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Dividendos de fim de mês: Iguatemi (IGTI11), Porto (PSSA3), Sabesp (SBSP3) e outras ações pagam proventos até 30 de abril; confira

26 de Abril de 2026, 10:00

Nessa última semana do mês de abril, até a próxima quinta-feira (30), diversas ações listadas na bolsa brasileira têm pagamentos de dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) agendados aos seus investidores. Dentre as principais, figuram nomes como Iguatemi (IGTI11), Itaúsa (ITSA3), Porto (PSSA3), Sabesp (SBSP3) e Smart Fit (SMFT3).

Trazemos, abaixo, uma tabela completa com os pagamentos previstos entre os dias 27 e 30 de abril, para manter investidores bem-informados. Mas fique atento à “data com”, ou data de corte: somente investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela receberão os pagamentos previstos.

Um outro ponto importante é que JCPs estão sujeitos à tributação do Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já os dividendos recebidos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Agenda de dividendos: 27 a 30 de abril de 2026

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
EspaçolaserESPA3Dividendo0,00928/04/202630/12/2025
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202612/03/2026
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202602/04/2026
EngieENGI3Dividendo0,14129/04/202617/04/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202612/03/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202602/04/2026
EngieENGI4Dividendo0,14129/04/202617/04/2026
IguatemiIGTI11Dividendo0,16829/04/202614/04/2026
IguatemiIGTI3Dividendo0,02429/04/202614/04/2026
IguatemiIGTI4Dividendo0,07229/04/202614/04/2026
ItaúsaITSA3JCP0,01830/04/202609/12/2025
Mills LogísticaMILS3Dividendo0,66130/04/202620/04/2026
Dimed/PanVelPNVL3JCP0,08730/04/202626/03/2025
PortoPSSA3JCP0,53330/04/202625/09/2025
SabespSBSP3JCP0,83330/04/202619/03/2026
SabespSBSP3JCP2,64330/04/202623/12/2025
Smart FitSMFT3JCP0,06530/04/202623/03/2026
TIM BrasilTIMS3JCP0,16330/04/202623/03/2026
Trisul S.A.TRIS3Dividendo0,14230/04/202626/12/2025

Quais as melhores ações pagadoras de proventos da bolsa? Confira indicações no Empiricus+

Se você ainda não sabe quais as ações mais promissoras para buscar dividendos em 2026, pode descobrir as principais recomendações do momento pelo Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

E você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso. Basta clicar no botão abaixo para liberar seu acesso:

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Investir na Argentina? Estamos diante da chance de ‘multiplicar dinheiro’, segundo gestor; Veja destaques do último episódio do Empiricus PodCa$t

25 de Abril de 2026, 09:00

Para muitos investidores, juntar as palavras “economia”, “mercado” e “Argentina” na mesma frase acaba invocando imagens não muito positivas: inflação nas alturas, desvalorização da moeda, crise política.

Javier Milei assumiu a presidência do país em 2024 e, desde então, colocou em prática uma série de medidas arrojadas para reajustar a economia. Alguns números já começaram a mudar: a inflação, por exemplo, fechou 2025 no menor nível em 8 anos.

Mesmo assim, muitos ativos argentinos continuam negociando com desconto de crise, como se nada tivesse mudado. 

Enquanto alguns gestores preferem passar longe do país, outros já enxergam o momento atual como uma oportunidade de investir em ativos baratos e que podem capturar valorização em um país a caminho de uma transformação.

Faz sentido investir na Argentina agora? Se sim, como isso é possível? Essas são as perguntas propostas pelo Empiricus PodCa$t deste sábado (25). Confira:

O que há de ‘diferente’ na Argentina a partir de agora que pode atrair potenciais investidores?

Paolo di Sora, CIO e sócio-fundador da RPS Capital, investe na Argentina há mais de uma década. Em entrevista ao podcast, o especialista apontou dois motivos pelos quais é possível acreditar em uma “virada de chave” para a economia do país.

  • Fator sociológico: “Tenho a percepção de que a sociedade argentina, de fato, chegou em um ‘fundo do poço’ em 2022 — e isso é o que cria o ambiente para uma mudança real”, afirma. “Conversando com a base da sociedade, vejo pessoas pedindo por uma mudança estrutural e madura”.
  • Exportação de commodities: Ainda no governo de Alberto Fernández, antecessor de Milei, a Argentina começou um projeto de desenvolvimento de sua província de petróleo. Essa nova “veia exportadora” impulsiona sua balança comercial em dólar. “Isso pode dar mais artilharia para o país se defender de uma próxima crise cambial”, afirma.

    Vai sobrar dólar na Argentina, se as coisas continuarem na direção que estão indo. Isso é transformacional. Há algo estrutural acontecendo, que de fato cria um ambiente estrutural de investimentos”, conclui.

Se Milei eventualmente sair do poder, as perspectivas podem mudar?

“Se Milei perder as eleições [em 2027], não acho que a alternativa será alguém que vai jogar tudo o que foi feito fora. O kirchnerismo enfraqueceu muito”, afirma di Sora. Para o especialista, um possível substituto de Milei deve reconhecer a manutenção de, pelo menos, parte das reformas.

“Não importa se é de direita ou de esquerda: certos valores serão preservados, e então passamos a ter confiança de que esse projeto terá um payback em alguns anos”.

Para especialista, com o tempo, a Argentina carrega potencial de ‘multiplicar seu dinheiro por algumas vezes’

“Sempre que você olhar o múltiplo de uma empresa argentina, tem que pensar no potencial de crescimento que ela tem em um país que ficou parado no tempo por décadas”, afirma di Sora.

Especificamente na bolsa argentina, considerando as reformas econômicas em andamento, os ativos estão em níveis de desconto que carregam o potencial de recompensar investidores dispostos a se expor a esse mercado.  

“O valuation é espetacular. Se se minha tese estiver certa, estamos diante da possiblidade de multiplicar o dinheiro por algumas vezes. Não acho que é no curto prazo, mas também não sabemos exatamente quando pode acontecer”, afirma.

Porém, isso não exclui os riscos políticos e fiscais que já conhecemos. Com isso, o especialista não recomenda “entrar de cabeça”: “Investir na Argentina é como investir na Faixa de Gaza. Você não pode entrar de peito aberto, precisa de um colete à prova de balas.”

Como, então, investir no país com o melhor “colete à prova de balas” possível? Assista ao episódio para conhecer, na íntegra, as perspectivas do gestor. Basta clicar no vídeo abaixo:

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Ibovespa em queda após ‘bater na trave’ dos 200 mil pontos: o que aconteceu? Veja análise de Matheus Spiess, da Empiricus

23 de Abril de 2026, 15:42

Depois de bater a máxima histórica intradia de 199 mil pontos no último dia 14 de abril, o Ibovespa fechou o pregão da última quarta-feira (22) em queda de 2%. A perda acumulada desde as máximas é de cerca de 3% e, até o fechamento desse texto, na tarde de quinta-feira (23), o índice negociava na casa dos 191 mil pontos.

A bolsa brasileira, até então, vinha sendo amplamente beneficiada pela grande entrada de fluxo estrangeiro, além do desempenho positivo de empresas de commodities, como a Petrobras (PETR4), em meio à alta do petróleo. Tudo isso no contexto da guerra no Oriente Médio, que completa dois meses ao final de abril.

Qual o gatilho, então, para essa queda brusca nos últimos dias? O que mudou ao olhar dos investidores? Matheus Spiess, estrategista da Empiricus Research, propôs uma resposta nesta quinta-feira (23) no programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Saída de fluxo estrangeiro: analista explica movimento dos gringos para fora do Ibovespa nos últimos dias

“Essa correção foi paralela à saída de estrangeiros [da bolsa brasileira]. Eles ainda estão entrando em termos líquidos, mas nessa janela dos ‘quase 200 mil pontos’ até aqui, houve uma saída”, afirma o analista.

Ao mesmo tempo em que essa saída de capital é registrada por aqui, um outro fenômeno acontece no hemisfério norte: uma nova alta dos ativos de risco nos Estados Unidos.

“Vemos teses de tecnologia, que tinham ficado para trás, voltando para o patamar pré-conflito”, afirma o analista. “Em grande parte, pelo entendimento dos investidores de que há embasamento de resultados corporativos”.

A temporada de resultados do 1º trimestre (1T26) já está em andamento para as empresas norte-americanas, e mais de 80% dos resultados divulgados até ontem (22) haviam superado as estimativas do mercado, segundo Spiess.

Para o analista, a qualidade dessa temporada de resultados, somada a uma “revisão altista das expectativas de lucro” para muitas dessas empresas, é um dos principais motores de atração dos recursos de volta para os EUA.

Mas será que esse movimento é mais estrutural, ou apenas um ajuste tático?

“Acredito que até há estímulos para voltar a algumas teses de tecnologia que de fato ‘apanharam’ demais, mas o fato de termos saída de recursos estrangeiros do Brasil, com tanta força, no curto prazo, me parece mais tático: uma realização de lucros, um ajuste de posição. O que é natural, faz parte do jogo”, afirma.

Ibovespa passa por ‘janela’ de correção, mas pode seguir resiliente – veja dois motivos para isso

Nesse sentido, o analista lembra que o Ibovespa tem a “ressalva de uma resiliência adicional”, que pode continuar beneficiando o índice. Essa resiliência pode ser dividida em duas facetas:

  • Diversificação geográfica: para Spiess, o Brasil captura bem essa tese, não apenas por “estar barato”, mas também por estar em um “ponto nevrálgico” de se beneficiar do “novo ordenamento internacional” de diferentes formas;
  • Commodities: o Brasil é referência no assunto, e as principais empresas listadas em bolsa estão, de alguma forma, ligadas ao setor. “Quando temos uma alta do petróleo, Petrobras se beneficia, o real se beneficia. Tanto que vimos o dólar abaixo de R$ 5” recentemente, afirma.

Para o analista, o que vemos no Ibovespa agora é apenas uma “janela de mais correção”, especialmente para os ativos que vinham em forte alta. “Acredito que seja saudável esse processo de correção, para que não haja exageros no curtíssimo prazo”, conclui.

Mas, independentemente dos movimentos de curto prazo, no Ibovespa ou demais ativos, o que investidores devem manter em mente, no momento, são os impactos geopolíticos em suas decisões de investimento — que devem perdurar.

“O novo normal é um mundo que demanda que posições de caráter temático, geopolítico, sejam mantidas. A ideia é manter esses prêmios de risco na carteira e capturar os benefícios dessa exposição”, afirma Spiess. “Não é uma ‘coisa’ de sim ou não, mas de complementar a carteira que os investidores terão que se adaptar para ter consigo”.

Onde investir nesse cenário? Conheça carteira recomendada com ativos que capturam mudança de ordenamento global

Especialmente defendendo a vertente de proteção de portfólio e diversificação geográfica, Spiess agora está à frente de uma das mais novas carteiras recomendadas da Empiricus: a Megatendências.

O objetivo da carteira é trazer, por meio de ETFs e BDRs negociados na bolsa brasileira, uma exposição combinada a diversos tipos de ativos que capturem as principais tendências globais do momento.

“Trata-se de uma proposta que alia diversificação global a uma leitura estratégica dos grandes movimentos que devem influenciar os mercados nos próximos anos”, afirma o analista.

Por meio da Empiricus Megatendências, o investidor pode se expor “ao que realmente importa no mundo que está se formando”, segundo o analista, sem precisar passar pela complexidade de selecionar os ativos por conta própria.

Conheça tese completa da Empiricus Megatendências e saiba como investir de forma automática

Você pode acessar a tese completa da carteira Empiricus Megatendências gratuitamente, por meio do BTG Content — plataforma de conteúdos do BTG Pactual.

Clicando aqui, ou no botão ao final do texto, você realiza um cadastro na plataforma. Lá, você poderá não apenas conhecer a carteira na íntegra, mas também investir em todos os ativos recomendados de forma totalmente automática.

Selecionando a carteira na modalidade carteira automatizada, você poderá buscar retornos sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente, e contar com apoio profissional para o rebalanceamento, quando necessário.

A única coisa que você precisa fazer, para usufruir dessa funcionalidade, é um cadastro rápido, clicando no botão abaixo:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância ao risco (Suitability).

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A partir de hoje (22): ‘Memebot Flash Million’ pode ajudar investidores em busca do milhão com criptomoedas; saiba como acessar

22 de Abril de 2026, 10:00

É hoje: nesta quarta-feira (22), a partir das 19h, uma nova chance de buscar lucros com criptomoedas estará disponível aos investidores. Esse é o horário em que os acessos ao Memebot Flash Million, ferramenta com objetivo de operar no mercado cripto em busca de até R$ 1 milhão em retornos, serão disponibilizados a qualquer interessado.

O objetivo do Memebot Flash Million pode parecer ambicioso, mas a premissa é simples: o mercado cripto, de forma geral, segue com preços em lateralização, mas isso não significa que não é possível buscar lucros “fora da curva”, como muitos já conseguiram anteriormente.

Nesse caso, o segredo está em detectar as assimetrias de mercado: oportunidades que abrem no curto prazo, em ativos específicos, em meio ao “sobe e desce”, e carregam potencial de recompensar o investidor que rastreá-las e utilizá-las ao seu favor.

Nem todo investidor tem o olho clínico, ou sequer o tempo hábil, para rastrear essas oportunidades quando surgem. Por isso, uma automação configurada com esse objetivo pode vir a calhar.

O Memebot foi criado a partir de pesquisas dos especialistas em criptoativos da Empiricus Research. Ou seja, estamos falando de profissionais que estudam esse mercado diariamente e identificam as principais tendências do momento.

Memebot Flash Million: como a ferramenta vai em busca de lucros com criptomoedas?

A ferramenta é especialista em memecoins: moedas de menor preço e valor de mercado que o bitcoin (BTC). Por meio desses ativos de alto potencial, é possível encontrar:

  • Chances de valorizações explosivas, de até 30.000%, por exemplo. O que é improvável de acontecer com criptomoedas maiores;
  • Menores preços a mercado, permitindo que o investidor possa começar com aportes financeiros de menor valor.

E como a ferramenta funciona? Bom, ela “escaneia” o mercado de criptomoedas 24 horas por dia, coletando dados e analisando as oportunidades abertas em meio à volatilidade dos ativos.

A cada 7 dias, a ferramenta seleciona a oportunidade de maior e melhor potencial a partir dos dados coletados e realiza uma operação em busca de altos retornos, de forma totalmente automática

Além disso, há um outro diferencial: a ferramenta está apta a operar com aportes a partir de R$ 3.500 – o que não é fácil de encontrar em operações de alto potencial de retorno no mercado tradicional. 

A configuração inicial do Memebot propõe 12 meses consecutivos de operações a cada 7 dias, buscando até R$ 1 milhão em retornos no acumulado desse período. Não é sempre que a chance de buscar lucros como esses, a partir de aportes financeiros mais baixos, aparece como agora.

Vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil. Especialmente tratando-se de memecoins, investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos, e retornos passados não são garantia de retornos futuros.

Apesar disso, também lembramos que essa é uma chance única de buscar retornos:

  • A partir de oportunidades identificadas com conhecimento profissional;
  • Com aportes financeiros iniciais relativamente baixos;
  • Sem precisar dedicar tempo e estudos às operações financeiras;
  • 24 horas por dia, independentemente do cenário geral de mercado.

Por isso, se você acredita que essa oportunidade pode fazer sentido, está convidado a conhecê-la ainda melhor.

Ainda dá tempo: reserve seu acesso ao Memebot Flash Million a partir desta quarta-feira (22)

Se você deseja conhecer o Memebot Flash Million de perto, está convidado a participar do evento online e gratuito que acontece a partir das 19h de hoje (22).

No evento, você poderá tirar possíveis dúvidas sobre o funcionamento, e entender se a ferramenta realmente faz sentido para você. Ao final, se desejar prosseguir, poderá receber seu acesso.

Basta clicar aqui, ou no botão abaixo, para reservar seu lugar gratuito na apresentação:

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Conheça a ‘Empiricus Crypto Momentum’, carteira recomendada com 10 criptomoedas para investir a partir de agora

17 de Abril de 2026, 11:49

Análise quantitativa, identificação de tendências e controle disciplinado de risco: para os especialistas da Empiricus Research, esses são os três principais pilares para decidir onde investir em criptomoedas agora.

É nesse contexto que a casa de análise apresenta a Empiricus Crypto Momentum, sua mais nova carteira recomendada, voltada exclusivamente para indicações em ativos digitais.

Atualmente, os mercados globais vivem uma fase de altas incertezas explicadas, principalmente, pelo conflito no Oriente Médio. Mesmo assim, o mercado de ativos digitais “vem demonstrando uma resiliência acima do esperado”, segundo os especialistas em relatório da última quarta-feira (15).

Isso porque as principais criptomoedas hoje estão cotadas a preços distantes dos vistos no rali de 2025, porém lateralizados – sem viés claro de alta ou baixa – pelo menos no médio prazo, segundo a Empiricus. O sustento de certa consolidação pós-rali é visto como positivo pela casa.

Especialmente no caso do Bitcoin, o comportamento da moeda “sugere uma absorção do choque recente e uma reorganização da dinâmica de mercado, abrindo espaço para uma reação mais forte em um eventual cenário de alívio macro”, afirmam.

Portanto, mesmo com os preços aparentemente “andando de lado”, é possível “capturar valor em um ambiente de retomada gradual”, dizem os especialistas. Para isso, propõem uma “postura seletiva”, com foco em ativos de maior qualidade e bem-posicionados em um potencial de alta, especialmente no viés da análise técnica.

O objetivo da nova carteira recomendada, como o nome já “entrega”, é apresentar os ativos que estejam em melhor momentum para investidores que se posicionarem a partir de agora.

Onde investir em criptomoedas agora? Conheça alguns dos ativos que compõem a Empiricus Crypto Momentum

A carteira recomendada traz uma seleção de 10 criptoativos para investir a partir de agora. Dentre eles, as 3 recomendações de maior peso estão concentradas em:

  • Bitcoin (BTC): Atualmente cotada na casa dos US$ 75 mil, a maior criptomoeda do mundo tem passado por um amplo processo de adoção institucional, com bancos iniciando suas reservas em bitcoin e grandes ETFs de bitcoin “comprando na baixa” nos Estados Unidos.

    Os ETFs de Bitcoin à vista registraram acúmulo de cerca de US$ 1,6 bilhão desde o início do conflito no Oriente Médio, “sinalizando melhora no sentimento institucional mesmo diante do ruído de curto prazo”, afirmam.
  • Ethereum (ETH): Atualmente cotada a cerca de US$ 2,3 mil, a Ethereum é a segunda maior criptomoeda do mundo em valor de mercado, ligada à uma blockchain de contratos inteligentes e aplicativos descentralizados, “consolidada como padrão de mercado devido a sua segurança comprovada e vasta comunidade de desenvolvedores”, afirmam.
  • Sky (SKY): Menos conhecido que o BTC e o ETH, o token Sky, antigo Maker, está ligado a um ecossistema que opera um protocolo de crédito colateralizado e stablecoins. Atualmente, possui um valor de mercado de cerca de US$ 1,7 bilhões.

    Stablecoins são criptomoedas atreladas à cotação do dólar, e consideradas por muitos especialistas como uma das próximas grandes tendências do mercado cripto.

Porém, vale lembrar que a carteira traz mais 7 outras teses, ligadas a diferentes setores cripto: desde teses expostas à inteligência artificial (IA) até uma indicação no mundo das memecoins. E se você deseja conhecer a carteira completa, temos uma boa notícia.

Empiricus Crypto Momentum: confira relatório completo e invista nas recomendações de forma automática

Em um só lugar, você pode conferir o relatório completo da Empiricus Crypto Momentum, e também investir em todas as recomendações da carteira de forma automatizada: estamos falando da plataforma online do BTG Pactual.

Clicando no link ao final do texto, você pode acessar as teses e, selecionando-as na modalidade carteira automatizada, buscar lucros sem precisar comprar ou vender cada ativo individualmente. Tudo ocorre de forma automática no sistema.

Especialmente se você também é um investidor de “primeira viagem”, que ainda está aprendendo a navegar pelos ativos digitais, essa é uma chance de começar de forma facilitada. O único que você precisa fazer é um cadastro rápido, com poucos cliques, clicando no botão abaixo.

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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Vale (VALE3) recupera perdas de março na B3: veja 5 motivos para comprar ações agora, segundo analista

16 de Abril de 2026, 13:26

A Vale (VALE3) foi uma das empresas prejudicadas na B3 em março, em meio à aversão ao risco que acometeu o mercado. Em um mês negativo para a bolsa como um todo, com o Ibovespa fechando em queda de 0,9%, as ações da mineradora acumularam queda de 6% – cotadas a R$ 82,48 no último pregão do mês.

Porém, para Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research, a queda da Vale, especificamente, foi “injustificada”, e as ações podem continuar “destravando valor” aos investidores.

Inclusive, no pregão da última quarta-feira (15), fechamento desse texto, as ações encerraram cotadas a R$ 88,44, recuperando por completo as perdas de março – o que corrobora a tese de investimentos.

Porém, será mesmo que as ações podem continuar subindo? Para quem deseja entender se “vale a pena” investir em Vale (VALE3) agora, Ruy Hungria dá 5 motivos pelos quais as ações seguem em suas recomendações de compra.

Veja 5 motivos para investir na Vale (VALE3) agora, segundo analista

Ruy Hungria reforça sua recomendação para VALE3 baseada em alguns pontos. Dentre eles, estes cinco principais:

1. Minério de ferro em alta

Em meio à guerra no Oriente Médio, o petróleo não é o único ativo cujo preço foi às alturas: o minério de ferro também segue negociado acima dos US$ 100 por tonelada. Inclusive, há analistas que preveem um possível novo “boom das commodities” pós-conflito.

Segundo o analista, entre os produtores de minério de ferro, a Vale está entre aqueles com os menores custos. A alta da commodity, consequentemente, pode beneficiar a empresa de forma mais direta.

2. Receita em dólar

“Investir em VALE3 também representa uma forma de dolarização da carteira, dado que seus produtos são precificados em moeda forte”, afirma o analista.

Dessa forma, o investidor pode diversificar seus investimentos para além do real brasileiro, mesmo sem sair da B3. “Isso acaba sendo bom nesse momento de incerteza”, afirma.

3. ‘Joia da coroa’ pouco conhecida

Poucos investidores conhecem a Vale para além da “capa”. Porém, Hungria destaca o papel da subsidiária a qual chama de “joia da coroa” das operações: a Vale Base Metals, especializada em cobre, níquel e outros metais básicos – materiais essenciais na temática da transição energética.

Para o analista, a Vale Base Metals está precificada abaixo do que deveria. “Deveria ter um valuation de 8 ou 9 vezes seu Ebitda, mas hoje a Vale inteira está avaliada em 4,5x o Ebitda”, afirma. “O mercado hoje não precifica a Vale Base Metals, que tende a destravar cada vez mais valor nos próximos anos”.

4. Bom momento operacional

“A companhia tem entregado resultados sólidos nos últimos trimestres, que reforçam o bom momento operacional”, afirma Hungria, que prossegue:

“A nova gestão conseguiu colocar a companhia em uma fase mais previsível, com maior estabilidade operacional e disciplina de alocação de capital. Esse novo momento se traduz em maior visibilidade de resultados, forte geração de caixa e foco em retorno ao acionista”.

5. Valuation descontado em relação às concorrentes

Avaliada em 4,5x o valor da firma sobre o Ebitda, a Vale está em um valuation abaixo de suas principais concorrentes, as mineradoras australianas, que estão negociadas a “6 ou 7 vezes o Ebitda”, segundo Hungria.

Com isso, o analista aponta que “a Vale segue descontada e demonstrando uma evolução muito melhor do que elas nesses últimos trimestres”, o que abre uma oportunidade para quem deseja buscar uma valorização das ações.

Tudo isso contribui para a atratividade dos papéis, que carregam um dividend yield potencial em torno de 9% aos acionistas em 2026, sustentado por dividendos recorrentes e outras distribuições adicionais.

Porém, em nome da diversificação, VALE3 não é a única recomendação do analista para investir no momento.

É preciso ter uma cesta com ações variadas, que entreguem um bom equilíbrio entre risco e retorno, especialmente em um momento de alta volatilidade nos mercados, como o atual.

“Seguimos construtivos com os ativos brasileiros, mas entendemos que o contexto ainda exige muita seletividade de empresas”, afirma.

Com isso, Vale (VALE3) foi selecionada para compor a edição de abril da carteira Empiricus Top Picks, com 10 ações brasileiras de alto potencial para investir no momento.

Invista nas recomendações da Empiricus Top Picks de forma automática com o BTG Pactual

Se você deseja conhecer a carteira Empiricus Top Picks na íntegra, com todas as 10 ações recomendadas para investir no momento, temos uma boa notícia.

Você pode investir na carteira completa de forma automatizada, por meio da plataforma online do BTG Pactual.

Selecionando a Empiricus Top Picks na modalidade “carteira automatizada” no BTG, você pode investir em todas as recomendações de uma vez, sem precisar comprar ou vender ação por ação. Tudo acontece de forma automática no sistema.

Para começar, o único que você precisa fazer é clicar no botão abaixo, e seguir as instruções na tela:

DISCLAIMER: Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).

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‘Quem entende de macro, pode se posicionar bem’ com criptomoedas em alta ou baixa, diz especialista – e uma ferramenta pode ajudar

15 de Abril de 2026, 08:43

Com a recente lateralização do mercado de criptomoedas, é possível que muitos investidores não estejam otimistas para buscar lucros com ativos digitais. Especialmente tratando-se de um mercado conhecido por proporcionar retornos assimétricos.

As principais moedas do mercado têm sofrido com a aversão ao risco em meio aos conflitos no Oriente Médio e, mesmo com o bitcoin (BTC), ethereum (ETH) e solana (SOL) apresentando um acumulado positivo nos últimos 7 dias, o veredito ainda não é de total ânimo. Como registrado no índice “fear and greed” (“medo e ganância”) do portal CoinMarketCap, que aponta para um sentimento neutro de mercado:

Fonte: CoinMarketCap, consultado em 14/04/2026 às 14h30

Porém, há profissionais do mercado que enxergam o momento sob uma ótica diferente. Para Valter Rebelo, head de ativos digitais da Empiricus Research, se o assunto é buscar lucros, o preço visto na tela da corretora pode ser até indiferente em alguns casos.

Quem ‘entende’ o que está acontecendo, pode se posicionar bem na alta ou na queda, segundo especialista

“Nós queremos estar certos sobre a direção do preço, e queremos nos posicionar de acordo. Quem entende muito de macro pode se posicionar bem, independentemente se o preço vai para cima ou para baixo”, afirma.

Para além de apenas comprar um ativo e esperar por uma possível valorização, o mercado permite a busca por lucros também em caso de queda, com operações short (“operar vendido”): “Se eu tenho um sinal técnico de que o bitcoin está perdendo tendência, posso apostar em um movimento de baixa, e ‘entrar short’”.

Mas, nesse caso, estamos falando de operações de maior nível de complexidade, especialmente para investidores pessoa física “de primeira viagem”.

Além disso, “entender muito de macro” – dos fenômenos geopolíticos e de mercado, e saber tomar decisões estratégias a partir disso – exige sagacidade e bastante experiência, até mesmo para quem já trabalha na área.

Mas isso não significa que investidores menos experiência precisam, obrigatoriamente, “ficar de fora” de oportunidades “escondidas” que o mercado cripto segue oferecendo até mesmo quando o cenário macro é menos favorável.

A chave está em seguir recomendações de especialistas, que já vivem do mercado diariamente. E no caso de Valter Rebelo e seu time da Empiricus, os especialistas foram ainda além.

Memebot: conheça ferramenta que busca lucros com criptomoedas independentemente do cenário macro

Além das recomendações periódicas enviadas aos assinantes da Empiricus, as pesquisas desenvolvidas pelos especialistas da casa foram utilizadas para originar ferramentas automáticas de trading em criptomoedas.

Uma delas é o Memebot Flash Million, que disponibilizará uma nova leva de acessos a interessados em utilizá-la a partir da próxima quarta-feira (22).

O Memebot Flash Million é uma automação configurada a partir das pesquisas dos especialistas da Empiricus. A premissa é buscar assimetrias de mercado: janelas de oportunidade com alto potencial de geração de lucros, independentemente do cenário macro.

Como o próprio nome já diz, o Memebot é especialista em memecoins, funcionando da seguinte forma: a ferramenta “escaneia” o mercado 24 horas por dia, para entender as oportunidades abertas no curto prazo em meio à volatilidade das moedas.

Com a análise 24/7 dos dados coletados, a ferramenta filtra a oportunidade de maior e melhor potencial que tiver encontrado, e realiza uma operação direcionada de forma totalmente automática a cada 7 dias.

Inicialmente, o Memebot é configurado para funcionar “direto” durante 12 meses, com o objetivo de buscar até R$ 1 milhão em retornos no acumulado desse período.

Memecoins não têm fundamento, mas você pode ganhar dinheiro com isso, se entender como o preço se movimenta. Simplesmente olhamos para os números, entendemos como o fluxo se comporta, e vemos a probabilidade de ganhar dinheiro. É uma ciência”, afirma Rebelo.

Vale ressaltar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil, especialmente tratando-se de memecoins. Retornos passados não são garantia de retornos futuros, e investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

“Nosso objetivo é conseguir capturar essa assimetria de mercado, mas principalmente, o direcionamento para os clientes, quando eles entram, é gerenciamento de risco”, afirma Heloísa Mendonça, especialista em criptoativos da Empiricus.

Porém, ao mesmo tempo que é necessário correr mais riscos, há o alto potencial de retorno, que dificilmente é encontrado em investimentos mais tradicionais.

“Vai ser extremamente volátil, mas pode fazer sentido. Se você quiser buscar uma assimetria muito grande no portfólio, você precisa tomar um pouco mais de risco, mas sempre respeitando o seu perfil e tolerância”, afirma a especialista.

Um dos grandes diferenciais da ferramenta é, também, a capacidade de operar a partir de aportes iniciais relativamente baixos: começando com R$ 3.500, a ferramenta já pode operar em busca dos retornos milionários.

Para um investidor comum, que não dispõe do tempo hábil para estudar o mercado e saber exatamente onde e quando investir, não é frequente a chance de buscar lucros com uma ferramenta:

  • 100% automática;
  • Especialista em operações complexas com criptomoedas;
  • Configurada para buscar lucros de até R$ 1 milhão;
  • Capaz de operar a partir de aportes iniciais de menor valor.

E é por isso mesmo que novos acessos ao Memebot estão sendo disponibilizados. Mas mesmo que você não tenha certeza de que a ferramenta faz sentido para você, ainda pode conhecê-la melhor gratuitamente.

Encontro marcado: receba mais detalhes sobre o Memebot Flash Million na próxima quarta-feira (22)

Para novos interessados no Memebot Flash Million, novos acessos serão liberados a partir da próxima quarta-feira (22).

Nesse dia, às 19h, todos os interessados estão convidados a participar de um evento online e gratuito, no qual a ferramenta será apresentada em mais detalhes.

Durante o evento, você pode tirar potenciais dúvidas e, assim, decidir se a ferramenta faz sentido para o seu momento como investidor. Os novos acessos só serão liberados após o evento, para quem realmente desejar prosseguir.

Para garantir seu lugar no evento, basta se inscrever clicando no botão abaixo:

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Mesmo no ‘pior cenário possível’ para a Selic, essa ação brasileira pode continuar destravando valor, segundo analista

14 de Abril de 2026, 09:01

O ciclo de cortes na taxa Selic, amplamente esperado pelo mercado, começou na última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central), em 18 de março. Porém, a trajetória final desse ciclo pode tomar uma forma diferente em relação às expectativas iniciais.

Até meados de fevereiro, a maior parte do mercado precificava uma taxa Selic terminal de 12% ao ano em 2026. Agora, com a guerra no Oriente Médio trazendo maior pressão inflacionária, as expectativas foram deterioradas.

“Se começamos o ano com uma perspectiva de ver a Selic em 12% no fim de 2026, agora esse número já foi revisado para 13,5%-13,75%, e pode subir mais a depender da extensão do conflito”, afirma Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, em relatório do último dia 1º de abril.

Historicamente, uma piora nas perspectivas de juros pode assustar investidores na bolsa de valores. Isso porque empresas de maior alavancagem financeira podem sentir um impacto direto dos juros altos em suas dívidas, deteriorando seus resultados e levando investidores a questionar o valuation das ações.

Parte da queda de 0,9% do Ibovespa no acumulado do mês de março foi reflexo desse maior sentimento de aversão ao risco em geral.

Porém, isso não significa, exatamente, que o momento é de zerar posições em ações, mas sim selecionar bem em quais investir.

“Continuar com uma carteira conservadora não é a palavra certa, mas sim com papéis que são sólidos, que não tem uma alavancagem alta, que não são totalmente dependentes do crédito”, afirma o analista.

Em participação no Empiricus PodCa$t do dia 4 de abril, o analista apontou algumas de suas recomendações para o momento. Dentre elas, uma ação que pode se destacar daqui para a frente– independentemente dos rumos da taxa de juros.

Essa ação pode entregar bons resultados mesmo com juros altos ou baixos, segundo analista

A ação recomendada pelo analista fechou o mês de março em queda de 5%. Mas já voltou a subir nas últimas semanas e pode continuar gerando valor, na visão do analista. Isso porque a ação pode até mesmo se beneficiar de juros mais altos em 2026.

“É um papel que nós conhecemos a gestão, que consegue navegar bem tanto com juros altos quanto com juros baixos. […] Mesmo se tivermos um pior cenário possível de Selic, a ação vai conseguir se dar bem com isso”, afirma.

O segredo está em seu setor de atuação. A empresa é um dos principais nomes do mercado quando o assunto é concessão de crédito, o que a mantém bem-posicionada em tempos de Selic de dois dígitos – já que o repasse de juros aos clientes acaba se tornando mais alto.

Além do “know-how absurdo” em concessão de crédito, segundo o analista, a empresa também tem aumentado “cada vez mais” sua diferença de rentabilidade frente aos concorrentes.

Sendo assim, por que a queda recente na bolsa? Hungria explica que, enquanto o fundamento da tese “não piorou tanto assim”, as ações foram prejudicadas pela pressão vendedora da bolsa em março.

“Se o cenário [macro] melhorar, obviamente não vai subir mais do que uma ação que é muito exposta [ao crédito], muito endividada. Mas vai subir, e estamos tranquilos de que vamos ‘pegar’ a alta bem, sem fazer loucuras”, afirma.

No momento, o valuation da ação está em 2,5x o seu valor patrimonial. Segundo Hungria, esse é um prêmio em relação aos concorrentes, mas “amplamente justificado pela rentabilidade superior e a consistência na execução”.

Pela visão construtiva, o papel foi selecionado pelo analista para compor a carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as 10 ações brasileiras mais promissoras do momento. Além dela, outros 9 nomes que podem gerar caixa “performar bem mesmo em um cenário difícil”, segundo o analista, fazem parte da seleção.

Invista nas recomendações da Empiricus Top Picks de forma automática; saiba como

Você acabou de ler uma “amostra” de uma recomendação de investimento direcionada para o momento atual de mercado, de acordo com Ruy Hungria, da Empiricus.

E a boa notícia é que você pode investir na carteira Empiricus Top Picks, com as 10 ações recomendadas pelo analista, de forma automatizada, na plataforma online do BTG Pactual.

Selecionando a Empiricus Top Picks na modalidade carteira automatizada no BTG, você pode surfar o potencial das ações mais promissoras do mês, sem precisar comprar ou vender uma por uma – tudo ocorre de forma automática no sistema.

Dessa forma, você não precisa estudar a fundo as teses de mercado ou buscá-las manualmente na corretora.

Para começar, o único que você precisa fazer é um cadastro rápido, com poucos cliques, clicando no botão abaixo.

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Dividendos da semana: Lojas Renner (LREN3), Rede Energia (REDE3) e Vivo (VIVT3) pagam proventos em 13 e 14 de abril

12 de Abril de 2026, 09:00

Nessa semana, três ações da bolsa brasileira têm proventos programados para serem pagos aos seus acionistas: Lojas Renner (LREN3), Rede Energia (REDE3) e Telefônica/Vivo (VIVT3).

No caso de REDE3, a empresa pagará dividendos; já para LREN3 e VIVT3, estamos falando de juros sobre capital próprio (JCP). A diferença entre as duas modalidades de pagamento faz a diferença para o investidor.

Isso porque JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte, enquanto os dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

Além disso, um outro detalhe que não deve fugir ao investidor é a “data com”, ou data de corte: apenas acionistas que detinham posição nos papéis até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos.

Preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para a semana. Veja a seguir.

Dividendos da semana: confira ações que pagam proventos a partir de 13 de abril

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
Rede EnergiaREDE3Dividendo0,113/04/202617/03/2026
Lojas RennerLREN3JCP0,22214/04/202624/03/2026
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,07414/04/202611/04/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,07714/04/202625/08/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,06114/04/202623/06/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10214/04/202625/07/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,15414/04/202622/05/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,12414/04/202622/09/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10614/04/202624/11/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,11814/04/202627/10/2025
Telefônica (Vivo)VIVT3JCP0,10914/04/202629/12/2025

Onde investir para buscar dividendos? Confira ações indicadas no Empiricus+

Se você ainda não sabe em quais ações investir para buscar dividendos em 2026, pode conferir as recomendações mais promissoras do momento pelo Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming“, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

E você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso. Basta clicar no botão abaixo para liberar seu acesso:

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Criptomoedas: o ‘apocalipse’ está chegando? Empiricus PodCa$t deste sábado (11) discute o que esperar dos ativos digitais

11 de Abril de 2026, 09:00

Em 2025, o mercado de criptomoedas passou por um rali histórico, no qual o bitcoin (BTC) chegou à máxima de US$ 126 mil.  

Hoje, o cenário virou: os preços estão longe dos vistos no ano passado, e o foco está na guerra no Oriente Médio. Enquanto investidores buscam por proteção para suas carteiras, as criptomoedas ainda tentam “se encontrar”.

Além disso, uma notícia chamou a atenção na semana passada: uma nova descoberta na área de computação quântica, que coloca o futuro dos criptoativos em dúvida.  

Será que pior já passou, ou o mercado cripto “perdeu o chão”?  No Empiricus PodCa$t deste sábado (11), Heloísa Mendonça e Valter Rebelo, especialistas em ativos digitais da Empiricus Research, discutem as perspectivas do mercado. Confira:

‘Apocalipse’ nas criptomoedas: computação quântica coloca futuro cripto em dúvida

No último dia 1º de abril, um paper publicado pelo Google em parceria com a Fundação Ethereum trouxe à tona uma descoberta que coloca o futuro das criptomoedas sob escrutínio.

Segundo o paper, é possível que, até 2029, já seja possível a criação de computadores quânticos potentes o suficiente para quebrar a criptografia de carteiras na blockchain – se o sistema de segurança atual não for atualizado a tempo.

Com isso, carteiras de grande proporção e mais antigas – como a de Satoshi Nakamoto, criador do bitcoin – estão entre as mais vulneráveis.

“Inevitavelmente, até 2029 ou 2030, os bitcoins de Satoshi serão movimentados”, afirma Valter. Caso a carteira do criador do BTC seja ‘hackeada’, cerca de US$ 70 bilhões em BTC estarão em risco.

O quão sensível isso realmente será para o bitcoin e todas as demais criptomoedas? Será que o mercado poderá se sair ‘vencedor’ nessa mudança iminente?

Enquanto isso, por que o bitcoin (BTC) caiu desde a máxima histórica em outubro?

O bitcoin (BTC) já vinha em queda antes do início do conflito no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Para além da geopolítica, Heloísa Mendonça comenta que o mercado cripto testemunhou investidores de longo prazo liquidando suas posições em BTC após a moeda ultrapassar o patamar psicológico dos US$ 100 mil no ano passado.

“Não é exatamente uma falta de convicção do mercado, mas o investidor quer aproveitar os seus lucros”, afirma Heloísa.

Já Valter Rebelo também traz outra perspectiva: “Muitos que compraram bitcoin em 2009 ou 2010 tinham uma perspectiva mais idealista, um movimento mais anárquico. Quando os Estados Unidos começaram a institucionalizar o bitcoin, criou-se a narrativa de que a moeda foi ‘cooptada’”, levando investidores mais antigos a vender.

‘A dinâmica do investidor mudou muito’: Perfil dos compradores de criptomoedas é outro

Em contrapartida, enquanto uns realizam lucros, há um outro grupo de investidores comprando: os institucionais. Segundo Valter, entre 2024 e 2025, o mercado institucional em cripto cresceu mais de 100%, enquanto no varejo (investidores pessoa física), a expansão foi de cerca de 30%.

“Varejo é o fluxo ‘menos informado’, que observa ruídos achando que é sinal”, afirma. “A pessoa física precisa prestar atenção nisso: em como tomar uma decisão marginalmente mais informada”, ao invés de comprar ou vender baseando-se em notícias pontuais.

Com isso, o especialista propõe a pergunta: “O que o institucional está vendo que o varejo não está vendo?”

Assista ao episódio na íntegra para conferir as respostas a essa e outras perguntas:

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Dólar em queda: ‘não vejo a cotação abaixo de R$ 5′, diz analista que recomenda se posicionar na moeda agora

9 de Abril de 2026, 17:04

Desde a quarta-feira (8), o dólar começou a recuar em relação ao real, tendência que se manteve até o fechamento deste texto, na tarde de quinta-feira (9). Na mínima intraday da quinta-feira, a cotação chegou a atingir R$ 5,06, o menor nível em dois anos.

De maneira geral, um câmbio mais baixo pode ser explicado pela maior oferta da moeda em solo nacional. O que explica esse maior fluxo de dólar em solo brasileiro agora, e até onde a queda da moeda pode ir?

Enzo Pacheco, analista da Empiricus Research, comentou o assunto na edição de quinta-feira (9) do programa Giro do Mercado, do Money Times. Confira:

Coincidência? Dólar em queda é concomitante às máximas históricas do Ibovespa nesta semana

Antes de abordar especificamente a cotação do dólar, é preciso relembrar os eventos que a acompanham. Em especial, os fatores que atraem o fluxo de investimentos estrangeiros para o Brasil no momento.

A tendência de queda coincide com a maior volatilidade das tensões da guerra do Oriente Médio. Na noite de terça-feira (7), os Estados Unidos anunciaram um cessar-fogo, que não foi totalmente confirmado por todas as partes envolvidas no conflito. 

Vale lembrar que o conflito no Oriente Médio está associado a fatores como:

  • Alta do preço do petróleo;
  • Maior sentimento de desconfiança dos investidores com a economia dos Estados Unidos, e
  • Pressão inflacionária ao redor do mundo, com a disrupção na cadeia de suprimentos.

Todos esses pontos convergem para o maior interesse do investidor estrangeiro em migrar parte do portfólio para o Brasil, que é um grande exportador de petróleo e outras commodities como a soja, por exemplo – refletindo também nas empresas representantes do setor na B3.

“Como o Brasil tem um mercado muito ‘pesado’ em commodities, os investidores estão buscando alternativas para se posicionar devido ao preço do petróleo, que não vai voltar aos níveis do começo de ano”, afirma Pacheco.

Segundo o analista, é provável que o barril de petróleo seja negociado na casa dos US$ 80 mesmo em um cenário de arrefecimento dos conflitos no Oriente Médio.

“Com isso, teremos as empresas de commodities entregando melhores resultados. E a bolsa brasileira, querendo ou não, tem esse peso importante”. Como principais exemplos, Pacheco cita Petrobras (PETR4) e Prio (PRIO3), grandes conhecidas dos investidores.

Carry trade: o fator dos juros que continua a atrair fluxo estrangeiro para os ativos brasileiros

Além de ser um nome de peso para commodities, um outro fator que pode jogar “a favor” da entrada de fluxo estrangeiro no Brasil são os juros altos.

Para Pacheco, se os EUA optarem por interromper seu ciclo de corte de juros em meio às incertezas geopolíticas, é provável que o ciclo de cortes na Selic também seja interrompido no Brasil, mantendo os juros nos dois dígitos por aqui.

Esse cenário favorece o chamado carry trade: se o ambiente nos EUA acabar não favorecendo os ativos de risco por lá, o investidor pode “pegar seus recursos na moeda americana, investir no Brasil [a juros altos] e, com isso, se proteger da variação cambial”, segundo o analista.

“Quando calculamos a diferença do juro brasileiro para o americano, aqui [o juro] é muito alto, e ainda muito atrativo para o investidor”, conclui.

Até onde o dólar pode cair? Para analista, preço abaixo de R$ 5 é improvável

“Não sei se veremos [o dólar] abaixo de R$ 5”, afirma Pacheco. “Há muito tempo é falado que um ‘dólar de equilíbrio’ pode estar entre R$ 4,50 e R$ 4,80, mas toda vez que chega perto disso, ‘alguma coisa estoura’”.

Nesse caso, o analista dá um “conselho” a investidores que ainda não carregam posições em moeda forte ou ativos internacionais no momento, por estarem à espera de uma queda ainda maior do dólar: a indicação é começar o quanto antes.

“Para quem não tem nenhuma posição em dólar hoje, eu não esperaria muito mais para começar a montar”, afirma.

Pacheco indica que, no momento, o dólar um pouco mais baixo não é a única vantagem. “Penso não apenas no câmbio em si, mas também em encontrar oportunidades ‘lá fora’ com patamares de preço muito interessantes”, conclui.

No caso, para o analista, há ações internacionais de qualidade e descontadas no momento, o que pode abrir janelas de oportunidade para quem se posicionar a partir de agora.

Como montar uma carteira ‘dolarizada’? Conheça as recomendações de Enzo Pacheco para o momento

Enzo Pacheco é responsável pelas principais recomendações de ativos internacionais da Empiricus Research.

E se você é um dos investidores que deseja saber mais sobre como e onde investir em ativos internacionais, as indicações do analista estão disponíveis no Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

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Quem investiu ‘esperando por uma Selic a 9% ao ano’, agora precisa dar um ‘cavalo de pau’ na carteira, segundo analista

7 de Abril de 2026, 13:03

“Quem ‘pulou na água de vez’ achando que a Selic chegaria a 9% no fim do ano, teve que dar um “cavalo de pau” na carteira, e deve ter sofrido bem em março”. Quem afirma é Ruy Hungria, analista de ações da Empiricus Research.

A fala do analista se refere aos investidores em ações brasileiras que, nesse início de ano, posicionaram suas carteiras de acordo com o cenário visto até então: otimismo à espera do início do ciclo de cortes de juros no país.

Com reduções na taxa Selic contratadas pelo Banco Central ao longo de 2026, o Ibovespa renovou máximas históricas na reta final de 2025, refletindo o ânimo do mercado.

Em meio à toada positiva, é possível que muitos investidores pessoa física tenham optado por comprar ações sem, necessariamente, considerar que algo poderia mudar.

Hoje, o panorama econômico é completamente diferente daquele visto no início do ano, e muitas carteiras de investimento montadas três meses atrás podem precisar de uma revisão – isso se esperavam por cortes de juros mais agudos.

Na edição do Empiricus PodCa$t do último sábado (4), Ruy Hungria foi convidado para discutir o que está acontecendo, e o que isso significa para os investidores. Confira:

‘Cavalo de pau’ na carteira de investimentos?

Até o final de fevereiro, ativos brasileiros surfavam uma onda de otimismo, enquanto boa parte do mercado apostava em uma Selic terminal de cerca de 12% ao ano em 2026, o que implicava em um ciclo de cortes de 3 pontos percentuais no total.

E é quando entra a guerra no Oriente Médio, que mudou completamente a narrativa. O conflito elevou os preços do petróleo, impactando a cadeia global de suprimentos, e impulsionando pressões inflacionárias ao redor do mundo – inclusive para o Brasil.

Com isso, a Selic terminal em 2026, que era esperada em torno de 12% a.a., agora já começa a ser projetada em 13,5% ou 13,75% ao ano, segundo os analistas da casa, sugerindo menor magnitude nos cortes de juros.

Tudo isso pode impactar nos ativos de risco, especialmente ações de empresas mais sensíveis aos juros altos. E aqui entra a fala anterior de Ruy Hungria: o investidor que foi “com tudo” em papéis mais cíclicos, agora, precisa repensar seus planos.

Porém, esse não foi o caso entre as carteiras recomendadas da Empiricus. “Nos últimos meses, por mais que tenhamos tido essa melhora de perspectiva [econômica], nós nunca fomos totalmente agressivos no sentido de apostar em queda de juros”, afirma o analista.

Entre as recomendações da casa para o mês de abril, Hungria explica que foi necessário rever algumas teses que eram mais expostas aos juros, mas sem fazer uma mudança completa.

“Não foi um ‘cavalo de pau’. Não mudamos totalmente as carteiras, porque as carteiras já eram bastante sólidas”, afirma. “Nós já vínhamos em uma abordagem de colocar ‘só o pezinho na água’. […] Sempre com muita diligência, sem fazer loucura. Foi assim que construímos nossas carteiras e o bom desempenho delas, inclusive”.

Qual o “segredo” para selecionar as melhores ações mesmo sem saber o que esperar da economia? O analista explica:

“A nossa estratégia, nos últimos meses, foi continuar com uma carteira de papéis sólidos, que não tem alavancagem alta e não são totalmente dependentes do crédito, porque conhecemos como as coisas funcionam por aqui. Sabemos que o Brasil é cheio de surpresas”.

Quais as principais ações recomendadas para investir no momento?

Durante o episódio, o analista mencionou três ações em especial que figuram entre as recomendações da Empiricus para o mês.

  • Itaú (ITUB4)

Itaú (ITUB4) “é um papel que consegue navegar bem com juros altos ou baixos, tem um know-how de concessão de crédito ‘absurdo’, e tem aumentado cada vez mais sua diferença para os concorrentes em termos de rentabilidade”, afirma Hungria.

Segundo o analista, mesmo se tivermos “um pior cenário possível de Selic”, essa é uma ação que deve se beneficiar, devido à natureza do seu negócio ligada ao crédito.

  • Petrobras (PETR4)

Com a alta dos preços do petróleo, a Petrobras (PETR4) foi um dos destaques do mês passado, tendo fechado março em alta de 18% na B3.

Hungria acredita que os preços do barril de petróleo não devem mais retornar aos patamares pré-guerra no Oriente Médio (cerca de US$ 50) daqui para a frente, o que deve continuar beneficiando os papéis da petroleira brasileira. Por isso, segue construtivo na recomendação.

“Não ter uma exposição ao petróleo no momento pode acabar se tornando ruim” para o investidor, afirma o analista.

  • Vale (VALE3)

Hungria comenta que a Vale (VALE3) é uma tese que “acabou se desconectando do preço do minério de ferro”, que subiu no mês de março em meio aos conflitos geopolíticos. Além disso, a receita da empresa é dolarizada, o que “acaba sendo bom nesses momentos de incerteza”.

Por último, a Vale Base Metals, divisão que cuida de metais básicos como cobre, níquel e cobalto, essenciais na transição energética, é a “joia da coroa” e está em um valuation abaixo do que deveria, para o analista. Todos esses fatores contribuem para a atratividade das ações, que seguem recomendadas pela casa.

Empiricus+: em um único lugar, conheça as principais recomendações de investimento para esse mês

Essas três ações citadas são apenas uma pequena fração das dezenas de recomendações que a Empiricus traz aos investidores para esse mês.

E se você deseja conhecer todas as indicações de perto, temos uma boa notícia: elas estão disponíveis para você por meio do Empiricus+.

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Sai Cyrela (CYRE3), entra SLC Agrícola (SLCE3): veja mudanças na carteira de dividendos da Empiricus para abril 

6 de Abril de 2026, 13:53

A Empiricus Research trouxe novidades para sua carteira de dividendos no mês de abril. Considerando o contexto complexo que envolve o mercado no momento – especialmente por conta da guerra no Oriente Médio –, a casa entende que é preciso revisitar a curadoria de ações selecionadas.

A capacidade de uma empresa de gerar bons dividendos aos seus acionistas depende fortemente de sua performance ao longo do ano. De quebra, o conflito entre EUA e Irã exerce influência sobre as principais ações brasileiras – umas na ponta beneficiada, outras na ponta mais negativa.

Enquanto guerra piora perspectivas para a Selic, segredo está na seletividade de ações para investir

O Ibovespa fechou o mês de março em queda de 0,9%, a primeira queda mensal desde julho de 2025. Isso porque o conflito geopolítico tem pressionado a cadeia global de suprimentos, e as expectativas inflacionárias ao redor do mundo. Inclusive, no Brasil, esse cenário piorou as perspectivas para o ciclo de cortes na taxa Selic.

“Se começamos o ano com uma perspectiva de ver a Selic em 12% no fim de 2026, agora esse número já foi revisado para 13,5%-13,75%, e pode subir mais a depender da extensão do conflito. Ainda que o Copom tenha cortado 25 bps em março e indicado mais cortes pela frente, a guerra pode acabar forçando menos cortes, a depender da dinâmica da inflação nos próximos meses”, afirmam os analistas em relatório do último dia 1º de abril.

Mas apesar desse cenário ser uma possível má notícia para os ativos de risco, especialmente ações de empresas mais alavancadas, ainda há fatores que “jogam a favor” dos ativos brasileiros.

“O Brasil ainda permanece entre os poucos países que verão seus juros caírem nesse ano”, afirmam os analistas, que também indicam que os principais pilares da tese de investimentos no Brasil “seguem de pé”:

  • Valuation atrativo;
  • Diversificação geográfica para fora dos Estados Unidos;
  • Possível mudança de pêndulo político nas eleições presidenciais de outubro.

Logo, na hora de investir, o segredo está na seleção das ações certas. “Seguimos construtivos com ações brasileiras, mas entendemos que o contexto ainda exige muita seletividade, com papéis menos dependentes do afrouxamento monetário, que tenham claras vantagens competitivas e posições de destaque em seus setores”, concluem.

Petrobras (PETR4) e SLC Agrícola (SLCE3) estão entre as principais recomendações do mês para buscar dividendos

Para abril, um dos destaques é a recomendação de Petrobras (PETR4), que vem de uma toada positiva, ajudada pela forte valorização do petróleo. As ações acumularam alta de 18% em março, e podem continuar sendo beneficiadas esse mês.

Além disso, os analistas indicam que PETR4 é uma das teses que “mais podem se beneficiar do cenário eleitoral brasileiro”. Com dividend yield (DY) esperado de 9% para 2026, os papéis seguem entre as principais apostas da casa para buscar proventos.

Por outro lado, a Cyrela (CYRE3), que esteve na carteira durante os meses de fevereiro e março, está entre os destaques negativos, segundo os analistas.

O setor imobiliário, altamente sensível aos juros, foi um dos primeiros a sentir os impactos da piora nas perspectivas para a taxa Selic – e as ações da Cyrela estiveram entre as mais afetadas, caindo 11% na B3 em março.

Com isso, CYRE3 saiu para dar lugar a uma nova recomendação na carteira: a SLC Agrícola (SLCE3), que, na visão da Empiricus, é uma ação que está andando na “contramão” das demais no setor do agronegócio.

Apesar de prever um aumento na ordem de 9,2% em seus custos para a safra 2025/2026, muito devido às disrupções causadas pela guerra, a SLC Agrícola está bem-posicionada para compensá-los.

Além disso, a Empiricus prevê um DY em torno de 3,6% para SLCE3 ao final de 2026. Com isso, ela se junta à Petrobras (PETR4) e outras 6 ações selecionadas para a carteira de dividendos da casa em abril.

A carteira recomendada, que já acumula DY de 5,3% em 2026 até aqui, tem o objetivo de entregar, aos investidores em busca de bons proventos na carteira, uma curadoria de papéis com:

  • Capacidade de geração de caixa livre (GCL) comprovada;
  • Distribuição de proventos sustentáveis;
  • “O benefício dos juros compostos” (compounding).

Essa foi apenas uma “amostra” do que você encontra no relatório completo da carteira de dividendos da Empiricus, que traz a tese completa por trás de todas as ações selecionadas.

E a boa notícia é que o relatório completo está disponível para você gratuitamente.

Gratuito: acesse o relatório completo da carteira de dividendos da Empiricus Research

A carteira de dividendos da Empiricus Research, na íntegra, está disponível como cortesia a todos os leitores deste texto.

Para acessá-la, basta fazer um cadastro gratuito clicando no botão ao final da matéria.

Essa é a sua chance de conhecer recomendações profissionais para os seus investimentos e buscar bons retornos a partir desse mês. Lembrando que o acesso é grátis, e o processo é simples e rápido:

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Dividendos da semana: Ambev (ABEV3), Rede D’Or (RDOR3) e outras ações pagam proventos entre 6 e 10 de abril; confira

5 de Abril de 2026, 10:00

Nesta semana que se inicia, nomes como Ambev (ABEV3) e Rede D’Or (RDOR3) e outros papéis da bolsa brasileira têm dividendos ou juros sobre capital próprio agendados para pagamento aos seus acionistas.

Abaixo, trazemos a agenda completa de pagamentos previstos entre os dias 6 e 10 de abril, para manter investidores bem-informados.

Calendário de dividendos: 6 a 10 de abril de 2026

Antes de passar à agenda, fique atento à “data com”, ou data de corte: somente investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela receberão os pagamentos previstos.

Um outro ponto importante é que JCPs estão sujeitos à tributação do Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já os dividendos recebidos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$) Data do pagamentoData de corte
AmbevABEV3JCP0,07506/04/202618/12/2025
Rede D’OrRDOR3JCP0,15907/04/202626/03/2026
AllosALOS3JCP0,29209/04/202627/03/2026
JHSF ParticipaçõesJHSF3Dividendo0,06809/04/202630/03/2026
EnergisaENMT3Dividendo0,76210/04/202617/03/2026
EnergisaENMT4Dividendo0,76210/04/202617/03/2026
Romi S.A.ROMI3JCP0,1810/04/202622/09/2025
TOTVSTOTS3JCP0,1810/04/202625/03/2026

Empiricus+: conheça as principais ações recomendadas para buscar dividendos em 2026

Se você perdeu as datas de corte dessa semana, ou não sabe em quais ações investir para buscar bons dividendos, temos uma boa notícia.

Por meio do Empiricus+, você pode conhecer as principais séries e recomendações de investimento da casa por 12x de R$ 14,90, no plano anual.

Esse é um novo serviço de assinatura “streaming” da casa, trazendo tudo o que você precisa saber sobre o mercado em um só lugar. E o melhor: você pode testá-lo gratuitamente por 7 dias, sem compromisso.

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Ibovespa ‘na mira’ dos gringos, fundos imobiliários (FIIs) em queda: onde investir em abril? Veja destaques do Empiricus PodCa$t deste sábado (4)

4 de Abril de 2026, 09:00

Desde o último dia 28 de fevereiro, o conflito no Oriente Médio pressionou a cadeia global de suprimentos, mexeu com expectativas inflacionárias ao redor do mundo e acabou derrubando mercados nesse processo.

Os ativos brasileiros não ficaram impunes a esse movimento, e o Ibovespa sofreu nas últimas semanas. Mas, surpreendentemente, o fluxo de capital estrangeiro não para de chegar à B3: o que será que os “gringos” enxergam na bolsa brasileira em um momento como esse?

E dentro deste cenário, quais conclusões podemos tirar em relação ao mês de março, e quais as oportunidades de investimento para o mês que se inicia?

Esse é o tema do Empiricus PodCa$t deste sábado (4). Caio Araujo e Ruy Hungria, analistas da casa, são os convidados para debater o tema e apontar as oportunidades de investimento para o mês de abril. Confira:

‘Um pouco enganosa’: alta do Ibovespa carrega mais história nas entrelinhas

Até o pregão da última terça-feira (30), o Ibovespa acumulava queda de cerca de 3,5% no mês. Mas na quarta-feira (31), o índice fechou em alta de 2,7%, fazendo com que a queda acumulada em março saísse de 3,5% para “apenas” –0,9%.

Para Ruy Hungria, o Ibovespa ter fechado março “quase no zero a zero” é uma “informação um pouco enganosa”, considerando que Petrobras (PETR4) tem um peso muito relevante no índice e, de quebra, acaba distorcendo os números.

Com a alta do petróleo, as ações da Petrobras (PETR4) acumularam alta de 18% no mês. “Se pegarmos somente as ações domésticas e as small caps, o desempenho foi muito pior excluindo a Petrobras”, afirma o analista. Mas segundo ele, isso não desqualifica a resiliência que a bolsa brasileira demonstrou nas últimas semanas.

Apesar de tudo, pilares que atraem fluxo estrangeiro ao Ibovespa seguem firmes

Somente no mês de março, a bolsa brasileira recebeu quase R$ 9 bilhões em capital estrangeiro, contribuindo para um acumulado que já vinha em R$ 47,8 bilhões em 2026 antes disso.

O Brasil segue sendo como um grande exportador de petróleo e produtor de alimentos. Quando o assunto é a entrada de fluxo estrangeiro, esses fatores fazem com o que o país acabe se destacando. “Alguns países emergentes não são tão seguros para investir, e o Brasil acaba ‘sobrando’”, afirma Hungria.

E qual a ‘lista de compras’ do investidor gringo ao chegar na bolsa brasileira? Hungria explica que, em uma “primeira onda”, o estrangeiro chega atraído por empresas de maior peso na bolsa, como Itaú (ITUB4), Petrobras (PETR4) e Vale (VALE3).

Já no mercado imobiliário, FIIs sofrem com ameaças ao ciclo de corte de juros

Enquanto as ações seguem atraindo capital de fora, o mesmo não pode ser dito dos fundos imobiliários (FIIs), cuja participação estrangeira responde por apenas 5% do mercado, segundo Caio Araujo, analista de real estate da Empiricus.

O Ifix, principal índice da categoria, fechou março em queda de 1%. Semelhantemente ao Ibovespa, mas sem o viés de recuperação de perdas no “finalzinho”.

Segundo o analista, a queda de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, na última reunião do Copom, foi frustrante, considerando que “todo mundo esperava mais” antes do início do conflito no Oriente Médio. O setor imobiliário, cuja performance está fortemente interligada à taxa de juros, é um dos primeiros a sentir os efeitos.  

“É natural corrigir ganhos nesse ambiente, e os FIIs entram nessa cesta. Mas isso abre algumas oportunidades para o investidor”, conclui.

Onde investir em abril? Analistas trazem recomendações e ‘conselhos’ aos investidores

Como exemplos de oportunidades abertas no mercado de FIIs, Caio Araújo recomenda FIIs de crédito (também conhecidos como FIIs de papel), que estão sendo remunerados “a uma marcação a mercado muito atrativa no momento”, especialmente no contexto de perspectivas de inflação mais alta por mais tempo.

Ao invés de focarem em imóveis e empreendimentos físicos, os FIIs de papel investem em títulos de dívida do mercado imobiliário, como CRIs ou LCIs, com remunerações atreladas ao CDI ou IPCA.

Já Ruy Hungria traz um “conselho” aos investidores que ainda estejam apreensivos com o contexto conflituoso: “a dica é não ir para o ‘tudo ou nada’ com seus investimentos”, afirma.

A chave está em selecionar ativos que estejam bem-preparados para o momento, “sempre com muita diligência, sem fazer loucuras”, segundo o analista.

“É muito difícil pensar em guerra, porque é algo sobre o qual não temos controle”, afirma. “No Brasil, temos que nos preparar para a ‘guerra’ o tempo todo. Se não é guerra lá fora, é aqui dentro, com o fiscal, ou com o populismo”.

Para conhecer alguns dos ativos preferidos dos analistas para este mês e assistir ao episódio na íntegra, clique no vídeo abaixo:

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Criptomoedas em baixa abrem oportunidade de compra: é quando ‘as fortunas e grandes viradas de vida são construídas’, diz especialista

31 de Março de 2026, 09:08

Neste ano de 2026, o mercado de criptomoedas está tomado pela aversão ao risco, vendo seus principais ativos, como o bitcoin (BTC), em preços lateralizados após devolver os ganhos do rali testemunhado em 2025.

É possível que muitos investidores se questionem se esse é o “fim” das oportunidades de alto potencial no mundo cripto, ou se ainda é possível buscar lucros mesmo quando as condições de mercado parecem desfavorável.

Bom, para investidores com mais facilidade de enxergar o “copo meio cheio”, boas notícias estão chegando: é possível que o mercado não se mantenha assim por muito tempo, começando pelo carro-chefe, que é o BTC.

“Estamos muito próximos de uma reversão no bitcoin, e temos que acompanhar os investidores de longo prazo. […] Aqueles que agem com a razão, e não com a emoção, são os que tendem a se beneficiar cada vez mais da volatilidade do mercado”. Quem afirma é Hernandes Nogueira, trader brasileiro com mais de 8 anos de experiência com cripto.

4 vezes na história: momento atual das criptomoedas é ‘raro’ e pode gerar ‘grandes viradas de vida’

Hernandes Nogueira é especialista em criptomoedas econquistou seu primeiro milhão por meio desse mercado antes mesmo dos 30 anos de idade. Hoje, compartilha insights sobre geopolítica e cripto em suas redes sociais.

Em live realizada em seu canal no YouTube e no Instagram na última quinta-feira (26), o especialista apresentou alguns dados que indicam uma possível “volta por cima” do bitcoin em breve:

  • Ativos escassos (como o ouro e o BTC) serão cada vez mais demandados por investidores, em meio ao atual cenário de conflitos geopolíticos e uma desconfiança generalizada global em relação às moedas fiduciárias como reserva de valor;
  • Há uma correlação do BTC com o ouro: historicamente, um ciclo de alta do ouro costuma ser sucedido de um ciclo de alta do BTC. No momento, segundo o especialista, a desvalorização do BTC em relação ao ouro chegou a um “ponto de exaustão”;
  • ETFs de bitcoin nos Estados Unidos estão voltando a acumular o ativo, comprando aos preços baixos.

Além disso, o especialista também aponta que o momento atual é semelhante a apenas três outros da história das criptomoedas – 2018, 2020 e 2021 – nos quais o mercado sofreu correções, mas logo em seguida apresentou valorizações históricas.

Ou seja, essa é apenas a quarta vez na história em que uma janela de oportunidade como essa é vista. Quem se posicionar em criptomoedas agora, pode buscar retornos “fora da curva” em sua carteira.

“Em 2021 tivemos uma alta que, em poucos meses, entregou retornos que levariam uma vida para conquistar no mercado financeiro tradicional. Isso está acontecendo novamente”, afirmou. “São momentos para realmente mudar o seu patamar financeiro. Se você entende o jogo, é aqui onde as fortunas e grandes viradas de vida são construídas”.

CRIPTOMOEDAS: CONHEÇA A ‘NOVA TACADA’ DE POTENCIAL MILIONÁRIO

Aqui, vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores precisam estar cientes dos riscos envolvidos.

Porém, os dados foram apresentados por meio da análise gráfica dos dados históricos do bitcoin. A análise gráfica é uma das principais ferramentas de previsão de tendências em criptomoedas, utilizada por praticamente todos os especialistas desse mercado.

Existem oportunidades para além do bitcoin (BTC), segundo especialista

Aqui vai um ponto importante: o bitcoin (BTC) é utilizado como “capitão” do mercado de criptomoedas, e sua possível reversão significa que o mercado como um todo pode se recuperar. Mas não significa, especificamente, que o BTC é a única forma de buscar retornos expressivos.

Atualmente, a busca por lucros milionários a partir de quantias menores é possível, na maioria das vezes, por meio de operações com moedas de menor tamanho de mercado que o BTC, com estrada livre para o crescimento.

Com cerca de US$ 1,34 trilhões (R$ 7,03 trilhões) de valor de mercado atualmente, o BTC permite que investidores institucionais busquem grandes lucros, mas o efeito não é o mesmo para investidores pessoa física que dispõem de valores mais baixos para investir.

Considerando o contexto atual de incertezas, o “olho clínico” de especialistas com anos de experiência se faz ainda mais importante para detectar as oportunidades “menos conhecidas” do mercado que podem trazer mais lucros a partir de valores mais baixos.

Segundo Nogueira, o bitcoin é uma opção “para aqueles que querem buscar uma boa valorização”, mas se o objetivo é buscar “algo que possa realmente mudar seu patamar financeiro”, uma outra oportunidade foi identificada.

‘Nova tacada’ com criptomoedas, identificada por especialista, vai em busca de até R$ 1,4 milhão de retornos

Hernandes Nogueira está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” no mercado de criptomoedas, com a qual é possível buscar retornos de até R$ 1,4 milhão dentro dos próximos 12 meses – começando com aportes de “apenas” R$ 2.198.

Em parceria com a Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research –, essa “tacada” será disponibilizada para qualquer investidor interessado.

Por meio de um sistema online de copy trade, qualquer investidor poderá apenas “copiar e colar” todas as operações de Nogueira no mercado cripto, enquanto o trader vai em busca de mais um milhão em retornos.

Basta “dar o aceite”, e o sistema trabalhará replicando os trades de forma 100% automatizada. Iniciando com um aporte de “apenas” R$ 2.198, as operações já poderão ser replicadas via sistema, com o retorno-alvo de até R$ 1,4 milhão.

É claro que, ao longo do tempo, mais aportes financeiros podem se fazer necessários, a depender da volatilidade do mercado.

De qualquer forma, essa é uma oportunidade rara de se posicionar em um “alinhamento” que só aconteceu no mercado em outras três ocasiões, e que carrega alto potencial de geração de valor.

Gratuito: Conheça proposta da ‘nova tacada’ com criptomoedas na próxima segunda-feira (6)

Você é convidado para conhecer mais sobre a “nova tacada” com criptomoedas gratuitamente.

Na próxima segunda-feira (6), a partir das 19h, a proposta será apresentada por Hernandes Nogueira, juntamente com a Opt.me, em um evento online e gratuito.

Durante o evento, você poderá entender melhor o que está em jogo, sem realizar nenhum compromisso financeiro inicial, e decidir se a “tacada” faz sentido para os seus objetivos financeiros no momento.

Para participar do evento gratuito, basta reservar seu lugar clicando no botão abaixo e seguindo as instruções na tela:

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Dividendos de ‘fim de mês’: Moura Dubeux (MDNE3), Multiplan (MULT3) e outras ações pagam proventos amanhã (31); confira

30 de Março de 2026, 10:00

Alguns investidores da bolsa brasileira vão encerrar o mês de março com proventos caindo na conta. Isso porque nomes conhecidos, como Moura Dubeux (MDNE3) e Multiplan (MULT3), têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) programados para pagamento na próxima terça-feira (31).

Para que você fique bem-informado, preparamos a lista completa de todos os pagamentos previstos para a data, separados por empresa. Você pode conferir a seguir – mas esteja atento a alguns detalhes antes:

Dividendos da semana: não esqueça desses detalhes

Antes de passar ao calendário, vale trazer dois pontos importantes à atenção do investidor:

  1. “Data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos;
  2. Tributação: JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.
EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
M Dias BrancoMDIA3Dividendo1,4131/03/202624/03/2026
ISA Energia BrasilISAE3JCP0,25131/03/202620/02/2026
ISA Energia BrasilISAE4JCP0,25131/03/202620/02/2026
Allied TecnologiaALLD3Dividendo0,42131/03/202630/01/2026
Moura DubeuxMDNE3Dividendo0,59231/03/202630/12/2025
MetisaMTSA3JCP1,131/03/20261/12/2025
MetisaMTSA4JCP1,2131/03/20261/12/2025
MultiplanMULT3JCP0,22531/03/202631/03/2025
DimedPNVL3JCP0,07531/03/202616/12/2024

Onde investir para buscar bons dividendos? Confira as principais recomendações do momento no Empiricus+

Se você está em busca das principais recomendações de investimento para o momento, está convidado a conhecer o Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por 12x de R$ 14,90 no plano anual.

Essa é a sua chance de conhecer de perto as recomendações profissionais que podem moldar suas decisões de investimento.

Você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso, para testar a funcionalidade. Basta clicar aqui para liberar seu acesso:

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Guerra no Oriente Médio, petróleo em alta e mercados em alerta: onde investir agora? Analista explica cenário e faz recomendação

25 de Março de 2026, 16:38

Quem acompanha as notícias globais, certamente está ciente da guerra no Oriente Médio e da consequente alta dos preços do petróleo. Também deve ouvir falar bastante do estreito de Ormuz e do sentimento de receio que toma os mercados – desde as bolsas até as criptomoedas.

Porém, os pontos de conexão entre todos esses nomes e, especialmente, o que esperar da economia e dos investimentos em períodos de conflito, não são facilmente compreendidos por todo mundo.

Pensando nisso, Matheus Spiess, analista de macroeconomia da Empiricus Research, traz um “aulão” para explicar, de forma simples e clara, o que está acontecendo no mundo agora – e onde investir. Confira:

Abaixo, trazemos os principais pontos abordados no vídeo.

Estreito de Ormuz: o ‘ponto de estrangulamento’ da economia mundial?

Os receios econômicos mundiais começam pelo Estreito de Ormuz: uma passagem que, em seu menor ponto, possui cerca de 33km entre os Emirados Árabes Unidos e o Irã. É por lá que 20% do petróleo comercializado no mundo inteiro é escoado.

Ormuz é um dos oito principais choke points (“pontos de estrangulamento”, em português) do comércio marítimo global. Dentre os outros, estão nomes como os canais do Panamá e de Suez.

Desde o início do conflito, o Irã alega que o estreito está fechado, o que nunca aconteceu de forma formal, mas sim por meio de ameaças aos navios que ousassem atravessá-lo.

“O que existe é um fechamento na prática: as ameaças do Irã, e os barcos se recusando a atravessar – e as seguradoras das embarcações também falando que não é para atravessar”, afirma Spiess.

E por que é de interesse do Irã manter a passagem fechada? Bom, a explicação é simples: o Irã é militarmente inferior aos seus adversários no conflito. Com isso, o que resta é usar Ormuz como estratégia de guerra, atingindo diretamente toda a economia ocidental.

“Eles querem aumentar o custo econômico para o Ocidente o máximo possível, porque é o que resta para eles. Do lado militar, os EUA têm superioridade”, afirma Spiess.

Com o fechamento do estreito atingindo em cheio, especialmente, o escoamento do petróleo, a escassez leva o preço do barril às alturas – e todo o ocidente pode, literalmente, pagar a conta.

Irã pode ter motivos para normalizar funcionamento do estreito de Ormuz em breve, segundo analista

Segundo Spiess, para o Irã, o interesse de aumentar os custos econômicos para o restante do mundo pode ser de curto prazo – porque o próprio país é dependente do funcionamento normal da passagem.

“Falamos muito do que sai do estreito, mas pouco do que entra”, afirma Spiess. No caso, Ormuz é a principal porta de entrada de comida para o Irã, considerando que a produção local é escassa.

Manter o estreito fechado por muito tempo gera o risco de uma crise humanitária na região, o que não estaria nos melhores interesses do governo.

Um dos principais aliados econômicos do Irã, a China, também tem interesse na reabertura do estreito.

O que o mercado quer que aconteça no futuro próximo?

O mercado, no meio do fogo cruzado, não gosta de incertezas. Para muito além da alta do petróleo, isso é o que também tem gerado estresse nos ativos de risco globais.

Inicialmente, os EUA anunciaram que o conflito tinha prazo para acabar: cerca de 5 semanas. Porém, esse prazo está próximo de terminar – e não há sinais de arrefecimento. “A falta de perspectiva para o final de um conflito é o que incomoda o mercado”, afirma Spiess.

Para o analista, uma normalização do estreito de Ormuz é uma das principais expectativas do mercado no momento. Sendo o encerramento do conflito, claro, como cenário ideal.

Porém, Spiess comenta que nem o fim da guerra seria suficiente para que tudo volte a ser como era antes, pelo menos no curto prazo.

“Não basta só encerrar, porque começaremos a ter um legado desse conflito. Vai demorar muito mais tempo para termos uma situação normalizada”, afirma.

Estados Unidos também têm seus motivos para não continuarem guerra no Oriente Médio

O analista traz alguns pontos, em especial, que podem influenciar os EUA a encerrarem a guerra eventualmente.

  • Custos do conflito

Os EUA já gastaram mais de US$ 20 bilhões com esse conflito – e somam cerca de US$ 39 trilhões de dívida até o momento.

“O fiscal americano, que já está problemático, está piorando ainda mais por conta do conflito”, afirma. Somadas às contas públicas, um outro fator vem para exercer ainda mais pressão:

  • Inflação

“Se você impede que haja o tráfego de petróleo, isso encarece o petróleo e seus derivados. Consequentemente, o combustível na bomba fica mais caro, e então precisamos de reajustes de preços. O medo de inflação é muito grande, porque se há mais inflação, precisamos de mais juros”, afirma Spiess.

Esse é o “efeito dominó” mais temido pelos mercados. O que começa com a alta do petróleo, pode “acabar desaguando em outros segmentos”, como transportes, fertilizantes e alimentos, segundo o analista.

“Todo mundo tem medo disso [inflação], inclusive o próprio Donald Trump”, afirma o analista. Especialmente porque 2026 é ano de midterms – as “eleições de meio de mandato” nos EUA.

  • Eleições de meio de mandato nos EUA

Segundo Spiess, não parece ser de interesse de Donald Trump chegar às eleições de meio de mandato (midterms), no mês de novembro, com uma economia norte-americana fragilizada.

Nesse caso, o encerramento da guerra seria um fator aliado: “Se o conflito acabar o quanto antes, os preços podem normalizar, e a pressão esperada para a inflação seria minimizada”, afirma.

Uma recomendação de investimento para se expor ao xadrez geopolítico do momento

Spiess explica que, após um conflito que afeta diretamente a cadeia de suprimentos mundial, empresas e indústrias são obrigadas a se reorganizarem em forma de novos investimentos.

Esse boom de capex implica em um boom de inflação que, consequentemente, traz um “playbook” clássico na reação dos mercados: a compra de ativos de proteção, como o ouro, e também de commodities.

Historicamente, commodities agrícolas tendem a entrar em rali após períodos de disrupção nos preços do petróleo.

Hoje, os preços ainda não estão acompanhando a última alta do barril, o que cria “uma tese muito interessante” ligada à possível valorização que esses ativos podem capturar no futuro próximo.

Com isso, para o analista, esse é um bom momento para o investidor se posicionar em ativos ligados ao setor: sua principal recomendação é o ETF CMDB11, que replica a performance de ações de empresas brasileiras produtoras e exportadoras de commodities.

“Estruturalmente, acredito que as commodities estão entrando em um bull market, para além de um ou outro conflito”, conclui.

Clique no vídeo abaixo para assistir a aula na íntegra e, assim, ouvir mais sobre a tese de investimento, além de todos os principais pontos abordados:

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‘A próxima tacada’: saiba como criptomoedas podem transformar R$ 2.198 iniciais em até R$ 1,4 milhão de forma automática

24 de Março de 2026, 16:57

A partir do próximo dia 6 de abril, uma nova “tacada” no mercado de criptomoedas trará, aos investidores brasileiros, mais uma chance de buscar lucros milionários nesse mercado.

A ideia não vem de forma impessoal, mas sim de Hernandes Nogueira, trader brasileiro com 8 anos de experiência no mercado cripto, que já conquistou retornos acima da média com suas operações.

Hernandes Nogueira conquistou R$ 1,4 milhão com criptomoedas, e identificou nova oportunidade de potencial semelhante

Natural de Goiânia (GO), Hernandes Nogueira conquistou seu primeiro milhão por meio das criptomoedas – antes mesmo de completar 30 anos.

Segundo o próprio, a princípio, não havia muito dinheiro para investir, e o segredo para multiplicar seu patrimônio foi apostar em operações de alto potencial de valorização.

“Encontrei operações no mercado de criptomoedas que pagavam bem mais que o habitual. Comecei com pouco dinheiro, mas fui aumentando o meu patrimônio com operações que multiplicaram por até 100 vezes”, afirma.

Hoje, Hernandes compartilha insights sobre geopolítica e mercado cripto com mais de 400 mil seguidores no Instagram, e em seu canal do YouTube. E recentemente, compartilhou que chegou à marca de pouco mais de US$ 270 mil de retorno com suas operações.

Fonte: Hernandes Cripto. Retornos passados não são garantia de retornos futuros. Investimentos têm riscos e podem acarretar perdas para o investidor.

Com a variação cambial do dia 24 de março, no fechamento deste texto, esse é um valor que chega a cerca de R$ 1,42 milhão.

Fonte: Morningstar/Google, consultado em 24/03/26 às 14h07

Aqui, vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores precisam estar cientes dos riscos envolvidos.

Além disso, esse retorno foi fruto de uma sequência de aportes financeiros realizados pelo trader ao longo do tempo, em diferentes operações.

Porém, após conquistar retornos como esse, Hernandes agora acredita que o momento atual de mercado permite uma “nova tacada”, com a qual é possível buscar valores próximos a esse (até R$ 1,4 milhão) mais uma vez, dentro dos próximos 12 meses.

CRIPTOMOEDAS: CONHEÇA A ‘NOVA TACADA’ DE POTENCIAL MILIONÁRIO

Considerando o contexto atual de aversão ao risco, com as principais criptomoedas do mercado em baixa, o “olho clínico” de especialistas com anos de experiência se faz ainda mais importante para detectar as oportunidades mais promissoras para buscar lucros.

É o caso de Hernandes, que está confiante de ter encontrado uma “nova tacada” de chances milionárias a partir de agora. E enxergando todo esse potencial, pensou: por que não compartilhá-lo com mais pessoas?

Unindo seus conhecimentos e a ideia de ajudar qualquer pessoa a buscar lucros, Hernandes se juntou à Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research – para disponibilizar essa “tacada” para o máximo de pessoas possível.

E o melhor: de forma automatizada, por meio da tecnologia copy trade que permite replicar suas operações.

Começando com R$ 2.198, é possível buscar retornos milionários com ajuda de Hernandes Nogueira

Por meio de um sistema online dedicado, qualquer brasileiro interessado em seguir essa “nova tacada” poderá apenas “copiar e colar” todas as operações de Hernandes Nogueira no mercado cripto, enquanto o trader vai em busca de mais um milhão em retornos.

“Eu vou comprar e vender os ativos para você ter a chance de chegar lá, como eu fiz para mim mesmo ao longo dos meses”, afirma Hernandes.

Ou seja, não é necessário que o usuário estude os fundamentos do mercado de criptomoedas, ou dedique horas de seu dia às operações. Basta “dar o aceite” e o sistema trabalhará replicando os trades de forma 100% automatizada.

E o melhor: não é necessário começar com quantias robustas. Iniciando com um aporte de “apenas” R$ 2.198, as operações já poderão ser replicadas via sistema, com o retorno-alvo de até R$ 1,4 milhão.

É claro que, ao longo do tempo, mais aportes financeiros podem se fazer necessários, a depender da volatilidade do mercado. De qualquer forma, essa é uma oportunidade rara, que reúne três fatores de peso:

  • Buscar retornos milionários em um espaço relativamente curto de tempo;
  • De forma 100% automatizada;
  • Começando com aportes iniciais relativamente baixos.

E se você deseja saber mais sobre essa “nova tacada”, está convidado a conhecer a proposta de perto, e gratuitamente.

Conheça a ‘nova tacada’ com criptomoedas: evento online e gratuito traz detalhes no próximo dia 6 de abril

Para conhecer a proposta da “nova tacada”, Hernandes Nogueira e a Opt.me te convidam para um evento online e gratuito, no próximo dia 6 de abril, a partir das 19h.

Durante o evento, a proposta será apresentada em detalhes para todos os interessados e, ao final, os acessos à ferramenta de copy trade serão liberados para quem desejar prosseguir.

Porém, os convites ao evento são limitados. Para garantir o seu enquanto ainda há tempo, clique no botão abaixo e siga as instruções na tela:

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Até R$ 1 milhão em 12 meses: trader propõe ‘pacto’ com criptomoedas para buscar retornos de ‘décadas’ dentro de 1 ano

23 de Março de 2026, 10:35

Mesmo no mundo dos investimentos, do qual podem surgir cases de sucesso de pessoas “comuns” que enriqueceram em patrimônio, sabemos que multiplicar capital até tornar-se milionário não é uma tarefa fácil.

É preciso tomar decisões muito bem calculadas, saber gerenciar os valores e, também, ter uma quantia inicial favorável para começar a investir – caso o desejo seja obter resultados mais rápidos.

Uma matéria publicada em setembro de 2025 no portal Bora Investir, da B3, exemplifica bem esse cenário:

Fonte: Bora Investir/B3, consultado em 19/03/2026

Segundo simulações trazidas na matéria, o brasileiro que pode investir R$ 500 por mês ininterruptamente (o que já pode ser muito para a maioria da população, que vive com um salário-mínimo de R$ 1.621 mensais em 2026) precisaria do seguinte espaço de tempo para transformar os aportes mensais em R$ 1 milhão:

  • 29 anos e 8 meses, se investir em um ativo que renda a 100% do CDI (considerando um CDI de 14,9% em 2025);
  • 31 anos e 9 meses, se investir em ações do índice Ibovespa, considerando uma média de rendimento de 9% anuais para o índice;
  • 40 anos e 9 meses, caso os valores fossem investidos na poupança, com rendimento médio de 6% ao ano.

E vale lembrar que é normal que o poder de compra desses valoresseja corroído pela inflação ao longo do tempo: considerando que a média histórica da inflação brasileira está em torno de 5% ao ano, R$ 1 milhão não terá exatamente a mesma força daqui a quatro décadas.

Mas e se houvesse uma alternativa?

Jader Nogueira, trader e referência no mercado de criptomoedas no Brasil, não quis esperar décadas para mudar de vida.

Multimilionário graças ao mundo cripto, conquistou seu primeiro milhão em cerca de um ano – ao invés de décadas. E hoje, ensina outros brasileiros a operarem nesse mercado em busca de retornos semelhantes.

Para esse ano de 2026, Nogueira propõe um desafio ambicioso: ajudar qualquer interessado a buscar até R$ 1 milhão em “apenas” 12 meses, assim como aconteceu em sua vida pessoal. Em sua visão, esse será um verdadeiro “pacto” com quem topá-lo.

Conheça o ‘pacto’ que propõe transformar R$ 3.125 iniciais em até R$ 1 milhão com criptomoedas

A premissa é simples: ao invés de investir R$ 500 mensais em um produto de renda fixa tradicional, como os exemplos que mostramos anteriormente, quem topar o desafio de Jader Nogueira ingressará no mercado de criptomoedas, começando com um aporte inicial de R$ 3.125

A partir desses R$ 3.125, já será possível buscar até R$ 1 milhão em retornos dentro dos próximos 12 meses.

“Você demoraria 40 anos para chegar no primeiro milhão investindo 500 reais por mês. Mas eu quero buscar esse valor para você em 12 meses. É o meu pacto com você”, afirma Nogueira.

Ou seja, caso o investidor interessado “guardasse” R$ 500 por cerca de 6 meses, é como se o aporte inicial no projeto “se pagasse” depois desse período.

Esse foi o mesmo pacto que Jader Nogueira fez com a própria família. Aos 29 anos, quebrado financeiramente, prometeu à esposa e à filha que mudaria de vida dentro de um ano.

E ele cumpriu a promessa. Aos 30 anos, já havia conquistado seu primeiro milhão operando no mercado de criptomoedas. Aos 32, já acumulava mais de R$ 30 milhões em patrimônio. Agora, propõe “buscar o valor para você”. Mas como?

Por meio de um sistema automático de copy trade, viabilizado em parceria com a Opt.me (frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research). Qualquer investidor “plugado” a ele poderá copiar e colar as mesmas operações de Nogueira no mercado de criptomoedas.

O valor de R$ 3.125 é o recomendado pelo sistema para começar a utilizá-lo de forma que a busca pelo milhão seja viabilizada.

Jader Nogueira será o “piloto” do projeto, usando de todo o seu “know-how” de quase uma década com criptomoedas, para selecionar as operações mais promissoras do mercado em busca desses retornos.

Ou seja, da sua parte, não é necessário estudar fundamentos de mercado. Basta seguir os passos de quem já carrega anos de experiência e que, na história recente, já apresentou retornos como esse publicamente:

Fonte: Binance (Período: 27/01 a 26/02/2024)

Vale ressaltar que retornos passados não são garantia de retornos futuros, e o mercado de criptomoedas é altamente volátil – investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

Além disso, não é recomendado que os investidores entrem no “pacto” com quantias que possam fazer falta no dia a dia.

Ao mesmo tempo, essa é uma oportunidade rara de buscar retornos milionários a partir de aportes iniciais relativamente baixos, o que, como mencionamos no início do texto, não é tão fácil de conseguir por métodos mais tradicionais.

Então, se seu momento de vida permite topar esse desafio, as inscrições para conhecer o “Pacto” com Jader Nogueira já estão abertas.

Inscreva-se para conhecer o ‘Pacto’: acessos ao projeto serão liberados no dia 30 de março

Se você tem interesse em participar do “pacto” proposto por Jader Nogueira, está convidado a participar de um evento online e gratuito no próximo dia 30 de março, a partir das 19h.

No evento, todos os detalhes do projeto serão apresentados aos interessados, e você pode decidir se a proposta faz sentido para você, sem compromisso.

As vagas no evento são limitadas. Portanto, sugerimos que você registre seu interesse em participar: basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela.

Essa inscrição inicial é gratuita:

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Selic a 14,75% ao ano, inflação, greve dos caminhoneiros e Ibovespa no ‘fogo cruzado’: veja destaques do Empiricus PodCa$t neste sábado (21)

21 de Março de 2026, 09:00

A semana que se encerra neste sábado (21) não veio sem suas emoções no mercado. Na última quarta-feira (18), o Copom optou por reduzir a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, deixando-a em 14,75% ao ano. Enquanto isso, nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) manteve os juros no mesmo patamar por lá.

Enquanto isso, o conflito no Oriente Médio segue:

  • Expandindo a aversão ao risco nos mercados,
  • Levando o Ibovespa à queda nos últimos pregões;
  • Mantendo o preço do petróleo acima dos US$ 100.

O petróleo em alta, inclusive, levanta discussões sobre pressão na inflação brasileira, especialmente nos setores de alimentos, transportes e combustíveis, e uma possível greve dos caminhoneiros tomou conta dos noticiários. E agora, como o investidor deve se posicionar nesse momento?

Esses são os destaques do novo episódio do Empiricus PodCa$t, que foi ao ar nesse sábado (21), com a participação de Lais Costa, analista de renda fixa e fundos de investimento da Empiricus Research, e Bruno Henriques, head de renda variável do BTG Pactual. Clique abaixo e confira:

Selic a 14,75% ao ano, e agora?

Em um tom dovish, o Copom optou por iniciar o ciclo de corte de juros no Brasil, que já estava previamente contratado para sua reunião da última quarta-feira (18).

Porém, o tom do comunicado deu a entender que os próximos passos estão em aberto, justamente por conta do cenário de incerteza e pressão inflacionária nos mercados.

Os dados da inflação (IPCA) do mês de fevereiro vieram levemente acima do esperado pelo mercado (0,7%, contra 0,6% das expectativas). Para Lais Costa, os últimos dados ainda não refletem os riscos da guerra.

Porém, o mercado segue sob temores de que a alta no petróleo pressione os preços dos alimentos, combustíveis e transportes a partir dos próximos meses.

Greve dos caminhoneiros no radar: o que esperar?

Temores sobre uma nova greve dos caminhoneiros, aos moldes daquela vista em 2018, tomaram conta do mercado durante a semana.

Na sexta-feira (20), Renan Filho, ministro dos Transportes do governo Lula, afirmou que o risco de greve foi afastado, após o governo publicar uma Medida Provisória (MP) endurecendo as regras de fiscalização do piso mínimo do frete, o que pode favorecer os caminhoneiros.

Porém, apesar de “afastado”, o risco de paralização pode não ser totalmente descartado por ora, dada a imprevisibilidade do cenário do petróleo no futuro próximo.

Onde investir agora?

Segundo Lais Costa, especialista em renda fixa e fundos de investimento, a redução de 0,25 ponto percentual na taxa de juros “muda muito pouco” para o investidor pessoa física no momento, mas alguns títulos de renda fixa em especial devem estar no radar de quem deseja aproveitar a janela de oportunidades.

Já para Bruno Henriques, do lado da renda variável, “vale a pena olhar a bolsa brasileira com carinho” após a semana de quedas no Ibovespa, especialmente no caso de investidores com posições pequenas em bolsa. “Não acho que passou o bonde [da bolsa]”, afirma.

Durante o programa, os analistas compartilharam suas recomendações para o momento na íntegra. Para conferi-las, assista ao episódio. Basta clicar logo abaixo:

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Preço do petróleo ‘não volta mais aos US$ 50’, diz analista que discute oportunidades de investimento nesse cenário

18 de Março de 2026, 14:45

Com a escalada dos conflitos no Oriente Médio entre Estados Unidos, Israel e Irã, culminando no fechamento do estreito de Ormuz, o petróleo à vista (tipo brent) segue negociado acima dos US$ 100 nessa semana, maior patamar dos últimos 4 anos.

Nesse cenário, investidores podem se perguntar até onde os preços podem ir, ou se é possível esperar por uma queda, uma vez que os conflitos sejam apaziguados de alguma forma.

Por enquanto, não há nenhum sinal concreto de encerramento da guerra no Oriente Médio. Mas mesmo que acordos venham, é possível que o preço do petróleo não volte a ser o que era antes.

“Se o conflito terminasse amanhã e o estreito de Ormuz fosse liberado, mesmo em uma questão de sobreoferta, entendo que o petróleo não volta mais para a casa dos 45, 50 dólares. Esse cenário saiu de cena”, afirma Ruy Hungria, analista da Empiricus Research.

Ruy Hungria e Matheus Spiess, analista de macroeconomia da casa, comentaram o assunto no primeiro episódio da nova temporada do Empiricus PodCa$t, que foi ao ar no último sábado (14). Confira:

Em um mundo de conflitos, o petróleo segue sendo hedge geopolítico

Hungria explica que a guerra lembrou ao mercado que expectativas podem ser quebradas a qualquer momento, o que pode seguir refletindo no preço do petróleo por mais tempo.

“É simplesmente por conta de um prêmio de risco, o risco de que tenhamos uma quebra de oferta de alguma forma. Mesmo que o conflito passe, o mercado entendeu que não dá para tirar isso das contas. Essa incerteza já é suficiente para adicionar alguns dólares a mais ao valor do petróleo”, afirma.

“Estamos pulando de conflito em conflito. Não temos mais aquela janela prolongada de paz [no mundo]. Então, o petróleo serve de hedge geopolítico”, complementa Matheus Spiess.

O que esperar do preço do petróleo nos próximos dias?

Dada a volatilidade do cenário atual, ambos os analistas não cravam um teto de preço para o petróleo. Entretanto, a continuidade da alta não é descartada especialmente porque o governo iraniano tem interesse em escalar a guerra.

“É de interesse do Irã escalar, inviabilizando a passagem do estreito de Ormuz, por conta de seu papel fundamental na cadeia de suprimentos internacional. Não resta nada a eles, a não ser aumentar o custo econômico para o Ocidente”, afirma Spiess, que continua:

“Preços extremos são possíveis de acontecer, mas existe um cenário-base de que o conflito não dure tanto. Entretanto, não significa que não carreguemos consequências de um petróleo mais alto por algum tempo”.

Apesar disso, o analista conclui que o processo deve seguir a maior parte dos “exemplos históricos de choque geopolítico”. Isto é, a princípio, uma maior volatilidade, seguida de uma normalização nos mercados. Essa possível normalização é o ponto de maior atenção aos investidores.

“Diante dessa crise humanitária, podemos observar janelas de oportunidade para alguns ativos específicos”, conclui.

Nessas janelas de oportunidade, inclusive, há uma ação brasileira que tem sido uma das mais beneficiadas pela alta do petróleo, mas que, ao mesmo tempo, não depende desse rali para trazer boa performance.

‘Janela de oportunidade’: as ações brasileiras que podem se beneficiar do cenário atual

Dito isso, quais os “ativos específicos” recomendados pelos analistas no momento?

Ruy Hungria aponta que as petroleiras brasileiras têm se beneficiado desse cenário. Como a Petrobras (PETR4), por exemplo, que atualmente está presente em séries da Empiricus como Vacas Leiteiras e Double Income, focadas recomendações para dividendos e geração de renda extra.

Porém, a Petrobras está mais exposta ao risco político, segundo os analistas. Se o petróleo continuar subindo, o atual governo brasileiro pode se preocupar em não elevar o preço dos combustíveis.

“Combustível mais alto pega na popularidade do governo, que já está bem prejudicada ao longo dos últimos meses”, afirma Spiess. Consequentemente, é possível que “a conta da Petrobras não feche”.

Em contrapartida, a Empiricus também indica uma outra petroleira brasileira que não está exposta a esse risco e, ao mesmo tempo em que se beneficia da alta do petróleo, não depende apenas disso para gerar valor, favorecendo o ponto de entrada atual.

Essa empresa é uma “ótima geradora de caixa” e consegue “o operar com excelência a níveis de brent significativamente abaixo dos atuais”, independentemente do cenário atual, segundo o relatório.

Além disso, espera-se que seu custo de extração do petróleo fique em torno de US$ 8 por barril em 2026, valor considerado muito barato no setor. A empresa já está “ganhando muito mais dinheiro” atualmente, segundo Ruy Hungria.

“Essa empresa é a que mais gostamos, a melhor operadora entre as privadas, e tem uma grande expectativa de crescimento de produção. Ela, na verdade, é quem mais se beneficia dessa alta do petróleo”, conclui o analista no programa.

A recomendação está presente na série Melhores Ações da Bolsa, que traz as indicações da casa para o investidor que busca compounders – ações geradoras de valor intrínseco consistente ao longo dos anos.

E a boa notícia é que, se você deseja conhecer essa indicação em especial, seu acesso à série Melhores Ações da Bolsa (e mais 10 séries da Empiricus) está liberado gratuitamente por 7 dias.

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Com criptomoedas em recuperação, ferramenta ‘buscadora de lucros’ ajuda investidores a surfar janela de oportunidade

17 de Março de 2026, 08:27

O ano de 2026 não começou com ventos muito favoráveis ao mercado de criptomoedas. Com alta pressão vendedora e um sentimento generalizado de medo nos mercados, o bitcoin (BTC), maior criptomoeda do mundo e barômetro das demais, chegou a se aproximar dos US$ 60 mil no início de fevereiro, preço mais baixo desde outubro de 2024.

Inicialmente, parte dos especialistas associava a queda do mercado à realização de lucros dos investidores pós-rali de 2025. Mas o “banho de sangue” se consolidou especialmente após a escalada dos conflitos no Oriente Médio, que disseminaram aversão ao risco a nível global.  

Porém, nos últimos dias, o bear market parece ter ganhado um alívio. Até o fechamento desse texto, na manhã de segunda-feira (16), o bitcoin (BTC) negociava na casa dos US$ 73 mil (R$ 384 mil), uma alta de 2,5% nas últimas 24 horas.

E o BTC não foi o único a subir: o grande destaque do dia ficou por conta das altcoins. Mais especificamente, memecoins como PEPE, BONK e PENGU.

Somente a PEPE, até o fechamento desse texto, acumulava alta de quase 20% nas últimas 24 horas. Já as outras citadas, BONK e PENGU, subiam 10% e 9% no mesmo período, respectivamente.

Fonte: CoinMarketCap, consultado em 16/03/2026 às 10h50

Uma recuperação no mercado, de maneira geral, pode deixar alguns investidores mais otimistas, especialmente aqueles à espera de uma possível “luz no fim do túnel” para buscar lucros.

Porém, de acordo com o portal CoinDesk, referência em notícias do universo cripto, essa janela pode se fechar em breve. O relative strength index (índice de força relativa, em português) sugere que o mercado está “sobrecomprado” nesses ativos em alta, o que pode indicar que uma retração está próxima:

Fonte: CoinDesk, consultado em 16/03/2026

Esse caso apenas reforça a realidade de que, no mercado cripto, muitos dos “cases de sucesso” – de investidores que embolsaram grandes lucros – partem de uma janela de oportunidade. Isto é, um momento específico que, se detectado no ponto certo de entrada, pode entregar os retornos dos sonhos.

Nesse exemplo citado, investidores que compraram PEPE dentro dessas 24 horas conseguiram retornos de 20% em cima do capital inicial investido. É um número que pode significar muito, a depender das quantias envolvidas.

Porém, sabemos que nem todo investidor tem tempo hábil, ou conhecimento o suficiente, para acompanhar o mercado ao ponto de saber exatamente em quais moedas investir – e o momento exato de entrada – para buscar lucros.

E é aí que entra a uma ferramenta automatizada criada exatamente com este intuito: detectar as janelas de oportunidade com altcoins – mais especificamente, memecoins independentemente do sentimento de mercado e, assim, buscar lucros para qualquer usuário.

Memebot One Million: conheça a ferramenta programada para buscar lucros milionários com criptomoedas

O Memebot One Million é um software automatizado, cujo único objetivo é buscar lucros explosivos com memecoins para seus usuários.

Como o próprio nome da ferramenta já entrega, o foco no “milhão” é exclusivo: seus algoritmos estão programados para selecionar apenas moedas cujas operações possam transformar os investimentos iniciais em retornos de até seis dígitos em potencial.  

Enquanto o usuário pode “seguir sua vida” sem necessariamente acompanhar o mercado, o Memebot One Million trabalha em tempo real, “escaneando” o mundo das criptomoedas em busca das altcoins de maior potencial do momento.

Após selecionar os ativos, o Memebot também fica responsável pelos processos de compra e venda de forma automatizada. Da parte do investidor, basta apenas:

  • Instalar a ferramenta;
  • Entrar com os aportes financeiros;
  • Apertar “copiar” uma única vez;
  • Deixar o restante acontecer.

Começando com cerca de R$ 3,5 mil, já é possível partir em busca do milhão com o Memebot One Million

As configurações do Memebot One Million permitem que o usuário inicie com quantias relativamente baixas: o recomendado é iniciar com aportes em torno de R$ 3,5 mil.

A partir dessa quantia, a ferramenta já é capaz de buscar até R$ 1 milhão em retornos. Mas vale ressaltar que, quanto maior o rendimento-alvo do usuário, maiores os riscos e os aportes que devem ser realizados.

Versões anteriores do Memebot, lançadas em 2025 sem a configuração voltada exclusivamente para retornos milionários, conseguiram resultados expressivos com memecoins. Dentre eles, podemos citar:

  • +88,62% em BANANA31
  • +46,80% em TURBO
  • +33,77% em FLOKI
  • +28,76% em USELESS
  • +16,82% em BOME

Essas são moedas semelhantes às memecoins citadas anteriormente, que estão em alta essa semana (PEPE, BONK, PENGU). Todas foram garimpadas pelo Memebot no momento exato de captura de valorização, e trouxeram bons retornos aos usuários.

Vale lembrar que retornos passados não são garantia de retornos futuros. O mercado de criptomoedas é altamente volátil, e os investidores devem estar cientes dos riscos envolvidos.

Apesar disso, essa é uma ferramenta desenvolvida por experts neste mercado, que permite que qualquer usuário, mesmo com pouca experiência, tenha apoio profissional para buscar os retornos desejados.

E por que investir em altcoins ao invés do bitcoin (BTC)?

Você pode até se perguntar: mas o bitcoin (BTC) não pode ser uma das moedas negociadas pelo Memebot One Million?

Bom, a questão é que o foco exclusivo da ferramenta está em buscar retornos milionários. Potenciais como este, atualmente, são encontrados em moedas menos conhecidas e de menor tamanho de mercado que o BTC.

Mesmo com as quedas registradas nos últimos meses, o bitcoin (BTC) segue com um valor de mercado gigantesco, de cerca de US$ 1,48 trilhões (R$ 7,8 trilhões).

Esse volume até permite que investidores institucionais (com bilhões em caixa disponíveis) busquem grandes lucros com seus BTCs, mas o efeito não é o mesmo para investidores pessoa física que dispõem de valores mais baixos para investir.

Encontro gratuito: conheça o Memebot One Million em detalhes na próxima segunda-feira (23)

Se você deseja conhecer o Memebot One Million em detalhes, está convidado a participar de um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (23), a partir das 19h.

Nessa data e horário, a ferramenta será apresentada aos interessados, e você poderá decidir se a proposta faz sentido para seus objetivos como investidor.

Para aqueles que optarem por acessá-la, os novos logins da ferramenta serão liberados logo após o evento.

Para garantir seu lugar na reunião, é bem simples. Basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é gratuito:

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Dividendos da semana: Gerdau (GGBR3) e Petrobras (PETR4) pagam proventos entre os dias 16 e 20 de março; fique ligado

15 de Março de 2026, 10:00

A próxima semana promete ser movimentada para investidores da bolsa brasileira. Dois grandes nomes do mercado nacional, Gerdau (GGBR4) e Petrobras (PETR4), têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) programados para distribuição aos seus acionistas.

No caso da Gerdau, os proventos serão distribuídos para ambos os tickers (GGBR3 e GGBR4), além de contemplar os investidores da Metalúrgica Gerdau (GOAU4), sua holding.

Para a Petrobras, há pagamentos de dividendos para o ticker PETR4, e dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) para o ticker PETR3.

Preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para a semana, para que você marque na sua agenda. Veja a seguir.

Dividendos da semana: não esqueça desses detalhes

Antes de passar ao calendário da semana, vale trazer dois pontos importantes à atenção do investidor:

  1. “Data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos;
  2. Tributação: JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.
EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$)Data do pagamentoData de corte
Unifique FIQEDividendo0,07816/03/202629/12/2025
Gerdau GGBR4Dividendo0,1018/03/202610/3/2026
Gerdau GGBR3Dividendo0,1018/03/202610/3/2026
Metalurgica GerdauGOAU4Dividendo0,0519/03/202610/3/2026
Metalurgica GerdauGOAU3Dividendo0,0519/03/202610/3/2026
PetrobrasPETR3Dividendo0,29620/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR4Dividendo0,29620/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR3JCP0,17520/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR4Dividendo0,17520/03/202622/12/2025

Empiricus+: em um só lugar, conheça todas* as recomendações de investimento da Empiricus para este mês

Se você deseja descobrir quais as melhores ações pagadoras de dividendos para investir a partir de agora, temos uma boa notícia.

Você pode conhecer todas* as recomendações de investimento da Empiricus por meio do Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura “streaming“: em um único lugar, as principais séries da casa estão disponíveis para o seu acesso, por até 12x de R$ 14,90.

Essa é a sua chance de conhecer de perto as recomendações profissionais que podem moldar suas decisões de investimento.

Você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso, para testar a funcionalidade. Basta clicar aqui para liberar seu acesso:

*DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Carteira Empiricus, Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Cury (CURY3), Direcional (DIRR3), MRV (MRVE3): qual ação de construtora vale a pena após o 4T25? Confira recomendação da Empiricus 

13 de Março de 2026, 16:26

A temporada de resultados do 4º trimestre de 2025 segue acontecendo no mercado brasileiro. Nessa semana, entre os dias 9 e 10 de março, foi a vez de três das principais construtoras brasileiras divulgarem seus resultados: Cury (CURY3), Direcional (DIRR3) e MRV (MRVE3).

Sabendo que os números são de grande relevância para os acionistas dessas empresas, Caio Araujo, analista da Empiricus Research, comentou os resultados em sua participação no programa Giro do Mercado, do Money Times, na última quarta-feira (11).

Afinal de contas, como interpretar os resultados, e quais ações valem a pena comprar após a divulgação? A seguir, vemos os destaques da semana à luz do analista.

Cenário do 4T25 é positivo para construtoras expostas ao Minha Casa, Minha Vida, segundo analista

Dando um panorama geral do setor de construtoras, o analista aponta que o cenário é positivo, especialmente para empresas mais expostas ao programa Minha Casa, Minha Vida:

“A gente teve revisões de faixa e de preço ao longo dos últimos anos. É um cenário favorável para a operação. Ao longo do tempo, temos visto as construtoras aumentando o ritmo de lançamentos, capturando margens melhores, especialmente as que têm uma capacidade orçamentária um pouco mais sofisticada. Entendo que para o setor, como um todo, os resultados foram bem saudáveis”.

Cury (CURY3): bons resultados podem se traduzir em dividendos

Após o fechamento de mercado da terça-feira (10), a Cury (CURY3) trouxe seus números do 4T52, com destaque para:

  • Lucro líquido de R$ 270 milhões no 4T25, alta de 63% na visão anual;
  • Receita líquida de R$ 1,4 bilhão, alta de 37,2% na visão trimestral.

Para o analista, os resultados foram realmente positivos: “Vemos Cury há alguns anos operando entre as melhores do setor. […] Temos um carrego das operações traduzido nas receitas, a margem bruta dos projetos aumentando, e a geração de caixa, que foi o principal destaque”.

Para Caio Araujo, os números reportados nesse trimestre podem ser uma boa notícia para investidores em busca de dividendos. “A Cury já é uma pagadora de dividendos há alguns anos, e tende a continuar nessa dinâmica, dada essa forte geração de caixa que, para mim, foi o destaque dos resultados.”

Segundo o analista, o consenso do mercado é de um dividend yield esperado em torno de 7% para 2026. “Entendo que seja interessante, dado o contexto da companhia”, conclui.

As ações reagiram aos resultados com alta de 4% no pregão da quarta-feira (11), uma das maiores altas do Ibovespa durante o dia.

MRV (MRVE3): apesar do bom carrego no MCMV, operações nos EUA pressionam resultados

A MRV (MRVE3) divulgou seus números após o fechamento da segunda-feira (9), com destaque para:

  • Lucro líquido ajustado de R$ 116 milhões, reversão do prejuízo registrado no trimestre anterior;
  • Receita líquida de R$ 3 bilhões no 4T25, acima das expectativas do mercado;

Boa parte dos resultados foi impulsionada pela MRV Incorporação, principal divisão de negócios da empresa. “Essa parte tem conseguido gerar caixa e se manter minimamente estável na relação entre dívida líquida e patrimônio líquido”, afirma o analista.

Porém, isso não apaga que o cenário da empresa continua desafiador, especialmente por conta das operações nos Estados Unidos, que não têm gerado os retornos esperados nos últimos anos, de acordo com o analista.  

A Resia, subsidiária norte-americana das operações, atualmente carrega uma dívida líquida na ordem de cerca de US$ 700 milhões.

 “É algo bem significativo, tem prejudicado o financeiro como um todo da companhia. Para a MRV, ainda é um cenário de recuperação”, afirma o analista. “Nas outras empresas, vemos um cenário mais positivo, de surfar o Minha Casa, Minha Vida”.

As ações encerraram em alta de 2% na B3 na terça-feira (10), mas os ganhos foram devolvidos nos dias seguintes. Somente no pregão da sexta-feira (13), até o fechamento deste texto, a queda ultrapassava os 4,5% no dia.

Direcional (DIRR3): investidores reagem aos resultados com ceticismo

No mesmo dia (11) que a MRV, a Direcional (DIRR3) também reportou seus números do 4T25, com destaque para:

  • Lucro líquido de R$ 211 milhões, alta de 27% na visão anual;
  • Receita líquida de R$ 1,2 bilhões, alta de 33% na visão anual.

Caio Araujo comenta que o resultado veio em linha com o consenso do mercado. Porém, a reação imediata do mercado foi de queda nas ações. Até a tarde da sexta-feira (13), as ações negociavam em queda de 1,86% no dia.

“Entendo que seja mais uma ótica de exigência do mercado em relação aos números da companhia, porque os números foram bons no geral”, afirma o analista.

A construtora, que se destacou em 2025 e se tornou uma “queridinha” dos investidores brasileiros, agora é alvo de altas expectativas, o que pode pressionar suas ações ao menor sinal de qualquer discrepância.

“Dado que houve pagamentos extraordinários de dividendos no final do ano passado, hoje a empresa tem uma alavancagem um pouco maior do que nos últimos anos, na ordem de 23% quando vemos dívida líquida sobre patrimônio líquido. Então os investidores estão um pouco mais céticos em relação a esse ponto”, conclui.

Nem Cury (CURY3), nem Direcional (DIRR3) ou MRV (MRVE3): outra ação de construtora é recomendação da Empiricus para o mês

“Gostamos do setor, é uma posição interessante. Só que não gostamos de todas as ações”, afirma Caio Araujo.

O analista comenta que, historicamente, Direcional (DIRR3) costuma figurar entre as recomendações da Empiricus.

Porém, com alta acumulada de cerca de 43% nos últimos 12 meses, ainda reflexo do bom ano de 2025, a casa entende que este é pode ser um bom momento de realização de lucros nos papéis.

Em contrapartida, uma outra construtora, que não é Direcional (DIRR3), Cury (CURY) e nem mesmo a MRV (MRVE3), é a principal ação do setor indicada pela Empiricus no momento, desde o início do mês.

Segundo a Empiricus, essa é uma construtora que traz características que fazem dela uma das ações mais positivamente expostas ao ciclo de cortes da Selic, amplamente esperado a partir da reunião do Copom da próxima quarta-feira (18).

Além disso, está preparada não apenas para surfar juros mais baixos, mas também para resistir a cenários mais adversos, e distribuir bons dividendos aos seus acionistas.

Por isso, ela está presente em duas das principais séries da casa: Double Income e Vacas Leiteiras, com foco em distribuição de proventos e geração de renda extra.

Um dia após a decisão de juros, no fechamento de mercado da quinta-feira (19), a construtora recomendada divulgará seus resultados do 4T25.

E se você quiser conhecer a tese completa por trás da recomendação desta outra construtora, temos uma boa notícia.

Empiricus+: em um só lugar, conheça todas as recomendações da Empiricus para o momento

A boa notícia é que você pode acessar não só essa, mas todas* as recomendações de investimento da Empiricus para o momento, por meio do Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura “streaming” da casa. Por apenas 12x de R$ 14,90, você pode conhecer de perto tudo o que está no radar dos analistas da casa.

E você, leitor desse texto, ainda pode testar o Empiricus+ por 7 dias gratuitamente, sem compromisso. Para liberar o seu acesso, basta clicar no botão abaixo:

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Lucros até de madrugada? Conheça o R3R – Robô Três Rendas, que pode operar criptomoedas de forma automática

12 de Março de 2026, 11:26

Existe uma frase bastante repetida quando o assunto é sucesso financeiro: “trabalhe enquanto eles dormem”. A mensagem por trás sugere que, em um sistema meritocrático, aqueles que se esforçam para além do padrão acabam colhendo maiores recompensas.

Embora essa lógica possa fazer sentido em alguns contextos, a realidade mostra que nem sempre todo mundo pode ou consegue renunciar ao próprio descanso e aumentar o esforço em busca de resultados superiores.

Mas e se fosse possível estabelecer uma realidade diferente, na qual uma ferramenta totalmente automática busca lucros com operações no mercado enquanto todos dormem, inclusive o próprio usuário?

Essa é a visão por trás do R3R – Robô 3 Rendas, ferramenta criada por André Antunes, trader no mercado financeiro há mais de duas décadas, e sua equipe.

R3R – Robô Três Rendas: conheça a ferramenta que busca lucros até de madrugada

O R3R – Robô Três Rendas tem o objetivo de operar no mercado de criptomoedas em diferentes horários – até mesmo de noite ou madrugada no Brasil – acompanhando os movimentos dos investidores globais de três dos maiores mercados do mundo:

  • Ásia: durante à noite no Brasil;
  • Europa: durante à madrugada no Brasil;
  • Estados Unidos: durante à manhã.

Nesses horários, a ferramenta “escaneia” o mercado cripto automaticamente, em busca de oportunidades de trade que carreguem o maior potencial de geração de lucros. Após identificá-las, o próprio software também se encarrega de realizar as operações de compra e venda.

A ideia é usufruir do fato do mercado de criptomoedas funcionar 24 horas por dia, não se limitando aos horários nos quais estamos “acordados” no Brasil, e oferecendo ao usuário muito mais oportunidades de buscar uma renda extra.

Da parte do usuário, basta apenas instalar a ferramenta em sua conta na corretora de valores. Assim, é possível aumentar em até três vezes as chances de lucros “enquanto dorme”, automaticamente, sem sacrificar seu descanso. E, durante o dia, manter o foco em suas tarefas cotidianas enquanto o robô trabalha por conta própria.

No caso, o acompanhamento dos horários de mercado da Ásia, Europa e EUA se dá mais pela maior liquidez das negociações, não necessariamente por restrições de horários – que inexistem no mercado cripto.

Até R$ 6.250 diários? Entenda potencial de lucros do R3R – Robô Três Rendas

O R3R – Robô Três Rendas passou por uma fase de testes de 12 meses, antes de culminar em seu grande dia de lançamento ao público, que será no próximo dia 16 de março.

Por meio dos testes, uma excelente notícia foi encontrada: o robô está programado para buscar bons lucros para seus usuários a partir de aportes financeiros iniciais relativamente baixos.

A partir de R$ 1 mil ou R$ 2 mil, durante a fase de testes, foi possível lucrar desde R$ 50 até R$ 6.250 diários, com operações e estratégias específicas.

Ou seja, não é necessário ser um investidor de alto patrimônio para começar a  utilizá-la. A prioridade da ferramenta é impulsionar novos investidores em busca de uma mudança de vida por meio do mercado. Como já foi o caso do próprio André Antunes.

Quem é André Antunes, idealizador do R3R – Robô Três Rendas

André Antunes, também conhecido entre seus seguidores como “Scalper”, é o trader mais seguido no Brasil, com 1,9 milhão de seguidores únicos nas mídias sociais, e carrega consigo 20 anos de experiência no mercado financeiro.

De origem humilde, por muito tempo, viveu a mesma vida que a maioria dos brasileiros: trabalhando, pagando as contas, e sobrevivendo na medida do possível.

“Quando eu era mais novo, comecei a perceber que muitas famílias viviam exatamente no mesmo padrão financeiro por gerações. Meus avós viveram assim, meus pais também. Durante muito tempo, parecia que eu ia seguir o mesmo caminho, até que eu decidi quebrar esse ciclo”, afirma.

A “quebra de ciclo” veio quando Antunes aprendeu a operar no mercado financeiro. Após quatro anos operando, já havia conquistado seu primeiro milhão.

Hoje, é multimilionário e, com toda a sua expertise de duas décadas, dedica seu tempo a ensinar seguidores e alunos o mesmo caminho da independência financeira que conquistou, especialmente pelo mundo do day trade.

Porém, sabemos que operar no mercado financeiro pelos métodos “tradicionais” exige alta dedicação de tempo. Com isso, para fazer jus à “liberdade” em “liberdade financeira”, Antunes passou a focar na criação de ferramentas proprietárias que operem no mercado de forma automática.

E desse propósito, nasceu o R3R – Robô Três Rendas, que será liberado aos seus primeiros usuários a partir da próxima segunda-feira (16), em parceria com a Opt.me – frente de tecnologia de investimentos da Empiricus Research.

Gratuito: participe de evento de apresentação do R3R na próxima segunda-feira (16)

Se você deseja conhecer mais sobre o R3R – Robô Três Rendas, está convidado a participar de um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (16), a partir das 19h.

No evento, todos os detalhes da ferramenta serão apresentados aos participantes. Assim, você poderá tirar suas dúvidas e concluir se essa é uma oportunidade que faz sentido para seus objetivos.

Para reservar seu lugar no evento, basta clicar no botão abaixo. Lembrando que é gratuito:

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Não é Petrobras (PETR4): alta do petróleo favorece entrada em outra ação do setor, segundo a Empiricus

10 de Março de 2026, 14:08

A intensificação dos conflitos no Oriente Médio, envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã, tem pressionado fortemente os preços do petróleo. Nos últimos dias, a commodity entrou em forte alta até o brent spot atingir US$ 119 na última segunda-feira (9), nível mais alto desde 2021.

Essa disparada está ligada, sobretudo, à situação do estreito de Ormuz, passagem estratégica pela qual escoa grande parte do petróleo exportado pelo Oriente Médio para os mercados globais. O governo iraniano alega que a rota está fechada.

Nesta terça-feira (10), o preço do petróleo passou a cair rapidamente, para o patamar dos US$ 90, após afirmações do presidente dos EUA, Donald Trump, de que a guerra no Irã pode terminar em breve.

Diante desse cenário, o Ibovespa, que também ficou pressionado pelo conflito, mostrou “alívio”. Ao longo do pregão desta terça o índice chegou a apresentar alta de 1,62% no início da tarde.

De qualquer forma, as proporções do conflito ainda são incertas, e não há previsão de retomada das atividades “integrais” do estreito de Ormuz.

Esse cenário pode continuar pressionando os preços para cima o que, por um lado tende a amplificar a aversão ao risco nos mercados globais. Contudo, também pode beneficiar ações ligadas ao setor de óleo e gás.  Nesse contexto, como investidor deve se posicionar?

‘Mais transitório do que perene’: os impactos do conflito no Oriente Médio para os ativos brasileiros

“A guerra deve ocupar um espaço mais transitório do que perene no mercado brasileiro”, afirma Rodolfo Amstalden, CEO da Empiricus, em conteúdo publicado para assinantes da casa no último dia 4 de março. “O contexto do petróleo ‘para cima’ não é ruim para o Brasil”.

A chave para esse raciocínio está na exportação do petróleo brasileiro que, nesse caso, pode suprir a demanda não atendida pelo Oriente Médio.

“Até por questões humanitárias, o mercado prefere que a guerra não exista. Mas o Brasil é um dos grandes exportadores de petróleo no mundo. Inclusive, é mais beneficiado do que a própria Rússia”, afirma. E conclui:

“Isso teria impactos de crescimento de PIB para o Brasil, redução de déficit fiscal, porque gera-se muita receita tributária com o petróleo. […] Tem um pouquinho de impacto no IPCA, mas também não é ‘de outro mundo’. Então mesmo sob uma ótica de ‘petróleo para cima’, isso não é necessariamente ‘horrível’ para o Brasil.”

Com isso, é possível que investidores deduzam que esse é um cenário favorável para investir nas ações de petroleiras. A Petrobras (PETR4) costuma ser a primeira a vir à mente dos investidores, por ser um dos nomes mais conhecidos do grande público e ter histórico de bons retornos aos acionistas.

Entretanto, neste momento uma outra ação de petroleira é a preferida da Empiricus para quem deseja investir em ações compounders. Isto é, geradoras de valor intrínseco consistente ao longo dos anos.

Essa ação brasileira é uma das maiores beneficiadas pela alta do petróleo, mas pode performar bem independentemente disso

Para a Empiricus, as ações da Petrobras (PETR4) são uma aposta específica para o investidor que mira na distribuição de dividendos em sua carteira, e não como uma compounder de patrimônio.

Assim, pensando na valorização do preço das ações, em relatório do último dia 5 de março, os analistas da Empiricus revelaram que uma outra ação é a preferida da casa no setor de petróleo e gás.

O relatório expõe que, desde o agravamento das tensões no Oriente Médio, o comportamento dessa ação, em especial, descolou do desempenho do Ibovespa e passou acompanhar a valorização do petróleo brent, chegando a performar 9,1 pontos percentuais acima do índice da bolsa brasileira.

Nesse período, a ação em questão subiu 6%. A Petrobras (PETR4), em comparação, registrou alta de “apenas” 2% em seus papéis.

“A mesma aversão ao risco que costuma derrubar ativos de renda variável, de maneira geral, costuma beneficiar ativos vistos como hedge e, naturalmente, os seus produtores. É o caso dessa ação, cuja geração de caixa e lucros estão diretamente ligados ao preço do petróleo”, comentam os analistas.

Fonte: Bloomberg | Elaboração: Empiricus

Mas apesar dos analistas apontarem que “qualquer valorização da commodity tende a alavancar os resultados da empresa”, o que favorece a entrada no ativo atualmente é, justamente, não depender somente disso.

A empresa é recomendada “por ser uma ótima geradora de caixa e operar com excelência a níveis de brent significativamente abaixo dos atuais. Ou seja, ela independe desse cenário para performar”, segundo os analistas.

Além disso, comentam que, para 2026, espera-se que o custo de extração do petróleo da empresa atinja cerca de US$ 8 por barril, valor considerado muito barato no setor. Com isso, qualquer valorização da commodity tende a alavancar seus resultados.

Atualmente, as ações dessa petroleira fazem parte da carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as 10 ações brasileiras mais promissoras para investir no momento.

E se você quiser saber mais sobre essa recomendação de investimento, temos uma boa notícia.

Gratuito: conheça a carteira Empiricus Top Picks com as 10 ações selecionadas para março

Você pode conhecer a petroleira recomendada pela carteira Empiricus Top Picks acessando, como cortesia, o relatório completo da carteira.

Porém, aqui vale um alerta: a Empiricus não recomenda que o investidor se exponha somente às ações de petroleiras. É preciso criar uma carteira equilibrada entre ações cíclicas e defensivas, que possam trazer resultados independentemente do cenário econômico.

Por isso, no relatório da Empiricus Top Picks, você conhece as teses de investimento não só da ação “protagonista” desse texto, como também os outros 9 papéis selecionados nesse mês de março.

Para liberar seu acesso, basta clicar no botão abaixo. Lembrando que é 100% gratuito:

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É hoje (9): conheça o Impulso CNPJ, programa de aceleração de empresas licenciado pela Shark Tank School

9 de Março de 2026, 08:00

Hoje é o dia: a partir das 19h desta segunda-feira (9), empreendedores brasileiros estão convidados a conhecer o Impulso CNPJ. Trata-se de um programa de aceleração de empresas liderado por Carol Paiffer, empresária, investidora e jurada do reality show Shark Tank Brasil.  

A iniciativa, licenciada pela Shark Tank School em parceria com a Empiricus Research, é voltada a empresários que desejam ampliar seus faturamentos e escalar seus negócios com excelência a partir deste ano, aplicando os segredos dos grandes “tubarões” do mercado.

Carol Paiffer compartilhará os protocolos que ela mesma usa para impulsionar e transformar as empresas nas quais investe.

GRATUITO: CONHEÇA O IMPULSO CNPJ

Impulso CNPJ: Conheça a estratégia validada por ‘tubarões’ para escalar seu negócio

Carol Paiffer, além de empresária e jurada do Shark Tank Brasil, faz parte do quadro societário de mais de 100 empresas, atuando diretamente na gestão estratégica e captação de recursos dos negócios nos quais investe.

Por meio do programa Impulso CNPJ, o participante entra em contato com os protocolos utilizados por Paiffer e seus sócios nessas empresas, para:

  • Detectar os gargalos que travam o negócio;
  • “Destravar” o crescimento;
  • Expandir suas operações.

Cada participante terá direito a um diagnóstico individual do seu negócio, feito por especialistas do time, e um acompanhamento mensal da evolução. Tudo isso em uma combinação de aulas online e encontros especiais ao vivo.

É como ter uma “amostra” do Shark Tank em toda a sua qualidade, descobrindo o que os “tubarões” fariam em seu lugar para levar sua empresa ao próximo nível.

Os insights compartilhados podem não apenas trazer frutos numéricos, mas também dar ao empreendedor uma mentalidade de liderança e posicionamento de mercado para o futuro.

Evento online e gratuito: saiba mais detalhes do Impulso CNPJ nessa segunda-feira (9)

Lembramos que o evento de apresentação do Impulso CNPJ acontece nesta segunda-feira (9), a partir das 19h.

No evento, o programa será apresentado em todos os detalhes. Assim, você pode avaliar se a proposta faz sentido para o propósito da sua empresa.

Se você estiver lendo esse texto antes do horário do evento, ainda pode reservar seu lugar gratuito. Basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela:

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Dividendos da semana: Banco do Brasil (BBAS3), JHSF (JHSF3) e outras ações pagam proventos entre os dias 9 e 13 de março; confira

8 de Março de 2026, 10:00

Nesta semana que se inicia, alguns nomes da bolsa, como Banco do Brasil (BBAS3) e JHSF (JHSF3), têm dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) “no gatilho” para distribuir aos seus acionistas.

Para que você fique bem-informado, preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para a semana dos dias 9 a 13 de março. Veja a seguir.

Dividendos da semana: fique atento a esses detalhes

Antes de conferir a relação de empresas que pagam proventos nessa semana, esteja atento a esses pontos importantes:

  1. “Data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos;
  2. Tributação: JCPs estão sujeitos à alíquota de 15% do Imposto de Renda retido na fonte. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$) Data do pagamentoData de corte
JHSF ParticipaçõesJHSF3Dividendo0,0699/3/202627/02/2026
Camil AlimentosCAML3Dividendo0,0739/3/20262/2/2026
Banco do BrasilBBAS3JCP0,0711/3/20262/3/2026
Inter co INBR32Dividendo0,59513/03/202622/02/2026
Bradespar BRAP3JCP0,61413/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4JCP0,67513/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP3Dividendo0,19113/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4Dividendo0,2113/03/202618/12/2025

Empiricus+: conheça todas as ações recomendadas por analistas para buscar dividendos esse mês

Se você perdeu as datas de corte dessa semana, ou não sabe muito bem em quais ações investir para buscar bons dividendos, a Empiricus tem uma boa notícia.

Você pode conhecer todas* as recomendações de investimento dos analistas da casa testando gratuitamente o Empiricus+.

O Empiricus+ é um novo serviço de assinatura, pelo qual você pode acessar as principais séries da casa por até 12x de R$ 14,90.

Você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso, para testar a funcionalidade. Basta clicar aqui para liberar seu acesso:

*DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Quais ações internacionais comprar em março? Empiricus revela carteira recomendada com Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e mais

7 de Março de 2026, 10:00

A carteira recomendada de ações internacionais da Empiricus Research passou por algumas mudanças táticas voltadas para o mês de março.

A seleção mensal, assinada por Enzo Pacheco, analista da casa, traz ativos que ainda carregam potencial de valorização para investidores que se posicionarem agora, mesmo em um cenário geopolítico delicado e maior sentimento de aversão ao risco nos mercados.

Certezas de um lado, incertezas de outro: o contexto econômico que envolve as bolsas globais

A primeira semana do mês de março trouxe a grande escalada dos conflitos no Oriente Médio, protagonizados pelos Estados Unidos, Israel e Irã.

As primeiras notícias do conflito trataram de derrubar ativos de risco ao redor do mundo, deixando diversos índices (desde na bolsa norte-americana até nas asiáticas, e inclusive o Ibovespa, no Brasil) no vermelho.

Isso porque, em cenários de total incerteza como esse, muitos investidores optam por migrar parte de seus portfólios para ativos de proteção, como o ouro.

Porém, Enzo Pacheco, analista de ações internacionais da Empiricus Research, defende que é essencial que o investidor mantenha algum nível de exposição às bolsas internacionais – especialmente a norte-americana – independentemente do cenário.

Os Estados Unidos seguem sendo a casa das teses de investimento de maior relevância no mercado, como as big techs e outras empresas ligadas à inteligência artificial (IA).

Dito isso, para Pacheco, este é um “momento técnico”, que não diz respeito a zerar posições, mas sim aumentar a exposição a três ações bastante específicas, reveladas em relatório da última segunda-feira (2).

Por que Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34) são apostas para buscar lucros em março?

Segundo Enzo Pacheco, a estratégia para o mês de março é aumentar a exposição em três teses de alta qualidade que estão descontadas atualmente e, assim, buscar valorizações assertivas: Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34).

  • Alphabet (Nasdaq: GOOG; B3: GOGL34)

A Alphabet, holding do Google, acumula queda de cerca de 9% em suas ações na Nasdaq nos últimos 30 dias. Para Pacheco, essa é uma oportunidade de compra.

“Aproveitamos o enfraquecimento recente do papel, que interrompeu o forte momentum de alta observado ao longo de quase todo o ano de 2025. Mesmo com a queda recente, a companhia mantém crescimento consistente em Google Cloud, forte geração de caixa e posição dominante em busca e publicidade digital, além de estar bem-posicionada para capturar a expansão de IA”, afirma o analista.

  • Microsoft (Nasdaq: MSFT; B3: MSFT34)

A Microsoft, bastante conhecida do grande público, viu suas ações sofrerem uma derrocada na bolsa norte-americana desde o dia 28 de janeiro, data em que divulgou seus últimos resultados trimestrais. Porém, já ensaiam uma recuperação – o que reforça que a tese não perdeu sua qualidade:

“Apesar da reação de mercado [aos resultados trimestrais], a empresa segue com ótimos fundamentos e perspectivas. Por isso, entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, afirma Pacheco.

  • Visa (NYSE: V; B3: VISA34)

No caso da Visa, também amplamente conhecida, o valuation dos papéis também não acompanhou os bons resultados divulgados no 4º trimestre de 2025, segundo o analista:

“A companhia divulgou mais um resultado acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo. Ainda assim, o papel segue sendo negociado por um múltiplo preço/lucro projetado próximo das mínimas dos últimos cinco anos – patamar que se demonstrou um bom ponto de entrada do ativo nesse ínterim”.

Porém, apesar de serem os destaques do mês, as ações não são as únicas recomendações de compra de Enzo Pacheco. Na carteira de ações internacionais, elas estão acompanhadas de outros 7 nomes de peso, que representam diversos setores da economia global – uns mais defensivos, outros mais cíclicos – em nome da diversificação.

Gratuito: acesse carteira completa com as 10 ações internacionais mais promissoras de março

A Empiricus está liberando, como cortesia para todos os leitores desse texto, o acesso à carteira recomendada das 10 ações internacionais mais promissoras do mês.

Além dos nomes citados, você pode conhecer outras empresas, como:

  • Uma gigante da tecnologia chinesa;
  • Uma empresa de Taiwan, apelidada de “a maior empresa mais desconhecida do mundo;
  • Uma farmacêutica da Dinamarca, cujos produtos têm dominado as prateleiras mundo afora.

Vale lembrar que, apesar de serem ativos estrangeiros, os papéis recomendados podem ser comprados na própria bolsa brasileira, por meio de BDRs.

Para acessar o relatório, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é totalmente gratuito:

CONHEÇA AS AÇÕES INTERNACIONAIS MAIS PROMISSORAS DE MARÇO

Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e mais: as apostas da Empiricus no mercado de ações internacionais em março

6 de Março de 2026, 08:00

O mês de março inicia com um cenário desafiador do ponto de vista geopolítico, trazendo maior aversão ao risco nos mercados globais. Porém, alguns ativos em especial ainda carregam alto potencial para investidores que desejam buscar lucros no momento.

Nesse sentido, a Empiricus Research trouxe alterações táticas em sua carteira recomendada de ações internacionais para março, assinada por Enzo Pacheco, analista da casa.  

Certezas de um lado, incertezas de outro: o contexto econômico que envolve as bolsas globais

A primeira semana do mês de março trouxe a grande escalada dos conflitos no Oriente Médio, protagonizados pelos Estados Unidos, Israel e Irã.

As primeiras notícias do conflito trataram de derrubar ativos de risco ao redor do mundo, deixando diversos índices (desde na bolsa norte-americana até nas asiáticas, e inclusive o Ibovespa, no Brasil) no vermelho.

Isso porque, em cenários de total incerteza como esse, muitos investidores optam por migrar parte de seus portfólios para ativos de proteção, como o ouro.

Porém, Enzo Pacheco, analista de ações internacionais da Empiricus Research, defende que é essencial que o investidor mantenha algum nível de exposição às bolsas internacionais – especialmente a norte-americana – independentemente do cenário.

Os Estados Unidos seguem sendo a casa das teses de investimento de maior relevância no mercado, como as big techs e outras empresas ligadas à inteligência artificial (IA).

Dito isso, para Pacheco, este é um “momento técnico”, que não diz respeito a zerar posições, mas sim aumentar a exposição a três ações bastante específicas, reveladas em relatório da última segunda-feira (2).

Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34): as ações internacionais ‘destaque’ para buscar lucros em março

Segundo Enzo Pacheco, a estratégia para o mês de março é aumentar a exposição em três teses de alta qualidade que estão descontadas atualmente e, assim, buscar valorizações assertivas: Alphabet (GOGL34), Microsoft (MSFT34) e Visa (VISA34).

  • Alphabet (Nasdaq: GOOG; B3: GOGL34)

A Alphabet, holding do Google, acumula queda de cerca de 9% em suas ações na Nasdaq nos últimos 30 dias. Para Pacheco, essa é uma oportunidade de compra.

“Aproveitamos o enfraquecimento recente do papel, que interrompeu o forte momentum de alta observado ao longo de quase todo o ano de 2025. Mesmo com a queda recente, a companhia mantém crescimento consistente em Google Cloud, forte geração de caixa e posição dominante em busca e publicidade digital, além de estar bem-posicionada para capturar a expansão de IA”, afirma o analista.

  • Microsoft (Nasdaq: MSFT; B3: MSFT34)

A Microsoft, bastante conhecida do grande público, viu suas ações sofrerem uma derrocada na bolsa norte-americana desde o dia 28 de janeiro, data em que divulgou seus últimos resultados trimestrais. Porém, já ensaiam uma recuperação – o que reforça que a tese não perdeu sua qualidade:

“Apesar da reação de mercado [aos resultados trimestrais], a empresa segue com ótimos fundamentos e perspectivas. Por isso, entendo esse momento como uma oportunidade para aumentarmos a posição a um preço mais favorável”, afirma Pacheco.

  • Visa (NYSE: V; B3: VISA34)

No caso da Visa, também amplamente conhecida, o valuation dos papéis também não acompanhou os bons resultados divulgados no 4º trimestre de 2025, segundo o analista:

“A companhia divulgou mais um resultado acima das expectativas, com crescimento de receita e lucro acima dos 10% pelo terceiro trimestre consecutivo. Ainda assim, o papel segue sendo negociado por um múltiplo preço/lucro projetado próximo das mínimas dos últimos cinco anos – patamar que se demonstrou um bom ponto de entrada do ativo nesse ínterim”.

Porém, apesar de serem os destaques do mês, as ações não são as únicas recomendações de compra de Enzo Pacheco. Na carteira de ações internacionais, elas estão acompanhadas de outros 7 nomes de peso, que representam diversos setores da economia global – uns mais defensivos, outros mais cíclicos – em nome da diversificação.

Acesso liberado: confira carteira completa com 10 ações internacionais para investir em março

A Empiricus está liberando, como cortesia para todos os leitores desse texto, o acesso à carteira recomendada das 10 ações internacionais mais promissoras do mês.

Além dos nomes citados, você pode conhecer outras empresas, como:

  • Uma gigante da tecnologia chinesa;
  • Uma empresa de Taiwan, apelidada de “a maior empresa mais desconhecida do mundo;
  • Uma farmacêutica da Dinamarca, cujos produtos têm dominado as prateleiras mundo afora.

Vale lembrar que, apesar de serem ativos estrangeiros, os papéis recomendados podem ser comprados na própria bolsa brasileira, por meio de BDRs.

Para acessar o relatório, basta clicar no botão abaixo e seguir as instruções na tela. Lembrando que é totalmente gratuito:

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Axia (AXIA6), Cyrela (CYRE3) e mais: Empiricus divulga seleção ‘Top Picks’ com as 10 ações mais promissoras de março

3 de Março de 2026, 17:02

Com a virada de mês, a Empiricus Research trouxe novidades para sua carteira Empiricus Top Picks, que reúne as 10 ações mais promissoras para investir no momento.

Pensando em março, os analistas da casa optaram pela entrada de dois novos papéis, considerados como uma oportunidade de buscar valorizações em breve, mesmo em um contexto incerto de mercado.

Contexto de mercado é desafiador para os ativos de risco: o que esperar?

O mês de março se inicia com um novo “tempero” nos mercados. A escalada das tensões entre Estados Unidos, Israel e Irã, que se expandem em todo o Oriente Médio desde o último sábado (28), chegou para mexer com os ânimos dos investidores.

Na Bolsa dos EUA, índices como S&P 500 e Nasdaq Composite, registravam quedas até o fechamento deste texto, na tarde de terça-feira (3). 

A Bolsa brasileira, que vinha em um viés de alta desde o final de 2025, também não ficou imune: durante o pregão da terça, até o fechamento desse texto, o Ibovespa registrava queda de cerca de 3,7%.

Ainda é cedo para mensurar o verdadeiro impacto dos conflitos nos ativos de risco. Porém, os analistas da Empiricus indicam que, no cenário doméstico brasileiro, ainda há gatilhos que podem contribuir de forma positiva para a Bolsa:  

  • Continuidade na entrada de capital estrangeiro, com investidores “fugindo” dos ativos norte-americanos em meio à escalada dos conflitos;
  • Início do ciclo de cortes na taxa de juros (Selic), amplamente esperado para iniciar na reunião do Copom dos próximos dias 17 e 18 de março;
  • Possível mudança no pêndulo político pós-eleições presidenciais de outubro, em prol de um governo mais fiscalista.

Porém, vale ressaltar que ainda é necessário bastante cautela ao selecionar em quais ações específicas investir.

“Como não podemos dar esses fatores como certos, nossa sugestão é continuar com uma carteira equilibrada, com empresas que costumam mostrar solidez mesmo em ambientes adversos”, afirmam os analistas em relatório da última segunda-feira (2).

Top Picks de março: Axia (AXIA6) e Cyrela (CYRE3) são destaques para o mês

Dentre as principais alterações propostas para a Empiricus Top Picks, estão a saída das ações da Direcional (DIRR3) e Porto (PSSA3), em favor das ações de Cyrela (CYRE3) e Axia (AXIA6).

Segundo a Empiricus, esse é um momento de realização de lucros de ações que surfaram a toada otimista da bolsa até então. No caso da Direcional (DIRR3), as ações subiram 17% somente no mês de fevereiro. Já a Porto (PSSA3) acumulava alta de mais de 47% desde a última entrada na carteira.

E por que investir em Cyrela (CYRE3) e Axia (AXIA6), em especial?

Os analistas indicam que CYRE3 não acompanhou a alta da bolsa em fevereiro, abrindo uma oportunidade, atualmente, de capturar possíveis valorizações com uma ação de:

  • Excelência operacional;
  • Público mais resiliente;
  • Maior sensibilidade ao iminente ciclo de cortes de juros.

Já no caso de AXIA6, as ações negociam a “múltiplos atrativos em relação aos seus pares”: 7,8 vezes o valor da firma sobre o Ebitda. Ao mesmo tempo, a empresa segue apresentando melhora de eficiência e forte geração de caixa. “Um upside maior que a Porto no momento, em nossa opinião”, afirmam os analistas.

Mas aqui, vale lembrar que essas não são as únicas recomendações para o mês. Além dessas, a Empiricus Top Picks traz outras 8 ações em especial com teses não apenas de múltiplos descontados, mas também de resiliência para a carteira em cenários desafiadores.

E se você, leitor, quiser conhecer o restante das recomendações de perto, temos uma boa notícia.

Acesso liberado: confira a carteira Empiricus Top Picks gratuitamente

Você pode conferir, gratuitamente, a carteira recomendada Empiricus Top Picks, com as ações mais promissoras para investir no mês de março.

A Empiricus liberou o acesso ao relatório completo, no qual você encontra todos os papéis selecionados e a tese por trás de cada um.

Para acessar, basta clicar no botão abaixo:

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‘Impulso CNPJ’: descubra como sustentar faturamento do seu pequeno ou médio negócio com menos dias úteis em 2026

3 de Março de 2026, 11:56

Os empreendedores brasileiros, especialmente donos de pequenas ou médias empresas, terão alguns desafios sazonais pela frente em 2026. Isso porque, neste ano, uma combinação de fatores chega para influenciar, diretamente, nos níveis de produtividade dos negócios:

  • Alta incidência de feriados prolongados;
  • Jogos da Copa do Mundo entre os meses de junho e julho; e
  • Eleições presidenciais no mês de outubro.

Os eventos citados podem fazer com que muitas empresas fechem ou operem parcialmente em diversas datas do ano, concedendo algumas folgas a mais aos trabalhadores.

Ao mesmo tempo, o fluxo de clientes nos comércios também pode diminuir, considerando que muitas famílias aproveitam a oportunidade para deixarem suas cidades e viajarem a outros destinos.

Tudo isso pode comprometer os números da empresa. Um estudo publicado pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) já prevê uma queda de cerca de R$ 17 bilhões no faturamento do comércio do estado no ano, uma retração 14% maior em relação a 2025.

Fonte: Fecomercio, consultada em 02/03/2026

Segundo a Fecomercio, esse pode ser um impacto considerado pequeno na visão geral, mas de maior relevância para pequenos comerciantes.

Se esses desafios não forem devidamente endereçados, o mau planejamento pode acarretar prejuízos, ou até encerramento das atividades. Logo, o empreendedor deve aplicar a estratégia correta para escalar seu negócio, mesmo em um ano com menos dias úteis.

E foi pensando exatamente nisso que Carol Paiffer, uma das maiores empresárias do Brasil, apresenta um protocolo especial voltado para empreendedores no ano de 2026.

Impulso CNPJ: Conheça a estratégia validada por especialistas para escalar seu negócio em 2026

Carol Paiffer, empresária e uma das “investidoras-tubarão” do reality show Shark Tank Brasil, atua diretamente na gestão estratégica e captação de recursos das empresas nas quais investe.

Assim, diante dos desafios que 2026 impõe, a empresária decidiu lançar um novo projeto: o Impulso CNPJ.

Trata-se de um programa de aceleração de empresas licenciado pela Shark Tank School, em parceria com a Empiricus Research.

Por meio do programa, o participante entra em contato com os mesmos protocolos utilizados por Carol Paiffer nas empresas nas quais investe, para:

  • Gerenciar crises;
  • “Destravar” o crescimento do negócio;
  • Expandir suas operações.

“Eu quero te ajudar a montar esse plano, assim como faço com as empresas em que eu invisto. O meu objetivo é não só te fazer sobreviver em um ano caótico, mas fazer seu faturamento explodir até 2027”, afirma Paiffer, direcionando-se aos empreendedores que leem este texto. 

Para muito além de um “kit de sobrevivência” para 2026, os insights compartilhados podem não apenas trazer frutos já a partir do ano seguinte, mas também dar ao empreendedor uma mentalidade de liderança e posicionamento de mercado para o futuro.

É como ter uma “amostra” do Shark Tank em toda a sua qualidade, descobrindo o que os “tubarões” fariam em seu lugar para manter o faturamento nos eixos.

Impulso CNPJ: evento online e gratuito apresenta proposta do programa na próxima segunda-feira (9)

Se você é pequeno ou médio empresário e está interessado em saber mais detalhes sobre o programa de aceleração Impulso CNPJ, você está convidado para um evento online e gratuito na próxima segunda-feira (9).

Nesta data, a partir das 19h, Carol Paiffer apresentará todo o passo a passo do programa. Assim, você pode avaliar se a proposta do programa de fato faz sentido para a sua empresa.

As inscrições para o evento são gratuitas. Basta clicar aqui, ou no botão abaixo, para garantir a sua. Esse pode ser o primeiro passo para a virada de chave da qual sua empresa precisa:

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Dividendos em março: Itaú (ITUB4), Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e outras ações pagam proventos esse mês; confira calendário

27 de Fevereiro de 2026, 11:26

Neste mês de março, grandes nomes da Bolsa brasileira, como Gerdau (GGBR4), Itaú (ITUB4), Petrobras (PETR4), Vale (VALE3) e outros, pagam dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP) aos seus acionistas.

Pensando em deixar investidores bem informados, preparamos um calendário completo com todos os pagamentos previstos para as próximas semanas.

Porém, é importante estar atento à “data com”, ou data de corte: apenas investidores que detinham posição nas ações até as datas informadas na tabela estarão aptos a receber os pagamentos.

Agenda de dividendos: março de 2026

Abaixo, confira todas as empresas da B3 com pagamentos de proventos programados para o mês de março, além dos valores brutos por ação.

Vale ressaltar que JCPs estão sujeitos à tributação do Imposto de Renda retido na fonte, à alíquota de 15%. Já dividendos são tributados em 10% na fonte, se ultrapassam o valor total de R$ 50 mil mensais.

EmpresaTickerTipo de proventoValor bruto por ação (R$) Data do pagamentoData de corte
BB Seguridade ParticipaçõesBBSE3Dividendo2,6072/3/202613/02/2026
BradescoBBDC3JCP0,0172/3/20262/2/2026
BradescoBBDC4JCP0,0192/3/20262/2/2026
BanestesBEES3JCP0,0292/3/20262/2/2026
BanestesBEES4JCP0,0292/3/20262/2/2026
Itaú ITUB3JCP0,0182/3/202630/01/2026
Itaú ITUB4JCP0,0182/3/202630/01/2026
AllosALOS3Dividendo0,2933/3/202620/02/2026
ValeVALE3JCP1,574/3/202612/12/2025
ValeVALE3Dividendo0,7684/3/202612/12/2025
Banco do BrasilBBAS3JCP0,2215/3/202624/02/2026
Itausa ITSA3JCP0,0186/3/20269/12/2025
Itausa ITSA4JCP0,0186/3/20269/12/2025
Itaú ITUB3JCP0,376/3/20269/12/2025
Itaú ITUB4JCP0,376/3/20269/12/2025
JHSF ParticipaçõesJHSF3Dividendo0,0699/3/202627/02/2026
Camil AlimentosCAML3Dividendo0,0739/3/20262/2/2026
Banco do BrasilBBAS3JCP0,0711/3/20262/3/2026
Inter co INBR32Dividendo0,59513/03/202622/02/2026
Bradespar BRAP3JCP0,61413/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4JCP0,67513/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP3Dividendo0,19113/03/202618/12/2025
Bradespar BRAP4Dividendo0,2113/03/202618/12/2025
Unifique FIQEDividendo0,07816/03/202629/12/2025
Gerdau GGBR4Dividendo0,118/03/202610/3/2026
Gerdau GGBR3Dividendo0,118/03/202610/3/2026
Metalurgica GerdauGOAU4Dividendo0,0519/03/202610/3/2026
Metalurgica GerdauGOAU3Dividendo0,0519/03/202610/3/2026
PetrobrasPETR3Dividendo0,29620/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR4Dividendo0,29620/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR3JCP0,17520/03/202622/12/2025
PetrobrasPETR4Dividendo0,17520/03/202622/12/2025
M Dias BrancoMDIA3Dividendo1,4131/03/202624/03/2026
ISA Energia BrasilISAE3JCP0,25131/03/202620/02/2026
ISA Energia BrasilISAE4JCP0,25131/03/202620/02/2026
Allied TecnologiaALLD3Dividendo0,42131/03/202630/01/2026
Moura DubeuxMDNE3Dividendo0,59231/03/202630/12/2025
MetisaMTSA3JCP1,131/03/20261/12/2025
MetisaMTSA4JCP1,2131/03/20261/12/2025
MultiplanMULT3JCP0,22531/03/202631/03/2025
DimedPNVL3JCP0,07531/03/202616/12/2024

Em quais ações investir para buscar dividendos a partir de março de 2026? Descubra com o Empiricus+

Se você perdeu as datas de corte dessa vez, ou ainda não sabe muito bem em quais ações investir para buscar proventos em 2026, a Empiricus pode te ajudar nessa jornada.

Você pode conhecer todas as recomendações de investimento dos analistas da casa testando gratuitamente o Empiricus+.

O Empiricus+ é o mais novo serviço de assinatura da Empiricus, pelo qual você pode acessar todas* as séries da casa por um valor único mensal.

Mas a boa notícia é que você, leitor desse texto, tem direito a 7 dias de acesso gratuito, sem compromisso, para conhecer as recomendações de perto.

Basta clicar aqui, ou no botão abaixo, para liberar seu acesso:

*DISCLAIMER: a assinatura do Empiricus+ não contempla as séries Alphacoins, Exponential Coins, Incubadora de ICOs, bem como automações e produtos de terceiros.

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Esta criptomoeda será lançada no dia 5 de março e pode transformar R$ 1 mil em até R$ 1 milhão se comprada na ‘pré-venda’

27 de Fevereiro de 2026, 10:33

Depois de alguns dias em queda, o preço do bitcoin (BTC) recuperou perdas até o fechamento desse texto, na quinta-feira (26). No momento, a moeda negociava na casa dos US$ 68 mil (R$ 350 mil).

Junto com a maior criptomoeda do mundo, as demais também seguem o ritmo, refletindo um sentimento de medo no mercado de ativos digitais.

Alguns motivos explicam o momento. Nesta semana, em especial, elevadas tensões em torno do tarifaço de Donald Trump contribuíram para o aumento da aversão ao risco em geral.

Nessas situações, investidores tendem a liquidar posições em ativos de risco e buscar ativos de proteção, como o ouro – que inclusive está em tendência de alta.

O bitcoin, no momento, parece ser visto pelos investidores como um ativo exclusivamente de risco, mesmo que muitos especialistas confiram à moeda um status de “ouro digital”.

Porém, ao mesmo tempo, isso não é nenhum tipo de “fim dos tempos” para o mercado de criptomoedas. Há outros projetos que carregam potencial de valorizações “fora da curva”, independentemente do que vem ocorrendo com o BTC.

Como uma criptomoeda em especial, cujo lançamento está previsto para o próximo dia 5 de março.

Mesmo antes de seu lançamento oficial nas corretoras do mercado cripto, a moeda já chamou a atenção de grandes players do mercado. Como a Circle, maior emissora de stablecoins do mundo, que já é uma das investidoras no projeto:

Fonte: ICO Drops

A Empiricus Research, maior casa de análise financeira independente do país, também está de olho nesse lançamento.

E segundo os especialistas da casa, quem fizer parte da primeira leva de investidores a aportar nesse projeto, tem a chance de buscar lucros exponenciais – de até mil vezes o valor inicial investido – em um prazo médio de 90 dias.

No caso, o projeto não se restringe a investidores institucionais – pessoas físicas também podem surfar nesse potencial.

Qual o “segredo” para que uma moeda como essa chame a atenção de nomes importantes, e carregue alto potencial mesmo em um momento mais desfavorável no mercado?

Saiba como multiplicar em até 1.000 vezes o investimento inicial nessa nova criptomoeda em ‘pré-venda’

Dois pontos, em especial, convergem em torno dessa tese em questão, tornando-a um projeto de alto potencial para os investidores.

  • O projeto é ligado às stablecoins:

Stablecoins são criptomoedas cujo valor está indexado a uma moeda fiduciária. Atualmente, as principais negociadas são atreladas ao dólar, como a Tether (USDT).

As stablecoins têm ganhado cada vez mais espaço no mercado, especialmente com o crescimento da adoção institucional.

Como o próprio nome já diz, por serem atrelados a moedas fiduciárias, são ativos mais “estáveis” (stable) do que outros de baixo fundamento no mundo cripto. Em um mercado volátil, elas podem ser a “bola da vez”.

Ou seja, o projeto em questão vem com fundamentos sólidos, o que o diferencia do caráter mais especulativo das memecoins, por exemplo. Por isso, vemos players como a Circle, citada anteriormente, investindo oficialmente na tese.

  • Moeda em fase de “pré-venda”:

Estamos falando de uma criptomoeda que, a partir do seu lançamento no dia 5 de março, ainda estará em sua fase de “pré-venda”. Ou, como chamamos no mercado cripto, em seu ICO.

Semelhantemente aos IPOs do mercado de ações, muitas criptomoedas passam pelo ICO (Initial Coin Offering), ou “oferta inicial de moedas”, em português.

Durante um ICO, uma moeda recém-criada é aberta à captação de um seleto grupo de investidores, antes de ser oficialmente listada nas plataformas ou corretoras.

Acessando-a antes do grande público, investidores têm a chance de capturar valorizações exponenciais, já que o valor de mercado do ativo ainda está em “fase de crescimento”.

Ou seja, investidores têm a oportunidade de investir em uma tese:

  • De qualidade;
  • Com fundamentos aprofundados;
  • Ligada a uma das grandes tendências do mercado cripto em 2026;
  • Ainda em fase de ICO, com alto potencial lucrativo.

Lembrando que, para a Empiricus, será possível buscar uma multiplicação de 1.000 vezes o valor inicial investido com essa nova criptomoeda. Ou seja, com cerca de R$ 1 mil iniciais, a ideia é transformá-los em até R$ 1 milhão.

Porém, entrar em um ICO não é um processo intuitivo para qualquer um, especialmente investidores com pouca experiência no mercado cripto.

Com isso, a Empiricus não apenas recomenda a compra da moeda, como também criou uma solução voltada para este mercado, com o intuito de ajudar investidores a conhecê-lo.

Conheça a ‘incubadora de ICOs’ da Empiricus, projetada para buscar lucros explosivos ainda esse ano

A Empiricus acredita que o mercado de ICOs tem tudo para ser uma das grandes narrativas do mundo cripto em 2026. Além do projeto central desse texto, outros também podem carregar esse potencial lucrativo.

Com isso, a casa está disponibilizando novos acessos à sua “incubadora de ICOs”.

Ativa desde janeiro deste ano, a incubadora tem o objetivo de selecionar as melhores criptomoedas em ICO do momento, e compartilhar a curadoria com qualquer interessado, ensinando também como investir em cada uma delas.

Por meio da incubadora, o investidor aprende:

  • Como ICOs funcionam;
  • Quais as principais criptomoedas em ICO no momento;
  • Quais destas criptomoedas carregam maior potencial de valorização;
  • Como investir nas moedas selecionadas.

O mercado de criptomoedas é volátil, e exige bastante cautela por parte dos investidores. Nas oportunidades selecionadas, a Empiricus não recomenda aportar quantias que possam fazer falta ao seu dia a dia.

Porém, ao mesmo tempo, estamos falando de uma chance de buscar lucros raros nesse momento de mercado em especial.

E com a Empiricus, você pode contar com a ajuda de uma curadoria profissional, sem precisar investir sozinho – especialmente se você é novato no mundo cripto.

Incubadora de ICOs: inscrições para novos usuários estão abertas até segunda-feira (2)

As inscrições para os novos acessos à incubadora de ICOs da Empiricus estão abertas, mas se encerram na próxima segunda-feira (2).

Nesta data, a partir das 19h, os inscritos com antecedência estão convidados a participar de um evento online e gratuito, no qual o projeto será apresentado em todos os detalhes.

Para registrar o seu interesse, basta clicar no botão abaixo, e seguir as instruções na tela.

Essa inscrição inicial é gratuita, mas pode ser de grande valor para sua jornada no mercado:

O post Esta criptomoeda será lançada no dia 5 de março e pode transformar R$ 1 mil em até R$ 1 milhão se comprada na ‘pré-venda’ apareceu primeiro em Empiricus.

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