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Após anunciar parceria com GTA 6, Netflix fecha dois estúdios de games

A Netflix decidiu reduzir novamente sua operação interna de games e anunciou o fechamento de dois estúdios responsáveis por projetos para a plataforma. A Night School, conhecida por Oxenfree e adquirida pela empresa em 2021, será encerrada, enquanto a Moonloot, de Helsinque, também será fechada.

A decisão acontece poucos dias depois de a Netflix anunciar uma parceria de destaque envolvendo GTA 6. Em 27 de agosto, a plataforma será responsável pela estreia inicial de Grand Theft Auto VI: An Extended Look, apresentação com gameplay estendido que também chegará posteriormente ao YouTube oficial da Rockstar Games e ao site de GTA 6.

O momento chama atenção porque a Night School lançou Unhinged há apenas seis semanas. O jogo de terror em primeira pessoa foi desenvolvido para ser transmitido diretamente pela Netflix em TVs e chegou a ser elogiado publicamente pelo co-CEO da companhia, Greg Peters, durante uma conversa com investidores.

Netflix fecha estúdios e reduz operação de games

Segundo informações do Game File, a Netflix afirmou que está reorganizando sua área de jogos para concentrar esforços em títulos infantis, jogos de festa, experiências guiadas por narrativa e projetos com apelo mais amplo. A companhia também confirmou cortes de empregos na equipe interna de games, mas não informou quantas pessoas serão afetadas.

A Night School foi fundada antes da aquisição pela Netflix e ganhou reconhecimento principalmente com Oxenfree, aventura narrativa sobrenatural premiada. Sob o comando da companhia, o estúdio também desenvolveu Oxenfree II: Lost Signals e um jogo mobile relacionado a um episódio de Black Mirror.

A mudança representa mais um recuo na estratégia de desenvolvimento interno da Netflix. Em 2024, a empresa encerrou a Team Blue, estúdio formado por veteranos de Call of Duty e Halo que trabalhava em um projeto de tiro em primeira pessoa de grande escala.

Em outubro do ano passado, a companhia também fechou a Boss Fight Entertainment, pouco depois de elogiar o trabalho do estúdio em Squid Game: Unleashed. Em dezembro, a Netflix vendeu a Spry Fox de volta aos seus fundadores, enquanto agora mantém a Next Games, também localizada em Helsinque, como seu principal estúdio interno dedicado a jogos.

Recentemente, a companhia também lançou um jogo de futebol em parceria com a FIFA, aproveitando a onda da Copa do Mundo. No entanto, apesar de o projeto ter sido revelado como um jogo em andamento, grande parte da equipe do estúdio por trás do game foi demitida.

Netflix muda estratégia para jogos

A estratégia da Netflix para games também mudou desde o início da iniciativa, em 2021. Depois de começar com jogos mobile oferecidos como benefício para assinantes, a empresa passou a investir em experiências transmitidas diretamente para TVs e PCs, com smartphones funcionando como controles.

O fechamento de estúdios indica uma preferência cada vez maior por trabalhar com desenvolvedoras externas, modelo semelhante ao adotado pela Netflix em filmes e séries. Ao mesmo tempo, a parceria com a Rockstar para a apresentação de GTA 6 mostra que a companhia continua interessada em usar jogos de grande apelo para fortalecer sua presença no mercado, mesmo reduzindo a quantidade de equipes próprias.

A parceria com a Rockstar também mostra uma relação crescente entre as duas companhias. Em 2024, a Netflix divulgou que os jogos da franquia GTA foram os mais baixados dentro do seu catálogo de games, movimentando milhões de downloads.

Até o momento, a Netflix não esclareceu o futuro de jogos como Oxenfree e outros games feitos pelos estúdios afetados pela nova decisão. Por enquanto, os títulos seguem disponíveis no PC, consoles e no catálogo do serviço de streaming. 

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Quanto custa montar um PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced?

A Ubisoft refez um dos seus melhores e mais bem avaliados games com Assassin's Creed Black Flag Resynced. O remake já está disponível para os computadores e pode fazer algumas placas de vídeo passarem mal ao subirem a bordo do navio. Mas quanto custa um PC para jogar o AC Black Flag Resynced?

O Voxel, como sempre, foi atrás das peças necessárias que você precisa comprar para se tornar um capitão pirata do século XVIII. Embora esteja pesadinho, não vamos precisar gastar tudo do nosso baú do tesouro para jogar com Edward Kenway mais uma vez enquanto exploramos Nassau e diversas ilhas.

Requisitos mínimos e recomendados para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced

Antes de seguir com a montagem, precisamos conversar sobre os requisitos mínimos desse jogo, e a Ubisoft foi bem conservadora. A companhia exige um Ryzen 5 3600 e uma GeForce GTX 1660 como o básico, além dos tradicionais 16 GB de RAM para rodar em 1080p com tudo no baixo.

Especificações de Assassin's Creed Black Flag Resynced (Imagem: Ubisoft/reprodução)

Há também uma predefinição de qualidade média que mantém o processador, mas sobe a placa de vídeo para uma RTX 3060 ou Radeon RX 6600 XT. Para Quad HD, que não é tanto nosso foco, a indicação pula para um Ryzen 5600X e até uma RTX 3080 e a nossa montagem vai se basear nessas especificações.

Processador

Como de costume, o ideal na hora de montar um PC gamer é sempre começar pelo processador, afinal de contas esse componente será o nosso capitão. Como os requisitos da Ubisoft já citam o Ryzen 5 5600, eu escolhi especialmente este modelo para integrar a máquina montada.

Vale notar que a companhia indica o modelo 5600X, mas ele é bem mais carinho. Por isso, vamos utilizar o Ryzen 5 5600 padrão. Este é um dos processadores recentes mais clássicos da AMD, junto ao saudoso Ryzen 5 3600X de algumas gerações passadas, e sempre está presente nas nossas indicações.

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Ryzen 5 5600 já vem com cooler incluso na caixa (Imagem: AMD/reprodução)

Em Assassin's Creed Black Flag Resynced, o Ryzen 5 5600 vai funcionar bem para quem deseja uma experiência equilibrada. O modelo utiliza 6 núcleos e apresenta um bom custo-benefício. Quem prefere a Intel pode escolher o Core i5-12400F, outro queridinho dos meus textos, e que tem uma performance basicamente idêntica.

Placa-mãe

Com a perpetuação da crise de memórias RAM e armazenamento, adquirir placas-mãe do soquete AM4 ficou mais complicado por conta da falta de estoque. No momento em que este texto foi elaborado, a Gigabyte B550M K desponta como um componente bem interessante para esta e outras montagens.

Única desvantagem dessa placa-mãe é não ter conector USB Tipo-C (Imagem: Gigabyte/reprodução)

Essa é uma mainboard básica, mas que tem todos os atributos que o gamer precisa para montar um PC maneiro. O modelo apresenta quatro slots para configurações de memória RAM e dois slots M.2 para SSD, sendo um de 4ª geração e outro de 3ª geração. Na traseira, há quatro portas USB 3.2 Gen 1.

RAM

Como diria aquela famosa música “Andou na prancha, cuidado o tubarão vai te pegar”, o preço da RAM vai te pegar. Mesmo com os altíssimos preços das memórias, os usuários vão precisar tirar o escorpião do bolso para conseguir adquirir, pelo menos, 16 GB de RAM voltados para os games.

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Gammix D35 é uma das melhores opções dos últimos meses (Imagem: XPG/reprodução)

A memória que escolhi é a XPG Gammix D35, uma vez que ela apresenta o menor valor entre as memórias encontradas no mercado. Esse modelo tem 3.200 MHz e é importante que o usuário adquira ela em dois pentes de 8 GB para formar os 16 GB. Isso assegura que o componente se comunicará melhor com o processador.

Armazenamento

Se com a RAM estava difícil, nosso PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced vai ficar ainda mais caro. Adquirir um bom armazenamento em 2026 é igual comercializar especiarias em Havana. Seja como for, não há muito para onde fugir, afinal de contas os games ficam cada vez mais pesados.

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Modelo Blaze da Redragon tem boas velocidades por um preço um pouquinho mais acessível (Imagem: Redragon/reprodução)

O remake de AC Black Flag pesa algo entre 52 e 62 GB nos PCs, mas esses números costumam aumentar conforme o tempo. Diante disso, o Redragon Blaze é uma opção barata na versão de 512 GB e opera com velocidade de leitura de 7.050 MB/s e taxa de escrita de 4.200 MB/s.

Placa de vídeo

Assim como um belo baú lotado de ouro, a placa de vídeo é o que todos querem para ter um bom PC. As últimas semanas foram de promoções em diversas lojas e alguns estoques ainda estão disponíveis, então essa pode ser a oportunidade perfeita para fingir ser um pirata e pilhar essa mercadoria.

Para Assassin's Creed Black Flag Resynced, eu indicarei a Radeon RX 9060 XT de 8 GB, em especial um modelo da Gigabyte. Esse componente possui três ventoinhas e um design sóbrio, sem iluminação RGB, mas conta com uma construção bem interessante, principalmente pelo preço que é ofertado.

Radeon RX 9060 XT da Gigabyte parece grande demais, mas mede menos de 30 cm e vai caber na maioria dos gabinetes (Imagem: Gigabyte/reprodução)

Nós já analisamos essa placa de vídeo aqui no Voxel e o modelo tem uma boa performance para rodar games em Full HD. No novo Black Flag, essa GPU deve conseguir uma jogatina acima de 60 FPS com as configurações altas e Ray Tracing ativado, então é uma boa pedida para colocar no seu carrinho.

Fonte de energia

Como o nosso PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced não consome tanta energia, a fonte de alimentação não será problema. A recomendação vai para a MSI MAG A650BN, um modelo vendido por preços muito baixos e com 650W de potência.

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MSI MAG A650BN tem um dos melhores preços de fontes de entrada do mercado (Imagem: MSI/reprodução)

Gabinete e periféricos

Há milhares de gabinetes disponíveis para compra, portanto não é fácil apontar um modelo específico para esse PC. O mesmo vale para periféricos como mouse, teclado e headset, que variam muito conforme a necessidade e o desejo do usuário.

Assim, você pode estipular um gasto adicional entre R$ 800 e R$ 1.000 para esses quatro componentes, além do monitor gamer — que geralmente custa na faixa dos R$ 1.000 em uma versão de 24 polegadas.

Quanto custa um PC para rodar Assassin's Creed Black Flag Resynced ?

Após o fim da montagem, o PC gamer para rodar e jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced custa R$ 5.325,97 no boleto bancário ou PIX, e até R$ 6.001,66 parcelado no cartão de crédito. Somados os custos de periféricos, o valor do computador com todos os acessórios pode beirar algo em torno dos R$ 6.800, dependendo das exigências do jogador.

Peças do PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced (Captura de tela: Felipe Vidal/TecMundo)

Para além de jogar o AC Black Flag, este PC conseguirá rodar qualquer game atual e os próximos lançamentos da indústria. A montagem é bem balanceada e entrega uma boa relação de custo-benefício para os próximos anos.

Onde comprar Assassin's Creed Black Flag Resynced?

Assassin's Creed Black Flag Resynced já está disponível para compra por meio das principais lojas de games, como Steam, Epic Games Store e Ubisoft Store. O game é vendido por R$ 299 na versão padrão, ou por R$ 349 na edição Deluxe.

Curtiu essa montagem? Esperamos que a recomendação das peças tenha sido útil para te ajudar a montar um bom PC para jogar Assassin's Creed Black Flag Resynced e outros games. Não esqueça de continuar ligado no Voxel para acompanhar outros artigos como esse e não perder as principais informações da indústria de jogos.

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8 dicas que podem melhorar qualidade de imagem da sua TV

Comprou um televisor de última geração que prometia experiência de cinema em casa, mas se decepcionou com a qualidade de imagem da TV? A boa notícia é que ajustes rápidos nas configurações do aparelho podem fazer diferença na hora de assistir seus programas favoritos e jogar.

Normalmente, a smart TV traz a configuração padrão de fábrica, com ajustes básicos para certos tipos de conteúdos. Isso significa que muitos dos principais recursos não estão habilitados no momento em que ela é ligada pela primeira vez. E se o usuário não ativá-los manualmente, vai lidar com imagens descalibradas.

Por que a imagem da TV pode parecer ruim?

Diferente dos aparelhos antigos que eram, basicamente, telas conectadas a uma antena, DVD player, decodificador ou dispositivo de streaming, as versões atuais são como computadores. Dessa forma, têm memória RAM, armazenamento interno, sistema operacional, apps e conectividade.

Como resultado, apresentam opções de configurações e ferramentas que muitas vezes você nem sabia que existiam. Ao deixar a configuração padrão ativada, o usuário pode se deparar com vários ruídos visuais mesmo tendo adquirido um equipamento caro e com especificações avançadas.

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Diversos fatores podem afetar a qualidade de imagem da smart TV. (Imagem: Pressmaster/Getty Images)

A qualidade da fonte de vídeo faz diferença?

Assim como as configurações de tela desajustadas, a fonte do sinal recebido afeta diretamente a qualidade da imagem exibida. Mesmo usando uma TV com resolução 4K recém-lançada, o usuário terá dificuldades ao assistir conteúdos gerados com baixa resolução.

O problema está no processo de upscaling do televisor, que consiste em “esticar” a imagem para preencher todos os pixels da tela. Isso acontece com vídeos muito antigos, conteúdos em padrão SD e ao reproduzir DVDs, resultando em imagens borradas ou quadriculadas.

A taxa de bits (bitrate), que representa a quantidade de dados transmitidos por segundo, é outro aspecto a ser observado, com níveis mais altos apresentando resultados melhores. O sinal fraco da antena digital e a baixa velocidade da internet, no caso de streaming, também contribuem para imagens ruins.

8 dicas para melhorar a qualidade de imagem da sua TV

Como melhorar a imagem da TV? Listamos, a seguir, 8 ajustes nas configurações da smart TV que podem fazer a diferença em busca da imagem perfeita.

1. Desative a suavização de movimento

Esse recurso, chamado de TruMotion, Motion Clarity ou Motion Flow, dependendo da marca, gera quadros artificiais entre as cenas para fazer os movimentos parecerem suaves. O resultado é conhecido como “efeito novela” e afeta a qualidade visual original de filmes e outros conteúdos.

Para desativá-lo, acesse o menu “Imagem” na TV e procure a funcionalidade na opção “Configurações avançadas”. É recomendável a desabilitação completa para filmes e programas e ajustá-la para o nível mais baixo em esportes, se disponível, como destaca o The New York Times.

2. Selecione o modo de TV adequado

Modos de exibição como Vívido, Dinâmico, Esporte e Eco, entre outros, são encontrados em praticamente todos os televisores modernos. No entanto, deixam a imagem brilhante demais, excessivamente processada ou bloqueiam ajustes avançados para economizar energia, atrapalhando o desempenho.

O ideal é ajustar conforme o programa em exibição e as condições do ambiente, acessando as configurações pelo controle remoto. Ao ver filmes, o modo Cinema ou Filme é uma boa escolha, enquanto o Padrão combina com ambientes iluminados e o Jogo se adapta bem quando um console é plugado.

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As melhores configurações para smart TV são acessadas por meio do controle remoto. (Imagem: M-Production/Getty Images)

3. Ajuste o brilho e o contraste

A configuração padrão dos televisores geralmente inclui níveis altos de brilho que causam cansaço visual e deixa as cenas escuras sem nitidez. Dessa forma, é interessante ajustar essa opção para detalhes visíveis em cenários escurecidos sem fazer a tela brilhar como uma lâmpada.

Já o contraste, que se refere às partes claras da imagem, deve estar equilibrado. Alguns modelos têm um recurso chamado Contraste Dinâmico que causa mudanças bruscas durante a reprodução do conteúdo atrapalhando a visualização e por isso a recomendação é desativá-lo.

4. Configure a proporção da tela

Entre as melhores configurações para smart TV, também vale ter atenção com a proporção da tela. Dependendo do tamanho escolhido ou do ajuste feito pela fonte do conteúdo, a imagem pode aparecer cortada, esticada ou achatada, levando a uma experiência ruim de visualização.

A função, conhecida ainda como Tamanho da Imagem, oferece alternativas como 16:9 (widescreen), padrão para transmissões da TV aberta e streaming, 4:3 (formato quadrado das TVs antigas) e 21:9 (ultrawide, usado no cinema). Escolha aquela que não resulte em cortes ou distorções, testando cada uma.

5. Verifique as portas HDMI e a qualidade do cabo

Por mais que o televisor tenha várias conexões HDMI, é possível que nem todas sejam iguais, tecnicamente falando. Uma delas pode ser compatível com taxa de atualização mais alta e fazer diferença ao ligar um console de videogame se a TV permitir alterar a configuração.

As portas também podem suportar recursos extras, contribuindo para uma melhor calibração de imagem ou áudio aprimorado. Dessa forma, verifique se as conexões são diferentes e, se necessário, invista em um novo cabo HMDI certificado para extrair o máximo da capacidade da tecnologia.

6. Use uma conexão cabeada

Como a qualidade da internet afeta a imagem ao reproduzir conteúdos via streaming, conectar a smart TV ao roteador via cabo é outra estratégia essencial. Em geral, a conexão com fio é mais estável, tem maior constância de velocidade e menos latência.

Para jogar online e assistir streaming em alta qualidade, prefira a conexão via cabo Ethernet (RJ45), se disponível, ou use um adaptador USB para Ethernet. A abordagem também libera largura de banda do Wi-Fi para smartphones, PCs e outros dispositivos, melhorando a conectividade sem fio nesses aparelhos.

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A velocidade e a estabilidade da internet também impactam a qualidade de imagem no caso de conteúdos online. (Imagem: Toa55/Getty Images)

7. Ative o HDR

Para quem está em dúvida sobre como deixar TV com imagem mais nítida, outra sugestão é ativar o High Dynamic Range (HDR). Ideal para cenas extremamente claras ou escuras, a tecnologia objetiva oferecer uma combinação de cores mais próxima à qual os olhos enxergam.

O recurso torna mais realistas as cenas com explosões, reflexos, luzes, céu e tons escurecidos, entre outras combinações, além de melhorar a profundidade visual em jogos e a reprodução de fotos. Mas é essencial que o conteúdo em exibição seja compatível com HDR e o televisor tenha brilho alto para bons resultados.

8. Verifique a distância para assistir TV

Uma simples mudança no local de instalação, deixando o aparelho à distância correta do sofá ou da cama, pode ser tão útil quanto os ajustes de configuração para melhorar a qualidade de imagem da TV. A tática reduz elementos de fundo para maior imersão e permite ver toda a tela sem forçar a vista.

Embora não exista uma regra específica, recomenda-se multiplicar o tamanho da tela por 1,2 para descobrir a distância mínima. E se o cômodo for muito pequeno, impedindo as adaptações, uma boa alternativa talvez seja optar por uma TV de tamanho diferente.

Antes de terminar, trazemos uma dica extra: atualizar o sistema operacional quando disponível e reiniciar a smart TV ocasionalmente, possibilitando acessar novos recursos e aprimorar a segurança.

Curtiu o conteúdo? Siga no TecMundo e descubra quais são os modelos de TV mais vendidos na Amazon para ver a Copa do Mundo.

© demaerre/Getty Images

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'Me odiavam, olhe para eles agora': Trump tira sarro de Zuckerberg e Bezos em livro

Um novo livro publicado nos Estados Unidos com bastidores da nova administração de Donald Trump refletiu também na indústria da tecnologia. Vários executivos de grandes empresas foram mencionados durante a obra.

De acordo com a publicação, figuras como Mark Zuckerberg (cofundador e CEO da Meta) e Jeff Bezos  (fundador, antigo CEO e ainda acionista da Amazon) são consideradas bajuladoras pelo presidente, que chegou a tirar sarro da situação com outro envolvido no setor: o agora trilionário Elon Musk.

O livro em questão é Regime Change: Inside the Imperial Presidency of Donald Trump (ou Mudança de Regime: Por dentro da Presidência Imperial de Donald Trump, em tradução livre para o português) e não tem qualquer informação sobre um eventual lançamento no Brasil.

Com lançamento previsto para esta terça-feira (23), ele foi escrito por Maggie Haberman e Jonathan Swan, jornalistas do The New York Times especializados na cobertura política do país. A Casa Branca chegou a ser contatada por sites como o The Next Web, mas não comentou as alegações da obra, que não revela quais foram as fontes dos relatos.

A relação entre Trump e os empresários

Segundo o livro, que traz relatos detalhados de conversas e acontecimentos após a vitória presidencial em 2024, Zuckerberg  e Bezos foram as principais figuras do meio a parabenizarem o político pela vitória.

  • Em Mar-a-Lago, residência oficial de Trump, ele teria mostrado mensagens de texto da dupla para Elon Musk — até então bastante amigo do presidente e com um cargo oficial no governo. "Pense em onde esses caras estavam em 2016. Eles me odiavam... E olhe para eles agora", teria dito o político. O CEO da SpaceX teria respondido que essa é uma "submissão de primeira classe".
  • Em outra ocasião, Trump chegou a citar para mais de uma pessoa que os executivos estavam "beijando o traseiro" dele, expressão que em inglês é o equivalente à bajulação excessiva. "Vocês não acreditariam nas mensagens que recebi desses caras da tecnologia", mencionou.
  • A obra conta até mesmo quais foram as reações. Zuckerberg teria enviado uma foto de uma carta escrita por um dos filhos do empresário, dizendo que estava empolgado pela "era de ouro da América".
  • Já Bezos teria até criticado o próprio jornal para Trump, o The Washington Post, citando que as pessoas "não o escutam".

A amizade dos executivos com Trump encontra explicações em uma série de interesses das empresas de tecnologia. Vários deles estiveram presente inclusive na cerimônia de posse do político e nomes com Tim Cook compareceram até à pré-estreia do documentário Melania, sobre a vida e a rotina da primeira-dama.

Temas de interesse dessas figuras influentes do Vale do Silício poderiam incluir pedidos para uma regulamentação mais flexível de redes sociais e IA, além de resultados favoráveis em investigações de órgãos federais.

Nomes como Bezos também buscam contratos governamentais para serviços como modelos de linguagem ou exploração espacial, por exemplo, enquanto CEOs do setor de eletrônicos tentam evitar crises e até tarifas por fabricarem produtos no exterior.

Qual celular de verdade é o Trump Phone, aparelho misterioso vendido pela família de Trump? Descubra nesta matéria.

© Samuel Corum/Getty Images

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Nuuvem anuncia pré-venda de GTA 6 com parcelamento: "Meu GTA, Minha Vida"

Na semana passada, a Rockstar Games confirmou que a pré-venda de GTA 6 começa nesta quinta-feira (25), nas lojas digitais e em varejistas selecionados. A Nuuvem, plataforma brasileira de venda de jogos, já se prepara para o grande lançamento e está oferecendo gift cards da PS Store e Xbox Store como forma de garantir o jogo com condições facilitadas de pagamento.

Entre as vantagens da compra pela Nuuvem, estão o parcelamento em até 6 vezes sem juros (ou de 7x a 12x com acréscimo), além de opções via PIX e boleto. A plataforma também oferece cashback para descontos em jogos futuros e cupons promocionais para os compradores.

A iniciativa da Nuuvem chega em um momento estratégico — com a pré-venda de GTA 6 marcada para esta semana e o lançamento do jogo previsto para 19 de novembro no PS5 e Xbox Series X|S.

Como funciona a compra com gift card na Nuuvem?

O processo de compra via gift card na Nuuvem foi desenhado para ser simples e sem riscos para a conta do jogador. A plataforma não trabalha com chaves de terceiros ou marketplaces paralelos — tudo é feito por canais oficiais parceiros da Take-Two, Sony e Microsoft.

O processo acontece em quatro etapas: primeiro, o jogador escolhe o valor do gift card correspondente à edição de GTA 6 desejada, para PS5 ou Xbox. Em seguida, finaliza a compra pelo método preferido — parcelado, PIX ou boleto.

Após a confirmação do pagamento, o código é disponibilizado diretamente na conta Nuuvem do comprador, e então é só resgatar o crédito na PlayStation Store ou Microsoft Store para concluir a pré-venda.

  • 1 - Escolha o Gift Card
    • Selecione o valor da edição do GTA 6 que você quer (PS5 ou Xbox).
  • 2 - Finalize a compra
    • Pague em 6x sem juros (ou 7x a 12x com acréscimo), PIX ou boleto.
  • 3 - Receba o código
    • Código direto na sua conta Nuuvem assim que o pagamento for confirmado.
  • 4 - Resgate a pré-venda
    • Use o crédito na PlayStation Store ou Microsoft Store e faça a pré-venda.

A compra via gift card é descrita pela própria plataforma como "a forma oficial mais barata de comprar jogos AAA no Brasil". O jogador paga em reais, dentro de uma loja parceira oficial, e resgata em uma loja certificada — sem riscos de bloqueio de conta ou problemas com chaves de procedência duvidosa.

Para quem pretende garantir GTA 6 na pré-venda e prefere distribuir o valor em parcelas, a modalidade oferece uma alternativa acessível sem abrir mão da segurança de uma transação oficial.

A Nuuvem é confiável para comprar GTA 6?

A Nuuvem opera no Brasil desde 2011 e já atendeu mais de 4 milhões de jogadores, com um portfólio de mais de 440 publishers parceiras — entre elas a própria Take-Two, a Sony e a Microsoft. Os gift cards comercializados na plataforma são oficiais e resgatados diretamente nas lojas das fabricantes.

A reputação da empresa é respaldada por indicadores públicos: a Nuuvem conquistou o Prêmio Reclame Aqui em 2021 e 2024 e mantém avaliação de 4,7 estrelas no Trustpilot. O atendimento ao cliente é feito por equipe humana em português, via chat e e-mail.

Para os jogadores brasileiros que buscam uma alternativa segura e parcelada para garantir GTA 6 na pré-venda, a plataforma se apresenta como uma opção dentro do ecossistema oficial das lojas digitais de console.

Quanto custa GTA 6?

A Rockstar ainda não revelou os preços oficiais de GTA 6. Rumores do insider DetectiveSeeds indicam que haverá seis formas de comprar o jogo na pré-venda, entre versões digitais, físicas e bundles de console.

"Posso afirmar que haverá seis formas de comprar o jogo na pré-venda: três digitais/físicas, que são os tipos de compra mais comuns; uma mais rara, com itens específicos; e duas vinculadas aos consoles (Pro e padrão), com um código digital para download", afirmou o insider. As edições principais seriam possivelmente Standard, Deluxe e Premium, além de uma quarta versão de colecionador.

Com base nas especulações da comunidade e de analistas do mercado, os valores devem variar entre US$ 60 e US$ 80 conforme a edição escolhida. A Take-Two afirmou apenas que o preço será "justo" para os jogadores, sem confirmar números até o momento — o que deve mudar com a abertura oficial da pré-venda nesta quinta (25).

Você vai garantir GTA 6 na pré-venda pela Nuuvem? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Warner anuncia filme de Thundercats e não se intimida com flop de He-Man

Apesar de a Amazon MGM ter falhado em suas intenções de reviver He-Man com o filme recente de Mestres do Universo, a Warner Bros. pretende dar uma nova chance a outro desenho de sucesso dos anos 1980. Nesta segunda-feira (22), a empresa confirmou que vai seguir em frente com a produção de um longa dos Thundercats.

Durante o Festival de Annecy, a companhia confirmou que Lion e seus companheiros vão retornar na forma de um filme animado. No entanto, ele não deve substituir a adaptação live action da série, que continua em desenvolvimento e vai ter direção de Adam Wingard (Godzilla e Kong: O Novo Império).

O que esperar do novo filme dos Thundercats?

A ‘THUNDERCATS’ movie is in the works at Warner Bros Animation.

Revealed at #AnnecyFestival pic.twitter.com/6CdkF5e1W0

— DiscussingFilm (@DiscussingFilm) June 22, 2026

Segundo o anúncio feito nesta segunda-feira, o novo projeto dos Thundercats é responsabilidade da Warner Bros. Animation. Enquanto uma data de estreia não foi divulgada, a expectativa é que o título deve chegar aos cinemas antes da versão live action da série.

  • A empresa não confirmou a premissa do filme, tampouco quais serão seus personagens ou equipes criativas;
  • O longa com Wingard foi anunciado em 2021, mas segue sem novidades desde 2024;
  • A produção mais recente da franquia foi ThunderCats Roar, que estreou em 2020;
  • O show foi uma espécie de reboot da série, que apostou em elementos de comédia para se destacar;
  • Ele foi uma das “vítimas” da gerência de David Zaslav no comando da Warner e acabou sendo removido do streaming HBO Max e das redes do Cartoon Network em 2022.

Apesar de a série original de Thundercats ter feito sucesso e recebido 130 episódios, as tentativas de revivê-la não tiveram o mesmo destino. Antes de Roar, o Cartoon Network chegou a lançar uma série renovada em 2011, mas ela acabou sendo cancelada após uma única temporada.

Retorno de Thundercats é esperado há tempos

Conforme explica o ComicBook, o anúncio feito pela Warner Bros. esta semana é o mais recente de um longo histórico de supostos retornos da série. Em 2007, a empresa chegou a contratar Jerry O’Flaherty para dirigir um filme com roteiros de Paul Sopocy, que acabou nunca saindo do papel.

No entanto, um vazamento que circula pela internet mostra os testes de computação gráfica do título. Ele mostra que a ideia da companhia na época era apostar em uma animação com traços realistas, que acompanharia as aventuras de uma versão jovem do protagonista Lion-O.

Ao apostar em uma animação de Thundercats antes de um filme live action, a Warner Bros. se mostra mais cuidadosa do que a Amazon MGM em sua tentativa de dar novo fôlego a He-Man. Apesar de ter um orçamento estimado em mais de US$ 200 milhões, o novo filme do Mestres do Universo só conseguiu US$ 101 milhões na bilheteria global até o momento e já pode ser considerado um fracasso comercial.

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© Divulgação/Warner Bros.

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Chainsaw Man ganha trailer com cenas inéditas do Arco dos Assassinos

Finalmente os fãs de Chainsaw Man podem comemorar a chegada de novidades. Após sua temporada de estreia ter sido lançada em 2022, o anime ganhou uma continuação apenas em 2025 com o filme Arco de Reze, que entregou uma animação de qualidade mas pouco desenvolvimento para os personagens queridos.

Na última sexta-feira (19), o estúdio Mappa, responsável pelo anime, comemorou seus 15 anos e aproveitou para lanças diversos anúncios sobre suas produções. Dentre eles, o trailer inédito da 2ª temporada de Chainsaw Man, ainda sem data de estreia confirmada. Confira o trailer abaixo e a previsão de estreia do anime!

Trailer da 2ª temporada de Chainsaw Man

O trailer não revela muito sobre o enredo, mas é possível observar algumas confirmações já previstas e esperadas sobre os personagens.

  • A próxima  temporada de Chainsaw Man vai adaptar o Arco dos Assassinos do mangá;
  • O trailer confirma a presença dos personagens centrais Aki e Power, que completam o trio principal com o protagonista Denji;
  • O arco tem como trama central a busca pelo “coração” de Denji, formado pelo demônio Pochita desde o primeiro episódio do anime;
  • A misteriosa Makima continua sendo uma personagem poderosa na narrativa;
  • A temporada vai introduzir também novos personagens como Quanxi e Papai Noel, também presentes no trailer;
  • Não fica claro como os eventos do Arco da Reze impactarão nessa nova fase.

Quando estreia Chainsaw Man?

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アニメ『#チェンソーマン 刺客篇』制作決定!
ティザービジュアル公開!
                ◤◤◤◤

デンジの心臓を狙う刺客たちの姿も・・・!
続報をお楽しみに!

🎥ティザーPV▷https://t.co/yGfbreykWr
公式サイト▷https://t.co/TasRrfCb0e

#chainsawman pic.twitter.com/i6NCQzEhtW

— チェンソーマン【公式】 (@CHAINSAWMAN_PR) December 21, 2025

Para a decepção dos fãs, o trailer ainda não confirma a data de estreia da produção. Entretanto, é provável que seu lançamento se dê no primeiro semestre de 2027. A adaptação do Arco dos Assassinos foi confirmada em dezembro durante a Jump Festa 2026.

O mangá de Chainsaw Man foi encerrado recentemente, em março deste ano. Seu primeiro capítulo foi lançado em 2018, com o 26º representando a última edição da história.

 

 

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Dia D: O filme de Steven Spielberg tem alguma base real? Conheça os casos que inspiraram a história

O quão real é o filme Dia D? Steven Spielberg, responsável por clássicos como Contatos Imediatos de Terceiro Grau, E.T. O Extraterrestre e Jurassic Park, recentemente lançou seu mais novo filme de ficção científica com temática extraterrestre – Dia D (Disclosure Day). Algumas cenas levantaram uma pulga atrás da orelha de quem acompanha o tema de ufologia: afinal, tem alguma coisa de verdade ali?

Antes de continuar o assunto, atenção: este texto contém spoilers da história de Dia D. Se você ainda não assistiu ao filme, recomendo salvar essa matéria e voltar depois para ler.  

O presidente e o comediante

Na trama, a humanidade está prestes a descobrir detalhes sobre a revelação de vida inteligente fora da terra, porém, uma empresa privada tenta impedir que os segredos vazem para o público. Nesses segredos estão não só provas da existência de OVNIs, mas também arquivos que revelam que a humanidade torturava e fazia engenharia reversa com algumas tecnologias alienígenas.

Cena onde o Presidente Nixon leva o comediante para visitar corpos extraterrestres.

Numa certa cena do filme, aparece a imagem do ex-presidente Richard Nixon mostrando alguns corpos extraterrestres para alguma personalidade famosa. No caso, isso foi baseado num possível acontecimento real: a tal personalidade é Jackie Gleason, um comediante e entusiasta sobre ufologia que, segundo relatos de sua ex-esposa num livro biográfico, realmente foi convidado pelo ex-presidente para ver os corpos na Base Aérea de Homestead.

Quedas de discos voadores

Outra coisa baseada em possíveis fatos reais são as quedas de OVNIs: no final do filme, diversos arquivos são revelados ao público, entre eles estão os de Roswell e o de Kecksburg. Roswell é um dos casos mais famosos da ufologia, onde teoricamente militares americanos teriam resgatado pedaços de uma nave extraterrestres do acidente. Porém, o de Kecksburg, na Pensilvânia, ganha mais destaque no filme: ali, além da queda de um objeto voador, alienígenas teriam sido resgatados vivos dos destroços, para depois serem estudados por cientistas. Uma das partes mais tocantes do filme.

Modelo do OVNI de Kecksburg. Imagem: festivalguidesandreviews.com

Durante a divulgação do filme, Spielberg disse em entrevista ao Fantástico que conhecia também o caso do ET de Varginha – um dos episódios ufológicos mais famosos do mundo. Em janeiro de 1996, três adolescentes alegam ter visto uma criatura com aparência não humana num terreno baldio na cidade de Varginha, Minas Gerais. A súbita aparição de militares e o silêncio de autoridades fazem com que este, junto da Operação Prato, seja um dos casos mais emblemáticos envolvendo possíveis aparições extraterrestres no Brasil.

Os denunciantes (whistleblowers)

Em 2023, durante a produção do filme, David Grusch, um ex-oficial de inteligência da Força Aérea dos EUA veio a público afirmar que o governo dos EUA possui naves de origem extraterrestre guardadas intactas e outras parcialmente destruídas há décadas, além de materiais biológicos de origem "não humana" recuperados nos locais das supostas quedas dessas naves.

David Grusch durante delação. Imagem: Tom Williams/AP

Segundo ele e outros delatores, o governo usa engenharia reversa nas naves para aprender não só como a suposta tecnologia extraterrestre funciona, como também aplicá-la em armas e aeronaves americanas. Embora o militar não tenha apresentado tais provas por segurança própria, ele disse que poderia as apresentar em um ambiente fechado para algumas pessoas.

Arquivos do Pentágono

Embora tenham sido liberados após a produção do filme, vale também mencionar os arquivos de UAPs: em 2026 o Pentágono levou a público diversos arquivos – até então secretos – de UAPs (Fenômenos Aéreos Não Identificados). Nos vídeos, é possível observar diversas aparições desses objetos em diversos lugares do mundo, como Irã, México e Estados Unidos, além de supostos avistamentos na Lua, durante a Missão Gemini, da NASA.

Embora nenhum dos arquivos prove que realmente exista vida inteligente fora da terra, é de se notar que alguns fenômenos dos arquivos não são fáceis de explicar. Nós temos uma matéria onde selecionamos os vídeos e fotos destes arquivos que mais chamaram a atenção, você pode visualizar aqui.

Spielberg disse em entrevista que fez o filme pensando em não só levar a sério o depoimento de pessoas que podem ter visto tais fenômenos, mas também para mostrar como um Dia da Revelação poderia fazer com que a humanidade se juntasse novamente, acabando com guerras e que juntos, descobrissem o maravilhoso no desconhecido.

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10 dicas que você precisa saber antes de jogar Forza Horizon 6

Forza Horizon 6 chegou ao mercado em meados de maio de 2026 carregando consigo uma das polêmicas mais comentadas do ano, mas também se provou um ótimo lançamento da franquia. O título da Playground Games leva o festival Horizon para o Japão, com o maior mapa da franquia até hoje, mais de 550 veículos e sistemas que vão muito além das corridas tradicionais.

O jogo equilibra exploração de mundo aberto, personalização profunda de carros tunados e eventos variados. Para quem nunca pisou no acelerador de um Forza Horizon antes, a curva inicial pode intimidar. Para os veteranos, há nuances que fazem diferença na hora de ganhar créditos e subir de nível mais rápido.

Se você quer uma análise completa do jogo, o Voxel já publicou um review dedicado. Aqui, o foco é para quem já decidiu ingressar no festival.

Forza Horizon 6 mostrando um Honda Civic Type R azul em cenário inspirado no Japão
A grande variedade de carros é um dos destaques de Forza Horizon . (Fonte: Reprodução/Microsoft)

Forza Horizon 6 vazou antes do lançamento

Cerca de dez dias antes da data oficial, uma build completa de Forza Horizon 6 vazou pela Steam sem proteção DRM. Jogadores de todo o mundo passaram a postar capturas de tela e gameplay antes do tempo.

O vazamento foi confirmado pela Playground Games. Em seguida, anunciou punições em dois níveis: banimento de toda a franquia Forza e banimento de hardware (HWID). Nem mesmo reinstalar o Windows removia a suspensão.

10 dicas para aproveitar melhor Forza Horizon 6

1. Aproveite os eventos de temporada

O lançamento oficial de Forza Horizon 6 deu vida aos eventos de temporada. O jogador pode concluir desafios diários e semanais para acumular créditos, principalmente para maximizar o dinheiro feito no jogo logo no começo do festival.

2. Tire uma foto no início de cada corrida

Assim como nos títulos anteriores, Forza Horizon 6 recompensa jogadores que fotografam os carros do jogo. O hábito de abrir o modo foto logo na largada e registrar os veículos na linha de partida é simples e rende recompensas extras ao longo do tempo. Faça disso uma rotina desde o começo.

3. A corrida está difícil demais? Altere a dificuldade a qualquer momento

Tal como nos jogos anteriores, Forza Horizon 6 permite ajustar a dificuldade das corridas a qualquer momento. Reduzir a dificuldade de uma disputa pode permitir que você avance na campanha, mas você ganha menos pontos ao ganhar. Use com sabedoria e moderação, para não deixar o jogo fácil demais.

4. Verifique sua coleção de carros com frequência

Conforme você vence eventos e completa desafios pelo Japão, recompensas são acumuladas no Diário de Coleção, mas não aparecem automaticamente no seu inventário. É preciso acessar o menu do Diário e resgatar manualmente. Créditos, carros rápidos e sorteios ficam parados lá até você abrir.

5. Aproveite as Músicas de Habilidade para acumular pontos rapidamente

Periodicamente, enquanto você explora o mundo aberto, uma rádio toca uma Música de Habilidade. Durante esse período, os pontos de habilidade acumulados são multiplicados, permitindo combos gigantescos. Assim que a música começar, pegue um carro rápido com boa performance em terreno off-road, faça drifts e saltos.

Carro esportivo personalizado em Forza Horizon 6 estacionado em jardim tradicional japonês cercado por árvores
As Músicas de Habilidade podem garantir pontos extras. (Fonte: Reprodução/Microsoft)

6. Gerencie bem o seu dinheiro – venda o que não usa e aproveite descontos no mapa

Desde o começo do jogo, você pode vender os carros que não usa com frequência para acumular mais dinheiro. Essa grana acumulada pode ser gasta para comprar veículos novos, mas saiba pechinchar: existem descontos espalhados pelo mapa que colocam modelos caros com preços bem mais tentadores.

7. Experimente os carros

Forza Horizon 6 oferece um catálogo com centenas de veículos diferentes, e é uma boa ideia aproveitá-los. Mesmo dentro de uma mesma categoria, veículos podem ter características distintas e oferecer uma experiência melhor para uma determinada corrida ou percurso.

8. Explore para encontrar corridas de rua e carros do mercado paralelo

Parte do conteúdo de Forza Horizon 6 não aparece no mapa até você encontrá-lo fisicamente. As corridas de rua, frequentemente ambientadas à noite pelas ruas de Tóquio, só são reveladas quando você passa pelo ponto de ativação. Os carros do mercado paralelo também funcionam assim: ficam estacionados pelo mapa, já com upgrades pré-instalados e a preço mais baixo do que na loja.

Veículo clássico descendo uma montanha nevada em Forza Horizon 6 com paisagem ampla ao fundo
O Mercado Paralelo pode ter opções interessantes para compor sua garagem. (Fonte: Reprodução/Microsoft)

9. Compre casas para desbloquear bônus permanentes

Ao longo do Japão, é possível adquirir casas que oferecem vantagens passivas. Uma delas libera um sorteio gratuito diário; outras aumentam os créditos ganhos em determinados tipos de evento. São investimentos que se pagam com o tempo, especialmente para quem está tentando acumular créditos mais rápido no início.

10. Use o Modo Drone como ferramenta de exploração

O Modo Drone do jogo vai além do registro visual. O dispositivo ser movimentado livremente ao redor do carro e usada para vasculhar os arredores em busca de celeiros ou outros segredos. Em vez de depender apenas do mapa ou do seu carro, usar o drone pode poupar tempo significativo na exploração do ambiente.

Garagem de madeira em meio à floresta exibida como propriedade do jogador em Forza Horizon 6
Há celeiros escondidos com carros valiosos, e é mais fácil encontrá-los com o drone. (Fonte: Reprodução/Microsoft)

Quer saber se Forza Horizon 6 vale o seu tempo e o seu dinheiro? Confira a análise completa do jogo no Voxel e fique por dentro de tudo que rola no mundo dos games.

© Microsoft/Divulgação

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Forza Horizon 6 impressiona na acessibilidade visual, mas fica atrás de Motorsport para jogadores cegos

Se existe um lugar que os fãs de carros sonham em visitar, esse lugar provavelmente é o Japão. Entre ruas iluminadas por néons, estradas montanhosas sinuosas e uma cultura automotiva que inspirou gerações de entusiastas ao redor do mundo — e alguns espectadores que assistiram Velozes e Furiosos: Desafio em Tóquio vezes demais — o país finalmente se torna o palco principal de Forza Horizon 6.

O novo título da Playground Games leva a tradicional fórmula de mundo aberto da franquia para sua ambientação mais aguardada pelos fãs. Com centenas de veículos licenciados, uma campanha focada na ascensão de um piloto novato dentro do Festival Horizon e um mapa que promete combinar áreas urbanas densas com paisagens rurais, o jogo busca entregar uma das experiências mais ambiciosas da série até agora.

Mas, em meio aos roncos dos motores, às curvas fechadas e à celebração da cultura automotiva japonesa, existe uma questão que vem ganhando cada vez mais importância dentro da indústria: quem pode participar dessa experiência?

Nos últimos anos, a Microsoft tem se destacado por tratar acessibilidade como parte essencial do desenvolvimento de seus jogos, e Forza Horizon 6 parece seguir essa mesma direção. Antes mesmo do lançamento, a comunicação oficial do título já deixa claro que a equipe pretende tornar o Festival Horizon mais acolhedor para diferentes perfis de jogadores.

Afinal, um mundo aberto desse tamanho só alcança todo o seu potencial quando mais pessoas conseguem explorá-lo. E é justamente nesse aspecto que Forza Horizon 6 chama a atenção para quem acompanha a evolução da acessibilidade nos videogames.

Antes de começar, gostaria de ressaltar que a acessibilidade é uma experiência individual e pode funcionar de maneiras diferentes para cada pessoa. As observações apresentadas nesta análise refletem minhas impressões pessoais como uma pessoa com baixa visão durante o período de testes. Meu objetivo não é determinar se o jogo é ou não acessível para todos os públicos, mas destacar os recursos presentes e discutir como eles contribuem para tornar a experiência mais inclusiva para diferentes perfis de jogadores.
 

Interface e primeiras impressões

Logo nos primeiros minutos de Forza Horizon 6 fica evidente que a Playground Games dedicou bastante atenção à acessibilidade. O jogo oferece uma quantidade impressionante de opções de personalização e praticamente todas as categorias importantes possuem algum tipo de ajuste voltado para inclusão.

Entretanto, a primeira impressão também revela uma limitação importante para jogadores cegos.

Diferentemente de alguns títulos recentes que ativam recursos de acessibilidade automaticamente durante a primeira execução, o leitor de tela de Forza Horizon 6 não inicia ligado. Ao abrir o jogo pela primeira vez, o jogador é recebido apenas pela música do menu principal e pelos elementos visuais da interface.

Existe uma opção para acessar as configurações de acessibilidade logo nessa tela inicial, mas o jogador precisa descobrir isso sozinho. Somente após pressionar o botão correspondente o leitor de tela é ativado e passa a narrar os menus normalmente.
 

Na prática, isso significa que um jogador cego provavelmente precisará de ajuda externa durante esse primeiro contato com o jogo. Considerando o nível de acessibilidade encontrado no restante da experiência, essa decisão parece estranha. Uma solução mais amigável seria iniciar o leitor de tela automaticamente na primeira execução e permitir que o jogador optasse por desativá-lo posteriormente.

Felizmente, após superar essa barreira inicial, a experiência melhora consideravelmente.
 

Leitor de tela

Uma vez ativado, o leitor de tela demonstra um nível de implementação bastante robusto.
Durante meus testes, ele foi capaz de narrar menus, categorias, descrições de configurações e diversas informações importantes da interface. Também gostei de ver que o sistema recebeu localização completa para português, algo que ainda não é tão comum quanto deveria na indústria.

A personalização também merece destaque. O jogador pode escolher entre diferentes vozes, ajustar velocidade, tom e volume da leitura, além de configurar quais informações devem ser narradas durante as corridas.

Esse nível de controle ajuda a adaptar a experiência para diferentes perfis de usuários, especialmente aqueles que dependem do recurso por longos períodos. 
 

Infelizmente, nem tudo funciona perfeitamente. Em alguns momentos da minha jogatina, o leitor simplesmente deixava de narrar determinadas áreas dos menus sem qualquer motivo aparente. Não consegui identificar exatamente o que causava o problema, mas encontrei situações em que a leitura era interrompida temporariamente.

Também existem limitações em algumas áreas específicas do jogo. O mapa do mundo aberto, por exemplo, não narra adequadamente os nomes das localidades, atividades ou eventos disponíveis.

Por se tratar de um jogo focado em exploração, essa ausência acaba sendo sentida.
 

Felizmente existe uma alternativa parcial. Ao pressionar a seta para baixo do controle, o jogador pode acessar rapidamente uma lista contendo as missões mais importantes para avançar na campanha. A solução não substitui completamente a leitura do mapa, mas ajuda bastante a manter a progressão acessível.

Também encontrei problemas nos menus que antecedem cada corrida. Opções como ajustes de dificuldade, configurações do evento, grid de largada e preparação dos veículos não são lidas adequadamente pelo sistema. A seleção de carros também apresenta limitações semelhantes, dificultando a compreensão das características de cada veículo disponível.

Não chega a tornar o jogo injogável, mas demonstra que ainda existem áreas da interface que poderiam receber mais atenção.
 

Legendas e compreensão da informação

As legendas também receberam uma atenção considerável por parte da Playground Games. Além dos ajustes tradicionais de tamanho e opacidade do fundo, Forza Horizon 6 oferece algumas ferramentas que vão além do básico e procuram tornar a leitura mais confortável para diferentes perfis de jogadores.

Um recurso que chamou minha atenção foi o destaque de palavras-chave dentro das legendas. Embora possa parecer uma mudança pequena à primeira vista, esse tipo de ferramenta pode beneficiar especialmente jogadores com dislexia ou dificuldades relacionadas à leitura, ajudando a identificar mais rapidamente as informações mais importantes transmitidas durante diálogos e instruções.

A personalização também permite adaptar a aparência das legendas de acordo com as necessidades individuais de cada jogador. Em um jogo de corrida onde diversas informações são apresentadas simultaneamente, ter controle sobre tamanho e contraste do texto faz diferença para garantir que mensagens importantes não passem despercebidas.

Durante meus testes, as legendas cumpriram bem seu papel de transmitir diálogos e informações narrativas. Somadas ao leitor de tela e às demais ferramentas de acessibilidade presentes no jogo, elas ajudam a construir uma experiência mais inclusiva para jogadores com deficiência auditiva, baixa visão e dificuldades de leitura.

Talvez o aspecto mais positivo seja justamente a filosofia por trás dessas opções. Em vez de oferecer apenas uma configuração padrão, Forza Horizon 6 permite que cada jogador encontre a combinação que melhor funciona para sua forma de consumir informação. Esse tipo de flexibilidade tem se tornado cada vez mais importante dentro da acessibilidade moderna e demonstra uma compreensão maior de que diferentes pessoas possuem necessidades diferentes.
 

Contraste e acessibilidade visual

Se existe uma área onde Forza Horizon 6 realmente impressiona, é na acessibilidade visual.
O novo sistema de alto contraste é facilmente um dos mais completos que já encontrei em um jogo de corrida.

Muitos títulos oferecem apenas filtros pré-definidos que alteram toda a imagem. Aqui a abordagem é completamente diferente. Em vez de impor uma única solução para todos os jogadores, o sistema permite personalizar praticamente cada elemento importante da experiência.

É possível definir cores específicas para veículos, trânsito, colecionáveis, objetos interativos, adversários e diversos outros elementos espalhados pelo mundo aberto.

O mais interessante é que o jogador não precisa necessariamente transformar toda a imagem em uma composição de cores fortes. Também é possível utilizar apenas contornos ao redor dos objetos destacados ou selecionar exatamente quais elementos devem receber contraste adicional.
 

Durante meus testes, por exemplo, optei por destacar apenas alguns elementos específicos relacionados à navegação e orientação. Como ainda possuo visão residual suficiente para interpretar boa parte dos cenários, não sentia necessidade de modificar todo o ambiente.

Essa liberdade é extremamente importante porque baixa visão não é uma experiência única, afinal, o que funciona para mim pode não funcionar para outra pessoa. Poucos jogos entendem isso tão bem quanto Forza Horizon 6.

Além do sistema de contraste, o jogo também oferece filtros para diferentes tipos de daltonismo, ajustes de interface, opções para reduzir borrão de movimento e a possibilidade de desativar elementos visuais animados que possam causar desconforto.
Ainda achei alguns textos pequenos mesmo utilizando os maiores tamanhos disponíveis, mas a presença do leitor de tela ajuda a compensar essa limitação.
 

Áudio espacial e radar de proximidade

Outro recurso que me chamou bastante atenção foi o radar de proximidade.
Em vez de depender exclusivamente de informações visuais, o sistema utiliza áudio espacial para indicar a posição dos veículos ao redor do jogador. Na prática, funciona surpreendentemente bem.

Durante ultrapassagens e disputas mais acirradas, é possível perceber quando um carro está ao lado, atrás ou à frente apenas ouvindo os sinais sonoros emitidos pelo sistema.
 

O resultado é uma experiência muito mais confortável para jogadores com baixa visão e também uma ferramenta útil para reduzir colisões acidentais. Mesmo para jogadores sem deficiência visual, trata-se de um recurso que pode melhorar significativamente a consciência espacial durante as corridas.

Além disso, o jogo oferece uma quantidade impressionante de controles relacionados ao áudio. É possível ajustar individualmente volumes de veículos, pneus, diálogos, música, interface, leitura de tela, radar de proximidade, GPS e diversos outros elementos.

Também gostei de ver opções que permitem reduzir distrações sonoras, como locutores de rádio e algumas mensagens automáticas do GPS.
 

Assistências de direção e acessibilidade motora
 

O principal destaque entre as assistências de direção é o piloto automático.
Na prática, o recurso permite que o veículo navegue sozinho por grande parte do mundo aberto, conduzindo o jogador até corridas, atividades e outros objetivos espalhados pelo mapa. Para pessoas com deficiência visual, especialmente jogadores cegos ou com baixa visão severa, a ferramenta reduz significativamente a barreira de exploração presente em um mundo aberto tão grande.
 

Durante meus testes, o sistema funcionou bem para deslocamentos entre eventos e atividades. Em muitos momentos, bastava selecionar um destino para que o carro realizasse boa parte da navegação de forma autônoma.

Entretanto, existem limitações importantes. O piloto automático não funciona durante as corridas propriamente ditas, ficando restrito aos deslocamentos pelo mapa. Também encontrei algumas situações específicas em que ele simplesmente não estava disponível, como em determinados trechos próximos à residência do jogador.

Essa decisão acaba gerando um contraste curioso. O jogo oferece uma excelente ferramenta para exploração do mundo aberto, mas remove essa assistência justamente quando o jogador entra nos eventos competitivos.
 

Foi impossível não lembrar de Forza Motorsport durante esses momentos. Enquanto o simulador da Turn 10 utiliza recursos sonoros avançados para auxiliar jogadores cegos dentro das corridas, Horizon 6 limita suas assistências principalmente à navegação entre eventos.

Ainda assim, o piloto automático representa uma adição extremamente positiva. Mesmo não oferecendo independência completa durante as provas, ele reduz significativamente uma das maiores barreiras de um jogo de corrida em mundo aberto: simplesmente chegar ao destino desejado.

Outro aspecto positivo é a quantidade de assistências de direção disponíveis. Logo ao iniciar uma nova campanha, o jogo pergunta se o jogador deseja utilizar algum nível de auxílio durante a condução. 

A configuração pode ser completamente personalizada e alterada posteriormente a qualquer momento. Existem opções voltadas para frenagem, direção, aceleração e diversas outras áreas relacionadas ao comportamento dos veículos.
Um recurso particularmente interessante é a possibilidade de reduzir a velocidade geral do jogo em partidas offline. Embora a função seja frequentemente associada à acessibilidade motora, ela também pode beneficiar jogadores com baixa visão. Em muitos momentos, ter alguns segundos extras para interpretar informações visuais ou reagir a uma curva pode fazer toda a diferença.

O jogo também oferece remapeamento completo de controles, ajustes avançados de zonas mortas, opções de alternância para diferentes comandos e diversas configurações relacionadas à vibração dos controles.

É um conjunto bastante sólido de ferramentas que permite adaptar a experiência para diferentes necessidades.

Uma ausência difícil de ignorar

Apesar de todas essas qualidades, existe uma comparação que inevitavelmente acompanha Forza Horizon 6: o jogo Forza Motorsport.

Desde seu lançamento, o simulador da Turn 10 se tornou uma referência em acessibilidade para jogadores cegos graças ao Blind Drive Assist, sistema que utiliza orientações sonoras para permitir que corridas sejam realizadas de forma independente. 

Essa tecnologia não está presente em Horizon 6. Por esse motivo, jogadores cegos que acompanharam a evolução de Motorsport provavelmente encontrarão algumas limitações inesperadas aqui.
 

A ausência chama atenção porque as corridas continuam acontecendo em trajetos relativamente controlados. Embora Horizon seja um jogo de mundo aberto muito mais complexo do que Motorsport, ainda existem eventos disputados em circuitos fechados onde algum nível de assistência sonora mais avançada poderia ter sido implementado. Também senti falta da audiodescrição presente em Motorsport.

Forza Horizon 6 possui diversas cenas cinematográficas visualmente impressionantes que poderiam se beneficiar enormemente desse recurso. Sua ausência reforça a sensação de que, embora Horizon tenha evoluído bastante em acessibilidade, Motorsport continua sendo a referência da franquia para jogadores cegos.

Isso não significa que Horizon 6 seja um jogo pouco acessível. Na verdade, minha experiência como pessoa com baixa visão foi extremamente positiva.

A diferença é que Motorsport consegue oferecer um nível maior de independência para jogadores cegos, enquanto Horizon 6 parece ter concentrado seus esforços principalmente em acessibilidade visual, motora e cognitiva.

Conclusão: Vale a Pena? 

Forza Horizon 6 representa uma evolução importante para a série quando o assunto é acessibilidade. A quantidade de opções disponíveis impressiona logo nos primeiros minutos e demonstra um compromisso genuíno da Playground Games com inclusão. 

O sistema de alto contraste é excelente, o radar de proximidade adiciona informações valiosas através do áudio espacial e as inúmeras opções de personalização permitem que cada jogador adapte a experiência às próprias necessidades. Também gostei de ver recursos voltados para deficiência motora, cognitiva e auditiva. 

As legendas oferecem opções de personalização que vão além do básico, incluindo destaque de palavras-chave que podem beneficiar jogadores com dificuldades de leitura e dislexia. 

O jogo também tera uma atualização onde vai oferecer suporte à Língua Americana de Sinais (ASL) e à Língua Britânica de Sinais (BSL) durante as cenas cinematográficas, um recurso ainda raro na indústria. No entanto, vale destacar que não há suporte para Libras (Língua Brasileira de Sinais), o que limita o alcance dessa funcionalidade para parte da comunidade surda brasileira. 

Por outro lado, algumas limitações impedem que o jogo alcance o mesmo patamar de Forza Motorsport.  A primeira inicialização ainda poderia ser mais amigável para jogadores cegos, o leitor de tela apresenta inconsistências em determinados menus e a ausência do Blind Drive Assist e da audiodescrição certamente decepcionará parte da comunidade.
Ainda assim, o saldo final é extremamente positivo.

Para jogadores com baixa visão, Forza Horizon 6 está entre os jogos de corrida mais acessíveis que já tive a oportunidade de testar. Talvez ele não seja o novo padrão de acessibilidade para jogadores cegos dentro da franquia Forza, mas demonstra que a Playground Games continua avançando na direção certa.

Embora ainda exista espaço para evolução, especialmente no suporte ao público cego e na localização de alguns recursos para o público brasileiro, Forza Horizon 6 entrega um conjunto de acessibilidade robusto, flexível e que beneficia diferentes perfis de jogadores com deficiência. E em um gênero que historicamente apresentou tantas barreiras para pessoas com deficiência, isso definitivamente merece ser celebrado.

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História da energia nuclear: o poder do átomo e seus riscos

Poucas tecnologias tiveram um impacto tão grande no mundo moderno quanto a energia nuclear. Nascida das descobertas que revelaram a quantidade de energia contida nos átomos, ela transformou a ciência, a geração de eletricidade e até a geopolítica mundial, sendo uma das inovações ao mesmo tempo mais influentes e debatidas do último século.

Da descoberta da radioatividade aos reatores que abastecem cidades inteiras, a trajetória da energia nuclear é marcada por avanços, tragédias e controvérsias. A seguir, conheça como essa tecnologia surgiu, evoluiu e se tornou uma peça importante nas discussões sobre o futuro da energia.

O que é energia nuclear?

A energia nuclear é a energia liberada a partir do núcleo dos átomos, em procedimentos realizados dentro de usinas nucleares. A obtenção dessa energia é feita principalmente por um processo conhecido como fissão nuclear.

Tanto a fusão quanto a fissão nuclear nascem pela modificação do núcleo do átomo, que permite uma grande produção energética através de calor e uma reação em cadeia controlada em laboratório.

Mais usada como processo na produção de energia por ser um processo mais consolado e consolidado, a fissão acontece quando o núcleo atômico se divide em partículas menores. Já a fusão nuclear ocorre quando dois ou mais núcleos se unem para produzir um novo elemento.

A descoberta do átomo

A ideia por trás da energia nuclear é bastante antiga. Filósofos gregos da Antiguidade, como Demócrito de Abdera, citavam o átomo como o "elemento elementar" de toda a matéria.

Porém, só em 1803 o pesquisador John Dalton retoma essas ideias com mais embasamento na teoria atômica, sobre como átomos de um mesmo elemento são iguais entre si. Outro avanço importante veio em 1834 as leis de eletrólise, de Michael Faraday, indicando que os átomos transportavam cargas elétricas.

Em 1895, Wilhelm Roentgen descobre uma radiação que, ao mesmo tempo, atravessava e era parcialmente absorvida por um material. Esse fenômeno ativava algumas substâncias, deixava marcas em placas fotográficas e aumentava a condutividade do ar — fenômeno batizado de raios-X pelo aspecto misterioso.

Já nesse período, pesquisadores notaram que os sais de outro material, o urânio, tinham comportamentos parecidos. Infelizmente, muitos desses pioneiros só descobriram que a radiação tinha efeitos danosos para saúde por terem entrado em contato direto com os elementos.

Como surgiu a energia nuclear moderna

Foi em 1929 que o italiano Enrico Fermi apresentou os princípios da fissão nuclear, seguido por outros estudos que notaram como o efeito dos neutros podia ser modificado para ficar mais lento.

Isso acontecia tendo uma substância moderadora para gerar reações nucleares eficientes, como hidrogênio, carbono ou deutério. Esse processo, a termalização de nêutrons, é uma das chaves de um reator nuclear e rendeu um prêmio Nobel para Fermi.

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Fermi durante uma aula demonstrativa. (Imagem: Wikimedia Commons/Smithsonian Institution)

Já em 1939, o trio Otto Hahn, Lise Meitner e Fritz Strassman faz outra descoberta importante: a fissão do núcleo do urânio, controlada para gerar uma quantidade enorme de energia.

O papel do Projeto Manhattan

O governo dos Estados Unidos sabia da possibilidade de uso da energia nuclear em bombas de altíssima capacidade de destruição: Albert Einstein escreveu uma carta sobre as descobertas da fissão e alertando sobre a possibilidade dessas armas serem inventadas primeiro pela Alemanha nazista.

A preocupação foi o embrião do projeto atômico militar dos EUA, que em 1940 injeta verba no chamado Projeto Manhattan, com o objetivo de construir uma bomba com a tecnologia. Os EUA entram oficialmente na Segunda Guerra Mundial após o ataque a Pearl Harbor e os resultados começam a sair.

A corrida durante a Segunda Guerra

Em 2 de dezembro de 1942, entra em operação o primeiro reator nuclear, com uma reação em cadeia autossustentável inédita para gerar energia. Ele foi construído na Universidade de Chicago, debaixo das arquibancadas de um campo e sob supervisão de Fermi.

Já o primeiro teste da bomba atômica de plutônio acontece em 16 de julho de 1945, no deserto de Alamogordo, no estado do Novo México. Esse teste é retratado no filme Oppenheimer, vencedor do Oscar de Melhor Filme em 2024 e dirigido por Christopher Nolan.

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Cillian Murphy como Oppenheimer. (Imagem: Divulgação/Universal)

O avanço culmina nos dias 6 e 9 de agosto de 1945, lançamento das bombas nucleares em Hiroshima e Nagasaki, no Japão. Foi o primeiro uso militar da tecnologia nuclear e o resultado foi cerca de 240 mil mortes diretas, em uma das maiores tragédias do século XX.

Com a guerra encerrada, os EUA viram uma potência nuclear e, ao mesmo tempo, passam a estipular regras pra evitar o uso bélico da tecnologia. Eles criam a Comissão da Energia Atômica para controlar o desenvolvimento de energia nuclear e explorar usos pacíficos, enquanto os soviéticos recusam a ideia — na época, ambos os lados da Guerra Fria iniciaram o desenvolvimento da Bomba H, de hidrogênio, que seria ainda mais poderosa.

A energia nuclear fora das guerras

Na década de 1950, as pesquisas se direcionam para o uso civil da tecnologia, principalmente em geração de eletricidade e propulsão de veículos. Idaho, nos Estados Unidos, é lar do primeiro reator nuclear em teste que produz eletricidade.

O primeiro submarino nuclear nasce nessa época: é o USS Nautilus, de 1954. Além disso, uma pequena cidade chamada Arco passa a ter um sistema de eletricidade totalmente dependente da energia nucelar.

O cenário brasileiro

O programa nuclear brasileiro começa com a criação da Comissão Nacional de Energia Nuclear em 1956 para desenvolver técnicas, conhecimentos e pesquisa. O almirante Álvaro Alberto da Motta e Silva, então presidente do CNPq, representou o país em reuniões da ONU sobre o tema.

A partir da década de 1960, o projeto da usina Angra 1 começa junto com a inauguração de outros locais parecidos ao redor do mundo. Após um longo período de construção, só em 1982 teve início a operação comercial do local.

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Angra 2. (Imagem: Divulgação/Eletronuclear)

Em 2001, começa a operar comercialmente a Angra 2, segunda usina brasileira dessa energia. Por outro lado, a Angra 3 segue há décadas só como um projeto e em fase de construção, com a obra já paralisada por vários motivos.

O desenvolvimento da energia nuclear

Em 1970, mais de 45 países assinam o Tratado de Não Proliferação Nuclear, um acordo de comprometimento em não transferir armas nucleares entre si ou colaborar em sua fabricação, promovendo o desarmamento nuclear e o uso energético da tecnologia.

Era um momento de busca por alternativas em combustíveis após a primeira grande crise do petróleo, que trouxe problemas pra um mundo bastante dependente dos combustíveis fósseis.

Espanha e França fizeram a mudança de chave nessa época, passando a investir bastante em energia nuclear. Já na década de 1980, a energia nuclear passa o gás natural e até as hidrelétricas em fornecimento nos EUA, com mais de 100 usinas funcionando.

Acidentes e falhas

Ao longo dos anos, porém, a tecnologia sofre baques na reputação por incidentes graves que mostraram os riscos em lidar com esses materiais.

  • O pior acidente na história das usinas nucleares dos EUA foi o de Three Mile Island, em 1979, após falhas no sistema e erros humanos que geraram radiação nas redondezas;
  • Em 26 de abril de 1986, ocorre a explosão de um reator da usina de Chernobyl, território hoje da Ucrânia, que levou a muitas vítimas diretas ou indiretas da radiação. Foi nesse momento que a opinião global sobre energia nuclear começou a mudar;
  • Já o Brasil passou em setembro de 1987 pelo caso do césio-137 em Goiânia — não um acidente em usina, mas causado pelo gerenciamento incorreto de materiais radioativos;
  • Um dos últimos casos de larga escala foi o de 2011 em Fukushima, no Japão, com reatores falhando após um tsunami. Houve emissão de radiação e evacuação em massa da região.

A expansão em novos mercados

A China foi aos poucos também se transformando em um polo da energia nuclear. Eles começam a apostar no setor na década de 1990 e inauguram na época a primeira usina nuclear local de grande escala, a Guangdong-1.

Atualmente, a expansão da China continua firme: em 2019, ela já tinha 45 reatores funcionando e outras dezenas aprovados para as décadas seguintes. A tecnologia é vista atualmente também como uma possível solução para a alta demanda energética de data centers, em especial aqueles que processam serviços de inteligência artificial (IA).

Só que nem todas as notícias foram boas para o setor nos últimos anos. Em março de 2017, a companhia nuclear Westinghouse, que era um braço da Toshiba, declara falência por custos elevados na construção de novas usinas — um baque para uma das maiores representantes do setor.

Quais são os benefícios da energia nuclear?

Quem é a favor dessa tecnologia defende a eficiência da energia nuclear: ele tem uma alta densidade, o que significa que uma pequena quantidade de substâncias pode gerar uma enorme quantidade de energia. A geração dos materiais do processo é também vista como uma vantagem pela constância: ela independe de fatores como clima e tem grande durabilidade.

Outro ponto significativo é o de sustentabilidade. Apesar dos riscos de acidentes e do descarte irregular das substâncias fora de uso, a energia nuclear não envolve poluição por combustíveis fósseis por não emitir dióxido de carbono durante a geração de eletricidade. Além disso, as usinas ocupam menos espaço do que grandes parques solares ou eólicos, sem também promover mudanças significativas no ecossistema como a construção de barragens em hidrelétricas.

Quais as vantagens e desvantagens da energia solar, que também é uma alternativa moderna para gerar eletricidade? Entenda melhor sobre o assunto!

© Schroptschop/GettyImages

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Equipe de Neymar Jr nega participação do Camisa 10 em novelas de IA

Pouco após repercutir que, ainda durante a Copa do Mundo 2026, Neymar Jr iria virar a estrela de uma série de novelas feitas com inteligência artificial (IA), a equipe do jogador negou que ele faz parte do projeto. Em uma mensagem publicada nas redes sociais, a NR Sports afirmou que nunca estabeleceu um acordo para que isso acontecesse.

Segundo a empresa, ela não tem qualquer relação com a FlareFlow ou com o Col Group, responsáveis pela produção do projeto. Em conversas com sites como a Variety, as empresas afirmaram que haviam fechado uma parceria que resultaria no camisa 10 da Seleção Brasileira aparecendo em 16 séries verticais.

Anúncios das novelas de Neymar Jr desapareceram das redes sociais

Em seu comunicado, a NR Sports afirmou que não tem qualquer contrato com a FlareFlow, tampouco estabeleceu qualquer contato com representantes da plataforma. “De modo que a veiculação de séries e conteúdos com o Neymar Jr serão realizados sem o nosso consentimento e autorização de uso da imagem do Atleta”, afirmou a empresa.

  • “Repudiamos, por fim, qualquer uso indevido e sem a respectiva autorização”, continua a mensagem;
  • Logo após o pronunciamento da NR Sports, a FlareFlow apagou de suas redes sociais os anúncios relacionados ao atleta;
  • De forma semelhante, a Variety também removeu de seus arquivos o anúncio e a entrevista com o CEO da plataforma;
  • O FlareFlow é um serviço especializado em novelas verticais com capítulos feitos por IA que costumam ter 1 minuto de duração;.
  • Em seu anúncio, ela afirmou que firmou um acordo com Neymar Jr que previa que o atleta viraria o protagonista de várias histórias de superação.

Em um comunicado enviado ao site Máquina do Esporte, a FlareFlow e a Col Group declararam que o anúncio não foi fruto de um engano ou de uma tentativa de enganar o público. Elas afirmam que realmente tinham um contrato para usar a imagem do jogador do Santos, e agora aguardam resoluções de suas equipes jurídicas para esclarecer o ocorrido.

As novelas verticais ainda podem acontecer?

Dado o pronunciamento da NR Sports, são poucas as chances de que as novelas em realidade virtual estreladas por Neymar Jr sejam lançadas oficialmente. No entanto, dada a maneira como a parceria foi anunciada, o material parece já estar pronto e há chances de que ele vaze na internet.

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Segundo a FlareFlow, as novelas com Neymar Jr estreariam em poucos dias. Imagem: Divulgação/FlareFlow

Ao anunciar o acordo, a FareFlow afirmou que decidiu procurar o jogador do Santos e da Seleção Brasileira devido à sua influência dentro e fora dos campos. Com mais de 200 milhões de seguidores nas redes sociais, o atleta é visto como uma figura com ótimo potencial comercial.

Prova disso são as publicações feitas no perfil oficial da NR Sports no Instagram, que destacam as parcerias comerciais do atleta. Ele atualmente empresta sua imagem para marcas como Flexform, Canção Alimentos, Aiwa, Tropicool e DUE, entre diversas outras que atuam nos mais variados ramos.

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© Divulgação/FlareFlow

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7 detalhes da capa de GTA 6 que você pode ter deixado passar batido

A Rockstar Games anunciou nesta quinta-feira (18) que a pré-venda de GTA 6 começa na próxima quinta (25), nas lojas digitais e em varejistas selecionados. 

Junto do aguardado anúncio, o estúdio também revelou a arte oficial de capa de GTA 6, que trouxe uma série de elementos sugestivos sobre o que os jogadores podem esperar dessa nova Vice City.

Na imagem, é possível identificar os protagonistas Lucia e Jason, outros personagens já confirmados do jogo, além de veículos, animais e referências visuais que remetem à tradição da franquia. A capa gerou bastante discussão nas redes sociais desde a sua revelação.

7 detalhes importantes na capa de GTA 6

O Voxel destacou cinco elementos da arte que podem dar pistas sobre como será a experiência em GTA 6 — das mecânicas de jogo à fauna do cenário. Confira!

1. Jason e Lúcia: Os astros da edição

Certamente, a arte de capa de GTA 6 teria Jason e Lucia em destaque em algum lugar. Bem, o casal aparece aqui no canto superior bem em cima da logo do jogo, mas nenhuma informação tão relevante assim é revelada.

Além deles, outros personagens também aparecem, como o magnata de Vice City Boobie Ike e o ladrão de bancos Raul Bautista. 

2. A garota da capa

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Uma moça também é destacada ao lado esquerdo da capa, mas não está exatamente claro se ela é alguém da Real Dimez — dupla de rappers formada por Bae-Luxe e Roxy. No entanto, fica evidente que ela é “a garota da capa”, uma das tradições da franquia.

Apesar de sua identidade ser um mistério, ela aparece biquini tomando bebida e com um colar escrito “Sempre” em espanhol. Além disso, é possível ver a tatuagem “305” no pulso, que é o código de área de Miami – cidade que inspira Vice City. Ou seja, possivelmente teremos muitas referências latinas e da capital da Flórida no game. 

3. Arma brasileira

Um detalhe que pode passar despercebido para quem não possui olhos de águia é a arma na mão de Lucia. O revólver "Nipper38" não existe no mundo real, mas traz um selo de “Made In Brazil”, indicando que foi fabricado nas nossas terras.

Ao que tudo indica, a arma é uma referência à Taurus, empresa brasileira que fabrica armas e é conhecida mundialmente. Um detalhe pequeno, mas que claramente mostra que a Rockstar está de olho no Brasil. Será que teremos GTA 6 dublado? Vamos esperar pra ver!

4. Helicóptero no canto superior esquerdo

Em todas as capas dos jogos anteriores da franquia, ou pelo menos na maioria delas, é possível ver um helicóptero no canto superior esquerdo da arte. A Rockstar manteve a sua tradição e colocou um modelo bem diferente e que talvez os fãs de GTA San Andreas conheçam bem: o Sea Sparrow.

Essa decisão artística da Rockstar nunca ficou muito clara, mas especulações nos fóruns sugerem que o helicóptero no canto superior esquerdo representa a perspectiva de cima dos jogos originais. Nada oficial, mas é uma informação bem intrigante.

5.Veículos de luxo marcam presença mais uma vez

Claro, um jogo de ladrão de carros teria um super esportivo de luxo na capa, não é mesmo? É possível ver um modelo parecido com a Tempesta de GTA 5 — confirmando novamente que teremos mais uma vez um veículo no estilo Lamborghini.

Um Iate de luxo também aparece na capa de GTA 6, sugerindo que os jogadores finalmente poderão nadar nas águas de Vice City — ou pelo menos navegar por elas. Vale lembrar que GTA Vice City não era possível nadar.

6. Motocicletas e manobras radicais?

Outra informação intrigante na capa de GTA 6 é a representação da motocicleta. Certamente, o veículo já faz parte do DNA da franquia há anos, mas parece que as coisas serão um pouco diferentes desta vez.

A arte, que exibe um motorista fazendo acrobacias com a moto, sugere que o jogo terá mecânicas nesse sentido, que possibilitarão algumas manobras diferentes sobre duas rodas. Nada confirmado, mas é possível especular essa informação por conta da posição do piloto.

7. Animais mais presentes

GTA 5 teve um grande diferencial que também foi muito bem explorado em Red Dead Redemption 2, que é a adição de animais. Em GTA 6, felizmente, também teremos bichos de diferentes espécies.

Pela primeira vez na franquia, dois animais são exibidos na capa do jogo: um jacaré e um flamingo, que destacam a fauna rica dos pântanos no sul da Flórida — cenário que inspira a cidade de GTA 6. Isso sugere que teremos ainda mais interações com os animais em seus diferentes habitats.

Quando GTA 6 será lançado?

Vale lembrar que GTA 6 está confirmado para o dia 19 de novembro no PS5 e Xbox Series X|S, sem previsão de novo adiamento. O CEO da Take-Two, Strauss Zelnick, reiterou o prazo durante a teleconferência de resultados financeiros realizada em 21 de maio.

A pré-venda do jogo no PS5 e consoles Xbox começa no dia 25 de junho. No entanto, o preço do jogo ainda não foi revelado.

O que você achou da arte de capa de GTA 6? Curtiu as informações sugestivas dela? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!

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O que é várzea? Confira 5 curiosidades sobre o futebol amador que ganhará série na Netflix

O futebol de várzea é uma das expressões mais autênticas da paixão brasileira pelo esporte. Agora, essa cultura popular ganhará destaque nacional com Várzea: Onde Nasce o Futebol, nova série documental da Netflix que estreia em 20 de junho.

A produção mergulha nos bastidores dos campeonatos amadores, dos personagens que movimentam os bairros e das histórias que ajudaram a moldar o futebol brasileiro. Para quem quer chegar preparado ao lançamento, vale entender melhor como surgiu e por que a várzea continua tão importante.

Se você já ouviu falar dos famosos "terrões" ou conhece algum time do seu bairro, provavelmente já teve contato com esse universo. Enquanto a crítica completa da série já está disponível no Minha Série, reunimos algumas curiosidades para entender a dimensão desse fenômeno que vai muito além das quatro linhas.

1. A várzea existe há mais de 120 anos e ajudou a popularizar o futebol no Brasil

Embora o futebol tenha chegado ao Brasil no final do século XIX, a prática da modalidade em campos improvisados começou praticamente ao mesmo tempo. Segundo pesquisadores ouvidos pela revista Pesquisa FAPESP e pelo Museu do Futebol, uma das primeiras partidas registradas aconteceu em 1895, na região da Várzea do Carmo, em São Paulo, em um jogo promovido por Charles Miller.

O nome "futebol de várzea" surgiu porque muitos desses campos ficavam em áreas próximas a rios, como o Tietê e o Pinheiros. Quando os terrenos secavam após períodos de cheia, moradores aproveitavam os espaços para organizar partidas e competições de forma espontânea.

Durante as primeiras décadas do século XX, a várzea se tornou um espaço de inclusão para operários, imigrantes, trabalhadores e populações negras que muitas vezes não encontravam espaço nos clubes mais elitizados. Mais do que um esporte, ela ajudou a construir laços comunitários e serviu como ferramenta de ocupação e transformação dos bairros.

2. Existem mais de 3 mil times cadastrados e até torneios femininos

A dimensão da várzea impressiona até quem acompanha futebol regularmente. Apenas na Grande São Paulo, a Federação Paulista de Futebol de Várzea reúne mais de 3 mil equipes cadastradas e mais de 400 campos vinculados às competições.

Para muitos moradores da periferia, o time do bairro desperta uma identificação tão forte quanto os grandes clubes profissionais. Essa ligação acontece porque os atletas, dirigentes e torcedores fazem parte da mesma comunidade, criando uma sensação de pertencimento difícil de reproduzir no futebol de elite.

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O futebol feminino também tem uma presença histórica na modalidade. A Copa da Rainha, por exemplo, tornou-se uma das maiores competições femininas de várzea do mundo, enquanto centenas de equipes femininas seguem ativas em São Paulo, mesmo diante de desafios financeiros que afetam parte dos torneios.

3. Muitos jogadores conciliam a bola com outras profissões

Uma das maiores diferenças entre a várzea e o futebol profissional está na rotina dos atletas. A maioria dos jogadores precisa trabalhar em outras áreas para garantir renda e sustento durante a semana.

Segundo o produtor executivo Felipe Britto, essa realidade faz parte da essência da modalidade. “Eles dependem desses outros trabalhos para sobreviver”, explica o executivo ao comentar a realidade de boa parte dos atletas amadores.

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Em muitos casos, os jogadores atuam por mais de uma equipe ou participam de diferentes campeonatos simultaneamente. A várzea também conta com disputas para diversas faixas etárias, desde categorias de base até competições master voltadas para veteranos.

4. A várzea sustenta muito mais gente do que apenas os jogadores

Os campeonatos movimentam uma verdadeira economia local. Além dos atletas, a modalidade gera renda para ambulantes, cozinheiros, organizadores de eventos, lavadeiras de uniformes e diversas outras pessoas que dependem dos jogos.

Felipe Britto destaca que o impacto social vai muito além do campo. “É um ecossistema que depende muito da várzea, então a comunidade toda se ajuda muito. É uma entrega grande de todos, porque é muito importante para eles que o time continue, para que continue havendo jogos. É uma forma de sustento da comunidade”, afirma.

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Nos últimos anos, grandes empresas também passaram a enxergar o potencial econômico da modalidade. Competições patrocinadas por marcas privadas atraem milhares de torcedores, distribuem premiações relevantes e ajudam a profissionalizar parte da estrutura dos campeonatos.

5. Raphinha, Cafu e Endrick são alguns dos craques revelados na várzea

Muito antes de chegarem aos maiores estádios do mundo, diversos jogadores famosos deram seus primeiros passos nos campos de terra dos bairros onde cresceram. Um dos exemplos mais conhecidos atualmente é Raphinha, que começou sua trajetória na várzea de Porto Alegre.

O diretor Alec Cutter revelou que uma das entrevistas mais marcantes da série foi justamente com o atacante brasileiro. “Foi muito legal ouvir o Raphinha falando sobre essa comunidade e o carinho que tem por esses times”, contou o cineasta sobre a conversa realizada na casa do jogador, na Espanha.

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Outro personagem importante do documentário é Cafu, que nunca escondeu suas origens na várzea. O ex-lateral eternizou essa ligação ao comemorar o pentacampeonato mundial vestindo uma camisa com a frase “100% Jardim Irene”.

A lista de estrelas formadas nos campos amadores também inclui Endrick, que teve contato com a várzea ainda na infância ao lado do pai, Douglas Ramos. Histórias como essas ajudam a explicar por que os campeonatos de bairro continuam sendo vistos como um dos maiores celeiros de talentos do futebol brasileiro.

Várzea: Onde Nasce o Futebol chega na Netflix em 20 de junho, sábado. E aí, você vai assistir? Comente nas redes sociais do Minha Série!

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Homem-Aranha: Um Novo Dia ganha trailer com Escorpião, Hulk e mais! Confira agora

Nesta quarta-feira (17), a Sony Pictures lançou aquele que pode ser considerado como o trailer mais revelador de Homem-Aranha: Um Novo Dia até agora. O material promocional confirma a presença de vilões como o Escorpião, bem como a importância que o Hulk vai ter para a história.

O material é o mesmo que foi vazado de forma incompleta há alguns dias, mas com qualidade muito maior e algumas cenas extras. Ao mesmo tempo que revela muito sobre a história, ele ainda deixa em aberto elementos que brincam com a curiosidade dos fãs do herói.

O que o novo trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia revela?

O vídeo compartilhado pela Sony mostra a primeira vez que o Homem-Aranha de Tom Holland usa as teias orgânicas — elemento popularizado pelos longas do herói dirigidos por Sam Raimi. Elas aparecem graças a transformações no DNA do protagonista de Um Novo Dia, que busca aconselhamentos de Bruce Banner (o Hulk) para lidar com a situação.

  • O trailer revela que os novos poderes de Peter vão ser um elemento central da trama;
  • Eles vão fazer com que o herói não esteja nos melhores dias. E, junto com a saudades que ele sente de seus antigos amigos, essa é uma receita certa para o desastre;
  • O trailer também mostra o que parece ser o vilão da história: uma figura mascarada com grandes poderes telecinéticos;
  • Com isso, ele reforça os rumores de que a personagem de Sadie Sink em Homem-Aranha: Um Novo Dia pode ser a nova versão da Fênix do Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
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Será esse o personagem interpretado por Sadie Sink? Imagem: Divulgação/Sony Pictures Brasil

O novo trailer do filme também mostra que as transformações pelas quais Peter passa não são somente negativas. Conforme o herói descobre, suas novas características permitem que ele seja o único a detectar a presença do vilão da história — o que só aumenta a responsabilidade que reside sobre seus ombros.

Quando Homem-Aranha: Um Novo Dia estreia?

O material promocional também mostra que o Justiceiro de Jon Bernthal  vai ter uma grande presença na história, que será marcada por diversas cenas de ação. Tudo isso sem esquecer outro elemento forte de trailers anteriores, como a saudades e a angústia que o protagonista sofre pelo fato de que seus antigos amigos não se lembram mais dele.

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Homem-Aranha: Um Novo Dia vai apresentar o lado mais sombrio de Peter. Imagem: Divulgação/Sony Pictures Brasil

Mesmo assim, MJ (Zendaya) vai acabar virando o alvo do grande vilão de Homem-Aranha: Um Novo Dia, que a transforma em um alvo após ler a mente do herói. Elementos como o grupo de ninjas da Mão também estão presentes, e ele pode forçar o protagonista a abraçar um lado sombrio que ainda não foi explorado pelo MCU.

Ao final, vemos que, apesar de tudo, Peter não vai se esquecer dos ensinamentos da Tia May que, mesmo morta, continua parte importante de sua vida. O longa estreia nos cinemas brasileiros no dia 29 de julho com Tom Holland, Zendaya, Sadie Sink, Jacob Batalon, Jon Bernthal, Tramell Tillman, Michael Mando e Mark Ruffalo em seu elenco principal.

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© Divulgação/Sony Pictures Brasil

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Dos campos para a IA, Neymar Jr. vira astro de novelas verticais criadas por inteligência artificial

Uma das grandes estrelas da seleção brasileira convocada por Carlo Ancelloti, Neymar Jr. deve estrear como ator antes de sua primeira partida na Copa do Mundo 2026. Segundo a Variety, o jogador do Santos firmou um contrato com plataforma FlareFlow para ser a estrela de pequenas novelas com formato vertical.

A empresa, que pertence ao Grupo COL, usa recurso de inteligência artificial generativa para criar dramas simples com episódios de 1 minuto, que geralmente são consumidos via smartphones. Segundo o gerente geral da companhia, Timothy Oh, os resultados dessa parceria vão ser lançados durante o torneio, que acontece nos Estados Unidos, Canadá e México.

O que esperar das novelas verticais com Neymar Jr.?

O acordo firmado entre Neymar Jr. e a FareFlow prevê que o camisa 10 da seleção vai ser a estrela de 16 séries verticais diferentes. Todas elas vão ter o futebol como tema central e foram feitas especialmente para o público chinês, que vai poder acessá-las através da plataforma, Xiaohongshu — que tem mais de 200 milhões de usuários diários.

  • Entre os contos programados está ‘The Way Back to Glory’, que mostra o jogador lutando para superar uma grande traição e se redimir no maior palco do planeta;
  • Já em ‘The Playboy System: Scoring the Goddesses’, Neymar Jr. vai precisar conquistar cinco mulheres diferentes como forma de recuperar o talento nos campos, que perdeu misteriosamente;
  • ‘Soccer Star Kidnapped Into the Galaxy Cup: Score or Die!’ se inspira em Space Jam e leva o jogador para o meio a um torneio intergaláctico, no qual a derrota significa a morte;
  • ‘Fake Neymar, Real God’ traz o jogador acordando 60 anos no futuro e determinado a provar que está destinado a ser o rei do futebol;
  • ‘Project to Legend: NEY 10’ traz o atleta despertando poderes sobrenaturais após sofrer um ataque brutal;
  • ‘The Limping Janitor is the True World Football King’ vai mostrar Neymar Jr. como um faxineiro aleijado, que na verdade é uma lenda caída do futebol, mas que está disposta a recuperar sua coroa roubada.

James Wang, CEO da FareFlow, afirmou à Variety que o camisa 10 da seleção brasileira é um dos atletas com maior potencial comercial do planeta. Ele acredita que, ao unir o carisma e apelo midiático do atleta a tecnologias de inteligência artificial, vai ser possível quebrar as barreiras de narrativas que podem ser contadas em grande escala.

Onde assistir as novas novelas verticais com o jogador?

Embora a FareFlow mantenha um canal ativo no YouTube, no qual divulga séries inteiras como “Kill my Alpha King” e “Divorce? Beat the Horror Boss First!”, suas atividades se concentram principalmente em seus aplicativos mobile. Assim, quem pretende assistir às novelas estreladas por Neymar Jr. vai ter que instalá-los em suas versões para Android ou iOS. Os episódios envolvendo o atleta vão ser lançados entre os dias 19 e 22 de junho.

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Todas as novelas com Neymar Jr. têm o futebol como tema. Imagem: Divulgação/FareFlow

Enquanto muitos dos conteúdos podem ser acessados gratuitamente, o serviço trabalha com assinaturas que começam em R$ 49,90 semanais. Elas destravam o acesso a todos os episódios disponíveis (que têm um minuto de duração), bem como uma maior qualidade de reprodução e a eliminação de anúncios publicitários.

Com mais de 220 milhões de seguidores nas redes sociais, Neymar Jr. é um dos atletas mais populares da atualidade e, por isso, a parceria é vista como uma ótima oportunidade pela FareFlow. Em sua plataforma, a empresa tem 5,2 mil séries, 33 milhões de usuários registrados e suporte a 14 idiomas, incluindo o português brasileiro.

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© Divulgação/FareFlow

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Xiaomi 17 Ultra é um monstro das câmeras e hardware, mas tem problemas graves

O Xiaomi 17 Ultra é o smartphone mais poderoso de todas as linhas da fabricante chinesa lançadas até agora em 2026. Ele tem o melhor e mais potente processador da Qualcomm, as memórias mais rápidas (em grande quantidade), uma bateria de respeito e câmeras que estão facilmente entre as melhores nos celulares atuais – e até renderam a vitória para ele no nosso teste cego com o público entre os smartphones top de linha das principais marcas.

Ele tem o preço esperado de uma máquina dessas – e isso se você estiver disposto a comprar importado, porque oficialmente a Xiaomi nem vende ele no Brasil. Só que agora que eu passei quase um mês usando o aparelho como se fosse meu smartphone pessoal, digo que por mais que ele seja sim uma baita máquina, a grana preta que ele custa nem é seu principal ponto negativo. Neste texto de análise vou dar todos os detalhes da minha experiência com ele.

Design robusto focado em fotografia

Como esperado de um aparelho com Ultra no nome, a Xiaomi não economizou espaço nem materiais nesse aqui. Elé é um celular grande, pesado e robusto. 

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  • Dimensões (L x A x P): 7,76 x 16,29 x 0,83 cm (mais espesso na câmera);
  • Peso: de 218,4 a 223,4 gramas (depende do material da traseira).

A frente é de vidro com bordas igualmente fininhas em todos os lados, a lateral do corpo é de alumínio e a traseira é de fibra de vidro, o que é similar a um plástico de boa qualidade. Tem também outra versão com um material sintético que simula o toque de couro, e essa é um pouquinho mais pesada ainda.

  • Materiais: frente de vidro, traseira de fibra de vidro ou “couro” ecológico, corpo em alumínio.

Ele tem proteção IP68 e IP69 contra poeira, submersão e jatos-d’água de alta pressão. E a tela é protegida pelo Xiaomi Shield Glass 3.0, que é uma tecnologia da empresa para proteger contra riscos e rachaduras. Mesmo assim, vidro é vidro, então é bom que ele já vem com película na tela e com uma capinha na caixa, pelo menos na versão global.

  • Proteções: Xiaomi Shield Glass 3.0 na tela, certificação IP68/IP69 contra poeira e líquidos.

O módulo redondo de câmeras traseiras é bastante grande tanto em largura quanto em altura, mas é centralizado, então o celular só balança na mesa se você fizer pressão nos cantos superiores da tela. A orientação horizontal dos textos Xiaomi, Ultra e Leica na traseira se somam ao módulo redondo e grande, que tem ranhuras como as de um anel de ajuste de foco, para deixar claro que a idéia desse aparelho é que ele seja usado por quem gosta de câmeras.

Isso fica mais óbvio ainda se você usar o “kit de fotografia” que a Xiaomi vende separadamente, que deixa ele mais parecido ainda com uma máquina fotográfica e até adiciona botões físicos extras. Não que você deva comprar esse acessório mesmo que compre o Xiaomi 17 Ultra para bater fotos. Eu digo isso porque esse é um dos opcionais mais estúpidos que eu já testei na minha carreira, com uma bateria própria, mas de recarga chata por meio de um cabo separado, pareamento Bluetooth nada inteligente, botões físicos para captura de fotos e vídeos que não retêm suas funções originais sem exigir voltar manualmente para o modo de fotografia caso você faça uma gravação. Muita firula (e dinheiro gasto) para pouco benefício – mas chega de falar do acessório, já que o review é sobre o celular.

Tela e Áudio: experiência multimídia sem defeitos

Na tela e o áudio a falta de surpresas é uma boa notícia. O painel é AMOLED, o que garante ótimas cores, contraste e tons de pretos. Ela tem enormes 6,9 polegadas com resolução entre Full HD e Quad HD para bom nível de detalhes. A taxa de atualização vai até 120 Hz ajustáveis, e por ser um painel com tecnologia LTPO pode reduzir automaticamente até 1 Hz para economizar energia quando a tela estiver parada. 

O display ainda suporte a Dolby Vision e HDR10+ em conteúdos compatíveis e o pico de brilho chega a 3.500 nits nesse tipo de situação. Aliás, o modo de alto brilho chega a 2.000 nits, e mesmo o modo manual passa dos 1.000 quando sob luz solar, então não é nada difícil usar o aparelho mesmo sob luz forte. É simplesmente uma excelente tela, em um nível muito próximo dos melhores concorrentes.

  • Tela: AMOLED LTPO com 6,9” 19.5:9, resolução 2608x1200 pixels (densidade de 416 ppp), 120 Hz, Dolby Vision, HDR10+, pico de brilho de 3.500 nits (2.000 HBM e 1.060 nits máximo manual em ambientes externos).

Para somar, os alto-falantes estéreo têm ótima qualidade sonora, enriquecendo bastante a experiência multimídia sem grandes distorções mesmo nos volumes mais fortes. Eu tenho um total de zero reclamações no que diz respeito à tela e áudio do Xiaomi 17 Ultra. É ótimo nisso.

Desempenho bruto com o Snapdragon 8 Elite Gen 5 e memórias rápidas

A Xiaomi também não economizou no hardware interno, incluindo tudo do bom e do melhor. O processador é o mais poderoso da Qualcomm até agora, o Snapdragon 8 Elite Gen 5, o que inclui a GPU Adreno 840 para oferecer uma das melhores performances gráficas nos smartphones atuais. No quesito memórias, ele vem com nada menos do que 16 GB de RAM no padrão LPDDR5X – ou seja, não só é bastante, mas também das mais rápidas. E no armazenamento as opções são 512 GB ou 1 TB de espaço, e isso com memória UFS 4.1, que também proporciona muita velocidade.

  • Hardware
    • CPU: Qualcomm Snapdragon 8 Elite Gen 5 (3 nm, octa-core 2x4,6 GHz + 6x3,62 GHz);
    • GPU: Adreno 840;
    • RAM: 16 GB LPDDR5X;
    • Armazenamento: 512 GB ou 1 TB UFS 4.1.

Com no mínimo meio TB de espaço, até dá para perdoar que não tem espaço para cartão microSD na bandeja, onde podem ser inseridos apenas dois chips de operadora. Você pode ativar um eSIM também, se quiser, mas nesse caso o sistema só vai permitir usar um chip físico. De qualquer forma, você vai ter acesso a 5G, WiFi 7, Bluetooth 6.0 e NFC.

  • Conectividade: 5G, WiFi 802.11 a/b/g/n/ac/6e/7, dual-band, Bluetooth 6.0, NFC e navegação (GPS, BDS, Glonass, Galileo, QZSS e NavIC).

Com tudo isso, o Xiaomi 17 Ultra é um absoluto monstro de desempenho e consegue tirar de letra qualquer coisa que tentei fazer com ele. Mesmo os jogos mais pesados que eu conheço para smartphones, com todas as configurações no máximo, para ele não são sequer um desafio.

Câmeras Leica: o campeão do nosso teste cego

Mesmo considerando todos esses pontos brilhantes, as estrelas do show aqui são mesmo as câmeras, desenvolvidas em parceria com a Leica – até uma versão do Xiaomi 17 Ultra que é chamada de Leica Phone, para você ter uma ideia do nível da parceria. 

Começando pela câmera principal, ela tem 50 MP com abertura de f/1.7 na lente e sensor tipo-1 polegada, o que não quer dizer que ele tem fisicamente uma polegada, mas é um termo da indústria fotográfica com uma explicação chata e que basicamente quer dizer que é sim um sensor grande, o que traz vantagens enormes para a captura de luz, naturalidade dos desfoques e clareza das imagens, entre outras coisas. E essa lente tem estabilização óptica e autofoco dual-pixel por detecção de fase.

Como esperado, as fotos com essa lente são excelentes tanto de dia quanto de noite, mesmo em situações desafiadoras de iluminação. Detalhes claros sem exagero ou falta de exposição em áreas claras ou escuras, cores vivas, mas realistas, desfoques naturais e suaves. Merece todos os elogios.

  • Câmeras traseiras: 
    • Principal: 50 MP, f/1.7, 23 mm, sensor tipo-1”, OIS e PDAF dual-pixel;
    • Teleobjetiva periscópica: 200 MP com zoom óptico contínuo de 3,2-4,3x, f/2.4-3.0, 75-100 mm, sensor 1/1.4”, OIS e PDAF multidirecional;
    • Ultrawide: 50 MP com ângulo de 115º, f/2.2, 14 mm, sensor 1/2.76” e PDAF dual-pixel;
    • Profundidade: sensor ToF 3D;
  • Câmera frontal: 50 MP, f/2.2, 21 mm, sensor 1/2.7” e AF

O zoom fica com a lente teleobjetiva periscópica, que oferece zoom óptico contínuo entre os níveis de 3,2x e 4,3x. Isso em um sensor de 200 MP com estabilização ótica e autofoco multidirecional por detecção de fase, o que também contribui para um bom zoom digital. Quer dizer que as fotos no zoom máximo de 120x são realmente boas? Não. Nenhum celular é realmente bom dos 60x para cima sem usar acessórios dedicados, mas a teleobjetiva do 17 Ultra ajuda um pouco nisso e muito mais em níveis de aproximação não tão exagerados.

Na traseira tem ainda uma câmera ultrawide de 50 MP com ângulo de 115º e abertura de f/2.2 para boas fotos de ângulo aberto e um sensor Time of Flight 3D para ajudar na detecção de profundidade. A câmera frontal também tem sensor de 50 MP, abertura de f/2.2 e autofoco, e faz ótimas selfies também de dia ou de noite, por mais que aqui ela ainda não mande tão bem quanto a principal traseira em fotos escuras que também tenham cores desafiadoras. Com a tela servindo de flash fica melhor, com o bônus de que o fundo das imagens não escurece tanto quando normalmente acontece nesse tipo de situação.

O resultado desse conjunto é sinceramente excelente. Não à toa rendeu vitória fácil para o Xiaomi 17 Ultra no teste cego que nós fizemos com os seguidores do Instagram do TecMundo, além de um digníssimo segundo lugar no teste cego só entre os analistas aqui da redação – ficando nesse caso atrás só do excelente Oppo Find X9 Pro e empatado com o também ótimo Motorola Signature. E isso tudo só usando os modos automáticos. Imagine essa máquina na mão de alguém que entenda bem de fotografia e use o modo Pro.

Na gravação de vídeos, ele consegue gravar em até 8K a 30 quadros por segundo ou 4K a até 120 fps usando a câmera traseira, com estabilização excelente mesmo sem ativar o recurso ShootSteady, que limita a resolução a um máximo de 2,8K para momentos com mais movimento. Na frontal, o limite é 4k a 60 fps, e a estabilização também é boa.

  • Vídeo: 8k@30fps na traseira, 4k@120fps na traseira, 4k@60fps na frontal e até 1080p@1920fps em câmera lenta.

E pausa para eu ter percebido nesse aqui os avanços no modo de câmera lenta. Muitos anos atrás, eu lembro de ficar impressionado com celulares que conseguiam filmar em 720p a 240 frames por segundo, o que ficava bom de você estivesse ao ar livre. Bom, o Xiaomi 17 Ultra consegue gravar slow motion em 1080p a chocantes 1920 fps, e eu sinceramente achei o resultado bom mesmo em um ambiente com luz 100% artificial. Não sei se isso é exatamente novidade desse aqui e não é algo realmente útil a maior parte do tempo, mas eu não esperava por essa surpresa.

Bateria de Si-C e carregamento de 90W, mas com ressalvas

Com tudo isso que o celular entregou, eu admito que talvez eu estivesse esperando um pouco mais da bateria. Não me entendam mal, tá? Os 6.000 mAh da bateria de silício-carbono dele são sim melhores que os principais concorrentes disponíveis aqui no Brasil e a média de pouco mais de 8 horas de tela ligada durante os dias de uso normal do aparelho é sim um bom resultado em geral. Isso com certeza é mais que o suficiente para mais de um dia inteiro para a grande maioria da pessoas, mas nos meus dias de uso mais intensivo eu mais de uma vez consegui acabar com a bateria dele um ou duas horas antes de ter que ir para a cama.

  • Bateria: 6.000 mAh Si-C;
  • Carregamento: suporte a recarga até 90W com cabo (carregador não incluso) e até 50W sem cabo.

Novamente, eu não estou dizendo que a bateria desse aqui é ruim. Ela é boa. No entanto, considerando que a própria Xiaomi lançou o Xiaomi 17 Pro Max com 7.500 mAh e depois o Xiaomi 17 Max com 8.000 mAh, eu esperava que o Ultra desta versão global estivesse pelo menos um pouco mais perto dos 6.800 mAh que ele tem na versão chinesa.

Já que estou chorando de barriga cheia, o Xiaomi 17 Ultra oferece suporte a carregadores cabeados de até 90W, o que promete recarga de zero a 100% em cerca de 45 minutos. E aqui só posso confiar, porque a versão global não inclui o carregador na caixa – só vem com um cabo USB-C para USB-A. Além disso, quem tiver uma base compatível da Xiaomi pode contar com recarga wireless de até 50W, mas quem também funciona com potência menor em carregadores no padrão Qi.

Software: a polêmica do HyperOS 3.0

Para mim, o único ponto fraco real do Xiaomi 17 Ultra é no software. Ele vem de fábrica com o HyperOS 3.0, que é a versão da Xiaomi para o Android 16, e a promessa da marca para a versão global é de 5 atualizações do sistema e 6 anos de updates de segurança, o que não é péssimo, mas está atrás da média de 7 versões do Android prometida pelos principais rivais premium.

  • Software: HyperOS 3.0 (Android 16).

No funcionamento geral, o sistema da Xiaomi não é muito diferente para quem já está acostumado com a plataforma da Google. Dá para usar bem sem grandes bugs ou engasgos, a maioria das propagandas embutidas no sistema podem ser desativadas já durante a configuração inicial e nesse modelo Ultra até os apps pré-instalados não são tantos assim.

Só que quanto mais eu uso aparelhos recentes da Xiaomi, mais vou notando que a experiência do sistema está devendo um pouco em comparação com o Android das outras marcas. Por exemplo, você pode customizar vários elementos do sistema, mas tente trocar o fundo de tela direto pela home (algo bastante direto e simples em qualquer outra marca) e verá que isso envolve tentar lutar contra a loja de temas que a Xiaomi enfia na sua cara até perceber que só vai dar certo escolher a imagem que você quer se fechar o app de temas, abrir a galeria e ir por lá até a imagem que quer para definir como papel de parede. E aquele recurso do Material Design do Android que muda as cores de destaque do sistema inteiro para combinar com o seu fundo de tela? Não existe aqui.

Mas esses são só exemplos pequenos de incômodos da HyperOS. A parte realmente feia para mim é quando você está em um app ou jogo com propagandas, e aí o GetApps (a loja de aplicativos da Xiaomi que vem pré instalada) resolve baixar os jogos das propagandas sem que você toque em algo, sem pedir confirmação e sem dar a mínima se você pelo menos está em uma rede WiFi ou se vai comer os dados do seu plano móvel. 

Se você é usuário da Xiaomi e nunca percebeu isso acontecer, então preste mais atenção, porque há até um FAQ admitindo no site da Xiaomi, só que a “solução” proposta ali não impede que os downloads automático continuem. E você não pode desinstalar ou desativar o GetApps sem usar um aplicativo debloater de terceiros, o que pode causar outros problemas se você não entender muito e não tiver fontes confiáveis.

Mesmo que a fonte dos apps seja uma loja oficial da Xiaomi, downloads automáticos são sim uma inconveniência grande e uma potencial brecha grave de segurança no seu aparelho. Eu sinceramente não sei o que a Xiaomi ganha com isso, mas para mim essa história fede. Nunca vi nada parecido acontecer em qualquer aparelho de qualquer outra marca. 

Por essas e outras, eu sinto que hoje o HyperOS é a versão do Android que eu menos gosto. Conseguiu me incomodar até mais que o iOS – o que é particularmente triste para uma empresa como a Xiaomi, que começou com o lançamento justamente de um software que melhorava o Android de outras marcas.

Vale a pena?

Apesar dessa grande ressalva, o sistema não torna o aparelho inutilizável e muito menos faz com que todo o resto que seja menos sensacional. Aí, já que a Xiaomi aparentemente nem tem planos de trazer o 17 Ultra oficialmente aqui para o Brasil, a opção para quem quer comprar um é apelar para aparelhos importados – o que é até fácil de encontrar em varejistas online.

Agora em julho de 2026, o menor preço que eu encontrei foi de R$ 12.900 em até 10 vezes pelo modelo de 512 GB de um vendedor do mercado livre que aparentemente vende o aparelho já importado sei lá eu por onde, então não cobra taxas de importação. Até aparecem também ofertas do AliExpress e da Shopee que à primeira vista custam menos, só que nas letras miúdas você vê que o preço de mais de R$ 10 mil vem com R$ 10 mil extras de taxa, o que é um celular top de linha pelo preço de quase 4, então os quase R$ 13 mil já estão caros o suficiente para mim.

  • Preço: a partir de R$ 12.899 em até 10x pelo modelo com 512 GB em varejistas online.

Sem sombra de dúvidas o Xiaomi 17 Ultra é uma baita máquina, que poderia melhorar mais ainda se a marca resolver colocar o software em ordem, mas que mesmo assim deixaria qualquer fã de fotografia ou de smartphones poderosos mais do que satisfeito. Você só precisa estar disposto a pagar MUITO caro por isso, o que não imagino muito gente concordando em fazer. Só nos resta então desejar que a Xiaomi viesse de verdade para o Brasil, sem intermediários e com fabricação local completa para voltar a ter preços competitivos… Pelo menos sonhar é de graça.


Agora diz para mim nos comentários abaixo o que você achou do Xiaomi 17 Ultra! Tem algum ponto importante que eu deixei de considerar? Agadeço a contribuição e a oportunidade de aprender ainda mais com vocês! E continue ligado aqui no TecMundo para mais avaliações sinceras e notícias de tecnologia todos os dias!

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Xiaomi 17 Ultra de 512 GB disponível no Mercado Livre
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Sucesso no Brasil, Mestres do Universo pode ser um dos maiores fracassos de bilheteria do ano

Lançado no dia 4 de junho sob grandes expectativas, a versão mais recente de Mestres do Universo pode não resultar no ressurgimento da franquia. Apesar de o filme ter feito sucesso no Brasil, onde atraiu mais de 1 milhão de pessoas, seus resultados ao redor do mundo não são dos melhores.

Em uma semana na qual Dia D de Steven Spielberg liderou as bilheterias, o longa da MGM Studios teve uma queda de 71% em suas receitas. E isso pode ser explicado pelo fato de que o principal público da história tem mais de 45 anos, o que significa que ele falhou em conquistar uma nova geração de fãs.

Mestres do Universo cai em semana boa para Dia D

Segundo dados do Box Office Mojo, Dia D foi a melhor estreia da semana para o dia 11 de junho deste ano. Nos Estados Unidos, o filme de Spielberg arrecadou US$ 44 milhões no mercado local, e outros U$ 48,8 milhões no exterior — para um total de US$ 92,87 milhões no total.

  • Com isso, o filme ficou um pouco abaixo das previsões do mercado, que estimavam uma arrecadação doméstica de US$ 50 milhões;
  • No entanto, os números registrados por Dia D mostram que ele ainda está no rumo de se tornar lucrativo — o que deve acontecer quando ele arrecadar pelo menos US$ 300 milhões;
  • Já Mestres do Universo chega à sua semana nos cinemas com US$ 8,6 milhões conquistados — para um total doméstico de US$ 46,7 milhões nos EUA e US$ 86,1 milhões no total, levando em consideração o resto do mundo.
  • A queda no ritmo de sua arrecadação mostra que o longa vai ter grandes dificuldades em recuperar os US$ 200 milhões investidos nele;
  • Assim, Mestres do Universo já está sendo considerado por muitos como um dos maiores fracassos de bilheteria de 2026.

Estrelado por Nicholas Galitzine, o filme conta a história do Príncipe Adam que, após anos isolado na Terra, retorna à sua terra-natal de Eternia. Chegando ao local, ele precisa se reunir com a Espada do Poder e com seus amigos para derrotar o poderoso Esqueleto (Jared Leto) e trazer a paz de volta ao reino.

Mestres do Universo cai, enquanto Obsessão continua forte

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Dia D teve a melhor bilheteria da semana passada. Imagem: Divulgação/Universal Pictures

Ao mesmo tempo que o interesse por Mestres do Universo caiu rapidamente, Obsessão permanece forte nos cinemas norte-americanos. O filme de terror arrecadou mais US$ 19 milhões na semana passada, elevando sua bilheteria doméstica a US$ 188 milhões — e US$ 286 milhões no total. Confira o Top 5 da semana passada nos Estados Unidos:

  • Dia D – US$ 44 milhões;
  • Obsessão  - US$ 19 milhões;
  • Todo Mundo em Pânico 6 – US$ 14,5 milhões;
  • Backrooms – US$ 11,2 milhões;
  • Mestres do Universo – US$ 8,6 milhões.

Assim como a história de fantasia da MGM, Star Wars: O Mandaloriano e Grogu também pode ser considerado abaixo das expectativas. Com US$ 315 milhões arrecadados ao redor do mundo (US$ 4,7 milhões nos EUA na semana passada), o longa mal recuperou seu orçamento e dá mostras claras de que o nome Star Wars não carrega mais o peso do passado.

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© Divulgação/Sony Pictures

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Wagner Moura e Greta Lee sobrevivem trancados no trailer de A Última Casa! Conheça o filme da Netflix

Meses após adquirir os direitos de distribuição do filme A Última Casa, a Netflix divulgou seu primeiro trailer nesta segunda-feira (15). Ele mostra Greta Lee e Wagner Moura como os responsáveis por uma família que, por motivos inexplicáveis, se vê incapaz de sair da própria residência.

Essa premissa dá início a uma trama claustrofóbica, na qual um local familiar e acolhedor aos poucos se transforma em uma grande prisão. E, conforme os dias se passam, a família principal começa a lidar com a falta de comida e com a certeza de que é alvo de uma ameaça à espreita.

A Última Casa revela um mundo aprisionado

Conforme mostra o trailer divulgado pela Netflix, a ameaça enfrentada pelos protagonistas não é exclusiva a eles. Os protagonistas continuam capazes de se comunicar com seus vizinhos, mas eles também se encontram presos — enquanto isso, a vida selvagem dominou o planeta.

  • O material promocional também revela que tudo parece ser resultado da ação de seres extraterrestres;
  • Assim, A Última Casa deve ganhar alguns elementos de terror, conforme seus protagonistas viram o alvo dos agressores;
  • Segundo o diretor Louis Leterrier, sua intenção é contar uma história que vai mudar a percepção do público sobre suas residências;
  • Além de Wagner Moura e Greta Lee como o casal Jason e Ann, o filme traz as crianças Riley Chung e Noah Alexander Sosnowski como Ruth e Graham.

Ao site Netflix Tudum, Lee explicou que A Última Casa é um filme sobre sobrevivência, tanto no nível físico quanto psicológico. A atriz afirma que a trama traz várias perguntas interessantes sobre o mundo em que vivemos, bem como sobre a maneira como decidimos encarar o cotidiano.

Quando A Última Casa estreia na Netflix?

Para dar mais realismo à trama de A Última Casa, os produtores do filme contaram com a ajuda de Megan Hine. Uma especialista em sobrevivência, ela foi consultada para ajudar a elaborar as maneiras como a família de protagonistas poderia sobreviver sem sair de casa.

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A Última Casa chega à Netflix em agosto. Imagem: Divulgação/Netflix

Segundo Wagner Moura, todos vão ter a chance de se identificar com os personagens em tela. “Todos têm um pai ou um filho. Temos famílias disfuncionais ou famílias felizes... isso vai para além da cultura. É um instinto animal que temos dentro de nós — pela proteção, amor, humor e também para o conflito”.

Para dar mais realismo à obra, Leterrier também gravou toda sua primeira metade em filme de 35 milímetros, usando inspirações no diretor Steven Spielberg. O resultado desse trabalho vai poder ser acompanhado no dia 7 de agosto, quando A Última Casa chega exclusivamente à Netflix.

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© Divulgação/Netflix

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Qube 340 e 300L: novos cases da Cooler Master apostam em customização fácil

A Cooler Master é uma das marcas de periféricos e componentes que mais permite personalização e eles mostraram isso novamente durante a Computex 2026. Na feira, a companhia taiwanesa especializada em coolers, gabinetes e fontes revelou os novos cases Qube 300L e Qube 340L, dois gabinetes feitos para quem gosta de personalização.

Mesmo antes do anúncio, a Cooler Master Brasil já havia me enviado duas unidades desses gabinetes para alguns testes. Mais uma vez, a companhia entrega um gabinete sólido e recheado de opções para várias montagens e setups diferentes. No entanto, eles possuem alguns errinhos que irritam um pouco.

Antes de prosseguir, vale notar que este não é um texto de análise aprofundada e está mais para um overview/hands-on. Esses modelos suportam até placas-mãe m-ATX e infelizmente eu estou sem modelos desse tipo, apenas com versões ATX grandonas. Por esse motivo, eu não consegui montar uma máquina nesses carinhas para rodar minha bateria de benchmarks.

Compacto, leve e simples

A linha Qube da Cooler Master nunca me encheu tantos os olhos, afinal de contas eu sempre observava os modelos MasterFrame, MasterBox e HAF. Eu geralmente sou uma pessoa 8 ou 80 para gabinetes: ou gosto dos super compactos, como o NR200P ou um HAF 500 da vida.

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Gabinetes Qube 340 e Qube 300L podem ser usados em pé ou deitados (Imagem: Felipe Vidal/TecMundo)

Mas quando eu recebi os Qube 340 e Qube 300L eu entendi o interesse dos consumidores por eles. São gabinetes fofinhos, bem compactos, com uma facilidade para montar e que parecem ter um ótimo sistema para o fluxo de ar. Há muitas possibilidades com esses carinhos e isso me deixou animado.

Esses dois modelos são parentes da linha Qube 500, maiores e com alguns acessórios extras embutidos. No caso da linha Qube 300, os gabinetes são modelos que ficam entre o segmento compacto e médio e com um tamanho amigável para todas as mesas e espaços. Confira as dimensões abaixo:

  • Qube 340 (preto): 386 x 230 x 429
  • Qube 300L (branco): 386 x 230 x 388

Esses carinhas são bem pequenos e geralmente vão ficar um pouco abaixo da altura do seu monitor. O preto, que é o Qube 340, é levemente maior, mas no lado a lado eu nem notei a diferença. O branco, Qube 300L (de Lite), é ainda mais compacto e achei mais bonito que a versão escura.

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Vários filtros de mesh permitem uma limpeza mais simples para esses gabinetes da linha Qube  (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)

Vale notar que somente o Qube 340 vem com essas duas alças metálicas no topo para ajudar no transporte - e como eu queria que todo gabinete desse suporte nativo para isso. Como esse é um case pequeno, carregar ele de um cômodo para outro, em dias de limpeza ou arrumação, é uma mão na roda.

Todo furadinho

Você já deve ter percebido que os Qube 300L e Qube 340 tem uma construção e design diferente dos demais gabinetes, pelo menos no topo, frontal e inferior. Eles são todos furadinhos em pequenos círculos, recebendo um design bem único e que ainda facilita consideravelmente a passagem de ar.

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Espaço interno dos cases permite uma montagem bem potente para muitos (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)

O interior e exterior dos novos gabinetes da Cooler Master é construído por meio de uma mistura de plástico, aço galvanizado e uma tampa de vidro temperado - como já era esperado. Em quase toda a estrutura desses modelos, a fabricante revestiu com filtros mesh imantados para manter a sujeira de fora.

Por falar em tampa, os dois novos Qube possuem um mecanismo que trava a tampa de vidro quando ela for aberta. Não há necessidade de parafusos, pois ela abre e fecha por pressão. Mas quando aberta, ela fica suspensa na lateral e não cai imediatamente, adicionando uma camada de segurança que todos os gabinetes deveriam ter.

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Tampa de vidro temperado bamba ou com pouca margem de segurança é um perigo para os usuários  (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)

Em contrapartida, as tampas laterais para realizar a passagem e arrumação dos cabos é bem chata. Como esses gabinetes parecem um quadrado (embora sejam um retângulo), fechar a tampa lateral sempre foi um desafio. Não há nenhuma setinha ou indicação do modo certo de fechá-la, então você pode passar um tempo se frustrando nesse desafio enfadonho.

Como você já deve ter percebido, o Qube 340 e Qube 300L são gabinetes bem simples e isso é legal, mas um ponto específico me incomoda. Nestes modelos não há uma cobertura para a fonte, que serve não somente para esconder a PSU, como também seus cabos. Eu acho bem feias as montagens em gabinetes que não tem esse cover, afinal de contas eu quero ver a menor quantidade de cabos possível.

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Novos Qube 300L e Qube 340 acompanha um cooler preto de 140 mm na região traseira para ajudar no arrefecimento (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)

Altamente modular

Um dos grandes destaques da linha Qube é a capacidade dessa série de gabinetes em apresentar soluções distintas ao público, especialmente à comunidade do DIY (Do It Yourself, Faça Você Mesmo, em tradução literal). Os furinhos espalhados por toda a carcaça não são à toa, aliás.

O melhor exemplo prático da modularidade é a possibilidade de inserir essas alças no computador, mas também um suporte de fone de ouvido. No Qube 340 a Cooler Master envia um pequeno tubinho branco que pode ser encaixado no frame frontal do gabinete e lá você pendura seu headset.

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Suporte de headset que acompanha o Qube 340 poderia ser na mesma cor do gabinete  (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)

Um dos objetivos da companhia é tornar esse tipo de case bem atrativo para moders e pessoas com uma boa imaginação. Eu particularmente achei a pecinha do headset bem feia, mas quem tem uma impressora 3D pode fabricar basicamente o que quiser e encaixar nos furinhos. A tela mesh é maleável, então basta um estilete para recortar e encaixar da maneira que preferir.

Se eu tivesse uma impressora 3D, talvez eu tentaria imprimir um suporte de carregamento para o meu mouse reserva, que pudesse ficar preso nessa parte frontal enquanto é conectado por um cabo USB do painel. São dezenas de furinhos espalhados, então o céu é o limite para os modders.

Por falar em personalização, é legal notar que você pode retirar aquele painel de conectores frontal da parte inferior e colocá-lo na parte superior. Na verdade, no Qube 300L é possível encaixá-lo até mesmo lá no topo, como muitos gabinetes fazem. É uma premissa bem divertida.

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Hub de conexões dos Qube 340 e Qube 300L fica bem disfarçado na parte frontal  (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)

Aliás, esse HUB de conexões conta com duas portas USB Tipo-A 3.2 Gen 1, um USB Tipo-C 3.2 Gen 2x2 e um combo de fone e microfone. No meio, fica o botão de liga e desliga, que também adota a função de reset.

As especificações

Pequenos, modulares e aparentemente simples, os Qube 300L e Qube 340 ainda têm algumas cartas na manga que me surpreenderam. A primeira delas está no suporte ao resfriamento, que na parte dos liquid coolers é padrão: radiadores de no máximo 240 mm tanto na frontal quanto no topo, além de um 120 mm na traseira.

Isso significa que o usuário pode inserir até duas ventoinhas de 120 ou 140 mm em todos os lados e fazer um sistema bem bacana. Agora, o que surpreende é a altura máxima permitida para um air cooler: 178 cm. Isso é maior do que muitos gabinetes grandes por aí e fazem caber o meu pesado Noctua NH-D15 e até o TRYX Turris com sua telinha. Impressionante.

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Parte traseira dos novos Qube não tem tanto espaço assim, então o cover de PSU seria excelente para a arrumação dos cabos  (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)

Dentre outros pontos que valem uma atenção extra está o espaço horizontal permitido para a placa de vídeo, que é de até 366 mm sem a ventoinha frontal instalada. No lado da fonte de alimentação, o espaço máximo do componente é de 200 mm, então PSUs normais vão caber facilmente. Confira as specs abaixo:

  • Placas-mãe suportadas: Mini-ITX e Micro-ATX;
  • Altura máxima para CPU Cooler: 178 mm;
  • Tamanho máximo de fonte de energia: 200 mm;
  • Tamanho máximo de GPU: 366 mm (sem a ventoinha frontal);
  • Slots de expansão: 4;
  • Baia para HD de 5.25 polegadas: Não;
  • Baia para HD de 3.5 polegadas: 1
  • Baia para HD de 2.5 polegadas: 2
  • Suporte de ventoinhas: topo (2x 120mm / 2x 140mm), frontal (2x 120mm / 2x 140mm),
  • traseira (1x 120mm / 1x 140mm), inferior (1x 120mm / 1x 1 40mm);
  • HUB de conexões: 2x USB A 3.2 Gen 1, 1x USB Tipo-C 3.2 Gen 2x2, combo fone e microfone;
  • Garantia: 2 anos.
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Donos de SSDs terão espaço para inserir seus modelos SATA sem problemas  (Imagem: Felipe Vidal / Voxel)

Será que vale a pena?

Os Qube 340 e Qube 300L têm o espírito da Cooler Master e agradam com suas especificações, especialmente para quem deseja um gabinete repleto de possibilidades. Ele tem alguns pontos que não me agradam, como uma das tampas laterais e a falta de cobertura para a fonte, mas não são impeditivos para o uso.

Esses são alguns que podem se popularizar bastante no mercado brasileiro quando forem lançados por aqui, assim como já acontece no MasterBox Q500L, que segue uma premissa ligeiramente similar.

Gostou desse conteúdo? Nós também já analisamos o Corsair 5000D, um baita gabinete para quem precisa de muito espaço interno para montagens mais densas. Siga o Voxel no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Felipe Vidal/Voxel

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MrBeast quebra recorde e supera 500 milhões de inscritos no YouTube

Maior youtuber do mundo, MrBeast fez história nesta sexta-feira (12) ao se tornar o primeiro criador de conteúdo individual a alcançar 500 milhões de inscritos no YouTube. Os números atualizados foram divulgados pela plataforma, que celebrou a marca.

James Stephen “Jimmy" Donaldson, nome real do influenciador, começou a postar vídeos no streaming do Google em 2012, ainda adolescente. Ele ganhou fama a partir de vídeos de desafios e envolvendo volumosas quantias de dinheiro. Ele e é o criador do reality show Beast Games, exibido pelo Amazon Prime Video.

Feitos de MrBeast

Com o crescimento do canal ao longo da década passada, MrBeast chegou pela primeira vez ao topo do ranking de criadores de conteúdo individuais com mais inscritos na plataforma em 2022. Já em 2024, passou a liderar a lista de canais com mais inscrições.

  • Entre os materiais divulgados por ele, um dos destaques é o vídeo “$456,000 Squid Game in Real Life”, que está perto de registrar 1 bilhão de visualizações;
  • Decisiva para o crescimento do canal, a produção mostrou ao mundo “o que é possível quando os criadores têm espaço para sonhar”, como destacou o YouTube em comunicado;
  • A plataforma também lembrou vídeos como “50 YouTuber Fight for $1,000,00” e “50 Streamers Fight for $1,000,000”, que abordaram o streaming como um jogo multiplayer;
  • O influencer nascido nos Estados Unidos realizou, ainda, várias campanhas filantrópicas online.
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Canal de MrBeast no YouTube agora tem mais de 500 milhões de inscritos. (Imagem: YouTube/MrBeast/Reprodução)

Uma delas, denominada “#TeamTrees”, arrecadou mais de US$ 25 milhões (R$ 126 milhões) para a plantação de milhões de árvores. Na sequência, a iniciativa “#TeamSeas” levantou US$ 30 milhões (R$ 152 milhões) para a limpeza de oceanos, praias e rios.

No ano passado, foi ao ar a campanha “#TeamWater”, que reuniu criadores de mais de 100 países e arrecadou US$ 40 milhões (R$ 203 milhões) para a WaterAid, com o objetivo de levar água potável para mais de 2 milhões de pessoas em todo o mundo.

Mas a empresa do influenciador também esteve envolvida em polêmicas, como a denúncia de assédio feita por uma brasileira que trabalhava na MrBeast Industries. Entenda o caso nesta matéria.

© YouTube/Divulgação

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Netflix lança jogo grátis da Copa do Mundo, mas qualidade técnica vai te decepcionar

O jogo FIFA World Cup: Launch Edition marca uma nova fase para a FIFA após o fim da longa parceria com a EA Sports. Em vez de apostar em um simulador robusto para competir com gigantes do gênero, a entidade escolheu um caminho bem diferente: lançar um jogo gratuito para assinantes da Netflix, focado em acessibilidade e partidas rápidas durante a Copa do Mundo de 2026.

Logo de cara, a proposta é interessante e pode chamar a atenção. Afinal, existe uma praticidade em ligar a TV, escanear um QR Code com o celular e começar uma partida em poucos segundos sem precisar baixar dezenas de gigabytes ou investir em um console. 

O problema é que, quando a novidade passa, fica difícil ignorar as limitações de um projeto que parece mais um experimento do que um novo capítulo para os jogos oficiais da FIFA. Depois de algumas partidas, a sensação que fica é a de que a Netflix encontrou uma forma criativa de colocar futebol na sala de estar, mas ainda está longe de entregar uma experiência capaz de empolgar quem acompanha games do gênero há anos.

Confira, a seguir, nossas impressões com o novo game de futebol da Copa do Mundo 2026.

Jogar na TV com o celular de controle não é uma experiência tão boa

O grande diferencial do FIFA World Cup: Launch Edition é justamente sua plataforma. O jogo roda via streaming diretamente na TV ou PC, enquanto o celular funciona como controle. A conexão é rápida e o processo de entrada em uma partida leva poucos segundos.

Em teoria, é uma solução elegante e funcional. Na prática, porém, ela traz algumas limitações importantes. Os comandos utilizam botões virtuais na tela do smartphone e exigem um período de adaptação. 

Não é algo impossível de aprender, mas também não oferece a mesma precisão ou conforto de um controle tradicional. A situação fica ainda mais estranha quando descobrimos que não existe suporte para joysticks, uma ausência difícil de entender em um jogo de futebol lançado em 2026.

Para partidas casuais entre amigos, a proposta funciona. Já para quem busca mais controle sobre dribles, passes ou finalizações, o sistema rapidamente mostra suas limitações. É tudo pensado para ser o mais casual possível: você entra, joga um pouquinho e vai embora.

Uma experiência que parece simplificada demais

Dentro de campo, o FIFA World Cup: Launch Edition aposta em uma jogabilidade bastante acessível, o que pode incomodar depois de um tempo. As partidas são rápidas, os comandos são simplificados e não existe uma grande preocupação com simulação.

Isso ajuda novos jogadores a entrarem na ação rapidamente, mas também reduz bastante o desafio. Durante os testes, a primeira partida terminou em uma vitória por 8 a 1 utilizando a dificuldade dinâmica. A inteligência artificial até demonstrou alguma adaptação no confronto seguinte, reduzindo o placar para 4 a 1, mas a sensação de domínio continuou presente durante boa parte do tempo.

O resultado é um jogo que diverte nos primeiros minutos, mas que encontra dificuldades para manter o interesse de quem procura profundidade ou um desafio mais consistente. A quantidade de conteúdo também reforça essa impressão. 

Os modos disponíveis são bastante limitados, focando principalmente em amistosos e na disputa da Copa do Mundo. Como a própria Netflix descreve esta como uma "versão de lançamento", existe espaço para expansão futura, mas atualmente o pacote parece enxuto demais para sustentar muitas horas de jogo.

Licenças oficiais ajudam, mas não escondem os problemas

Um dos maiores atrativos do projeto é a licença oficial da Copa do Mundo. Estão presentes as seleções classificadas para o torneio e o Estádio de Las Vegas, além de jogadores com nomes oficiais. Porém, basta observar mais de perto para perceber que nem tudo recebeu o mesmo nível de atenção.

Alguns jogadores possuem modelos simplificados a ponto de serem difíceis de reconhecer. O caso de Endrick chama atenção justamente por se tratar de um dos principais nomes da Seleção Brasileira atual. Em outros momentos, a falta de informações oficiais de atletas nos elencos também causa estranheza.

São detalhes que não chegam a quebrar a experiência, mas diminuem a sensação de estar participando de uma representação oficial do maior torneio de futebol do planeta.

O aspecto técnico lembra um projeto muito mais modesto

Talvez o ponto mais decepcionante esteja justamente na apresentação. É compreensível que um jogo projetado para streaming em TVs e celulares precise fazer concessões técnicas. Ainda assim, o resultado visual passa uma sensação de simplicidade excessiva para um produto que carrega as marcas FIFA e Netflix.

Os modelos dos atletas são básicos, as animações possuem pouca sofisticação e o espetáculo visual que normalmente acompanha grandes jogos de futebol praticamente não existe. E a pior parte: a narração também não ajuda. 

Em vez de transmitir emoção, o jogo utiliza uma combinação de frases pré-gravadas e recortes de nomes que acabam soando artificiais e robóticos. Em vários momentos, a sensação lembra aqueles jogos de futebol modificados da era PlayStation 1, como o clássico Brazukas ou Bomba Patch.

Isso não significa que o jogo seja tecnicamente quebrado: ele funciona, roda de forma estável e entrega exatamente o que promete. O problema é que o padrão esperado para um lançamento oficial da Copa do Mundo costuma ser consideravelmente mais alto.

Pelo menos existe o multiplayer local

Se existe um elemento capaz de justificar a existência do jogo, é o multiplayer local. A possibilidade de reunir até quatro pessoas rapidamente na frente da TV transforma o jogo em uma experiência muito mais divertida do que sua campanha individual consegue oferecer. 

Boa parte das limitações técnicas perde importância quando o foco está nas risadas, nas provocações e nos gols improváveis marcados entre amigos. Nesse contexto, o FIFA World Cup: Launch Edition encontra motivo para existir. 

FIFA NGC updated

No entanto, ao jogar com os parças, a sensação é que vocês vão mais zoar o jogo do que necessariamente competir de forma série. Com isso, o título não serve como um sucessor espiritual dos antigos jogos da FIFA, mas como uma alternativa casual para acompanhar o clima da Copa do Mundo sem gastar nada além da assinatura da Netflix.

Vale a pena?

O FIFA World Cup: Launch Edition tem uma proposta interessante e até ousada. Transformar celulares em controles e levar partidas da Copa do Mundo para qualquer TV compatível é uma ideia que combina perfeitamente com a estratégia da Netflix de expandir sua presença nos games.

O problema é que a execução ainda parece estar nos primeiros minutos de jogo. A jogabilidade simplificada, os gráficos modestos, a narração pouco convincente e a falta de conteúdo fazem com que a experiência fique abaixo do que muitos jogadores esperam ao ver os selos da FIFA e da Netflix estampados na tela.

Por outro lado, o fato de ser gratuito para assinantes e oferecer multiplayer para até quatro pessoas ajuda a justificar uma chance, especialmente durante o período da Copa. A própria Netflix define o título como uma versão de lançamento, prometendo melhorias e novos conteúdos no futuro. 

Se a empresa realmente ouvir o feedback da comunidade, existe potencial para transformar essa curiosidade em algo mais interessante nos próximos meses. Por enquanto, porém, a sensação é de que o apito inicial foi dado antes do time estar completamente pronto para entrar em campo.

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Doctor Who cancela especial de Natal e série volta à geladeira da BBC

Pouco após a Disney+ encerrar sua parceria de distribuição de Doctor Who junto à BBC, os fãs da série tiveram a confirmação de que ela vai voltar “à geladeira” da emissora britânica. Na última quarta-feira (10), a empresa confirmou que cancelou o Especial de Natal de 2026, que seria a primeira produção original do show após o fim da parceria.

Além disso, o showrunner e produtor Russel T Davies deixou a série junto com o produtor Bad Wolf. Enquanto a BBC afirma que a propriedade intelectual continua uma parte importante de sua história, até o momento não há qualquer sinal de quando ela vai receber uma produção inédita.

BBC promete “futuro grandioso” para Doctor Who

Em um comunicado à imprensa, a BBC afirmou que tomou a decisão porque precisava planejar melhor os próximos passos de Doctor Who. Segundo a empresa, o cancelamento do Especial de Natal não foi feito de forma leviana, mas ela considerou melhor fazer isso para garantir um “futuro grandioso” e de longo prazo para o show.

  • Em um comunicado à Radio Times, o ex-showrunner e escritor Stephen Moffat afirmou que não tem ideia do que está acontecendo e foi pego de surpresa pelo anúncio;
  • Já Katty Manning, que trabalhou na série entre 1971 e 1973, afirmou que os fãs devem esperar por um hiato semelhante ao que aconteceu entre 1989 e 2005;
  • No Instagram, Davies afirmou que nunca chegou a iniciar o roteiro do especial de natal que foi cancelado;
  • Ele também esclareceu que nenhuma pessoa foi contata para assumir o papel de Doctor Who após a breve passagem de Nctui Gatwa.

Apesar de a situação ser desagradável para os fãs, o produtor afirmou que está animado com o futuro de Doctor Who. Segundo ele, a BBC tem a liberdade de mudar todo e qualquer elemento da série, incluindo desde sua música tema até a cor azul da TARDIS ou promover a volta de antigos inimigos, como os Drahvin.

O que esperar do futuro de Doctor Who?

Com a notícia desta semana, uma das pontas soltas deixadas pela passagem de Gatwa como o Doutor pode nunca ser explorada. Quando a série estrelada pelo ator chegou ao fim em 2025, ele se transformou na companheira Rose Tyler (Billie Piper), para a grande surpresa dos fãs.

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Doctor Who pode receber um novo reboot no futuro. Imagem: Divulgação/BBC

Os resultados dessa regeneração podem nunca ser explicados, especialmente dado que é real a possibilidade de a BBC fazer um novo reboot da série. Segundo a Deadline, a Disney decidiu abandonar a produção do show devido a questões orçamentárias e à audiência dos episódios mais recentes. No entanto, o clima político estabelecido desde a volta de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos parece ter sido o que mais pesou para o fim da parceira.

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© Divulgação/BBC

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Quando Zelda Ocarina do Tempo Remake será lançado? Fãs especulam embate com GTA 6

Durante o Direct da última terça (09), a Nintendo confirmou o que rumores já sinalizavam há semanas: o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time é real! Não só isso, a empresa ainda confirmou que o título chega em 2026 no Nintendo Switch 2

O anúncio movimentou a comunidade gamer, especialmente porque o lançamento de GTA 6 também está marcado para este ano — e muitos fãs já especulam sobre um possível embate entre os dois títulos em novembro.

O trailer exibido no Direct foi essencialmente um teaser, mostrando uma tapeçaria de Hyrule e um jovem Link dormindo em sua cama, com a Triforce da Coragem queimando em sua mão. Nenhuma data específica foi revelada além da janela de 2026.

Ocarina of Time é considerado um dos jogos mais influentes da história, tendo levado a franquia Zelda para a era 3D em 1998. A confirmação do remake coloca dois títulos históricos (um como o mais importante de todos os tempos e o outro como o mais aguardado de todos os tempos) possivelmente dividindo atenção dos jogadores no mesmo período do ano.

Jogos da franquia Zelda têm longo histórico de lançamentos em novembro

O calendário histórico da franquia Zelda oferece pistas sobre quando o remake pode chegar. O Ocarina of Time original foi lançado no dia 21 de novembro de 1998, e o remake poderia seguir a mesma data em comemoração aos 28 anos do título — o que o colocaria apenas dois dias após o lançamento previsto de GTA 6, que está marcado para 19 de novembro.

Outros títulos da franquia reforçam o padrão novembral da Nintendo. Confira alguns exemplos:

  • A Link to the Past chegou em novembro de 1991
  • Skyward Sword em novembro de 2011
  • A Link Between Worlds em novembro de 2013
  • The Minish Cap em novembro de 2004
  • Hyrule Warriors: Age of Calamity em novembro de 2020
  • Hyrule Warriors: Age of Imprisonment em novembro de 2025.

O histórico consistente da franquia com lançamentos no mês de novembro torna esse período o mais plausível para o remake, especialmente considerando a possibilidade simbólica de coincidir com o aniversário do jogo original.

A temporada de festas de fim de ano, normalmente disputada, está relativamente esvaziada para 2026 — já que a maioria dos estúdios tem evitado o período próximo ao lançamento de GTA 6. A Nintendo, no entanto, pode ser a única empresa com apelo suficiente para não recuar diante dessa concorrência.

Enquanto GTA 6 é um título que assusta grandes lançamentos, a Nintendo possui uma base sólida de jogadores em seu ecossistema. Além disso, o game da Rockstar não será lançado no Switch 2, abrindo espaço para os donos do console para comprar a nova versão de Ocarina do Tempo.

Remake de Ocarina of Time também poderia chegar em dezembro ou setembro

Dezembro também é uma possibilidade concreta para o remake de Ocarina of Time. Metroid Prime 4, por exemplo, foi lançado em dezembro do ano passado, mostrando que a Nintendo está disposta a utilizar o mês como janela relevante de lançamento no Switch 2.

Até o momento, setembro tem sido uma escolha cada vez mais comum na indústria para títulos que buscam evitar o confronto direto com GTA 6. Marvel's Wolverine e Control Resonant, por exemplo, também estão programados para setembro — o que indica uma tendência de antecipação em relação ao lançamento da Rockstar.

No entanto, a Nintendo lançará Fire Emblem: Fortune's Weave em 17 de setembro exclusivamente no Nintendo Switch 2. Ou seja, além do mês lotado de jogos, a empresa também já contará com um representante de peso para a janela.

Já em outubro, a companhia contará com o lançamento de Nintendo Switch Sports Resort, que chega exclusivamente ao Switch 2 no dia 22. Não só isso, Hello Kitty Party Land também está marcado para estrear em 29 de outubro no Switch 1 e 2.

Com esse calendário, o lançamento de Ocarina do Tempo Remake em novembro ou dezembro parece bastante possível, mesmo que o jogo tenha que bater de frente com GTA 6.

Ocarina of Time em novembro marcaria uma disputa de interesses entre os jogadores

Caso o remake de Ocarina of Time seja confirmado para novembro, os jogadores enfrentariam uma situação inédita: dois títulos históricos chegando em questão de dias. No entanto, a disputa seria geograficamente segmentada — já que GTA 6 está confirmado para PS5 e Xbox Series X|S, sem previsão de chegada ao Switch 2.

O remake de Zelda, por sua vez, será exclusivo de Switch 2. Isso significa que o embate seria menos uma guerra de vendas direta e mais uma divisão de atenção e de budget entre públicos diferentes.

Na prática, o cenário configuraria um duelo entre os ecossistemas PlayStation e Xbox de um lado e o Nintendo Switch 2 do outro — com cada plataforma oferecendo um dos lançamentos mais aguardados do ano quase simultaneamente.

E você, está ansioso pelo remake de Ocarina of Time? Se ele chegar em novembro, vai atrapalhar seus planos para jogar GTA 6? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Que horas acontece a abertura da Copa do Mundo 2026? Veja onde assistir

Com 48 times e 16 cidades-sede espalhadas por 3 países, a Copa do Mundo 2026 promete ser uma das mais ambiciosas já realizadas pela FIFA. Com mais de um mês de duração, o grande torneio entre seleções começa no dia 11 de junho com dois jogos — o primeiro deles disputado entre o México e a África do Sul.

Uma grande diferença da edição atual do torneio é o fato de que, no Brasil, sua transmissão não vai ser exclusividade de um único veículo ou meio. As cerimônias de abertura e encerramento, bem como todas as partidas, vão poder ser acompanhadas na TV aberta, em canais por assinatura, no YouTube e em plataformas de streaming.

Que horas acontece a abertura da Copa do Mundo 2026?

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A Copa do Mundo começa com a fase de grupos. Imagem: Divulgação/FIFA

A cerimônia de abertura da Copa do Mundo está marcada para acontecer no dia 11 de junho às 14h30 (no horário de Brasília). O evento vai contar com apresentações dos artistas Alejandro Fernández, Belinda Peregrín, Lila Downs, Danny Ocean, J Balvin e Tyla, além dos grupos Los Ángeles Azules e Maná.

  • A apresentação acontecerá no Estádio Azteca, na cidade do México, que às 16 horas será palco para a partida entre México e África do Sul;
  • A transmissão vai poder ser acompanhada pela Globo, SBT, SportTV (com sinal fechado), Globoplay, CazéTV (que será retransmitida pela Prime Video) e pela GE TV;
  • A CazéTV é a única que se comprometeu a transmitir todas as 104 partidas do mundial através do YouTube;
  • A Globo vai exibir 55 partidas, o SBT 32 e a GE TV vai trazer 32 dos principais embates.

Um dos diferenciais da Copa do Mundo 2026 é o fato de que ela vai ter um total de três cerimônias de abertura. A segunda acontece a partir das 14h30 do dia 12 de junho no Canadá e vai acontecer com apresentações de Alanis Morisssette, Alessia Cara, Jessie Reyez, Michaelk Bublé, Nora Fatehi, William Prince, Elyanna, DJ Sangoy e Vegedream antes da partida entre Canadá e Bósnia-Herzegovina.

Já a terceira e última abertura acontece às 20h30 do mesmo dia (12) nos Estados Unidos. Ela conta com a presença de Katy Perry e Future, da brasileira Anitta, da sul-coreana LISA, do nigeriano Rema e da sul-africana Tyla, que é a única que vai se apresentar duas vezes. Logo em seguida, o público vai poder acompanhar a disputa entre Estados Unidos e Paraguai.

Até quando vai a Copa do Mundo 2026? Quando o Brasil entra em campo?

Como a maior edição de toda a história do torneio, a Copa do Mundo 2026 vai se estender até o dia 19 de julho deste ano. Ela começa na etapa de grupos, e as primeiras eliminatórias — com 32 equipes — se iniciam no dia 28 de junho. As oitavas de final começa no dia 4 de julho, as quartas no dia 9 de julho e as semifinais no dia 14 de julho.

🥁 The #FIFAWorldCup trophy will be raised in New York New Jersey!#WeAre26 pic.twitter.com/VIuAvYxOMV

— FIFA World Cup (@FIFAWorldCup) February 4, 2024

Já a disputa de terceiro lugar acontece no dia 18 de julho, enquanto o grande campeão vai ser decidido no dia seguinte. Para ser vencedora, uma seleção vai precisar sobreviver a pelo menos oito partidas — uma a mais do que nos torneios anteriores. No entanto, não vai ser preciso que ela permaneça invicta na fase de grupos para levantar o grande troféu.

O Brasil entra em campo na Copa do Mundo 2026 no dia 13 de junho, às 19 horas, em partida contra Marrocos. Os próximos compromissos da seleção acontecem no dia 19 (21h30) contra Haiti e no dia 24 (19h) contra a seleção da Escócia, com o time sendo considerado o favorito do grupo a que pertence.

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© Divulgação/FIFA

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Banco do Brasil caiu? Usuários reclamam de dificuldade para acessar o app nesta quarta (10)

O aplicativo do Banco do Brasil passou, nesta quarta-feira (10), por uma instabilidade que tem dificultado o acesso dos correntistas às contas bancárias. Os usuários reclamam principalmente de dificuldade para fazer fazer login.

De acordo com o Down Detector, os problemas começaram por volta das 10h16 (horário de Brasília). Por volta as 11h15, o site já exibia mais de 2,5 mil reclamações.

De acordo com o mapa de falhas do Down Detector, o problema ocorreu principalmente em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Brasília, Fortaleza e Recife.

Em testes realizados pelo TecMundo, o app não realizava a conexão com a conta. O app exibia uma tela de carregamento contínua, sendo que posteriormente foi exibido uma mensagem de erro: “Aconteceu um problema técnico, tente mais tarde”.

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Em testes feitos pela redação, o app do Banco do Brasil não estava acessando a conta corrente. (Imagem: Carlos Palmeira/TecMundo).

Reclamações nas redes sociais

Muita gente utilizou o X (antigo Twitter) para fazer reclamações sobre a instabilidade do app do Banco do Brasil. Confira, abaixo, algumas publicações sobre o tema:

no dia do meu pagamento o banco do Brasil para de funcionar. é a treva msm

— dav ツ (@outofthedav) June 10, 2026

Tá horrível o App do Banco do Brasil #BancodoBrasil

— Léo Brasil (@euleobrasil) June 10, 2026

E mais uma vez, surpreendendo um total de zero pessoas, o Banco do Brasil caiu de novo, que odiooo

— ♏︎ Bia  (@BePostiguilhone) June 10, 2026

Aplicativo do Banco do Brasil com problema?

— Paty (@patytuita) June 10, 2026

Outro lado

O TecMundo entrou em contato com o Banco do Brasil para verificar a origem da instabilidade. Por nota, a empresa pública confirmou o problema e informou o seguinte:

O BB informa que seus canais digitais apresentam indisponibilidade na manhã desta quarta-feira, 10, e atua para normalizar o serviço com a maior brevidade possível. As operações com cartão e o recebimento de PIX não foram impactados”.

Por volta das 14h30, o app voltou a funcionar normalmente em testes realizados pela redação. Por volta das 15h30, o Banco do Brasil confirmou que os serviços já haviam sido normalizados.

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Interação via chat com IA no Google Maps chega ao Brasil; saiba usar

O Google confirmou nesta quarta-feira (10) a chegada de um novo recurso para o território brasileiro. Trata-se do Pergunte ao Maps, uma "experiência conversacional" envolve o serviço de localização da empresa e a plataforma de inteligência artificial (IA) Gemini.

A partir da funcionalidade, detalhada durante o Google I/O 2026, usuários conseguem fazer perguntas ao aplicativo em uma interface similar a um bate-papo convencional. As dúvidas podem envolver sugestões de lugares para visitar e até a criação de rotas personalizadas, por exemplo.

O recurso começa a ser implementado nesta semana "para um seleto grupo" de Local Guides, que são os usuários mais ativos em avalições na comunidade do aplicativo. Em seguida, nas próximas semanas, ele será disponibilizado para todos os brasileiros.

Como funciona o Pergunte ao Maps

O Pergunte ao Maps cruza dados dos lugares e das avaliações deixadas pela comunidade, além de levar em conta o histórico de cada usuário e dados compartilhados anteriormente. Isso significa que, a partir de locais visitados anteriormente no histórico ou salvos nos favoritos, a ferramenta entende as suas preferências para fornecer indicações mais precisas.

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O Pergunte ao Maps em funcionamento no Brasil. (Imagem: Divulgação/Google)

Todas as respostas aparecem na forma de texto e com um mapa personalizado. O Google mostrou como exemplos pedidos que envolviam "achar um hambúrguer vegano perto do trabalho" e "um roteiro de locais com arquitetura icônica na cidade". Com esse conteúdo, é possível fazer reservas, criar uma lista de estabelecimentos ou já iniciar a navegação para chegar ao destino desejado.

Green Light chega a São Paulo

O Google confirmou ainda a chegada do projeto Green Light para uma nova cidade brasileira. A partir de agora, São Paulo também terá a ajuda da empresa na implementação de soluções para o trânsito usando IA.

A iniciativa é uma colaboração tecnológica do Google com órgãos de trânsito da cidade para "alinhar a infraestrutura urbana à realidade do dia a dia dos cidadãos" — ou, na prática, reduzir a quantidade de vezes em que os carros param em um sinal vermelho por problemas na fluidez e coordenação dos semáforos.

Graças a uma análise de tendências de tráfego do Google Maps e o cruzamento de dados, a ideia é sincronizar os semáforos para reduzir não só o tempo de deslocamento, mas também as emissões de carbono dos veículos e o gasto de combustível.  Rio de Janeiro, Campinas e São Caetano do Sul são as outras cidades do país em que o projeto foi implementado.

Como funciona o 'guarda-roupa digital' do Google Fotos que monta looks com IA? Conheça a ferramenta nesta matéria!

© Henry Perks/Unsplash

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Resident Evil Veronica e mais! 17 melhores anúncios do Summer Game Fest 2026

O Summer Game Fest 2026 chegou ao fim, encerrando a tradicional janela de anúncios de junho da indústria de games. A edição deste ano contou com uma programação intensa, reunindo remakes aguardados, novos projetos e o retorno de franquias consolidadas ao longo de uma semana de eventos.

Entre os destaques, estiveram os remakes de Ocarina of Time e Resident Evil Veronica, além do anúncio de God of War Laufey e os primeiros vislumbres de Gears of War: E-Day — mas também teve espaço para grandes surpresas como Persona 6 e Final Fantasy VII Revelation.

O Voxel acompanhou todos os eventos da temporada e preparou este texto com os 17 melhores anúncios do Summer Game Fest 2026 para você. Confira a lista abaixo!

Resident Evil Veronica

A Capcom abriu o Summer Game Fest com um dos anúncios mais aguardados pelos fãs da franquia: o remake de Resident Evil Code Veronica — batizado de Resident Evil Veronica. O título está confirmado para PS5, Xbox Series X|S, PC e Nintendo Switch 2, com previsão de lançamento para 2027, mas ainda sem data definida.

Persona 6

A Atlus encerrou sua participação no evento com o anúncio de Persona 6, revelado por meio de um teaser curto com elementos mais sombrios e poucos detalhes sobre a nova aventura. O vídeo não exibiu gameplay nem informações sobre a história, e o jogo segue sem data de lançamento confirmada.

Final Fantasy VII Revelation

A Square Enix também aproveitou o espaço para confirmar o terceiro e último capítulo da trilogia de remake, chamado de Final Fantasy VII Reunion — que está previsto para o segundo trimestre de 2027 em todas as plataformas. 

O trailer de gameplay exibiu momentos marcantes do jogo original refeitos para a geração atual, incluindo a região de Wutai e o despertar das Weapons, além de um primeiro vislumbre do gameplay de Vincent e Cid como personagens controláveis.

God of War Laufey

Não menos importante, o State of Play da Sony foi concluído com God of War Laufey, anunciado como o próximo capítulo da franquia — desta vez com Faye, esposa de Kratos, como protagonista. 

O trailer abre com a cena de cremação de Faye do jogo de 2018 e apresenta um extenso gameplay que mostra a personagem no pós-vida dos deuses, com um estilo de combate mais ágil em relação ao do espartano. O jogo está em desenvolvimento e não teve data de lançamento revelada.

Until Dawn 2

Until Dawn 2 é a sequência do título de terror narrativo de 2015, desta vez acompanhando um grupo de caça-fantasmas que enfrenta horrores reais em uma ilha tropical repleta de segredos. O jogo tem lançamento previsto para 2027 no PS5 e é desenvolvido pela Firesprite, estúdio first-party da PlayStation.

Senua

Durante o Xbox Showcase no último domingo (07), a Ninja Theory revelou Senua, novo jogo da franquia Hellblade, com um trailer que destaca sequências intensas de ação e um visual elaborado, aproveitando as tecnologias mais avançadas da geração atual. O lançamento está previsto para 2027.

Spyro: A Realm Beyond

Spyro: A Realm Beyond também foi revelado no evento do Xbox com um teaser mostrando o famoso dragão voando por cenários coloridos, marcando o retorno da franquia após quase 20 anos de ausência. O jogo tem lançamento previsto para 2027, sem mais detalhes disponíveis por enquanto.

Stellar Blade Blood Rain

Já a Shift Up anunciou Stellar Blade Blood Rain, novo capítulo da franquia de sucesso que promete continuar os eventos do primeiro jogo sob a perspectiva de uma nova protagonista chamada Evie. 

O combate do título é ainda mais centrado em ataques corpo a corpo, com técnicas que remetem ao pugilismo — uma mudança de estilo em relação ao original. Ainda não há previsão de lançamento confirmada.

Alien Isolation 2

Aos amantes de terror, saibam que Alien Isolation 2 ganhou um novo teaser durante o Summer Game Fest, confirmando que o projeto segue nas mãos da Creative Assembly, da SEGA. 

O material exibido acentua o tom de terror do primeiro jogo e apresenta um mundo alienígena além de uma nave explorável, com o temível Xenomorfo em destaque. O título está confirmado para PC, PS5, Xbox Series e Nintendo Switch 2.

Gen Atlas

Revelado originalmente como Project Robot no The Game Awards, Gen Atlas é o novo projeto de Fumito Ueda, lendário produtor responsável por clássicos como ICO e Shadow of the Colossus

O jogo é descrito como um título de ação e aventura em mundo aberto, com o personagem principal despertando em um planeta abandonado e encontrando um robô colossal. O título está previsto para PC, PS5 e Xbox Series.

Tartarugas Ninja: The Last Ronin

Inspirado na HQ distópica das Tartarugas Ninja, The Last Ronin é o novo projeto da recém-criada Paramount Games Studios em parceria com a PlatinumGames, desenvolvedora conhecida por Bayonetta e NieR: Automata

O teaser não trouxe detalhes de gameplay, plataformas específicas ou previsão de lançamento — apenas a confirmação de que se trata de um jogo de ação e aventura AAA para consoles e PC.

CrossFire

CrossFire é o novo jogo cooperativo e narrativo de tiro em terceira pessoa do estúdio That's No Moon, formado por veteranos da Naughty Dog e outros nomes experientes da indústria. O título acompanha dois militares de facções opostas, Layla e Cross, que precisam colaborar para sobreviver a uma ameaça letal.

Virtua Fighter 6: Crossroads

Enquanto isso, Virtua Fighter 6 foi um dos destaques do Summer Game Fest, com a confirmação do título oficial Crossroads. O trailer apresentou um modo história em que o jogador explora cenários em terceira pessoa e participa de lutas integradas ao ambiente, indo além do formato tradicional de luta. O jogo tem lançamento previsto para 2027.

Crazy Taxi: World Tour

A Sega finalmente anunciou Crazy Taxi: World Tour com um trailer de animação embalado por uma música do The Offspring — marcando o retorno da clássica franquia de corridas caóticas pelas ruas da cidade de São Francisco. O título tem lançamento previsto para 2027.

Gears of War: E-Day

Gears of War: E-Day também ganhou um belo trailer focado na campanha, mostrando os eventos do dia em que os Locust surgiram pela primeira vez na Terra.

O material destacou a relação entre Marcus Fenix e Dom Santiago nos primeiros momentos da invasão, além de cenas inéditas de combate com o clima sombrio prometido pela desenvolvedora. O jogo será lançado no dia 6 de outubro de 2026 exclusivamente para Xbox Series X|S e PC.

Novo trailer de Kingdom Hearts 4, que também está confirmado no Switch 2

Após um longo período sem novidades, Kingdom Hearts 4 finalmente apareceu de novo — desta vez durante o Nintendo Direct, que encerrou a temporada de anúncios da indústria em 2026. 

A Square Enix revelou um novo trailer com trechos inéditos de gameplay e confirmou que o RPG chegará ao Nintendo Switch 2, embora ainda não tenha divulgado uma data de lançamento.

Remake de Zelda Ocarina of Time é revelado no Direct

Por fim, mas não menos importante, após semanas de rumores a Nintendo finalmente confirmou, durante o Direct, que está desenvolvendo o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time.

Considerado um dos jogos mais influentes da história dos videogames, o clássico retornará ao Switch 2 ainda em 2026, embora uma data de lançamento específica ainda não tenha sido divulgada pela gigante japonesa.

E você, o que achou do Summer Game Fest 2026? Qual jogo da lista você está mais ansioso para jogar? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Mercado Livre e Nvidia vendem notebooks com RTX em até 24x no Dia dos Namorados

A Nvidia está realizando uma promoção especial de Dia dos Namorados com opções de compras de até 24x sem juros. Essa é uma iniciativa feita em parceria com o Mercado Livre e contempla notebooks gamer e profissionais equipados com as GPUs da marca, inclusive com uma poderosa GeForce RTX 5080.

A promoção de notebooks é bem simples, já que os produtos participantes podem ser encontrados no site oficial do Mercado Livre. Lá, os consumidores podem adquirir esses dispositivos em até 24x sem juros por meio do cartão Mercado Pago. No entanto, as ofertas duram somente no mês de junho.

Na página oficial da loja, há pelo menos 20 notebooks disponíveis de variadas marcas para comprar, como Asus ROG, Gigabyte, Lenovo e Acer. Os preços também são variados e partem dos R$ 7.000 em modelos com especificações um pouco mais básicas, como RTX 5050 e processador Intel.

Alguns dos modelos em promoção possuem entregas na modalidade Full, que chegam mais rápido (Captura de tela: Felipe Vidal / Voxel)

Por outro lado, há alguns carros-chefe dessas marcas que conseguem superar a barreira dos R$ 39 mil. Com RTX 5080 e Intel Core Ultra 9, é possível levar modelos extremamente parrudos para casa e pagar cerca de R$ 1.600 mensais por dois anos. São parcelas caras e longas, mas que definitivamente são oportunidades raras.

Quais os melhores notebooks da promoção?

É difícil não apontar o poderoso Predator Helios 18 AI, que chega com essa GeForce RTX 5080 e um Intel Core Ultra 9 275HX de 24 núcleos híbridos. O modelo ainda ostenta uma boa quantidade de 64 GB de memória RAM, além de uma grande tela IPS de 18 polegadas com taxa de atualização de 250 Hz.

Inclusive, nós já analisamos um Predator Helios muito parecido com esse, mas que tinha uma RTX 5090 e preço mais alto. Por outro lado, quem prefere um notebook mais sóbrio, pode ter isso com o Gigabyte Aero X16, feito para uso profissional e que ainda acompanha uma RTX 5070 potente e um processador AMD Ryzen AI 9 370 HX.

Os modelos mais baratinhos ficam com o Asus TUF Gaming F16 e o Predator Helios Neo 16. Esse modelo da Asus é o com a RTX 5050 e o Intel de 14ª geração, com um preço bem interessante para quem não pode investir tanto. O modelo tem algumas limitações, mas deve performar muito bem no uso cotidiano e em muitos games.

Já o Helios Neo 16 é um caso diferente, pois embora custe um pouco mais, ele acompanha uma surpreendente RTX 5070. Essa é uma placa gráfica bem mais parruda. Inclusive, nós também já testamos esse notebook gamer, que apresentou alguns probleminhas de performance por conta do processador usado.

Quem quiser aproveitar a promoção do Mercado Livre em parceria com a Nvidia e zerar o limite do cartão pode acessar o site oficial da oferta.

Por falar em notebooks, nós também analisamos o novo Lenovo Legion com RTX 5060, que possui uma excelente tela para jogar e assistir filmes, mas desempenho modesto. Siga o Voxel no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Felipe Vidal/Voxel

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5 filmes com os Irmãos Wayans além de Todo Mundo em Pânico para ver online

Com a estreia de Todo Mundo em Pânico 6, muitas pessoas estão descobrindo ou revisitando o longo legado dos Irmãos Wayan para o mundo da comédia. Desde o final dos anos 1980, Keenen, Damon, Shawn, Marlon, Kim, Dwayne, Dieda, Elvira, Nadia e Devonne têm ajudado a moldar o gênero, mesmo que nem sempre tenham conseguido grandes sucessos.

Enquanto a série que faz paródia do mundo do terror é a mais famosa produzida pela família, ela também é responsável por diversos outros filmes igualmente marcantes. O Minha Série vasculhou as plataformas de streaming e traz cinco indicações de longas que continuam engraçados, mesmo que algumas de suas ideias possam ter envelhecido.

5 filmes com os Irmãos Wayan para além de Todo Mundo em Pânico

Vou te Pegar Otário (1988)

Como o veterano da família, Keenen teve sua estreia como diretor em Vou te Pegar Otário, um filme de ação e aventura repleto de pegadinhas e piadas divertidas. Ele acompanha a história de Jack Spade (Keenen Ivory Williams), um soldado que volta para sua antiga vizinha e descobre que ela foi destruída por uma nova droga que tornou o mafioso Mr. Big muito poderoso.

Pelotão em Apuros (1995)

Produzido e escrito por Damon Wayans, Pelotão em Apuros acompanha o Major Benson Winifred Payne, que acaba de retornar aos Estados Unidos após uma guerra violenta. Dispensado do exército e incapaz de levar uma vida civil normal, ele assume como comandante da Academia Madison, conhecida por abrigar os recrutas menos talentosos de toda a história.

As Branquelas (2004)

Muito querido pelo público brasileiro, As Branquelas acompanha Marlon e Shawn nos papéis de dois agentes do FBI que precisam se disfarçar como garotas brancas ricas. Eles usam seus disfarces pouco convincentes para impedir um sequestro, enquanto lidam com várias situações surreais. Dirigido por Keenen, o longa também foi um dos responsáveis por alavancar a carreira de Terry Crews como comediante.

O Pequenino (2006)

Produzido e dirigido por Keenen, O Pequenino volta a reunir Shawn e Marlon em uma história repleta de piadas. Eles são os golpistas Darryl Edwards e Calvin “Babyface” Simms, que planejam um último grande assalto. Toda a trama gira em torno do nanismo de Babyface, que faz com que ele seja confundido com um bebê em diversas situações.

Inatividade Paranormal 2 (2014)

Produzido e escrito por Marlon Wayans, Inatividade Paranormal 2 é uma grande paródia de filmes de terror com uma linha semelhante a Todo Mundo em Pânico. A história segue a vida de Malcolm Johnson, um homem com o estranho costume de filmar tudo o que faz e que acaba de se mudar para uma casa nova.

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© Divulgação/Universal Pictures

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Shopee revela TVs mais vendidas antes da Copa do Mundo 2026; confira lista

A plataforma de comércio eletrônico Shopee revelou quais são as Smart TVs mais vendidas na plataforma nos últimos meses. Os dados revelam dispositivos que talvez sejam buscados pelo público inclusive para assistir aos jogos da Copa do Mundo FIFA de 2026.

O mercado de televisores fica bastante aquecido nos anos do torneio de futebol, já que a ocasião vira um argumento para a compra de um novo modelo e até o lançamento de aparelhos especializados na transmissão de esportes.

O top 10 da Shopee vale para os meses de abril e maio de 2026 e inclui os seguintes produtos, com os nomes listados nas páginas de produto de cada uma:

Preferências do consumidor

A lista da Shopee traz alguns dados interessantes sobre os modelos preferidos pelos consumidores no serviço. O top 10 tem uma alta variedade de fabricantes, mas fica restrito a modelos de no máximo 50 polegadas e indica uma preferência do público para dispositivos mais acessíveis em preço, além da presença do Roku TV como sistema operacional.

O fator diversidade aparece também nas tecnologias de tela. Há vários modelos LED e dois televisores Direct LED (DLED), que é uma espécie de ramificação da tecnologia convencional por posicionar os diodos de luz atrás do painel e não nas bordas, o que melhora o contraste e a distribuição de luz.

Estão presentes ainda televisores QLED, que adota os pontos quânticos para fornecer cores mais vivas e intensas, além de um brilho mais alto. O padrão OLED, em que cada pixel emite sua própria luz, não aparece na lista. Esse tipo de tecnologia costuma ser mais caro, chegando custar acima dos R$ 5 mil em modelos de 65 polegadas.

Copa do Mundo 2026

A Copa do Mundo FIFA de 2026 estreia um novo formato com 48 seleções, divididas em 12 grupos e com 104 partidas ao todo. Os jogos acontecem entre os dias 11 de junho e 19 de julho em três sedes espalhadas por Estados Unidos, México e Canadá.

Os direitos de transmissão no Brasil também apresentam novidades: desta vez, a competição terá todos os jogos exibidos sem custos no YouTube pela CazéTV, além de uma divisão dos direitos entre Globo e SBT.

Até mesmo a bola da Copa do Mundo tem curiosidades tecnológicas: a Trionda tem um design que favorece o toque preciso e precisa até ser recarregada antes das partidas por conta de sensores que conectam ela direto com o sistema do árbitro assistente de vídeo (VAR).

O que você precisa saber antes de comprar uma nova TV? Confira o guia preparado pelo TecMundo!

© Philco

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Que fim levaram os discadores, softwares que faziam conexão com a internet?

Quem vive hoje em dia navegando entre serviços digitais pode não fazer ideia de como era a situação da internet décadas atrás em termos de acesso. A conexão era lenta, cara e dependia de programas bem específicos: os discadores de internet.

Esses softwares eram vinculados às provedoras de acesso e serviam como intermediários, estabelecendo a conexão entre o computador do usuário e a ainda jovem rede mundial de computadores. A qualidade era longe de ser a ideal, mas permitiu o primeiro contato de milhões de pessoas com sites, programas e jogos online.

Com o passar do tempo, entretanto, o modelo de internet discada foi superado em tecnologia, publicidade e uso por outros formatos. Mas será que os discadores hoje só existem mesmo na memória de quem usou essas ferramentas? A seguir, relembre ou conheça essa trajetória tão nostálgica.

Como funcionava a internet discada

A internet discada (dial-up) foi a tecnologia da primeira forma de conexão estável e comercial de residências com a internet. Antes dela, universidades, órgãos públicos e institutos de pesquisa até já contavam com uma conexão própria, porém de forma bastante limitada.

  • Esse tipo de forma de estabelecimento de conexão tinha semelhanças e diferenças com o modelo atual. Ele também dependia de um modem, mas o sinal chegava pela mesma linha telefônica instalada em casa e usada para ligações.
  • Para obter a ligação, o modem "ligava" para um número de telefone específico do provedor contratado e, quando essa chamada era estabelecida, o processo de estar online era efetuado. Essa "conversa" entre ambas as pontas gerava ruídos que se tornaram clássicos de quem viveu o período da internet discada.
  • O discador era um software que automatizava essa conexão com o provedor, para que você não precisasse realizar manualmente várias etapas de configuração do sistema. Esses programas vinculados às provedoras eram bastante simples, compostos basicamente de uma tela de login e senha e o botão para iniciar a chamada.
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Exemplos de discadores populares no Brasil. (Imagem: Hardware.com.br/Reprodução)
  • Esse formato, porém, era bastante limitado em velocidade, chegando ao máximo de 56,6 kbps no auge da tecnologia. Além disso, ele ocupava a linha telefônica — o que significa que você não poderia receber ligações no aparelho fixo, algo bastante comum nas décadas de 1990 e 2000. Tirar o telefone do gancho significava o fim imediato da conexão.
  • O fator custo também pesava para muitos usuários, já que os planos eram caros e a cobrança era feita por tempo de uso (a duração da chamada entre a sua casa e o servidor). As provedoras cobravam apenas um "pulso" entre meia-noite e 6 horas manhã, após às 14 horas de sábado ou domingo durante o dia todo, o que significa que boa parte dos assinantes esperava esses horários para uso mais intenso da internet.

Os discadores no Brasil e no mundo

Como o acesso facilitado à internet dependia do uso de um discador e o computador ainda não tinha outra forma de acesso à internet, era preciso encontrar outro jeito para que esses programas chegassem ao consumidor. Sites como o Baixaki também não existiam ou estavam apenas começando, o que significa que era até mais difícil encontrar o programa correto para download.

A principal forma encontrada pelas provedoras foi a distribuição de CDs que continham o programa instalável e, normalmente, incluíam também uma oferta de tempo de uso grátis como forma de bônus ou período de testes. A AOL foi a pioneira desse formato nos Estados Unidos, mas praticamente todas as concorrentes ao redor do mundo adotaram a estratégia.

 

No fim da década de 1990, alguns dos maiores nomes da internet discada brasileira já estavam estabelecidos e com os próprios discadores. São nomes como iG, iBest, UOL, BOL, Terra e Pop, entre vários outros. A AOL tentou se estabelecer no mercado nacional, mas chegou com atraso e não teve o mesmo sucesso quanto nos EUA.

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Os CDs eram distribuídos de forma massiva para conquistar novos clientes. (Imagem: TechSpot/Reprodução)

Em meio a tanta concorrência, o iG foi destaque de um modelo paralelo iniciado em 2000 e que transformou ele em um dos principais nomes da internet discada brasileira: oferecer internet grátis.

O acesso não era totalmente sem custos, já que você ainda pagava o valor do pulso anexado à conta telefônica, mas não exigia a mensalidade que outras concorrentes solicitavam. Com o tempo, várias rivais também foram adotando esse esquema, que só exigia o modem e uma linha compatível.

O que aconteceu com os discadores de internet?

Com o passar do tempo, o acesso à internet discada passou a ser uma opção menos vantajosa para todos os envolvidos no processo: as provedoras que forneciam os programas, as operadoras de telefonia e até os próprios usuários.

Alternativas como a internet banda larga começaram a se espalhar em termos de cobertura, além de uma redução gradual nos preços. Modelos de conexão via cabo (o mesmo da internet por assinatura), ADSL ou rádio ofereciam maior vantagem em termos de velocidade e estabilidade, fora a independência da linha do telefone.

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As conexões banda larga tornaram a internet discada obsoleta tecnicamente. (Imagem: Anna Reshetnikova/GettyImages)

A evolução fica ainda mais notável a partir de 2010, com o Plano Nacional de Banda Larga no Brasil. Esse foi o período de expansão massiva da conexão de alta velocidade no país, com planos cada vez mais acessíveis em preço, além da maior cobertura por operadoras e até oferta de conexão em locais como escolas.

Nomes como Speedy, BRTurbo, Oi, GVT, NET e outras empresas começaram a ocupar o lugar dos antigos discadores. Algumas das empresas responsáveis já haviam diversificado o modelo de negócios ou não dependiam só da oferta do programa e seguiram existindo.

O Terra e o iG, por exemplo, converteram-se com o tempo em portais de conteúdo e existem até hoje, embora com menor importância no mercado. O UOL nasceu dentro de um grupo jornalístico e já como um site de diversos serviços para além do discador, como o clássico bate-papo, e segue relevante na indústria.

Outros nomes sumiram ou foram absorvidos: o iBest foi adquirido em 2006 e juntou as operações com o iG (hoje do grupo Ongoing) e a BrTurbo (marca que pertenceu à Oi). A empresa também é conhecida pelo prêmio anual que era concedido a destaques da internet nacional e que, depois de anos de hiato, retornou nesta década sob outra administração. Já o Pop, que nasce já como uma marca da GVT, encerrou as atividades em 2016.

Para além da banda larga, o modelo discado foi substituído também por outros planos: da conexão 3G em diante, o acesso aos dados móveis pelo celular também era mais vantajoso do que a antiga forma de conexão pela linha telefônica. Alternativas como fibra óptica e até satélite hoje também se configuram como alternativas a esse modelo defasado.

Por volta de 2017, já não era possível conseguir estabelecer conexão usando os antigos programas no Brasil, como mostram testes feitos por usuários em fóruns de entusiastas. Esses discadores hoje também não estão mais disponíveis para download, exceto em antigos repositórios ou a partir da imagem ISO dos CDs extraídos para baixar.

Nos EUA, curiosamente, a situação foi um pouco diferente. A AOL só encerrou o serviço de internet discada no país em 2025, ainda com uma pequena parcela de assinantes que se viu obrigada a migrar de serviço. Esses clientes só tinham o formato disponível na região ou eram resistentes na adoção de outro modelo de acesso.

Que fim levou a NET, operadora que ajudou a popularizar a TV a cabo no Brasil? Saiba nesta matéria do TecMundo!

© flaviojmendes/X

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Brecha sem correção em chips velhos da Qualcomm dá acesso total a aparelho

Especialistas do laboratório de cibersegurança Kaspersky descobriram uma vulnerabilidade considerada crítica em chips da Qualcomm. A falha, se explorada em sua totalidade, permite o acesso a informações completas guardadas no dispositivo e até o controle do aparelho.

O caso foi descoberto em março de 2025, quando a fabricante de processadores foi avisada e confirmou a existência da brecha de segurança. Só agora, mais de um ano depois, ela foi detalhada — e um dos motivos para que isso aconteça é que ela é simplesmente incorrigível.

Como a falha nos chips Qualcomm é explorada

A vulnerabilidade classificada como CVE-2026-25262 é um problema tão grave por envolver uma falha no BootROM, uma memória somente leitura que é incorporada direto no chip e não pode ser modificada por meio de atualizações. Isso significa que a exploração dessa falha torna o processador inseguro ao menos enquanto o dispositivo estiver ligado e em uso.

A BootROM é executada logo após a inicialização do aparelho e faz uma série de verificações prévias ao processo de abertura do sistema operacional. O que o ataque permite é a escrita de códigos maliciosos justamente nessas etapas, tornando até mesmo a detecção deles mais difícil por plataformas de segurança.

Cibercriminosos podem fazer isso a partir do Sahara, um protocolo de emergência usado por fabricantes e centros de serviço para tentar recuperar aparelhos aparentemente quebrados usando uma conexão USB. É ele que permite que outro aparelho, como um computador, execute um código novo no processador com as instruções mal intencionadas.

O tipo de falha é classificado como uma "Write-What-Where Condition", ou seja, a execução arbitrária de dados em um endereço direto na memória do dispositivo.

"Ao explorar a vulnerabilidade descoberta, os invasores conseguem acessar qualquer dado do dispositivo, incluindo senhas inseridas pelo usuário, arquivos, contatos, dados de geolocalização e até sensores de hardware, como câmera e microfone", diz a Kaspersky. Nos piores cenários, até mesmo o controle total do aparelho seria possível.

Quais os chips afetados

De acordo com a Kaspersky, os seguintes processadores da Qualcomm possuem a brecha descoberta:

  • MDM9x07 (Snapdragon X5 LTE)
  • MDM9x45 (Snapdragon X12)
  • MDM9x65 (modem Snapdragon X20)
  • MSM8909 (Snapdragon 210)
  • MSM8916 (Snapdragon 410)
  • MSM8952 (Snapdragon 617)
  • SDX50 (componente de controle automotivo)

Todos integram aparelhos de diversas categorias e que, tecnicamente, já são considerados defasados e sem suporte por parte da marca. Ainda assim, os dispositivos afetados tiveram alta circulação.

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O Moto G4 Play, lançado em 2016. (Imagem: Divulgação/Motorola)

O MSM8916 (Snapdragon 410), por exemplo, foi usado em smartphones como o Moto G4 Play, o Samsung Galaxy A3 e o LG K10. Já o MDM9207 é comum em dispositivos de Internet das Coisas (IoT), incluindo equipamentos industriais, sistemas de monitoramento de saúde e terminais de banco.

Após a denúncia, a Qualcomm prometeu "produzir todos os chips futuros sem essa vulnerabilidade". Ao menos por enquanto, não há informações até o momento de explorações conhecidas e bem sucedidas usando essa vulnerabilidade.

Meus aparelhos estão em risco?

Como essa é uma falha incorrigível, os processadores da Qualcomm listados acima são vítimas em potencial de exploração da brecha CVE-2026-25262. Porém, isso não significa automaticamente que os aparelhos estão comprometidos.

Esse tipo de ameaça tem um grande porém: o acesso ao protocolo vulnerável exige acesso físico ao aparelho, ou seja, não pode ser instalado remotamente — como golpes que envolvem o acesso a links suspeitos ou o download de malwares, por exemplo. De acordo com a Kaspersky, é necessário ter "alguns minutos de acesso" ao modelo para estabelecer a conexão USB e enviar o código malicioso à memória vulnerável.

Felizmente, também é possível remover o código malicioso "simplesmente interrompendo completamente o fornecimento de energia" — ou seja, remover a bateria ou deixar o aparelho se desligar por estar completamente descarregado.

Situações em que a instalação podem acontecer incluem aparelhos que estão em assistências técnicas suspeitas e não autorizadas, modelos que foram perdidos e devolvidos por estranhos ou até casos de espionagem corporativa com envolvimento de agentes internos. Sintomas suspeitos desse tipo de invasão incluem superaquecimento do dispositivo quando ocioso, picos inesperados no tráfego de rede e aplicativos agindo de forma estranha.

Acesse a seção especial de Segurança no site do TecMundo e fique informado sobre novidades em cibercrimes e proteção digital.

© Qualcomm

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WhatsApp ganha novo emoji de bola e mais para Copa do Mundo 2026

O mensageiro WhatsApp também está entrando no clima da Copa do Mundo de 2026. O torneio de futebol da FIFA está próximo e o aplicativo da Meta agora tem alguns recursos especialmente voltados para quem já está pronto para acompanhar as partidas e torcer pelo hexa do Brasil.

As novas funcionalidades da plataforma têm como objetivo fazer com que "seja ainda mais divertido acompanhar a copa com seus amigos e familiares". São mudanças temporárias e sutis, mas que ajudam a construir a ambientação em torno dos jogos e deixam as conversas sobre o tema mais divertidas no serviço da Meta.

Uma das principais novidades está no emoji de futebol. Ele foi atualizado com a aparência da Trionda, a bola oficial da Copa do Mundo de 2026 e que tem uma série de tecnologias exclusivas, incluindo a necessidade de ser carregada antes dos jogos.

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As novidades da Copa do Mundo de 2026 no app. (Imagem: WhatsApp/Divulgação)

Além disso, foram adicionados novos efeitos de futebol para as ligações em vídeo e um novo pacote de figurinhas oficiais com tema de futebol, que incluem animações especiais ativadas quando você envia um desses adesivos em chats individuais ou em grupo.

Novidades nos Canais e mais

Para os Canais, a Meta lançou também uma espécie de guia especial de futebol, que serve para você para reunir times preferidos, os placares mais recentes e as novas atualizações em um só lugar.

Ainda dentro dos Canais, há uma nova opção que permite que esses perfis compartilhem atualizações de status. Dessa forma, é possível ver os conteúdos junto com as outras publicações dos seus contatos — ou ocultá-los, caso você não queira mais exibir eles com os demais.

A Copa do Mundo de 2026 acontece entre os dias 11 de junho e 19 de julho, reunindo um total inédito de 48 seleções em jogos disputados nos Estados Unidos, México e Canadá. Quer saber onde acompanhar as partidas na TV aberta, paga ou no streaming? Confira o guia do TecMundo com canais e plataformas que vão passar os jogos!

© stockcam/GettyImages

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Ainda sem presente? Recebidos da redação trazem sugestões para o Dia dos Namorados

Com o Dia dos Namorados se aproximando, muitos consumidores já estão em busca do presente ideal. Entre os produtos que chegaram recentemente à redação do TecMundo, há alternativas para diferentes estilos de uso, incluindo acessórios para jogos, produtividade e monitoramento de atividades físicas.

Entre os destaques estão um headset voltado para jogos, um combo de teclado e mouse sem fio e um smartwatch com foco em monitoramento de saúde e atividades físicas.

Produtos tech para presentear

Um dos produtos recebidos foi o Headset Gamer Nitro NHW200 da Acer. O modelo aposta em um visual gamer, conta com microfone integrado, graves reforçados e almofadas acolchoadas para garantir mais conforto durante longas sessões de jogo, chamadas de vídeo ou até mesmo reuniões de trabalho.

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Headset Gamer Nitro NHW200 da Acer

Para quem trabalha em escritórios compartilhados ou home office, o destaque fica por conta do Logitech Pop Icon Combo. O kit reúne teclado e mouse compactos, com teclas silenciosas que ajudam a reduzir o barulho durante a digitação.

Fechando a lista, o Redmi Watch Active 5 chega como uma alternativa para quem gosta de acompanhar a rotina de exercícios e indicadores de saúde. Além de exibir notificações do smartphone no pulso, o relógio monitora atividades físicas, frequência cardíaca, qualidade do sono e níveis de oxigênio no sangue.

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© Getty Images/Bubball

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Sydney Sweeney insistiu para aparecer nua em Euphoria, revela criador da série

Encerrada oficialmente no último domingo (31 de maio), a série Euphoria teve sua reta final marcada por algumas polêmicas. A principal delas foi a maneira como Cassie (Sydney Sweeney) teve seu corpo explorado em cenas que foram consideradas gratuitas por parte do público e até mesmo por alguns criadores de conteúdo adulto.

No entanto, a decisão de expor o corpo da atriz não foi de Sam Levinson, criador da série. Em uma entrevista ao The New York Times, ele afirmou que cogitou não exibir ao público as cenas mais gráficas da vida de Cassie como uma produtora de conteúdo adulto — mas Sweeney insistiu que elas fossem preservadas no roteiro.

Sydney Sweeney influenciou no roteiro de Euphoria

Segundo Levison, a ideia de transformar Cassie em uma modelo do OnlyFans era parte essencial da terceira temporada de Euphoria, e sempre seria mantida na série. No entanto, ele afirmou que sua intenção inicial era evitar cenas de nudez ou encontrar meios de não expor o corpo da atriz.

  • “E ela olhou para mim e disse algo como ‘você está brincando? Estou interpretando uma modelo do OnlyFans. Você está me dizendo que vai contornar isso?’”, explicou Levinson;
  • O criador de Euphoria também explicou os motivos pelos quais as temporadas da série também trazem cenas de nudez;
  • Segundo ele, elas estão na série porque são algo necessário para a narrativa. Levinson também explicou que a existência desses momentos havia sido deixada claras para os atores que fizeram testes para o show;
  • Ele também afirmou que nunca forçou nenhum artista a participar de cenas mais gráficas durante qualquer uma das temporadas;
  • “Eu acredito muito fortemente que as melhores e mais honestas performances acontecem quando um ator se sente livre e seguro. É assim que você consegue uma ótima interpretação”, declarou.

O criador de Euphoria também afirmou que, caso essas condições não sejam oferecidas, profissionais ficam tensos e não conseguem entregar bons trabalhos. “Então meu trabalho é criar o melhor e mais condutivo ambiente para o ator interpretar esse personagem”, complementou.

Criador de Euphoria elogia decisão de Sydney Sweeney

Durante a mesma entrevista ao The New York Times, o criador de Euphoria fez diversos elogios a Sydney Sweeney. Segundo ele, a atriz é uma pessoa “totalmente destemida” e que é incrivelmente profissional. Ele também destacou que o resultado visto na Temporada 3 só foi possível graças aos laços de confiança que eles desenvolveram.

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Cassie virou uma modelo do OnlyFans na Temporada 3 de Euphoria. Imagem: Divulgação/HBO

“Estamos lidando com esse mundo do OnlyFans, no qual mulheres são pagas para sussurrar em microfones com formato de orelhas. Há um nível de absurdo nisso que é simplesmente divertido, e sempre tentamos encontrar meios de fazer isso parecer autêntico, divertido e dramático, e também de conectar isso aos desejos mais amplos do personagem”, explicou.

Embora Cassie tenha permanecido viva ao final de Euphoria, a personagem chegou ao fim da série com vários traumas e perdas envolvendo pessoas que eram próximas a ela. Enquanto ela e outros membros do elenco poderiam dar base a uma nova fase do show, Levinson afirma que decidiu encerrar a narrativa porque era o momento certo de fazer isso.

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© Divulgação/HBO

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Backrooms: veja os principais curtas em ordem cronológica antes do filme

Se você nunca ouviu falar de Kane Parsons, é bem provável que o universo do terror na internet tenha passado longe do seu radar nos últimos anos. 

Em 2022, com apenas 16 anos, esse jovem diretor autodidata começou a publicar no YouTube uma série de curtas-metragens que construíram uma das mitologias mais perturbadoras do cinema moderno de baixo orçamento. 

A série, batizada de Backrooms, virou fenômeno viral e chamou atenção da lendária produtora A24.

O resultado dessa trajetória improvável chegou agora às telas: Backrooms: Um Não-Lugar estreou nos cinemas brasileiros recentemente. A história gira em torno do "Complexo", um labirinto de ambientes intermináveis que evoca escritórios abandonados e espaços liminares, habitado por criaturas inexplicáveis. 

Antes de conferir a nossa crítica do filme, vale conhecer de onde tudo começou!

Backrooms: saiba como assistir os vídeos em ordem cronológica

1. The Backrooms (Found Footage)

O vídeo que iniciou tudo, publicado em 7 de janeiro de 2022, acumula mais de 78 milhões de visualizações. No estilo found footage, um jovem tropeça e cai no espaço liminar do título, sendo perseguido por uma criatura misteriosa. 

Com orçamento praticamente zero, Kane Parsons entregou uma atmosfera sufocante e um design de produção impressionante logo de cara.

2. Informational Video

Datado de 29 de fevereiro de 1990, este vídeo de oito minutos apresenta de forma mais estruturada a mitologia do universo. O espectador é recebido como membro de uma equipe de pesquisa e o portal do curta anterior ganha nomes oficiais, como "The Complex" e "The Machine". 

No final, um cientista sai para investigar sons ao longe e, ao retornar, percebe que seus colegas simplesmente desapareceram.

3. Pitfalls

Em Pitfalls, pesquisadores do Instituto Async avançam pelo Complexo em uma das explorações mais densas da série. Um dos cientistas cai por um buraco no chão e descobre um nível subterrâneo novo, com uma rua de subúrbio simulada completa com calçamento e céu estrelado. 

O talento de Kane Parsons para criar terror com recursos mínimos fica evidente em cada detalhe desse curta.

4. Presentations

Com ares de vídeo corporativo, Presentations revela as ambições da Async com o Complexo: transformá-lo em um sistema de transporte alternativo e um depósito de capacidade praticamente ilimitada. 

O tom burocrático e banal contrasta com o horror que o espectador já sabe estar à espreita naqueles corredores, e esse choque é exatamente o que faz a peça funcionar.

5. Found Footage #2

Uma mulher descobre que um quadrado no chão da garagem é um portal para o Complexo e, ao testá-lo, cai dentro. O que se segue inclui salas com móveis de proporções absurdas, um carro enferrujado encrustado em uma parede e cômodos com pisos manchados de sangue. 

A fita VHS corta abruptamente quando ela encontra uma energia verde pulsante tomando as paredes ao redor.

6. Reunion

Uma equipe Async retorna ao setor 14D para coletar dados, enquanto outro grupo explora o cômodo adjacente armado com uma espingarda. O que começa como rotina termina em confronto: Peter Tench, o cientista que havia desaparecido em Informational Video, reaparece visivelmente perturbado e atira em um dos membros da equipe. É o ponto de virada emocional de toda a série.

7. Damage Control

Funcionando como um relatório oficial dos eventos anteriores, o curta revela que Peter Tench não desapareceu no sentido convencional: ele foi transportado dois meses para o futuro dentro do Complexo. Após ser encontrado, ficou em custódia da Async, mas seu estado mental piorou até culminar no ataque visto em Reunion. O desfecho assusta pela frieza com que é narrado.

8. Found Footage #3

O mais longo de todos, este curta acompanha um homem que cai no Complexo ao investigar um barulho no porão de casa. Ele percorre corredores por horas, encontra criaturas aterrorizantes e até ouve a voz de outro homem sem nunca conseguir vê-lo. 

A câmera acaba ficando sem bateria enquanto ele simplesmente fala sobre querer voltar para casa, um encerramento perturbador e perfeito.

Com toda essa bagagem, Backrooms: Um Não-Lugar chega às telas com uma mitologia densa e construída ao longo de mais de três anos. Para quem quer saber tudo antes de assistir, confira nosso guia completo sobre o longa da A24

E se quiser manter o clima de suspense, não deixe de ver também o primeiro filme de terror que o diretor de Obsessão liberou de graça. Tem muito mais conteúdos esperando por você no Minha Série!

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© A24

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10 easter eggs e referências em O Justiceiro: Uma Última Morte

O Justiceiro: Uma Última Morte chegou ao Disney+ como uma das apostas mais ousadas da Marvel nos últimos tempos

A apresentação especial de cerca de 60 minutos traz Jon Bernthal de volta ao papel de Frank Castle em uma história sombria, visceral e carregada de significado para os fãs mais atentos do universo Marvel. 

Mais do que um simples especial de transição, o projeto funciona como uma celebração da trajetória do personagem e um ponto de virada para o que está por vir.

Para quem acompanhou Frank Castle desde os tempos do Netflix, assistir Justiceiro: Uma Última Morte é quase como folhear um álbum de memórias. 

A produção está repleta de referências aos quadrinhos, callbacks emocionantes às séries anteriores e detalhes escondidos que recompensam quem presta atenção. São easter eggs Marvel que vão desde menções diretas às HQs clássicas até conexões com o futuro do MCU.

10 easter eggs e referências em O Justiceiro: Uma Última Morte

Se você quer entender tudo o que a Marvel escondeu nesse especial, chegou ao lugar certo. Reunimos os 10 easter eggs e referências mais expressivos de O Justiceiro: Uma Última Morte, explicando o contexto de cada um e por que eles importam para os fãs do personagem. 

E para se situar melhor na história, vale conferir tudo o que você precisa saber sobre o especial antes de mergulhar nos detalhes.

10. O mural de alvos destruído

Logo na abertura do especial, Frank Castle aparece diante de um grande mural de alvos na parede, semelhante ao que ele mantinha em seu esconderijo nas temporadas de Demolidor: Renascido

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É um detalhe simples, mas que carrega um peso enorme para quem acompanhou a jornada do personagem desde o início.. (Imagem: Reprodução/Disney+)

A diferença é que, desta vez, ele arranca tudo. O gesto simboliza o fim de sua missão de vingança pessoal: todos os envolvidos na morte de sua família foram eliminados. 

9. Little Sicily e a Família Gnucci

Frank se mudou para o bairro de Little Sicily, em Nova York, o que explica sua ausência em Demolidor: Renascido. 

Nos quadrinhos, Little Sicily é um território controlado pela Família Gnucci, um dos clãs criminosos mais icônicos da mitologia do Justiceiro. 

A série de HQs Punisher #4, escrita por Garth Ennis e ilustrada por Steve Dillon em 2000, é a principal referência aqui. 

O restaurante Gnucci's, abandonado após o massacre promovido por Frank, também aparece como um detalhe direto das páginas dos quadrinhos. 

Aliás, se você ficou curioso sobre por que o Justiceiro não apareceu na 2ª temporada de Demolidor: Renascido, esse easter egg ajuda a entender parte da resposta.

8. Ma Gnucci e a trilha sonora de Danzig

A vilã Ma Gnucci, interpretada por Judith Light, é apresentada com uma referência musical bastante específica: a música Mother, da banda Danzig, toca ao fundo em sua primeira cena

O trocadilho é óbvio e bem-humorado, mas a personagem em si carrega um peso enorme nos quadrinhos. Na HQ original, Ma Gnucci perde os membros após sobreviver ao ataque do Justiceiro. 

Na versão do especial, ela aparece fisicamente marcada e usando muletas, uma adaptação fiel ao espírito da história original.

7. Andre Royo e a conexão com Agent Carter

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 Jon Bernthal interpreta o Justiceiro. (Imagem: Reprodução/Disney+)

O ator Andre Royo, famoso por interpretar Bubbles em The Wire, aparece no especial como Dre, dono de uma cafeteria que Frank frequenta. 

O que poucos sabem é que Royo já havia passado pelo universo Marvel antes: ele interpretou Spider Raymond no episódio Now is Not the End de Agent Carter. 

Sua presença em Uma Última Morte é, portanto, um retorno discreto ao MCU, e a relação entre Frank e a filha de Dre, que lhe lembra sua própria filha, é um dos momentos mais humanos do especial.

6. O cemitério de Demolidor: Temporada 2

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Cemitério que também apareceu em Demolidor. (Imagem: Reprodução/Disney+)

Frank visita os túmulos de sua esposa, filho e filha em um cemitério que os fãs mais atentos vão reconhecer imediatamente: é o mesmo local que apareceu na segunda temporada de Demolidor, no Netflix, quando o personagem fez sua estreia no universo Marvel. 

O retorno ao cemitério funciona como um fechamento de ciclo, conectando o Frank Castle de hoje ao homem que surgiu naquelas cenas memoráveis ao lado de Matt Murdock.

5. Curtis Hoyle de volta como visão

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Jason R. Moore interpreta Curtis Hoyle. (Imagem: Reprodução/Disney+)

Um dos momentos mais emocionantes do especial é o retorno de Curtis Hoyle, interpretado por Jason R. Moore, que reprisou seu papel das séries originais do Netflix

Aqui, Curtis aparece como uma visão, um fantasma do passado que confronta Frank sobre o que ele pretende fazer agora que sua lista de alvos está completa. 

Nos seriados da Netflix, Curtis era um dos poucos aliados genuínos de Frank, um veterano que tentava ajudá-lo a encontrar paz. 

O fato de ele aparecer como alucinação diz muito sobre o estado mental de Castle neste momento.

4. Maria Castle e Kelli Barrett

Os flashbacks e pesadelos de Frank incluem novas cenas com sua esposa, Maria Castle, interpretada novamente por Kelli Barrett, que já havia aparecido nas séries do Netflix. 

A presença de Barrett reforça a continuidade emocional do personagem e dá peso às visões que atormentam Frank ao longo do especial. 

Para quem acompanhou as séries originais, ver Maria de volta é um golpe certeiro no coração. Jon Bernthal, aliás, já demonstrou em outras ocasiões o quanto leva a sério cada detalhe do personagem, inclusive ao falar sobre a polêmica em torno do símbolo do Justiceiro.

3. “One Batch, Two Batch, Penny and Dime”

Poucos elementos da mitologia do Justiceiro são tão carregados emocionalmente quanto essa rima infantil. 

A frase vem de um livro favorito da filha de Frank, que ele deveria ter lido para ela na noite em que sua família foi assassinada. Nas séries da Netflix, o Justiceiro repetia essa frase antes de cada missão, como uma espécie de mantra. 

Em Uma Última Morte, Frank é assombrado por flashbacks de sua filha segurando o livro, com as palavras estampadas na capa. 

É um dos detalhes ocultos mais poderosos do especial, e quem quiser revisitar a origem dessa história pode conferir o pôster e a data de estreia do especial no Disney+ para entender melhor o contexto da produção.

2. Lisa Castle interpretada pela filha real de Jon Bernthal

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Addie Bernthal, filha de Jon Bernthal. (Imagem: Reprodução/Disney+)

Em uma das escolhas mais tocantes do especial, a visão da filha de Frank, Lisa Castle, é interpretada por Addie Bernthal, filha real de Jon Bernthal na vida real. 

O detalhe não é apenas um easter egg para os fãs mais atentos, mas uma decisão artística que adiciona uma camada de autenticidade emocional às cenas. 

Saber que o ator está olhando para sua própria filha enquanto interpreta um pai que perdeu a sua torna cada flashback ainda mais impactante e difícil de assistir sem sentir um aperto no peito.

1. O número 6:47 e a conexão com Homem-Aranha: Um Novo Dia

Este é o easter egg mais voltado para o futuro do MCU, e também o mais inteligente. 

Quando Ma Gnucci conta a história da morte de seu filho Carlo, ela revela que ele foi morto às 6h47. Obcecada com o horário, ela publica o endereço de Frank exatamente às 6:47 para homenagear o filho. 

Para os fãs dos quadrinhos, o número não é aleatório: Amazing Spider-Man #647 foi o último número do arco Brand New Day, publicado em 2010, que marcou o início de uma nova era para o Homem-Aranha. 

Com o MCU preparando exatamente um filme chamado Homem-Aranha: Um Novo Dia, no qual o Justiceiro também aparece, a referência funciona como um aceno direto ao próximo capítulo da história de Frank Castle.

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O que vem por aí para Frank Castle?

Uma Última Morte não é apenas um especial de transição. É uma declaração de intenções da Marvel sobre o futuro do Justiceiro no MCU

Ao encerrar o ciclo de vingança pessoal de Frank e abrir espaço para uma nova fase do personagem, o especial prepara o terreno para sua aparição em Um Novo Dia, onde ele vai dividir a tela com Tom Holland em uma dinâmica que promete ser bastante diferente de tudo que já vimos.

O Justiceiro: Uma Última Morte é exatamente o tipo de produção que recompensa os fãs mais dedicados. Cada detalhe escondido, cada referência aos quadrinhos e cada callback às séries do Netflix foi colocado ali com intenção. 

Se você curtiu esse mergulho nos easter eggs, compartilhe com aquele amigo que também é fã do Frank Castle. Ele vai agradecer!

© Disney

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Nvidia segue batendo recordes de receita e 'escanteia' GPUs GeForce

A Nvidia divulgou, na quarta-feira (20), o relatório fiscal da companhia para o primeiro trimestre do atual ano fiscal da marca, que terminou no fim de abril. Além de impressionantes em valor, os números também revelam o planejamento dela para o futuro em um mercado incerto e de transição.

De acordo com o CEO da marca, Jensen Huang, a construção e expansão de fábricas relacionadas com inteligência artificial (IA) está "acelerando a uma velocidade extraordinária" e as capacidades agênticas finalmente são realidade e capazes de gerar valor real aos negócios, com grande possibilidade de escala.

Ainda para o CEO, isso coloca a Nvidia em uma posição importante, já que ela produz chips e oferece serviços otimizados para uma série de recursos automatizados a nível industrial ou corporativo, de fornecedores como data centers às fabricantes de eletrônicos.

Os números da Nvidia

  • Em termos de receita, ela segue batendo recordes consecutivos e movimentando grandes quantias. A renda foi de US$ 81,6 bilhões (ou cerca de R$ 410 bilhões em conversão direta de moeda) no período, 85% a mais do que no mesmo período do ano anterior e 20% a mais que nos últimos meses de 2025.
  • O lucro bruto da companhia (antes de uma série de despesas internas e estruturais) supera os US$ 61 bilhões, uma margem alta mesmo com custos bastante expressivos;
  • Boa parte das despesas apresentadas pela companhia no período está relacionada com o aumento do próprio estoque de componentes — uma decisão diretamente relacionada com a atual crise de chips de memória e a flutuação no preço de peças e dispositivos no geral, incluindo GPUs;
  • De acordo com Huang, os chips Vera da nova plataforma de computação da empresa estão agradando os clientes e podem abrir espaço a um novo mercado altamente rentável, com possibilidade de gerar US$ 20 bilhões em receita somente neste ano fiscal e sem contar as vendas ainda boas dos chips Blackwell;
  • Para o próximo trimestre, a expectativa é de novo recorde com receita de US$ 91 bilhões, acima das previsões do mercado. Até mesmo as ações da Nvidia não apresentaram grande variação mesmo com os bons números, pois a concorrência crescente inclusive vinda da China é vista como um desafio a médio prazo.

Cadê as placas de vídeo para jogos?

A divulgação do relatório fiscal reforçou ainda mais o posicionamento da Nvidia como uma empresa cada vez mais voltada ao mercado de IA, com os produtos como placas de vídeo da linha GeForce hoje sendo consideradas um segmento secundário na marca.

A partir de agora, as informações de receita da empresa vão separá-la em duas divisões: Data Center, que reúne todo o negócio de chips para uso corporativo, em sistemas de nuvem e servidores; e Edge Computing, que vai concentrar as peças de PCs, consoles, estações de trabalho, robôs e sistemas automotivos.

Isso não significa o fim ou uma redução no suporte às GPUs da família GeForce RTX, mas os próprios números mostram a mudança na hierarquia e o desequilíbrio entre os setores: a receita do segmento de Data Centers foi de US$ 74 bilhões, enquanto "só" US$ 6,4 bilhões vieram da outra divisão. 

Vale a pena comprar um notebook com uma GeForce RTX 5060? Confira a análise completa preparada pelo Voxel!

© Justin Sullivan/GettyImages

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Após polêmica com DLSS 5 e Resident Evil Requiem, Capcom defende uso de IA no desenvolvimento

Após as polêmicas geradas pelo DLSS 5 da Nvidia, que alterou drasticamente a aparência de personagens como Leon e Grace em Resident Evil Requiem, a Capcom se posicionou publicamente sobre o uso de inteligência artificial no desenvolvimento. 

Em entrevista recente ao 4Gamer.net, direto do Google Cloud Next 2026 em Las Vegas, executivos da gigante japonesa defenderam o uso da tecnologia — mas com ressalvas importantes.

Segundo a desenvolvedora, a IA não serve para criar arte, mas sim para "desbloquear o potencial dos criadores". A declaração visa esclarecer a forma como a empresa aplica essas ferramentas internamente e diferenciá-la do uso controverso visto no anúncio do DLSS 5.

Capcom explica como usa IA no desenvolvimento de seus jogos

Shinichi Inoue, vice-presidente de plataforma de desenvolvimento de jogos e soluções de IA da Capcom, foi o principal porta-voz da empresa na ocasião. Ele deixou claro que a IA, apesar de evoluída, não substitui a sensibilidade humana no processo criativo.

"A IA está se desenvolvendo rapidamente e possuindo uma inteligência cada vez mais avançada. Às vezes, ela supera a maioria dos humanos, e eu sinto que já superou até mesmo os melhores humanos", afirmou Inoue ao 4Gamer.net. "Por outro lado, mesmo a IA com o mais alto nível de inteligência ainda fica aquém dos nossos criadores em termos de sensibilidade".

Um dos exemplos práticos citados por Inoue envolve o processo de depuração. Segundo ele, a IA avalia o jogo com base no conceito do diretor enquanto a equipe humana descansa, filtrando elementos com alta probabilidade de erro e apresentando uma estrutura organizada para revisão posterior.

"A ideia é simples. Queremos voltar ao passado, quando as pessoas discutiam ideias interessantes, chegavam a um consenso e depois as colocavam em prática", completou Inoue. "Naquela época, todos os envolvidos no desenvolvimento compreendiam plenamente o contexto e as intenções, o que permitia o máximo desempenho".

Diretor técnico da Capcom fez questão de enfatizar a importância do trabalho humano na era da IA

O diretor técnico da Capcom, Kazuki Abe, também esteve presente no evento e reforçou o papel central dos profissionais humanos no processo. Para ele, a IA deve assumir as etapas intermediárias e repetitivas, enquanto as decisões criativas e de qualidade permanecem com a equipe.

"O objetivo é substituir as tarefas rotineiras que surgem em conjunto com o trabalho criativo por IA", explicou Abe. "Os humanos devem sempre garantir a qualidade, por isso controlam a entrada, onde os comandos são dados à IA, e a saída, onde os resultados são produzidos".

"Estamos construindo um sistema que permite à IA lidar com eficiência com as etapas intermediárias", completou o diretor técnico. A declaração reforça o posicionamento da empresa de usar a tecnologia como suporte — e não como substituta dos criadores.

DLSS 5 em Resident Evil Requiem foi pauta para discussões acaloradas

A Nvidia anunciou o DLSS 5 em março deste ano, apresentando a tecnologia como um avanço na renderização neural em tempo real. Em demonstrações com títulos como Resident Evil Requiem, Starfield e Hogwarts Legacy, a ferramenta alterou de forma perceptível a aparência de personagens e cenários.

O caso mais comentado envolveu Grace Ashcroft, protagonista de Requiem, cujas feições foram modificadas a ponto de gerar reações negativas em larga escala nas redes sociais.

Profissionais da indústria, como o engenheiro Steve Karolewics, da Respawn, também se manifestaram: "O DLSS 5 parece um filtro de aerógrafo com contraste e nitidez exagerados. Acho que vou ficar com a intenção artística original".

Apesar das críticas, o produtor de Resident Evil Requiem, Masato Kumzawa, viu o episódio de forma positiva. "O fato de muitos jogadores terem comentado que realmente gostavam do design original de Grace e não queriam vê-lo alterado foi positivo", afirmou ao Eurogamer. "Significa que acertamos no design e demonstra que Grace rapidamente se tornou uma das favoritas dos fãs".

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, também respondeu às críticas, afirmando que as demonstrações contavam com o apoio e controle dos desenvolvedores. "Tudo isso está sob o controle direto do desenvolvedor do jogo", disse ele. 

O DLSS 5 está previsto para chegar ainda este ano (entre setembro e dezembro), com suporte a títulos como Resident Evil Requiem, Hogwarts Legacy, Starfield e Assassin's Creed Shadows.

Você é a favor ou contra o uso de IA no desenvolvimento de jogos, mesmo como ferramenta de suporte? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Mestres do Universo: Aparição especial e aguardada no filme foi confirmada

Embora o novo filme de Mestres do Universo só estreie oficialmente no dia 4 de junho, a Sony Pictures já promoveu a cerimônia de tapete vermelho do longa na última segunda-feira (18). Nela, um ator que deu vida ao personagem He-Man há quase 40 anos confirmou que tem uma aparição especial na nova história.

Presente no evento de lançamento da obra, Dolph Lundgren afirmou à Variety que realmente está no filme — um segredo que ele mantinha guardado há mais de um ano. Ele afirmou que tem um papel pequeno na história, então os fãs precisam ficar atentos para não o perder em cena.

Como Dolph Lundgren aparece em Mestres do Universo?

Sem entrar em grandes spoilers, Lundgren afirmou que aparece em Mestres do Universo no momento em que o Príncipe Adam (Nicholas Galitzine) precisa de um conselho de vida. “Eu apareço, e dou a ele o que ele mais precisa. Foi surreal trabalhar nisso porque foi como falar com uma versão mais jovem de mim mesmo”, explicou o ator.

  • A entrevista publicada nas redes sociais foi retirada do ar pouco tempo depois pela Variety;
  • Assim, parece que a participação especial de Mestres do Universo era algo que a Sony Pictures queria guardar para a estreia mais ampla do título;
  • Uma grande estrela dos filmes de ação dos anos 1980, Lundgren estrelou o filme de 1987 dirigido por Gary Goddard e escrito por David Odell;
  • Nele, o personagem acaba na Terra após fugir das forças do Esqueleto (Frank Langella), que dominou o Reino de Eternia;
  • A premissa da trama tem semelhanças com o filme mais recente, no qual Eternia desempenha um papel maior.

No filme com estreia marcada para o começo de junho, o Príncipe Adam (Galitzine) passa 15 anos isolado na Terra — uma medida tomada por seus pais para protegê-lo do Esqueleto. Quando ele finalmente retorna à sua terra-natal, descobre que o vilão a dominou quase completamente. Com a Espada do Poder e seus aliados, o protagonista jura contra-atacar e salvar o mundo.

Mestres do Universo teve primeiras reações positivas

Ainda durante a estreia de Mestres do Universo, Dolph Lundgren fez uma “passagem de bastão” para Galitzine. Em uma cena registrada pelo The Hollywood Reporter, o ator veterano aparece passando a Espada do Destino para o jovem protagonista, que pode se tornar a estrela de uma nova série do He-Man.

Original He-Man Dolph Lundgren passes the sword to Nicholas Galitzine at the #MastersoftheUniverse premiere pic.twitter.com/QrzO5WSqxc

— The Hollywood Reporter (@THR) May 19, 2026

O lançamento do longa-metragem no TCL Chinese Theatre, em Los Angeles, rendeu primeiras impressões bastante positivas. Muitos críticos afirmam que a aventura é divertida e nostálgica, destacando a qualidade das interpretações de seu protagonista e de Jared Leto, que atua como o Esqueleto.

Em compensação, muitos apontaram que o ritmo da história não é o ideal e sua primeira parte pode parecer um tanto arrastada. No entanto, até o momento ainda não foram publicadas as primeiras críticas oficiais de Mestres do Universo, que, até mesmo por isso, segue sem notas em sites como o Rotten Tomatoes

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© Divulgação/Sony Pictures

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Google não descarta ideia de colocar anúncios no app da IA Gemini

O aplicativo do Gemini, ferramenta de inteligência artificial (IA) da Google, pode ganhar anúncios no futuro. Quem falou sobre o assunto foi um executivo da própria companhia, durante uma conversa com investidores na última quarta-feira (29).

De acordo com o gerente de negócios da companhia, Philipp Schindler, "anúncios podem ser bastante valiosos e informações comerciais úteis", mas apenas caso sejam bem implementados.

Porém, ele também citou que a empresa "não está se apressando para nenhum lado", o que significa que a chegada ou não de anúncios na plataforma não deve ser decidida a curto prazo. Ainda assim, é possível que o prazo seja mais apertado do parece: em 2026, a Meta pode até mesmo ultrapassar o Google em receita gerada com publicidade digital pela primeira vez.

Na conversa, o executivo confirmou ainda que a atual prioridade do Google é trabalhar na publicidade já existente do Visão Geral criada por IA e no Modo IA, que é a versão do chatbot integrada ao buscador, para só depois analisar o cenário e lançar ou não anúncios no Gemini — inclusive talvez até no mesmo formato.

"É justo dizer que nós acreditamos que um formato que funciona bem no Modo IA poderia ser transferido de forma bem sucedida para o aplicativo do Gemini", afirmou Philipp.

Anúncios em IAs ainda são polêmicos

A inserção de materiais publicitários em chatbots em IA ainda é um tópico bastante sensível e que foi recebido com muitas críticas por parte da comunidade.

  • Para uma parcela do público, há riscos de manipulação de resultados e sugestões direcionadas comercialmente caso uma empresa transforme interações com chatbots em receita — mesmo que as companhias garantam que eles não interferem nos resultados gerados pelo robô;
  • A OpenAI confirmou no início de 2026 que o ChatGPT passaria a ter anúncios, inclusive para assinantes do plano pago Go. Os testes estão em andamento há alguns meses e a política logo deve ser oficializada;
  • Pouco tempo depois, a Anthropic, dona da IA Claude, disse que não teria anúncios e ainda fez piada com a situação da rival em uma série de vídeos;
  • No mesmo período, a Perplexity anunciou que não implementaria mais a adição de publicidade, mesmo depois de vários meses de experimentos com essa fonte de renda.

Quer continuar informado sobre as novidades do setor de IA? Confira a seção especial sobre o tema no site do TecMundo!

© Kenneth Cheung/Getty Images

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Meta aumenta investimento em IA e segue perdendo bilhões com metaverso

A Meta divulgou, na última quarta-feira (29), os resultados do relatório fiscal da companhia para o primeiro trimestre de 2026. No geral, a empresa mantém uma perspectiva positiva sobre os números, mas nem todos os setores estão em alta.

A receita gerada foi para US$ 42,3 bilhões, um aumento de 33% em comparação com o mesmo período do ano passado. A empresa de Mark Zuckerberg segue como uma das maiores do mundo em valor de mercado, com capitalização de US$ 1,54 trilhão.

Por outro lado, a Meta reclamou de possíveis problemas nos resultados financeiros por causa de problemas judiciais e regulatórios que a empresa atualmente encara, em especial nos Estados Unidos e na União Europeia.

A marca perdeu processos importantes e corre o risco de receber multas ou precisar limitar funcionalidades, em especial sobre o uso das plataformas por jovens.

No anúncio, a companhia também abordou rapidamente as recentes demissões, que afetaram cerca de 10% dos funcionários. A gerente financeira da Meta, Susan Li, justificou os cortes por "muitas mudanças acontecendo" devido às reorganizações promovidas pela IA.

No setor de redes sociais, a plataforma ainda revelou que a quantidade de "pessoas ativas diariamente" no trimestre foi de 3,56 bilhões. Essa é uma alta de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, mas uma queda de mais de 5% em relação ao último trimestre.

Segundo o documento, a guerra no Irã e "restrições no acesso ao WhatsApp na Rússia" teriam sido os responsáveis por essa mudanças nos números.

Mais investimentos com IA

O maior objetivo da companhia segue a busca por um espaço no mercado de inteligência artificial (IA), com a Meta tentando se estabelecer como referência técnica no setor.

Por outro lado, isso também significa uma maior quantidade de gastos: para 2026, os investimentos em equipamentos ou infraestrutura devem ficar entre US$ 125 bilhões e US$ 145 ‌bilhões, valor bastante alto e acima das projeções internas anteriores.

Os motivos dos gastos maiores envolvem não só as metas ambiciosas da companhia para o desenvolvimento da superinteligência, mas também os custos cada vez mais elevados com componentes como memórias, dado o atual estado aquecido do mercado.

Metaverso continua perdendo dinheiro

Em outro extremo das prioridades da companhia, a divisão Reality Labs segue em má fase. O segmento responsável pelo metaverso e headsets como o Meta Quest continua apresentando um prejuízo elevado.

No trimestre, a perda operacional do segmento foi de US$ 4,03 bilhões, comparado com US$ 402 milhões arrecadados em vendas. Além disso, a empresa confirmou mudanças nos serviços e produtos oferecidos, com uma grande redução nas ferramentas de realidade mista.

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O Horizon Worlds teve as atividades limitadas nos últimos meses. (Imagem: Reprodução/Meta)

Entre investimentos altos demais, processos e queda em alguns setores, a combinação de preocupações fez até as ações da Meta caírem mais de 7% depois da divulgação do relatório, com uma leve alta momentos depois.

Qual a situação atual das demissões no mercado de tecnologia por causa da IA? Confira um panorama sobre o assunto.

© Mariia Shalabaieva/Unsplash

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Spider-Noir: Conheça os vilões confirmados na série e suas origens nos quadrinhos

A galeria de vilões de Spider-Noir já está tomando forma e promete ser um dos pontos altos da série

A produção live-action do Prime Video coloca Nicolas Cage na pele de Ben Reilly, o alter ego do vigilante conhecido como The Spider, numa Nova York dos anos 1920 mergulhada na Lei Seca, gangues e, agora, criminosos com superpoderes. 

A série estreia no MGM+ em 25 de maio e chega globalmente ao Prime Video em 27 de maio de 2026.

O que chama atenção é a proposta dos criadores de construir antagonistas com camadas humanas reais. O co-showrunner Oren Uziel deixou claro que a escolha dos vilões foi guiada pela narrativa: "Eu queria que eles fossem um pouco mais palpáveis e conectados à sua humanidade." 

Se você ainda não sabe tudo sobre a série, vale conferir o que já foi revelado sobre Spider-Noir com Nicolas Cage antes de mergulhar nessa lista.

Abaixo, confira os vilões de Spider-Noir já confirmados!

1. Silvermane: o chefão irlandês interpretado por Brendan Gleeson

Foto: Prime Video/Marvel.

O vilão central da série é Silvio Manfredi, o Silvermane, vivido pelo veterano Brendan Gleeson. Na adaptação, ele aparece como um poderoso chefão do crime irlandês, uma releitura da versão italiana dos quadrinhos, que comanda o clube noturno The Alcove e tem uma história turva com Ben Reilly. 

Mentalmente instável, mas astuto o suficiente para se manter no topo, Silvermane é descrito como alguém que muitos querem ver morto.

Nos quadrinhos, Silvermane estreou em 1969 num arco de O Espetacular Homem-Aranha obcecado com imortalidade. Ele coagiu o Dr. Curt Connors, o Lagarto, a decifrar uma antiga tábua de argila e sintetizar uma poção antienvelhecimento. 

O plano saiu pela culatra: ele foi rejuvenescido em excesso. Mesmo após retornar, a obsessão com a própria mortalidade nunca o abandonou, levando-o a se tornar um ciborgue para superar as limitações do corpo humano.

2. Tombstone: o veterano de guerra que quer chegar ao topo

Lonnie Lincoln, o Tombstone, é interpretado por Abraham Popoola. Na série, ele é um veterano da Primeira Guerra Mundial disposto a qualquer coisa para subir na hierarquia do crime, inclusive, se aliar a Silvermane. 

Segundo Popoola, sua versão do personagem é "muito mais interessante" do que a dos quadrinhos, com algo "mais nefasto acontecendo" por baixo da superfície.

Nas HQs, Tombstone surgiu no final dos anos 1980 durante a fase de Gerry Conway em O Espetacular Homem-Aranha. Albino e brutalmente violento, ele aterrorizou o jornalista Robbie Robertson desde a infância e acumulou um rastro de corpos que justificou seu apelido macabro. 

Mais tarde, foi contratado pelo Rei do Crime, Wilson Fisk, como assassino particular. Vale lembrar que o personagem também aparece nos jogos da Insomniac e está confirmado em Homem-Aranha: Um Novo Dia

Na série, a questão do albinismo foi descartada cedo, afinal, Spider-Noir será exibida em preto e branco autêntico, o que tornaria o recurso visual ineficaz.

Curioso para saber mais sobre o protagonista que vai enfrentar essa galera? Entenda quem é Ben Reilly, o Spider-Noir de Nicolas Cage, o detetive particular que volta a vestir o traje depois de cinco anos sumido.

3. Sandman: o guarda-costas com poderes que o consomem

Spider-Noir' Promo Reveals Sandman, Electro & More Marvel Villains
Foto: Prime Video.

Flint Marko, o Homem-Areia, ganha vida na série com Jack Huston, neto do lendário diretor John Huston, o mesmo de A Maleta de Ferro (1941), um dos filmes noir que inspiraram diretamente Spider-Noir. 

Na trama, Marko é guarda-costas de Silvermane e está numa situação desesperadora: seus poderes parecem estar sugando sua própria força vital. Sua relação com a cantora Cat Hardy (Li Jun Li), a versão noir da Gata Negra, é um dos fios condutores da história.

Nos quadrinhos, o Homem-Areia é um dos vilões mais antigos do Cabeça de Teia, com estreia em 1963 em O Espetacular Homem-Aranha #4, criado por Stan Lee e Steve Ditko. 

Sua origem é trágica: vítima de bullying severo, foi expulso da escola após se envolver com criminosos e acabou obtendo seus poderes ao fugir para um campo de testes nucleares depois de escapar da prisão. 

Fora dos quadrinhos, o personagem é amplamente reconhecido: foi o vilão central de Homem-Aranha 3, de Sam Raimi, e reapareceu em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, no MCU. O ator Jack Huston, aliás, não conhecia o personagem antes de ser escalado e encarou isso como vantagem: "Não tendo que aderir a nada que veio antes, pude criar um grande personagem do zero."

Se você quer ver o Homem-Areia em ação na série, o novo trailer de Spider-Noir com Nicolas Cage já dá um bom gostinho do que está por vir.

4. Megawatt — o vilão que só quer seu momento de glória

Andrew Caldwell will play Dirk Leydon, aka Megawatt, in Spider-Noir. The character made exactly one appearance in the pages of Marvel Comics.

It was previously believed he was playing Electro. pic.twitter.com/Ym3AJ7oOid

— Charles Murphy (@_CharlesMurphy) April 23, 2026

Dirk Leydon, o Megawatt, é interpretado por Andrew Lewis Caldwell e representa o contraponto dos outros antagonistas: enquanto os demais tentam lidar com seus problemas, ele simplesmente é o problema. 

Sonhador frustrado que queria fazer sucesso na Broadway, Megawatt tempera seus ataques com citações de peças famosas, um detalhe que diz muito sobre quem ele é. "Dirk é o problema. É sobre conseguir seu momento a qualquer custo", resumiu o próprio Caldwell.

Nos quadrinhos, Megawatt é um personagem de baixo perfil: apareceu apenas uma vez, em 1993, na série Spider-Man Unlimited, criado por Kurt Busiek e Steven Butler. 

Com poderes elétricos similares aos do Electro, vilão muito mais famoso, ele foi derrotado pelo Homem-Aranha quando suas reservas de energia se esgotaram, mas depois escapou da prisão e tentou recomeçar a vida na indústria cinematográfica. 

Na série, ele funciona como uma alternativa criativa ao próprio Electro, que não pôde ser usado para evitar sobreposição com outros projetos Marvel em andamento.

E o Aranhaverso nisso tudo?

Spider-Noir existe num universo próprio, separado do MCU e das animações, mas o Aranhaverso está mais vivo do que nunca. 

Se você quer entender o panorama completo do Homem-Aranha nas telas, não deixe de conferir tudo sobre Homem-Aranha: Além do Aranhaverso, a animação que também está no radar dos fãs. 

E se quiser saber como a série se conecta a um elemento nostálgico dos filmes dos anos 2000, Spider-Noir se une a Um Novo Dia e traz de volta algo que os fãs mais antigos vão reconhecer na hora.

Gostou? O Minha Série tem muito mais conteúdo sobre séries, filmes e o universo do entretenimento esperando por você. Fique de olho nas próximas matérias!

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© Prime Video

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Tudo sobre Stuart Fails to Save the Universe, nova série de The Big Bang Theory

Dois anos após George e Mandy: Seu Primeiro Casamento mostrar que o universo estendido de Big Bang Theory ainda tem muito fôlego, outra produção ligada à série está prestes a fazer sua estreia. No último domingo (26), a HBO Max divulgou as primeiras imagens oficiais e novos detalhes de Stuart Fails to Save the Universe.

O novo show vai se focar nas aventuras de Stuart (Kevin Sussman), o dono da loja de quadrinhos que era um personagem recorrente da comédia de sucesso. Quem também retorna dela é Barry Kripke (John Ross Bowie), um cientista que era conhecido por não ter muitas habilidades sociais e pela arrogância.

O que sabemos sobre Stuart Fails to Save the Universe?

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A nova série vai explorar o conceito de multiverso. Imagem: Divulgação/HBO Max

Durante a CCXP Mexico City, a HBO Max confirmou que Stuart Fails to Save the Universe vai ser uma mistura entre comédia e ficção científica. A história começa em um momento no qual o personagem principal quebra um dispositivo criado por Leonard (Johnny Galecki) e Sheldon (Jim Parsons) e, com isso, inicia a destruição do multiverso.

  • Segundo Sussman, que interpreta Stuart, a graça da história é acompanhar o personagem falhando em sua missão a cada semana;
  • O show também traz em seu elenco principal Lauren Lapkus (Denise) e Brian Posehn (Bert Kibbler), como integrantes do grupo que tenta manter a coesão da existência;
  • Sussman explicou que, além dos momentos de comédia, o show também vai explorar a evolução do relacionamento entre Stuart e Denise, que havia começado no final de The Big Bang Theory;
  • A história promete brincar com realidades paralelas em diversos pontos da história, representando os personagens de The Big Bang Theory com características diferentes das originais;
  • A trama deve explorar o fato de que, embora se coloque como o líder do grupo, Stuart não tem as habilidades necessárias para garantir seu sucesso.
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As histórias vão mostrar seus protagonistas falhando em várias missões. Imagem: Divulgação/HBO Max

Um dos maiores diferenciais de Stuart Fails to Save the Universe é o fato de que a série não vai ser exibida pela CBS, casa da série original, de Jovem Sheldon e de George e Mandy. Assim, os fãs devem esperar por roteiros um pouco diferentes, bem como por temas um pouco mais adultos do que os vistos nas demais produções do mesmo universo.

Qual é a data de estreia de Stuart Saves the Universe?

Além de divulgar mais detalhes e as primeiras imagens oficiais da série, a HBO Max também confirmou a janela de estreia do show. Ele chega ao catálogo do streaming em julho deste ano, embora uma data oficial ainda não tenha sido confirmada — algo que deve acontecer em breve.

A empresa também compartilhou o primeiro pôster oficial de Stuart Fails to Save the Universe, que traz várias referências ao universo dos quadrinhos. Com o personagem principal em destaque, ela mostra máquinas misteriosas, experimentos científicos e diversas forças militares.

A série está em desenvolvimento desde 2023 e foi cocriada por Chuck Lorre, Zak Penn e Bill Prady. Ela é produzida pela Chuck Lorre Productions em parceria com a Warner Bros. Television e traz o trio de criadores trabalhando como produtores-executivos, com Ryan Cartwright (Kyle), Josh Brener (Trevor) e Tommy Walker (Gary) atuando como parte do elenco complementar.

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© Divulgação/HBO Max

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Patinete elétrico explode dentro de apartamento em Maceió

Um patinete elétrico explodiu repentinamente dentro de um apartamento em Maceió nesta sexta-feira (24). O equipamento estava desligado e fora da tomada há quatro dias no momento do incidente.

O dono do veículo relatou que não havia sinais de risco imediato antes da fumaça e das chamas. O susto foi grande, pois sua esposa está grávida e havia animais de estimação no local.

Especialistas apontam que o problema pode estar relacionado ao efeito térmico descontrolado das baterias de íon-lítio. Esse fenômeno causa incêndios súbitos mesmo sem uma fonte de calor externa ativa.

Felizmente ninguém saiu ferido do acidente que destruiu parte do ambiente doméstico. O caso serve de alerta mundial para os cuidados com o armazenamento de baterias de alta capacidade em residências.

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Dexter Ressurreição volta com personagem que pode confirmar uma famosa teoria

Atualmente em produção na cidade de Nova York, a temporada 2 de Dexter Ressurreição promete tanto novos obstáculos para o assassino quanto o retorno de alguns rostos conhecidos. Entre os nomes que vão se juntar à série está o de Brian Cox, que vai dar vida a Don Framt, um famoso assassino que está aposentado há décadas.

O elenco também vai ser enriquecido por Dan Stevens, que vai dar vida ao assassino serial Owen Stark, conhecido por gostar de provocar a polícia. No entanto, não são somente vilões que vão aparecer na história: ela também vai expandir o papel de Joey Quinn (Desmond Harrington), um investigador que pode confirmar uma famosa teoria que ganhou força entre os fãs.

Como Dexter Ressurreição pode confirmar uma antiga teoria?

Dentro do universo de Dexter, Joey Quinn apareceu na terceira temporada da primeira série estrelada pelo assassino que também é um investigador forense. Ele surgiu como um detetive problemático que não demorou a engrenar um relacionamento com Debra Morgan (Jennifer Carpenter).

  • Um personagem fixo do show até a temporada final, Quinn testemunhou Dexter assassinando Oliver Saxon (Darri Ingolfson), mas, publicamente, afirma acreditar que isso aconteceu em autodefesa;
  • No entanto, fãs teorizam que, assim como Angel Batista (David Zayas), o detetive também sabe da identidade real de seu antigo colega;
  • Ele pode saber disso desde a temporada 5 da antiga série, na qual contrata um investigador que rapta Dexter — e acaba sendo morto por ele;
  • Enquanto Quinn deixou de lado as suspeitas sobre seu então cunhado pelo bem de seu relacionamento com Debra, elas podem voltar em Dexter Ressurreição;
  • Entre os elementos que podem fazê-lo voltar ao caso está a morte de Batista durante os eventos da primeira parte do show mais recente.

No universo da série, Quinn nunca afirma publicamente saber da identidade real de Dexter, mas ambos parecem ter formado um entendimento silencioso. Enquanto o personagem de Desmond Harrington já apareceu brevemente na primeira fase de Ressurreição, agora ele vai ter mais espaço para se desenvolver e, possivelmente, revelar o que realmente sabe sobre o passado.

Dexter Ressurreição pode apresentar tanto um novo aliado quanto um obstáculo

Dependendo da maneira como Quinn for retratado na temporada 2 de Dexter Ressurreição, ele pode ser tanto um aliado quanto um obstáculo para o protagonista. Caso o detetive seja conivente com os crimes de seu antigo colega, ele pode ser uma força importante para tirar a polícia de Nova York de sua pista.

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Quinn pode tanto ajudar quanto ser um obstáculo para Dexter. Imagem: Divulgação/Paramount+

Ao mesmo tempo, o investigador pode ocupar um espaço semelhante ao de Batista, na tentativa de honrar o policial que morreu tentando cumprir seu dever. No entanto, os fãs só devem descobrir o que a presença do personagem significa após a estreia dos novos episódios, algo que só deve acontecer em 2027.

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© Divulgação/Paramount+

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Segunda temporada de Cangaço Novo tem quantos episódios? Veja tempo para maratonar

A segunda temporada de Cangaço Novo chegou ao catálogo do Amazon Prime Video nesta sexta-feira (24) trazendo mais ação, conflitos familiares e o estilo visual que conquistou o público na primeira leva de episódios. Desta vez, a série brasileira retorna com novos capítulos lançados de uma vez no streaming, permitindo que os fãs maratonem a história dos irmãos Vaqueiro de uma vez só.

Ambientada na fictícia cidade de Cratará, a trama acompanha Ubaldo, Dinorah e Dilvânia enquanto enfrentam as consequências do final explosivo da temporada anterior. O luto e a busca por vingança acabam mergulhando o grupo em uma guerra aberta contra os Maleiros e outras forças que disputam poder na região.

Segundo o diretor e showrunner Fabio Mendonça, a nova temporada aposta ainda mais no estilo visual que mistura faroeste com cultura nordestina. “A estética e a linguagem são as mesmas, só investimos ainda mais no que chamamos de Nordestern”, explicou o cineasta, destacando que a produção decidiu “aumentar a dose da pimenta” nas sequências de ação.

Quantos episódios tem a 2ª temporada de Cangaço Novo?

A segunda temporada de Cangaço Novo tem 7 episódios ao todo, todos disponibilizados simultaneamente no streaming. O formato é menor do que o da primeira temporada, que contou com oito capítulos, mas mantém episódios longos e com ritmo intenso.

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Isso faz com que a nova fase da série tenha duração semelhante a vários filmes somados, reforçando a ideia de que o público pode assistir à história como uma grande saga contínua. Na prática, isso também facilita para quem quer fazer uma maratona completa em um único dia ou fim de semana.

Quanto tempo dura a maratona de Cangaço Novo 2?

Somando a duração oficial de cada capítulo, a segunda temporada tem aproximadamente 5 horas e 7 minutos de duração total. Ou seja, é possível assistir à história completa em uma tarde ou noite dedicada à série.

A seguir, veja todos os episódios e suas durações.

  • Episódio 1 — Está aberta a temporada de caça - 1h03 (63 minutos)
  • Episódio 2 — Ninguém governa sozinho - 49 minutos
  • Episódio 3 — A alegria de um doido é encontrar uma doida - 54 minutos
  • Episódio 4 — Nós somos iguais - 49 minutos
  • Episódio 5 — A terceira lâmina - 49 minutos
  • Episódio 6 — O maior assalto de todos os tempos - 43 minutos
  • Episódio 7 — Quem não reage, rasteja - 50 minutos w

Com isso, o tempo total para assistir tudo fica em 307 minutos, cerca de 5 horas e 7 minutos. Para quem curte maratornar séries, é possível abocanhar todos os novos episódios já no fim de semana.

O que esperar da nova temporada

A nova fase começa exatamente após o final da primeira temporada, com o incêndio da igreja e o clima de luto entre os Vaqueiros. Segundo Mendonça, essa continuidade direta foi uma preocupação da equipe durante as filmagens.

“A história recomeça exatamente após o minuto derradeiro do último capítulo da primeira temporada”, contou o diretor. Ele afirmou que a equipe buscou dar a sensação de que a narrativa nunca foi interrompida, mantendo o mesmo clima e intensidade da série.

A protagonista Alice Carvalho também destacou a força de sua personagem nesta nova fase da trama. “Dinorah traz a visceralidade daquilo que precisa ser dito. É uma mulher forte, arrimo de família, guerreira amorosa”, afirmou a atriz ao comentar o papel. 

Onde assistir Cangaço Novo?

A segunda temporada de Cangaço Novo está disponível no Amazon Prime Video. O streaming pode ser assinado como parte do pacote Amazon Prime, que possui 30 dias de teste grátis e custa R$ 19,90 mensais ou R$ 166,80 por ano.

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Série live-action de Scooby-Doo da Netflix ganha primeira imagem e nome oficial

Confirmada pela Netflix em abril deste ano, sua nova série do universo de Scooby-Doo acaba de ganhar nome oficial e sua primeira imagem. O streaming também confirmou quais vão ser os atores por dar vida aos membros de um dos grupos de investigadores mais famosos da ficção.

O novo show vai ser conhecido como Scooby-Doo: Origens e promete mostrar como o grupo que faz parte da Mistérios S/A se conheceu e decidiu trabalhar em parceria. Segundo a empresa, a intenção não é só reviver personagens conhecidos, mas sim mostrar um lado deles que o público não conhece.

Quem está em Scooby-Doo: Origens?

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Scooby-Doo: Origens vai dar uma nova perspectiva da série. Imagem: Divulgação/Netflix

Segundo a Netflix, sua decisão de trabalhar em Scooby-Doo: Origens é resultado do fato de que, mais de 50 anos após serem criados, os personagens da Hannah-Barbera continuam relevantes. A produção é comandada por Josh Applebaum e Scott Rosenberg, e vai mostrar o primeiro caso investigado pelos protagonistas. Confira os nomes confirmados no elenco:

  • Mckenna Grace como Daphne Blake;
  • Tanner Hagen como Shaggy Rogers (Salsicha);
  • Abby Ryder Fortson como Velma Dinkley;
  • Maxwell Jenkins como Fred Jones.

O streaming também confirmou que Paul Hauser vai estar presente no elenco da primeira temporada, em um papel ainda não confirmado. A lista de nomes deve ser expandida conforme os primeiros episódios, que já estão sendo produzidos, avançam e a empresa intensifica seus esforços de divulgação.

Um dos maiores mistérios de Scooby-Doo: Origens até o momento é quem vai dar voz ao cachorro comilão e covarde que dá nome à franquia. A Netflix também ainda não revelou qual vai ser o visual do personagem, que em filmes recentes da série foi criado em computação gráfica.

Quando Scooby-Doo: Origens chega à Netflix?

De forma semelhante, até o momento a Netflix sequer trabalha com uma janela de estreia para Scooby-Doo: Origens. No entanto, a companhia promete compartilhar informações em breve, conforme as gravações centralizadas na cidade de Atlanta, Geórgia, avançam.

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Scooby-Doo é um sucesso desde sua estreia em 1969. Imagem: Divulgação/Warner Bros.

O show tem produção-executiva de Rosenberg e Appelbaum, que compartilham o cargo com Greg Berlanti, Sarah Schechter, Leigh London Redman, André Nemec, Jeff Pinkner e Adrienne Erickson. A lista é complementada por Toby Haynes, que também vai ser o diretor do capítulo de estreia.

Segundo Berlanti, que trabalhou diretamente com Bill Hanna e Joe Barbera no passado, o novo show captura bem o espírito da série original. Scooby-Doo e seus amigos foram criados em 1969 e, desde então, apareceram em várias animações, videogames, filmes live action e produtos das mais diversas naturezas.

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© Divulgação/Warner Bros.

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Intel e Elon Musk fecham parceria para a fábrica de chips Terafab

A Intel é a mais nova aliada de Elon Musk na construção da Terafab, o projeto ambicioso de fabricação de chips do bilionário. O anúncio foi feito nesta terça-feira (7), depois que Musk passou o fim de semana em visita à empresa de semicondutores.

A ideia é que a Intel atue como uma das assistentes nos processos de idealização e construção da fábrica de semicondutores, que deve fornecer chips de inteligência artificial (IA) avançados para as companhias do empresário.

"Nossa capacidade de projetar, fabricar e embalar chips de altíssimo desempenho em escala ajudará a acelerar o objetivo da Terafab de produzir 1 TW/ano de capacidade computacional para impulsionar os futuros avanços em IA e robótica", diz o comunicado, publicado pela própria Intel na rede social X.

O CEO da Intel, Lip-Bu Tan, apareceu em uma foto ao lado de Musk e reforçou a aliança em uma publicação separada.

"Elon Musk tem um histórico comprovado de reinventar setores inteiros. Isso é exatamente o que a fabricação de semicondutores precisa hoje. O Terafab representa uma mudança radical na forma como a lógica de silício, a memória e a embalagem serão construídas no futuro", diz o executivo.

O que é o projeto Terafab?

  • A Terafab foi anunciada no fim de março por Musk e consiste em uma fábrica de grandes dimensões para produzir chips de IA para três grandes clientes: a montadora Tesla, a empresa de exploração espacial SpaceX e a xAI, dona do Grok e do X;
  • Os planos do bilionário incluem construir uma frota de robotáxis e de robôs humanoides, além de mais data centers para alimentar os empreendimentos do grupo;
  • O grande desafio de Musk, ao menos até agora, era conseguir a expertise necessária para uma tarefa tão complexa e cara como a montagem de uma fábrica de semicondutores.

Até o momento, não há informações sobre valores ou o que a Intel receberá em contrapartida pela participação. Ainda assim, a notícia foi bem recebida pelo mercado, já que as ações da companhia subiram 4% ao longo do dia.

A aliança pode ser ainda um alívio para a divisão Intel Foundry, grande aposta da marca para o futuro próximo e que atua na fabricação de chips para outros clientes. Para além da Terafab, duas novas fábricas no estado do Arizona estão em fase de construção.

A receita pode ajudar a companhia a manter a fase lucrativa depois de uma grave crise — que foi reduzida inclusive com a ajuda da Casa Branca, que adquiriu 10% da empresa, e a antiga rival Nvidia, que agora tem por volta de 4% da marca.

Quer continuar informado sobre as principais novidades do mercado de IA? Acesse a seção especial sobre o tema no site do TecMundo!

© Intel/X

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Uncharted 5 estava sendo planejado desde antes da pandemia, segundo rumores

Rumores recentes indicam que Uncharted 5 já estaria nos planos da Naughty Dog antes mesmo do início da pandemia de COVID-19, em 2020. A informação foi compartilhada pelo jornalista Tom Henderson, que afirma que o estúdio chegou a considerar o desenvolvimento do novo título ainda em 2019.

Segundo Henderson, a ideia de um novo jogo da franquia não é recente e já vinha sendo discutida internamente. “Sei que havia algum planejamento para um Uncharted 5 antes do COVID”, afirmou o jornalista, destacando que a sequência seria vista como uma “aposta segura” dentro da indústria.

As especulações ganharam força após movimentações recentes envolvendo membros da equipe criativa da franquia, indicando que o interesse pelo retorno da série pode ter se mantido ao longo dos anos.

Rumores esquentam após diretor fazer publicação nas redes sociais

Os rumores voltaram ao centro das atenções após uma publicação do diretor criativo Shaun Escayg nas redes sociais. O desenvolvedor compartilhou uma imagem de um canhão antigo voltado para uma cidade costeira, acompanhada da legenda “Pesquisa...”, o que levantou suspeitas entre os fãs.

De acordo com Henderson, a imagem pode indicar que o estúdio estaria “potencialmente realizando novas pesquisas para um novo Uncharted 5”, embora nenhum detalhe oficial tenha sido divulgado até o momento.

A ambientação da foto chamou atenção por remeter ao estilo clássico da franquia, marcada por explorações históricas e cenários exóticos. Ainda assim, Escayg não confirmou o contexto da publicação nem o projeto ao qual ela se refere.

Internamente, há indícios de que o diretor esteja envolvido em um projeto não anunciado há alguns anos, o que também alimenta as especulações sobre um possível novo capítulo da série.

Apesar disso, não há confirmação de que a imagem esteja diretamente ligada ao desenvolvimento de um novo Uncharted, mantendo o tema no campo dos rumores.

Além de Intergalactic, Naughty Dog confirmou que está trabalhando em outro projeto não anunciado

Enquanto desenvolve Intergalactic, a Naughty Dog já confirmou oficialmente que possui outro jogo em produção. A informação foi revelada por Neil Druckmann durante participação em um podcast.

Segundo Druckmann, ele atua diretamente como diretor em Intergalactic, mas também participa de um segundo projeto em um papel mais estratégico. “Há outro jogo que está sendo desenvolvido na Naughty Dog, onde assumo uma função mais de produtor”, afirmou.

O executivo explicou que essa abordagem permite acompanhar diferentes equipes dentro do estúdio, oferecendo suporte criativo e feedback ao longo do desenvolvimento.

Embora o projeto não tenha sido detalhado, nomes como Shaun Escayg e outros diretores experientes da empresa estariam potencialmente envolvidos na produção.

Potencial Uncharted 5 está no campo das especulações

Até o momento, todas as informações sobre Uncharted 5 devem ser tratadas como rumores. Nem a Naughty Dog nem a Sony confirmaram oficialmente o desenvolvimento do título.

O último lançamento da franquia foi Uncharted: The Lost Legacy, que chegou ao mercado em 2017, marcando quase uma década sem novos capítulos inéditos da série principal.

Diante disso, qualquer menção a uma sequência permanece no campo das especulações, sem previsão ou confirmação oficial por parte dos responsáveis por enquanto.

E você, está ansioso por novidades da franquia Uncharted? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Que horas estreia a temporada 5 de The Boys? Veja data e horário

Após muito tempo de espera e revelações importantes no spin-off Gen V, a quinta e última temporada de The Boys está prestes a fazer sua estreia no Prime Video. Segundo o streaming, o novo arco de aventuras repletas de super-heróis corrompidos chega a seu catálogo na próxima quarta-feira, dia 8 de abril.

Para aplacar um pouco a ansiedade dos fãs, a empresa decidiu apostar em uma estreia dupla. Assim, o público vai ter acesso imediato a duas horas de histórias, que devem estabelecer as missões de cada protagonista, bem como apresentar os novos obstáculos que vão estar em seus caminhos.

Que horas estreia a temporada 5 de The Boys?

A Prime Video também confirmou que The Boys vai ocupar um horário bastante tradicional dentro de seu padrão de lançamentos. No Brasil, todos os episódios vão ser liberados sempre às 4 horas da manhã, no Horário de Brasília — ou seja, se prepare para madrugar por algumas semanas para evitar qualquer spoiler.

  • Embora seja baseada nos quadrinhos, a versão de The Boys do streaming seguiu rumos diferentes do material original;
  • Isso significa que sua parte final promete várias surpresas e reviravoltas que não estão nas histórias de Garth Ennis e Darick Robertson;
  • Em seu último ano, a série vai mostrar uma versão alternativa dos Estados Unidos que foi dominada pelo Capitão Pátria;
  • Usando o presidente do país como um fantoche pessoal, o vilão vai conseguir com que os super-heróis da Vought sejam incorporados às polícias e ao exército do país;
  • Isso deve iniciar uma grande onda de perseguição contra todos que criticam a empresa e suas atividades públicas.

A temporada 5 de The Boys promete ligações diretas com os momentos finais da temporada 2 de Gen V. Nela, os estudantes da Universidade Godolkin se uniram à força de resistência contra o Capitão Pátria, que conta com membros como a Luz-Estrela e um arrependido Trem-Bala, que tenta se redimir dos crimes que cometeu no passado.

Quantos episódios tem a temporada 5 de The Boys?

Além de confirmar o horário de estreia dos novos capítulos de The Boys, a Prime Video também revelou a duração total da parte final. Ela vai ter 8 partes disponíveis, que vão ser adicionadas individualmente a seu catálogo sempre às quartas-feiras até o dia 20 de maio, quando chega a grande conclusão.

Apesar de a série comandada por Erik Kripke realmente estar chegando ao fim, isso não significa o fim das histórias de super-heróis do streaming. Além de ainda existir a possibilidade de que Gen V ganhe uma terceira parte, a empresa vai explorar o passado desse universo em Vought Rising, que vai revelar como os primeiros seres poderosos foram apresentados ao mundo.

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© Divulgação/Prime Video

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Crítica: No início do fim, The Boys chega mais sombria e realista que nunca

É comum que uma série comece sua narrativa em um ponto mais neutro da história para que uma complicação seja desenvolvida e, eventualmente, abra caminho para um clímax intenso. The Boys nunca jogou por essa regra e isso permanece intacto. A 5ª e última temporada da série satírica do Prime Video começa com os dois pés na porta — como já era de se esperar.

Se você passou os últimos dois anos aguardando pela continuação da história entre Homelander e Butcher, além de muitos outros personagens centrais, a espera está quase no fim. A nova temporada estreia nesta quarta-feira (8), mas o Minha Série já pode te dizer o que achou dos 2 primeiros episódios. Confira abaixo a crítica sem spoilers do começo do fim de The Boys.

O tom mudou, ainda que com humor

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A temporada 5 de The Boys chega com um tom mais sério, na medida do possível.

Por se tratar de uma sátira, é comum colocarmos o humor como a primeira característica a ser lembrada em The Boys. A série é composta por absurdo atrás de absurdo e não existe um episódio sem algum acontecimento chocante. Essa identidade continua muito presente na 5ª temporada, mas existe uma mudança: o tom.

A temporada final da série de super-heróis esquisitos está mais sombria do que nunca. Os acontecimentos que encerraram a 4ª temporada pesam não apenas na narrativa, mas também na forma que a série se comunica. Menos risadas, mais conversas sérias e mais desconfiança permeiam os dois primeiros episódios.

Em um momento em que Hollywood sobrevive da nostalgia, The Boys é um respiro de ar fresco 

Parte dessa mudança também pode ser explicada pelo contraste com Gen V, spin-off ambientado em uma universidade de “supes”. Mesmo contendo muita violência, a série ainda acaba sendo um pouco mais leve que The Boys.

Uma narrativa que não deixa nada a desejar

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Personagens secundários são bem desenvolvidos nos dois primeiros episódios.

Apesar de chamar atenção por suas cenas grotescas e explícitas, The Boys conta com uma narrativa clara desde o princípio. O criador da série, Eric Kripke, segue equilibrando bem todos os aspectos do roteiro: até o momento ninguém foi esquecido, o desenvolvimento não foi jogado fora e a maioria dos personagens se torna até mais complexo nessa temporada.

Nos dois primeiros episódios, camadas que não existiam foram adicionadas até aos personagens mais simplórios. E a melhor parte: quando você acha que sabe exatamente o que está acontecendo, a série faz questão de mostrar que você não sabe de nada. Talvez essa seja a maior graça de The Boys, você nunca sabe o que está por vir.

Coincidências que desanimam

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A semelhança com o mundo real deixa a série mais pesada ainda.

Calma. Até agora, nada na série prejudicou o entretenimento. Assistir a essa temporada de The Boys provoca sentimentos mistos. Ao mesmo tempo que é impressionante ver que os roteiristas acabaram prevendo muitas coisas que aconteceriam no mundo real, é triste lembrar que nem tudo presente na série é ficção.

Kripke já falou que, para essa temporada, se inspirou em eventos que ainda não aconteceram nos Estados Unidos. Ele pesquisou a história de outros países que vinham se comportando de maneira semelhante ao país norte-americano. O problema é que, mesmo não tendo usado a história exata como base dessa vez, o mundo aqui fora parece estar se inspirando em The Boys — e não nos personagens bonzinhos.

Vale a pena assistir a última temporada de The Boys?

A surpresa com o absurdo continua, eles realmente são bons nisso. A série continua acertando e vocês vão ter que me perdoar pelo uso das palavras: tem tiro, porrada, bomba, sexo, daddy issues, fascismo, morte, subjetividade, indiretas bem diretas, palavrão pra c#r%#ho, genocídio e pessoas que só podem usar seus poderes peladas (um clássico desse universo). Tudo isso em dois episódios que te deixam preso na tela e tornam quase impossível não ver o restante da temporada.

Em um momento em que Hollywood sobrevive da nostalgia, The Boys é um respiro de ar fresco. O mais assustador é que, infelizmente, a história é tão bem construída que o roteirista acabou prevendo acontecimentos que deveriam ser reservados apenas para a ficção. A nossa sorte é que os políticos do mundo real não possuem superpoderes.

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Super Mario Galaxy quebra recordes com sua bilheteria de estreia; confira os números

Lançado no dia 1º de abril, o filme de Super Mario Galaxy roubou de Devoradores de Estrelas o posto do filme com a melhor estreia de 2026 até agora. Enquanto a aventura espacial conquistou US$ 80 milhões em seu fim de semana de lançamento, a nova animação do encanador bigodudo registrou US$ 130 milhões em bilheteria no mesmo intervalo.

Segundo a Universal Pictures, que distribui a animação da Illumination, ela já conquistou US$ 190 milhões nos cinco dias após sua estreia. Os números são semelhantes, mas um pouco menores, do que o filme anterior, que registrou US$ 204 milhões no mesmo período.

Super Mario Galaxy quebra recordes para uma animação

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Em sua estreia, o filme levou mais de 150 mil pessoas aos cinemas brasileiros. Imagem: Divulgação/Universal Pictures

Nos mercados internacionais, Super Mario Galaxy conquistou outros US$ 182,4 milhões em bilheteria, para um total de US$ 372,5 milhões nos cinco dias após sua estreia. Novamente, o número é um pouco menor do que o da animação anterior da série, que registrou US$ 375 milhões no mesmo intervalo.

  • Com os resultados, os filmes do Mario se firmam como a única franquia animada da história cujos todos os capítulos lançados superaram os US$ 350 milhões em bilheteria global nos 5 dias após suas estreias;
  • Super Mario Galaxy também se firmou como a segunda melhor estreia da história da Illumination — só perdendo para seu antecessor;
  • Até o momento, a animação tem a quarta melhor bilheteria de 2026 e só perde para Devoradores de Estrelas e para as comédias Cara de Um, Focinho de Outro, e a chinesa Pegasus 3;
  • No Brasil, o filme levou mais de 150 mil pessoas aos cinemas no dia 1º de abril e gerou R$ 3,2 milhões na estreia, segundo dados da Filme B Box Office Brasil;
  • Segundo o CEO da AMC, Adam Aron, o filme foi um sucesso entre todos os públicos e levou muitas crianças para as salas de cinema;
  • Com a animação, o mercado norte-americano superou a marcar de US$ 2 bilhões em arrecadação em 2026;
  • Segundo a Comscore, 62% do público de Super Mario Galaxy até agora é formado por pessoas que não têm o costume de frequentar cinemas;
  • A margem é considerada excelente pelo mercado, que costuma trabalhar com margens que vão de 27% a 35%.

Super Mario Galaxy também representa um recorde pessoal para Chris Meledandri, fundador, CEO e produtor da Illumination Pictures. O título representa o 16º filme que sua empresa lança nos últimos 16 anos, desde que o primeiro Meu Malvado Favorito fez sua estreia — número que vai ser expandido para 17 com a estreia de Minions & Monsters em julho deste ano.

Super Mario Galaxy promete grande lucratividade para a Universal

Embora ainda esteja incerto se Super Mario Galaxy vai conseguir igualar a bilheteria total de seu antecessor, a animação parece estar no rumo para superar a marca de US$ 1 bilhão no mercado global. O primeiro filme da série, de 2023, encerrou sua passagem pelos cinemas com US$ 1,36 bilhão arrecadados.

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Super Mario Galaxy já recuperou seus custos de produção. Imagem: Divulgação/Universal Pictures

O que está certo é que o filme deve ser bastante lucrativo para a Universal Pictures e para a Nintendo, que investiram US$ 110 milhões em seu desenvolvimento. Dirigido novamente por Aaron Horvath e Michael Jelenic, o longa apresenta alguns personagens inéditos dos games, como Rosalina e Bowser Jr.

O bom desempenho comercial de Super Mario Galaxy acontece mesmo diante de uma recepção crítica negativa. No Metacritic, a animação tem pontuação média de 36 pontos entre a mídia especializada, enquanto no Rotten Tomatoes sua taxa de recomendação entre veículos profissionais é de 42%.

Animação estreia com ação especial para o público brasileiro

Como forma de divulgar o lançamento de Super Mario Galaxy no Brasil, a Universal Pictures fez uma parceria com as ginastas Rebeca Andrade e Flavia Saraiva. As duas atletas de alto desempenho usam seus saltos e flexibilidade para traçar paralelos com Peach e Rosalina, duas personagens importantes da história.

“O conteúdo reforça o poder, o protagonismo e a garra tanto das personagens, quanto das ginastas que apresentam movimentos precisos além de esbanjar simpatia e carisma”, destaca a empresa. E quem já pode conferir o longa sabe que a comparação não é exagerada, já que ambas as personagens demonstram grandes habilidades diante dos desafios que aparecem em seus caminhos.

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© Divulgação/Universal Pictures

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Dexter Ressurreição: Brian Cox interpretará famoso serial killer na segunda temporada

Atualmente em fase de pré-produção, a temporada 2 de Dexter: Ressurreição acaba de adicionar um nome de peso a seu elenco. Segundo a Variety, Brian Cox, conhecido por seu trabalho em Succession, vai ser o responsável por interpretar o assassino conhecido como “O Estripador de Nova York”.

Embora tenha sido mencionado algumas vezes na fase inicial do show, o personagem nunca chegou a aparecer em tela. A escalação de Cox para o papel mostra que o assassino serial vai ter um papel ainda mais importante e deve virar o grande antagonista dos próximos episódios.

O que sabemos sobre o papel de Brian Cox em Dexter Ressurreição?

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Brian Cox se destacou por seu papel em Succession. Imagem: Divulgação/HBO

Também conhecido pelo nome civil de Dom Framt, o personagem interpretado por Brian Cox é descrito como uma figura lendária no universo de Dexter Ressurreição. Ele ganhou seu apelido devido a uma série de crimes que cometeu no passado, mas nunca foi capturado pela polícia.

  • Apesar de ter se “aposentado”, O Estripador de Nova York continua a perturbar os sobreviventes de suas ações até os dias atuais;
  • O nome do personagem aparece nas cenas finais da temporada 1, em meio a documentos encontrados por Dexter e pela detetive Claudette Wallace;
  • Cox já interpretou um assassino serial famoso em Caçador de Assassinos, filme de 1986 no qual assumiu o papel de Hannibal Lecktor;
  • No universo da série, Framt parece ter relações antigas com Leon Prater, um dos grandes antagonistas da temporada de estreia.

Até o momento, Dexter Ressurreição não revelou muitos detalhes do Estripador de Nova York para além do que foi revelado nos arquivos de Prater. Neles, ele é descrito como um homem com 30 a 40 anos de idade, que tem como principal prazer atormentar suas vítimas e fazê-las sofrer o máximo possível.

Quando estreia a temporada 2 de Dexter Ressurreição?

A presença do Estripador de Nova York na segunda temporada deve permitir que os fãs de Dexter Ressurreição descubram os motivos pelos quais ele “se aposentou” da profissão. Como deve chamar a atenção da polícia graças às ações do protagonista, o novo vilão da série vai ter motivos de sobra para voltar a agir e transformar Dexter — e todos aqueles próximos a ele — em um alvo.

A previsão é que a nova temporada da série não vai demorar muito a estrear, e seus primeiros episódios devem chegar em outubro deste ano. No entanto, ainda é possível que ela sofra com alguns atrasos, dado que as gravações dos próximos capítulos só vão começar no dia 13 de abril.

A temporada 2 de Dexter Ressurreição deve receber um tratamento especial, pois vai ser lançada no ano em que a franquia celebra 20 anos de existência. No Brasil, o novo arco deve ser exclusivo ao serviço Paramount+, que já concentra as principais produções do mesmo universo.

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© Divulgação/HBO

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Michael virou Michaela? Saiba tudo sobre a mudança de sexo em Bridgerton e confira opinião da autora

Desde seu lançamento em 2020, Bridgerton tem sido um dos maiores sucessos da Netflix. A série é uma adaptação da coleção de 8 livros da autora Julia Quinn e constantemente entra em polêmicas por mudanças em relação à obra original. Apesar das mudanças impactarem na narrativa, todas elas passam pela aprovação da autora dos livros.

A alteração mais recente foi das grandes: ao invés de Francesca (Hannah Dodd), a 6ª filha da família Bridgerton, se relacionar com Michael, a série nos apresentou Michaela (Masali Baduza). A mudança faz parte da intenção da série em deixar a história mais inclusiva e provocou uma revolta entre os fãs da história original de Francesca. Entenda abaixo tudo o que aconteceu e qual foi o posicionamento de Julia Quinn.

O que sabemos de Francesca até aqui?

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Francesca e John se conhecem na 3ª temporada.

Desde a 3ª temporada, o público acompanha o desenrolar da história de amor entre Francesca e John (Victor Alli), mesmo ela não sendo a protagonista da vez. A história dos dois é construída de forma paciente e sensível, respeitando a personalidade introspectiva de ambos os personagens.

Ao final da temporada, a mudança principal começa: Michaela, prima de John, é apresentada ao público pela primeira vez.

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Michaela aparece com mais força na 4ª temporada da série.

Na 4ª temporada, com os dois já casados, acompanhamos outro lado da relação deles: o começo do matrimônio, com as responsabilidades que isso demandava na época e um desejo pessoal de Francesca, que era o de ter um filho. O fato da personagem não engravidar é uma das principais questões para ela.

A temporada acaba de forma trágica tanto para Francesca, que perde o marido, quanto para Michaela, que perde o primo. A série deixa claro que ambas possuem um carinho enorme por John e que esse sentimento é recíproco.

O que vem a seguir?

Sem dar spoilers sobre a próxima temporada, a expectativa é que a narrativa contemple a questão da infertilidade de Francesca. Além disso, o personagem de John foi mais aprofundado na série do que no livro, de acordo com a própria autora, então a relação dos dois ainda terá um peso importante.

Como a temporada 4 termina com a perda repentina de John e com a decepção de Francesca após perceber que não estava grávida, ao que tudo indica, os primeiros capítulos da próxima temporada mostrarão a personagem lidando com esse luto em sua vida.

Mudanças aprovadas pela autora

A maior polêmica sobre a próxima temporada está na mudança de sexo do interesse amoroso de Francesca. O personagem Michael, primo de John, é um dos favoritos da grande base de fãs dos livros. A mudança se deu para apoiar uma constante na série: a inclusão de uma representatividade maior nas histórias. 

Nenhuma história de Julia Quinn apresenta um casal homoafetivo e a própria autora achou apropriada essa alteração:

"Agora estou confiante que, quando Francesca tiver sua temporada de 'Bridgerton', será a mais emotiva e comovente história da série, assim como 'O Conde Enfeitiçado' sempre foi o que mais provocou lágrimas nos livros. Sinceramente, pode ser ainda mais impactante, já que John está tendo muito mais tempo na tela do que teve nas páginas. Acho justo dizer que todos nos apaixonamos um pouco por ele", disse a autora em sua postagem. 

Ainda assim, quanto mais sabemos sobre a próxima temporada, mais claro fica que as reclamações têm uma origem que se distancia da preocupação com o enredo em si. Separamos alguns exemplos com possíveis soluções para os fãs mais acalorados:

“O que vai acontecer com o debate sobre a infertilidade de Francesca? Esse enredo ficará de fora?”

Muito provavelmente, não. Não é porquê ela estará em uma relação sáfica que esse ponto não será abordado, mesmo que se dê ao relembrar a relação dela com John. A questão já começou a ser tratada no final da última temporada.

“A série deixou de lado o amor da personagem por seu marido, ela até esqueceu as palavras quando Michaela chegou”

A história dos dois foi bem desenvolvida até na temporada em que ela não era a protagonista. O único pedido da autora foi que esse amor dela pelo John não fosse deixado de lado, e ela mesma disse que acha que o personagem teve mais destaque na série do que no livro.

“A maternidade é muito importante para ela no livro”

Esse fator ainda pode (e deve) ser muito importante para ela em sua temporada, mesmo com Michaela.

“Naquela época casais homoafetivos não eram aceitos”

Mesmo assim, eles nunca deixaram de existir. Com a história de Benedict como bissexual, a série tem dado mais espaço para personagens LGBTQIAPN+, até mesmo tendo o Meu Chalé como um refúgio onde as pessoas podem ser quem quiserm.

No fim, o que nos resta é esperar para ver como a criadora vai inserir essa mudança na história como um todo. Julia Quinn, que criou Francesca, Michael e os outros personagens que provocaram tanto amor nos fãs dos livros, está de acordo com a mudança de Michaela. Todas as questões apresentadas pelos fãs de Michael ainda podem ser trabalhadas com a personagem “nova”.  

No mais, casais homoafetivos finalmente terão a oportunidade de se sentir representados por mais uma bela história de amor que Bridgerton se propõe a oferecer; assim como ofereceu quando mudou outras narrativas para oferecer essa representatividade tão importante para muitos.

E você? Vai assistir à temporada de Francesca? Comente nas redes sociais do Minha Série! Estamos no Threads, Instagram, TikTok e até mesmo no WhatsApp. Venha acompanhar filmes e séries com a gente!

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'Vingança por tudo': Irã lança vídeo feito com IA ameaçando atacar os EUA

O governo do Irã divulgou nesta semana um vídeo de propaganda gerado por inteligência artificial intitulado “Uma Vingança para Todos”. A peça reúne diversas cenas históricas e conflitos recentes para criticar duramente a política externa e as ações militares dos Estados Unidos.

As imagens exibem eventos marcantes como as bombas de Hiroshima, lançada na 2ª Guerra Mundial, a Guerra do Vietnã e as recentes crises e invasões a países no Oriente Médio. 

O conteúdo busca associar Washington a atrocidades humanitárias e abusos de poder cometidos desde o século passado em diferentes territórios.

O momento mais impactante mostra um ataque de mísseis contra a Estátua da Liberdade em solo americano. O vídeo substitui a cabeça da deusa romana Libertas, que é representada no monumento oficial, pela figura demoníaca de Baal, simbolizando uma profunda oposição religiosa e ideológica entre os países.

A publicação ocorre em meio à recusa de Teerã sobre novas propostas de paz apresentadas pelo governo de Donald Trump. O Irã exige reparações de guerra e soberania total sobre o Estreito de Ormuz como condições inegociáveis para o fim das hostilidades.

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Apps que simulam Tigrinho driblam ECA Digital e podem ser baixados por crianças

O ECA Digital entrou em vigor na semana passada e afetou diversos jogos no Brasil, incluindo o popular Roblox, que aumentaram sua classificação indicativa por conter mecânicas de loot boxes. Segundo a lei, esse tipo de monetização, que oferece itens aleatórios mediante pagamento, pode servir como incentivo para práticas como apostas para crianças.

No entanto, a legislação brasileira acabou deixando passar jogos que, literalmente, simulam casas de apostas. Em uma rápida navegação na Play Store, o Voxel encontrou jogos que emulam a experiência de jogar no Tigrinho e caça-níqueis com classificação livre, disponíveis para download para crianças na loja do Android. 

O Voxel entrou em contato com o Google, que lançou um posicionamento sobre o assunto dizendo que orientou desenvolvedores sobre o ECA Digital (confira mais detalhes abaixo). Além disso, a classificação indicativa de alguns dos apps foi alterada para 18 anos – processo que é gerenciado pela Coalizão Internacional de Classificação Indicativa (IARC).

É válido ressaltar que o ECA Digital proíbe aplicativos de bets para menores e plataformas do tipo que lidam com apostas com dinheiro real aparecem marcados como +18 na loja do Google. Ainda assim, existe uma linha cinza que permite apps capazes de apresentar mecânicas de apostas para crianças.

Jogos que passaram pela Lei Felca simulam Tigrinho com moeda digital e acumulam milhões de downloads

Ao pesquisar por termos como “Tigrinho” ou “Apostas” na Google Play Store, o usuário possivelmente vai cair em um aplicativo da desenvolvedora Slots Limited. Segundo a página oficial, a empresa oferece “mais de 500 jogos grátis de máquinas caça-níqueis”.

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Os aplicativos no catálogo incluem nomes como “Slots Slots: Jogo do Tigrinho” e “Golden Casino - Caça Níqueis”, que chegam a superar 5 milhões de downloads. Na terça-feira (24), todos os apps da desenvolvedora verificados pelo Voxel contavam com classificação livre e podíam ser baixados sem qualquer verificação de idade no Android e também no Windows.

A listagem dos aplicativos na Play Store aponta que os softwares contam com a exibição de anúncios e também compras no aplicativo, além do link para o site da desenvolvedora. No entanto, a Slots Limited não deixa nenhuma informação de contato disponível, o que impossibilitou o Voxel de obter um posicionamento direto da companhia.

Como funciona o Simulador de Tigrinho?

Apesar de contarem com nomes que variam entre “Tigrinho” e “Caça-Níqueis”, os aplicativos simuladores de apostas com classificação livre contam sempre com o mesmo "gameplay'. Ao baixar e abrir, o jogador é convidado a criar uma conta no app ou jogar como convidado, sem precisar inserir dados.

Em seguida, uma mensagem pomposa aparece dizendo que você ganhou milhões na moeda digital do jogo para fazer apostas. Depois disso, o gameplay segue os padrões de um caça-níquel: o jogador pode abrir diversas roletas e apostar as moedas virtuais, com a opção de rolar tudo automaticamente e apenas acompanhar os resultados finais.

Além do cassino virtual, o jogo também conta com uma aba de loja que permite comprar mais moedas digitais. O jogador também é constantemente apresentado a pop-ups de anúncios para conseguir mais bônus, como rodadas extras.

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A experiência é tão autêntica aos aplicativos de bets reais que até mesmo pessoas adultas se confundem na hora de baixar e apostar. Nas reviews de um dos simuladores de Tigrinho, alguns usuários deixaram avaliações negativas porque o aplicativo “não paga” e transforma todo dinheiro investido em moedas virtuais.

“Não façam depósitos achando que vão ganhar dinheiro”, diz uma avaliação de uma estrela. “Não há prêmio em dinheiro real, esta informação não é passada de forma clara ao usuário que se deixa levar pelo sensacionalismo e uso do cifrão do dinheiro real para representar moedas virtuais.”

“Eu baixo casino pra apostar e ganhar, aí não tem como ganhar, mas tem como perder. Não posso sacar, mas posso depositar”, diz outro usuário. “Odiei”, dando uma estrela.

Como o simulador de Tigrinho passou pela Lei Felca?

Tanto o decreto quanto o texto da lei proíbem que aplicativos de apostas sejam liberados para menores de 18 anos no Brasil. Quando o assunto são games, o ECA Digital traz regras rígidas envolvendo sistemas de comunicação online, como chats de texto e voz, e sistemas de loot boxes, que vendem itens aleatórios por dinheiro real.

Neste contexto, os simuladores de Tigrinho ficam em uma linha cinza na Play Store. O aplicativo não é uma bet, pois não permite fazer apostas que valem dinheiro real que pode ser sacado — apesar de as pessoas conseguirem gastar quantias com a moeda digital dos apps.

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Além disso, os aplicativos de simulação de cassino não contam com sistemas de chat ou loot boxes, já que todas as microtransações realizadas dentro dos apps envolvem apenas a compra de moeda digital, sem itens aleatórios. Ou seja, mesmo que os apps tenham “sabor” de bet, tudo é realizado com “dinheiro de mentirinha”, fazendo com que o ECA Digital não seja aplicado diretamente.

O que diz o Google sobre os apps que simulam cassinos?

A documentação oficial da loja Play Store traz diretrizes para desenvolvedores proibindo aplicativos de bets e cassinos para menores de idade, mas as regras sempre falam em uso de dinheiro real para apostar. Após o contato do Voxel com o Google, jogos da Slots Limited começaram a receber classificação +18 na Play Store, processo gerenciado pela IARC, mas alguns apps de simulação de Tigrinho ainda aparecem como livre para todas as idades.

O Voxel também conversou com o Google para saber mais detalhes sobre as diretrizes da Play Store e como as regras da loja se aplicam nesse tipo de caso. Em um posicionamento enviado ao veículo, a empresa explicou que está em contato com desenvolvedores para promover a adequação ao ECA Digital.

"O Google orientou recentemente os desenvolvedores sobre os novos requisitos do ECA Digital. A classificação indicativa exibida no Google Play é de responsabilidade do desenvolvedor e gerada pela Coalizão Internacional de Classificação Indicativa (IARC) — órgão que reflete os critérios do Ministério da Justiça no Brasil — a partir de um questionário autodeclaratório preenchido ao enviar o jogo", disse a companhia.

A empresa também disse que apps que violem as regras podem ser banidos da plataforma – o público também pode fazer denúncias neste site. “Caso seja identificado que um desenvolvedor forneceu respostas imprecisas no questionário para burlar o processo de classificação ou que violou as políticas do Google Play, o aplicativo estará sujeito a medidas corretivas, incluindo a remoção ou suspensão da loja”.

O impacto das apostas na mente

Mesmo quando não envolvem dinheiro real, mecânicas inspiradas em cassinos podem gerar efeitos psicológicos importantes, principalmente quando estão acessíveis a crianças e adolescentes. Segundo a psicóloga Beatriz Silvério da Rocha Paiva, docente de Psicologia na UniFacens, esse tipo de sistema costuma explorar mecanismos conhecidos da psicologia comportamental.

De acordo com a especialista, o funcionamento de jogos de aposta está ligado ao chamado reforço intermitente, um padrão em que o jogador às vezes ganha e às vezes perde. “Esse tipo de consequência é importante para a nossa tolerância às situações cotidianas que nem sempre são bem-sucedidas, porém também pode favorecer comportamentos compulsivos”, explica.

Outro fator que torna esse tipo de experiência tão envolvente é a expectativa constante pelo momento em que a aposta finalmente será recompensada. Segundo Paiva, o ciclo de tentativa e recompensa ajuda a consolidar o comportamento de continuar jogando, especialmente quando a atividade passa a funcionar como uma forma de fuga de situações desagradáveis ou responsabilidades da vida cotidiana.

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A especialista também aponta que sistemas baseados em roletas e caça-níqueis estimulam o cérebro de maneira diferente de outros jogos justamente pela imprevisibilidade do resultado. “Quando o ganho acontece, ele reforça todo o encadeamento de tentativas anteriores, fazendo com que o indivíduo aprenda a persistir e aguardar o ‘ápice’ do jogo, mesmo diante de frustrações e perdas”, afirma.

Esse tipo de mecânica pode ser ainda mais sensível quando exposta a públicos mais jovens, como é o caso dos apps com classificação livre. Segundo Paiva, crianças e adolescentes apresentam maior vulnerabilidade porque seu desenvolvimento neuropsicológico ainda está em formação, além de enfrentarem desafios emocionais e sociais típicos dessa fase da vida.

Para a psicóloga, crescer jogando simuladores de cassino também pode influenciar a forma como jovens passam a enxergar dinheiro e risco. “O ganho não está diretamente relacionado com o que o indivíduo faz, criando uma falsa ilusão de controle”, explica. “Ou seja, a pessoa não aprende que precisa fazer algo para obter aquela recompensa de forma consistente.”

Apesar disso, Paiva ressalta que não é possível afirmar com certeza que jogos desse tipo levem diretamente às apostas reais no futuro. Ainda assim, o padrão de comportamento pode servir como gatilho para práticas semelhantes. “Esse tipo de jogo estimula o indivíduo a continuar se envolvendo em um comportamento em que ele acredita ter controle, mesmo quando ganhar ou perder não depende do que ele faz”, conclui a psicóloga.

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Armas autônomas (killer robots): por que a ONU tenta regular

Nos conflitos armados atuais, como nas guerras entre Rússia e Ucrânia e nas ofensivas conjuntas de Estados Unidos e Israel contra o Irã, o uso de inteligência artificial no campo de batalha tem ganhado destaque. A tecnologia está no planejamento de ataques e em armas autônomas.

Também conhecidos como “killer robots”, os armamentos avançados incluem, principalmente, drones sem operadores humanos. Apesar das vantagens, a presença contínua desses recursos em cenários de batalha levou a Organização das Nações Unidas (ONU) a pedir a regulação e até a proibição de tais máquinas.

O que são armas autônomas

Chamados de “Lethal Autonomous Weapon Systems” (LAWS) ou “Sistemas de Armas Autônomas Letais” em tradução livre, esses dispositivos de guerra possuem capacidade de identificar e atacar alvos sem depender de controle humano. Para tanto, utilizam sensores e IA, entre outras tecnologias.

Os mecanismos integrados às armas registram e analisam dados do campo de batalha, entendendo o ambiente e diferenciando pessoas de veículos e objetos. Com base nessas informações, os sistemas automatizados selecionam alvos e tomam a decisão de atacar ou não por conta própria.

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Essa categoria é representada principalmente pelos drones autônomos. (Imagem: NiseriN/Getty Images)

Inicialmente restritos à ficção, os robôs de combate aparecem em diferentes formatos, como drones alimentados com IA, submarinos não tripulados e outros tipos de veículos autônomos. Até mesmo robôs humanoides para usos militares já foram testados.

É importante destacar que as versões mais avançadas da tecnologia bélica ainda não foram totalmente implementadas. Porém, os drones autônomos, que localizam alvos e disparam mísseis, estão entre as armas mais usadas nos conflitos recentes.

Diferença entre armas automatizadas e autônomas

Em geral, os equipamentos da guerra moderna são classificados em três categorias. Na primeira e mais básica, o sistema localiza o alvo e se prepara para o ataque, mas requer a aprovação humana explícita para o disparo.

Na intermediária, a máquina pode iniciar o ataque, mas um operador humano consegue interromper a ação. Já na terceira categoria, os killer robots operam sem depender de ordens, representando a mais avançada e controversa versão dos LAWS.

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As armas automatizadas dependem da operação humana. (Imagem: Onfokus/Getty Images)

Ou seja, a primeira e a segunda categoria são consideradas automatizadas ou automáticas, pois seguem um ciclo predefinido e exigem ativação do operador. Sistemas de defesa que lançam mísseis após a detecção e metralhadoras são exemplos disso.

Por sua vez, a última conduz operações militares complexas autonomamente, localizando e atacando alvos de maneira independente, com o auxílio da IA, como os drones kamikaze. Como a intervenção humana pode ser nula, ela alimenta debates sobre ética na guerra.

Como a inteligência artificial é usada nesses sistemas

Os robôs de combate são resultado de uma grande combinação de tecnologias, como sensores que monitoram o ambiente, sistemas LiDAR gerando mapas 3D e câmeras térmicas. Dependendo do tipo pode haver, ainda, radares para identificar movimentos.

Todos esses componentes geram uma extensa quantidade de informações para o panorama completo e em tempo real do local. Sem operadores, o processamento é feito por algoritmos de IA treinados em amplos conjuntos de dados.

A tecnologia diferencia, em milissegundos, civis de soldados, carros de equipamentos de guerra e daí por diante.

Decisões sem intervenção humana

Nos armamentos com IA, os modelos de linguagem fazem as avaliações de ameaças. Eles consideram aspectos como o perigo representado pelo alvo, as movimentações e o valor da ação, entre outros, para decidir sobre o ataque.

Depois de analisar tudo isso, em segundos, a IA decide sem qualquer intervenção humana. Além da rapidez, outro diferencial é a ausência de julgamento ético, o que representa um grande perigo, na visão dos críticos.

Riscos para civis e conflitos armados

Na guerra moderna, o uso de armas com capacidade de decidir autonomamente oferece vantagens estratégicas. No entanto, esses sistemas levantam preocupações quanto à segurança, pois assim como os bots convencionais, a tecnologia de combate também pode errar.

Se a IA alucinar durante a missão, existe a chance de confundir alvos, mirando em civis ou trocando armazéns de armas por hospitais ou escolas, lançando mísseis no prédio errado. A tragédia pode ser maior se envolver enxames de drones autônomos.

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Os enxames de drones autônomos tornam a tecnologia ainda mais poderosa. (Imagem: onurdongel/Getty Images)

Esses grupos de aeronaves atingem diversos alvos simultaneamente. Segundo a ONU, isso fere os princípios de proporcionalidade e precaução inseridos no Direito Internacional Humanitário (DHI), que limita os efeitos dos conflitos armados.

Além disso, há outro perigo a se considerar: a segurança cibernética. Caso invasores acessem sistemas controlados por adversários, poderiam reprogramar as armas, fazendo-as se voltarem contra os operadores originais.

Por que a ONU tenta regular os killer robots

Um dos principais opositores dos robôs assassinos no campo de batalha, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, já abordou os riscos da tecnologia em várias ocasiões. Em um relatório de 2025, ele apontou a incapacidade da IA de respeitar o princípio da distinção como um dos maiores problemas.

Conforme o chefe das Nações Unidas, a inteligência artificial é propensa a produzir resultados distorcidos ao absorver vieses. Na hora de distinguir entre civis e militares, o gênero, a raça e a idade são analisados pelos sistemas autônomos, podendo levar a decisões equivocadas.

Por isso, Guterres defende o controle humano para evitar erros e pediu a proibição das ferramentas. “Não há lugar para sistemas de armas autônomas letais em nosso mundo. Máquinas que possuem o poder e a capacidade de tirar vidas humanas sem controle humano devem ser proibidas pelo direito internacional”, declarou.

Debates internacionais sobre regulamentação

Desde meados da década passada, membros da ONU têm considerado regulamentar LAWS. Os debates acontecem no âmbito da Convenção sobre Certas Armas Convencionais (CCW), que trata da possibilidade de violação do direito humanitário.

Iniciativas como “Pacto para o Futuro” e “Stop Killer Robots” são algumas das mais recentes. Porém, as conversas ainda não avançaram, devido a dúvidas sobre o que caracteriza sistemas autônomos e como funcionaria o controle humano mais significativo.

Guterres alertou sobre a necessidade de urgência da regulamentação, diante do uso cada vez maior da tecnologia na guerra moderna. “O tempo está se esgotando para tomarmos medidas preventivas”, ressaltou.

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António Guterres é um dos maiores opositores dos armamentos com IA. (Imagem: Michael M. Santiago/GettyImages)

Desafios éticos e legais no uso de Killer robots

De acordo com a ONU, o primeiro caso de armas autônomas atacando pessoas sem envolvimento com guerras ocorreu em 2021. Na ocasião, civis se tornaram alvo de um drone sem operador humano na Líbia, incidente que acendeu, de vez, o alerta em relação aos perigos dessa tecnologia.

Em um caso como esse, quem seria o responsável pelo erro da máquina? O desenvolvedor, que criou o código do sistema, a fabricante da aeronave não tripulada ou o comando militar que decidiu implementar o mecanismo?

Nas discussões sobre a regulamentação internacional das armas que funcionam de maneira autônoma, essa é uma das dúvidas que dificultam a criação de leis rígidas. Países como Nova Zelândia e Áustria estão entre os que defendem regras rigorosas, incluindo a proibição total.

Por outro lado, EUA, China, Rússia e Israel opõem-se às restrições, argumentando que os armamentos com IA serão cruciais nos conflitos futuros.

Onde essas tecnologias já são utilizadas

Mesmo com os riscos das armas autônomas na guerra, vários países desenvolveram ou implementaram essas máquinas. O drone turco Kargu-2, que opera em modo autônomo buscando e atacando alvos, é um dos exemplos. Ele teria sido usado no conflito na Líbia, citado acima.

Também há o drone russo ZALA KYB, funcionando sem auxílio humano direto, e o israelense Harop, capaz de voar por horas aguardando para atacar. Outro destaque é o Boeing MQ-28 Ghost Bat, que atua ao lado de outras aeronaves militares e deve ser adotado pela Austrália.

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Em meio aos debates sobre ética na guerra, a tecnologia é usada nos conflitos atuais. (Imagem: Olena Bartienieva/Getty Images)

Atualmente, o conflito entre Rússia e Ucrânia se tornou o maior campo de teste da nova tecnologia bélica. Relatórios sugerem que a maioria das aeronaves não tripuladas ucranianas têm algum nível de automação, atraindo o interesse dos EUA, com as tropas russas também desenvolvendo sistemas inovadores.

Sabia que os drones autônomos podem ser úteis, ainda, para a astronomia? Descubra como eles ajudam a procurar meteoritos que caem na Terra.

© sommersby/Getty Images

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Quem é Mr. Charles de Demolidor Renascido? Conheça personagem de Matthew Lillard e sua identidade nos quadrinhos

Conhecido como o Salsicha dos filmes live-action de Scooby-Doo e como um dos assassinos da série Pânico, Matthew Lillard tem um papel de destaque na série Demolidor Renascido. Nos novos episódios do show, ele aparece como Mr. Charles, uma figura com ligações políticas muito poderosas.

Já no primeiro capítulo da série, o personagem tem um grande impacto ao livrar o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio) de uma disputa com o procurador-geral de Nova York. E, apesar de estar ligado de alguma forma ao governo dos Estados Unidos, o personagem não necessariamente tem o bem da população da cidade de mesmo nome como sua prioridade.

Quem é o Mr. Charles de Demolidor Renascido?

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O Mr. Charles de Demolidor Renascido é uma figura muito poderosa. Imagem: Divulgação/Disney+

Logo após sua primeira aparição, o Mr. Charles de Demolidor Renascido confirma sua ligação com outra figura polêmica do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Ele trabalha diretamente para a Condessa Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus), que passou a chefiar a CIA e substituiu Nick Fury, formando o grupo Novos Vingadores (ou Thunderbolts).

  • Mr. Charles é escolhido como o representante dela em Nova York, e tem como missão garantir que o porto da cidade vai continuar operando normalmente;
  • No entanto, ele não quer necessariamente se livrar do Rei do Crime — os dois podem inclusive acabar virando sócios de alguma forma;
  • Embora os quadrinhos da Marvel tenham um personagem conhecido como Mr. Charles, ele nunca ganhou muito destaque;
  • Nas histórias, ele apareceu em uma única edição como um dos envolvidos no transporte ilegal de drogas em navios da empresa Roxxon;
  • No entanto, o Mr. Chales original nunca teve relações com o Demolidor ou com o Rei do Crime.

Assim, enquanto o personagem de Demolidor Renascido traz algumas semelhanças com a figura dos quadrinhos, ele deve ter uma personalidade muito mais desenvolvida. Antes do show, o operador do mundo do crime só havia surgido brevemente em AAFES #15, parte de uma série publicada entre 2008 e 2013 que foi exclusiva aos membros do exército dos Estados Unidos.

Personagem de Demolidor Renascido pode ter um nome secreto

O ScreenRant especula que, diante da popularidade de Lillard e das origens um tanto desconhecidas de Mr. Charles, esse pode ser somente um nome fictício do personagem interpretado pelo ator. Assim, conforme os episódios de Demolidor Renascido avançam, ele pode revelar ser uma figura mais importante do universo do Homem sem Medo.

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O novo personagem de Demolidor Renascido pode estar usando um nome falso. Imagem: Divulgação/Disney+

Quem desconfia dessa possibilidade é Vanessa Fisk (Ayelet Zurer), que não acredita muito no que diz o novo personagem da série. Entre as verdadeiras identidades possíveis para o operador da CIA está a do Senhor Medo, cujo manto já foi assumido por várias pessoas nos quadrinhos — todas elas conhecidas por usar um gás que deixa seus alvos amedrontados.

Mr. Charles também pode ser um nome falso assumido por Henry Gyrich, que tem uma importância maior no universo Marvel. Além de ter grandes relações com os Vingadores, a Tropa Alpha e os Thunderbolts, ele também foi um grande adversário governamental aos X-Men — que devem ser centrais na próxima fase do MCU, o que faria com que Lillard voltasse com destaque em projetos futuros.

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© Divulgação/Disney+

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ECA Digital: Roblox conversa com Ministério da Justiça após receber classificação +18 no Brasil

Após o ECA Digital ser decretado na semana passada, o Diário Oficial da União publicou que títulos populares passaram a receber classificação indicativa para maiores de 18 anos no país, incluindo Roblox, um dos jogos mais populares entre o público jovem. No entanto, a empresa por trás do game já está em contato com o Ministério da Justiça para corrigir a mudança.

A alteração que tornou Roblox indicado para maiores ocorre após a entrada em vigor do chamado ECA Digital, conhecido também como “Lei Felca” nas redes sociais. A nova legislação estabelece novas regras para serviços e produtos digitais acessíveis por menores de idade. 

Entre as medidas, estão restrições a sistemas de recompensas aleatórias — conhecidos como loot boxes — e exigências mais rígidas de verificação de idade e proteção de dados, o que acabou enquadrando. Como Roblox é uma plataforma que possui múltiplos jogos, incluindo games com mecânicas de itens aleatórios pagos, a plataforma foi enquadrada pela nova lei. 

Procurada pelo Voxel, a Roblox confirmou que já está em diálogo com autoridades brasileiras sobre a nova classificação. A empresa afirma que mantém conversas com o Ministério da Justiça e que já implementou mudanças na plataforma para atender às exigências locais.

Roblox diz estar em diálogo com o governo brasileiro

Em comunicado enviado ao Voxel, a Roblox afirmou que mantém contato direto com autoridades do país para discutir a classificação indicativa da plataforma após a entrada em vigor do ECA Digital. Segundo a empresa, melhorias recentes foram implementadas especificamente para o mercado brasileiro, incluindo mudanças em sistemas de compra e ferramentas de controle parental.

“A Roblox está profundamente comprometida com a segurança. A plataforma mantém um diálogo contínuo e proativo com as autoridades brasileiras, e estamos em discussões com o Ministério da Justiça sobre a classificação etária para o Roblox", diz o comunicado enviado ao Voxel. "Já lançamos uma série de melhorias de recursos no Brasil, de acordo com os requisitos locais, incluindo novas restrições destinadas a impedir que jogadores com menos de 18 anos acessem itens aleatórios pagos.”

A companhia também destacou que ampliou as ferramentas de supervisão parental e reforçou mecanismos de verificação de idade para usuários que desejam acessar determinados recursos. No começo do ano, por exemplo, o serviço limitou o chat para menores com reconhecimento facial, o que gerou protestos de jogadores.

“Embora nenhum sistema possa ser perfeito, essas atualizações, que estão em vigor desde 17 de março, seguem mais de 145 novas melhorias de segurança lançadas pelo Roblox apenas no último ano, incluindo a introdução de verificações de idade obrigatórias que todos os jogadores devem completar para acessar os recursos de bate-papo.”

Roblox não foi o único jogo afetado pela nova classificação

Enquanto a classificação indicativa de 18 anos para Roblox viralizou, pois o jogo tem um amplo público infantil, o título não é o único afetado pelo ECA Digital. O Diário Oficial da União também indicou que outros jogos populares passaram a receber classificação indicativa +18 no Brasil, principalmente por incluírem sistemas de itens aleatórios compráveis.

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Entre os títulos mencionados no Diário Oficial da União estão:

  • EA Sports FC 26
  • Roblox
  • NBA 2K26
  • MLB The Show 25
  • MLB The Show 26
  • WWE 2K26

Além dos jogos da lista, outros títulos populares também mudaram sua classificação indicativa para ficarem dentro da lei. Até mesmo a Nintendo subiu a idade recomendada de alguns de seus jogos, como Mario Kart Tour e Pokémon TCG Pocket, que possuem mecânicas de itens aleatórios pagos.

Na prática, essas mecânicas permitem que jogadores paguem por pacotes ou recompensas sem saber exatamente qual item receberão. Esse tipo de sistema passou a ser interpretado pela nova legislação como uma dinâmica semelhante a jogos de azar quando envolve dinheiro real.

EA FC 26 também passará por mudanças no Brasil

Outras empresas já começaram a anunciar adaptações para continuar operando no país. A Electronic Arts confirmou que EA Sports FC 26 terá mudanças específicas para cumprir as novas regras do ECA Digital, já que o modo Ultimate Team possui mecânicas classificadas como loot boxes.

Em comunicado publicado no site oficial, a companhia explicou que atualizações serão implementadas gradualmente. Segundo a publisher, alguns recursos do jogo podem ser modificados à medida que a empresa ajusta seus serviços à legislação brasileira.

O que diz a nova lei conhecida como ECA Digital

O ECA Digital estabelece regras para produtos e serviços de tecnologia acessíveis a crianças e adolescentes no Brasil. A legislação determina que plataformas digitais adotem mecanismos de proteção, verificação de idade e ferramentas de supervisão parental.

Entre as mudanças mais relevantes para a indústria de games está a restrição às caixas de recompensa em títulos voltados ou acessíveis ao público jovem. A lei define esse sistema como funcionalidades que permitem adquirir itens virtuais aleatórios mediante pagamento, sem conhecimento prévio do conteúdo.

Caso as empresas descumpram as regras, a legislação prevê penalidades que podem incluir multas de até 10% do faturamento no Brasil ou até R$ 50 milhões por infração, além de outras sanções administrativas. Por causa disso, vários jogos adotaram a classificação indicativa de 18 anos enquanto se adaptam para a nova lei brasileira.

E aí, qual a sua opinião sobre o assunto? Comente nas redes sociais do Voxel e TecMundo.

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Como ter pets em Crimson Desert e comprar roupas para cães e gatos

Crimson Desert já está disponível para PC e consoles e conta com um sistema de pets que acompanham o protagonista durante a jornada pelo mundo de Pywel. Além de companhia, esses animais também oferecem utilidade prática, como coletar itens após combates.

Cães e gatos podem ser encontrados ao longo da exploração e, ao ganharem confiança, passam a seguir o jogador. O sistema envolve interações simples e progressivas, incentivando o cuidado com os pequeninos ao longo da campanha.

Apesar de não participarem diretamente das batalhas, os mascotes desempenham funções importantes no dia a dia e se tornam aliados bastante úteis durante a progressão no vasto mapa do jogo.

Como conseguir pets em Crimson Desert?

Para recrutar pets em Crimson Desert, os jogadores precisam conquistar a confiança de animais encontrados pelo mapa. Isso pode ser feito principalmente por meio de interações diretas, como carinho.

No caso dos cães, basta se aproximar e pressionar o botão indicado para acariciá-los e aumentar gradualmente o nível de confiança. O processo pode ser repetido diariamente, respeitando um limite de ganho por interação.

Já os gatos exigem um passo adicional: é necessário primeiro carregá-los no colo e, em seguida, realizar o carinho. Esse comportamento reflete a natureza mais arisca dos felinos dentro do jogo.

Ao longo do tempo, essas interações constroem o vínculo necessário para transformar o animal em um companheiro permanente durante as árduas batalhas por Pywel.

Como conseguir a confiança dos pets em Crimson Desert?

Além do carinho, a confiança dos animais também pode ser aumentada com alimentação — quem diria, não? Para isso, o jogador deve acessar o inventário e soltar comida no chão para atrair os pets.

Cães respondem melhor à carne, recebendo um aumento significativo de confiança ao consumir esse tipo de alimento. Isso torna o processo mais rápido em comparação com outros métodos.

Já os gatos, por outro lado, possuem preferências mais específicas. Eles aceitam apenas carne de aves, peixe e leite, e cada alimento concede um ganho menor de confiança.

Lembrando que é importante ter atenção ao ambiente — já que outros NPCs ou animais podem consumir a comida deixada no chão antes do pet desejado.

Como invocar os mascotes para o combate?

Quando o nível de confiança de um animal atinge +100, ele pode ser oficialmente adotado como pet. A partir desse momento, passa a integrar o inventário do jogador.

Para invocá-lo, basta acessar a aba de mascotes e selecionar o animal desejado. Apenas um pet pode estar ativo por vez, embora seja possível acumular vários ao longo da campanha.

Durante o combate, os mascotes não atacam inimigos, mas circulam pelo campo de batalha coletando itens deixados pelos adversários derrotados — algo bem parecido com o sistema de pets de Diablo, por exemplo. Como não há filtros de saque, eles podem recolher itens de baixo valor, então preste bastante atenção ao gerenciamento do seu inventário.

Onde conseguir boas armaduras para os pets?

Por fim, vale lembrar que até os pets podem usar roupas e armaduras. Elas podem ser adquiridas em lojas específicas espalhadas pelo mundo do jogo. Esses itens são cosméticos e incluem chapéus, trajes e equipamentos variados.

Uma das principais localizações é a Vila Pororin, onde há uma alfaiataria especializada nos pequeninos. No entanto, o acesso ao local exige completar uma sequência de missões para liberar a entrada.

Você precisa tentar entrar três vezes para ativar a seguinte sequência de missões: Vila Inacessível e Acesso Autorizado. Após concluir ambas as missões, você poderá entrar na Vila Poporin. A loja de animais está localizada no ponto indicado no mapa acima.

Já outra opção fica na região de Demeniss, com vendedores que oferecem uma seleção mais sofisticada e limitada de itens para a personalização dos animais. A localização está demarcada no círculo vermelho do mapa acima!

Os equipamentos podem ser comprados com moeda do jogo e permitem customizar visualmente cães e gatos, ampliando as opções de personalização.

E você, já está jogando Crimson Desert? Conseguiu recrutar algum pet na sua jornada? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Dubladoras de Max e Chloe se emocionam ao falar de retorno em Life is Strange Reunion

O retorno de Max Caulfield e Chloe Price em Life is Strange: Reunion marca mais do que um novo capítulo da série — representa também uma despedida emocional para as atrizes que deram voz às personagens ao longo dos anos. Em entrevista ao Voxel, Hannah Telle e Rhianna DeVries falaram sobre a experiência de voltar a esses papéis tão marcantes e concluir uma jornada que atravessou quase uma década.

A nova história continua os eventos do divisivo Double Exposure, sequência do primeiro Life Is Strange e de Life Is Strange: Before the Storm. Agora adultas, Max e Chloe enfrentam novos desafios enquanto tentam lidar com traumas do passado e com um incêndio iminente que ameaça destruir a Universidade Caledon.

Para as duas atrizes, a experiência de revisitar essas personagens foi intensa e profundamente pessoal. Ao mesmo tempo em que o retorno trouxe alegria e nostalgia, também reforçou a sensação de que esse capítulo final representa uma despedida definitiva de personagens que marcaram suas vidas.

O retorno inesperado de Max Caulfield

Para Hannah Telle, voltar a interpretar Max foi algo que aconteceu de forma totalmente inesperada. Segundo a atriz, ela nem sequer estava mais trabalhando com atuação quando recebeu a oportunidade de retornar em Double Exposure.

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Hannah Telle e Rhianna DeVries, dubladoras de Max e Chloe. Imagem: Square Enix.

“Foi uma bênção incrível. Eu nem estava mais atuando na época — estava estudando neurociência — então ter a chance de voltar a interpretar a Max surgiu completamente do nada”, contou. “Foi uma enorme surpresa.”

A atriz explica que retomar a personagem acabou mudando completamente o rumo de sua vida. “Isso mudou totalmente a trajetória da minha vida e me trouxe de volta a quem eu sou como pessoa, que é uma atriz.”

Uma conexão emocional profunda com a personagem

Ao longo dos anos, Hannah Telle percebeu que sua relação com Max ficou ainda mais forte. Segundo ela, interpretar a protagonista de Life Is Strange sempre envolveu elementos muito pessoais, desde traumas até alegrias.

“Enquanto interpreto a Max, continuo descobrindo mais sobre mim mesma e percebendo paralelos entre o mundo dela e o meu”, explicou. “Quase todos os aspectos da personalidade dela vêm de experiências que também são minhas.”

Max retorna com novos traumas e desafios em Life is Strange Reunion.

A atriz também revelou que usar suas próprias vivências emocionais ajudou a dar profundidade à personagem. “Quando interpretei a Max, usei muito do meu próprio trauma pessoal para alimentar a performance.”

A evolução emocional de Max

Em Reunion, Max aparece mais madura e confiante após os eventos anteriores da série. Mesmo assim, a personagem continua lidando com ansiedade, introspecção e o peso de decisões que podem alterar vidas.

Segundo Hannah, a evolução da personagem foi um dos aspectos mais interessantes de explorar na nova história. “A Max teve que aprender a lidar com a ansiedade e com suas particularidades à medida que foi crescendo.”

A atriz também destacou que a responsabilidade de seus poderes continua sendo um fardo enorme. “Ela sabe que tem a habilidade de salvar pessoas se intervier, e isso significa que precisa superar sua ansiedade para se tornar a heroína que precisa ser.”

Chloe Price retorna com intensidade

Para Rhianna DeVries, o retorno de Chloe também foi totalmente inesperado. Após Life Is Strange: Before the Storm, a atriz acreditava que nunca mais teria a chance de interpretar a personagem.

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Chloe está de volta em Life is Strange Reunion.

“Foi uma alegria absoluta e uma honra — e completamente inesperado”, afirmou. “Quando recebi a ligação no ano passado para voltar em Reunion, foi a maior emoção e surpresa possível.”

Segundo ela, a personagem sempre teve um significado especial em sua carreira. “Essa personagem significa muito para mim, e eu fiquei simplesmente emocionada por ter a chance de interpretá-la novamente.”

A vulnerabilidade por trás da atitude punk

Conhecida por seu sarcasmo e atitude rebelde, Chloe sempre foi uma das personagens mais intensas da série. Para Rhianna, no entanto, essa personalidade forte nasce justamente da vulnerabilidade da personagem.

“Na verdade, eu acho que a Chloe é pura vulnerabilidade”, explicou. “A atitude punk e o sarcasmo são sintomas disso — são expressões do que está por baixo.” A atriz afirma que essa intensidade emocional é o que torna Chloe tão humana. 

“No fundo, ela é só uma bola de intensidade que pode se manifestar como sarcasmo, humor, nerdice ou até constrangimento.”

“De certa forma, parece que a Chloe e eu crescemos juntas”, diz Rhianna DeVries.

Um dos aspectos mais curiosos do retorno da personagem é que Rhianna DeVries percebeu ao longo dos anos que sua própria vida se conectou de diversas formas com a trajetória de Chloe.

Quando interpretou a personagem pela primeira vez, ela tinha cerca de 18 anos — praticamente a mesma idade da Chloe em Life Is Strange: Before the Storm. Agora, ambas estão na faixa dos 30 anos.

“Voltar para ela em diferentes fases da vida foi muito formativo para mim”, contou a atriz. “De certa forma, parece que a Chloe e eu crescemos juntas.”

A pressão de interpretar personagens tão amados

Interpretar personagens tão queridos pelos fãs também trouxe uma grande responsabilidade para as duas atrizes. Tanto Hannah quanto Rhianna afirmam que sempre sentiram o peso dessa expectativa.

“Há uma pressão enorme”, disse Hannah Telle. “Passamos anos trabalhando nesses jogos em completo segredo e carregando todo o peso emocional da história.” Mesmo assim, ela destaca que essa pressão vem de um lugar positivo. “É uma pressão que vem do amor que as pessoas têm por esses personagens.”

Rhianna também lembra que com a pressão, também vem o amor dos fãs.  “Uma vez alguém me disse que a Chloe ajudou essa pessoa a entender sua identidade de gênero e aceitar sua própria sexualidade.” A atriz revelou que a experiência foi profundamente emocionante. “Depois de ouvir isso, eu fui para o carro e comecei a chorar.”

Um adeus difícil para Max e Chloe

Com o peso de dar vida a personagens tão importantes, chegar ao final das gravações de Life is Strange: Reunion foi um momento especialmente difícil para as duas atrizes. Afinal, interpretar personagens com tanto peso emocional não é uma tarefa simples.

“Foi devastador”, admitiu Rhianna DeVries. “Cada vez que achei que estava me despedindo da Chloe, precisei passar por um pequeno luto.”

Hannah Telle compartilha o mesmo sentimento. “Deixar a Max ir foi extremamente difícil. Saber que eu já tinha feito tudo que podia com a personagem e que a jornada realmente estava terminando foi agridoce.”

Ainda assim, ambas as atrizes ficaram gratas com o retorno e a amizade que construíram graças aos games de Life is Strange. Em um momento emocionante, as estrelas mostraram que são tão unidas quanto Max e Chloe na vida real.

“Foi um presente poder fazer isso contracenando com a Hannah Telle. Eu preciso dizer: foi muito especial poder compartilhar essa experiência com essa alma tão incrível”, disse Rhianna.

Hannah aproveitou o momento para revelar um segredo dos bastidores de Double Exposure: a atriz que faz Chloe ajudou na audição inicial. “Quando fui fazer o teste para interpretar a Max em Double Exposure, eu estava muito nervosa e cheia de pensamentos, preocupada com a possibilidade de não conseguir o papel e imaginando o quanto ficaria devastada se isso acontecesse”, conta a atriz.

 “Então eles chamaram a Rhianna para ler as cenas comigo nas duas audições. Ela foi extremamente acolhedora, generosa e me ajudou muito a me acalmar. Ela me fez sentir muito querida e importante”, completou Hannah.

Um final emocionante para a saga

Apesar da despedida, as duas atrizes esperam que o novo jogo ofereça um encerramento significativo para a história de Max e Chloe. Em Reunion, as personagens enfrentam um incêndio que ameaça destruir a Universidade Caledon, forçando decisões difíceis que podem mudar seus destinos para sempre.

Para Hannah Telle, a principal esperança é que os jogadores sintam que a jornada valeu a pena. “Espero que as pessoas sintam uma sensação de conclusão e alegria por passar mais tempo com esses personagens.”

Com legendas em português brasileiro, Life is Strange Reunion chega em 26 de março no PC, PS5 e Xbox  Series S e X. 

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Especial do Justiceiro na Disney+ ganha pôster e data! Saiba tudo sobre a nova série

Após aparecer em várias séries da Netflix, em Demolidor Renascido e no trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia, o Justiceiro de John Bernthal vai ganhar em breve uma história focada totalmente nele. Nesta terça-feira (24), a Disney+ divulgou o primeiro poster oficial de The Punisher: One Last Kill, que não vai demorar a chegar ao streaming.

Conforme a própria empresa já adiantou, a nova história vai mostrar o que acontece com o personagem após os eventos de Demolidor Renascido. No show, que acaba de voltar para sua segunda temporada, o vigilante faz parte de um grupo que tem como objetivo tirar o Rei do Crime do comando de Nova York.

O que esperar do novo especial do Justiceiro?

Dirigido por Reinaldo Marcus Green, o especial One Last Kill começou a ser desenvolvido durante as gravações da primeira parte de Demolidor Renascido. Ele vai ser o terceiro capítulo do selo “Marvel Studios Special Presentations”, que já foi usado anteriormente em ‘Lobisomem na Noite’ e no Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia’’.

  • As produções que se encaixam na categoria costumam ter uma hora de duração e brincam tanto com formatos visuais quanto narrativos;
  • Escrito em parceria entre Marcus Green e Bernthal, o especial do Justiceiro deve explorar temas como dor, vingança e justiça;
  • Além do protagonista, a Disney+ já confirmou a presença de Jason R. Moore como Curtis Hoyle na história;
  • Um amigo próximo de Frank Castle/Justiceiro, o personagem é conhecido por ter formado um grupo de terapia após perder parte de uma perna em combate;
  • Roe Rancell (Dennis) e Mila Jaymes (Charli) também já foram confirmados em One Last Kill;
  • A história deve ter como grande vilã a personagem Ma Gnucci, líder de uma das maiores famílias mafiosas de Nova York. No entanto, a Disney+ ainda não confirmou quem vai interpretar a personagem.

Segundo a sinopse oficial divulgada pela Disney+, One Last Kill vai acompanhar um momento da vida de Frank Castle no qual ele busca por um propósito que vá além de seu desejo de vingança. No entanto, o vigilante vai ser forçado a voltar para a ação diante do surgimento de uma força inesperada.

Quando Justiceiro: One Last Kill vai ser lançado?

Além de ter divulgado o primeiro pôster de Justiceiro: One Last Kill, a Disney+ também confirmou sua data de estreia. O especial vai chegar ao catálogo do streaming no dia 12 de maio deste ano, mesmo dia em que a temporada 2 de Demolidor: Renascido vai chegar a seu oitavo e último episódio.

Assim, aumentam as expectativas de que as duas obras vão ter grandes conexões e a trama protagonizada por Jon Bernthal vai ser uma continuação da narrativa estrelada pelo Homem sem Medo. O personagem protagonista do especial é conhecido pelos métodos brutais e por não ter qualquer receio de matar seus alvos.

Um ex-membro do exército norte-americano, o Justiceiro assume essa identidade após sua família ser morta pela máfia — de quem ele jura se vingar. Isso o coloca em rota de colisão com alguns dos principais vilões da Marvel, bem como com alguns de seus heróis que não aprovam seus métodos radicais de atuação.

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© Divulgação/Disney+

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Samsung lança Exynos 1680, o processador do Galaxy A57 com GPU da AMD

A fabricante sul-coreana Samsung apresentou um novo processador para dispositivos móveis. O chip é o Exynos 1680, que será utilizado em smartphones intermediários como o futuro Galaxy A57.

Segundo a companhia, apesar de destinado para aparelhos menos potentes, o processador é voltado para um desempenho otimizado em recursos de inteligência artificial (IA) e reprodução de gráficos mais avançados do que a categoria normalmente apresenta.

O chip octa-core tem arquitetura de fabricação de 4 nm (nanômetros) e suporte para os padrões de conexão sem fio Wi-Fi 6E e Bluetooth 6.1, além do uso de RAM padrão LPDDR5X e armazenamento interno UFS 4.1. Essas são orientações que determinam as próprias características dos celulares que terão o chip.

Conheça o Exynos 1680

  • Em termos de estrutura, o Exynos 1680 tem uma arquitetura "tri-cluster", formada por um núcleo Cortex-A720 de 2,9 GHz, quatro núcleos Cortex-A720 de 2,6 GHz e três núcleos Cortex-A520 de 1,95 GHz. Essa configuração permite inclusive multitarefa com vários aplicativos rodando em segundo plano sem comprometer tanto a performance;
  • Já a placa gráfica é a GPU Xclipse 550, baseada na arquitetura RDNA 3 da AMD. Ela promete "visuais de alta fidelidade e movimentação fluida" para você jogar até títulos mais pesados no dispositivo, com resultados 16% melhores do que a geração anterior;
  • No campo da IA, o processamento neural dele é considerado avançado e realiza 19,6 TOPS (trilhões de operações por segundo), permitindo até que você faça atividades em um modelo de linguagem rodando localmente — ou seja, dentro do dispositivo, sem depender da nuvem;
  • Para câmeras, ele tem suporte para sensores de câmera de até 200 MP, além de permitir recursos como tecnologias de melhoria de contraste e detalhamento de imagem, mesmo em condições de baixa luminosidade.

O Galaxy A57 e outro intermediário da marca, o Galaxy A37, já vazaram anteriormente e devem ser confirmados pela companhia ainda neste mês. Confira aqui um vídeo hands-on que antecipa o visual e alguns dos recursos desses smartphones.

© Samsung

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Inteligência Artificial Geral: o que significa o conceito citado pelo CEO da Nvidia?

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, explicou durante uma entrevista que talvez a indústria tenha atingido o status de Inteligência Artificial Geral (AGI). A fala aconteceu durante uma entrevista do mandatário ao podcast de Lex Friedman, que disse que “acredita que tenhamos alcançado a AGI”.

O próprio Friedman teria descrito a AGI como um tipo de ferramenta que “essencialmente faz o seu trabalho”, citando o papel de Huang como um CEO. Em outros termos, essa tecnologia seria uma ferramenta de IA que pode até gerar uma marca de tecnologia e administrá-la com sucesso.

Sem muita hesitação, após Friedman questionar se levariam cinco ou 20 anos até alcançarmos a AGI, Huang explica que talvez já tenhamos feito isso. O diretor executivo da gigante exemplifica que essa IA autônoma “poderia criar um serviço para web, algum pequeno aplicativo interessante que de repente seria usado por bilhões de pessoas por 50 centavos e depois desaparece”.

Huang continua e diz que não ficaria surpreso de que uma IA criasse um tipo de influencer digital fofo, parecido com um Tamagotchi e tornasse isso um sucesso instantâneo. “Várias pessoas iriam usar isso por alguns meses e depois o efeito acaba desaparecendo com o tempo”, explica Jensen Huang.

Fala de Huang é exagerada?

A grande questão a respeito da fala de Huang é que as definições da Inteligência Artificial Geral podem variar muito e são suscetíveis a várias interpretações. Companhias como o Google e a Amazon concordam que essa seria uma tecnologia capaz de realizar qualquer tipo de tarefa que o intelecto humano também conseguiria fazer.

  • Mesmo com uma fala empolgante assim, a declaração de Huang pareceu um tanto quanto oportunista para alguns;
  • O CEO também destacou a utilização massiva de softwares como o OpenClaw, em que o próprio já citou como um “novo ChatGPT”;
  • Apesar da empolgação, o próprio diretor executivo indicou que a chance desses agentes de IA construírem a Nvidia é de zero por cento;
  • Um relatório chamado “AI 2027” indica que uma superinteligência artificial poderia estar disponível até o final de 2027;
  • Especialistas da organização responsável entendem que a tecnologia avançará ao ponto de ultrapassar as capacidades humanas;
  • Outros CEOs do mundo tech, como o chefão da OpenAI, acredita que esse tipo de tecnologia conseguirá até mesmo a aumentar a taxa de natalidade global;
  • Ex-desenvolvedores do Google creem que a ascensão dessas tecnologias irá substituir até mesmo os diretores de muitas empresas no futuro.

Se a declaração de Jensen Huang está certa ou errada, somente o tempo vai dizer. No entanto, com as informações disponíveis hoje, parece improvável que a atual inteligência artificial já tenha conseguido ultrapassar as capacidades humanas para algumas tarefas, a menos que algum anúncio bombástico ocorra nos próximos meses.

No início do ano, Huang já enfatizou que ataques contra a inteligência artificial podem prejudicar o desenvolvimento desse setor. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Kevin Dietsch/GettyImages

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Professor brasileiro usa Assassin's Creed em sala de aula e é celebrado pela Ubisoft

O vídeo de um professor usando o jogo Assassin`s Creed Syndicate para auxiliar no aprendizado em sala de aula, que viralizou nas redes sociais nos últimos dias, também chegou à Ubisoft. A empresa celebrou o método adotado pelo educador.

"Um mentor com seu próximo grupo de iniciados", escreveu a produtora no perfil oficial do game no X, nesta segunda-feira (23). A postagem foi acompanhada do vídeo que exibe o professor brasileiro, Wesley Bernardo, rodando o título em um PlayStation 5 na escola.

Aula sobre Revolução Industrial com Assassin`s Creed

No vídeo viral, o docente aproveita cenas do game para ilustrar a aula sobre a Revolução Industrial, processo marcado por grandes transformações tecnológicas, econômicas e sociais iniciado no século XVIII, na Inglaterra. O novo modo de produção se consolidou nos dois séculos seguintes.

  • "Usando o jogo Assassin's Creed Syndicate no 8º ano do ensino fundamental, para mostrar como eram as vivências dos trabalhadores dentro das indústria no século XIX", escreveu Wesley, em seu perfil no Instagram;
  • Segurando o controle do PS5, o professor aborda o uso do carvão como fonte de energia para as máquinas da época, movimentando o personagem pelos cenários;
  • Também são mostradas as máquinas a vapor e o ambiente insalubre em que elas funcionavam;
  • Em seguida, ele fala sobre os riscos aos quais eram expostos os operários que trabalhavam naquele tipo de serviço.

Nas imagens é possível notar, ainda, que os alunos se mostram bastante atentos à aula, sugerindo que o método adotado funcionou bem para as aulas de História. Já nas redes sociais, o vídeo recebeu inúmeros elogios.

"Parabéns pela iniciativa!", "Ter aula com esse professor deve ser muito brabo" e "Genial! Com certeza, os alunos nunca mais irão se esquecer dessa aula" são alguns dos comentários. Também há sugestões de outros jogos para usar nas aulas e muitas pessoas pedindo iniciativas semelhantes em suas escolas.

Cenários perfeitos para o aprendizado

Os jogos da franquia Assassin`s Creed são desenvolvidos pela Ubisoft com base em períodos reais, o que torna a série uma boa opção para enriquecer as aulas. No caso de Syndicate, lançado em 2015, a cidade de Londres em 1868 é o cenário.

Fábricas funcionando, ferramentas, roupas, rotinas e contrastes sociais da época são alguns dos elementos que aparecem na trama, inserida em meio ao contexto do período inicial da industrialização. Por causa dessas características, muitos professores costumam aproveitar o game no aprendizado.

Sabia que a franquia também inspirou a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024? Relembre o assunto nesta matéria do Voxel.

© Instagram/Wesley Ribeiro/Reprodução

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Estrela de Reacher, Alan Ritchson é filmado agredindo vizinho

Conhecido como o protagonista da série Reacher, da Prime Video, e do filme Máquina de Guerra, da Netflix, o ator Alan Ritchson se envolveu em uma grande polêmica no último final de semana. Gravações obtidas e divulgadas pelo TMZ mostram o que parece ser o ator agredindo um vizinho após uma discussão.

Segundo a pessoa agredida, que se identifica como Ronnie Taylor, a discordância que resultou em agressão aconteceu no último domingo (22). Ele afirma que foi atacado após reclamar do barulho que Ritchson e seus dois filhos estavam fazendo ao andar de moto pela vizinhança.

Entenda o episódio de agressão envolvendo o ator de Reacher

Taylor também explicou que a agressão aconteceu no segundo encontro que teve com o ator protagonista de Reacher. Segundo ele, as primeiras reclamações sobre o barulho provocado pelos veículos foram feitas no sábado (21), resultando em uma discussão que terminou em trocas de ofensas.

  • O vizinho agredido afirma que, no primeiro episódio, Ritchson estava andando sozinho pela vizinhança;
  • Taylor declarou que recebeu um soco desferido pelo ator e foi chutado várias vezes;
  • Ele afirma que o ator o atingiu pelo menos quatro vezes, antes de pegar sua motocicleta caída e deixar a cena;
  • Taylor chamou as forças policiais, afirmando que Ritchson fugiu da cena antes que eles pudessem chegar, mas que diversos vizinhos foram testemunhas da agressão.

Segundo as autoridades consultadas pelo TMZ, o episódio gravado pelos vizinhos do ator deve resultar em uma investigação criminal. No entanto, até o momento nenhuma prisão ou indiciamento foram realizados. A estrela de Reacher também não fez qualquer pronunciamento público sobre as acusações.

Astro de Reacher teria sido provocado, afirmam fontes

Enquanto o próprio Ritchson não comentou o caso, fontes ligadas a ele afirmam que o ator só reagiu a provocações. Segundo elas, Taylor foi quem escalou a situação e teria empurrado o ator, resultando na sua queda junto com à sua moto — que aparece caída na rua no vídeo divulgado pelo TMZ.

As fontes do site afirmam que o vizinho do astro de Reacher também o teria xingado e feito várias provocações, estimulando que ele o agredisse. Elas também afirmam que o ator tentou sair do local, mas, diante de uma nova provocação, perdeu de vez a paciência. 

Em suas redes sociais, Ritchson confirmou que está de volta ao Tennesse, onde mora com sua família, e em vídeos recentes tem reclamado dos efeitos deixados pelo jet lag após passar semanas gravando na Austrália. No entanto, nenhum comentário sobre o incidente foi feito por ele até o momento.

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© Divulgação/Prime Video

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Diretores da Motorola dizem que Signature tem 'melhor custo-benefício’ que rivais

A Motorola está empolgada com o lançamento do Motorola Signature, novo smartphone premium da companhia. A ideia da marca é, com esse modelo, provar que ela é uma alternativa viável aos atuais nomes dominantes do mercado de celulares: Apple e Samsung.

Em 9 de março, durante o evento de lançamento do aparelho, que contou com a presença do TecMundo, o presidente da Motorola no Brasil, Rodrigo Vidigal, até comparou diretamente as três opções.

"Quando a gente compara com os produtos premium da concorrência, no top de linha, o nosso tem o melhor custo-benefício disparado", diz. O executivo cita especificamente não só a "proposta de valor muito competitiva em preço", mas também o que é oferecido em experiência de câmera, design e desempenho combinados.

Segundo o presidente, a divulgação do modelo será intensa por essa aposta no segmento premium, inclusive por parte das parcerias comerciais

Apesar da confiança, outro executivo da fabricante reconhece que é difícil convencer o consumidor a trocar de marca, em especial se ele já conhece há muito tempo os modelos Galaxy S ou iPhone.

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O Signature na cor verde. (Imagem: Divulgação/Motorola)

"Acho que também tem gente que quer pagar o dobro para ter uma experiência parecida. Tem gente que realmente compra na inércia. Não é fácil quebrar essa inércia?", argumentou o presidente global da Motorola Mobility, o brasileiro Sergio Buniac. No Brasil, o Motorola Signature foi lançado pelo preço sugerido de R$ 8.999.

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Os destaques do Motorola Signature

Para tentar mudar o cenário, a aposta da Motorola é em mostrar que agora há uma terceira opção em jogo. "A gente entende que vai, no mínimo, colocar uma pulga atrás da orelha do consumidor. É isso que a gente quer: que ele compare, que ele entenda que ele tem uma terceira opção agora. E que ele tome a decisão que ele achar melhor", argumenta Vidigal.

  • O Signature tem design ultrafino (6,99 mm de espessura), fora a construção de metal aeronáutico;
  • As câmeras potentes incluem quatro sensores de 50 MP, inclusive a lente para selfies e a telefoto com 3x de zoom óptico;
  • A bateria de silício-carbono tem 5.200 mAh e carregamento com fio Turbo Power de 90 W ou sem fio de 50 W;
  • Ele ainda vem com promessa de 7 anos de atualização do sistema operacional Android, o maior período de assistência da Motorola até hoje.

Fora a calibragem de tela com validação da Pantone, a aliança envolve ainda uma curadoria para escolher as cores dos celulares — isso em um mercado já acostumado com modelos nos mesmos tons. Neste caso, a novidade é o Verde Oliva, enquanto a família Motorola Edge costuma ser a que mais ousa em variação.

"A gente acha esses elementos importantes. Não que a gente tenha a mesma cor que uma marca, mas que a gente traga essa ideia de, poxa, é um pouco da surpresa, um pouco da ideia que você está comprando uma coisa nova", explica Buniac.

Confira os principais lançamentos da Motorola no site oficial da marca: 

Quer saber o que o TecMundo achou do Motorola Signature? Confira o nosso review completo e em vídeo!

© Motorola

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O que aconteceu com Simon Baker, de O Mentalista? Veja como ele está hoje em dia

Produzida entre 2008 e 2015 pela CBS, O Mentalista é uma série de grande sucesso que está sendo descoberta por uma nova geração de fãs. Muito disso se deve à sua inclusão recente no catálogo da Netflix, streaming no qual a produção completa está disponível desde o início de março deste ano.

Criado por Bruno Heller, o show com sete temporadas deve boa parte de sua fama à escolha do protagonista Patrick Jane, interpretado por Simon Baker. Como um consultor independente, ele ajuda as forças do California Bureau of Investigation (CBI) com sua capacidade de “ler as mentes” de criminosos.

Como começou a carreira de Simon Baker?

Filho de um mecânico e de uma professora de ensino médio, Simon Baker nasceu em 1969 na Tasmânia. Depois de seus pais se mudarem para a Nova Guiné e passarem por um divórcio, ele passou parte da infância na Austrália, antes de se mudar para o País de Galês. Sua carreira começou por acidente quando, ao acompanhar um amigo, foi chamado e escolhido para ser a estrela de um comercial.

  • Antes de se envolver com Hollywood, Baker participou de produções australianas como E Street (1992), Home and Away (1993) e Hearthbreak High (1996);
  • Já em 1997 ele se mudou para Los Angeles e conseguiu um pequeno papel em L.A. Confidential;
  • Antes de se envolver com O Mentalista, ele foi o advogado Nick Fallin nas três temporadas de The Guardian (disponíveis atualmente na Paramount+);
  • Ele também apareceu em longas como Planeta Vermelho, Terra dos Mortos e O Diabo Veste Prata, geralmente em papéis secundários.
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A carreira de Simon Baker começou por acidente. Imagem: Divulgação/CBS

Apesar de ter participado de vários projetos, foi realmente em O Mentalista que Simon Barker mostrou seu potencial. Ele entrega uma atuação bastante convincente como um ex-golpista que decide usar suas habilidades para enganar pessoas como uma forma de auxiliar as forças da lei. No entanto, ele revela a poucos seus verdadeiros motivos: encontrar e deter o assassino serial que matou sua família.

Por onde anda Simon Barker após o fim de O Mentalista?

Apesar de O Mentalista ter sido o maior sucesso da carreira do ator, ele não deixou se definir pela série. Desde que ela acabou, o artista se envolveu em vários projetos de séries e filmes, que não necessariamente chegam ao público brasileiro. Isso porque Barker decidiu voltar às suas raízes e trabalhou com muitas produções australianas nos últimos anos — uma forma de fugir dos holofotes da fama, com os quais o ator nunca ficou muito confortável.

Entre seus projetos mais recentes estão o filme “Breath” (2017), no qual trabalhou como ator principal e diretor. Ele também foi o produtor-executivo de “High Ground” e “Limbo”, produções australianas que não tiveram o mesmo alcance de seus projetos em Hollywood.

No entanto, isso não significa que Baker abandonou projetos mais ambiciosos. Ainda em 2026, ele vai estar presente no elenco de Klara and the Sun, filme produzido pela Sony Pictures Releasing e dirigido por Taika Waititi que tem nomes como Jenna Ortega, Amy Adams e Natasha Lyone em seu elenco.

Uma figura ativa nas redes sociais, o artista mantém um perfil com pouco mais de 645 mil seguidores no Instagram. Suas últimas publicações têm se focado em promover o thriller forense Scarpetta que estreou na Amazon Prime Video no dia 11 de março e também traz Nicole Kidman e Jamie Lee Curtis como parte de sua trama.

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© Divulgação/CBS

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Funko lança coleção inspirada no Live Action de One Piece; confira Luffy, Zoro, Nami e mais

A saga One Piece conquistou milhões de fãs ao redor do mundo ao longo dos anos, seja pelos mangás, animes ou, mais recentemente, pelo live action produzido pela Netflix. A adaptação trouxe uma nova forma de viver as aventuras dos Chapéus de Palha e ganhou ainda mais destaque com sua segunda temporada, que vem dando o que falar ao introduzir personagens muito amados como Tony Tony Chopper e Nico Robin.

Para celebrar esse sucesso entre fãs antigos e novos, a Funko lançou uma coleção especial de Funko Pop! inspirada no live action, trazendo versões estilizadas dos personagens mais queridos, uma ótima oportunidade para quem quer levar um pedaço dessa aventura para a estante.

Funkos Pop! de One Piece trazem o live action para sua coleção

A nova linha de colecionáveis apresenta personagens icônicos como Monkey D. Luffy, Roronoa Zoro e Nami em versões inspiradas diretamente no visual do live action. Com detalhes marcantes e o estilo clássico da linha Pop!, os bonecos são ideais tanto para fãs da série quanto para colecionadores.

Confira a nova coleção de Funkos Pop! a seguir:

Funko Pop! Monkey D. Luffy #1878

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Funko Pop! Monkey D. Luffy #1878

Monkey D. Luffy é aquele capitão que conquista todo mundo com seu jeito leve e determinado, sempre correndo atrás do sonho de virar o Rei dos Piratas e colocando os amigos sempre acima de tudo. Com seu visual icônico, não é à toa que o Funko Pop dele inspirado no Live Atcion é um dos mais queridos entre os fãs.

Funko Pop! Zoro #1879

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Funko Pop! Zoro #1879

Roronoa Zoro é o espadachim firme e leal, daqueles que falam pouco e fazem muito. Seu objetivo é ser o melhor do mundo com a espada, mesmo que às vezes se perca no caminho, lliteralmente. Sua pose marcante e a atitude dele fazem com que seu Funko Pop! tenha uma presença especial em qualquer coleção.

Funko Pop! Nami #1880

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Funko Pop! Nami #1880

Nami é a mente estratégica do bando, dominando navegação e clima como ninguém. Apesar do amor por dinheiro, ela tem um coração enorme quando se trata de proteger seus companheiros. Por isso, sua edição Funko traz todo charme e inteligência para qualquer coleção.

Funko Pop! Sanji #1881

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Funko Pop! Sanji #1881

Sanji mistura elegância e força como poucos, lutando com os pés, cozinhando como um verdadeiro artista e sendo cavalheiro até o extremo. Esse ar sofisticado presente nos mangás animes e live action faz dele um personagem que fica estiloso até em versão Funko.

Funko Pop! Usopp #1882

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Funko Pop! Usopp #1882

Usopp pode parecer só um contador de histórias exageradas, mas é justamente sua imaginação que o torna especial. Mesmo com medo, ele encontra coragem quando mais importa, o que torna seu Funko Pop uma peça divertida e cheia de personalidade.

Funko Pop! Tony Tony Chopper #1883

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Funko Pop! Tony Tony Chopper #1883

Tony Tony Chopper é a mistura perfeita de fofura e competência médica. Como rena que virou humano, ele é sensível, ingênuo e faria qualquer coisa para salvar seus amigos. Por isso, ter um Funko Pop do Chopper é praticamente obrigatório pra qualquer fã de One Piece.

Funko Pop! Miss All Sunday #1884

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Funko Pop! Miss All Sunday #1884

A famosa Nico Robin, também conhecida como Miss All Sunday, traz um ar mais calmo e misterioso ao grupo. Arqueóloga brilhante, ela carrega um passado pesado e um sonho profundo de revelar os segredos esquecidos do mundo. E claro, não poderia ficar de fora da sua coleção com todo o estilo e beleza do live action.

Funkos e LEGOs de One Piece com desconto no Mercado Livre

Além da nova coleção, os fãs de One Piece também podem aproveitar outras oportunidades para expandir a coleção. No Mercado Livre, é possível encontrar diversos Funko Pop! e até conjuntos de LEGO inspirados na saga com em promoção, incluindo personagens e momentos marcantes da história. Confira oportunidades logo abaixo:

Se você está pensando em aumentar sua coleção ou começar agora, vale ficar de olho, pois os produtos inspirados em One Piece possuem estoque limitado, e os preços podem mudar a qualquer momento.

Esse texto foi produzido com auxílio de ferramentas de inteligência artificial e teve todas as informações checadas por profissionais humanos.

© Funko/Reprodução

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Índice Pizza? Conheça a teoria que circula na internet durante guerra no Irã

A chamada teoria do “índice pizza” voltou a ferver nas redes sociais após dois episódios recentes de grande impacto geopolítico: a escalada de tensão envolvendo Irã e a operação dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro, em janeiro de 2026. 

Em ambos os casos, dados monitorados por perfis independentes nos EUA indicaram um aumento incomum nos pedidos de pizza nas proximidades do Pentágono, na Virgínia, pouco antes dos acontecimentos.

A teoria ganhou novo fôlego quando usuários observaram picos de atividade em pizzarias durante a madrugada da operação contra Maduro, com registros de alta de até 770% no movimento em determinados estabelecimentos. 

A movimentação foi detectada por contas como a Pentagon Pizza Report, que acompanha dados públicos em tempo real, como o fluxo de clientes em locais exibido por plataformas como o Google Maps.

Como funciona o chamado “índice pizza”?

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O “Pentagon Pizza Report” usa dados do Google Maps para monitorar aumentos repentinos em pizzarias (Imagem: Reddit)

A lógica por trás da teoria é relativamente simples: em momentos de crise ou decisões estratégicas, equipes do Pentágono e de outras agências trabalham até tarde, o que aumenta a demanda por comida rápida, especialmente pizza. Ao mesmo tempo, bares da região tendem a ficar mais vazios, reforçando a ideia de que há menos lazer e mais trabalho em andamento.

Esse tipo de análise se enquadra no conceito de inteligência de fonte aberta, que utiliza dados públicos para tentar identificar padrões e antecipar eventos. 

Apesar de não ter qualquer validação científica, importante deixar claro, o fenômeno chama atenção justamente por se repetir em momentos considerados críticos, o que mantém o interesse do público e alimenta discussões online.

Coincidências históricas alimentam o mistério

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Segundo o InfoMoney, Chefe do Pentágono diz que pode pedir pizzas aleatórias para confundir “índice” (Imagem: Times Brasil)

Relatos semelhantes existem desde a década de 1980 e 1990, quando aumentos nos pedidos de pizza teriam sido observados antes de eventos como a Guerra do Golfo e outras operações militares dos Estados Unidos. 

Mais recentemente, o padrão também teria aparecido antes de ataques envolvendo o Irã, reforçando a percepção de que algo fora do comum pode estar acontecendo nos bastidores.

Ainda assim, a correlação não implica causalidade e que os dados podem ter diversas explicações. Mesmo assim, o “índice pizza” segue como um exemplo curioso de como informações aparentemente triviais podem ganhar novos significados na era digital. Continue no TecMundo para conferir mais teorias, mais histórias, análises, notícias e conteúdos que vão além do óbvio.

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Regras do Imposto de Renda 2026: saiba como declarar

Estamos no período de 2026 em que começa o processo de declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). Esse procedimento ocorre todos os anos e é obrigatório para várias parcelas da sociedade brasileira.

Preencher e enviar a declaração significa enviar para a Receita Federal um relatório com os bens, rendimentos e impostos retidos na fonte de cada cidadão. Caso os dados estejam corretos, você pode receber uma restituição com parte do que foi cobrado ao longo do ano anterior.

Fazer a declaração correta evita que você receba multas ou tenha que enviar correções ao relatório inicial para prestar as contas com a Receita Federal, além de garantir a liberação mais rápida da restituição.

Por isso, conhecer as regras de cada ano é importante e, no caso de 2026, há várias alterações nesse processo. A seguir, saiba mais sobre os procedimentos do IRPF 2026, incluindo quem precisa declarar e como enviar os documentos da melhor forma.

Regras do Imposto de Renda 2026

O prazo de entrega da declaração do IRPF de 2026, que leva em consideração os ganhos e tributos de 2025, vai das 8 horas da próxima segunda-feira (23) até às 23 horas e 59 minutos do dia 29 de maio.

Os programas atualizados para envio da declaração já estão disponíveis para download a partir de 19 de março, para que seja possível com antecedência organizar a documentação e fazer o preenchimento dos campos antes do período de envio.

A Receita Federal promoveu algumas alterações para a declaração deste ano. A principal é uma nova modalidade para contribuintes de baixa renda (que recebem até cerca de dois salários mínimos por mês) e que não era obrigados a declarar.

Em alguns casos, por mudanças nos pagamentos de um único mês, essas pessoas tinham direito a receber uma restituição e não havia formas de ter acesso a esse valor — que pode chegar até R$ 1 mil. Agora, ele será pago como um cashback, que deve contemplar cerca de quatro milhões de pessoas.

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Determinados ganhos com bets exigirão declaração à Receita. (Imagem: Wpadington/Getty Images)

Além disso, agora é obrigatório declarar saldos em plataformas de apostas esportivas (bets), caso eles sejam superiores a R$ 5 mil até o dia 31 de dezembro de 2025.

Há ainda um novo sistema na declaração pré-preenchida, que emite alertas em tempo real se detectar informações inconsistentes. Dessa forma, você consegue corrigir os dados na hora, antes de realizar o envio. A plataforma também ganhou a possibilidade de recuperação automática de informações como pagamento (DARFs), cadastros do eSocial (como empregados domésticos) e recuperação das informações dos dependentes do núcleo familiar.

Outro avanço está na emissão do Recibo Eletrônico de Serviços de Saúde, ou Receita Saúde. Esse documento digital substitui as declarações de despesas com saúde de papel, reduzindo erros e facilitando a restituição desse tipo de gasto.

Quem é obrigado a enviar a declaração

De acordo com a Receita Federal, o IRPF 2026 é obrigatório para as seguintes categorias:

  • Quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 ou obteve outros rendimentos acima de R$ 200 mil;
  • Contribuinte com renda acima de R$ 177.920 em atividade rural ou pretende compensar prejuízos;
  • Contribuinte com posse ou propriedade de bens em valor superior a R$ 800 mil;
  • Quem vendeu mais de R$ 40 mil em bolsas de valores ou com ganhos sujeitos ao imposto;
  • Pessoas com ganho de capital sujeito à incidência do Imposto ou quem optou pela isenção do GCAP (Ganhos de Capital) de 180 dias;
  • Quem optou por declarar bens da entidade controlada no exterior pela pessoa física, contribuinte com lucros/dividendos no exterior; ou que auferiu rendimentos/compensou perdas em aplicações no exterior;
  • Contribuinte que teve, em 31/12/2025, a titularidade de trust regidos por lei estrangeira;
  • Quem passou à condição de residente no Brasil.

A isenção de imposto de renda para quem ganha menos de R$ 5 mil por mês, que foi aprovada pelo Governo Federal, só passa a valer para o atual ano-base — ou seja, na declaração que será prestada em 2027. Neste caso, o próprio governo vai avisar o contribuinte a respeito da isenção, inclusive por meio de WhatsApp.

Como declarar o Imposto de Renda 2026

São duas as formas eletrônicas de fazer e enviar a declaração. Uma delas é a partir do Programa Gerador da Declaração (PGD IRPF 2026) no computador, um software que está disponível para ser baixado por aqui.

Além disso, é possível usar o sistema “Meu Imposto de Renda”. Ele está disponível para dispositivos móveis, tanto no site quanto no aplicativo da Receita Federal para Android e iOS.

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O app da Receita Federal para tablets e celulares. (Imagem: Google Play Store/Reprodução)

Por fim, você pode usar o sistema online e-CAC, que não exige o download e a instalação de programas.

O que é a declaração pré-preenchida?

A declaração pré-preenchida é uma forma de entrega do IRPF que já traz automaticamente uma série de informações presentes nos bancos da Receita Federal, além de dados transferidos de outras fontes.

Para acessar a declaração pré-preenchida, que é um dos benefícios do sistema e já traz uma série de dados devidamente extraídos de outras fontes, é necessário ter uma conta Gov.br nos níveis ouro ou prata.

Apesar de acelerar o processo e pular uma série de etapas, ela exige cuidado: as informações presentes na declaração pré-preenchida precisam ser verificadas e confirmadas manualmente, já que elas podem apresentar inconsistências, estarem desatualizadas ou incompletas.

Documentos necessários para preencher a declaração

Não há uma lista específica com todos os documentos que são obrigatórios no momento do preenchimento do Imposto de Renda. Afinal, cada cidadão possui diferentes situações em relação aos bens, gastos e rendimentos.

Ainda assim, algumas informações são essenciais ou esperadas pela Receita Federal. No caso de documentos pessoais, é preciso fornecer o CPF do contribuinte e eventuais conjunges e dependentes.

 

Nos informes e comprovantes de rendimento, são esperados detalhes a respeito de valores recebidos via empresas, bancos, corretoras e pagamento de aluguel, aposentadoria ou pensão. Além disso, você precisa comprovar despesas, como gastos com saúde (a partir de recibos de médicos, dentistas, planos de saúde, hospitais), educação e previdência ou pensão.

Em bens e direitos, é preciso informar detalhadamente as posses materiais em termos de imóveis (incluindo detalhes como escritura, matrícula, IPTU, valor e data de aquisição), veículos (com o Renavam e detalhes da compra ou venda) e a participação em consórcios ou financiamentos.

Erros comuns na declaração do Imposto de Renda

Certos descuidos podem fazer com que a declaração do seu IRPF 2026 tenha erros ou inconsistências que, mesmo feitos de forma acidental, geram problemas com a Receita Federal.

Para evitar cair na chamada malha fina, que é a identificação de erros no preenchimento que levam a até a possíveis multas, é importante conhecer alguns dos riscos.

Os erros mais comuns incluem deixar de declarar ganhos ou bens e apresentar diferenças entre os valores que foram enviados pelas instituições financeiras e pelo contribuinte à Receita Federal, seja propositalmente ou por acidentes, como erros de digitação.

Outros equívocos que aparecem com alguma frequência envolvem solicitar restituição de despesas médicas ou educacionais sem a devida comprovação e a inclusão indevida ou incorreta de dependentes.

Dicas para evitar problemas com a Receita Federal

Para não ter que prestar contas adicionais após a declaração e receber a restituição já nos primeiros lotes, é importante seguir algumas orientações que são fornecidas pela própria instituição que cuida do IRPF. As dicas incluem:

Organizar os documentos com antecedência, solicitando aos bancos ou baixando nos aplicativos para dispositivos móveis os informes do ano-base 2025 e separando os rendimentos informados por empregadores;

Usar a declaração pré-preenchida para automatizar a transferência de uma série de dados, mas não se esqueça de revisar todos os campos manualmente para fazer eventuais correções;

Conferir as regras da Receita Federal publicadas no site da instituição para o caso de dúvidas, em especial nas cláusulas sobre a inclusão de dependentes.

Quais são as implicações do ECA Digital para empresas que atuam no Brasil? Confira uma discussão sobre o assunto na coluna do TecMundo!

© Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Chuck Norris: 6 filmes para assistir no streaming e relembrar a carreira do ator

A morte de Chuck Norris, aos 86 anos, reacendeu o interesse do público por uma das carreiras mais marcantes do cinema de ação. Ícone das artes marciais e estrela de produções intensas dos anos 80 e 90, o ator deixou um legado que atravessa gerações e marcou a internet.

Muito além dos memes e da fama na série Walker, Texas Ranger, Norris construiu uma filmografia sólida com personagens durões e histórias cheias de adrenalina. Seus filmes ajudaram a moldar o gênero de ação como conhecemos hoje, sempre com uma presença forte e inconfundível.

Para quem quer revisitar essa trajetória ou conhecer melhor o trabalho do astro, selecionamos seis filmes disponíveis no streaming. A lista mistura clássicos, participações especiais e produções que ajudam a entender por que Norris virou sinônimo de força e disciplina.

Unidos para Vencer (1992)

Disponível no Prime Video, Unidos para Vencer mostra um lado mais leve e inspirador da carreira de Chuck Norris. O filme acompanha um adolescente que enfrenta bullying e encontra nas artes marciais uma forma de se fortalecer.

A produção mistura fantasia e realidade ao colocar o protagonista interagindo com seu grande herói. Com isso, o longa entrega uma mensagem motivadora sobre superação e autoconfiança.

  • Onde assistir: Amazon Prime Video.

Os Mercenários 2 (2012)

Os Mercenários 2 está disponível na HBO Max e no Prime Video e reúne um verdadeiro time de estrelas do cinema de ação. Entre eles estão Arnold Schwarzenegger, Bruce Willis e o próprio Chuck Norris.

Mesmo com uma participação menor, Norris rouba a cena com seu carisma e presença icônica. O filme é uma ótima pedida para quem quer ver o encontro de lendas do gênero em uma aventura explosiva.

  • Onde assistir: HBO Max e no Prime Video.

McQuade: O Lobo Solitário (1983)

Disponível no Oldflix e no MGM+, McQuade: O Lobo Solitário é um dos papéis mais emblemáticos de Chuck Norris. Aqui, ele interpreta um guarda durão que prefere trabalhar sozinho, mas acaba enfrentando desafios pessoais.

O longa mistura ação e drama ao colocar o protagonista contra um poderoso inimigo vivido por David Carradine. A rivalidade entre os dois rende cenas intensas e combates memoráveis.

  • Onde assistir: Oldflix e no MGM+.

Braddock - O Super Comando (1984)

Braddock - O Super Comando pode ser assistido no Oldflix e no MGM+ e é um dos grandes exemplos do estilo de ação que marcou os anos 80. No filme, Chuck Norris vive um militar que retorna ao Vietnã para resgatar prisioneiros de guerra.

A trama é carregada de tensão e patriotismo, refletindo o contexto da época e a popularidade desse tipo de narrativa. Com muitas explosões e combates, o longa é ideal para quem busca ação clássica sem filtros.

Além do filme original, outros longa-metragens da saga também estão disponíveis no streaming, garantindo uma ótima maratona de filmes do Chuck Norris.

  • Onde assitir: Oldflix e no MGM+.

Comando Delta (1986)

Disponível no Oldflix, MGM+, Looke e Netmovies, Comando Delta traz Chuck Norris ao lado de Lee Marvin em uma missão de resgate cheia de adrenalina. A história gira em torno de um sequestro aéreo que exige uma operação militar de alto risco.

Com mais de duas horas de duração, o filme aposta em sequências intensas e ritmo acelerado. É uma escolha certeira para quem quer mergulhar no auge da carreira de Norris nos cinemas.

Comando Delta também conta com outros filmes, que podem ser vistos em streamings como o Oldflix e o MGM+. Logo, a franquia também é uma boa escolha para maratonar no fim de semana.

  • Onde assistir: Oldflix, MGM+, Looke e Netmovies (grátis).

O Voo do Dragão (1972)

Disponível para aluguel digital, O Voo do Dragão marca a estreia de Chuck Norris no cinema e é um dos momentos mais icônicos de sua carreira. No longa dirigido e estrelado por Bruce Lee, Norris interpreta o temido Colt.

A trama acompanha Tang Lung, enviado a Roma para proteger o restaurante da família de uma gangue local. O filme ficou eternizado pela luta histórica entre Lee e Norris, considerada uma das mais marcantes do gênero.

Onde assistir: Aluguel digital via Claro TV.

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China cria robô que te transforma humanos em 'centauros tecnológicos'

Já imaginou virar um “centauro tecnológico”? Um novo robô portátil criado na China promete justamente isso: aumentar a força humana e reduzir drasticamente o esforço físico. Em testes, o equipamento suportou mais da metade do peso do corpo e ainda economizou energia, e isso pode mudar completamente o futuro do trabalho e da mobilidade.

Pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul, em Shenzhen, na China, apresentaram um robô portátil bípede que propõe uma nova forma de interação entre humanos e máquinas. O estudo, publicado na revista científica The International Journal of Robotics Research, detalha um sistema que adiciona duas “pernas robóticas” ao usuário, permitindo dividir o esforço físico durante o transporte de cargas pesadas.

Como funciona o “centauro” tecnológico?

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Criação foi feita por engenheiros da Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul, em Shenzhen, na China (Imagem: DW)

Diferente dos exoesqueletos tradicionais, que se acoplam diretamente às pernas para auxiliar os movimentos do corpo, o novo dispositivo funciona como uma estrutura independente conectada às costas. Na prática, o usuário continua caminhando normalmente, enquanto o robô acompanha seus passos de forma sincronizada e assume parte do peso transportado.

O funcionamento do sistema depende de uma interface elástica que conecta o robô ao corpo humano e ajusta seu comportamento conforme a carga. Em situações mais leves, o movimento entre humano e máquina permanece mais rígido e coordenado. Já com pesos maiores, a estrutura se torna mais flexível, permitindo que as pernas mecânicas absorvam uma parcela maior do esforço físico.

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O robô centauro é, por enquanto, um protótipo, mas você encararia vestir um desses? (Imagem: DW)

Nos testes realizados com cinco participantes, os resultados chamaram atenção. O robô foi capaz de suportar cerca de 52% da carga transportada, enquanto os usuários apresentaram uma redução de aproximadamente 35% no gasto energético ao carregar mochilas de até 20 quilos. Além disso, houve melhora na estabilidade durante a locomoção, inclusive em terrenos irregulares e escadas.

 

Os pesquisadores destacam que a proposta abre caminho para aplicações em áreas como operações militares, resgates em zonas de desastre e atividades industriais em ambientes complexos. Você encararia esse protótipo no dia a dia? Coloca nos comentários e se você curte acompanhar curiosidades de tecnologia, continue no TecMundo para mais notícias, análises e conteúdos.

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Adeus, Chuck Norris: Sylvester Stallone e mais atores prestam homenagem ao astro

A morte de Chuck Norris aos 86 anos mobilizou fãs e celebridades ao redor do mundo, marcando o fim de uma era no cinema de ação. Conhecido por sua presença imponente e disciplina nas artes marciais, o ator deixa um legado que ultrapassa gerações e formatos.

Ícone de produções como Walker, Texas Ranger e filmes como The Delta Force, Norris construiu uma carreira baseada em autenticidade e habilidade real no combate. Sua trajetória também inclui o clássico The Way of the Dragon, onde contracenou com Bruce Lee em um duelo histórico.

Após a confirmação da morte pela família, diversos nomes de Hollywood e das artes marciais usaram as redes sociais para prestar homenagens ao astro. Entre mensagens emocionadas e lembranças pessoais, o consenso é claro: o mundo perdeu um verdadeiro símbolo de força e caráter.

Sylvester Stallone relembra parceria com Chuck Norris

O ator Sylvester Stallone destacou o privilégio de ter trabalhado com Norris no longa Os Mercenários 2. Em publicação no Instagram, ele afirmou: “Tive um grande momento trabalhando com Chuck. Ele era All American em todos os sentidos”.

Stallone também ressaltou o caráter do colega, chamando-o de “um grande homem” e enviando condolências à família. A dupla dividiu cena ao lado de outros grandes nomes do gênero, consolidando ainda mais o status lendário de Norris no cinema de ação.

Jean-Claude Van Damme e Dolph Lundgren exaltam legado

O belga Jean-Claude Van Damme também lamentou a perda do amigo e relembrou a longa relação entre os dois. “Nos conhecemos desde os primeiros dias, e eu sempre respeitei o homem que ele era”, escreveu, acrescentando que Norris “nunca será esquecido”.

Já Dolph Lundgren, que também trabalhou em Mercenários 2, afirmou que sempre admirou Norris como exemplo dentro e fora das telas. “Ele tinha o respeito, a humildade e a força que são necessários para ser um homem. Vamos sentir sua falta, meu amigo”, declarou o astro de Rocky IV.

O ator britânico Scott Adkins, de John Wick 4 e Boyka, ressaltou a importância de Norris para o cinema de ação e para a cultura das lutas. “Um titã do cinema de artes marciais se foi”, escreveu, chamando o astro de “mestre” e “humanitário dedicado”.

Adkins também relembrou um breve encontro com Norris, destacando sua gentileza. “Ele incorporava o verdadeiro espírito das artes marciais e inspirou uma geração”, completou.

Stephen King relembra filme marcante

O escritor Stephen King também entrou na onda de homenagens, relembrando um dos filmes mais impactantes da carreira de Norris. “Eu achei ele incrível. Silent Rage assustou meus filhos… e a mim também”, comentou.

King ainda aproveitou para citar algumas das famosas piadas sobre o ator, mostrando como Norris transcendeu o cinema e se tornou um fenômeno cultural. Entre brincadeiras e elogios sinceros, o autor reforçou o tamanho da influência deixada pelo astro.

Família de Chuck Norris faz homenagens emocionantes

A filha Danilee Norris também  compartilhou uma mensagem tocante sobre o pai, descrevendo-o como seu “porto seguro” por mais de duas décadas. “Ele pode ter um exterior de guerreiro, mas seu coração era cheio de amor”, escreveu.

Já a neta Greta Norris destacou o lado mais íntimo do avô. “O mundo perdeu um ícone, e eu perdi meu avô”, disse, lembrando momentos simples como conversas em uma cadeira de balanço.

Um legado que vai além do cinema

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Mais do que um ator, Chuck Norris foi um verdadeiro símbolo de disciplina e determinação, com múltiplas graduações em artes marciais e uma carreira que atravessou décadas. Sua autenticidade nas telas ajudou a redefinir o gênero de ação, especialmente nos anos 1980 e 1990.

Em nota oficial, a família destacou que Norris morreu em paz, cercado por seus entes queridos. “Ele viveu com fé, propósito e um compromisso inabalável com as pessoas que amava”, diz o comunicado, reforçando o impacto duradouro de sua vida e obra.

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Crimson Desert não roda em placas de vídeo Intel e frustra jogadores

Os jogadores donos de placas de vídeo Intel Arc estão impossibilitados de jogar o recente Crimson Desert por falta de suporte oficial. Inúmeros usuários com essas GPUs indicam que é impossível abrir o lançamento e a própria desenvolvedora Pearl Abyss confirmou que o título é incompatível com esses produtos.

No site oficial do game, a desenvolvedora responde que “não, Crimson Desert atualmente não suporta chips gráficos Intel Arc”. A companhia encoraja que os donos de PCs com essas placas de vídeo realizem o reembolso imediato do título na loja onde foi adquirido, indicando que também não planeja atualizar esse suporte no futuro.

A Pearl Abyss se desculpa pela inconveniência, mas parece ser meio tarde para quem possui uma Arc em casa. Embora haja essa explicação no site oficial da companhia, não há quaisquer indícios dos motivos que originaram essa falta de suporte aos modelos de GPUs da Intel, ainda vendidos amplamente no mercado global.

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Crimson Desert nem abre direito nos PCs com Intel Arc (Imagem: Wccftech)

Em redes sociais, inúmeros jogadores publicaram capturas de tela que mostram mensagens que a placa de vídeo usada não é suportada pelo game. Na verdade, o título mal chega a ser aberto e a mensagem de erro já aparece na área de trabalho, afinal de contas o software é incompatível com a tecnologia física presente no PC.

Como são as Intel Arc?

As placas de vídeo Intel Arc não são muito conhecidas pelo público geral, uma vez que são um projeto relativamente recente da Intel e há poucos modelos disponíveis para compra. Esses produtos são a tentativa da gigante azul em incomodar o duopólio crescente da Nvidia e AMD, mas é um trabalho que ainda engatinha.

  • As primeiras Intel Arc não convenceram bem e foram lançadas com baixa performance e problemas de otimização;
  • Modelos mais recentes, como a B580 apresentou a segunda geração desses produtos e trouxe uma performance superior;
  • Esse modelo atualmente compete com as GeForce RTX 5060 e Radeon RX 9060 XT para rodar games em Full HD a 60 FPS;
  • Um dos diferenciais do modelo é a presença de 12 GB, enquanto suas rivais possuem apenas 8 GB de memória;
  • A Intel também vem engatinhando em novas tecnologias e possui o XeSS, um concorrente de upscaling em relação ao DLSS e FSR;
  • Um dos grandes problemas da Intel Arc era a falta de drivers, que faziam os jogos não rodarem tão bem nesses chips;
  • Nos últimos tempos a empresa corrigiu essa situação e as Intel Arc apresentam um desempenho muito mais estável.

É difícil entender essa falta de suporte para as Intel Arc, mesmo que poucas dessas placas de vídeo sejam comercializadas. No Brasil, a falta de estoque já torna bem difícil encontrar essas GPUs, mas o preço da Intel Arc B580 ficava próximo dos R$ 2.100 antes da intensificação da crise de chips.

A Radeon RX 9060 XT é uma boa GPU que serve como alternativa para rodar games em Full HD com bom desempenho e ainda pode ser encontrada por preços competitivos. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

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Lenda dos filmes de ação, Chuck Norris morre aos 86 anos

Um dia após ser hospitalizado devido a uma emergência médica, o ator Chuck Norris faleceu nesta sexta-feira (20). A informação foi confirmada por sua família em uma mensagem compartilhada em sua conta pessoal do Instagram, na qual ela pediu que os fãs respeitem sua privacidade diante do momento difícil.

Um nome bastante ativo em Hollywood entre os anos 1970 e 1990, Norris ficou conhecido por longas como O Voo do Dragão (1972), no qual contracenou com Bruce Lee — de quem foi amigo pessoal. Aos 86 anos, o ator foi redescoberto nos anos 2000 pelos diversos memes que brincavam com o tipo de personagem que costumava interpretar.

Chuck Norris foi um mestre das artes marciais que parou em Hollywood

Carlos Ray “Chuck” Norris nasceu em 1940 na cidade de Ryan, Oklahoma, e sempre misturou artes marciais com sua carreira de ator. Além de ter participado de grandes sucessos do gênero ação, ele também conquistou a faixa preta em artes marciais como karate, taekwondo, tang soo do, jiu jitsu brasileiro e judô.

  • Após ganhar vários torneios e fundar sua própria academia, Norris se aproximou de Hollywood ao treinar várias de suas estrelas;
  • Após um pequeno papel em Arma Secreta contra Matt Helm (1968), ele foi convidado por seu amigo Bruce Lee para ser um vilão de O Voo do Dragão;
  • Por recomendação de outro amigo, Steve McQueen, o artista marcial continuou estudando atuação e conquistou em Breaker! Breaker! (1977) seu primeiro papel de protagonista;
  • O sucesso em Hollywood veio no ano seguinte, com Good Guys Wear Black, que se provou bastante popular;
  • Nos anos seguintes, Chuck Norris continuou bastante ativo e emplacou sucessos como McQuade, O Lobo Solitário, Braddock – O Super Comando, Invasão U.S.A., Código do Silêncio e Comando Delta, entre diversos outros.

Na televisão, o papel mais emblemático do ator foi como o Sargento Cordell Walker, nas nove temporadas de Walker: Texas Ranger. Transmitida entre 1993 e 2001, a produção acompanhava a vida de um patrulheiro conhecido pelos talentos nas artes marciais e pelo código de conduta forte.

Chuck Norris mantinha uma presença forte nas redes sociais

Nos anos 2000, Chuck Norris desacelerou sua carreira cinematográfica e teve em 2005 seu último papel como protagonista, em Walker, Texas Ranger: Trial By Fire, lançado diretamente para a televisão. No entanto, ele voltou a aparecer brevemente em Mercenários 2 (2012) e em Agent Recon (2024), este último lançado diretamente no streaming. Ele também fez várias participações em séries, mas sempre de forma pontual.

Nos cinemas, o ator deixa um trabalho póstumo em Zombie Plane, filme de comédia australiano que deve chegar ainda em 2026. Em anos recentes, o ator também continuava a aparecer em propagandas e mantinha uma presença ativa nas redes sociais.

No Instagram, sua última publicação aconteceu há semana, quando celebrou seu aniversário de 86 anos demonstrando que ainda treinava artes marciais. Para toda uma geração, o artista é conhecido pelos memes iniciados em 2005, que destacavam alguns “fatos exagerados” sobre sua força, sofisticação e astúcia.

“Ele viveu sua vida com fé, propósito e um compromisso inabalável com as pessoas que amava. Através de seu trabalho, disciplina e bondade, inspirou milhões de pessoas ao redor do mundo e deixou um impacto duradouro em muitas vidas”, afirma a mensagem de despedida compartilhada por sua família.

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© Divulgação/Getty Images

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Após anos de Walking Dead, Steven Yeun retorna para clima de apocalipse em Invencível

Depois de marcar uma geração como Glenn em The Walking Dead, Steven Yeun volta a encarar um cenário apocalíptico na televisão, mas agora com superpoderes. O ator é a voz de Mark Grayson em Invencível, que inicia sua quarta temporada com uma invasão alienígena brutal envolvendo os Sequids.

O primeiro episódio, intitulado Making the World a Better Place, aposta em ação intensa e amplia o escopo da série com uma ameaça marciana, em um clima de apocalipse que pode lembrar The Walking Dead, já que a animação também é obra de Robert Kirkman. Ao mesmo tempo, a narrativa reforça o lado emocional do protagonista, que continua lidando com o peso de proteger a Terra e com os traumas das temporadas anteriores.

Em entrevista ao Minha Série, Yeun falou sobre revisitar esse tipo de atmosfera de caos e sobrevivência, agora sob uma nova perspectiva. Segundo ele, a experiência foi mais leve e até divertida desta vez, mesmo com os desafios da atuação.

Steven Yeun comenta retorno ao clima apocalíptico

Para Yeun, voltar a um cenário de fim do mundo foi mais tranquilo do que na época de The Walking Dead, já que Mark é consideravelmente mais poderoso que Glenn. “Foi muito mais fácil desta vez, e também foi divertido”, afirmou o ator.

Ele também destacou como Robert Kirkman tem afinidade com o tema e consegue utilizá-lo para expandir a destruição para um lado emocional. “O Robert claramente gosta de explorar certas ideias, e uma delas é o isolamento do Mark, esse sentimento de estar sozinho, o que é sempre interessante de explorar”, explicou.

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No primeiro episódio da temporada, Mark toma uma decisão que terá grandes consequências, gerando um enorme peso emocional. Segundo Yeun, o público pode esperar grandes momentos envolvendo a dualidade do herói.

“Mark  está entendendo  os dilemas morais do mundo, sabe, ele é uma arma às vezes”, explica o ator. “Em outros momentos, ele é esse ser humano profundamente sensível que quer fazer o bem para as pessoas, e esse conflito gera muita tensão, é de onde vem grande parte da emoção.”

Dublagem de Invencível traz desafios únicos

Mesmo sendo uma animação, o trabalho em Invencível exige bastante de Steven Yeun em termos físicos e emocionais. O ator revelou que as gravações são intensas, especialmente nas cenas de luta e nos momentos mais dramáticos.

“Muita coisa foi empolgante de fazer e também muito exaustiva, mas no bom sentido”, disse Yeun. “Sinto que estou aprendendo cada vez mais a fazer sons de luta, é um processo contínuo.”

Ele também comentou sobre a dificuldade de ajustar a performance durante o processo de dublagem. “É um desafio único como ator, e eu realmente gosto disso, porque sinto que a série me força a evoluir”, completou.

Steven Yeun reconhece amor dos fãs brasileiros de Walking Dead e Invencível

Durante a entrevista ao Minha Série, Steve Yeun também reconheceu o apoio dos fãs brasileiros. O ator relembrou do suporte do público tanto com Invencível quanto com The Walking Dead. “Robert Kirkman é rei no Brasil”, disse o ator.

Steven Yeun também agradeceu todo o suporte do público que acompanha seu trabalho. “Obrigado por todo o amor. Sou muito grato por todo o suporte."

Gillian Jacobs, que interpreta Ivy Atômica, também reconheceu a importância do Brasil para Invencível. A atriz visitou o país com Sandra Oh, que interpreta Debbie, e disse que a experiência foi única. "O amor, a energia e o apoio que sentimos dos fãs brasileiros foi inacreditável. 

Robert Kirkman fala sobre retorno dos marcianos e múltiplas histórias

Criador de Invencível e também responsável por The Walking Dead, Kirkman falou sobre a concepção da invasão alienígena que ganha forma no primeiro episódio. Segundo ele, os Sequids seguem uma tradição clássica dos universos de super-heróis.

“Sempre existe algum tipo de parasita alienígena nesses universos, seja na Marvel ou na DC, e em Invencível nós temos os Sequids”, explicou. “Achei que seria um elemento muito interessante de explorar.”

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Kirkman também destacou como a série amarra eventos de diferentes temporadas para construir sua narrativa, e os fãs podem esperar mais disso nos novos episódios. A invasão atual, por exemplo, tem raízes em acontecimentos mostrados ainda na primeira temporada.

“É muito legal ver como essa história começa lá atrás, naquele episódio em Marte, e agora ganha um grande desenvolvimento”, disse o criador. “Tudo se conecta e leva a algo maior.”

Ele ainda reforçou que alguns arcos da quarta temporada podem parecer desconexos à primeira vista. “Pode haver episódios em que você se pergunte por que estamos focando tanto em algo, mas isso só vai fazer sentido no futuro”, afirmou.

De acordo com o criador da série, a abordagem permite explorar personagens e conflitos com mais profundidade. “Construir essas histórias e ver como tudo se encaixa é o que torna fazer essa série tão especial”, concluiu.

Os três primeiros episódios da quarta temporada de Invencível já estão disponíveis no Prime Video, com novos capítulos chegando semanalmente. 

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Crítica: Velhos Bandidos é o filme perfeito pós maratona do Oscar

Depois de passar pela temporada mais aguardada do ano para os fãs de cinema, pode acontecer uma espécie de “ressaca pós Oscar”. Esse fenômeno acomete principalmente jornalistas e cinéfilos e pode provocar um sentimento de falta ou esgotamento, mas pode ficar tranquilo: ele passa. Depois de alguns dias da premiação, a necessidade de análise profundas e comparativas vai desaparecendo e é possível apreciar bons filmes sem cobrar tanto deles. Velhos Bandidos vem em tempo para esse respiro.

Pelo trailer, o filme deixa claro que não se compromete em entregar uma história complexa e profunda e, de fato, ele não entrega. Ainda assim, isso não quer dizer que o filme é ruim, longe disso. Cláudio Torres, diretor de Velhos Bandidos, escolheu tratar do envelhecimento de uma forma leve e bonita. Confira a nossa opinião abaixo:

Elenco de peso

Se tem um aspecto do filme que se destaca quando falamos de um orçamento bem aproveitado, definitivamente esse aspecto é o elenco. Como se já não bastasse Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine e Vladimir Brichta nos papéis principais, o longa ainda conta com Lázaro Ramos, Reginaldo Faria, Tony Tornado, Vera Fischer e Nathália Timberg.

Considerando o tema principal do filme, é natural que os protagonistas mais velhos se destaquem e estejam no centro da maior parte das piadas; mas é de se pensar que isso seria inevitável com as performances de Fernanda Montenegro e Ary Fontoura. Montenegro, além de uma atriz impecável, é carismática e carrega a comédia com a maior naturalidade possível. Isso não é novidade para ninguém, mas não tinha como não ser mencionado.

Perfeito para se divertir sem pensar tanto

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Com elenco estrelado, Velhos Bandidos conquista pelo carisma.

Sabe quando você só precisa de um filme para te entreter e divertir, mas que não faça pensar muito? Ainda assim, mesmo para esses momentos, pode incomodar ver um filme que não se esforça nada em sua narrativa. Felizmente, esse não é o caso aqui. A narrativa de Claudio Torres te surpreende, com piadas ousadas e reviravoltas inesperadas.

Saiba mais: confira 10 filmes com a atriz Fernanda Montenegro

O diretor disse ao Estadão que esse é um filme para os brasileiros, que não há planos para uma divulgação internacional. E realmente, essa é a sensação que fica: Velhos Bandidos é um filme com humor brasileiro, atores que são patrimônios nacionais e sem a pressão de fazer um sucesso estrondoso pelo mundo. Levar o público nacional ao cinema é tudo que esse filme deseja.

Vale a pena assistir Velhos Bandidos?

Depois da campanha intensa de “O Agente Secreto” e toda a atenção que o cinema brasileiro recebeu pelas suas indicações ao Oscar em dois anos seguidos, nada mais justo do que continuarmos exaltando nosso país indo ao cinema prestigiar nossa cultura em todas as suas formas.

Velhos Bandidos talvez não seja o filme da sua vida, mas pode provocar reflexões sobre como tratamos a terceira (e melhor?) idade. Caso esse tema não te comova, ainda assim é possível se divertir assistindo ao filme, sem a expectativa de sair com referências de filmes do Oscar.

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Lei Felca: ECA Digital afeta a Netflix e outros serviços de streamings? Entenda

Entrou em vigor na última terça-feira (17) o novo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) Digital, também conhecido popularmente como “Lei Felca”. O projeto 15.211/2025 estabelece novas regras para serviços que operam no país, o que pode afetar sistemas de streaming como a Netflix, Prime Video e HBO Max.

A partir dessa data, as empresas que operam no país são obrigadas a seguir passos mais restritos em seus processos de verificação de idade. O objetivo é garantir que menores de 18 anos não tenham acesso a conteúdos considerados impróprios, tampouco frequentem espaços online sem o conhecimento e consentimento de seus responsáveis.

Procurada pelo Minha Série, a Netflix disse que está preparada para lidar com as novas regras do ECA Digital – confira o comunicado completo abaixo. Prime Video e HBO Max, que também lideram em audiência online no Brasil, ainda não falaram sobre o assunto.

Como a Lei Felca pode afetar a Netflix e outros streamings?

Antes de a Lei Felca entrar em ação, serviços como a Netflix já permitiam a configuração de perfis para crianças, que trazem diversas restrições de conteúdo e ferramentas de controle parental. Com isso, as plataformas saem na frente de outros segmentos, pois já possuem uma estrutura preparada de controle parental.

Com isso em mente, empresas como Netflix e Prime Video podem escapar de algumas exigências da lei, a princípio, como a verificação obrigatória de idade. No entanto, existem pontos no ECA Digital que podem acabar mudando esse cenário no longo prazo.  

  • Enquanto anteriormente a autodeclaração era suficiente, a nova lei indica que empresas podem precisar adotar mecanismos mais precisos de verificação de idade;
  • A lei prevê o uso de técnicos de biometria até a verificação de documentos de identidade expedidos por órgãos oficiais;
  • A Lei Felca também estabelece que os dados coletados não podem ser usados para fins comerciais ou personalização de conteúdos;
  • Assim, muitas empresas que já operam com sistemas do tipo afirmam que apagam os dados coletados logo após o processo de verificação ser feito;

Streamings já possuem ferramentas de controle parental, o que pode ajudar na adaptação

Atualmente, streamings como Netflix e Prime Video já possuem perfis de crianças, controle parental e sistemas com hierarquias de contas, o que pode evitar a coleta de dados para verificação de idade. No entanto, o novo ECA Digital prevê que responsáveis devem ter controle total sobre contas de menores de 16 anos às quais estão vinculados — e só podem funcionar com sua aprovação.

Além disso, o ECA Digital possui cláusulas sobre “provável acesso” de conteúdo adulto por menores em serviços e plataformas. Com isso, é possível  que as plataformas tenham que adotar meios mais rígidos de verificação de idade, caso agências reguladoras como o ANPD concluam que isso é necessário.

No entanto, o cenário atual aponta para um cenário com poucas mudanças para o mercado de streaming. Luizio Rocha, diretor executivo da Strima, a associação do setor no Brasil que engloba diferentes plataformas, comentou sobre o assunto em audiência pública em 2025 sobre controle parental. “O segmento de streaming já possui camadas robustos de proteção infantil, aliando tecnologia, políticas de conteúdo e participação ativa dos pais.”

É válido ressaltar, que, antes da data de início do novo ECA Digital, empresas como a Netflix tiveram um prazo de seis meses para se adaptar às novas regras. Logo, como a lei entrou em vigor e foi regulamentada hoje (18) pelo presidente, tudo indica que plataformas como Netflix não devem sofrer grandes sanções no curto prazo.

Apesar disso, a legislação está em uma etapa de implementação gradual — em um processo que deve levar meses. No entanto, as mudanças já trouxeram grandes impactos em alguns mercados: a Riot Games, por exemplo, passou a impedir que menores de 18 anos acessem a maioria dos seus títulos enquanto lida com questões de classificação indicativa.

Streamings podem ficar sem grandes mudanças durante implementação da Lei Felca

Antes de a Lei Felca entrar em vigor, a Netflix teve que enviar à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) detalhes de como vai lidar com as novas restrições e obrigações. Junto a nomes como Amazon, Apple, Crunchyroll, Disney+, Google, Globoplay, HBO, Sony Brasil, Meta e Twitch, entre diversas outras, ela foi escolhida por sua grande influência, direta e indireta, sobre o público infanto-juvenil brasileiro.

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O Minha Série entrou em contato com a Netflix para descobrir quais mudanças o streaming está preparando. Imagem: Divulgação/Netflix

Apesar das grandes exigências do novo ECA Digital e do prazo dado para que serviços se adequassem a eles, os efeitos até agora são mínimos. Os sistemas de streaming que operam no Brasil não passaram por nenhuma mudança até o momento e continuam funcionando sem etapas mais restritas de verificação de idade.

Ou seja, no curto prazo, a expectativa é que os serviços sigam operando normalmente e não contem com mudanças notáveis. Ainda assim, caso seja exigido, os streamings podem acabar passando por mudanças e pedindo dados extras dos usuários – como o fato da Netflix solicitar o CEP e CPF de brasileiros para se adequar às novas regras da reforma tributária. 

Netflix diz que está preparada para lidar com ECA Digital

A equipe do Minha Série entrou em contato com os principais sistemas de streaming do Brasilem busca de esclarecimentos. A Netflix enviou um comunicado celebrando o ECA Digital e dizendo que já está pronta para lidar com a nova lei.

“A Netflix reconhece a importância da proteção de crianças e adolescentes no ambiente online, e celebra a entrada em vigor do ECA Digital. O nosso serviço é pensado para oferecer diversas camadas de proteção a crianças e adolescentes. A Netflix faz a curadoria do conteúdo produzido profissionalmente, e possibilita a pais e responsáveis a criação de perfis para que crianças e adolescentes tenham experiências adequadas à sua idade”, diz a companhia.

A empresa também ressaltou que já possui ferramentas de controle parental que se adequam aos padrões legislativos brasileiros. “Os perfis podem ser protegidos com PIN, restringindo o acesso de menores a conteúdos considerados inadequados. Além disso, nossos conteúdos seguem a política de classificação indicativa do Ministério da Justiça, contendo a faixa etária à qual são destinados, além das palavras-chave que os identificam.”

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© Divulgação/Netflix

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Galaxy A37 e Galaxy A57 aparecem em vídeo de hands-on antes do lançamento

Os próximos Galaxy A37 e Galaxy A57 apareceram em um vídeo de hands-on publicado no TikTok. Os celulares intermediários da Samsung surgem nas imagens com um design bastante familiar, sem grandes mudanças em relação ao que já havia sido revelado em vazamentos anteriores.

Nos vídeos, os dois aparelhos exibem o visual previsto nas renderizações que circularam anteriormente. Tanto o Galaxy A57 quanto o Galaxy A37 apresentam laterais retas e câmeras traseiras alinhadas verticalmente dentro de um módulo em formato de pílula.

Alguns detalhes ajudam a diferenciar os modelos. O Galaxy A57 possui bordas de tela mais finas, enquanto o Galaxy A37 apresenta margens um pouco mais espessas. A coloração do módulo de câmeras também muda: no A57 ele é escuro, enquanto no A37 aparece em tom acinzentado.

O vazador responsável pelo vídeo, que é de origem tailandesa, também antecipou os preços locais em Baht Tailandês (THB) para os dispositivos:

  • Galaxy A57 (12 GB de RAM + 256 GB de armazenamento): 17.999 THB (US$ 554 – cerca de R$ 2.913);
  • Galaxy A57 (12 GB de RAM + 512 GB): 20.999 THB (US$ 646 – aproximadamente R$ 3.400);
  • Galaxy A37 (8 GB de RAM + 256 GB): 13.999 THB (US$ 430 – cerca de R$ 2.260).

Galaxy A57 terá câmara de vapor maior

Em outro vazamento, este reportado pelo SamMobile, uma imagem mostra que a câmara de vapor do Galaxy A57 será maior do que os modelos anteriores – Galaxy A55 e A56.

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A câmara de vapor do Galaxy A57 é maior que a dos modelos anteriores. (Fonte: Abhijeet Mishra/Reprodução)

Os ganhos desse aprimoramento são difíceis de inferir antes do lançamento. Contudo, o componente deve garantir melhor capacidade de arrefecimento, potencialmente entregando melhor desempenho.

Intermediários mantêm a proposta dos modelos anteriores

Embora não tenham sido detalhadas nesse vazamento específico, as especificações técnicas dos aparelhos já apareceram em rumores anteriores.

O Galaxy A57 deve contar com tela AMOLED de 6,6 polegadas em resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. O dispositivo seria equipado com o chipset Exynos 1680 e opções de 6 GB, 8 GB ou 12 GB de memória RAM.

No conjunto de câmeras, o modelo deve trazer sensor principal de 50 MP, acompanhado por uma lente ultrawide de 12 MP e uma câmera macro de 5 MP.

Já o Galaxy A37 deve ter tela AMOLED de 6,7 polegadas e processador Exynos 1480. O sistema de câmeras incluiria sensor principal de 50 MP, lente ultrawide de 8 MP e macro de 5 MP.

Quer acompanhar os próximos lançamentos da Samsung e os principais vazamentos do mundo dos smartphones? Continue ligado no TecMundo no site e também nas redes sociais para não perder nenhuma novidade do universo mobile.

© TecMundo

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Bug grave ‘bloqueia’ disco local do Windows 11 em notebooks da Samsung

Um novo bug no Windows 11 chegou para espalhar o pânico depois que diversos usuários tiveram seus diretórios C:\ comprometidos. A Microsoft aponta que usuários de países como Portugal, Coreia do Sul, Índia e até mesmo o Brasil são impactados pelo erro, que parece afetar principalmente alguns dispositivos da Samsung.

Esse novo erro começou após a chegada do update de segurança KB5077181 de fevereiro e deixa o disco local C:\ com falhas ou ser impossível de acessá-lo. Dentre os problemas, alguns usuários relatam que esse problema bloqueia determinados arquivos e aplicações de serem abertas.

Na página oficial da Microsoft sobre problemas conhecidos no Windows 11 25H2, a companhia explica que esse erro foi observado em certos modelos dos Galaxy Book 4 e desktops da Samsung. A empresa lista os modelos com registro NP750XGJ, NP750XGL, NP754XGJ, NP754XFG, NP754XGK, DM500SGA, DM500TDA, DM500TGA e DM501SGA.

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Galaxy Book 4 vem se tornando uma opção interessante para brasileiros que querem um aparelho intermediário. (Imagem: TecMundo)

Além da dificuldade em abrir certos arquivos, a empresa salienta que os usuários podem não conseguir exercer seus privilégios na máquina, como desinstalar updates ou coletar logs por conta de erros na lista de permissões.

Problema tem origem em app da Samsung

Apesar do problema ser grave, Microsoft e Samsung culpam o aplicativo Galaxy Connect e minimizam o erro como originário do Windows Update. Segundo a dona do sistema operacional, uma situação causada pelo aplicativo Galaxy Connect da Samsung passou a gerar esse problema em inúmeros usuários e não parece ter relação com as atualizações de segurança da plataforma.

  • A Microsoft aponta que o problema está em processo de mitigação e removeu o Galaxy Connect da loja Microsoft Store temporariamente;
  • Para contornar a situação, a Samsung republicou uma nova versão do aplicativo que previne esse erro;
  • Formatar o computador parece não ser uma solução viável e o problema pode persistir mesmo assim.

A Microsoft busca uma solução definitiva para encerrar o problema, já que um erro dessa magnitude no disco local pode tornar o computador praticamente inutilizável. A recomendação é esperar por mais informações das companhias.

Na última atualização de segurança, a Microsoft corrigiu 86 vulnerabilidades no Windows, incluindo brechas com forte potencial para serem descobertas por atores maliciosos. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Sunrise King/Unsplash

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Tá amarrado! Robô que se reconstrói sozinho viraliza nas redes

Engenheiros da Northwestern University, nos Estados Unidos, apresentaram no início de março, uma nova geração de robôs modulares capazes de se recombinar, sobreviver a danos e continuar operando mesmo após sofrerem impactos severos. O projeto foi liderado pelo pesquisador Sam Kriegman, professor da McCormick School of Engineering, e descrito em um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Batizados de “legged metamachines”, os robôs são formados por módulos independentes que funcionam como blocos de construção inteligentes. Cada unidade possui motor, bateria e computador próprios, o que permite que ela se mova de forma autônoma. Quando conectados, esses módulos formam estruturas maiores e mais complexas, capazes de adotar diferentes formas e modos de locomoção.

Robôs que se reorganizam?

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Chamados de “metamachines”, eles funcionam como blocos de Lego inteligentes (Imagem: Northwestern Now)

Sozinhos, os módulos conseguem rolar, girar ou saltar (eu diria que bem feiosamente). Mas o comportamento mais impressionante aparece quando várias unidades são combinadas. Dependendo da configuração, os robôs podem se movimentar de formas variadas, ondulando como focas, saltando como cangurus ou correndo com movimentos semelhantes aos de pequenos animais.

Além da mobilidade incomum, os pesquisadores destacam a resistência dessas máquinas. Como cada parte funciona de forma independente, danos físicos não significam necessariamente o fim da operação. Mesmo se um módulo for destruído ou separado, os outros continuam funcionando e podem reorganizar a estrutura para manter o movimento.

Testes fora do laboratório foi engraçado e assustador

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Robôs modulares que se reorganizam, sobrevivem a danos e continuam andando por aí (Imagem: Northwestern Now)

Depois das simulações, os pesquisadores montaram alguns dos modelos mais promissores e os levaram para testes em ambientes reais. Nos experimentos, os robôs atravessaram terrenos irregulares como cascalho, areia, folhas e raízes de árvores, além de saltar obstáculos e recuperar a posição quando eram virados de cabeça para baixo.

Mesmo quando partes eram removidas ou danificadas, as metamachines conseguiam continuar em movimento. Em alguns casos, o módulo separado ainda era capaz de retornar até o restante da estrutura para se reconectar. Segundo os pesquisadores, esse tipo de robô aponta para um futuro em que máquinas não serão mais ferramentas rígidas e frágeis, mas sistemas capazes de se adaptar ao ambiente e se reorganizar diante de imprevistos. Se você gosta de acompanhar avanços curiosos como esse, vale continuar explorando o TecMundo.

© Northwestern Now

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Nvidia anuncia DLSS 5 com foco em visuais realistas feitos com IA! Veja comparativo

A Nvidia anunciou o novo DLSS 5 como a futura tecnologia de renderização para games com uma forte integração de inteligência artificial. O anúncio foi feito pelo CEO Jensen Huang durante a apresentação da companhia na GTC 2026, que considera esse o “GPT para os gráficos”. Essa nova versão promete infundir pixels com iluminação e materiais fotorrealistas em tempo real.

O anúncio da Nvidia mostra que a empresa não está blefando com essa revelação, já que cita o DLSS 5 como uma reinvenção da computação gráfica. “DLSS 5 é o momento GPT para os gráficos — combinando renderização artesanal com IA generativa para oferecer um salto dramático no realismo visual, preservando o controle que os artistas precisam para a expressão criativa”, explica Huang.

Em alguns teasers publicados no YouTube, é possível ver a diferença entre o DLSS 5 ligado e desligado, e a diferença realmente é gritante. Resident Evil Requiem mostra detalhadamente essa disparidade nos rostos de Grace e Leon, com uma forte diferença na suavidade da pele, mais contraste e muito mais definição nos objetos.

Títulos como Hogwarts Legacy e EA Sports FC 26 mantém essa pegada na face dos personagens de maneira muito contundente. Starfield foi um dos que parece ter encaixado melhor com o novo DLSS 5, trazendo melhorias mais pontuais e que realmente elevam a qualidade gráfica, enquanto o restante lembra muito aqueles filtros de IA de editores de vídeo.

O fato de o DLSS 5 utilizar essa infusão neural com pixels e iluminação torna o resultado da renderização bem diferente do material original. Em redes sociais como X, especialistas e usuários da marca se dividem para elogiar a Nvidia por ter alcançado este feito, enquanto outros criticam o visual “filtro de IA” apresentado.

Como o DLSS 5 funciona?

O objetivo da Nvidia com o DLSS 5 é reduzir o abismo entre os gráficos dos games e os efeitos especiais de grandes filmes de Hollywood. O problema é que usar uma tecnologia capaz de renderizar os pixels em tempo real por meio da força bruta é complicado demais, então a solução da Nvidia foi fazer com que o DLSS utilize dados do motor do jogo.

  • O DLSS 5 vai receber inputs de vetores de movimentos e cores de cada quadro do game como um tipo de entrada;
  • Esse modelo conseguirá entender elementos complexos, como cabelos, tecidos, pele e diferentes condições de iluminação ao analisar um único frame;
  • A tecnologia deve garantir que toda a iluminação e conteúdo 3D sejam atribuídos entre os quadros;
  • Para os desenvolvedores, a tecnologia pode garantir o controle detalhado de intensidade, cores e gradação;
  • A Nvidia afirma que os desenvolvedores terão esse controle para determinar onde e como os aprimoramentos serão aplicados.

Diferente de apenas uma técnica de upscaling, como foram os DLSS 1 e 2, o novo DLSS 5 quer unir de maneira consistente a renderização padrão com IA generativa. O resultado, embora possa parecer estranho para alguns, surge como um marco inédito da maneira de renderizar games.

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Mudança fotorrealista do DLSS 5 pode não agradar a todos (Imagem: Nvidia)

O DLSS 5 está previsto para ser lançado nos próximos meses e já foi confirmado em games como Starfield, Assassin’s Creed Shadows, Resident Evil Requiem, The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered, Hogwarts Legacy, AION 2, Black State e Delta Force. Informações sobre compatibilidade nas placas de vídeo RTX ainda não foram divulgadas.

Recentemente testamos a GeForce RTX 5060, uma das placas de vídeo com o melhor custo-benefício para rodar games em resolução Full HD. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Nvidia

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Wagner Moura perde Oscar de Melhor Ator para Michael B. Jordan, de Pecadores

O Brasil acompanhou com atenção a disputa de Wagner Moura no Oscar 2026. O ator concorreu ao prêmio de Melhor Ator por sua atuação em O Agente Secreto, interpretando o personagem Armando Solimões, também conhecido como Marcelo Alves. Na cerimônia deste domingo (15), o brasileiro perdeu o prêmio de Melhor Ator.

A vitória ficou com Michael B. Jordan, protagonista do filme protagonista. No longa-metragem, o ator interpreta os irmãos Fumaça e Fuligem.

Durante a premiação, Michael fez um discurso cheio de  emoção. Além de agradecer aos familiares, ele falou sobre inclusão e o sucesso de  Pecadores.

Apesar da derrota, a simples indicação de Moura já representa um marco importante para o cinema nacional. Caso vença, o ator se tornará o primeiro brasileiro da história a conquistar a estatueta de Melhor Ator na premiação da Academia.

Wagner Moura também foi destaque durante a temporada de premiações, bem como o filme O Agente Secreto. O brasileiro venceu a categoria de Melhor Ator de Drama no Globo de Ouro. O filme também saiu vitorioso da premiação com Melhor Filme Internacional

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No thriller político dirigido por Kleber Mendonça Filho, Moura vive um ex-professor que se vê no centro das tensões da ditadura militar brasileira. O personagem tenta escapar da perseguição política enquanto enfrenta um contexto de repressão e violência, em uma atuação que foi amplamente elogiada pela crítica internacional.

Michael B. Jordan vive gêmeos em Pecadores

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No filme de terror dirigido por Ryan Coogler, Michael B. Jordan assume um desafio raro ao interpretar dois personagens principais na mesma história.

Jordan vive os irmãos gêmeos Elijah “Smoke” Moore e Elias “Stack” Moore, criminosos que retornam à cidade natal no Mississippi dos anos 1930 e acabam enfrentando uma ameaça sobrenatural. O papel duplo foi apontado por muitos analistas como um dos favoritos da categoria.

Pecadores também venceu em outras categorias da noite, incluindo Melhor Roteiro Original e Fotografia. A produção está disponível para assistir no HBO Max.

Conheça os outros indicados

Além de Wagner Moura, a disputa pelo Oscar de Melhor Ator foi acirrada este ano, incluindo polêmicas e diferentes favoritos durante a corrida pelo prêmio. Confira quem mais esteve na disputa pela estatueta.

Timothée Chalamet – Marty Supreme

Em Marty Supreme, Timothée Chalamet interpreta Marty Mauser, um jovem jogador de tênis de mesa determinado a se tornar o melhor atleta do esporte. O personagem é inspirado na trajetória do jogador real Marty Reisman e acompanha sua jornada rumo ao sucesso.

O filme, dirigido por Josh Safdie, mistura drama e comédia esportiva ambientados na Nova York dos anos 1950. A performance de Chalamet foi amplamente elogiada pela crítica, sendo frequentemente descrita como uma das melhores de sua carreira.

Apesar do destaque da atuação, o ator também esteve no centro de uma polêmica recente após comentários considerados desrespeitosos sobre balé e ópera. Ainda assim, sua performance continua sendo considerada uma das mais fortes da temporada.

Ethan Hawke – Blue Moon

Em Blue Moon, Ethan Hawke interpreta o compositor Lorenz Hart, metade da famosa dupla criativa formada com Richard Rodgers. O filme acompanha o artista durante a noite de estreia do musical Oklahoma!, enquanto ele reflete sobre sua carreira e vida pessoal.

Leonardo DiCaprio – Uma Batalha Após a Outra

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Leonardo DiCaprio concorreu por sua atuação em Uma Batalha Após a Outra, filme dirigido por Paul Thomas Anderson. Na história, o ator vive um ex-integrante de um grupo revolucionário que precisa retomar seu antigo estilo de vida após se tornar alvo de um militar corrupto.

DiCaprio já possui um histórico relevante no Oscar. Ele venceu a estatueta de Melhor Ator em 2016 por O Regresso e acumula diversas indicações ao longo da carreira, consolidando-se como um dos nomes mais respeitados da indústria.

O Agente Secreto concorre em quatro categorias no Oscar 2026

O Agente Secreto fez história para o Brasil no Oscar ao concorrer a Melhor Direção de Elenco, Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Ator, com Wagner Moura. Confira as indicações do filme brasileiro, que ficou sem prêmios:

Melhor Direção de Elenco (Casting)

  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Pecadores

Melhor Filme Internacional

  • Brasil — O Agente Secreto
  • França — It Was Just an Accident
  • Noruega — Valor Sentimental - VENCEDOR
  • Espanha — Sirât
  • Tunísia — The Voice of Hind Rajab

Melhor Ator

  • Timothée Chalamet — Marty Supreme
  • Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após A Outra
  • Ethan Hawke — Blue Moon
  • Michael B. Jordan — Pecadores - VENCEDOR
  • Wagner Moura — O Agente Secreto

Melhor Filme

  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Train Dreams

Para quem quer conhecer o filme brasileiro que está no centro das atenções do Oscar, O Agente Secreto está disponível no catálogo da Netflix. O longa mistura drama político, suspense e thriller histórico para contar a história de um homem perseguido durante a ditadura militar brasileira, em uma narrativa intensa que ajudou a colocar o cinema nacional novamente no radar da Academia.

Acompanhe a cobertura completa do Oscar 2026 no Minha Série e no Estadão! 

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Oscar 2026 tem empate e pega todos de surpresa! Saiba como foi

A cerimônia do Oscar 2026 reservou um momento raro e inesperado para quem acompanhava a premiação ao vivo neste domingo (15). Durante a entrega do prêmio de Melhor Curta-Metragem em Live-Action, a Academia anunciou algo que quase nunca acontece na história da premiação: um empate entre dois vencedores.

O anúncio foi feito pelo ator e comediante Kumail Nanjiani, responsável por apresentar a categoria. Ao abrir o envelope, ele surpreendeu a plateia ao dizer que o resultado era um empate e, com bom humor, tranquilizou o público afirmando que “não era brincadeira”.

A situação rapidamente virou um dos momentos mais comentados da noite. Afinal, empates no Oscar são extremamente raros — e ver dois filmes subirem ao palco para aceitar o prêmio ao mesmo tempo não é algo que acontece todos os anos.

Dois vencedores em Melhor Curta-Metragem no Oscar 2026

Os grandes vencedores da categoria foram The Singers, distribuído pela Netflix, e Two People Exchanging Saliva, ligado ao Canal+ e à revista The New Yorker.

Seguindo o protocolo improvisado na hora, Nanjiani anunciou primeiro The Singers, que subiu ao palco para agradecer. Em seguida, o apresentador revelou o segundo vencedor, e a equipe de Two People Exchanging Saliva também teve seu momento de discurso.

Entre os agradecimentos, a produtora Natalie Musteata destacou que o filme foi feito por uma equipe majoritariamente feminina e com temática queer. A fala recebeu aplausos da plateia, reforçando o clima celebratório do momento inesperado.

Apresentador e host fizeram piada com a situação

Apesar da surpresa inicial, o clima logo virou motivo de piadas durante a cerimônia. Nanjiani brincou com a situação dizendo que era irônico que o prêmio de “curta-metragem” acabaria levando o dobro do tempo para ser entregue.

Pouco depois, o apresentador da noite, o comediante Conan O'Brien, voltou ao palco e fez sua própria piada. Ele comentou que os dois vencedores acabaram de “arruinar 22 milhões de apostas do Oscar”, em referência aos tradicionais bolões que fãs fazem para prever os ganhadores.

O momento descontraído ajudou a transformar o empate em um dos trechos mais memoráveis da cerimônia deste ano.

Do que falam os curtas vencedores

Os dois filmes premiados têm premissas bastante diferentes entre si. The Singers acompanha um grupo de desconhecidos em um bar que fazem uma aposta curiosa: descobrir quem consegue cantar melhor.

Two People Exchanging Saliva se passa em um mundo distópico onde beijar é proibido por lei. Nesse cenário peculiar, as interações sociais envolvem trocas de tapas como forma de pagamento, criando uma sátira estranha e provocativa sobre intimidade e controle social.

A combinação de propostas criativas ajudou a explicar por que os votantes da Academia acabaram divididos — o suficiente para resultar em um empate histórico.

Quantas vezes o Oscar já teve empate?

Mesmo com quase um século de história, empates no Oscar são extremamente raros. Antes de 2026, apenas seis situações semelhantes haviam sido registradas na premiação. Confira os casos anteriores:

  • 1932 — Melhor Ator: Fredric March (Dr. Jekyll and Mr. Hyde) e Wallace Beery (The Champ)
  • 1950 — Curta Documental: So Much for So Little e A Chance to Live
  • 1969 — Melhor Atriz: Katharine Hepburn (The Lion in Winter) e Barbra Streisand (Funny Girl)
  • 1987 — Documentário: Artie Shaw: Time Is All You’ve Got e Down and Out in America
  • 1995 — Curta Live-Action: Trevor e Franz Kafka’s It’s a Wonderful Life
  • 2013 — Edição de Som: Skyfall e Zero Dark Thirty

Com o resultado deste ano, o Oscar 2026 entra oficialmente para a lista de cerimônias históricas da Academia. E, como mostrou a reação do público, poucos momentos são tão imprevisíveis — e divertidos — quanto quando duas produções dividem a mesma estatueta.

E aí, o que você achou do Oscar 2026? Comente nas redes sociais do Minha Série!

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Todos os ganhadores do Oscar 2026! Veja lista de vencedores da premiação

A 98ª edição do Oscar aconteceu neste domingo (15) diretamente do tradicional Dolby Theatre, em Hollywood, reunindo os maiores nomes do cinema mundial para celebrar os melhores filmes lançados em 2025. Considerada a principal premiação da indústria cinematográfica, a cerimônia é organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e distribui estatuetas em 24 categorias.

Neste ano, a premiação também marcou algumas novidades e recordes importantes. Entre eles está a estreia da categoria de Melhor Direção de Elenco, que amplia o número total de prêmios competitivos. Além disso, a lista de indicados trouxe momentos históricos, como a indicação de Wagner Moura a Melhor Ator por O Agente Secreto, tornando-se o primeiro brasileiro indicado na categoria principal de atuação.

A cerimônia foi apresentada novamente pelo comediante Conan O’Brien, que retorna após o sucesso como anfitrião na edição anterior. Ao longo da noite, a Academia revelou os vencedores em uma transmissão repleta de discursos, apresentações e, claro, surpresas.

Premiação foi dominada por Uma Batalha Após a Outra e não teve prêmios para o Brasil

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Um dos grandes destaques da premiação para o público brasileiro foi a participação de O Agente Secreto. A produção apareceu em quatro categorias importantes mas acabou ficando sem prêmios.

O longa concorreu a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator, com Wagner Moura, e também Melhor Direção de Elenco. A indicação do ator brasileiro, inclusive, é histórica e marca um momento importante para a presença do país na principal categoria de atuação da Academia.

A premiação  foi dominada por Uma Batalha Após a Outra, que venceu o prêmio de Melhor Filme, Diretor e até Melhor Elenco, que estreou este ano. Pecadores também foi destaque, vencendo em categorias importantes, como Melhor Ator com  Michael B. Jordan.

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O Brasil também perdeu o Oscar de Melhor Filme Internacional, após ter vencido no ano passado com Ainda Estou Aqui. Neste ano, O Agente Secreto foi superado por Valor Sentimental.

A edição deste ano ainda contou com algumas surpresas, como um empate na categoria de melhor curta-metragem.

Lista completa de indicados ao Oscar 2026

A seguir, confira a lista completa de indicados ao Oscar 2026, com os vencedores identificados com “- Vencedor” em negrito ao lado do nome do premiado.

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Elle Fanning — Valor Sentimental
  • Inga Ibsdotter Lilleaas — Valor Sentimental
  • Amy Madigan — Weapons - VENCEDORA
  • Wunmi Mosaku — Pecadores
  • Teyana Taylor — Uma Batalha Após A Outra

Melhor Longa de Animação

  • Arco
  • Elio
  • KPop Demon Hunters - VENCEDOR
  • Little Amélie or the Character of Rain
  • Zootopia 2

Melhor Curta de Animação

  • Butterfly
  • Forevergreen
  • The Girl Who Cried Pearls - VENCEDOR
  • Retirement Plan
  • The Three Sisters

Melhor Figurino

  • Avatar: Fire and Ash
  • Frankenstein - VENCEDOR
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Pecadores

Melhor Maquiagem e Penteado

  • Frankenstein - VENCEDOR
  • Kokuho
  • Pecadores
  • The Smashing Machine
  • The Ugly Stepsister

Melhor Direção de Elenco (Casting) - Brasil na disputa

Melhor Curta-Metragem

A categoria contou com um empate, com duas produções vencendo o prêmio.

  • Butcher’s Stain
  • A Friend of Dorothy
  • Jane Austen’s Period Drama
  • The Singers - VENCEDOR
  • Two People Exchanging Saliva -  VENCEDOR

Melhor Ator Coadjuvante

  • Benicio Del Toro — Uma Batalha Após A Outra
  • Jacob Elordi — Frankenstein
  • Delroy Lindo — Pecadores
  • Sean Penn — Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • Stellan Skarsgård — Valor Sentimental

Melhor Roteiro Adaptado

  • Bugonia — Will Tracy
  • Frankenstein — Guillermo del Toro
  • Hamnet — Chloé Zhao e Maggie O’Farrell
  • Uma Batalha Após A Outra — Paul Thomas Anderson - VENCEDOR
  • Train Dreams — Clint Bentley e Greg Kwedar

Melhor Roteiro Original

  • Blue Moon — Robert Kaplow
  • It Was Just an Accident — Jafar Panahi e roteiristas
  • Marty Supreme — Ronald Bronstein e Josh Safdie
  • Valor Sentimental — Joachim Trier e Eskil Vogt
  • Pecadores — Ryan Coogler - VENCEDOR

Melhor Design de Produção

  • Frankenstein — Tamara Deverell - VENCEDOR
  • Hamnet — Fiona Crombie
  • Marty Supreme — Jack Fisk
  • Uma Batalha Após A Outra — Florencia Martin
  • Pecadores — Hannah Beachler; Monique Champagne

Melhores Efeitos Visuais

  • Avatar: Fire and Ash - VENCEDOR
  • F1
  • Jurassic World Rebirth
  • The Lost Bus
  • Pecadores

Melhor Curta Documentário

  • All the Empty Rooms - VENCEDOR
  • Armed Only With a Camera: The Life and Death of Brent Renaud
  • Children No More: “Were and Are Gone”
  • The Devil Is Busy
  • Perfectly a Strangeness

Melhor Documentário

  • The Alabama Solution
  • Come See Me in the Good Light
  • Cutting Through Rocks
  • Mr. Nobody Against Putin - VENCEDOR
  • The Perfect Neighbor

Melhor Trilha Sonora Original

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após A Outra
  • Pecadores - VENCEDOR

Melhor Som

  • F1 - VENCEDOR
  • Frankenstein
  • Uma Batalha Após A Outra
  • Pecadores
  • Sirât

Melhor Montagem (Edição)

  • F1 — Stephen Mirrione
  • Marty Supreme — Ronald Bronstein e Josh Safdie
  • Uma Batalha Após A Outra — Andy Jurgensen - VENCEDOR
  • Valor Sentimental — Olivier Bugge Coutté
  • Pecadores — Michael Shawver

Melhor Fotografia

  • Frankenstein
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra
  • Pecadores - VENCEDORA
  • Train Dreams

Melhor Filme Internacional - Brasil na disputa

  • Brasil — O Agente Secreto
  • França — It Was Just an Accident
  • Noruega — Valor Sentimental - VENCEDOR
  • Espanha — Sirât
  • Tunísia — The Voice of Hind Rajab

Melhor Canção Original

  • “Dear Me” — Relentless
  • “Golden” — KPop Demon Hunters - VENCEDOR
  • “I Lied To You” — Pecadores
  • “Sweet Dreams of Joy” — Viva Verdi!
  • “Train Dreams” — Train Dreams

Melhor Direção

  • Chloé Zhao — Hamnet
  • Josh Safdie — Marty Supreme
  • Paul Thomas Anderson — Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • Joachim Trier — Valor Sentimental
  • Ryan Coogler — Pecadores

Melhor Ator - Brasil na disputa

  • Timothée Chalamet — Marty Supreme
  • Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após A Outra
  • Ethan Hawke — Blue Moon
  • Michael B. Jordan — Pecadores - VENCEDOR
  • Wagner Moura — O Agente Secreto

Melhor Atriz

  • Jessie Buckley — Hamnet - VENCEDOR
  • Rose Byrne — If I Had Legs I’d Kick You
  • Kate Hudson — Song Sung Blue
  • Renate Reinsve — Valor Sentimental
  • Emma Stone — Bugonia

Melhor Filme - Brasil na disputa

  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Train Dreams

Cobertura do Minha Série e Estadão inclui momentos direto de Los Angeles

No Brasil, o Oscar 2026 foi exibido em diferentes plataformas. A programação começou  às 18h30, com cobertura ao vivo do tapete vermelho e comentários sobre os indicados. Você pode ver tudo que rolou com a equipe do Minha Série e Estadão no YouTube no vídeo abaixo, incluindo comentários de críticos e jornalistas que cobrem cultura pop e cinema.

Além da cobertura de todo o evento ao vivo no YouTube, o Minha Série e o Estadão ainda trouxeram novidades direto de Los Angeles. Visitando nossas redes sociais, você pode conferir os bastidores da premiação, incluindo detalhes sobre como é o local onde ocorre o Oscar e informações sobre o icônico tapete vermelho.

Além disso, a cobertura inclui entrevistas com diretores e atores indicados ao Oscar, que  já podem ser conferidas no Instagram. Enquanto todos os vencedores não são anunciados, vale a pena conferir as expectativas e emoções por trás da premiação.

Onde assistir aos filme do Oscar 2026?

Enquanto algumas produções do Oscar 2026 estão nos cinemas, outras já podem ser assistidas diretamente no streaming. Graças ao furor criado pela premiação, os principais longa-metragens da noite já podem ser vistos online.

O HBO Max, que é casa da transmissão do Oscar 2026, conta com Uma Batalha Após a Outra, Pecadores e Weapons entre os indicados presentes  no seu catálogo. Já a Netflix possui longas como o brasileiro O Agente Secreto e Sonhos de Trem, que possui direção de fotografia de Adolpho Veloso.

Você pode conferir a lista completa de filmes do Oscar e onde assistir cada um deles no especial do Minha Série. E aí, qual seu longa-metragem favorito da premiação? Comenta aí!

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Quem é O Agente Secreto? Entenda o nome do filme brasileiro indicado ao Oscar

Principal representante do Brasil no Oscar 2026, O Agente Secreto acompanha a vida de um pesquisador que, diante de uma grande ameaça, assume uma identidade falsa enquanto planeja escapar do país. No entanto, ele não é muito bom em se esconder, o que gera diversas confusões e dificuldades.

Apesar de o público ter certeza sobre o destino do protagonista após o fim da exibição, o filme deixa um mistério que até agora não foi solucionado. O Marcelo interpretado por Wagner Moura era realmente o “Agente Secreto” ou esse termo é usado para definir outro personagem ou elemento da história?

Quem é o Agente Secreto do filme?

Em uma entrevista à CNN Brasil, o próprio direto Kleber Mendonça Filho afirmou que sua intenção é deixar vaga a identidade do Agente Secreto. Ele explicou que tem sua própria interpretação do significado do título, mas não vai compartilhá-la para permitir que cada pessoa tire suas próprias conclusões.

  • Ao Globo, o diretor afirmou que não quer fornecer uma resposta porque acredita que ela acabaria com “uma boa conversa”;
  • “Em primeiro lugar, queria um título curto e sexy, que promete coisas que eu tenho certeza que o filme dá: intriga, mistério, ação e violência”, explicou;
  • Segundo ele, o público que foi moldado pelas aventuras de James Bond ou Jason Bourne pode estranhar um pouco o filme e não entender seu título;
  • Durante a entrevista, Mendonça Filho dá a entender que cada personagem tem em si um pouco de “Agente Secreto”. Isso porque eles vivem em uma época na qual precisam moldar suas posturas e ações — e, em alguns casos, adotar nomes falsos;
  • O longa se passa durante os anos 1970, época na qual a ditadura militar ainda dominava o Brasil.

Assim, enquanto o protagonista Marcelo se adapta bem à figura de “Agente Secreto”, o mesmo acontece com alguns de seus companheiros que buscam exílio em Recife. E até mesmo os matadores encarregados de eliminá-lo correspondem a essa expectativa, visto que precisam esconder suas identidades e nomes para conseguir cumprir sua missão.

Onde assistir O Agente Secreto? E como acompanhar o Oscar?

Como a principal aposta do Brasil no Oscar 2026, O Agente Secreto é um filme que pode ser assistido por diversos meios. Quem pretende acompanhar a experiência de forma mais completa ainda consegue encontrar o longa disponível em vários cinemas comerciais espalhados pelo país.

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O Agente Secreto ainda está nos cinemas, mas já chegou à Netflix. Imagem: Divulgação/Vitrine Filmes

Já quem prefere a comodidade e o conforto de casa também encontra a obra disponível no catálogo da Netflix. Já o Oscar vai poder ser acompanhado no dia 15 de março pelo sinal aberto da Rede Globo, Globoplay, TNT ou pela HBO Max — em todos os casos, a transmissão oficial começa às 21 horas, no Horário de Brasília.

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© Divulgação/Vitrine Filmes

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Vem processo? Casa Branca usa jogos da Nintendo para promover guerra

A Casa Branca voltou a utilizar videogames em conteúdos publicados nas redes sociais para promover ações militares contra o Irã. Desta vez, o material incluiu imagens de jogos da Nintendo, empresa conhecida por adotar políticas rígidas sobre o uso não autorizado de suas propriedades intelectuais.

O episódio ocorre poucos dias após outra publicação envolvendo personagens da franquia Pokémon gerar críticas e um posicionamento público da The Pokémon Company. O novo conteúdo divulgado pelo governo norte-americano inclui referências diretas a Wii Sports.

Até o momento, a Nintendo não comentou oficialmente o caso. A situação, porém, reacendeu discussões sobre o uso de conteúdos protegidos por direitos autorais em campanhas políticas e institucionais.

Casa Branca usou Wii Sports e Pokémon para promover guerra no Irã

O vídeo publicado pela Casa Branca mistura imagens do jogo Wii Sports com cenas que parecem mostrar ataques militares contra o Irã. No material, personagens do game aparecem acertando alvos em diferentes modalidades esportivas.

As cenas incluem momentos em que os personagens batem bolas de tênis, fazem buracos no golfe e atiram em alvos com arco e flecha. A cada acerto no jogo, o vídeo corta para imagens de ataques reais.

A publicação também utiliza a trilha sonora característica de Wii Sports e apresenta o título “Operation Epic Fury” em uma tela semelhante ao menu inicial do jogo. A polêmica ganhou ainda mais repercussão porque a Casa Branca já havia usado recentemente imagens relacionadas à franquia Pokémon em outro conteúdo político.

Na ocasião, a The Pokémon Company afirmou que não autorizou o uso da propriedade intelectual. “Não estivemos envolvidos na criação ou distribuição da imagem e nenhuma permissão foi concedida para o uso de nossa propriedade intelectual”, declarou a empresa.

Nintendo ainda não se pronunciou — mas isso pode ser só questão de tempo

Até o momento, a Nintendo ainda não divulgou uma posição oficial sobre o uso de imagens de seus jogos no vídeo publicado pelo governo dos Estados Unidos.

A empresa, porém, possui um histórico conhecido de proteção rigorosa de suas franquias e personagens. Em diferentes ocasiões, a companhia já tomou medidas legais ou solicitou remoção de conteúdos que utilizavam suas marcas sem autorização.

Esse tipo de postura é comum quando propriedades da empresa aparecem em contextos comerciais ou políticos sem licenciamento formal. Por isso, um posicionamento oficial da companhia pode ocorrer nos próximos dias, dependendo da repercussão do caso.

Nintendo processou os EUA recentemente

O episódio ocorre em um momento em que a Nintendo já está envolvida em uma disputa judicial com o governo dos Estados Unidos. Recentemente, a subsidiária Nintendo of America entrou com uma ação no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA contestando tarifas impostas durante a administração do presidente Donald Trump.

No processo, a empresa solicita o reembolso integral das tarifas pagas, além de juros e honorários advocatícios. A companhia argumenta que os impostos foram aplicados de forma indevida com base na lei de poderes econômicos de emergência internacional de 1977.

“Podemos confirmar que apresentamos uma solicitação. Não temos mais nada a compartilhar sobre este assunto”, declarou a Nintendo em comunicado sobre o caso.

A ação da Nintendo não é um caso isolado. Outras grandes companhias, como Costco, FedEx, L'Oréal, Dyson e Revlon, também apresentaram processos semelhantes buscando reembolso de tarifas cobradas sob as mesmas regras.

De acordo com dados citados, essas tarifas teriam arrecadado mais de US$ 200 bilhões em impostos sobre importações desde 2025, afetando milhares de empresas que operam em território norte-americano.

E você, o que acha do uso de jogos pela Casa Branca para promover ações militares? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Crítica: Devoradores de Estrelas, filme com Ryan Gosling, é carta de amor à ciência

Faça o seguinte experimento: numa roda de amigos, pergunte para eles qual o filme de ficção científica com temática espacial favorito de cada um e o porquê. Dependendo da idade das pessoas, cada um terá uma resposta diferente: os mais velhos poderão citar Star Wars e sua influência na cultura pop, outros poderão citar Alien: O Resgate como um equilíbrio entre o terror e a temática espacial. 

Já na lista dos mais novos, Interstellar e sua física levada a sério deve ser escolha da maioria, assim como Gravidade e sua interpretação do ciclo da vida humana. Outro grande título icônico dos tempos recentes é A Chegada, do renomado diretor Denis Villeneuve.

Felizmente, Devoradores de Estrelas também deve entrar nessa lista num futuro próximo. O longa deve ganhar espaço entre os cinéfilos não só como um dos melhores filmes de ficção científica com temática espacial, mas sim como um dos melhores do gênero nos últimos anos. 

Além de seguir à risca o livro em que foi baseado, o longa enaltece não só a ciência como um todo, como também é capaz de inspirar futuras gerações a seguirem carreira na área. Tudo isso com muita emoção, momentos belíssimos e muito amor – por uma pedra extraterrestre.  

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O Projeto Hail Mary

Durante observações noturnas, uma astrônoma descobre uma fina linha que se estende da órbita de Vênus até o Sol. Após estudos, cientistas percebem que nossa estrela está perdendo seu brilho e que a tal “Linha de Petrova” é a culpada, fazendo com que a vida na terra possa ser extinta nos próximos anos

Num esforço internacional, governos do mundo todo se mobilizam para descobrir não só como parar isso, mas também saber porquê somente uma estrela de várias afetadas ao nosso redor não está perdendo seu brilho. Com isso, é criado o Projeto Hail Mary (nome oficial do título em inglês), que tem a seguinte missão: viajar até essa estrela e descobrir o porquê dela não está morrendo. 

Para isso, a humanidade está contando com um professor de ciências do primário, Ryland Grace (Ryan Gosling), que acorda de um coma induzido no meio do espaço, sem lembrança alguma de como chegou até ali. Assim, começa a caçada pelos astrofágicos, que além de serem devoradores de estrelas, também conseguem guardar uma grande quantidade de energia, funcionando como combustível. 

A adaptação das 424 páginas do livro de Andy Weir (Perdido em Marte, Artemis) contém nomes de peso da indústria. Drew Goddard (Cloverfield: O Monstro, Perdido em Marte) assina o roteiro, que possui direção da já conhecida dupla Chris Miller e Phil Lord (Aranhaverso, Tá Chovendo Hambúrguer). 

Como um grande fã do livro, um dos meus maiores medos da versão cinematográfica ficou justamente no que entra e no que sai na adaptação, afinal: nenhuma delas é 100% fiel ao conteúdo original. Felizmente, mais uma vez Drew Goddard provou mais uma vez que é possível condensar um livro sem estragar o livro, com Perdido em Marte já no currículo, também baseado num livro de Weir.

Ryan Gosling: o rei do carisma

A direção de Miller e Lord faz com que você torça para o filme demorar para acabar, mesmo com a duração de 2h36m. A dupla, que tem sucessos como Uma Aventura LEGO, Homem-Aranha no Aranhaverso e Anjos da Lei no currículo, consegue equilibrar bem os momentos de comédia com o peso da responsabilidade do personagem principal durante o filme.

Esse "feeling" ganha mais força graças ao talento canastrão de Ryan Gosling (que nasceu para o papel, uma adaptação extremamente fiel do Grace no livro). Embora o tom de comédia pastelão incomode um pouco no início, vamos descobrindo aos poucos não só quem é Ryland Grace, mas também o porquê dele ter aceitado esta missão suicida.

O ator se entrega de corpo e alma ao projeto, sendo um dos papéis mais carismáticos de Ryan Gosling até então. Alternando entre momentos de pura comédia e picos de depressão, Ryan consegue já transparecer a preocupação de estar sozinho numa missão suicida e o peso dessa decisão. 

Mas logo, o jogo muda: ao ter contato com uma raça alienígena que também tem um sol morrendo, o filme muda de tom ao introduzir Rocky – o Eridiano de pedra dentro da narrativa, transformando o filme numa dramédia de colegas de quarto que não se aguentam, mas se respeitam. E é aqui onde começam a maioria dos acertos.

O primeiro acerto – e talvez o meu favorito até então – é usar a ciência como base para várias escolhas dentro da história. Afinal, como devo me comunicar com um extraterrestre feito de pedra sem sequer entender uma palavra da língua dele?Usando a matemática, a tal “linguagem universal”. 

Juntos, Grace e Rocky utilizam de conceitos fundamentais de física, química e matemática, trazendo o espectador para dentro do problema, querendo também ajudar na solução para que ambos possam salvar seus planetas. A relação de ambos, além de ser muito bem construída, consegue cativar a plateia a ponto de segurar a respiração em um dos momentos mais tensos do filme. Se você, assim como eu, tem um animal de estimação, prepare os lencinhos.

Veja na maior tela possível

Um dos maiores marketings do filme até então envolve a produção, com o uso mínimo de efeitos especiais e a equipe dando preferência para (pasmem), efeitos práticos e cenários reais. Parece bobagem falar, mas isso faz muita diferença, principalmente com a fotografia em ambientes internos. 

Greig Fraser, diretor de fotografia, soube bem usar isso em sua vantagem. Com filmes como Duna, Rogue One e The Batman no currículo, o trabalho dele em conjunto com Lord e Miller consegue te transportar para dentro da história, seja com o jogo de luz e sombra de dentro da nave até as paisagens exuberantes da atmosfera de Adrian, um dos pontos altos do longa.

Essa experiência fica ainda melhor dentro de uma sala IMAX, onde a imensidão do espaço vazio irá te engolir por completo. Devoradores de Estrelas facilmente entra na lista de filmes espaciais mais bonitos já feitos até então, te transportando da sala de cinema diretamente para outro lugar. Assim como o buraco negro de Interstellar e Los Angeles de Blade Runner, o filme também deve virar referência futura dentro do universo de ficção científica.


Uma ode à ciência

O maior trunfo de Devoradores de Estrelas está na beleza da ciência e sua importância para a humanidade. No livro, Weir consegue dosar bem a lógica por trás de cada escolha narrativa, o que Drew conseguiu transpor com maestria para o tempo do filme. 

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Conceitos de relatividade, biologia microbiana, comunicação e linguagem, tudo está ali para gerar um gatilho nas futuras gerações que, com certeza, irão buscar carreira nestas áreas, inspirados pela mensagem do filme. Num mundo onde cada vez mais o ensino está sendo sucateado e a ciência posta a prova de dúvidas, é importante lembrarmos de como é divertido aprender pode salvar vidas (mesmo que você esteja em outro sistema solar). 

A beleza do aprendizado e esperança nas futuras gerações é o que faz Devoradores de Estrelas ser tão belo, afinal… até eu quis me dedicar à educação assim que os créditos começaram a rolar. Um novo clássico da ficção científica nasce, e com ele virá também uma nova leva de pessoas inspiradas para transformar o mundo num lugar melhor.

Devoradores de Estrelas chega em 19 de março nos cinemas brasileiros. A crítica foi produzida após uma sessão antecipada do filme e convite da Sony Pictures Brasil. 

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Amazon deve mudar data do Prime Day em 2026, diz site

O Prime Day de 2026, edição deste ano da data comemorativa da Amazon que é repleta de promoções para os usuários, pode mudar de data. A informação foi publicada pela Bloomberg, enquanto a companhia se recusou a comentar o assunto ao ser contatada.

De acordo com o site, o Prime Day deste ano será realizado em junho, muito possivelmente no final do mês, e não durante julho, período já tradicionalmente escolhido pela gigante do varejo. Fontes ligadas ao tema foram consultadas pela reportagem original, mas se mantiveram anônimas porque a estratégia ainda não foi publicamente divulgada.

Uma das possibilidades da mudança de data está em questões fiscais: caso seja realizado antes de 30 de junho, o Prime Day entra no relatório fiscal da Amazon para o segundo trimestre deste ano, enquanto a data antiga faria com que ele fosse contabilizado no período seguinte.

O que é o Prime Day da Amazon?

  • O Prime Day é um dos os eventos anuais de liquidação mais importantes da Amazon, feito especialmente para fidelizar ou atrair mais assinantes em todo o mundo;
  • Ele é considerado um momento esperado durante o ano para a Amazon e parceiros comerciais, como lojas e perfis do marketplace. Na edição de 2025, os descontos chegaram a 60% e envolveram mais de 50 categorias em promoção;
  • Grande parte dos benefícios da data é voltada para os assinantes do pacote Prime de vantagens, que inclui frete grátis nas compras, descontos exclusivos e acesso a serviços paralelos, como o Prime Video;
  • A comemoração comercial teve a primeira edição realizada em 2015, mas o Brasil só recebeu a versão nacional das ofertas cinco anos depois;
  • As datas tendem a ser diferentes dependendo do país. Em 2025, por exemplo, ela aconteceu durante quatro dias nos Estados Unidos (de 8 a 11 de julho), enquanto no Brasil a janela foi menor, entre os dias 15 de 16 de julho;
  • Nos últimos anos, concorrentes diretas também passaram a realizar eventos parecidos, inclusive com liberação de cupons e descontos em datas similares para aproveitar o  momento de maior propensão do consumidor em gastar.

O Prime Day costuma ter uma cobertura especial do TecMundo, inclusive com a curadoria dos apresentadores em busca das melhores ofertas para você. Siga a nossa página no Instagram e fique ligado para mais informações! 

© Daria Nipot/Getty Images

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Rage rooms: 'salas da raiva' voltam a ser trend com aumento de estresse no trabalho

Em meio a um cenário de pressão crescente no mercado de trabalho, marcado por jornadas intensas, insegurança profissional e pela rápida adoção de tecnologias como a inteligência artificial (IA), vídeos de pessoas destruindo televisores, garrafas e eletrodomésticos voltaram a viralizar nas redes sociais.

As chamadas rage rooms, salas criadas para quebrar objetos de forma controlada, reapareceram como tendência em diferentes países no TikTok e no Instagram neste início de 2026, frequentemente acompanhadas de relatos de frustração com o trabalho, demissões ou cansaço emocional.

O movimento também cresce no Brasil em um momento em que pesquisas indicam deterioração na relação dos brasileiros com o trabalho. O levantamento global Work Relationship Index 2025, da HP, aponta que apenas 29% dos profissionais do país estão na chamada “zona saudável”.

Na outra ponta, 34% se encontram na “zona crítica”, índice que cresceu 9 pontos percentuais em relação a 2024 e indica avanço do desgaste emocional. Segundo o estudo, 71% dos brasileiros dizem que as exigências das empresas aumentaram no último ano.

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Fonte: Rage Room CT/Instagram

Popularizadas na internet desde 2021, as rage rooms surgiram no Japão como um espaço para liberar emoções reprimidas e passaram a aparecer em diferentes países. No Brasil, o formato ainda é raro. Em São Paulo, há apenas um espaço dedicado à atividade, a Rage Room CT, no Tatuapé.

Para o professor de marketing digital da ESPM, João Finamor, o retorno da tendência segue um padrão recorrente de conteúdos online. “Foi um ciclo que teve início na época da pandemia, por volta de 2021, e agora voltou novamente. Esse movimento é comum no ambiente digital: conteúdos tendem a ser cíclicos e acabam sendo revisitados ao longo do tempo. Como sociedade, as pessoas também resgatam aquilo com que ainda têm algum tipo de conexão”.

Segundo ele, o momento que estamos vivendo favorece esse tipo de conteúdo. “Quando a gente fala do momento atual, estamos em um período muito catártico. As pessoas estão muito estressadas e cansadas. Nesse contexto, esse tipo de conteúdo acaba funcionando também como uma forma de desestressar e gerar algum tipo de conexão”.

Pressão no trabalho aparece entre os motivos

A viralização também acompanha mudanças na relação com o trabalho. O estudo da HP aponta que 39% dos profissionais brasileiros acreditam que as empresas priorizam o lucro em detrimento das pessoas. Ao mesmo tempo, 68% gostariam de passar menos dias presencialmente no escritório, revelando insatisfação com o modelo atual.

Na capital paulista, a Rage Room CT recebe cerca de 250 pessoas por mês, entre quarta-feira e domingo. O funcionamento é simples: o visitante escolhe um pacote de destruição e paga pelos objetos que deseja quebrar durante a sessão.

O espaço oferece experiências de 30 minutos para grupos de até três pessoas e sessões de uma hora para grupos maiores. Antes da atividade, os participantes passam por um briefing com instruções de segurança e recebem equipamentos de proteção. Depois disso, entram na sala preparada para o impacto e começam a destruir os objetos escolhidos.

O perfil do público revela um recorte específico. Segundo o espaço, 98% dos frequentadores são mulheres, com idade entre 20 e 45 anos. Entre as profissões mais comuns estão trabalhadores de tecnologia, psicólogos e terapeutas, professores e profissionais de comunicação.

“A Rage Room CT surgiu como uma forma de aliviar o estresse do dia a dia, funcionando como uma espécie de válvula de escape. O espaço recebe pessoas por diferentes motivos, que vão desde questões pessoais até pressões relacionadas ao trabalho”, afirma a equipe do local.

O desenvolvedor de sistemas Lucas Lopes, de 31 anos, foi uma dessas pessoas. Ele visitou a rage room com uma amiga em um momento de pressão profissional. “Eu fui uma vez porque estava me sentindo estressado com muitas coisas, questões pessoais e, principalmente, do trabalho”, conta.

Segundo ele, a rotina na área de tecnologia pode ser desgastante. “É estressante porque, para mim, o maior problema são os bugs quase inexplicáveis que aparecem às vezes nos códigos e que eu preciso resolver. Além disso, tenho muita responsabilidade e pressão diariamente, o que, a longo prazo, acaba sendo bem desgastante”.

O avanço da IA também tem alimentado incertezas no mercado de trabalho. Segundo a pesquisa Global Hopes and Fears 2025, da PwC, 61% dos brasileiros acreditam que a tecnologia afetará significativamente seus empregos nos próximos três anos. Ao mesmo tempo, o uso dessas ferramentas já faz parte da rotina de muitos profissionais.

Entre desenvolvedores de software, esse processo é ainda mais evidente. Lucas afirma que, no início, tinha dúvidas sobre como a IA afetaria sua profissão, mas passou a incorporá-la no dia a dia de trabalho. “No começo, quando ainda não sabíamos muito bem como as IAs se encaixariam na rotina de trabalho, me atrapalhava bastante. Mas, agora, com a evolução delas, eu uso pra melhorar minhas entregas”, diz.

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Fonte: Arquivo pessoal/Lucas Lopes

Destruição como forma de aliviar tensões

Para Finamor, o sucesso desses vídeos também está ligado à forma como são narrados nas redes sociais. “Todos têm storytelling. Por exemplo: depois de uma demissão, após um término de namoro. Não é simplesmente a pessoa que foi lá quebrar coisas e postar, há um contexto por trás”.

O especialista afirma que o fenômeno também tem um componente geracional. “A geração Z tem uma conexão mais forte com essa questão catártica. Mas sempre dizemos que o millennial é uma geração coringa, porque combina e hibridiza características das outras gerações”.

Entre os vídeos mais comuns estão justamente aqueles que conectam a destruição de objetos a situações emocionais intensas. “Primeiro, há aquela conexão social e cultural, que faz as pessoas se identificarem. Depois vem a questão da catarse emocional. A pessoa está quase explodindo e ver algo explodindo gera uma associação”.

Para quem participa da experiência, o efeito pode ser imediato, ainda que temporário. A ilustradora Giulia Conti, de 23 anos, visitou uma rage room na Itália, onde mora, acompanhando uma amiga. “Foi muito bom, me ajudou bastante a descarregar emoções e problemas que eu já vinha carregando há algum tempo, principalmente questões pessoais. Foi uma experiência muito boa”, afirma.

Ela ressalta que a experiência não resolve todos os problemas. “Não ajuda completamente. Não é como se eu tivesse saído de lá pensando ‘nossa, agora estou bem de novo’. Mas ajudou bastante”.

A psicóloga Marina Akemi Tanabe Duarte afirma que experiências desse tipo podem funcionar como um canal de expressão emocional. “Vejo as rage rooms como uma ferramenta para expressão de emoções, assim como outras práticas perpetuadas socialmente”.

Segundo ela, cada pessoa encontra formas próprias de lidar com sentimentos como raiva ou estresse. “Em alguns casos, ir a uma rage room e descarregar essas emoções pode funcionar, a depender da necessidade e da intensidade do que a pessoa está sentindo”.

A predominância feminina nesses espaços também pode ter explicações sociais. Para a psicóloga, homens historicamente tiveram mais permissividade cultural para expressar agressividade em público, enquanto mulheres são frequentemente pressionadas a reprimir esse tipo de reação.

@ragezoneusa Replying to @Cris🔛🔝 ♬ original sound - Rage Zone

“A mulher, desde que o homem é homem, quando expressa seus sentimentos de maneira ‘inadequada’ aos padrões impostos, é taxada de histérica, emocionalmente desregulada e louca”, afirma.

A possibilidade de que experiências desse tipo incentivem comportamentos agressivos fora desse ambiente também é discutida por especialistas.

Para Marina, no entanto, o risco não está necessariamente na prática em si, mas na forma como as emoções são elaboradas. “Muitas práticas e situações podem igualmente reforçar comportamentos agressivos, não necessariamente a rage room em si. Se é utilizado para descarregar sentimentos em um ambiente controlado e específico para isso, não há por que essa prática resultar em comportamentos agressivos em outros contextos sociais cotidianos”.

A psicóloga ressalta ainda que não existe uma única forma considerada ideal para lidar com emoções intensas. Segundo ela, o ponto central é encontrar maneiras de expressar essas emoções sem causar danos a si mesmo ou aos outros. “A raiva e o estresse, quando não elaborados de alguma forma, podem ter outro destino e, em algumas situações, se tornar adoecedores. É melhor colocar esses sentimentos ‘para fora’ de uma maneira que não cause danos a você ou ao outro”.

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Guerra dos chips: por que a venda de GPUs para IA virou política

O mercado de tecnologia poucas vezes esteve tão envolvido com política quando atualmente. É comum que notícias sobre o lançamento de novos produtos, como chips ou celulares, estejam acompanhados de disputas envolvendo países ou empresas.

Além disso, no setor aquecido e ainda crescente da inteligência artificial (IA), a demanda por GPUs fez com que as fabricantes se direcionassem cada mais para esse setor, gerando demanda crescente de mais componentes por parte das fabricantes e escassez desse e outros componentes para os eletrônicos de consumo.

A situação transformou uma disputa comercial que já era quente em uma série de batalhas políticas, até mesmo no mercado de eletrônicos. A seguir, entenda qual o contexto dessa guerra de chips e por que até mesmo o consumidor pode ser prejudicado.

O que é a atual guerra dos chips?

A atual guerra dos chips é uma disputa estratégica pelo controle da tecnologia, da produção e do acesso a semicondutores avançados, em especial os componentes que são utilizados em diferentes etapas da indústria da IA.

Esse conflito tem alcance global e envolve os planos de determinados países de dominar todo o ecossistema da indústria, desde o design de chips até a fabricação deles, passando pela comercialização dos produtos finalizados por empresas daquele mesmo país.

Como os semicondutores se tornaram estratégicos

Semicondutores são materiais sólidos que tem condutividade elétrica variável, o que significa que podem atuar de forma versátil tanto como condutor quanto na capacidade de isolante. O mais popular da indústria é o silício, hoje é a base material dos processadores.

Esses componentes agora compõem a base material de poder econômico e militar de países com China e Estados Unidos — tanto pela importância deles na indústria quanto por estarem concentrados em poucas regiões, que abrigam matérias-primas, fábricas e responsáveis pela criação dessa tecnologia.

Como avanços de IA hoje representam também a aceleração em indústrias variadas, da medicina até o meio militar, o domínio e o uso de semicondutores viraram formas de medir a relevância de um país no cenário tecnológico global.

Por que GPUs são essenciais para inteligência artificial

As GPUs foram conhecidas por muitos anos como peças de tarefas específicas e mercados como os games. Porém, a estrutura e a capacidade desses processadores gráficos se tornaram também importantes para um melhor desempenho de sistemas de IA.

Modelos modernos e otimizados de GPU possuem um desempenho superior a um conjunto de CPUs de custo similar em tarefas envolvendo redes neurais. Elas incluem tanto a etapa de treinamento quanto as atividades de inferência de grandes modelos de linguagem (LLMs), modelos de voz e sistemas de recomendação.

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A Hopper ou H200, GPU referência para data centers de IA. (Imagem: Divulgação/Nvidia) 

O segredo está no tipo de operação dos chips gráficos: eles trabalham com um processamento paralelo em massa, com os múltiplos núcleos fazendo o mesmo tipo de operação em muitos dados ao mesmo tempo.

Diferença entre CPUs e GPUs

A CPU ou Unidade Central de Processamento é a responsável por executar as principais tarefas de um eletrônico, como o sistema operacional, dispositivos conectados, drivers e programas. Normalmente, ela é chamada de forma generalizada de 'processador'.

Equivalente ao cérebro da máquina, esse componente também envia informações ou comandos para softwares e recebe respostas, que devem ser interpretadas em tempo real para que você utilize aquele dispositivo de forma dinâmica.

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A Intel é especializada em CPUs para computadores. (Imagem: Divulgação/Intel)

Já a GPU, mais conhecida como placa de vídeo, é a Unidade Gráfica de Processamento. Ela é um chip de ação específica e especializada, criado para renderização de elementos visuais em geral — como vídeos, modelos em 3D e jogos.

Na atual onda do mercado de IA, entretanto, ela também passou a ser utilizada em vários processos importantes desse setor — e é justamente isso que causou o desequilíbrio e as brigas internacionais.

Como a disputa por chips virou questão política

Desde o estabelecimento do transistor e a miniaturização de componentes como os processadores, chips têm uma importância tecnológica. 

Porém, é apenas recentemente que os semicondutores viraram uma verdadeira infraestrutura estratégica de poder econômico e militar, em especial pelo envolvimento com IA. A demanda elevou a importância de empresas do setor, enquanto países apostam cada vez mais nessa área.

Países e empresas no centro da guerra tecnológica

Embora todo o planeta participe direta ou indiretamente dessa disputa, já que ela afeta produtos vendidos nos mais diversos países, algumas regiões são consideradas chave para entender esse cenário.

  • A China tem um papel central por ser uma das maiores economias do mundo e investir pesado no setor de tecnologia. Ela também é o polo de extração e processamento das terras raras, minérios de grande importância para essa e outras indústrias;
  • Os EUA seguem como o mercado mais relevante de chips por abrigar uma alta quantidade de empresas e consumidores. A força política é um diferencial, inclusive na aplicação de sanções ou tarifas a países adversários e no protecionismo em relação às tecnologias proprietárias, como o design de chips ou softwares inteiros;
  • Taiwan é outra peça importante. Considerada independente pelos próprios moradores e território chinês pelo país asiático, ela é sede da atual maior fabricante de chips do mundo, além de outras companhias do setor. Ela também é uma região populosa em especialistas de engenharia;
  • Em uma camada abaixo de importância, regiões como Coreia do Sul, Japão e Países Baixos (Holanda) se destacam pela presença pontual de certas indústrias — como a produção de memórias de sul-coreanas como a Samsung e as máquinas de litografia da ASML, presentes no país europeu.

Já entre as companhias, também há nomes que são relevantes na situação atual do mercado de semicondutores:

  • A Nvidia, atual empresa mais valiosa do mundo, segue como especialista em GPUs e se adaptou para se tornar uma empresa focada em IA e fornecer chips avançados para uso em data centers;
  • A TSMC, maior fabricante de semicondutores do mundo, tem a demanda cada vez maior de clientes de IA e segue como referênia na produção de chips para eletrônicos de consumo;
  • A estadunidense Intel, que superou uma grave crise e é uma das armas do governo dos EUA para ser referência nacional na produção de chips para além da referência atual em CPUs para PCs;
  • Huawei e SMIC, fabricantes chinesas que estão fortalecendo o ecossistema nacional de GPUs para IA com desempenho equiparado aos componentes estrangeiros.

Impactos globais da guerra dos chips

Essa disputa tecnológica já provocou mudanças em áreas como economia e geopolítica. Pela receita movimentada e a presença em tantos produtos, de computadores e celulares até carros, os chips viraram questão de segurança nacional.

Exemplo disso é o envolvimento direto do presidente dos EUA, Donald Trump, na autorização ou não da venda de chips avançados da Nvidia para IAs de outros países, como a China — algo que seria bom para a companhia em termos de receita, mas poderia "armar" tecnologicamente uma nação inimiga.

Por outro lado, há uma nova corrida de empresas por cada vez mais desempenho e eficiência rapidamente. Companhias chinesas em especial estão investindo em tecnologia própria e nacional, após as limitações impostas por outros países.

O resultado é um ecossistema polarizado: EUA e China estão cada vez mais concentrados de lados opostos em termos de ecossistema tecnológico, com os parceiros comerciais desses países sendo pressionados a reforçarem a aliança e não negociar com o outro.

Efeitos no mercado de tecnologia

Mesmo com a disputa ainda longe do fim, já foram várias as consequências globais no desequilíbrio da demanda por chips. Elas estão relacionadas com o próprio desenho da indústria de semicondutores, que parece estar se adaptando ao novo cenário.

O que mais é sentido pelo consumidor é a variação nos preços desses componentes, seja em peças avulsas ou eletrônicos já montados — afinal, com o custo de produção e compra elevados, a fabricante tende a repassar ao menos parte desse valor para o público. Uma série de marcas já confirmou que a alta no valor final dos produtos é inevitável, ou então já elevou os preços antecipadamente.

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Não são apenas GPUs: as RAM DDR4 também dispararam nos últimos meses pela escassez. (Imagem: Reprodução/NSL)

Além disso, é esperado o fechamento ou a saída de empresas grandes e pequenas de mercados para o consumidor, seja porque a marca perdeu o mercado ou vai migrar totalmente para a IA. Este último é o caso da Micron, que abandonou a tradicional linha Crucial de RAM e SSDs.

Isso já tem efeitos imediatos, como a própria Nvidia confirmando que o cenário do mercado de GPUs gamers será de escassez para os próximos meses. Com até mesmo países inteiros direcionando esforços para a IA, aparelhos acabam ficando em segundo plano.

© hh5800/Getty Images

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Combo de pipoca de Super Mario Galaxy custa a partir de R$ 300 no Cinemark

Tem sido realmente difícil arcar com custos de algumas coisas aqui no Brasil — e o Checkpoint desta quarta (11) confirma isso de alguma forma. O Cinemark está vendendo um combo de pipocas de Super Mario Galaxy: O Filme por valores que ultrapassam a casa dos R$ 300.

A rede de cinemas está oferecendo duas opções premium de combos temáticos do filme: uma da estrela Luma com luz de led e outra do Yoshi. Cada uma delas inclui pipoca, refrigerante e um Kinder Joy por valores entre R$ 299 e R$ 334, dependendo das opções de pipoca doce ou salgada.

Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quarta (11)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!  

Super Mario Galaxy: O Filme tem combos de pipoca que ultrapassam os R$ 300 no Cinemark

A rede de cinemas Cinemark começou a vender combos temáticos inspirados em Super Mario Galaxy: O Filme que chamaram a atenção pelos preços. As opções premium da promoção ultrapassam os R$ 300 e incluem itens colecionáveis inspirados em personagens do universo da franquia.

Entre os destaques estão dois baldes especiais: um da estrela Luma com iluminação em LED e outro inspirado no personagem Yoshi. Os combos incluem pipoca, refrigerante e um Kinder Joy, com preços que variam entre R$ 299 e R$ 334. 

Já outras opções incluem copos colecionáveis de personagens como Bowser, Yoshi, Toad e Lumalee. Além disso, também há um balde com led e som disponível para compra. Lembrando que o filme estreia no dia 1º de abril.

Nintendo confirma lançamento do novo jogo do Yoshi para Switch 2

A Nintendo confirmou de surpresa que Yoshi and the Mysterious Book será lançado em 21 de maio para o Switch 2. A data foi revelada em um novo trailer publicado na última terça (10), como parte das celebrações do Mario Day, comemorado anualmente pelos fãs da franquia.

No jogo, o personagem Yoshi encontra um livro falante chamado Senhor Enciclopédia, que cai do céu na ilha onde vivem ele e seus amigos. Segundo a sinopse oficial, as páginas do objeto misterioso trazem informações sobre diferentes criaturas, e os jogadores poderão examiná-las, registrá-las e interagir com elas usando as habilidades do protagonista.

Ação de Pokémon GO levará um brasileiro com acompanhante para evento oficial no Japão

Pokémon GO lançou uma campanha especial que levará um jogador brasileiro para participar do Pokémon GO Fest 2026: Tóquio, no Japão. A iniciativa faz parte das comemorações de 10 anos do título e permitirá que um treinador brasileiro viaje com tudo pago para o evento oficial da franquia, acompanhado de um convidado. 

Para participar do GO Memories é necessário seguir as contas oficiais de Pokémon GO, publicar uma foto ou vídeo com uma memória envolvendo o jogo e incluir as hashtags #GOMemories e #Sorteio, além de marcar o perfil em qualquer rede social de sua escolha — Instagram, TikTok ou X

O prêmio inclui ingressos para o evento em Tóquio, passagens aéreas de ida e volta, hospedagem por cinco dias e quatro noites e verba adicional para despesas durante a viagem. 

O sorteio está aberto para residentes do Brasil maiores de 18 anos e o vencedor será anunciado no dia 22 de março por meio da rede social utilizada na inscrição.

Embark Studios está devolvendo itens para jogadores de ARC Raiders que enfrentaram problemas nos servidores

A Embark Studios informou que começou a devolver equipamentos para jogadores de ARC Raiders que foram afetados por falhas recentes nos servidores do game. 

O problema ocorreu na semana passada e fez com que parte da comunidade perdesse itens mesmo após concluir extrações com sucesso durante as partidas.

Em nota nas atualizações do jogo, o estúdio explicou que está analisando os casos individualmente e pretende restaurar os equipamentos sempre que possível nos próximos dias. 

A equipe destacou que a compensação é uma exceção, já que o título não possui sistema de seguro para itens perdidos, mas a decisão foi tomada devido ao grande número de jogadores impactados pela instabilidade nos servidores.

Tides of Annihilation, 007 First Light e Control Resonant terão Path Tracing no PC

Os jogos Tides of Annihilation, 007 First Light e Control Resonant terão suporte à tecnologia Path Tracing na versão para PC. Além disso, os três jogos também terão compatibilidade com o NVIDIA DLSS 4. 

Os projetos estão planejados para 2026, com propostas distintas: enquanto 007 First Light acompanha a origem do espião James Bond, Control Resonant traz uma nova história no universo da série Control e Tides of Annihilation aposta em combates de ação ambientados em uma versão transformada de Londres.

E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!

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O que lembrar antes da temporada 7 de Virgin River? Saiba tudo!

Tem séries que a gente assiste com o coração na mão, e Virgin River é definitivamente uma delas. A querida série de romance da Netflix conquistou milhões de fãs ao redor do mundo com sua mistura de drama, amor e aquela atmosfera aconchegante de cidade pequena que dá vontade de se mudar para lá. 

Agora, depois de uma das maiores esperas entre temporadas da série, a sétima temporada de Virgin River está chegando e, com ela, uma enxurrada de reviravoltas que prometem agitar ainda mais a vida dos moradores.

A temporada 7 de Virgin River estreia no dia 12 de março na Netflix, reunindo novamente Mel, Jack e toda a galera da cidade mais dramática da televisão. 

A temporada 6 chegou em dezembro de 2024, então é natural que alguns detalhes importantes tenham ficado um pouco nebulosos na memória. 

Para você não se perder nos primeiros episódios, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa relembrar antes de dar o play na temporada 7 de Virgin River!

Mel e Jack finalmente se casaram em Virgin River

O grande momento que os fãs esperavam há temporadas finalmente aconteceu: Mel e Jack disseram o tão aguardado "sim" e chegaram ao altar

O casamento foi o ponto alto da temporada 6 e também o momento em que Mel começou a se aproximar de Everett, seu pai biológico, adicionando mais uma camada emocional à história do casal.

Mas a vida em Virgin River nunca deixa ninguém descansar por muito tempo. Nos minutos finais da temporada anterior, Marley, uma ex-paciente de Mel que estava grávida, aparece com uma notícia bombástica: os pais adotivos que estavam planejados para o bebê desistiram na última hora, e ela quer que Mel e Jack ocupem esse lugar.

Considerando a longa e difícil jornada do casal em busca da parentalidade, as chances de eles recusarem parecem bem pequenas. 

Porém, o trailer da nova temporada sugere que é a própria Marley quem começa a hesitar sobre a adoção, então já prepare o lenço.

Martin Henderson as Jack Sheridan and Alexandra Breckenridge as Melinda Monroe in Episode #701 of Virgin River S7
Mel e Jack finalmente se casaram em Virgin River (Foto: Netflix).

Virgin River: Doc está com a licença médica suspensa

Se você é fã de longa data da série, já sabe que Virgin River tem bastidores tão ricos quanto a trama em si e o personagem Doc é prova disso. 

Depois de superar seus problemas de visão no início da temporada 6, o médico mais amado da cidade terminou o ano com uma notícia devastadora: sua licença médica foi suspensa justamente quando um hospital vizinho planeja expandir suas operações para Virgin River, ameaçando o futuro da clínica que ele tanto ama.

Para piorar, Hope tentou intervir para salvar a situação do marido e acabou complicando ainda mais as coisas. A temporada 7 deve colocar Doc diante de uma batalha difícil para reaver sua licença e manter a clínica de pé (e torcer por ele vai ser inevitável).

O triângulo amoroso de Brie em Virgin River

Se tem uma trama que vai deixar qualquer um de cabelo em pé, é a de Brie. Mike descobriu que ela dormiu com Brady e mesmo assim fez uma proposta de casamento para ela. 

Isso mesmo: ele sabe de tudo e ainda assim quer se casar. A grande questão que fica para a temporada 7 é se ele está agindo por amor de verdade ou por ciúme, e se Brie vai aceitar ou não.

Enquanto isso, Brady está às voltas com um problema bem mais concreto: Lark, sua ex, fugiu da cidade levando todo o dinheiro dele depois de ouvi-lo confessar seus sentimentos por Brie. 

Ele havia perdoado ela por uma tentativa anterior de golpe, mas dessa vez ela foi até o fim. Recuperar o que é seu deve ser uma das prioridades de Brady na nova temporada. 

E por falar em novidades, quem acompanha a franquia sabe que um possível spin-off de Virgin River também está nos planos da Netflix, então o universo da série pode estar prestes a crescer bastante.

Marco Grazzini as Mike Valenzuela and Zibby Allen as Brie Sheridan in Episode #708 of Virgin River S7
Brie faz parte de um triângulo amoroso em Virgin River (Foto: Netflix).

Charmaine sumiu e Jack encontrou algo perturbador

O cliffhanger mais tenso da temporada 6 envolve Charmaine, que não apareceu no casamento de Mel e Jack. Preocupado, Jack foi até a casa dela e encontrou tudo revirado, como se tivesse havido uma briga ou invasão. 

Ao se aproximar do quarto dos gêmeos, ele ouviu música tocando e, ao espiar pela porta, teve uma reação de choque, mas a câmera cortou antes de revelar o que ele viu. 

Calvin voltou para causar problemas? Os bebês estão bem? Essa é uma das perguntas que a temporada 7 precisará responder logo de cara.

Ah, e não esqueça: Preacher e Kaia também têm um mistério de assassinato para resolver. Virgin River nunca deixa faltar drama!

Ficou com vontade de maratonar tudo antes da estreia? Confira também o que mais chega à Netflix nesta semana e não perca nenhuma novidade do streaming. 

Aqui no Minha Série você encontra tudo sobre suas séries favoritas. Continue navegando e boa maratona!

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© Netflix

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Microsoft corrige 86 vulnerabilidades de segurança do Windows

A Microsoft lançou sua nova atualização de segurança de março de 2026 contra 86 ameaças para o sistema Windows. Duas dessas ameaças já eram publicamente conhecidas e uma delas inclusive tem uma pontuação 9,8 em grau de perigo. Com o lançamento dos patches, os usuários já podem ficar mais despreocupados.

No total, três dessas ameaças eram consideradas críticas e 76 foram ranqueadas como importantes. Dentre os problemas listados estão riscos de vulnerabilidades relacionadas com escalada de privilégios, execução de códigos arbitrários remotamente, descoberta de informações sensíveis, spoofing e negação de serviço.

Essas correção são somadas a outras dez brechas solucionadas no navegador Edge após o lançamento da atualização de segurança de fevereiro. Muitas das vezes, os bugs ou brechas encontradas são usadas por atores maliciosos quando estes já estão com acesso ao sistema, geralmente por táticas de engenharia social.

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Criminosos apelam para uso de IA para se infiltrarem em sistemas pessoais (Dilok Klaisataporn/GettyImages)

"Este mês, mais da metade (55%) de todas as CVEs da Patch Tuesday eram bugs de escalonamento de privilégios e, dessas, seis foram classificadas como tendo maior probabilidade de exploração no componente gráfico do Windows, Windows Accessibility Infrastructure, Windows Kernel, Windows SMB Server e o Winlogon", explica o engenheiro de pesquisa sênior da Tenable, Satnam Narang.

Quais foram as principais brechas corrigidas?

Das duas ameaças já conhecidas, foram corrigidas as CVE-2026-26127 e CVE-2026-21262, com pontuações de 7.5 e 8.8 no CVSS. A primeira era uma brecha de negação de serviço no protocolo .NET disponível na plataforma, enquanto a segunda permitia a escalada de privilégios em servidores SQL.

  • Havia também outras duas brechas com pontuação base de 8.8, mas relacionadas com o System Center Operations Manager e um repositório do GitHub;
  • A falha mais perigosa (CVE-2026-21536) era voltada ao Programa de preços de dispositivos da Microsoft;
  • Essa vulnerabilidade crítica permitia a execução remota de códigos nesse programa e foi descoberta pela IA autônoma XBOW;
  • No caso da brecha no Winlogon, ela explorava a resolução inadequada de links para obter privilégios do sistema;
  • Um servidor da Azure sofreu com uma falha de falsificação de solicitação, que permitia a escalada de privilégios na rede;
  • O Excel continha um bug que poderia ser explorado por invasores e fazer com que o Copilot exfiltrasse dados como parte de um ataque.

Todas as 86 ameaças estão listadas no site oficial da Microsoft e já foram prontamente corrigidas através de patches. O ideal é sempre manter seu computador atualizado por meio das configurações do Windows Update e evitar usar sistemas antigos, como o Windows 11, que não recebe mais atualizações.

A Microsoft anunciou a chegada do Copilot Cowork, um assistente de IA autônomo capaz de trabalhar pelo usuário na suíte do Microsoft 365. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Saulo Angelo/GettyImages

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Timothée Chalamet: Entenda polêmica que pode fazer o ator perder o Oscar 2026 de Melhor Ator

Um dos grandes nomes do cinema atual, Timothée Chalamet pode ter acabado com suas chances de ganhar o Oscar de melhor ator por seu papel em Marty Supreme. Tudo isso por conta da uma brincadeira feita por ele durante um painel organizado pela CNN em parceria com a Variety.

Em uma conversa com Matthew McConaughey, realizada em fevereiro deste ano, o ator foi acusado de menosprezar outras formas de arte, como o balé e a ópera. Enquanto inicialmente as falas tiveram repercussão limitada, elas ganharam fôlego nas últimas semanas conforme a internet reagiu a elas.

O que Timotheé Chalamet falou na brincadeira que pode custar um Oscar?

Durante o debate com McConaughey, Chalamet foi questionado sobre qual é a sua opinião quanto a uma suposta diminuição no número de pessoas que frequenta os cinemas. Em resposta, ele afirmou que gostaria de continuar trabalhando na área e reconhece que é preciso que obras mais sérias sejam intercaladas por produtos mais comerciais.

  • “Eu estou em um ponto intermediário, Matthew”, afirmou o ator. “Porque eu admiro as pessoas e fiz isso por conta própria, ir em um talk show e falar ‘hey, vocês têm que manter os cinemas vivos’. Você sabe, manter esse gênero vivo”;
  • “E outra parte minha se sente como, se as pessoas querem ver isso, como ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’, elas vão ver isso e fazer de tudo para demonstrar isso com orgulho e em alto e bom som”;
  • “E não quero estar trabalhando em um balé ou uma ópera, ou coisas que são como, ‘ei, mantenham isso vivo’. Mesmo que seja tipo, ninguém liga para isso. Com todo o respeito para as pessoas do balé e das óperas por aí”, complementou, no trecho mais polêmico de sua fala;
  • Logo em seguida, Chalamet reconheceu que falou algo polêmico e, brincando, disse que “perdeu 14 centavos de audiência” como consequência.
  • Conforme resgatou o Buzzfeed, o ator já falou do balé e do teatro como “artes desatualizadas” em várias ocasiões anteriores, começando no ano de 2019.

Ainda no início de sua carreira, Chalamet afirmou repetidas vezes que temia que o cinema fosse seguir o mesmo caminho de outras artes e pudesse desaparecer em pouco tempo. Isso apesar do fato de sua mãe ter sido parte do Balé da Cidade de Nova York e sua irmã ter treinamento clássico na School of American Ballet.

Chalamet foi duramente criticado por vários artistas

Além de terem sido mal recebidas por parte do público, as falas do protagonista de Marty Supreme também renderam críticas entre a comunidade artística. O artista e fotógrafo Franz Szony descreveu o balé e a ópera como “duas formas de arte clássicas que estão por aí há centenas de anos, ambas as quais exigem níveis imensos de talento e disciplina que esse homem nunca vai possuir”.

Já o coreógrafo Martin Chaix disse que Chalamet é equivocado em seus comentários e que ambas as artes estão muito vivas. “Em um mundo no qual a IA está transformando o cinema mais rápido do que muitos percebem, a presença humana imediata do balé e da ópera se tornam mais essenciais, não menos. Espero que ele encontre seu caminho para dentro de um teatro”.

A Ópera de Seattle também reagiu, passando a dar 14% de desconto em suas exibições de Carmen para todos que usarem o código “Chalamet” em seu site. Já a Opera Nacional Inglesa usou o Instagram para convidar o ator a comparecer a uma apresentação, afirmando ter certeza que conseguiria mudar sua mente.

Dado que os vencedores do Oscar são escolhidos tanto pela qualidade de seus trabalhos quanto por questões políticas, Chalamet parece ter prejudicado bastante Marty Supreme. A situação em certa medida lembra as falas polêmicas da protagonista de Emilia Pérez que, de um dos longas favoritos à premiação em 2025, acabou sendo esquecido na maioria das categorias em que concorria.

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© Divulgação/A24 Filmes

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Samsung lança recurso que bloqueia celulares após 72 horas de inatividade

Um novo recurso de segurança começou a ser distribuído para celulares Samsung. Conhecido como “Inactivity Restart” (“Reinicialização por inatividade”, em tradução livre), a função reinicia automaticamente o aparelho caso ele permaneça inativo por mais de 72 horas.

A funcionalidade foi inaugurada anteriormente em celulares Pixel do Google, mas agora chega também aos dispositivos da Samsung. O recurso foi identificado no Galaxy S26, que recebeu seu primeiro update de software no começo de março.

Além dele, a ferramenta também está disponível no Galaxy Z Fold 7 e no Galaxy S25. Nesses aparelhos, a novidade é entregue por meio de atualização de software e é ativada gradativamente para os usuários.

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O novo recurso de segurança reinicia o celular após 72 horas de inatividade. (Fonte: SamMobile/Reprodução)

Quando o celular reinicia após o período de inatividade, o sistema entra em um estado conhecido como Before First Unlock (“Antes do primeiro desbloqueio”, em tradução livre). Nesse modo, o desbloqueio por biometria é desativado temporariamente, mantendo apenas os métodos tradicionais de autenticação — como PIN, padrão ou senha.

O objetivo é aumentar a proteção do aparelho em situações de perda ou roubo, dificultando o acesso não autorizado ao dispositivo.

Como ativar a Reinicialização por inatividade?

Para ativar o recurso, o usuário precisa acessar Configurações > Privacidade e Segurança > Mais configurações de segurança > Reinicialização por inatividade. Basta tocar no interruptor para habilitar a função.

Embora seja um mecanismo relativamente discreto, a reinicialização automática pode servir como uma camada adicional de segurança. Se o celular fica parado por mais de 72 horas, é provável que ele esteja distante do proprietário, tornando a proteção extra ainda mais relevante.

Recurso é distribuído gradativamente

A liberação da novidade parece ocorrer de forma gradual. O TecMundo procurou pelo recurso em celulares Samsung disponíveis na redação, mas nenhum dos aparelhos testados oferece a função até o momento.

Quer continuar por dentro das novidades sobre celulares, atualizações de software e recursos de segurança? Acompanhe o TecMundo no site, no YouTube, no Instagram, no TikTok e no X para não perder nenhuma notícia.

© Samsung/Divulgação

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Site pirata processado em US$ 13 trilhões é alvo de nova ação judicial

Um grupo formado por várias editoras de renome na indústria abriu um processo contra um site conhecido por disponibilizar livros e artigos acadêmicos. É o Anna's Archive, acusado de pirataria e infração de direitos autorais em nova ação judicial.

A aliança de 13 integrantes da indústria inclui nomes como Penguin Random House, Elsevier e HarperCollins — todas relevantes no meio acadêmico, fonte de muitas das obras fornecidas pela página. A acusação é de que a plataforma tem níveis "impressionantes" de conteúdo pirata.

O mesmo site já foi alvo de um processo de grandes proporções do Spotify por obter os arquivos de música da plataforma de streaming, com o pedido de uma indenização que poderia chegar a US$ 13 trilhões (ou mais de R$ 68 trilhões em conversão direta de moeda).

O novo processo contra o Anna's Archive

  • A dificuldade ao encerrar as atividades da página está na estrutura dela. O site não revela quem são os responsáveis pelo projeto e está constantemente trocando de servidores e domínios, para evitar que ele fique totalmente fora do ar em algum momento;
  • Até por isso, dificilmente as editoras terão acesso à multa pedida, que envolve a acusação de pirataria de 63 milhões de livros e 95 milhões de artigos acadêmicos, a uma taxa de downloads que supera os 763 arquivos baixados por dia;
  • O processo cita ainda que o site facilita o acesso a essas obras por grandes modelos de linguagem (LLMs), que são a base de ferramentas de inteligência artificial (IA). Plataformas chinesas, russas e até a Meta já teriam usado material da página;
  • Os advogados das editoras também acusam o Anna's Archive de oferecer um acesso premium com vantagens para quem fizer uma 'doação' de US$ 200 mil (pouco mais de R$ 1 milhão), voltado inclusive para essas empresas de IA.

Apesar de pedir US$ 19,5 milhões (ou R$ 102 milhões), o grupo tenta encontrar uma saída alternativa para impedir os trabalhos desse serviço. A ideia é afetar a infraestrutura do Annas's Archives, a partir de uma liminar que exija a retirada dos conteúdos do ar e que os domínios sejam encerrados — uma tarefa que seria direcionada para data centers e serviços de hospedagem, não ao próprio acusado.

Até agora, o processo não começou a ser julgado. O Anna's Archive também não se manifestou oficialmente sobre o caso.

Pagar todos os streamings ficou inviável? Por que o brasileiro voltou a recorrer à pirataria? Entenda a situação nesta matéria!

© gaby_campo/GettyImages

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