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Apple pode abandonar o MagSafe em futuros iPhones

Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)
Carteira fixada no iPhone 12 Pro via MagSafe (foto: Paulo Higa/Tecnoblog)
Resumo
  • Apple avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones.
  • Segundo rumores, a empresa trabalha em um projeto interno para redesenhar o smartphone, deixando-o mais fino e sem espaço para a tecnologia.
  • O MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, junto com uma postura agressiva de expansão da tecnologia no ecossistema Apple.

A Apple pode abrir mão de um de seus recursos mais populares. Fontes ligadas à cadeia de suprimentos afirmam que a empresa avalia remover o MagSafe dos próximos iPhones para viabilizar designs mais finos e reduzir custos de produção.

A notícia foi divulgada pelo leaker Instant Digital na rede social chinesa Weibo. Segundo o informante, que possui um histórico de vazamentos precisos sobre a marca, o clima nos corredores da Apple mudou nos últimos anos em torno da conexão magnética.

Quando a tecnologia MagSafe estreou no iPhone 12, em 2020, a empresa adotou uma postura de expansão agressiva. Isso promoveu rapidamente um ecossistema sólido, com fabricantes terceirizados lançando dezenas de carteiras, capas de proteção, suportes e carregadores otimizados para o padrão. Hoje, no entanto, a confiança inicial teria dado lugar à incerteza.

Por que a Apple estuda tirar o MagSafe?

Segundo o portal especializado MacRumors, a possível exclusão do MagSafe seria justificada por uma barreira física e financeira. Os componentes magnéticos ocupam um espaço valioso no interior da carcaça e encarecem a linha de montagem.

De acordo com as fontes, a Apple já trabalha em um projeto interno apelidado de “Glasswing”, cujo objetivo é redesenhar o smartphone para que ele seja estruturado como uma “única folha de vidro”, exigindo a miniaturização de todos os componentes internos.

Além da questão estética, o formato do aguardado iPhone dobrável representaria outro obstáculo para a tecnologia. Modelos de demonstração preliminares do dispositivo não apresentam espaço visível capaz de abrigar o anel magnético necessário para o MagSafe.

Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)
Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (imagem: divulgação)

Especula-se que o celular dobrável terá apenas 4,5 mm de espessura quando aberto, tornando fisicamente inviável a acomodação do hardware de carregamento magnético. Caso essa limitação se confirme, o aparelho — que tem preço inicial estimado em US$ 2 mil (cerca de R$ 10 mil, em conversão direta) — será o primeiro topo de linha a chegar ao mercado sem o recurso desde o iPhone 12 Pro.

Paralelamente aos modelos premium, relatos indicam que a Apple também considera simplificar a estrutura interna do futuro iPhone 18 base para baratear o custo final de montagem, tornando a remoção do componente magnético uma opção econômica para a fabricante.

Apple ajudou a consolidar o padrão Qi2

A dificuldade em expandir o MagSafe já teria afetado outras frentes da empresa. Inicialmente, havia planos de levar os ímãs para a linha de tablets. Contudo, mesmo com os rumores, o iPad segue sem qualquer suporte à tecnologia. No ano passado, a Apple também lançou o iPhone 16e sem a matriz de ímãs, tornando-o o primeiro smartphone novo em anos a omitir a função.

A medida forçou os usuários a recorrerem a capas de terceiros para continuar usando seus acessórios. A decisão foi alvo de críticas da imprensa especializada e dos donos do aparelho, que classificaram a experiência como inferior. Pressionada, a Apple recuou e reintegrou o suporte no iPhone 17e, lançado no início deste ano.

Vale lembrar que a empresa contribuiu com as especificações do sistema MagSafe para a criação do Qi2, o padrão aberto de carregamento sem fio amplamente adotado pela indústria. Abandonar a tecnologia magnética logo após ajudar a consolidá-la como o formato universal representaria uma mudança drástica.

Apple pode abandonar o MagSafe em futuros iPhones

Carteira fixada no iPhone 12 Pro Via MagSafe (imagem: Paulo Higa/Tecnoblog)

Bateria MagSafe no iPhone 12 Pro e 12 Pro Max (Imagem: Divulgação/Apple)
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Melhor iPhone em 2026: qual modelo comprar e quais evitar?

iPhone 16e é o smartphone atual da Apple com preços mais acessíveis (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
iPhone 16e é o smartphone atual da Apple com preços mais acessíveis (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Quem busca economia ao comprar um iPhone em 2026 deve dar preferência a modelos das linhas iPhone 15 e iPhone 16. Esses são celulares relativamente recentes, com boas especificações e preços em queda.

Já modelos muito antigos, como o iPhone 12 e anteriores, devem ser evitados, devido a configurações ultrapassadas e falta de compatibilidade com recursos atuais.

Por outro lado, os consumidores que estão atrás de descontos na nova linha iPhone 17 também devem ter que aguardar mais um tempo para conseguir boas promoções, devido aos altos preços praticados pela Apple no último lançamento.

Para te ajudar a encontrar as melhores ofertas, o Tecnoblog listou os modelos de iPhone para comprar e evitar em 2026. Confira o artigo antes de decidir qual é o melhor smartphone para o seu dia a dia.

Qual iPhone comprar em 2026?

iPhone 16e: alto desempenho com preço mais acessível

O iPhone 16e traz uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ protegida por Ceramic Shield, além de estrutura em alumínio e traseira em vidro. O celular também inclui botão Ação em sua lateral, selo IP68 contra respingos, água e poeira, e notch tradicional (introduzido no iPhone X).

O smartphone é alimentado por uma versão menos potente do chip A18 (CPU de seis núcleos, GPU de quatro núcleos e NPU de 16 núcleos), mas tem 8 GB de RAM, sistema de câmera 2 em 1 com lente grande-angular de 48 MP (f/1.6), bateria de 4.005 mAh, e inclui suporte para o Apple Intelligence.

Lançado em 2025, o iPhone 16e é um smartphone de entrada e figura como a opção mais barata dentre os modelos compatíveis com o sistema de inteligência artificial da Apple. Seu preço mais acessível na faixa dos R$ 3.496* garante uma ótima relação custo-benefício, e sua bateria tem a maior autonomia entre iPhones com telas de 6,1 polegadas.


Prós
  • Desempenho elevado com Apple A18 e 8 GB de RAM
  • Câmera de 48 MP com gravação em 4K Dolby Vision
  • Tela OLED com suporte HDR10
  • Certificação IP68 contra poeira e água
  • Feito para Apple Intelligence
Contras
  • Não tem MagSafe
  • Sem Dynamic Island
  • Não possui lente ultrawide
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iPhone 16 Pro: câmeras “Pro” com maior desconto

O iPhone 16 Pro oferece ainda mais poder de fogo com chip A18 Pro e 8 GB de memória RAM. Além disso, esse é um modelo indicado para quem busca versatilidade e qualidade nas fotos e vídeos. Ele tem câmera traseira tripla formada por uma lente grande-angular de 48 MP, uma ultrawide de 48 MP e uma pericópica de 12 MP. O conjunto consegue registrar imagens com zoom óptico de 5x e vídeos em 4K 120 fps.

Outro destaque é a tela Super Retina XDR OLED de 6,3 polegadas com tecnologia ProMotion (120 Hz) e Dynamic Island.

O smartphone da Apple tem construção em titânio, com acabamento traseiro em vidro Matte texturizado e proteção Ceramic Shield na parte da frente. Ao contrário do iPhone 16e, o iPhone 16 Pro tem suporte ao MagSafe.


Prós
  • Câmera tripla com principal e ultrawide de 48 MP
  • Processador Apple A18 Pro de alto desempenho
  • Tela Super Retina OLED com brilho até 2.000 nits
  • Suporte a MagSafe
Contras
  • Sem carregamento de 45 W
  • Lente teleobjetiva inferior ao iPhone 17 Pro
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iPhone 16: modelo base com suporte ao Apple Intelligence

O iPhone 16 apresenta moldura de alumínio anodizado, conta com uma tela Super Retina XDR OLED de 6,1″ com Ceramic Shield, traseira em vidro colorido por infusão, e tem o selo IP68 contra água, respingos e poeira. As laterais contam com o botão Ação para acesso rápido a ferramentas, além do botão Controle da Câmera que serve como atalho para capturas.

O conjunto de hardware do celular combina 8 GB de RAM, o chip A18 (CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e NPU de 16 núcleos) e uma bateria de 3.561 mAh. Já a câmera traseira traz uma lente grande-angular de 48 MP (f/1.6) e uma lente ultra-angular de 12 MP (f/2.2), incluindo modo Macro e capturas de fotos e vídeos espaciais.

Lançado em 2024, o iPhone 16 é compatível com novos filtros de captura e o sistema Apple Intelligence, e já integra os botões físicos laterais adotados pela Apple. Com isso, o celular se torna uma boa opção para quem preza por boas capturas, alto desempenho e assistência de IA no dia a dia. Além disso, o smartphone teve uma queda de preço de 44%, e está na faixa dos R$ 4.364*.


Prós
  • Tela OLED com brilho de até 2.000 nits
  • Processador com alto desempenho
  • Câmera principal de 48 MP com OIS
Contras
  • Carregamento limitado a 25 W
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
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iPhone 15: modelo acessível para quem dispensa IA

O iPhone 15 tem estrutura em alumínio e conta com o selo IP68 contra água, respingos e poeira. A frontal do aparelho apresenta uma Super Retina XDR OLED de 6,1″ com Ceramic Shield, enquanto a traseira é construída por vidro colorido por infusão que aloca duas lentes: uma grande-angular de 48 MP (f/1.6) e uma ultra-angular de 12 MP (f/2.4).

Internamente, o smartphone conta com o chip A16 Bionic (seis núcleos de CPU, cinco núcleos de GPU, e 16 núcleos de NPU), 6 GB de RAM, além de uma bateria com capacidade de 3.349 mAh. O hardware consegue entregar boa performance para multitarefa, embora o smartphone não seja compatível com Apple Intelligence.

O iPhone 15 se mostra vantajoso por estar cerca de 45% mais barato em relação ao custo inicial, com preços a partir de R$ 4.017*. O dispositivo consegue fazer boas capturas, traz bom desempenho, e figura como opção interessante para quem dispensa o uso de assistentes de inteligência artificial para automação de tarefas.


Prós
  • Entrada USB-C para carregamento
  • Suporte ao Dynamic Island
  • Câmera principal de 48 MP
  • Painel Super Retina XDR OLED
  • Certificação IP68 contra água e poeira
Contras
  • Tela com taxa de atualização de 60 Hz
  • Sem lente teleobjetiva
  • Chip A16 Bionic sem suporte ao Apple Intelligence
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Qual iPhone evitar em 2026?

iPhone 12: perto de perder suporte a atualizações

O iPhone 12 conta com 4 GB de RAM e o chip A14 Bionic (CPU de seis núcleos, GPU de quatro núcleos e NPU de 16 núcleos): um conjunto de hardware que pode não atender a demandas mais exigentes nos dias atuais. O sistema de câmera dupla (grande-angular de 12 MP f/1.6 e ultra-angular de 12 MP f/2.4) também ficam aquém das lentes oferecidas em modelos mais recentes.

Também é preciso lembrar que o iPhone 12 foi lançado em 2020, já não é mais fabricado, e deve ter suporte para atualizações de iOS somente até 2026 ou 2027. E mesmo o preço de R$ 1.845* no mercado de usados não compensa a aquisição de um aparelho que está prestes a perder o suporte para updates do sistema operacional.

iPhone 12 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
iPhone 12 deve perder suporte para atualizações do iOS muito em breve (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

iPhone SE (3ª geração): modelo descontinuado

Lançado em 2022, o iPhone SE de terceira geração foi descontinuado e já não é mais fabricado pela Apple. Há poucos modelos novos disponíveis no mercado, e as opções usadas (na faixa dos R$ 2.350*) trazem preocupações sobre a saúde da bateria dos iPhones.

O iPhone SE (3ª geração) já foi uma opção de entrada interessante anos atrás, mas seu conjunto de hardware formado por 4 GB de RAM, chip A15 Bionic e sistema de câmera única (grande-angular de 12 MP f/1.8) é considerado ultrapassado em comparação com o padrão dos iPhones atuais.

Apple iPhone SE (2022) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)
Apple iPhone SE (2022) já não tem a mesma relação custo-benefício do passado (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

iPhone 17: preço alto no lançamento

O iPhone 17 é o modelo padrão mais atual e potente da Apple, mas ainda está relativamente caro (cerca de R$ 7.198*) por ter sido lançado em setembro de 2025.

A tendência é que o smartphone baixe de preço após a estreia do iPhone 18, em 2026. Mas por ora, vale mais a pena investir em modelos das linhas iPhone 15 e iPhone 16 (incluindo o iPhone 16e), que estão custando bem menos do que seus respectivos preços iniciais de lançamento.

iPhone 17 na cor azul-névoa apoiado na própria caixa
iPhone 17 ainda está relativamente caro em 2025 (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Como escolher o melhor iPhone para comprar em 2026?

A escolha pelo melhor iPhone em 2026 deve ser baseada principalmente nas suas necessidades e no preço que você está disposto a pagar por um novo smartphone.

Depois de filtrar todos os modelos de iPhone que se encontram dentro da faixa de preço estabelecida, confira as fichas técnicas para analisar as especificações e ver o que muda de um modelo para outro. Você deve observar configurações de processador e memória, quantidade de armazenamento, autonomia de bateria e compatibilidade com recursos recentes e previsão de atualização de software.

Modelos antigos podem ter preços mais baixos, mas trazer configurações defasadas ou pouco tempo de suporte para atualizações, o que os torna obsoletos rapidamente. Já os iPhones mais recentes têm preço muito alto no lançamento, o que pode ser um impeditivo para muitos consumidores.

Importante destacar que a escolha pelo “melhor iPhone” é algo relativo, que varia de acordo com as necessidades e orçamento disponível.

iPhone 13 ainda vale a pena em 2026?

Depende do preço e condição do smartphone. Quem busca um iPhone com preço acessível costuma recorrer a modelos antigos, como o iPhone 13. No entanto, com o lançamento do iPhone 16e em 2026, essa pode não ser a melhor opção.

O iPhone 13 sai por R$ 3.250* no varejo, preço próximo ao do iPhone 16e, que tem um processador mais avançado, suporte ao Apple Intelligence e melhor autonomia de bateria. O iPhone 13 se destaca por trazer suporte ao MagSafe e câmera ultrawide, recursos indisponíveis no modelo mais recente.


Prós
  • Tela OLED com suporte a HDR10 e Dolby Vision
  • Câmeras com boa estabilização e gravação em 4K
  • Certificação IP68 contra água e poeira
  • Atualizado com a versão recente iOS 26
Contras
  • Taxa de atualização 60 Hz
  • Pouca memória RAM de 4 GB
  • Entrada Lightning permite menos flexibilidade
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É possível encontrar modelos seminovos e usados do iPhone 13 por aproximadamente R$ 2.699* no mercado de segunda-mão, o que pode valer a pena caso o aparelho tenha sido pouco usado. Mas o custo pode não se justificar se a saúde da bateria estiver comprometida (principalmente em níveis inferiores a 80%).

Além disso, o suporte para atualizações do iOS no iPhone 13 não deve durar muito: considerando o lançamento em 2021, o smartphone deve deixar de receber updates do sistema operacional entre 2026 e 2028. Isso significa que o celular não é recomendável para quem busca um aparelho para longos anos de uso.

Qual iPhone terá maior desconto em 2026?

As linhas de iPhone 15 e iPhone 16 devem receber os maiores descontos em 2026, uma vez que foram lançadas há mais de um ano — ciclo em que iPhones geralmente começam a baixar o custo. Inclusive, ambos os smartphones já vêm aparecendo com preços reduzidos em ofertas que divulgamos no Achados do TB.

Qual é o melhor iPhone em 2026?

O iPhone 17 Pro Max é o melhor modelo de iPhone até o momento, em 2026. O celular traz o chip A19 Pro (CPU e GPU de seis núcleos, além de Neural Engine de 16 núcleos), 12 GB de RAM, sistema de câmera tripla (grande-angular + ultra-angular + teleobjetiva) de 48 MP, e bateria com autonomia de até 31 horas de reprodução de vídeo, com preços a partir de R$ 7.198*.

* Os preços foram consultados em 03 de janeiro de 2026 e estão sujeito à variação conforme disponibilidade no varejo.

Melhor iPhone em 2026: qual modelo comprar e quais evitar?

iPhone 16e é o smartphone atual da Apple com preços mais acessíveis (Imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

iPhone 12 (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

Apple iPhone SE (2022) (Imagem: Darlan Helder/Tecnoblog)

A traseira do iPhone 17 continua de vidro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

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