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Eidos-Montréal cancelou jogo com mais de 7 anos de desenvolvimento que custou "centenas de milhões de dólares"

A Eidos-Montréal cancelou um jogo que estava em desenvolvimento há mais de sete anos e custou milhões de dólares, segundo fontes do Insider Gaming. A decisão teria motivado a recente onda de demissões no estúdio, anunciada na última terça-feira (31), que afetou cerca de 124 funcionários.

De acordo com as informações do veículo, o título cancelado teria passado por um ciclo conturbado e alto investimento, o que acabou impactando diretamente a estrutura da empresa. 

Em comunicado oficial, o estúdio afirmou que os cortes ocorreram por “mudanças nas necessidades do projeto”, destacando ainda que a decisão “não reflete o talento, dedicação ou desempenho” dos profissionais afetados.

Suposto Wildlands estava em desenvolvimento desde 2019 e custou “centenas de milhões de dólares”

Segundo fontes ouvidas pelo Insider Gaming, o projeto, chamado de Wildlands, começou a ser desenvolvido no início de 2019 e enfrentou uma série de problemas internos ao longo do processo. 

Entre eles, estão mudanças frequentes na tecnologia utilizada, com até quatro engines diferentes sendo adotadas durante o ciclo de produção.

Além disso, o jogo teria passado por conflitos criativos relacionados à direção narrativa, o que contribuiu para atrasos e retrabalhos constantes. Como resultado, o orçamento do projeto teria escalado significativamente, alcançando a casa das “centenas de milhões de dólares”.

Ainda segundo o relatório, o alto custo de desenvolvimento acabou afetando outros planos do estúdio. Projetos paralelos teriam sido cancelados ao longo dos anos, incluindo um novo título da franquia Deus Ex — que estaria previsto para 2024.

Fontes indicam que o escopo ambicioso do jogo e as mudanças frequentes comprometeram a consistência da produção. Esse cenário teria levado a decisões estratégicas mais rígidas dentro do Embracer Group, responsável pelo estúdio.

Diante desse contexto, o cancelamento de Wildlands teria sido visto como uma medida para conter prejuízos e reestruturar os investimentos da empresa no médio prazo.

Wildlands estava “quase completo”, mas nem chegou a ser anunciado pela Eidos-Montréal

Apesar dos problemas enfrentados, o jogo estaria em estágio avançado de desenvolvimento antes de ser cancelado. De acordo com as fontes, o projeto já havia atingido marcos importantes e se encontrava na fase de polimento.

Ainda assim, Wildlands nunca chegou a ser anunciado oficialmente pela Eidos-Montréal. Informações preliminares indicam que o título seria um jogo de ação e aventura em terceira pessoa com elementos de mundo aberto e fantasia.

O cancelamento teria ocorrido mesmo com uma previsão interna de lançamento para o final deste ano. Segundo o relatório, a decisão pode estar relacionada à avaliação de retorno financeiro por parte do grupo controlador.

Até o momento, nem o estúdio nem o Embracer Group detalharam publicamente os motivos específicos para o encerramento do projeto.

Demissões em massa da Eidos Montreal acontecem pelo terceiro ano seguido

Esta é a terceira rodada consecutiva de demissões na Eidos-Montréal, reforçando um cenário de instabilidade recente dentro do estúdio. 

Em 2025, a empresa já havia desligado 75 funcionários — enquanto em 2024 outros 97 profissionais foram afetados por cortes semelhantes em diferentes áreas.

Somando as três ondas de demissões, cerca de 300 funcionários deixaram a companhia nos últimos anos. As decisões têm sido justificadas oficialmente por reestruturações internas e mudanças no direcionamento dos projetos em desenvolvimento.

Em ocasiões anteriores, a empresa afirmou que parte dos cortes ocorreu devido à dificuldade de realocar profissionais para outras iniciativas em andamento. A justificativa segue a mesma linha da atual decisão, com foco em adaptação às demandas do mercado.

O cenário também acompanha um período de ajustes dentro do grupo Embracer, que controla o estúdio desde 2022 e vem promovendo medidas de redução de custos em diversas subsidiárias ao redor do mundo.

E você, gostaria de ter jogado o suposto Wildlands? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Série live-action de Assassin's Creed da Netflix anuncia elenco

O Checkpoint desta segunda-feira (16) traz novidades sobre a aguardada série live-action de Assassin’s Creed. A Netflix acaba de revelar o elenco da produção, que contará com nomes como Noomi Rapace, Ramzy Bedia, Sean Harris e Corrado Invernizzi.

Embora a gigante do streaming tenha revelado os novos personagens do elenco, os papéis de cada um dos personagens listados acima não foram especificados até o momento.

Quer saber o que mais rolou no mundo dos games nesta segunda (16)? Então prepara o cafezinho da tarde e acompanhe o Voxel por mais um Checkpoint!  

Netflix revela mais nomes para o elenco da série de Assassin’s Creed

A Netflix revelou novos nomes para o elenco da aguardada série baseada na franquia Assassin’s Creed. Entre as adições recentes estão Noomi Rapace, Ramzy Bedia, Sean Harris e Corrado Invernizzi, que participarão da produção em papéis recorrentes ainda não divulgados.

De acordo com a sinopse oficial, a série será “um thriller centrado na guerra secreta entre duas facções que disputam o controle do destino da humanidade”. 

A produção, que ainda não possui data confirmada, acompanha personagens envolvidos em eventos históricos importantes enquanto lutam entre liberdade e controle, tema central do universo de Assassin’s Creed.

Resident Evil Requiem alcança 6 milhões de cópias vendidas

Resident Evil Requiem ultrapassou a marca de 6 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, segundo confirmação da Capcom. Com o resultado, o título se tornou o lançamento que atingiu esse número de unidades mais rapidamente na história da franquia Resident Evil.

Em comunicado, a empresa destacou que o sucesso comercial reforça os planos de continuar expandindo o jogo com novos conteúdos. “Para o futuro, a Capcom planeja implementar diversas medidas, como suporte contínuo e conteúdo adicional para o jogo, para que os jogadores possam continuar a desfrutar do título por mais tempo”, afirmou. 

O diretor Koshi Nakanishi também comentou os planos, dizendo: “Estamos planejando criar conteúdo adicional para a história. Estamos trabalhando arduamente nisso agora”.

EGDC da Arábia Saudita agora detém participação de 5% na Capcom

A empresa de investimentos saudita Electronic Gaming Development Company (EGDC) adquiriu uma participação de aproximadamente 5% na Capcom, ampliando a presença de capital da Arábia Saudita na indústria de games. 

De acordo com informações divulgadas pela imprensa especializada, a companhia passou a deter 5,03% das ações da desenvolvedora japonesa após comprar cerca de 26,7 milhões de papéis.

A empresa pertence ao príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman por meio da Fundação MiSK e já possui outras iniciativas no setor — incluindo o controle da SNK Corporation, responsável por franquias como Fatal Fury e The King of Fighters.

Warner Games Montreal sofre onda de demissões

O estúdio Warner Bros. Games Montréal enfrentou uma nova rodada de demissões nos últimos dias. Diversos profissionais da equipe confirmaram publicamente que foram desligados da empresa, incluindo membros com anos de experiência no desenvolvimento de jogos.

Entre os nomes afetados estão a diretora narrativa associada Ceri Young, a designer de níveis Camille Olivier Paquette e o produtor associado Nicolas Pereira-Poisson. 

IA em ARC Raiders vira pauta de discussão com CEO da Embark Studios

O uso de IA no desenvolvimento de jogos voltou a ganhar destaque após comentários de Patrick Soderlund, CEO da Embark Studios, sobre a tecnologia utilizada no shooter ARC Raiders. Em entrevista recente, o executivo explicou como o recurso foi aplicado durante o processo de produção.

Segundo Soderlund, o estúdio enxerga a IA principalmente como uma ferramenta de desenvolvimento. “Consideramos a IA, antes de tudo, uma ferramenta de produção”, afirmou o CEO. 

Ele também destacou que a tecnologia não substitui o trabalho de atores profissionais: “Um ator profissional de verdade é melhor do que IA; é assim que funciona”.

Servidores do jogo Hawked serão desligados em breve

A MY.GAMES anunciou que os servidores de Hawked serão desligados nos próximos meses. A decisão marca o encerramento dos serviços online do título, que deixará de receber suporte no dia 9 de junho no PC e dia 7 de setembro nos consoles.

Em comunicado oficial, a empresa agradeceu aos jogadores que participaram da experiência ao longo do tempo. “Foi uma grande caçada, e somos gratos a cada Renegado que se juntou a esta jornada”, informou a companhia. 

Segundo a MY.GAMES, o encerramento do jogo faz parte de uma estratégia para direcionar esforços a novos projetos futuros.

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Vem processo? Casa Branca usa jogos da Nintendo para promover guerra

A Casa Branca voltou a utilizar videogames em conteúdos publicados nas redes sociais para promover ações militares contra o Irã. Desta vez, o material incluiu imagens de jogos da Nintendo, empresa conhecida por adotar políticas rígidas sobre o uso não autorizado de suas propriedades intelectuais.

O episódio ocorre poucos dias após outra publicação envolvendo personagens da franquia Pokémon gerar críticas e um posicionamento público da The Pokémon Company. O novo conteúdo divulgado pelo governo norte-americano inclui referências diretas a Wii Sports.

Até o momento, a Nintendo não comentou oficialmente o caso. A situação, porém, reacendeu discussões sobre o uso de conteúdos protegidos por direitos autorais em campanhas políticas e institucionais.

Casa Branca usou Wii Sports e Pokémon para promover guerra no Irã

O vídeo publicado pela Casa Branca mistura imagens do jogo Wii Sports com cenas que parecem mostrar ataques militares contra o Irã. No material, personagens do game aparecem acertando alvos em diferentes modalidades esportivas.

As cenas incluem momentos em que os personagens batem bolas de tênis, fazem buracos no golfe e atiram em alvos com arco e flecha. A cada acerto no jogo, o vídeo corta para imagens de ataques reais.

A publicação também utiliza a trilha sonora característica de Wii Sports e apresenta o título “Operation Epic Fury” em uma tela semelhante ao menu inicial do jogo. A polêmica ganhou ainda mais repercussão porque a Casa Branca já havia usado recentemente imagens relacionadas à franquia Pokémon em outro conteúdo político.

Na ocasião, a The Pokémon Company afirmou que não autorizou o uso da propriedade intelectual. “Não estivemos envolvidos na criação ou distribuição da imagem e nenhuma permissão foi concedida para o uso de nossa propriedade intelectual”, declarou a empresa.

Nintendo ainda não se pronunciou — mas isso pode ser só questão de tempo

Até o momento, a Nintendo ainda não divulgou uma posição oficial sobre o uso de imagens de seus jogos no vídeo publicado pelo governo dos Estados Unidos.

A empresa, porém, possui um histórico conhecido de proteção rigorosa de suas franquias e personagens. Em diferentes ocasiões, a companhia já tomou medidas legais ou solicitou remoção de conteúdos que utilizavam suas marcas sem autorização.

Esse tipo de postura é comum quando propriedades da empresa aparecem em contextos comerciais ou políticos sem licenciamento formal. Por isso, um posicionamento oficial da companhia pode ocorrer nos próximos dias, dependendo da repercussão do caso.

Nintendo processou os EUA recentemente

O episódio ocorre em um momento em que a Nintendo já está envolvida em uma disputa judicial com o governo dos Estados Unidos. Recentemente, a subsidiária Nintendo of America entrou com uma ação no Tribunal de Comércio Internacional dos EUA contestando tarifas impostas durante a administração do presidente Donald Trump.

No processo, a empresa solicita o reembolso integral das tarifas pagas, além de juros e honorários advocatícios. A companhia argumenta que os impostos foram aplicados de forma indevida com base na lei de poderes econômicos de emergência internacional de 1977.

“Podemos confirmar que apresentamos uma solicitação. Não temos mais nada a compartilhar sobre este assunto”, declarou a Nintendo em comunicado sobre o caso.

A ação da Nintendo não é um caso isolado. Outras grandes companhias, como Costco, FedEx, L'Oréal, Dyson e Revlon, também apresentaram processos semelhantes buscando reembolso de tarifas cobradas sob as mesmas regras.

De acordo com dados citados, essas tarifas teriam arrecadado mais de US$ 200 bilhões em impostos sobre importações desde 2025, afetando milhares de empresas que operam em território norte-americano.

E você, o que acha do uso de jogos pela Casa Branca para promover ações militares? Conte pra gente nas redes sociais do Voxel!

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Metaphor: ReFantazio e mais jogos para PS4 e PS5 com até 90% OFF na PS Store

Parece que a Sony pode acabar voltando atrás na decisão de lançar seus jogos no PC, o que pode resultar em títulos como Ghost of Yotei e o vindouro Marvel's Wolverine mantendo a exclusividade total. Mas esta é uma preocupação que passa longe de quem já tem consoles da Sony e que pode aproveitar preços baixos em vários games em promoção na PS Store. Nesta semana, a plataforma tem uma boa variedade de jogos de PS4 e PS5 com até 90% de desconto.

Entre as principais ofertas em destaque disponíveis na PS Store para você aproveitar estão títulos como Metaphor: ReFantazio, Pathologic 3, The Evil Within 2, Uncharted The Nathan Drake Collection e Limbo, que está custando apenas R$ 3,69.

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As melhores promoções para PlayStation na PS Store

A seguir, você confere as nossas listas com as melhores promoções de jogos para PS4 e PS5 na PS Store nesta semana:

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Jogos para PS5 com desconto na PlayStation Store

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E aí, aproveitou alguma das nossas dicas de jogos para Playstation em promoção? Conta pra gente nas redes sociais do Voxel!

© Atlus/PlayStation/Montagem

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