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Virgínia posa com dono de grife de luxo preso por lavagem de dinheiro do narcotráfico

17 de Junho de 2026, 08:02
Jacob Arabo, fundador da Jacob & Co, e a influencer Virginia Fonseca. Foto: reprodução

Durante sua passagem por Nova York para cobrir a Copa do Mundo e cumprir compromissos comerciais, Virginia Fonseca publicou uma foto ao lado do bilionário Jacob Arabo, fundador da grife de relógios e joias de luxo Jacob & Co.

O empresário no mercado de luxo tem uma trajetória controversa: foi preso em um dos maiores casos de investigação financeira ligados ao narcotráfico nos Estados Unidos.

Virginia, que participa da cobertura do Mundial pela TV Globo como “comentarista” do Domingão com Huck, visitou um dos escritórios da Jacob & Co. e compartilhou o registro nas redes sociais.

Na imagem, ela aparece usando uma camiseta da WePink, sua marca de cosméticos, ao lado do empresário, tendo ao fundo a logomarca da companhia.

Conhecido mundialmente como “Jacob o Joalheiro”, Arabo construiu um império no mercado de relógios e joias de luxo.

Nascido no Uzbequistão, ele se mudou ainda jovem para os Estados Unidos e fundou a Jacob & Co. em 1986. Suas peças passaram a ser usadas por celebridades como Jay-Z, Cristiano Ronaldo e Floyd Mayweather Jr., além de colecionadores dispostos a pagar milhões de dólares por modelos exclusivos.

Em 15 de junho de 2006, Jacob foi preso por autoridades federais americanas sob acusações de lavagem de dinheiro e conspiração ligada ao tráfico de drogas. A investigação apontava conexões com a Black Mafia Family (BMF), uma organização criminosa baseada em Detroit que movimentava milhões de dólares provenientes do narcotráfico.

 

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Um post compartilhado por Jacob Arabo (@jacobarabo)

Segundo os promotores, o empresário teria ajudado integrantes da quadrilha a ocultar mais de US$ 270 milhões em recursos obtidos ilegalmente por meio da compra de joias de alto valor, uma estratégia usada para disfarçar a origem do dinheiro.

Em 2007, Jacob fechou um acordo com a Justiça americana. As acusações de lavagem de dinheiro foram retiradas, mas ele admitiu culpa por falsificação de registros comerciais e por fornecer informações falsas a agentes federais durante a investigação.

A sentença veio em 2008: 30 meses de prisão federal. Jacob cumpriu pena e deixou a prisão em 2010. Desde então, retomou o comando da Jacob & Co. e reconstruiu sua imagem no mercado de luxo internacional.

No encontro com Virginia, o empresário usava um relógio avaliado em cerca de US$ 9 milhões. Após publicar a foto, a influenciadora incentivou seus seguidores a comentarem na página de Jacob nas redes sociais, provocando uma invasão bem-humorada de brasileiros no perfil do bilionário.

Cenário da série ‘Dinastia’ vai ao mercado de luxo por US$ 45 milhões em Pasadena

13 de Junho de 2026, 23:00

Uma das propriedades mais icônicas da televisão norte-americana acaba de entrar à venda no mercado imobiliário de alto padrão. Localizada em Pasadena, na Califórnia, a mansão Arden Villa, eternizada como cenário da série ‘Dinastia’, está sendo anunciada por US$ 45 milhões, segundo o The Wall Street Journal.

O valor posiciona o imóvel no topo do segmento de luxo da região. Além disso, abre a possibilidade de estabelecer um novo recorde de vendas na cidade.

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Um patrimônio da cultura pop americana

Mais do que uma residência histórica, a propriedade carrega um forte peso cultural. Além disso, ao longo das décadas, ela serviu como palco de momentos marcantes da televisão nos anos 1980 e também apareceu no clássico “Sopa de Pato”, dos Irmãos Marx, de 1933.

Ao longo das décadas, o imóvel se consolidou como um cenário recorrente do entretenimento americano, atravessando diferentes gerações e produções.

Arquitetura clássica e estrutura de alto padrão

Com cerca de 1,2 hectares, a propriedade reúne duas residências independentes. Nesse sentido, a casa principal, construída por volta de 1915, possui aproximadamente 16 mil pés quadrados, com seis quartos, amplas áreas sociais e um cinema privativo.

Já, a casa de hóspedes, erguida por volta de 1948, soma cerca de 2.500 pés quadrados e quatro quartos adicionais.

Além disso, o conjunto ainda inclui duas piscinas, quadra de tênis, estufa e um espelho d’água que ficou eternizado em uma das cenas mais conhecidas de ‘Dinastia’.

Após uma reforma significativa, os proprietários passaram a utilizar a propriedade com frequência para eventos privados e hospedagens de luxo, recebendo até a banda Oasis em diferentes ocasiões.

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Venda milionária pode redefinir o mercado local

Os atuais proprietários são o cineasta Anthony Russo, codiretor de “Avengers: Endgame”, e sua esposa, Ann Russo. O casal adquiriu o imóvel em 2019 por cerca de US$ 15,58 milhões. Agora, opta pela venda em meio a uma mudança de ciclo pessoal.

A negociação, caso se aproxime do valor pedido, pode ultrapassar com folga o recorde atual de Pasadena, que gira em torno de US$ 19,85 milhões.

Ainda que o mercado imobiliário local tenha registrado leve acomodação nos preços médios recentes, propriedades desse porte seguem movimentando o segmento de ultra luxo. Isso é ainda mais evidente em locais associados a produções icônicas como ‘Dinastia‘.

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Iate de luxo, DJs, praias paradisíacas: A viagem de R$ 10 milhões de Vorcaro no Mediterrâneo

8 de Março de 2026, 10:26
Martha Graeff e Daniel Vorcaro. Foto: reprodução

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, investigado por fraudes financeiras e intimidação, gastou cerca de R$ 10 milhões em uma luxuosa viagem pelo Mediterrâneo, organizada pelo promotor de eventos Diogo Batista. O passeio, realizado em agosto de 2022, incluiu a locação do superiate Mad Summer e festas exclusivas em locais como o Verde Beach, na França, e envolveu DJs internacionais, modelos e uma infraestrutura de entretenimento de alto padrão. Vorcaro, conhecido por seu estilo de vida extravagante, utilizou esses eventos como parte de sua estratégia para estreitar relações com políticos e autoridades. As informações são da Folha de S. Paulo.

Segundo documentos de investigações da Polícia Federal, Vorcaro pagou € 1,88 milhão (aproximadamente R$ 10,7 milhões na época) para o passeio completo, incluindo a locação do iate, festas com iluminação sofisticada e o cachê do DJ Saint Lanvain, renomado na cena eletrônica internacional. O superiate Mad Summer, utilizado na viagem, tem 95 metros de comprimento e oferece instalações luxuosas, como cinema, spa, jacuzzi e até um heliporto. Foi construído originalmente para o bilionário americano Jeffrey Soffer e está disponível para locação em regiões de luxo, como o Mediterrâneo.

Durante o passeio, o promotor de eventos Diogo Batista registrou em vídeo os detalhes da viagem, incluindo festas animadas e cenas de glamour. Embora Vorcaro não apareça diretamente nas imagens, fontes indicam que ele estava presente, com sua presença sendo confirmada por pessoas próximas ao banco. O vídeo, que circulou nas redes sociais, foi postado inicialmente por Batista e depois amplamente compartilhado em canais do setor financeiro, revelando o padrão de vida e os gastos excessivos do ex-banqueiro, especialmente em meio à crise financeira do Banco Master.

As imagens do evento mostraram festas animadas em lugares como o Verde Beach, famoso clube francês na praia de Pampelonne, onde dançar em cima das mesas é comum. O local, que exige reservas antecipadas e tem preços elevados, é um destino conhecido entre as celebridades e turistas de alto padrão. Durante a festa, homens fantasiados de gladiadores e uma mulher segurando uma garrafa gigante de espumante destacavam ainda mais o caráter elitista do evento.

Cenas de viagem na região do Mediterrâneo, registradas em vídeo pelo promotor de eventos Diogo Batista. Foto: Reprodução

Além do superiate e das festas, o passeio foi complementado por shows exclusivos e outros serviços de alto luxo, com custos extras que totalizaram aproximadamente R$ 480 mil para a infraestrutura de som, iluminação e contratação de artistas. No Brasil, DJ Saint Lanvain já se apresentou em festas exclusivas, como o Réveillon Carneiros, em Pernambuco, um dos eventos mais caros do país. A exibição dessas festas de luxo e a ostentação de riqueza em meio à crise financeira do banco geraram especulações sobre como Vorcaro mantinha tal estilo de vida enquanto o Banco Master enfrentava sérias dificuldades financeiras.

A divulgação do vídeo da viagem de Vorcaro e a identificação de vários envolvidos em seus eventos de luxo ocorreram após a liquidação do Banco Master, em novembro de 2025. As investigações sobre o banco e suas operações fraudulentas, que envolveram bilhões em ativos e a assistência financeira do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), levantam ainda mais questões sobre o uso de recursos do banco para financiar esse estilo de vida de luxo, colocando em evidência os excessos e as relações de Vorcaro com políticos e outras figuras de destaque.

🎦 Vorcaro gastou R$ 10 milhões em viagem com iate de luxo no Mediterrâneo. Imagens registradas por promotor de eventos do banqueiro mostram embarcação e clube de alto padrão em Saint-Tropez, na França 📲📰 Leia mais em https://t.co/v73Fl5cZQU pic.twitter.com/hpup7iLfvO

— Folha de S.Paulo (@folha) March 8, 2026

Como a passagem relâmpago de Vorcaro por prisão em SP causou tensão entre agentes e advogados

8 de Março de 2026, 08:30
Vorcaro chegando ao IML. Foto: Reprodução/GloboNews

A passagem de menos de 24 horas de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, pela Penitenciária II de Potim, no interior de São Paulo, teve um impacto significativo na rotina da unidade. Apesar de sua breve permanência, o banqueiro movimentou um esquema de segurança raro no sistema prisional paulista, gerando tensão entre policiais penais, advogados e outros presos. As medidas extraordinárias foram tomadas devido ao temor de possíveis atentados, levando a Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) a adotar equipamentos e vigilância reforçada. As informações são de Lauro Jardim.

Segundo fontes da administração penitenciária, policiais penais que tiveram acesso ao pavilhão onde Vorcaro estava foram equipados com câmeras corporais e coletes à prova de bala, equipamentos que não fazem parte da rotina do presídio. Além disso, 20 novas câmeras de monitoramento foram instaladas no pavilhão, especificamente para acompanhar a movimentação do banqueiro. Esse tipo de segurança fora do comum gerou estranhamento entre os servidores, já que o uso de tais tecnologias é pouco frequentado nas unidades prisionais do estado.

O próprio diretor da unidade, Luciano José Pimenta, demonstrou grande apreensão com a presença de Vorcaro, e fontes internas indicam que a direção comemorou a autorização para a transferência do banqueiro para uma unidade federal em Brasília. Em paralelo, a presença de Vorcaro no local provocou agitação no setor de atendimento a advogados, que ficaram incomodados com o atendimento prioritário dado aos integrantes da defesa do banqueiro. Isso gerou uma série de reclamações entre outros profissionais que aguardavam para falar com seus clientes.

Penitenciária 2 de Potim, em São Paulo. Foto: Reprodução/Google Street View

A Polícia Penal, em nota oficial, minimizou o impacto da passagem de Vorcaro pela unidade, afirmando que a rotina do presídio não foi alterada. A instituição afirmou que as normas de segurança e disciplina foram cumpridas conforme exigido pela Lei de Execução Penal. No entanto, o Sindicato dos Policiais Penais do Estado de São Paulo ressaltou que o uso de câmeras corporais não faz parte das práticas usuais dentro das unidades, o que chamou ainda mais a atenção para o episódio.

Vorcaro foi preso novamente no âmbito da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras relacionadas ao Banco Master. Ele chegou à Penitenciária II de Potim na quinta-feira, onde deveria cumprir o período padrão de isolamento, mas permaneceu na unidade por menos de 24 horas. Na madrugada de sexta-feira, ele foi transferido para a Penitenciária Federal de Brasília, a mais segura do país, após decisão do ministro André Mendonça, do STF.

A transferência foi considerada necessária pela Polícia Federal devido à capacidade de Vorcaro de mobilizar redes de influência tanto no setor privado quanto no poder público, o que justificou a necessidade de um ambiente de segurança máxima. O episódio gerou um clima de incerteza no sistema prisional paulista, especialmente quanto à eficácia do controle das unidades e à prioridade dada à defesa de um dos presos mais influentes do país.

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