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Windows exibe anúncios direto na área de trabalho e sofre críticas

8 de Setembro de 2026, 14:34
Anúncio da franquia Harry Potter na área de trabalho do Windows 11 (imagem: reprodução/Microsoft)
Resumo
  • O aplicativo oficial Bing Wallpaper passou a veicular propagandas em tela cheia nos PCs com Windows 11.
  • Uma campanha recente promoveu uma coleção de filmes das franquias Harry Potter e Animais Fantásticos.
  • A inserção gerou forte insatisfação entre usuários, que criticam a invasão da área de trabalho.

Quem liga o computador esperando ver uma bela paisagem na área de trabalho pode acabar se deparando com uma propaganda. Usuários do Windows 11 em diversas regiões do mundo relataram que a Microsoft passou a exibir anúncios em tela cheia, promovendo uma coleção de filmes das franquias Harry Potter e Animais Fantásticos.

A ação comercial acontece pelo aplicativo Bing Wallpaper e vai na contramão da expectativa dos usuários que buscam uma experiência mais limpa e livre de distrações, gerando uma onda de reclamações na internet.

Como a propaganda chegou aos PCs?

A publicidade é atrelada ao utilitário oficial da Microsoft, que altera automaticamente o plano de fundo do computador, trazendo imagens em alta resolução de paisagens e natureza fornecidas pelo buscador da empresa. De forma discreta, a página oficial de download do programa traz um aviso em letras minúsculas logo abaixo do botão de instalação.

O texto alerta que os usuários podem receber “notificações contendo ofertas promocionais”, incluindo o banner gigantesco que cobre toda a área de trabalho. O anúncio exibe uma arte da coletânea, acompanhada da legenda “Disponível agora” e de um botão incentivando a pesquisa na web para a compra.

Um notebook Samsung com a tela exibindo a interface do Windows 11. O menu Iniciar está aberto ao centro, mostrando ícones de aplicativos e seções de "Recommended". O papel de parede do sistema operacional apresenta formas abstratas em tons de laranja, rosa, azul e roxo. No canto superior direito da imagem, há o logotipo "tecnoblog".
Usuários criticam anúncios intrusivos no Windows 11 (ilustração: Guilherme Reis/Tecnoblog)

A “banalização do Windows” e as críticas à autora

A novidade causou indignação pela invasão do espaço do usuário e pelo produto anunciado. Em plataformas como o Reddit, consumidores relataram frustração por encontrarem marketing agressivo no sistema. Muitos classificaram a ação comercial como uma “banalização do Windows”.

A situação ganhou contornos mais complicados devido às controvérsias envolvendo a criadora da franquia, J.K. Rowling, frequentemente associada a discursos transfóbicos. No fórum oficial Microsoft Learn, um usuário publicou uma queixa questionando o motivo de a Microsoft lucrar com “uma marca que enfrenta boicotes na internet”.

Na mesma discussão, foi sugerido que a empresa de tecnologia deveria reparar o erro doando os valores arrecadados com a campanha promocional para organizações sem fins lucrativos focadas no apoio à população transgênero.

Até o momento, a Microsoft não se pronunciou oficialmente sobre a veiculação do anúncio ou sobre as críticas da comunidade.

Windows exibe anúncios direto na área de trabalho e sofre críticas

Windows 11 (ilustração: Guilherme Reis/Tecnoblog)

DuckDuckGo agora remove anúncios do YouTube

8 de Julho de 2026, 15:25
Captura do YouTube exibindo vídeos sugeridos do canal TB Responde, do Tecnoblog
DuckDuckGo remove publicidade do YouTube (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)
Resumo
  • O navegador DuckDuckGo, focado em privacidade, agora remove anúncios do YouTube.
  • A função já vem ativada por padrão no Windows, Mac e iPhone e utiliza filtros do uBlock Origin.
  • A novidade bloqueia anúncios exibidos antes e durante as reproduções, mas pode causar um pequeno atraso no carregamento do vídeo.

Quem não aguenta mais os anúncios do YouTube acaba de ganhar uma nova alternativa. O DuckDuckGo anunciou nesta quarta-feira (08/07) que o seu navegador agora bloqueia nativamente anúncios na plataforma de vídeos do Google. A novidade deve barrar as propagandas exibidas antes e durante as reproduções e chega ativada por padrão para os usuários de Windows, Mac e iOS.

Essa atualização amplia o pacote de proteção do browser, que já bloqueia rastreadores na web. Conforme o comunicado da empresa, quem utiliza o aplicativo no Android receberá a ativação automática em breve. Até lá, os usuários do sistema do Google podem habilitar a função manualmente acessando o caminho: Configurações → Bloqueio de anúncios.

Como funciona o bloqueio de anúncios do YouTube?

Tela de “Definições” com “Bloquear anúncios” ativado e “Bloquear anúncios no YouTube” marcado por padrão
Recurso já vem ativado por padrão no iOS e PC (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

A ferramenta funciona usando listas de filtros colaborativos do uBlock Origin. Mantidas por uma comunidade ativa de código aberto, essas listas são atualizadas constantemente para acompanhar as mudanças na forma como as propagandas são entregues pelos servidores do Google. Além de herdar essa base de dados, o DuckDuckGo aplica regras próprias para evitar que a página “quebre” ou apresente bugs.

A empresa adverte que esse processamento extra pode causar um pequeno atraso inicial no carregamento do vídeo (o famoso buffering). No entanto, depois que o vídeo começa a rodar, a reprodução segue normalmente, sem interrupções por anúncios. O impacto pode ser mais perceptível em transmissões ao vivo, como jogos da Copa do Mundo (mas nós ensinamos como melhorar sua conexão).

É possível ligar ou desligar o escudo antianúncios. No computador, basta clicar no ícone de escudo ao lado da barra de endereços; no celular, a opção fica no menu principal. Caso esbarre em algum erro de reprodução, o navegador perguntará se o usuário deseja enviar um relatório anônimo para ajudar a equipe de desenvolvimento a refinar o recurso.

Funciona só no navegador

Captura de tela mostra a página inicial do navegador DuckDuckGo
Navegador foca em privacidade (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Um detalhe prático para se atentar é que o bloqueio atua apenas dentro do browser. Se você usar o navegador pelo celular e clicar em um link, o sistema pode te redirecionar para o aplicativo oficial do YouTube e, por lá, as propagandas voltarão a aparecer. Para assistir sem interrupções, é necessário acessar o site da plataforma de vídeos direto pela barra de endereços do DuckDuckGo.

Já os usuários do navegador pelo PC devem se atentar que o bloqueador é diferente do Duck Player, reprodutor de vídeo que roda em uma interface própria. O que você assiste por lá não afeta, por exemplo, o algoritmo de recomendações do YouTube. O novo bloqueador age na interface padrão do YouTube na web, permitindo continuar logado na plataforma, salvando vídeos e registrando o histórico.

DuckDuckGo desafia o Google

O movimento é uma resposta direta ao momento do mercado. O YouTube tem aplicado alterações frequentes para quebrar o funcionamento de bloqueadores de anúncios e extensões, uma manobra para fechar o cerco contra ferramentas gratuitas e incentivar os usuários a pagarem pela assinatura do YouTube Premium.

A atualização do DuckDuckGo também não deixa de ser uma “alfinetada” no rival Google Chrome para atrair um público insatisfeito. Vale mencionar que o tráfego do buscador cresceu recentemente, impulsionado por quem procura uma navegação livre de anúncios e alternativas para fugir dos recursos de IA da gigante das buscas.

DuckDuckGo agora remove anúncios do YouTube

Navegador foca em privacidade (imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

(imagem: Bruno Andrade/Tecnoblog)

Apple vai exibir mais anúncios na App Store

19 de Dezembro de 2025, 11:50
Ícone da App Store
Atualização espalhará publicidade pelos resultados de pesquisa (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple vai aumentar a exibição de anúncios na App Store a partir de 2026.
  • A publicidade será distribuída ao longo da rolagem da página, sem controle dos anunciantes sobre a posição dos anúncios.
  • O sistema Apple Ads usará um algoritmo para determinar a posição dos anúncios com base na relevância e no valor pago pelos anunciantes.

A Apple comunicou que vai aumentar a exibição de propagandas dentro da App Store. Na página de suporte, a empresa afirma que a mudança começa a valer em 2026.

A fabricante do iPhone justifica a alteração citando o alto engajamento das pesquisas, consideradas a principal porta de entrada para downloads na plataforma e algo atraente para os anunciantes.

Segundo a Apple, quase 65% dos downloads ocorrem após uma pesquisa, razão pela qual vai introduzir “anúncios adicionais em todas as consultas de pesquisa”.

O que vai mudar?

Com a nova política, a publicidade deve ser pulverizada. Mais anúncios serão inseridos na rolagem da página, intercalados com os resultados de uma busca. Atualmente, a loja de aplicativos do iPhone limita a publicidade a um único local nobre: o topo da lista de resultados.

A nova dinâmica retira do anunciante o controle sobre a posição da propaganda. Segundo a documentação da Apple, os desenvolvedores não poderão selecionar ou dar lances exclusivos para aparecer no topo ou no meio da lista.

O sistema do Apple Ads utilizará um algoritmo para determinar o melhor local de exibição com base na relevância do aplicativo para a consulta do usuário e no valor do lance oferecido. A empresa esclarece que nenhuma ação extra será necessária por parte dos anunciantes.

App Store no iPhone (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)
Novos espaços publicitários estarão disponíveis em 2026 (foto: André Fogaça/Tecnoblog)

Propaganda para ganhar mais dinheiro

A adoção de mais espaços publicitários no iOS já era prevista. Em outubro, o jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, relatou o plano da Apple. A ideia seria abrir novas frentes de receita via anúncios — movimento que ocorre de forma gradual há anos dentro da fabricante do iPhone.

Há não muito tempo, vale lembrar, a Apple foi duramente criticada após exibir propagandas para F1: O Filme, produção da própria Apple TV, no app Carteira (Wallet). Depois da polêmica, a empresa passou a oferecer uma opção para desativar esses anúncios.

Apple vai exibir mais anúncios na App Store

App Store da Apple (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

App Store no iPhone (Imagem: André Fogaça/Tecnoblog)

Justiça da Bahia condena Amazon a retirar anúncios e indenizar cliente

15 de Dezembro de 2025, 09:44
Mão segurando controle remoto. Ao fundo uma televisão e o logo do Prime Video
Justiça da Bahia determinou que empresa deve retirar anúncios sem custo extra (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A Justiça da Bahia condenou a Amazon a retirar anúncios do Prime Video e pagar R$ 3 mil por danos morais a um cliente, devido a prática considerada abusiva.
  • A decisão destacou que a mudança no serviço violou o Código de Defesa do Consumidor, ao introduzir anúncios e cobrar taxa extra sem aviso prévio adequado.
  • A juíza rejeitou a defesa da Amazon, afirmando que a inclusão de publicidade alterou a natureza do serviço, contrariando o contrato inicial.

A Amazon foi condenada pela Justiça da Bahia a suspender a exibição de anúncios que interrompem filmes e séries no Prime Video para um cliente de Salvador. A decisão, proferida pela juíza Dalia Zaro Queiroz, do Juizado Especial do Consumidor, determinou também que a empresa não cobre valor adicional para restabelecer o serviço sem propagandas.

Além disso, a gigante do varejo deverá pagar R$ 3 mil por danos morais, sob o entendimento de que a alteração do contrato violou o Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Entenda o caso

A ação foi movida por um assinante do serviço Amazon Prime que, desde fevereiro de 2025, passou a ser impactado por intervalos comerciais antes e durante a reprodução de conteúdos. Segundo os autos, o plano originalmente contratado garantia uma experiência livre de interrupções publicitárias.

No entanto, para manter esse padrão, a empresa passou a exigir o pagamento de uma taxa extra de R$ 10 mensais. Para a Justiça, essa manobra forçou o cliente a pagar mais caro para ter acesso às mesmas condições que já haviam sido contratadas no momento da assinatura.

Prática foi considerada abusiva

Juíza determina fim da publicidade, sem cobrança extra, e indenização (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Um dos pilares da sentença foi o enquadramento da conduta da Amazon como “bait-and-switch” (isca e troca). Na decisão, a juíza detalhou que essa prática comercial desleal ocorre quando o fornecedor atrai o consumidor com uma oferta vantajosa — neste caso, um serviço de streaming com preço acessível e sem anúncios — para, mais tarde, alterar as regras do jogo.

Ao modificar o serviço, a Amazon teria frustrado a legítima expectativa criada pelo cliente. Para o tribunal, a estratégia mirou aumentar a receita da empresa às custas da lesão ao contrato inicial e da boa-fé do assinante.

A decisão também foi dura quanto à violação do dever de transparência. Ficou comprovado no processo que a comunicação sobre a mudança no serviço foi feita com apenas 48 horas de antecedência. Esse prazo foi considerado desrespeitoso, impedindo que o consumidor tivesse tempo hábil para decidir sobre a continuidade da assinatura.

O que diz a Amazon?

Ilustração do logo do Prime Video em TV
Empresa alegou que qualidade foi mantida, mas argumento foi rejeitado (imagem: Thibault Penin/Unsplash)

Em sua defesa, a Amazon sustentou que não houve modificação substancial na prestação do serviço. Ela argumentou que o catálogo de filmes, séries e a qualidade técnica da transmissão foram mantidos integralmente. Além disso, a companhia alegou que os Termos de Uso da plataforma preveem a possibilidade de atualizações e alterações nas condições do serviço, o que, em sua visão, legitimaria a inclusão dos anúncios.

A magistrada, contudo, rejeitou essa tese. Na sentença, foi reafirmado que cláusulas contratuais genéricas em contratos de adesão não se sobrepõem ao dever de informação clara e prévia determinado pelo CDC. A Justiça entendeu que a introdução de publicidade muda a natureza do produto entregue, descaracterizando o serviço originalmente vendido.

Diante da falha na prestação do serviço, a juíza declarou a abusividade da cobrança adicional. Além do pagamento da indenização, a sentença determina o cumprimento imediato da suspensão dos anúncios para o autor da ação, reforçando o entendimento de que plataformas digitais globais devem respeitar a legislação local de proteção ao consumidor.

Já em nota ao Tecnoblog, a Amazon disse que não comenta decisões judiciais e ressaltou que, diferentemente do que afirma a decisão, “comunicou seus clientes sobre a inserção de anúncios no Prime Video em fevereiro/2025 e as alterações entraram em vigor somente a partir de 2 de abril/2025”.

Justiça da Bahia condena Amazon a retirar anúncios e indenizar cliente

Amazon Prime Video (Ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Juíza determina fim da publicidade, sem cobrança extra, e indenização (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

No Brasil, inscrição no Prime Video está vinculada à assinatura do Amazon Prime (Imagem: Thibault Penin/Unsplash)

Meta libera Instagram sem anúncios no Reino Unido, mas isso tem um preço

26 de Setembro de 2025, 12:30
Arte com a logomarca da Meta ao centro e o rosto de Mark Zuckerberg abaixo. Na parte inferior direita está a logomarca do Tecnoblog.
Lançamento ocorre após negociações com órgão de privacidade do Reino Unido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo

A Meta confirmou que irá lançar um novo modelo de assinatura paga no Reino Unido para usuários do Facebook e Instagram com 18 anos ou mais. A grande vantagem é a experiência sem anúncios nas plataformas, uma vitória para a big tech que chega após muita discussão com o órgão de fiscalização de privacidade do país, o Information Commissioner’s Office (ICO).

Apesar da mudança, a empresa afirma que a opção de continuar utilizando os serviços gratuitamente, com a exibição de anúncios personalizados, permanecerá disponível para todos.

Quanto vai custar a assinatura da Meta?

A Meta começará a notificar os usuários britânicos sobre a nova opção de assinatura nas próximas semanas. Os interessados terão algumas opções para se inscrever nos planos sem anúncios. Para acesso via navegador, o custo será menor: 2,99 libras (aproximadamente R$ 21) por mês para cada rede social. Para os aplicativos móveis, seja no iPhone ou Android, o valor será de 3,99 libras mensais (quase R$ 30 na cotação atual).

A companhia atribuiu o preço mais elevado nos aplicativos às taxas de comissão cobradas pela Apple e pelo Google em suas lojas.

Capa Instagram Facebook
Reino Unido será laboratório para testar novo modelo de monetização da Meta (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Caminho diferente da União Europeia

O lançamento ocorre em um momento conturbado para a Meta, que busca conciliar seu modelo de negócios baseado em publicidade com as exigências de privacidade na Europa. Em 2023, a empresa chegou a lançar um modelo de assinatura semelhante nos países do bloco. No entanto, a medida foi alvo de críticas por parte de reguladores e defensores da privacidade, que argumentaram que o custo não oferecia aos usuários uma “escolha verdadeiramente livre”.

Em abril, a Meta foi multada em 200 milhões de euros (cerca de R$ 1,2 bilhão) após os reguladores concluírem que o sistema ainda violava regras antitruste. Apesar de a companhia de Zuckerberg ter ajustado o serviço para se alinhar às exigências, em julho, a Comissão Europeia solicitou novas alterações, sinalizando que a empresa poderia enfrentar multas diárias se as modificações fossem consideradas insuficientes.

Bandeiras da União Europeia
Iniciativa no Reino Unido contrasta com batalhas regulatórias e multas que a empresa enfrenta na UE (imagem: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)

O lançamento no Reino Unido, com aprovação de um regulador local, posiciona o país como um ambiente regulatório potencialmente mais favorável para as grandes empresas de tecnologia que exploram modelos de negócios alternativos.

Em comunicado, a big tech destacou a cooperação com o ICO e contrastou o resultado com as dificuldades encontradas na UE. “Essa abordagem e esse resultado diferenciam o Reino Unido da UE, onde temos mantido discussões semelhantes com os reguladores”, afirmou a empresa. O órgão britânico, por sua vez, manifestou apoio à iniciativa.

Um porta-voz do ICO declarou que a entidade “acolheu” o novo modelo de assinatura. “Isso afasta a Meta de direcionar anúncios aos usuários como parte dos termos e condições padrão para uso de seus serviços do Facebook e Instagram, o que deixamos claro que não está de acordo com a lei do Reino Unido”.

Vale destacar que a introdução do modelo de assinatura está, por enquanto, restrita ao Reino Unido. Ainda não há nenhuma previsão de lançamento ou expansão do serviço para outros mercados globais, como o Brasil.

Meta libera Instagram sem anúncios no Reino Unido, mas isso tem um preço

Mark Zuckerberg é fundador e CEO da Meta (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(Imagem: Vitor Padua/Tecnoblog)

Bandeiras da União Europeia (Imagem: Thijs ter Haar/Wikimedia Commons)
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