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Fundos imobiliários: BTLG11, ALZR11, TRXF11 e mais nomes trazem novidades nesta semana; confira

4 de Setembro de 2026, 14:53

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como BTG Pactual Logística (BTLG11), Alianza Trust (ALZR11), TRX Real Estate (TRXF11) e outros. Confira:

Alianza Trust (ALZR11)

A consulta aos cotistas sobre a transferência da administração do ALZR11 do BTG Pactual para a Vórtx não atingiu o quórum mínimo necessário. Os votos representaram 12,35% das cotas emitidas, ante exigência mínima de 25%, de forma que a alteração da administradora e dos demais prestadores de serviços não foi aprovada.

BTG Pactual Logística (BTLG11)

O BTLG11 concluiu a aquisição do BTLG Guarulhos I, ativo logístico com 95,3 mil m² de ABL e 100% de ocupação, por R$ 375 milhões. O pagamento foi estruturado em R$ 225 milhões à vista e R$ 150 milhões em 18 meses, corrigidos pelo IPCA. A operação apresenta cap rate de entrada de 9,1% e yield médio estimado de 15,2% nos próximos 18 meses.

Além disso, assinou MoU (memorando de entendimento) não-vinculante para adquirir três ativos logísticos AAA, locados para Amazon e Mercado Livre, localizados em São Paulo e na região metropolitana de Curitiba. O portfólio soma 182,5 mil m² de ABL, sendo um ativo concluído e dois em desenvolvimento no modelo BTS.

O valor indicativo da operação é de R$ 918,5 milhões, com cap rate de aproximadamente 9,0% e yield médio estimado de 12,6% nos próximos 24 meses. O pagamento prevê 70% à vista e 30% em até 12 meses, corrigidos por IPCA + 6,0% ao ano.

Por fim, o fundo concluiu a locação de 13,5 mil m² no BTLG Santo André para uma empresa de e-commerce, pelo prazo de cinco anos. A nova locação reduziu a vacância física do portfólio de 2,1% para 1,2%, restando 4,2 mil m² disponíveis no imóvel.

Pátria Escritórios (HGRE11)

O HGRE11 assinou compromisso para vender a totalidade do Edifício Alegria, no Brás (SP), atualmente 100% vago, por R$ 115,5 milhões. O pagamento prevê R$ 5,5 milhões de sinal e R$ 110 milhões em cinco parcelas anuais corrigidas pelo IPCA. O valor de venda representa ganho de 95,6% sobre o investimento realizado e está 102,1% acima do último laudo de avaliação.

Além disso, o fundo definiu os termos de sua 10ª emissão de cotas, com oferta inicial de até R$ 700 milhões, destinada a investidores profissionais. O preço de emissão será de R$ 146,64 por cota, acrescido de taxa de distribuição de R$ 0,07 por cota, equivalente a aproximadamente 0,05%, totalizando R$ 146,71. Os atuais cotistas terão direito de preferência pelo fator de 0,4039 nova cota para cada cota detida.

Kinea Unique (KNUQ11)

O KNUQ11 aprovou sua 5ª emissão de cotas, com oferta inicial de aproximadamente R$ 351,9 milhões, ao preço de R$ 100,55 por cota. A oferta poderá ser ampliada em até 25%, enquanto os atuais cotistas terão direito de preferência pelo fator de 0,1629 nova cota para cada cota detida.

Kinea Oportunidades Real Estate (KORE11)

O KORE11 registrou novas movimentações de locação e desocupação em agosto. Ao final do mês, a vacância física ficou em 5,70%, ante 5,61% em julho, enquanto a vacância financeira recuou para 4,19%, ante 4,74%. A vacância financeira ajustada pelas carências ficou em 5,92%.

Pátria Crédito Imobiliário (PCIP11)

O PCIP11 aprovou sua 9ª emissão de cotas, com oferta de até R$ 4,0 bilhões, destinada a investidores profissionais. O preço de emissão foi fixado em R$ 92,45 por cota, acrescido de taxa de distribuição de R$ 0,04, equivalente a cerca de 0,04%. Os cotistas terão direito de preferência pelo fator de 2,5433 novas cotas para cada cota detida. Os recursos serão destinados prioritariamente à consolidação das carteiras de RPRI11, RBRR11 e VCJR11 no PCIP11.

Tivio Renda Imobiliária (TVRI11)

O TVRI11 definiu os termos de sua 2ª emissão de cotas, com oferta inicial de aproximadamente R$ 500 milhões. O preço de emissão será de R$ 100,60 por cota, acrescido de taxa de distribuição de 0,55%, resultando em preço de subscrição de R$ 101,15 por cota.

Além disso, o fundo anunciou a renovação de seis contratos de locação de agências com o Banco do Brasil por mais 10 anos, mantendo os atuais valores de aluguel.

TRX Real Estate (TRXF11)

O TRXF11 encerrou o período de direito de preferência de sua 13ª emissão com a subscrição de 425,3 mil cotas, equivalentes a R$ 40,1 milhões.

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Fundos imobiliários: BTLG11, HGRU11, JSRE11 e outros FIIs trazem atualizações aos cotistas; confira

28 de Agosto de 2026, 13:49

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como BTG Pactual Logística (BTLG11), Patria Renda Urbana (HGRU11), JS Real Estate (JSRE11) e outros. Confira:

BTLG11: o fundo concluiu a aquisição do BTLG Guarulhos I, ativo logístico AAA com 95,3 mil m² de ABL e 100% de ocupação, por R$ 375 milhões. O pagamento foi estruturado em R$ 225 milhões à vista e R$ 150 milhões em 18 meses, corrigidos pelo IPCA.

A operação apresenta cap rate de entrada de 9,1% e yield médio estimado de 15,2% nos próximos 18 meses. Com a aquisição, a exposição do fundo a imóveis no raio de 30 km de São Paulo sobe para 42%.

HGRU11: o fundo definiu os termos de sua 7ª emissão de cotas, com oferta inicial de até R$ 1,1 bilhão, destinada a investidores profissionais. O preço de emissão será de R$ 128,20 por cota, acrescido de taxa de distribuição de R$ 0,06 por cota, equivalente a aproximadamente 0,05%, totalizando R$ 128,26 por cota.

JSRE11: o fundo anunciou a renovação e expansão de uma locação no Edifício Tower Bridge, com aluguel de R$ 160/m² para a área adicional. Com as movimentações, a vacância do ativo ficou em 7,9%, enquanto a consolidada do portfólio do JSRE11 em 5,9%.

PCIP11, RPRI11, RBRR11 e VCJR11: o Patria convocou AGEs nos fundos PCIP11, RBRR11, VCJR11 e RPRI11 para deliberar sobre a consolidação das carteiras dos três últimos fundos no PCIP11. O prazo para votação nas assembleias vai até 19 de setembro de 2026, com quórum qualificado de aprovação superior a 25% do total de cotistas. A operação prevê a aquisição das carteiras pelo PCIP11, seguida da liquidação dos três fundos e migração de seus cotistas para o fundo consolidador.

Caso aprovada a reorganização, será realizada uma oferta pública de cotas do PCIP11, pelo valor patrimonial, para viabilizar a aquisição dos ativos. Com a consolidação, o fundo deverá alcançar patrimônio de aproximadamente R$ 4,5 bilhões e 239 operações, ampliando sua escala, liquidez e diversificação.

PVBI11: o fundo anunciou novas locações no FL 4440, Vera Cruz e Cidade Jardim, além das saídas já previstas em alguns ativos. Com essas movimentações, a vacância física projetada para agosto é de 20,0%, enquanto a vacância financeira permaneceu pressionada pelos períodos de carência concedidos nas novas locações.

TRXF11: o fundo encerrou o período de direito de preferência de sua 13ª emissão com a subscrição de 425,3 mil cotas, equivalentes a R$ 40,1 milhões.

Além disso, o fundo anunciou o cancelamento da operação para aquisição do portfólio de lajes corporativas dos fundos BLCA11 e CVFL11, que envolvia imóveis nos edifícios Victor Malzoni e Vista Faria Lima, avaliados em aproximadamente R$ 1,0 bilhão.

Segundo a gestão, a transação se tornou inviável após o não cumprimento de uma condição precedente, em razão de alterações nas condições de mercado.

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🏢 A nova onda de prédios de escritório: veja quais FIIs você pode usar para investir nela

20 de Agosto de 2026, 15:02

O mercado de escritórios de alto padrão de São Paulo nunca esteve tão aquecido, com recorde de ocupação e aluguéis em alta. O ano deve fechar com 391 mil metros quadrados em novos empreendimentos – a maior safra em 10 anos.

Pouco mais da metade desse volume (203 mil m²) deve ser entregue agora, no segundo semestre.

No total, são 27 empreendimentos. E seis deles têm participação de fundos imobiliários (FIIs), o que significa uma potencial oportunidade.

Eles estão distribuídos em quatro: Kinea Renda Imobiliária (KNRI11), Zagros Multiestratégia (ZAGH11), Hedge Paladin Design Offices (HDOF11) e RBR Desenvolvimento Comercial I (RDCI11).

Nota: só os dois primeiros, o Kinea e o Zagros, são destinados ao público geral. Os demais são fundos com acesso restrito a investidores qualificados (com mais de R$ 1 milhão investidos) ou profissionais (mais de R$ 10 milhões).

Os FIIs de varejo com as novas lajes

Entre os fundos abertos, o caso mais relevante é o Kinea Renda Imobiliária (KNRI11), que detém 69% do Biosquare, em Pinheiros.

O edifício, com 39,2 mil m², foi entregue no primeiro semestre e já chegou ao mercado totalmente pré-locado. A Amazon ocupará do 7º ao 25º andar (todos – o resto é estacionamento).

Segundo Danilo Barbosa, sócio e head de Research do Clube FII, trata-se de um caso raro: um fundo tradicional, voltado à renda, capturando entrega nova, sem risco inicial de vacância.

Significa o seguinte: o fundo está pondo a mão num imóvel recém-construído. Isso normalmente não acontece com fundo normal, de renda. Prédio novo costuma ir para “FII de desenvolvimento”, que constrói para vender.

E prédio novo tende a ser bom negócio: aluguel mais alto, menos manutenção. O problema é encarar o vazio inicial. Nesse caso, porém, o entrave não existe. A Amazon resolveu.

O KNRI11 entrou ainda na construção do Biosquare. Com o prédio pronto, passa à fase de geração de renda com as locações. O impacto sobre o fundo, no entanto, tende a ser diluído, dado o tamanho dele. O FII tem um patrimônio líquido de R$ 4,6 bilhões e uma carteira diversificada entre lajes corporativas e galpões logísticos.

A Kinea ainda não informou quando começará a receber renda com o imóvel, mas a estimativa é que ocorra dentro de 18 meses.

Já o Zagros Multiestratégia (ZAGH11), o outro voltado ao público geral, possui 50% do Groenlândia 910, no Jardim América. O edifício, com 2,9 mil m², tem entrega prevista entre setembro e outubro deste ano.

Mas diferentemente do KNRI11, o Zagros contrói para vender, não para gerar renda de aluguel.

O patrimônio ali é de R$ 207 milhões. E Barbosa estima que o Groenlândia 910 possa gerar entre R$ 45 milhões e R$ 60 milhões, o que agregaria bastante valor ao fundo. Mas há riscos de atrasos na obra que devem ser monitorados, ele pontua. A conclusão, de qualquer forma, está avançada: 96,3% até junho.

Os fundos restritos com exposição

Agora, os fundos de acesso restrito.

O RBR Desenvolvimento Comercial I (RDCI11) detém o IPO Corporate Boutique, no Itaim, entregue em junho. O fundo também tinha 90% do LAC Corporate Boutique, no Jardim Paulista, mas esse já foi vendido, em abril.

Já o Hedge Paladin Design Offices (HDOF11), também destinado a investidores qualificados, tem em o Franca 303, no Jardim Paulista, em fase final de obra, e o Haddock 167, próximo à Avenida Paulista, com entrega esperada para dezembro.

Considerando apenas a segunda metade de 2026, os FIIs listados estão ligados a mais ou menos 15 mil m² dos 203 mil m² previstos para entrega –7,6% do total.

O restante dessa nova leva de escritórios está principalmente nas mãos de incorporadoras, como Cyrela (CYRE3), Lavvi (LAVV3) e EZTec (EZTC3), e de investidores institucionais e empresas de private equity, caso de HSI, Hines, Barzel e WTorre/Altre.

Um exemplo é o Éden Corporate, no Brooklin, com 18,5 mil m², segundo maior empreendimento previsto para o terceiro trimestre. O projeto é dividido entre Cyrela e Lavvi, cada uma com 45% do investimento, e a Hines com 10%.

Novas transações à vista?

Uma das maiores entregas ainda previstas para 2026 está fora dos FIIs: o Cyrela Oscar Freire, com 45,5 mil m², em Pinheiros. A Cyrela estuda vender o prédio, que tem 17 lajes pré-locadas ao Nubank, a partir de 2027. Se um FII entrar na transação, o retrato dessa safra ainda pode mudar.

Além da nova leva de prédios, a taxa de ocupação salta aos olhos. A Faria Lima está com apenas 6,3% de vacância e preço de aluguel médio em R$ 322 por m² – alta de 20% na comparação anual. Na Paulista, a vacância é menor ainda: 5,7%. Na Rebouças, quase zero.

E, para 2027, a expectativa é que a alta demanda por escritórios premium em São Paulo continue. Para a consultoria Binswanger, a vacância das lajes corporativas de alto padrão, hoje em 12%, pode cair para até 7% no ano que vem – o que renovaria a mínima histórica.

Fundos imobiliários: KNCR11, TRXF11 e XPML11 e outros FIIs trazem atualizações aos cotistas; confira

14 de Agosto de 2026, 13:11

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11), TRX Real Estate (TRXF11) e XP Malls FII (XPML11) outros. Confira:

KNCR11: o fundo investiu R$ 575 milhões em uma operação baseada em um FII logístico com portfólio de alta qualidade e 100% de ocupação, concentrado principalmente em São Paulo e Paraná. A operação oferece remuneração de CDI + 1,90% a.a., possui mecanismos de proteção e covenants customizados e LTV inicial de aproximadamente 65%.

TEPP11: o fundo encerrou sua 5ª emissão com a captação de R$ 40,3 milhões, equivalente a 4,15 milhões de novas cotas ao preço de R$ 9,69 por cota.

TRXF11: o fundo anunciou três movimentações relevantes: a conclusão da aquisição de 9,33% do ParkShopping Barigui por R$ 250 milhões, com cap rate de 7,9%; a venda de três imóveis locados ao Pão de Açúcar por R$ 109,3 milhões, com lucro estimado de R$ 34,8 milhões (R$ 0,56/cota); e um acordo para adquirir participações em cinco shoppings da Iguatemi por R$ 876,1 milhões, com cap rate de 8,02%.

TVRI11: o fundo aprovou os termos da 2ª emissão de cotas, com objetivo inicial de captar até R$ 500 milhões, ao preço de R$ 100,53 por cota (R$ 101,03 considerando a taxa de distribuição). A oferta prevê montante mínimo de R$ 40 milhões e possibilidade de lote adicional de até 100%, podendo elevar a captação para cerca de R$ 1 bilhão. Os atuais cotistas terão direito de preferência, sem possibilidade de cessão.

XPML11: o fundo firmou MOU para adquirir 60% do São Bernardo Plaza Shopping, em São Bernardo do Campo (SP), por R$ 331,1 milhões. Do total, R$ 231,8 milhões serão pagos em cotas do próprio XPML11 e R$ 99,3 milhões em até 24 meses, corrigidos pelo CDI. Com base no NOI do empreendimento dos últimos 12 meses, a transação apresenta um cap rate estimado de 9,8%.

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Fundos imobiliários: TRXF11, BRCO11 e BTLG11 trazem novidades nesta semana; confira

7 de Agosto de 2026, 11:19

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como TRX Real Estate (TRXF11), Bresco Logística (BRCO11), BTG Pactual Logística (BTLG11) e outros. Confira:

Bresco Logística (BRCO11)

O BRCO11 celebrou aditivo contratual com a M. Dias Branco para ampliar a área locada no imóvel Bresco Canoas. A locatária passará a ocupar também os módulos 03 e 04, além de uma área administrativa, elevando a área total locada para 24,2 mil m². Com a expansão, o contrato passa a representar 4,1% da ABL total do fundo, enquanto a vacância física do portfólio será reduzida para 5,9%.

BTG Pactual Logística (BTLG11)

O BTLG11 concluiu, em julho, a reavaliação anual de seu portfólio imobiliário, que apontou valorização de 5,72% dos ativos, de R$ 5,15 bilhões para R$ 5,44 bilhões. Com isso, o patrimônio líquido passou a R$ 7,43 bilhões, equivalente a R$ 107,04 por cota.

BTG Pactual Real Estate (BTHF11)

O BTHF11 adquiriu uma participação de 76% no Shopping Pátio Cianê, localizado em Sorocaba (SP), por R$ 220,4 milhões. Com base no NOI projetado de 2026, a transação apresenta cap rate estimado de 9,6%.

Além disso, o fundo movimentou cerca de R$ 123 milhões no mercado secundário, com destaque para o encerramento da posição em TRXF11, ciclo que gerou lucro líquido de R$ 38 milhões. Parte dos recursos foi direcionada a ativos indexados ao IPCA, incluindo cotas mezanino do Itaú Log CP a IPCA + 11,8% e o CRI JHSF a IPCA + 9,73%.

Hedge Brasil Shoppings (HGBS11)

O HGBS11 firmou compromisso para a aquisição de 75% do Shopping Jaraguá Araraquara, localizado em Araraquara (SP), por R$ 216,3 milhões. A operação apresenta cap rate estimado de 9,0% ao ano, considerando o resultado operacional projetado para os 12 meses seguintes à conclusão da transação.

Kinea Oportunidades Real Estate (KORE11)

O KORE11 registrou movimentações no Edifício Corporate Plaza, resultando em uma vacância consolidada do portfólio de 5,61%, ante 4,52% no mês anterior, enquanto a vacância financeira avançou de 4,08% para 4,74%.

Guardian Real Estate (GARE11)

O GARE11 concluiu a aquisição de um ativo logístico em Itapevi (SP) por R$ 119,8 milhões. Do total, R$ 101,7 milhões foram pagos à vista e cerca de R$ 18,1 milhões serão pagos em julho de 2028, corrigidos pelo IPCA. Segundo a gestão, a operação apresenta rentabilidade média ponderada de dois dígitos nos primeiros cinco anos.

Pátria Malls (PMLL11)

O PMLL11 firmou intenção de compra de uma participação de 10% no Shopping Jardim Sul, em São Paulo (SP), por R$ 67,0 milhões. O pagamento será dividido entre parcelas em caixa e, potencialmente, compensação com créditos decorrentes da integralização de cotas do fundo pelo vendedor, com parte dos valores diferidos e corrigidos pelo IPCA. Segundo a gestão, a operação deverá apresentar yield médio de 11,6% ao ano nos dois primeiros anos e de aproximadamente 9,1% ao ano na estabilidade.

TRX Real Estate (TRXF11)

O TRXF11 celebrou memorando de entendimentos para a potencial aquisição de um portfólio de cinco imóveis por aproximadamente R$ 2,14 bilhões. O portfólio soma 251,2 mil m² de ABL e inclui quatro galpões logísticos — dois na Região Metropolitana de São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Extrema (MG) — e um edifício corporativo em São Paulo (Cyrela Oscar Freire Corporate). A operação apresenta yield on cost estimado de 10,4% ao ano em 12 meses.

Além disso, o fundo celebrou memorando de entendimentos para a potencial aquisição de 70% do empreendimento logístico LOG Recife II, localizado em Jaboatão dos Guararapes (PE), por R$ 210 milhões. A participação corresponde a aproximadamente 48 mil m² de ABL e está integralmente locada a uma empresa de e-commerce, em contrato típico com vencimento em fevereiro de 2030 e reajuste pelo IPCA. A operação apresenta cap rate de 8,19% ao ano e yield on cost estimado de 10,58% em 12 meses.

Por fim, aprovou sua 13ª emissão de cotas, com oferta inicial de até R$ 5,0 bilhões, destinada exclusivamente a investidores profissionais. O preço de emissão foi fixado em R$ 94,25 por cota, ou R$ 94,39 considerando a taxa de distribuição de R$ 0,14 por cota. A oferta poderá ainda ser ampliada em até 100% por meio de lote adicional, elevando o volume potencial para até aproximadamente R$ 10,0 bilhões.

Os atuais cotistas terão direito de preferência, considerando a posição de 10 de agosto de 2026, com fator de proporção de aproximadamente 0,84975 nova cota para cada cota detida.

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Fundo TRXF11 paga R$ 1,4 bilhão por complexo logístico com galpões do Mercado Livre

20 de Julho de 2026, 20:21

A gestora TRX, por meio do fundo de investimento imobiliário (FII) TRXF11, fechou a aquisição de um complexo de três galpões logísticos em Guarulhos por R$ 1,4 bilhão, a maior compra já realizada pelo fundo. Dois dos três galpões já estão alugados ao Mercado Livre.

O complexo soma 237,4 mil m² de área bruta locável, distribuídos nos galpões K100, K200 e K300. O K200 já está concluído e locado; o K100 tem entrega prevista para outubro; o K300 segue sem contrato de locação definido, condicionado à aprovação do projeto e à assinatura de um contrato built-to-suit com um futuro inquilino ainda não revelado.

Os contratos com o Mercado Livre duram dez anos e são do tipo “atípico”: se a empresa quiser sair antes do prazo, precisa pagar todos os aluguéis restantes. Durante as obras, o aluguel é reajustado pelo custo da construção (INCC); depois de pronto, pela inflação oficial (IPCA).

A escolha de Guarulhos também reflete uma mudança no setor logístico. A reforma tributária muda a cobrança de imposto da origem para o destino da mercadoria, o que elimina a vantagem fiscal de cidades como Extrema (MG), historicamente escolhidas menos pela localização e mais pelos incentivos oferecidos.

A transição é gradual, até 2032, mas já pesa nas decisões de investimento: municípios próximos das grandes capitais, com acesso rápido a aeroportos e rodovias, ganham atratividade frente a polos distantes que cresceram por benefício fiscal.

Portfólio maior

Com a operação, a área bruta locável do TRXF11 sobe 19%, para 1,48 milhão de m², impulsionada também por outras movimentações recentes do fundo. Agora, o FII passa a ter 115 imóveis e R$ 9,2 bilhões investidos, com o segmento logístico subindo a 37% da área locável do fundo.

O Mercado Livre passa a responder por cerca de 18% da receita de aluguel do portfólio, a maior concentração em um único inquilino entre os principais locatários do fundo, que incluem Assaí, Grupo Mateus e o hospital Albert Einstein.

O valor supera em mais do dobro a até então maior operação individual do fundo, ligada ao Hospital Albert Einstein, avaliada em cerca de R$ 600 milhões. A operação chega semanas depois de o fundo vender 15 imóveis, a maioria agências da Caixa Econômica Federal, por R$ 207,2 milhões, e comprar o Hotel Emiliano Rio, em Copacabana, por R$ 260 milhões.

Estrutura de financiamento

O ponto que diferencia esta operação de uma compra imobiliária comum está na engenharia financeira por trás dela. A aquisição será indireta e alavancada: o Banco XP de Atacado atua como financiador ao adquirir a cota sênior, com prioridade de recebimento, de um fundo que passa a deter os três galpões.

O TRXF11 e o FII Matriz Log, criado para a operação e do qual o TRXF11 é cotista único, dividem a cota subordinada na proporção de 50% cada, tornando-se coproprietários do complexo.

A gestora afirma que buscará refinanciar a estrutura assim que as obras estiverem concluídas e o mercado oferecer uma janela mais favorável. Na prática, isso significa que o desembolso de R$ 1,4 bilhão não sai integralmente do caixa do fundo.

O pagamento também é parcelado: um sinal correspondente a um quarto do valor já foi desembolsado, e o restante será pago em três parcelas semestrais até dezembro de 2027, condicionadas ao cumprimento de etapas como regularização dos imóveis e conclusão das obras.

Nos primeiros 12 meses, a TRX estima um retorno de 14,51% ao ano sobre o que gastou para comprar e construir os galpões (yield on cost), bem acima da taxa de referência do mercado para galpões prontos (cap rate), de 8% ao ano.

Fundos imobiliários: BTLG11, KNRI11, HGRU11 e outros FIIs com atualizações; confira

7 de Julho de 2026, 11:38

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como BTG Pactual Logistica (BTLG11), Kinea Renda Imobiliaria (KNRI11), CSHG Renda Urbana (HGRU11) e outros. Confira:

Btg Pactual Real Estate Hedge (BTHF11)

O fundo anunciou a conclusão de uma operação estruturada envolvendo 30% do Shopping Pátio Maceió, iniciada em 2024. O investimento consumiu R$ 115 milhões ao longo de 28 meses e foi encerrado com TIR de 20,07% ao ano. Com o desinvestimento, o fundo recebeu R$ 121 milhões em caixa, que deverão ser direcionados para novas operações estruturadas e para ampliar a exposição a CRIs indexados ao IPCA com duration mais longa.

Imobiliario BTG Pactual Terras Agricolas (BTIR11)

A gestora informou que renunciará ao recebimento da taxa de performance referente exclusivamente ao segundo semestre de 2025. A partir da competência seguinte, a taxa de performance voltará a ser cobrada normalmente, conforme previsto no regulamento do fundo.

BTG Pactual Logistica (BTLG11)

O fundo renovou contrato no BTLG Cotia por mais cinco anos com o atual locatário, que passou de atípico para típico. Já no BTLG Louveira III, a renovação por mais cinco anos foi realizada com ganho real de 9,2% no aluguel. Além disso, o fundo firmou uma nova locação no BTLG Cabreúva, por prazo de 10 anos, com uma empresa dos setores alimentício e farmacêutico. A operação reduz a vacância do ativo para 6% e leva a vacância consolidada do portfólio para apenas 2,1%.

CSHG Renda Urbana (HGRU11)

O fundo anunciou duas aquisições, somando aproximadamente R$ 150,4 milhões. A primeira envolve cinco lojas de varejo no Leblon, no Rio de Janeiro, por R$ 100,4 milhões, com cap rate de 9,4% ao ano. O pagamento foi majoritariamente realizado via compensação com cotas da 6ª emissão, além de R$ 6,1 milhões em caixa.

A segunda transação foi a aquisição de um campus educacional em São Bernardo do Campo, locado à Faculdade São Judas, do Grupo Ânima, por R$ 50 milhões, via subscrição de cotas, com cap rate de 10,0% ao ano.

HSI Malls (HSML11)

O fundo recebeu a segunda e última parcela da venda de 19% do Shopping Pátio Maceió, no valor de R$ 105,5 milhões, concluindo integralmente a operação de desinvestimento de 49% do ativo. A parcela gerou ganho de capital de R$ 48,2 milhões, equivalente a R$ 2,26 por cota.

Kinea Renda Imobiliaria (KNRI11)

A reavaliação anual do portfólio imobiliário, concluída em junho de 2026, indicou valorização de aproximadamente 0,6% em relação ao valor contábil dos imóveis registrado ao final de maio.

Kinea Oportunidades Real Estate (KORE11)

O fundo realizou a reavaliação anual de seu portfólio imobiliário, que resultou em uma valorização de aproximadamente 1% frente ao valor contábil dos imóveis registrado ao final de maio de 2026.

Tellus Properties (TEPP11)

O fundo celebrou compromisso para aquisição de dois conjuntos comerciais no Edifício Torre Sul, em São Paulo, por R$ 10,8 milhões, com conclusão ainda condicionada ao cumprimento de condições precedentes. Os imóveis estão atualmente locados para a IFC (International Finance Corporation) e para a Nexmuv Tecnologia, gerando receita contratada de aproximadamente R$ 86 mil por mês, correspondente a um cap rate de 9,6%.

TRX Real Estate (TRXF11)

O fundo concluiu a aquisição indireta do Hotel Emiliano Rio de Janeiro por R$ 260 milhões.

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Valor patrimonial defasado em cota de fundo imobiliário: entenda a oportunidade de ganhos

2 de Julho de 2026, 06:10

Quanto vale um fundo imobiliário? Pode parecer uma pergunta fácil de responder, uma vez que bastaria somar o valor de todas as cotas do FII. Mas, quando se trata de um portfólio de lajes corporativas e outros ativos “de tijolo”, a questão, na verdade, é menos simples do que parece.

Isso porque o valor de mercado – ou a soma das cotas do FII – com certa frequência diverge do valor patrimonial do fundo, ou seja, quanto valem os imóveis que estão na carteira do veículo de investimento.

O valor de mercado oscila conforme fatores que vão muito além do comportamento dos imóveis físicos. Por exemplo, o preço da cota pode aumentar quando os juros estão em queda.

Esse avanço ocorre porque o papel reage à variação de títulos indexados à inflação, principalmente o Tesouro IPCA+, como são conhecidos no Tesouro Direto, ou a NTN-B, que é o nome técnico desse tipo de título.

Quando o juro começa a cair e as expectativas de inflação futura passam a recuar, as taxas do Tesouro IPCA+ também começam a reduzir. E, na renda fixa, quando as taxas caem, isso significa que o valor de face dos papéis está subindo.

O preço da cota do fundo imobiliário costuma acompanhar esse ganho de valor do título de inflação. Da mesma forma, quando o juro está em alta, o valor da cota passa a cair. A oscilação acontece mesmo se o valor dos imóveis dentro das carteiras, ou seja, o patrimonial, permanecer o mesmo.

Por causa dessa discrepância, o chamado múltiplo P/VPA, sigla para o preço da ação em relação ao valor patrimonial por ação, costuma ser usado como uma métrica do tamanho do desconto que o FII exibe no mercado secundário.

No caso, substituindo-se o termo “ação” por “cota”, o múltiplo P/VPA indica se o valor de mercado está acima ou abaixo do valor patrimonial. Por exemplo, em um ciclo de alta de juros, o preço da cota caiu de R$ 100 para R$ 90. Se o valor patrimonial por cota continuar em R$ 100, o P/VPA será de 0,9 vez.

Isso significa que a cota exibe um “desconto” de 10% sobre o valor patrimonial ou ainda que tem um potencial de valorização de 10%, quando o cenário de juros se normalizar.

Nos últimos anos, FIIs de lajes corporativas chegaram a apresentar descontos acima de 30% quando medidos por esse múltiplo. No momento atual, as cotas têm estado entre 18% e 25% abaixo do valor patrimonial.

Os descontos, porém, podem ser ainda maiores. É que no segmento dos chamados FIIs de tijolos, ou seja, de fundos com portfólios de imóveis físicos, como lajes, galpões e shoppings, o valor patrimonial passa por uma revisão apenas uma vez ao ano.

Valores defasados em fundo imobiliário

Quase todos os fundos fazem uma reavaliação do valor dos imóveis na carteira no último mês do período. Esse cálculo é realizado por uma empresa especializada e independente.

Como a maioria dos FIIs de tijolo prefere realizar e divulgar essa reavaliação em dezembro, atualizações relevantes costumam aparecer nos relatórios de dezembro ou janeiro.

Portanto, se você quiser analisar em novembro um fundo imobiliário de tijolo, lembre-se de que o valor patrimonial na tela pode estar defasado em 11 meses.

No ano passado, essa revisão deflagrou ajustes positivos no valor das cotas de diferentes fundos.

O TRX Real Estate (TRXF11), por exemplo, registrou uma valorização de 4,66% no valor da cota patrimonial na virada de 2025 para este ano.

O Patria Logística (HGLG11) foi outro FII que obteve um ganho após a revisão patrimonial: o fundo teve um ajuste positivo de 2,52% no valor dos imóveis no portfólio.

Mas, da mesma forma que a avaliação para cima do metro quadrado médio do portfólio eleva o valor da cota patrimonial, uma revisão para baixo pode reduzir o preço.

Foi o que aconteceu com o BTG Pactual Corporate Office Fund (BRCR11) e com o XP Malls (XPML11) que tiveram o chamado ” valor justo” de seus conjuntos de propriedades revisados para baixo, com quedas de, respectivamente, 6% e 2,6%.

Potencial de ganho escondido

Em outro exemplo, o HSI Mall (HSML11) registrou uma reavaliação patrimonial positiva de 13,6%, em um dos maiores reajustes do setor no ano passado. Em janeiro de 2025, o HSML11 apresentava um P/VPA de 0,85, ou seja, mostrava um “desconto” no preço da cota de 15% em relação ao valor patrimonial.

Na verdade, o potencial de alta era bem maior. O valor patrimonial, como a reavaliação mostrou meses mais tarde, estava 13,6% abaixo do patamar justo: portanto, o desconto real alcançava 28,6%.

Ainda que não tenha recuperado essa distância em meio às mudanças das expectativas sobre os juros no Brasil, o valor da cota subiu de R$ 72 em janeiro de 2025 para os atuais R$ 85, um avanço de 18% em um ano e meio.

A valorização do metro quadrado no país ainda mantém fôlego, apesar de estar em ritmo bem menor comparado aos últimos anos. O índice Fip-Zap mostra que em 2024 o valor médio do metro quadrado nacional apresentou um aumento nominal de 7,73%. Em 2025, o avanço alcançou 6,52%.

Neste ano, os imóveis no Brasil apresentam um avanço nominal de 1,96% entre janeiro e maio. Em 12 meses até maio, a média nacional alcança 5,59%, segundo o índice Fipe-Zap.

HGRU11, KNSC11, PMLL11 e mais fundos imobiliários com novidades; confira

16 de Junho de 2026, 11:05

Nesta semana, o giro pelos fundos imobiliários traz atualizações aos cotistas sobre FIIs como CSHG Renda Urbana (HGRU11), Kinea Securities (KNSC11), Patria Malls (PMLL11) e outros. Confira:

BCIA11: Bradesco Carteira Imobiliária Ativa

O fundo informou que, ao longo de maio, realizou movimentações de aproximadamente R$ 20 milhões, equivalentes a 5,3% do PL. A gestão reduziu a exposição aos segmentos de shopping centers, de 12,1% para 11,5% do PL, e misto, de 3,3% para 2,1% do PL. Já nas compras, o destaque ficou para o aumento da alocação em galpões logísticos, que passou de 13,2% para 16% do PL, impulsionada pela participação na oferta do BTG Pactual Logistica (BTLG11), cuja posição passou a representar 3,1% do PL. Além disso, o fundo seguiu reforçando a posição em Kinea Indices de Precos (KNIP11), que permaneceu como o principal ativo da carteira, com participação de 6,7% do PL.

HGCR11: CSHG Recebíveis Imobiliários

O fundo concluiu a venda da totalidade do empreendimento vinculado ao CRI Quota, encerrando o processo de execução iniciado após a inadimplência em abr/25. A operação resultou no recebimento líquido total de R$ 76,4 milhões, já considerando o sinal pago em dez/25. Com a venda, a operação apresentou prejuízo acumulado de R$ 9,1 milhões, equivalente a R$ 0,59/cota.

HGRU11: CSHG Renda Urbana

O fundo anunciou o fim do período de exercício do direito de preferência de sua 6ª emissão de cotas. Foram subscritas apenas 33,8 mil cotas, equivalente a cerca de R$ 4,4 milhões.

KNSC11: Kinea Securities

O fundo investiu R$ 67,3 milhões em cinco novas operações de CRI durante o mês, a uma taxa média de IPCA + 10,29% ao ano. As alocações foram concentradas em estruturas de home equity originadas pelas plataformas Creditas, Galleria e Crediblue.

Os principais aportes ocorreram nos CRIs Creditas 151 Sênior A e B (R$ 29,7 milhões) e Galleria 125 Sênior e Mezanino (R$ 33,7 milhões). As operações contam com garantias de alienação fiduciária, subordinação e apresentam baixo LTV, reforçando o perfil defensivo da carteira.

PMLL11: Patria Malls

O fundo concluiu a aquisição da totalidade das cotas do RBR Malls, detidas pelo RBR Plus Multiestrategia Real Estate (RBRX11), por aproximadamente R$ 385 milhões. O pagamento foi realizado à vista, por meio de compensação com os valores devidos pelo RBRX11 na subscrição de cotas da 7ª emissão do PMLL11.

Com a operação, o fundo passa a deter participação em três shoppings consolidados de São Paulo: Shopping Eldorado, Plaza Sul Shopping e Shopping Pátio Higienópolis. A gestão estima cap rate ponderado de 7,8% para os rendimentos projetados nos próximos 12 meses.

RINV11: Real Investor

O fundo encerrou sua 6ª emissão de cotas com a subscrição de 1,1 milhão de novas cotas, totalizando aproximadamente R$ 117,9 milhões.

TRXF11: TRX Real Estate

O fundo celebrou proposta vinculante para a venda de um portfólio de 15 imóveis de renda urbana e varejo para o BRC Renda Urbana FII, em transação avaliada em R$ 207,3 milhões. O pagamento será realizado integralmente por meio de cotas de nova emissão do comprador. A operação envolve 11 agências da Caixa Econômica Federal, duas lojas do Extra, um imóvel locado à Dasa e Americanas e um centro comercial em São Luís (MA). Caso concluída, a transação deverá gerar lucro estimado de R$ 31,9 milhões, equivalente a R$ 0,51 por cota, com TIR aproximada de 38,5% ao ano e cap rate médio de 8,13%.

Além disso, o fundo celebrou compromisso para aquisição do imóvel Dynamic Faria Lima, em Pinheiros (SP), atualmente 100% locado ao Ibmec, por R$ 130 milhões. O pagamento será dividido em R$ 65 milhões em caixa, em 6 parcelas mensais, e R$ 65 milhões preferencialmente via subscrição de cotas do TRXF11 pela vendedora. O ativo possui 8,3 mil m² de ABL, contrato típico com vencimento em dez/33, e yield on cost estimado de 10,4% nos próximos 12 meses.

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JHSF prepara compra de fatia de R$ 454 milhões do Shopping Cidade Jardim

15 de Junho de 2026, 16:11

A JHSF está montando um novo fundo imobiliário para comprar uma fatia de 16,99% do Shopping Cidade Jardim, em São Paulo, avaliada em R$ 454 milhões, apurou o InvestNews. A companhia de José “Zeco” Auriemo controla 51% do shopping de luxo. Pelo valor da operação, o empreendimento estaria avaliado em cerca de R$ 2,7 bilhões.

A operação foi registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) na última semana. O veículo em questão, o JHSF Capital SCJ FII, criado no início deste mês, está captando até R$ 293,8 milhões no mercado de capitais, em uma oferta coordenada pelo Itaú BBA. Está prevista ainda uma tranche subordinada, o que elevaria a captação total a R$ 400 milhões.

Embora o documento não cite nominalmente quem está na outra ponta do negócio, o vendedor seria o XP Malls, maior fundo de shoppings do país e único sócio do grupo JHSF no Cidade Jardim – um outro fundo imobiliário criado pela empresa de Auriemo detém os 33% restantes do empreendimento. O fundo imobiliário da XP passou a deter participação no empreendimento em 2018.

No relatório gerencial mais recente do XP Malls, referente a maio, o XPML11 afirma ter participação de 16,99% no shopping, percentual idêntico ao da fatia à venda. Um segundo indício está na dívida. O prospecto prevê que o fundo da JHSF assumirá cerca de R$ 155 milhões em obrigações, valor semelhante ao saldo que o XP Malls carrega em carteira.

Procuradas pelo InvestNews, XP e JHSF não comentaram até a publicação do texto.

O Cidade Jardim é um dos principais ativos da JHSF. Inaugurado em 2008 na Marginal Pinheiros, na zona sul de São Paulo, concentra, segundo a companhia, a maior quantidade de flagships de marcas internacionais da América Latina.

Ali estão a global store da Louis Vuitton e lojas de Hermès, Prada, Dior e Celine, entre outras. A JHSF define o empreendimento como o principal shopping de alta renda do continente.

Outros negócios do Cidade Jardim

Não é a primeira vez que a fatia troca de mãos. Em 2023, a JHSF Capital comprou 33% do Cidade Jardim da israelense Gazit por R$ 560 milhões, numa operação que avaliava o shopping inteiro em R$ 1,68 bilhão. A fatia havia sido vendida pela própria JHSF à Gazit em 2016, por R$ 410 milhões, quando o grupo precisava reduzir dívida.

Caso a operação seja confirmada, será a segunda negociação entre JHSF e XP Malls em menos de um mês. Em maio, o FII da XP vendeu sua participação de 30% no Shops Jardins, no mesmo complexo, para outro fundo da JHSF Capital, o JCCJ11. A transação saiu por R$ 20 milhões.

O pagamento não foi em dinheiro: o XP Malls recebeu cotas do fundo comprador. À época, a gestora do XPML11 descreveu a venda como reciclagem de portfólio e saída de um ativo de baixa relevância na carteira.

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Fundos imobiliários de papel lideram ranking de dividendos em 2026; veja os 10 primeiros colocados

13 de Junho de 2026, 13:00

Os fundos imobiliários de recebíveis, conhecidos no mercado como FIIs de papel, foram os que mais distribuíram proventos no acumulado de 2026 até agora, segundo levantamento da Grana Capital a que o Money Times teve acesso.

O estudo considera os rendimentos repassados entre janeiro e maio deste ano em relação ao preço das cotas ao fim do período. Por isso, os percentuais não correspondem ao dividend yield (DY) tradicional de 12 meses.

Na liderança, com um yield acumulado de 8,84% em 2026, está o Kilima Volkano Recebiveis (KIVO11), fundo imobiliário gerido pela Kilima e que reúne aproximadamente 7,3 mil cotistas na bolsa de valores (B3).

Embora tenha visto seus papéis recuarem de R$ 64,85, no final de 2025, para R$ 61,10, ao término do mês passado, o veículo distribuiu, nesse intervalo, aproximadamente R$ 5,40 por cota em proventos, o que o garantiu na primeira posição no ranking.

Quem é o líder?

Com patrimônio líquido estimado em cerca de R$ 187 milhões, o KIVO11 tem como principal estratégia investir em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que são títulos de dívida ligados ao setor de imóveis.

Segundo relatório gerencial mais recente, cerca de 79% da carteira de CRIs do fundo está atrelada ao IPCA+, o que tende a favorecer o desempenho positivo em períodos de inflação mais elevada.

Outros 21% estão indexados ao CDI, característica que também beneficia a geração de rendimentos em um cenário de juros altos.

Outros fundos imobiliários

Na segunda posição do ranking de maiores dividend yields dos FIIs em 2026 está o Life Capital Partners (LIFE11), também do segmento de papel.

Com patrimônio líquido superior a R$ 358 milhões, o veículo distribuiu R$ 0,72 por cota nos últimos 5 meses, enquanto observou seus papéis caírem 1,56% no mesmo período.

Na sequência, em terceiro lugar, está o Habitat Pulverizados (HABT11), também do nicho de recebíveis, com patrimônio líquido maior, de aproximadamente R$ 775 milhões.

O FII acumulou yield de 7,79% no intervalo analisado, após pagamento acumulado de R$ 5,70 por cota aos investidores, mas viu seus papéis recuarem 3,72% na bolsa de valores.

Abaixo, confira o ranking dos FIIs com maiores dividend yields em 2026:

Fundo imobiliário(R$) valor da cota em 29/12/2025(R$) valor da cota em 29/05/2026Rentabilidade no períodoDividendo em R$DY
Kilima Volkano (KIVO11)64,8561,1-5,78%5,48,84%
Life Capital (LIFE11)8,338,2-1,56%0,728,78%
Habitat Recebíveis (HABT11)7673,17-3,72%5,77,79%
Fator Verita Multiestratégia (VRTM11)7,267,270,14%0,547,43%
Manati Capital Hedge (MANA11)9,269,260%0,677,24%
Tellus Properties (TEPP11)8,658,680,35%0,627,18%
Polo Crédito Imobiliário (PORD11)8,118,352,96%0,5967,14%
Cyrela Crédito (CYCR11)8,778,962,17%0.637,1%
RBR Premium (RPRI11)85,2180,49-5,54%5,697,08%
HSI Ativos Financeiros (HSAF11)77,99825,14%5,76,95%

Fonte: Grana Capital

Fundos imobiliários: ALZR11, BTHF11, XPML11 e outros FIIs trazem atualizações aos cotistas; confira

9 de Junho de 2026, 11:03

No giro pelos fundos imobiliários, FIIs como Alianza Trust (ALZR11), BTG Pactual Real Estate (BTHF11), Capitania Securities II (CPTS11) e outros trouxeram novidades aos cotistas nos últimos dias. Confira:

ALZR11: Alianza Trust

O ALZR11 comunicou a intenção de realizar recompra de cotas no mercado secundário entre junho de 2026 e junho de 2027, a critério da gestão. As recompras deverão ocorrer abaixo do valor patrimonial da cota, e as cotas adquiridas serão canceladas. O programa poderá alcançar até 10% das cotas do fundo em 12 meses, equivalente a 16,45 milhões de cotas. 

BTHF11: BTG Pactual Real Estate Hedge Fund

O BTHF11 realizou R$ 268 milhões em operações no mercado secundário, utilizando R$ 102 milhões de caixa e gerando resultado líquido de aproximadamente R$ 4,8 milhões. O principal destaque foi o encerramento da posição em TEND3, que gerou ganho de capital de cerca de R$ 5 milhões e TIR de 111,2%. Parte relevante do caixa foi direcionada à compra de HSI Realty I (HSRE11), em co-investimento com parceiro institucional, mirando a obtenção de controle em um FII de renda urbana com cap rate superior a 10,5%. 

CPTS11: Capitânia Securities II 

O CPTS11 informou a padronização do calendário de distribuição de rendimentos dos FIIs sob gestão da Capitânia. A partir da competência maio/26, o aviso aos cotistas será divulgado ao final do 10º dia útil do mês subsequente, que também passará a ser a data-base para recebimento dos rendimentos. As cotas serão negociadas ex-rendimento a partir do 11º dia útil do mês subsequente. 

TRXF11: TRX Real Estate

O TRXF11 celebrou contrato para aquisição indireta de um portfólio de oito ativos de self-storage e logística urbana operados pela Guarde Aqui, por meio de investimento de até R$ 135 milhões no FII Brio Renda Imobiliária. Os imóveis estão localizados em Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte e Ribeirão Preto, somando 30,3 mil m² de ABL e taxa de ocupação próxima de 76%. O portfólio apresenta cap rate médio estimado de 13,4%. 

VILG11: Vinci Logística

O VILG11 concluiu a aquisição da participação remanescente de 50% no Parque Logístico Pernambuco, localizado em Ipojuca (PE), por R$ 56,2 milhões, pagos à vista. O valor equivale a aproximadamente R$ 1,6 mil/m², considerando 35,1 mil m² de ABL, com cap rate estimado de 12,1%. Com a operação, o VILG11 passa a deter 100% do ativo, que está totalmente locado para a Supporte. 

XPLG11: XP Logística

O fundo divulgou seu guidance de rendimentos para os próximos meses de 2026, em uma faixa entre R$ 0,79 e R$ 0,85 por cota. 

XPML11: XP Malls

O fundo divulgou seu guidance de rendimentos para o restante do ano, com uma banda entre R$ 0,86 e R$ 0,92 por cota até o mês de junho. A partir de julho, o limite inferior passa a ser de R$ 0,83 por cota. 

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HSML11 e mais 15 fundos imobiliários para investir em junho, segundo o BTG Pactual

6 de Junho de 2026, 10:00

Junho começou e, com o novo mês, o BTG Pactual já atualizou a sua carteira recomendada de fundos imobiliários (FIIs).

A atualização da tese de investimentos feita pelo banco acontece em um ambiente ainda desafiador para os investidores, marcado por incertezas macroeconômicas e mudanças nas expectativas para juros.

A combinação de fatores eleva a cautela e influencia o comportamento do mercado, especialmente entre os investidores mais sensíveis ao risco.

As tensões entre Irã e EUA contribuíram para a alta de commodities importantes, aumentando as preocupações com a inflação e seus desdobramentos sobre a política monetária.

Além disso, no Brasil, o cenário político intensificou a percepção de risco, tornando o ambiente menos favorável para ativos ligados ao crescimento.

Dessa forma, a expectativa é de que os juros continuem elevados por um período mais longo, o que tende a reduzir o interesse por ativos de risco, como os fundos imobiliários.

No entanto, investidores mais atentos ao mercado e com estratégias de alocação fundamentadas, tendem a aproveitar melhor cenários mais desafiadores como este. Inclusive no setor de FIIs.

Em maio, a carteira recomendada de FIIs do BTG Pactual apresentou um dividend yield anualizado de 11,5%, equivalente a 89,2% do CDI.

Qual é a estratégia do BTG para junho?

Neste mês, os analistas do BTG decidiram reduzir a exposição no RBR Crédito Imobiliário Estruturado FII (RBRY11), revelando uma estratégia mais cautelosa, diante de um cenário mais instável para os FIIs.

O FII ainda continua na carteira, contudo, diante da recente alta do preço das cotas do fundo na bolsa, o BTG aproveitou o momento para reduzir a posição de RBRY11 no portfólio.

Dessa forma, o banco garantiu parte dos lucros acumulados, além de abrir espaço para ativos que, hoje, na visão da casa, oferecem uma relação risco-retorno mais interessante, como o HSML11.

Assim, os analistas do banco decidiram aumentar a exposição no fundo de tijolo que combina três pontos positivos: geração de renda, portfólio de qualidade e desconto relevante em relação ao valor patrimonial.

Hoje, o HMSL11apresenta um dividend yield de 10% e está sendo negociado com cerca de 15% de desconto em relação ao valor seu valor patrimonial.

Segundo os analistas, o fundo possui reservas que podem contribuir para maior estabilidade na distribuição de rendimentos no curto prazo, o que fortalece a geração de renda pelo HMSL11.

Além de HMSL11 e RBRY11, o BTG Pactual indica mais 14 fundos imobiliários para investir em junho.

Conheça a carteira recomendada de FIIs do BTG Pactual para junho

O que você viu aqui é apenas um “pedacinho” da carteira recomendada de fundos imobiliários do BTG Pactual.

Agora, você pode acessar a seleção completa do banco e conferir todos os detalhes. Se você está construindo ou revisitando sua carteira de FIIs em junho, vale a pena acessar o material completo.

E boa notícia é que essa seleção pode ser acessada gratuitamente, com a possibilidade de investir no portfólio de forma automatizada, sem a necessidade de replicar manualmente cada ajuste mensal.

Essa é uma oportunidade de conhecer análises de qualidade e com a chancela de um grande banco de investimentos.

Para conferir a carteira completa, basta clicar aqui e fazer um cadastro simples e gratuito no BTG Content, a plataforma de conteúdos exclusivos do banco.

Além de baixar a carteira de FIIs, você também pode aplicar na estratégia completa de forma automatizada com apenas alguns cliques.

E tem mais: no BTG Content, você ainda encontra outras carteiras recomendadas, como dividendos, small caps, ações e BDRs.

Clique no botão abaixo para acessar a carteira completa de FIIs do BTG para junho:

GRATUITO: CONFIRA OS 16 FIIS RECOMENDADOS PARA INVESTIR EM JUNHO, SEGUNDO O BTG PACTUAL

DISCLAIMER

“Este material não tem relação com objetivos específicos de investimentos, situação financeira ou necessidade particular de qualquer destinatário específico, não devendo servir como única fonte de informações no processo decisório do investidor que, antes de decidir, deverá realizar, preferencialmente com a ajuda de um profissional devidamente qualificado, uma avaliação minuciosa do produto e respectivos riscos face a seus objetivos pessoais e à sua tolerância a risco (Suitability).”

MXRF11, HGLG11, BTLG11 e mais fundos imobiliários com atualizações esta semana; confira

2 de Junho de 2026, 10:26

Nesta semana, os fundos imobiliários Maxi Renda (MXRF11), CSHG Logística (HGLG11) e BTG Pactual Logística (BTLG11) estão com notícias quentes para os investidores. Confira:

ALZR11 – Alianza Trust Renda Imobiliaria

Os cotistas aprovaram, em consulta formal, o conjunto de alterações no regulamento do fundo.

BRCO11 – Bresco Logistica

O fundo celebrou contrato de locação com a Expresso 3300 para ocupação integral do ativo Bresco Embu, envolvendo 7.629 m² de galpão e 14.084 m² de pátio operacional. Após o período de carência, a locação deverá gerar impacto positivo de aproximadamente R$ 0,02/cota por mês. O contrato representa 4,0% da ABL do fundo e, com a ocupação, o ativo passa a operar com vacância física zero.

Além disso, o fundo contratou a Suno como formadora de mercado para suas cotas negociadas na B3. O contrato terá vigência inicial de 6 meses, com renovação automática por períodos sucessivos, salvo manifestação contrária das partes.

BTLG11 –  BTG Pactual Logística

O fundo concluiu a locação de dois módulos no BTLG Ribeirão Preto, que somam 6.603 m² de ABL, alcançando ganho real de 39 % frente aos valores praticados na ocupação anterior. A nova locação ocorreu de forma concomitante à saída do antigo locatário, sem impacto na vacância do ativo, que permaneceu zerada.

HGLG11 – CSHG Logística

o fundo anunciou o encerramento de sua 11ª emissão de cotas com a colocação de 3,2 milhões de novas cotas, equivalente a aproximadamente R$ 532,6 milhões.

HSML11 – HSI Mall

O fundo concluiu a operação de desinvestimento de 49% do Shopping Pátio Maceió, envolvendo a venda direta de 19% do ativo e o encerramento da opção de compra referente aos 30% alienados em 2024. A operação prevê recebimento total de R$ 237,4 milhões e lucro de aproximadamente R$ 110,7 milhões (R$ 5,19/cota), com cap rate de 7,9% e TIR de 18,8% ao ano.

A maior parte dos recursos será destinada à amortização de dívidas e juros acruados, reduzindo a alavancagem líquida de 20,4% para cerca de 16,1%. Com isso, a gestão estima redução de aproximadamente R$ 0,05/cota por mês na despesa financeira e elevou o guidance de distribuição para 2026, de R$ 0,71–0,75/cota para R$ 0,74–0,78/cota.

KORE11 – Kinea Oportunidades Real Estate

O fundo registrou a devolução de três conjuntos no Ed. Morumbi Office Tower pela Oi S/A. Com a movimentação, a vacância física subiu de 2,82% para 4,52%, enquanto a vacância financeira avançou de 2,95% para 4,09%. A vacância financeira ajustada pelas carências passou de 3,84% para 4,66%.

MXRF11 – Maxi Renda

O fundo convocou AGE para deliberar sobre a realização da 12ª emissão de cotas, no montante inicial de até R$ 1,0 bilhão.

PMLL11 – Patria Malls 

Os cotistas aprovaram a aquisição da totalidade das cotas do RBR Malls detidas pelo RBR Plus Multiestratégia, operação que poderá ser realizada por meio de pagamento em caixa e/ou emissão de novas cotas do fundo.

Além disso, foram aprovadas alterações no regulamento, incluindo o aumento do capital autorizado para até R$ 30 bilhões, a possibilidade de recompra de cotas pelo fundo, a autorização para constituição de garantias e ônus reais em operações da carteira e a dispensa do direito de reembolso em determinadas reorganizações societárias. A proposta que permitiria investimentos em ativos geridos por partes relacionadas não atingiu o quórum mínimo exigido e foi rejeitada.

RBVA11 – Rio Bravo Renda Varejo

O fundo assinou dois contratos de locação com a rede de academias Ultra para os imóveis Paulista e Duque de Caxias, ambos localizados na cidade de São Paulo. As novas locações apresentam prazo de 20 anos, reduzem a vacância física do portfólio de 8,2% para 6,5% e ampliam a exposição do fundo ao segmento de bem-estar, que passa a representar 5,1% da carteira. Após o término do período de carência, a gestão estima impacto positivo de aproximadamente R$ 0,0015 por cota ao mês.

Além disso, o fundo encerrou sua 6ª emissão de cotas com a captação de aproximadamente R$ 96,5 milhões, por meio da distribuição de 9,1 milhões de novas cotas.

RINV11 – Real Investor

O fundo comunicou o encerramento do período de sobras e montante adicional de sua oferta de cotas. No período, foram subscritas 711,6 mil cotas, equivalentes a aproximadamente R$ 75,9 milhões. Somando o exercício do direito de preferência, a oferta já totaliza cerca de R$ 117,9 milhões em cotas subscritas, restando 301 mil cotas disponíveis para investidores profissionais no período de subscrição.

TRXF11 – TRX Real Estate 

O fundo concluiu a aquisição de 18 andares de um edifício locado ao Hospital Sírio-Libanês, localizados no empreendimento O Parque, em São Paulo, por aproximadamente R$ 219,4 milhões.

Além disso, o fundo concluiu a venda de nove imóveis locados ao Carrefour, Grupo Mateus e Sendas para um veículo gerido por afiliada do BTG Pactual, em uma transação de aproximadamente R$ 672 milhões. A gestão estima que o lucro da operação seja de R$ 230 milhões para o TRXF11 (R$ 7,08/cota) e R$ 73 milhões para o TRXB11 (R$ 19,49/cota). Com a conclusão da venda, o TRXF11 prorrogou seu guidance de distribuição para o intervalo entre R$ 0,90 e R$ 0,93 por cota até dezembro de 2026.

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Fundos imobiliários (FIIs) podem chegar a 30 milhões de investidores em até 15 anos, diz Sidney Angulo

26 de Março de 2026, 18:01

A indústria de fundos imobiliários no Brasil deve continuar ampliando sua base de investidores ao longo de 2026. A estimativa é de entrada de 400 mil a 500 mil de novos cotistas neste ano.

Em uma perspectiva mais longa, de 10 a 15 anos, o número total pode alcançar a marca de 30 milhões de investidores, segundo projeção feita por Sidney Angulo, sócio do E-business Park e um dos maiores investidores de fundos imobiliários na pessoa física do país, durante participação no FIIs Experience 2026, evento realizado nesta quinta-feira (26), em São Paulo.

Atualmente, os fundos imobiliários possuem aproximadamente 3,07 milhões de cotistas na B3. Em janeiro de 2025, eram 2,78 milhões.

Além disso, o patrimônio total do setor sob custódia atingiu R$ 200 bilhões no início de 2026, um recorde para a indústria, de acordo com dados da bolsa de valores.

“Se eu fizer uma análise um pouquinho mais estrutural do que está acontecendo, R$ 200 bilhões e 3 milhões de investidores, para o tamanho do Brasil, é nada”, afirmou Angulo.

“Nós vamos chegar, em 10 a 15 anos, a 30 milhões. Este ano deve crescer de 400 mil a 500 mil. E eu acho mesmo”, prosseguiu.

“Imóvel é renda”

Durante sua participação, o executivo, que, atualmente, detém cerca de 300 mil metros quadrados (m²) em propriedades na capital paulista, destacou o caráter duradouro dos investimentos em imóveis, em contraste com eventos de curto prazo. “Guerra é notícia que acaba. Imóvel é renda. E é para sempre.”

Nesse sentido, comparou a estratégia adotada por grandes instituições financeiras, que, segundo ele mantêm parte relevante de seus ativos atrelada ao segmento imobiliário. “Os bancos constroem o patrimônio deles em imóveis. O investidor inteligente faz o mesmo.”

Democratização

Angulo também pontuou o avanço da democratização do acesso ao mercado imobiliário, pontuando que, hoje, pessoas físicas conseguem participar de grandes empreendimentos por meio dos FIIs — algo que não era viável para gerações anteriores.

“Antigamente, as cidades, os prédios, as propriedades eram de um único grande dono. Com o tempo, isso foi se dividindo, mas, até algumas décadas atrás, pouca gente podia ter acesso”, afirmou.

“Há 10 a 15 anos apareceram os fundos imobiliários. Essa figura de você pegar um prédio e poder ‘picar’ ele, isso é fantástico”, disse.

Fundo imobiliário aprova compra de R$ 339 milhões em galpões logísticos; veja detalhes

20 de Março de 2026, 08:34

O fundo imobiliário Invista Brazilian Business Park (IBBP11) informou que seus cotistas aprovaram a compra de cinco imóveis logísticos pertencentes ao XP Industrial (XPIN11), em uma operação de aproximadamente R$ 339,1 milhões.

A decisão foi tomada em assembleia geral extraordinária encerrada na última terça-feira (17), com participação de cerca de 55% das cotas emitidas pelo FII. Das manifestações recebidas, 54,6% foram favoráveis às matérias da ordem do dia.

Os empreendimentos que serão adquiridos estão localizados nos estados de São Paulo e Minas Gerais, em cidades como Atibaia (SP), Jarinu (SP) e Extrema (MG), e somam dezenas de milhares de metros quadrados (m²) de área bruta locável (ABL).

O valor individual dos imóveis varia entre aproximadamente R$ 36,9 milhões a R$ 90,7 milhões. Confira:

Imóvel Localização ABL (m²) Valor (R$)
Condomínio Barão de Mauá Atibaia (SP) 17.907,61 36.936.785,34
Brazilian Business Park – Gaia Air Jarinu (SP) 31.719,44 90.698.570,53
Brazilian Business Park – Gaia Terra Jarinu (SP) 34.507,60 89.323.432,98
Centro Empresarial Atibaia Atibaia (SP) 21.453,63 66.695.792,15
Condomínio Extrema Extrema (MG) 35.749,64 55.464.237,14
Total — 141.337,92 ≈ 339,1 milhões

Um ponto relevante da operação é a existência de conflito de interesses, já que os dois fundos imobiliários envolvidos, IBBP11 e XPIN11, possuem a mesma administradora, a Vórtx Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários. Por esse motivo, a transação precisou ser submetida à aprovação.

Novas emissões

Além da aquisição dos imóveis, os cotistas do Invista Brazilian Business Park também deram aval para a realização de novas captações.

Uma delas será a quinta emissão de cotas ordinárias, que será destinada exclusivamente a investidores profissionais e sem direito de preferência.

Já a outra será a segunda emissão de papéis seniores, voltada ao mesmo público, que poderão ser emitidos com deságio de 15% sobre o valor unitário da cota sênior.

Fundo imobiliário de logística anuncia troca de nome na B3; IFIX registra terceira queda consecutiva

20 de Março de 2026, 07:56

O fundo imobiliário GGR Covepi Renda (GGRC11) anunciou, por meio de fato relevante, que vai alterar seu nome de pregão na B3, passando de FII GGRCOVEP para FII GGR ZAG.

Segundo o comunicado divulgado ao mercado, a mudança será implementada em até cinco dias úteis contados a partir dessa quinta-feira (19).

Além disso, o veículo passou a se chamar oficialmente Zagros Renda Imobiliária, substituindo a denominação anterior (GGR Covepi Renda).

Apesar das alterações, o fundo informou que seu ticker de negociação na bolsa de valores continuará sendo GGRC11.

Também não haverá mudanças na estrutura, política de investimentos ou demais características do FII.

A administradora e a gestora do veículo afirmaram que o ajuste é apenas nominativo, sem impacto direto para os seus mais de 310 mil cotistas.

Desempenho do IFIX

O IFIX, índice que reúne os principais FIIs negociados na B3, encerrou a quinta-feira (19) em queda de 0,11%, aos 3.864,05 pontos, no terceiro recuo consecutivo.

Agora, o indicador apresenta perda de 1,23% no acumulado de março. No ano de 2026, porém, mantém valorização de 2,35%.

Destaques do último pregão (19)

O PMIS11 (Paramis Hedge Fund) liderou as altas do dia, avançando 2,47% e encerrando a sessão cotado a R$ 8,29. Em seguida, o KORE11 (Kinea Oportunidades RE) subiu 1,60%, para R$ 76,20, enquanto o LIFE11 (Life Capital Partners) avançou 1,47%, a R$ 8,98.

Ticker Variação (%) Último (R$)
PMIS11 +2,47% 8,29
KORE11 +1,60% 76,20
LIFE11 +1,47% 8,98
XPML11 +1,28% 108,17
PORD11 +1,07% 8,49

Já o OUJP11 (Ourinvest JPP) liderou as perdas do dia, recuando 4,60% e encerrando a sessão cotado a R$ 84,99. Em seguida, o TGAR11 (TG Ativo Real) caiu 2,73%, para R$ 71,34, enquanto o URPR11 (Urca Prime Renda) recuou 2,18%, a R$ 35,50.

Ticker Variação (%) Último (R$)
OUJP11 -4,60% 84,99
TGAR11 -2,73% 71,34
URPR11 -2,18% 35,50
KISU11 -1,96% 7,00
VINO11 -1,94% 5,06

Fundo imobiliário anuncia contrato com a Shopee após devolução de área pelo Banco Master; IFIX sobe

17 de Março de 2026, 07:44

O fundo imobiliário BGR B32 (BGRB11) anunciou, por meio de fato relevante, que renovou a locação com a Shopee referente à área de 6.174 metros quadrados (m²) que a empresa já ocupa no Edifício B32, localizado em São Paulo (SP).

Segundo o comunicado divulgado ao mercado, a aditivo prevê a prorrogação do contrato por mais cinco anos, levando o vencimento para 2031, com aumento de aproximadamente 21% no valor do aluguel.

Além disso, o FII também celebrou com a Shopee uma nova locação para uma área adicional de 9.824 m² no mesmo imóvel, também por cinco anos.

De acordo com a gestora do BGRB1, o novo contrato compensa totalmente o espaço devolvido pelo Banco Master em janeiro.

A instituição bancária, antes de ser liquidada extrajudicialmente pelo Banco Central (BC), ocupava os pavimentos 12º, 14º, 15º, 29º e parte do 30º do edifício.

Ainda segundo o fato relevante, acordos de longo prazo ajudam a garantir estabilidade e previsibilidade de receita para o fundo.

Desempenho do IFIX 

O IFIX, índice que reúne os principais FIIs negociados na bolsa de valores, encerrou a segunda-feira (16) em leve alta de 0,05%, aos 3.881,27 pontos, marcando o segundo avanço consecutivo.

Embora tenha ensaiado a recuperação, o indicador ainda registra queda de 0,79% no acumulado de março. No ano de 2026, contudo, mantém valorização de 2,81%.

Destaques do último pregão (16)

O Kinea Oportunidades (KORE11) liderou as altas do dia, avançando 2,00% e encerrando a sessão cotado a R$ 75,41.

Em seguida, o Tellus Rio Bravo Renda Logística (TRBL11) subiu 1,84%, para R$ 78,10, e o Ourinvest JPP (OUJP11) avançou 1,80%, a R$ 86,40.

Ticker Variação (%) Último (R$)
KORE11 +2,00% 75,41
TRBL11 +1,84% 78,10
OUJP11 +1,80% 86,40
GGRC11 +1,28% 10,25
TOPP11 +1,27% 74,94

Já o Vinci Offices (VINO11) liderou as perdas, recuando 2,86% e fechando a sessão a R$ 5,09. Depois, o Patria Escritórios (HGRE11) caiu 1,31%, para R$ 125,50, e o Valora CRI Índice de Preço (VGIP11) registrou baixa de 1,14%, a R$ 79,66.

Ticker Variação (%) Último (R$)
VINO11 -2,86% 5,09
HGRE11 -1,31% 125,50
VGIP11 -1,14% 79,66
SNCI11 -1,11% 89,00
CCME11 -0,68% 8,78

Aluguel de galpões pode subir até 40% e beneficiar FIIs, diz BTG; Mercado Livre lidera ocupação

5 de Março de 2026, 11:47

O mercado brasileiro de galpões logísticos vive um ciclo de forte expansão: nos últimos 11 anos, a área bruta locável (ABL) do setor saltou de 23 milhões para 53 milhões de metros quadrados (m²), um crescimento de cerca de 130%, segundo relatório do BTG Pactual.

No mesmo período, os preços pedidos de aluguel avançaram 43%, enquanto a taxa de vacância caiu de 12,9% para 7,1%, chegando a um dos níveis mais baixos da série histórica.

Para o banco, porém, o movimento não terminou. A combinação de demanda elevada e oferta limitada ainda pode abrir espaço para novos avanços. E um dos principais motores é o e-commerce.

E-commerce: o motorzinho

O relatório mostrou que a indústria de galpões passou por diferentes ciclos ao longo da última década. A partir de 2018, após a crise econômica entre 2014 e 2017, quando preços e ocupação foram pressionados, o mercado iniciou uma forte recuperação.

Esse movimento ganhou força principalmente durante a pandemia de covid-19, quando o crescimento do comércio eletrônico (e-commerce) elevou a necessidade de centros de distribuição.

Para se ter uma ideia, em 2020 o segmento registrou absorção líquida de cerca de 2,5 milhões de metros quadrados, o maior nível desde 2014 e bem acima da média histórica anual, de aproximadamente 1,2 milhão.

Paralelamente, os valores dos aluguéis recuaram naquele período, saindo de R$ 18,9/m², no 4T17, para R$ 18,2/m², no 2T21, num movimento que, segundo o BTG, contribuiu para o avanço da demanda e para a redução da vacância nos trimestres seguintes.

Desde então, o setor logístico se mantém aquecido, com absorção média anual de 3,1 milhões de metros quadrados e aumento relevante nos preços das locações, que, atualmente, giram em torno de R$ 28,4/m².

“As transformações nos hábitos de consumo, associadas à tendência de entregas cada vez mais rápidas no varejo on-line, levaram empresas a assumir maior protagonismo nas ocupações, tanto em empreendimentos a mercado quanto em projetos construídos sob medida”, explicaram os analistas do banco no documento.

Mercado Livre lidera ocupação de galpões

De acordo com o relatório, entre os inquilinos, companhias de varejo, indústria e operadores logísticos concentram justamente a maior parte das áreas alugadas.

No ranking de empresas, o destaque é o Mercado Livre, responsável por cerca de 6,7% da ABL total nacional, com aproximadamente 3 milhões de metros quadrados ocupados e distribuídos em 84 imóveis.

Isso é mais que o dobro da área alugada pela segunda colocada, a Shopee, que tem 1,2 milhão de metros quadrados ocupados em 103 galpões diferentes.

Mesmo com esses números, as duas companhias seguem avançando com projetos built-to-suit (BTS) — quando o ativo é construído sob medida para atender às necessidades do locatário  — para ampliar a presença logística no país.

Ocupantes do Mercado Logístico brasileiro (Imagem: divulgação BTG)
Ocupantes do mercado logístico brasileiro (Imagem: divulgação BTG)

Alto padrão domina o mercado

O relatório também aponta outra mudança relevante no setor: a evolução da qualidade dos imóveis.

Na última década, os galpões logísticos de alto padrão, que são chamados de classe A+, ganharam espaço de forma consistente:

  • Em 2014, representavam 61,9% do estoque;
  • Em 2021, 68,6%;
  • Em 2025, 74,6%.

Segundo a análise, a maior parte dos empreendimentos em desenvolvimento também pertence a essa categoria, indicando que a qualificação deve continuar nos próximos anos.

Galpões Brasil – Classificação dos empreendimentos por região
Galpões no Brasil – classificação dos empreendimentos por região (Imagem: divulgação BTG)

As regiões que devem crescer mais

Hoje, o estoque de galpões logísticos no Brasil soma cerca de 53 milhões de metros quadrados, com forte concentração no Sudeste, que segue como o principal polo do país.

Por outro lado, o BTG destaca que o crescimento mais acelerado deve ocorrer em outras regiões, com projeções de expansão de ABL de até 80% no Sul e 74% no Nordeste nos próximos anos — percentual que pode ser ainda maior à medida que novos projetos avancem.

“O estoque atual é majoritariamente composto por ativos de alto padrão, participação que tende a continuar crescendo, dado que a maior parte dos empreendimentos em construção está concentrada na classe A+”, afirmou o banco.

“A região Sul deve se destacar como uma das principais beneficiadas desse movimento de qualificação, uma vez que concentra um volume relevante de projetos A+ em desenvolvimento”, acrescentou.

Aluguel pode subir até 40%

Mesmo após as altas recentes, o banco também avalia que ainda existe espaço para novos reajustes nos aluguéis.     

Isso porque o custo de construção e de capital segue elevado, o que tem limitado o lançamento de imóveis. Com menos oferta, e demanda alta, os preços tendem a continuar subindo.

Dependendo da região, o relatório estima que seria plausível um ajuste potencial de até 40% no preço médio pedido.

Fundos imobiliários (FIIs) podem se beneficiar

Para o BTG, esse cenário tende a favorecer especialmente os fundos imobiliários (FIIs) que investem no segmento logístico.

Com contratos passando por revisões periódicas, há a expectativa de aumento da receita de locação nas próximas janelas, o que pode aumentar os dividendos distribuídos aos cotistas.

Além disso, muitos fundos do setor ainda negociam com desconto em relação ao valor patrimonial (P/VP) e ao custo de reposição dos ativos, o que pode abrir espaço para uma reprecificação da indústria.

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