Entenda as novas regras da Fifa para a inédita Copa do Mundo Sub-15


A final da Copa do Mundo de 2026 terá uma novidade além da disputa pelo título mundial. Pela primeira vez, a decisão do torneio contará com um show musical durante o intervalo da partida, em um formato inspirado no tradicional espetáculo do Super Bowl, evento esportivo dos Estados Unidos conhecido pelas grandes apresentações.
A partida está marcada para o próximo domingo, 19, e colocará frente a frente duas seleções que ainda serão definidas. Enquanto os times disputarão a taça mais importante do futebol mundial, o público acompanhará apresentações de alguns dos maiores nomes da música, como BTS, Madonna e Justin Bieber.
Além das performances musicais, também segundo o Estadão, a celebração contará com a participação dos Muppets. Além disso, o evento será realizado em apoio ao Fifa Global Citizen Education Fund, iniciativa voltada para ampliar o acesso à educação e criar novas oportunidades para crianças.
Leia também: Copa do Mundo: qual o valor de mercado de Espanha e Bélgica?
Até então, a Copa do Mundo não havia utilizado o intervalo da final para uma apresentação musical nos moldes adotados por grandes eventos esportivos. Dessa forma, a Fifa decidiu incluir o formato na edição de 2026, criando um momento dedicado ao entretenimento durante a partida decisiva.
A proposta, portanto, segue uma referência do Super Bowl, que tradicionalmente reúne grandes artistas durante o intervalo da final da liga de futebol americano dos Estados Unidos. Dessa forma, a Copa do Mundo também terá uma atração semelhante em sua principal partida, ampliando a programação do evento além da disputa esportiva.
O show do intervalo da final reunirá artistas de diferentes estilos e nacionalidades. Entre os nomes confirmados estão:
A apresentação terá curadoria de Chris Martin, vocalista do Coldplay, e contará com artistas reconhecidos mundialmente.
Leia também: Copa do Mundo: veja a previsão da I.A. para as quartas de final
Entre os nomes anunciados, BTS, Madonna e Justin Bieber estão entre as atrações que mais chamaram atenção do público.
O BTS se tornou um dos maiores grupos da música internacional nos últimos anos, levando o K-pop para diferentes países e conquistando milhões de fãs ao redor do mundo.
Madonna, por outro lado, chega ao evento como uma das maiores referências da música pop. Com uma carreira de décadas, a cantora acumulou sucessos e apresentações marcantes ao longo da trajetória artística.
Já Justin Bieber representa uma das principais estrelas do pop atual. O cantor canadense ganhou fama ainda jovem e construiu uma carreira com sucessos que alcançaram as principais paradas musicais internacionais.
Leia também: França elimina o Marrocos e avança à semifinal da Copa do Mundo
Com a inclusão do show de intervalo, a final da Copa do Mundo de 2026 terá uma programação que vai além da partida pelo título. A Fifa aposta em uma combinação entre futebol e música para marcar o encerramento do torneio.
Assim, a decisão que definirá o novo campeão da Copa do Mundo também será palco de uma apresentação com alguns dos artistas mais conhecidos do planeta.
O post BTS, Madonna e Justin Bieber: veja quem são as atrações da final da Copa do Mundo 2026 apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.
A presença de Garrincha na final da Copa do Mundo de 1962 esteve ameaçada até poucas horas antes da decisão. Expulso na semifinal contra o Chile, o atacante brasileiro precisou aguardar o julgamento da Comissão Organizadora da Fifa para saber se poderia enfrentar a Tchecoslováquia.
Ao fim da análise, a entidade optou por aplicar apenas uma advertência, decisão que garantiu a participação do camisa 7 na conquista do bicampeonato mundial, segundo o Estadão.
O episódio voltou a ganhar destaque após a Fifa anular a suspensão do atacante Folarin Balogun, dos Estados Unidos, expulso pelo árbitro brasileiro Raphael Claus. Apesar da distância de mais de seis décadas entre os casos, ambos mostram como a Fifa pode revisar decisões disciplinares por meio de suas instâncias responsáveis.
Leia também: Com virada épica, Argentina elimina Egito da Copa e mantém sonho do bicampeonato
Brasil e Chile disputaram a semifinal da Copa do Mundo de 1962 em um jogo marcado por forte disputa física. A seleção brasileira venceu por 4 a 2, mas a reta final da partida trouxe preocupação para a delegação.
Garrincha foi expulso após um lance envolvendo o chileno Rojas e passou a correr o risco de ficar fora da decisão. Naquele período, diferentemente do que ocorre atualmente, a expulsão não resultava automaticamente em suspensão. Cabia à Comissão Organizadora da Fifa analisar cada caso antes de decidir se aplicaria ou não uma punição ao atleta.
A possibilidade de perder o principal jogador da equipe preocupava o Brasil. Com Pelé lesionado desde a fase de grupos, Garrincha havia assumido o protagonismo da campanha e era um dos grandes destaques do Mundial.
Ao analisar o caso, a Comissão Organizadora decidiu aplicar somente uma advertência ao atacante brasileiro.
Segundo o então presidente da Fifa, Stanley Rous, a infração aconteceu durante uma disputa de bola entre Garrincha e Rojas. Com esse entendimento, a comissão concluiu que não havia motivos para impedir sua participação na final.
Na mesma sessão, o atacante chileno Landa recebeu suspensão de uma partida. Conforme registrado à época, ele foi punido por atingir o zagueiro Mauro com um chute quando a bola já estava distante da jogada, situação considerada mais grave pelos dirigentes.
A decisão foi recebida com alívio pelos integrantes da delegação brasileira, que aguardavam o julgamento com expectativa.
Leia também: Entenda a participação de Cristiano Ronaldo na LiveMode, dona da CazéTV
Durante os esclarecimentos prestados à comissão, Garrincha reconheceu que perdeu a calma no fim da partida. Ao mesmo tempo, afirmou que passou todo o jogo sendo provocado por Rojas.
Segundo seu relato, o adversário distribuiu pontapés, cotoveladas e, em determinado momento, chegou a cuspir em seu rosto. O brasileiro afirmou que tentou manter a tranquilidade durante a partida, mas acabou reagindo após a sequência de provocações.
Essas declarações fizeram parte do processo analisado pela Comissão Organizadora, embora a justificativa oficial apresentada pela Fifa para a advertência tenha sido o fato de a infração ter ocorrido durante uma disputa de bola.
O caso ultrapassou o ambiente esportivo e chegou ao campo diplomático. O então primeiro-ministro brasileiro, Tancredo Neves, manifestou apoio para que Garrincha pudesse disputar a decisão.
Paralelamente, o governo do Peru orientou sua representação diplomática em Santiago, no Chile, a solicitar à Fifa que analisasse o episódio dentro dos regulamentos, reforçando o pedido apresentado pelo governo brasileiro.
A mobilização ocorreu antes da decisão da Comissão Organizadora, que acabou liberando o atacante para a final.
Leia também: EUA são eliminados da Copa apesar de pressão de Trump sobre a Fifa
Com a advertência aplicada pela Fifa, Garrincha foi liberado para enfrentar a Tchecoslováquia na decisão da Copa do Mundo de 1962.
O Brasil venceu por 3 a 1 e conquistou o bicampeonato mundial. Naquela campanha, o camisa 7 foi um dos principais nomes da seleção, especialmente após a lesão de Pelé ainda na fase de grupos.
Por isso, o julgamento que evitou a suspensão de Garrincha, se tornou um dos episódios mais lembrados dos bastidores das Copas do Mundo. A decisão permitiu que um dos maiores protagonistas daquele Mundial estivesse em campo na conquista de um dos títulos mais importantes da história da seleção brasileira.
O post Como Garrincha escapou de uma suspensão e mudou a história da Copa de 1962; veja apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.


A goleada da Argentina por 3 a 0 sobre a Argélia, na estreia da Copa do Mundo de 2026, foi marcada por uma grande polêmica envolvendo Lionel Messi. O craque argentino escapou de uma possível expulsão após uma entrada dura sobre o zagueiro argelino Aïssa Mandi, gerando críticas de torcedores, comentaristas e acusações de favorecimento por parte da FIFA.
O lance aconteceu poucos minutos depois de Messi abrir o placar para a Argentina. Em uma disputa de bola, o camisa 10 aparentou atingir a perna direita de Mandi com as travas da chuteira. O defensor caiu imediatamente no gramado, segurando a panturrilha e reclamando de dores.
Apesar da gravidade da jogada, o árbitro não aplicou sequer cartão amarelo ao argentino. O VAR também não recomendou revisão do lance, decisão que provocou forte reação nas redes sociais.
“Está óbvio que a FIFA vai proteger Messi novamente nesta Copa. Isso era cartão vermelho sem discussão”, escreveu um usuário na rede X. Outro afirmou que “nem o próprio Messi pareceu acreditar que escaparia sem punição”.
As a Messi fan I must confess he’s really been favoured by referee. That’s a red card offence! Period! pic.twitter.com/y1CnqFIVfG
— RAZOR BLADE (@razorblade300) June 17, 2026
A patacoada levanta suspeitas se o tratamento diferenciado será aplicado a outra estrela do torneio: Cristiano Ronaldo, que estreia nesta quarta contra o Congo às 14h.
As críticas foram além dos torcedores. Durante a transmissão da ESPN no Reino Unido, o ex-zagueiro inglês Nedum Onuoha afirmou que a jogada merecia expulsão.
“Provavelmente deveria ter sido cartão vermelho. O árbitro pode ter perdido o lance, mas é difícil entender como o VAR analisou a jogada e concluiu que não havia nada de errado”, disse.
O comentarista Alejandro Moreno foi ainda mais enfático.
“Foi 100% cartão vermelho para Lionel Messi. Esse tipo de decisão reforça a narrativa de que grandes estrelas recebem tratamento diferenciado”, afirmou.
Moreno também questionou por que o árbitro polonês Szymon Marciniak não foi chamado ao monitor para revisar a jogada.
“Você vê as travas percorrendo toda a parte de trás da perna do adversário, do joelho até o tornozelo. Foi uma entrada imprudente e deveria ter resultado em expulsão”, completou.
A controvérsia ganhou ainda mais repercussão porque Messi permaneceu em campo e protagonizou a partida. O atacante de 38 anos marcou mais dois gols no segundo tempo, completando o primeiro hat-trick de sua carreira em Copas do Mundo e liderando a vitória argentina sobre a Argélia.
Enquanto os argentinos comemoram a atuação histórica de seu capitão, o debate sobre a arbitragem promete continuar nos próximos dias, com muitos torcedores questionando se outros jogadores receberiam o mesmo tratamento em uma situação semelhante.

A Fifa proibiu o uso do espanhol em determinados ambientes oficiais de entrevista da Copa do Mundo de 2026, incluindo coletivas e zonas mistas com idiomas previamente autorizados pela organização. A justificativa atribuída à entidade é a padronização da comunicação entre delegações, jogadores e imprensa, com o inglês adotado como idioma-base quando não houver língua comum liberada.
A regra apareceu no entorno de Brasil x Marrocos, no sábado (13), quando jornalistas hispanofalantes tentaram fazer perguntas em espanhol a jogadores acostumados ao idioma. Na véspera da partida, Vinicius Junior chegou a pedir que uma questão feita em inglês fosse reformulada em espanhol, mas o idioma não estava entre os permitidos pela Fifa naquele espaço oficial.
🇺🇸🇲🇽 | La FIFA prohíbe a los periodistas preguntar en español a los jugadores de Brasil y Marruecos a pesar de ser la segunda lengua materna más hablada del mundo por encima del inglés.
La FIFA autorizó a preguntar en francés, árabe, portugués e inglés, algo que supuso un… pic.twitter.com/67K1XRTTcA
— ʜᴇʀQʟᴇs (@herqles_es) June 14, 2026
Após o empate por 1 a 1, o tema voltou à tona na zona mista. Um jornalista venezuelano pediu que Vini Jr. respondesse em espanhol, mas o atacante disse que falaria em português por estar a serviço da Seleção Brasileira. “Estou com o Brasil, vou falar só em português”, afirmou, antes de comentar a atuação do time.
A limitação também afetou profissionais que tentaram entrevistar atletas de Marrocos, como Achraf Hakimi. Segundo relatos publicados nas redes sociais, a Fifa autorizou perguntas apenas em francês, árabe, português e inglês em determinados ambientes ligados à partida.
Na prática, a norma impediu o uso de uma língua amplamente dominada por jogadores dos dois elencos, especialmente atletas que atuam ou atuaram na Espanha. O caso chamou atenção porque o Mundial de 2026 também é sediado pelo México, país hispanofalante, além de Estados Unidos e Canadá.
🗣️ Periodista: “SOY DE VENEZUELA, EN ESPAÑOL, POR FAVOR”.
🗣️ Vinícius: “SOY DE BRASIL VOY A HABLAR EN PORTUGUÉS”.
Esta entrevista de TV de Vini, post-debut. 🤬🇧🇷 pic.twitter.com/lY8QDjy1yf
— Ataque Futbolero (@AtaqueFutbolero) June 14, 2026
A FIFA está colocando em prática um dos projetos mais ambiciosos já vistos na preparação de uma Copa do Mundo.
Para o torneio de 2026, que acontecerá nos Estados Unidos, Canadá e México, a entidade investe cerca de US$ 3,8 bilhões em infraestrutura e, dentro desse pacote, conduz um experimento inédito para padronizar os gramados e reduzir variações no comportamento da bola em todos os estádios, segundo o The Wall Street Journal.
Na prática, a preocupação da FIFA não é controlar o jogo em si, mas garantir que a superfície de jogo ofereça condições o mais semelhantes possível entre as 16 arenas da competição.
Isso significa minimizar diferenças no quique, na velocidade e no atrito da bola, que podem variar de acordo com o tipo de gramado, o clima e até a estrutura dos estádios.
Leia também: FIFA aposta US$ 3,8 bilhões em experimento inédito com gramados naturais na Copa do Mundo; confira
Para alcançar esse nível de uniformidade, a FIFA vem apostando em uma combinação de gramados naturais e sistemas híbridos de alta engenharia. A proposta é criar uma base de jogo consistente, mesmo em regiões com condições climáticas muito diferentes entre si.
Além disso, os estádios passam por adaptações importantes em seus sistemas de irrigação, drenagem e ventilação.
Em alguns casos, estruturas artificiais de iluminação são usadas para complementar a luz natural e manter o desenvolvimento adequado da grama, especialmente em arenas fechadas ou com menor incidência solar.
Essas soluções não têm caráter estético, mas funcional. O foco está em reduzir variações que possam interferir diretamente na dinâmica da partida, já que pequenas mudanças na superfície podem alterar o comportamento da bola e, consequentemente, o estilo de jogo.
O grande desafio do projeto está na diversidade geográfica dos países que vão sediar o torneio. Estados Unidos, Canadá e México apresentam diferenças significativas de clima, altitude e umidade, fatores que impactam diretamente a condição dos gramados.
Por isso, a FIFA estabeleceu parâmetros técnicos para tentar aproximar ao máximo a experiência de jogo em todos os estádios. A altura da grama, a composição do solo e o nível de umidade são alguns dos elementos que passam a ser controlados de forma mais rigorosa durante o processo de preparação.
O objetivo é simples: reduzir ao máximo a sensação de “campo diferente” de um estádio para outro, algo que pode influenciar diretamente o desempenho dos atletas.
Leia também: FIFA investe bilhões para garantir consistência técnica na Copa do Mundo 2026; confira novidades
Esse movimento reforça uma tendência crescente no futebol moderno: o uso da engenharia para garantir mais consistência nas condições de jogo. Em vez de eliminar completamente as diferenças naturais, a FIFA busca equilibrá-las dentro de um padrão técnico aceitável.
Assim, os gramados deixam de ser apenas uma superfície de jogo e passam a ser parte central do planejamento esportivo da Copa. O foco não está em mudar o futebol, mas em tornar o ambiente mais previsível dentro do possível.
O post FIFA investe milhões para padronizar o comportamento da bola em três países apareceu primeiro em Times Brasil | CNBC.

A participação do Irã na Copa do Mundo de 2026 ainda não está confirmada pelo governo do país. O ministro do Esporte e da Juventude, Ahmad Donyamali, afirmou que a seleção pode ficar fora do torneio caso não receba garantias de segurança para atuar nos Estados Unidos.
“Devemos estar preparados, mas é possível que não participemos da Copa do Mundo. A decisão final será tomada pelo governo e pelo Conselho Supremo de Segurança Nacional”, disse Donyamali à agência iraniana Tasnim. Em março, ele já havia afirmado que o Irã não disputaria a competição.
A incerteza ocorre em meio aos conflitos envolvendo Irã, Israel e Estados Unidos. Como os jogos da seleção iraniana estão marcados para território norte-americano, o governo do país passou a cobrar garantias para a viagem da delegação.
O Irã chegou a pedir à Fifa que suas partidas fossem transferidas para o México, uma das sedes do Mundial. A entidade, porém, manteve os compromissos nas cidades previstas inicialmente.

“A seleção realizará um período de treinamento em um país vizinho [Turquia] nas próximas três semanas. Se a segurança dos membros da seleção nos Estados Unidos for garantida, viajaremos para lá para participar da Copa do Mundo de 2026”, afirmou Donyamali.
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, disse que o Irã estará na Copa. Pelo regulamento da entidade, uma seleção que abandona a competição pode receber multa mínima de 250 mil francos suíços, cerca de R$ 1,6 milhão.
Caso a desistência seja confirmada, a Fifa poderá manter o grupo com apenas três seleções ou convidar outro país para ocupar a vaga.
O Irã está no Grupo G, ao lado de Bélgica, Egito e Nova Zelândia. A estreia está marcada para 15 de junho, às 22h, contra a seleção neozelandesa, no SoFi Stadium, em Inglewood, na Califórnia.