ao fundo, logos do Spotify em diferentes tamanhos
Spotify aposta em podcasts em vídeo para alcançar novos públicos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Spotify e a Netflix fecharam uma parceria para exibir podcasts em vídeo a partir de 2026 nos EUA, com expansão global prevista para depois.
  • A Netflix hospedará vídeos de podcasts populares do Spotify, como The Bill Simmons Podcast e Serial Killers, cobrindo temas como esportes, cultura pop e true crime.
  • O Spotify busca expandir seu conteúdo audiovisual e aumentar a receita publicitária, aproveitando o crescimento do consumo de vídeos na plataforma.

O Spotify firmou uma parceria inédita com a Netflix para ampliar a presença de seus podcasts em vídeo. A partir de 2026, assinantes da plataforma de streaming poderão assistir a uma seleção de programas do Spotify Studios e The Ringer, que abordarão temas como esportes, cultura pop, estilo de vida e true crime.

A medida faz parte da estratégia do Spotify de expandir seu conteúdo audiovisual e abrir novas oportunidades de distribuição e monetização.

Em um comunicado, Roman Wasenmüller, vice-presidente e chefe global de podcasts da empresa, afirmou o seguinte: “Esta parceria marca um novo capítulo para o podcasting. Juntos, com a Netflix, estamos expandindo a descoberta, ajudando criadores a alcançar novos públicos e dando aos fãs do mundo todo a chance de vivenciar as histórias que amam e descobrir novas favoritas que nunca imaginaram. Isso oferece mais escolha aos criadores e abre uma oportunidade completamente nova de distribuição.”

O que muda com o acordo entre Spotify e Netflix?

A Netflix passará a hospedar versões em vídeo de alguns dos podcasts mais populares do Spotify, como The Bill Simmons Podcast, The Rewatchables, Dissect e Serial Killers. A seleção inicial também incluirá títulos de sucesso em esportes, entretenimento, cultura e crimes reais.

De acordo com Lauren Smith, vice-presidente de licenciamento de conteúdo e estratégia de programação, “na Netflix, estamos sempre em busca de novas formas de entreter nossos assinantes, onde e como eles quiserem assistir. À medida que os podcasts em vídeo continuam crescendo em popularidade, nossa parceria com o Spotify nos permite trazer versões completas em vídeo desses programas de sucesso para o público da Netflix e do Spotify”.

O movimento reflete uma mudança importante no Spotify, que vem apostando em vídeos como um formato capaz de atrair especialmente o público da geração Z — e de gerar mais receita publicitária. Desde 2024, o consumo de vídeos na plataforma cresceu 20 vezes mais rápido que o de áudios. Já são mais de 430 mil podcasts em vídeo.

Arte mostra o logo da Netflix, uma letra "N" vermelha, ao centro. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Netflix passará a exibir podcasts em vídeo produzidos pelo Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Vídeos ganham espaço como nova aposta do Spotify

Nos últimos anos, o Spotify investiu bilhões de dólares em podcasts, adquirindo estúdios como Parcast, The Ringer e Gimlet Media, além de fechar contratos exclusivos com grandes nomes, como Joe Rogan e Alex Cooper — acordos que já chegaram ao fim. Apesar do investimento, o retorno financeiro foi abaixo do esperado, o que levou a empresa a reformular sua estratégia em 2023, incluindo demissões e mudanças na liderança.

A parceria com a Netflix representa, portanto, uma nova fase para o ecossistema de podcasts da empresa, que agora aposta na integração entre formatos e plataformas para impulsionar o alcance e o engajamento. O lançamento dos podcasts em vídeo no catálogo da Netflix começará nos Estados Unidos, no início de 2026, com expansão gradual prevista para outros mercados.

Netflix fecha parceria com Spotify para exibir podcasts em vídeo

Spotify (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Netflix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Apple TV+ passa a se chamar apenas Apple TV

13 de Outubro de 2025, 17:51
Imagem mostra o logo da Apple TV+, de cor branca, em um fundo preto
Apple TV agora será o nome oficial do streaming da empresa (imagem: divulgação)
Resumo
  • Apple renomeou o serviço de streaming Apple TV+ para Apple TV.
  • A marca Apple TV, por enquanto, abrange três produtos: o set-top box, o aplicativo de conteúdo e o serviço de streaming.
  • A empresa ainda não revelou alterações visuais no site e nos aplicativos, mas a mudança foi comunicada discretamente em uma nota à imprensa.

A Apple renomeou o serviço de streaming Apple TV+ para apenas Apple TV, repetindo o nome do famoso hub de entretenimento da marca. A mudança, segundo a empresa, faz parte da criação de uma “nova identidade vibrante” para a plataforma, que concentra as produções originais de séries e filmes.

A empresa anunciou a mudança de forma discreta, no rodapé de um comunicado à imprensa sobre a estreia de F1: O Filme na plataforma. Segundo o The Verge, a Apple ainda não atualizou a marca no site oficial ou nos aplicativos, mas a mudança ocorrerá.

Televisão smart exibe a thumbnail da série Ruptura, da Apple TV+. Na parte inferior direita, a marca d'água do "tecnoblog".
Apple TV+ tem Ruptura e outras séries de destaque (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O novo nome do serviço é o mesmo do aplicativo Apple TV, que centraliza os conteúdos da empresa e também funciona como uma loja de filmes e séries — além de batizar o TV box da marca. O Apple TV+, por sua vez, sempre esteve dentro desse app, misturando suas produções originais com títulos pagos, em um modelo parecido com o do Prime Video, da Amazon.

Contudo, a Apple ainda parece confusa sobre o rebranding. O portal destaca que o comunicado contém até uma sobreposição de nomes: o filme em questão estaria “disponível para compra no Apple TV antes de sua estreia global no streaming no Apple TV”, e que “o Apple TV está disponível no app Apple TV em aparelhos como o Apple TV”.

Três “Apple TV”?

Com a mudança, a marca Apple TV, por enquanto, se refere a três produtos distintos dentro do ecossistema da empresa:

  • Apple TV (o aparelho): um set-top box que se conecta à televisão para rodar o sistema operacional tvOS. Ele permite o acesso a diversos aplicativos de streaming, como Netflix, Prime Video e aos próprios serviços da Apple. A versão mais recente é o Apple TV 4K de 3ª geração, lançado em 2022.
  • Apple TV (aplicativo): o hub de conteúdo da Apple, disponível em iPhones, iPads, Macs, Smart TVs e no próprio aparelho Apple TV. O app agrega filmes e séries para compra e aluguel (antiga iTunes Store), canais de parceiros e o catálogo do serviço de streaming da empresa.
  • Apple TV (streaming): anteriormente conhecido como Apple TV+, é o serviço de assinatura de conteúdo original da Apple. É dentro dele que estão séries como Ted Lasso, Ruptura e The Morning Show. O acesso é feito por meio do aplicativo Apple TV, mediante uma assinatura mensal de R$ 21,90.

Até o momento, a Apple não informou se a mudança de nome virá acompanhada de um novo logo ou de outras alterações visuais para ajudar a diferenciar o serviço de streaming dos outros dois.

Apple TV+ passa a se chamar apenas Apple TV

Apple TV+ tem Ruptura e outras séries de destaque (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como assistir Hulu no Brasil? Saiba encontrar o catálogo no Disney+

9 de Outubro de 2025, 13:51
imagem de um celular mostrando o aplicativo Disney+ com a aba Hulu em destaque
Veja o passo a passo para ver as séries e filmes originais do Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Você pode assistir ao catálogo de filmes e séries da Hulu ao acessar a guia dedicada na tela inicial do Disney+. Essa integração substitui a antiga marca Star+ na América Latina, unificando os conteúdos em um único aplicativo.

Não é possível fazer uma assinatura independente da Hulu no Brasil, pois o serviço foi completamente integrado ao Disney+ globalmente. O usuário deve ter uma conta ativa na plataforma da Disney para acessar o catálogo e, assim, aproveitar as atrações.

A seguir, saiba o passo a passo para assistir aos conteúdos da Hulu pelo Disney+ pelo celular, smart TV e PC.

Índice

Como acessar a Hulu no Disney+ pelo celular

1. Abra o aplicativo Disney+ no celular

Abra o aplicativo do Disney+ no celular e, se necessário, escolha o perfil que vai assistir aos conteúdos do serviço de streaming.

Importante: algumas atrações da Hulu não podem ser acessadas por perfis no “Modo Júnior” ou com restrições de controle parental.

Abrindo o app do Disney+ e selecionando o perfil para assistir aos conteúdos
Abrindo o app do Disney+ e selecionando o perfil para assistir aos conteúdos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Acesse a guia Hulu

Na tela inicial, toque na opção “Hulu” ao lado da guia das outras marcas da Disney+ para ver o catálogo completo.

Abrindo a guia "Hulu" no Disney+
Abrindo a guia “Hulu” no Disney+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Navegue pelo catálogo da Hulu

Deslize a tela para cima para ver as sugestões e categorias de atrações do catálogo da Hulu.

Explorando os conteúdos da Hulu
Explorando os conteúdos da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Assista a um conteúdo da Hulu pelo celular

Quando encontrar uma série ou filme do seu interesse, toque em cima da imagem. Em seguida, na página dedicada à atração, toque no botão “Assistir” para iniciar a exibição.

Selecionando e colocando para assistir o conteúdo da Hulu
Selecionando e colocando para assistir o conteúdo da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como assistir Hulu no Disney+ pela TV

1. Abra o aplicativo do Disney+ na smart TV

Ligue a sua smart TV e selecione o aplicativo do Disney+.

Acessando o Disney+ na smart TV
Acessando o Disney+ na smart TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Selecione o perfil de usuário

Escolha o perfil de quem vai assistir aos conteúdos do streaming.

Importante: o perfil não pode ter restrições de controle parental para acessar os conteúdos da Hulu.

Abrindo o aplicativo e selecionando o perfil de usuário
Abrindo o aplicativo e selecionando o perfil de usuário (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Acesse a guia “Hulu”

Na tela inicial do Disney+, selecione a aba “Hulu” para ver o catálogo do canal.

Acessando o menu "Hulu" no Disney+
Acessando o menu “Hulu” no Disney+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Explore o catálogo de originais Hulu

Use os botões de navegação do controle para ver a lista de títulos sugeridos da Hulu.

Conhecendo as séries e filmes da Hulu
Conhecendo as séries e filmes da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Escolha uma das atrações para assistir

Quando encontrar um título do seu interesse, clique em cima dele para ver mais detalhes.

Selecionando a atração do catálogo
Selecionando a atração do catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Veja a série ou filme da Hulu na TV

Ao abrir a tela dedicada a atração do Hulu, clique em “Assistir” para iniciar a exibição na TV.

Dando play no conteúdo da Hulu
Dando play no conteúdo da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Como ver o catálogo da Hulu no Disney+ pelo PC (navegador)

1. Acesse o site Disney+

Use o navegador do seu PC para acessar disneyplus.com. Em seguida, toque no botão “Entrar”, no canto superior direito, para fazer login no serviço de streaming.

Fazendo login no Disney+ pelo navegador
Fazendo login no Disney+ pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

2. Escolha o perfil que irá assistir aos conteúdos

Selecione o perfil de usuário que assistirá às atrações do Disney Plus para avançar.

Importante: o perfil não pode estar no “Modo Júnior” ou possuir restrições de controle parental.

Selecionando o perfil do Disney+
Selecionando o perfil do Disney+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

3. Clique na aba “Hulu”

Clique na guia “Hulu”, no canto direito da tela, para acessar o catálogo de atrações originais da marca.

Abrindo a guia da Hulu no Disney+
Abrindo a guia da Hulu no Disney+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

4. Conheça o catálogo da Hulu

Use o mouse para navegar pelo catálogo de títulos originais do Hulu e ver os conteúdos sugeridos pela plataforma.

Explorando o catálogo da Hulu
Explorando o catálogo da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

5. Selecione uma série ou filme para assistir

Quando encontrar um título do seu interesse, clique em cima da foto da atração para avançar.

Acessando a série ou filme no streaming
Acessando a série ou filme no streaming (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

6. Dê um play na atração da Hulu

Na tela dedicada à série ou filme, clique no botão “Assistir” para iniciar a reprodução.

Iniciando a reprodução da série da Hulu
Iniciando a reprodução da série da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O que tem no catálogo da Hulu no Brasil?

O catálogo da Hulu no Disney+ do Brasil é composto por todos os filmes, séries e reality shows que antes estavam sob o selo Star+. A antiga marca foi descontinuada na América Latina e está sendo substituída globalmente pela Hulu.

De forma geral, a seção é dedicada às atrações com temas mais adultos. A área inclui produções dos estúdios FX, ABC, 20th Century Studios e Searchlight Pictures, oferecendo uma ampla biblioteca de conteúdo de entretenimento maduro.

Tem como assinar só a Hulu no Brasil?

Não dá para assinar a Hulu separadamente no Brasil, pois o catálogo está integralmente disponível como uma seção exclusiva dentro do Disney+. Para acessar os conteúdos da Hulu, é preciso assinar o serviço de streaming da Disney que inclui o material sem custo adicional.

Existe aplicativo da Hulu no Brasil?

Não, a Hulu não oferece um aplicativo separado ou serviço independente no Brasil. Todo o conteúdo da Hulu pode ser acessado somente nas plataformas compatíveis com Disney+, como aplicativos para celulares, smart TVs, navegadores e consoles de videogames.

Qual é a diferença entre Hulu e Disney+?

A Hulu é uma seção de séries, filmes e reality shows disponível no serviço de streaming Disney+. Seu foco é em atrações voltadas para um público mais maduro, exigindo que os usuários configurem um perfil apropriado para acessá-lo.

O Disney+ é o serviço de streaming principal que abriga conteúdo da Disney, Pixar, Marvel, Star Wars, National Geographic e Hulu. Ele é geralmente voltado para famílias e um público mais amplo, mas também inclui conteúdos mais adultos.

Como assistir Hulu no Brasil? Saiba encontrar o catálogo no Disney+

(imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o app do Disney+ e selecionando o perfil para assistir aos conteúdos (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a guia "Hulu" no Disney+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Explorando os conteúdos da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando e colocando para assistir o conteúdo da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o Disney+ na smart TV (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo o aplicativo e selecionando o perfil de usuário (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando o menu "Hulu" no Disney+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Conhecendo as séries e filmes da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando a atração do catálogo (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Dando play no conteúdo da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Fazendo login no Disney+ pelo navegador (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Selecionando o perfil do Disney+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Abrindo a guia da Hulu no Disney+ (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Explorando o catálogo da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Acessando a série ou filme no streaming (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Iniciando a reprodução da série da Hulu (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Meli+ Mega: novo plano inclui Disney+, Netflix, HBO Max e Apple TV+

7 de Outubro de 2025, 12:30
Ilustração com marca do Meli+ saindo de uma caixa de encomenda do Mercado Livre. Há ainda cifrões no entorno.
Meli+ Mega inclui vantagens do Meli+ Total (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Meli+ Mega inclui Disney+, Netflix, HBO Max e Apple TV+ por R$ 74,90 mensais, com promoção de R$ 39,90 nos dois primeiros meses.
  • O plano oferece frete grátis, cashback, parcelamento estendido e rendimento extra em Cofrinhos do Mercado Pago.
  • É possível personalizar o pacote para opções sem anúncios, elevando o preço para R$ 180 mensais (R$ 143 nos dois primeiros meses).

O Mercado Livre lançou, nesta terça-feira (07/10), o plano Meli+ Mega, ao preço de R$ 74,90 mensais, com promoção de lançamento de R$ 39,90 mensais nos dois primeiros meses. O pacote tem como destaque alguns dos principais streamings do mercado em uma única assinatura: Disney+, Netflix, Apple TV+ e HBO Max.

Além do acesso aos serviços de vídeo, o plano inclui vantagens já presentes no Meli+ Essencial e no Meli+ Total, como cashback, frete grátis, parcelamento com prazo estendido e rendimento extra em Cofrinhos do Mercado Pago.

O que é o Meli+ Mega?

O Meli+ Mega é a assinatura mais avançada do Mercado Livre. Por R$ 74,90 mensais (R$ 39,90 nos dois primeiros meses), o plano inclui:

Imagem mostra três opções de combo do Meli+ para serviços de streaming. À esquerda, “Filmes e séries com anúncios” custa “R$ 39,90/mês por 2 meses”, com 46% de desconto. No centro, “Filmes e séries sem anúncios e com esportes” custa “R$ 112/mês por 2 meses”, com 24% de desconto. À direita, há a opção “Personalize seu combo”, a partir de “R$ 39,90/mês por 2 meses”. Todas incluem logos de Disney+, Netflix, HBO Max e Apple TV+, e botões azuis “Escolher”.
Mercado Livre sugere opção com planos sem anúncios e Disney+ com transmissões esportivas (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

É possível personalizar o pacote para mudar os planos padrão com anúncios do Disney+, da Netflix e do HBO Max por opções sem propaganda ou premium. Escolhendo as melhores opções disponíveis, o preço salta para R$ 180 mensais (R$ 143 mensais nos dois primeiros meses).

Tela de assinatura do Meli+ Mega mostra opções de planos de streaming. À esquerda, há listas de serviços: “Disney+ Premium”, “Netflix Premium”, “HBO Max Platinum” e “Apple TV+ Sem anúncios”, com botões “Alterar” ou “Ver detalhe”. À direita, o resumo indica valores: Meli+ Mega R$ 39,90, Disney+ R$ 38,90, Netflix R$ 39, HBO Max R$ 26 e desconto de R$ 0,80. O total é “R$ 143/mês por 2 meses”, depois “R$ 180”. Botão azul “Continuar” aparece abaixo.
Pacote pode ser personalizado com diferentes opções de cada streaming (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O que mais está incluso no Meli+ Mega?

O pacote inclui vantagens presentes no plano Meli+ Total, como:

  • Frete grátis e rápido em produtos selecionados, nas compras a partir de R$ 19.
  • Até 5% de cashback no Mercado Livre.
  • Até 0,6% de cashback com o cartão de crédito Mercado Pago.
  • Até 3 parcelas extras sem juros em compras no Mercado Livre.
  • Rendimento de 120% do CDI nos Cofrinhos do Mercado Pago.
  • Desconto de 30% no Universal+, no Paramount+ e no Globoplay Premium.

Vale a pena?

Vamos colocar na ponta do lápis, considerando os valores dos planos mensais:

  • Disney+ Padrão com anúncios: R$ 27,99 mensais
  • Netflix Padrão com anúncios: R$ 20,90 mensais
  • HBO Max Básico com anúncios: R$ 29,90 mensais
  • Apple TV+ sem anúncios: R$ 29,90 mensais

Somando tudo, dá R$ 108,69, o que significa que o valor de R$ 74,90 do Meli+ Mega é um desconto de 31%, sem considerar outras possíveis vantagens do pacote, como o frete grátis e o cashback.

Uma coisa a se considerar, porém, é que alguns desses streamings já estão inclusos em outros em pacotes de telefonia, TV a cabo ou internet. Veja alguns exemplos:

Se você já conta com um deles dessa forma, pode não ser tão vantajoso pegar o Meli+ Mega só para ter acesso aos concorrentes. O jeito é fazer as contas para ver o quanto você pagaria assinando separadamente cada serviço.

Meli+ Mega: novo plano inclui Disney+, Netflix, HBO Max e Apple TV+

Mercado Livre reduz preço do Meli+ Total (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mercado Livre sugere opção com planos sem anúncios e Disney+ com transmissões esportivas (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Pacote pode ser personalizado com diferentes opções de cada streaming (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Disney põe fim ao Star+ e anuncia Hulu no Brasil

3 de Outubro de 2025, 10:01
Imagem promocional do Disney+ destacando os selos da empresa
Disney+ abandona Star+ após quatro anos (imagem: divulgação/Disney)
Resumo
  • A Disney substituirá o Star+ pelo Hulu no Brasil a partir de 8 de outubro, integrando o serviço ao Disney+.
  • O Hulu, lançado em 2007 nos EUA, passa a ser a marca global de entretenimento geral da Disney.
  • Séries e filmes do Star, incluindo produções da FX, 20th Century Studios e Searchlight Pictures, migrarão para o Hulu.

A Disney vai aposentar de vez o selo Star no Disney+. A partir de 8 de outubro, o catálogo passará a ser identificado pela marca Hulu, que assume o posto de hub de entretenimento geral dentro do serviço de streaming.

A mudança ocorrerá em todos os mercados internacionais, incluindo a América Latina. Com a alteração, todo o conteúdo de filmes e séries voltado para o público adulto, que hoje fica sob a aba “Star” dentro do Disney+, será reorganizado na nova seção Hulu.

A novidade segue o processo de reorganização dos serviços de streaming da Disney, que busca simplificar a oferta e fortalecer o Hulu como sua marca global de entretenimento. Agora, o Hulu aparece ao lado de selos como Pixar, Marvel e Star Wars.

O que é o Hulu?

Imagem mostra o logotipo do Hulu, em fonte de cor verde
Hulu deixa exclusividade nos EUA e passa a integrar o Disney+ (imagem: reprodução/Hulu)

Embora novo para o público brasileiro, o Hulu é um nome conhecido no mercado de streaming norte-americano. O serviço foi lançado em 2007 como uma joint venture entre grandes conglomerados de mídia, incluindo News Corp, NBC Universal e, posteriormente, a própria Disney.

Com a aquisição da 21st Century Fox em 2019, a Disney se tornou acionista majoritária do streaming e, no final de 2023, a empresa finalizou a compra das participações restantes que pertenciam à Comcast (dona da NBC Universal) e assumiu o controle total da plataforma.

Importante notar que algumas das séries de sucesso no Star são, na verdade, do Hulu: O Conto da Aia, The Bear, Only Murders in the Building e Dopesick, por exemplo, nasceram no selo antes exclusivo dos Estados Unidos e chegaram ao resto do mundo pelo Star+.

A nova seção Hulu no Disney+ herdará todo o catálogo já conhecido do Star, reunindo produções de estúdios como FX, 20th Century Studios e Searchlight Pictures. Entre os destaques que continuarão na plataforma estão Grey’s Anatomy, Alien: Earth, além de reality shows e documentários.

Star reunia conteúdo maduro da Disney

Imagem mostra um homem de terno à esquerda, anunciando a chegada do Star+, com o logo sendo exibido à direita
Star+ foi solução da Disney para mercados estrangeiros (imagem: reprodução/Disney)

A existência do Star+ em alguns mercados seguia a resistência da Disney em trazer, em seu streaming principal, conteúdos mais “maduros”. As produções que não se encaixavam na ideia “family friendly” do Disney+ iam para o Hulu (nos EUA) e, na América Latina, para o Star+ — reaproveitando o nome de um conglomerado indiano que possui participação da Disney.

O serviço só chegou em agosto de 2020, incluindo produções do antigo estúdio Fox e todo o conteúdo esportivo da ESPN. Já na Europa e Ásia, a Disney integrou o mesmo conteúdo em uma aba dentro do próprio Disney+, chamada Star, em fevereiro de 2021.

Mais de três anos depois, a Disney finalmente pensou o mesmo para o mercado latino-americano. Em junho de 2024, a companhia decidiu descontinuar o aplicativo Star+ e migrar toda a biblioteca para dentro do Disney+. A mudança, claro, ocorreu com aumento de preços. Agora, a marca Star deve sumir completamente.

Disney põe fim ao Star+ e anuncia Hulu no Brasil

(imagem: divulgação/Disney)

(imagem: reprodução/Hulu)

Star Trek: ordem cronológica para assistir

30 de Setembro de 2025, 18:24
Elenco da série original Star Trek de 1966 (Imagem: Netflix/Divulgação)

Star Trek (também conhecida como Jornada nas Estrelas) é uma franquia de ficção científica criada em 1966. A história é ambientada no futuro, com tripulantes que navegam o espaço em busca de realizar missões, descobrir novos planetas, e eliminar inimigos.

Ao todo, Star Trek conta com aproximadamente 27 obras audiovisuais. E para acompanhar toda a história de forma cronológica, é necessário alternar entre filmes e séries de diferentes anos de lançamento.

A seguir, confira a ordem cronológica para assistir filmes e séries de Star Trek, de acordo com o guia indicado pela própria franquia.

Índice

1. Star Trek: Enterprise (2151 — 2161)

Toda a aventura tem um começo. Star Trek tem como sua nave mais famosa a Enterprise ,e nessa década em específico, tem início a grande revolução humana no espaço. A série tem quatro temporadas e é uma prévia de The Original Series.

Esta série é a primeira na linha do tempo do enredo geral. Sua história gira em torno das primeiras naves capazes de viajar por “dobra 5” produzidas na Terra, a USS Enterprise NX-01, comandada pelo capitão Jonathan Archer.

Quando a Frota Estelar Terrestre lançou sua primeira nave, Archer levou sua tripulação humana para o espaço. Eles tiveram seu primeiro contato com vários alienígenas de Star Trek. O encontro abriu uma nova era de exploração e descobertas para os terráqueos.

  • Ano de lançamento: 2001
  • Plataformas: Netflix e Paramount+

2. Star Trek: Discovery – Temporadas 1 e 2 (2255 — 2258)

Na sequência, as temporadas 1 e 2 de Star Trek: Discovery apresentam Michael Burnham: um oficial, como personagem principal. Burnham é o especialista em ciências do USS Discovery NCC-1031.

Na primeira temporada da série, Michael e sua equipe lidaram com uma galáxia à beira da guerra. Durante a segunda temporada, a protagonista e sua equipe tiveram que perseguir o Red Angel, uma entidade misteriosa.

  • Ano de lançamento: 2017
  • Plataformas: Paramount+

3. Star Trek: Strange New Worlds (2259 — a definir)

Star Trek: Strange New Worlds é um spin-off de Star Treck Discovery, preenchendo a década entre Discovery e The Original Series.

A série se baseia nos anos em que o Capitão Christopher Pike ocupou o comando da U.S.S. Enterprise, acompanhando Pike, o Oficial Spock e a Imediato nos anos antes de Capitão Kirk assumir o comando da Enterprise.

  • Ano de lançamento: 2022
  • Plataformas: Paramount+

4. Star Trek: The Original Series (2265 — 2269)

A próxima obra na ordem cronológica contém a tríade original: Kirk, Spock e McCoy. The Star Trek: The Original Series é onde começou tudo. Enquanto a maioria dos Trekkies considera esta série a “primeira” que deve ser assistida ao começar a acompanhar o universo, cronologicamente deve ser a quarta a ser assistida.

A Série Original começa no ano de 2265, e seguiu a jornada de cinco anos da USS Enterprise. Também acompanhou as aventuras do Capitão Kirk e seu Primeiro Oficial Spock, enquanto eles corajosamente iam a um lugar onde ninguém tinha ido antes para explorar novos mundos estranhos.

  • Ano de lançamento: 1966
  • Plataformas: Netflix e Paramount+

5. Star Trek: The Animated Series (2269 — 2270)

Esta série de animação Star Trek foi uma continuação das viagens da USS Enterprise na série Star Trek The Original Series. O elenco nas duas séries é o mesmo, exceto por Chekov. Toda a animação foi dublada, principalmente, pelo elenco original da série anterior.

Alguns episódios foram sequências de The Original Series Star Trek, como “Once Upon a Planet“, “More Tribbles, More Troubles” e “Mudd’s Passion“. Ao mesmo tempo, os outros episódios de Star Trek eram os conceitos originais de Gene Roddenberry, o criador de Star Trek, mas que não foram usados antes da conclusão da série original.

  • Ano de lançamento: 1973
  • Plataformas: Netflix e Paramount+

6. Star Trek: The Motion Picture (entre 2271 e 2273)

Passada a primeira leva de séries, a sequência cronológica de Star Trek dá início aos seis primeiros filmes da obra, começando por Star Trek: The Motion Picture. Há muita discussão sobre o período exato em que os fatos ocorrem, mas sabe-se que é por volta de 2271 e 2273.

No filme, Kirk assume o posto de almirante da Frota Estelar, e reúne a tripulação da Enterprise para iniciar uma investigação depois que uma nuvem de energia misteriosa começa a causar estragos no espaço.

  • Ano de lançamento: 1979
  • Plataformas: Paramount+

7. Star Trek II: The Wrath of Khan (2285)

Doze anos após os eventos de Star Trek: The Motion Picture, Kirk e a Enterprise encontram um inimigo familiar: Khan Noonien Singh, que é um super-humano geneticamente modificado.

O primeiro encontro com Khan aconteceu por volta de 2265, durante a missão original de cinco anos. Mas em 2285, Khan foi libertado do exílio e busca vingança contra Kirk. E cabe à Enterprise impedi-lo de obter uma poderosa arma espacial, chamada de Genesis.

  • Ano de lançamento: 1982
  • Plataformas: Amazon Prime Video (compra ou aluguel) e YouTube Filmes (compra ou aluguel)

8. Star Trek III: The Search for Spock (2285)

Star Trek III: The Search for Spock sucede o filme anterior (Star Trek II: The Wrath of Khan), logo após a Enterprise retornar da missão contra Khan.

Na história, é revelado que Spock deixou sua essência viva dentro da nave do Dr. McCoy. Então, Kirk decide agir para salvar seus dois oficiais, mesmo contra a vontade da Frota Estelar.

  • Ano de lançamento: 1984
  • Plataformas: Amazon Prime Video (compra ou aluguel) e YouTube Filmes (compra ou aluguel)

9. Star Trek IV: The Voyage Home (2286 e 1986)

O quarto filme sequencial de Star Trek acompanha o retorno de Kirk à Terra no ano de 2286, destinado a assumir as responsabilidades de ter roubado e destruído a Enterprise para salvar Spock.

O grande problema é que a Frota Estelar se depara com problemas maiores envolvendo uma grande ameaça contra a Terra. E esses problemas só podem ser resolvidos com uma viagem no tempo para o ano de 1986.

  • Ano de lançamento: 1986
  • Plataformas: Amazon Prime Video (compra ou aluguel) e YouTube Filmes (compra ou aluguel)

10. Star Trek V: The Final Frontier (2287)

Um ano após os eventos de Star Trek IV: The Voyage Home, Kirk e sua tripulação são encarregados de levar a Enterprise-A ao espaço e investigar a captura dos embaixadores da Federação, Klingon e Romulan.

A história então coloca os tripulantes contra um vulcano renegado, que busca roubar a U.S.S. Enterprise para encontrar um planeta lendário. E a missão fica ainda mais complicada, quando se descobre que o vilão tem um tipo de ligação com Spock.

  • Ano de lançamento: 1989
  • Plataformas: Amazon Prime Video (compra ou aluguel) e YouTube Filmes (compra ou aluguel)

11. Star Trek VI: The Undiscovered Country (2293)

O último dos seis primeiros filmes de Star Trek é situado em 2293, seis anos depois de The Final Frontier. No filme, Kirk e sua tripulação transportam o chanceler Gorkon rumo à Terra para negociar um tratado de paz com a Federação dos Planetas Unidos.

O grande problema é que Gorkon é morto em uma confusão, e Kirk e McCoy são acusados de assinato. Cabe então ao Spock descobrir quem esteve por trás do ataque para evitar uma guerra sem precedentes.

  • Ano de lançamento: 1991
  • Plataformas: Amazon Prime Video (compra ou aluguel) e YouTube Filmes (compra ou aluguel)

12. Star Trek: Section 31 (2324)

Star Trek: Section 31 é um spin-off da franquia Star Trek, que não está muito bem situado na linha do tempo. Contudo, a história principal se passa na data estelar 1292.4 e, levando em conta o calendário gregoriano, isso corresponderia ao ano de 2324.

A obra acompanha a imperatriz Philippa Georgiou, que entra para uma divisão secreta da Frota Estelar. E sob a missão de proteger a Federação dos Planetas Unidos, ela também deve enfrentar erros do passado.

  • Ano de lançamento: 2025
  • Plataformas: Paramount+

13. Star Trek: The Next Generation (2364 — 2370)

Star Trek: The Next Generation ocorre quase um século após a jornada inicial de cinco anos do USS Enterprise. Sua versão atual, a USS Enterprise-D inicia sua missão de exploração na série. Setenta anos após os acontecimentos de Star Trek VI, humanos e Klingons finalmente encontraram a paz.

No entanto, o Capitão Jean-Luc Picard, e a tripulação da próxima geração ainda encontram muitas formas de vida alienígena hostil no seu caminho. A série Star Trek: The Next Generation também apresentou a transformação da famosa nave estelar, muito maior do que a nave do capitão James T. Kirk, do século anterior.

  • Ano de lançamento: 1987
  • Plataformas: Netflix

14. Star Trek: Deep Space Nine (2369 — 2375)

A partir daqui, a sequência fica um pouco mais complicada, uma vez que diferentes obras passam a abordar o mesmo período. Dito isso, Star Trek: Deep Space Nine retrata os acontecimentos cinco anos após o início de Star Trek: The Next Generation, no ano de 2369.

A série foca na estação espacial política, defensiva e comercial chamada Deep Space 9, enquanto acompanha o comandante Sisko. Em dado momento, o desenrolar dos fatos acontecem simultanamente com a viagem de Picard de The Next Generations.

  • Ano de lançamento: 1993
  • Plataformas: Netflix e Paramount+

15. Star Trek VII: Generations (2293 e 2371)

A sequência cronológica continua com Star Trek: Generations. O filme começa no ano de 2293, o que pode confundir os espectadores. Mas a maior parte da obra se passa em 2371, quando a série Star Tre: Deep Space Nine já estava em curso.

Em suma, o filme representa a “passagem de bastão” de Kirk para Picard, e conclui as aventuras de Picard e sua tripulação a bordo da Enterprise-D.

  • Ano de lançamento: 1994
  • Plataformas: Amazon Prime Video (compra ou aluguel) e YouTube Filmes (compra ou aluguel)

16. Star Trek: Voyager (2371 — 2378)

A série se passa em 2371, quando a Voyager parte da estação espacial Deep Space Nine para encontrar e capturar a nave Maquis. Nessa aventura, a nave é transportada para 70 anos-luz de distância de casa.

Então, a capitã Janeway tem a missão de unir as duas facções, e liderá-las para retornar ao Quadrante Alfa.

  • Ano de lançamento: 1995
  • Plataformas: Netflix e Paramount+

17. Star Trek VIII: First Contact (2373)

Star Trek: First Contact é o segundo filme da franquia a apresentar a tripulação da The Next Generation. Na história, Picard desobedece ordens e leva a Enterprise-E para uma batalha contra o Borg, 300 anos no passado.

A tripulação então tem a missão de preservar o primeiro contato da Terra com formas de vida alienígenas, para proteger o futuro da raça humana.

  • Ano de lançamento: 1997
  • Plataformas: Amazon Prime Video (compra ou aluguel) e YouTube Filmes (compra ou aluguel)

18. Star Trek IX: Insurrection (2375)

Nesta obra, Picard e a tripulação da Enterprise decidem encontrar a fonte da juventude. No entanto, Picard descobre que a busca pode afetar a vida de muitas pessoas.

A partir daí, ele e sua tripulação se rebelam contra a Federação e decidem salvar o pacífico planeta Ba’ku, durante a Guerra do Domínio. Vale mencionar que essa guerra é abordada nas últimas duas temporadas de Deep Space Nine.

  • Ano de lançamento: 1998
  • Plataformas: Amazon Prime Video (compra ou aluguel) e YouTube Filmes (compra ou aluguel)

19. Star Trek X: Nemesis (2379)

Em 2979, após os desfechos dos eventos de Deep Space Nine e Voyager, Picard e a tripulação da Enterprise embarcam em uma última missão juntos: firmar um acordo de paz com os romulanos.

Mas ao chegarem no planeta Romulus, eles se deparam com uma rebelião liderada por um clone genético de Picard, que ameaça destruir a Terra.

  • Ano de lançamento: 2002
  • Plataformas: Paramount+

20. Star Trek: Lower Decks (2380 — 2382)

Star Trek: Lower Decks é uma série animada cômica, com enfoque na tripulação de baixa patente ao invés de enfatizar as jornada do capitão e equipes superiores.

Com a Terra integrando a Federação dos Planetas Unidos, a história é ambientada no ano de 2380, quando um time da Starfleet é encarregado de viajar pelo universo para conhecer novas formas alienígenas e estabelecer contato com outras civilizações.

  • Ano de lançamento: 2020
  • Plataformas: Paramount+

21. Star Trek: Prodigy (2383 — 2385)

A obra Star Trek: Prodigy é outra animação da franquia Star Trek, ambientada entre os anos 2383 e 2385. A história conta sobre um grupo de adolescentes alienígenas que rouba uma nave abandonada da Frota Estelar e passa a explorar o Universo.

No entanto, a tripulação precisa aprender a trabalhar em equipe para chegar ao Quadrante Alfa.

  • Ano de lançamento: 2021
  • Plataformas: Amazon Prime Video e Netflix

22. Star Trek: Pickard (2399 — 2402)

O foco é o capitão Picard vinte anos após seu confronto com Shinzon. Na série, Picard já se aposentou e atualmente trabalha no vinhedo de sua família. Ele lamenta a morte de seus amigos e de Romulus

O planeta foi destruído quando seu sol se tornou uma supernova em 2387 no universo de Star Trek. No entanto, um estranho aparece de repente e pede a ajuda do ex-capitão.

Quando Picard descobre a conexão do estranho com ele, é puxado para sua última missão. Primeiro, o aposentado decide encontrar e eliminar um espião que ascendeu na Frota Estelar. Mais uma vez, a Frota Estelar criou uma dívida imensa com Picard.

  • Ano de lançamento: 2020
  • Plataformas: Amazon Prime Video e Paramount+

23. Star Trek: Discovery – Temporadas 3, 4 e 5 (3188 — 3191)

Se as duas primeiras temporadas de Star Trek: Discovery devem ser assistidas no início da ordem cronológica, as temporadas 3, 4 e 5 são obras para o final da lista. Afinal, a série salta mais de 900 anos no futuro, ambientada no século 32.

A história basicamente vai acompanhar a capitã Michael Burnham na missão de retomar a grandeza e imponência da Federação como visto no passado.

  • Ano de lançamento: 2020
  • Plataformas: Paramount+

24. Star Trek (a partir de 2233)

Finalizada a linha do tempo principal (chamada de Prime Timeline), é hora de mergulhar na Linha do Tempo Kelvin, abordada em uma trilogia de filmes.

Basicamente, a destruição do planeta Romulus em 2387 resulta em um buraco negro que suga uma nave romulana e a leva para o ano de 2233. Neste universo, o capitão Nero destrói a U.S.S. Kelvin, criando a realidade alternativa chamada Kelvin Timeline.

O primeiro filme da trilogia (chamado Star Trek) se passa em 2258, numa realidade alternativa da qual um Kirk mais rebelde se junta à Frota Estelar e encontra um Nero vingativo. Então, a tripulação precisa trabalhar para impedir que os romulanos de Nero destruam a Federação.

  • Ano de lançamento: 2009
  • Plataformas: Paramount+

25. Star Trek: Into Darkness (2259 — 2260)

Um ano após os acontecimentos do filme Star Trek lançado em 2009, Kirk é rebaixado por violar a Primeira Diretriz para salvar Spock e a população de um planeta chamado Nibiru.

Acontece que ele é reintegrado à Frota Estelar para perseguir um terrorista que destruiu uma importante instalação da entidade. Então, na Kelvin Timeline, Kirk e a Enterprise iniciam uma missão de cinco anos para ir a um local até então inexplorado em 2260.

  • Ano de lançamento: 2013
  • Plataformas: Paramount+ e YouTube Filmes (comprar ou alugar)

26. Star Trek: Beyond (2263)

Finalizando a trilogia sobre a linha do tempo Kelvin, Star Trek: Beyond ambienta o espectador em 2263, ou seja, no terceiro ano da missão iniciada em Star Trek: Into Darkness.

Durante a missão, a Enterprise é atacada e a tripulação acaba em um planeta desconhecido. O grupo então precisa se reorganizar, e derrotar o líder mutante por trás do ataque.

  • Ano de lançamento: 2016
  • Plataformas: Paramount+ e YouTube Filmes (comprar ou alugar)

27. Short Treks

Para finalizar as obras de Star Trek na ordem cronológica, vale conferir a minissérie Short Treks. A obra é um compilado de pequenas histórias que se passam entre 2239 e 3300.

A série serve como um complemento para Discovery e Picard, e é vista como a última recomendação após assistir a todas as obras da franquia.

  • Ano de lançamento: 2018
  • Plataformas: Amazon Prime Video

Com informação: Star Trek e Memory Alpha – Fandom.

Star Trek: ordem cronológica para assistir

💾

Star Trek: ordem cronológica para assistir todo o conteúdo produzido e espalhado no espaço tempo do universo galáctico
❌