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Selic a 14,75%, Ibovespa em queda e IPCA+ em alta: como investir com o novo patamar de juros?

Na última quarta-feira (18), o Banco Central confirmou um corte de 0,25 ponto percentual na taxa Selic, que passou de 15% para 14,75% ao ano. A decisão veio após semanas de elevada incerteza, em que os mercados oscilaram entre diferentes cenários para o ritmo de flexibilização monetária.

Nos dias que antecederam o anúncio, as apostas nas opções de Copom da B3 refletiram essa volatilidade: saíram de uma expectativa de corte mais agressivo, de 0,50 p.p., migraram para 0,25 p.p. e, em alguns momentos, chegaram até a precificar a possibilidade de manutenção dos juros.

No fim, a autoridade monetária seguiu o caminho que, em tese, deveria trazer alegria para os investidores, mas na prática, não foi bem assim.

No dia seguinte (19) após o Copom, as taxas dos títulos do Tesouro voltaram a disparar e, antes do terceiro “circuit break” do dia, por volta das 16h20, era possível encontrar retornos de IPCA+ 8% no Tesouro Educa+.

Já na sexta-feira (20) o Ibovespa apresentava queda de 1,65% no intraday. Em paralelo, o dólar se apreciava mais de 1% contra o real e o petróleo tipo brent negociava na casa dos US$ 109.

Diante desse cenário, como o investidor pode se posicionar, tanto para se proteger, quanto para buscar lucros? Para Lais Costa, analista de renda fixa da Empiricus Research, neste momento, uma classe específica de títulos “premium” pode oferecer retornos reais de até 7,97% ao ano, isentos de Imposto de Renda.

Juros em queda não tiram o protagonismo da renda fixa na estratégia do investidor

Em geral, quando o Banco Central começa a cortar juros, espera-se que o mercado migre para ativos de risco. Contudo, no atual cenário, a decisão do último Copom não é o único fator considerado nas mudanças dentro das carteiras.

No dia seguinte ao Comitê, os investidores acordaram com ataques do Irã a polos de gás no Catar, país aliado dos EUA, o preço do petróleo acima dos US$ 100. e os resultados das decisões de juros em outros países.

Em relatório publicado horas após o Copom, Lais explicou que o comunicado mais hawkish (tom mais duro) do Banco Central da Inglaterra “estressou bastante o mercado de juros global e apagou a expectativa de qualquer redução nas taxas americanas em 2026.”

Segundo a analista, esses fatores pesaram nos ativos domésticos ao longo do dia.  Da mesma forma, na sexta-feira (20), os ataques do Irã a áreas residenciais em Israel, bem como as divergências entre Donald Trump e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu trouxeram ainda mais tensão para o mercado.

Ou seja, apesar do corte na Selic, o mercado está bastante sensível ao cenário externo. Nesse sentido, a renda fixa continua ocupando um lugar importante nas carteiras.

De acordo com Laís, é possível capturar altas taxas de retorno real no longo prazo, com uma ótima relação risco-retorno. Com a decisão da última quarta-feira (18), a analista fez alguns ajustes na carteira na qual recomenda títulos “premium” da renda fixa.

Entre as indicações, há um ativo que oferece retorno de até 7,9% ao ano, acima da inflação e isento de IR. E a boa notícia é que você pode conhecer a carteira completa de forma gratuita.

Selic a 14,75% abre espaço para 4 oportunidades em renda fixa com retorno de até 7,9% ao ano real e isenção de IR

Laís aponta que, diante do cenário atual, os títulos de longo prazo, indexados à inflação (IPCA), continuam sendo uma boa estratégia de alocação. Como dito, recentemente ótimas oportunidades foram encontradas, inclusive, em ativos do Tesouro Nacional.

Contudo, para quem topa um risco um pouco maior que o da renda fixa tradicional, há a oportunidade de capturar rentabilidades reais de 7,9% ao ano, acima da inflação, com um outro ativo. Embora a taxa esteja bem próxima à do Tesouro IPCA+, esse ativo conta com a grande vantagem da isenção de Imposto de Renda.

Isso pode fazer grande diferença na rentabilidade ao fim do investimento. Ou seja, com títulos como esse, é possível “travar” um retorno real de 7,9% ao ano com isenção de IR.

Você pode conhecer a carteira completa, com esse e outros títulos recomendados por Lais,agora mesmo, pois a Empiricus Research está disponibilizando como cortesia o acesso gratuito ao portfólio.  

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Criptomoedas: próxima pernada pode acontecer em breve; sistema detecta oportunidade com potencial de até R$ 1 milhão

Depois de engatar uma série de valorizações recentes, o bitcoin (BTC) interrompeu o movimento e passou a cair, registrando recuo acima de 5% desde a última quarta-feira (18).

Com isso, uma questão recorrente entre investidores voltou à mesa: essa queda marca o início de um novo ciclo negativo ou representa apenas um respiro antes de novas altas?

Enquanto parte do mercado ainda tenta responder a essa pergunta, um sistema de investimento automatizado já aponta para o seguinte cenário: a formação de uma nova janela de valorização no mercado de criptomoedas.

Nessa “nova fase” das criptomoedas os investidores podem ter a oportunidade de buscar lucros capazes de transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão.

Ficar de fora desse movimento pode custar caro ao investidor

Valter Rebelo, head do departamento de criptomoedas da Empiricus, relembra que o mercado cripto passou recentemente por uma forte correção. Desde outubro, diversos ativos sofreram quedas relevantes.

Segundo ele, esse movimento deixou boa parte do mercado “descontado”. E historicamente, esse cenário costuma anteceder movimentos mais expressivos de alta.

Outro fator que pode influenciar esse cenário é o ambiente macroeconômico global. De acordo com o analista, qualquer sinal mais claro de desescalada das tensões geopolíticas ou melhora nas expectativas econômicas pode funcionar como gatilho para as criptomoedas.

Na prática, a possibilidade de uma nova disparada das criptomoedas já começa a aparecer. O especialista aponta que o sistema de investimento automatizado, que utiliza modelos desenvolvidos pela equipe, já começou a indicar a possibilidade de um novo movimento relevante no bitcoin. Este comportamento pode acabar puxando outras criptomoedas.

“A gente está vendo sinais de que o bitcoin pode iniciar um movimento de alta mais forte em breve. E, quando isso acontece, as criptos menores, especialmente as memecoins, tendem a acompanhar esse movimento”, afirma.

Esse efeito em cadeia não é novidade no mercado cripto. Historicamente, ciclos de alta do bitcoin costumam abrir espaço para valorizações ainda mais intensas em ativos menores, que apresentam maior volatilidade. Consequentemente, maior potencial de multiplicação.

Contudo, esse movimento pode ganhar força a qualquer momento. E por isso, o time de criptomoedas da Empiricus aponta que, se preparar agora é crucial, pois, “se a gente perder essa pernada, vamos ficar muito para trás”, alertam.

Foi justamente para que os investidores pudessem ter tempo hábil para se preparar que a equipe decidiu liberar novos logins do Memebot One Million.

Anote na agenda: em 23 de março,  Empiricus liberará novos acessos ao Memebot One Million

O Memebot One Million faz parte do ecossistema que detectou novas oportunidades em criptomoedas, com potencial de transformar R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão, que devem surgir em breve.

A ferramenta foi criada com o objetivo de identificar e executar operações com memecoins de forma automatizada. Para isso, ela buscar capturar oportunidades pontuais sem que o investidor precise acompanhar o mercado o tempo todo.

Ou seja, em vez de o investidor tentar “caçar” oportunidades manualmente, o sistema faz esse trabalho de forma automatizada.

Segundo Rebelo, a ideia é justamente não depender de timing humano para capturar movimentos rápidos. “A proposta é usar o robô para tentar operar esse movimento, seja ele de alta ou até mesmo de queda”, afirma.

Isso porque o sistema também pode operar em diferentes direções, buscando se adaptar às condições do mercado para tentar transformar um capital inicial de R$ 3,5 mil em até R$ 1 milhão ao longo do tempo, aproveitando justamente movimentos mais intensos do mercado cripto.

Naturalmente, é importante reforçar que não há garantia de lucro e que o mercado de criptomoedas envolve riscos, especialmente no caso das memecoins.

Ainda assim, a proposta da ferramenta é usar tecnologia e automação para tentar capturar oportunidades que, muitas vezes, passam despercebidas para quem opera manualmente.

Para apresentar a ferramenta e tentar garantir que os interessados tenham acesso a ela antes da nova pernada de alta das criptomoedas, a Empiricus vai realizar um evento online e gratuito, no dia 23 de março.

Ao final da apresentação, novos acessos ao Memebot One Million devem ser liberados. Mas atenção: essas vagas costumam ser disponibilizadas de forma limitada.

Então, se você quiser entender melhor como funciona o sistema que detectou essa nova janela no mercado cripto, inscreva-se gratuitamente para participar da apresentação.

QUERO APROVEITAR A PRÓXIMA ‘PERNADA’ DO MERCADO CRIPTO

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Tchau, Direcional (DIRR3): construtora dá lugar à ação que pode surfar queda da Selic e turbinar dividendos

A Carteira de Dividendos da Empiricus fechou fevereiro com valorização de 9,7%, desempenho 142% acima do registado pelo Ibovespa (4%) no mesmo período. Segundo Ruy Hungria, analista responsável pelo portfólio, além da seleção criteriosa dos ativos, o cenário externo também contribuiu para o resultado positivo.

Com o dólar em trajetória de enfraquecimento e o aumento das tensões geopolíticas no radar, investidores estrangeiros voltaram a direcionar recursos para mercados emergentes. Só nos dois primeiros meses do ano, o fluxo de capital vindo de fora já soma cerca de R$ 40 bilhões no Brasil.

Contudo, com a virada do mês e o impacto dos conflitos no Oriente Médio no cenário macroeconômico, as ações domésticas vão precisar de mais impulso que apenas o fluxo gringo para continuar subindo.

Assim, março começa com uma mudança importante na carteira de dividendos da casa. Depois de subir +17% em fevereiro, Direcional (DIRR3) deixará o portfólio. Segundo Hungria, a saída da ação faz parte de uma movimentação para capturar um dos principais gatilhos da bolsa em 2026.

Essa ação pode se beneficiar do início do ciclo de corte de juros

Março marca o início de um dos grandes gatilhos para o mercado em 2026, o ciclo de cortes da Selic. Segundo projeções do Focus, a expectativa é de que o Banco Central eleve a taxa para algo próximo de 12% a.a. até o fim do ano.

Nesse sentido, a saída da Direcional da carteira não tem relação com perda de qualidade: trata-se de um ajuste fino para capturar melhor o novo momento macroeconômico.

Isso porque o novo papel recomendado na carteira foi escolhido justamente pela “maior sensibilidade ao ciclo de corte de juros”, aponta Hungria.

Trata-se de uma companhia também do setor de construção civil, com forte presença no segmento de média e alta renda – característica que contribui para a sua qualidade operacional acima da média e demanda resiliente.

A incorporadora combina disciplina financeira, controle rigoroso de custos e foco em praças onde possui maior expertise operacional. Ruy ainda destaca sua estrutura de capital defensiva como um fator importante da tese, pois, mesmo sendo de um setor cíclico, isso a deixa preparada tanto para capturar a queda dos juros, quanto para atravessar cenários mais desafiadores.

Nesse sentido, a escolha da ação é um posicionamento para capturar a alavancagem operacional que pode surgir com a queda dos juros, e também uma escolha mais defensiva “em um cenário de desaceleração mais forte”, pontua Hungria.

Além disso, a ação segue descontada em relação aos pares.

Atualmente, a incorporadora negocia a 5,7 vezes o Preço sobre Lucro (P/L) estimado para 2026. Ou seja, há espaço para ganhar tanto com a valorização do preço, quanto com dividendos.

Segundo o analista, a ação tem um dividend yield estimado de 5,4% para 2026, um patamar atrativo para quem busca renda combinada com potencial de valorização.

Por esses motivos, o analista acredita que a ação é uma boa “substituta” para a Direcional (DIRR3) na Carteira de Dividendos deste mês. Contudo, ela não é a única que carrega esse tipo de potencial no momento.

GRÁTIS: CONHEÇA A AÇÃO QUE PODE SE BENEFICIAR DO CORTE DA SELIC

Veja a carteira completa de dividendos recomendada pela Empiricus para março

Apesar do desempenho positivo das ações brasileiras nos dois primeiros meses de 2026, os analistas da Empiricus apontam que o atual patamar do índice está em linha com a média histórica, e deixando espaço para novas reprecificações.

Ou seja, ainda há espaço para as ações domésticas subirem, impulsionadas por outros gatilhos no radar, além do corte da Selic:

  • Possíveis mudanças no ciclo político-econômico; e
  • Manutenção do fluxo de capital estrangeiro.

Nesse contexto, ações do setor de construção não são as únicas que podem se beneficiar. Os especialistas da casa apontam outros sete papéis, de diferentes segmentos, que podem entregar valorização e dividendos aos investidores neste momento.

A boa notícia é que você pode ter acesso ao portfólio completo de forma gratuita. Isso porque a Empiricus está liberando como cortesia a Carteira de Dividendos de março.

Além dos nomes e tickers de cada recomendação, o relatório detalha as teses, os riscos, os múltiplos e o potencial de cada ativo. Para liberar o seu acesso agora mesmo, basta clicar no botão abaixo:

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