EveryPlate Meal Kit Review (2026): Low Cost, Simplicity, Flavor

No fim de abril, o Google anunciou uma mudança no reCaptcha: o sistema de verificação passou a exibir QR Codes para confirmar se o usuário é humano. A alteração, porém, vem sendo criticada por desenvolvedores de sistemas Android sem serviços do Google, como GrapheneOS e CalyxOS, que afirmam que o novo método dificulta o acesso a milhões de sites sem a instalação do Google Play Services.
Segundo o Google, a mudança faz parte de uma tentativa de conter robôs e agentes de IA na web, exigindo que o usuário leia um QR Code com o celular. O problema é que, na prática, o novo método estaria bloqueando o acesso de pessoas que optaram por remover ferramentas do Google de seus dispositivos. Vale lembrar que o Android é um sistema com código aberto.

A mudança gerou repúdio em parte da comunidade. A equipe de desenvolvimento do GrapheneOS declarou que a exigência é uma manobra anticompetitiva. Os desenvolvedores apontam que o modelo apenas trava os usuários em um duopólio móvel, forçando o uso de APIs da Apple ou do Google, o que afeta até mesmo o acesso a serviços bancários e governamentais na União Europeia.
No mesmo sentido, a publicação International Cyber Digest apontou que o Google passou a tratar a privacidade de dados como “comportamento suspeito por padrão”.
O CEO e cofundador do navegador Brave, Brendan Eich, reforçou as críticas. Ele defendeu que os serviços na web não deveriam proibir o uso de hardware e sistemas operacionais independentes.
Money shot: “Services shouldn't ban people from using arbitrary hardware and operating systems in the first place. Google's security excuse is clearly bogus when they permit devices with no patches for 10 years… It's for enforcing their monopolies via GMS licensing, that's all.” https://t.co/Eg16JoWb4L
— BrendanEich (@BrendanEich) May 10, 2026
Quando o sistema detecta uma atividade de navegação suspeita, em vez de exibir os tradicionais quebra-cabeças visuais — como pedir para o usuário identificar fotos de motos ou faixas de pedestres —, a ferramenta passa a mostrar um QR Code na tela.
O usuário precisa, então, escanear esse código com a câmera do smartphone para comprovar sua “identidade humana”.
A alteração faz parte do pacote Google Cloud Fraud Defense, apresentado durante o evento Cloud Next. A evolução chega especialmente para tentar identificar, classificar e barrar agentes autônomos de IA suspeitos na web, contando com recursos como o Web Bot Auth (que verifica se um bot é legítimo) e o SPIFEE (que fornece identidade para autenticação).

O obstáculo são os requisitos técnicos. Documentações de suporte da empresa deixam claro que, para concluir a leitura do código no Android, o aparelho precisa estar rodando a versão 25.41.30 ou superior do Google Play Services. Dispositivos da Apple também estão inclusos na exigência, necessitando o iOS 15 ou mais recente.
Vale mencionar que a base para essa exigência não é tão nova assim. Buscas no Internet Archive e discussões no Reddit revelam que a página de suporte já listava a exigência do Google Play Services de forma oculta desde outubro de 2025, rodando silenciosamente em segundo plano antes que a mudança fosse oficialmente anunciada.
A polêmica atual relembrou uma tentativa semelhante em 2023. Na época, o Google propôs uma tecnologia que daria aos sites o poder de decidir quais dispositivos eram “suficientemente reais” para acessar a web. A proposta também enfrentou forte resistência, sendo abandonada pela empresa.
Especialistas apontam que, três anos depois, a mesma ideia retornou e pode complicar a vida de quem escolhe não utilizar os serviços do Google, bloqueando o tráfego legítimo em milhões de sites.
Google é alvo de críticas após mudança no reCaptcha






Um agente de inteligência artificial da Meta expôs dados corporativos e de usuários sem autorização. O caso ocorreu após uma interação comum em um fórum interno da empresa, mas evoluiu para uma falha de segurança considerada grave.
De acordo com um relatório interno, obtido pelo site The Information, um funcionário publicou uma dúvida técnica na plataforma da companhia. Outro engenheiro, ao tentar ajudar, recorreu a um agente de IA para analisar o problema. O sistema, no entanto, respondeu diretamente ao tópico sem que houvesse solicitação explícita para publicar a resposta, desencadeando vários outros problemas.
Além de agir sem autorização, o agente forneceu orientações inadequadas. O funcionário que havia feito a pergunta seguiu as recomendações recebidas e liberou, de forma involuntária, o acesso a dados sensíveis da empresa e de usuários para outros engenheiros que não tinham permissão para visualizá-los.
A exposição durou cerca de duas horas. Internamente, a Meta classificou o episódio como “Sev 1”, um dos níveis mais altos de criticidade em seu sistema de avaliação de incidentes de segurança.
Um porta-voz da Meta disse ao The Information que “nenhum dado de usuário foi manipulado indevidamente”. Ainda assim, o relatório aponta que outros fatores não detalhados também contribuíram para a falha. Não há evidências de que os dados tenham sido utilizados de forma indevida ou divulgados durante o período em que o acesso ficou aberto.
Situações semelhantes já haviam sido registradas dentro da própria Meta: recentemente, a diretora de segurança e alinhamento da divisão de superinteligência da empresa, Summer Yue, relatou que um agente experimental apagou toda a sua caixa de entrada de emails.
Vale lembrar que a Amazon Web Services (AWS) também enfrentou uma interrupção de aproximadamente 13 horas neste ano, envolvendo sua ferramenta de codificação baseada em IA. Além disso, a Moltbook, rede social voltada à comunicação entre agentes adquirida pela Meta, já apresentou uma vulnerabilidade que expôs informações de usuários.
Agente de IA da Meta causa falha interna de segurança


A Motorola confirmou uma parceria com a GrapheneOS Foundation, que desenvolve uma versão do Android sem componentes do Google e focada em privacidade. De acordo com a fabricante, futuros aparelhos da marca poderão ser compatíveis com o sistema.
O anúncio foi feito neste domingo (01/03), no Mobile World Congress 2026, realizado em Barcelona (Espanha).
De acordo com o comunicado divulgado, a Motorola e a GrapheneOS Foundation vão trabalhar juntas para “fortalecer a segurança dos smartphones e colaborar em futuros aparelhos projetados para serem compatíveis com o GrapheneOS”. Além disso, a companhia diz que novas ferramentas de segurança devem ser apresentadas em breve, assim como pesquisas e melhorias de software.
No X, a conta oficial do sistema disse que a parceria permitirá levar o sistema alternativo a um “subconjunto” de dispositivos da Motorola por meio de uma instalação direta. A fundação ainda afirmou ter esperança de que futuros aparelhos da marca venham com o GrapheneOS já instalado.
Atualmente, o GrapheneOS só está disponível para 20 modelos da linha Pixel que ainda não atingiram o fim do ciclo de vida.
O GrapheneOS é um sistema operacional livre e de código aberto, desenvolvido usando o Android Open Source Project como base. Seu principal diferencial é vir sem os aplicativos do Google, como Gmail, Drive e Fotos, além de não contar com elementos que funcionam na base do Android “padrão”, como os Google Play Services.

Apesar disso, usuários do sistema ainda têm a opção de instalar uma versão dos Google Play Services em uma sandbox, solução que o “separa” do resto do sistema, limitando acesso a dados e recursos.
Entre outras soluções de segurança e privacidade, o GrapheneOS conta com a possibilidade de revogar o acesso à rede para qualquer aplicativo, além de ter controle individual de cada sensor do aparelho para cada app. Ainda nessa lista, o sistema oferece reinicialização automática, opção para desabilitar o USB-C e uma senha alternativa para tela de bloqueio — que, na verdade, apaga por completo todos os dados do smartphone.
Com informações do 9to5Google
Motorola terá suporte a Android sem Google, com foco em privacidade




Durante anos, a Samsung alimentou a expectativa de que o Ballie, seu robô doméstico em formato de esfera, finalmente chegaria às lojas. O dispositivo foi exibido em diversas edições da CES, ganhou redesign, novas funções e até uma janela oficial de lançamento. Agora, porém, a empresa confirmou que o produto não será lançado para o público consumidor.
Segundo a agência Bloomberg, a Samsung decidiu “engavetar indefinidamente” o Ballie como produto comercial. Em vez disso, o robô continuará existindo apenas como uma plataforma interna de testes e desenvolvimento. A decisão vem após o prazo prometido para o lançamento — o verão de 2025 no Hemisfério Norte — ter passado sem qualquer novidade concreta sobre vendas.
O Ballie foi apresentado pela primeira vez na CES 2020 como um robô doméstico capaz de interagir com usuários e controlar dispositivos de casa inteligente. Na época, ele era descrito como um dos conceitos mais avançados exibidos pela Samsung, com recursos como reconhecimento facial, acompanhamento do dono e integração com eletrodomésticos conectados.
Ao longo dos anos, o projeto evoluiu. Na CES 2024, o Ballie reapareceu maior, com formato mais arredondado, um anel de luz e até a função de projetor portátil. A Samsung demonstrou o robô exibindo imagens, enviando informações para smartphones e interagindo com outros dispositivos do ecossistema da marca. Já na CES 2025, a empresa reforçou que o lançamento aconteceria ainda naquele ano, com suporte a interações conversacionais baseadas no Google Gemini.
Em um comunicado oficial divulgado anteriormente, a Samsung chegou a afirmar: “Disponível para os consumidores neste verão, o Ballie será capaz de interagir de forma natural e conversacional para ajudar os usuários a gerenciar ambientes domésticos, incluindo ajustar a iluminação, receber pessoas na porta, personalizar horários, definir lembretes e muito mais”.

Agora a empresa mudou o discurso. De acordo com a Samsung, o Ballie seguirá como uma “plataforma ativa de inovação”. Em declaração à Bloomberg, a companhia afirmou: “Após vários anos de testes em situações reais, essa tecnologia continua a orientar a forma como a Samsung desenvolve experiências espaciais e contextuais, principalmente em áreas como inteligência para casas inteligentes, IA ambiental e privacidade desde a concepção”.
Embora ainda exista um site para cadastro de interessados, a decisão indica cautela. Custos elevados, dúvidas sobre confiabilidade no uso diário e o apetite limitado do público por robôs domésticos podem ter pesado na escolha. Em um momento em que empresas de tecnologia revisam apostas em IA, assistentes virtuais e dispositivos experimentais, a Samsung parece ter optado por reaproveitar as ideias do Ballie em outros produtos, deixando o robô, por ora, fora das prateleiras.
O Samsung Ballie jamais verá a luz do dia





A feira apresentou desde invenções práticas que chegam ao mercado em breve até conceitos sofisticados voltados para o futuro.
Dispositivos como o aspirador que sobe escadas Saros Rover e o robô doméstico Onero H1 já possuem previsão de lançamento.
Protótipos humanoides como o LG CLOiD e o Vinmotion Motion 2 funcionam apenas como demonstrações tecnológicas, sem data de estreia.
Maior feira de eletrônicos do mundo, a CES sempre conta com invenções dos mais variados tipos, de lançamentos de produtos a demonstrações conceituais. Isso também vale para os robôs apresentados na feira.
Na edição de 2026, vimos algumas ideias simples, mas engenhosas, que devem estar à venda em breve, e também criações complexas e sofisticadas que não devem sair dos palcos tão cedo.

Começando pelos robôs que estão mais perto de chegar às nossas casas, temos o Roborock Saros Rover. Ele é um aspirador-robô com algo a mais: duas pernas articuladas, parecidas com as de um sapo.
Graças a elas, o Saros Rover consegue subir degraus e limpar escadas inteiras. Além dessa grande vantagem, o aspirador passa a ser capaz de dar pequenos saltos e mudar rapidamente de direção.
Ainda entre os robôs que estão mais próximos de chegar às lojas, temos o Vex, uma pequena esfera com duas câmeras criada pela empresa recém-fundada FrontierX.
A tarefa do Vex é seguir seu animal de estimação pela casa e gravar o que ele fez durante o dia. Caso você tenha mais de um cachorro ou gato, o robô é capaz de saber quem é quem, graças a um sistema de reconhecimento visual.
O resultado é um vídeo diário já editado, criando “narrativas tocantes e histórias compartilháveis”. Isso é legal, mas tenho certeza de que quem tem um pet em casa está mais interessado em saber se o bicho comeu alguma coisa que não deveria enquanto esteve sozinho.
Este é um robô massagista: basta você se deitar sobre o aparelho que ele se encarrega do trabalho de rolar dos pés à cabeça, massageando as costas.
O RheoFit A1 não chega a ser uma novidade, já que a campanha para financiá-lo no Kickstarter aconteceu em 2025. Mesmo assim, ele continua sendo interessante (e, aparentemente, muito prazeroso).

Agora é a hora dos robôs mais futuristas, com formato humanoide e ideias mais próximas da ficção científica. Um deles é o CLOiD, da LG, que tem foco em tarefas domésticas.
O CLOiD tem braços, mãos e dedos articulados. Nas demonstrações feitas pela empresa sul-coreana, ele tirou roupas da máquina, dobrou as peças, pegou itens na geladeira e colocou comida no forno.
Assim como muitos outros robôs que foram apresentados na CES ao longo dos anos, não existe previsão de lançamento — ele deve ficar mesmo apenas como um conceito da marca.

Outro robô humanoide apresentado na CES 2026 foi o Onero H1, da companhia chinesa Switchbot, fabricante de aspiradores e aparelhos de casa inteligente.
O Onero H1 tem base de aspirador-robô, mas sobre ela, um tronco, uma cabeça e dois braços articulados. Ele é capaz de pegar roupas, levá-las até a lavanderia, abrir a porta da máquina, colocar as peças dentro e fechar a porta.
Segundo a empresa, o Onero H1 estará disponível para compra ainda em 2026, com preço abaixo de US$ 10 mil (aproximadamente R$ 54 mil, em conversão direta).
A CES também é uma ótima oportunidade para empresas de tecnologia mostrarem que são capazes de desenvolver componentes para dar superpoderes a robôs.
Foi o caso da Qualcomm. A companhia anunciou a plataforma para robótica Dragonwing IQ10, que une chips, software e inteligência artificial. Além disso, usando a versão anterior (IQ9), ela desenvolveu o Motion 2 em parceria com a empresa vietnamita Vinmotion.
O Motion 2 é um robô humanoide de uso geral. No vídeo de demonstração, ele soca um pedaço de madeira, pega um ursinho de pelúcia caído no chão e faz alongamentos nas costas. Ele lembra o Atlas, que ficou famoso por exibir agilidade e destreza surpreendentes para uma máquina.
Por falar nele, a Boston Dynamics, sua criadora, anunciou uma parceria com o Google para usar IA nas máquinas. O acordo é também um reencontro, já que a Boston Dynamics fez parte da Alphabet até 2017.
Estes são os robôs mais curiosos da CES 2026









Durante a CES 2026, em Las Vegas, as principais fabricantes de PCs reforçaram uma tendência de mudança no desenvolvimento dos computadores: mais modularidade. Dell, HP e Lenovo apresentaram notebooks que facilitam a manutenção, atendendo uma demanda de consumidores por equipamentos que permitam trocar componentes para aumentar a vida útil.
Esse movimento marca uma virada na filosofia de design que dominou a indústria na última década. Em vez de peças soldadas e chassis colados, os novos modelos utilizam estruturas que permitem acesso rápido a teclados, baterias, módulos de memória e armazenamento.

A Lenovo aproveitou o evento para introduzir o design modular Space Frame na linha ThinkPad X1 Carbon Gen 14 Aura Edition. Embora mantenha o visual característico da marca, a nova estrutura interna foi projetada para simplificar reparos e atualizações.
A Dell ressuscitou a linha XPS e revelou o XPS 14 e o XPS 16, com atualizações que seguem a mesma lógica, facilitando a troca de componentes que sofrem desgaste natural, como teclado e bateria, sem a necessidade de procedimentos complexos. A HP anunciou medidas na mesma linha.
Na CES, o vice-presidente e COO da Dell, Jeff Clarke, também admitiu que a IA não é um critério relevante para os consumidores na hora da compra. O posicionamento destoa da maioria das fabricantes de PCs hoje.
Essa tendência de modularidade é apoiada também pela Intel, que propôs recentemente uma nova arquitetura que divide a placa-mãe em módulos. O objetivo é permitir que usuários troquem apenas o módulo do processador ou de conectividade, reaproveitando o restante do chassi e periféricos.
Fabricantes como Acer e Asus também demonstram movimentos nesse sentido, mas com focos distintos. A Acer mantém a linha Vero, construída com plásticos reciclados e projetada para ser facilmente desmontada para reciclagem ou reparo.
Já a Asus, que investe fortemente em ultraportáteis com a linha Zenbook, tem implementado melhorias na acessibilidade interna, reduzindo o uso de adesivos em favor de parafusos convencionais e facilitando a abertura do chassi.

A Apple vai por outro caminho e prefere manter sua estratégia de hardware integrado e espessura reduzida. A transição para os chips Apple Silicon (M1, M2 e sucessores), por exemplo, marcou o fim da RAM e do armazenamento expansíveis, componentes agora incorporados diretamente ao processador ou soldados à placa lógica.
Rumores indicam que o MacBook Pro de 2026 será ainda mais fino que os modelos atuais, possivelmente adotando telas OLED para economizar espaço interno, segundo o 9to5Mac. No passado, a busca incessante pela finura resultou em falhas de design, como o “teclado borboleta” de 2016, que se provou pouco confiável e de difícil substituição.
Para a empresa, a integração total permite um controle mais rígido sobre desempenho e design, mas o custo é a perda de autonomia do usuário. O reparo de um MacBook costuma exigir assistência técnica especializada e, em muitos casos, a troca de toda a placa-mãe, elevando drasticamente o custo do serviço.
Para o consumidor local, a possibilidade de investir em equipamentos que permitem atualizações e reparos mais acessíveis representa uma escolha lógica diante da realidade econômica.
Com a previsão de que notebooks e celulares fiquem até 20% mais caros em 2026, devido ao encarecimento global de semicondutores, o comprador brasileiro tende a priorizar o conserto em vez da substituição total do produto.
Além do fator econômico, há uma questão ambiental. Dados do Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos (SINIR) e da ONU indicam que o Brasil é o maior produtor de lixo eletrônico da América Latina, gerando mais de 2 milhões de toneladas anualmente. A facilidade de reparo ajuda a frear o descarte irregular.
Notebooks mais fáceis de consertar voltam ao radar da indústria






A divisão de telas da Samsung exibiu um novo painel OLED dobrável sem vinco visível, apresentado como um conceito de pesquisa. O display chamou atenção por eliminar a marca central que ainda caracteriza os celulares dobráveis atuais.
O conceito foi apresentado na feira CES 2026, realizada nos Estados Unidos. Ele deve ser aplicado nos próximos smartphones da linha Fold e Flip da sul-coreana. Embora a Samsung não tenha associado o painel a nenhum produto específico, o protótipo reacendeu especulações sobre o aguardado iPhone Fold. A característica seria um dos principais requisitos da Apple para o lançamento do aparelho.
Segundo a própria Samsung Display, o painel é um conceito sem cronograma definido para comercialização. A empresa afirmou ao The Verge que não há, até o momento, um plano fechado para levar a tecnologia ao mercado.

Segundo relatos da imprensa estrangeira, a diferença visual entre o novo painel e as tecnologias atuais é nítida. Segundo o portal 9to5Mac, o formato exibido é compatível com descrições anteriores atribuídas ao suposto iPhone Fold, incluindo proporção de tela e ausência de vinco perceptível.
Exposto lado a lado com o Galaxy Z Fold 7, o protótipo — identificado como “Advanced Creaseless Display” (Tela Avançada Sem Vinco) — apresenta uma superfície uniforme, sem distorção na área da dobradiça, mesmo sob iluminação direta.
A hipótese de a Samsung Display ser fornecedora das telas do dobrável da Apple ganhou força em setembro, quando o presidente Lee Cheong afirmou que a companhia se preparava para produzir painéis OLED dobráveis para “um cliente norte-americano”.
Na ocasião, a Samsung não citou a Apple, mas a informação foi associada ao iPhone Fold por veículos da imprensa sul-coreana.
Não há confirmação oficial de que o display mostrado será usado pela Apple. O painel foi retirado do espaço de exposição ainda no primeiro dia da feira.
Could this be the Display of the Samsung Galaxy Z Fold 8?
— SamMobile – Samsung news! (@SamMobiles) January 6, 2026pic.twitter.com/I6PLcv0azV
Além da tela, outras características do iPhone Fold seguem no campo das especulações. Vazamentos anteriores indicaram que a Apple estaria testando baterias com capacidade entre 5.400 mAh e 5.800 mAh, acima da média atual dos dobráveis no mercado.
Esses dados, no entanto, não foram confirmados pela empresa e não aparecem em nenhum material divulgado pela gigante de Cupertino. Também não há informações oficiais sobre design final, dimensões ou funcionalidades específicas do aparelho.
De acordo com rumores recorrentes na indústria, o iPhone Fold deve ser lançado em setembro do ano que vem, junto com o iPhone 18 Pro. Até lá, a Apple mantém silêncio sobre o projeto.
iPhone Fold? Protótipo de tela reforça rumores sobre dobrável da Apple



O Fold da Samsung ganhou um concorrente: a Motorola apresentou nesta terça-feira (6) o Motorola Razr Fold, novo smartphone que se abre como se fosse um livro. O aparelho passa a incorporar recursos voltados à produtividade e à integração com outros dispositivos do ecossistema da Lenovo e Motorola. O anúncio ocorreu durante a feira CES 2026, que ocorre nos Las Vegas, nos EUA.
Entre as principais novidades estão a compatibilidade com caneta stylus, uma tela externa maior e a adoção da plataforma de inteligência artificial Qira, responsável por integrar o smartphone a dispositivos da fabricante.
Quando fechado, o aparelho apresenta uma tela externa de 6,6 polegadas, enquanto a tela interna (quando aberto) tem 8,1 polegadas, com resolução 2K e tecnologia LTPO. Ela é, portanto, ligeiramente maior que a do rival Z Fold 7, com 8,0 polegadas. O painel oferece uma área maior para multitarefa, leitura, edição de documentos e consumo de mídia, com interfaces adaptáveis ao tamanho da tela.
O Razr Fold é compatível com a caneta stylus Moto Pen Ultra. Ela permite anotações, edição de arquivos e navegação pela interface. No evento, a empresa também demonstrou a criação de imagens com IA através de rascunhos desenhados à mão.
Segundo a Motorola, o sistema traz layouts flexíveis e adapta automaticamente os aplicativos ao uso com caneta e ao modo multitarefa, com várias janelas abertas no Android e divisão de tela.

O conjunto de câmeras do Razr Fold é composto por três sensores traseiros de 50 MP cada, incluindo lente principal, ultrawide com função macro e uma teleobjetiva periscópica com zoom óptico de 3x.
Na parte frontal, o aparelho conta com uma câmera externa de 32 MP, utilizada para selfies e vídeos com o telefone fechado, além de uma câmera interna de 20 MP para chamadas de vídeo quando o dispositivo está aberto. O sistema de câmeras utiliza sensores Sony LYTIA e tem suporte a Dolby Vision.

A Motorola não detalhou qual processador equipa o Razr Fold nem as especificações de memória. Por outro lado, reforçando o foco do evento em inteligência artificial, confirmou que o modelo utiliza a plataforma Qira — sistema de inteligência artificial desenvolvido para atuar na gestão de desempenho, consumo de energia e integração entre dispositivos.
De acordo com a fabricante, o Qira permite a comunicação entre o smartphone e outros produtos da Lenovo, como notebooks e tablets, facilitando tarefas como transferência de arquivos, continuidade de atividades e controle entre telas.

A Lenovo também anunciou uma edição limitada do produto chamada de Razr FIFA World Cup 26 Edition, com personalizações voltadas ao futebol. Ela será vendida apenas nos Estados Unidos. Além disso, a empresa revelou a criação da linha Motorola Signature, com foco em materiais diferenciados e design exclusivo.
A empresa também atualizou sua franquia de periféricos Moto Things, introduzindo produtos desenvolvidos em colaboração com marcas de áudio e saúde:
Até o momento, a Lenovo não informou quando os dispositivos chegam ao mercado brasileiro nem quais serão os preços, mas prevê o lançamento na América Latina para as próximas semanas.
Motorola anuncia Razr Fold, com tela de 8,1″ e suporte a stylus









A Intel escolheu a CES 2026 para fazer o anúncio oficial dos processadores Core Ultra Série 3 (ou Core Ultra Series 3), codinome “Panther Lake”. A linha chama a atenção por ser a primeira a ter como base a moderna tecnologia de fabricação Intel 18A. Mas há outro detalhe interessante: a novidade marca a estreia de uma nomenclatura um pouco mais simples nos chips da companhia.
O processo 18A é o mais avançado já desenvolvido dentro dos Estados Unidos, de acordo com a Intel. A tecnologia é equivalente, em alguns aspectos, ao processo N2 (de 2 nanômetros), da TSMC. Em linhas gerais, o padrão 18A tende a oferecer eficiência enérgica até 15% melhor, bem como 30% mais densidade de transistores em relação ao processo anterior (Intel 3).
Não por acaso, Jim Johnson, da Intel, fez o seguinte comentário sobre o anúncio:
Com a Série 3, estamos totalmente focados em melhorar a eficiência energética, adicionar mais desempenho de CPU, uma GPU maior e única em sua classe, mais capacidade de computação em IA e compatibilidade de aplicativos confiável com x86.
Jim Johnson, vice-presidente sênior e gerente geral do Client Computing Group, da Intel
Tal como a companhia havia confirmado em outubro do ano passado, os chips Panther Lake também trazem uma estrutura com três módulos principais como atributo notável: um abriga os núcleos de CPU e a NPU, outro contém os núcleos de GPU, enquanto o terceiro controla recursos de conectividade, como Wi-Fi e Bluetooth.

Os chips Intel Core Ultra Série 3 chegam com 14 modelos, todos direcionados a notebooks ultraportáteis. São eles:
| Núcleos | NPU (TOPS) | Cache L3 | Clock máximo | Núcleos de GPU | TDP | |
|---|---|---|---|---|---|---|
| Core Ultra X9 388H | 16 | 50 | 18 MB | 5,1 GHz | 12 | 25-80 W |
| Core Ultra 9 386H | 16 | 50 | 18 MB | 4,9 GHz | 4 | 25-80 W |
| Core Ultra X7 368H | 16 | 50 | 18 MB | 5 GHz | 12 | 25-80 W |
| Core Ultra 7 366H | 16 | 50 | 18 MB | 4,8 GHz | 4 | 25-80 W |
| Core Ultra 7 365 | 8 | 49 | 12 MB | 4,8 GHz | 4 | 25-55 W |
| Core Ultra X7 358H | 16 | 50 | 18 MB | 4,8 GHz | 12 | 25-80 W |
| Core Ultra 7 356H | 16 | 50 | 18 MB | 4,7 GHz | 4 | 25-80 W |
| Core Ultra 7 355 | 8 | 49 | 12 MB | 4,7 GHz | 4 | 25-55 W |
| Core Ultra 5 338H | 12 | 47 | 18 MB | 4,7 GHz | 10 | 25-80 W |
| Core Ultra 5 336H | 12 | 47 | 18 MB | 4,6 GHz | 4 | 25-80 W |
| Core Ultra 5 335 | 8 | 47 | 12 MB | 4,6 GHz | 4 | 25-55 W |
| Core Ultra 5 325 | 8 | 47 | 12 MB | 4,5 GHz | 4 | 25-55 W |
| Core Ultra 5 332 | 6 | 47 | 12 MB | 4,4 GHz | 2 | 25-55 W |
| Core Ultra 3 322 | 6 | 46 | 12 MB | 4,4 GHz | 2 | 25-55 W |
Os chips Core Ultra Série 3 trazem menos letras como sufixo, e isso deixa a linha menos confusa para o usuário.
Nas linhas anteriores, encontramos terminações com letras como ‘Y’, que designam chips com consumo muito baixo de energia. Na nova série, apenas o sufixo ‘H’ foi mantido, servindo para identificar modelos de alto desempenho, a exemplo do Core Ultra X9 388H.
Repare também que os modelos Core Ultra X9 388H, Core Ultra X7 368H e Core Ultra X7 358H têm um ‘X’ em seus respectivos nomes. Todos eles trazem GPUs Intel Arc B390, que são mais avançadas (têm 12 núcleos).
Os modelos sem ‘X’ contam com unidades Xe3 mais simples (até quatro núcleos). A exceção fica para o Core Ultra 5 338H, que tem GPU Arc B370 (dez núcleos).

Notebooks com chips Core Ultra Série 3 já começaram a ser anunciados. São mais de 200 modelos, afirma a Intel. A expectativa da companhia é a de que as vendas desses equipamentos comecem em 27 de janeiro.
Isso vale até para o Brasil. Por aqui, a Positivo já anunciou o notebook Master Copilot+ PC, que terá justamente um processador Core Ultra Série 3 como principal atributo. A empresa ainda não informou a data de início das vendas do laptop, porém.
Intel Core Ultra Série 3 estreia tecnologia 18A e traz nomes mais simples






A HP apresentou na CES 2026 o EliteBoard G1a Next Gen AI PC, um computador que chama a atenção pelo formato pouco convencional: ele “mora” dentro de um teclado de 17 mm de espessura, largura de laptop de 16 polegadas e peso de 750 g. A ideia é que ele seja fácil de levar para o escritório e para casa, bastando se conectar a um monitor para funcionar.
O EliteBoard G1a Next Gen AI PC deve chegar às lojas dos Estados Unidos em março de 2026. A HP diz que revelará o preço mais perto dessa data.

Apesar de incomum, colocar todos os componentes de um computador dentro de um teclado não é inédito. O Raspberry Pi 400 e o Orange Pi 800 já adotaram o formato, e algumas pessoas já tiveram a ideia maluca de usar MacBooks Pro sem tela.
Mesmo com um tamanho compacto, o EliteBoard G1a tem especificações interessantes, como chip AMD Ryzen AI 7 350 Pro 8C, até 64 GB de RAM e até 2 TB de armazenamento. O EliteBoard G1a conta com NPU de até 50 TOPS para inteligência artificial, o que o qualifica como um Copilot+ PC.

O aparelho também tem componentes comuns a notebooks, como microfones e alto-falantes duplos, dispensando a necessidade de levar acessórios por aí. Ele conta com uma saída USB 4 e outra USB-C 3.2 Gen 2, além de um cabo USB 4 extra opcional e embutido. Com isso, é possível se conectar a quatro monitores 4K.
Outro ponto em comum é a bateria, com capacidade de 32 Wh. Isso é consideravelmente menor que a de um notebook comum, mas faz sentido, já que ele não tem sua própria tela. Segundo a HP, isso é suficiente para 3,5 horas de trabalho ou mais de dois dias em modo de espera.

A bateria do dispositivo é opcional e substituível. Caso o usuário prefira, pode usar o EliteBoard G1a conectado a uma fonte de 65 W, usando um plug USB-C. E, como se trata de um teclado, vale dizer que ele tem um numpad de 10 botões.
HP EliteBoard G1a é um computador completo dentro de um teclado





AMD apresentou novos chips Ryzen AI 400 com NPUs de até 60 TOPS para notebooks durante a CES 2026;
Lnha Ryzen AI Max+ foi atualizada com chegada de dois modelos;
Outra novidade é o Ryzen 7 9850X3D, que estreia como nova opção de alto desempenho para desktops.
A AMD aproveitou a CES 2026 para anunciar uma nova leva de processadores. Os destaques vão para a série AMD Ryzen AI 400 e os novos Ryzen AI Max, que chegam para reforçar o portfólio da marca no segmento de PCs com recursos nativos para inteligência artificial.
Também há um novo chip de desktop para quem busca alto desempenho: o Ryzen 7 9850X3D.
Os processadores Ryzen AI 400 são a continuação da linha Ryzen AI 300, introduzida em julho de 2024. A nova série mantém a arquitetura Zen 5 nas CPUs, mas traz algumas evoluções em relação à geração anterior, com as NPUs de até 60 TOPS (XDNA 2) aparecendo como os exemplos mais notáveis. As GPUs integradas têm arquitetura RDNA 3.5 e até 16 núcleos, vale destacar.
Eis os modelos da linha:
| Modelo | Núcleos / Threads | Clock (boost) | Cache L2 + L3 | NPU (TOPS) | Núcleos gráficos |
|---|---|---|---|---|---|
| Ryzen AI 9 HX 475 | 12 / 24 | 5,2 GHz | 36 MB | 60 | 16 |
| Ryzen AI 9 HX 470 | 12 / 24 | 5,2 GHz | 36 MB | 55 | 16 |
| Ryzen AI 9 465 | 10 / 20 | 5 GHz | 34 MB | 50 | 12 |
| Ryzen AI 7 450 | 8 / 16 | 5,1 GHz | 24 MB | 50 | 8 |
| Ryzen AI 7 445 | 6 / 12 | 4,6 GHz | 14 MB | 50 | 4 |
| Ryzen AI 5 435 | 6 / 12 | 4,5 GHz | 14 MB | 50 | 4 |
| Ryzen AI 5 430 | 4 / 8 | 4,5 GHz | 12 MB | 50 | 4 |
Aqui, o TDP varia entre 15 e 54 W. Todos os modelos são direcionados a notebooks e têm clock base de 2 GHz, com os chips “HX” se destacando por oferecerem alto desempenho.

Lançada há cerca de um ano para notebooks, a linha AMD Ryzen AI Max+ acaba de ganhar dois membros: os chips Ryzen AI Max+ 392 e Ryzen AI Max+ 388.
Como o foco desses processadores recai sobre aplicações avançadas, executadas via workstations, por exemplo, encontramos NPUs XDNA 2 de 50 TOPS e GPUs integradas RDNA 3.5 com até 40 núcleos por aqui.
Com os novos membros, a linha ficou assim:
| Núcleos / Threads | Clock (boost) | NPU (TOPS) | Núcleos gráficos | GPU TFLOPS | |
|---|---|---|---|---|---|
| Ryzen AI Max+ 395 | 16 / 32 | 5,1 GHz | 50 | 40 | 60 |
| Ryzen AI Max+ 392* | 12 / 24 | 5 GHz | 50 | 40 | 60 |
| Ryzen AI Max+ 390 | 12 / 24 | 5 GHz | 50 | 32 | 48 |
| Ryzen AI Max+ 388* | 8 / 16 | 5 GHz | 50 | 40 | 60 |
| Ryzen AI Max+ 385 | 8 / 16 | 5 GHz | 50 | 32 | 48 |
*Modelos novos
Todos os modelos têm CPUs Zen 5 e suportam até 128 GB de memória RAM. O TDP pode chegar a 120 W.

Ainda no campo do alto desempenho está o processador AMD Ryzen 7 9850X3D, que vem para ser uma opção intermediária, mas ainda avançada, na série Ryzen 9000. Não por acaso, a AMD afirma que a novidade consegue ter, em média, 27% mais desempenho em jogos em relação ao rival Intel Core Ultra 9 285K.
As principais características do Ryzen 7 9850X3D são estas:
Convém relembrar que a série Ryzen 9000 é direcionada a desktops, conta com gráficos integrados RDNA 2 e, no caso dos modelos com final “X3D”, traz a tecnologia AMD 3D V-Cache, que aumenta a capacidade da memória cache.
De acordo com a AMD, fabricantes como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo lançarão notebooks com os chips Ryzen AI 400 e os novos Ryzen AI Max ainda no primeiro trimestre de 2026.
O processador AMD Ryzen 7 9850X3D chegará às prateleiras no mesmo período, mas ainda não há informações oficiais sobre preços. Nos Estados Unidos, o modelo deve custar por volta de US$ 550 (R$ 2.970), porém.
AMD anuncia chips Ryzen AI 400 com NPU de até 60 TOPS para IA






Apenas um dia antes do início oficial da CES 2026, a Samsung estreou a tecnologia de painel Micro RGB em uma versão gigantesca: 130 polegadas. A nova aposta para o segmento de telas de luxo expande a linha apresentada originalmente em 2025 com o modelo de 115 polegadas.
O modelo R95H conta agora com a maior tela Micro RGB da fabricante sul-coreana, sendo a primeira do mundo com 130 polegadas. Revelada nesta segunda-feira (05/01), a peça deve superar as limitações de brilho e vida útil das TVs OLED premium, sendo direcionada aos consumidores que buscam uma experiência de cinema em casa sem as restrições de iluminação de um projetor.
Visualmente, a R95H tenta se distanciar da aparência de um eletrônico convencional. A Samsung aplicou um conceito de design chamado “Timeless Frame”, que cria uma ilusão de ótica em que a tela parece flutuar dentro da estrutura. O sistema de som é integrado à própria moldura, dispensando caixas externas.

A tecnologia por trás da tela gigante é uma evolução do Micro LED. O Micro RGB utiliza LEDs microscópicos (menores que 100 micrômetros) que emitem luz própria nas cores vermelho, verde e azul.
Diferente das TVs LED comuns (que precisam de uma luz de fundo ou backlight) e das OLEDs (que usam material orgânico), o Micro RGB é inorgânico e autoemissivo, garantindo vantagens como:
Segundo a fabricante, o painel cobre 100% do espaço de cor BT.2020, o padrão mais exigente da indústria cinematográfica, e utiliza um novo processador de inteligência artificial para aprimorar o contraste e a nitidez em tempo real.

Para gerenciar os milhões de pixels da tela de 130 polegadas, a R95H utiliza um novo processador de inteligência artificial. O chip é responsável por aprimorar o contraste e a nitidez cena a cena, além de viabilizar o suporte ao HDR10+ Advanced, a nova geração do padrão de alto alcance dinâmico da empresa.
Para gerenciar a qualidade de imagem em uma superfície tão extensa, a Samsung implementou um novo conjunto de processamento composto por Micro RGB AI Engine Pro, Micro RGB Color Booster Pro e Micro RGB HDR Pro, que aprimoram a qualidade de imagem.
O software do aparelho também recebeu incrementos de IA voltados para a usabilidade:
Como parte das linhas de TV Micro RGB de 2026, é esperado que a nova R95H chegue às lojas ainda neste ano. Por enquanto, não há previsão de lançamento ou disponibilidade do produto para o mercado brasileiro.
Nos Estados Unidos, o preço final também não foi divulgado. Mas, pelo histórico dessas tecnologias, o investimento deve ser proibitivo para a maioria, ao menos no início.
Cabe na sua sala? TV de 130″ chama atenção em feira



Quem tem um sistema de som em casa geralmente está acostumado com caixas pretas espalhadas pelo ambiente. Mas e se esses equipamentos fossem mais discretos e integrados à sala? É essa lógica que segue a próxima linha de áudio da Samsung para 2026.
A companhia antecipou os produtos de som que serão demonstrados durante a CES 2026, feira de tecnologia que ocorre entre os dias 6 e 9 de janeiro. Dentre eles está a nova série Music Studio, que aposta em integrar a tecnologia ao ambiente doméstico de forma mais orgânica.
A proposta da sul-coreana é unir especificações de alta fidelidade — como áudio espacial e super tweeters — a um visual que não precisa ser escondido na estante e que faça parte da composição estética da sala de estar. O conceito minimalista foi desenvolvido pelo designer Erwan Bouroullec.
O modelo mais robusto da nova família é o Music Studio 7 (LS70H), projetado para atuar como um sistema independente ou complementar à TV, com uma configuração de canais 3.1.1. O dispositivo é equipado com um tweeter capaz de alcançar frequências de até 35 kHz, focando na reprodução de detalhes em faixas de alta resolução (24 bits/96 kHz), com o Audio Lab Pattern Control para gerenciar a direção do som e reduzir a sobreposição de sinais.
Para ambientes menores, onde a estética é a prioridade, a empresa apresentou a Music Studio 5 (LS50H). Com um formato mais compacto. O equipamento utiliza um woofer de 4 polegadas, combinado a dois tweeters com guia de ondas integrado.
Ambos os modelos contam com o recurso de AI Dynamic Bass Control. A funcionalidade utiliza inteligência artificial para monitorar e ajustar as frequências graves em tempo real, tentando entregar profundidade sem causar as distorções comuns em caixas de design não convencionais.

Além das caixas conceituais, a Samsung renovará a linha de soundbars da série Q com a topo de linha HW-Q990H. O modelo oferece um sistema de 11.1.4 canais, combinando uma barra de 7.0.2 canais, alto-falantes traseiros de 4.0.2 e um subwoofer integrado.
A novidade também estreia a tecnologia Sound Elevation, que ajusta o áudio de forma que pareça sair do centro da tela, e não da barra, e trará sintonização por IA de nova geração para ampliar o campo sonoro.
Para espaços compactos, a Samsung trará a “all-in-one” HW-S90H, que pretende entregar uma experiência de home theater completa em um único aparelho, com 7.1.2 canais, sem a necessidade de subwoofers externos ou caixas espalhadas pela sala. Além disso, ela possui um sensor de giroscópio integrado que adapta a distribuição do som dependendo se a barra está montada na parede ou apoiada em um móvel.
Toda a linha 2026 chega com integração profunda ao aplicativo SmartThings. A interface atualizada deve facilitar o agrupamento de dispositivos e permitir que o usuário mescle as novas soundbars e caixas Music Studio com outros alto-falantes Wi-Fi da casa.
O recurso Q-Symphony também foi aprimorado. Agora, ele permite sincronizar os alto-falantes da TV com até cinco dispositivos de som externos simultaneamente (antes limitados a menos canais), criando um palco sonoro mais complexo e envolvente.
Samsung aposta em caixas de som com formato inusitado



A LG apresentará um novo robô doméstico durante a CES 2026, feira de tecnologia que ocorre em janeiro, em Las Vegas. A fabricante comunicou a criação do LG CLOiD, robô que se difere dos seus assistentes virtuais sobre rodas por possuir braços mecânicos para interagir fisicamente com o ambiente e executar tarefas domésticas.
No anúncio, feito neste Natal, a marca sul-coreana declara que o objetivo é aproximar a tecnologia da visão de Zero Labor Home (Casa com Zero Trabalho), na qual a máquina fica responsável pelas obrigações do dia a dia.
Embora a empresa não liste quais afazeres o robô poderá fazer, a estrutura sugere que haverá capacidade de manipulação de objetos.
A novidade evolui a ideia de agente de IA que a companhia vinha demonstrando, até então, com o LG Q9. Desta vez, a promessa é que o robô atue ativamente na organização do lar, liberando o tempo do usuário para outras atividades.

O grande diferencial do LG CLOiD deve ser a introdução dos dois braços articulados que possuem sete graus de liberdade, o que simula a amplitude e a flexibilidade do movimento humano. A característica pode permitir que o robô alcance objetos em prateleiras ou realize movimentos completos que exijam contorção e mais precisão.
Nas extremidades desses braços, a LG implementou mãos com cinco dedos atuados individualmente. Tal como as articulações, a réplica da mão humana deve permitir o manuseio de ferramentas e objetos do cotidiano.
Para controlar o corpo mecânico, a LG aposta no que chama de Affectionate Intelligence (Inteligência Afetuosa). O termo, já utilizado pela empresa em outros produtos, refere-se a algoritmos de IA projetados para ir além da execução fria de comandos.
O sistema permite que o robô compreenda o contexto emocional dos moradores e demonstre empatia durante as interações. Isso é viabilizado por um pacote de sensores alojados na “cabeça” do dispositivo, incluindo câmeras de reconhecimento visual, microfones para comandos de voz e um display que serve como rosto para comunicação expressiva.
A apresentação completa do LG CLOiD, com demonstrações de uso real, está agendada para ocorrer entre os dias 6 e 9 de janeiro no estande da empresa na CES.
LG terá robô capaz de executar tarefas domésticas


A Lenovo pode estar preparando um notebook com tela rolável, capaz de se expandir para os lados e ficar com uma proporção ultrawide. O laptop deve receber o nome Legion Pro Rollable, usando a marca gamer da empresa. A apresentação aconteceria provavelmente na CES 2026, que acontece em janeiro na cidade de Las Vegas (Estados Unidos).
As informações foram obtidas pelo site Windows Latest por meio de um vazamento e, até agora, não há confirmação oficial sobre o produto. Caso se concretize, este seria o segundo ano seguido que a marca exibe, na maior feira de tecnologia do mundo, um notebook com tela que cresce — em 2025, o ThinkBook Gen 6 Rollable chamou a atenção.
A principal diferença para o modelo do ano passado é que a tela cresce para a direita e para a esquerda, ficando com uma proporção 21:9. Telas ultrawide são bastante apreciadas por quem joga.
O processador deve ser um Intel Core Ultra e ele deve rodar Windows 11, com direito ao botão Copilot no teclado. Tirando isso, pouco se sabe sobre o notebook gamer: as medidas da tela, por exemplo, permanecem desconhecidas, bem como a resolução. O preço, caso ele chegue ao mercado, também é um mistério.
Na CES 2025, a Lenovo ganhou os holofotes com o ThinkBook Gen 6 Rollable, um laptop que, graças a um display flexível e um mecanismo de rolagem, podia fazer sua tela se expandir na vertical, passando de 14 polegadas para 16,7 polegadas.
O notebook foi além de um mero conceito de demonstração: ele chegou às lojas ao preço sugerido de US$ 3.499 (aproximadamente R$ 19 mil, em conversão direta). Se o Legion Pro Rollable for lançado oficialmente, ele pode custar até mais que isso.
Lenovo prepara notebook com tela que cresce para os lados



A Samsung confirmou o adiamento do lançamento comercial do Ballie, seu robô doméstico com inteligência artificial. Prometido para chegar aos consumidores dos Estados Unidos e da Coreia do Sul em meados de 2025, o dispositivo segue longe das lojas.
A empresa mantém páginas de cadastro ativas para interessados, mas o cronograma de entrega permanece indeterminado, frustrando as expectativas criadas após as primeiras demonstrações.
A trajetória do Ballie tem sido marcada por revisões de projeto. O robô surgiu na CES 202, feira que aconteceu em Las Vegas, apenas como um protótipo, sem planos imediatos de comercialização. Quatro anos depois, em 2024, a Samsung relançou o conceito com dimensões maiores e mais capacidade de processamento.
A promessa de venda se solidificou na CES 2025, quando a fabricante estipulou o primeiro semestre do ano como janela de lançamento. O prazo e o equipamento não chegou ao mercado.
Mas por que o atraso? A Samsung atribui a demora à necessidade de mais desenvolvimento. Em resposta ao site especializado TechRadar, um porta-voz da empresa sul-coreana declarou: “Continuamos a aprimorar e aperfeiçoar a tecnologia para oferecer uma experiência ainda mais impactante ao cliente”.
A resposta indica que, apesar das exibições recentes, o robô ainda não atingiu o nível de maturidade técnica ou funcional exigido pela marca.
O Ballie é projetado para ser um assistente móvel. O design consiste em uma esfera amarela brilhante, com dimensões próximas às de uma bola de basquete, equipada com rodas para transitar por pisos planos — ele não pode subir escadas. Ele conta com um pacote robusto de sensores, incluindo LiDAR e sensor de tempo de voo (ToF), essenciais para navegação autônoma e mapeamento de ambientes.
O hardware inclui um sistema de áudio com alto-falantes e microfones, uma câmera traseira com resolução 2K e uma frontal 4K. O diferencial central do produto é um projetor integrado, capaz de exibir filmes, programas de TV e informações visuais em paredes ou no chão.

A Samsung chegou a divulgar uma parceria com o Google para integrar o modelo Gemini, aprimorar a capacidade do robô de responder perguntas e auxiliar em tarefas complexas.
Resta aguardar para saber se haverá uma data definitiva e precificação no próximo ano, provavelmente na CES 2026, ou se o produto permanecerá como um conceito.
Samsung adia o lançamento do simpático robô Ballie




O Google está trabalhando para incluir no Android uma forma de compartilhar contatos com smartphones próximos usando NFC. Os indícios ainda são vagos, mas o recurso pode se parecer com o NameDrop, presente no iPhone desde o iOS 17.
As informações surgiram a partir de uma análise do código do Google Play Services v25.44.32 beta, feita pelo site Android Authority. A publicação encontrou trechos que se referem a “atividade de troca de contatos” e “gesto de troca”. Essas partes também apontam para um “formato de troca de dados por NFC”.

O Android Authority conseguiu executar manualmente uma dessas atividades. Na tela do sistema, surge um pop-up para compartilhar seu contato ou receber o contato de outra pessoa, podendo salvá-lo na agenda.
Nada disso funciona, o que confirma que se trata de um recurso ainda nas primeiras fases de desenvolvimento. Também não se sabe como será o processo. É só aproximar? Tem que fazer mais alguma coisa? Vai ter outro método? O Android Authority nem mesmo descarta o uso de outras formas de conexão, como Bluetooth.
Uma ferramenta de compartilhamento de contatos por aproximação remete ao NameDrop, da Apple, que é uma extensão do AirDrop.
Desde o iOS 17, é possível colocar lado a lado dois dispositivos da marca para ativar o AirDrop, o que permite transferir informações e arquivos. Assim, também dá para usar o NameDrop: os usuários podem enviar instantaneamente uma espécie de cartão de visitas digital, com informações como nome, telefone, email e até mesmo foto.
O NameDrop gerou certa polêmica quando autoridades policiais dos Estados Unidos passaram a recomendar que pais desativassem o recurso nos iPhones das crianças, temendo que pessoas mal-intencionadas roubassem dados. Vale dizer que o envio do contato só acontece após confirmação do usuário.
A transferência rápida de contatos por NFC no Android não chega a ser uma novidade: ela já existia no Android Beam, lançado em 2011, que também funcionava ao colocar dois aparelhos lado a lado.
O Android Beam foi removido do Android em 2019. No lugar dele, o Google adotou o Nearby Share, que mais tarde seria unido com o Quick Share, da Samsung. Essa nova ferramenta, porém, não conta com esse recurso de aproximação.
Com informações do Android Authority e do 9to5Google
Android pode repetir iPhone e ganhar envio fácil de contato



