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Google não descarta ideia de colocar anúncios no app da IA Gemini

O aplicativo do Gemini, ferramenta de inteligência artificial (IA) da Google, pode ganhar anúncios no futuro. Quem falou sobre o assunto foi um executivo da própria companhia, durante uma conversa com investidores na última quarta-feira (29).

De acordo com o gerente de negócios da companhia, Philipp Schindler, "anúncios podem ser bastante valiosos e informações comerciais úteis", mas apenas caso sejam bem implementados.

Porém, ele também citou que a empresa "não está se apressando para nenhum lado", o que significa que a chegada ou não de anúncios na plataforma não deve ser decidida a curto prazo. Ainda assim, é possível que o prazo seja mais apertado do parece: em 2026, a Meta pode até mesmo ultrapassar o Google em receita gerada com publicidade digital pela primeira vez.

Na conversa, o executivo confirmou ainda que a atual prioridade do Google é trabalhar na publicidade já existente do Visão Geral criada por IA e no Modo IA, que é a versão do chatbot integrada ao buscador, para só depois analisar o cenário e lançar ou não anúncios no Gemini — inclusive talvez até no mesmo formato.

"É justo dizer que nós acreditamos que um formato que funciona bem no Modo IA poderia ser transferido de forma bem sucedida para o aplicativo do Gemini", afirmou Philipp.

Anúncios em IAs ainda são polêmicos

A inserção de materiais publicitários em chatbots em IA ainda é um tópico bastante sensível e que foi recebido com muitas críticas por parte da comunidade.

  • Para uma parcela do público, há riscos de manipulação de resultados e sugestões direcionadas comercialmente caso uma empresa transforme interações com chatbots em receita — mesmo que as companhias garantam que eles não interferem nos resultados gerados pelo robô;
  • A OpenAI confirmou no início de 2026 que o ChatGPT passaria a ter anúncios, inclusive para assinantes do plano pago Go. Os testes estão em andamento há alguns meses e a política logo deve ser oficializada;
  • Pouco tempo depois, a Anthropic, dona da IA Claude, disse que não teria anúncios e ainda fez piada com a situação da rival em uma série de vídeos;
  • No mesmo período, a Perplexity anunciou que não implementaria mais a adição de publicidade, mesmo depois de vários meses de experimentos com essa fonte de renda.

Quer continuar informado sobre as novidades do setor de IA? Confira a seção especial sobre o tema no site do TecMundo!

© Kenneth Cheung/Getty Images

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Meta aumenta investimento em IA e segue perdendo bilhões com metaverso

A Meta divulgou, na última quarta-feira (29), os resultados do relatório fiscal da companhia para o primeiro trimestre de 2026. No geral, a empresa mantém uma perspectiva positiva sobre os números, mas nem todos os setores estão em alta.

A receita gerada foi para US$ 42,3 bilhões, um aumento de 33% em comparação com o mesmo período do ano passado. A empresa de Mark Zuckerberg segue como uma das maiores do mundo em valor de mercado, com capitalização de US$ 1,54 trilhão.

Por outro lado, a Meta reclamou de possíveis problemas nos resultados financeiros por causa de problemas judiciais e regulatórios que a empresa atualmente encara, em especial nos Estados Unidos e na União Europeia.

A marca perdeu processos importantes e corre o risco de receber multas ou precisar limitar funcionalidades, em especial sobre o uso das plataformas por jovens.

No anúncio, a companhia também abordou rapidamente as recentes demissões, que afetaram cerca de 10% dos funcionários. A gerente financeira da Meta, Susan Li, justificou os cortes por "muitas mudanças acontecendo" devido às reorganizações promovidas pela IA.

No setor de redes sociais, a plataforma ainda revelou que a quantidade de "pessoas ativas diariamente" no trimestre foi de 3,56 bilhões. Essa é uma alta de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, mas uma queda de mais de 5% em relação ao último trimestre.

Segundo o documento, a guerra no Irã e "restrições no acesso ao WhatsApp na Rússia" teriam sido os responsáveis por essa mudanças nos números.

Mais investimentos com IA

O maior objetivo da companhia segue a busca por um espaço no mercado de inteligência artificial (IA), com a Meta tentando se estabelecer como referência técnica no setor.

Por outro lado, isso também significa uma maior quantidade de gastos: para 2026, os investimentos em equipamentos ou infraestrutura devem ficar entre US$ 125 bilhões e US$ 145 ‌bilhões, valor bastante alto e acima das projeções internas anteriores.

Os motivos dos gastos maiores envolvem não só as metas ambiciosas da companhia para o desenvolvimento da superinteligência, mas também os custos cada vez mais elevados com componentes como memórias, dado o atual estado aquecido do mercado.

Metaverso continua perdendo dinheiro

Em outro extremo das prioridades da companhia, a divisão Reality Labs segue em má fase. O segmento responsável pelo metaverso e headsets como o Meta Quest continua apresentando um prejuízo elevado.

No trimestre, a perda operacional do segmento foi de US$ 4,03 bilhões, comparado com US$ 402 milhões arrecadados em vendas. Além disso, a empresa confirmou mudanças nos serviços e produtos oferecidos, com uma grande redução nas ferramentas de realidade mista.

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O Horizon Worlds teve as atividades limitadas nos últimos meses. (Imagem: Reprodução/Meta)

Entre investimentos altos demais, processos e queda em alguns setores, a combinação de preocupações fez até as ações da Meta caírem mais de 7% depois da divulgação do relatório, com uma leve alta momentos depois.

Qual a situação atual das demissões no mercado de tecnologia por causa da IA? Confira um panorama sobre o assunto.

© Mariia Shalabaieva/Unsplash

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Spider-Noir: Conheça os vilões confirmados na série e suas origens nos quadrinhos

A galeria de vilões de Spider-Noir já está tomando forma e promete ser um dos pontos altos da série

A produção live-action do Prime Video coloca Nicolas Cage na pele de Ben Reilly, o alter ego do vigilante conhecido como The Spider, numa Nova York dos anos 1920 mergulhada na Lei Seca, gangues e, agora, criminosos com superpoderes. 

A série estreia no MGM+ em 25 de maio e chega globalmente ao Prime Video em 27 de maio de 2026.

O que chama atenção é a proposta dos criadores de construir antagonistas com camadas humanas reais. O co-showrunner Oren Uziel deixou claro que a escolha dos vilões foi guiada pela narrativa: "Eu queria que eles fossem um pouco mais palpáveis e conectados à sua humanidade." 

Se você ainda não sabe tudo sobre a série, vale conferir o que já foi revelado sobre Spider-Noir com Nicolas Cage antes de mergulhar nessa lista.

Abaixo, confira os vilões de Spider-Noir já confirmados!

1. Silvermane: o chefão irlandês interpretado por Brendan Gleeson

Foto: Prime Video/Marvel.

O vilão central da série é Silvio Manfredi, o Silvermane, vivido pelo veterano Brendan Gleeson. Na adaptação, ele aparece como um poderoso chefão do crime irlandês, uma releitura da versão italiana dos quadrinhos, que comanda o clube noturno The Alcove e tem uma história turva com Ben Reilly. 

Mentalmente instável, mas astuto o suficiente para se manter no topo, Silvermane é descrito como alguém que muitos querem ver morto.

Nos quadrinhos, Silvermane estreou em 1969 num arco de O Espetacular Homem-Aranha obcecado com imortalidade. Ele coagiu o Dr. Curt Connors, o Lagarto, a decifrar uma antiga tábua de argila e sintetizar uma poção antienvelhecimento. 

O plano saiu pela culatra: ele foi rejuvenescido em excesso. Mesmo após retornar, a obsessão com a própria mortalidade nunca o abandonou, levando-o a se tornar um ciborgue para superar as limitações do corpo humano.

2. Tombstone: o veterano de guerra que quer chegar ao topo

Lonnie Lincoln, o Tombstone, é interpretado por Abraham Popoola. Na série, ele é um veterano da Primeira Guerra Mundial disposto a qualquer coisa para subir na hierarquia do crime, inclusive, se aliar a Silvermane. 

Segundo Popoola, sua versão do personagem é "muito mais interessante" do que a dos quadrinhos, com algo "mais nefasto acontecendo" por baixo da superfície.

Nas HQs, Tombstone surgiu no final dos anos 1980 durante a fase de Gerry Conway em O Espetacular Homem-Aranha. Albino e brutalmente violento, ele aterrorizou o jornalista Robbie Robertson desde a infância e acumulou um rastro de corpos que justificou seu apelido macabro. 

Mais tarde, foi contratado pelo Rei do Crime, Wilson Fisk, como assassino particular. Vale lembrar que o personagem também aparece nos jogos da Insomniac e está confirmado em Homem-Aranha: Um Novo Dia

Na série, a questão do albinismo foi descartada cedo, afinal, Spider-Noir será exibida em preto e branco autêntico, o que tornaria o recurso visual ineficaz.

Curioso para saber mais sobre o protagonista que vai enfrentar essa galera? Entenda quem é Ben Reilly, o Spider-Noir de Nicolas Cage, o detetive particular que volta a vestir o traje depois de cinco anos sumido.

3. Sandman: o guarda-costas com poderes que o consomem

Spider-Noir' Promo Reveals Sandman, Electro & More Marvel Villains
Foto: Prime Video.

Flint Marko, o Homem-Areia, ganha vida na série com Jack Huston, neto do lendário diretor John Huston, o mesmo de A Maleta de Ferro (1941), um dos filmes noir que inspiraram diretamente Spider-Noir. 

Na trama, Marko é guarda-costas de Silvermane e está numa situação desesperadora: seus poderes parecem estar sugando sua própria força vital. Sua relação com a cantora Cat Hardy (Li Jun Li), a versão noir da Gata Negra, é um dos fios condutores da história.

Nos quadrinhos, o Homem-Areia é um dos vilões mais antigos do Cabeça de Teia, com estreia em 1963 em O Espetacular Homem-Aranha #4, criado por Stan Lee e Steve Ditko. 

Sua origem é trágica: vítima de bullying severo, foi expulso da escola após se envolver com criminosos e acabou obtendo seus poderes ao fugir para um campo de testes nucleares depois de escapar da prisão. 

Fora dos quadrinhos, o personagem é amplamente reconhecido: foi o vilão central de Homem-Aranha 3, de Sam Raimi, e reapareceu em Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa, no MCU. O ator Jack Huston, aliás, não conhecia o personagem antes de ser escalado e encarou isso como vantagem: "Não tendo que aderir a nada que veio antes, pude criar um grande personagem do zero."

Se você quer ver o Homem-Areia em ação na série, o novo trailer de Spider-Noir com Nicolas Cage já dá um bom gostinho do que está por vir.

4. Megawatt — o vilão que só quer seu momento de glória

Andrew Caldwell will play Dirk Leydon, aka Megawatt, in Spider-Noir. The character made exactly one appearance in the pages of Marvel Comics.

It was previously believed he was playing Electro. pic.twitter.com/Ym3AJ7oOid

— Charles Murphy (@_CharlesMurphy) April 23, 2026

Dirk Leydon, o Megawatt, é interpretado por Andrew Lewis Caldwell e representa o contraponto dos outros antagonistas: enquanto os demais tentam lidar com seus problemas, ele simplesmente é o problema. 

Sonhador frustrado que queria fazer sucesso na Broadway, Megawatt tempera seus ataques com citações de peças famosas, um detalhe que diz muito sobre quem ele é. "Dirk é o problema. É sobre conseguir seu momento a qualquer custo", resumiu o próprio Caldwell.

Nos quadrinhos, Megawatt é um personagem de baixo perfil: apareceu apenas uma vez, em 1993, na série Spider-Man Unlimited, criado por Kurt Busiek e Steven Butler. 

Com poderes elétricos similares aos do Electro, vilão muito mais famoso, ele foi derrotado pelo Homem-Aranha quando suas reservas de energia se esgotaram, mas depois escapou da prisão e tentou recomeçar a vida na indústria cinematográfica. 

Na série, ele funciona como uma alternativa criativa ao próprio Electro, que não pôde ser usado para evitar sobreposição com outros projetos Marvel em andamento.

E o Aranhaverso nisso tudo?

Spider-Noir existe num universo próprio, separado do MCU e das animações, mas o Aranhaverso está mais vivo do que nunca. 

Se você quer entender o panorama completo do Homem-Aranha nas telas, não deixe de conferir tudo sobre Homem-Aranha: Além do Aranhaverso, a animação que também está no radar dos fãs. 

E se quiser saber como a série se conecta a um elemento nostálgico dos filmes dos anos 2000, Spider-Noir se une a Um Novo Dia e traz de volta algo que os fãs mais antigos vão reconhecer na hora.

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© Prime Video

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Tudo sobre Stuart Fails to Save the Universe, nova série de The Big Bang Theory

Dois anos após George e Mandy: Seu Primeiro Casamento mostrar que o universo estendido de Big Bang Theory ainda tem muito fôlego, outra produção ligada à série está prestes a fazer sua estreia. No último domingo (26), a HBO Max divulgou as primeiras imagens oficiais e novos detalhes de Stuart Fails to Save the Universe.

O novo show vai se focar nas aventuras de Stuart (Kevin Sussman), o dono da loja de quadrinhos que era um personagem recorrente da comédia de sucesso. Quem também retorna dela é Barry Kripke (John Ross Bowie), um cientista que era conhecido por não ter muitas habilidades sociais e pela arrogância.

O que sabemos sobre Stuart Fails to Save the Universe?

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A nova série vai explorar o conceito de multiverso. Imagem: Divulgação/HBO Max

Durante a CCXP Mexico City, a HBO Max confirmou que Stuart Fails to Save the Universe vai ser uma mistura entre comédia e ficção científica. A história começa em um momento no qual o personagem principal quebra um dispositivo criado por Leonard (Johnny Galecki) e Sheldon (Jim Parsons) e, com isso, inicia a destruição do multiverso.

  • Segundo Sussman, que interpreta Stuart, a graça da história é acompanhar o personagem falhando em sua missão a cada semana;
  • O show também traz em seu elenco principal Lauren Lapkus (Denise) e Brian Posehn (Bert Kibbler), como integrantes do grupo que tenta manter a coesão da existência;
  • Sussman explicou que, além dos momentos de comédia, o show também vai explorar a evolução do relacionamento entre Stuart e Denise, que havia começado no final de The Big Bang Theory;
  • A história promete brincar com realidades paralelas em diversos pontos da história, representando os personagens de The Big Bang Theory com características diferentes das originais;
  • A trama deve explorar o fato de que, embora se coloque como o líder do grupo, Stuart não tem as habilidades necessárias para garantir seu sucesso.
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As histórias vão mostrar seus protagonistas falhando em várias missões. Imagem: Divulgação/HBO Max

Um dos maiores diferenciais de Stuart Fails to Save the Universe é o fato de que a série não vai ser exibida pela CBS, casa da série original, de Jovem Sheldon e de George e Mandy. Assim, os fãs devem esperar por roteiros um pouco diferentes, bem como por temas um pouco mais adultos do que os vistos nas demais produções do mesmo universo.

Qual é a data de estreia de Stuart Saves the Universe?

Além de divulgar mais detalhes e as primeiras imagens oficiais da série, a HBO Max também confirmou a janela de estreia do show. Ele chega ao catálogo do streaming em julho deste ano, embora uma data oficial ainda não tenha sido confirmada — algo que deve acontecer em breve.

A empresa também compartilhou o primeiro pôster oficial de Stuart Fails to Save the Universe, que traz várias referências ao universo dos quadrinhos. Com o personagem principal em destaque, ela mostra máquinas misteriosas, experimentos científicos e diversas forças militares.

A série está em desenvolvimento desde 2023 e foi cocriada por Chuck Lorre, Zak Penn e Bill Prady. Ela é produzida pela Chuck Lorre Productions em parceria com a Warner Bros. Television e traz o trio de criadores trabalhando como produtores-executivos, com Ryan Cartwright (Kyle), Josh Brener (Trevor) e Tommy Walker (Gary) atuando como parte do elenco complementar.

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© Divulgação/HBO Max

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Patinete elétrico explode dentro de apartamento em Maceió

Um patinete elétrico explodiu repentinamente dentro de um apartamento em Maceió nesta sexta-feira (24). O equipamento estava desligado e fora da tomada há quatro dias no momento do incidente.

O dono do veículo relatou que não havia sinais de risco imediato antes da fumaça e das chamas. O susto foi grande, pois sua esposa está grávida e havia animais de estimação no local.

Especialistas apontam que o problema pode estar relacionado ao efeito térmico descontrolado das baterias de íon-lítio. Esse fenômeno causa incêndios súbitos mesmo sem uma fonte de calor externa ativa.

Felizmente ninguém saiu ferido do acidente que destruiu parte do ambiente doméstico. O caso serve de alerta mundial para os cuidados com o armazenamento de baterias de alta capacidade em residências.

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Dexter Ressurreição volta com personagem que pode confirmar uma famosa teoria

Atualmente em produção na cidade de Nova York, a temporada 2 de Dexter Ressurreição promete tanto novos obstáculos para o assassino quanto o retorno de alguns rostos conhecidos. Entre os nomes que vão se juntar à série está o de Brian Cox, que vai dar vida a Don Framt, um famoso assassino que está aposentado há décadas.

O elenco também vai ser enriquecido por Dan Stevens, que vai dar vida ao assassino serial Owen Stark, conhecido por gostar de provocar a polícia. No entanto, não são somente vilões que vão aparecer na história: ela também vai expandir o papel de Joey Quinn (Desmond Harrington), um investigador que pode confirmar uma famosa teoria que ganhou força entre os fãs.

Como Dexter Ressurreição pode confirmar uma antiga teoria?

Dentro do universo de Dexter, Joey Quinn apareceu na terceira temporada da primeira série estrelada pelo assassino que também é um investigador forense. Ele surgiu como um detetive problemático que não demorou a engrenar um relacionamento com Debra Morgan (Jennifer Carpenter).

  • Um personagem fixo do show até a temporada final, Quinn testemunhou Dexter assassinando Oliver Saxon (Darri Ingolfson), mas, publicamente, afirma acreditar que isso aconteceu em autodefesa;
  • No entanto, fãs teorizam que, assim como Angel Batista (David Zayas), o detetive também sabe da identidade real de seu antigo colega;
  • Ele pode saber disso desde a temporada 5 da antiga série, na qual contrata um investigador que rapta Dexter — e acaba sendo morto por ele;
  • Enquanto Quinn deixou de lado as suspeitas sobre seu então cunhado pelo bem de seu relacionamento com Debra, elas podem voltar em Dexter Ressurreição;
  • Entre os elementos que podem fazê-lo voltar ao caso está a morte de Batista durante os eventos da primeira parte do show mais recente.

No universo da série, Quinn nunca afirma publicamente saber da identidade real de Dexter, mas ambos parecem ter formado um entendimento silencioso. Enquanto o personagem de Desmond Harrington já apareceu brevemente na primeira fase de Ressurreição, agora ele vai ter mais espaço para se desenvolver e, possivelmente, revelar o que realmente sabe sobre o passado.

Dexter Ressurreição pode apresentar tanto um novo aliado quanto um obstáculo

Dependendo da maneira como Quinn for retratado na temporada 2 de Dexter Ressurreição, ele pode ser tanto um aliado quanto um obstáculo para o protagonista. Caso o detetive seja conivente com os crimes de seu antigo colega, ele pode ser uma força importante para tirar a polícia de Nova York de sua pista.

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Quinn pode tanto ajudar quanto ser um obstáculo para Dexter. Imagem: Divulgação/Paramount+

Ao mesmo tempo, o investigador pode ocupar um espaço semelhante ao de Batista, na tentativa de honrar o policial que morreu tentando cumprir seu dever. No entanto, os fãs só devem descobrir o que a presença do personagem significa após a estreia dos novos episódios, algo que só deve acontecer em 2027.

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© Divulgação/Paramount+

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Segunda temporada de Cangaço Novo tem quantos episódios? Veja tempo para maratonar

A segunda temporada de Cangaço Novo chegou ao catálogo do Amazon Prime Video nesta sexta-feira (24) trazendo mais ação, conflitos familiares e o estilo visual que conquistou o público na primeira leva de episódios. Desta vez, a série brasileira retorna com novos capítulos lançados de uma vez no streaming, permitindo que os fãs maratonem a história dos irmãos Vaqueiro de uma vez só.

Ambientada na fictícia cidade de Cratará, a trama acompanha Ubaldo, Dinorah e Dilvânia enquanto enfrentam as consequências do final explosivo da temporada anterior. O luto e a busca por vingança acabam mergulhando o grupo em uma guerra aberta contra os Maleiros e outras forças que disputam poder na região.

Segundo o diretor e showrunner Fabio Mendonça, a nova temporada aposta ainda mais no estilo visual que mistura faroeste com cultura nordestina. “A estética e a linguagem são as mesmas, só investimos ainda mais no que chamamos de Nordestern”, explicou o cineasta, destacando que a produção decidiu “aumentar a dose da pimenta” nas sequências de ação.

Quantos episódios tem a 2ª temporada de Cangaço Novo?

A segunda temporada de Cangaço Novo tem 7 episódios ao todo, todos disponibilizados simultaneamente no streaming. O formato é menor do que o da primeira temporada, que contou com oito capítulos, mas mantém episódios longos e com ritmo intenso.

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Isso faz com que a nova fase da série tenha duração semelhante a vários filmes somados, reforçando a ideia de que o público pode assistir à história como uma grande saga contínua. Na prática, isso também facilita para quem quer fazer uma maratona completa em um único dia ou fim de semana.

Quanto tempo dura a maratona de Cangaço Novo 2?

Somando a duração oficial de cada capítulo, a segunda temporada tem aproximadamente 5 horas e 7 minutos de duração total. Ou seja, é possível assistir à história completa em uma tarde ou noite dedicada à série.

A seguir, veja todos os episódios e suas durações.

  • Episódio 1 — Está aberta a temporada de caça - 1h03 (63 minutos)
  • Episódio 2 — Ninguém governa sozinho - 49 minutos
  • Episódio 3 — A alegria de um doido é encontrar uma doida - 54 minutos
  • Episódio 4 — Nós somos iguais - 49 minutos
  • Episódio 5 — A terceira lâmina - 49 minutos
  • Episódio 6 — O maior assalto de todos os tempos - 43 minutos
  • Episódio 7 — Quem não reage, rasteja - 50 minutos w

Com isso, o tempo total para assistir tudo fica em 307 minutos, cerca de 5 horas e 7 minutos. Para quem curte maratornar séries, é possível abocanhar todos os novos episódios já no fim de semana.

O que esperar da nova temporada

A nova fase começa exatamente após o final da primeira temporada, com o incêndio da igreja e o clima de luto entre os Vaqueiros. Segundo Mendonça, essa continuidade direta foi uma preocupação da equipe durante as filmagens.

“A história recomeça exatamente após o minuto derradeiro do último capítulo da primeira temporada”, contou o diretor. Ele afirmou que a equipe buscou dar a sensação de que a narrativa nunca foi interrompida, mantendo o mesmo clima e intensidade da série.

A protagonista Alice Carvalho também destacou a força de sua personagem nesta nova fase da trama. “Dinorah traz a visceralidade daquilo que precisa ser dito. É uma mulher forte, arrimo de família, guerreira amorosa”, afirmou a atriz ao comentar o papel. 

Onde assistir Cangaço Novo?

A segunda temporada de Cangaço Novo está disponível no Amazon Prime Video. O streaming pode ser assinado como parte do pacote Amazon Prime, que possui 30 dias de teste grátis e custa R$ 19,90 mensais ou R$ 166,80 por ano.

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Série live-action de Scooby-Doo da Netflix ganha primeira imagem e nome oficial

Confirmada pela Netflix em abril deste ano, sua nova série do universo de Scooby-Doo acaba de ganhar nome oficial e sua primeira imagem. O streaming também confirmou quais vão ser os atores por dar vida aos membros de um dos grupos de investigadores mais famosos da ficção.

O novo show vai ser conhecido como Scooby-Doo: Origens e promete mostrar como o grupo que faz parte da Mistérios S/A se conheceu e decidiu trabalhar em parceria. Segundo a empresa, a intenção não é só reviver personagens conhecidos, mas sim mostrar um lado deles que o público não conhece.

Quem está em Scooby-Doo: Origens?

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Scooby-Doo: Origens vai dar uma nova perspectiva da série. Imagem: Divulgação/Netflix

Segundo a Netflix, sua decisão de trabalhar em Scooby-Doo: Origens é resultado do fato de que, mais de 50 anos após serem criados, os personagens da Hannah-Barbera continuam relevantes. A produção é comandada por Josh Applebaum e Scott Rosenberg, e vai mostrar o primeiro caso investigado pelos protagonistas. Confira os nomes confirmados no elenco:

  • Mckenna Grace como Daphne Blake;
  • Tanner Hagen como Shaggy Rogers (Salsicha);
  • Abby Ryder Fortson como Velma Dinkley;
  • Maxwell Jenkins como Fred Jones.

O streaming também confirmou que Paul Hauser vai estar presente no elenco da primeira temporada, em um papel ainda não confirmado. A lista de nomes deve ser expandida conforme os primeiros episódios, que já estão sendo produzidos, avançam e a empresa intensifica seus esforços de divulgação.

Um dos maiores mistérios de Scooby-Doo: Origens até o momento é quem vai dar voz ao cachorro comilão e covarde que dá nome à franquia. A Netflix também ainda não revelou qual vai ser o visual do personagem, que em filmes recentes da série foi criado em computação gráfica.

Quando Scooby-Doo: Origens chega à Netflix?

De forma semelhante, até o momento a Netflix sequer trabalha com uma janela de estreia para Scooby-Doo: Origens. No entanto, a companhia promete compartilhar informações em breve, conforme as gravações centralizadas na cidade de Atlanta, Geórgia, avançam.

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Scooby-Doo é um sucesso desde sua estreia em 1969. Imagem: Divulgação/Warner Bros.

O show tem produção-executiva de Rosenberg e Appelbaum, que compartilham o cargo com Greg Berlanti, Sarah Schechter, Leigh London Redman, André Nemec, Jeff Pinkner e Adrienne Erickson. A lista é complementada por Toby Haynes, que também vai ser o diretor do capítulo de estreia.

Segundo Berlanti, que trabalhou diretamente com Bill Hanna e Joe Barbera no passado, o novo show captura bem o espírito da série original. Scooby-Doo e seus amigos foram criados em 1969 e, desde então, apareceram em várias animações, videogames, filmes live action e produtos das mais diversas naturezas.

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© Divulgação/Warner Bros.

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Intel e Elon Musk fecham parceria para a fábrica de chips Terafab

A Intel é a mais nova aliada de Elon Musk na construção da Terafab, o projeto ambicioso de fabricação de chips do bilionário. O anúncio foi feito nesta terça-feira (7), depois que Musk passou o fim de semana em visita à empresa de semicondutores.

A ideia é que a Intel atue como uma das assistentes nos processos de idealização e construção da fábrica de semicondutores, que deve fornecer chips de inteligência artificial (IA) avançados para as companhias do empresário.

"Nossa capacidade de projetar, fabricar e embalar chips de altíssimo desempenho em escala ajudará a acelerar o objetivo da Terafab de produzir 1 TW/ano de capacidade computacional para impulsionar os futuros avanços em IA e robótica", diz o comunicado, publicado pela própria Intel na rede social X.

O CEO da Intel, Lip-Bu Tan, apareceu em uma foto ao lado de Musk e reforçou a aliança em uma publicação separada.

"Elon Musk tem um histórico comprovado de reinventar setores inteiros. Isso é exatamente o que a fabricação de semicondutores precisa hoje. O Terafab representa uma mudança radical na forma como a lógica de silício, a memória e a embalagem serão construídas no futuro", diz o executivo.

O que é o projeto Terafab?

  • A Terafab foi anunciada no fim de março por Musk e consiste em uma fábrica de grandes dimensões para produzir chips de IA para três grandes clientes: a montadora Tesla, a empresa de exploração espacial SpaceX e a xAI, dona do Grok e do X;
  • Os planos do bilionário incluem construir uma frota de robotáxis e de robôs humanoides, além de mais data centers para alimentar os empreendimentos do grupo;
  • O grande desafio de Musk, ao menos até agora, era conseguir a expertise necessária para uma tarefa tão complexa e cara como a montagem de uma fábrica de semicondutores.

Até o momento, não há informações sobre valores ou o que a Intel receberá em contrapartida pela participação. Ainda assim, a notícia foi bem recebida pelo mercado, já que as ações da companhia subiram 4% ao longo do dia.

A aliança pode ser ainda um alívio para a divisão Intel Foundry, grande aposta da marca para o futuro próximo e que atua na fabricação de chips para outros clientes. Para além da Terafab, duas novas fábricas no estado do Arizona estão em fase de construção.

A receita pode ajudar a companhia a manter a fase lucrativa depois de uma grave crise — que foi reduzida inclusive com a ajuda da Casa Branca, que adquiriu 10% da empresa, e a antiga rival Nvidia, que agora tem por volta de 4% da marca.

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© Intel/X

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Uncharted 5 estava sendo planejado desde antes da pandemia, segundo rumores

Rumores recentes indicam que Uncharted 5 já estaria nos planos da Naughty Dog antes mesmo do início da pandemia de COVID-19, em 2020. A informação foi compartilhada pelo jornalista Tom Henderson, que afirma que o estúdio chegou a considerar o desenvolvimento do novo título ainda em 2019.

Segundo Henderson, a ideia de um novo jogo da franquia não é recente e já vinha sendo discutida internamente. “Sei que havia algum planejamento para um Uncharted 5 antes do COVID”, afirmou o jornalista, destacando que a sequência seria vista como uma “aposta segura” dentro da indústria.

As especulações ganharam força após movimentações recentes envolvendo membros da equipe criativa da franquia, indicando que o interesse pelo retorno da série pode ter se mantido ao longo dos anos.

Rumores esquentam após diretor fazer publicação nas redes sociais

Os rumores voltaram ao centro das atenções após uma publicação do diretor criativo Shaun Escayg nas redes sociais. O desenvolvedor compartilhou uma imagem de um canhão antigo voltado para uma cidade costeira, acompanhada da legenda “Pesquisa...”, o que levantou suspeitas entre os fãs.

De acordo com Henderson, a imagem pode indicar que o estúdio estaria “potencialmente realizando novas pesquisas para um novo Uncharted 5”, embora nenhum detalhe oficial tenha sido divulgado até o momento.

A ambientação da foto chamou atenção por remeter ao estilo clássico da franquia, marcada por explorações históricas e cenários exóticos. Ainda assim, Escayg não confirmou o contexto da publicação nem o projeto ao qual ela se refere.

Internamente, há indícios de que o diretor esteja envolvido em um projeto não anunciado há alguns anos, o que também alimenta as especulações sobre um possível novo capítulo da série.

Apesar disso, não há confirmação de que a imagem esteja diretamente ligada ao desenvolvimento de um novo Uncharted, mantendo o tema no campo dos rumores.

Além de Intergalactic, Naughty Dog confirmou que está trabalhando em outro projeto não anunciado

Enquanto desenvolve Intergalactic, a Naughty Dog já confirmou oficialmente que possui outro jogo em produção. A informação foi revelada por Neil Druckmann durante participação em um podcast.

Segundo Druckmann, ele atua diretamente como diretor em Intergalactic, mas também participa de um segundo projeto em um papel mais estratégico. “Há outro jogo que está sendo desenvolvido na Naughty Dog, onde assumo uma função mais de produtor”, afirmou.

O executivo explicou que essa abordagem permite acompanhar diferentes equipes dentro do estúdio, oferecendo suporte criativo e feedback ao longo do desenvolvimento.

Embora o projeto não tenha sido detalhado, nomes como Shaun Escayg e outros diretores experientes da empresa estariam potencialmente envolvidos na produção.

Potencial Uncharted 5 está no campo das especulações

Até o momento, todas as informações sobre Uncharted 5 devem ser tratadas como rumores. Nem a Naughty Dog nem a Sony confirmaram oficialmente o desenvolvimento do título.

O último lançamento da franquia foi Uncharted: The Lost Legacy, que chegou ao mercado em 2017, marcando quase uma década sem novos capítulos inéditos da série principal.

Diante disso, qualquer menção a uma sequência permanece no campo das especulações, sem previsão ou confirmação oficial por parte dos responsáveis por enquanto.

E você, está ansioso por novidades da franquia Uncharted? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Que horas estreia a temporada 5 de The Boys? Veja data e horário

Após muito tempo de espera e revelações importantes no spin-off Gen V, a quinta e última temporada de The Boys está prestes a fazer sua estreia no Prime Video. Segundo o streaming, o novo arco de aventuras repletas de super-heróis corrompidos chega a seu catálogo na próxima quarta-feira, dia 8 de abril.

Para aplacar um pouco a ansiedade dos fãs, a empresa decidiu apostar em uma estreia dupla. Assim, o público vai ter acesso imediato a duas horas de histórias, que devem estabelecer as missões de cada protagonista, bem como apresentar os novos obstáculos que vão estar em seus caminhos.

Que horas estreia a temporada 5 de The Boys?

A Prime Video também confirmou que The Boys vai ocupar um horário bastante tradicional dentro de seu padrão de lançamentos. No Brasil, todos os episódios vão ser liberados sempre às 4 horas da manhã, no Horário de Brasília — ou seja, se prepare para madrugar por algumas semanas para evitar qualquer spoiler.

  • Embora seja baseada nos quadrinhos, a versão de The Boys do streaming seguiu rumos diferentes do material original;
  • Isso significa que sua parte final promete várias surpresas e reviravoltas que não estão nas histórias de Garth Ennis e Darick Robertson;
  • Em seu último ano, a série vai mostrar uma versão alternativa dos Estados Unidos que foi dominada pelo Capitão Pátria;
  • Usando o presidente do país como um fantoche pessoal, o vilão vai conseguir com que os super-heróis da Vought sejam incorporados às polícias e ao exército do país;
  • Isso deve iniciar uma grande onda de perseguição contra todos que criticam a empresa e suas atividades públicas.

A temporada 5 de The Boys promete ligações diretas com os momentos finais da temporada 2 de Gen V. Nela, os estudantes da Universidade Godolkin se uniram à força de resistência contra o Capitão Pátria, que conta com membros como a Luz-Estrela e um arrependido Trem-Bala, que tenta se redimir dos crimes que cometeu no passado.

Quantos episódios tem a temporada 5 de The Boys?

Além de confirmar o horário de estreia dos novos capítulos de The Boys, a Prime Video também revelou a duração total da parte final. Ela vai ter 8 partes disponíveis, que vão ser adicionadas individualmente a seu catálogo sempre às quartas-feiras até o dia 20 de maio, quando chega a grande conclusão.

Apesar de a série comandada por Erik Kripke realmente estar chegando ao fim, isso não significa o fim das histórias de super-heróis do streaming. Além de ainda existir a possibilidade de que Gen V ganhe uma terceira parte, a empresa vai explorar o passado desse universo em Vought Rising, que vai revelar como os primeiros seres poderosos foram apresentados ao mundo.

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Crítica: No início do fim, The Boys chega mais sombria e realista que nunca

É comum que uma série comece sua narrativa em um ponto mais neutro da história para que uma complicação seja desenvolvida e, eventualmente, abra caminho para um clímax intenso. The Boys nunca jogou por essa regra e isso permanece intacto. A 5ª e última temporada da série satírica do Prime Video começa com os dois pés na porta — como já era de se esperar.

Se você passou os últimos dois anos aguardando pela continuação da história entre Homelander e Butcher, além de muitos outros personagens centrais, a espera está quase no fim. A nova temporada estreia nesta quarta-feira (8), mas o Minha Série já pode te dizer o que achou dos 2 primeiros episódios. Confira abaixo a crítica sem spoilers do começo do fim de The Boys.

O tom mudou, ainda que com humor

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A temporada 5 de The Boys chega com um tom mais sério, na medida do possível.

Por se tratar de uma sátira, é comum colocarmos o humor como a primeira característica a ser lembrada em The Boys. A série é composta por absurdo atrás de absurdo e não existe um episódio sem algum acontecimento chocante. Essa identidade continua muito presente na 5ª temporada, mas existe uma mudança: o tom.

A temporada final da série de super-heróis esquisitos está mais sombria do que nunca. Os acontecimentos que encerraram a 4ª temporada pesam não apenas na narrativa, mas também na forma que a série se comunica. Menos risadas, mais conversas sérias e mais desconfiança permeiam os dois primeiros episódios.

Em um momento em que Hollywood sobrevive da nostalgia, The Boys é um respiro de ar fresco 

Parte dessa mudança também pode ser explicada pelo contraste com Gen V, spin-off ambientado em uma universidade de “supes”. Mesmo contendo muita violência, a série ainda acaba sendo um pouco mais leve que The Boys.

Uma narrativa que não deixa nada a desejar

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Personagens secundários são bem desenvolvidos nos dois primeiros episódios.

Apesar de chamar atenção por suas cenas grotescas e explícitas, The Boys conta com uma narrativa clara desde o princípio. O criador da série, Eric Kripke, segue equilibrando bem todos os aspectos do roteiro: até o momento ninguém foi esquecido, o desenvolvimento não foi jogado fora e a maioria dos personagens se torna até mais complexo nessa temporada.

Nos dois primeiros episódios, camadas que não existiam foram adicionadas até aos personagens mais simplórios. E a melhor parte: quando você acha que sabe exatamente o que está acontecendo, a série faz questão de mostrar que você não sabe de nada. Talvez essa seja a maior graça de The Boys, você nunca sabe o que está por vir.

Coincidências que desanimam

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A semelhança com o mundo real deixa a série mais pesada ainda.

Calma. Até agora, nada na série prejudicou o entretenimento. Assistir a essa temporada de The Boys provoca sentimentos mistos. Ao mesmo tempo que é impressionante ver que os roteiristas acabaram prevendo muitas coisas que aconteceriam no mundo real, é triste lembrar que nem tudo presente na série é ficção.

Kripke já falou que, para essa temporada, se inspirou em eventos que ainda não aconteceram nos Estados Unidos. Ele pesquisou a história de outros países que vinham se comportando de maneira semelhante ao país norte-americano. O problema é que, mesmo não tendo usado a história exata como base dessa vez, o mundo aqui fora parece estar se inspirando em The Boys — e não nos personagens bonzinhos.

Vale a pena assistir a última temporada de The Boys?

A surpresa com o absurdo continua, eles realmente são bons nisso. A série continua acertando e vocês vão ter que me perdoar pelo uso das palavras: tem tiro, porrada, bomba, sexo, daddy issues, fascismo, morte, subjetividade, indiretas bem diretas, palavrão pra c#r%#ho, genocídio e pessoas que só podem usar seus poderes peladas (um clássico desse universo). Tudo isso em dois episódios que te deixam preso na tela e tornam quase impossível não ver o restante da temporada.

Em um momento em que Hollywood sobrevive da nostalgia, The Boys é um respiro de ar fresco. O mais assustador é que, infelizmente, a história é tão bem construída que o roteirista acabou prevendo acontecimentos que deveriam ser reservados apenas para a ficção. A nossa sorte é que os políticos do mundo real não possuem superpoderes.

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Super Mario Galaxy quebra recordes com sua bilheteria de estreia; confira os números

Lançado no dia 1º de abril, o filme de Super Mario Galaxy roubou de Devoradores de Estrelas o posto do filme com a melhor estreia de 2026 até agora. Enquanto a aventura espacial conquistou US$ 80 milhões em seu fim de semana de lançamento, a nova animação do encanador bigodudo registrou US$ 130 milhões em bilheteria no mesmo intervalo.

Segundo a Universal Pictures, que distribui a animação da Illumination, ela já conquistou US$ 190 milhões nos cinco dias após sua estreia. Os números são semelhantes, mas um pouco menores, do que o filme anterior, que registrou US$ 204 milhões no mesmo período.

Super Mario Galaxy quebra recordes para uma animação

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Em sua estreia, o filme levou mais de 150 mil pessoas aos cinemas brasileiros. Imagem: Divulgação/Universal Pictures

Nos mercados internacionais, Super Mario Galaxy conquistou outros US$ 182,4 milhões em bilheteria, para um total de US$ 372,5 milhões nos cinco dias após sua estreia. Novamente, o número é um pouco menor do que o da animação anterior da série, que registrou US$ 375 milhões no mesmo intervalo.

  • Com os resultados, os filmes do Mario se firmam como a única franquia animada da história cujos todos os capítulos lançados superaram os US$ 350 milhões em bilheteria global nos 5 dias após suas estreias;
  • Super Mario Galaxy também se firmou como a segunda melhor estreia da história da Illumination — só perdendo para seu antecessor;
  • Até o momento, a animação tem a quarta melhor bilheteria de 2026 e só perde para Devoradores de Estrelas e para as comédias Cara de Um, Focinho de Outro, e a chinesa Pegasus 3;
  • No Brasil, o filme levou mais de 150 mil pessoas aos cinemas no dia 1º de abril e gerou R$ 3,2 milhões na estreia, segundo dados da Filme B Box Office Brasil;
  • Segundo o CEO da AMC, Adam Aron, o filme foi um sucesso entre todos os públicos e levou muitas crianças para as salas de cinema;
  • Com a animação, o mercado norte-americano superou a marcar de US$ 2 bilhões em arrecadação em 2026;
  • Segundo a Comscore, 62% do público de Super Mario Galaxy até agora é formado por pessoas que não têm o costume de frequentar cinemas;
  • A margem é considerada excelente pelo mercado, que costuma trabalhar com margens que vão de 27% a 35%.

Super Mario Galaxy também representa um recorde pessoal para Chris Meledandri, fundador, CEO e produtor da Illumination Pictures. O título representa o 16º filme que sua empresa lança nos últimos 16 anos, desde que o primeiro Meu Malvado Favorito fez sua estreia — número que vai ser expandido para 17 com a estreia de Minions & Monsters em julho deste ano.

Super Mario Galaxy promete grande lucratividade para a Universal

Embora ainda esteja incerto se Super Mario Galaxy vai conseguir igualar a bilheteria total de seu antecessor, a animação parece estar no rumo para superar a marca de US$ 1 bilhão no mercado global. O primeiro filme da série, de 2023, encerrou sua passagem pelos cinemas com US$ 1,36 bilhão arrecadados.

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Super Mario Galaxy já recuperou seus custos de produção. Imagem: Divulgação/Universal Pictures

O que está certo é que o filme deve ser bastante lucrativo para a Universal Pictures e para a Nintendo, que investiram US$ 110 milhões em seu desenvolvimento. Dirigido novamente por Aaron Horvath e Michael Jelenic, o longa apresenta alguns personagens inéditos dos games, como Rosalina e Bowser Jr.

O bom desempenho comercial de Super Mario Galaxy acontece mesmo diante de uma recepção crítica negativa. No Metacritic, a animação tem pontuação média de 36 pontos entre a mídia especializada, enquanto no Rotten Tomatoes sua taxa de recomendação entre veículos profissionais é de 42%.

Animação estreia com ação especial para o público brasileiro

Como forma de divulgar o lançamento de Super Mario Galaxy no Brasil, a Universal Pictures fez uma parceria com as ginastas Rebeca Andrade e Flavia Saraiva. As duas atletas de alto desempenho usam seus saltos e flexibilidade para traçar paralelos com Peach e Rosalina, duas personagens importantes da história.

“O conteúdo reforça o poder, o protagonismo e a garra tanto das personagens, quanto das ginastas que apresentam movimentos precisos além de esbanjar simpatia e carisma”, destaca a empresa. E quem já pode conferir o longa sabe que a comparação não é exagerada, já que ambas as personagens demonstram grandes habilidades diante dos desafios que aparecem em seus caminhos.

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© Divulgação/Universal Pictures

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Dexter Ressurreição: Brian Cox interpretará famoso serial killer na segunda temporada

Atualmente em fase de pré-produção, a temporada 2 de Dexter: Ressurreição acaba de adicionar um nome de peso a seu elenco. Segundo a Variety, Brian Cox, conhecido por seu trabalho em Succession, vai ser o responsável por interpretar o assassino conhecido como “O Estripador de Nova York”.

Embora tenha sido mencionado algumas vezes na fase inicial do show, o personagem nunca chegou a aparecer em tela. A escalação de Cox para o papel mostra que o assassino serial vai ter um papel ainda mais importante e deve virar o grande antagonista dos próximos episódios.

O que sabemos sobre o papel de Brian Cox em Dexter Ressurreição?

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Brian Cox se destacou por seu papel em Succession. Imagem: Divulgação/HBO

Também conhecido pelo nome civil de Dom Framt, o personagem interpretado por Brian Cox é descrito como uma figura lendária no universo de Dexter Ressurreição. Ele ganhou seu apelido devido a uma série de crimes que cometeu no passado, mas nunca foi capturado pela polícia.

  • Apesar de ter se “aposentado”, O Estripador de Nova York continua a perturbar os sobreviventes de suas ações até os dias atuais;
  • O nome do personagem aparece nas cenas finais da temporada 1, em meio a documentos encontrados por Dexter e pela detetive Claudette Wallace;
  • Cox já interpretou um assassino serial famoso em Caçador de Assassinos, filme de 1986 no qual assumiu o papel de Hannibal Lecktor;
  • No universo da série, Framt parece ter relações antigas com Leon Prater, um dos grandes antagonistas da temporada de estreia.

Até o momento, Dexter Ressurreição não revelou muitos detalhes do Estripador de Nova York para além do que foi revelado nos arquivos de Prater. Neles, ele é descrito como um homem com 30 a 40 anos de idade, que tem como principal prazer atormentar suas vítimas e fazê-las sofrer o máximo possível.

Quando estreia a temporada 2 de Dexter Ressurreição?

A presença do Estripador de Nova York na segunda temporada deve permitir que os fãs de Dexter Ressurreição descubram os motivos pelos quais ele “se aposentou” da profissão. Como deve chamar a atenção da polícia graças às ações do protagonista, o novo vilão da série vai ter motivos de sobra para voltar a agir e transformar Dexter — e todos aqueles próximos a ele — em um alvo.

A previsão é que a nova temporada da série não vai demorar muito a estrear, e seus primeiros episódios devem chegar em outubro deste ano. No entanto, ainda é possível que ela sofra com alguns atrasos, dado que as gravações dos próximos capítulos só vão começar no dia 13 de abril.

A temporada 2 de Dexter Ressurreição deve receber um tratamento especial, pois vai ser lançada no ano em que a franquia celebra 20 anos de existência. No Brasil, o novo arco deve ser exclusivo ao serviço Paramount+, que já concentra as principais produções do mesmo universo.

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© Divulgação/HBO

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Michael virou Michaela? Saiba tudo sobre a mudança de sexo em Bridgerton e confira opinião da autora

Desde seu lançamento em 2020, Bridgerton tem sido um dos maiores sucessos da Netflix. A série é uma adaptação da coleção de 8 livros da autora Julia Quinn e constantemente entra em polêmicas por mudanças em relação à obra original. Apesar das mudanças impactarem na narrativa, todas elas passam pela aprovação da autora dos livros.

A alteração mais recente foi das grandes: ao invés de Francesca (Hannah Dodd), a 6ª filha da família Bridgerton, se relacionar com Michael, a série nos apresentou Michaela (Masali Baduza). A mudança faz parte da intenção da série em deixar a história mais inclusiva e provocou uma revolta entre os fãs da história original de Francesca. Entenda abaixo tudo o que aconteceu e qual foi o posicionamento de Julia Quinn.

O que sabemos de Francesca até aqui?

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Francesca e John se conhecem na 3ª temporada.

Desde a 3ª temporada, o público acompanha o desenrolar da história de amor entre Francesca e John (Victor Alli), mesmo ela não sendo a protagonista da vez. A história dos dois é construída de forma paciente e sensível, respeitando a personalidade introspectiva de ambos os personagens.

Ao final da temporada, a mudança principal começa: Michaela, prima de John, é apresentada ao público pela primeira vez.

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Michaela aparece com mais força na 4ª temporada da série.

Na 4ª temporada, com os dois já casados, acompanhamos outro lado da relação deles: o começo do matrimônio, com as responsabilidades que isso demandava na época e um desejo pessoal de Francesca, que era o de ter um filho. O fato da personagem não engravidar é uma das principais questões para ela.

A temporada acaba de forma trágica tanto para Francesca, que perde o marido, quanto para Michaela, que perde o primo. A série deixa claro que ambas possuem um carinho enorme por John e que esse sentimento é recíproco.

O que vem a seguir?

Sem dar spoilers sobre a próxima temporada, a expectativa é que a narrativa contemple a questão da infertilidade de Francesca. Além disso, o personagem de John foi mais aprofundado na série do que no livro, de acordo com a própria autora, então a relação dos dois ainda terá um peso importante.

Como a temporada 4 termina com a perda repentina de John e com a decepção de Francesca após perceber que não estava grávida, ao que tudo indica, os primeiros capítulos da próxima temporada mostrarão a personagem lidando com esse luto em sua vida.

Mudanças aprovadas pela autora

A maior polêmica sobre a próxima temporada está na mudança de sexo do interesse amoroso de Francesca. O personagem Michael, primo de John, é um dos favoritos da grande base de fãs dos livros. A mudança se deu para apoiar uma constante na série: a inclusão de uma representatividade maior nas histórias. 

Nenhuma história de Julia Quinn apresenta um casal homoafetivo e a própria autora achou apropriada essa alteração:

"Agora estou confiante que, quando Francesca tiver sua temporada de 'Bridgerton', será a mais emotiva e comovente história da série, assim como 'O Conde Enfeitiçado' sempre foi o que mais provocou lágrimas nos livros. Sinceramente, pode ser ainda mais impactante, já que John está tendo muito mais tempo na tela do que teve nas páginas. Acho justo dizer que todos nos apaixonamos um pouco por ele", disse a autora em sua postagem. 

Ainda assim, quanto mais sabemos sobre a próxima temporada, mais claro fica que as reclamações têm uma origem que se distancia da preocupação com o enredo em si. Separamos alguns exemplos com possíveis soluções para os fãs mais acalorados:

“O que vai acontecer com o debate sobre a infertilidade de Francesca? Esse enredo ficará de fora?”

Muito provavelmente, não. Não é porquê ela estará em uma relação sáfica que esse ponto não será abordado, mesmo que se dê ao relembrar a relação dela com John. A questão já começou a ser tratada no final da última temporada.

“A série deixou de lado o amor da personagem por seu marido, ela até esqueceu as palavras quando Michaela chegou”

A história dos dois foi bem desenvolvida até na temporada em que ela não era a protagonista. O único pedido da autora foi que esse amor dela pelo John não fosse deixado de lado, e ela mesma disse que acha que o personagem teve mais destaque na série do que no livro.

“A maternidade é muito importante para ela no livro”

Esse fator ainda pode (e deve) ser muito importante para ela em sua temporada, mesmo com Michaela.

“Naquela época casais homoafetivos não eram aceitos”

Mesmo assim, eles nunca deixaram de existir. Com a história de Benedict como bissexual, a série tem dado mais espaço para personagens LGBTQIAPN+, até mesmo tendo o Meu Chalé como um refúgio onde as pessoas podem ser quem quiserm.

No fim, o que nos resta é esperar para ver como a criadora vai inserir essa mudança na história como um todo. Julia Quinn, que criou Francesca, Michael e os outros personagens que provocaram tanto amor nos fãs dos livros, está de acordo com a mudança de Michaela. Todas as questões apresentadas pelos fãs de Michael ainda podem ser trabalhadas com a personagem “nova”.  

No mais, casais homoafetivos finalmente terão a oportunidade de se sentir representados por mais uma bela história de amor que Bridgerton se propõe a oferecer; assim como ofereceu quando mudou outras narrativas para oferecer essa representatividade tão importante para muitos.

E você? Vai assistir à temporada de Francesca? Comente nas redes sociais do Minha Série! Estamos no Threads, Instagram, TikTok e até mesmo no WhatsApp. Venha acompanhar filmes e séries com a gente!

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'Vingança por tudo': Irã lança vídeo feito com IA ameaçando atacar os EUA

O governo do Irã divulgou nesta semana um vídeo de propaganda gerado por inteligência artificial intitulado “Uma Vingança para Todos”. A peça reúne diversas cenas históricas e conflitos recentes para criticar duramente a política externa e as ações militares dos Estados Unidos.

As imagens exibem eventos marcantes como as bombas de Hiroshima, lançada na 2ª Guerra Mundial, a Guerra do Vietnã e as recentes crises e invasões a países no Oriente Médio. 

O conteúdo busca associar Washington a atrocidades humanitárias e abusos de poder cometidos desde o século passado em diferentes territórios.

O momento mais impactante mostra um ataque de mísseis contra a Estátua da Liberdade em solo americano. O vídeo substitui a cabeça da deusa romana Libertas, que é representada no monumento oficial, pela figura demoníaca de Baal, simbolizando uma profunda oposição religiosa e ideológica entre os países.

A publicação ocorre em meio à recusa de Teerã sobre novas propostas de paz apresentadas pelo governo de Donald Trump. O Irã exige reparações de guerra e soberania total sobre o Estreito de Ormuz como condições inegociáveis para o fim das hostilidades.

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Apps que simulam Tigrinho driblam ECA Digital e podem ser baixados por crianças

O ECA Digital entrou em vigor na semana passada e afetou diversos jogos no Brasil, incluindo o popular Roblox, que aumentaram sua classificação indicativa por conter mecânicas de loot boxes. Segundo a lei, esse tipo de monetização, que oferece itens aleatórios mediante pagamento, pode servir como incentivo para práticas como apostas para crianças.

No entanto, a legislação brasileira acabou deixando passar jogos que, literalmente, simulam casas de apostas. Em uma rápida navegação na Play Store, o Voxel encontrou jogos que emulam a experiência de jogar no Tigrinho e caça-níqueis com classificação livre, disponíveis para download para crianças na loja do Android. 

O Voxel entrou em contato com o Google, que lançou um posicionamento sobre o assunto dizendo que orientou desenvolvedores sobre o ECA Digital (confira mais detalhes abaixo). Além disso, a classificação indicativa de alguns dos apps foi alterada para 18 anos – processo que é gerenciado pela Coalizão Internacional de Classificação Indicativa (IARC).

É válido ressaltar que o ECA Digital proíbe aplicativos de bets para menores e plataformas do tipo que lidam com apostas com dinheiro real aparecem marcados como +18 na loja do Google. Ainda assim, existe uma linha cinza que permite apps capazes de apresentar mecânicas de apostas para crianças.

Jogos que passaram pela Lei Felca simulam Tigrinho com moeda digital e acumulam milhões de downloads

Ao pesquisar por termos como “Tigrinho” ou “Apostas” na Google Play Store, o usuário possivelmente vai cair em um aplicativo da desenvolvedora Slots Limited. Segundo a página oficial, a empresa oferece “mais de 500 jogos grátis de máquinas caça-níqueis”.

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Os aplicativos no catálogo incluem nomes como “Slots Slots: Jogo do Tigrinho” e “Golden Casino - Caça Níqueis”, que chegam a superar 5 milhões de downloads. Na terça-feira (24), todos os apps da desenvolvedora verificados pelo Voxel contavam com classificação livre e podíam ser baixados sem qualquer verificação de idade no Android e também no Windows.

A listagem dos aplicativos na Play Store aponta que os softwares contam com a exibição de anúncios e também compras no aplicativo, além do link para o site da desenvolvedora. No entanto, a Slots Limited não deixa nenhuma informação de contato disponível, o que impossibilitou o Voxel de obter um posicionamento direto da companhia.

Como funciona o Simulador de Tigrinho?

Apesar de contarem com nomes que variam entre “Tigrinho” e “Caça-Níqueis”, os aplicativos simuladores de apostas com classificação livre contam sempre com o mesmo "gameplay'. Ao baixar e abrir, o jogador é convidado a criar uma conta no app ou jogar como convidado, sem precisar inserir dados.

Em seguida, uma mensagem pomposa aparece dizendo que você ganhou milhões na moeda digital do jogo para fazer apostas. Depois disso, o gameplay segue os padrões de um caça-níquel: o jogador pode abrir diversas roletas e apostar as moedas virtuais, com a opção de rolar tudo automaticamente e apenas acompanhar os resultados finais.

Além do cassino virtual, o jogo também conta com uma aba de loja que permite comprar mais moedas digitais. O jogador também é constantemente apresentado a pop-ups de anúncios para conseguir mais bônus, como rodadas extras.

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A experiência é tão autêntica aos aplicativos de bets reais que até mesmo pessoas adultas se confundem na hora de baixar e apostar. Nas reviews de um dos simuladores de Tigrinho, alguns usuários deixaram avaliações negativas porque o aplicativo “não paga” e transforma todo dinheiro investido em moedas virtuais.

“Não façam depósitos achando que vão ganhar dinheiro”, diz uma avaliação de uma estrela. “Não há prêmio em dinheiro real, esta informação não é passada de forma clara ao usuário que se deixa levar pelo sensacionalismo e uso do cifrão do dinheiro real para representar moedas virtuais.”

“Eu baixo casino pra apostar e ganhar, aí não tem como ganhar, mas tem como perder. Não posso sacar, mas posso depositar”, diz outro usuário. “Odiei”, dando uma estrela.

Como o simulador de Tigrinho passou pela Lei Felca?

Tanto o decreto quanto o texto da lei proíbem que aplicativos de apostas sejam liberados para menores de 18 anos no Brasil. Quando o assunto são games, o ECA Digital traz regras rígidas envolvendo sistemas de comunicação online, como chats de texto e voz, e sistemas de loot boxes, que vendem itens aleatórios por dinheiro real.

Neste contexto, os simuladores de Tigrinho ficam em uma linha cinza na Play Store. O aplicativo não é uma bet, pois não permite fazer apostas que valem dinheiro real que pode ser sacado — apesar de as pessoas conseguirem gastar quantias com a moeda digital dos apps.

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Além disso, os aplicativos de simulação de cassino não contam com sistemas de chat ou loot boxes, já que todas as microtransações realizadas dentro dos apps envolvem apenas a compra de moeda digital, sem itens aleatórios. Ou seja, mesmo que os apps tenham “sabor” de bet, tudo é realizado com “dinheiro de mentirinha”, fazendo com que o ECA Digital não seja aplicado diretamente.

O que diz o Google sobre os apps que simulam cassinos?

A documentação oficial da loja Play Store traz diretrizes para desenvolvedores proibindo aplicativos de bets e cassinos para menores de idade, mas as regras sempre falam em uso de dinheiro real para apostar. Após o contato do Voxel com o Google, jogos da Slots Limited começaram a receber classificação +18 na Play Store, processo gerenciado pela IARC, mas alguns apps de simulação de Tigrinho ainda aparecem como livre para todas as idades.

O Voxel também conversou com o Google para saber mais detalhes sobre as diretrizes da Play Store e como as regras da loja se aplicam nesse tipo de caso. Em um posicionamento enviado ao veículo, a empresa explicou que está em contato com desenvolvedores para promover a adequação ao ECA Digital.

"O Google orientou recentemente os desenvolvedores sobre os novos requisitos do ECA Digital. A classificação indicativa exibida no Google Play é de responsabilidade do desenvolvedor e gerada pela Coalizão Internacional de Classificação Indicativa (IARC) — órgão que reflete os critérios do Ministério da Justiça no Brasil — a partir de um questionário autodeclaratório preenchido ao enviar o jogo", disse a companhia.

A empresa também disse que apps que violem as regras podem ser banidos da plataforma – o público também pode fazer denúncias neste site. “Caso seja identificado que um desenvolvedor forneceu respostas imprecisas no questionário para burlar o processo de classificação ou que violou as políticas do Google Play, o aplicativo estará sujeito a medidas corretivas, incluindo a remoção ou suspensão da loja”.

O impacto das apostas na mente

Mesmo quando não envolvem dinheiro real, mecânicas inspiradas em cassinos podem gerar efeitos psicológicos importantes, principalmente quando estão acessíveis a crianças e adolescentes. Segundo a psicóloga Beatriz Silvério da Rocha Paiva, docente de Psicologia na UniFacens, esse tipo de sistema costuma explorar mecanismos conhecidos da psicologia comportamental.

De acordo com a especialista, o funcionamento de jogos de aposta está ligado ao chamado reforço intermitente, um padrão em que o jogador às vezes ganha e às vezes perde. “Esse tipo de consequência é importante para a nossa tolerância às situações cotidianas que nem sempre são bem-sucedidas, porém também pode favorecer comportamentos compulsivos”, explica.

Outro fator que torna esse tipo de experiência tão envolvente é a expectativa constante pelo momento em que a aposta finalmente será recompensada. Segundo Paiva, o ciclo de tentativa e recompensa ajuda a consolidar o comportamento de continuar jogando, especialmente quando a atividade passa a funcionar como uma forma de fuga de situações desagradáveis ou responsabilidades da vida cotidiana.

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A especialista também aponta que sistemas baseados em roletas e caça-níqueis estimulam o cérebro de maneira diferente de outros jogos justamente pela imprevisibilidade do resultado. “Quando o ganho acontece, ele reforça todo o encadeamento de tentativas anteriores, fazendo com que o indivíduo aprenda a persistir e aguardar o ‘ápice’ do jogo, mesmo diante de frustrações e perdas”, afirma.

Esse tipo de mecânica pode ser ainda mais sensível quando exposta a públicos mais jovens, como é o caso dos apps com classificação livre. Segundo Paiva, crianças e adolescentes apresentam maior vulnerabilidade porque seu desenvolvimento neuropsicológico ainda está em formação, além de enfrentarem desafios emocionais e sociais típicos dessa fase da vida.

Para a psicóloga, crescer jogando simuladores de cassino também pode influenciar a forma como jovens passam a enxergar dinheiro e risco. “O ganho não está diretamente relacionado com o que o indivíduo faz, criando uma falsa ilusão de controle”, explica. “Ou seja, a pessoa não aprende que precisa fazer algo para obter aquela recompensa de forma consistente.”

Apesar disso, Paiva ressalta que não é possível afirmar com certeza que jogos desse tipo levem diretamente às apostas reais no futuro. Ainda assim, o padrão de comportamento pode servir como gatilho para práticas semelhantes. “Esse tipo de jogo estimula o indivíduo a continuar se envolvendo em um comportamento em que ele acredita ter controle, mesmo quando ganhar ou perder não depende do que ele faz”, conclui a psicóloga.

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Armas autônomas (killer robots): por que a ONU tenta regular

Nos conflitos armados atuais, como nas guerras entre Rússia e Ucrânia e nas ofensivas conjuntas de Estados Unidos e Israel contra o Irã, o uso de inteligência artificial no campo de batalha tem ganhado destaque. A tecnologia está no planejamento de ataques e em armas autônomas.

Também conhecidos como “killer robots”, os armamentos avançados incluem, principalmente, drones sem operadores humanos. Apesar das vantagens, a presença contínua desses recursos em cenários de batalha levou a Organização das Nações Unidas (ONU) a pedir a regulação e até a proibição de tais máquinas.

O que são armas autônomas

Chamados de “Lethal Autonomous Weapon Systems” (LAWS) ou “Sistemas de Armas Autônomas Letais” em tradução livre, esses dispositivos de guerra possuem capacidade de identificar e atacar alvos sem depender de controle humano. Para tanto, utilizam sensores e IA, entre outras tecnologias.

Os mecanismos integrados às armas registram e analisam dados do campo de batalha, entendendo o ambiente e diferenciando pessoas de veículos e objetos. Com base nessas informações, os sistemas automatizados selecionam alvos e tomam a decisão de atacar ou não por conta própria.

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Essa categoria é representada principalmente pelos drones autônomos. (Imagem: NiseriN/Getty Images)

Inicialmente restritos à ficção, os robôs de combate aparecem em diferentes formatos, como drones alimentados com IA, submarinos não tripulados e outros tipos de veículos autônomos. Até mesmo robôs humanoides para usos militares já foram testados.

É importante destacar que as versões mais avançadas da tecnologia bélica ainda não foram totalmente implementadas. Porém, os drones autônomos, que localizam alvos e disparam mísseis, estão entre as armas mais usadas nos conflitos recentes.

Diferença entre armas automatizadas e autônomas

Em geral, os equipamentos da guerra moderna são classificados em três categorias. Na primeira e mais básica, o sistema localiza o alvo e se prepara para o ataque, mas requer a aprovação humana explícita para o disparo.

Na intermediária, a máquina pode iniciar o ataque, mas um operador humano consegue interromper a ação. Já na terceira categoria, os killer robots operam sem depender de ordens, representando a mais avançada e controversa versão dos LAWS.

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As armas automatizadas dependem da operação humana. (Imagem: Onfokus/Getty Images)

Ou seja, a primeira e a segunda categoria são consideradas automatizadas ou automáticas, pois seguem um ciclo predefinido e exigem ativação do operador. Sistemas de defesa que lançam mísseis após a detecção e metralhadoras são exemplos disso.

Por sua vez, a última conduz operações militares complexas autonomamente, localizando e atacando alvos de maneira independente, com o auxílio da IA, como os drones kamikaze. Como a intervenção humana pode ser nula, ela alimenta debates sobre ética na guerra.

Como a inteligência artificial é usada nesses sistemas

Os robôs de combate são resultado de uma grande combinação de tecnologias, como sensores que monitoram o ambiente, sistemas LiDAR gerando mapas 3D e câmeras térmicas. Dependendo do tipo pode haver, ainda, radares para identificar movimentos.

Todos esses componentes geram uma extensa quantidade de informações para o panorama completo e em tempo real do local. Sem operadores, o processamento é feito por algoritmos de IA treinados em amplos conjuntos de dados.

A tecnologia diferencia, em milissegundos, civis de soldados, carros de equipamentos de guerra e daí por diante.

Decisões sem intervenção humana

Nos armamentos com IA, os modelos de linguagem fazem as avaliações de ameaças. Eles consideram aspectos como o perigo representado pelo alvo, as movimentações e o valor da ação, entre outros, para decidir sobre o ataque.

Depois de analisar tudo isso, em segundos, a IA decide sem qualquer intervenção humana. Além da rapidez, outro diferencial é a ausência de julgamento ético, o que representa um grande perigo, na visão dos críticos.

Riscos para civis e conflitos armados

Na guerra moderna, o uso de armas com capacidade de decidir autonomamente oferece vantagens estratégicas. No entanto, esses sistemas levantam preocupações quanto à segurança, pois assim como os bots convencionais, a tecnologia de combate também pode errar.

Se a IA alucinar durante a missão, existe a chance de confundir alvos, mirando em civis ou trocando armazéns de armas por hospitais ou escolas, lançando mísseis no prédio errado. A tragédia pode ser maior se envolver enxames de drones autônomos.

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Os enxames de drones autônomos tornam a tecnologia ainda mais poderosa. (Imagem: onurdongel/Getty Images)

Esses grupos de aeronaves atingem diversos alvos simultaneamente. Segundo a ONU, isso fere os princípios de proporcionalidade e precaução inseridos no Direito Internacional Humanitário (DHI), que limita os efeitos dos conflitos armados.

Além disso, há outro perigo a se considerar: a segurança cibernética. Caso invasores acessem sistemas controlados por adversários, poderiam reprogramar as armas, fazendo-as se voltarem contra os operadores originais.

Por que a ONU tenta regular os killer robots

Um dos principais opositores dos robôs assassinos no campo de batalha, o Secretário-Geral da ONU, António Guterres, já abordou os riscos da tecnologia em várias ocasiões. Em um relatório de 2025, ele apontou a incapacidade da IA de respeitar o princípio da distinção como um dos maiores problemas.

Conforme o chefe das Nações Unidas, a inteligência artificial é propensa a produzir resultados distorcidos ao absorver vieses. Na hora de distinguir entre civis e militares, o gênero, a raça e a idade são analisados pelos sistemas autônomos, podendo levar a decisões equivocadas.

Por isso, Guterres defende o controle humano para evitar erros e pediu a proibição das ferramentas. “Não há lugar para sistemas de armas autônomas letais em nosso mundo. Máquinas que possuem o poder e a capacidade de tirar vidas humanas sem controle humano devem ser proibidas pelo direito internacional”, declarou.

Debates internacionais sobre regulamentação

Desde meados da década passada, membros da ONU têm considerado regulamentar LAWS. Os debates acontecem no âmbito da Convenção sobre Certas Armas Convencionais (CCW), que trata da possibilidade de violação do direito humanitário.

Iniciativas como “Pacto para o Futuro” e “Stop Killer Robots” são algumas das mais recentes. Porém, as conversas ainda não avançaram, devido a dúvidas sobre o que caracteriza sistemas autônomos e como funcionaria o controle humano mais significativo.

Guterres alertou sobre a necessidade de urgência da regulamentação, diante do uso cada vez maior da tecnologia na guerra moderna. “O tempo está se esgotando para tomarmos medidas preventivas”, ressaltou.

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António Guterres é um dos maiores opositores dos armamentos com IA. (Imagem: Michael M. Santiago/GettyImages)

Desafios éticos e legais no uso de Killer robots

De acordo com a ONU, o primeiro caso de armas autônomas atacando pessoas sem envolvimento com guerras ocorreu em 2021. Na ocasião, civis se tornaram alvo de um drone sem operador humano na Líbia, incidente que acendeu, de vez, o alerta em relação aos perigos dessa tecnologia.

Em um caso como esse, quem seria o responsável pelo erro da máquina? O desenvolvedor, que criou o código do sistema, a fabricante da aeronave não tripulada ou o comando militar que decidiu implementar o mecanismo?

Nas discussões sobre a regulamentação internacional das armas que funcionam de maneira autônoma, essa é uma das dúvidas que dificultam a criação de leis rígidas. Países como Nova Zelândia e Áustria estão entre os que defendem regras rigorosas, incluindo a proibição total.

Por outro lado, EUA, China, Rússia e Israel opõem-se às restrições, argumentando que os armamentos com IA serão cruciais nos conflitos futuros.

Onde essas tecnologias já são utilizadas

Mesmo com os riscos das armas autônomas na guerra, vários países desenvolveram ou implementaram essas máquinas. O drone turco Kargu-2, que opera em modo autônomo buscando e atacando alvos, é um dos exemplos. Ele teria sido usado no conflito na Líbia, citado acima.

Também há o drone russo ZALA KYB, funcionando sem auxílio humano direto, e o israelense Harop, capaz de voar por horas aguardando para atacar. Outro destaque é o Boeing MQ-28 Ghost Bat, que atua ao lado de outras aeronaves militares e deve ser adotado pela Austrália.

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Em meio aos debates sobre ética na guerra, a tecnologia é usada nos conflitos atuais. (Imagem: Olena Bartienieva/Getty Images)

Atualmente, o conflito entre Rússia e Ucrânia se tornou o maior campo de teste da nova tecnologia bélica. Relatórios sugerem que a maioria das aeronaves não tripuladas ucranianas têm algum nível de automação, atraindo o interesse dos EUA, com as tropas russas também desenvolvendo sistemas inovadores.

Sabia que os drones autônomos podem ser úteis, ainda, para a astronomia? Descubra como eles ajudam a procurar meteoritos que caem na Terra.

© sommersby/Getty Images

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Quem é Mr. Charles de Demolidor Renascido? Conheça personagem de Matthew Lillard e sua identidade nos quadrinhos

Conhecido como o Salsicha dos filmes live-action de Scooby-Doo e como um dos assassinos da série Pânico, Matthew Lillard tem um papel de destaque na série Demolidor Renascido. Nos novos episódios do show, ele aparece como Mr. Charles, uma figura com ligações políticas muito poderosas.

Já no primeiro capítulo da série, o personagem tem um grande impacto ao livrar o Rei do Crime (Vincent D’Onofrio) de uma disputa com o procurador-geral de Nova York. E, apesar de estar ligado de alguma forma ao governo dos Estados Unidos, o personagem não necessariamente tem o bem da população da cidade de mesmo nome como sua prioridade.

Quem é o Mr. Charles de Demolidor Renascido?

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O Mr. Charles de Demolidor Renascido é uma figura muito poderosa. Imagem: Divulgação/Disney+

Logo após sua primeira aparição, o Mr. Charles de Demolidor Renascido confirma sua ligação com outra figura polêmica do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Ele trabalha diretamente para a Condessa Valentina Allegra de Fontaine (Julia Louis-Dreyfus), que passou a chefiar a CIA e substituiu Nick Fury, formando o grupo Novos Vingadores (ou Thunderbolts).

  • Mr. Charles é escolhido como o representante dela em Nova York, e tem como missão garantir que o porto da cidade vai continuar operando normalmente;
  • No entanto, ele não quer necessariamente se livrar do Rei do Crime — os dois podem inclusive acabar virando sócios de alguma forma;
  • Embora os quadrinhos da Marvel tenham um personagem conhecido como Mr. Charles, ele nunca ganhou muito destaque;
  • Nas histórias, ele apareceu em uma única edição como um dos envolvidos no transporte ilegal de drogas em navios da empresa Roxxon;
  • No entanto, o Mr. Chales original nunca teve relações com o Demolidor ou com o Rei do Crime.

Assim, enquanto o personagem de Demolidor Renascido traz algumas semelhanças com a figura dos quadrinhos, ele deve ter uma personalidade muito mais desenvolvida. Antes do show, o operador do mundo do crime só havia surgido brevemente em AAFES #15, parte de uma série publicada entre 2008 e 2013 que foi exclusiva aos membros do exército dos Estados Unidos.

Personagem de Demolidor Renascido pode ter um nome secreto

O ScreenRant especula que, diante da popularidade de Lillard e das origens um tanto desconhecidas de Mr. Charles, esse pode ser somente um nome fictício do personagem interpretado pelo ator. Assim, conforme os episódios de Demolidor Renascido avançam, ele pode revelar ser uma figura mais importante do universo do Homem sem Medo.

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O novo personagem de Demolidor Renascido pode estar usando um nome falso. Imagem: Divulgação/Disney+

Quem desconfia dessa possibilidade é Vanessa Fisk (Ayelet Zurer), que não acredita muito no que diz o novo personagem da série. Entre as verdadeiras identidades possíveis para o operador da CIA está a do Senhor Medo, cujo manto já foi assumido por várias pessoas nos quadrinhos — todas elas conhecidas por usar um gás que deixa seus alvos amedrontados.

Mr. Charles também pode ser um nome falso assumido por Henry Gyrich, que tem uma importância maior no universo Marvel. Além de ter grandes relações com os Vingadores, a Tropa Alpha e os Thunderbolts, ele também foi um grande adversário governamental aos X-Men — que devem ser centrais na próxima fase do MCU, o que faria com que Lillard voltasse com destaque em projetos futuros.

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© Divulgação/Disney+

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ECA Digital: Roblox conversa com Ministério da Justiça após receber classificação +18 no Brasil

Após o ECA Digital ser decretado na semana passada, o Diário Oficial da União publicou que títulos populares passaram a receber classificação indicativa para maiores de 18 anos no país, incluindo Roblox, um dos jogos mais populares entre o público jovem. No entanto, a empresa por trás do game já está em contato com o Ministério da Justiça para corrigir a mudança.

A alteração que tornou Roblox indicado para maiores ocorre após a entrada em vigor do chamado ECA Digital, conhecido também como “Lei Felca” nas redes sociais. A nova legislação estabelece novas regras para serviços e produtos digitais acessíveis por menores de idade. 

Entre as medidas, estão restrições a sistemas de recompensas aleatórias — conhecidos como loot boxes — e exigências mais rígidas de verificação de idade e proteção de dados, o que acabou enquadrando. Como Roblox é uma plataforma que possui múltiplos jogos, incluindo games com mecânicas de itens aleatórios pagos, a plataforma foi enquadrada pela nova lei. 

Procurada pelo Voxel, a Roblox confirmou que já está em diálogo com autoridades brasileiras sobre a nova classificação. A empresa afirma que mantém conversas com o Ministério da Justiça e que já implementou mudanças na plataforma para atender às exigências locais.

Roblox diz estar em diálogo com o governo brasileiro

Em comunicado enviado ao Voxel, a Roblox afirmou que mantém contato direto com autoridades do país para discutir a classificação indicativa da plataforma após a entrada em vigor do ECA Digital. Segundo a empresa, melhorias recentes foram implementadas especificamente para o mercado brasileiro, incluindo mudanças em sistemas de compra e ferramentas de controle parental.

“A Roblox está profundamente comprometida com a segurança. A plataforma mantém um diálogo contínuo e proativo com as autoridades brasileiras, e estamos em discussões com o Ministério da Justiça sobre a classificação etária para o Roblox", diz o comunicado enviado ao Voxel. "Já lançamos uma série de melhorias de recursos no Brasil, de acordo com os requisitos locais, incluindo novas restrições destinadas a impedir que jogadores com menos de 18 anos acessem itens aleatórios pagos.”

A companhia também destacou que ampliou as ferramentas de supervisão parental e reforçou mecanismos de verificação de idade para usuários que desejam acessar determinados recursos. No começo do ano, por exemplo, o serviço limitou o chat para menores com reconhecimento facial, o que gerou protestos de jogadores.

“Embora nenhum sistema possa ser perfeito, essas atualizações, que estão em vigor desde 17 de março, seguem mais de 145 novas melhorias de segurança lançadas pelo Roblox apenas no último ano, incluindo a introdução de verificações de idade obrigatórias que todos os jogadores devem completar para acessar os recursos de bate-papo.”

Roblox não foi o único jogo afetado pela nova classificação

Enquanto a classificação indicativa de 18 anos para Roblox viralizou, pois o jogo tem um amplo público infantil, o título não é o único afetado pelo ECA Digital. O Diário Oficial da União também indicou que outros jogos populares passaram a receber classificação indicativa +18 no Brasil, principalmente por incluírem sistemas de itens aleatórios compráveis.

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Entre os títulos mencionados no Diário Oficial da União estão:

  • EA Sports FC 26
  • Roblox
  • NBA 2K26
  • MLB The Show 25
  • MLB The Show 26
  • WWE 2K26

Além dos jogos da lista, outros títulos populares também mudaram sua classificação indicativa para ficarem dentro da lei. Até mesmo a Nintendo subiu a idade recomendada de alguns de seus jogos, como Mario Kart Tour e Pokémon TCG Pocket, que possuem mecânicas de itens aleatórios pagos.

Na prática, essas mecânicas permitem que jogadores paguem por pacotes ou recompensas sem saber exatamente qual item receberão. Esse tipo de sistema passou a ser interpretado pela nova legislação como uma dinâmica semelhante a jogos de azar quando envolve dinheiro real.

EA FC 26 também passará por mudanças no Brasil

Outras empresas já começaram a anunciar adaptações para continuar operando no país. A Electronic Arts confirmou que EA Sports FC 26 terá mudanças específicas para cumprir as novas regras do ECA Digital, já que o modo Ultimate Team possui mecânicas classificadas como loot boxes.

Em comunicado publicado no site oficial, a companhia explicou que atualizações serão implementadas gradualmente. Segundo a publisher, alguns recursos do jogo podem ser modificados à medida que a empresa ajusta seus serviços à legislação brasileira.

O que diz a nova lei conhecida como ECA Digital

O ECA Digital estabelece regras para produtos e serviços de tecnologia acessíveis a crianças e adolescentes no Brasil. A legislação determina que plataformas digitais adotem mecanismos de proteção, verificação de idade e ferramentas de supervisão parental.

Entre as mudanças mais relevantes para a indústria de games está a restrição às caixas de recompensa em títulos voltados ou acessíveis ao público jovem. A lei define esse sistema como funcionalidades que permitem adquirir itens virtuais aleatórios mediante pagamento, sem conhecimento prévio do conteúdo.

Caso as empresas descumpram as regras, a legislação prevê penalidades que podem incluir multas de até 10% do faturamento no Brasil ou até R$ 50 milhões por infração, além de outras sanções administrativas. Por causa disso, vários jogos adotaram a classificação indicativa de 18 anos enquanto se adaptam para a nova lei brasileira.

E aí, qual a sua opinião sobre o assunto? Comente nas redes sociais do Voxel e TecMundo.

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Como ter pets em Crimson Desert e comprar roupas para cães e gatos

Crimson Desert já está disponível para PC e consoles e conta com um sistema de pets que acompanham o protagonista durante a jornada pelo mundo de Pywel. Além de companhia, esses animais também oferecem utilidade prática, como coletar itens após combates.

Cães e gatos podem ser encontrados ao longo da exploração e, ao ganharem confiança, passam a seguir o jogador. O sistema envolve interações simples e progressivas, incentivando o cuidado com os pequeninos ao longo da campanha.

Apesar de não participarem diretamente das batalhas, os mascotes desempenham funções importantes no dia a dia e se tornam aliados bastante úteis durante a progressão no vasto mapa do jogo.

Como conseguir pets em Crimson Desert?

Para recrutar pets em Crimson Desert, os jogadores precisam conquistar a confiança de animais encontrados pelo mapa. Isso pode ser feito principalmente por meio de interações diretas, como carinho.

No caso dos cães, basta se aproximar e pressionar o botão indicado para acariciá-los e aumentar gradualmente o nível de confiança. O processo pode ser repetido diariamente, respeitando um limite de ganho por interação.

Já os gatos exigem um passo adicional: é necessário primeiro carregá-los no colo e, em seguida, realizar o carinho. Esse comportamento reflete a natureza mais arisca dos felinos dentro do jogo.

Ao longo do tempo, essas interações constroem o vínculo necessário para transformar o animal em um companheiro permanente durante as árduas batalhas por Pywel.

Como conseguir a confiança dos pets em Crimson Desert?

Além do carinho, a confiança dos animais também pode ser aumentada com alimentação — quem diria, não? Para isso, o jogador deve acessar o inventário e soltar comida no chão para atrair os pets.

Cães respondem melhor à carne, recebendo um aumento significativo de confiança ao consumir esse tipo de alimento. Isso torna o processo mais rápido em comparação com outros métodos.

Já os gatos, por outro lado, possuem preferências mais específicas. Eles aceitam apenas carne de aves, peixe e leite, e cada alimento concede um ganho menor de confiança.

Lembrando que é importante ter atenção ao ambiente — já que outros NPCs ou animais podem consumir a comida deixada no chão antes do pet desejado.

Como invocar os mascotes para o combate?

Quando o nível de confiança de um animal atinge +100, ele pode ser oficialmente adotado como pet. A partir desse momento, passa a integrar o inventário do jogador.

Para invocá-lo, basta acessar a aba de mascotes e selecionar o animal desejado. Apenas um pet pode estar ativo por vez, embora seja possível acumular vários ao longo da campanha.

Durante o combate, os mascotes não atacam inimigos, mas circulam pelo campo de batalha coletando itens deixados pelos adversários derrotados — algo bem parecido com o sistema de pets de Diablo, por exemplo. Como não há filtros de saque, eles podem recolher itens de baixo valor, então preste bastante atenção ao gerenciamento do seu inventário.

Onde conseguir boas armaduras para os pets?

Por fim, vale lembrar que até os pets podem usar roupas e armaduras. Elas podem ser adquiridas em lojas específicas espalhadas pelo mundo do jogo. Esses itens são cosméticos e incluem chapéus, trajes e equipamentos variados.

Uma das principais localizações é a Vila Pororin, onde há uma alfaiataria especializada nos pequeninos. No entanto, o acesso ao local exige completar uma sequência de missões para liberar a entrada.

Você precisa tentar entrar três vezes para ativar a seguinte sequência de missões: Vila Inacessível e Acesso Autorizado. Após concluir ambas as missões, você poderá entrar na Vila Poporin. A loja de animais está localizada no ponto indicado no mapa acima.

Já outra opção fica na região de Demeniss, com vendedores que oferecem uma seleção mais sofisticada e limitada de itens para a personalização dos animais. A localização está demarcada no círculo vermelho do mapa acima!

Os equipamentos podem ser comprados com moeda do jogo e permitem customizar visualmente cães e gatos, ampliando as opções de personalização.

E você, já está jogando Crimson Desert? Conseguiu recrutar algum pet na sua jornada? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Dubladoras de Max e Chloe se emocionam ao falar de retorno em Life is Strange Reunion

O retorno de Max Caulfield e Chloe Price em Life is Strange: Reunion marca mais do que um novo capítulo da série — representa também uma despedida emocional para as atrizes que deram voz às personagens ao longo dos anos. Em entrevista ao Voxel, Hannah Telle e Rhianna DeVries falaram sobre a experiência de voltar a esses papéis tão marcantes e concluir uma jornada que atravessou quase uma década.

A nova história continua os eventos do divisivo Double Exposure, sequência do primeiro Life Is Strange e de Life Is Strange: Before the Storm. Agora adultas, Max e Chloe enfrentam novos desafios enquanto tentam lidar com traumas do passado e com um incêndio iminente que ameaça destruir a Universidade Caledon.

Para as duas atrizes, a experiência de revisitar essas personagens foi intensa e profundamente pessoal. Ao mesmo tempo em que o retorno trouxe alegria e nostalgia, também reforçou a sensação de que esse capítulo final representa uma despedida definitiva de personagens que marcaram suas vidas.

O retorno inesperado de Max Caulfield

Para Hannah Telle, voltar a interpretar Max foi algo que aconteceu de forma totalmente inesperada. Segundo a atriz, ela nem sequer estava mais trabalhando com atuação quando recebeu a oportunidade de retornar em Double Exposure.

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Hannah Telle e Rhianna DeVries, dubladoras de Max e Chloe. Imagem: Square Enix.

“Foi uma bênção incrível. Eu nem estava mais atuando na época — estava estudando neurociência — então ter a chance de voltar a interpretar a Max surgiu completamente do nada”, contou. “Foi uma enorme surpresa.”

A atriz explica que retomar a personagem acabou mudando completamente o rumo de sua vida. “Isso mudou totalmente a trajetória da minha vida e me trouxe de volta a quem eu sou como pessoa, que é uma atriz.”

Uma conexão emocional profunda com a personagem

Ao longo dos anos, Hannah Telle percebeu que sua relação com Max ficou ainda mais forte. Segundo ela, interpretar a protagonista de Life Is Strange sempre envolveu elementos muito pessoais, desde traumas até alegrias.

“Enquanto interpreto a Max, continuo descobrindo mais sobre mim mesma e percebendo paralelos entre o mundo dela e o meu”, explicou. “Quase todos os aspectos da personalidade dela vêm de experiências que também são minhas.”

Max retorna com novos traumas e desafios em Life is Strange Reunion.

A atriz também revelou que usar suas próprias vivências emocionais ajudou a dar profundidade à personagem. “Quando interpretei a Max, usei muito do meu próprio trauma pessoal para alimentar a performance.”

A evolução emocional de Max

Em Reunion, Max aparece mais madura e confiante após os eventos anteriores da série. Mesmo assim, a personagem continua lidando com ansiedade, introspecção e o peso de decisões que podem alterar vidas.

Segundo Hannah, a evolução da personagem foi um dos aspectos mais interessantes de explorar na nova história. “A Max teve que aprender a lidar com a ansiedade e com suas particularidades à medida que foi crescendo.”

A atriz também destacou que a responsabilidade de seus poderes continua sendo um fardo enorme. “Ela sabe que tem a habilidade de salvar pessoas se intervier, e isso significa que precisa superar sua ansiedade para se tornar a heroína que precisa ser.”

Chloe Price retorna com intensidade

Para Rhianna DeVries, o retorno de Chloe também foi totalmente inesperado. Após Life Is Strange: Before the Storm, a atriz acreditava que nunca mais teria a chance de interpretar a personagem.

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Chloe está de volta em Life is Strange Reunion.

“Foi uma alegria absoluta e uma honra — e completamente inesperado”, afirmou. “Quando recebi a ligação no ano passado para voltar em Reunion, foi a maior emoção e surpresa possível.”

Segundo ela, a personagem sempre teve um significado especial em sua carreira. “Essa personagem significa muito para mim, e eu fiquei simplesmente emocionada por ter a chance de interpretá-la novamente.”

A vulnerabilidade por trás da atitude punk

Conhecida por seu sarcasmo e atitude rebelde, Chloe sempre foi uma das personagens mais intensas da série. Para Rhianna, no entanto, essa personalidade forte nasce justamente da vulnerabilidade da personagem.

“Na verdade, eu acho que a Chloe é pura vulnerabilidade”, explicou. “A atitude punk e o sarcasmo são sintomas disso — são expressões do que está por baixo.” A atriz afirma que essa intensidade emocional é o que torna Chloe tão humana. 

“No fundo, ela é só uma bola de intensidade que pode se manifestar como sarcasmo, humor, nerdice ou até constrangimento.”

“De certa forma, parece que a Chloe e eu crescemos juntas”, diz Rhianna DeVries.

Um dos aspectos mais curiosos do retorno da personagem é que Rhianna DeVries percebeu ao longo dos anos que sua própria vida se conectou de diversas formas com a trajetória de Chloe.

Quando interpretou a personagem pela primeira vez, ela tinha cerca de 18 anos — praticamente a mesma idade da Chloe em Life Is Strange: Before the Storm. Agora, ambas estão na faixa dos 30 anos.

“Voltar para ela em diferentes fases da vida foi muito formativo para mim”, contou a atriz. “De certa forma, parece que a Chloe e eu crescemos juntas.”

A pressão de interpretar personagens tão amados

Interpretar personagens tão queridos pelos fãs também trouxe uma grande responsabilidade para as duas atrizes. Tanto Hannah quanto Rhianna afirmam que sempre sentiram o peso dessa expectativa.

“Há uma pressão enorme”, disse Hannah Telle. “Passamos anos trabalhando nesses jogos em completo segredo e carregando todo o peso emocional da história.” Mesmo assim, ela destaca que essa pressão vem de um lugar positivo. “É uma pressão que vem do amor que as pessoas têm por esses personagens.”

Rhianna também lembra que com a pressão, também vem o amor dos fãs.  “Uma vez alguém me disse que a Chloe ajudou essa pessoa a entender sua identidade de gênero e aceitar sua própria sexualidade.” A atriz revelou que a experiência foi profundamente emocionante. “Depois de ouvir isso, eu fui para o carro e comecei a chorar.”

Um adeus difícil para Max e Chloe

Com o peso de dar vida a personagens tão importantes, chegar ao final das gravações de Life is Strange: Reunion foi um momento especialmente difícil para as duas atrizes. Afinal, interpretar personagens com tanto peso emocional não é uma tarefa simples.

“Foi devastador”, admitiu Rhianna DeVries. “Cada vez que achei que estava me despedindo da Chloe, precisei passar por um pequeno luto.”

Hannah Telle compartilha o mesmo sentimento. “Deixar a Max ir foi extremamente difícil. Saber que eu já tinha feito tudo que podia com a personagem e que a jornada realmente estava terminando foi agridoce.”

Ainda assim, ambas as atrizes ficaram gratas com o retorno e a amizade que construíram graças aos games de Life is Strange. Em um momento emocionante, as estrelas mostraram que são tão unidas quanto Max e Chloe na vida real.

“Foi um presente poder fazer isso contracenando com a Hannah Telle. Eu preciso dizer: foi muito especial poder compartilhar essa experiência com essa alma tão incrível”, disse Rhianna.

Hannah aproveitou o momento para revelar um segredo dos bastidores de Double Exposure: a atriz que faz Chloe ajudou na audição inicial. “Quando fui fazer o teste para interpretar a Max em Double Exposure, eu estava muito nervosa e cheia de pensamentos, preocupada com a possibilidade de não conseguir o papel e imaginando o quanto ficaria devastada se isso acontecesse”, conta a atriz.

 “Então eles chamaram a Rhianna para ler as cenas comigo nas duas audições. Ela foi extremamente acolhedora, generosa e me ajudou muito a me acalmar. Ela me fez sentir muito querida e importante”, completou Hannah.

Um final emocionante para a saga

Apesar da despedida, as duas atrizes esperam que o novo jogo ofereça um encerramento significativo para a história de Max e Chloe. Em Reunion, as personagens enfrentam um incêndio que ameaça destruir a Universidade Caledon, forçando decisões difíceis que podem mudar seus destinos para sempre.

Para Hannah Telle, a principal esperança é que os jogadores sintam que a jornada valeu a pena. “Espero que as pessoas sintam uma sensação de conclusão e alegria por passar mais tempo com esses personagens.”

Com legendas em português brasileiro, Life is Strange Reunion chega em 26 de março no PC, PS5 e Xbox  Series S e X. 

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Especial do Justiceiro na Disney+ ganha pôster e data! Saiba tudo sobre a nova série

Após aparecer em várias séries da Netflix, em Demolidor Renascido e no trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia, o Justiceiro de John Bernthal vai ganhar em breve uma história focada totalmente nele. Nesta terça-feira (24), a Disney+ divulgou o primeiro poster oficial de The Punisher: One Last Kill, que não vai demorar a chegar ao streaming.

Conforme a própria empresa já adiantou, a nova história vai mostrar o que acontece com o personagem após os eventos de Demolidor Renascido. No show, que acaba de voltar para sua segunda temporada, o vigilante faz parte de um grupo que tem como objetivo tirar o Rei do Crime do comando de Nova York.

O que esperar do novo especial do Justiceiro?

Dirigido por Reinaldo Marcus Green, o especial One Last Kill começou a ser desenvolvido durante as gravações da primeira parte de Demolidor Renascido. Ele vai ser o terceiro capítulo do selo “Marvel Studios Special Presentations”, que já foi usado anteriormente em ‘Lobisomem na Noite’ e no Especial de Natal dos Guardiões da Galáxia’’.

  • As produções que se encaixam na categoria costumam ter uma hora de duração e brincam tanto com formatos visuais quanto narrativos;
  • Escrito em parceria entre Marcus Green e Bernthal, o especial do Justiceiro deve explorar temas como dor, vingança e justiça;
  • Além do protagonista, a Disney+ já confirmou a presença de Jason R. Moore como Curtis Hoyle na história;
  • Um amigo próximo de Frank Castle/Justiceiro, o personagem é conhecido por ter formado um grupo de terapia após perder parte de uma perna em combate;
  • Roe Rancell (Dennis) e Mila Jaymes (Charli) também já foram confirmados em One Last Kill;
  • A história deve ter como grande vilã a personagem Ma Gnucci, líder de uma das maiores famílias mafiosas de Nova York. No entanto, a Disney+ ainda não confirmou quem vai interpretar a personagem.

Segundo a sinopse oficial divulgada pela Disney+, One Last Kill vai acompanhar um momento da vida de Frank Castle no qual ele busca por um propósito que vá além de seu desejo de vingança. No entanto, o vigilante vai ser forçado a voltar para a ação diante do surgimento de uma força inesperada.

Quando Justiceiro: One Last Kill vai ser lançado?

Além de ter divulgado o primeiro pôster de Justiceiro: One Last Kill, a Disney+ também confirmou sua data de estreia. O especial vai chegar ao catálogo do streaming no dia 12 de maio deste ano, mesmo dia em que a temporada 2 de Demolidor: Renascido vai chegar a seu oitavo e último episódio.

Assim, aumentam as expectativas de que as duas obras vão ter grandes conexões e a trama protagonizada por Jon Bernthal vai ser uma continuação da narrativa estrelada pelo Homem sem Medo. O personagem protagonista do especial é conhecido pelos métodos brutais e por não ter qualquer receio de matar seus alvos.

Um ex-membro do exército norte-americano, o Justiceiro assume essa identidade após sua família ser morta pela máfia — de quem ele jura se vingar. Isso o coloca em rota de colisão com alguns dos principais vilões da Marvel, bem como com alguns de seus heróis que não aprovam seus métodos radicais de atuação.

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© Divulgação/Disney+

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Samsung lança Exynos 1680, o processador do Galaxy A57 com GPU da AMD

A fabricante sul-coreana Samsung apresentou um novo processador para dispositivos móveis. O chip é o Exynos 1680, que será utilizado em smartphones intermediários como o futuro Galaxy A57.

Segundo a companhia, apesar de destinado para aparelhos menos potentes, o processador é voltado para um desempenho otimizado em recursos de inteligência artificial (IA) e reprodução de gráficos mais avançados do que a categoria normalmente apresenta.

O chip octa-core tem arquitetura de fabricação de 4 nm (nanômetros) e suporte para os padrões de conexão sem fio Wi-Fi 6E e Bluetooth 6.1, além do uso de RAM padrão LPDDR5X e armazenamento interno UFS 4.1. Essas são orientações que determinam as próprias características dos celulares que terão o chip.

Conheça o Exynos 1680

  • Em termos de estrutura, o Exynos 1680 tem uma arquitetura "tri-cluster", formada por um núcleo Cortex-A720 de 2,9 GHz, quatro núcleos Cortex-A720 de 2,6 GHz e três núcleos Cortex-A520 de 1,95 GHz. Essa configuração permite inclusive multitarefa com vários aplicativos rodando em segundo plano sem comprometer tanto a performance;
  • Já a placa gráfica é a GPU Xclipse 550, baseada na arquitetura RDNA 3 da AMD. Ela promete "visuais de alta fidelidade e movimentação fluida" para você jogar até títulos mais pesados no dispositivo, com resultados 16% melhores do que a geração anterior;
  • No campo da IA, o processamento neural dele é considerado avançado e realiza 19,6 TOPS (trilhões de operações por segundo), permitindo até que você faça atividades em um modelo de linguagem rodando localmente — ou seja, dentro do dispositivo, sem depender da nuvem;
  • Para câmeras, ele tem suporte para sensores de câmera de até 200 MP, além de permitir recursos como tecnologias de melhoria de contraste e detalhamento de imagem, mesmo em condições de baixa luminosidade.

O Galaxy A57 e outro intermediário da marca, o Galaxy A37, já vazaram anteriormente e devem ser confirmados pela companhia ainda neste mês. Confira aqui um vídeo hands-on que antecipa o visual e alguns dos recursos desses smartphones.

© Samsung

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Inteligência Artificial Geral: o que significa o conceito citado pelo CEO da Nvidia?

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, explicou durante uma entrevista que talvez a indústria tenha atingido o status de Inteligência Artificial Geral (AGI). A fala aconteceu durante uma entrevista do mandatário ao podcast de Lex Friedman, que disse que “acredita que tenhamos alcançado a AGI”.

O próprio Friedman teria descrito a AGI como um tipo de ferramenta que “essencialmente faz o seu trabalho”, citando o papel de Huang como um CEO. Em outros termos, essa tecnologia seria uma ferramenta de IA que pode até gerar uma marca de tecnologia e administrá-la com sucesso.

Sem muita hesitação, após Friedman questionar se levariam cinco ou 20 anos até alcançarmos a AGI, Huang explica que talvez já tenhamos feito isso. O diretor executivo da gigante exemplifica que essa IA autônoma “poderia criar um serviço para web, algum pequeno aplicativo interessante que de repente seria usado por bilhões de pessoas por 50 centavos e depois desaparece”.

Huang continua e diz que não ficaria surpreso de que uma IA criasse um tipo de influencer digital fofo, parecido com um Tamagotchi e tornasse isso um sucesso instantâneo. “Várias pessoas iriam usar isso por alguns meses e depois o efeito acaba desaparecendo com o tempo”, explica Jensen Huang.

Fala de Huang é exagerada?

A grande questão a respeito da fala de Huang é que as definições da Inteligência Artificial Geral podem variar muito e são suscetíveis a várias interpretações. Companhias como o Google e a Amazon concordam que essa seria uma tecnologia capaz de realizar qualquer tipo de tarefa que o intelecto humano também conseguiria fazer.

  • Mesmo com uma fala empolgante assim, a declaração de Huang pareceu um tanto quanto oportunista para alguns;
  • O CEO também destacou a utilização massiva de softwares como o OpenClaw, em que o próprio já citou como um “novo ChatGPT”;
  • Apesar da empolgação, o próprio diretor executivo indicou que a chance desses agentes de IA construírem a Nvidia é de zero por cento;
  • Um relatório chamado “AI 2027” indica que uma superinteligência artificial poderia estar disponível até o final de 2027;
  • Especialistas da organização responsável entendem que a tecnologia avançará ao ponto de ultrapassar as capacidades humanas;
  • Outros CEOs do mundo tech, como o chefão da OpenAI, acredita que esse tipo de tecnologia conseguirá até mesmo a aumentar a taxa de natalidade global;
  • Ex-desenvolvedores do Google creem que a ascensão dessas tecnologias irá substituir até mesmo os diretores de muitas empresas no futuro.

Se a declaração de Jensen Huang está certa ou errada, somente o tempo vai dizer. No entanto, com as informações disponíveis hoje, parece improvável que a atual inteligência artificial já tenha conseguido ultrapassar as capacidades humanas para algumas tarefas, a menos que algum anúncio bombástico ocorra nos próximos meses.

No início do ano, Huang já enfatizou que ataques contra a inteligência artificial podem prejudicar o desenvolvimento desse setor. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Kevin Dietsch/GettyImages

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Professor brasileiro usa Assassin's Creed em sala de aula e é celebrado pela Ubisoft

O vídeo de um professor usando o jogo Assassin`s Creed Syndicate para auxiliar no aprendizado em sala de aula, que viralizou nas redes sociais nos últimos dias, também chegou à Ubisoft. A empresa celebrou o método adotado pelo educador.

"Um mentor com seu próximo grupo de iniciados", escreveu a produtora no perfil oficial do game no X, nesta segunda-feira (23). A postagem foi acompanhada do vídeo que exibe o professor brasileiro, Wesley Bernardo, rodando o título em um PlayStation 5 na escola.

Aula sobre Revolução Industrial com Assassin`s Creed

No vídeo viral, o docente aproveita cenas do game para ilustrar a aula sobre a Revolução Industrial, processo marcado por grandes transformações tecnológicas, econômicas e sociais iniciado no século XVIII, na Inglaterra. O novo modo de produção se consolidou nos dois séculos seguintes.

  • "Usando o jogo Assassin's Creed Syndicate no 8º ano do ensino fundamental, para mostrar como eram as vivências dos trabalhadores dentro das indústria no século XIX", escreveu Wesley, em seu perfil no Instagram;
  • Segurando o controle do PS5, o professor aborda o uso do carvão como fonte de energia para as máquinas da época, movimentando o personagem pelos cenários;
  • Também são mostradas as máquinas a vapor e o ambiente insalubre em que elas funcionavam;
  • Em seguida, ele fala sobre os riscos aos quais eram expostos os operários que trabalhavam naquele tipo de serviço.

Nas imagens é possível notar, ainda, que os alunos se mostram bastante atentos à aula, sugerindo que o método adotado funcionou bem para as aulas de História. Já nas redes sociais, o vídeo recebeu inúmeros elogios.

"Parabéns pela iniciativa!", "Ter aula com esse professor deve ser muito brabo" e "Genial! Com certeza, os alunos nunca mais irão se esquecer dessa aula" são alguns dos comentários. Também há sugestões de outros jogos para usar nas aulas e muitas pessoas pedindo iniciativas semelhantes em suas escolas.

Cenários perfeitos para o aprendizado

Os jogos da franquia Assassin`s Creed são desenvolvidos pela Ubisoft com base em períodos reais, o que torna a série uma boa opção para enriquecer as aulas. No caso de Syndicate, lançado em 2015, a cidade de Londres em 1868 é o cenário.

Fábricas funcionando, ferramentas, roupas, rotinas e contrastes sociais da época são alguns dos elementos que aparecem na trama, inserida em meio ao contexto do período inicial da industrialização. Por causa dessas características, muitos professores costumam aproveitar o game no aprendizado.

Sabia que a franquia também inspirou a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024? Relembre o assunto nesta matéria do Voxel.

© Instagram/Wesley Ribeiro/Reprodução

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Estrela de Reacher, Alan Ritchson é filmado agredindo vizinho

Conhecido como o protagonista da série Reacher, da Prime Video, e do filme Máquina de Guerra, da Netflix, o ator Alan Ritchson se envolveu em uma grande polêmica no último final de semana. Gravações obtidas e divulgadas pelo TMZ mostram o que parece ser o ator agredindo um vizinho após uma discussão.

Segundo a pessoa agredida, que se identifica como Ronnie Taylor, a discordância que resultou em agressão aconteceu no último domingo (22). Ele afirma que foi atacado após reclamar do barulho que Ritchson e seus dois filhos estavam fazendo ao andar de moto pela vizinhança.

Entenda o episódio de agressão envolvendo o ator de Reacher

Taylor também explicou que a agressão aconteceu no segundo encontro que teve com o ator protagonista de Reacher. Segundo ele, as primeiras reclamações sobre o barulho provocado pelos veículos foram feitas no sábado (21), resultando em uma discussão que terminou em trocas de ofensas.

  • O vizinho agredido afirma que, no primeiro episódio, Ritchson estava andando sozinho pela vizinhança;
  • Taylor declarou que recebeu um soco desferido pelo ator e foi chutado várias vezes;
  • Ele afirma que o ator o atingiu pelo menos quatro vezes, antes de pegar sua motocicleta caída e deixar a cena;
  • Taylor chamou as forças policiais, afirmando que Ritchson fugiu da cena antes que eles pudessem chegar, mas que diversos vizinhos foram testemunhas da agressão.

Segundo as autoridades consultadas pelo TMZ, o episódio gravado pelos vizinhos do ator deve resultar em uma investigação criminal. No entanto, até o momento nenhuma prisão ou indiciamento foram realizados. A estrela de Reacher também não fez qualquer pronunciamento público sobre as acusações.

Astro de Reacher teria sido provocado, afirmam fontes

Enquanto o próprio Ritchson não comentou o caso, fontes ligadas a ele afirmam que o ator só reagiu a provocações. Segundo elas, Taylor foi quem escalou a situação e teria empurrado o ator, resultando na sua queda junto com à sua moto — que aparece caída na rua no vídeo divulgado pelo TMZ.

As fontes do site afirmam que o vizinho do astro de Reacher também o teria xingado e feito várias provocações, estimulando que ele o agredisse. Elas também afirmam que o ator tentou sair do local, mas, diante de uma nova provocação, perdeu de vez a paciência. 

Em suas redes sociais, Ritchson confirmou que está de volta ao Tennesse, onde mora com sua família, e em vídeos recentes tem reclamado dos efeitos deixados pelo jet lag após passar semanas gravando na Austrália. No entanto, nenhum comentário sobre o incidente foi feito por ele até o momento.

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© Divulgação/Prime Video

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Diretores da Motorola dizem que Signature tem 'melhor custo-benefício’ que rivais

A Motorola está empolgada com o lançamento do Motorola Signature, novo smartphone premium da companhia. A ideia da marca é, com esse modelo, provar que ela é uma alternativa viável aos atuais nomes dominantes do mercado de celulares: Apple e Samsung.

Em 9 de março, durante o evento de lançamento do aparelho, que contou com a presença do TecMundo, o presidente da Motorola no Brasil, Rodrigo Vidigal, até comparou diretamente as três opções.

"Quando a gente compara com os produtos premium da concorrência, no top de linha, o nosso tem o melhor custo-benefício disparado", diz. O executivo cita especificamente não só a "proposta de valor muito competitiva em preço", mas também o que é oferecido em experiência de câmera, design e desempenho combinados.

Segundo o presidente, a divulgação do modelo será intensa por essa aposta no segmento premium, inclusive por parte das parcerias comerciais

Apesar da confiança, outro executivo da fabricante reconhece que é difícil convencer o consumidor a trocar de marca, em especial se ele já conhece há muito tempo os modelos Galaxy S ou iPhone.

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O Signature na cor verde. (Imagem: Divulgação/Motorola)

"Acho que também tem gente que quer pagar o dobro para ter uma experiência parecida. Tem gente que realmente compra na inércia. Não é fácil quebrar essa inércia?", argumentou o presidente global da Motorola Mobility, o brasileiro Sergio Buniac. No Brasil, o Motorola Signature foi lançado pelo preço sugerido de R$ 8.999.

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Os destaques do Motorola Signature

Para tentar mudar o cenário, a aposta da Motorola é em mostrar que agora há uma terceira opção em jogo. "A gente entende que vai, no mínimo, colocar uma pulga atrás da orelha do consumidor. É isso que a gente quer: que ele compare, que ele entenda que ele tem uma terceira opção agora. E que ele tome a decisão que ele achar melhor", argumenta Vidigal.

  • O Signature tem design ultrafino (6,99 mm de espessura), fora a construção de metal aeronáutico;
  • As câmeras potentes incluem quatro sensores de 50 MP, inclusive a lente para selfies e a telefoto com 3x de zoom óptico;
  • A bateria de silício-carbono tem 5.200 mAh e carregamento com fio Turbo Power de 90 W ou sem fio de 50 W;
  • Ele ainda vem com promessa de 7 anos de atualização do sistema operacional Android, o maior período de assistência da Motorola até hoje.

Fora a calibragem de tela com validação da Pantone, a aliança envolve ainda uma curadoria para escolher as cores dos celulares — isso em um mercado já acostumado com modelos nos mesmos tons. Neste caso, a novidade é o Verde Oliva, enquanto a família Motorola Edge costuma ser a que mais ousa em variação.

"A gente acha esses elementos importantes. Não que a gente tenha a mesma cor que uma marca, mas que a gente traga essa ideia de, poxa, é um pouco da surpresa, um pouco da ideia que você está comprando uma coisa nova", explica Buniac.

Confira os principais lançamentos da Motorola no site oficial da marca: 

Quer saber o que o TecMundo achou do Motorola Signature? Confira o nosso review completo e em vídeo!

© Motorola

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O que aconteceu com Simon Baker, de O Mentalista? Veja como ele está hoje em dia

Produzida entre 2008 e 2015 pela CBS, O Mentalista é uma série de grande sucesso que está sendo descoberta por uma nova geração de fãs. Muito disso se deve à sua inclusão recente no catálogo da Netflix, streaming no qual a produção completa está disponível desde o início de março deste ano.

Criado por Bruno Heller, o show com sete temporadas deve boa parte de sua fama à escolha do protagonista Patrick Jane, interpretado por Simon Baker. Como um consultor independente, ele ajuda as forças do California Bureau of Investigation (CBI) com sua capacidade de “ler as mentes” de criminosos.

Como começou a carreira de Simon Baker?

Filho de um mecânico e de uma professora de ensino médio, Simon Baker nasceu em 1969 na Tasmânia. Depois de seus pais se mudarem para a Nova Guiné e passarem por um divórcio, ele passou parte da infância na Austrália, antes de se mudar para o País de Galês. Sua carreira começou por acidente quando, ao acompanhar um amigo, foi chamado e escolhido para ser a estrela de um comercial.

  • Antes de se envolver com Hollywood, Baker participou de produções australianas como E Street (1992), Home and Away (1993) e Hearthbreak High (1996);
  • Já em 1997 ele se mudou para Los Angeles e conseguiu um pequeno papel em L.A. Confidential;
  • Antes de se envolver com O Mentalista, ele foi o advogado Nick Fallin nas três temporadas de The Guardian (disponíveis atualmente na Paramount+);
  • Ele também apareceu em longas como Planeta Vermelho, Terra dos Mortos e O Diabo Veste Prata, geralmente em papéis secundários.
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A carreira de Simon Baker começou por acidente. Imagem: Divulgação/CBS

Apesar de ter participado de vários projetos, foi realmente em O Mentalista que Simon Barker mostrou seu potencial. Ele entrega uma atuação bastante convincente como um ex-golpista que decide usar suas habilidades para enganar pessoas como uma forma de auxiliar as forças da lei. No entanto, ele revela a poucos seus verdadeiros motivos: encontrar e deter o assassino serial que matou sua família.

Por onde anda Simon Barker após o fim de O Mentalista?

Apesar de O Mentalista ter sido o maior sucesso da carreira do ator, ele não deixou se definir pela série. Desde que ela acabou, o artista se envolveu em vários projetos de séries e filmes, que não necessariamente chegam ao público brasileiro. Isso porque Barker decidiu voltar às suas raízes e trabalhou com muitas produções australianas nos últimos anos — uma forma de fugir dos holofotes da fama, com os quais o ator nunca ficou muito confortável.

Entre seus projetos mais recentes estão o filme “Breath” (2017), no qual trabalhou como ator principal e diretor. Ele também foi o produtor-executivo de “High Ground” e “Limbo”, produções australianas que não tiveram o mesmo alcance de seus projetos em Hollywood.

No entanto, isso não significa que Baker abandonou projetos mais ambiciosos. Ainda em 2026, ele vai estar presente no elenco de Klara and the Sun, filme produzido pela Sony Pictures Releasing e dirigido por Taika Waititi que tem nomes como Jenna Ortega, Amy Adams e Natasha Lyone em seu elenco.

Uma figura ativa nas redes sociais, o artista mantém um perfil com pouco mais de 645 mil seguidores no Instagram. Suas últimas publicações têm se focado em promover o thriller forense Scarpetta que estreou na Amazon Prime Video no dia 11 de março e também traz Nicole Kidman e Jamie Lee Curtis como parte de sua trama.

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© Divulgação/CBS

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Funko lança coleção inspirada no Live Action de One Piece; confira Luffy, Zoro, Nami e mais

A saga One Piece conquistou milhões de fãs ao redor do mundo ao longo dos anos, seja pelos mangás, animes ou, mais recentemente, pelo live action produzido pela Netflix. A adaptação trouxe uma nova forma de viver as aventuras dos Chapéus de Palha e ganhou ainda mais destaque com sua segunda temporada, que vem dando o que falar ao introduzir personagens muito amados como Tony Tony Chopper e Nico Robin.

Para celebrar esse sucesso entre fãs antigos e novos, a Funko lançou uma coleção especial de Funko Pop! inspirada no live action, trazendo versões estilizadas dos personagens mais queridos, uma ótima oportunidade para quem quer levar um pedaço dessa aventura para a estante.

Funkos Pop! de One Piece trazem o live action para sua coleção

A nova linha de colecionáveis apresenta personagens icônicos como Monkey D. Luffy, Roronoa Zoro e Nami em versões inspiradas diretamente no visual do live action. Com detalhes marcantes e o estilo clássico da linha Pop!, os bonecos são ideais tanto para fãs da série quanto para colecionadores.

Confira a nova coleção de Funkos Pop! a seguir:

Funko Pop! Monkey D. Luffy #1878

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Funko Pop! Monkey D. Luffy #1878

Monkey D. Luffy é aquele capitão que conquista todo mundo com seu jeito leve e determinado, sempre correndo atrás do sonho de virar o Rei dos Piratas e colocando os amigos sempre acima de tudo. Com seu visual icônico, não é à toa que o Funko Pop dele inspirado no Live Atcion é um dos mais queridos entre os fãs.

Funko Pop! Zoro #1879

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Funko Pop! Zoro #1879

Roronoa Zoro é o espadachim firme e leal, daqueles que falam pouco e fazem muito. Seu objetivo é ser o melhor do mundo com a espada, mesmo que às vezes se perca no caminho, lliteralmente. Sua pose marcante e a atitude dele fazem com que seu Funko Pop! tenha uma presença especial em qualquer coleção.

Funko Pop! Nami #1880

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Funko Pop! Nami #1880

Nami é a mente estratégica do bando, dominando navegação e clima como ninguém. Apesar do amor por dinheiro, ela tem um coração enorme quando se trata de proteger seus companheiros. Por isso, sua edição Funko traz todo charme e inteligência para qualquer coleção.

Funko Pop! Sanji #1881

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Funko Pop! Sanji #1881

Sanji mistura elegância e força como poucos, lutando com os pés, cozinhando como um verdadeiro artista e sendo cavalheiro até o extremo. Esse ar sofisticado presente nos mangás animes e live action faz dele um personagem que fica estiloso até em versão Funko.

Funko Pop! Usopp #1882

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Funko Pop! Usopp #1882

Usopp pode parecer só um contador de histórias exageradas, mas é justamente sua imaginação que o torna especial. Mesmo com medo, ele encontra coragem quando mais importa, o que torna seu Funko Pop uma peça divertida e cheia de personalidade.

Funko Pop! Tony Tony Chopper #1883

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Funko Pop! Tony Tony Chopper #1883

Tony Tony Chopper é a mistura perfeita de fofura e competência médica. Como rena que virou humano, ele é sensível, ingênuo e faria qualquer coisa para salvar seus amigos. Por isso, ter um Funko Pop do Chopper é praticamente obrigatório pra qualquer fã de One Piece.

Funko Pop! Miss All Sunday #1884

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Funko Pop! Miss All Sunday #1884

A famosa Nico Robin, também conhecida como Miss All Sunday, traz um ar mais calmo e misterioso ao grupo. Arqueóloga brilhante, ela carrega um passado pesado e um sonho profundo de revelar os segredos esquecidos do mundo. E claro, não poderia ficar de fora da sua coleção com todo o estilo e beleza do live action.

Funkos e LEGOs de One Piece com desconto no Mercado Livre

Além da nova coleção, os fãs de One Piece também podem aproveitar outras oportunidades para expandir a coleção. No Mercado Livre, é possível encontrar diversos Funko Pop! e até conjuntos de LEGO inspirados na saga com em promoção, incluindo personagens e momentos marcantes da história. Confira oportunidades logo abaixo:

Se você está pensando em aumentar sua coleção ou começar agora, vale ficar de olho, pois os produtos inspirados em One Piece possuem estoque limitado, e os preços podem mudar a qualquer momento.

Esse texto foi produzido com auxílio de ferramentas de inteligência artificial e teve todas as informações checadas por profissionais humanos.

© Funko/Reprodução

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Índice Pizza? Conheça a teoria que circula na internet durante guerra no Irã

A chamada teoria do “índice pizza” voltou a ferver nas redes sociais após dois episódios recentes de grande impacto geopolítico: a escalada de tensão envolvendo Irã e a operação dos Estados Unidos que resultou na captura de Nicolás Maduro, em janeiro de 2026. 

Em ambos os casos, dados monitorados por perfis independentes nos EUA indicaram um aumento incomum nos pedidos de pizza nas proximidades do Pentágono, na Virgínia, pouco antes dos acontecimentos.

A teoria ganhou novo fôlego quando usuários observaram picos de atividade em pizzarias durante a madrugada da operação contra Maduro, com registros de alta de até 770% no movimento em determinados estabelecimentos. 

A movimentação foi detectada por contas como a Pentagon Pizza Report, que acompanha dados públicos em tempo real, como o fluxo de clientes em locais exibido por plataformas como o Google Maps.

Como funciona o chamado “índice pizza”?

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O “Pentagon Pizza Report” usa dados do Google Maps para monitorar aumentos repentinos em pizzarias (Imagem: Reddit)

A lógica por trás da teoria é relativamente simples: em momentos de crise ou decisões estratégicas, equipes do Pentágono e de outras agências trabalham até tarde, o que aumenta a demanda por comida rápida, especialmente pizza. Ao mesmo tempo, bares da região tendem a ficar mais vazios, reforçando a ideia de que há menos lazer e mais trabalho em andamento.

Esse tipo de análise se enquadra no conceito de inteligência de fonte aberta, que utiliza dados públicos para tentar identificar padrões e antecipar eventos. 

Apesar de não ter qualquer validação científica, importante deixar claro, o fenômeno chama atenção justamente por se repetir em momentos considerados críticos, o que mantém o interesse do público e alimenta discussões online.

Coincidências históricas alimentam o mistério

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Segundo o InfoMoney, Chefe do Pentágono diz que pode pedir pizzas aleatórias para confundir “índice” (Imagem: Times Brasil)

Relatos semelhantes existem desde a década de 1980 e 1990, quando aumentos nos pedidos de pizza teriam sido observados antes de eventos como a Guerra do Golfo e outras operações militares dos Estados Unidos. 

Mais recentemente, o padrão também teria aparecido antes de ataques envolvendo o Irã, reforçando a percepção de que algo fora do comum pode estar acontecendo nos bastidores.

Ainda assim, a correlação não implica causalidade e que os dados podem ter diversas explicações. Mesmo assim, o “índice pizza” segue como um exemplo curioso de como informações aparentemente triviais podem ganhar novos significados na era digital. Continue no TecMundo para conferir mais teorias, mais histórias, análises, notícias e conteúdos que vão além do óbvio.

© UOL

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Regras do Imposto de Renda 2026: saiba como declarar

Estamos no período de 2026 em que começa o processo de declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF). Esse procedimento ocorre todos os anos e é obrigatório para várias parcelas da sociedade brasileira.

Preencher e enviar a declaração significa enviar para a Receita Federal um relatório com os bens, rendimentos e impostos retidos na fonte de cada cidadão. Caso os dados estejam corretos, você pode receber uma restituição com parte do que foi cobrado ao longo do ano anterior.

Fazer a declaração correta evita que você receba multas ou tenha que enviar correções ao relatório inicial para prestar as contas com a Receita Federal, além de garantir a liberação mais rápida da restituição.

Por isso, conhecer as regras de cada ano é importante e, no caso de 2026, há várias alterações nesse processo. A seguir, saiba mais sobre os procedimentos do IRPF 2026, incluindo quem precisa declarar e como enviar os documentos da melhor forma.

Regras do Imposto de Renda 2026

O prazo de entrega da declaração do IRPF de 2026, que leva em consideração os ganhos e tributos de 2025, vai das 8 horas da próxima segunda-feira (23) até às 23 horas e 59 minutos do dia 29 de maio.

Os programas atualizados para envio da declaração já estão disponíveis para download a partir de 19 de março, para que seja possível com antecedência organizar a documentação e fazer o preenchimento dos campos antes do período de envio.

A Receita Federal promoveu algumas alterações para a declaração deste ano. A principal é uma nova modalidade para contribuintes de baixa renda (que recebem até cerca de dois salários mínimos por mês) e que não era obrigados a declarar.

Em alguns casos, por mudanças nos pagamentos de um único mês, essas pessoas tinham direito a receber uma restituição e não havia formas de ter acesso a esse valor — que pode chegar até R$ 1 mil. Agora, ele será pago como um cashback, que deve contemplar cerca de quatro milhões de pessoas.

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Determinados ganhos com bets exigirão declaração à Receita. (Imagem: Wpadington/Getty Images)

Além disso, agora é obrigatório declarar saldos em plataformas de apostas esportivas (bets), caso eles sejam superiores a R$ 5 mil até o dia 31 de dezembro de 2025.

Há ainda um novo sistema na declaração pré-preenchida, que emite alertas em tempo real se detectar informações inconsistentes. Dessa forma, você consegue corrigir os dados na hora, antes de realizar o envio. A plataforma também ganhou a possibilidade de recuperação automática de informações como pagamento (DARFs), cadastros do eSocial (como empregados domésticos) e recuperação das informações dos dependentes do núcleo familiar.

Outro avanço está na emissão do Recibo Eletrônico de Serviços de Saúde, ou Receita Saúde. Esse documento digital substitui as declarações de despesas com saúde de papel, reduzindo erros e facilitando a restituição desse tipo de gasto.

Quem é obrigado a enviar a declaração

De acordo com a Receita Federal, o IRPF 2026 é obrigatório para as seguintes categorias:

  • Quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 35.584 ou obteve outros rendimentos acima de R$ 200 mil;
  • Contribuinte com renda acima de R$ 177.920 em atividade rural ou pretende compensar prejuízos;
  • Contribuinte com posse ou propriedade de bens em valor superior a R$ 800 mil;
  • Quem vendeu mais de R$ 40 mil em bolsas de valores ou com ganhos sujeitos ao imposto;
  • Pessoas com ganho de capital sujeito à incidência do Imposto ou quem optou pela isenção do GCAP (Ganhos de Capital) de 180 dias;
  • Quem optou por declarar bens da entidade controlada no exterior pela pessoa física, contribuinte com lucros/dividendos no exterior; ou que auferiu rendimentos/compensou perdas em aplicações no exterior;
  • Contribuinte que teve, em 31/12/2025, a titularidade de trust regidos por lei estrangeira;
  • Quem passou à condição de residente no Brasil.

A isenção de imposto de renda para quem ganha menos de R$ 5 mil por mês, que foi aprovada pelo Governo Federal, só passa a valer para o atual ano-base — ou seja, na declaração que será prestada em 2027. Neste caso, o próprio governo vai avisar o contribuinte a respeito da isenção, inclusive por meio de WhatsApp.

Como declarar o Imposto de Renda 2026

São duas as formas eletrônicas de fazer e enviar a declaração. Uma delas é a partir do Programa Gerador da Declaração (PGD IRPF 2026) no computador, um software que está disponível para ser baixado por aqui.

Além disso, é possível usar o sistema “Meu Imposto de Renda”. Ele está disponível para dispositivos móveis, tanto no site quanto no aplicativo da Receita Federal para Android e iOS.

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O app da Receita Federal para tablets e celulares. (Imagem: Google Play Store/Reprodução)

Por fim, você pode usar o sistema online e-CAC, que não exige o download e a instalação de programas.

O que é a declaração pré-preenchida?

A declaração pré-preenchida é uma forma de entrega do IRPF que já traz automaticamente uma série de informações presentes nos bancos da Receita Federal, além de dados transferidos de outras fontes.

Para acessar a declaração pré-preenchida, que é um dos benefícios do sistema e já traz uma série de dados devidamente extraídos de outras fontes, é necessário ter uma conta Gov.br nos níveis ouro ou prata.

Apesar de acelerar o processo e pular uma série de etapas, ela exige cuidado: as informações presentes na declaração pré-preenchida precisam ser verificadas e confirmadas manualmente, já que elas podem apresentar inconsistências, estarem desatualizadas ou incompletas.

Documentos necessários para preencher a declaração

Não há uma lista específica com todos os documentos que são obrigatórios no momento do preenchimento do Imposto de Renda. Afinal, cada cidadão possui diferentes situações em relação aos bens, gastos e rendimentos.

Ainda assim, algumas informações são essenciais ou esperadas pela Receita Federal. No caso de documentos pessoais, é preciso fornecer o CPF do contribuinte e eventuais conjunges e dependentes.

 

Nos informes e comprovantes de rendimento, são esperados detalhes a respeito de valores recebidos via empresas, bancos, corretoras e pagamento de aluguel, aposentadoria ou pensão. Além disso, você precisa comprovar despesas, como gastos com saúde (a partir de recibos de médicos, dentistas, planos de saúde, hospitais), educação e previdência ou pensão.

Em bens e direitos, é preciso informar detalhadamente as posses materiais em termos de imóveis (incluindo detalhes como escritura, matrícula, IPTU, valor e data de aquisição), veículos (com o Renavam e detalhes da compra ou venda) e a participação em consórcios ou financiamentos.

Erros comuns na declaração do Imposto de Renda

Certos descuidos podem fazer com que a declaração do seu IRPF 2026 tenha erros ou inconsistências que, mesmo feitos de forma acidental, geram problemas com a Receita Federal.

Para evitar cair na chamada malha fina, que é a identificação de erros no preenchimento que levam a até a possíveis multas, é importante conhecer alguns dos riscos.

Os erros mais comuns incluem deixar de declarar ganhos ou bens e apresentar diferenças entre os valores que foram enviados pelas instituições financeiras e pelo contribuinte à Receita Federal, seja propositalmente ou por acidentes, como erros de digitação.

Outros equívocos que aparecem com alguma frequência envolvem solicitar restituição de despesas médicas ou educacionais sem a devida comprovação e a inclusão indevida ou incorreta de dependentes.

Dicas para evitar problemas com a Receita Federal

Para não ter que prestar contas adicionais após a declaração e receber a restituição já nos primeiros lotes, é importante seguir algumas orientações que são fornecidas pela própria instituição que cuida do IRPF. As dicas incluem:

Organizar os documentos com antecedência, solicitando aos bancos ou baixando nos aplicativos para dispositivos móveis os informes do ano-base 2025 e separando os rendimentos informados por empregadores;

Usar a declaração pré-preenchida para automatizar a transferência de uma série de dados, mas não se esqueça de revisar todos os campos manualmente para fazer eventuais correções;

Conferir as regras da Receita Federal publicadas no site da instituição para o caso de dúvidas, em especial nas cláusulas sobre a inclusão de dependentes.

Quais são as implicações do ECA Digital para empresas que atuam no Brasil? Confira uma discussão sobre o assunto na coluna do TecMundo!

© Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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Chuck Norris: 6 filmes para assistir no streaming e relembrar a carreira do ator

A morte de Chuck Norris, aos 86 anos, reacendeu o interesse do público por uma das carreiras mais marcantes do cinema de ação. Ícone das artes marciais e estrela de produções intensas dos anos 80 e 90, o ator deixou um legado que atravessa gerações e marcou a internet.

Muito além dos memes e da fama na série Walker, Texas Ranger, Norris construiu uma filmografia sólida com personagens durões e histórias cheias de adrenalina. Seus filmes ajudaram a moldar o gênero de ação como conhecemos hoje, sempre com uma presença forte e inconfundível.

Para quem quer revisitar essa trajetória ou conhecer melhor o trabalho do astro, selecionamos seis filmes disponíveis no streaming. A lista mistura clássicos, participações especiais e produções que ajudam a entender por que Norris virou sinônimo de força e disciplina.

Unidos para Vencer (1992)

Disponível no Prime Video, Unidos para Vencer mostra um lado mais leve e inspirador da carreira de Chuck Norris. O filme acompanha um adolescente que enfrenta bullying e encontra nas artes marciais uma forma de se fortalecer.

A produção mistura fantasia e realidade ao colocar o protagonista interagindo com seu grande herói. Com isso, o longa entrega uma mensagem motivadora sobre superação e autoconfiança.

  • Onde assistir: Amazon Prime Video.

Os Mercenários 2 (2012)

Os Mercenários 2 está disponível na HBO Max e no Prime Video e reúne um verdadeiro time de estrelas do cinema de ação. Entre eles estão Arnold Schwarzenegger, Bruce Willis e o próprio Chuck Norris.

Mesmo com uma participação menor, Norris rouba a cena com seu carisma e presença icônica. O filme é uma ótima pedida para quem quer ver o encontro de lendas do gênero em uma aventura explosiva.

  • Onde assistir: HBO Max e no Prime Video.

McQuade: O Lobo Solitário (1983)

Disponível no Oldflix e no MGM+, McQuade: O Lobo Solitário é um dos papéis mais emblemáticos de Chuck Norris. Aqui, ele interpreta um guarda durão que prefere trabalhar sozinho, mas acaba enfrentando desafios pessoais.

O longa mistura ação e drama ao colocar o protagonista contra um poderoso inimigo vivido por David Carradine. A rivalidade entre os dois rende cenas intensas e combates memoráveis.

  • Onde assistir: Oldflix e no MGM+.

Braddock - O Super Comando (1984)

Braddock - O Super Comando pode ser assistido no Oldflix e no MGM+ e é um dos grandes exemplos do estilo de ação que marcou os anos 80. No filme, Chuck Norris vive um militar que retorna ao Vietnã para resgatar prisioneiros de guerra.

A trama é carregada de tensão e patriotismo, refletindo o contexto da época e a popularidade desse tipo de narrativa. Com muitas explosões e combates, o longa é ideal para quem busca ação clássica sem filtros.

Além do filme original, outros longa-metragens da saga também estão disponíveis no streaming, garantindo uma ótima maratona de filmes do Chuck Norris.

  • Onde assitir: Oldflix e no MGM+.

Comando Delta (1986)

Disponível no Oldflix, MGM+, Looke e Netmovies, Comando Delta traz Chuck Norris ao lado de Lee Marvin em uma missão de resgate cheia de adrenalina. A história gira em torno de um sequestro aéreo que exige uma operação militar de alto risco.

Com mais de duas horas de duração, o filme aposta em sequências intensas e ritmo acelerado. É uma escolha certeira para quem quer mergulhar no auge da carreira de Norris nos cinemas.

Comando Delta também conta com outros filmes, que podem ser vistos em streamings como o Oldflix e o MGM+. Logo, a franquia também é uma boa escolha para maratonar no fim de semana.

  • Onde assistir: Oldflix, MGM+, Looke e Netmovies (grátis).

O Voo do Dragão (1972)

Disponível para aluguel digital, O Voo do Dragão marca a estreia de Chuck Norris no cinema e é um dos momentos mais icônicos de sua carreira. No longa dirigido e estrelado por Bruce Lee, Norris interpreta o temido Colt.

A trama acompanha Tang Lung, enviado a Roma para proteger o restaurante da família de uma gangue local. O filme ficou eternizado pela luta histórica entre Lee e Norris, considerada uma das mais marcantes do gênero.

Onde assistir: Aluguel digital via Claro TV.

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China cria robô que te transforma humanos em 'centauros tecnológicos'

Já imaginou virar um “centauro tecnológico”? Um novo robô portátil criado na China promete justamente isso: aumentar a força humana e reduzir drasticamente o esforço físico. Em testes, o equipamento suportou mais da metade do peso do corpo e ainda economizou energia, e isso pode mudar completamente o futuro do trabalho e da mobilidade.

Pesquisadores da Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul, em Shenzhen, na China, apresentaram um robô portátil bípede que propõe uma nova forma de interação entre humanos e máquinas. O estudo, publicado na revista científica The International Journal of Robotics Research, detalha um sistema que adiciona duas “pernas robóticas” ao usuário, permitindo dividir o esforço físico durante o transporte de cargas pesadas.

Como funciona o “centauro” tecnológico?

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Criação foi feita por engenheiros da Universidade de Ciência e Tecnologia do Sul, em Shenzhen, na China (Imagem: DW)

Diferente dos exoesqueletos tradicionais, que se acoplam diretamente às pernas para auxiliar os movimentos do corpo, o novo dispositivo funciona como uma estrutura independente conectada às costas. Na prática, o usuário continua caminhando normalmente, enquanto o robô acompanha seus passos de forma sincronizada e assume parte do peso transportado.

O funcionamento do sistema depende de uma interface elástica que conecta o robô ao corpo humano e ajusta seu comportamento conforme a carga. Em situações mais leves, o movimento entre humano e máquina permanece mais rígido e coordenado. Já com pesos maiores, a estrutura se torna mais flexível, permitindo que as pernas mecânicas absorvam uma parcela maior do esforço físico.

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O robô centauro é, por enquanto, um protótipo, mas você encararia vestir um desses? (Imagem: DW)

Nos testes realizados com cinco participantes, os resultados chamaram atenção. O robô foi capaz de suportar cerca de 52% da carga transportada, enquanto os usuários apresentaram uma redução de aproximadamente 35% no gasto energético ao carregar mochilas de até 20 quilos. Além disso, houve melhora na estabilidade durante a locomoção, inclusive em terrenos irregulares e escadas.

 

Os pesquisadores destacam que a proposta abre caminho para aplicações em áreas como operações militares, resgates em zonas de desastre e atividades industriais em ambientes complexos. Você encararia esse protótipo no dia a dia? Coloca nos comentários e se você curte acompanhar curiosidades de tecnologia, continue no TecMundo para mais notícias, análises e conteúdos.

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Adeus, Chuck Norris: Sylvester Stallone e mais atores prestam homenagem ao astro

A morte de Chuck Norris aos 86 anos mobilizou fãs e celebridades ao redor do mundo, marcando o fim de uma era no cinema de ação. Conhecido por sua presença imponente e disciplina nas artes marciais, o ator deixa um legado que ultrapassa gerações e formatos.

Ícone de produções como Walker, Texas Ranger e filmes como The Delta Force, Norris construiu uma carreira baseada em autenticidade e habilidade real no combate. Sua trajetória também inclui o clássico The Way of the Dragon, onde contracenou com Bruce Lee em um duelo histórico.

Após a confirmação da morte pela família, diversos nomes de Hollywood e das artes marciais usaram as redes sociais para prestar homenagens ao astro. Entre mensagens emocionadas e lembranças pessoais, o consenso é claro: o mundo perdeu um verdadeiro símbolo de força e caráter.

Sylvester Stallone relembra parceria com Chuck Norris

O ator Sylvester Stallone destacou o privilégio de ter trabalhado com Norris no longa Os Mercenários 2. Em publicação no Instagram, ele afirmou: “Tive um grande momento trabalhando com Chuck. Ele era All American em todos os sentidos”.

Stallone também ressaltou o caráter do colega, chamando-o de “um grande homem” e enviando condolências à família. A dupla dividiu cena ao lado de outros grandes nomes do gênero, consolidando ainda mais o status lendário de Norris no cinema de ação.

Jean-Claude Van Damme e Dolph Lundgren exaltam legado

O belga Jean-Claude Van Damme também lamentou a perda do amigo e relembrou a longa relação entre os dois. “Nos conhecemos desde os primeiros dias, e eu sempre respeitei o homem que ele era”, escreveu, acrescentando que Norris “nunca será esquecido”.

Já Dolph Lundgren, que também trabalhou em Mercenários 2, afirmou que sempre admirou Norris como exemplo dentro e fora das telas. “Ele tinha o respeito, a humildade e a força que são necessários para ser um homem. Vamos sentir sua falta, meu amigo”, declarou o astro de Rocky IV.

O ator britânico Scott Adkins, de John Wick 4 e Boyka, ressaltou a importância de Norris para o cinema de ação e para a cultura das lutas. “Um titã do cinema de artes marciais se foi”, escreveu, chamando o astro de “mestre” e “humanitário dedicado”.

Adkins também relembrou um breve encontro com Norris, destacando sua gentileza. “Ele incorporava o verdadeiro espírito das artes marciais e inspirou uma geração”, completou.

Stephen King relembra filme marcante

O escritor Stephen King também entrou na onda de homenagens, relembrando um dos filmes mais impactantes da carreira de Norris. “Eu achei ele incrível. Silent Rage assustou meus filhos… e a mim também”, comentou.

King ainda aproveitou para citar algumas das famosas piadas sobre o ator, mostrando como Norris transcendeu o cinema e se tornou um fenômeno cultural. Entre brincadeiras e elogios sinceros, o autor reforçou o tamanho da influência deixada pelo astro.

Família de Chuck Norris faz homenagens emocionantes

A filha Danilee Norris também  compartilhou uma mensagem tocante sobre o pai, descrevendo-o como seu “porto seguro” por mais de duas décadas. “Ele pode ter um exterior de guerreiro, mas seu coração era cheio de amor”, escreveu.

Já a neta Greta Norris destacou o lado mais íntimo do avô. “O mundo perdeu um ícone, e eu perdi meu avô”, disse, lembrando momentos simples como conversas em uma cadeira de balanço.

Um legado que vai além do cinema

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Mais do que um ator, Chuck Norris foi um verdadeiro símbolo de disciplina e determinação, com múltiplas graduações em artes marciais e uma carreira que atravessou décadas. Sua autenticidade nas telas ajudou a redefinir o gênero de ação, especialmente nos anos 1980 e 1990.

Em nota oficial, a família destacou que Norris morreu em paz, cercado por seus entes queridos. “Ele viveu com fé, propósito e um compromisso inabalável com as pessoas que amava”, diz o comunicado, reforçando o impacto duradouro de sua vida e obra.

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Crimson Desert não roda em placas de vídeo Intel e frustra jogadores

Os jogadores donos de placas de vídeo Intel Arc estão impossibilitados de jogar o recente Crimson Desert por falta de suporte oficial. Inúmeros usuários com essas GPUs indicam que é impossível abrir o lançamento e a própria desenvolvedora Pearl Abyss confirmou que o título é incompatível com esses produtos.

No site oficial do game, a desenvolvedora responde que “não, Crimson Desert atualmente não suporta chips gráficos Intel Arc”. A companhia encoraja que os donos de PCs com essas placas de vídeo realizem o reembolso imediato do título na loja onde foi adquirido, indicando que também não planeja atualizar esse suporte no futuro.

A Pearl Abyss se desculpa pela inconveniência, mas parece ser meio tarde para quem possui uma Arc em casa. Embora haja essa explicação no site oficial da companhia, não há quaisquer indícios dos motivos que originaram essa falta de suporte aos modelos de GPUs da Intel, ainda vendidos amplamente no mercado global.

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Crimson Desert nem abre direito nos PCs com Intel Arc (Imagem: Wccftech)

Em redes sociais, inúmeros jogadores publicaram capturas de tela que mostram mensagens que a placa de vídeo usada não é suportada pelo game. Na verdade, o título mal chega a ser aberto e a mensagem de erro já aparece na área de trabalho, afinal de contas o software é incompatível com a tecnologia física presente no PC.

Como são as Intel Arc?

As placas de vídeo Intel Arc não são muito conhecidas pelo público geral, uma vez que são um projeto relativamente recente da Intel e há poucos modelos disponíveis para compra. Esses produtos são a tentativa da gigante azul em incomodar o duopólio crescente da Nvidia e AMD, mas é um trabalho que ainda engatinha.

  • As primeiras Intel Arc não convenceram bem e foram lançadas com baixa performance e problemas de otimização;
  • Modelos mais recentes, como a B580 apresentou a segunda geração desses produtos e trouxe uma performance superior;
  • Esse modelo atualmente compete com as GeForce RTX 5060 e Radeon RX 9060 XT para rodar games em Full HD a 60 FPS;
  • Um dos diferenciais do modelo é a presença de 12 GB, enquanto suas rivais possuem apenas 8 GB de memória;
  • A Intel também vem engatinhando em novas tecnologias e possui o XeSS, um concorrente de upscaling em relação ao DLSS e FSR;
  • Um dos grandes problemas da Intel Arc era a falta de drivers, que faziam os jogos não rodarem tão bem nesses chips;
  • Nos últimos tempos a empresa corrigiu essa situação e as Intel Arc apresentam um desempenho muito mais estável.

É difícil entender essa falta de suporte para as Intel Arc, mesmo que poucas dessas placas de vídeo sejam comercializadas. No Brasil, a falta de estoque já torna bem difícil encontrar essas GPUs, mas o preço da Intel Arc B580 ficava próximo dos R$ 2.100 antes da intensificação da crise de chips.

A Radeon RX 9060 XT é uma boa GPU que serve como alternativa para rodar games em Full HD com bom desempenho e ainda pode ser encontrada por preços competitivos. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

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Lenda dos filmes de ação, Chuck Norris morre aos 86 anos

Um dia após ser hospitalizado devido a uma emergência médica, o ator Chuck Norris faleceu nesta sexta-feira (20). A informação foi confirmada por sua família em uma mensagem compartilhada em sua conta pessoal do Instagram, na qual ela pediu que os fãs respeitem sua privacidade diante do momento difícil.

Um nome bastante ativo em Hollywood entre os anos 1970 e 1990, Norris ficou conhecido por longas como O Voo do Dragão (1972), no qual contracenou com Bruce Lee — de quem foi amigo pessoal. Aos 86 anos, o ator foi redescoberto nos anos 2000 pelos diversos memes que brincavam com o tipo de personagem que costumava interpretar.

Chuck Norris foi um mestre das artes marciais que parou em Hollywood

Carlos Ray “Chuck” Norris nasceu em 1940 na cidade de Ryan, Oklahoma, e sempre misturou artes marciais com sua carreira de ator. Além de ter participado de grandes sucessos do gênero ação, ele também conquistou a faixa preta em artes marciais como karate, taekwondo, tang soo do, jiu jitsu brasileiro e judô.

  • Após ganhar vários torneios e fundar sua própria academia, Norris se aproximou de Hollywood ao treinar várias de suas estrelas;
  • Após um pequeno papel em Arma Secreta contra Matt Helm (1968), ele foi convidado por seu amigo Bruce Lee para ser um vilão de O Voo do Dragão;
  • Por recomendação de outro amigo, Steve McQueen, o artista marcial continuou estudando atuação e conquistou em Breaker! Breaker! (1977) seu primeiro papel de protagonista;
  • O sucesso em Hollywood veio no ano seguinte, com Good Guys Wear Black, que se provou bastante popular;
  • Nos anos seguintes, Chuck Norris continuou bastante ativo e emplacou sucessos como McQuade, O Lobo Solitário, Braddock – O Super Comando, Invasão U.S.A., Código do Silêncio e Comando Delta, entre diversos outros.

Na televisão, o papel mais emblemático do ator foi como o Sargento Cordell Walker, nas nove temporadas de Walker: Texas Ranger. Transmitida entre 1993 e 2001, a produção acompanhava a vida de um patrulheiro conhecido pelos talentos nas artes marciais e pelo código de conduta forte.

Chuck Norris mantinha uma presença forte nas redes sociais

Nos anos 2000, Chuck Norris desacelerou sua carreira cinematográfica e teve em 2005 seu último papel como protagonista, em Walker, Texas Ranger: Trial By Fire, lançado diretamente para a televisão. No entanto, ele voltou a aparecer brevemente em Mercenários 2 (2012) e em Agent Recon (2024), este último lançado diretamente no streaming. Ele também fez várias participações em séries, mas sempre de forma pontual.

Nos cinemas, o ator deixa um trabalho póstumo em Zombie Plane, filme de comédia australiano que deve chegar ainda em 2026. Em anos recentes, o ator também continuava a aparecer em propagandas e mantinha uma presença ativa nas redes sociais.

No Instagram, sua última publicação aconteceu há semana, quando celebrou seu aniversário de 86 anos demonstrando que ainda treinava artes marciais. Para toda uma geração, o artista é conhecido pelos memes iniciados em 2005, que destacavam alguns “fatos exagerados” sobre sua força, sofisticação e astúcia.

“Ele viveu sua vida com fé, propósito e um compromisso inabalável com as pessoas que amava. Através de seu trabalho, disciplina e bondade, inspirou milhões de pessoas ao redor do mundo e deixou um impacto duradouro em muitas vidas”, afirma a mensagem de despedida compartilhada por sua família.

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© Divulgação/Getty Images

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Após anos de Walking Dead, Steven Yeun retorna para clima de apocalipse em Invencível

Depois de marcar uma geração como Glenn em The Walking Dead, Steven Yeun volta a encarar um cenário apocalíptico na televisão, mas agora com superpoderes. O ator é a voz de Mark Grayson em Invencível, que inicia sua quarta temporada com uma invasão alienígena brutal envolvendo os Sequids.

O primeiro episódio, intitulado Making the World a Better Place, aposta em ação intensa e amplia o escopo da série com uma ameaça marciana, em um clima de apocalipse que pode lembrar The Walking Dead, já que a animação também é obra de Robert Kirkman. Ao mesmo tempo, a narrativa reforça o lado emocional do protagonista, que continua lidando com o peso de proteger a Terra e com os traumas das temporadas anteriores.

Em entrevista ao Minha Série, Yeun falou sobre revisitar esse tipo de atmosfera de caos e sobrevivência, agora sob uma nova perspectiva. Segundo ele, a experiência foi mais leve e até divertida desta vez, mesmo com os desafios da atuação.

Steven Yeun comenta retorno ao clima apocalíptico

Para Yeun, voltar a um cenário de fim do mundo foi mais tranquilo do que na época de The Walking Dead, já que Mark é consideravelmente mais poderoso que Glenn. “Foi muito mais fácil desta vez, e também foi divertido”, afirmou o ator.

Ele também destacou como Robert Kirkman tem afinidade com o tema e consegue utilizá-lo para expandir a destruição para um lado emocional. “O Robert claramente gosta de explorar certas ideias, e uma delas é o isolamento do Mark, esse sentimento de estar sozinho, o que é sempre interessante de explorar”, explicou.

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No primeiro episódio da temporada, Mark toma uma decisão que terá grandes consequências, gerando um enorme peso emocional. Segundo Yeun, o público pode esperar grandes momentos envolvendo a dualidade do herói.

“Mark  está entendendo  os dilemas morais do mundo, sabe, ele é uma arma às vezes”, explica o ator. “Em outros momentos, ele é esse ser humano profundamente sensível que quer fazer o bem para as pessoas, e esse conflito gera muita tensão, é de onde vem grande parte da emoção.”

Dublagem de Invencível traz desafios únicos

Mesmo sendo uma animação, o trabalho em Invencível exige bastante de Steven Yeun em termos físicos e emocionais. O ator revelou que as gravações são intensas, especialmente nas cenas de luta e nos momentos mais dramáticos.

“Muita coisa foi empolgante de fazer e também muito exaustiva, mas no bom sentido”, disse Yeun. “Sinto que estou aprendendo cada vez mais a fazer sons de luta, é um processo contínuo.”

Ele também comentou sobre a dificuldade de ajustar a performance durante o processo de dublagem. “É um desafio único como ator, e eu realmente gosto disso, porque sinto que a série me força a evoluir”, completou.

Steven Yeun reconhece amor dos fãs brasileiros de Walking Dead e Invencível

Durante a entrevista ao Minha Série, Steve Yeun também reconheceu o apoio dos fãs brasileiros. O ator relembrou do suporte do público tanto com Invencível quanto com The Walking Dead. “Robert Kirkman é rei no Brasil”, disse o ator.

Steven Yeun também agradeceu todo o suporte do público que acompanha seu trabalho. “Obrigado por todo o amor. Sou muito grato por todo o suporte."

Gillian Jacobs, que interpreta Ivy Atômica, também reconheceu a importância do Brasil para Invencível. A atriz visitou o país com Sandra Oh, que interpreta Debbie, e disse que a experiência foi única. "O amor, a energia e o apoio que sentimos dos fãs brasileiros foi inacreditável. 

Robert Kirkman fala sobre retorno dos marcianos e múltiplas histórias

Criador de Invencível e também responsável por The Walking Dead, Kirkman falou sobre a concepção da invasão alienígena que ganha forma no primeiro episódio. Segundo ele, os Sequids seguem uma tradição clássica dos universos de super-heróis.

“Sempre existe algum tipo de parasita alienígena nesses universos, seja na Marvel ou na DC, e em Invencível nós temos os Sequids”, explicou. “Achei que seria um elemento muito interessante de explorar.”

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Kirkman também destacou como a série amarra eventos de diferentes temporadas para construir sua narrativa, e os fãs podem esperar mais disso nos novos episódios. A invasão atual, por exemplo, tem raízes em acontecimentos mostrados ainda na primeira temporada.

“É muito legal ver como essa história começa lá atrás, naquele episódio em Marte, e agora ganha um grande desenvolvimento”, disse o criador. “Tudo se conecta e leva a algo maior.”

Ele ainda reforçou que alguns arcos da quarta temporada podem parecer desconexos à primeira vista. “Pode haver episódios em que você se pergunte por que estamos focando tanto em algo, mas isso só vai fazer sentido no futuro”, afirmou.

De acordo com o criador da série, a abordagem permite explorar personagens e conflitos com mais profundidade. “Construir essas histórias e ver como tudo se encaixa é o que torna fazer essa série tão especial”, concluiu.

Os três primeiros episódios da quarta temporada de Invencível já estão disponíveis no Prime Video, com novos capítulos chegando semanalmente. 

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Crítica: Velhos Bandidos é o filme perfeito pós maratona do Oscar

Depois de passar pela temporada mais aguardada do ano para os fãs de cinema, pode acontecer uma espécie de “ressaca pós Oscar”. Esse fenômeno acomete principalmente jornalistas e cinéfilos e pode provocar um sentimento de falta ou esgotamento, mas pode ficar tranquilo: ele passa. Depois de alguns dias da premiação, a necessidade de análise profundas e comparativas vai desaparecendo e é possível apreciar bons filmes sem cobrar tanto deles. Velhos Bandidos vem em tempo para esse respiro.

Pelo trailer, o filme deixa claro que não se compromete em entregar uma história complexa e profunda e, de fato, ele não entrega. Ainda assim, isso não quer dizer que o filme é ruim, longe disso. Cláudio Torres, diretor de Velhos Bandidos, escolheu tratar do envelhecimento de uma forma leve e bonita. Confira a nossa opinião abaixo:

Elenco de peso

Se tem um aspecto do filme que se destaca quando falamos de um orçamento bem aproveitado, definitivamente esse aspecto é o elenco. Como se já não bastasse Fernanda Montenegro, Ary Fontoura, Bruna Marquezine e Vladimir Brichta nos papéis principais, o longa ainda conta com Lázaro Ramos, Reginaldo Faria, Tony Tornado, Vera Fischer e Nathália Timberg.

Considerando o tema principal do filme, é natural que os protagonistas mais velhos se destaquem e estejam no centro da maior parte das piadas; mas é de se pensar que isso seria inevitável com as performances de Fernanda Montenegro e Ary Fontoura. Montenegro, além de uma atriz impecável, é carismática e carrega a comédia com a maior naturalidade possível. Isso não é novidade para ninguém, mas não tinha como não ser mencionado.

Perfeito para se divertir sem pensar tanto

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Com elenco estrelado, Velhos Bandidos conquista pelo carisma.

Sabe quando você só precisa de um filme para te entreter e divertir, mas que não faça pensar muito? Ainda assim, mesmo para esses momentos, pode incomodar ver um filme que não se esforça nada em sua narrativa. Felizmente, esse não é o caso aqui. A narrativa de Claudio Torres te surpreende, com piadas ousadas e reviravoltas inesperadas.

Saiba mais: confira 10 filmes com a atriz Fernanda Montenegro

O diretor disse ao Estadão que esse é um filme para os brasileiros, que não há planos para uma divulgação internacional. E realmente, essa é a sensação que fica: Velhos Bandidos é um filme com humor brasileiro, atores que são patrimônios nacionais e sem a pressão de fazer um sucesso estrondoso pelo mundo. Levar o público nacional ao cinema é tudo que esse filme deseja.

Vale a pena assistir Velhos Bandidos?

Depois da campanha intensa de “O Agente Secreto” e toda a atenção que o cinema brasileiro recebeu pelas suas indicações ao Oscar em dois anos seguidos, nada mais justo do que continuarmos exaltando nosso país indo ao cinema prestigiar nossa cultura em todas as suas formas.

Velhos Bandidos talvez não seja o filme da sua vida, mas pode provocar reflexões sobre como tratamos a terceira (e melhor?) idade. Caso esse tema não te comova, ainda assim é possível se divertir assistindo ao filme, sem a expectativa de sair com referências de filmes do Oscar.

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Lei Felca: ECA Digital afeta a Netflix e outros serviços de streamings? Entenda

Entrou em vigor na última terça-feira (17) o novo ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) Digital, também conhecido popularmente como “Lei Felca”. O projeto 15.211/2025 estabelece novas regras para serviços que operam no país, o que pode afetar sistemas de streaming como a Netflix, Prime Video e HBO Max.

A partir dessa data, as empresas que operam no país são obrigadas a seguir passos mais restritos em seus processos de verificação de idade. O objetivo é garantir que menores de 18 anos não tenham acesso a conteúdos considerados impróprios, tampouco frequentem espaços online sem o conhecimento e consentimento de seus responsáveis.

Procurada pelo Minha Série, a Netflix disse que está preparada para lidar com as novas regras do ECA Digital – confira o comunicado completo abaixo. Prime Video e HBO Max, que também lideram em audiência online no Brasil, ainda não falaram sobre o assunto.

Como a Lei Felca pode afetar a Netflix e outros streamings?

Antes de a Lei Felca entrar em ação, serviços como a Netflix já permitiam a configuração de perfis para crianças, que trazem diversas restrições de conteúdo e ferramentas de controle parental. Com isso, as plataformas saem na frente de outros segmentos, pois já possuem uma estrutura preparada de controle parental.

Com isso em mente, empresas como Netflix e Prime Video podem escapar de algumas exigências da lei, a princípio, como a verificação obrigatória de idade. No entanto, existem pontos no ECA Digital que podem acabar mudando esse cenário no longo prazo.  

  • Enquanto anteriormente a autodeclaração era suficiente, a nova lei indica que empresas podem precisar adotar mecanismos mais precisos de verificação de idade;
  • A lei prevê o uso de técnicos de biometria até a verificação de documentos de identidade expedidos por órgãos oficiais;
  • A Lei Felca também estabelece que os dados coletados não podem ser usados para fins comerciais ou personalização de conteúdos;
  • Assim, muitas empresas que já operam com sistemas do tipo afirmam que apagam os dados coletados logo após o processo de verificação ser feito;

Streamings já possuem ferramentas de controle parental, o que pode ajudar na adaptação

Atualmente, streamings como Netflix e Prime Video já possuem perfis de crianças, controle parental e sistemas com hierarquias de contas, o que pode evitar a coleta de dados para verificação de idade. No entanto, o novo ECA Digital prevê que responsáveis devem ter controle total sobre contas de menores de 16 anos às quais estão vinculados — e só podem funcionar com sua aprovação.

Além disso, o ECA Digital possui cláusulas sobre “provável acesso” de conteúdo adulto por menores em serviços e plataformas. Com isso, é possível  que as plataformas tenham que adotar meios mais rígidos de verificação de idade, caso agências reguladoras como o ANPD concluam que isso é necessário.

No entanto, o cenário atual aponta para um cenário com poucas mudanças para o mercado de streaming. Luizio Rocha, diretor executivo da Strima, a associação do setor no Brasil que engloba diferentes plataformas, comentou sobre o assunto em audiência pública em 2025 sobre controle parental. “O segmento de streaming já possui camadas robustos de proteção infantil, aliando tecnologia, políticas de conteúdo e participação ativa dos pais.”

É válido ressaltar, que, antes da data de início do novo ECA Digital, empresas como a Netflix tiveram um prazo de seis meses para se adaptar às novas regras. Logo, como a lei entrou em vigor e foi regulamentada hoje (18) pelo presidente, tudo indica que plataformas como Netflix não devem sofrer grandes sanções no curto prazo.

Apesar disso, a legislação está em uma etapa de implementação gradual — em um processo que deve levar meses. No entanto, as mudanças já trouxeram grandes impactos em alguns mercados: a Riot Games, por exemplo, passou a impedir que menores de 18 anos acessem a maioria dos seus títulos enquanto lida com questões de classificação indicativa.

Streamings podem ficar sem grandes mudanças durante implementação da Lei Felca

Antes de a Lei Felca entrar em vigor, a Netflix teve que enviar à Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) detalhes de como vai lidar com as novas restrições e obrigações. Junto a nomes como Amazon, Apple, Crunchyroll, Disney+, Google, Globoplay, HBO, Sony Brasil, Meta e Twitch, entre diversas outras, ela foi escolhida por sua grande influência, direta e indireta, sobre o público infanto-juvenil brasileiro.

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O Minha Série entrou em contato com a Netflix para descobrir quais mudanças o streaming está preparando. Imagem: Divulgação/Netflix

Apesar das grandes exigências do novo ECA Digital e do prazo dado para que serviços se adequassem a eles, os efeitos até agora são mínimos. Os sistemas de streaming que operam no Brasil não passaram por nenhuma mudança até o momento e continuam funcionando sem etapas mais restritas de verificação de idade.

Ou seja, no curto prazo, a expectativa é que os serviços sigam operando normalmente e não contem com mudanças notáveis. Ainda assim, caso seja exigido, os streamings podem acabar passando por mudanças e pedindo dados extras dos usuários – como o fato da Netflix solicitar o CEP e CPF de brasileiros para se adequar às novas regras da reforma tributária. 

Netflix diz que está preparada para lidar com ECA Digital

A equipe do Minha Série entrou em contato com os principais sistemas de streaming do Brasilem busca de esclarecimentos. A Netflix enviou um comunicado celebrando o ECA Digital e dizendo que já está pronta para lidar com a nova lei.

“A Netflix reconhece a importância da proteção de crianças e adolescentes no ambiente online, e celebra a entrada em vigor do ECA Digital. O nosso serviço é pensado para oferecer diversas camadas de proteção a crianças e adolescentes. A Netflix faz a curadoria do conteúdo produzido profissionalmente, e possibilita a pais e responsáveis a criação de perfis para que crianças e adolescentes tenham experiências adequadas à sua idade”, diz a companhia.

A empresa também ressaltou que já possui ferramentas de controle parental que se adequam aos padrões legislativos brasileiros. “Os perfis podem ser protegidos com PIN, restringindo o acesso de menores a conteúdos considerados inadequados. Além disso, nossos conteúdos seguem a política de classificação indicativa do Ministério da Justiça, contendo a faixa etária à qual são destinados, além das palavras-chave que os identificam.”

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© Divulgação/Netflix

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Galaxy A37 e Galaxy A57 aparecem em vídeo de hands-on antes do lançamento

Os próximos Galaxy A37 e Galaxy A57 apareceram em um vídeo de hands-on publicado no TikTok. Os celulares intermediários da Samsung surgem nas imagens com um design bastante familiar, sem grandes mudanças em relação ao que já havia sido revelado em vazamentos anteriores.

Nos vídeos, os dois aparelhos exibem o visual previsto nas renderizações que circularam anteriormente. Tanto o Galaxy A57 quanto o Galaxy A37 apresentam laterais retas e câmeras traseiras alinhadas verticalmente dentro de um módulo em formato de pílula.

Alguns detalhes ajudam a diferenciar os modelos. O Galaxy A57 possui bordas de tela mais finas, enquanto o Galaxy A37 apresenta margens um pouco mais espessas. A coloração do módulo de câmeras também muda: no A57 ele é escuro, enquanto no A37 aparece em tom acinzentado.

O vazador responsável pelo vídeo, que é de origem tailandesa, também antecipou os preços locais em Baht Tailandês (THB) para os dispositivos:

  • Galaxy A57 (12 GB de RAM + 256 GB de armazenamento): 17.999 THB (US$ 554 – cerca de R$ 2.913);
  • Galaxy A57 (12 GB de RAM + 512 GB): 20.999 THB (US$ 646 – aproximadamente R$ 3.400);
  • Galaxy A37 (8 GB de RAM + 256 GB): 13.999 THB (US$ 430 – cerca de R$ 2.260).

Galaxy A57 terá câmara de vapor maior

Em outro vazamento, este reportado pelo SamMobile, uma imagem mostra que a câmara de vapor do Galaxy A57 será maior do que os modelos anteriores – Galaxy A55 e A56.

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A câmara de vapor do Galaxy A57 é maior que a dos modelos anteriores. (Fonte: Abhijeet Mishra/Reprodução)

Os ganhos desse aprimoramento são difíceis de inferir antes do lançamento. Contudo, o componente deve garantir melhor capacidade de arrefecimento, potencialmente entregando melhor desempenho.

Intermediários mantêm a proposta dos modelos anteriores

Embora não tenham sido detalhadas nesse vazamento específico, as especificações técnicas dos aparelhos já apareceram em rumores anteriores.

O Galaxy A57 deve contar com tela AMOLED de 6,6 polegadas em resolução Full HD+ e taxa de atualização de 120 Hz. O dispositivo seria equipado com o chipset Exynos 1680 e opções de 6 GB, 8 GB ou 12 GB de memória RAM.

No conjunto de câmeras, o modelo deve trazer sensor principal de 50 MP, acompanhado por uma lente ultrawide de 12 MP e uma câmera macro de 5 MP.

Já o Galaxy A37 deve ter tela AMOLED de 6,7 polegadas e processador Exynos 1480. O sistema de câmeras incluiria sensor principal de 50 MP, lente ultrawide de 8 MP e macro de 5 MP.

Quer acompanhar os próximos lançamentos da Samsung e os principais vazamentos do mundo dos smartphones? Continue ligado no TecMundo no site e também nas redes sociais para não perder nenhuma novidade do universo mobile.

© TecMundo

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Bug grave ‘bloqueia’ disco local do Windows 11 em notebooks da Samsung

Um novo bug no Windows 11 chegou para espalhar o pânico depois que diversos usuários tiveram seus diretórios C:\ comprometidos. A Microsoft aponta que usuários de países como Portugal, Coreia do Sul, Índia e até mesmo o Brasil são impactados pelo erro, que parece afetar principalmente alguns dispositivos da Samsung.

Esse novo erro começou após a chegada do update de segurança KB5077181 de fevereiro e deixa o disco local C:\ com falhas ou ser impossível de acessá-lo. Dentre os problemas, alguns usuários relatam que esse problema bloqueia determinados arquivos e aplicações de serem abertas.

Na página oficial da Microsoft sobre problemas conhecidos no Windows 11 25H2, a companhia explica que esse erro foi observado em certos modelos dos Galaxy Book 4 e desktops da Samsung. A empresa lista os modelos com registro NP750XGJ, NP750XGL, NP754XGJ, NP754XFG, NP754XGK, DM500SGA, DM500TDA, DM500TGA e DM501SGA.

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Galaxy Book 4 vem se tornando uma opção interessante para brasileiros que querem um aparelho intermediário. (Imagem: TecMundo)

Além da dificuldade em abrir certos arquivos, a empresa salienta que os usuários podem não conseguir exercer seus privilégios na máquina, como desinstalar updates ou coletar logs por conta de erros na lista de permissões.

Problema tem origem em app da Samsung

Apesar do problema ser grave, Microsoft e Samsung culpam o aplicativo Galaxy Connect e minimizam o erro como originário do Windows Update. Segundo a dona do sistema operacional, uma situação causada pelo aplicativo Galaxy Connect da Samsung passou a gerar esse problema em inúmeros usuários e não parece ter relação com as atualizações de segurança da plataforma.

  • A Microsoft aponta que o problema está em processo de mitigação e removeu o Galaxy Connect da loja Microsoft Store temporariamente;
  • Para contornar a situação, a Samsung republicou uma nova versão do aplicativo que previne esse erro;
  • Formatar o computador parece não ser uma solução viável e o problema pode persistir mesmo assim.

A Microsoft busca uma solução definitiva para encerrar o problema, já que um erro dessa magnitude no disco local pode tornar o computador praticamente inutilizável. A recomendação é esperar por mais informações das companhias.

Na última atualização de segurança, a Microsoft corrigiu 86 vulnerabilidades no Windows, incluindo brechas com forte potencial para serem descobertas por atores maliciosos. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Sunrise King/Unsplash

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Tá amarrado! Robô que se reconstrói sozinho viraliza nas redes

Engenheiros da Northwestern University, nos Estados Unidos, apresentaram no início de março, uma nova geração de robôs modulares capazes de se recombinar, sobreviver a danos e continuar operando mesmo após sofrerem impactos severos. O projeto foi liderado pelo pesquisador Sam Kriegman, professor da McCormick School of Engineering, e descrito em um estudo publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences.

Batizados de “legged metamachines”, os robôs são formados por módulos independentes que funcionam como blocos de construção inteligentes. Cada unidade possui motor, bateria e computador próprios, o que permite que ela se mova de forma autônoma. Quando conectados, esses módulos formam estruturas maiores e mais complexas, capazes de adotar diferentes formas e modos de locomoção.

Robôs que se reorganizam?

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Chamados de “metamachines”, eles funcionam como blocos de Lego inteligentes (Imagem: Northwestern Now)

Sozinhos, os módulos conseguem rolar, girar ou saltar (eu diria que bem feiosamente). Mas o comportamento mais impressionante aparece quando várias unidades são combinadas. Dependendo da configuração, os robôs podem se movimentar de formas variadas, ondulando como focas, saltando como cangurus ou correndo com movimentos semelhantes aos de pequenos animais.

Além da mobilidade incomum, os pesquisadores destacam a resistência dessas máquinas. Como cada parte funciona de forma independente, danos físicos não significam necessariamente o fim da operação. Mesmo se um módulo for destruído ou separado, os outros continuam funcionando e podem reorganizar a estrutura para manter o movimento.

Testes fora do laboratório foi engraçado e assustador

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Robôs modulares que se reorganizam, sobrevivem a danos e continuam andando por aí (Imagem: Northwestern Now)

Depois das simulações, os pesquisadores montaram alguns dos modelos mais promissores e os levaram para testes em ambientes reais. Nos experimentos, os robôs atravessaram terrenos irregulares como cascalho, areia, folhas e raízes de árvores, além de saltar obstáculos e recuperar a posição quando eram virados de cabeça para baixo.

Mesmo quando partes eram removidas ou danificadas, as metamachines conseguiam continuar em movimento. Em alguns casos, o módulo separado ainda era capaz de retornar até o restante da estrutura para se reconectar. Segundo os pesquisadores, esse tipo de robô aponta para um futuro em que máquinas não serão mais ferramentas rígidas e frágeis, mas sistemas capazes de se adaptar ao ambiente e se reorganizar diante de imprevistos. Se você gosta de acompanhar avanços curiosos como esse, vale continuar explorando o TecMundo.

© Northwestern Now

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Nvidia anuncia DLSS 5 com foco em visuais realistas feitos com IA! Veja comparativo

A Nvidia anunciou o novo DLSS 5 como a futura tecnologia de renderização para games com uma forte integração de inteligência artificial. O anúncio foi feito pelo CEO Jensen Huang durante a apresentação da companhia na GTC 2026, que considera esse o “GPT para os gráficos”. Essa nova versão promete infundir pixels com iluminação e materiais fotorrealistas em tempo real.

O anúncio da Nvidia mostra que a empresa não está blefando com essa revelação, já que cita o DLSS 5 como uma reinvenção da computação gráfica. “DLSS 5 é o momento GPT para os gráficos — combinando renderização artesanal com IA generativa para oferecer um salto dramático no realismo visual, preservando o controle que os artistas precisam para a expressão criativa”, explica Huang.

Em alguns teasers publicados no YouTube, é possível ver a diferença entre o DLSS 5 ligado e desligado, e a diferença realmente é gritante. Resident Evil Requiem mostra detalhadamente essa disparidade nos rostos de Grace e Leon, com uma forte diferença na suavidade da pele, mais contraste e muito mais definição nos objetos.

Títulos como Hogwarts Legacy e EA Sports FC 26 mantém essa pegada na face dos personagens de maneira muito contundente. Starfield foi um dos que parece ter encaixado melhor com o novo DLSS 5, trazendo melhorias mais pontuais e que realmente elevam a qualidade gráfica, enquanto o restante lembra muito aqueles filtros de IA de editores de vídeo.

O fato de o DLSS 5 utilizar essa infusão neural com pixels e iluminação torna o resultado da renderização bem diferente do material original. Em redes sociais como X, especialistas e usuários da marca se dividem para elogiar a Nvidia por ter alcançado este feito, enquanto outros criticam o visual “filtro de IA” apresentado.

Como o DLSS 5 funciona?

O objetivo da Nvidia com o DLSS 5 é reduzir o abismo entre os gráficos dos games e os efeitos especiais de grandes filmes de Hollywood. O problema é que usar uma tecnologia capaz de renderizar os pixels em tempo real por meio da força bruta é complicado demais, então a solução da Nvidia foi fazer com que o DLSS utilize dados do motor do jogo.

  • O DLSS 5 vai receber inputs de vetores de movimentos e cores de cada quadro do game como um tipo de entrada;
  • Esse modelo conseguirá entender elementos complexos, como cabelos, tecidos, pele e diferentes condições de iluminação ao analisar um único frame;
  • A tecnologia deve garantir que toda a iluminação e conteúdo 3D sejam atribuídos entre os quadros;
  • Para os desenvolvedores, a tecnologia pode garantir o controle detalhado de intensidade, cores e gradação;
  • A Nvidia afirma que os desenvolvedores terão esse controle para determinar onde e como os aprimoramentos serão aplicados.

Diferente de apenas uma técnica de upscaling, como foram os DLSS 1 e 2, o novo DLSS 5 quer unir de maneira consistente a renderização padrão com IA generativa. O resultado, embora possa parecer estranho para alguns, surge como um marco inédito da maneira de renderizar games.

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Mudança fotorrealista do DLSS 5 pode não agradar a todos (Imagem: Nvidia)

O DLSS 5 está previsto para ser lançado nos próximos meses e já foi confirmado em games como Starfield, Assassin’s Creed Shadows, Resident Evil Requiem, The Elder Scrolls IV: Oblivion Remastered, Hogwarts Legacy, AION 2, Black State e Delta Force. Informações sobre compatibilidade nas placas de vídeo RTX ainda não foram divulgadas.

Recentemente testamos a GeForce RTX 5060, uma das placas de vídeo com o melhor custo-benefício para rodar games em resolução Full HD. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Nvidia

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Wagner Moura perde Oscar de Melhor Ator para Michael B. Jordan, de Pecadores

O Brasil acompanhou com atenção a disputa de Wagner Moura no Oscar 2026. O ator concorreu ao prêmio de Melhor Ator por sua atuação em O Agente Secreto, interpretando o personagem Armando Solimões, também conhecido como Marcelo Alves. Na cerimônia deste domingo (15), o brasileiro perdeu o prêmio de Melhor Ator.

A vitória ficou com Michael B. Jordan, protagonista do filme protagonista. No longa-metragem, o ator interpreta os irmãos Fumaça e Fuligem.

Durante a premiação, Michael fez um discurso cheio de  emoção. Além de agradecer aos familiares, ele falou sobre inclusão e o sucesso de  Pecadores.

Apesar da derrota, a simples indicação de Moura já representa um marco importante para o cinema nacional. Caso vença, o ator se tornará o primeiro brasileiro da história a conquistar a estatueta de Melhor Ator na premiação da Academia.

Wagner Moura também foi destaque durante a temporada de premiações, bem como o filme O Agente Secreto. O brasileiro venceu a categoria de Melhor Ator de Drama no Globo de Ouro. O filme também saiu vitorioso da premiação com Melhor Filme Internacional

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No thriller político dirigido por Kleber Mendonça Filho, Moura vive um ex-professor que se vê no centro das tensões da ditadura militar brasileira. O personagem tenta escapar da perseguição política enquanto enfrenta um contexto de repressão e violência, em uma atuação que foi amplamente elogiada pela crítica internacional.

Michael B. Jordan vive gêmeos em Pecadores

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No filme de terror dirigido por Ryan Coogler, Michael B. Jordan assume um desafio raro ao interpretar dois personagens principais na mesma história.

Jordan vive os irmãos gêmeos Elijah “Smoke” Moore e Elias “Stack” Moore, criminosos que retornam à cidade natal no Mississippi dos anos 1930 e acabam enfrentando uma ameaça sobrenatural. O papel duplo foi apontado por muitos analistas como um dos favoritos da categoria.

Pecadores também venceu em outras categorias da noite, incluindo Melhor Roteiro Original e Fotografia. A produção está disponível para assistir no HBO Max.

Conheça os outros indicados

Além de Wagner Moura, a disputa pelo Oscar de Melhor Ator foi acirrada este ano, incluindo polêmicas e diferentes favoritos durante a corrida pelo prêmio. Confira quem mais esteve na disputa pela estatueta.

Timothée Chalamet – Marty Supreme

Em Marty Supreme, Timothée Chalamet interpreta Marty Mauser, um jovem jogador de tênis de mesa determinado a se tornar o melhor atleta do esporte. O personagem é inspirado na trajetória do jogador real Marty Reisman e acompanha sua jornada rumo ao sucesso.

O filme, dirigido por Josh Safdie, mistura drama e comédia esportiva ambientados na Nova York dos anos 1950. A performance de Chalamet foi amplamente elogiada pela crítica, sendo frequentemente descrita como uma das melhores de sua carreira.

Apesar do destaque da atuação, o ator também esteve no centro de uma polêmica recente após comentários considerados desrespeitosos sobre balé e ópera. Ainda assim, sua performance continua sendo considerada uma das mais fortes da temporada.

Ethan Hawke – Blue Moon

Em Blue Moon, Ethan Hawke interpreta o compositor Lorenz Hart, metade da famosa dupla criativa formada com Richard Rodgers. O filme acompanha o artista durante a noite de estreia do musical Oklahoma!, enquanto ele reflete sobre sua carreira e vida pessoal.

Leonardo DiCaprio – Uma Batalha Após a Outra

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Leonardo DiCaprio concorreu por sua atuação em Uma Batalha Após a Outra, filme dirigido por Paul Thomas Anderson. Na história, o ator vive um ex-integrante de um grupo revolucionário que precisa retomar seu antigo estilo de vida após se tornar alvo de um militar corrupto.

DiCaprio já possui um histórico relevante no Oscar. Ele venceu a estatueta de Melhor Ator em 2016 por O Regresso e acumula diversas indicações ao longo da carreira, consolidando-se como um dos nomes mais respeitados da indústria.

O Agente Secreto concorre em quatro categorias no Oscar 2026

O Agente Secreto fez história para o Brasil no Oscar ao concorrer a Melhor Direção de Elenco, Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Ator, com Wagner Moura. Confira as indicações do filme brasileiro, que ficou sem prêmios:

Melhor Direção de Elenco (Casting)

  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Pecadores

Melhor Filme Internacional

  • Brasil — O Agente Secreto
  • França — It Was Just an Accident
  • Noruega — Valor Sentimental - VENCEDOR
  • Espanha — Sirât
  • Tunísia — The Voice of Hind Rajab

Melhor Ator

  • Timothée Chalamet — Marty Supreme
  • Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após A Outra
  • Ethan Hawke — Blue Moon
  • Michael B. Jordan — Pecadores - VENCEDOR
  • Wagner Moura — O Agente Secreto

Melhor Filme

  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Train Dreams

Para quem quer conhecer o filme brasileiro que está no centro das atenções do Oscar, O Agente Secreto está disponível no catálogo da Netflix. O longa mistura drama político, suspense e thriller histórico para contar a história de um homem perseguido durante a ditadura militar brasileira, em uma narrativa intensa que ajudou a colocar o cinema nacional novamente no radar da Academia.

Acompanhe a cobertura completa do Oscar 2026 no Minha Série e no Estadão! 

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Oscar 2026 tem empate e pega todos de surpresa! Saiba como foi

A cerimônia do Oscar 2026 reservou um momento raro e inesperado para quem acompanhava a premiação ao vivo neste domingo (15). Durante a entrega do prêmio de Melhor Curta-Metragem em Live-Action, a Academia anunciou algo que quase nunca acontece na história da premiação: um empate entre dois vencedores.

O anúncio foi feito pelo ator e comediante Kumail Nanjiani, responsável por apresentar a categoria. Ao abrir o envelope, ele surpreendeu a plateia ao dizer que o resultado era um empate e, com bom humor, tranquilizou o público afirmando que “não era brincadeira”.

A situação rapidamente virou um dos momentos mais comentados da noite. Afinal, empates no Oscar são extremamente raros — e ver dois filmes subirem ao palco para aceitar o prêmio ao mesmo tempo não é algo que acontece todos os anos.

Dois vencedores em Melhor Curta-Metragem no Oscar 2026

Os grandes vencedores da categoria foram The Singers, distribuído pela Netflix, e Two People Exchanging Saliva, ligado ao Canal+ e à revista The New Yorker.

Seguindo o protocolo improvisado na hora, Nanjiani anunciou primeiro The Singers, que subiu ao palco para agradecer. Em seguida, o apresentador revelou o segundo vencedor, e a equipe de Two People Exchanging Saliva também teve seu momento de discurso.

Entre os agradecimentos, a produtora Natalie Musteata destacou que o filme foi feito por uma equipe majoritariamente feminina e com temática queer. A fala recebeu aplausos da plateia, reforçando o clima celebratório do momento inesperado.

Apresentador e host fizeram piada com a situação

Apesar da surpresa inicial, o clima logo virou motivo de piadas durante a cerimônia. Nanjiani brincou com a situação dizendo que era irônico que o prêmio de “curta-metragem” acabaria levando o dobro do tempo para ser entregue.

Pouco depois, o apresentador da noite, o comediante Conan O'Brien, voltou ao palco e fez sua própria piada. Ele comentou que os dois vencedores acabaram de “arruinar 22 milhões de apostas do Oscar”, em referência aos tradicionais bolões que fãs fazem para prever os ganhadores.

O momento descontraído ajudou a transformar o empate em um dos trechos mais memoráveis da cerimônia deste ano.

Do que falam os curtas vencedores

Os dois filmes premiados têm premissas bastante diferentes entre si. The Singers acompanha um grupo de desconhecidos em um bar que fazem uma aposta curiosa: descobrir quem consegue cantar melhor.

Two People Exchanging Saliva se passa em um mundo distópico onde beijar é proibido por lei. Nesse cenário peculiar, as interações sociais envolvem trocas de tapas como forma de pagamento, criando uma sátira estranha e provocativa sobre intimidade e controle social.

A combinação de propostas criativas ajudou a explicar por que os votantes da Academia acabaram divididos — o suficiente para resultar em um empate histórico.

Quantas vezes o Oscar já teve empate?

Mesmo com quase um século de história, empates no Oscar são extremamente raros. Antes de 2026, apenas seis situações semelhantes haviam sido registradas na premiação. Confira os casos anteriores:

  • 1932 — Melhor Ator: Fredric March (Dr. Jekyll and Mr. Hyde) e Wallace Beery (The Champ)
  • 1950 — Curta Documental: So Much for So Little e A Chance to Live
  • 1969 — Melhor Atriz: Katharine Hepburn (The Lion in Winter) e Barbra Streisand (Funny Girl)
  • 1987 — Documentário: Artie Shaw: Time Is All You’ve Got e Down and Out in America
  • 1995 — Curta Live-Action: Trevor e Franz Kafka’s It’s a Wonderful Life
  • 2013 — Edição de Som: Skyfall e Zero Dark Thirty

Com o resultado deste ano, o Oscar 2026 entra oficialmente para a lista de cerimônias históricas da Academia. E, como mostrou a reação do público, poucos momentos são tão imprevisíveis — e divertidos — quanto quando duas produções dividem a mesma estatueta.

E aí, o que você achou do Oscar 2026? Comente nas redes sociais do Minha Série!

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Todos os ganhadores do Oscar 2026! Veja lista de vencedores da premiação

A 98ª edição do Oscar aconteceu neste domingo (15) diretamente do tradicional Dolby Theatre, em Hollywood, reunindo os maiores nomes do cinema mundial para celebrar os melhores filmes lançados em 2025. Considerada a principal premiação da indústria cinematográfica, a cerimônia é organizada pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas e distribui estatuetas em 24 categorias.

Neste ano, a premiação também marcou algumas novidades e recordes importantes. Entre eles está a estreia da categoria de Melhor Direção de Elenco, que amplia o número total de prêmios competitivos. Além disso, a lista de indicados trouxe momentos históricos, como a indicação de Wagner Moura a Melhor Ator por O Agente Secreto, tornando-se o primeiro brasileiro indicado na categoria principal de atuação.

A cerimônia foi apresentada novamente pelo comediante Conan O’Brien, que retorna após o sucesso como anfitrião na edição anterior. Ao longo da noite, a Academia revelou os vencedores em uma transmissão repleta de discursos, apresentações e, claro, surpresas.

Premiação foi dominada por Uma Batalha Após a Outra e não teve prêmios para o Brasil

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Um dos grandes destaques da premiação para o público brasileiro foi a participação de O Agente Secreto. A produção apareceu em quatro categorias importantes mas acabou ficando sem prêmios.

O longa concorreu a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Ator, com Wagner Moura, e também Melhor Direção de Elenco. A indicação do ator brasileiro, inclusive, é histórica e marca um momento importante para a presença do país na principal categoria de atuação da Academia.

A premiação  foi dominada por Uma Batalha Após a Outra, que venceu o prêmio de Melhor Filme, Diretor e até Melhor Elenco, que estreou este ano. Pecadores também foi destaque, vencendo em categorias importantes, como Melhor Ator com  Michael B. Jordan.

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O Brasil também perdeu o Oscar de Melhor Filme Internacional, após ter vencido no ano passado com Ainda Estou Aqui. Neste ano, O Agente Secreto foi superado por Valor Sentimental.

A edição deste ano ainda contou com algumas surpresas, como um empate na categoria de melhor curta-metragem.

Lista completa de indicados ao Oscar 2026

A seguir, confira a lista completa de indicados ao Oscar 2026, com os vencedores identificados com “- Vencedor” em negrito ao lado do nome do premiado.

Melhor Atriz Coadjuvante

  • Elle Fanning — Valor Sentimental
  • Inga Ibsdotter Lilleaas — Valor Sentimental
  • Amy Madigan — Weapons - VENCEDORA
  • Wunmi Mosaku — Pecadores
  • Teyana Taylor — Uma Batalha Após A Outra

Melhor Longa de Animação

  • Arco
  • Elio
  • KPop Demon Hunters - VENCEDOR
  • Little Amélie or the Character of Rain
  • Zootopia 2

Melhor Curta de Animação

  • Butterfly
  • Forevergreen
  • The Girl Who Cried Pearls - VENCEDOR
  • Retirement Plan
  • The Three Sisters

Melhor Figurino

  • Avatar: Fire and Ash
  • Frankenstein - VENCEDOR
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Pecadores

Melhor Maquiagem e Penteado

  • Frankenstein - VENCEDOR
  • Kokuho
  • Pecadores
  • The Smashing Machine
  • The Ugly Stepsister

Melhor Direção de Elenco (Casting) - Brasil na disputa

Melhor Curta-Metragem

A categoria contou com um empate, com duas produções vencendo o prêmio.

  • Butcher’s Stain
  • A Friend of Dorothy
  • Jane Austen’s Period Drama
  • The Singers - VENCEDOR
  • Two People Exchanging Saliva -  VENCEDOR

Melhor Ator Coadjuvante

  • Benicio Del Toro — Uma Batalha Após A Outra
  • Jacob Elordi — Frankenstein
  • Delroy Lindo — Pecadores
  • Sean Penn — Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • Stellan Skarsgård — Valor Sentimental

Melhor Roteiro Adaptado

  • Bugonia — Will Tracy
  • Frankenstein — Guillermo del Toro
  • Hamnet — Chloé Zhao e Maggie O’Farrell
  • Uma Batalha Após A Outra — Paul Thomas Anderson - VENCEDOR
  • Train Dreams — Clint Bentley e Greg Kwedar

Melhor Roteiro Original

  • Blue Moon — Robert Kaplow
  • It Was Just an Accident — Jafar Panahi e roteiristas
  • Marty Supreme — Ronald Bronstein e Josh Safdie
  • Valor Sentimental — Joachim Trier e Eskil Vogt
  • Pecadores — Ryan Coogler - VENCEDOR

Melhor Design de Produção

  • Frankenstein — Tamara Deverell - VENCEDOR
  • Hamnet — Fiona Crombie
  • Marty Supreme — Jack Fisk
  • Uma Batalha Após A Outra — Florencia Martin
  • Pecadores — Hannah Beachler; Monique Champagne

Melhores Efeitos Visuais

  • Avatar: Fire and Ash - VENCEDOR
  • F1
  • Jurassic World Rebirth
  • The Lost Bus
  • Pecadores

Melhor Curta Documentário

  • All the Empty Rooms - VENCEDOR
  • Armed Only With a Camera: The Life and Death of Brent Renaud
  • Children No More: “Were and Are Gone”
  • The Devil Is Busy
  • Perfectly a Strangeness

Melhor Documentário

  • The Alabama Solution
  • Come See Me in the Good Light
  • Cutting Through Rocks
  • Mr. Nobody Against Putin - VENCEDOR
  • The Perfect Neighbor

Melhor Trilha Sonora Original

  • Bugonia
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Uma Batalha Após A Outra
  • Pecadores - VENCEDOR

Melhor Som

  • F1 - VENCEDOR
  • Frankenstein
  • Uma Batalha Após A Outra
  • Pecadores
  • Sirât

Melhor Montagem (Edição)

  • F1 — Stephen Mirrione
  • Marty Supreme — Ronald Bronstein e Josh Safdie
  • Uma Batalha Após A Outra — Andy Jurgensen - VENCEDOR
  • Valor Sentimental — Olivier Bugge Coutté
  • Pecadores — Michael Shawver

Melhor Fotografia

  • Frankenstein
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra
  • Pecadores - VENCEDORA
  • Train Dreams

Melhor Filme Internacional - Brasil na disputa

  • Brasil — O Agente Secreto
  • França — It Was Just an Accident
  • Noruega — Valor Sentimental - VENCEDOR
  • Espanha — Sirât
  • Tunísia — The Voice of Hind Rajab

Melhor Canção Original

  • “Dear Me” — Relentless
  • “Golden” — KPop Demon Hunters - VENCEDOR
  • “I Lied To You” — Pecadores
  • “Sweet Dreams of Joy” — Viva Verdi!
  • “Train Dreams” — Train Dreams

Melhor Direção

  • Chloé Zhao — Hamnet
  • Josh Safdie — Marty Supreme
  • Paul Thomas Anderson — Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • Joachim Trier — Valor Sentimental
  • Ryan Coogler — Pecadores

Melhor Ator - Brasil na disputa

  • Timothée Chalamet — Marty Supreme
  • Leonardo DiCaprio — Uma Batalha Após A Outra
  • Ethan Hawke — Blue Moon
  • Michael B. Jordan — Pecadores - VENCEDOR
  • Wagner Moura — O Agente Secreto

Melhor Atriz

  • Jessie Buckley — Hamnet - VENCEDOR
  • Rose Byrne — If I Had Legs I’d Kick You
  • Kate Hudson — Song Sung Blue
  • Renate Reinsve — Valor Sentimental
  • Emma Stone — Bugonia

Melhor Filme - Brasil na disputa

  • Bugonia
  • F1
  • Frankenstein
  • Hamnet
  • Marty Supreme
  • Uma Batalha Após A Outra - VENCEDOR
  • O Agente Secreto
  • Valor Sentimental
  • Pecadores
  • Train Dreams

Cobertura do Minha Série e Estadão inclui momentos direto de Los Angeles

No Brasil, o Oscar 2026 foi exibido em diferentes plataformas. A programação começou  às 18h30, com cobertura ao vivo do tapete vermelho e comentários sobre os indicados. Você pode ver tudo que rolou com a equipe do Minha Série e Estadão no YouTube no vídeo abaixo, incluindo comentários de críticos e jornalistas que cobrem cultura pop e cinema.

Além da cobertura de todo o evento ao vivo no YouTube, o Minha Série e o Estadão ainda trouxeram novidades direto de Los Angeles. Visitando nossas redes sociais, você pode conferir os bastidores da premiação, incluindo detalhes sobre como é o local onde ocorre o Oscar e informações sobre o icônico tapete vermelho.

Além disso, a cobertura inclui entrevistas com diretores e atores indicados ao Oscar, que  já podem ser conferidas no Instagram. Enquanto todos os vencedores não são anunciados, vale a pena conferir as expectativas e emoções por trás da premiação.

Onde assistir aos filme do Oscar 2026?

Enquanto algumas produções do Oscar 2026 estão nos cinemas, outras já podem ser assistidas diretamente no streaming. Graças ao furor criado pela premiação, os principais longa-metragens da noite já podem ser vistos online.

O HBO Max, que é casa da transmissão do Oscar 2026, conta com Uma Batalha Após a Outra, Pecadores e Weapons entre os indicados presentes  no seu catálogo. Já a Netflix possui longas como o brasileiro O Agente Secreto e Sonhos de Trem, que possui direção de fotografia de Adolpho Veloso.

Você pode conferir a lista completa de filmes do Oscar e onde assistir cada um deles no especial do Minha Série. E aí, qual seu longa-metragem favorito da premiação? Comenta aí!

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Quem é O Agente Secreto? Entenda o nome do filme brasileiro indicado ao Oscar

Principal representante do Brasil no Oscar 2026, O Agente Secreto acompanha a vida de um pesquisador que, diante de uma grande ameaça, assume uma identidade falsa enquanto planeja escapar do país. No entanto, ele não é muito bom em se esconder, o que gera diversas confusões e dificuldades.

Apesar de o público ter certeza sobre o destino do protagonista após o fim da exibição, o filme deixa um mistério que até agora não foi solucionado. O Marcelo interpretado por Wagner Moura era realmente o “Agente Secreto” ou esse termo é usado para definir outro personagem ou elemento da história?

Quem é o Agente Secreto do filme?

Em uma entrevista à CNN Brasil, o próprio direto Kleber Mendonça Filho afirmou que sua intenção é deixar vaga a identidade do Agente Secreto. Ele explicou que tem sua própria interpretação do significado do título, mas não vai compartilhá-la para permitir que cada pessoa tire suas próprias conclusões.

  • Ao Globo, o diretor afirmou que não quer fornecer uma resposta porque acredita que ela acabaria com “uma boa conversa”;
  • “Em primeiro lugar, queria um título curto e sexy, que promete coisas que eu tenho certeza que o filme dá: intriga, mistério, ação e violência”, explicou;
  • Segundo ele, o público que foi moldado pelas aventuras de James Bond ou Jason Bourne pode estranhar um pouco o filme e não entender seu título;
  • Durante a entrevista, Mendonça Filho dá a entender que cada personagem tem em si um pouco de “Agente Secreto”. Isso porque eles vivem em uma época na qual precisam moldar suas posturas e ações — e, em alguns casos, adotar nomes falsos;
  • O longa se passa durante os anos 1970, época na qual a ditadura militar ainda dominava o Brasil.

Assim, enquanto o protagonista Marcelo se adapta bem à figura de “Agente Secreto”, o mesmo acontece com alguns de seus companheiros que buscam exílio em Recife. E até mesmo os matadores encarregados de eliminá-lo correspondem a essa expectativa, visto que precisam esconder suas identidades e nomes para conseguir cumprir sua missão.

Onde assistir O Agente Secreto? E como acompanhar o Oscar?

Como a principal aposta do Brasil no Oscar 2026, O Agente Secreto é um filme que pode ser assistido por diversos meios. Quem pretende acompanhar a experiência de forma mais completa ainda consegue encontrar o longa disponível em vários cinemas comerciais espalhados pelo país.

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O Agente Secreto ainda está nos cinemas, mas já chegou à Netflix. Imagem: Divulgação/Vitrine Filmes

Já quem prefere a comodidade e o conforto de casa também encontra a obra disponível no catálogo da Netflix. Já o Oscar vai poder ser acompanhado no dia 15 de março pelo sinal aberto da Rede Globo, Globoplay, TNT ou pela HBO Max — em todos os casos, a transmissão oficial começa às 21 horas, no Horário de Brasília.

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© Divulgação/Vitrine Filmes

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Vem processo? Casa Branca usa jogos da Nintendo para promover guerra

A Casa Branca voltou a utilizar videogames em conteúdos publicados nas redes sociais para promover ações militares contra o Irã. Desta vez, o material incluiu imagens de jogos da Nintendo, empresa conhecida por adotar políticas rígidas sobre o uso não autorizado de suas propriedades intelectuais.

O episódio ocorre poucos dias após outra publicação envolvendo personagens da franquia Pokémon gerar críticas e um posicionamento público da The Pokémon Company. O novo conteúdo divulgado pelo governo norte-americano inclui referências diretas a Wii Sports.

Até o momento, a Nintendo não comentou oficialmente o caso. A situação, porém, reacendeu discussões sobre o uso de conteúdos protegidos por direitos autorais em campanhas políticas e institucionais.

Casa Branca usou Wii Sports e Pokémon para promover guerra no Irã

O vídeo publicado pela Casa Branca mistura imagens do jogo Wii Sports com cenas que parecem mostrar ataques militares contra o Irã. No material, personagens do game aparecem acertando alvos em diferentes modalidades esportivas.

As cenas incluem momentos em que os personagens batem bolas de tênis, fazem buracos no golfe e atiram em alvos com arco e flecha. A cada acerto no jogo, o vídeo corta para imagens de ataques reais.

A publicação também utiliza a trilha sonora característica de Wii Sports e apresenta o título “Operation Epic Fury” em uma tela semelhante ao menu inicial do jogo. A polêmica ganhou ainda mais repercussão porque a Casa Branca já havia usado recentemente imagens relacionadas à franquia Pokémon em outro conteúdo político.

Na ocasião, a The Pokémon Company afirmou que não autorizou o uso da propriedade intelectual. “Não estivemos envolvidos na criação ou distribuição da imagem e nenhuma permissão foi concedida para o uso de nossa propriedade intelectual”, declarou a empresa.

Nintendo ainda não se pronunciou — mas isso pode ser só questão de tempo

Até o momento, a Nintendo ainda não divulgou uma posição oficial sobre o uso de imagens de seus jogos no vídeo publicado pelo governo dos Estados Unidos.

A empresa, porém, possui um histórico conhecido de proteção rigorosa de suas franquias e personagens. Em diferentes ocasiões, a companhia já tomou medidas legais ou solicitou remoção de conteúdos que utilizavam suas marcas sem autorização.

Esse tipo de postura é comum quando propriedades da empresa aparecem em contextos comerciais ou políticos sem licenciamento formal. Por isso, um posicionamento oficial da companhia pode ocorrer nos próximos dias, dependendo da repercussão do caso.

Nintendo processou os EUA recentemente

O episódio ocorre em um momento em que a Nintendo já está envolvida em uma disputa judicial com o governo dos Estados Unidos. Recentemente, a subsidiária Nintendo of America entrou com uma ação no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA contestando tarifas impostas durante a administração do presidente Donald Trump.

No processo, a empresa solicita o reembolso integral das tarifas pagas, além de juros e honorários advocatícios. A companhia argumenta que os impostos foram aplicados de forma indevida com base na lei de poderes econômicos de emergência internacional de 1977.

“Podemos confirmar que apresentamos uma solicitação. Não temos mais nada a compartilhar sobre este assunto”, declarou a Nintendo em comunicado sobre o caso.

A ação da Nintendo não é um caso isolado. Outras grandes companhias, como Costco, FedEx, L'Oréal, Dyson e Revlon, também apresentaram processos semelhantes buscando reembolso de tarifas cobradas sob as mesmas regras.

De acordo com dados citados, essas tarifas teriam arrecadado mais de US$ 200 bilhões em impostos sobre importações desde 2025, afetando milhares de empresas que operam em território norte-americano.

E você, o que acha do uso de jogos pela Casa Branca para promover ações militares? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Crítica: Devoradores de Estrelas, filme com Ryan Gosling, é carta de amor à ciência

Faça o seguinte experimento: numa roda de amigos, pergunte para eles qual o filme de ficção científica com temática espacial favorito de cada um e o porquê. Dependendo da idade das pessoas, cada um terá uma resposta diferente: os mais velhos poderão citar Star Wars e sua influência na cultura pop, outros poderão citar Alien: O Resgate como um equilíbrio entre o terror e a temática espacial. 

Já na lista dos mais novos, Interstellar e sua física levada a sério deve ser escolha da maioria, assim como Gravidade e sua interpretação do ciclo da vida humana. Outro grande título icônico dos tempos recentes é A Chegada, do renomado diretor Denis Villeneuve.

Felizmente, Devoradores de Estrelas também deve entrar nessa lista num futuro próximo. O longa deve ganhar espaço entre os cinéfilos não só como um dos melhores filmes de ficção científica com temática espacial, mas sim como um dos melhores do gênero nos últimos anos. 

Além de seguir à risca o livro em que foi baseado, o longa enaltece não só a ciência como um todo, como também é capaz de inspirar futuras gerações a seguirem carreira na área. Tudo isso com muita emoção, momentos belíssimos e muito amor – por uma pedra extraterrestre.  

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O Projeto Hail Mary

Durante observações noturnas, uma astrônoma descobre uma fina linha que se estende da órbita de Vênus até o Sol. Após estudos, cientistas percebem que nossa estrela está perdendo seu brilho e que a tal “Linha de Petrova” é a culpada, fazendo com que a vida na terra possa ser extinta nos próximos anos

Num esforço internacional, governos do mundo todo se mobilizam para descobrir não só como parar isso, mas também saber porquê somente uma estrela de várias afetadas ao nosso redor não está perdendo seu brilho. Com isso, é criado o Projeto Hail Mary (nome oficial do título em inglês), que tem a seguinte missão: viajar até essa estrela e descobrir o porquê dela não está morrendo. 

Para isso, a humanidade está contando com um professor de ciências do primário, Ryland Grace (Ryan Gosling), que acorda de um coma induzido no meio do espaço, sem lembrança alguma de como chegou até ali. Assim, começa a caçada pelos astrofágicos, que além de serem devoradores de estrelas, também conseguem guardar uma grande quantidade de energia, funcionando como combustível. 

A adaptação das 424 páginas do livro de Andy Weir (Perdido em Marte, Artemis) contém nomes de peso da indústria. Drew Goddard (Cloverfield: O Monstro, Perdido em Marte) assina o roteiro, que possui direção da já conhecida dupla Chris Miller e Phil Lord (Aranhaverso, Tá Chovendo Hambúrguer). 

Como um grande fã do livro, um dos meus maiores medos da versão cinematográfica ficou justamente no que entra e no que sai na adaptação, afinal: nenhuma delas é 100% fiel ao conteúdo original. Felizmente, mais uma vez Drew Goddard provou mais uma vez que é possível condensar um livro sem estragar o livro, com Perdido em Marte já no currículo, também baseado num livro de Weir.

Ryan Gosling: o rei do carisma

A direção de Miller e Lord faz com que você torça para o filme demorar para acabar, mesmo com a duração de 2h36m. A dupla, que tem sucessos como Uma Aventura LEGO, Homem-Aranha no Aranhaverso e Anjos da Lei no currículo, consegue equilibrar bem os momentos de comédia com o peso da responsabilidade do personagem principal durante o filme.

Esse "feeling" ganha mais força graças ao talento canastrão de Ryan Gosling (que nasceu para o papel, uma adaptação extremamente fiel do Grace no livro). Embora o tom de comédia pastelão incomode um pouco no início, vamos descobrindo aos poucos não só quem é Ryland Grace, mas também o porquê dele ter aceitado esta missão suicida.

O ator se entrega de corpo e alma ao projeto, sendo um dos papéis mais carismáticos de Ryan Gosling até então. Alternando entre momentos de pura comédia e picos de depressão, Ryan consegue já transparecer a preocupação de estar sozinho numa missão suicida e o peso dessa decisão. 

Mas logo, o jogo muda: ao ter contato com uma raça alienígena que também tem um sol morrendo, o filme muda de tom ao introduzir Rocky – o Eridiano de pedra dentro da narrativa, transformando o filme numa dramédia de colegas de quarto que não se aguentam, mas se respeitam. E é aqui onde começam a maioria dos acertos.

O primeiro acerto – e talvez o meu favorito até então – é usar a ciência como base para várias escolhas dentro da história. Afinal, como devo me comunicar com um extraterrestre feito de pedra sem sequer entender uma palavra da língua dele?Usando a matemática, a tal “linguagem universal”. 

Juntos, Grace e Rocky utilizam de conceitos fundamentais de física, química e matemática, trazendo o espectador para dentro do problema, querendo também ajudar na solução para que ambos possam salvar seus planetas. A relação de ambos, além de ser muito bem construída, consegue cativar a plateia a ponto de segurar a respiração em um dos momentos mais tensos do filme. Se você, assim como eu, tem um animal de estimação, prepare os lencinhos.

Veja na maior tela possível

Um dos maiores marketings do filme até então envolve a produção, com o uso mínimo de efeitos especiais e a equipe dando preferência para (pasmem), efeitos práticos e cenários reais. Parece bobagem falar, mas isso faz muita diferença, principalmente com a fotografia em ambientes internos. 

Greig Fraser, diretor de fotografia, soube bem usar isso em sua vantagem. Com filmes como Duna, Rogue One e The Batman no currículo, o trabalho dele em conjunto com Lord e Miller consegue te transportar para dentro da história, seja com o jogo de luz e sombra de dentro da nave até as paisagens exuberantes da atmosfera de Adrian, um dos pontos altos do longa.

Essa experiência fica ainda melhor dentro de uma sala IMAX, onde a imensidão do espaço vazio irá te engolir por completo. Devoradores de Estrelas facilmente entra na lista de filmes espaciais mais bonitos já feitos até então, te transportando da sala de cinema diretamente para outro lugar. Assim como o buraco negro de Interstellar e Los Angeles de Blade Runner, o filme também deve virar referência futura dentro do universo de ficção científica.


Uma ode à ciência

O maior trunfo de Devoradores de Estrelas está na beleza da ciência e sua importância para a humanidade. No livro, Weir consegue dosar bem a lógica por trás de cada escolha narrativa, o que Drew conseguiu transpor com maestria para o tempo do filme. 

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Conceitos de relatividade, biologia microbiana, comunicação e linguagem, tudo está ali para gerar um gatilho nas futuras gerações que, com certeza, irão buscar carreira nestas áreas, inspirados pela mensagem do filme. Num mundo onde cada vez mais o ensino está sendo sucateado e a ciência posta a prova de dúvidas, é importante lembrarmos de como é divertido aprender pode salvar vidas (mesmo que você esteja em outro sistema solar). 

A beleza do aprendizado e esperança nas futuras gerações é o que faz Devoradores de Estrelas ser tão belo, afinal… até eu quis me dedicar à educação assim que os créditos começaram a rolar. Um novo clássico da ficção científica nasce, e com ele virá também uma nova leva de pessoas inspiradas para transformar o mundo num lugar melhor.

Devoradores de Estrelas chega em 19 de março nos cinemas brasileiros. A crítica foi produzida após uma sessão antecipada do filme e convite da Sony Pictures Brasil. 

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Amazon deve mudar data do Prime Day em 2026, diz site

O Prime Day de 2026, edição deste ano da data comemorativa da Amazon que é repleta de promoções para os usuários, pode mudar de data. A informação foi publicada pela Bloomberg, enquanto a companhia se recusou a comentar o assunto ao ser contatada.

De acordo com o site, o Prime Day deste ano será realizado em junho, muito possivelmente no final do mês, e não durante julho, período já tradicionalmente escolhido pela gigante do varejo. Fontes ligadas ao tema foram consultadas pela reportagem original, mas se mantiveram anônimas porque a estratégia ainda não foi publicamente divulgada.

Uma das possibilidades da mudança de data está em questões fiscais: caso seja realizado antes de 30 de junho, o Prime Day entra no relatório fiscal da Amazon para o segundo trimestre deste ano, enquanto a data antiga faria com que ele fosse contabilizado no período seguinte.

O que é o Prime Day da Amazon?

  • O Prime Day é um dos os eventos anuais de liquidação mais importantes da Amazon, feito especialmente para fidelizar ou atrair mais assinantes em todo o mundo;
  • Ele é considerado um momento esperado durante o ano para a Amazon e parceiros comerciais, como lojas e perfis do marketplace. Na edição de 2025, os descontos chegaram a 60% e envolveram mais de 50 categorias em promoção;
  • Grande parte dos benefícios da data é voltada para os assinantes do pacote Prime de vantagens, que inclui frete grátis nas compras, descontos exclusivos e acesso a serviços paralelos, como o Prime Video;
  • A comemoração comercial teve a primeira edição realizada em 2015, mas o Brasil só recebeu a versão nacional das ofertas cinco anos depois;
  • As datas tendem a ser diferentes dependendo do país. Em 2025, por exemplo, ela aconteceu durante quatro dias nos Estados Unidos (de 8 a 11 de julho), enquanto no Brasil a janela foi menor, entre os dias 15 de 16 de julho;
  • Nos últimos anos, concorrentes diretas também passaram a realizar eventos parecidos, inclusive com liberação de cupons e descontos em datas similares para aproveitar o  momento de maior propensão do consumidor em gastar.

O Prime Day costuma ter uma cobertura especial do TecMundo, inclusive com a curadoria dos apresentadores em busca das melhores ofertas para você. Siga a nossa página no Instagram e fique ligado para mais informações! 

© Daria Nipot/Getty Images

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Rage rooms: 'salas da raiva' voltam a ser trend com aumento de estresse no trabalho

Em meio a um cenário de pressão crescente no mercado de trabalho, marcado por jornadas intensas, insegurança profissional e pela rápida adoção de tecnologias como a inteligência artificial (IA), vídeos de pessoas destruindo televisores, garrafas e eletrodomésticos voltaram a viralizar nas redes sociais.

As chamadas rage rooms, salas criadas para quebrar objetos de forma controlada, reapareceram como tendência em diferentes países no TikTok e no Instagram neste início de 2026, frequentemente acompanhadas de relatos de frustração com o trabalho, demissões ou cansaço emocional.

O movimento também cresce no Brasil em um momento em que pesquisas indicam deterioração na relação dos brasileiros com o trabalho. O levantamento global Work Relationship Index 2025, da HP, aponta que apenas 29% dos profissionais do país estão na chamada “zona saudável”.

Na outra ponta, 34% se encontram na “zona crítica”, índice que cresceu 9 pontos percentuais em relação a 2024 e indica avanço do desgaste emocional. Segundo o estudo, 71% dos brasileiros dizem que as exigências das empresas aumentaram no último ano.

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Fonte: Rage Room CT/Instagram

Popularizadas na internet desde 2021, as rage rooms surgiram no Japão como um espaço para liberar emoções reprimidas e passaram a aparecer em diferentes países. No Brasil, o formato ainda é raro. Em São Paulo, há apenas um espaço dedicado à atividade, a Rage Room CT, no Tatuapé.

Para o professor de marketing digital da ESPM, João Finamor, o retorno da tendência segue um padrão recorrente de conteúdos online. “Foi um ciclo que teve início na época da pandemia, por volta de 2021, e agora voltou novamente. Esse movimento é comum no ambiente digital: conteúdos tendem a ser cíclicos e acabam sendo revisitados ao longo do tempo. Como sociedade, as pessoas também resgatam aquilo com que ainda têm algum tipo de conexão”.

Segundo ele, o momento que estamos vivendo favorece esse tipo de conteúdo. “Quando a gente fala do momento atual, estamos em um período muito catártico. As pessoas estão muito estressadas e cansadas. Nesse contexto, esse tipo de conteúdo acaba funcionando também como uma forma de desestressar e gerar algum tipo de conexão”.

Pressão no trabalho aparece entre os motivos

A viralização também acompanha mudanças na relação com o trabalho. O estudo da HP aponta que 39% dos profissionais brasileiros acreditam que as empresas priorizam o lucro em detrimento das pessoas. Ao mesmo tempo, 68% gostariam de passar menos dias presencialmente no escritório, revelando insatisfação com o modelo atual.

Na capital paulista, a Rage Room CT recebe cerca de 250 pessoas por mês, entre quarta-feira e domingo. O funcionamento é simples: o visitante escolhe um pacote de destruição e paga pelos objetos que deseja quebrar durante a sessão.

O espaço oferece experiências de 30 minutos para grupos de até três pessoas e sessões de uma hora para grupos maiores. Antes da atividade, os participantes passam por um briefing com instruções de segurança e recebem equipamentos de proteção. Depois disso, entram na sala preparada para o impacto e começam a destruir os objetos escolhidos.

O perfil do público revela um recorte específico. Segundo o espaço, 98% dos frequentadores são mulheres, com idade entre 20 e 45 anos. Entre as profissões mais comuns estão trabalhadores de tecnologia, psicólogos e terapeutas, professores e profissionais de comunicação.

“A Rage Room CT surgiu como uma forma de aliviar o estresse do dia a dia, funcionando como uma espécie de válvula de escape. O espaço recebe pessoas por diferentes motivos, que vão desde questões pessoais até pressões relacionadas ao trabalho”, afirma a equipe do local.

O desenvolvedor de sistemas Lucas Lopes, de 31 anos, foi uma dessas pessoas. Ele visitou a rage room com uma amiga em um momento de pressão profissional. “Eu fui uma vez porque estava me sentindo estressado com muitas coisas, questões pessoais e, principalmente, do trabalho”, conta.

Segundo ele, a rotina na área de tecnologia pode ser desgastante. “É estressante porque, para mim, o maior problema são os bugs quase inexplicáveis que aparecem às vezes nos códigos e que eu preciso resolver. Além disso, tenho muita responsabilidade e pressão diariamente, o que, a longo prazo, acaba sendo bem desgastante”.

O avanço da IA também tem alimentado incertezas no mercado de trabalho. Segundo a pesquisa Global Hopes and Fears 2025, da PwC, 61% dos brasileiros acreditam que a tecnologia afetará significativamente seus empregos nos próximos três anos. Ao mesmo tempo, o uso dessas ferramentas já faz parte da rotina de muitos profissionais.

Entre desenvolvedores de software, esse processo é ainda mais evidente. Lucas afirma que, no início, tinha dúvidas sobre como a IA afetaria sua profissão, mas passou a incorporá-la no dia a dia de trabalho. “No começo, quando ainda não sabíamos muito bem como as IAs se encaixariam na rotina de trabalho, me atrapalhava bastante. Mas, agora, com a evolução delas, eu uso pra melhorar minhas entregas”, diz.

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Fonte: Arquivo pessoal/Lucas Lopes

Destruição como forma de aliviar tensões

Para Finamor, o sucesso desses vídeos também está ligado à forma como são narrados nas redes sociais. “Todos têm storytelling. Por exemplo: depois de uma demissão, após um término de namoro. Não é simplesmente a pessoa que foi lá quebrar coisas e postar, há um contexto por trás”.

O especialista afirma que o fenômeno também tem um componente geracional. “A geração Z tem uma conexão mais forte com essa questão catártica. Mas sempre dizemos que o millennial é uma geração coringa, porque combina e hibridiza características das outras gerações”.

Entre os vídeos mais comuns estão justamente aqueles que conectam a destruição de objetos a situações emocionais intensas. “Primeiro, há aquela conexão social e cultural, que faz as pessoas se identificarem. Depois vem a questão da catarse emocional. A pessoa está quase explodindo e ver algo explodindo gera uma associação”.

Para quem participa da experiência, o efeito pode ser imediato, ainda que temporário. A ilustradora Giulia Conti, de 23 anos, visitou uma rage room na Itália, onde mora, acompanhando uma amiga. “Foi muito bom, me ajudou bastante a descarregar emoções e problemas que eu já vinha carregando há algum tempo, principalmente questões pessoais. Foi uma experiência muito boa”, afirma.

Ela ressalta que a experiência não resolve todos os problemas. “Não ajuda completamente. Não é como se eu tivesse saído de lá pensando ‘nossa, agora estou bem de novo’. Mas ajudou bastante”.

A psicóloga Marina Akemi Tanabe Duarte afirma que experiências desse tipo podem funcionar como um canal de expressão emocional. “Vejo as rage rooms como uma ferramenta para expressão de emoções, assim como outras práticas perpetuadas socialmente”.

Segundo ela, cada pessoa encontra formas próprias de lidar com sentimentos como raiva ou estresse. “Em alguns casos, ir a uma rage room e descarregar essas emoções pode funcionar, a depender da necessidade e da intensidade do que a pessoa está sentindo”.

A predominância feminina nesses espaços também pode ter explicações sociais. Para a psicóloga, homens historicamente tiveram mais permissividade cultural para expressar agressividade em público, enquanto mulheres são frequentemente pressionadas a reprimir esse tipo de reação.

@ragezoneusa Replying to @Cris🔛🔝 ♬ original sound - Rage Zone

“A mulher, desde que o homem é homem, quando expressa seus sentimentos de maneira ‘inadequada’ aos padrões impostos, é taxada de histérica, emocionalmente desregulada e louca”, afirma.

A possibilidade de que experiências desse tipo incentivem comportamentos agressivos fora desse ambiente também é discutida por especialistas.

Para Marina, no entanto, o risco não está necessariamente na prática em si, mas na forma como as emoções são elaboradas. “Muitas práticas e situações podem igualmente reforçar comportamentos agressivos, não necessariamente a rage room em si. Se é utilizado para descarregar sentimentos em um ambiente controlado e específico para isso, não há por que essa prática resultar em comportamentos agressivos em outros contextos sociais cotidianos”.

A psicóloga ressalta ainda que não existe uma única forma considerada ideal para lidar com emoções intensas. Segundo ela, o ponto central é encontrar maneiras de expressar essas emoções sem causar danos a si mesmo ou aos outros. “A raiva e o estresse, quando não elaborados de alguma forma, podem ter outro destino e, em algumas situações, se tornar adoecedores. É melhor colocar esses sentimentos ‘para fora’ de uma maneira que não cause danos a você ou ao outro”.

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Guerra dos chips: por que a venda de GPUs para IA virou política

O mercado de tecnologia poucas vezes esteve tão envolvido com política quando atualmente. É comum que notícias sobre o lançamento de novos produtos, como chips ou celulares, estejam acompanhados de disputas envolvendo países ou empresas.

Além disso, no setor aquecido e ainda crescente da inteligência artificial (IA), a demanda por GPUs fez com que as fabricantes se direcionassem cada mais para esse setor, gerando demanda crescente de mais componentes por parte das fabricantes e escassez desse e outros componentes para os eletrônicos de consumo.

A situação transformou uma disputa comercial que já era quente em uma série de batalhas políticas, até mesmo no mercado de eletrônicos. A seguir, entenda qual o contexto dessa guerra de chips e por que até mesmo o consumidor pode ser prejudicado.

O que é a atual guerra dos chips?

A atual guerra dos chips é uma disputa estratégica pelo controle da tecnologia, da produção e do acesso a semicondutores avançados, em especial os componentes que são utilizados em diferentes etapas da indústria da IA.

Esse conflito tem alcance global e envolve os planos de determinados países de dominar todo o ecossistema da indústria, desde o design de chips até a fabricação deles, passando pela comercialização dos produtos finalizados por empresas daquele mesmo país.

Como os semicondutores se tornaram estratégicos

Semicondutores são materiais sólidos que tem condutividade elétrica variável, o que significa que podem atuar de forma versátil tanto como condutor quanto na capacidade de isolante. O mais popular da indústria é o silício, hoje é a base material dos processadores.

Esses componentes agora compõem a base material de poder econômico e militar de países com China e Estados Unidos — tanto pela importância deles na indústria quanto por estarem concentrados em poucas regiões, que abrigam matérias-primas, fábricas e responsáveis pela criação dessa tecnologia.

Como avanços de IA hoje representam também a aceleração em indústrias variadas, da medicina até o meio militar, o domínio e o uso de semicondutores viraram formas de medir a relevância de um país no cenário tecnológico global.

Por que GPUs são essenciais para inteligência artificial

As GPUs foram conhecidas por muitos anos como peças de tarefas específicas e mercados como os games. Porém, a estrutura e a capacidade desses processadores gráficos se tornaram também importantes para um melhor desempenho de sistemas de IA.

Modelos modernos e otimizados de GPU possuem um desempenho superior a um conjunto de CPUs de custo similar em tarefas envolvendo redes neurais. Elas incluem tanto a etapa de treinamento quanto as atividades de inferência de grandes modelos de linguagem (LLMs), modelos de voz e sistemas de recomendação.

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A Hopper ou H200, GPU referência para data centers de IA. (Imagem: Divulgação/Nvidia) 

O segredo está no tipo de operação dos chips gráficos: eles trabalham com um processamento paralelo em massa, com os múltiplos núcleos fazendo o mesmo tipo de operação em muitos dados ao mesmo tempo.

Diferença entre CPUs e GPUs

A CPU ou Unidade Central de Processamento é a responsável por executar as principais tarefas de um eletrônico, como o sistema operacional, dispositivos conectados, drivers e programas. Normalmente, ela é chamada de forma generalizada de 'processador'.

Equivalente ao cérebro da máquina, esse componente também envia informações ou comandos para softwares e recebe respostas, que devem ser interpretadas em tempo real para que você utilize aquele dispositivo de forma dinâmica.

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A Intel é especializada em CPUs para computadores. (Imagem: Divulgação/Intel)

Já a GPU, mais conhecida como placa de vídeo, é a Unidade Gráfica de Processamento. Ela é um chip de ação específica e especializada, criado para renderização de elementos visuais em geral — como vídeos, modelos em 3D e jogos.

Na atual onda do mercado de IA, entretanto, ela também passou a ser utilizada em vários processos importantes desse setor — e é justamente isso que causou o desequilíbrio e as brigas internacionais.

Como a disputa por chips virou questão política

Desde o estabelecimento do transistor e a miniaturização de componentes como os processadores, chips têm uma importância tecnológica. 

Porém, é apenas recentemente que os semicondutores viraram uma verdadeira infraestrutura estratégica de poder econômico e militar, em especial pelo envolvimento com IA. A demanda elevou a importância de empresas do setor, enquanto países apostam cada vez mais nessa área.

Países e empresas no centro da guerra tecnológica

Embora todo o planeta participe direta ou indiretamente dessa disputa, já que ela afeta produtos vendidos nos mais diversos países, algumas regiões são consideradas chave para entender esse cenário.

  • A China tem um papel central por ser uma das maiores economias do mundo e investir pesado no setor de tecnologia. Ela também é o polo de extração e processamento das terras raras, minérios de grande importância para essa e outras indústrias;
  • Os EUA seguem como o mercado mais relevante de chips por abrigar uma alta quantidade de empresas e consumidores. A força política é um diferencial, inclusive na aplicação de sanções ou tarifas a países adversários e no protecionismo em relação às tecnologias proprietárias, como o design de chips ou softwares inteiros;
  • Taiwan é outra peça importante. Considerada independente pelos próprios moradores e território chinês pelo país asiático, ela é sede da atual maior fabricante de chips do mundo, além de outras companhias do setor. Ela também é uma região populosa em especialistas de engenharia;
  • Em uma camada abaixo de importância, regiões como Coreia do Sul, Japão e Países Baixos (Holanda) se destacam pela presença pontual de certas indústrias — como a produção de memórias de sul-coreanas como a Samsung e as máquinas de litografia da ASML, presentes no país europeu.

Já entre as companhias, também há nomes que são relevantes na situação atual do mercado de semicondutores:

  • A Nvidia, atual empresa mais valiosa do mundo, segue como especialista em GPUs e se adaptou para se tornar uma empresa focada em IA e fornecer chips avançados para uso em data centers;
  • A TSMC, maior fabricante de semicondutores do mundo, tem a demanda cada vez maior de clientes de IA e segue como referênia na produção de chips para eletrônicos de consumo;
  • A estadunidense Intel, que superou uma grave crise e é uma das armas do governo dos EUA para ser referência nacional na produção de chips para além da referência atual em CPUs para PCs;
  • Huawei e SMIC, fabricantes chinesas que estão fortalecendo o ecossistema nacional de GPUs para IA com desempenho equiparado aos componentes estrangeiros.

Impactos globais da guerra dos chips

Essa disputa tecnológica já provocou mudanças em áreas como economia e geopolítica. Pela receita movimentada e a presença em tantos produtos, de computadores e celulares até carros, os chips viraram questão de segurança nacional.

Exemplo disso é o envolvimento direto do presidente dos EUA, Donald Trump, na autorização ou não da venda de chips avançados da Nvidia para IAs de outros países, como a China — algo que seria bom para a companhia em termos de receita, mas poderia "armar" tecnologicamente uma nação inimiga.

Por outro lado, há uma nova corrida de empresas por cada vez mais desempenho e eficiência rapidamente. Companhias chinesas em especial estão investindo em tecnologia própria e nacional, após as limitações impostas por outros países.

O resultado é um ecossistema polarizado: EUA e China estão cada vez mais concentrados de lados opostos em termos de ecossistema tecnológico, com os parceiros comerciais desses países sendo pressionados a reforçarem a aliança e não negociar com o outro.

Efeitos no mercado de tecnologia

Mesmo com a disputa ainda longe do fim, já foram várias as consequências globais no desequilíbrio da demanda por chips. Elas estão relacionadas com o próprio desenho da indústria de semicondutores, que parece estar se adaptando ao novo cenário.

O que mais é sentido pelo consumidor é a variação nos preços desses componentes, seja em peças avulsas ou eletrônicos já montados — afinal, com o custo de produção e compra elevados, a fabricante tende a repassar ao menos parte desse valor para o público. Uma série de marcas já confirmou que a alta no valor final dos produtos é inevitável, ou então já elevou os preços antecipadamente.

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Não são apenas GPUs: as RAM DDR4 também dispararam nos últimos meses pela escassez. (Imagem: Reprodução/NSL)

Além disso, é esperado o fechamento ou a saída de empresas grandes e pequenas de mercados para o consumidor, seja porque a marca perdeu o mercado ou vai migrar totalmente para a IA. Este último é o caso da Micron, que abandonou a tradicional linha Crucial de RAM e SSDs.

Isso já tem efeitos imediatos, como a própria Nvidia confirmando que o cenário do mercado de GPUs gamers será de escassez para os próximos meses. Com até mesmo países inteiros direcionando esforços para a IA, aparelhos acabam ficando em segundo plano.

© hh5800/Getty Images

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Combo de pipoca de Super Mario Galaxy custa a partir de R$ 300 no Cinemark

Tem sido realmente difícil arcar com custos de algumas coisas aqui no Brasil — e o Checkpoint desta quarta (11) confirma isso de alguma forma. O Cinemark está vendendo um combo de pipocas de Super Mario Galaxy: O Filme por valores que ultrapassam a casa dos R$ 300.

A rede de cinemas está oferecendo duas opções premium de combos temáticos do filme: uma da estrela Luma com luz de led e outra do Yoshi. Cada uma delas inclui pipoca, refrigerante e um Kinder Joy por valores entre R$ 299 e R$ 334, dependendo das opções de pipoca doce ou salgada.

Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta quarta (11)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!  

Super Mario Galaxy: O Filme tem combos de pipoca que ultrapassam os R$ 300 no Cinemark

A rede de cinemas Cinemark começou a vender combos temáticos inspirados em Super Mario Galaxy: O Filme que chamaram a atenção pelos preços. As opções premium da promoção ultrapassam os R$ 300 e incluem itens colecionáveis inspirados em personagens do universo da franquia.

Entre os destaques estão dois baldes especiais: um da estrela Luma com iluminação em LED e outro inspirado no personagem Yoshi. Os combos incluem pipoca, refrigerante e um Kinder Joy, com preços que variam entre R$ 299 e R$ 334. 

Já outras opções incluem copos colecionáveis de personagens como Bowser, Yoshi, Toad e Lumalee. Além disso, também há um balde com led e som disponível para compra. Lembrando que o filme estreia no dia 1º de abril.

Nintendo confirma lançamento do novo jogo do Yoshi para Switch 2

A Nintendo confirmou de surpresa que Yoshi and the Mysterious Book será lançado em 21 de maio para o Switch 2. A data foi revelada em um novo trailer publicado na última terça (10), como parte das celebrações do Mario Day, comemorado anualmente pelos fãs da franquia.

No jogo, o personagem Yoshi encontra um livro falante chamado Senhor Enciclopédia, que cai do céu na ilha onde vivem ele e seus amigos. Segundo a sinopse oficial, as páginas do objeto misterioso trazem informações sobre diferentes criaturas, e os jogadores poderão examiná-las, registrá-las e interagir com elas usando as habilidades do protagonista.

Ação de Pokémon GO levará um brasileiro com acompanhante para evento oficial no Japão

Pokémon GO lançou uma campanha especial que levará um jogador brasileiro para participar do Pokémon GO Fest 2026: Tóquio, no Japão. A iniciativa faz parte das comemorações de 10 anos do título e permitirá que um treinador brasileiro viaje com tudo pago para o evento oficial da franquia, acompanhado de um convidado. 

Para participar do GO Memories é necessário seguir as contas oficiais de Pokémon GO, publicar uma foto ou vídeo com uma memória envolvendo o jogo e incluir as hashtags #GOMemories e #Sorteio, além de marcar o perfil em qualquer rede social de sua escolha — Instagram, TikTok ou X

O prêmio inclui ingressos para o evento em Tóquio, passagens aéreas de ida e volta, hospedagem por cinco dias e quatro noites e verba adicional para despesas durante a viagem. 

O sorteio está aberto para residentes do Brasil maiores de 18 anos e o vencedor será anunciado no dia 22 de março por meio da rede social utilizada na inscrição.

Embark Studios está devolvendo itens para jogadores de ARC Raiders que enfrentaram problemas nos servidores

A Embark Studios informou que começou a devolver equipamentos para jogadores de ARC Raiders que foram afetados por falhas recentes nos servidores do game. 

O problema ocorreu na semana passada e fez com que parte da comunidade perdesse itens mesmo após concluir extrações com sucesso durante as partidas.

Em nota nas atualizações do jogo, o estúdio explicou que está analisando os casos individualmente e pretende restaurar os equipamentos sempre que possível nos próximos dias. 

A equipe destacou que a compensação é uma exceção, já que o título não possui sistema de seguro para itens perdidos, mas a decisão foi tomada devido ao grande número de jogadores impactados pela instabilidade nos servidores.

Tides of Annihilation, 007 First Light e Control Resonant terão Path Tracing no PC

Os jogos Tides of Annihilation, 007 First Light e Control Resonant terão suporte à tecnologia Path Tracing na versão para PC. Além disso, os três jogos também terão compatibilidade com o NVIDIA DLSS 4. 

Os projetos estão planejados para 2026, com propostas distintas: enquanto 007 First Light acompanha a origem do espião James Bond, Control Resonant traz uma nova história no universo da série Control e Tides of Annihilation aposta em combates de ação ambientados em uma versão transformada de Londres.

E aí, o que você achou das principais notícias de games do dia no Checkpoint? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel e do TecMundo!

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O que lembrar antes da temporada 7 de Virgin River? Saiba tudo!

Tem séries que a gente assiste com o coração na mão, e Virgin River é definitivamente uma delas. A querida série de romance da Netflix conquistou milhões de fãs ao redor do mundo com sua mistura de drama, amor e aquela atmosfera aconchegante de cidade pequena que dá vontade de se mudar para lá. 

Agora, depois de uma das maiores esperas entre temporadas da série, a sétima temporada de Virgin River está chegando e, com ela, uma enxurrada de reviravoltas que prometem agitar ainda mais a vida dos moradores.

A temporada 7 de Virgin River estreia no dia 12 de março na Netflix, reunindo novamente Mel, Jack e toda a galera da cidade mais dramática da televisão. 

A temporada 6 chegou em dezembro de 2024, então é natural que alguns detalhes importantes tenham ficado um pouco nebulosos na memória. 

Para você não se perder nos primeiros episódios, preparamos um guia completo com tudo o que você precisa relembrar antes de dar o play na temporada 7 de Virgin River!

Mel e Jack finalmente se casaram em Virgin River

O grande momento que os fãs esperavam há temporadas finalmente aconteceu: Mel e Jack disseram o tão aguardado "sim" e chegaram ao altar

O casamento foi o ponto alto da temporada 6 e também o momento em que Mel começou a se aproximar de Everett, seu pai biológico, adicionando mais uma camada emocional à história do casal.

Mas a vida em Virgin River nunca deixa ninguém descansar por muito tempo. Nos minutos finais da temporada anterior, Marley, uma ex-paciente de Mel que estava grávida, aparece com uma notícia bombástica: os pais adotivos que estavam planejados para o bebê desistiram na última hora, e ela quer que Mel e Jack ocupem esse lugar.

Considerando a longa e difícil jornada do casal em busca da parentalidade, as chances de eles recusarem parecem bem pequenas. 

Porém, o trailer da nova temporada sugere que é a própria Marley quem começa a hesitar sobre a adoção, então já prepare o lenço.

Martin Henderson as Jack Sheridan and Alexandra Breckenridge as Melinda Monroe in Episode #701 of Virgin River S7
Mel e Jack finalmente se casaram em Virgin River (Foto: Netflix).

Virgin River: Doc está com a licença médica suspensa

Se você é fã de longa data da série, já sabe que Virgin River tem bastidores tão ricos quanto a trama em si e o personagem Doc é prova disso. 

Depois de superar seus problemas de visão no início da temporada 6, o médico mais amado da cidade terminou o ano com uma notícia devastadora: sua licença médica foi suspensa justamente quando um hospital vizinho planeja expandir suas operações para Virgin River, ameaçando o futuro da clínica que ele tanto ama.

Para piorar, Hope tentou intervir para salvar a situação do marido e acabou complicando ainda mais as coisas. A temporada 7 deve colocar Doc diante de uma batalha difícil para reaver sua licença e manter a clínica de pé (e torcer por ele vai ser inevitável).

O triângulo amoroso de Brie em Virgin River

Se tem uma trama que vai deixar qualquer um de cabelo em pé, é a de Brie. Mike descobriu que ela dormiu com Brady e mesmo assim fez uma proposta de casamento para ela. 

Isso mesmo: ele sabe de tudo e ainda assim quer se casar. A grande questão que fica para a temporada 7 é se ele está agindo por amor de verdade ou por ciúme, e se Brie vai aceitar ou não.

Enquanto isso, Brady está às voltas com um problema bem mais concreto: Lark, sua ex, fugiu da cidade levando todo o dinheiro dele depois de ouvi-lo confessar seus sentimentos por Brie. 

Ele havia perdoado ela por uma tentativa anterior de golpe, mas dessa vez ela foi até o fim. Recuperar o que é seu deve ser uma das prioridades de Brady na nova temporada. 

E por falar em novidades, quem acompanha a franquia sabe que um possível spin-off de Virgin River também está nos planos da Netflix, então o universo da série pode estar prestes a crescer bastante.

Marco Grazzini as Mike Valenzuela and Zibby Allen as Brie Sheridan in Episode #708 of Virgin River S7
Brie faz parte de um triângulo amoroso em Virgin River (Foto: Netflix).

Charmaine sumiu e Jack encontrou algo perturbador

O cliffhanger mais tenso da temporada 6 envolve Charmaine, que não apareceu no casamento de Mel e Jack. Preocupado, Jack foi até a casa dela e encontrou tudo revirado, como se tivesse havido uma briga ou invasão. 

Ao se aproximar do quarto dos gêmeos, ele ouviu música tocando e, ao espiar pela porta, teve uma reação de choque, mas a câmera cortou antes de revelar o que ele viu. 

Calvin voltou para causar problemas? Os bebês estão bem? Essa é uma das perguntas que a temporada 7 precisará responder logo de cara.

Ah, e não esqueça: Preacher e Kaia também têm um mistério de assassinato para resolver. Virgin River nunca deixa faltar drama!

Ficou com vontade de maratonar tudo antes da estreia? Confira também o que mais chega à Netflix nesta semana e não perca nenhuma novidade do streaming. 

Aqui no Minha Série você encontra tudo sobre suas séries favoritas. Continue navegando e boa maratona!

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© Netflix

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Microsoft corrige 86 vulnerabilidades de segurança do Windows

A Microsoft lançou sua nova atualização de segurança de março de 2026 contra 86 ameaças para o sistema Windows. Duas dessas ameaças já eram publicamente conhecidas e uma delas inclusive tem uma pontuação 9,8 em grau de perigo. Com o lançamento dos patches, os usuários já podem ficar mais despreocupados.

No total, três dessas ameaças eram consideradas críticas e 76 foram ranqueadas como importantes. Dentre os problemas listados estão riscos de vulnerabilidades relacionadas com escalada de privilégios, execução de códigos arbitrários remotamente, descoberta de informações sensíveis, spoofing e negação de serviço.

Essas correção são somadas a outras dez brechas solucionadas no navegador Edge após o lançamento da atualização de segurança de fevereiro. Muitas das vezes, os bugs ou brechas encontradas são usadas por atores maliciosos quando estes já estão com acesso ao sistema, geralmente por táticas de engenharia social.

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Criminosos apelam para uso de IA para se infiltrarem em sistemas pessoais (Dilok Klaisataporn/GettyImages)

"Este mês, mais da metade (55%) de todas as CVEs da Patch Tuesday eram bugs de escalonamento de privilégios e, dessas, seis foram classificadas como tendo maior probabilidade de exploração no componente gráfico do Windows, Windows Accessibility Infrastructure, Windows Kernel, Windows SMB Server e o Winlogon", explica o engenheiro de pesquisa sênior da Tenable, Satnam Narang.

Quais foram as principais brechas corrigidas?

Das duas ameaças já conhecidas, foram corrigidas as CVE-2026-26127 e CVE-2026-21262, com pontuações de 7.5 e 8.8 no CVSS. A primeira era uma brecha de negação de serviço no protocolo .NET disponível na plataforma, enquanto a segunda permitia a escalada de privilégios em servidores SQL.

  • Havia também outras duas brechas com pontuação base de 8.8, mas relacionadas com o System Center Operations Manager e um repositório do GitHub;
  • A falha mais perigosa (CVE-2026-21536) era voltada ao Programa de preços de dispositivos da Microsoft;
  • Essa vulnerabilidade crítica permitia a execução remota de códigos nesse programa e foi descoberta pela IA autônoma XBOW;
  • No caso da brecha no Winlogon, ela explorava a resolução inadequada de links para obter privilégios do sistema;
  • Um servidor da Azure sofreu com uma falha de falsificação de solicitação, que permitia a escalada de privilégios na rede;
  • O Excel continha um bug que poderia ser explorado por invasores e fazer com que o Copilot exfiltrasse dados como parte de um ataque.

Todas as 86 ameaças estão listadas no site oficial da Microsoft e já foram prontamente corrigidas através de patches. O ideal é sempre manter seu computador atualizado por meio das configurações do Windows Update e evitar usar sistemas antigos, como o Windows 11, que não recebe mais atualizações.

A Microsoft anunciou a chegada do Copilot Cowork, um assistente de IA autônomo capaz de trabalhar pelo usuário na suíte do Microsoft 365. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Saulo Angelo/GettyImages

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Timothée Chalamet: Entenda polêmica que pode fazer o ator perder o Oscar 2026 de Melhor Ator

Um dos grandes nomes do cinema atual, Timothée Chalamet pode ter acabado com suas chances de ganhar o Oscar de melhor ator por seu papel em Marty Supreme. Tudo isso por conta da uma brincadeira feita por ele durante um painel organizado pela CNN em parceria com a Variety.

Em uma conversa com Matthew McConaughey, realizada em fevereiro deste ano, o ator foi acusado de menosprezar outras formas de arte, como o balé e a ópera. Enquanto inicialmente as falas tiveram repercussão limitada, elas ganharam fôlego nas últimas semanas conforme a internet reagiu a elas.

O que Timotheé Chalamet falou na brincadeira que pode custar um Oscar?

Durante o debate com McConaughey, Chalamet foi questionado sobre qual é a sua opinião quanto a uma suposta diminuição no número de pessoas que frequenta os cinemas. Em resposta, ele afirmou que gostaria de continuar trabalhando na área e reconhece que é preciso que obras mais sérias sejam intercaladas por produtos mais comerciais.

  • “Eu estou em um ponto intermediário, Matthew”, afirmou o ator. “Porque eu admiro as pessoas e fiz isso por conta própria, ir em um talk show e falar ‘hey, vocês têm que manter os cinemas vivos’. Você sabe, manter esse gênero vivo”;
  • “E outra parte minha se sente como, se as pessoas querem ver isso, como ‘Barbie’ e ‘Oppenheimer’, elas vão ver isso e fazer de tudo para demonstrar isso com orgulho e em alto e bom som”;
  • “E não quero estar trabalhando em um balé ou uma ópera, ou coisas que são como, ‘ei, mantenham isso vivo’. Mesmo que seja tipo, ninguém liga para isso. Com todo o respeito para as pessoas do balé e das óperas por aí”, complementou, no trecho mais polêmico de sua fala;
  • Logo em seguida, Chalamet reconheceu que falou algo polêmico e, brincando, disse que “perdeu 14 centavos de audiência” como consequência.
  • Conforme resgatou o Buzzfeed, o ator já falou do balé e do teatro como “artes desatualizadas” em várias ocasiões anteriores, começando no ano de 2019.

Ainda no início de sua carreira, Chalamet afirmou repetidas vezes que temia que o cinema fosse seguir o mesmo caminho de outras artes e pudesse desaparecer em pouco tempo. Isso apesar do fato de sua mãe ter sido parte do Balé da Cidade de Nova York e sua irmã ter treinamento clássico na School of American Ballet.

Chalamet foi duramente criticado por vários artistas

Além de terem sido mal recebidas por parte do público, as falas do protagonista de Marty Supreme também renderam críticas entre a comunidade artística. O artista e fotógrafo Franz Szony descreveu o balé e a ópera como “duas formas de arte clássicas que estão por aí há centenas de anos, ambas as quais exigem níveis imensos de talento e disciplina que esse homem nunca vai possuir”.

Já o coreógrafo Martin Chaix disse que Chalamet é equivocado em seus comentários e que ambas as artes estão muito vivas. “Em um mundo no qual a IA está transformando o cinema mais rápido do que muitos percebem, a presença humana imediata do balé e da ópera se tornam mais essenciais, não menos. Espero que ele encontre seu caminho para dentro de um teatro”.

A Ópera de Seattle também reagiu, passando a dar 14% de desconto em suas exibições de Carmen para todos que usarem o código “Chalamet” em seu site. Já a Opera Nacional Inglesa usou o Instagram para convidar o ator a comparecer a uma apresentação, afirmando ter certeza que conseguiria mudar sua mente.

Dado que os vencedores do Oscar são escolhidos tanto pela qualidade de seus trabalhos quanto por questões políticas, Chalamet parece ter prejudicado bastante Marty Supreme. A situação em certa medida lembra as falas polêmicas da protagonista de Emilia Pérez que, de um dos longas favoritos à premiação em 2025, acabou sendo esquecido na maioria das categorias em que concorria.

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© Divulgação/A24 Filmes

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Samsung lança recurso que bloqueia celulares após 72 horas de inatividade

Um novo recurso de segurança começou a ser distribuído para celulares Samsung. Conhecido como “Inactivity Restart” (“Reinicialização por inatividade”, em tradução livre), a função reinicia automaticamente o aparelho caso ele permaneça inativo por mais de 72 horas.

A funcionalidade foi inaugurada anteriormente em celulares Pixel do Google, mas agora chega também aos dispositivos da Samsung. O recurso foi identificado no Galaxy S26, que recebeu seu primeiro update de software no começo de março.

Além dele, a ferramenta também está disponível no Galaxy Z Fold 7 e no Galaxy S25. Nesses aparelhos, a novidade é entregue por meio de atualização de software e é ativada gradativamente para os usuários.

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O novo recurso de segurança reinicia o celular após 72 horas de inatividade. (Fonte: SamMobile/Reprodução)

Quando o celular reinicia após o período de inatividade, o sistema entra em um estado conhecido como Before First Unlock (“Antes do primeiro desbloqueio”, em tradução livre). Nesse modo, o desbloqueio por biometria é desativado temporariamente, mantendo apenas os métodos tradicionais de autenticação — como PIN, padrão ou senha.

O objetivo é aumentar a proteção do aparelho em situações de perda ou roubo, dificultando o acesso não autorizado ao dispositivo.

Como ativar a Reinicialização por inatividade?

Para ativar o recurso, o usuário precisa acessar Configurações > Privacidade e Segurança > Mais configurações de segurança > Reinicialização por inatividade. Basta tocar no interruptor para habilitar a função.

Embora seja um mecanismo relativamente discreto, a reinicialização automática pode servir como uma camada adicional de segurança. Se o celular fica parado por mais de 72 horas, é provável que ele esteja distante do proprietário, tornando a proteção extra ainda mais relevante.

Recurso é distribuído gradativamente

A liberação da novidade parece ocorrer de forma gradual. O TecMundo procurou pelo recurso em celulares Samsung disponíveis na redação, mas nenhum dos aparelhos testados oferece a função até o momento.

Quer continuar por dentro das novidades sobre celulares, atualizações de software e recursos de segurança? Acompanhe o TecMundo no site, no YouTube, no Instagram, no TikTok e no X para não perder nenhuma notícia.

© Samsung/Divulgação

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Site pirata processado em US$ 13 trilhões é alvo de nova ação judicial

Um grupo formado por várias editoras de renome na indústria abriu um processo contra um site conhecido por disponibilizar livros e artigos acadêmicos. É o Anna's Archive, acusado de pirataria e infração de direitos autorais em nova ação judicial.

A aliança de 13 integrantes da indústria inclui nomes como Penguin Random House, Elsevier e HarperCollins — todas relevantes no meio acadêmico, fonte de muitas das obras fornecidas pela página. A acusação é de que a plataforma tem níveis "impressionantes" de conteúdo pirata.

O mesmo site já foi alvo de um processo de grandes proporções do Spotify por obter os arquivos de música da plataforma de streaming, com o pedido de uma indenização que poderia chegar a US$ 13 trilhões (ou mais de R$ 68 trilhões em conversão direta de moeda).

O novo processo contra o Anna's Archive

  • A dificuldade ao encerrar as atividades da página está na estrutura dela. O site não revela quem são os responsáveis pelo projeto e está constantemente trocando de servidores e domínios, para evitar que ele fique totalmente fora do ar em algum momento;
  • Até por isso, dificilmente as editoras terão acesso à multa pedida, que envolve a acusação de pirataria de 63 milhões de livros e 95 milhões de artigos acadêmicos, a uma taxa de downloads que supera os 763 arquivos baixados por dia;
  • O processo cita ainda que o site facilita o acesso a essas obras por grandes modelos de linguagem (LLMs), que são a base de ferramentas de inteligência artificial (IA). Plataformas chinesas, russas e até a Meta já teriam usado material da página;
  • Os advogados das editoras também acusam o Anna's Archive de oferecer um acesso premium com vantagens para quem fizer uma 'doação' de US$ 200 mil (pouco mais de R$ 1 milhão), voltado inclusive para essas empresas de IA.

Apesar de pedir US$ 19,5 milhões (ou R$ 102 milhões), o grupo tenta encontrar uma saída alternativa para impedir os trabalhos desse serviço. A ideia é afetar a infraestrutura do Annas's Archives, a partir de uma liminar que exija a retirada dos conteúdos do ar e que os domínios sejam encerrados — uma tarefa que seria direcionada para data centers e serviços de hospedagem, não ao próprio acusado.

Até agora, o processo não começou a ser julgado. O Anna's Archive também não se manifestou oficialmente sobre o caso.

Pagar todos os streamings ficou inviável? Por que o brasileiro voltou a recorrer à pirataria? Entenda a situação nesta matéria!

© gaby_campo/GettyImages

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As séries de Vorcaro: 5 produções do streaming mencionadas nas mensagens vazadas

O nome de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, voltou aos holofotes após o vazamento de mensagens encontradas em celulares apreendidos pela Polícia Federal (PF). O material veio à tona durante desdobramentos da Operação Compliance Zero e acabou circulando amplamente na imprensa e nas redes sociais, revelando conversas privadas do empresário com diversos contatos — inclusive trocas de mensagens com sua então namorada, a influenciadora Martha Graeff.

Parte das discussões ganhou destaque porque mencionava uma suposta troca de mensagens com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O próprio ministro negou ter recebido qualquer conteúdo, e o STF afirmou em nota que análises técnicas não identificaram mensagens associadas ao contato do magistrado nos arquivos apreendidos.

Além dos trâmites políticos, as conversas divulgadas também incluem trechos bem mais cotidianos, mostrando um lado mais “humano” de Vorcaro. Durante as conversas com a namorada, por exemplo, é possível ver que o casal gostava de assistir e comentar produções do cinema e streaming, principalmente lançamentos da Netfflix. 

Analisadas pelo Minha Série, as mensagens que foram trocadas entre 2024 e 2025 ainda mostram o casal comentando diferentes produções, além de algumas indicações de séries realizadas pelo banqueiro para a sua cônjuge da época. Em um momento, Vorcaro também revela que assistia uma série sobre um esquema de corrupção com um cartel nos Estados Unidos, pouco antes de entrar em uma reunião com um ministro, em 2024.

Confira, a seguir, as produções mencionadas no vazamento.

Ripley (Netflix)

Uma das produções citadas nas conversas é Ripley, minissérie da Netflix lançada em 2024 que rapidamente se tornou um dos títulos mais elogiados do streaming naquele ano.

Estrelada por Andrew Scott, a trama acompanha Tom Ripley, um golpista que vive em Nova York nos anos 1960 e recebe a missão de viajar à Itália para convencer o filho de um homem rico a voltar para casa. No entanto, o plano rapidamente se transforma em uma teia de mentiras, fraudes e crimes.

A série chamou atenção pela estética em preto e branco, pelo clima de suspense psicológico e pelas atuações elogiadas. Ripley também conquistou indicações e prêmios importantes, consolidando-se como uma das produções mais comentadas do streaming em 2024.

Senna (Netflix)

Outro título mencionado nas mensagens é Senna, minissérie da Netflix baseada na trajetória do lendário piloto brasileiro Ayrton Senna. A produção fez muito sucesso no streaming, o que explica a popularidade até mesmo nos mais altos escalões da sociedade.

A série dramatiza momentos marcantes da carreira do tricampeão mundial de Fórmula 1, desde seus primeiros passos no automobilismo até o auge nas pistas internacionais. O papel principal é interpretado por Gabriel Leone, que dá vida ao ídolo brasileiro em diferentes fases da carreira.

Em uma das conversas vazadas, Vorcaro descreve Senna como a “melhor série para assistir”, indicando a produção para a namorada. 

The Chosen (Prime Video)

As mensagens também mostram que o casal ocasionalmente conversava sobre religião e igreja. Nesse contexto aparece The Chosen, série que dramatiza a história de Jesus Cristo.

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Criada por Dallas Jenkins, a produção se destaca por acompanhar não apenas a trajetória de Jesus, mas também a perspectiva de pessoas que conviveram com ele. Ambientada na Judeia do século I, sob domínio romano, a série explora ensinamentos e conflitos da época.

The Chosen ganhou grande popularidade global ao longo dos anos e se tornou um fenômeno entre produções religiosas, sendo exibida em diferentes plataformas e até em sessões especiais de cinema em alguns países. No Brasil, é possível conferir a série pelo Prime Video.

Cowboy Cartel (Apple TV)

Entre as produções citadas nas conversas está também Cowboy Cartel, série documental do Apple TV lançada em 2024. A trama acompanha um agente novato do FBI que descobre um esquema milionário de lavagem de dinheiro envolvendo o cartel mexicano Los Zetas e o mercado de corridas de cavalos da raça American Quarter Horse nos Estados Unidos.

Em uma das mensagens datadas de 14 de setembro de 2024, Vorcaro comenta que estava assistindo à série, mas interrompeu o episódio repentinamente: “o ministro tá chegando em casa. Vou reunir rapidinho”.

Acima de Qualquer Suspeita (Apple TV)

Outra recomendação feita por Vorcaro nas mensagens foi Acima de Qualquer Suspeita (Presumed Innocent), série de suspense do Apple TV+ estrelada por Jake Gyllenhaal. Vorcaro indicou a série para a namorada em 16 de novembro de 2024 — e o enredo envolve justamente temas como crimes, investigação e suspeitas dentro de instituições legais.

A trama acompanha um assassinato que abala o escritório de promotores de Chicago quando um dos próprios colegas se torna o principal suspeito do crime. A investigação expõe segredos, rivalidades e dilemas morais dentro do sistema judicial.

Vazamento de mensagens também levanta debate sobre privacidade

Além das repercussões políticas e jurídicas, o caso do Banco Master também está levantando debates sobre privacidade. A defesa de Martha Graeff afirmou que a divulgação das mensagens íntimas representa uma “grave violência” contra a influenciadora, já que as conversas não teriam relação direta com a investigação.

Segundo os advogados, a exposição de trechos da vida privada do casal viola princípios constitucionais ligados à intimidade. Eles também afirmaram que estudam medidas judiciais contra a circulação das mensagens nas redes sociais.

Enquanto a investigação segue em andamento, toda a situação mostra um detalhe curioso: mesmo em meio a discussões sérias e trâmites judiciais e políticos, as séries estão presentes no cotidiano brasileiro, seja em conversas de casal ou antes de reuniões de negócios com ministros.

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10 filmes de zumbi que (provavelmente) você não conhece

Filmes de zumbi são muito mais do que mortos-vivos arrastando os pés em busca de cérebros. O subgênero, que ganhou força com George A. Romero nos anos 1960 e explodiu na cultura pop com séries como The Walking Dead, esconde um universo paralelo de produções criativas, corajosas e surpreendentemente pouco vistas. 

São filmes que usam o apocalipse zumbi como pano de fundo para falar de política, solidão, linguagem, colonialismo e até amor, e que, por algum motivo, ficaram à margem do radar do grande público.

O problema é que, quando o assunto é cinema de horror, a atenção costuma se concentrar nos mesmos títulos de sempre. Enquanto todo mundo já viu Madrugada dos Mortos ou Guerra Mundial Z, uma série de obras igualmente, ou até mais, interessantes segue esquecida nas prateleiras do streaming ou em cópias físicas raras. 

São filmes independentes, internacionais, cult, que desafiam os clichês do gênero e entregam experiências únicas para quem está disposto a explorar além do óbvio.

Aliás, se quiser se preparar para o que vem por aí, vale dar uma olhada nos filmes de zumbi que chegam em 2026 e já ir anotando na lista.

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O Lamento é um dos filmes de zumbis que desafiam as convenções do gênero (Foto: Divulgação/Fox/IMDb).

Filmes de zumbi: um gênero atemporal

O que faz o gênero de zumbi resistir ao tempo? A resposta está justamente na sua flexibilidade. Diferente de outros subgêneros do horror, o filme de mortos-vivos funciona como uma tela em branco: dá para pintar nele crítica social, comédia ácida, drama existencial, suspense psicológico ou puro terror visceral. 

Romero já entendia isso quando usou seus zumbis para falar sobre consumismo e racismo. Décadas depois, cineastas do mundo inteiro continuam explorando esse potencial.

O gênero também se beneficia de uma característica curiosa: o zumbi, por si só, não é o verdadeiro antagonista. O verdadeiro inimigo, quase sempre, é o ser humano com seus medos, seus preconceitos e sua incapacidade de cooperar diante do caos. 

É essa camada que transforma um simples filme de terror em algo que permanece na cabeça muito depois dos créditos finais. 

Não à toa, a ciência já se perguntou se fungos poderiam causar um apocalipse zumbi na vida real e a resposta é mais inquietante do que parece.

10 filmes de zumbi que você talvez não conheça

Se você é fã de terror pós-apocalíptico ou simplesmente curioso sobre o que o cinema de horror tem a oferecer além do mainstream, esta lista foi feita para você. 

Separamos 10 filmes de zumbi pouco conhecidos que valem muito a pena e que provam que o gênero está longe de estar morto. 

Pontypool (2008)

Imagine um apocalipse zumbi que se espalha não pelo sangue, mas pela linguagem. É exatamente essa a premissa de Pontypool, filme canadense dirigido por Bruce McDonald. 

A protagonista é Grant Mazzy, uma locutora de rádio que começa a receber relatos perturbadores de violência em massa enquanto está no ar, e percebe que certas palavras em inglês estão infectadas, transformando quem as ouve em criaturas violentas. 

Quase todo o filme se passa dentro de uma cabine de rádio, e o resultado é um dos thrillers mais tensos e originais do cinema de horror alternativo.

A Noite que Devorou o Mundo (2018)

Produção francesa baseada no romance de Pit Agarmen, A Noite que Devorou o Mundo é um filme de zumbi intimista e melancólico, dirigido por Dominique Rocher. 

Sam acorda em um apartamento em Paris no dia seguinte a uma festa e descobre que o mundo lá fora foi tomado pelos mortos-vivos. Preso no edifício, ele passa semanas em isolamento total e o filme transforma essa situação em uma reflexão sobre solidão, saúde mental e o que significa estar vivo. 

Quem passou pela pandemia vai reconhecer algo familiar nessa história. Diferente de qualquer outra produção do gênero, é um filme de zumbi quase sem zumbis e mais assustador por isso.

Dead Snow (2009)

Noruega, montanhas cobertas de neve e zumbis nazistas. Essa é a combinação improvável e absolutamente divertida de Dead Snow, dirigido por Tommy Wirkola. 

Um grupo de estudantes vai passar as férias em uma cabana isolada e acaba despertando um batalhão de soldados alemães da Segunda Guerra Mundial que se recusam a morrer. 

O filme equilibra humor ácido e gore com muita competência, e se tornou um cult instantâneo entre os fãs de horror internacional. É o tipo de produção que só poderia existir fora de Hollywood e é melhor assim.

Fido - O Mascote (2006)

E se os zumbis fossem domesticados e usados como mão de obra? Essa é a premissa de Fido, comédia canadense dirigida por Andrew Currie e ambientada em uma versão alternativa dos anos 1950, em que a tecnologia permitiu transformar os mortos-vivos em serventes obedientes. 

O jovem Timmy tem um zumbi de estimação chamado Fido, interpretado por Billy Connolly, e os dois desenvolvem uma amizade improvável. 

O filme é uma sátira afiada ao american way of life, ao consumismo e à cultura do conformismo, embalada em uma estética pastel e retrô. Criativo, engraçado e com um coração surpreendentemente grande para um filme sobre mortos-vivos.

Anna e o Apocalipse (2017)

Sim, existe um musical de zumbi natalino escocês e ele é muito bom. Anna e o Apocalipse, dirigido por John McPhail, acompanha uma adolescente que precisa atravessar sua cidade tomada pelos mortos-vivos para encontrar sua família, tudo isso cantando e dançando. 

O filme mistura o charme dos musicais teen com o horror de sobrevivência de forma surpreendentemente eficaz, e as músicas são genuinamente cativantes. 

É o tipo de produção que parece impossível de funcionar no papel, mas que conquista qualquer espectador disposto a embarcar na proposta. Para quem quer explorar o terror de zumbi fora de Hollywood, é uma das surpresas mais agradáveis dos últimos anos.

#Alive (2020)

Lançado no auge da pandemia, o sul-coreano #Alive, dirigido por Il Cho, chegou ao Netflix com uma proposta que ressoou de forma imediata: um jovem gamer preso em seu apartamento enquanto uma epidemia fictícia transforma os habitantes de Seul em criaturas violentas. 

O filme é ágil, bem filmado e emocionalmente envolvente, com uma química genuína entre os dois protagonistas que acabam se encontrando de apartamento em apartamento. 

É uma das melhores produções do cinema de horror coreano recente e prova que o país não é referência só em thrillers e dramas. 

Se você ainda não explorou o que o streaming tem de melhor no gênero, vale conferir também os melhores filmes e séries de zumbi na Netflix.

Os Mortos Não Morrem (2019)

Jim Jarmusch, um dos diretores mais respeitados do cinema independente americano, resolveu fazer um filme de zumbi e o resultado é exatamente o que você esperaria: estranho, lento, irônico e cheio de referências. 

Os Mortos Não Morrem tem um elenco estelar (Bill Murray, Adam Driver, Tilda Swinton, Chloë Sevigny) e uma abordagem completamente desconstruída do gênero. 

Os zumbis voltam à vida atraídos por seus vícios em vida (café, Wi-Fi, chardonnay) e o filme usa isso para fazer uma crítica feroz ao consumismo e à apatia contemporânea. 

Não é um filme para quem quer sustos e adrenalina, mas para quem aprecia horror como forma de arte e reflexão.

O Lamento (2016)

Poucos filmes de zumbi são tão perturbadores quanto O Lamento, produção sul-coreana dirigida por Na Hong-jin. 

Quando um estranho se instala em uma aldeia remota, mortes misteriosas e comportamentos violentos começam a se espalhar entre os moradores e o inspetor Jong-Goo suspeita de uma origem sobrenatural. 

O filme mistura terror, possessão, drama policial e até humor físico em uma narrativa densa e angustiante. É uma obra que desafia classificações e permanece na memória como um pesadelo lúcido. 

Para quem quer entender a transformação de humanos em zumbis sob uma perspectiva mais filosófica e visceral, O Lamento é leitura obrigatória.

The Sadness (2021)

Atenção: este não é para estômagos fracos. O taiwanês The Sadness, escrito e dirigido pelo cineasta canadense Rob Jabbaz em sua estreia nas longas-metragens, é provavelmente o filme de zumbi mais extremo desta lista. 

Um vírus chamado Alvin muta e passa a conectar os centros de agressividade e impulso sexual no cérebro dos infectados, transformando pessoas comuns em criaturas movidas pelos piores instintos humanos. 

Por baixo do gore excessivo há uma crítica inteligente à desumanização, ao negacionismo e ao que acontece quando a sociedade perde completamente o controle. 

Vencedor do prêmio de Melhor Filme no Fantasia International Film Festival de 2021, é um filme que provoca, incomoda e não deixa ninguém indiferente.

Pelo Amor e Pela Morte (1994)

Fechando a lista com um clássico cult que merece muito mais reconhecimento, Pelo Amor e Pela Morte é uma coprodução ítalo-franco-alemã dirigida por Michele Soavi, discípulo de Dario Argento, com roteiro de Gianni Romoli baseado no romance de Tiziano Sclavi. 

Rupert Everett interpreta Francesco Dellamorte, o solitário zelador de um cemitério onde os mortos insistem em ressuscitar. O filme mistura horror, comédia e romance em uma narrativa onírica e filosófica que questiona os limites entre vida e morte, amor e obsessão. 

Martin Scorsese chegou a chamá-lo de um dos melhores filmes italianos dos anos 1990 e uma prova de que a Itália produziu alguns dos melhores filmes de mortos-vivos da história. 

Se você quer se aprofundar ainda mais no gênero, a lista dos 18 filmes essenciais de zumbi é o próximo passo natural.

O cinema de zumbi é vasto, diverso e cheio de surpresas para quem está disposto a ir além do óbvio. 

Das montanhas nevadas da Noruega às ruas de Seul, passando por uma cabine de rádio no Canadá e um cemitério italiano, esses 10 filmes mostram que o gênero tem muito mais a oferecer do que sangue e sustos fáceis.

Gostou da lista? Compartilhe com aquele amigo que acha que já viu tudo no gênero e aproveite para conferir também as melhores produções de zumbi no Prime Video para montar a sua maratona perfeita!

© Divulgação/Machi Xcelsior Studios/IMDb

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Dia do Consumidor 2026: como evitar ciladas e aproveitar promoções

O Dia do Consumidor 2026 traz grandes descontos no comércio eletrônico, mas exige atenção. Se você souber como identificar promoções reais e evitar ciladas nas lojas online, essa é uma grande oportunidade para você comprar novos produtos, como aquele eletrônico dos sonhos ou renovar o guarda-roupa.

O evento sempre acontece no dia 15 de março e, neste ano, cai em um sábado. Isso significa que muita gente estará em casa e terá mais tempo para fazer compras pelo celular ou computador e pode aproveitar de verdade os descontos.

A seguir, saiba um pouco mais sobre o que exatamente é essa data comemorativa e confira algumas dicas para aproveitar ao máximo as promoções que aparecem, além de escapar de dores de cabeça por causa das fraudes.

O que é o Dia do Consumidor

O Dia do Consumidor é uma espécie de data fixa no calendário comercial do Brasil e de várias outras partes do mundo.

Por um lado, ela tem como objetivo celebrar os direitos do consumidor e ser uma forma de relembrar que o cliente possui uma série de direitos previstos na lei. Por outro, lojas aproveitam para celebrar o consumidor a partir do fornecimento de descontos

A data foi inspirada em uma mensagem escrita em 15 de março de 1962 pelo então presidente dos Estados Unidos, John F. Kennedy. No recado enviado ao Congresso, ele reforçou que todo consumidor tem direito a recursos como segurança, informação, escolha e a ser ouvido no processo de uma compra.

O primeiro Dia do Consumidor foi comemorado só em 1983 pela Organização Internacional da União dos Consumidores (Consumers International). Ele é hoje visto como uma espécie de Black Friday, mas em um período distante de outras datas comerciais parecidas e sendo uma boa forma de geração de receita por lojas ainda no início do ano.

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Data que começou como homenagem virou também oportunidade de compras. (Imagem: Bevan Goldswain/Getty Images)

Cada evento anual tem um tema e, para 2026, o foco é "Produtos Seguros, Consumidores Confiantes". A ideia é promover campanhas de conscientização e responsabilidade sobre problemas decorrentes de produtos de baixa qualidade.

Como identificar promoções reais?

Em datas como essa de muitas ofertas simultâneas, é normal que você se depare também com descontos falsos: é comum se deparar com o famoso "metade do dobro", quando lojas aumentam o preço de produtos para então cortá-los na data especial.

Além disso, é mais fácil cair em fraudes como lojas falsas criadas como phishing e depois ser vítima de golpes financeiros ou vazamentos de dados. Por isso, é importante fazer toda a operação de compra com calma, desde a pesquisa pelo produto até o pagamento.

Prefira fazer compras por lojas oficiais e que não tenham acusações graves em plataformas como a Reclame Aqui. Use também serviços que auxiliam no acompanhamento de preços, como o Zoom, para encontrar quais são os descontos verdadeiros.

Dicas para aproveitar o Dia do Consumidor

Separamos a seguir algumas sugestões sobre como agir nas compras online, inclusive fora do Dia do Consumidor. Elas são importantes para evitar que você seja vítima de algum cibercrime ou simplesmente compre um produto por um valor nada vantajoso.

Compare preços em várias lojas

Antes de efetuar a compra em uma oferta que parece tentadora, busque pelo mesmo produto em vários sites de comércio eletrônico. É possível que alguns deles apresentem valores diferentes e mais vantajosos, ou então cupons que vão tornar a compra mais barata para o usuário.

Essa é também uma forma de verificar se você não está sendo vítima de um golpe, pois preços abaixo demais da média de mercado devem servir de alerta.

Monitore os produtos com antecedência

Já tem alguma ideia do que vai adquirir no Dia do Consumidor? Dias antes, você pode começar a se preparar e verificar na plataforma qual é o preço do produto. Dessa forma, você saberá se ele realmente entrou em promoção na data ou teve um reajuste para cima que depois virou um falso desconto.

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O monitoramento de preços pode ajudar você a saber que descontos são reais. (Imagem: RawPixel/Freepik)

Nesses casos, você pode conferir todos os dias o valor para notar alterações ou então utilizar sites especializados que já oferecem essa ferramenta, como é o caso do Zoom.

Cuidado ao clicar em links suspeitos

Grupos de ofertas ou cupons e mensagens postadas em redes sociais com promoções podem ser uma isca para atrair vítimas. Por isso, redobre a atenção ao acessar esse tipo de página: você pode ser uma vítima em potencial de phishing.

Confira o endereço do site para atestar se ele é mesmo daquela loja e não uma cópia e, se receber contatos de supostos representantes de lojas em serviços como o WhatsApp, desconfie — esse tipo de comunicação não costuma acontecer dessa forma, mas por mecanismos como o email cadastrado.

Evite lojas ou vendedores sem reputação

Promoções tentadoras demais em alguns casos estão vinculadas a sites pouco conhecidos ou perfis recém criados em marketplaces de lojas digitais.

Nesses casos, pode ser que você tenha mesmo encontrado uma pechincha? Até é possível, mas desconfiar é importante e muitos golpes financeiros começam dessa forma. Por isso, leia os comentários sobre o produto e busque a loja em páginas como o Reclame Aqui para confirmar a legitimidade.

Escolha bem o meio de pagamento

A forma de pagamento pode parecer uma etapa simples e que você preenche rapidamente, mas ela também exige cautela. Ao usar um cartão de crédito em uma loja fraudulenta, por exemplo, você corre o risco de entregar os dados financeiros para criminosos.

Já o Pix é um meio instantâneo e às vezes atrelado a descontos, mas justamente por essa velocidade também pode ser "empurrado" por golpistas para uma transferência imediata.

Caso opte pelo uso de um cartão, crie um cartão virtual ou temporário, que seja válido apenas para aquela compra. No caso do Pix, confira os dados do destinatário e, no caso de algum problema, siga as novas orientações de denúncia de fraude.

O que fazer se cair em um golpe?

A alta nas vendas no comércio eletrônico significa também que há um aumento e maior sofisticação nos golpes virtuais e em fraudes que se aproveitam desse momento de empolgação do usuário.

Se mesmo tomando cuidado você acabou virando vítima de um golpe virtual, ainda há algumas ações a serem feitas para minimizar os riscos e danos causados:

  • Utilize o mais rápido possível mecanismos de segurança que previnam o acesso aos seus dados, como comunicar o banco que você colocou dados de cartão de crédito em um site potencialmente inseguro. Isso normalmente resulta no bloqueio do cartão e em uma maior atenção às transações;
  • Tire capturas de tela, anote e documente todas as evidências possíveis do golpe. Esses materiais podem ajudar no pedido de estorno ou até em eventuais ações judiciais;
  • Acione as autoridades e associações competentes, como fazer um boletim de ocorrência e acionar o serviço de proteção ao consumidor (Procon) do seu estado para denunciar empresas irregulares;

Quer conhecer também dicas para não cair em golpes de jogos de apostas? Acesse o guia preparado pelo TecMundo!

© Mesh Cube/Getty Images

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Onde assistir Sherlock Holmes? Confira 8 filmes e séries sobre o detetive para assistir

Criado pelo escritor Arthur Conan Doyle no final do século XIX, Sherlock Holmes é, sem exagero, o detetive mais adaptado da história do entretenimento

Do papel para as telas, o morador da Baker Street já ganhou dezenas de versões ao longo de mais de um século e o que chama atenção é que cada geração parece encontrar uma nova forma de contar essa história. 

Seja com cachimbo e lupa na Inglaterra vitoriana, seja com smartphone na Londres contemporânea, o personagem nunca perde o fôlego.

E não é à toa: Sherlock Holmes é um daqueles personagens que transcendem o tempo. Sua capacidade de observação, raciocínio dedutivo e aquela arrogância intelectual tão característica continuam fascinando o público e inspirando roteiristas, diretores e atores ao redor do mundo. 

Se você quer (re)descobrir o universo do detetive, separamos 8 produções essenciais para maratonar agora mesmo!

1. Jovem Sherlock (2026)

A mais nova aposta do universo holmesiano chegou em março de 2026 ao Prime Video. Jovem Sherlock é uma série que vale a pena conferir

Comandada pelo showrunner Matthew Parkhill e com Guy Ritchie entre os produtores, a produção apresenta um Sherlock Holmes (Hero Fiennes Tiffin) de apenas 19 anos, inteligente, arrogante e ainda sem o tato social que o tornaria lendário. 

A trama começa com um assassinato na Universidade de Oxford e rapidamente se expande para uma conspiração de escala global. 

Um detalhe curioso dos bastidores: o parentesco entre Hero Fiennes Tiffin e Joseph Fiennes, que interpreta o pai de Sherlock na série, vai além das telas. Os dois são tio e sobrinho na vida real, o que adicionou uma camada extra de autenticidade às cenas em família.

  • Onde assistir: Prime Video

2. Enola Holmes (2020) e Enola Holmes 2 (2022)

Quem disse que a família Holmes é formada só por homens? Millie Bobby Brown, de Stranger Things, dá vida a Enola Holmes, a irmã caçula do famoso detetive, em uma dupla de filmes da Netflix que conquistou público e crítica. 

No primeiro filme, Enola precisa encontrar sua mãe desaparecida enquanto escapa dos planos de seus irmãos mais velhos, incluindo um Sherlock interpretado por Henry Cavill. 

A sequência, lançada em 2022, aprofunda a trajetória da jovem detetive em um novo caso, desta vez envolvendo uma operária desaparecida em Londres.

As duas produções se destacam pelo ritmo ágil, humor inteligente e pela protagonista carismática que quebra as quarta parede com naturalidade.

  • Onde assistir: Netflix

3. Sr. Sherlock Holmes (2015)

E se Sherlock Holmes chegasse aos 93 anos, aposentado em uma fazenda de abelhas, tentando reconstruir as memórias de seu último caso? É essa a premissa de Sr. Sherlock Holmes, filme dirigido por Bill Condon com Ian McKellen no papel principal. 

Longe dos mistérios de Baker Street, a produção aposta em uma abordagem mais intimista e melancólica, explorando o homem por trás do mito, um gênio que lida com a fragilidade da memória e o peso de uma vida dedicada à razão. 

Com uma atuação de McKellen que rendeu elogios unânimes da crítica, o filme é uma das versões mais humanas e tocantes do personagem já colocadas nas telas.

  • Onde assistir: Netflix

4. Holmes & Watson (2018)

Nem tudo precisa ser sério quando o assunto é Sherlock Holmes. Holmes & Watson aposta no humor pastelão com Will Ferrell como o detetive e John C. Reilly como o Dr. Watson, numa comédia que coloca a dupla investigando um suposto plano de assassinato contra a Rainha Vitória em Buckingham Palace. 

O resultado, no entanto, não agradou muito: o filme tem aaprovação baixíssima no Rotten Tomatoes, com o consenso da crítica sendo bastante impiedoso. 

Ainda assim, para quem curte o estilo de comédia dos dois atores e quer ver uma versão completamente despretenciosa do universo holmesiano, pode ser uma opção para uma noite descompromissada.

  • Onde assistir: Netflix

5. Elementary (2012–2019)

Uma das adaptações mais longevas e bem avaliadas do personagem, Elementary transportou Sherlock Holmes para Nova York e deu uma reviravolta ousada ao escalar Lucy Liu como a Dra. Joan Watson. 

Jonny Lee Miller interpreta um Sherlock que chega a Manhattan após uma passagem por uma clínica de reabilitação em Londres, e a série acompanha sua parceria com Watson ao longo de sete temporadas. 

A produção é elogiada pela forma como desenvolveu os personagens ao longo dos anos e pela dinâmica incomum entre os protagonistas.

  • Onde assistir: indisponível no Brasil no momento

6. Sherlock (2010–2017)

Considerada por muitos fãs e críticos como a melhor adaptação moderna do personagem, a série Sherlock da BBC é uma obra que merece toda a atenção

Criada por Steven Moffat e Mark Gatiss, a produção trouxe Benedict Cumberbatch como um Sherlock do século XXI que usa smartphones, resolve crimes pela internet e se autodefine como um "sociopata de alto funcionamento". 

Martin Freeman completa a dupla como um Dr. Watson veterano de guerra do Afeganistão, e a química entre os dois é o coração da série. 

Ao longo de quatro temporadas e 13 episódios de 90 minutos cada (que funcionam como pequenos filmes), a série adaptou casos clássicos de Conan Doyle para a Londres contemporânea com criatividade e profundidade emocional. 

Vale lembrar que, assim como Arsène Lupin é o grande rival literário de Holmes, a série soube criar um Moriarty (Andrew Scott) à altura do detetive: perturbador, genial e absolutamente inesquecível.

  • Onde assistir: Prime Video

7. Sherlock Holmes (2009)

Antes de Cumberbatch, foi Robert Downey Jr. quem redefiniu o personagem para uma nova geração. Dirigido por Guy Ritchie, Sherlock Holmes apresenta uma versão mais física e aventureira do detetive, com ênfase em cenas de ação, humor e uma parceria dinâmica com o Dr. Watson de Jude Law. 

A trama gira em torno de uma série de assassinatos em Londres ligados a um misterioso lorde com poderes aparentemente sobrenaturais e Sherlock precisa provar que há uma explicação racional para tudo. 

O filme foi um sucesso de bilheteria e abriu caminho para uma franquia. 

Uma curiosidade: o mesmo Guy Ritchie está entre os produtores de Jovem Sherlock, a nova série do Prime Video.

  • Onde assistir: HBO Max

8. Sherlock Holmes: Jogo de Sombras (2011)

A sequência do filme de 2009 eleva a aposta ao colocar Sherlock Holmes frente a frente com seu maior inimigo: o Professor Moriarty, interpretado por Jared Harris. 

Quando o príncipe da Áustria é encontrado morto em circunstâncias suspeitas, Holmes percebe que há uma mente criminosa por trás de uma série de eventos aparentemente desconexos ao redor da Europa. 

Com Robert Downey Jr. e Jude Law novamente na dupla principal, e Noomi Rapace como uma cigana que se junta à investigação, o filme é uma aventura divertida e bem produzida para os fãs da franquia.

  • Onde assistir: HBO Max

Curtiu a lista? O universo de Sherlock Holmes é vasto e cheio de surpresas e o Minha Série está sempre de olho nas novidades do mundo das séries e filmes. Continue navegando por aqui para descobrir mais recomendações, análises e tudo o que está em alta no streaming!

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© Prime Video

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Por Onde Anda Michael Rosembaum, o Lex Luthor de Smallville?

Todo grande super-herói precisa de um vilão à altura e, no caso do Superman, poucas figuras conseguem chegar a seu nível. Assim, não é nenhuma surpresa que Lex Luthor seja uma presença constante nas produções focadas no kriptoniano — e o mesmo aconteceu com Smalville, série dedicada a recontar suas origens.

Nela, Luthor foi interpretado por Michael Rosembaum, um ator que já tinha grande envolvimento com as animações do universo DC. 15 anos após o fim da produção, ele continua uma figura bastante ativa, e que diversificou suas atividades para além dos limites de Hollywood.

Como começou a carreira do Lex Luthor de Smallville?

Nascido em 1979, Michael Rosembaum iniciou sua carreira em 1997 e, na época em que Smallville começou, já era um “veterano” na comparação com seus colegas de elenco. Entre seus primeiros papéis estão participações em filmes como The Devil & the Angel e Midnight in the Garden of Good and Evil e na série The Tom Show.

  • Seu primeiro papel de destaque foi na comédia Zoe, Duncan, Jack and Jane, da Warner Bros. Television, na qual interpretou Jack Cooper;
  • Logo nos primeiros anos de sua carreira, Rosembaum se estabeleceu como um ator de voz reconhecido e que participou de animações como Rocket Power, Batman Beyond, The Wild Thornberrys e Super-Choque;
  • No entanto, foi em Smallville que ele realmente explodiu em popularidade, participando do elenco principal das Temporadas 1 à 7, e como convidado da Temporada 10;
  • Na trama, ele interpretava uma versão de Lex Luthor que cresceu como um amigo de infância de Clark Kent/Superman, mas do qual acabou se distanciando conforme os dois envelheceram.

Ao mesmo tempo que participou de Smallville, Rosembaum continuou com sua carreira cinematográfica, que é marcada por produções feitas diretamente para vídeo e filmes independentes. Ele também continuou trabalhando com animações da DC, dando vida a personagens como o Barry Allen/Flash de Liga da Justiça: A Legião do Mal.

Por onde anda Michael Rosembaum atualmente?

Apesar de nunca ter conseguido o mesmo destaque que obteve em Smallville, Rosembaum continua uma figura bastante ativa. Desde 2017, ele é uma parte oficial do Universo Cinematográfico Marvel, graças a seu papel como Martinex nos Volumes 2 e 3 de Guardiões da Galáxia — seu bom relacionamento com o diretor James Gunn também rendeu a ele o papel de um guarda no Superman de 2025.

Já sua carreira na televisão é marcada pela dublagem de animações e por participações discretas em séries como It’s Always Sunny in Philadelphia e Robot Chicken. Ele também participou de alguns games, como Star Ocean: Integrity and Faithlessness (como Christophe) e Lego DC Super-Villains (repetindo o papel de Barry Allen).

O eterno Lex Luthor jovem também é o vocalista da banda Sun Spin e, desde 2018, apresenta o podcast Inside of You — e, junto com Tom Welligton, criou em 2022 o programa Talkville, no qual a dupla reassistiu e comentou todos os episódios de Smallville. Em 2024, ele também iniciou sua carreira como um autor infantil com o livro ‘The Talented Farter’, sobre um garoto cuja flatulência consegue imitar diversos sons diferentes.

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© Divulgação/Warner Bros.

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Funko lança coleção inspirada em Guerreiras do K-pop; confira os colecionáveis

A animação Guerreiras do K-pop se tornou um dos grandes destaques da Netflix ao unir dois universos que fazem enorme sucesso: música e fantasia. Desenvolvida pela Sony Pictures e lançada no streaming em 2025, a história acompanha ídolos do K-pop que, além de brilhar nos palcos, também enfrentam forças sobrenaturais para proteger o mundo.

O sucesso da obra entre diferentes públicos também impulsionou o lançamento de produtos colecionáveis inspirados na história. Entre eles está a nova coleção da Funko, que traz versões em Funko Pop! dos personagens mais queridos da animação, transformando o estilo e a energia das Guerreiras do K-pop em itens perfeitos para fãs e colecionadores.

Conheça a nova coleção de Funkos Pop! de Guerreiras do K-pop

Com visual vibrante e personagens carismáticos, a produção rapidamente ganhou destaque entre fãs de animação, cultura pop e música coreana. Dessa forma, a linha especial de Funkos Pop! de Guerreiras do K-pop não poderia ser diferente.

Com cerca de 10 a 11 cm de altura e acabamento em vinil, os colecionáveis apresentam detalhes inspirados nos figurinos e no visual marcante do filme, com protagonistas, personagens populares e até edições especiais, ideais para quem quer montar uma estante cheia de estilo e cultura pop. Confira a seguir:

Funko Pop! Zoey #2256

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Zoey chega em versão Funko Pop! cheia de estilo, com visual inspirado no universo vibrante do K-pop. Uma peça estilosa que representa bem a energia da personagem.

Funko Pop! Rumi #2257

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A corajosa Rumi chega em versão Funko Pop! trazendo toda a sua atitude e carisma do universo de Guerreiras do K-Pop. Com visual detalhado e cerca de 10 cm de altura, a peça é perfeita para fãs da animação, do K-pop e para quem quer montar o time completo das heroínas na coleção.

Funko Pop! Mira #2258

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Elegante e poderosa, Mira chega em versão Funko Pop! com acabamento caprichado e traços marcantes. Uma peça indispensável para completar o grupo das Guerreiras.

Funko Pop! Derpy e Sussie #2260

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Esta edição especial de Derpy e Sussie conta com efeito Glow in the Dark, fazendo os detalhes brilharem no escuro e dando um toque único à sua coleção.

Funko Pop! Jinu #2269

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Nesta versão especial, Jinu aparece com marcas demoníacas que destacam as adversidades passadas pelo integrante dos lendários Saja Boys.

Seja para quem já acompanha a animação ou para colecionadores apaixonados por cultura pop, a coleção de Funkos Pop! de Guerreiras do K-Pop traz ótimas peças para destacar na estante e celebrar esse fenômeno que vem dominando o streaming.
 

Esse texto foi produzido com auxílio de ferramentas de inteligência artificial e teve todas as informações checadas por profissionais humanos.
 

© Funko/Reprodução

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Como montar um PC bom e barato em meio à crise de chips?

Comprar peças de computador e notebooks vem se tornando uma missão cada vez mais cara e a inteligência artificial (IA) virou a principal vilã no aumento de preços. A demanda por mais data centers para alimentar essa tecnologia cresceu de maneira absurda no último ano. Diversos fabricantes de componentes direcionaram seus esforços para esse segmento e o mercado doméstico pagou o preço.

Apesar da alta dos preços e do fato de os estoques estarem se esgotando rapidamente, há algumas dicas básicas que os consumidores podem seguir. O intuito é gastar menos e tentar driblar a crise com a aquisição de itens de qualidade para montar uma máquina parruda e duradoura.

Como escolher peças de PCs na crise dos chips?

Antes de encher várias peças no seu carrinho de algum varejista, é preciso ter cautela e entender suas necessidades. Em tempos de crise, planejar bem uma compra é a diferença entre gastar menos ou gastar uma quantia a mais que não era preciso.

Conversamos com o gerente de aplicações da Intel Brasil, Yuri Daglian, que aponta alguns caminhos para sofrer menos durante a crise. “A grande mensagem que eu passaria é pesquisar bastante. Quando a gente olha a dinâmica de qualquer mercado, para saber se é caro ou não, é preciso ver o histórico de preços […] Então eu diria que o consumidor precisa, acima de tudo, pesquisar muito para evitar compras impulsivas”, explica Daglian.

Processador

Se o mundo das GPUs, memórias e armazenamento aumentou consideravelmente de preços, os processadores ainda se mantêm por valores acessíveis. A grande questão, como indica Daglian, é que essas peças são afetadas por um tipo de efeito em cadeia. Se a RAM e um SSD estão caros, não há CPU baratinha que torne a montagem do PC menos custosa aos bolsos.

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Modelos com sufixo 5, como Intel Core 5 ou Ryzen 5 apresentam o melhor custo-benefício (Imagem: Intel)

Escolher um processador muitas vezes vai seguir aquela cartilha de que os modelos Intel Core com sufixo 3 são para uso simples, os 5 são para games e editores iniciantes, e os modelos 7 e 9 já são para usuários avançados. O ideal nesses casos, e na montagem geral do PC, é comprar um componente que consiga atender suas necessidades a curto e médio prazo.

Daglian sugere dois modelos para PCs parrudos: o Intel Core i5-14600K e o Intel Core Ultra 7 265. Do lado da AMD, e seguindo a mesma linha, os Ryzen 5 9600X e o Ryzen 7 9700. Esses são modelos que variam entre R$ 1.100 e R$ 1.800 e vão entregar um excelente desempenho para jogadores e profissionais.

Quem está com o orçamento mais limitado pode mirar os Intel Core i5-12400F e o Ryzen 5 5500 ou 5600, caso os preços estejam parecidos. Os modelos são mais básicos, mas ainda muito indicados para atividades como jogos, enquanto o Intel i5-13100F reina como uma das melhores opções bem baratinhas — apesar do Ryzen 5500 ficar na mesma faixa de preço dos R$ 500 a R$ 600.

“O usuário tem que pensar por que ele quer aquele PC. Qual é o uso final? Sabendo a resposta para essa pergunta, ele consegue direcionar a compra. Todo processador pode ser adequado para as pessoas. Depende do uso. Não tem um processador que não seja adequado”, diz Daglian.

Placa-mãe

Quando a gente chega nas placas-mãe, o tema tende a ficar mais complexo, visto que muitas pessoas apenas compram o modelo mais barato. O especialista exemplifica a importância dessa peça, afinal de contas a quantidade de portas USB, slots para memória e SSD e até a conexão Wi-Fi passam por esse componente.

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Placas-mãe encareceram e ficaram mais escassas no mercado brasileiro. (Felipe Vidal/TecMundo)

Para escolher a mainboard ideal, primeiro é preciso que ela tenha compatibilidade com o processador escolhido. Depois, a quantidade de portas para SSD M.2, onde é legal ter um SSD para o sistema e outro para guardar os demais arquivos. Sobre os canais de memória, na maior parte das vezes apenas dois slots já são suficientes.

RAM

O ponto de maior polêmica dos últimos meses, a memória RAM é indispensável e ficou extremamente mais cara. Com os valores altos, a discussão sobre qual é a quantidade ideal deste componente ressurgiu e mais uma vez depende do uso daquele consumidor.

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Usar apenas dois módulos de RAM no PC já é suficiente. (Imagem :Kingston)

Daglian aponta que os 8 GB de memória ainda são um tipo de ponto de partida. “Quando a gente olha os requisitos do Windows 11, ele recomenda 4 GB. Então, com 8 GB você roda o Windows com aplicações mais simples”, enfatiza o engenheiro da Intel, que cita tarefas como planilhas, edição de slides e algumas abas no navegador.

Contudo, como os próprios navegadores e sistemas estão recebendo múltiplas atualizações de IA, os 8 GB já acarretam algumas travadinhas. Assim como para o público gamer, o ideal seria já começar com 16 GB de memória para ter um uso saudável da máquina. Com preços acima dos R$ 3 mil, kits de 32 GB mais novos se tornaram quase que exclusividade para profissionais.

“Se eu operar com poucos softwares abertos, bem focados nessas aplicações mais simples, pode ser que 8 GB de memória RAM sejam suficientes. Para jogos, já vai ser bem mais sofrido, mesmo aqueles de entrada”, enfatiza Daglian.

Armazenamento

Os SSDs M.2 com o protocolo NVMe se tornaram a principal forma de armazenamento nos últimos anos, mas a implacável crise de componentes afeta todos os tipos dessa peça. Diferente da RAM, que influencia diretamente na fluidez e suavidade da experiência de usar um PC, o armazenamento é mais maleável.

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Ideal para SSDs é algo igual ou acima dos 512 GB. (Imagem: Felipe Vidal/TecMundo)

“Isso vai variar para cada usuário, mas 256 GB são o mínimo aceitável”, diz o especialista. Essa é uma capacidade que já vem em muitos notebooks, por exemplo, e é suficiente apenas para o Windows e aplicativos bem básicos. Quem deseja guardar filmes, séries, vídeos e até jogos simples precisa considerar modelos de 512 GB.

O melhor cenário seria investir em um SSD de 1 TB, mas os preços deste produto quase triplicaram nos últimos seis meses, então não é uma indicação fácil.

“Um SSD de 512 GB com 16 GB de memória RAM já fica um balanço muito interessante”, recomenda o gerente de aplicações da Intel.

Placa de vídeo

Comprar uma placa de vídeo em tempos de crise nunca é uma tarefa simples, já que esse é o componente mais caro de um PC gamer ou para profissionais. Já que o preço dessas peças é muito volátil, o melhor caminho é seguir a mesma lógica da escolha de um processador. Qual é o seu foco com esse componente?

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Placas de vídeo da Nvidia que terminam com os números 50 e 60 apresentam a melhor relação de preços e desempenho. (Imagem: Felipe Vida/TecMundo)

Utilizar sites que comparam e mostram o histórico de preços desses produtos ajuda a entender se aquela peça está muito mais cara ou em um valor normal. A indicação de Yuri para os gamers fica com a Intel Arc B580, que se destaca pelos 12 GB de memória de vídeo. 

Quem precisa de uma GPU para renderização de vídeos ou até mesmo jogar games simples, pode encontrar a RTX 5050 como a melhor opção abaixo dos R$ 2 mil. Modelos como a RTX 5060 e Radeon RX 9060 XT já são bem mais potentes e ainda são encontrados perto dos R$ 2,3 mil em promoções, mas o preço começa a aumentar.

Aqueles que possuem muito dinheiro para gastar e querem se aventurar em jogos em 4K ou vão trabalhar em projetos complexos, têm as RTX 5070 e Radeon RX 9070 XT como melhores opções. Porém, os preços já batem perto dos R$ 5 mil.

Gabinete, cooler e fonte

Os itens acima dependem muito do restante dos componentes escolhidos pelo usuário, então são mais difíceis de sugerir. Embora ainda não estejam sofrendo um forte aumento de preços, esses itens eventualmente devem encarecer por outras razões econômicas, como o TecMundo reportou em primeira mão no começo do ano.

Um levantamento recente indica que o mercado de PCs de entrada baratinhos deve ser extinto em 2028. Siga o TecMundo no X, Instagram, Facebook e YouTube e assine a nossa newsletter para receber as principais notícias e análises diretamente no seu e-mail.

© Felipe Vidal/TecMundo

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O Agente Secreto e mais 8 filmes e séries em alta para ver na Netflix no fim de semana (6)

Procurando por filmes e séries em alta para assistir na Netflix neste final de semana? Então, você veio ao lugar certo, pois a plataforma de streaming está recheada de lançamentos quentes, que desembarcaram há pouquíssimo tempo e que já estão dando o que falar.

Mas, afinal, o que assistir na Netflix no fim de semana? Abaixo, confira 8 filmes e séries que estão bombando agora no streaming, além de O Agente Secreto, filme brasileiro indicado ao Oscar. Financiado em parceria com a Netflix, o longa-metragem chega de surpresa no serviço neste sábado (7).

Netflix: 9 filmes e séries em alta para assistir no streaming

9. O Agente Secreto

O grande filme brasileiro no Oscar 2026 finalmente chega ao streaming. Depois de uma passagem de sucesso nos cinemas, O Agente Secreto estreia neste sábado (7) na Netflix. O anúncio foi feito de surpresa na sexta-feira e chega em um ótimo momento.

O Oscar 2026 acontece no dia 15 de março e terá transmissão no HBO Max. Com isso, quem ainda não viu o filme poderá conferir a obra antes da premiação.

Além disso, o lançamento na Netflix também é uma ótima oportunidade para rever a obra. O filme chega com suporte para resolução 4K e Dolby Vision HDR, garantindo boa qualidade na experiência em casa. 

8. Wind Breaker

Para quem curte anime com muita adrenalina e coração, Wind Breaker é uma das melhores pedidas do momento. 

A série acompanha Haruka Sakura, um jovem delinquente que se matricula no infame Colégio Furin com um único objetivo: chegar ao topo na base da força. 

O que ele não esperava era descobrir que os alunos daquela escola passam o tempo protegendo a cidade de gangues externas e que pertencer a algo maior do que si mesmo pode mudar tudo.

7. Atos de Violência

Quando a cunhada de um veterano de guerra é sequestrada por traficantes de pessoas, ele convoca os irmãos e se une a um policial experiente para resgatá-la a qualquer custo. 

Atos de Violência é um thriller de ação direto ao ponto, com Cole Hauser, Bruce Willis e Shawn Ashmore no elenco. Para quem quer uma sessão de ação sem enrolação neste fim de semana, é uma boa pedida.

6. BAKI-DOU: O Samurai Invencível

A franquia Baki está de volta com sua entrada mais épica até agora. Em BAKI-DOU: O Samurai Invencível, Baki e os lutadores mais poderosos do Underground Arena enfrentam uma ameaça de proporções históricas: a ressurreição de Musashi Miyamoto, o maior samurai do Japão. 

Com 13 episódios, a série entrega combates brutais e visualmente impressionantes, com destaque para a batalha entre o mestre de kenpo Retsu e o lendário espadachim. Imperdível para os fãs de artes marciais e animes de luta.

5. A Acusada

Um drama indiano intenso e cheio de camadas. A Acusada acompanha a vida de uma renomada ginecologista que vê sua carreira e seu casamento desmoronarem quando acusações graves surgem contra ela, enquanto sua esposa tenta desesperadamente descobrir a verdade. 

Com Konkona Sensharma no papel principal, o filme mistura thriller psicológico, drama familiar e questões sociais em uma narrativa que prende do início ao fim.

4. O Mentalista (7 temporadas)

Um dos seriados policiais mais viciantes dos anos 2000 está disponível na Netflix com todas as suas sete temporadas. 

O Mentalista acompanha Patrick Jane (Simon Baker), um ex-charlatão que se apresentava como médium e, após uma tragédia pessoal envolvendo um serial killer, passa a usar seus extraordinários poderes de observação e leitura de comportamento para ajudar a polícia a resolver crimes. 

Criada por Bruno Heller, a série é um prato cheio para quem gosta de mistério, humor seco e personagens carismáticos.

3. #SalveRosa

O fenômeno nacional do momento na Netflix. #SalveRosa acompanha Rosa (Klara Castanho), uma influenciadora de 13 anos com mais de 2 milhões de seguidores, cuja vida aparentemente perfeita esconde uma rotina exaustiva e controlada pela mãe, Dora (Karine Teles). 

Quando Rosa sofre um desmaio na escola e começa a investigar seu próprio passado, segredos perturbadores vêm à tona, colocando em risco não só a relação entre mãe e filha, mas a própria vida da adolescente. 

Dirigido por Susanna Lira e vencedor do prêmio de Melhor Filme pelo júri popular no Festival do Rio, o suspense psicológico brasileiro está no topo do Top 10 da plataforma e provoca debate intenso nas redes sociais.

2. Bridgerton – 4ª Temporada – Parte 2

O romance mais aguardado da temporada chegou à reta final. Na quarta temporada de Bridgerton, é a vez de Benedict (Luke Thompson) encontrar seu grande amor: uma misteriosa dama de companhia disfarçada em um baile de máscaras. 

Com a segunda parte já disponível, os fãs finalmente poderão descobrir como termina a história do segundo filho dos Bridgerton e se o amor consegue superar as rígidas convenções da sociedade londrina do século XIX. 

Criada por Chris Van Dusen e produzida por Shonda Rhimes, a série continua sendo um dos maiores fenômenos do streaming.

1. Hierarquia do Crime

Dois irmãos adotivos, Stone e Reach, planejam o maior e mais perigoso assalto de suas vidas no Texas, mas os planos saem completamente do controle. 

Caçados pela máfia russa e por uma força policial implacável, os dois precisam sobreviver a um jogo de alto risco enquanto lidam com tensões familiares não resolvidas do passado. 

Hierarquia do Crime é um filme de ação direto ao ponto, perfeito para quem quer adrenalina rápida neste fim de semana. 

O elenco conta com Chiderah Uzowulu, Xavier Alvarado e Dylan Winters, com direção de Russell K. Reed.

Curtiu as dicas? O Minha Série está sempre de olho em tudo que está em alta no streaming para você nunca ficar sem saber o que assistir. Explore mais matérias e monte sua lista perfeita para o fim de semana!

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© Netflix

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Vovó gamer viraliza jogando Resident Evil Requiem aos 73 anos: “Nem é assustador”

Resident Evil Requiem chegou ao PC e consoles recentemente e está fazendo sucesso, com mais de 5 milhões de cópias vendidas em poucos dias. Entre as pessoas que estão aproveitando a jornada de Leon e Grace, uma jogadora em especial está se destacando nas redes sociais: a “vovó gamer” Maria de Lourdes de Souza.

Aos 73 anos, ela possui mais de um milhão de seguidores nas redes sociais e está publicando vídeos com o novo game da Capcom. No entanto, um detalhe chama a atenção: ela não sente medo dos horrores enfrentados por Grace Ashcroft no começo da jornada, o que garante momentos engraçados.

Em entrevista ao Voxel, a idosa contou como está sendo a experiência com o game, além de trazer detalhes sobre a sua rotina como criadora de conteúdo nas redes sociais.

Dona Maria gostou de Requiem, mas ainda busca jogo realmente assustador

Apesar de estar se divertindo com o novo capítulo da franquia da Capcom, dona Maria admite que ainda espera encontrar um jogo capaz de realmente assustá-la. Segundo ela, Resident Evil Requiem é divertido, mas não chega a provocar sustos de verdade.

“Eu tô gostando, mas não é muito assustador”, contou durante a entrevista. “Eu queria assustar, levantar da cadeira correndo ou dar um grito, sei lá. Mas eu não consigo, eu sou tranquila.”

A criadora de conteúdo explica que até leva pequenos sustos em alguns momentos, mas nada que a faça parar de jogar. “Acontece alguma coisinha que seria o susto na hora, mas eu não levo susto. Só penso: ‘Ah, esse aqui foi o susto que eu tinha que tomar’”, brinca.

Do interior do Paraná para a internet

A história de dona Maria começou bem longe das redes sociais. Natural de Apucarana, no Paraná, ela vive atualmente em Ilha Solteira, no interior de São Paulo, onde construiu grande parte da vida.

“Eu sou paranaense, tenho 73 anos, tenho um filho e neto nenhum até agora”, contou, rindo, em entrevista ao Voxel. “Só tenho os netos da internet mesmo.”

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Antes da fama digital, a rotina foi marcada por muito trabalho. Ela explica que começou cedo e teve poucas oportunidades de estudo. “Eu trabalhei desde os 6 anos de idade. Morei no meio do mato até os 15 anos e estudei pouco”, relembra. 

Ao longo da vida, Maria atuou em diferentes funções, como trabalho doméstico, reciclagem e serviços na prefeitura. Hoje é dona de casa e cria conteúdo na internet com a ajuda do filho, Lucas, o que mudou a sua vida na terceira idade.

A pandemia mudou tudo

A virada para o mundo dos games aconteceu durante a pandemia, quando dona Maria perdeu o emprego e começou a buscar novas atividades para ocupar o tempo. “Eu sempre joguei paciência no computador, mesmo trabalhando. Mas na pandemia eu não tinha mais nada para fazer”, explicou.

Inicialmente, ela chegou a criar um canal de culinária no YouTube, mas o projeto acabou não engrenando. Foi então que o filho teve a ideia de começar a gravar vídeos com ela jogando. “Meu filho me ensinou. A gente começou no YouTube, mas lá é meio devagar”, conta.

A mudança para o TikTok foi decisiva. “Foi lá que deu certo. Desde o primeiro dia a gente viu que estava funcionando. Graças a Deus deu tudo certo”, lembra a criadora de conteúdo.

De Roblox até Red Dead 2

Hoje, dona Maria joga uma grande variedade de títulos nos vídeos publicados nas redes sociais. Em uma breve zapeada pelo seu perfil no TikTok ou no Instagram, é possível conferir títulos que vão desde grandes lançamentos, como Nioh 3 e o já mencionado Resident Evil Requiem, até clássicos como GTA.

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Entre os favoritos estão jogos populares entre diferentes gerações de jogadores, mostrando que não existem barreiras para a diversão. “Eu gosto muito de Roblox, é bem gostoso. Também tem Fortnite, Free Fire… tem tantos que às vezes eu nem lembro”, contou.

Durante a conversa, ela também citou Red Dead Redemption 2 como um dos preferidos. Segundo dona Maria, o “jogo do cavalo” é ótimo por causa da ambientação. “Eu adoro ver o espaço grande, muito capim, muito mato, árvore, casas velhas… eu gosto muito disso.”

“Videogame é para quem quiser jogar”

Além de divertir o público, dona Maria acredita que sua presença nas redes sociais ajuda a quebrar um estereótipo ainda comum: o de que videogames seriam apenas para jovens.

Para ela, a resposta é simples. “Eu acho que videogame é de todo mundo. De criança, de jovem e de idoso também. Para quem gosta, para quem quer”, afirmou.

Segundo a criadora de conteúdo, o mais importante é que a atividade faça bem para a pessoa. “Se o idoso gosta de jogar, acha engraçado e se sente feliz, quer o quê mais? Eu sou feliz jogando, pronto, acabou.”

“Às vezes a pessoa tem vontade, mas tem vergonha por causa da idade. Não precisa disso.”

Dona Maria também deixou uma mensagem para outras pessoas mais velhas que têm curiosidade sobre videogames, mas ainda sentem vergonha ou receio de começar. “Às vezes a pessoa tem vontade, mas tem vergonha por causa da idade. Não precisa disso”, aconselhou. 

“Se tiver alguém que ajude, vai aprendendo aos poucos, vai gostando cada vez mais.” Para ela, experimentar coisas novas pode trazer descobertas inesperadas. “Vai vendo um jogo aqui, outro ali, e vai se identificando. Eu acho muito bacana.”

A rotina além dos games

Apesar da popularidade na internet, a rotina de dona Maria vai muito além dos videogames. No dia a dia, ela divide o tempo entre a casa, atividades físicas, idas na igreja e cursos na própria cidade. “Eu faço hidroginástica três vezes por semana e faço exercícios também, tipo academia”, contou.

Além disso, ela também participa de atividades culturais e educacionais, para não ficar só na frente do computador. “Eu já fiz curso de xadrez, gosto de jogar dama, dominó… gosto muito dessas coisas.”

Mesmo com a vida movimentada, Dona Maria nutre um grande apreço pelas pessoas que a acompanham online e também deixou uma mensagem para os seus netos da internet. “Eu amo todos eles de coração mesmo”, disse. “Adoro quando me chamam de vovó.”

Segundo ela, a comunidade criada em torno dos vídeos é parte fundamental da motivação para continuar produzindo conteúdo. A idosa também deseja que todos sigam aproveitando o mundo dos games, independente da idade. “Se está sendo bom, então continuem jogando.”

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EUA usam cenas de Top Gun e até Breaking Bad para promover guerra contra Irã

Como forma de promover suas ações militares no Irã, o governo dos Estados Unidos tem apelado para vídeos que usam várias referências da cultura pop. Em redes sociais como o X, os perfis oficiais da Casa Branca têm usado cenas de Top Gun, Breaking Bad, Halo e Coração Valente para promover o que chama de “justiça no modo americano”.

A lista de referências é bastante extensa, misturando obras como Transformers, Superman, Better Call Saul e produções que não são feitas no país. Entre elas está o anime Yu-Gi-Oh, em um momento no qual o protagonista Yugi aparece falando “agora, acabe com isso”.

Perfis dos EUA têm costume de usar referências de forma polêmica

Essa não é a primeira, e provavelmente não vai ser a última vez, que os perfis oficiais da Casa Branca usam memes e referências à cultura pop em seus materiais de divulgação. Ainda esta semana, eles foram criticados pela The Pokémon Company por ter criado um meme para divulgar o movimento MAGA (Make America Great Again).

  • O governo de Donald Trump fez isso usando ferramentas ligadas ao jogo Pokémon Pokopia, o que gerou muitas reclamações entre seus fãs;
  • A The Pokémon Company afirmou ao New York Times que “não está envolvida na criação ou distribuição” do meme, tampouco concedeu os direitos de uso para suas propriedades intelectuais — mas a publicação não foi derrubada e segue nas redes sociais;
  • Em um passado recente, o perfil da Casa Branca também foi criticado pela cantora Sabrina Carpenter, que considerou como “maléfico” o uso de uma de suas músicas;
  • No X, o vídeo sobre a “justiça ao modo americano” tem gerado tanto manifestações de apoio quanto críticas ferrenhas — muitas delas não muito educadas;
  • Entre as mais comedidas estão explicações sobre as características dos materiais usados, que não condizem com o esforço de guerra.

Conforme apontou o pesquisador Adam Del, o filme Coração Valente é centrado na história de uma força de resistência que se opõe à invasão de um exército estrangeiro com grande poder militar. Ele também apontou que Keanu Reeves sequer é americano, e que o ator Christopher Reeves, que deu vida ao Superman, morreu defendendo a causa de pessoas com deficiência e pesquisas com células-tronco — que são rejeitadas pelo governo de Donald Trump e pelo Partido Republicano.

EUA quer domínio completo sobre o futuro do Irã

As publicações recentes dos perfis da Casa Branca nas redes sociais fazem parte de uma campanha para divulgar os conflitos no Irã como algo positivo. O governo Trump manifestou o desejo de mudar totalmente o sistema político do país, o que inclui o estabelecimento de uma liderança aprovada por sua administração.

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Os perfis da Casa Branca entraram em conflito com fãs de Pokémon. Imagem: Reprodução/Casa Branca/X

“Queremos entrar e limpar tudo. Não queremos alguém que reconstrua o país em dez anos. Queremos um bom líder. Temos pessoas que, acredito, fariam um bom trabalho”, afirmou o presidente dos EUA em uma entrevista concedida à NBC News.

Apesar das críticas que as publicações da Casa Branca geraram, isso não deve resultar em uma mudança na estratégia de comunicação do governo. Além de usar de forma generosa referências à cultura pop, os administradores do perfil também apostam na inteligência artificial generativa como forma de criar muitos de seus conteúdos.

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© Divulgação/20th Century Studios

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Parentesco de Silas e Sherlock vai além das telas em Jovem Sherlock

A série Jovem Sherlock, nova aposta do Prime Video com produção ligada a Guy Ritchie, traz uma história de origem para um dos detetives mais famosos da ficção. Mas além do mistério e da ambientação na Inglaterra vitoriana, um detalhe curioso chama atenção nos bastidores: a relação familiar entre dois dos atores principais.

Na produção, Hero Fiennes Tiffin interpreta o jovem Sherlock Holmes, enquanto Joseph Fiennes dá vida a Silas Holmes, pai do protagonista. A coincidência não está apenas no sobrenome: os dois são tio e sobrinho na vida real, o que acabou adicionando uma camada extra de conexão às cenas em família.

Para Hero, trabalhar ao lado do tio foi uma experiência especial — e também um pouco intimidadora no início. O ator contou que sempre teve vontade de dividir um projeto com Joseph, mas que a responsabilidade de interpretar um personagem tão icônico trouxe certa pressão.

Relação familiar ajudou a criar química em cena

Em entrevista à People, Hero revelou que, no começo das filmagens, lidou com a famosa “síndrome do impostor”, questionando se estava à altura do papel de Sherlock Holmes. A situação ficou ainda mais intensa quando Joseph entrou em cena.

Segundo ele, a presença do tio fez surgir um novo tipo de nervosismo. O ator brincou que sentia como se tivesse que provar para Joseph que merecia estar ali — algo que, curiosamente, acabou funcionando para a própria atuação.

Essa tensão natural acabou refletindo nas cenas entre pai e filho na trama. O jovem Sherlock, afinal, também enfrenta expectativas familiares e tenta encontrar seu próprio caminho, o que tornou as interações ainda mais autênticas.

Joseph Fiennes explica por que aceitou viver Silas Holmes

Para Joseph Fiennes, entrar no projeto foi uma decisão quase imediata. Em entrevista enviada pela Amazon ao Minha Série, o ator contou que se interessou pela série após conhecer a visão do showrunner Matthew Parkhill e pela combinação de talentos envolvidos na produção.

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JosephFiennes em Jovem Sherlock. Imagem: Daniel Smith/Prime Video.

“Conheci Matthew Parkhill e fiquei impressionado com a visão dele para a série. A combinação do trabalho dele, dos diretores — incluindo Guy Ritchie — e do elenco liderado pelo meu sobrinho Hero tornou o projeto irresistível”, afirmou o ator.

Além disso, Joseph disse que o papel de Silas foi atraente por trazer uma energia diferente em relação a seus trabalhos anteriores. Depois de interpretar personagens mais intensos, ele viu na série uma oportunidade de explorar outra faceta de atuação e se divertir em cena.

Quem é Silas Holmes em Jovem Sherlock?

Na história, Silas Holmes é apresentado como um pai dedicado que tenta manter a família unida após momentos difíceis. Sua esposa Cordelia, por exemplo, passou um período em um asilo devido a problemas de saúde mental, algo que marcou profundamente a dinâmica familiar.

O personagem também lida com as diferenças entre os filhos. Mycroft, o mais velho, é disciplinado e ligado ao governo, enquanto Sherlock aparece como um jovem rebelde que ainda não encontrou seu lugar no mundo.

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Imagem: Prime Video.

Essa abordagem mostra um lado pouco explorado nas adaptações do detetive. Segundo Joseph, a série aposta em uma dinâmica familiar cheia de conflitos, segredos e tensões psicológicas que ajudam a explicar a formação do personagem.

Laço real entre tio e sobrinho fortaleceu a série

Joseph acredita que o parentesco com Hero acabou contribuindo para a química entre os dois personagens. Segundo ele, a relação de confiança construída ao longo da vida trouxe uma base emocional que transparece nas cenas.

“Há uma história familiar entre nós que alimenta nossas interações como atores. Existe muito amor e confiança, e isso criou uma química muito especial em tela”, explicou.

Essa conexão ajuda a dar peso às relações da família Holmes na série, que aposta justamente nesse núcleo para desenvolver o passado do famoso detetive. “De ator para ator, existem muitas histórias privadas entre nós, e isso alimenta nossas interações de maneira subliminar”, explica Joseph, que também é irmão do premiado ator Ralph Fiennes.  

Onde assistir Jovem Sherlock?

Descrita como uma história de origem irreverente e cheia de ação, Jovem Sherlock acompanha o jovem Holmes em seu primeiro grande caso. Ao conhecer ninguém menos que James Moriarty, o protagonista acaba envolvido em uma investigação de assassinato que ameaça sua liberdade.

A produção já está disponível para assistir no Brasil por meio do Amazon Prime Video. O serviço de streaming custa a partir de R$ 19,90 mensais no Brasil. O serviço também conta com 30 dias grátis para assinantes do Amazon Prime.

E aí, você já assistiu Jovem Sherlock? Comente a sua opinião sobre a série nas redes sociais do Minha Série!

© People

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Onde assistir F1? Conheça o filme indicado ao Oscar

Um piloto promissor, Sonny Hayes (Brad Pitt) viu sua carreira na Formula 1 acabar após um acidente grave no Grande Prêmio da Espanha. 30 anos depois, ele tem a chance de retomar sua trajetória, ao mesmo tempo que ajuda um novato com grande potencial. Essa é a premissa de F1: O Filme, um dos concorrentes ao Oscar de Melhor Filme em 2026.

Também concorrendo nas categorias de Melhores Efeitos Visuais, Melhor Montagem e Melhor Som, o longa dirigido por Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick) se destacou desde o início pela maneira como foi financiado. Embora tenha sido produzido pela Warner Bros., ele é um projeto da Apple Studios e mostra bem qual é a estratégia da gigante da tecnologia para estender seus braços para o mundo do entretenimento.

F1: O Filme é uma história de superação e aprendizado

Apesar de Brad Pitt chamar a atenção como um dos protagonistas de F1: O Filme, o longa também destaca Damson Idris. Ele interpreta o jovem Joshua Pearce, um piloto promissor da equipe APXGP. No entanto, o dono do time, Rubén Cervantes (Javier Barden) sabe que sua estrela também é arrogante e inexperiente, o que pode ser sua desgraça — e ele não deseja que o piloto siga o mesmo caminho de Sonny.

  • A história começa em um momento no qual o destino da APXGP está em risco: a não ser que a equipe ganhe uma das nove corridas restantes no campeonato, ela vai perder seus investidores;
  • Apesar de ter deixado a Formula 1 de lado, Sonny continuou trabalhando como piloto e chegou a vencer competições como as 24 horas de Daytona;
  • Além de ter que ensinar seu jovem companheiro, o piloto veterano também fornece dicas técnicas para que a APXGP melhore seu desempenho nas pistas;
  • A história acompanha as diversas tentativas de vitória do time, que são interrompidas por acidentes, disputas internas e traições;
  • Além de trazer personagens fictícios, F1: O Filme também traz a participação de pilotos reais, como Lewis Hamilton e Charles Leclerc.

Com um orçamento estimado em US$ 200 milhões a US$ 300 milhões, F1: O Filme se provou um sucesso de bilheteria, acumulando US$ 633 milhões ao redor do mundo. Com isso, ele se transformou no projeto mais lucrativo da Apple nos cinemas, bem como o longa-metragem de corrida mais bem-sucedido da história.

Onde assistir F1: O Filme no streaming?

Embora tenha contado com o apoio da Warner Bros. em seu desenvolvimento, F1: O Filme não está disponível na HBO Max. Ele é um produto exclusivo do catálogo da Apple TV, e já pode ser acessado por todos os brasileiros que possuem uma assinatura da plataforma.

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F1: O Filme é exclusivo do catálogo da Apple TV. Imagem: Divulgação/Apple TV

No Brasil, ela custa R$ 29,90 mensais no único plano que oferece. Quem ainda não registrou uma conta no serviço pode acessá-lo gratuitamente por 7 dias — tempo mais do que suficiente para conferir o longa-metragem e outros sucessos de seu catálogo. Apesar de a obra não ser considerada uma das favoritas ao Oscar, ela é bastante elogiada pela crítica (82% de aprovação no Rotten Tomatoes) e pelo público (97% de aprovação na mesma plataforma).

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© Divulgação/Apple TV

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Casa Branca usa imagens de Call of Duty para promover guerra do Irã

A Casa Branca publicou nas redes sociais um vídeo que mistura imagens reais de ataques militares ao Irã com trechos do jogo Call of Duty: Modern Warfare III, utilizando a animação de uma sequência de eliminações para ilustrar os bombardeios no Oriente Médio. 

A publicação foi feita na última quarta (04), poucos dias após os Estados Unidos se juntarem a Israel em ofensivas aéreas contra alvos iranianos, operação que já deixou centenas de mortos, incluindo civis e crianças.

O vídeo divulgado no X (antigo Twitter) mostra cenas de ataques militares intercaladas com a animação de “killstreak” do jogo — recurso ativado quando um jogador elimina vários inimigos sem morrer. A publicação foi acompanhada da legenda “Cortesia do Vermelho, Branco e Azul”, referência às cores da bandeira dos Estados Unidos.

A iniciativa se tornou mais um exemplo recente do uso de referências da cultura gamer em conteúdos oficiais ligados ao governo de Donald Trump, estratégia que já havia aparecido em outras campanhas e publicações institucionais.

Brincadeira de mau gosto — se é que isso pode ser chamado de brincadeira

A publicação ocorreu em meio a uma escalada de tensões no Oriente Médio, após os Estados Unidos participarem de ataques aéreos contra o Irã ao lado de Israel. Segundo relatos, as ofensivas já resultaram na morte de centenas de pessoas.

Entre os casos citados está um ataque ocorrido em 28 de fevereiro, quando um míssil atingiu a escola primária feminina Shajareh Tayyebeh, no Irã. 

O incidente teria causado a morte de diversas crianças. Até o momento, nem os Estados Unidos nem Israel assumiram oficialmente a responsabilidade pelo ataque.

O uso de uma animação de videogame para ilustrar ataques reais gerou críticas nas redes sociais, com muitos internautas classificando a publicação como insensível diante do contexto humanitário do conflito.

Questionado sobre os ataques, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, afirmou que o caso está sendo analisado. “Tudo o que sei é que estamos investigando isso. É claro que nunca temos civis como alvo, mas estamos analisando a possibilidade de investigar o caso”, declarou.

Trump tem péssimo histórico com uso de memes em situações críticas

A publicação com referências a Call of Duty não é o primeiro episódio em que o governo de Donald Trump utiliza jogos em campanhas ou mensagens institucionais.

Em setembro de 2025, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos publicou um vídeo mostrando agentes do ICE e da Patrulha da Fronteira realizando detenções ao som da música da franquia Pokémon.

Finishing this fight. pic.twitter.com/6Ezq9NUqMq

— Homeland Security (@DHSgov) October 27, 2025

No mês seguinte, outra publicação utilizou uma imagem da série Halo, mostrando o personagem Master Chief dirigindo um Warthog com frases como “Finalizando a luta” e “Destruir o Flood”, em uma comparação com políticas migratórias.

Na ocasião, Marcus Lehto, um dos criadores de Halo, criticou o uso da franquia no contexto político. “É absolutamente abominável”, afirmou em entrevista ao Game File. “Me dá nojo ver Halo sendo usado dessa forma”.

Activision e Xbox, detentoras de Call Of Duty, ainda não se pronunciaram

Até o momento, nem a Activision, responsável pela franquia Call of Duty, nem o Xbox, empresa controladora da editora, comentaram publicamente o uso de imagens do jogo no vídeo divulgado pela Casa Branca.

Veículos internacionais relataram que tentaram contato com as empresas e com representantes do governo norte-americano após a publicação do material, mas não receberam respostas até o fechamento das reportagens.

E você, o que achou do uso de imagens de Call of Duty em um vídeo sobre a guerra no Irã? Conte sua opinião nas redes sociais do Voxel!

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Falando a Real quase mata seu melhor personagem em episódio emocionante

A terceira temporada de Shrinking, conhecida no Brasil como Falando a Real, entregou um de seus momentos mais tensos até agora. O episódio 6, lançado em 4 de março no Apple TV+, colocou a vida de Derek Bishop em risco e deixou fãs apreensivos sobre o destino de um dos personagens mais queridos da série.

Interpretado por Ted McGinley, Derek enfrenta uma grave emergência médica no capítulo intitulado “Dereks não morrem”. A situação se torna ainda mais impactante porque o personagem sempre funcionou como uma espécie de “porto seguro” emocional na trama — um contraponto às crises vividas pelo grupo de terapeutas e amigos que protagonizam a história.

O momento dramático foi tão convincente que nem o próprio ator sabia se Derek sobreviveria. Em entrevistas recentes, McGinley revelou que passou noites em claro enquanto lia os roteiros da nova temporada, sem saber se estava prestes a ser eliminado da série.

Derek quase morre em Falando a Real

No episódio, Derek descobre que precisa voltar urgentemente ao hospital após um exame indicar problemas cardíacos durante testes de rotina feitos em casa. A situação se agrava quando os médicos identificam um bloqueio em uma artéria — condição que poderia levar a um infarto fatal conhecido como “widowmaker”.

Para evitar a tragédia, o personagem precisa passar por uma cirurgia de ponte de safena de emergência. Antes de entrar na sala de operação, Derek tem uma conversa emocionante com sua esposa Liz, interpretada por Christa Miller.

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Derek quase morre no novo episódio de Falando a Real.

No momento mais tocante do episódio, ele se despede com um discurso cheio de amor e preocupação, temendo que aquelas possam ser suas últimas palavras. Liz tenta tranquilizá-lo, mas a tensão da cena deixa claro que o desfecho ainda é incerto.

Nem o ator sabia se Derek sobreviveria

Segundo Ted McGinley, a experiência de ler o roteiro foi angustiante justamente porque ele não recebe os capítulos com antecedência.

O ator contou que acompanha a história semana a semana, assim como o público, e que realmente acreditou que os roteiristas estavam preparando a morte de Derek. “Tive algumas noites sem dormir”, revelou ele ao comentar o suspense em torno do personagem.

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Nem o ator que interpreta Derek sabia o destino do personagem.

Esse mistério, inclusive, faz parte do método criativo da série. McGinley afirmou que gosta de descobrir as reviravoltas diretamente no roteiro, mas admitiu que o arco envolvendo o coração de Derek foi particularmente estressante.

Episódio também mostra lado vulnerável de Liz

Além de colocar Derek em perigo, o episódio também aprofunda o relacionamento entre ele e Liz. Conhecida por sua personalidade forte e muitas vezes sarcástica, a personagem mostra um lado muito mais frágil ao lidar com a possibilidade de perder o marido.

Segundo o próprio McGinley, a cena revela a essência da relação entre os dois: Derek consegue enxergar quem Liz realmente é por trás da postura dura que ela costuma demonstrar.

Para Christa Miller, o momento funciona quase como um “despertar” para a personagem. Diante da mortalidade do marido, Liz percebe que a pessoa com quem mais se diverte e compartilha a vida sempre esteve ao seu lado.

A bela mensagem após a quase morte de Derek

Felizmente para os fãs, a cirurgia de Derek termina bem. No final do episódio, ele se recupera e reencontra Liz, que celebra dizendo a frase que dá nome ao capítulo: “Dereks não morrem”.

O momento também impulsiona a narrativa da série, com os personagens finalmente tomando atitudes após a experiência de quase morte do amigo. Sean, por exemplo, aceita dar um passo além na sua carreira, enquanto Brian finalmente conta para o seu pai sobre a adoção de um bebê.

A grande mensagem por trás do episódio é clara: ninguém está livre da morte, então é melhor viver intensamente o agora. Durante todo o episódio, Derek parece saudável, com o problema que poderia ter tirado a sua vida sendo diagnosticado corriqueiramente. Esse é o indicativo de que nunca sabemos quando chegará a nossa hora de partir, o que serve de estímulo para não deixar para amanhã o que pode ser feito hoje.

A temática do episódio conversa muito bem com a mensagem final do ator Eric Dane, que faleceu recentemente e deixou um relato emocionante para as filhas em sua última entrevista.

Falando para as filhas, mas também mandando uma mensagem para o público, o ator que morreu de ELA deixou uma mensagem impactante sobre viver o agora. “O passado tem arrependimentos. O futuro é desconhecido. O presente é tudo o que você tem”, resumiu Eric Dane.

Novos episódios da terceira temporada de Shrinking são lançados semanalmente no Apple TV+ até 8 de abril.

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Guerra por IA: Apple, Amazon e Nvidia apoiam Anthropic após briga com Trump

A empresa de inteligência artificial (IA) Anthropic, dona do Claude, segue em clima de tensão com o governo dos Estados Unidos. Agora, parceiras da companhia tentam ao menos impedir que ela sofra punições após desavenças com a administração de Donald Trump.

A Anthropic corre perigo de ser considerada um "risco para a cadeia de suprimentos", uma classificação de segurança nacional normalmente impostas a empreendimentos estrangeiros que faria ela ser excluída de vários contratos governamentais e talvez até com empresas privadas. Tentar evitar isso virou a tarefa de um grupo no país.

O Information Technology Industry Council, formado por representantes de marcas como Amazon, Nvidia, Apple e até a OpenAI, publicou uma carta na última quarta-feira (4) expressando "preocupação por relatos recentes" vindos do Departamento de Guerra dos EUA sobre a mudança na classificação de uma empresa do setor.

Segundo a Reuters, outras companhias também seguem acionando contatos no governo Trump em uma tentativa de contornar a situação. Assim como alguns dos investidores da companhia, elas acreditam que a punição seria exagerada e que é possível até reconstruir algum tipo de parceria militar para a plataforma.

Por outro lado, alguns investidores acham que a questão envolve também uma briga de egos e que o CEO da Anthropic, Dario Amodei, deveria buscar uma solução mais amigável com o Pentágono e não um corte de laços.

Os contratos de guerra por IAs

  • Após se recusar a flexibilizar o uso da IA para uso militar e de vigilância de cidadãos dos EUA, a Anthropic perdeu um importante contrato com o Pentágono e foi duramente repreendida pelo presidente;
  • A OpenAI, responsável pelo ChatGPT, acabou escolhida como substituta na parceria e agora tenta se explicar para o público sobre a aliança. Depois de várias críticas, ela alega que poderia rever termos do contrato, mas o CEO Sam Altman admitiu que a decisão final de uso será do Pentágono;
  • Porém, de acordo com o Financial Times, a dona do Claude não desistiu de ainda manter contratos governamentais para uso militar da IA. As conversas estariam ocorrendo com um secretário de pesquisa e engenharia, Emil Michael;
  • As falas de Amodei, por outro lado, estão colocando ainda mais fogo na disputa. Recentemente, ele criticou em um memorando interno o aceite da OpenAI e sugeriu que a briga com o governo aconteceu porque a Anthropic "não fez doações para Trump" e "não elogiou Trump no estilo de um ditador".

As desinstalações do ChatGPT dispararam após o acordo da OpenAI com o governo dos EUA. Saiba mais dados sobre esse caso nesta matéria!

© Andrew Harnik/Getty Images

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O Urso vai acabar em sua Temporada 5, confirma Jamie Lee Curtis

Após acompanhar durante anos a história de um restaurante formado por uma equipe disfuncional, O Urso (The Bear) se prepara para sua última temporada. A informação foi confirmada pela atriz Jamie Lee Curtis, que até há poucas semanas participava da gravação daqueles que vão ser os últimos episódios do show.

No Instagram, a atriz compartilhou uma fotografia na qual aparece junto com Abby Elliott Kenney, que interpreta sua filha na história. Na legenda, ela declarou que o encerramento da obra vai ser forte e agradeceu aos roteiristas e produtores por ter a chance de participar da criação de Chris Storer.

O que sabemos sobre a Temporada 5 de O Urso?

Em uma entrevista com o Access Hollywood, Jamie Lee Curtis reforçou que a Temporada 5 de O Urso realmente vai ser a sua última. Segundo a atriz, essa é uma informação que todos já conheciam e não há motivos para que sua publicação na rede social tenha repercutido tanto.

  • “A não ser que eu receba uma ligação de todas as pessoas dizendo ‘você acaba de falar para todo mundo’, acredito que todos entendiam que era a última temporada do show”, explicou;
  • “Se não for, eu vou ficar totalmente surpresa”, complementou a atriz;
  • Apesar das falas de Jamie Lee Curtis, a FX Networks, que produz O Urso, ainda não confirmou publicamente que o show está chegando ao fim;
  • No entanto, o encerramento da produção é esperado há anos, devido a questões envolvendo suas equipes;
  • Desde que a série explodiu em popularidade, atores como Jeremy Allen White, Ayo Edebiri e Ebon Moss-Bachrach se tornaram bastante requisitados por diversos projetos, o que dificultou as gravações das temporadas mais recentes.
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Jamie Lee Curtis ganhou um Emmy por sua participação em O Urso. Imagem: Divulgação/FX Networks

Em The Bear, a atriz dá vida a Donna Berzatto, mãe do protagonista Carmy (Allen White) e de seus irmãos Natalie (Abby Elliot Kenney) e Mikey (Jon Bernthal). Ela é mostrada como uma pessoa atormentada por vários fantasmas pessoais que destruíram sua relação com sua família, mas que conseguiu uma reaproximação com ela no arco mais recente — por seu papel, a artista ganhou um Emmy como Atriz Convidada de Série de Comédia.

O que esperar do fim de O Urso?

Disponibilizada no Brasil pela Disney+, O Urso acompanha a saga de um chef de cozinha que, após a morte de seu irmão, decide assumir a sanduicheria deixada por ele. Durante as temporadas, o protagonista Carmy decide mudar o negócio, que é transformado em um restaurante de luxo — que, diante da perda de seu financiador, corre os riscos de fechar as portas.

Ao final da quarta temporada, o público termina sem saber se o negócio se tornou sustentável ou não. No entanto, temos a certeza de que Carmy pretende se retirar dele assim que possível, deixando a chef Sydney (Ayo Edebiri) como sócia de Natalie e Jimmy (Oliver Platt).

Os últimos episódios de O Urso devem mostrar como fica a dinâmica do restaurante após essa grande mudança, e qual rumo Carmy vai tomar. A promessa é de muita tensão e drama, especialmente em um momento no qual o protagonista tenta reconstruir sua vida após admitir que perdeu a paixão pelo mundo culinário.

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© Divulgação/FX Networks

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Nu Stadium: Nubank fecha acordo com time de Messi nos EUA

A fintech brasileira Nubank é a mais nova patrocinadora oficial do Inter Miami CF. O time de futebol, que disputa a principal liga dos Estados Unidos, tem como principal jogador o argentino Lionel Messi.

Essa parceria é mais um passo da empresa na estratégia de expansão internacional nos Estados Unidos. O Nubank já obteve a licença oficial para operar como banco no país e tem Cristina Junqueira, cofundadora da fintech, como CEO da operação na região.

O patrocínio inclui "múltiplas frentes de ativação de marca", como a presença da logo do Nubank nas nas costas da camisa do Inter Miami CF. Como o uniforme é um dos mais vendidos do mundo inclusive pela presença de Messi e o uruguaio Luis Suárez, além do crescimento como potência regional, essa é uma forma importante de tornar a marca reconhecida.

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O patrocínio com a logo da fintech nacional nas costas da camisa. (Imagem: Divulgação/Nubank)

O Inter Miami só tem seis anos de atividade, mas já conquistou quatro títulos de renome no futebol estadunidense, além de ter participado do Mundial de Clubes da FIFA em 2025. O ex-jogador inglês David Beckham é um dos proprietários do clube, que disputa a Conferência Leste da Major League Soccer (MLS).

Nu Stadium

A aliança de longo prazo anunciada nesta quarta-feira (04) inclui também a detenção dos naming rights do novo estádio do clube. A arena do Inter Miami já está em fase final de construção e agora passa a se chamar Nu Stadium.

Previsto para ser inaugurado em 4 de abril de 2026, o estádio de capacidade para 26.700 torcedores fica no complexo esportivo Miami Freedom Park, que tem 530 mil m². Além de ser a arena de partidas de competições como a MLS, ele contará com dois espaços que levam o nome da fintech:

  • o Nu Club, um "lounge de hospitalidade premium" para 770 pessoas com uma vista de túnel de vidro dos jogadores enquanto caminham dos vestiários para o campo;
  • a Nu Plaza, um "centro comunitário dinâmico" para hospedar espaços de convivência, um telão e áreas de descanso.

Mais detalhes sobre a expansão internacional do Nubank podem ser conferidos no site oficial da empreitada.

Você conhece a história da fintech brasileira Nubank e como ela passou de uma ideia para uma instituição com presença em vários países? Confira a trajetória dela neste vídeo!

© Nubank

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Trailer de Lanternas foca em passar o bastão e traz referências para fãs

Após divulgar alguns teasers da série dos Lanternas, a HBO decidiu compartilhar nesta quarta-feira (4) o primeiro trailer da produção. E ele mostra que, apesar de a série mostrar as aventuras de dois super-heróis, seu foco principal vai ser em desenvolver o relacionamento entre seus dois protagonistas.

A produção se centra em Hal Jordan (Kyle Chandler), um patrulheiro espacial veterano que tem John Stewart (Aaron Pierre) como seu novo parceiro. Enquanto o primeiro aparece como alguém cansado de suas tarefas, o segundo surge como um recruta animado para combater o crime, mas que ainda não entende bem as nuances do que isso significa.

Lanternas traz grandes heróis em uma cidade pequena

O trailer de Lanternas mostra que a nova série da HBO Max vai mudar um pouco a dinâmica dos personagens criados para os quadrinhos. Enquanto neles cada Lanterna Verde recebe um anel próprio, na produção Jordan e Stewart vão ter que dividir o mesmo artefato — o que vai gerar várias disputas entre eles.

  • O trailer revela que a dupla foi encarregada de lidar com problemas de uma cidade do interior, o que não agrada à xerife local;
  • De forma semelhante, alguns dos criminosos locais não ficam felizes com a presença de grandes super-heróis em seus territórios;
  • O trailer revela que, apesar de as origens do Lanterna Verde estarem no espaço, a série vai ter uma pegada mais pé-no-chão;
  • Assim, as referências a outros membros da tropa — incluindo um esquilo falante — acontecem de forma mais indireta, através dos diálogos entre personagens;
  • Além de mostrar o anel compartilhado por Jordan e Stewart, o trailer também revela a famosa lanterna usada pelos personagens nos quadrinhos.
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O trailer de Lanternas traz várias referências aos quadrinhos. Imagem: Divulgação/HBO Max

Até o momento, a HBO Max decidiu manter em segredo detalhes da trama central de Lanternas, se concentrando em promover a dinâmica entre seus protagonistas. No entanto, rumores apontam que o grande vilão da temporada vai ser um membro renegado da tropa — que deve ser o famoso Sinestro, alienígena que no passado foi o mentor de Hal Jordan.

Quando Lanternas estreia na HBO Max?

Embora seja ligado às demais produções do universo cinematográfico DC, Lanternas deve ser tratado como uma história à parte de produções como Superman e Pacificador. No entanto, o Guy Gardner interpretado por Nathan Fillion deve ter pelo menos uma ponta na história.

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John Stewart vai ser um recruta novato e cheio de confiança. Imagem: Divulgação/HBO Max

Ainda sem data de estreia, o show comandado por Damon Lindelof (Watchmen) deve chegar à programação da HBO Max na segunda metade de 2026. Com história de Chris Mundy e Tom King, a série conta com roteiros de Justin H. Britt-Gibson, Breannah Gibson e Vanessa Baden.

Além de Chandler e Pierre, Lanternas tem em seu elenco principal Garrett Dillahunt, Kelly Macdonald, Cary Chrisopher, Paula Patton e Ulrich Thomsen. A promessa é de um show realista que vai reservar seus momentos mais chamativos para cenas pontuais — como naquela em que o uniforme do Lanterna é mostrado de relance, ou outra na qual Jordan demonstra seus poderes de voo.

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© Divulgação/HBO Max

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LG lança nova Smart TV QNED73 com foco em transmissões esportivas

A fabricante LG apresentou nesta semana um novo modelo de televisor para quem é fã de transmissões esportivas e já pensa em um novo aparelho para eventos como a Copa do Mundo 2026. A Smart TV é a QNED73, disponível nas versões de 50, 55, 65, 75 e 86 polegadas.

Esse televisor é voltado para "levar toda a atmosfera das arenas direto para a casa do torcedor" a partir de uma série de tecnologias de processamento de imagem, além de um recurso voltado para quem não quer perder atualizações do time do coração mesmo se estiver assistindo a outro conteúdo.

A LG ainda não começou a vender todos os novos modelos QNED73 no site oficial, mas ao menos dois modelos já tiveram os preços divulgados pela fabricante: a versão de 65 polegadas custará R$ 4.449, enquanto a de 75 polegadas sai por R$ 5.999.

Os destaques da QNED73 da LG

Como esse modelo é voltado para fãs de esportes, o recurso mais importante da nova linha é o de Cores Dinâmicas QNED. Ele une diferentes tecnologias de painéis da LG para "entregar 100% de volume de cor" a partir de contraste refinado, brilho intenso e preocupação com fidelidade.

Além disso, o processador alpha 7 AI 4K Gen 8 faz aprimoramento inteligente de imagem e som, além de upscaling de conteúdos para o 4K usando uma inteligência artificial (IA) que "identifica e reconstrói texturas fundamentais da partida".

Outra novidade é o Alerta de Esportes, que envia notificações personalizadas sobre o seu time favorito em momentos como o início de um jogo, gols marcados e outras atualizações importantes. Você pode receber os avisos até com um 'controle de spoilers', caso você queira conferir o conteúdo depois e sem surpresas antecipadas.

Nas configurações personalizadas, o Modo Esportes otimiza automaticamente imagem e som para transmissões esportivas, com destaque para os movimentos rápidos com fluidez e áudio que evidencia narração e o som da torcida.

Um dos detalhes do design da QNED73. (Imagem: Divulgação/LG)

Outros recursos do modelo incluem:

  • o AI Sound Pro, que transforma o áudio comum da transmissão em um som 3D super envolvente com 9.1.2 canais virtuais
  • suporte para plataformas de jogos em nuvem, incluindo o Xbox Game Pass da Microsoft;
  • oferecimento de mais de 650 canais gratuitos por meio do LG Channels e apps parceiros;
  • uma IA que reconhece o perfil do usuário e faz recomendações personalizadas de conteúdo;
  • o sistema operacional webOS com Controle AI Magic, que funciona como um mouse, ou então via comandos de voz.

Qual tamanho de TV escolher para a sua casa? Saiba a resposta neste guia do TecMundo!

© LG

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Eiichiro Oda revela o que é o One Piece, mas resposta é colocada no fundo do oceano

Iniciado em 1997 por Eiichiro Oda, o mangá de One Piece sempre se centrou na busca pelo tesouro de mesmo nome, que sozinho foi capaz de iniciar uma nova era de pirataria. E, embora o autor sempre tenha conhecimento da verdade sobre essa grande recompensa, foi somente esta semana que ele decidiu descrevê-la em um pedaço de papel.

No entanto, isso não significa que ele está pronto para compartilhar esse conhecimento precioso com o público. Em um vídeo publicado no canal oficial da série, o roteirista e desenhista revelou que esse vai permanecer um segredo inalcançável pela maioria das pessoas.

Eiichiro Oda criou o One Piece da vida real

Em celebração à marca de 600 milhões de cópias do mangá vendidas ao redor do mundo, Oda decidiu criar a versão real do One Piece. O pedaço de papel no qual ele descreveu a verdade sobre o grande tesouro da série foi colocado em uma caixa, que agora se encontra no fundo do oceano.

  • O vídeo promocional mostra que a pequena caixa está guardada a 651 metros de profundidade;
  • Com isso, somente quem tem equipamentos bastante especializados vai conseguir ter acesso ao segredo escrito por ele;
  • Na prática, o criador do mangá acabou criando um “One Piece real” — um segredo valioso e muito cobiçado, mas cuja localização não vai ser revelada facilmente;
  • Mesmo que alguém consiga os equipamentos necessários para encontrar o baú especial, ainda encontraria pela frente a difícil tarefa de descobrir onde ele foi depositado;
  • Assim, podemos desistir da ideia de que James Cameron e suas equipes desvendem esse mistério — a não ser que recebam alguma dica muito valiosa.
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A verdade sobre o One Piece está em um lugar inacessível. Imagem: Divulgação/Shueisha

Nos quase 30 anos desde seu lançamento oficial, One Piece conquistou fãs em diversas partes do mundo e gerou adaptações bem recebidas para animes e em uma série live action. Durante todo esse tempo, muitos cogitaram qual é a verdade natureza de seu tesouro, mas esse permanece sendo um dos maiores mistérios de toda a cultura pop.

Quando a verdade sobre o One Piece vai ser revelada?

Apesar de ter confirmado que não é mais o único a saber a verdadeira identidade do One Piece, Oda não deu qualquer sinal de quando vai compartilhar essa informação com o público. Conhecido por sua grande ética de trabalho e dedicação à sua obra, o autor já compartilhou algumas previsões de quando poderia terminar sua história.

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Eiichiro Oda ainda vai demorar para finalizar o mangá. Imagem: Divulgação/Shueisha

Entre os anos de 2020 e 2022, o autor afirmou várias vezes que acredita que ia finalizar a trama “em 5 anos” — algo que claramente não aconteceu. Embora tecnicamente o mangá já está em sua saga final, Oda é conhecido por não respeitar muito os prazos que compartilha e sempre encontra jeitos de criar novos conflitos grandiosos e reviravoltas para seus protagonistas.

Assim, tal qual acontece com Luffy e os Piratas do Chapéu de Palha, os fãs da série devem se concentrar mais em aproveitar a jornada do que esperar que ela chegue ao fim. No Brasil, os mangás da série são publicados pela Panini, enquanto o anime pode ser encontrado na Crunchyroll, Netflix e HBO Max.

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© Divulgação/Shueisha

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Onde assistir Marshals? Saiba tudo sobre a nova série de Yellowstone

Exibida entre junho de 2018 e dezembro de 2024, Yellowstone em breve vai ficar conhecida por ter mais spin-offs do que temporadas produzidas. O mais recente deles é Marshals, um novo drama repleto de ação que serve como uma continuação direta para a história da família Dutton.

Nela, os fãs descobrem o destino inesperado de Kacey Dutton (Luke Grimes) após o que parecia ter sido um final feliz. Com a morte de sua esposa, o protagonista decide voltar a agir como um agente da lei, que tem como sua principal missão ajudar a proteger o estado de Montana.

Agora é o melhor momento para começar a acompanhar Marshals

Lançada nos Estados Unidos no dia 1º de março, Marshals já está disponível no Brasil. Como somente seu primeiro episódio foi lançado até o momento, essa é a hora perfeita para os fãs de Yellowstone passarem a acompanhá-la para evitar qualquer tipo de spoiler futuro.

  • O primeiro capítulo começa poucos meses após o fim da série anterior e mostra Kacey já como um viúvo;
  • Segundo os produtores da série, a mudança no status do protagonista é resultado de conflitos com a agenda da atriz Kelsey Asbille;
  • Como ela não poderia voltar ao papel de Monica, os roteiristas decidiram fazer com que a personagem morresse longe das câmeras;
  • Ainda lidando com o luto, Kayce se reencontra com um antigo companheiro dos SEALs, que o convence a se juntar à sua unidade;
  • A primeira temporada se centra na busca por um terrorista, que tem como objetivo destruir a Reserva Indígena de Broken Rock.
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Marshals promete uma história recheada de ação. Imagem: Divulgação/Paramount+

O episódio de estreia de Marshals — ‘Piya Wiconi’ — mostra que a sequência de Yellowstone vai seguir um caminho bem mais voltado para a ação. Nele, Kacey e seus novos companheiros precisam enfrentar uma milícia armada que tem como objetivo derrubar o governo dos Estados Unidos.

Onde assistir Marshals no Brasil?

Exibida nos Estados Unidos pela CBS e pela Paramount+, Marshals está disponível no Brasil através do serviço de streaming. Por aqui, os dois primeiros episódios vão ser disponibilizados a partir da 1 hora da manhã das segundas-feiras, no Horário de Brasília. A partir do terceiro, a estreia será adiantada para a meia-noite do domingo, graças ao início do Horário de Verão nos Estados Unidos.

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A nova série já chegou ao catálogo da Paramount+. Imagem: Divulgação/Paramount+

O serviço custa R$ 34,90 mensais em seu plano mais básico, que garante acesso a diversos conteúdos originais e às competições oficiais do UFC. O mesmo valor vai ser cobrado de quem decidir adicionar o serviço ao catálogo complementar da Amazon Prime Video — que também lista a série, mas não é responsável direta pela exibição de seus capítulos.

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© Divulgação/Paramount+

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Série de Life is Strange confirma atrizes de Max e Chloe! Veja primeira imagem

A adaptação em live-action de Life is Strange finalmente ganhou rostos para suas protagonistas nesta terça-feira (03). A série, que está em desenvolvimento no Prime Video, escalou Maisy Stella como Chloe e Tatum Grace Hopkins como Max.

O projeto foi anunciado em setembro de 2025 e marca mais um passo da Amazon na expansão de grandes franquias dos games para a TV, como é o caso de God of War. A produção terá roteiro e supervisão criativa de Charlie Covell, que atua como showrunner e produtora executiva.

Baseada no jogo original lançado em 2015 pela Square Enix e Dontnod, a série promete adaptar a jornada emocional e sobrenatural que conquistou milhões de fãs ao redor do mundo.

Quem são as novas Max e Chloe? Confira a primeira imagem

A atriz Tatum Grace Hopkins fará sua estreia na televisão justamente como Max. A atriz tem forte trajetória nos palcos da Broadway, com participações em montagens como “The Queen of Versailles” e “For the Girls”, além do curta-metragem “Meek”.

Já Maisy Stella é mais conhecida do público. A atriz e cantora canadense ganhou notoriedade na série Nashville, onde interpretou Daphne Conrad ao longo de seis temporadas. No cinema, ela se destacou em My Old Ass, papel que lhe rendeu prêmios importantes da crítica, e também integra o elenco de Poetic License, dirigido por Maude Apatow.

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A primeira imagem divulgada da série mostra fotos no formato de Polaroid das atrizes ao lado de suas personagens. No entanto, ainda não temos detalhes se esse será o visual final da série – Maisy Stella, por exemplo, não aparece com o característico cabelo colorido de Chloe.

Como ambas as atrizes possuem carreiras tímidas na televisão, a expectativa é que a adaptação de Life is Strange seja um grande ponto de virada para a dupla – isso se a produção fizer sucesso, é claro.

Life is Strange na TV: qual é a história da série?

A trama de Life is Strange acompanha Max (Hopkins), uma estudante de fotografia que descobre ter o poder de voltar no tempo após salvar a vida de sua melhor amiga de infância, Chloe (Stella). Ao tentar entender essa habilidade recém-descoberta, a dupla passa a investigar o misterioso desaparecimento de uma garota, Rachel Amber.

No processo, elas revelam o lado sombrio da pequena cidade onde vivem, Arcadia Bay, e se veem diante de uma decisão impossível que pode mudar suas vidas para sempre. A expectativa é que a série siga o jogo à risca, mas adaptando a experiência para a televisão.

A adaptação conta com produção da Square Enix em parceria com a Story Kitchen e a LuckyChap, enquanto a Amazon MGM Studios fica responsável pela produção do projeto. Charlie Covell, que lidera a produção, afirma ser uma grande fã da franquia e celebrou a oportunidade de levar a história de Max e Chloe a um novo público.

Franquia Life is Strange já ultrapassou 20 milhões de jogadores

Lançado originalmente em 2015, o primeiro Life Is Strange recebeu aclamação da crítica e diversas indicações a prêmios. Em 2023, foi revelado que a franquia ultrapassou a marca de 20 milhões de jogadores no mundo.

O sucesso rendeu continuações e derivados, como Life Is Strange: Before the Storm, Life Is Strange 2 e Life Is Strange: True Colors. Em 2024, Max voltou ao centro da narrativa em Life Is Strange: Double Exposure, que teve uma recepção divisiva.

Agora em março, o jogo receberá o último game da saga de Max e Chloe, Life is Strange Reunion, que trará as duas protagonistas tentando salvar uma universidade em perigo. O título será lançado no dia 26 no PC, PS5 e Xbox Series S e X.

Enquanto a franquia segue movimentada nos games, o lançamento da série live-action de Life is Strange ainda não possui data para acontecer. No entanto, segundo o Prime Video, a produção chega “em breve” ao streaming.

E aí, ansioso para ver a versão live-action de Max e Chloe? Comente nas redes sociais do Voxel!

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Netflix recebe 10 filmes e séries de peso na semana! Veja lista de lançamentos (2)

Se você ainda está perdido sobre o que assistir na Netflix nesta semana, pode respirar aliviado: a plataforma está recheada de novidades para todos os gostos. 

A partir de hoje (2), chegam ao catálogo filmes e séries que vão de ação intensa com elementos de ficção científica a dramas sociais, passando por romances, documentários e até um podcast em formato de série. Tem coisa boa para maratonar do começo ao fim de semana.

Abaixo, confira os 10 melhores filmes e séries que estreiam na Netflix nesta semana e aproveite!

Netflix: 10 melhores filmes e séries da semana (2 a 8 de março)

10. DOC (4 de março)

Abrindo a semana, DOC é a versão mexicana de uma franquia que já ganhou adaptações em outros países. A trama acompanha Andrés Ferrara, chefe do Departamento de Clínica Médica, que sofre uma tentativa de assassinato e acorda sem as memórias dos últimos 12 anos de sua vida. 

De repente, ele se vê diante de uma existência que não reconhece mais: precisa reaprender lições que já sabia, reconstruir laços afetivos e ainda enfrentar um escândalo envolvendo um novo medicamento. Um drama médico com camadas emocionais e um protagonista que precisa se conhecer de novo do zero.

9. Street Flow 3 (4 de março)

Também na terça, chega o capítulo final da trilogia francesa que conquistou o público com sua abordagem crua e honesta sobre vida nas periferias de Paris. 

Em Street Flow 3, os irmãos Traoré enfrentam as consequências de suas escolhas: Noumouké está no auge da carreira musical, mas as influências da rua ameaçam desviar seu caminho. Demba tenta construir uma nova vida com Djenaba, mas o passado bate à porta. E Soulaymaan, agora advogado, vê seu compromisso com a comunidade ser colocado à prova com as eleições municipais se aproximando.

8. Um Amigo, Um Assassino (5 de março)

Documentário dinamarquês de true crime que chega à Netflix nesta semana. A história traz três amigos que revisitam suas memórias sobre uma série de crimes que abalaram suas vidas e sacudiram o tranquilo interior da Dinamarca. 

Uma história perturbadora sobre como a violência pode surgir de dentro do próprio círculo de confiança e como isso muda para sempre quem sobrevive para contar.

Se você é fã de filmes curtos na Netflix, esse pode ser uma boa pedida para uma noite de quarta.

7. Vladimir (5 de março)

Também na quarta, Vladimir chega ao catálogo com uma proposta mais intimista e dramática. A série traz Rachel Weisz como uma professora de inglês que fica obcecada por um novo e charmoso colega de trabalho.

E o que começa como uma fixação vai destruindo aos poucos tudo que ela construiu: o casamento, a carreira, a vida inteira. A obra é baseada em um bestseller e ainda tem ainda Leo Woodall e John Slattery no elenco.

6. Os Dinossauros (6 de março)

Quinta-feira começa com Os Dinossauros, um documentário que promete ensinar e encantar ao mesmo tempo.

Narrada por Morgan Freeman, essa série documental épica acompanha a trajetória dos dinossauros ao longo de 165 milhões de anos na Terra, dos primeiros espécimes que surgiram até os últimos a desaparecer. 

Cada episódio mergulha nas forças geológicas, climáticas e evolutivas que moldaram essas criaturas extraordinárias, entregando uma experiência ao mesmo tempo cativante e informativa.

5. Peaky Blinders: O Homem Imortal – Podcast (6 de março)

Enquanto o filme de Peaky Blinders ainda não chegou ao streaming (ele estreia nos cinemas em 6 de março e só desembarca na Netflix em 20 de março), a plataforma lança na quinta um podcast oficial da franquia para esquentar os motores. 

O conteúdo mergulha no universo dos Shelby, explorando bastidores, contexto histórico e detalhes da produção do longa. 

Para quem já leu nossa matéria sobre o trailer intenso de Peaky Blinders: O Homem Imortal, com Barry Keoghan como Duke Shelby e Cillian Murphy de volta como Tommy, esse podcast é o aperitivo perfeito antes do grande evento.

4. O Assassino do TikTok (6 de março)

Também na quinta, O Assassino do TikTok é um documentário que investiga um caso real perturbador: como as redes sociais, especialmente o TikTok, se tornaram palco e ferramenta para crimes. 

“Este documentário acompanha uma família tentando investigar o caso de uma mulher de 42 anos, que sumiu após encontrar um TikToker famoso na Espanha”, diz a sinopse oficial.

A produção promete revelar os bastidores de um caso que chocou o público e levanta questões sérias sobre vigilância digital, fama e violência na era das redes.

3. Namorado por Assinatura (6 de março)

Mudando completamente de tom, Namorado por Assinatura é a aposta romântica da semana. 

A produção coreana explora o conceito de relacionamentos sob demanda, literalmente, com uma protagonista que contrata um namorado por assinatura e acaba se vendo em situações que fogem completamente do roteiro. 

“Seo Mi-rae está esgotada de tanto trabalhar. O amor nem passa pela cabeça dela, mas um serviço de namoro virtual desperta seus sentimentos”, revela a trama.

2. Um Amor Que Ilumina (6 de março)

Ainda no clima romântico, Um Amor Que Ilumina chega com uma proposta mais emocionante e dramática. 

A história da série coreana diz o seguinte: “Apaixonados na adolescência, dois jovens se reencontram 10 anos depois e confrontam suas dores, aprendizados e novos desafios”.

Para quem gosta de romances que tocam fundo e deixam aquela sensação gostosa no peito, esse é o título certo.

Vale lembrar que a Netflix possui 6 filmes indicados ao Oscar 2026, o que mostra o nível de qualidade que a plataforma vem entregando nas produções originais.

1. Máquina de Guerra (6 de março)

O grande destaque da semana é Máquina de Guerra, estrelado por Alan Ritchson, o mesmo ator que conquistou o público como Jack Reacher. 

No filme, ele interpreta um membro dos Rangers, a tropa de elite do Exército dos EUA, que junto com seus companheiros enfrenta algo completamente fora do manual: uma ameaça extraterrestre letal e inexplicável durante as 24 horas finais de um treinamento exaustivo. 

O elenco ainda conta com Dennis Quaid, Jai Courtney, Stephan James e Daniel Webber. 

Se você curte produções de ação com peso e ritmo acelerado, Máquina de Guerra é a estreia mais aguardada da semana e provavelmente vai dominar as conversas nos próximos dias.

Gostou da lista? Então não pare por aqui! O Minha Série está sempre de olho nos melhores lançamentos, tendências e novidades do mundo das séries e filmes. Dê uma olhada nas outras matérias e encontre seu próximo título favorito!

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© Netflix

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