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Marinha da Tailândia diz que navio cargueiro foi atacado no Estreito de Ormuz

11 de Março de 2026, 16:10

Um navio graneleiro tailandês que navegava pelo estratégico Estreito de Ormuz foi atacado nesta quarta-feira (11), e 20 tripulantes já foram resgatados, informou a marinha da Tailândia.

Fotos divulgadas pela Royal Thai Navy mostram uma densa fumaça preta saindo do casco e da superestrutura do navio Mayuree Naree, registrado na Tailândia, enquanto balsas salva-vidas flutuavam na água.

Segundo a marinha, a embarcação “foi atacada enquanto transitava pelo Estreito de Ormuz” após deixar o Khalifa Port, nos Emirados Árabes Unidos.

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“Os detalhes específicos e a causa do ataque estão atualmente sob investigação”, acrescentou o comunicado.

A marinha de Oman resgatou 20 marinheiros e “os esforços estão em andamento para resgatar os três tripulantes restantes”, informou.

O Irã lançou ataques contra países vizinhos exportadores de petróleo, ameaçando a navegação no Estreito de Ormuz e mergulhando a economia global de energia em uma crise.

Não ficou imediatamente claro se o incidente foi um dos três navios comerciais que o Centro de Operações de Comércio Marítimo do Reino Unido havia informado mais cedo, nesta quarta-feira (11) terem sido atingidos no Golfo.

Sites de rastreamento marítimo mostravam o Mayuree Naree próximo à costa de Oman, no Estreito de Ormuz, deslocando-se lentamente a pouco mais de um nó.

O cargueiro tem 178 metros de comprimento e desloca cerca de 30 mil toneladas, segundo os dados, e seguia para Kandla, na India.

A marinha tailandesa afirmou que o navio pertence à empresa de transporte tailandesa Precious Shipping.

A AFP procurou a companhia em Bangkok para comentar o caso, mas não recebeu resposta imediata.

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Hungria ameaça bloquear novas sanções da UE por disputa sobre petróleo russo

22 de Fevereiro de 2026, 13:21

A Hungria ameaçou bloquear um novo pacote de sanções da União Europeia contra a Rússia e atrasar medidas de apoio à Ucrânia até que as entregas de petróleo russo ao país sejam retomadas.

Os ministros das Relações Exteriores da UE devem se reunir em Bruxelas na segunda-feira para discutir o 20º pacote de sanções contra Moscou. A expectativa é aprovar o conjunto de medidas antes do quarto aniversário da invasão russa da Ucrânia, que ocorre na terça-feira.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o chanceler húngaro, Péter Szijjártó, afirmou que vetará o pacote enquanto o fluxo de petróleo pelo oleoduto Druzhba não for restabelecido. Segundo ele, a Ucrânia estaria retendo deliberadamente as remessas.

“Não consentiremos com a adoção do 20º pacote de sanções, porque já deixamos claro anteriormente que, até que os ucranianos retomem as remessas de petróleo para a Hungria, não permitiremos que decisões importantes para eles sejam aprovadas”, declarou.

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Oleoduto Druzhba no centro da tensão

As entregas de petróleo russo para Hungria e Eslováquia foram interrompidas em 27 de janeiro. Autoridades ucranianas atribuíram a paralisação a danos causados por ataques de drones russos ao oleoduto Druzhba, que atravessa o território ucraniano rumo à Europa Central.

A interrupção elevou as tensões entre Budapeste e Kiev. Para que novas sanções sejam aprovadas, os 27 países do bloco precisam chegar a um consenso unânime, o que amplia o poder de veto da Hungria.

Desde o início da guerra, em 24 de fevereiro de 2022, a maioria dos países europeus reduziu ou encerrou as importações de energia russa. Hungria e Eslováquia, integrantes da UE e da Otan, mantiveram as compras e obtiveram isenção temporária da proibição europeia sobre o petróleo russo.

A posição húngara adiciona incerteza às negociações em Bruxelas e pode atrasar a adoção do novo pacote de medidas contra Moscou.

Oleoduto Druzhba

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