As ações da empresa fecharam a sessão da última terça-feira (16) cotadas a R$ 42,93. O potencial de ganho é de 1,49% e o stop sugerido é de R$ 42,69.
Compra
Empresa
Ticker
Entrada (R$)
Objetivo (R$)
Potencial de ganho
Stop (R$)
Stop
Porto Seguro
PSSA3
50,68
51,38
1,38%
50,32
-0,71%
Isa Energia Brasil
ISAE4
27,77
28,17
1,44%
27,56
-0,76%
Suzano
SUZB3
43,03
43,67
1,49%
42,69
-0,79%
Jáa Embraer (EMBJ3) é uma das ações indicadas para venda hoje, possibilitando retornos de até 1,41%. O stop sugerido é em R$ 76,63.
Venda
Empresa
Ticker
Entrada (R$)
Objetivo (R$)
Potencial de ganho
Stop (R$)
Stop
B3
B3SA3
15,00
14,79
1,40%
15,11
-0,73%
Cogna
COGN3
2,29
2,26
1,31%
2,31
-0,87%
Embraer
EMBJ3
76,09
75,02
1,41%
76,63
-0,71%
Lembre-se de que todo investimento envolve riscos e, portanto, não há garantia de retorno. Por isso, respeite os stops — pontos em que as perdas tornam-se intoleráveis e é melhor zerar as posições.
Metodologia de day trade da Ágora
As ações sugeridas para compra são de analistas gráficos, que usam uma metodologia que busca antecipar as tendências de curtíssimo prazo.
Operações aguardando ponto de entrada, válidas apenas para hoje. Valor do stop loss válido apenas após a operação ter dado entrada.
Os retornos são brutos, livre de corretagem e emolumentos. Caso o ativo abra com gap, atingindo o objetivo antes do preço de entrada, a operação é cancelada.
A ConectCar, empresa de pagamentos eletrônicos de pedágios e estacionamentos, fechou a compra da totalidade do iCarros, plataforma de classificados de veículos até então 100% do Itaú Unibanco, apurou o InvestNews.
Os valores não foram informados. O negócio ainda depende de aprovação do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e do Banco Central. Embora seja formalmente uma aquisição, o ativo não deixa totalmente a órbita do banco. A ConectCar é controlada em partes iguais por pela Rede, do Itaú, e a Porto.
Na prática, a operação funciona como uma reorganização que abre metade do iCarros à sócia Porto. Com isso, a plataforma deixa de ser uma operação isolada de classificados automotivos do Itaú e passa a integrar a estratégia da ConectCar, que registrou receita líquida de serviços de R$ 221,46 milhões em 2025..
O objetivo da transação é que a ConectCar, que já atuava na fase de uso do veículo, com a tag de pedágio, passe a estar presente também no momento da compra do carro, funcionando como um marketplace automotivo.
A aquisição abrange apenas o segmento C2C do iCarros, que conecta vendedores pessoa física a compradores. A parte B2C, que atendia lojistas, concessionárias e montadoras, está sendo descontinuada pelo Itaú. O encerramento da operação PJ já havia sido comunicado aos funcionários no início deste mês, de acordo com o Sindicato dos Bancários de São Paulo.
A iCarros é um player relativamente pequeno no setor. A plataforma registra cerca de 6 milhões de visitantes mensais e responde por aproximadamente 140 mil anúncios ativos, o equivalente a 6% do mercado de classificados automotivos no Brasil, conforme estimativas de mercado. À frente aparecem OLX Autos, com 30%, e Webmotors, com 18%.
A Oncoclínicas celebrou um termo de compromisso não vinculante com a Porto Seguro S.A. em 13 de março de 2026, estabelecendo os principais termos para a criação de uma nova sociedade, denominada NewCo.
A operação prevê a transferência de ativos de clínicas oncológicas pela Oncoclínicas e um aporte de R$ 500 milhões pela Porto Seguro, que deterá no mínimo 30% do capital social da nova empresa.
Segundo a rede hospitalar, a conclusão da operação está sujeita a várias condições, incluindo a finalização de negociações, due diligence pela Porto, e as aprovações regulatórias necessárias.
A NewCo também emitirá debêntures conversíveis em ações ordinárias, a serem subscritas pela Porto, com vencimento em 48 meses. A Oncoclínicas compromete-se a negociar exclusivamente com a Porto por 30 dias.
O Grupo Oncoclínicas é líder no setor de tratamento oncológico no Brasil, oferecendo serviços integrados como quimioterapia, radioterapia e diagnóstico. A empresa tem crescido por meio de aquisições e parcerias, consolidando sua presença em um segmento de alta demanda.
O mercado aguarda ainda uma negociação da Oncoclínicas com credores para o reperfilamento da sua dívida, que alcançou R$ 4 bilhões ao fim do terceiro trimestre, passando a representar 4,2 vezes o seu Ebitda.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Oncoclínicas celebrou um termo de compromisso não vinculante com a Porto Seguro S.A. em 13 de março de 2026, estabelecendo os principais termos para a criação de uma nova sociedade, denominada NewCo.
A operação prevê a transferência de ativos de clínicas oncológicas pela Oncoclínicas e um aporte de R$ 500 milhões pela Porto Seguro, que deterá no mínimo 30% do capital social da nova empresa.
Segundo a rede hospitalar, a conclusão da operação está sujeita a várias condições, incluindo a finalização de negociações, due diligence pela Porto, e as aprovações regulatórias necessárias.
A NewCo também emitirá debêntures conversíveis em ações ordinárias, a serem subscritas pela Porto, com vencimento em 48 meses. A Oncoclínicas compromete-se a negociar exclusivamente com a Porto por 30 dias.
O Grupo Oncoclínicas é líder no setor de tratamento oncológico no Brasil, oferecendo serviços integrados como quimioterapia, radioterapia e diagnóstico. A empresa tem crescido por meio de aquisições e parcerias, consolidando sua presença em um segmento de alta demanda.
O mercado aguarda ainda uma negociação da Oncoclínicas com credores para o reperfilamento da sua dívida, que alcançou R$ 4 bilhões ao fim do terceiro trimestre, passando a representar 4,2 vezes o seu Ebitda.
Disclaimer: Este texto foi escrito por um agente de inteligência artificial a partir de informações oficiais e de bases de dados confiáveis selecionadas pelo InvestNews. O trabalho foi revisado pela equipe de jornalistas do IN antes de sua publicação.
A Porto, por meio de sua subsidiária de planos de saúde, está avaliando uma injeção de recursos na Oncoclínicas, sua principal parceira no atendimento a pacientes com câncer, apurou o InvestNews.
As clínicas da Oncoclínicas seriam separadas em uma subsidiária da qual a Porto Saúde passaria a ser acionista. Os hospitais e a operação na Arábia Saudita ficariam de fora. Segundo o Brazil Journal, as duas companhias já teriam um memorando de entendimento (MOU, em inglês), que foi aprovado por cinco votos a dois no conselho da Oncoclínicas.
Em comunicado ao mercado, a Porto afirmou que “avalia de forma permanente a possibilidade de potenciais investimentos em diversos negócios e verticais, incluindo no que se refere a certos negócios explorados pela Oncoclínicas”. Mas disse que não há não “documento vinculante” assinado com a empresa – lembrando que um MOU não se enquadra na categoria de documentos vinculantes.
O aporte seria na ordem de R$ 1 bilhão, sendo R$ 500 milhões como equity e outros R$ 500 milhões em dívida conversível em ações. Essa capitalização, no entanto, só seria possível após due diligence dos ativos.
Há também expectativa no mercado para que, antes, aconteça uma negociação da Oncoclínicas com credores para o reperfilamento da sua dívida, que alcançou R$ 4 bilhões ao fim do terceiro trimestre, passando a representar 4,2 vezes o seu Ebitda.
A situação complexa da Oncoclínicas e sua relação com o Master – a empresa reconheceu perda de R$ 217 milhões em CDBs do banco – tornam a resolução das negociações mais complexa. Segundo uma das pessoas próximas ouvidas pelo InvestNews, a definição da proposta não é simples e “ainda tem muita água para rolar”.
Outra pessoa familiarizada com a operação da Oncoclínicas diz ser difícil os credores toparem. “Quem ficaria com os hospitais?”, questiona. Segundo a reportagem do Brazil Journal, após a renegociação, os bondholders e demais credores da Oncoclínicas terão a opção de migrar seus créditos para a nova subsidiária.
Um gestor com papéis da Porto acredita ser difícil que o negócio saia do papel, dada a necessidade de “atender a muitas condições”. Para ele, a condição para o negócio sair seria uma Oncoclínicas “limpa”, nas suas palavras, deixando nessa nova subsidiária apenas os bons ativos.
A empresa nasceu com clínicas fora das redes de hospitais, mas conforme cresceu passou a inaugurar “cancer centers”, hospitais exclusivamente dedicados ao tratamento oncológico. Com investimentos mais elevados, esses hospitais deixaram o modelo da Oncoclínicas mais complexo. Hoje, eles e a operação na Arábia Saudita operam no vermelho.
Porto e Oncoclínicas
A significativa dependência dos serviços da Oncoclínicas pode estar pesando nas contas da Porto Saúde. Ela paga cerca de R$ 500 milhões ao ano para a rede especializada no tratamento de câncer.
Os custos com oncologia são parte relevante da sinistralidade dos planos de saúde. Em relatório de setembro de 2025, a equipe do BTG Pactual estimou que a oncologia (principalmente infusões sem cirurgias e tratamentos relacionados) representou cerca de 15% do gasto total com saúde suplementar no ano de 2024. E esse cenário tende a se agravar: a Organização Mundial da Saúde estima que, em 2050, serão diagnosticados globalmente 35 milhões de casos de câncer – uma alta de 77% em relação a 2022.
Fundada em 2010, a Oncoclínicas detém uma fatia de mercado de cerca de 15%, com uma oferta de tratamento com custos mais baixos do que parte de seus concorrentes: infusões de quimioterapia custam cerca de R$ 10 mil por procedimento, abaixo dos quase R$ 15 mil da Rede D’Or. O grupo também detém cerca de 18% da mão de obra de oncologistas no país.
Procuradas Oncoclínicas e Porto não responderam até a publicação desta reportagem.