O Spotify começou a oferecer aulas de exercícios da Peloton Interactive para assinantes premium, na primeira grande incursão da pioneira em streaming de música no conteúdo fitness.
A nova parceria trará playlists selecionadas e acesso a um catálogo de mais de 1.400 conteúdos sob demanda, sem anúncios, de alguns dos instrutores de bem-estar mais populares da Peloton, segundo informou a Spotify em comunicado nesta segunda-feira (27).
“Por quase duas décadas, o Spotify tem sido a trilha sonora dos treinos do mundo”, disse Roman Wasenmüller, vice-presidente e chefe global de podcasts, no comunicado. “Hoje, estamos expandindo o Spotify para se tornar um verdadeiro companheiro diário de bem-estar.”
A entrada de vez no universo fitness marca mais um pilar na crescente seleção de conteúdo do Spotify, à medida que a empresa avança para ir muito além de seus primeiros dias como plataforma de streaming de música e busca se tornar um serviço multimídia abrangente.
A empresa sueca também oferece podcasts, audiolivros e recentemente vem investindo em vídeo.
Para a Peloton, por sua vez, o acordo ajudará a ampliar seu alcance global e expandir além de seu núcleo de equipamentos de fitness conectados para uso doméstico, como parte de uma estratégia mais ampla de recuperação.
A Peloton atualmente opera em apenas seis países, mas a parceria expandirá significativamente sua presença para a maioria dos mais de 180 mercados onde o Spotify está disponível.
Os investidores da Peloton comemoraram a notícia, fazendo as ações subirem até 11% nas negociações do pré-mercado em Nova York. As ações do Spotify permaneceram praticamente inalteradas.
O Spotify, que tem 290 milhões de assinantes pagos, aumentou o preço de suas assinaturas premium nos Estados Unidos para US$ 13 em fevereiro. No Brasil, esse preço no plano individual está em R$ 23,90 – e para R$ 40,90 no plano familiar.
A Bloomberg havia informado anteriormente que o Spotify buscava investir em conteúdo relacionado a fitness sob seus dois novos CEOs, Gustav Söderström e Alex Norström.
“Estamos vendo as pessoas fazerem exercícios com o Spotify de repente”, disse Söderström à Bloomberg no final do ano passado. As pessoas sempre criaram playlists para suas corridas, afirmou ele, mas “nunca assistiram ao Spotify fazendo yoga na frente delas, então isso acaba abrindo uma oportunidade muito grande e interessante para nós.”
A nova biblioteca de conteúdo contará com uma variedade de aulas da Peloton, incluindo treinamento de força, yoga, meditação, pilates e barre, disponíveis em inglês, espanhol e alemão.
Novos instrutores e categorias serão introduzidos ao longo do tempo, disse a Peloton em seu próprio comunicado.
A parceria faz parte de um esforço mais amplo da Peloton para alcançar novos segmentos de clientes. A empresa revelou recentemente uma nova bicicleta e uma esteira projetadas para academias comerciais e está desenvolvendo modelos de esteira mais baratos.
A Peloton também explora novas iniciativas de marketing, como direcionar pessoas que utilizam medicamentos para perda de peso da classe GLP-1 – como Ozempic e Mounjaro -, além de intensificar seus investimentos em treinamento de força.
Nova York – Há um ano, a jornalista nova-iorquina Jodi Kantor foi convidada por estudantes da Universidade de Columbia, em Manhattan, sua alma máter, para ser a oradora da cerimônia de formatura. Repórter investigativa do New York Times desde 2003, em 2018 ela foi premiada com o Pulitzer Prize, ao lado da colega Megan Twohey, […]
Target is calling some workers back to its Minneapolis headquarters.
Renee Jones Schneider/The Minnesota Star Tribune via Getty Images
Target is calling about 150 remote workers back to its Minneapolis headquarters.
The relocation mandate impacts workers within its merchandising division.
The retailer, which brought on a new CEO earlier this year, has been working to turn the business around.
Target is calling more remote workers back to its headquarters.
The retailer is requiring about 150 remote workers within two teams in its merchandising group to relocate to Minneapolis, a spokesperson confirmed to Business Insider. Bloomberg earlier reported the news.
The company is offering relocation assistance to those who decide to move and severance to those who choose not to.
A company spokesperson said in a statement that "increased in-person collaboration across a core part of our merchandising team will help us reinforce our merchandising authority, unlocking greater creativity and enabling us to move faster to deliver on our strategy."
The retailer, which brought on a new CEO earlier this year, is in the midst of a turnaround strategy to revive growth, and improving its merchandise is a pillar of that effort.
The relocation mandate comes as more companies, such as Amazon and AT&T, have been calling workers back into the office in recent years. Target last year ramped up in-office days for employees already based in Minneapolis.
Target does not have a companywide mandate and has left in-office requirements to team leaders.
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O técnico Carlo Ancelotti divulgou a lista de jogadores convocados da Seleção Brasileira para os amistosos contra a Seleção Francesa de Futebol e a Seleção Croata de Futebol. As partidas fazem parte da preparação da equipe para os próximos compromissos internacionais e para o ciclo rumo à Copa do Mundo de 2026.
A convocação reúne atletas que atuam nas principais ligas da Europa, nomes consolidados da seleção e jovens que vêm ganhando espaço no futebol internacional. Entre os destaques estão Vinícius Júnior, Raphinha e o jovem atacante Endrick.
Veja abaixo a lista completa dos convocados.
Goleiros:
Alisson Becker – Liverpool
Bento Matheus Krepski – Al-Nassr
Ederson Moraes – Manchester City
(Alisson foi posteriormente cortado por lesão e substituído por Hugo Souza.)
Laterais
Wesley França – Roma
Alex Sandro – Flamengo
Douglas Santos – Zenit
Danilo Luiz da Silva – Flamengo
Zagueiros
Marquinhos – Paris Saint-Germain
Gabriel Magalhães – Arsenal
Bremer – Juventus
Roger Ibañez – Al-Ahli
Léo Pereira – Flamengo
Meio-campistas
Andrey Santos – Chelsea
Casemiro – Manchester United
Danilo Barbosa – Botafogo
Fabinho – Al-Ittihad
Gabriel Sara – Galatasaray
Atacantes
Endrick – Real Madrid
Igor Thiago – Brentford
Luiz Henrique – Zenit
Rayan Vitor Simplicio Rocha – Bournemouth
João Pedro – Brighton
Gabriel Martinelli – Arsenal
Matheus Cunha – Wolverhampton
Raphinha – Barcelona
Vinícius Júnior – Real Madrid
Novidades da convocação da seleção brasileira
A convocação de Carlo Ancelotti inclui alguns nomes que ganham espaço pela primeira vez ou retornam à seleção após boas temporadas em seus clubes. Entre as novidades estão Gabriel Sara, Igor Thiago, Rayan Vitor Simplicio Rocha e Léo Pereira.
Ao mesmo tempo, o treinador mantém a base com jogadores experientes como Casemiro, Marquinhos e Vinícius Júnior, considerados pilares da equipe.
Os amistosos contra França e Croácia servirão para testar formações, observar novos atletas e consolidar o grupo que deve disputar os próximos torneios internacionais.
New research suggests that longer-tenured employees have seen wage growth since ChatGPT launched. It also says getting a foot in the door is harder for young career-seekers.
Getting laid off remotely offers privacy, but can feel isolating — for affected employees and survivors alike.
Would you rather find out about layoffs in an office or while working remotely? Take our survey.
Getting laid off sucks, yet how it happens matters, too.
On Tuesday, Meta told some employees to work from home the next day, ahead of the company's latest round of layoffs. The move touches on an anxiety familiar to many: not only whether you'll get cut, but how — and where — you'll find out.
Six years on from the start of the pandemic, many desk workers remain in hybrid roles. That's shifted the mechanics of layoffs. What was once typically handled in a conference room or the boss's office might now unfold on a screen or by email.
As more companies trim their workforces, the question is carrying greater weight. It may not have an easy answer.
"You can have poor execution in person. You can have poor execution remotely," said Sarah Rodehorst, cofounder and CEO of Onwards HR, which helps companies manage severance and offboarding.
At home vs. IRL
Being at home can allow people to process the news on their own terms — without the risk of crying in front of colleagues. It can also pose fewer security concerns for companies worried about employees lashing out on their way out the actual door.
Making cuts from afar can also make it easier on managers, who don't have to directly face the person they're letting go, said Ben Hardy, a clinical professor of organizational behavior at London Business School.
"It's a bit like divorcing someone through text message," he said of cutting jobs where one person delivers bad news to many others. It's too impersonal, Hardy told Business Insider, for an intimate topic. One-on-one communication is better, he said.
Getting laid off in-person might mean trying to hold it together in front of colleagues, yet it can also give people a chance to say goodbye to coworkers and make plans to keep in touch — or gather afterward to commiserate.
Ultimately, what matters most is handling layoffs with empathy and preserving the human element, said Rodehorst.
Calling someone into an office only to lay them off might not always be the best decision, she told Business Insider.
"Remote can actually preserve some privacy," Rodehorst said.
Of course, layoffs generally feel awful in any case. Some workers have pushed back at cuts via video, saying that it feels impersonal.
What do you think?
How do you feel about where layoffs should take place? Take our poll.
Nvidia CEO Jensen Huang urged all workers, from farmers to electricians, to embrace AI.
He told podcaster Lex Fridman that the technology could elevate blue-collar jobs, such as carpentry.
Blue-collar has generally been viewed as less likely to be affected by AI disruption than white-collar jobs.
Artificial intelligence isn't only coming for office jobs — Nvidia CEO Jensen Huang says blue-collar workers should be paying attention, too.
Huang leads one of the biggest chipmakers fueling the AI revolution. He joined Lex Fridman's podcastin an episode published Monday to discuss everything from AI in space to work.
While blue-collar jobs have been considered relatively safe from AI disruption compared to tech roles like engineering, Huang said workers in every profession, including farming and electrical work, should use artificial intelligence to help future-proof their jobs.
"If I were a farmer, I would absolutely use AI. If I were a pharmacist, I would use AI," Huang said. "I want to see what it could do to elevate my job so that I could be the innovator to revolutionize this industry myself."
For example, he said coding represents a big opportunity for carpenters, and he would go "completely berserk" using AI if he were in that line of work.
"A carpenter with AI is also an architect," he said. "They've just increased the value that they could deliver to the customer. Their artistry just elevated tremendously."
Huang has said before that he is "certain 100% of everybody's jobs will be changed" by artificial intelligence, and that while he expects some jobs to be lost, many will also be created.
Many tasks, for example, will be automated, and those jobs will be highly disrupted, he said on Fridman's podcast.
But, he said, "If your job's purpose includes you … then it's vital that you go learn how to use AI to automate those tasks."
Anxiety grows alongside AI
As AI advances, so has anxiety around job security. The fears aren't unfounded. Companies have slashed thousands of jobs in the name of prioritizing new technology and automation.
Huang's solution: Become an expert in AI, no matter what your job function is.
It could be the difference between landing a job and ending up unemployed.In almost every case, Huang said he'd rather hire the candidate who's an AI expert over one who isn't.
"Every college student should graduate and be an expert in AI," Huang said.
It could help them stay ahead of the curve as AI quickly advances.
The next phase of AI is already here
Artificial general intelligence is a form of AI that elicits anxiety or excitement among the field's most advanced minds. It's the idea that AI will one day meet or surpass human intelligence. Huang said that the age of AGI is already here.
Fridman asked if AI could do Huang's job of starting, growing, and running a successful tech company worth more than $1 billion.
It's possible, Huang said.
He also said, "It's not out of the question" that chatbots like Anthropic's Claude could design an app that billions of people would use for $0.50 apiece, and then go out of business shortly after, similar to websites that went bust in the dot-com era.
Even his job running one of the most successful tech companies today isn't immune to the effects of AI, he said, encouraging everyone to jump on the technology before they're left behind.
"Go see what it can do to transform your current job, elevate yourself," Huang said.
Know a lawyer whose style is as sharp as their mind? We want to hear from you.
Business Insider is searching for the best-dressed lawyers in New York City for a new editorial feature spotlighting standout style. We're looking for attorneys who bring personality to the profession — the ones who serve looks as well as they practice law.
Our editorial judging panel will consider nominees of all titles, from associate to managing partner, at major law firms in New York City. Firms may also nominate multiple employees.
To strengthen your submission, please include a headshot and two photos that showcase the nominee's personal style.
Selected honorees will be featured in a Business Insider photo shoot in early May (exact dates and location to follow).
After having her first child, Lindsay Thomas went back to her full-time, in-office job. When a second kid came in 2024, Thomas says she knew she didn't want to juggle everything again, so she negotiated a part-time, remote version of her communications role in medical research — working anywhere from 2 to 40 hours a month — and started picking up freelance work on the side.
Now, when a kid gets sick and Thomas is up all night — something that would have made her "spiral," when she worked in the office —she knows she'll be at home with flexibility to schedule her day. If Thomas hadn't had the option to freelance, she says, she would have chosen to stay home with the second kid — even though she hadn't envisioned herself as a stay-at-home mom. "There are costs to everything," she says of leaving her full-time gig. "The cost to our family, the cost to the stress levels, to mental health, to going back to doing that and knowing what it was gonna feel like for all of us, especially with an older child involved," she tells me, "that was just a cost we didn't want to absorb."
After making employment gains during the height of the pandemic, women have begun a downhill slide out of the workforce. The number of working mothers of young children between 25 to 44 fell nearly 3% from January and June of last year, hitting its lowest rate in more than three years, according to a Washington Post report. In December, 91,000 women older than 20 dropped out of the workforce. The number of men over 20 employed jumped by 10,000 that month, according to an analysis of federal jobs data from the National Women's Law Center.
AI is also affecting America's gender imbalance in the workforce. A March report from Anthropic found that those who work in roles with a high exposure to AI automation are 16% more likely to be female, putting women more at risk for layoffs.
An uptick in return to office mandates is also disproportionately pushing women to choose whether they'll be able to stay in a job that requires a commute as they also balance after school pickup and domestic responsibilities. And a wave of mass layoffs has upended employment security, workplace loyalty, and the job hunt.
Women make 85% of what men make at work on average and take on twice as much of the domestic labor and caregiving tasks at home. "The real friction is we just haven't built systems that allow people to integrate their work and their lives and and their desires and what do they want their life to look like," says Brea Starmer, CEO of staffing firm Lions and Tigers, which focuses on fractional workers. "For anyone that doesn't fit this very specific narrow look and feel and mold, there is just not a lot of options." In a bleak job market, freelancing is one way working parents can claw back power. And as AI adoption transforms company needs and could shift the number of workers and hours needed to work, employers are starting to see more value in hiring part-time and contract workers.
There's autonomy in ditching the full-time gig; but it often means making a choice between several imperfect paths.
The pandemic showed that flexible, remote work benefitted parents, particularly women. As of 2023, 74% of mothers worked, up from 72% in 2019, according to the Institute for Women's Policy Research. But many CEOs who are calling workers back to the office have metaphorically shrugged at the costs to women. A survey from the freelance platform Upwork found that more than half of executives reported losing a disproportionate number of women after implementing RTO policies. Turnover among female employees at these companies is 82%, higher than those that allow for remote work. Nearly a third of women freelancers said RTO was a direct factor in leaving their full-time jobs. Forty-two percent of women who voluntarily left the workforce in 2025 cited caregiving and childcare costs as the main reason their choice, and these women were more likely than those who stayed employed to work at companies that did not offer flexible schedules, according to a survey from Catalyst, a nonprofit focused on women's progress.
But as many employers don't adapt to the needs of families, they're seeing the benefits in hiring freelance workers. Another survey of about 350 business leaders conducted by Upwork last fall found that 77% said AI was increasing the need for them to hire fractional, freelance workers with specialized skills. "What we historically saw was that business leaders were maybe a little more hesitant to embrace these kinds of non-traditional work models," says Gabby Burlacu, senior manager at the Upwork Research Institute. Now, "business leaders are far more open to working with the most skilled talent that they can, especially the most AI-enabled talent, because they're all trying to figure out: How are we going to unlock the value of this technology?"
There are costs to everything. The cost to our family, the cost to the stress levels, to mental health.Lindsay Thomas
It's hard to say how many people, and particularly women, are working in freelance roles. Upwork doesn't track gender of the freelancers on its platform, but tells me that in a recent report, 44% of knowledge freelancer workers were women, compared to 41% of people working similar jobs in full-time roles, among those they surveyed. Freelance marketplace Fiverr tells me there's been growth in areas like voiceover, user-generated content creation, and spokesperson or modeling projects specifically seeking female talent. In 2022, 9.8 million people were self-employed, according to the US Bureau of Economic Analysis. Other analyses of the freelance workforce estimate that as many as 75 million people participate in some capacity.
Working freelance has given women more flexible schedules and eased childcare costs, but that can also mean taking on even more unpaid household and caregiving labor.
Jaime Hollander previously commuted three to four hours a day roundtrip into Manhattan. She freelanced on the side, and split the care of two kids with her husband equally. Her mindset shifted after her father died in 2019. "You have those moments of reckoning where you're like, this can't be all that there is,'" she tells me. So, she cut back on work and shortly after quit her job. She focused on freelance marketing and copyrighting. The challenge with being a full-time freelancer, she tells me, is that the shift threw her into becoming "the default parent," on call for all of her kids' needs throughout the day. "If something has to get done between 7 and 7, I will do it," she tells me. "Sometimes, it's really challenging."
Paid parental leave has become more common, but just 40% of companies in the US offered it as of 2023, according to a survey from Society for Human Resources Management. A short period of leave tied only to the birth of a child doesn't answer for the flexibility working parents need as their kids age — there are sick days, potential disability diagnoses, and more hands-on needs at schools. "It's not just about retaining women in those early years," Neha Ruch, author of "The Power Pause: How to Plan a Career Break After Kids — and Come Back Stronger Than Ever." She says "there is recalibration happening" in the workforce, where more women may take fractional work, part-time roles, or freelance gigs. For companies, retaining women workers requires "thinking about parenting through the longitudinal experience of early parenthood," Ruch says, "going all the way up to college admissions and how and the demands that are made within the system on parents' time, and how we can make those work in the ecosystem of the professional space as well."
Many of the working parents I spoke to for this story chose the freelance or part-time route not upon having a kid, but as they grew up and demands of their families changed. When Erin Bartholomew's son was born, her husband stayed home to care for him. A few years later, she took her turn, wanting to have that hands-on time while her son was still young. She re-entered the workforce after a year into a remote job, logging on at 6 a.m. in Oregon to work in marketing for an East Coast company. But Bartholomew was laid off last year in 2024. Instead of searching for a similar role, she started her own marketing consultancy "It's so night and day," Bartholomew tells me. "It's allowed that balance that my husband and I really wanted."
As some women find flexibility in freelancing, others will be left out. Those who work in offices with 9-to-5 in-person mandates, or in education, retail, and healthcare roles, can't always make their own schedule. Parents who are the sole provider of income and health insurance for families often can't make ends meet working part-time. Others are pushed to stay at home with kids because the costs of childcare outpace their salaries. Leaving a full-time job can also disrupt a career trajectory toward leadership, and mean lost contributions to retirement accounts like 401(k)s. If companies don't adapt their schedules and remote work policies or future-proof roles for AI, many women will be forced to change how they think about their careers and priorities. They might not see going part-time or leaving a job as a choice they want to make, but something they have no choice in.
Amanda Hoover is a senior correspondent at Business Insider covering the tech industry. She writes about the biggest tech companies and trends.
Career growth depends on building a network rather than relying solely on your manager's support.
Career coach Andrea Wasserman encourages forming cross-functional relationships to enhance visibility.
Office "influencers" shape outcomes without formal authority, making them key allies for career progress.
Many corporate professionals believe their career trajectory hinges on one person: their boss. They think: If my manager advocates for me, I'll get promoted. If not, I'm stuck.
That's a misconception because promotions rarely come from a single champion — they come from a web of relationships. These include people who shape the perception of others, pressure-test your thinking, influence decision-makers, and speak about you when you're not in the room.
If you want your career trajectory to soar this year, you should be refining your relationship strategy, starting with these five categories of people.
1. The cross-functional partner who depends on you
High performers often invest in building deep credibility within their own team and spend significant time thinking about how to impress senior leaders, but neglect peers in adjacent functional areas. This limits visibility.
I once worked with a retail marketing director who consistently exceeded her revenue targets. She assumed that would be enough for promotion, but when senior executives evaluated her readiness for a broader role, they asked, "How does she lead cross-functionally?" Her merchandising partner on another team described her as territorial and protective. This stalled her progression.
She rebuilt the relationship by scheduling monthly alignment meetings with merchandising and supply chain, asking about their margin pressures, and proactively adjusting campaign timing to reduce markdown risk. Within two quarters, her boss told her those partners started advocating for her "one company" mindset.
Cross-functional relationships create leverage because they expand who experiences your leadership. Your reputation can't grow within your silo.
2. The culture carrier
Every organization has culture carriers who are respected insiders without an HR title or the formal authority to lead culture, who set an example of acceptable norms and embody how decisions actually get made. They may not have the biggest titles, but they have credibility and context.
When a newly promoted vice president entered a financial services firm, I saw him struggle in executive meetings. His ideas were strong, but they didn't land. He later realized he was presenting a detailed analysis in a culture that valued decisive framing.
He built a relationship with a longtime chief of staff who was widely respected but rarely in the spotlight. She helped him understand the company's "operating language," which is how leaders structure arguments, how disagreement is expressed, and what signals executive readiness.
Within months, his presence shifted. He wasn't more competent than before, but he was better prepared to show up appropriately. It's critical to understand the unwritten rules so you can move inside them with greater ease.
3. The influencer without formal authority
There's often someone who shapes outcomes without owning the final vote. It may be a product manager, a program lead who briefs the executive team, or a person who controls the data that frames strategic decisions. These influencers control how far your work goes and what people think of it.
A senior operations leader once told me she was invisible in the prep work for big meetings, even though she felt she had valuable contributions to make. Instead of chasing her boss and pleading for airtime, she focused on the strategy lead, who oversaw the synthesis of updates and recommendations from various functional areas. She began sending structured summaries — three risks, three opportunities, and one recommendation — to that person ahead of key meetings. Within weeks, her language began appearing verbatim in board decks.
Rather than demanding visibility, she became indispensable to someone who already had a seat at the table. While it's tempting to chase senior leaders, don't overlook the people who shape what those leaders see.
4. The truth-teller
Feedback can be hard to get. Your boss may soften it, peers may avoid it, and direct reports may filter it, but without it, your growth will stall. You need one person who will tell you the hard truths before they cost you credibility.
A high-potential director once asked a peer she trusted, "What's one thing I do that might be hurting how I'm perceived?" The answer she got made her uncomfortable: "You over-explain when you're presenting, and it makes you sound defensive." In executive settings, brevity signals confidence, but her error never came up in a performance review.
She began practicing tighter framing. Within months, leaders described her as more decisive and executive. The issue wasn't competence — she was simply unaware of a change she needed to make.
5. The sponsor — but built through exposure, not "pick your brain" requests
Senior sponsorship doesn't start with a formal ask for mentorship or coffee dates. It happens through consistent exposure to your work and your thinking behind it.
One client assumed his boss's boss would naturally champion him, having heard through the grapevine about his analytical rigor. He delivered strong results but only showed the output, not the problem-solving process. I coached him to shift his approach and, instead of presenting only one conclusion, bring structured options: "Here are three paths, here's the tradeoff, and here's my recommendation."
The goal is to have someone who references your strategic ability in executive meetings, so you become known as "already operating at the next level."
Next steps
If you're new to your organization, introverted, or stretched thin, prioritizing several relationships may feel overwhelming. It doesn't have to be.
Start with two relationships this quarter. Replace one transactional update with a strategic conversation. Ask one person for candid feedback. Offer one cross-functional assist that wasn't required. In a hybrid work environment, it's ideal to schedule these conversations for in-person days, but it's better to make them happen remotely than not at all.
If you focus only on impressing your boss, you narrow your sphere of influence. By building these five relationships, you expand your reach. This road map will ensure that enough of the right people experience your capabilities.
Uber drivers ranked among the gig workers with the highest per-hour earnings in 2025, according to Gridwise.
Justin Sullivan/Getty Images
Pay for gig work varies significantly across apps, a new Gridwise report found.
The report estimated hourly pay rates for ride-hailing, delivery, and other types of gig work.
Taskrabbit, Walmart's Spark, and Uber ranked among the highest-paying apps, Gridwise found.
The gig economy has grown to include apps from Uber to Instacart. They don't all pay the same.
Average hourly pay on the apps varied in 2025, according to data analytics company Gridwise, which analyzed about 1 billion tasks across ride-hailing, delivery, and other gig work apps.
Workers for Taskrabbit, a platform where users hire independent contractors for yard work, home repair, and other physical tasks, earned the highest hourly pay rate at $38.
Gridwise estimated hourly pay for 19 different gig-work apps.
Gridwise
DoorDash's hourly pay was $11, the lowest of the apps Gridwise analyzed.
Some companies say their workers earn higher hourly rates than Gridwise's estimates suggest. A Taskrabbit spokesperson said that its gig workers earn $49 an hour on average, although earnings vary by location. Uber said last year that the company's drivers earn $32 per hourwhile actively working on the app.
Gridwise compiled the estimates for its annual gig mobility report, released last week. The hourly pay data includes base pay, bonuses, and tips that workers received.
The data show that the best-known gig services don't always offer the best pay for workers, Ryan Green, CEO of Gridwise, told Business Insider.
Walmart launched its Spark delivery service as a test in 2018, years after competitors such as DoorDash and Uber Eats. Spark drivers pick up or shop orders at Walmart stores, helping the retailer grow its delivery business quickly.
"They just snuck up on the market and have rapidly grown into this space," he said.
Ride-hailing fares have risen faster than driver pay
Some gig workers have told Business Insider that it's harder to make money on apps like Uber and DoorDash than it was several years ago, due to higher competition and lower pay rates.
Most gig workers are responsible for their own costs, such as car maintenance. As a result, some gig workers have decided to accept only the trips that pay them the most for their time.
The price of gas, which has shot up in the past two weeks after the US started a war with Iran, is the latest cost pressure on ride-hailing drivers.
Uber and Lyft increased prices last year — and passed on a fraction of that hike to the drivers who make their businesses possible.
From December 2024 to December 2025, average customer ride prices on Uber and Lyft rose 9.6%, according to Gridwise. Over the same period, driver gross pay per trip increased 3.6%, and gross pay per hour rose 4.1%.
"We saw a modest increase on the driver side, and a much more substantial increase on the pricing side," Green said.
Last year, Gridwise found that weekly pay on most ride-hailing and delivery apps fell in 2024.
Delivery workers for services like DoorDash also saw an increase in per-hour pay last year — 3.2% — though their working hours on the platform rose about 17%, according to Gridwise.
Were you a gig worker in 2025? Business Insider is gathering information on gig worker earnings for a coming story.
You can contact Alex Bitter at abitter@businessinsider.com or via encrypted messaging app Signal at 808-854-4501.
A França é o país mais visitado do mundo: recebe 100 milhões de turistas por ano.
Muitos deles se depararam com atrações lotadas, restaurantes caros e garçons mal-humorados em Paris. Mas não precisa ser assim. Sou francesa, e escrevo este artigo para ajudar os visitantes a escapar das armadilhas pega-turista.
De bairros em ascensão em Paris com restaurantes mais acessíveis a praias sem os preços absurdos da Riviera, aqui estão cinco dicas para visitar a França como um francês de verdade.
A França é muito mais do que Paris
Se você quer uma experiência francesa encantadora e sem gastar uma fortuna, comece saindo da cidade mais famosa do país.
Lembro do choque que levei em 2007 quando me mudei de Paris – minha cidade natal – para Toulouse, no sudoeste da França, para terminar o ensino médio: o clima era melhor, os garçons eram mais simpáticos e tudo custava mais ou menos a metade do que se pagava em Paris.
E não é só Toulouse. Todo o sudoeste, incluindo cidades como Bordeaux e Biarritz, oferece gastronomia incrível, ótimos roteiros de vinícolas e praias de areia fina – sem a multidão e os preços salgados da Riviera.
Se quiser curtir a França de um jeito genuíno, esqueça o boné e a clássica camiseta listrada azul-e-branca. Em vez disso, mergulhe nos festivais de música, arte e teatro que animam o país durante o verão europeu.
Os concertos ao ar livre de piano clássico em La Roque d’Anthéron, na Provença, têm ingressos entre €40 e €65. O festival de fotografia de Arles é reconhecido mundialmente e custa €32 por dia.
No Festival d’Avignon, também na Provença, os ingressos variam de €10 a €40 por espetáculo. O francês é essencial em algumas peças, mas há muitos shows de música e dança para quem não fala o idioma.
Adoro a Bretanha no verão, especialmente a ponta oeste chamada Finistère. Dá para fazer stand-up paddle por €12 a hora em Audierne ou uma aula de surfe de uma hora e meia por €45.
Bon appétit
Sejamos honestos: você vem para a França pela comida. Eu também.
Mas também quero evitar o famoso garçom grosseiro parisiense. Para isso, fico longe dos bistrôs em bairros chiques, que cobram caro e muitas vezes servem comida medíocre.
Restaurantes jovens e descolados em Paris, como Paloma ou Ober Mamma, costumam ser mais gostosos e mais baratos – especialmente nos bairros em alta do 18º, 19º e 20º arrondissements. E o atendimento é bem mais agradável.
Os menus de preço fixo servidos no almoço costumam ser ótimos negócios. Fotos dos pratos no cardápio são sinal claro de que o lugar é voltado para turistas. Se alguém estiver na calçada tentando te convencer a entrar, também é um alerta vermelho.
Gosto muito do bairro de Ménilmontant, em Paris, logo ao norte do Cemitério Père Lachaise, onde Jim Morrison está enterrado. Por lá, o restaurante Coup de Tête oferece refeições com entrada e prato principal, ou prato principal e sobremesa, por apenas €19,50.
Lembre-se: gorjeta na França não é obrigatória. Se o serviço for bom, deixar alguns euros na mesa é um gesto gentil, mas ninguém vai te julgar se não deixar nada. E ao contrário do que acontece nos EUA, o preço do cardápio já inclui todos os impostos. Se você for a um restaurante com prato a €19,50, é isso que você paga – um bife de vitela com arroz e um crème brûlée por cerca de R$ 120 na cotação atual.
Uma dica valiosa: procure restaurantes ao redor de feiras livres. Passe pelo Marché des Enfants Rouges, no 3º arrondissement de Paris, para comer ostras frescas e uma tábua de queijos, ou pelo Marché des Carmes em Toulouse para saborear costeletas de cordeiro e vieiras fritas.
Hospede-se onde os franceses se hospedam
Em Paris, em vez de um hotel próximo à Catedral de Notre-Dame ou à Torre Eiffel, procure opções perto do Canal Saint-Martin, da Rue de Bretagne ou do bairro de Gobelins – muito mais em conta.
Evite a alta temporada: de outubro a abril os preços são mais baixos, exceto no período de Natal.
Ao viajar pelo interior da França, prefira os “gîtes” ou “chambres d’hôtes” – as famosas pousadas locais. Você terá uma experiência muito mais autêntica com os franceses e pagará menos. É possível encontrar essas acomodações em plataformas como a Amivac, com diárias a partir de €31.
Aproveite as liquidações
Se for comprar itens de maior valor, como roupas ou bolsas de grife, peça o formulário de reembolso do IVA (imposto sobre valor agregado). Você pode entregá-lo no aeroporto na hora de embarcar de volta e recuperar os 20% de imposto que pagou.
Dá para achar boas pechinchas em feiras de antiguidades e brechós. A La Shoperie, perto de Oberkampf em Paris, é uma boa pedida para roupas vintage de luxo.
Você também pode planejar a viagem em torno das liquidações de verão, entre o fim de junho e o fim de julho. Le Bon Marché, uma loja de luxo no 7º arrondissement de Paris, realiza liquidações de duas semanas tanto em março quanto em outubro, chamadas de dias “Très Bon Marché”.
Use trem, óbvio
Os trens da França são rápidos e chegam praticamente a qualquer lugar. Para pagar menos, compre diretamente no site oficial da SNCF e não em agências de viagem online.
Compre com antecedência para garantir as tarifas mais baixas: às vezes é possível comprar passagens com até seis meses de antecedência.
Prefira os trens OUIGO ao invés dos TGVs para economizar. São igualmente rápidos, mas cobram pelos extras: €3 pelo Wi-Fi e €5 para escolher o assento. Uma passagem de ida e volta de Paris a Lyon pela OUIGO sai por cerca de US$ 77, enquanto o TGV no mesmo trajeto custa US$ 111.
Os TERs — trens regionais que atendem a maioria das cidades do interior – também costumam ser mais baratos. Os bilhetes podem ser comprados no site da SNCF ou em qualquer estação.
Bem, mes amis, são essas as minhas dicas para curtir a França de verdade. Bah, oui! – é bem provável que você encontre um garçom mal-humorado em algum momento. Encare com bom humor: faz parte da experiência. E para consolar: eles são igualmente grosseiros com os próprios franceses.
A rápida ascensão do tenista João Fonseca devolveu ao Brasil um entusiasmo pelo tênis que não se via desde os tempos de Gustavo Kuerten, o Guga. Mesmo eliminado nas oitavas de final do Rio Open este ano, Fonseca, de 19 anos, ainda disputa neste domingo (22) o título nas duplas ao lado de Marcelo Melo.
Além do maior interesse do público, refletido em arquibancadas cheias e maior procura por ingressos, o efeito também aparece nas transmissões e, principalmente, entre patrocinadores do mercado financeiro. Afinal, em um esporte historicamente associado às elites, o gosto e o dinheiro raramente competem – costumam atuar em dupla.
E na semana do maior torneio de tênis da América do Sul, o mercado financeiro aproveitou para ampliar sua presença no tênis: desde financiamento de jovens promessas e da criação de plataformas de relacionamento com clientes a patrocínios diretos de campeonatos.
Afinal, o tênis sempre foi território natural de empresários e investidores: um esporte caro, de base social concentrada e ambiente propício para relacionamento e para fechar negócios.
Se antes o apoio vinha de entusiastas que bancavam atletas de forma quase artesanal, hoje ele começa a passar por estruturas financeiras organizadas.
Apostando no futuro
A corretora EQI, por exemplo, criou no ano passado um fundo de renda fixa com liquidez diária cuja taxa de administração é integralmente destinada ao financiamento de atletas brasileiros. O produto, chamado Fundo Match Point, já soma cerca de R$ 53 milhões sob gestão e mais de 100 cotistas.
Em 2025, o projeto contou com R$ 241,3 mil em receitas – sendo R$ 208,3 mil aportados como seed money da própria EQI – uma casa com R$ 50 bilhões sob gestão – e outros R$ 32,9 mil oriundos do fundo. Ao longo do ano, cerca de R$ 100 mil foram efetivamente investidos em cinco atletas profissionais.
Parte dos recursos é destinada ao treinamento, como acesso a técnicos, fisioterapia e preparação física. Outra fatia cobre viagens, um dos principais custos da carreira profissional. E há ainda um sistema de bônus atrelado a desempenho, como avanço em rankings e resultados em torneios.
A corretora, cujos sócios são tenistas amadores, decidiu se aproximar do circuito profissional ainda em 2023. O primeiro nome foi o gaúcho Rafael Matos. O acordo foi fechado às pressas, às vésperas do Australian Open daquele ano. Segundo Patrik Castilho, diretor de marketing da EQI, houve tempo apenas de entregar os “patches” com a marca antes de o atleta embarcar.
O contrato formal ainda nem estava assinado quando Matos, que disputava duplas mistas ao lado da também brasileira Luisa Stefani, começou a avançar rodada após rodada em Melbourne. Ele acabaria conquistando o título – tornando-se parte da primeira dupla 100% brasileira a vencer um Grand Slam, grupo que reúne os quatro principais torneios do circuito: Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open.
Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023 (Divulgação/Tennis Australia)
O episódio consolidou a aposta da corretora no esporte. Desde então, a empresa ampliou o portfólio e hoje patrocina cerca de dez atletas entre profissionais e juvenis, como Thiago Monteiro, Marcelo Zormann, João Lucas Reis, Ingrid Martins, Mateus Pucinelli e o juvenil Miguel Dahia, além de dois nomes do pádel, outro esporte de raquete.
A seleção, segundo a companhia, passou por um processo de profissionalização. “No começo era muito emocional. A gente gostava do atleta, acompanhava e apoiava. Hoje a curadoria é técnica”, afirmou Castilho. A triagem passou a ser feita em parceria com a Tênis Root, estrutura especializada em formação e alto rendimento, que acompanha desempenho, ranking e potencial de evolução.
Por trás dessa engenharia está uma estratégia mais ampla da EQI para ocupar o território do tênis. A corretora, que até poucos anos atrás dividia investimentos em outras modalidades como o automobilismo, decidiu concentrar esforços exclusivamente nos esportes de raquete.
Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI (Divulgação/Rio Open)
Além do fundo, a EQI mantém criou a chamada “Match Point Mansion”, uma casa paralela ao Rio Open onde clientes convivem com jogadores, participam de clínicas e assistem aos jogos em ambiente exclusivo. O investimento no espaço foi de cerca de R$ 2 milhões no ano passado e deve chegar a R$ 2,6 milhões neste ano.
A lógica é dupla: fortalecer a marca no esporte e usar o tênis como plataforma de relacionamento. “A casa começa às oito da manhã e vai até a noite. O cliente fica imerso, convive com o atleta. É uma experiência que dificilmente teria só com o patrocínio tradicional do torneio”, disse o executivo.
No curto prazo, o objetivo é ampliar o número de atletas apoiados à medida que o patrimônio do fundo cresce. “O nosso foco agora é fazer o fundo ganhar escala para que a gente consiga trazer mais atletas para dentro do projeto”, disse.
Paixão empresarial
A proximidade entre tênis e mercado financeiro está longe de ser novidade. O esporte sempre orbitou as elites econômicas – seja como parte da formação social, seja como ambiente de relacionamento e negócios.
O exemplo está no próprio João Fonseca: principal nome da nova geração, ele cresceu em uma família já consolidada no mercado financeiro. Seu pai, Christiano Fonseca Filho, é fundador da IP Capital Partners, uma das primeiras gestoras independentes do país.
A estrutura familiar permitiu a João competir em alto nível desde cedo, algo essencial em um esporte de custos elevados, que exige viagens internacionais frequentes, equipe técnica especializada e raquetes que podem custar mais de R$ 1,5 mil cada.
João Fonseca entrando em quadra no Rio Open (Divulgação/Rio Open)
A associação entre quadra e capital também aparece na trajetória de empresários influentes. O bilionário Jorge Paulo Lemann, por exemplo, jogava tênis no Rio de Janeiro na juventude antes de se tornar um dos maiores investidores brasileiros.
Fora do país, o bilionário americano Bill Ackman, fundador da Pershing Square, chegou a disputar, aos 59 anos, um torneio profissional da Associação de Tenistas Profissionais (ATP) em duplas. E há casos emblemáticos como o do romeno Ion Țiriac, ex-top 10 do ranking mundial que, após pendurar a raquete, construiu um império empresarial e se tornou um dos homens mais ricos da Europa Oriental.
Hoje, essa relação ganha escala institucional. O fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala, é um ds principais patrocinadores desta edição do Rio Open, ao lado da XP – a empresa de Guilherme Benchimol substituiu o Santander em um dos espaços principais e também apoia João Fonseca. O BTG Pactual, de André Esteves, mantém histórico de patrocínios no circuito.
O Itaú é patrocinador da tenista Bia Haddad Maia, além de ter promovido no ano passado, em Miami um jogo exibição entre Fonseca e o número 1 do mundo, Carlos Alcaraz – confronto que será repetido neste ano em São Paulo.
No plano internacional, os valores são ainda mais expressivos. O Public Investment Fund (PIF), fundo soberano da Arábia Saudita, tornou-se, em 2024, o patrocinador oficial da ATP e passou a financiar etapas do circuito global.
PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP (Divulgação/ATP)
A influência saudita avançou a ponto de o país garantir, a partir de 2028, a realização de uma etapa de Masters 1000 – torneios que estão entre os mais importantes do calendário, atrás apenas dos Grand Slams – ampliando a estratégia do fundo de usar o esporte como instrumento de projeção internacional, como já fez no futebol e no golfe.
A rápida ascensão do tenista João Fonseca devolveu ao Brasil um entusiasmo pelo tênis que não se via desde os tempos de Gustavo Kuerten, o Guga. Mesmo eliminado nas oitavas de final do Rio Open este ano, Fonseca, de 19 anos, ainda disputa neste domingo (22) o título nas duplas ao lado de Marcelo Melo.
Além do maior interesse do público, refletido em arquibancadas cheias e maior procura por ingressos, o efeito também aparece nas transmissões e, principalmente, entre patrocinadores do mercado financeiro. Afinal, em um esporte historicamente associado às elites, o gosto e o dinheiro raramente competem – costumam atuar em dupla.
E na semana do maior torneio de tênis da América do Sul, o mercado financeiro aproveitou para ampliar sua presença no tênis: desde financiamento de jovens promessas e da criação de plataformas de relacionamento com clientes a patrocínios diretos de campeonatos.
Afinal, o tênis sempre foi território natural de empresários e investidores: um esporte caro, de base social concentrada e ambiente propício para relacionamento e para fechar negócios.
Se antes o apoio vinha de entusiastas que bancavam atletas de forma quase artesanal, hoje ele começa a passar por estruturas financeiras organizadas.
Apostando no futuro
A corretora EQI, por exemplo, criou no ano passado um fundo de renda fixa com liquidez diária cuja taxa de administração é integralmente destinada ao financiamento de atletas brasileiros. O produto, chamado Fundo Match Point, já soma cerca de R$ 53 milhões sob gestão e mais de 100 cotistas.
Em 2025, o projeto contou com R$ 241,3 mil em receitas – sendo R$ 208,3 mil aportados como seed money da própria EQI – uma casa com R$ 50 bilhões sob gestão – e outros R$ 32,9 mil oriundos do fundo. Ao longo do ano, cerca de R$ 100 mil foram efetivamente investidos em cinco atletas profissionais.
Parte dos recursos é destinada ao treinamento, como acesso a técnicos, fisioterapia e preparação física. Outra fatia cobre viagens, um dos principais custos da carreira profissional. E há ainda um sistema de bônus atrelado a desempenho, como avanço em rankings e resultados em torneios.
A corretora, cujos sócios são tenistas amadores, decidiu se aproximar do circuito profissional ainda em 2023. O primeiro nome foi o gaúcho Rafael Matos. O acordo foi fechado às pressas, às vésperas do Australian Open daquele ano. Segundo Patrik Castilho, diretor de marketing da EQI, houve tempo apenas de entregar os “patches” com a marca antes de o atleta embarcar.
O contrato formal ainda nem estava assinado quando Matos, que disputava duplas mistas ao lado da também brasileira Luisa Stefani, começou a avançar rodada após rodada em Melbourne. Ele acabaria conquistando o título – tornando-se parte da primeira dupla 100% brasileira a vencer um Grand Slam, grupo que reúne os quatro principais torneios do circuito: Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open.
Rafa Matos e Luisa Stefani venceram o Australia Open de 2023 (Divulgação/Tennis Australia)
O episódio consolidou a aposta da corretora no esporte. Desde então, a empresa ampliou o portfólio e hoje patrocina cerca de dez atletas entre profissionais e juvenis, como Thiago Monteiro, Marcelo Zormann, João Lucas Reis, Ingrid Martins, Mateus Pucinelli e o juvenil Miguel Dahia, além de dois nomes do pádel, outro esporte de raquete.
A seleção, segundo a companhia, passou por um processo de profissionalização. “No começo era muito emocional. A gente gostava do atleta, acompanhava e apoiava. Hoje a curadoria é técnica”, afirmou Castilho. A triagem passou a ser feita em parceria com a Tênis Root, estrutura especializada em formação e alto rendimento, que acompanha desempenho, ranking e potencial de evolução.
Por trás dessa engenharia está uma estratégia mais ampla da EQI para ocupar o território do tênis. A corretora, que até poucos anos atrás dividia investimentos em outras modalidades como o automobilismo, decidiu concentrar esforços exclusivamente nos esportes de raquete.
Thiago Mointeiro, tenista patrocinado pela EQI (Divulgação/Rio Open)
Além do fundo, a EQI mantém criou a chamada “Match Point Mansion”, uma casa paralela ao Rio Open onde clientes convivem com jogadores, participam de clínicas e assistem aos jogos em ambiente exclusivo. O investimento no espaço foi de cerca de R$ 2 milhões no ano passado e deve chegar a R$ 2,6 milhões neste ano.
A lógica é dupla: fortalecer a marca no esporte e usar o tênis como plataforma de relacionamento. “A casa começa às oito da manhã e vai até a noite. O cliente fica imerso, convive com o atleta. É uma experiência que dificilmente teria só com o patrocínio tradicional do torneio”, disse o executivo.
No curto prazo, o objetivo é ampliar o número de atletas apoiados à medida que o patrimônio do fundo cresce. “O nosso foco agora é fazer o fundo ganhar escala para que a gente consiga trazer mais atletas para dentro do projeto”, disse.
Paixão empresarial
A proximidade entre tênis e mercado financeiro está longe de ser novidade. O esporte sempre orbitou as elites econômicas – seja como parte da formação social, seja como ambiente de relacionamento e negócios.
O exemplo está no próprio João Fonseca: principal nome da nova geração, ele cresceu em uma família já consolidada no mercado financeiro. Seu pai, Christiano Fonseca Filho, é fundador da IP Capital Partners, uma das primeiras gestoras independentes do país.
A estrutura familiar permitiu a João competir em alto nível desde cedo, algo essencial em um esporte de custos elevados, que exige viagens internacionais frequentes, equipe técnica especializada e raquetes que podem custar mais de R$ 1,5 mil cada.
João Fonseca entrando em quadra no Rio Open (Divulgação/Rio Open)
A associação entre quadra e capital também aparece na trajetória de empresários influentes. O bilionário Jorge Paulo Lemann, por exemplo, jogava tênis no Rio de Janeiro na juventude antes de se tornar um dos maiores investidores brasileiros.
Fora do país, o bilionário americano Bill Ackman, fundador da Pershing Square, chegou a disputar, aos 59 anos, um torneio profissional da Associação de Tenistas Profissionais (ATP) em duplas. E há casos emblemáticos como o do romeno Ion Țiriac, ex-top 10 do ranking mundial que, após pendurar a raquete, construiu um império empresarial e se tornou um dos homens mais ricos da Europa Oriental.
Hoje, essa relação ganha escala institucional. O fundo soberano de Abu Dhabi, Mubadala, é um ds principais patrocinadores desta edição do Rio Open, ao lado da XP – a empresa de Guilherme Benchimol substituiu o Santander em um dos espaços principais e também apoia João Fonseca. O BTG Pactual, de André Esteves, mantém histórico de patrocínios no circuito.
O Itaú é patrocinador da tenista Bia Haddad Maia, além de ter promovido no ano passado, em Miami um jogo exibição entre Fonseca e o número 1 do mundo, Carlos Alcaraz – confronto que será repetido neste ano em São Paulo.
No plano internacional, os valores são ainda mais expressivos. O Public Investment Fund (PIF), fundo soberano da Arábia Saudita, tornou-se, em 2024, o patrocinador oficial da ATP e passou a financiar etapas do circuito global.
PIF, da Arábia Saudita, é o principal patrocinador da ATP (Divulgação/ATP)
A influência saudita avançou a ponto de o país garantir, a partir de 2028, a realização de uma etapa de Masters 1000 – torneios que estão entre os mais importantes do calendário, atrás apenas dos Grand Slams – ampliando a estratégia do fundo de usar o esporte como instrumento de projeção internacional, como já fez no futebol e no golfe.
O filme “O Agente Secreto”, novo longa de Kleber Mendonça Filho, chega aos cinemas em 6 de novembro na esteira do sucesso nacional e internacional de “Ainda Estou Aqui”. Assim como o filme de Walter Salles, aplaudido em festivais e celebrado pela crítica, a obra de Mendonça, que pode representar o país no Oscar, combina reconhecimento artístico com alta repercussão internacional.
O longa saiu do Festival de Cannes com três prêmios importantes: Melhor Diretor, Melhor Ator (Wagner Moura) e o Prêmio da Crítica Internacional (FIPRESCI). Esse tipo de chancela serve como um selo de confiança para o mercado global, elevando o valor de venda internacional, acelerando negociações e ampliando a visibilidade junto às principais distribuidoras internacionais. Na prática, cada prêmio é convertido em aumento de alcance e potencial de receita.
Sobre a produção cinematográfica brasileira, Mendonça Filho afirmou recentemente, em entrevista à Veja, que “proteger a cultura é estratégico”, defendendo a importância de políticas públicas para fortalecer a cultura cinematográfica nacional.
O cineasta ressaltou ainda que temos “problemas crônicos de distribuição, falta de salas e necessidade urgente de formação de público”. “Precisamos de políticas públicas como as que existem na França, que são essenciais para fortalecer a cultura cinematográfica nacional”, disse ele.
Orçamento e coprodução internacional
O orçamento de “O Agente Secreto” gira em torno de R$ 27 milhões, somando capital privado e recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). Esse tipo de coprodução, envolvendo também França, Alemanha e Holanda, aumenta o grau de competitividade nos festivais internacionais e melhora a entrada do Brasil no mercado europeu, onde a presença latino-americana ainda é limitada.
Antes mesmo da estreia no Brasil, “O Agente Secreto” já havia fechado acordos de distribuição com a Neon, nos Estados Unidos, e com a MUBI, na América Latina (exceto Brasil), Reino Unido e Índia. Ao todo, já são mais de 90 países confirmados ou em negociação avançada.
Mendonça Filho opera na mesma lógica bem-sucedida de “Aquarius” e “Bacurau”, mas em um patamar de escala maior. “O Agente Secreto” se beneficia de um cenário internacional mais receptivo ao Brasil e de uma plataforma de distribuição mais ampla.
História do filme
Para o público, a motivação é diferente: trata-se de uma história que resgata passagens do Brasil recente com tensão, ritmo e linguagem contemporânea, sem abrir mão da dimensão simbólica. No centro da narrativa do longa está a trajetória de um agente do governo envolvido em operações secretas em meio a tensões políticas e sociais no Recife contemporâneo.
O filme acompanha a luta desse personagem entre lealdade, ética e sobrevivência, enquanto eventos do passado influenciam decisões do presente. Com ritmo de thriller e elementos de drama social, “O Agente Secreto” explora a complexidade das estruturas de poder no Brasil, revelando dilemas pessoais e coletivos.
Oscar
A possível indicação ao Oscar traz ainda mais visibilidade à produção. Mesmo que o filme ainda esteja na etapa anterior à shortlist, lista em que são definidos os filmes que vão disputar a estatueta no dia 15 de março de 2026, o simples fato de circular como candidato já aumenta o valor negociado nos contratos de exibição, principalmente no mercado norte-americano.
“O Agente Secreto” foi escolhido como o representante brasileiro ao Oscar no mês passado, mas isso não significa que a obra já terá garantida uma indicação ao prêmio. Cada país indica um filme como seu representante para a disputa. A partir dessas indicações, o Oscar faz uma seleção das películas que, de fato, vão concorrer ao prêmio mais famoso do cinema mundial.
Os outros filmes que estavam na lista dos pré-selecionados eram “Baby”, de Marcelo Caetano; “Kasa Branca”, de Luciano Vidigal; “Manas”, de Marianna Brennand; “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro e Oeste Outra Vez, de Erico Rassi.
No início deste ano, o Brasil conquistou seu primeiro Oscar, com o filme “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, na categoria de Melhor Filme Internacional.
Estreia de “O Agente Secreto” no Brasil
Título: O Agente Secreto Direção: Kleber Mendonça Filho Protagonista: Wagner Moura Estreia nos cinemas brasileiros: 6 de novembro de 2025 Distribuição no Brasil: Vitrine Filmes Distribuição internacional: Neon (EUA) / MUBI (América Latina, Reino Unido, Índia e demais territórios) Classificação indicativa: 14 anos
Antes de falecer no ano passado, após viver 117 anos e 168 dias, Maria Branyas Morera convidou cientistas para estudá-la. A mulher mais velha do mundo, que faz parte do grupo dos supercentenários, acreditava que seu corpo e sua história de vida tinham segredos a revelar sobre longevidade.
“Ela me disse: ‘Meu único mérito é estar viva'”, nos contou Manel Esteller, chefe de genética da Faculdade de Medicina da Universidade de Barcelona, na Espanha, e autor sênior de um estudo recém-lançado sobre o genoma de Branyas.
Maria Branyas Morera viveu 117 anos e 168 dias – Foto: The Wall Street Journal
Os supercentenários
Supercentenários, um grupo raro de pessoas com mais de 110 anos, são rastreados e suas idades validadas por uma organização internacional sem fins lucrativos conhecida como Grupo de Pesquisa em Gerontologia.
O mundo tem cerca de 200 pessoas no grupo dos supercentenários. A pessoa mais velha entre elas é uma britânica com 116 anos.
Maria Branyas nasceu em São Francisco, mas aos 8 anos mudou-se para a região da Catalunha, na Espanha, onde viveu o resto da vida.
Esteller e seus colegas coletaram amostras de seu cabelo, saliva, urina, fezes e sangue em seus últimos anos e compararam seu genoma com o de centenas de outras mulheres que viviam na mesma região.
O DNA de Maria Branyas mostrou que ela possuía uma rara mistura de variações genéticas associadas à função imunológica e à saúde cardiovascular e cerebral. Isso contribuiu para que ela vivesse cerca de 30 anos a mais do que a média das mulheres catalãs.
Mas o mais notável, disseram os pesquisadores, foi que a idade biológica de Maria Branyas — essencialmente, uma medida da idade de suas células e tecidos — era muito menor do que sua idade cronológica.
Células mais velhas acumulam danos no DNA ao longo do tempo e, quanto maior o dano, menor a probabilidade de as células funcionarem adequadamente. Por exemplo, células mais jovens e saudáveis têm maior probabilidade de suprimir certos tipos de câncer.
“As células dela se comportavam como se fossem 23 anos mais jovens”, disse Esteller. Era uma supercentenária.
Estilo de vida dos supercentenários
As escolhas de estilo de vida podem afetar a idade biológica de uma pessoa. Maria Branyas não fumava nem bebia e seguia uma dieta mediterrânea enriquecida com azeite, iogurte e peixe com o mínimo de açúcar refinado. Ela tinha colesterol muito baixo.
E seu microbioma — a comunidade de bactérias e microrganismos no intestino que ajuda a digerir os alimentos — também era característico de alguém muito mais jovem.
À medida que as pessoas envelhecem, a diversidade de bactérias e a presença de micróbios benéficos diminuem. “Essas bactérias forneceram uma característica anti-inflamatória”, disse Esteller. “E sabemos que, se você tem inflamação crônica, envelhece muito rápido.”
Análises como esta, disseram os autores do estudo, podem ajudar a orientar empresas que buscam desenvolver terapias antienvelhecimento que possam atingir genes.
“Mas um estudo com um supercentenário significa que as conclusões dessa pesquisa são menos poderosas do que aquelas que poderiam vir de um estudo populacional”, disse Austin Argentieri, pesquisador do Hospital Geral de Massachusetts que conduz estudos em larga escala sobre o envelhecimento humano e não esteve envolvido no estudo.
“Algumas dessas descobertas podem ser peculiaridades específicas de Branyas”, disse Argentieri.
Havia claramente algo notável nessa mulher, de acordo com o coautor do estudo, Bernardo Lemos, codiretor do Centro Coit de Longevidade e Neuroterapia da Universidade do Arizona.
Os dois filhos sobreviventes de Branyas são mulheres na faixa dos 80 e 90 anos. Seu terceiro filho morreu em um acidente aos 80 anos. “Os filhos dela são mais velhos do que a maioria das pessoas”, disse Lemos. “Só isso já nos diz alguma coisa.”
É fácil identificar adeptos do estilista Thom Browne: as roupas que ele desenha geralmente trazem uma fita azul, branca e vermelha.
Agora, algum superfã de Browne terá a chance de expor sua admiraçãona pele, literalmente. Ele é um dos vários artistas que estão leiloando designs exclusivos para tatuagens em um leilão chamada Inked: Tattoos by Contemporary Artists (algo como ‘Tinta na pele: Tatuagens de Artistas Contemporâneos’), realizada pela Joopiter, a casa de leilões digital fundada pelo músico e designer Pharrell Williams.
Logo da Thom Browne. Foto: Divulgação/Joopiter
Como comprar a tatuagem no leilão
Entre os dias 22 e 31 de outubro, os interessados participam do leilão e disputam desenhos de 16 artistas.
Tecnicamente, eles comprarão um certificado do desenho de uma tatuagem encomendada especificamente para o leilão, com a expectativa de que a tatuagem seja feita após a venda e, em alguns casos, em partes do corpo sugeridas pelo artista original. Cada lote tem um valor estimado de US$ 10 mil a US$ 15 mil (entre R$ 55 mil e R$ 80 mil).
Muitos tatuadores leiloaram seu tempo e habilidades para arrecadar fundos para causas, mas raramente essa prática de rua colidiu tão diretamente com o mundo das artes. “O mundo não separa mais a cultura”, disse Williams. “Arte, moda, música, design e até o próprio corpo: todos vivem nessa conversa.”
“Os orçamentos foram elaborados para serem acessíveis”, disse a curadora Sharon Coplan, que procurou a Joopiter com a ideia do projeto. Isso significava precificar cada lote de forma idêntica, em vez de usar trabalhos anteriores como guia.
Afinal, colecionadores de arte podem acumular obras de seus artistas favoritos, e fãs de moda podem comprar e usar roupas feitas por seus designers favoritos. Mas a arte corporal é “uma espécie de plataforma inexplorada para artistas”, disse Coplan. “Ela realmente não foi explorada.”
Pelo preço certo, o licitante vencedor receberá um certificado de autenticidade assinado pelo artista, juntamente com o design e as instruções para sua aplicação.
No caso de Browne, isso significa que o vencedor receberá seu design (o carimbo vermelho, branco e azul, assinatura da marca), juntamente com dimensões específicas (23 mm de largura por 25 mm de altura) e códigos de cores Pantone (Vermelho Verdadeiro, Branco Estrela e Eclipse Total) para entregar ao seu tatuador.
Browne, conhecido por sua abordagem rigorosa, sugere o local (“abaixo da base da nuca”). “Foi tão específico porque é algo que eu faço com todas as minhas coleções”, disse Browne.
Outras figuras em destaque ali incluem os artistas contemporâneos Derrick Adams e Jeffrey Gibson, o arquiteto Peter Marino, o tatuador Dr. Woo e a estilista Gabriela Hearst. A maioria dos artistas doará parte da renda do leilão para uma instituição de caridade de sua escolha.
Tatuagem como ofício
Existem alguns casos de artistas plásticos que tratam o design de tatuagem como um meio “oficial”. Ao longo de suas vidas, artistas como Ellsworth Kelly, Lawrence Weiner e Félix González-Torres criaram obras de arte destinadas a assumir a forma de tatuagens.
Nesse sentido, disse Coplan, a tatuagem pode ser considerada análoga à gravura: os artistas criam um design, que pode ser produzido quantas vezes eles especificarem. Cada peça da série é uma edição única.
Todo esse processo começou quando Coplan abordou o espólio de Lawrence Weiner sobre a possibilidade de relançar seu design. Usou isso como ponto de partida para discussões com diversos artistas e figuras culturais. Então, se concentrou especialmente em “artistas que deixam marcas incríveis”.
Nem todos os participantes do leilão tinham alguma relação com as tatuagens. Muitos dos companheiros de equipe de Thom Browne na Universidade de Notre Dame fizeram tatuagens de trevo, mas ele desistiu e não fez mais nenhuma desde então. “Simplesmente nunca foi minha praia”, disse. Mas gostou da ideia de fazer uma tatuagem para outra pessoa usar.
A artista visual Marilyn Minter se mostrou muito entusiasmada com a oportunidade de arrecadar dinheiro para uma instituição de caridade. “Basicamente, faço tudo o que posso que seja conveniente e valioso para arrecadar dinheiro para a Planned Parenthood”, disse ela.
E escolher seu desenho — um close colorido de uma boca, um tema recorrente em seu trabalho — foi fácil. “Eu já tinha a boca, porque fotografei Mickalene Thomas, e ela tem uma boca incrível”, disse ela. “Então, simplesmente a transformamos em uma tatuagem.” (Thomas também tem um desenho — uma silhueta nua — no leilão.)
Cópias
Existem algumas peculiaridades em leiloar tatuagens. Nada impede que um fã de Thom Browne que perca a tatuagem do designer em um leilão vá até o estúdio local e tatue a mesma peça no pescoço, por exemplo. Para Caitlin Donovan, chefe global de vendas da Joopiter, esse seria o resultado ideal. “Espero que as pessoas copiem essas tatuagens”, disse ela.
O proprietário poderia vender o certificado de tatuagem. Mas, como observou Minter, cada tatuagem tem um prazo de validade. “Depois que você morre, você morre. E tudo acaba”, disse ela. “Você não pode revender.”
Planejar as férias 2026 com inteligência permite que trabalhadores aproveitem ao máximo os 30 dias de direito anual. No ano que vem, o calendário brasileiro oferece oportunidades para combinar feriados nacionais e regionais, pontes e finais de semana, criando blocos prolongados de descanso sem gastar todos os dias de férias.
De acordo com a CLT, é possível fracionar as férias em até três períodos:
Primeiro período: mínimo de 14 dias;
Demais períodos: mínimo de 5 dias;
Início das férias: até dois dias antes do DSR (Descanso Semanal Remunerado), sem coincidir com finais de semana ou feriados.
Férias 2026: dicas práticas para maximizar o descanso
A seguir, confira dicas para otimizar ao máximos suas férias em 2026, levando em conta que vários feriados caem em dias úteis no ano que vem.
Planeje o primeiro período com 14 dias ou mais para garantir flexibilidade nos períodos subsequentes.
Distribua os períodos menores (mínimo 5 dias) em torno de feriados e pontes para aumentar o descanso total.
Comece as férias até dois dias antes do DSR e evite coincidir com feriados ou finais de semana.
Negocie datas com antecedência junto ao RH para garantir aprovação.
Considere feriados regionais e municipais que possam criar novas oportunidades de pontes e descanso prolongado.
Lembre-se: feriados fora das férias, como o dia 21/04 (leia mais abaixo), podem ser combinados como ponte, estendendo ainda mais o período de descanso.
Abaixo, confira uma sugestão de como otimizar as suas férias em 2026.
Período 1 – Carnaval
Datas: 18/02 (quarta-feira de Cinzas) a 27/02
Dias de férias: 10
Cálculo do descanso total:
Fim de semana antes do Carnaval: 14-15/02 (2 dias)
Segunda e terça de Carnaval: 16-17/02 (2 dias)
Férias: 18-27/02 (10 dias)
Finais de semana durante as férias: 21-22 e 28/02 (4 dias)
Descanso total: 18 dias consecutivos
Vantagem: maior descanso do início do ano com menor gasto de dias de férias.
Período 2 – Páscoa e Tiradentes (com possibilidade de ponte)
Datas: 06/04 (segunda-feira) a 19/04 (domingo)
Dias de férias: 14
Cálculo do descanso total:
Feriado da Sexta-feira Santa (03/04): antecede o início das férias e pode ser aproveitado junto ao fim de semana (04-05/04), criando uma transição ideal para o período de descanso.
Finais de semana durante as férias: 11-12 e 18-19/04 (4 dias)
Férias: 06-19/04 (14 dias)
Feriado de Tiradentes (21/04, terça-feira): não faz parte das férias, mas pode ser negociado como ponte, estendendo o descanso em mais dois dias (20 e 21/04).
Descanso total:
Sem ponte: 17 dias consecutivos (de 03/04 a 19/04).
Com ponte negociada: 19 dias consecutivos (de 03/04 a 21/04).
Vantagem: une dois feriados nacionais próximos (Páscoa e Tiradentes) e cria o maior período de descanso do ano com o mesmo gasto de dias de férias. Ideal para viagens mais longas ou descanso prolongado sem ultrapassar o limite legal.
Período 3 – Outubro / Nossa Senhora Aparecida
Datas: 13/10 (terça-feira) a 23/10 (sexta-feira)
Dias de férias: 11
Cálculo do descanso total:
Feriado de Nossa Senhora Aparecida: 12/10 – respeitado, início das férias no dia seguinte
Finais de semana durante as férias: 17-18 e 24-25/10 (4 dias)
Descanso total: 15 dias consecutivos
Vantagem: bloco estratégico no segundo semestre, garantindo descanso prolongado sem gastar todos os dias restantes.
Prepare-se para sentir a emoção da Fórmula 1 na capital paulista: o GP de São Paulo 2025 ocorrerá de 7 a 9 de novembro no Autódromo José Carlos Pace, em Interlagos. A corrida principal, marcada para o domingo, às 14h (horário de Brasília), promete disputas eletrizantes.
O Grande Prêmio é um dos eventos esportivos mais importantes do país e movimenta bilhões de reais na economia local, além de colocar São Paulo em destaque no calendário global da categoria. A seguir, confira o que você precisa saber para acompanhar o Grande Prêmio de Fórmula 1 em Interlagos.
Ingressos para o GP de São Paulo 2025
As vendas de ingressos estão disponíveis no site oficial. A comercialização iniciou em 10 de novembro de 2024 e oferece opções em diversos setores: arquibancadas, áreas VIP e o Pit Stop Club, entre outros. Os portões de acesso abrirão às 8h e fecharão às 15h. Em edições anteriores, os ingressos se esgotaram rapidamente, principalmente nas áreas com visão privilegiada da largada e dos boxes.
Na data de publicação desta reportagem (9/10), havia apenas ingressos para Fanzone, área que oferece experiências como interação com pilotos, shows musicais, simuladores de corrida, ativações de marcas e praça de alimentação, mas sem acesso às arquibancadas ou à pista principal.
Onde assistir à corrida
O GP de São Paulo 2025 será transmitido ao vivo pela Band, detentora dos direitos da Fórmula 1 no Brasil. O canal também exibe treinos e bastidores no BandSports e em plataformas digitais. A corrida estará disponível ainda no serviço oficial de streaming F1 TV Pro, conforme informações da própria Fórmula 1.
O impacto financeiro do evento é expressivo e comprovado. De acordo com estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV), o GP de São Paulo de 2024 movimentou R$ 1,96 bilhão na economia da capital, um aumento de 14,3% em relação a 2023. Deste total, R$ 1,18 bilhão correspondem a impacto direto e R$ 776,3 milhões, a impacto indireto.
A arrecadação total de tributos (federais, estaduais e municipais) foi estimada em R$ 282,4 milhões, segundo o levantamento. O público total registrado nos três dias do evento chegou a 291.717 pessoas, também recorde histórico. Estimativas da Prefeitura de São Paulo indicam que a edição de 2024 chegou a movimentar até R$ 2 bilhões na cidade.
Expectativas para a edição 2025
Com os números positivos de 2024, a expectativa é de que o GP de São Paulo 2025 mantenha o mesmo patamar de impacto econômico. Segundo a São Paulo Turismo (SPTuris), o evento é considerado um dos maiores da América Latina em geração de renda, atraindo milhares de turistas estrangeiros e empregando mais de 20 mil profissionais durante sua realização.
Com o circuito de Interlagos consolidado como um dos mais técnicos e emocionantes da Fórmula 1, a edição de 2025 promete repetir a combinação de movimento econômico, visibilidade internacional e forte presença de público que transformaram o GP paulista em um marco anual para o país.
A seguir, confira informações essenciais para curtir o GP de São Paulo 2025.
1 – Quais são as datas para o GP de São Paulo 2025?
O evento ocorrerá nos dias 7, 8 e 9 de novembro de 2025, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A corrida principal está marcada para o domingo, 9 de novembro, às 14h (horário de Brasília).
2 – Onde posso comprar ingressos para o GP de São Paulo 2025?
Os ingressos estão disponíveis no site oficial f1saopaulo.com.br. A venda iniciou em 10 de novembro de 2024.
3 – Como posso chegar ao Autódromo de Interlagos?
O acesso ao autódromo pode ser feito por transporte público, utilizando a CPTM (Linha 9 – Esmeralda) até a estação Autódromo ou por aplicativos de transporte. Recomenda-se o uso de transporte público devido ao intenso tráfego na região durante o evento.
4 – Onde posso assistir à corrida?
O GP de São Paulo 2025 será transmitido ao vivo pela Band, com cobertura também no BandSports e em plataformas digitais. A corrida estará disponível ainda no serviço oficial de streaming F1 TV Pro.
5 – Qual é o impacto econômico do evento para São Paulo?
O GP de São Paulo de 2024 teria gerado um impacto econômico de R$ 1,96 bilhão, com arrecadação de tributos estimada em R$ 282,4 milhões e público de 291.717 pessoas nos três dias do evento. Estima-se que a edição de 2024 tenha movimentado até R$ 2 bilhões na economia da cidade.
Serviço GP de São Paulo 2025 – Grande Prêmio de Fórmula 1
Quando: 7, 8 e 9 de novembro de 2025
Onde: Autódromo José Carlos Pace – Interlagos, São Paulo