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ARTIGO: Caso Master tirou o CDB do “piloto automático”

24 de Abril de 2026, 16:41

Passados ​​alguns meses da liquidação do Banco Master, os dados mais recentes confirmam que o mercado de CDBs entrou, de fato, em um novo regime, mas não exatamente na direção que se imaginava no auge do estresse. Até o final de março, o número diário de emissões de CDBs dos grandes bancos (S1 a S3) […]

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Investidores reagem mal à oferta da Ecopetrol e veem risco de destruição de valor na Brava

24 de Abril de 2026, 12:31
brava energia

O anúncio de que a colombiana Ecopetrol fechou um acordo para adquirir 26% da Brava Energia por R$ 2,8 bilhões e realizar uma oferta pública de ações (OPA) para atingir 51% do capital social da companhia não caiu bem entre os investidores. Por volta das 12h06, as ações da petroleira independente caíam 3,87%, a R$ […]

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O que fez o Citi mexer na recomendação para a ação da B3

10 de Abril de 2026, 12:32

A combinação de aumento de fluxo e a perspectiva de ampliar o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), com efeitos positivos sobre a base tributária, melhorou significativamente a visão do Citi em relação à B3. Os analistas do banco americano elevaram a recomendação para as ações da operadora da Bolsa brasileira de neutro para […]

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Wall Street is gushing over Citrini's 'Analyst #3' and his wild report from the Strait of Hormuz

7 de Abril de 2026, 11:34
Ships travel through the Persian Gulf near the Strait of Hormuz as the ongoing conflict with the US, Israel, and Iran disrupts trade in the region.
The war in Iran has disrupted transit through the Strait of Hormuz a critical path for global trade.

Stringer/Reuters

  • Citrini Research's "Analyst 3" is the toast of Wall Street over a wild report from the Strait of Hormuz.
  • Market watchers praised the analyst's bravery after Citrini said it had sent him to the strait.
  • They shared memes and compared him to everyone from James Bond and Ethan Hunt to Johnny English.

Finance types can't stop talking about Citrini Research's "Analyst #3" and what the firm says was a wild trip to the Strait of Hormuz.

Wall Street's denizens and market watchers across the globe rushed to X to commend the intrepid analyst with memes, GIFs, and kudos-filled posts.

It’s insane not only how wild the story is, but how well it’s written.If Citrini’s team ever stopped writing investment memos, they could create novels that would put Tom Clancy or Jack Reacher to shame.One of the few research newsletters I subscribe to, and worth every… https://t.co/ovIdOW1p01

— Adam Cochran (adamscochran.eth) (@adamscochran) April 5, 2026

Citrini's field report said that its analyst, who it says is fluent in four languages, traveled to the shipping channel at the heart of the US-Iran conflict with "a Pelican case full of equipment, a pack of Cuban cigars, $15,000 in cash and a roll of Zyn."

I feel like I fell in love with @citrini Analyst #3 without even knowing him. 😂“Armed with a fluency in four languages including Arabic, a Pelican case full of equipment, a pack of Cuban cigars, $15,000 in cash and a roll of Zyn”…. who is this man? 😍 pic.twitter.com/dK8rYNlDBE

— Liz Bazurto🛡|| lalatina.eth (@lizabazurto) April 6, 2026

Analyst #3 wrote that he snuck recording equipment into Oman, faced questioning from border officials, intelligence agents, and the coast guard, and swam in the Strait of Hormuz with a cigar in his mouth and Iranian drones flying overhead.

Citrini included a disclaimer in its research note, saying that some names and details had been changed to "protect the safety of anonymous sources" and that quotes were based on the analyst's memory of conversations he had in Arabic.

The firm described this as "the best we could do from an accuracy standpoint," noting that the analyst's phone, which contained notes and photos from the trip, was held by authorities in Oman.

The analyst reported that there were significantly more vessels passing through the strait than tracking platforms show, and said the situation was closer to a "toll road" than a "blockade," with Iran demanding that every vessel secure its approval to pass through safely.

Citrini analyst #3 when an oil tanker blows up in hormuz pic.twitter.com/fqWZs2JXuv

— Hooman (@hoomansv) April 4, 2026

Citrini Research rose to prominence for betting against Silicon Valley Bank before the lender collapsed in early 2023 and helped trigger a regional-banking crisis. It also rattled markets this February when it warned AI could crash the stock market and spark a recession.

Roughly 20% of global oil and gas flows travel through the Strait of Hormuz, making it a key shipping channel for world energy markets and a major contributor to economic growth.

But traffic has plummeted since the breakout of the war between Iran and the US and Israel, as captains fear being struck by an Iranian drone, blasted by an underwater mine, or hit by a missile launched from the coast or a passing speedboat.

The disruptions have lit a fire under energy prices, stoking renewed fears of inflation and recession. Analyst #3's audacious decision to visit the contested waterway in the middle of a full-blown war has clearly impressed finance professionals, who've compared him to James Bond, Mission: Impossible's Ethan Hunt, and even the bumbling Johnny English.

Citrini analyst #3 pic.twitter.com/f7gaL2Njhy

— Rob (@RobStonks1) April 7, 2026

Michael Burry, the investor of "The Big Short" fame, hailed Citrini's on-the-ground coverage on his Substack, describing it as "remarkable stuff."

Read the original article on Business Insider

Após petróleo, guerra no Oriente Médio ameaça disparar commodities agrícolas; veja onde investir

25 de Março de 2026, 20:36

A escalada da guerra entre EUA e Irã já incendiou as cotações de petróleo, e agora flerta com o próximo front: as commodities agrícolas. Com o risco de interrupção em cadeias logísticas e o encarecimento de insumos, o setor surge como a nova fronteira de um rali com contornos estruturais — e o investidor pode estar de cara com a oportunidade de bons retornos.

“Não é só uma ou outra commodity que está subindo, todas estão. A última que falta reagir são as agrícolas”, afirma Matheus Spiess, analista da Empiricus Research.

Na leitura dele, esse movimento não se explica apenas pela guerra no Irã, mas por uma mudança mais estrutural de cenário.

Ele avalia que o mundo pode estar à beira de um novo ciclo de alta das commodities, sustentado por fatores que vão além do curto prazo.

Tradicionalmente, commodities e dólar caminham em direções opostas: a moeda norte-americana mais forte costuma pressionar os preços das matérias-primas — e o inverso também é verdadeiro.

Spiess aposta em um cenário de enfraquecimento do dólar no horizonte estrutural, o que abriria espaço para uma valorização mais consistente das commodities.

“Episodicamente, o dólar pode se fortalecer, como vimos em março. Mas, estruturalmente, podemos estar perto de um novo ciclo em que o dólar volte para a média histórica”, afirma.

Por trás dessa visão está uma combinação de fatores macroeconômicos. Spiess cita o aumento da dívida dos Estados Unidos, o risco fiscal elevado e um movimento global de diversificação cambial.

Há também uma questão de posicionamento: na leitura dele, o dólar ficou “caro demais” desde a crise de 2008, enquanto commodities ficaram relativamente baratas.

Segundo Spiess, pode haver um movimento de busca estrutural por mais exposição em commodities.

O resultado, segundo o analista, é um ambiente propício para um novo ciclo de alta — com potencial de beneficiar países exportadores, como o Brasil.

Fertilizante mais caro, comida mais cara

O conflito, que já pressiona o petróleo e deve chegar às commodities agrícolas, também atinge um elo menos visível, mas igualmente estratégico: o mercado de fertilizantes, essencial para a produção de alimentos.

Nesta terça-feira (24), a Rússia anunciou a suspensão das exportações de fertilizantes por um mês, priorizando o abastecimento interno.

A medida se soma a um cenário de rotas marítimas alteradas, redução da produção no Golfo Pérsico e dificuldades no escoamento via Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um terço do comércio global desses insumos antes do conflito.

No Brasil, o efeito tende a ser direto: aproximadamente 40% dos fertilizantes usados no agronegócio passam pela região.

E o impacto nos preços já começou. A ureia, por exemplo, acumula alta de cerca de 50% desde o início da guerra, impulsionada também pelo encarecimento do gás natural — insumo essencial para sua produção.

Segundo Spiess, o efeito deve se espalhar rapidamente pela economia real. “Se o fertilizante ficar mais caro, os alimentos vão ficar mais caros. Então, há um medo inflacionário generalizado no Ocidente”, afirma.

Na avaliação dele, esse risco preocupa governos, inclusive nos envolvidos na guerra, como os Estados Unidos.

“Os governantes não querem isso para si, porque inflação acaba gerando impopularidade”, pontua.

Ele relembra que o próprio presidente norte-americano, Donald Trump, que neste ano passa por uma eleição de meio de mandato, deve se preocupar com a possível aceleração da inflação no país.

“Ele não pode se dar ao luxo de ver a popularidade cair ainda mais. Então, tem motivo para que o conflito acabe antes [da eleição]”, afirma Spiess.

Crise hídrica e risco de colapso no Oriente Médio

As preocupações não se limitam aos preços do petróleo, do fertilizante ou das commodities agrícolas. Segundo Spiess, há um risco estrutural mais grave se o conflito avançar sobre a infraestrutura da região.

“O Irã tem muito petróleo, mas não tem comida nem água em abundância. Grande parte do abastecimento passa pelo Estreito de Ormuz. Se isso for comprometido, você pode ter uma crise alimentar humanitária”, afirma.

Outro ponto crítico são as usinas de dessalinização existentes nas proximidades do Irã, essenciais para o abastecimento de água em diversos países do Oriente Médio.

Segundo Spiess, essas instalações não possuem proteção e um eventual ataque teria consequências imediatas.

“Se você ‘queimar’ essas estações, cidades inteiras, como a capital saudita, serão inviabilizadas”, alerta.

Apesar de, em tese, serem protegidas pelo direito internacional, ele pondera que esse tipo de regra vem perdendo força.

“Temos visto um enfraquecimento do direito internacional. As pessoas estão indo pela lei do mais forte. Então, o Irã, em um movimento de desespero, pode acabar atacando essas instalações”, afirma.

O que o investidor deve fazer diante desse cenário?

Spiess defende uma estratégia menos exposta à volatilidade direta das commodities e mais ancorada na geração de caixa.

A preferência, segundo o analista, é por empresas do setor, que conseguem capturar os ganhos do ciclo de alta com maior previsibilidade.

“Eu prefiro me expor a isso com fluxo de caixa em petróleo, por meio de ações do setor”, afirma.

Nessa leitura, o Brasil aparece bem posicionado. “O Brasil tem muito disso e pode se beneficiar. Se essa tese for verdadeira — e gente grande lá fora defende isso —, pode ser muito bom para os ativos brasileiros de maneira geral”, diz.

Entre as alternativas, o analista cita o ETF CMDB11, que permite acessar o tema de forma simples e diversificada.

“Você compra como se fosse uma ação e ganha exposição a empresas brasileiras de commodities”, explica.

Segundo Spiess, o produto reúne algumas vantagens: exposição ao fluxo de caixa gerado pelas commodities, forte presença em petróleo e gás (cerca de 40% da carteira), diversificação, baixo custo e boa liquidez — com prazos de resgate de cerca de dois dias.

Andrej Karpathy says he feels 'nervous' when he doesn't use up his AI token budget

23 de Março de 2026, 06:03
Andrej Karpathy is pictured.

Michael Macor/The San Francisco Chronicle via Getty Images

  • Andrej Karpathy says he's focused on using up all of his AI tokens.
  • He said he switched between tools like Codex and Claude to ensure he uses his entire budget.
  • Tech leaders like Nvidia's Jensen Huang say heavy AI spending is becoming a workplace expectation.

Andrej Karpathy says he aims to use up his entire AI budget.

In an interview on the "No Priors" podcast, Karpathy — a former Tesla AI director and OpenAI cofounder — said he's shifted his mindset toward consuming every last AI token at his disposal.

"I feel nervous when I have subscription left over," he said on the pod, which was published on Friday. "That just means I haven't maximized my token throughput."

Tokens are the units AI companies like OpenAI and Anthropic use to price their models. Roughly speaking, a token can be as small as a short word or a part of a longer word; a common rule of thumb is that four characters equal one token.

For consumers and employees, tokens function like a budget: the more you use, the more work AI systems can perform.

Karpathy said that changes how he uses his AI. The constraint is no longer how quickly he can type a line of code — it's how many tokens he can deploy.

That shift has changed his goal. He now aims to "maximize subscriptions," he said, even switching between competing products as limits approach. "If you're running out of quota on Codex, you should switch to Claude."

Karpathy's comments come amid a broader rethink of how developers approach AI usage. Last week, Nvidia CEO Jensen Huang said on the "All-In" podcast that he expects employees earning $500,000 to use $250,000 worth of tokens.

"It is now one of the recruiting tools in Silicon Valley," Huang said. "How many tokens comes along with my job?"

Box CEO Aaron Levie echoed that sentiment, writing on X that the surge in AI token spending will "eventually hit the rest of knowledge work as well."

The shift suggests that access to compute is no longer the main constraint on AI output. Karpathy compared the feeling to his time as a Ph.D. student.

"You would feel nervous when your GPUs are not running," he said. "Now, it's not about flops — it's about tokens."

Read the original article on Business Insider

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