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Itaú começa a liberar o YouTube Premium para clientes

Itaú está entre os maiores bancos do Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Itaú está liberando o benefício gradualmente (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Itaú começou a oferecer YouTube Premium Lite para clientes.
  • A oferta está disponível na área “Minhas Vantagens” do aplicativo do banco, mas ainda não é elegível para todos os clientes.
  • O período gratuito varia entre três e seis meses, dependendo da categoria da conta; após esse período, a assinatura será renovada de forma paga.

O Itaú começou a liberar o YouTube Premium para seus clientes. O benefício faz parte de uma campanha voltada à Copa do Mundo e busca incentivar os correntistas a acompanharem os jogos da Seleção Brasileira pela plataforma.

O banco nos informou que clientes a partir do nível 1 do programa Minhas Vantagens já podem ter acesso ao benefício. A oferta, porém, varia conforme o segmento da conta: clientes Itaú recebem o YouTube Premium Lite, enquanto correntistas Uniclass e Personnalité têm acesso ao YouTube Premium completo.

Benefício ainda não está disponível para todos os correntistas (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

Como funciona?

Clientes Itaú ganham três meses de YouTube Premium Lite. Já correntistas Uniclass e Personnalité têm acesso ao YouTube Premium completo por três e seis meses, respectivamente.

A oferta pode ser resgatada na área Minhas Vantagens do aplicativo do banco e é limitada a um benefício por CPF. Para parte dos clientes, porém, o banner ainda aparece com a mensagem “Em breve”, indicando que a liberação deve ocorrer de forma gradual.

YouTube Premium Lite x YouTube Premium

O YouTube Premium Lite é a versão mais barata do YouTube Premium. O plano remove anúncios da maioria dos vídeos e oferece recursos como reprodução em segundo plano e downloads offline, mas não inclui acesso ao YouTube Music Premium.

A parte da “maioria” importa: o Lite ainda pode exibir anúncios em Shorts e conteúdos musicais. O plano também possui menos recursos extras em comparação à assinatura tradicional do YouTube Premium.

Mão segurando um celular que exibe o YouTube, com um fundo de cor vermelha. Na parte inferior direita, está o logotipo do "tecnoblog".
YouTube Premium Lite ainda pode exibir anúncios (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Nas letras miúdas, o Itaú informa que a promoção vale apenas para novos assinantes do YouTube Premium. Usuários com assinatura ativa — ou que tenham utilizado o serviço nos últimos 36 meses — não poderão resgatar o benefício.

Depois do período gratuito, a assinatura será renovada automaticamente de forma paga. Quem não quiser continuar com o serviço precisará cancelar a renovação antes do fim da promoção.

Sem ofertas, os planos do YouTube Premium têm os seguintes preços:

  • Lite: R$ 16,90/mês
  • Estudante: R$ 16,90/mês (apenas para estudantes qualificados);
  • Individual: R$ 26,90/mês ou R$ 269/ano;
  • Família: R$ 53,90/mês (até 5 membros).

Itaú começa a liberar o YouTube Premium para clientes

Itaú anuncia IA que ajuda clientes a escolher investimentos (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Benefício ainda não está disponível para todos os correntistas (imagem: Everton Favretto/Tecnoblog)

YouTube no celular (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Alelo adiciona mais um tipo de cartão à Carteira do Google

Dois cartões Alelo Pod flutuam sobre um fundo roxo uniforme. O cartão superior, em orientação vertical, exibe um degradê do roxo ao azul-escuro. No topo, há o logotipo da "alelo" em um círculo verde, seguido pela palavra "pod" em letras minúsculas azul-claras. Abaixo, consta "UTILIZAR NA FUNÇÃO CRÉDITO" e o logotipo da "elo". Possui um chip prateado e o ícone de pagamento por aproximação. O cartão inferior é verde-água, contém ícones da Apple e Android, o texto "BAIXE O APP ALELO POD" e o número "4004-7733".
Alelo Pod se junta a outros cartões da marca a ter suporte ao Google Pay (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Alelo anunciou que o cartão Alelo Pod, de benefícios flexíveis, agora é compatível com a Carteira do Google.
  • O cartão pode ser usado para pagamentos por aproximação com smartphone ou smartwatch com NFC.
  • Para adicionar o Alelo Pod à Carteira do Google, basta seguir o passo a passo no app Meu Alelo.

A Alelo anunciou que seu cartão de benefícios flexíveis Alelo Pod agora é compatível com Carteira do Google. Com isso, os trabalhadores poderão fazer pagamentos por aproximação usando celulares com Android ou smartwatches com Wear OS, desde que tenham NFC.

Os cartões de alimentação e refeição da marca já ofereciam suporte à carteira digital do Android desde novembro de 2024. Agora, a funcionalidade chega ao Alelo Pod.

Esse cartão tem bandeira Elo e é aceito em maquininhas compatíveis com a bandeira. Ele também permite gastos em itens diversos com um saldo livre, como transporte, saúde e combustível, entre outros, de acordo com a autorização pelo RH da empresa. É um produto similar a soluções que surgiram no mercado nos últimos anos, como Flash e Caju.

Ilustração da carteira do Google
Carteira do Google está disponível em smartphones Android com NFC (imagem: divulgação)

“Com a novidade, o Alelo Pod amplia o uso do cartão em ambientes físicos e digitais, atendendo consumidores que já utilizam smartphone ou smartwatch como principal meio de pagamento. A iniciativa também reforça o avanço do Pod na digitalização da experiência do consumidor”, afirma Márcio Alencar, CEO da Alelo, em comunicado divulgado pela empresa.

O suporte a carteiras digitais já chegou aos cartões de várias empresas de benefícios. Flash, Caju, Swile, Pluxee (antiga Sodexo), iFood Benefícios e Ticket têm compatibilidade com Apple Pay ou Google Pay.

Como adicionar o Alelo Pod à Carteira do Google?

De acordo com a página de suporte da Alelo, este é o passo a passo para adicionar o cartão Alelo Pod à Carteira:

  1. Abra o app Meu Alelo.
  2. Selecione o cartão Alelo Pod a ser cadastrado; se houver dois ou mais, é necessário cadastrá-los separadamente.
  3. Toque em “Carteira Digital” e siga as verificações de segurança; se não houver um cartão virtual, ele será criado automaticamente.
  4. Toque em “Adicionar ao Google Pay”; o app abrirá a Carteira do Google.
  5. Leia e concorde com os Termos de Uso.

Alelo adiciona mais um tipo de cartão à Carteira do Google

Alelo Pod se junta a outros cartões da marca a ter suporte ao Google Pay (imagem: divulgação)

Carteiras digitais podem ser acessadas via app, site ou hardware (Imagem: Divulgação/Google)
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Apple institui fidelidade de 12 meses na App Store

Capturas de uma tela de pagamento no iOS
Usuários poderão parcelar pagamento anual (imagem: divulgação/Apple)
Resumo
  • A Apple lançou um novo modelo de cobrança para aplicativos na App Store, permitindo que desenvolvedores ofereçam descontos para assinaturas anuais com pagamento mensal.
  • O usuário paga parcelas mensais durante 12 meses, mantendo o desconto associado a planos anuais, mas permanece obrigado a pagar as parcelas restantes mesmo após cancelar a assinatura.
  • O recurso está disponível globalmente, exceto nos Estados Unidos e Singapura, devido a disputas judiciais relacionadas ao funcionamento da App Store.

A Apple anunciou nesta segunda-feira (27/04) um novo modelo de cobrança para aplicativos na App Store que combina pagamento mensal com fidelidade de 12 meses. Com isso, desenvolvedores poderão oferecer descontos típicos de assinaturas anuais, enquanto permitem a divisão do pagamento em parcelas mensais.

A novidade chega aos usuários da versão 26.4 dos sistemas operacionais da empresa. Eles já podem configurar o novo formato na plataforma App Store Connect.

Como funciona?

A proposta é que, em vez de pagar o valor da assinatura anual de uma só vez, o usuário possa dividir o custo ao longo de um ano, como já ocorre em plataformas de streaming, por exemplo. Em troca, ele consegue o desconto normalmente associado a planos mais longos.

A condição é que, mesmo que o usuário cancele a assinatura antes do fim do período, ele continuará obrigado a pagar as parcelas restantes até completar os 12 meses. O sistema poderá enviar lembretes por email e notificações antes de cada ciclo de cobrança, e exibirá quantos pagamentos ainda faltam.

O recurso está disponível globalmente, com exceção dos Estados Unidos e Singapura. A Apple não informou quando pretende liberar o modelo nesses mercados. Essa exclusão acontece em meio a disputas judiciais relacionadas ao funcionamento da App Store e ao sistema de pagamentos da empresa, incluindo o caso envolvendo a Epic Games.

Parte de uma estratégia maior

Logo da Apple no centro, expandindo na direção do leitor, num fundo amarelo, rosa e violeta escuro.
Apple trabalha em novidades nos métodos de pagamento dentro dos sistemas (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A nova opção de cobrança se soma a outras mudanças recentes. No ano passado, a Apple retirou a opção de pagamento antecipado de dois anos para a garantia estendida/premium do AppleCare, concentrando-se em planos mensais ou anuais. Também lançou a Retention Messaging API, ferramenta que permite aos desenvolvedores enviar mensagens para reduzir cancelamentos.

Com o novo modelo de fidelidade de 12 meses, a Apple amplia o conjunto de mecanismos voltados a manter consumidores com assinaturas por mais tempo.

Apple institui fidelidade de 12 meses na App Store

(imagem: divulgação/Apple)

Apple (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Itaú fora do ar: clientes ficaram sem acesso ao app na manhã desta sexta (24)

Aplicativo do Itaú em um iPhone
Aplicativo do Itaú não funciona (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O aplicativo do Banco Itaú ficou fora do ar nesta manhã de sexta-feira (24/04). Clientes disseram que não era possível usar o app e reclamaram que não era possível concluir compras e fazer pagamentos usando Pix. O internet banking via web continuou funcionando, e cartões aparentemente não tiveram problemas.

Após a publicação deste texto, o Itaú enviou o seguinte comunicado:

O Itaú Unibanco informa que identificou uma instabilidade pontual na manhã desta sexta-feira (24), que impactou uma parcela de clientes para acesso ao app. O banco ressalta que a situação já foi regularizada e que o acesso a todos os clientes está retornando gradativamente. O Itaú pede desculpas aos clientes pelo inconveniente.

No X, a empresa enviou respostas às queixas, reconhecendo o transtorno e informando sobre os trabalhos em um reparo:

Olá! Já estamos cientes dessa falha no app e pedimos desculpas pelos possíveis transtornos causados.
O time responsável já está cuidando de tudo para realizar os ajustes necessários o quanto antes.
Qualquer dúvida envia uma mensagem via DM, tá?

— Itaú (@itau) April 24, 2026

O que aconteceu com o Itaú?

Segundo o DownDetector, site que monitora a disponibilidade de serviços online, as reclamações começaram a surgir por volta de 9h, atingindo um pico por volta das 9h30. Às 10h, o número de relatos já era menor, mas ainda significativo. Poucos minutos depois, o acesso foi praticamente normalizado.

Gráfico do Itaú no DownDetector mostrando um pico por volta das 9h30
Número de queixas subiu e caiu rapidamente (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Os relatos sobre o problema foram compartilhados no X e nos comentários do post mais recente da instituição financeira no Instagram. Inicialmente, segundo os clientes, uma mensagem de erro aparecia. Depois, correntistas passaram a dizer que um aviso de senha incorreta impedia o login.

@itau pic.twitter.com/yo24hEYEeD

— Ithallo Kelwyn (@KelwynIthallo) April 24, 2026

desgraça itau minha senha não esta erradaaaaaaa

— joão vitor (@caprisongzzz) April 24, 2026

Itaú fora do ar: clientes ficaram sem acesso ao app na manhã desta sexta (24)

Aplicativo do Itaú no celular (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Número de queixas subiu e caiu rapidamente (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Nubank volta a receber Pix após instabilidade nesta quinta (23)

Ilustração com a marca "Nu" cerca por placas de alerta
Nubank tem problemas em transferências (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Correntistas do Nubank disseram que transferências via Pix enviadas para suas contas não apareciam em seus extratos, apesar de debitadas das contas de origem. O problema começou no meio da tarde desta quinta-feira (23/04), por volta das 16h45. Às 19h30, usuários ainda enfrentavam dificuldades. Às 20h45, o problema estava praticamente resolvido.

O Nubank entrou em contato com o Tecnoblog e enviou o seguinte comunicado:

“O Nubank informa que a instabilidade já foi integralmente solucionada.”

O que aconteceu com o Nubank?

Segundo o DownDetector, site que monitora problemas em serviços online, foram mais de 300 reclamações no fim de tarde e mais de 500 no início da noite.

Gráfico de linha de reclamações do Nubank, mostrando um primeiro pico, menor, perto das 17h, e um segundo pico, maior, perto das 19h
Reclamações se intensificaram perto das 17h e cresceram por volta das 19h (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

O Tecnoblog encontrou no X pelo menos 20 outros relatos de clientes com problemas no recebimento de pagamentos. Em posts recentes no Instagram, há correntistas indignados nos comentários.

Print do Instagram do Nubank. São exibidos quatro comentários feitos em um intervalo de um minuto. Os quatro reclamam de Pix não creditados
Clientes usam Instagram para reclamar (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

meu pix pro nubank não caiu

— miloca (@anelimso) April 23, 2026

@nubank cadê meu dinheiro que fiz uma transferência Pix pra minha conta e até agora o dinheiro não caiu

— 𝑬𝒗𝒆𝒓𝒔𝒐𝒏 (@eversonmateusx) April 23, 2026

eu entrando a cada momento no nubank pra ver se meu pix ja caiu, MAS N CAIU AINDA

eu to entrando em desespero!!!! e se a nubank tiver me assaltado???????

— sana (@_pjmxstars) April 23, 2026

Aparentemente, o problema não afetou outras funcionalidades da conta e do cartão. A questão ficou restrita ao Nubank: testamos o Pix em outros bancos, como C6 e XP, e não houve dificuldades.

Nubank volta a receber Pix após instabilidade nesta quinta (23)

Nubank fica fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Reclamações se intensificaram perto das 17h e cresceram por volta das 19h (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Clientes usam Instagram para reclamar (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil
Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil (imagem: reprodução/Google)
Resumo
  • Google Finanças com IA chegou ao Brasil e a mais de 100 países; teste começou em agosto de 2025 nos Estados Unidos;
  • serviço reúne cotações de ações, moedas, contratos futuros, criptomoedas, índices e notícias; versão brasileira converte valores para reais e mostra conteúdo do Brasil, naturalmente;
  • IA oferece respostas sobre investimentos, gráficos avançados e notícias em tempo real.

O Google Finanças (Google Finance) foi lançado em 2006, mas até hoje não é muito conhecido. Talvez isso mude um pouco na versão com inteligência artificial do serviço, que foi introduzida em agosto de 2025 nos Estados Unidos e, agora, chega a outros 100 países. O Brasil está entre eles.

Ao contrário do que o nome pode sugerir, o Google Finanças não é um organizador financeiro pessoal, mas uma plataforma de auxílio a investimentos.

Você pode usá-la para acompanhar o sobe e desce de ações nas principais bolsas de valores do mundo, por exemplo. Também é possível usar o Google Finanças para pesquisar sobre moedas estrangeiras, contratos futuros, criptomoedas e mais.

As informações da plataforma são regionalizadas. Por conta disso, a versão brasileira do Google Finanças faz conversões para reais por padrão, bem como exibe índices e notícias referentes ao Brasil, por exemplo.

Qual o diferencial do Google Finanças com IA?

O Google Finanças com IA oferece três recursos principais:

  • perguntas sobre investimentos: você pode usar o campo de pesquisa do Google Finanças para saber sobre o valor de uma ação, o cenário econômico e assim por diante; a resposta é gerada por IA generativa;
  • gráficos avançados: é possível usar o serviço para gerar gráficos de evolução de ativos, indicadores técnicos e afins; para isso, basta digitar instruções como “gere um gráfico sobre a evolução das ações da Petrobras nos últimos seis meses”;
  • dados e notícias em tempo real: a IA também pode gerar um feed de notícias ou de informações financeiras em tempo real, sob medida.
Google Finanças gerando gráficos
Google Finanças gerando gráficos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O Google Finanças com IA começou a ser testado em agosto de 2025 nos Estados Unidos e, posteriormente, na Índia. Agora, o serviço foi expandido para mais de 100 países, segundo a companhia, como México, Argentina, Colômbia, Chile e, como já ficou claro, Brasil.

Em resumo, o serviço pode te ajudar a tomar decisões referentes a investimentos. Mas o próprio Google alerta que os dados apresentados pela IA podem ter inconsistências, por isso, convém não confiar cegamente na ferramenta no atual estágio.

Para acessar a novidade, basta acessar a versão beta do Google Finanças. Quem já usa o serviço e prefere a versão anterior (sem IA) pode voltar a ela clicando no botão “Clássico”, no topo da página ou no botão de configurações, na versão web móvel.

Google Finanças reforçado com IA chega ao Brasil

Google Finanças gerando gráficos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Nubank integra Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação

Imagem mostra um celular com o app do Nubank aberto na tela, exibindo a opção de cartões virtuais para pagamento por aproximação
Funcionalidade é nativa do app Nubank (imagem: divulgação)
Resumo
  • Nubank integrou Pix, débito e crédito ao pagamento por aproximação no app para Android.
  • Recurso permite pagar por NFC sem cartão físico e sem carteira digital.
  • O cliente poderá, inclusive, parcelar a compra no Pix em até 12 vezes.

O Nubank anunciou nesta terça-feira (07/04) a integração de Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação. Agora, clientes poderão pagar compras presenciais apenas aproximando o celular de maquininhas compatíveis com NFC, sem precisar do cartão físico.

Geralmente, é necessário abrir o app, escanear um QR Code ou digitar uma chave para pagar com o Pix em lojas físicas. Com a mudança, o Pix passa a funcionar de forma semelhante a um cartão no app do Nubank, direto na aproximação.

Imagem mostra uma pessoa aproximando o celular de uma maquininha de cartões, realizando o pagamento por aproximação
Integração permite pagar sem cartão físico (imagem: divulgação)

O recurso é nativo do aplicativo — ou seja, não exige o cadastro em uma carteira digital, como o Google Wallet — e será liberado gradualmente para usuários de Android. No momento do pagamento, o cliente também poderá escolher o Pix parcelado em até 12 vezes.

A configuração é automática: ao acessar a função, o aplicativo cria um cartão virtual tokenizado, sem outras exigências. No entanto, em qualquer modalidade, a transação exige autenticação por biometria ou senha do dispositivo.

Segundo o Nubank, essa tokenização impede o compartilhamento dos dados reais do cartão com o estabelecimento.

Como vai funcionar?

  • Acesse “Aproximar para pagar” em Meus Cartões ou “Pix por aproximação” na área Pix do aplicativo;
  • O app criará automaticamente um cartão virtual tokenizado;
  • Aproxime o celular da maquininha compatível para concluir o pagamento.

Nubank integra Pix, débito e crédito no pagamento por aproximação

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Galaxy S26: Samsung amplia benefício em seguro de celular

Galaxy S26 Ultra, S26 Plus e S26 vistos de costas. Os aparelhos estão sobre suportes transparentes. O S26 Ultra é o maior deles e tem cor dourada. O S26 Plus é o intermediário, um pouco menor que o Ultra, e está na cor cinza. O S26 é o menor dos três e está na cor preta.
Além da quebra acidental, pacotes também oferecem cobertura contra roubo e furto (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
Resumo

A Samsung anunciou nesta quinta-feira (26) uma expansão na cobertura do Samsung Care+, seu serviço oficial de seguro e garantia estendida, para os consumidores que adquirirem smartphones da linha Galaxy S26. A fabricante sul-coreana confirmou que os clientes que contratarem planos selecionados para os modelos S26, S26 Plus e S26 Ultra terão direito a até três acionamentos por quebra acidental.

A medida altera o limite padrão, que era de dois incidentes. A nova condição, no entanto, é uma oferta limitada. O período da ação promocional para novas contratações começou em 11 de março e vale até o dia 30 de junho de 2026.

A empresa ressalta que o benefício extra abrange as adesões efetuadas em todos os canais oficiais de venda, ou seja, tanto para compras no comércio eletrônico — via site e aplicativo Samsung Shop — quanto nas lojas físicas da marca.

O que é considerado quebra acidental?

Para acionar a apólice e utilizar um dos três eventos anuais garantidos, o dano sofrido pelo aparelho precisa se enquadrar nas regras da seguradora. A Samsung define a quebra acidental como qualquer dano físico não intencional que comprometa o funcionamento do celular.

Na prática, o seguro cobre imprevistos como impactos diretos e quedas, torções na estrutura do smartphone, danos causados por sobrepeso sobre o display e falhas por descargas elétricas. Segundo a fabricante, a nova condição foi pensada para entregar mais tranquilidade desde o uso urbano intenso até situações adversas em viagens.

Vale ressaltar que o benefício de três reparos é aplicável para os pacotes que já possuem a cobertura contra danos físicos, chamados de Quebra Acidental e Proteção Completa, além de abranger os assinantes do programa New Galaxy Club. A cobertura com esse novo teto de acionamentos tem validade de um ano, contado a partir da data de adesão.

Quais são os planos e preços para a linha Galaxy S26?

O portfólio do Samsung Care+ é dividido em diferentes categorias. Para os proprietários de dispositivos da série Galaxy S26, os valores de contratação em parcela única variam de R$ 399 a R$ 1.199.

Confira abaixo as opções fornecidas pela empresa e o que cada uma entrega:

  • Proteção Completa (R$ 1.199)
  • Roubo e Furto Qualificado (R$ 949)
  • Quebra Acidental (R$ 799)
  • Garantia Estendida (R$ 629): o cliente adquire mais 12 meses de cobertura para defeitos de fabricação ou de hardware em caso de necessidade de reparo.
  • Quebra de Tela (R$ 399): permite até dois eventos anuais de substituição em caso de vidro trincado ou quebra do painel.

Como contratar o seguro da Samsung?

Janela para garantir a franquia maior vai até o fim do primeiro semestre (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A adesão ao Samsung Care+ não precisa ocorrer no momento da compra do smartphone, embora essa seja a via mais direta. Os consumidores podem realizar a contratação colocando o serviço no carrinho do site oficial da Samsung Shop, no aplicativo da marca ou diretamente com os vendedores nas lojas físicas.

Para os clientes que já estão com o aparelho em mãos, a Samsung permite a contratação avulsa do serviço em um prazo de até 90 dias. A contagem deste período começa na data de emissão da nota fiscal de compra. Nesses casos, o processo deve ser feito pelo site oficial ou presencialmente em uma loja da fabricante.

Galaxy S26: Samsung amplia benefício em seguro de celular

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Ação promocional expande cobertura do Samsung Care+ para até três quebras acidentais para a nova linha de smartphones.

S26 Ultra é o maior dos modelos da linha Galaxy S26 (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

O Galaxy S26 Ultra tem 7,9 mm de espessura (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa

Ilustração da seção Pix em um app bancário
Há diversos tipos de serviço do Pix para diferentes necessidades de uso (foto: Bruno Peres/Agência Brasil)
Resumo
  • 87% dos usuários do Pix desejam que o processo leve menos de 15 segundos. 69% estão dispostos a vincular dados bancários para agilizar pagamentos.
  • Pix Parcelado é o mais conhecido, com 83% de reconhecimento e 31% de uso. Pix por Aproximação tem 76% de reconhecimento e 42% de uso.
  • Pix Internacional é pouco conhecido, com 74% desconhecendo sua existência. Apenas 8% usaram, e 57% demonstram interesse.

A pesquisa Panorama E-commerce, realizada pela Visa Conecta, revelou que 87% dos consumidores entrevistados que já usaram Pix consideram atraente que o processo leve menos de 15 segundos.

O trabalho também descobriu que as modalidades Pix por Aproximação e Pix Parcelado são bem conhecidas, mas o Pix Internacional — ainda não regulamentado e oferecido de forma não oficial por algumas empresas — não deslanchou.

O questionário envolveu 1.521 entrevistas com consumidores brasileiros digitalizados e maiores de 18 anos. A amostra buscou refletir classes sociais, gêneros e regiões da população digitalizada do Brasil.

O que os brasileiros pensam do Pix?

A pesquisa Panorama E-commerce mostrou que o tempo necessário para fazer um Pix é um gargalo relevante — e os consumidores estão dispostos a ceder dados para acelerar o processo.

Ilustração de tela do site do Banco Central na tela do Pix
Pix tornou-se o meio de pagamento mais popular do Brasil (foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

Dos 1.442 entrevistados que já usaram Pix, 65% consideraram que seria muito melhor se a transferência levasse aproximadamente 15 segundos, e 23% pensam que isso seria melhor.

Entre os 1.260 que desejam mais agilidade, 69% se mostraram dispostos a vincular suas informações da conta bancária a um site ou app de loja online para pagar com mais facilidade.

Novas modalidades são conhecidas, mas pouco usadas

A Panorama E-commerce também verificou qual o grau de conhecimento e interesse dos brasileiros por três novas modalidades do Pix: Pix por Aproximação, Pix Parcelado e Pix Internacional.

O Pix Parcelado é, de longe, o mais conhecido entre os três, com 83% do público demonstrando saber de sua existência. O interesse é grande, com 35% afirmando que com certeza irão usar a modalidade e outros 28% dizendo que provavelmente usarão.

Na prática, porém, apenas 31% já fizeram pagamentos em parcelas usando Pix. O nível de satisfação desse subgrupo é alto, com 87% de aprovação.

O Pix por Aproximação é menos conhecido, com 76% dizendo que sabiam de sua existência. A intenção de uso é menor, com 70% manifestando interesse. O uso real foi de 42%, com alto grau de satisfação: 96%.

Pix Internacional desperta pouco interesse

Por fim, o Pix Internacional enfrenta o maior grau de desconhecimento, com 74% dos entrevistados sem saber que ele existia. Além disso, apenas 8% usaram esse método. A intenção de uso também é menor do que a das outras categorias, com 57% demonstrando interesse.

Vale fazer a ressalva de que o Pix Internacional faz mais sentido para quem compra produtos importados, viaja ou faz remessas ao exterior, o que, por si só, já exclui uma boa parcela da população brasileira.

Outro ponto de atenção é que essa modalidade ainda não foi lançada oficialmente. O que existe no momento são serviços de intermediação que tornam isso possível.

Assim, dá para fazer um Pix para uma conta internacional ou pagar dessa forma em lojas no exterior, método já visto na Argentina, na França e nos Estados Unidos, por exemplo. Nesses casos, uma companhia brasileira faz o meio de campo entre contas locais e estrangeiras.

Pix: brasileiros estão satisfeitos, mas querem mais agilidade, diz pesquisa

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Banco gamer do Itaú vai encerrar atividades

Foto do site do Player's Bank, mostrando o logo do banco digital e o logo do Itaú sobre um fundo preto
Player’s Bank foi aposta do Itaú em 2022 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • O Itaú vai encerrar o Player’s Bank em 31 de março, permitindo movimentação via Pix ou TED até essa data.
  • O produto oferecia cashback e descontos em jogos e hardware, além de atendimento via Discord.
  • Baixa adesão e simplificação de produtos do Itaú podem estar entre os motivos para a decisão.

O Itaú vai descontinuar os serviços do Player’s Bank, seu segmento de carteiras digitais voltado ao público gamer. A conta e o cartão de crédito serão encerrados no dia 31 de março.

Após contato do Tecnoblog, o Itaú informou que, até essa data, o dinheiro estará disponível para movimentação e transferência via Pix ou TED. Se houver saldo quando a conta for encerrada, o cliente deverá ir até uma agência do Itaú ou acessar o Sistema de Valores a Receber (SVR) do Banco Central.

“Todo esse movimento foi comunicado previamente aos clientes impactados e está sendo conduzido com cuidado para garantir um processo transparente e seguro”, afirmou a assessoria de imprensa do banco.

O que era o Player’s Bank?

O Player’s Bank era um segmento do Itaú voltado ao público gamer, oferecendo contas digitais com rendimento automático e cartão de crédito sem anuidade.

Os diferenciais, porém, estavam nos benefícios para quem gosta de jogar, como desconto e cashback na compra de games, PCs, peças de hardware, consoles e periféricos. Um exemplo disso era a devolução de 10% do valor gasto na loja digital do Xbox.

Imagem promocional do Player's Bank e do Xbox
Parceria com Xbox foi uma das ações do banco (imagem: divulgação)

Ainda havia algumas vantagens curiosas, como atendimento via Discord e cartão personalizado com personagens desse universo.

Por que o Player’s Bank será encerrado?

Em 2024, na Comunidade do Tecnoblog, já havia relatos de que o Player’s Bank encerraria a parceria com o Xbox e deixaria de oferecer cashback no plano gratuito, o que sugere que os cortes começaram há algum tempo.

O assunto chamou nossa atenção ao encontrarmos queixas de clientes no Reclame Aqui. Mesmo assim, elas são poucas, o que reforça a suspeita de que o serviço não teve muita adesão.

O Itaú vem passando por um processo de simplificação de seus produtos. As contas do banco digital Iti, por exemplo, foram migradas para a operação principal do banco. Além disso, houve a unificação de sete apps em um, e o próprio aplicativo atual do Player’s Bank era quase idêntico ao do Itaú.

Banco gamer do Itaú vai encerrar atividades

Player's Bank foi aposta do Itaú em 2022 (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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BC Protege+ já defende 1 milhão de pessoas contra contas bancárias falsas

Carteiras digitais (imagem ilustrativa: Vitor Pádua/Tecnoblog)
BC Protege+ já defende 1 milhão de pessoas contra contas bancárias falsas (imagem ilustrativa: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • BC Protege+ já protege 1 milhão de CPFs ou CNPJs contra contas bancárias fraudulentas;
  • Serviço impede abertura de contas se CPF ou CNPJ estiver ativo no sistema do Banco Central;
  • BC Protege+ pode ser ativado ou desativado via plataforma Meu BC, exigindo conta Gov.br nível prata ou ouro.

O Banco Central está encerrando a semana com a divulgação de uma marca importante: o BC Protege+, serviço que previne a abertura de contas fraudulentas em bancos, fintechs e afins, já teve 1 milhão de ativações por pessoas físicas e jurídicas.

Isso significa que 1 milhão de CPFs ou CNPJs estão protegidos contra a criação indevida de contas de depósitos à vista (corrente), de poupança e de pagamento pré-pagas (como as que são oferecidas por fintechs).

Isso porque as inscrições no Protege+ passam a constar em um sistema do Banco Central que deve ser consultado por instituições financeiras quando elas recebem solicitações para abertura de contas. Se o CPF ou CNPJ cadastrado estiver ativo nessa base, a conta não poderá ser aberta.

Trata-se de um mecanismo realmente relevante, afinal, a abertura de contas fraudulentas não é incomum no Brasil. Elas podem ser criadas com base em documentos roubados ou falsificados, por exemplo. Depois disso, essas contas podem ser usadas em uma série de atividades criminosas.

O BC Protege+ começou a funcionar em 1º de dezembro de 2025. Um mês depois, 545 mil cadastros já haviam sido ativados no BC Protege+. A recente marca de 1 milhão de inscrições deixa claro que cada vez mais pessoas estão conhecendo e ativando a ferramenta.

Como ativar o BC Protege+?

O BC Protege+ pode ser ativado da seguinte forma:

  1. Acesse a página Meu BC e, ali, clique ou toque em “Fazer login”;
  2. Faça login usando uma conta Gov.br nível prata ou ouro;
  3. Vá em BC Protege+, na coluna à esquerda ou na área de mesmo nome à direita;
  4. Marque a opção “Proteção ativada”.
BC Protege+ ativado no site Meu BC
BC Protege+ ativado no site Meu BC (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O efeito é imediato: a partir da ativação do recurso, toda e qualquer tentativa de abertura de conta no CPF ou CNPJ cadastrado será barrada.

E se eu tiver que criar uma conta bancária legítima?

Neste caso, você deve repetir o passo a passo anterior, mas, na área BC Protege+, mudar a opção “Proteção ativada” para “Proteção desativada”. Em seguida, você poderá abrir conta em qualquer instituição financeira.

BC Protege+ desativado temporariamente
BC Protege+ desativado temporariamente (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Um detalhe interessante é que você pode estabelecer um período de tempo no qual o Protege+ ficará desativado. Na imagem acima, por exemplo, a função está desativada até 28 de fevereiro de 2026. Depois da data estabelecida, a proteção contra abertura de contas é reativada automaticamente.

BC Protege+ já defende 1 milhão de pessoas contra contas bancárias falsas

Carteiras digitais (imagem ilustrativa: Vitor Pádua/Tecnoblog)

BC Protege+ ativado no site Meu BC (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

BC Protege+ desativado temporariamente (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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99Pay tem problemas técnicos e impede que motoristas saquem dinheiro

99 (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Empresa diz que acesso está sendo reestabelecido (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Motoristas e entregadores relatam que a 99 não está permitindo saques dos valores recebidos para o 99Pay. O problema começou na noite de terça-feira (10/02) e dura até a tarde desta quarta (11/02).

Nas redes sociais, os trabalhadores questionam a empresa e apontam transtornos causados por não terem acesso aos ganhos dos serviços, como dificuldade para abastecer os veículos e pagar contas. Há, em menor número, relatos de clientes que não conseguiram colocar dinheiro em suas carteiras.

Uma captura de tela compartilhada por um usuário traz uma mensagem sobre um atraso na atualização do saldo do 99Pay. Em outra imagem, um prestador de serviços mostra que havia mais de 1,3 mil pessoas na fila por volta do meio-dia.

Urgente!! 99 sem pagar motoristas há mais de 14 horas, impactactando passageiros e motoristas!@CNNBrasil@cnnbrk@jornaldacbn @radiobandnewsfm @JovemPanNews @recordnews @BancoCentralBR pic.twitter.com/K8Ol0JsL91

— Alan Ventura (@SETEMBERMAM) February 11, 2026

@99Pay queria saber o porquê de vocês não permitem que eu realize o saque do meu saldo na conta da 99 Motorista. Fiz o resgate mas na hora de sacar, cadê o dinheiro? Só aparece mensagem de que tá com carregamento atrasado… desde ontem. Tenta resolver no chat e sempre encerra pic.twitter.com/zhiV198SOq

— Randerson Victor 🇧🇷 (@RandersonVictor) February 11, 2026

Procurada pelo Tecnoblog, a 99 enviou o seguinte comunicado:

Identificamos uma instabilidade sistêmica que foi solucionada, e a normalização dos acessos já está sendo reestabelecida de forma gradual.

99Pay tem problemas técnicos e impede que motoristas saquem dinheiro

99 (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Santander unifica aplicativos e repete passos do Itaú

Santander faz silenciosa transição desde novembro de 2025 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Santander unificou aplicativos, modernizando o app principal e encerrando o app Way para cartões de crédito.
  • O novo app reúne contas, cartões e investimentos em um só lugar, com seções de ações recomendadas e rápidas.
  • A migração ocorre desde novembro de 2025, mas o uso de inteligência artificial não foi observado no app.

Diversos clientes do Santander notaram uma mudança no aplicativo do banco. Ele está mais moderno, com uma tipografia diferenciada, para marcar um novo momento da empresa. A ideia é unificar jornadas e experiências no digital, repetindo um processo que o Itaú concluiu em janeiro, com mais de 15 milhões de clientes migrados.

O Santander não deu detalhes sobre quantos correntistas serão impactados pela mudança. A instituição tem 69,5 milhões de clientes, de acordo com dados divulgados em 2025.

O que muda para quem usa o app Way?

App do Santander passou por repaginada (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Enquanto isso, os clientes de cartão de crédito vão notar o fim do aplicativo Way, que era usado para conferir fatura, gastos recentes, limites e fazer o gerenciamento deste produto. O Santander tem estimulado que essas pessoas instalem e passem a usar somente o aplicativo oficial Santander. Mais uma vez, repetem a cartilha estabelecida pelo Itaú.

O novo app do Santander ainda não apareceu para todos os usuários. O Tecnoblog visualizou a tela de boas-vindas, que traz informações sobre a nova versão. O banco destaca:

  • Exibição de todas as contas correntes e conjuntas num só lugar
  • Possibilidade de esconder ou exibir saldo e demais valores na tela inicial
  • Informações sobre contas, cartões e investimentos ficam reunidas num só lugar
  • Seção de ações recomendadas, com opções como Trazer Dinheiro, Meus Boletos, Shopping e DinDin
  • Seção de ações rápidas com Pix, ID Santander, Recarga de Celular e Comprovantes
  • Atendimento via chat com assistente virtual ou central de ajuda
  • Carteira de investimentos

Como tem sido a migração do Santander?

O Santander foi consultado, mas não retornou nosso pedido de entrevista. Por ora, não é possível compreender o contexto mais macro sobre quais elementos são priorizados no novo app, quais ficaram em segundo plano, e qual tem sido a avaliação da clientela. A migração ocorre pelo menos desde novembro de 2025, em ondas, impactando os apps para Android e iPhone.

Em 2025, o conglomerado financeiro decidiu rebatizar a corretora Toro como Santander Corretora. Apesar dessa mudança, o app oficial da agora Santander Corretora continua funcionando de forma independente, com as mesmas ferramentas de antes. Ainda não está claro se este aplicativo também será encerrado e os usuários, migrados para o app único.

Durante os testes, percebemos a ausência de ferramentas de inteligência artificial. Módulos no app apoiados por IA têm sido mais comuns em outros bancos, mas não foram percebidos no Santander.

Santander unifica aplicativos e repete passos do Itaú

Santander (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Pix: novas regras facilitam devolução de dinheiro em caso de fraude

Golpes via Pix
Pix: novas regras facilitam devolução de dinheiro em caso de fraude (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Resumo
  • MED 2.0 rastreia todo o caminho do dinheiro, facilitando devolução em casos de fraude via Pix;
  • Botão de contestação de Pix está disponível no aplicativo das instituições financeiras desde 1º de outubro de 2025;
  • Banco Central espera que devolução de valores ocorra em até 11 dias após a contestação.

Fevereiro começou com novas regras para a segurança do sistema do Pix. A principal mudança é a implementação da versão 2.0 do Mecanismo Especial de Devolução (MED), que rastreia com mais profundidade o caminho do dinheiro e, com isso, facilita a devolução de valores em situações de fraude.

O MED está em vigor desde novembro de 2021 e foi criado com o objetivo principal de permitir que vítimas de golpes, fraudes ou erros no sistema do Pix possam recuperar valores transferidos por força dessas circunstâncias.

Imagine, como exemplo, que você fez uma compra em uma loja online pagando com Pix. Logo depois, você descobre que, na verdade, caiu em um golpe. Você pode então entrar em contato com o seu banco ou instituição de pagamento para acionar o MED. O caso será analisado e, se confirmada a fraude, o valor será devolvido à sua conta.

Mas a versão anterior do MED tinha uma limitação importante: o sistema fazia bloqueio e eventual devolução de valores apenas na primeira conta que recebia o valor transferido pela vítima. Cientes disso, os fraudadores começaram a transferir os valores recebidos para outras contas rapidamente, de modo que o MED não pudesse ter efeito.

No MED 2.0, todo o caminho do dinheiro é rastreado em caso de fraude. Assim, mesmo que os valores sejam redistribuídos para várias outras contas, eles poderão ser bloqueados para retornarem às vítimas.

Mãos segurando um celular com o logotipo do Pix na tela
MED 2.0 entra em vigor no sistema do Pix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O que mais mudou na segurança do Pix?

Atrelada ao MED 2.0 está a busca por mais rapidez na prevenção ou resolução de fraudes. Nesse sentido, o cidadão que notar que foi vítima de fraude poderá recorrer a um botão de contestação de Pix diretamente no aplicativo da instituição financeira, sem necessidade de atendimento humano. Esse recurso está disponível desde 1º de outubro de 2025.

A expectativa do Banco Central é a de que, com o MED 2.0, a devolução de valores às vítimas de fraudes seja executada em até 11 dias após a contestação.

O Banco Central também espera que a nova abordagem facilite a identificação de contas usadas em fraudes, de modo que elas sejam bloqueadas ou limitadas pelas instituições financeiras para prevenir novos usos ilícitos.

As mudanças entraram em vigor nesta segunda-feira (02/02). Porém, as instituições financeiras participantes do Pix têm até maio deste ano para realizar eventuais ajustes em seus sistemas de modo a ficarem totalmente em conformidade com as novas regras.

Pix: novas regras facilitam devolução de dinheiro em caso de fraude

Todo cuidado é pouco: como caí em um golpe do Pix mesmo sendo cauteloso (Imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Boletos bancários agora podem ser pagos via Pix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Itaú libera Pix por aproximação no aplicativo para Android

Ilustração mostra o logotipo do Itaú ao centro, em um fundo de cor laranja. Na parte inferior direita está o logotipo do "tecnoblog".
Itaú está entre os maiores bancos do Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Itaú lançou o Pix por aproximação no app para Android, permitindo pagamentos via NFC sem escanear QR Codes, com limite de R$ 500 por transação.
  • O Pix por aproximação permite parcelamento de compras e segue padrões de segurança com autenticação e criptografia.
  • Somente o app do Itaú para Android está recebendo a função, que não tem previsão de chegada aos iPhones.

O Itaú agora oferece o Pix por aproximação no aplicativo para Android. A função permite pagamentos presenciais sem a necessidade de escanear QR Code e usa a tecnologia NFC do celular.

Com a novidade, o cliente precisa apenas abrir o super app do Itaú, escolher o Pix e aproximar o celular da maquininha compatível para realizar o pagamento. A transação é confirmada com a senha.

O banco informou ao Tecnoblog que, até o momento, não há previsão de lançamento de recurso semelhante no iPhone.

Como funciona o Pix por aproximação do Itaú?

O pagamento é feito diretamente pelo aplicativo do banco, sem depender de carteiras digitais externas. O Pix por aproximação utiliza a infraestrutura padrão do Pix, com liquidação imediata e rastreabilidade, conforme as regras definidas pelo Banco Central. Cada transação tem limite máximo de R$ 500, e o valor diário pode ser ajustado pelo próprio cliente no app.

Além do pagamento à vista, o Itaú passou a permitir o parcelamento de compras feitas via Pix por aproximação nas maquininhas compatíveis, algo que diferencia a solução de outras experiências baseadas apenas na transferência instantânea tradicional.

O banco afirma que o recurso foi desenvolvido com múltiplas camadas de proteção, incluindo autenticação no dispositivo e criptografia dos dados durante a operação. As autorizações seguem os mesmos padrões de segurança já adotados no app.

Pix por aproximação x QR Code

Imagem mostra uma maquininha de cartão laranja recebendo o pagamento com a aproximação de um celular Android
Pix por aproximação está disponível nas maquininhas do Itaú (imagem: divulgação)

A adoção do Pix por aproximação não elimina outras formas de pagamento já disponíveis. Segundo o Itaú, a ideia é oferecer alternativas para diferentes perfis de usuários.

Quem prefere máxima rapidez pode continuar usando carteiras digitais que permitem pagar sem abrir aplicativos bancários. Já quem busca mais controle sobre a operação pode optar pelo Pix por NFC dentro do app.

Em nota, o diretor de pagamentos para pessoa física do Itaú Unibanco, Mario Miguel, afirmou que a “segurança está no centro de todas as nossas iniciativas”. Desde 2024, o Itaú vinha testando o Pix por aproximação em suas próprias maquininhas, as chamadas “laranjinhas”, operadas pela Rede.

E o iPhone?

A função não tem previsão de disponibilidade nos iPhones. E o caso não se limita ao Itaú: a Apple enfrenta um inquérito no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) no qual se alega que a empresa age de maneira a impedir a competição no setor de pagamentos.

No ano passado, o PicPay também criticou o modelo adotado pela Apple para o pagamento por aproximação no iPhone. A fintech afirma que o acesso ao NFC é restringido por exigências consideradas onerosas para emissores de cartão, razão pela qual o Pix por aproximação funciona em seu app no Android, mas não no iOS.

Itaú libera Pix por aproximação no aplicativo para Android

Itaú está entre os maiores bancos do Brasil (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Pix por aproximação nas maquininhas do Itaú (Imagem: Divulgação/Itaú)
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Itaú conclui uma das maiores migrações digitais do Brasil

Marca do Itaú
Mais de 15 milhões de clientes usam o app oficial do Itaú (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Itaú Unibanco migrou mais de 15 milhões de clientes para um super app que integra funções de conta corrente, cartão de crédito, investimentos e controle de gastos.
  • O projeto One Itaú, iniciado em outubro de 2024, consolidou sete aplicativos em um único, aumentando a eficiência e satisfação dos usuários.
  • 99,3% dos clientes aderiram ao super app, enquanto 0,7% permanecem nos aplicativos antigos, mantendo suas funcionalidades.

Mais de 15 milhões de clientes do Itaú Unibanco foram migrados com sucesso para um único aplicativo, que oferece funções de conta corrente, cartão de crédito, investimentos e controle de gastos. O conglomerado celebra, nesta semana, a conclusão do projeto One Itaú, que foi iniciado em julho de 2024, quando os adeptos adeptos de cartão de crédito começaram a acessar o super app para as atividades do dia a dia.

Esta é potencialmente a maior migração de plataforma do ambiente digital do Brasil. Quando digo isso, estou considerando as empresas que optaram por lançar novos aplicativos ou, de alguma forma, centralizar a base de consumidores num lugar só. No contexto macro, ela só ficaria atrás da migração de cerca de 40 milhões de clientes da finada Oi para outras prestadoras ou o lançamento do aplicativo Caixa Tem, com cerca de 67 milhões de beneficiários, durante a pandemia.

Como funcionou a estratégia do One Itaú?

Telas do app
Hub de cartões no super app do Itaú (imagem: divulgação)

Desde o começo, os executivos do Itaú batiam na tecla de que seria um projeto ambicioso. Aqui no Tecnoblog, chegamos a noticiar marcos importantes, como os 6 milhões de usuários migrados em março de 2025 e os 10 milhões apenas quatro meses depois.

Antes dessa migração, o grupo do Itaú tinha sete aplicativos, espalhados pelas variadas marcas da empresa. No do Credicard, por exemplo, os adeptos do cartão de crédito foram convidados a instalar o novo app Itaú, com login unificado, e gerir os gastos a partir de lá.

O impacto para os correntistas e o banco

O Itaú aproveitou a oportunidade para ainda trazer mais clientes para o chamado full-bank, quando a pessoa passa a contar com todas as soluções financeiras, inclusive a conta corrente. “O processo de abertura de conta ocorre em aproximadamente 4 segundos”, diz a empresa.

Os testes realizados com os clientes migrados revelaram um índice de satisfação de 80 pontos, acima dos verificados nos apps individuais. O Itaú não revelou os números específicos do passado.

Como eu acompanho essa história de perto desde o começo, chamou minha atenção o fato de que 99,3% dos clientes decidiram ir para o super app. E os 0,7%? Daria cerca de 105 mil consumidores. A equipe de comunicação do Itaú me explicou que essas pessoas continuam nos apps antigos, sem perder as funções e ferramentas que já conhecem.

Itaú conclui uma das maiores migrações digitais do Brasil

Itaú (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Hub de cartões no super app do Itaú (Imagem: Divulgação/Itaú)
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Fim do Will Bank: FGC deve pagar R$ 6,3 bilhões a clientes, mas há condições

Ilustração de banco digital will bank
Will Bank foi liquidado pelo Banco Central (imagem: divulgação/Will Bank)
Resumo
  • FGC estima restituir R$ 6,3 bilhões a clientes do Will Bank, mas há condições para o ressarcimento;
  • Clientes devem usar o aplicativo do FGC para solicitar o pagamento, que é limitado a R$ 250 mil por CPF/CNPJ;
  • FGC cobre contas correntes, poupanças, CDBs, LCIs e LCAs, mas não cobre ações, debêntures, criptomoedas, COEs e previdência privada.

O Fundo Garantidor de Créditos (FGC) estima que aproximadamente R$ 6,3 bilhões serão restituídos a clientes do Will Bank. Os pagamentos serão efetuados após a execução de uma série de procedimentos, mas há condições para isso. Existe a possibilidade, por exemplo, de clientes que também tinham conta no Banco Master não terem direito ao ressarcimento.

O Will Bank foi liquidado pelo Banco Central na quarta-feira (21/01). A instituição operava como um banco digital ligado ao Banco Master que, por sua vez, foi liquidado em novembro de 2025 devido a uma série de irregularidades.

Com a liquidação, o Will Bank deixou de operar, razão pela qual os clientes da instituição não conseguem mais movimentar suas contas ou usar cartões de crédito, por exemplo.

Quem tinha valores investidos no Will Bank pode reaver essas somas por meio da cobertura do FGC que, como já informado, estima que as restituições alcançarão R$ 6,3 bilhões. Porém, o montante exato ainda não foi determinado. A estimativa atual tem como base dados de um censo entregue pelo Will Bank em novembro de 2025.

Como vai funcionar o ressarcimento do FGC para clientes do Will Bank?

Os clientes do Will Bank precisarão baixar o aplicativo do FGC. No app, será preciso fazer um cadastro. Se não houver nenhum problema com esse procedimento, cada cliente verá o valor que tem a receber e, se estiver de acordo com ele, assinará digitalmente um termo de solicitação de pagamento.

Após o recebimento da assinatura, o FGC efetuará o ressarcimento em até 48 horas úteis na conta informada no momento do cadastro.

Porém, a fase de pagamento não começará imediatamente. O FGC precisa aguardar o liquidante (indicado pelo Banco Central) enviar à entidade a lista de clientes a serem beneficiados, bem como os valores que cada um tem a receber. Não há prazo definido para esse trabalho ser concluído.

Cartão do Will Bank
Cartão do Will Bank, já descontinuado (imagem: Facebook/Will Bank)

Além disso, é necessário levar em conta que há condições para o ressarcimento. Para começar, o FGC ressarce até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ. Quantias que passarem desse limite entram para os valores a serem recebidos pela massa falida.

Também é necessário levar em conta que, como o Banco Master e o Will Bank fazem parte do mesmo conglomerado, o FGC considera, para o limite de R$ 250 mil, que ambas formam uma única organização. Isso significa que não há um limite separado para cada um desses bancos.

Assim, o cliente que recebeu ou receberá uma restituição do Banco Master no valor de R$ 250 mil não terá direito ao pagamento do Will Bank. Se a pessoa recebeu ou receberá do Banco Master um valor inferior a R$ 250 mil, somente terá direito a um montante do Will Bank equivalente ao que sobrar do limite.

Por fim, convém destacar que o FGC cobre valores existentes em serviços ou produtos como conta corrente, conta poupança, CDB, LCI e LCA. Investimentos como ações, debêntures, criptomoedas, COEs e previdência privada não são cobertos.

Como recuperar o dinheiro no Will Bank?

Se você era cliente do Wil Bank e tem valores a receber da instituição, deve seguir estes passos:

  1. baixe e instale o aplicativo do FGC, disponível para Android e iOS;
  2. vá em “Não tenho cadastro” na tela inicial do app para fazer a sua inscrição, ou toque em “Entrar” se você já tiver uma conta;
  3. complete o seu cadastro, informando, inclusive, uma conta para receber a restituição;
  4. confira os valores a receber informados e, se estiver tudo certo, faça a sua assinatura digital para solicitar a restituição;
  5. em até 48 horas úteis, o montante será depositado na conta informada.

Esse passo a passo terá validade quando o FGC iniciar os pagamentos a clientes do Will Bank. Ainda não há prazo definido para isso, mas é possível que o processo comece ainda neste trimestre.

Fim do Will Bank: FGC deve pagar R$ 6,3 bilhões a clientes, mas há condições

Cartão do Will Bank, já descontinuado (imagem: Facebook/Will Bank)
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Pix volta a funcionar após ficar fora do ar na tarde desta segunda (19)

Logotipo do Pix
Pix parou de funcionar perto de 14h30 (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

O Pix ficou fora do ar na tarde desta segunda-feira (19/01). Segundo o site DownDetector, que monitora problemas em serviços online, a indisponibilidade começou por volta de 14h30. Uma hora depois, o número de queixas era bem menor, indicando que o sistema já opera perto da normalidade.

Gráfico com o título "Problemas com Pix reportados nas últimas 24 horas". Há um pico de reclamações logo após as 14h, com queda abrupta logo em seguida, voltando a um nível pouco acima do zero.
Indisponibilidade durou cerca de uma hora (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

A plataforma identificou reclamações sobre o sistema do Banco Central e também de diversas instituições financeiras, como Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Inter e Nubank, para citar algumas.

Durante o período de instabilidade, o Tecnoblog tentou fazer pagamentos em dois bancos. Em ambos, não foi possível nem mesmo iniciar o processo de transferência, já que o sistema não carregava as informações do destinatário do dinheiro.

Print do site DownDetector que mostra gráficos de relatos de problemas de Pix, Inter, Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Braisl, Nubank, Banco Central e Caixa com altas repentinas.
Às 14h47, DownDetector identificava problema generalizado nos bancos (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Nas redes sociais, clientes reclamaram por não conseguir efetuar pagamentos.

to tentando fazer um pix e nem o nubank nem o inter funcionam????

— gabi (@gabrubiss) January 19, 2026

eu no uber, só com dinheiro no pix 🤦🏻

— Jão (@sccpjoaoacz) January 19, 2026

Itaú e nubank vsf que ODIO pic.twitter.com/X51Uu8Jq6Q

— yas (@yasmimamdd) January 19, 2026

Vou ter que parar meu trabalho por hj pq o pix caiu pqp pic.twitter.com/ZYwYFzEtbS

— Lali•cartomante | agenda aberta (@lary_cartomante) January 19, 2026

Pix volta a funcionar após ficar fora do ar na tarde desta segunda (19)

Pix, do Banco Central (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Indisponibilidade durou cerca de uma hora (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Problema no Pix é generalizado e afeta todas as instituições (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Mercado Pago agora mostra score de crédito de até 1.000 pontos no app

Aplicativo do Mercado Pago mostrando score de crédito
Aplicativo do Mercado Pago mostrando score de crédito (imagem: reprodução/Mercado Livre)
Resumo
  • Mercado Pago introduziu score de crédito de 0 a 1.000 pontos no aplicativo, atualizado a cada 24 horas;
  • Recurso está disponível para todos os clientes ativos no Brasil, mas inicialmente apenas para pessoas físicas;
  • Pontuação ajuda na obtenção de melhores condições de crédito e não é compartilhada com outras empresas ou birôs de crédito.

Tem recurso novo no Mercado Pago: o app do braço financeiro do Mercado Livre agora exibe o score de crédito de cada cliente, seguindo uma pontuação de 0 a 1.000. Quanto mais próximo esse número estiver do limite superior, mais chances o usuário tem de obter empréstimos ou limites de crédito elevados, bem como taxas de juros menores.

O score do Mercado Pago é calculado com base em uma série de critérios, incluindo análises do histórico de transações do usuário dentro da plataforma, dados vindos de outras instituições financeiras compartilhados via Open Finance, e informações advindas do Sistema de Informações de Crédito (SCR) ou de birôs (ou bureaus) de crédito (como o Serasa ou SPC Brasil).

Isso significa que clientes que mantêm suas contas em dia ou não mantêm um volume alto de dívidas, por exemplo, têm mais chances de obter uma pontuação alta.

O Mercado Pago atualiza o score a cada 24 horas e, na página em que detalha essa avaliação, dá orientações que podem contribuir para o aumento de pontos. Informar renda ou pagar contas eventualmente atrasadas podem aparecer entre essas orientações.

O score do Mercado Pago está disponível a todos os clientes?

O Mercado Pago informou ao Tecnoblog que todos os seus clientes no Brasil têm acesso ao score de crédito. Essa informação aparece na tela inicial do aplicativo do serviço, bastando rolar a tela para visualizá-la.

Não estamos falando de uma base de usuários pequena. Dados do Banco Central que consideram o terceiro trimestre de 2025 apontam que o Mercado Pago encerrou esse período com 66 milhões de clientes ativos no Brasil, entre pessoas físicas e jurídicas.

Nesta fase inicial, o score aparece apenas para clientes na categoria pessoa física. Mas, nos próximos meses, a novidade será expandida aos vendedores que usam as soluções do Mercado Pago.

Pelo menos até o momento, não é possível desativar a exibição do score de crédito. “O score aparece automaticamente na interface inicial do aplicativo como parte da experiência do usuário”, explicou a empresa ao Tecnoblog.

Repare, porém, que o score é exibido apenas para usuários do Mercado Pago. Quem é cliente do Mercado Livre, mas não usa os serviços do Mercado Pago não tem acesso a essa informação.

App do Mercado Pago em um iPhone
Aplicativo do Mercado Pago (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Para quem o score de crédito do Mercado Pago é importante?

Para quem já usa ou pretende usar os serviços de crédito do Mercado Pago, como financiamento de compras, empréstimos e cartão de crédito. Pontuações altas ajudam o usuário a obter limites maiores nesses produtos.

Ao entender melhor como funciona o score de crédito e receber recomendações personalizadas, o usuário se torna protagonista da própria evolução financeira.

Esse engajamento, aliado ao aprimoramento contínuo das nossas soluções, modelos e políticas de crédito, além de uma leitura cada vez mais qualificada do comportamento dentro do ecossistema, contribui para ampliar o acesso a crédito e viabilizar condições cada vez melhores

Ignácio Estivariz, vice-presidente do Mercado Pago no Brasil

Como o foco do score faz parte das ferramentas ligadas aos serviços de crédito do próprio Mercado Pago, a companhia também explicou ao Tecnoblog que não compartilha essa informação com outras companhias ou bureaus de crédito.

Um detalhe curioso é que o Mercado Pago já tinha uma ferramenta de avaliação de crédito. Essa solução havia sido implementada há cerca de dois anos e sua análises resultavam na elaboração de perfis de crédito, que informavam que o cliente tinha score “baixo” ou “alto”, por exemplo, mas sem oferecer dados mais precisos.

A nova ferramenta é uma evolução desse sistema. Para gerar a pontuação de 0 a 1000, a novidade usa uma tecnologia proprietária, baseada em machine learning, que considera mais de 2 mil parâmetros.

Mercado Pago agora mostra score de crédito de até 1.000 pontos no app

Aplicativo do Mercado Pago mostrando score de crédito (imagem: reprodução/Mercado Livre)

Mercado Pago anuncia assistente de IA que faz operações financeiras para o usuário (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Microsoft Copilot agora permite fazer compras dentro das conversas

Ilustração mostra a marca estilizada do Microsoft Copilot. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível
Microsoft Copilot está liberando botão de compras no chat (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft Copilot agora inclui o recurso Checkout, que permite compras diretamente na conversa com o chatbot.
  • A empresa destaca que o vendedor mantém controle sobre a transação e dados do cliente, com a IA atuando como intermediária.
  • Por enquanto, o Copilot Checkout está disponível apenas nos EUA, integrando-se a plataformas como PayPal, Stripe e Shopify.

A Microsoft revelou hoje (08/01) um novo recurso para o seu assistente de inteligência artificial: o Copilot Checkout, que permite realizar compras diretamente nas conversas com o chatbot. A ideia é simples: enquanto o usuário pede sugestões de produtos — como tênis, luminária ou peça de roupa —, a IA pode apresentar opções e, se houver interesse, oferecer um botão de compra sem que seja necessário sair do aplicativo.

O recurso é similar ao Shopping Research do ChatGPT. Inclusive, no comunicado oficial, a Microsoft afirma que os “clientes já estão comprando com IA”, fazendo alusão às rivais. Na prática, o Copilot agora passa a concentrar etapas de compra que antes exigiam várias abas abertas.

Como funciona o Copilot Checkout?

O funcionamento lembra iniciativas semelhantes já vistas em outros serviços de IA. Além do já mencionado Shopping Research, do ChatGPT, o Google também passou a testar compras assistidas por agentes em resultados de busca e no AI Mode.

Um exemplo divulgado pela própria Microsoft mostra um usuário pedindo indicação de uma luminária de mesa. A resposta vem acompanhada de um botão de “Detalhes” e outro de “Comprar”. Esse botão de compra abre uma tela de checkout no Copilot para inserir os dados e finalizar a compra.

Captura de tela mostra a opção de compra que está sendo integrada ao Microsoft Copilot
Resultados das interações e experiência com o produto podem variar (imagem: divulgação/Microsoft)

Segundo a companhia, a grande diferença no recurso é o foco no varejista, e não apenas no comprador. A Microsoft afirma que o vendedor será responsável direto pela transação, mantendo controle sobre a venda, dados do cliente e relacionamento pós-compra. A IA seria uma intermediária.

Por enquanto, o recurso está sendo disponibilizado nos Estados Unidos, somente com algumas lojas parceiras. A infraestrutura de pagamentos conta com integrações de empresas como PayPal, Stripe e Shopify. Ainda não há previsão de lançamento em outros países.

Microsoft Copilot agora permite fazer compras dentro das conversas

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Recurso adiciona checkout integrado às conversas com a IA. Novidade estreia nos EUA e ainda não tem previsão de chegada a outros países.

Microsoft Copilot (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Os resultados das interações e a experiência com o produto podem variar de acordo com o comerciante e a disponibilidade do item (imagem: divulgação/Microsoft)
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WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix

Perfil do Itaú no WhatsApp lê imagem e gera Pix (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Itaú Unibanco lançou uma funcionalidade que permite fazer Pix via WhatsApp enviando apenas uma imagem, sem digitar valores ou chave Pix.
  • A tecnologia lê a imagem, identifica os valores e propõe a transação, disponível para clientes que habilitarem o Pix no WhatsApp pelo app Itaú.
  • A funcionalidade segue protocolos de segurança digital, com conclusão via senha transacional e criptografia de ponta a ponta.

O Itaú libera hoje uma nova funcionalidade que permite fazer Pix via WhatsApp enviando apenas uma imagem, sem necessidade de digitar valores ou chave Pix. A tecnologia lê a imagem, identifica os valores e propõe a transação para o cliente confirmar. A solução está disponível para todos os clientes do banco que habilitarem o Pix no WhatsApp pelo app oficial Itaú.

O Pix no WhatsApp já estava disponível para pagamentos via texto, voz e QR Code. Desde o lançamento, a ferramenta alcançou até três vezes mais transações por mês se comparado a outros canais, segundo o banco, que não apresentou números absolutos.

A nova funcionalidade permite fotografar a placa com a chave ou a conta do estabelecimento comercial e enviar para o WhatsApp oficial do Itaú no número 4004-1515.

Comprovante de Pix no perfil do Itaú no WhatsApp (imagem: divulgação)

A Inteligência Itaú, nome dado ao guarda-chuva de ferramentas tecnológicas do banco, tem capacidade para interpretar qualquer tipo de imagem enviada. Situações como pagar pipoca na rua ou dividir conta do bar com amigos ficam mais simples, sem precisar digitar valores ou chave Pix. Segundo Beatriz Bernardi, diretora do Itaú Unibanco, o objetivo é que clientes resolvam necessidades financeiras no mesmo ambiente em que conversam com amigos e familiares.

A novidade mantém segue protocolos de segurança digital, com conclusão via senha transacional e criptografia de ponta a ponta. O banco reafirmou compromisso em oferecer soluções práticas que acompanham o ritmo da vida dos clientes.

Apesar de ser novidade no Itaú, a mesma ferramenta já existe no Banco do Brasil, Inter e Magie, apenas para citar alguns serviços financeiros.

WhatsApp do Itaú passa a ler imagens para fazer Pix

Perfil do Itaú no WhatsApp lê imagem e gera Pix (imagem: divulgação)

Comprovante de Pix no perfil do Itaú no WhatsApp (imagem: divulgação)
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Bancos de Hong Kong criam cofre digital para impedir golpes

Foto do topo do prédio do HSBC em Hong Kong, com um céu azul limpo ao fundo.
Nova ferramenta de bancos locais bloqueia movimentações online (imagem: reprodução/HSBC)
Resumo
  • Autoridade Monetária de Hong Kong lançou um cofre digital que isola parte do saldo bancário para impedir golpes de engenharia social.
  • O desbloqueio do chamado Money Safe exige verificação presencial em agências, com entrevista para detectar fraudes ou coação.
  • A ferramenta também permite desativar plataformas de internet banking, com reativação apenas após verificação presencial.

Para conter o avanço de golpes de engenharia social (conhecidos como phishing), o governo de Hong Kong finalizou a implementação de um novo mecanismo de segurança bancária que permite aos clientes isolar parte do dinheiro em um “cofre” digital. A medida impede movimentações pela internet e desativa a configuração de plataformas online dos bancos.

O chamado Money Safe, implementado por exigência da Autoridade Monetária local (HKMA), deixa de lado a ideia de facilitar o uso de dinheiro digitalmente e cria mais burocracia sobre a transferência de determinadas quantias de dinheiro nas contas.

Para isso, a iniciativa, oficializada em comunicado conjunto com a Associação de Bancos na terça-feira (30/12), obriga a pessoa a comparecer fisicamente a uma agência ou escritório para passar por uma verificação de identidade.

O prazo de adesão pelas instituições financeiras se encerrou no último dia de 2025. A HKMA argumenta que a proteção é essencial para salvaguardar economias que não serão utilizadas no curto prazo, blindando o patrimônio contra acessos não autorizados ou coagidos.

Como funciona o Money Safe?

O Money Safe opera como uma subconta dentro da conta corrente tradicional. O usuário define quanto deseja proteger e, enquanto o dinheiro estiver alocado nessa modalidade, ele fica indisponível para transações digitais, pagamentos ou saques em caixas eletrônicos. O desbloqueio exige que o cliente passe por um protocolo presencial:

  • Solicitação: o cliente inicia o pedido, mas o dinheiro não é liberado.
  • Deslocamento: é necessário ir a uma agência física do banco.
  • Entrevista: um funcionário realiza uma verificação anti-fraude.

Enquanto isso, o bancário é instruído a fazer perguntas específicas para detectar se o cliente está sob ameaça, sendo enganado por golpistas ou agindo sob coação. Somente após essa validação humana os fundos são liberados para transferência.

No caso dos bancos virtuais que operam em Hong Kong, que não possuem rede de agências, os clientes devem fazer a verificação de identidade em escritórios ou pontos de atendimento.

Bloqueio de contas digitais

Ilustração de segurança mostra um escudo com uma digital
Usuários podem bloquear acesso via internet banking (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Além do cofre, a HKMA introduziu outra medida para combater golpes em que criminosos manipulam as vítimas para a criação indevida de acessos digitais. O órgão regulador relatou em documento oficial a ocorrência de casos em que clientes são manipulados por golpistas para configurar plataformas de internet banking em suas contas, permitindo que terceiros assumam o controle e desviem fundos.

Para mitigar esse risco, os bancos agora devem oferecer a opção de desabilitar a configuração de plataformas de internet banking, permitindo que o correntista opte por manter sua conta operando em um modelo “offline”.

Se o cliente escolher essa desativação, a reabilitação do acesso digital no futuro segue a mesma regra do Money Safe: só pode ser feita através de um processo de verificação presencial na agência. Ao contrário da retenção do dinheiro no cofre, essa não é uma possibilidade para clientes de instituições de pagamento virtuais.

Sistema levou um ano para implementação

A pressão para a criação do sistema veio de uma diretriz emitida no final de 2024 por Eddie Yue, chefe-executivo da autoridade monetária. O governo local identificou um padrão em que vítimas forneciam credenciais a criminosos ou eram manipuladas para transferir grandes somas rapidamente.

O vice-executivo da HKMA, Arthur Yuen, classificou a ferramenta como uma “camada adicional de proteção” vital para a estabilidade do sistema financeiro do território, que representa cerca de um quarto do PIB local, segundo o The Register. Além do cofre, os bancos também estão estudando permitir que usuários desativem totalmente as transferências online.

Bancos de Hong Kong criam cofre digital para impedir golpes

(imagem: reprodução/HSBC)

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Nubank volta a funcionar normalmente após instabilidade nesta terça (23)

Ilustração com a marca "Nu" cerca por placas de alerta
Nubank fica fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Clientes do Nubank relataram nas redes sociais que o aplicativo da instituição financeira passou por instabilidade no fim da manhã desta terça-feira (23/12), com dificuldades no envio e recebimento de valores.

Às 14h22, a empresa entrou em contato com o Tecnoblog para informar que o problema já estava completamente solucionado.

O que aconteceu com o Nubank?

Durante o período de instabilidade, ao tentar fazer transações, o dinheiro chegava a ser debitado do saldo, mas o pagamento ou transferência não era concluído. Situação semelhante ocorria quando alguém mandava valores a um cliente do Nubank: a operação era dada como bem-sucedida pelo banco de quem enviava, mas não aparecia na conta de quem deveria receber.

Segundo o DownDetector, as reclamações começaram por volta das 10h20, chegando a um pico minutos depois. A queda foi gradual, a partir das 11h30, com o retorno ao nível habitual no início da tarde.

Gráfico do Nubank no DownDetector, mostrando a quantidade de reclamações ao longo de 24 horas. Há uma subida repentina perto das 11h, com uma queda mais gradual e suave até às 14h.
Problema começou a ser resolvido pouco antes do meio-dia (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

No X, clientes reclamaram de não conseguir fazer Pix e não ter acesso a dinheiro resgatado das Caixinhas, como são chamados os investimentos da instituição.

@nubank devolvam meu dinheiro, fiz duas transferências que falharam e o dinheiro saiu da conta

— TV 🦋 (@euthaisv_) December 23, 2025

Nubank não tá devolvendo o dinheiro da caixinha essa salafrária!

— Arnaldo Gomes (@oarnaldogomes) December 23, 2025

Recebi um pix que simplesmente sumiu, não tá na conta, o problema é que recebi ONTEM, nubank eu quero meu pix

— usuário (@bitcheater666) December 23, 2025

Nubank volta a funcionar normalmente após instabilidade nesta terça (23)

Nubank fica fora do ar (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Problema começou a ser resolvido pouco antes do meio-dia (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Banco do Brasil passa por instabilidade no Pix nesta sexta-feira (19)

Edifício sede do Banco do Brasil, em Brasília.
Sede do Banco do Brasil, em Brasília (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Clientes do Banco do Brasil enfrentaram problemas para fazer transferências via Pix. Segundo relatos nas redes sociais, o aplicativo não concluía os pagamentos e apontava erro no processamento do pagamento ou no provedor da operação. De acordo com o DownDetector, os problemas começaram pouco depois das 10h da manhã.

O Tecnoblog tentou duas vezes fazer um Pix do BB para outro banco, por volta das 11h. Na primeira vez, o app retornou que a transferência havia sido feita, mas o dinheiro não saiu da conta. Na segunda vez, um alerta de erro no processamento foi exibido.

https://twitter.com/vlamir10/status/2002012614176727338

A assessoria de imprensa do Banco do Brasil enviou, às 11h55, um comunicado dizendo os sistemas da instituição passaram por uma breve intermitência, mas ela já havia sido solucionada.

Banco do Brasil passa por instabilidade no Pix nesta sexta-feira (19)

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Bradesco fica fora do ar após falha na infraestrutura interna

Fachada do banco Bradesco em São Paulo
Bradesco apresentou instabilidade no app (foto: Felipe Ventura/Tecnoblog)
Resumo
  • Bradesco enfrentou falhas no aplicativo desde a manhã desta sexta-feira (12).
  • O site DownDetector registrou mais de 2 mil queixas sobre a instabilidade, com dificuldades em transações via Pix e acesso ao app.
  • O banco informou que os serviços para pessoa jurídica foram restabelecidos, mas o aplicativo para pessoa física seguia com problemas às 18h.

Clientes do Bradesco relatam problemas no aplicativo nesta sexta-feira (12/12). As falhas duram horas: as primeiras reclamações começaram às 6h. Por volta das 9h, o site DownDetector reunia mais de 2 mil queixas. Quase 12 horas depois, as reclamações ainda se somam nas redes.

O banco confirmou ao Tecnoblog que os apps de pessoa física e jurídica apresentaram instabilidade. Às 17h13, o Bradesco nos informou que os serviços PJ foram restabelecidos. O aplicativo para pessoa física, no entanto, deve ser normalizado “em breve”, segundo o banco.

Perto das 19h, o Tecnoblog conseguiu fazer um Pix usando uma conta da instituição. Nas redes sociais, alguns clientes informavam que o app tinha voltado a funcionar, enquanto muitos outros reclamavam da indisponibilidade.

Captura de tela mostra um gráfico indicando instabilidade de serviços
Mais de 2 mil queixas foram feitas sobre a instabilidade do Bradesco (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Usuários relatam dificuldades para realizar transações via Pix e até para acessar o app. Em nota, Bradesco informou que a “instabilidade está relacionada a um problema no ambiente de infraestrutura interno do banco”, mas não forneceu mais detalhes.

O banco lamentou o “transtorno causado aos seus clientes”.

Atualizado às 18h55 com o início da normalização

Bradesco fica fora do ar após falha na infraestrutura interna

Fachada do banco Bradesco em São Paulo (Imagem: Felipe Ventura / Tecnoblog)

Mais de 2 mil queixas foram feitas sobre a instabilidade do Bradesco (foto: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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BC Protege+ já barrou 16 mil aberturas de contas bancárias suspeitas

DOC será encerrado às 22h desta segunda-feira (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
BC Protege+ já barrou 16 mil aberturas de contas bancárias suspeitas (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Desde 1º de dezembro, BC Protege+ já bloqueou 15.904 tentativas de abertura indevida de contas em serviços financeiros;

  • BC Protege+ impede que CPFs ou CNPJs cadastrados tenham novas contas dos tipos corrente, poupança ou de pagamento abertas em instituições financeiras;
  • Cerca de 330 mil pessoas ativaram proteção nos primeiros dez dias de serviço.

O BC Protege+ foi lançado pelo Banco Central para impedir a abertura não autorizada de contas bancárias ou em outros serviços financeiros em nome de pessoas físicas ou jurídicas que se cadastraram no sistema. Em quase 10 dias de operação, cerca de 16 mil tentativas de aberturas de contas foram barradas pelo serviço.

É o que revela um balanço divulgado pelo Banco Central. O BC Protege+ começou a funcionar em 1º de dezembro de 2025 e, até a última terça-feira (09/12), 329,6 mil pessoas já haviam ativado a proteção.

Ainda de acordo com o Banco Central, as instituições financeiras já fizeram 8,8 milhões de consultas ao sistema dentro do mesmo período. Isso levou o BC Protege+ a impedir a abertura não autorizada de 15.904 contas, para ser exato.

Isso significa que a ferramenta tem cumprido o seu propósito. Quando uma pessoa ativa seu CPF ou CNPJ no BC Protege+, passa a informar ao sistema financeiro que não deseja a abertura de novas contas-correntes, de poupança ou de pagamento em seu nome ou no nome de sua organização.

Essa é uma medida que ajuda a evitar, por exemplo, que criminosos usem dados pessoais vazados ou roubados para criar contas bancárias em nome de “laranjas” para receber valores oriundos de atividades fraudulentas.

Isso porque as instituições financeiras estão condicionadas a consultar o sistema sempre que receberem uma solicitação de abertura de conta. Se o CPF ou CNPJ consultado estiver cadastrado no Protege+, a criação da conta deve ser recusada e o solicitante precisa ser avisado da restrição.

Quem tiver seu CPF ou CNPJ ativo no BC Protege+ precisa estar ciente, porém, de que essa proteção deverá ser desativada antes de uma tentativa legítima de abertura de conta em uma instituição financeira atuante no Brasil.

BC Protege+ ativado no site Meu BC
BC Protege+ ativado no site Meu BC (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como ativar o BC Protege+?

O passo a passo é o seguinte:

  1. comece por acessar a página Meu BC e, ali, clique ou toque em “Fazer login”;
  2. faça login usando uma conta Gov.br nível prata ou ouro;
  3. vá em BC Protege+, na coluna à esquerda ou na área de mesmo nome à direita;
  4. marque a opção “Proteção ativada”.

Se você precisar abrir uma conta em alguma instituição financeira, faça o mesmo procedimento, mas para desativar a proteção.

Com informações de Agência Brasil

BC Protege+ já barrou 16 mil aberturas de contas bancárias suspeitas

DOC será encerrado às 22h desta segunda-feira (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

BC Protege+ ativado no site Meu BC (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Nubank passa a mostrar Netflix e outras assinaturas recorrentes

Arte mostra uma mão segurando um cartão roxo com o logotipo do Nubank ao centro, em cor branca. O fundo da imagem é roxo. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Clientes do Nubank gastam média de R$ 92 por mês com assinaturas recorrentes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O Nubank lançou o Gerenciador de Assinaturas, que centraliza cobranças recorrentes como streaming e academias.
  • Cerca de 21 milhões de clientes têm assinaturas ativas, com gasto médio mensal de R$ 92 e ticket médio de R$ 38.
  • A ferramenta permite visualizar pagamentos, histórico e previsão de cobranças, mas não cancela serviços diretamente.

O Nubank lançou nesta terça-feira (9) o Gerenciador de Assinaturas, ferramenta que centraliza em um único lugar todas as cobranças recorrentes dos clientes, como serviços de streaming, academias e aplicativos.

A funcionalidade está sendo liberada de forma gradual para a base de clientes do Nubank no Brasil. Para acessar, é necessário entrar na seção de cartão de crédito e buscar pela área Minhas Assinaturas. Nela, é possível ver valores e nomes como Globoplay, Netflix, Vivo, Smart Fit e Spotify.

Cerca de 21 milhões de clientes têm alguma assinatura ativa, segundo dados internos coletados de outubro de 2024 a outubro de 2025. O gasto médio mensal é de R$ 92 por pessoa, com ticket médio de R$ 38 por transação. Os serviços como streaming, telecomunicações, bem-estar, academias, planos de saúde, ensino a distância e gaming lideram o ranking das diferentes categorias.

Gerenciador de Assinaturas do Nubank (imagem: Tecnoblog)

No período analisado, os clientes gastaram aproximadamente R$ 24 bilhões em assinaturas recorrentes utilizando cartão de crédito, débito e Pix, os meios de pagamento mais utilizados. Mais de 627 milhões de transações foram registradas nos últimos 12 meses.

A ferramenta permite visualizar no celular todos os pagamentos e assinaturas ativas e recorrentes no cartão de crédito, o valor de cada uma, histórico recente de pagamentos e previsão das próximas cobranças. É possível acessar o cartão cadastrado em cada assinatura (virtual, adicional ou físico), caso o cliente precise bloquear, trocar ou reutilizar.

O sistema oferece recursos de personalização, como opção de esconder assinaturas, editar frequência e submeter feedbacks para maior precisão dos gastos.

Apesar do nome, o Gerenciador de Assinaturas não permite cancelar serviços diretamente pelo aplicativo. A ferramenta funciona como uma planilha dos compromissos financeiros, para auxiliar no planejamento e evitar surpresas na fatura. Segundo Emilia Lopes, diretora-geral do Nubank, a funcionalidade traz transparência a uma área que muitos clientes consideram um “ponto cego” em suas finanças, de modo a eliminar a necessidade de planilhas ou aplicativos de terceiros.

Nubank passa a mostrar Netflix e outras assinaturas recorrentes

Cartão do Nubank (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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B3 lança app que permite acompanhar investimentos mais facilmente

Aplicativo da B3 para iPhone
Aplicativo da B3 para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Aplicativo da B3 permite acompanhar investimentos em ações, títulos do Tesouro Direto e outros ativos, consolidando dados de carteira, extratos e notícias em um único lugar;
  • Disponível gratuitamente para Android e iPhone, app oferece quatro áreas principais: Início, Carteira, Proventos e Extrato, priorizando informações essenciais;
  • Novo app exibe dados de investimentos registrados na B3, exigindo login com CPF ou CNPJ e senha.

Se você investe em ações ou em títulos do Tesouro Direto, por exemplo, agora pode acompanhar os seus investimentos com um pouco mais de facilidade: após uma fase de testes, a B3 fez o anúncio oficial de um novo aplicativo, para Android e iPhone, que visa dar acesso rápido à sua carteira de ativos, a extratos e até a notícias sobre o assunto.

A principal vantagem do app é a possibilidade de acompanhar e planejar investimentos a partir de um único lugar, de modo rápido e fácil. Para tanto, a novidade foi dividida em quatro áreas principais:

  • Início: dá acesso rápido ao resumo de sua carteira de investimentos, à sua evolução patrimonial e a eventos ou notícias, por exemplo;
  • Carteira: dá mais detalhes sobre a composição de sua carteira;
  • Proventos: mostra os valores já recebidos ou que você tem a receber, como cupons semestrais de títulos do Tesouro Direto que oferecem essa opção;
  • Extrato: detalha as últimas operações realizadas por você, como compra de títulos do Tesouro Direto ou venda de ações.

O app mostra as mesmas informações do site da B3?

Sim, mas a abordagem é um pouco diferente no aplicativo móvel. Enquanto o site da B3 fornece informações mais detalhadas sobre seus investimentos, o aplicativo prioriza a exibição dos dados mais importantes, de modo que você possa analisar a sua carteira e tomar decisões rapidamente e em qualquer lugar.

Neste ponto, vale destacar que tanto o app quanto o site da B3 conseguem exibir detalhes de seus investimentos em um único lugar, mesmo que eles tenham sido feitos a partir de diferentes bancos ou corretoras.

Com o avanço da tecnologia e a busca por eficiência, a gestão de investimentos exige ferramentas que reduzam fricção e aumentem a transparência. Com isso, o investidor melhora a análise de risco e toma decisões mais estratégicas.

O app atende esta demanda, uma vez que consolida todas as carteiras em um mesmo espaço e traz relatórios detalhados para que os usuários façam transações financeiras mais assertivas.

Felipe Paiva, diretor de relacionamento com clientes e pessoa física da B3

Aplicativo da B3 para iPhone
Aplicativo da B3 para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Como baixar o aplicativo da B3

O app da B3 já está disponível para Android e iOS (iPhone), gratuitamente. Se você já acessava a área do investidor no site da B3, deve fazer login no aplicativo usando o seu CPF ou CNPJ, bem como a mesma senha. Do contrário, você será convidado a criar a sua conta.

Convém destacar que, no primeiro acesso, o aplicativo da B3 faz algumas perguntas sobre o seu perfil de investidor para exibir informações e recursos de modo mais personalizado.

Obviamente, o app disponibiliza dados apenas dos investimentos que são negociados ou registrados a partir da plataforma da B3, como ações, fundos imobiliários, títulos do Tesouro Direto e ETFs.

B3 lança app que permite acompanhar investimentos mais facilmente

Aplicativo da B3 para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Aplicativo da B3 para iPhone (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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No fim das contas, Nubank deve manter nome inalterado no Brasil

Ilustração da sede do Nubank
Sede do Nubank em São Paulo (foto: divulgação)

O Nubank anunciou hoje que tomará medidas para manter o nome inalterado no Brasil. Uma decisão recente do Banco Central impede o uso de termos associados a bancos por empresas que, a rigor, não possuem autorização para esse tipo de atividade – caso do Nubank.

De acordo com o Nubank, o objetivo é obter uma licença bancária no país em 2026, o que poderia ocorrer via solicitação direta ao Banco Central ou, conforme apurado pelo Tecnoblog, a partir da aquisição de alguma instituição financeira que possua a autorização. O caminho a ser seguido ainda não está definido.

Com isso, a instituição financeira mais valiosa da América Latina poderia continuar se chamando Nubank no país de origem, sem ter de migrar para algo como Nu, nome utilizado na Colômbia e no México. A marca também continuaria a mesma.

“A mudança pretendida não tem qualquer impacto para os clientes e todas as operações seguem normalmente. Hoje o Nubank tem mais de 110 milhões de clientes no país.”

O conglomerado declarou em comunicado que “segue sendo uma fintech, com a mesma missão de sempre, mas agora buscando a quarta licença de operação”. Hoje, ela tem autorização para atuar como instituição de pagamento, sociedade de crédito e corretora de valores.

Resolução Conjunta n° 17, de 28 de novembro de 2025, deu prazo de 120 dias para que as instituições afetadas apresentem um plano de adequação de nomenclatura. Ele deve incluir um cronograma de implementação.

Não custa lembrar: não há qualquer obrigação de abrir agências físicas ao se tornar oficialmente um banco.

No fim das contas, Nubank deve manter nome inalterado no Brasil

Nubank é considerada a maior fintech do Brasil e da América Latina (Imagem: Divulgação/Nubank)
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PicPay lança Epic, conta com cartão Black para alta renda

Conta Epic no aplicativo do PicPay
PicPay Epic é uma conta para clientes de alta renda (imagem: reprodução/PicPay)
Resumo
  • PicPay lançou conta Epic com cartão Mastercard Black, cashback de até 4% e tag Sem Parar;
  • Conta Epic é voltada a clientes com renda mensal a partir de R$ 15 mil;
  • Outros benefícios incluem acesso a Salas VIP, investimentos com rendimento de até 200% do CDI, parcelamento de compras internacionais e assinatura Amazon Prime.

O PicPay anunciou a chegada do Epic, conta voltada ao segmento de alta renda. Para atrair esse público, a novidade oferece cartão de crédito Mastercard Black, até 4% de cashback, tag Sem Parar sem custo adicional, parcelamento de compras internacionais, entre outros benefícios.

Na prática, o PicPay Epic é direcionado a clientes com renda mensal a partir de R$ 15 mil. Quem tiver pelo menos R$ 50 mil investidos por meio da plataforma ou registrar gastos mensais superiores a R$ 5 mil no cartão poderá aderir à conta sem pagar mensalidade.

Quem não se enquadrar nos critérios de isenção pagará uma mensalidade de R$ 49,90 cobrada na fatura do cartão de crédito. Há isenção da mensalidade no primeiro ciclo de fatura.

O PicPay afirma que, atualmente, mais de 2 milhões de seus clientes se encaixam nos requisitos do Epic e, portanto, podem aderir à nova modalidade. “O Epic chega para entregar benefícios exclusivos para quem já tem uma relação forte com o PicPay e está pronto para elevar seu nível de experiência financeira”, afirma Eduardo Chedid, CEO da companhia.

Como funciona o rendimento no PicPay? (Imagem: Divulgação / PicPay)
PicPay afirma ter 2 milhões de clientes elegíveis para a conta Epic (imagem: divulgação/PicPay)

Quais os benefícios do PicPay Epic?

O principal benefício é o cartão de crédito Black Epic, com bandeira Mastercard. A partir dele, o cliente recebe cashback de 1,3% em compras nacionais e de até 4% em compras internacionais. Em ambos os casos, os valores recebidos têm rendimento automático de 102% do CDI.

O cartão também dá acesso ilimitado à Sala VIP Mastercard do Aeroporto de Guarulhos, além de dois acessos LoungeKey por ano.

Há ainda um portfólio de investimentos de renda fixa (como CDBs e “cofrinhos”), fundos e criptoativos que, em alguns casos, oferecem rendimentos acima de 120% do CDI. O PicPay destaca um CDB exclusivo para clientes Epic que, por tempo limitado, proporciona rendimento de 200% do CDI para até R$ 50 mil investidos.

Outros benefícios incluem (sem custo adicional):

  • parcelamento de compras internacionais em até três vezes sem juros no cartão;
  • assinatura Amazon Prime;
  • teleconsultas com médicos do Einstein Hospital Israelita;
  • tag Sem Parar para pedágios e estacionamento;
  • assistência residencial Porto Seguro;
  • atendimento 24h por aplicativo ou WhatsApp.

Clientes elegíveis poderão aderir ao Epic por meio de chamadas que aparecem no aplicativo do PicPay. A novidade está sendo oferecida de modo gradativo.

PicPay lança Epic, conta com cartão Black para alta renda

PicPay Epic é uma conta para clientes de alta renda (imagem: reprodução/PicPay)
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PicPay culpa Apple por falta de Pix por aproximação no iPhone

Apple Pay habilita pagamento via NFC (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O PicPay critica a Apple por impor obrigações onerosas que impedem a oferta do Pix por aproximação no iPhone, ao contrário do Android.
  • A Apple é acusada de criar dificuldades para emissores de cartões e carteiras digitais, impondo prazos, formas de pagamento e padrões técnicos.
  • O PicPay e outras entidades afirmam que a Apple cobra taxas por transação, dificultando a implementação de soluções como o Pix.

O PicPay criticou a forma como a Apple oferece o pagamento por aproximação nos iPhones. De acordo com a fintech, a empresa da maçã detém amplo poder econômico em mercados relevantes, de modo a impor obrigações onerosas aos emissores de cartões e às carteiras digitais. Isso impediria a oferta do Pix por aproximação, ao contrário do que ocorre no Android.

A manifestação do PicPay ocorre no inquérito administrativo 08700.002893/2025-17 do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A autarquia federal avalia se a Apple age de maneira a impedir a competição no setor de pagamentos, com foco especial no NFC do iOS. A mais recente movimentação foi uma contribuição do PicPay para a discussão. O documento foi enviado em 8 de outubro e divulgado em 21 de novembro.

Quais as críticas do PicPay?

No documento, o PicPay afirma que o NFC é a tecnologia para pagamentos por aproximação com maior escala e mais casos de uso. Dá para usar em smartphones, relógios e pulseiras, por exemplo. Além dos pagamentos, também viabiliza funções de transporte público, controle de acesso, identificação pessoal, passaporte eletrônico e marketing interativo.

O PicPay afirma que não há barreiras para que um banco ofereça ferramentas de pagamento nas carteiras digitais Google Pay e Samsung Wallet (ambos no Android). Por sua vez, o ambiente da Apple estaria repleto de dificuldades. Por exemplo, a Apple faria a imposição de prazos e formas de pagamento, obrigações acessórias e padrões técnicos de implementação. “Há uma clara assimetria”, conclui a fintech.

PicPay oferece cartões de crédito, mas não o Pix por aproximação no iOS (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

De acordo com o PicPay, outras carteiras digitais não cobram taxas por transação, observação que se repete nas colocações do Nubank, Mercado Pago, Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e associação Zetta, que representa iFood, 99 Pay, Cora, Agibank, Caju e RecargaPay, entre outros.

“O próprio Banco Central depara-se atualmente com entraves para implementar sua agenda regulatória e dar amplo acesso às modalidades disponíveis do Pix, com cumprimento aos requisitos regulatórios, por conta dessas limitações e particularidades estabelecidas pela Apple.”

– PicPay, em resposta ao Cade

Apple afirma não possuir posição dominante

Em outras ocasiões, a defesa da Apple argumentou que o iPhone representa uma parcela pequena do mercado de smartphones (cerca de 10%) e que não possui posição dominante no Brasil. Também sustenta que terceiros podem se integrar à plataforma NFC & SE, que permitiria, por exemplo, o Pix por aproximação, desde 2024. É cobrada uma taxa pelo uso da tecnologia. Os valores não foram divulgados.

PicPay culpa Apple por falta de Pix por aproximação no iPhone

Capa - Apple Pay (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

PicPay oferece cartões de crédito, mas não o Pix por aproximação no iOS (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Banco Inter fora do ar: clientes relatam problemas com Pix nesta sexta (21)

Celular com o app do Inter aberto
Banco Inter é um dos principais bancos digitais do Brasil (imagem: divulgação)

O Banco Inter passou por problemas técnicos na manhã desta sexta-feira (21/11). Correntistas disseram que não era possível fazer transferências por Pix. O Tecnoblog testou e verificou problemas no recebimento de dinheiro — ao transferir de outro banco para o Inter, a quantia não aparece no extrato. Por outro lado, o envio funcionou normalmente.

Segundo a plataforma DownDetector, que monitora dificuldades técnicas em serviços online, as reclamações começaram pouco depois das 11h. Por volta de 12h, a situação estava praticamente normalizada. Apesar de uma alta também nos relatos de problemas sobre o Pix, o problema não foi generalizado e afetou só o Inter mesmo.

Gráfico do Inter no DownDetector mostrando um pico entre 11h e 12h, com alta e queda íngremes
Após pico de reclamações, situação foi normalizada (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Nas redes sociais, clientes do Inter contaram que não foi possível concluir compras ou pagar estabelecimentos usando Pix por volta desse mesmo horário. Não houve relatos de problemas envolvendo outros serviços, como cartão, extrato ou investimentos.

pix do inter fora do ar que maravilha

— hewerton (@iamforeverton) November 21, 2025

O banco inter caiu que ódio eu tentando pagar meu picolé e não tava passando

— Lidi ִ ࣪𖤐 (@smileforjksg) November 21, 2025

To mal o banco inter caiu na hora deu finalizar minha comprinha

— bia (@biashortnsour) November 21, 2025

Atualizado às 14h com a volta dos serviços.

Banco Inter fora do ar: clientes relatam problemas com Pix nesta sexta (21)

Após pico de reclamações, situação foi normalizada (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Operadora mineira adota Pix Automático para pagamentos recorrentes

Algar Pix Automático
Algar Telecom anuncia Pix Automático para pagamento de faturas (imagem: divulgação)
Resumo
  • A Algar adotou o Pix Automático para pagamentos recorrentes, permitindo configuração única via QR Code nas faturas e no app.
  • A solução oferece controle sobre faturas, com definições de limites, vigência e bloqueios, beneficiando 1,2 milhão de clientes.
  • O Pix Automático realiza pagamentos automaticamente após autorização inicial, com notificação prévia ao cliente, e é válido para qualquer instituição financeira.

A operadora de telefonia Algar começou a oferecer a função de Pix Automático, nova modalidade de pagamento recorrente do Banco Central lançada em junho. Os clientes agora podem configurar o pagamento única vez via QR Code nas faturas e no app. A solução também permite definir limites de valores, vigência e bloqueios. A empresa explicou ao Tecnoblog que a novidade vai beneficiar 1,2 milhão de clientes.

O Banco Central lançou o Pix Automático como nova opção de pagamento recorrente e a funcionalidade permite que usuários autorizem uma única vez a cobrança automática de faturas, como contas de energia, água ou serviços de telefone e internet, sem precisar repetir o pagamento manualmente todo mês.

O que é o Pix Automático?

A função do Pix Automático funciona mais ou menos como um débito automático tradicional, mas usa o sistema do Pix para realizar as transações. Depois da primeira autorização feita pelo usuário, o pagamento ocorre automaticamente nas datas pré-definidas.

Além disso, o banco do pagador notifica o cliente antes da cobrança, permitindo conferência do valor.

Mãos segurando um celular com o logotipo do Pix na tela
Boletos bancários agora podem ser pagos via Pix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Serviços digitais como streamings de vídeos foram os primeiros a aderir ao Pix Automático, mas o recurso também permite o pagamento de boletos de contas – o que deve deixá-lo mais popular com o passar do tempo.

Como funciona o Pix Automático na Algar?

Os clientes da operadora Algar podem aderir ao Pix Automático escaneando o QR Code do pagamento Pix localizado fatura. Já com o primeiro pagamento via Pix e confirmação no app da Algar e no banco, os débitos subsequentes são realizados automaticamente.

Vale destacar que a solução é válida para clientes de qualquer instituição financeira, incluindo bancos tradicionais ou digitais.

Algar Pix Automático banner
Algar oferece Pix Automático para seus clientes (imagem: divulgação)

Gustavo Matsumoto, diretor da companhia mineira, disse em nota que o Pix Automático cria uma “alternativa para nossos clientes efetuarem o pagamento de contas, totalmente digital e livre de fricção”. Ele também realiza a baixa instantânea das faturas, de modo a atualizar o saldo e evitar atrasos de pagamento.

Operadora mineira adota Pix Automático para pagamentos recorrentes

Algar oferece Pix Automático para seus Clientes (Imagem: Algar/Divulgação)

Boletos bancários agora podem ser pagos via Pix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Algar Telecom (Imagem: Divulgação)
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Bradesco dá adeus ao cheque nos próximos meses

Fachada do banco Bradesco em São Paulo (Imagem: Felipe Ventura / Tecnoblog)
Adesão ao Pix e meios digitais motivou o banco a encerrar gradualmente o serviço (imagem: Felipe Ventura / Tecnoblog)
Resumo
  • O Bradesco deixará de emitir cheques para clientes pessoa física e MEIs a partir de dezembro, mantendo a emissão para contas corporativas.
  • O uso de cheques no Brasil caiu 95,8% desde 1995, com apenas 137,6 milhões emitidos em 2024, segundo a Febraban.
  • A adoção do Pix e outros meios eletrônicos de pagamento impulsionou a descontinuação dos cheques devido à eficiência e menor custo.

O cheque, que já foi um dos meios de pagamento mais populares no Brasil, deixará de ser emitido pelo Bradesco para clientes pessoa física (PF) e microempreendedores individuais (MEI) a partir de dezembro. A instituição financeira informou que a iniciativa “acompanha a mudança de comportamento dos clientes, que têm optado por soluções digitais como Pix, transferências e pagamentos eletrônicos”.

Clientes dos segmentos afetados foram notificados sobre a mudança através do aplicativo do banco. Em comunicado, o Bradesco esclareceu que está “descontinuando gradualmente” a emissão dos talões de cheque. Ele recomendou a utilização do Pix, destacando a comodidade da ferramenta, que está disponível 24 horas por dia.

Uso de cheques no Brasil despencou

A decisão do Bradesco está alinhada a uma tendência já conhecida. Ainda em circulação, o cheque representa uma fração mínima do volume de transações financeiras no país. Seu auge foi em 1995, com 3,3 bilhões de documentos, e caiu para 137,6 milhões em 2024. A queda foi de 95,8% no período, de acord com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

Talão de cheques (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Decisão reflete o declínio do meio de pagamento nos últimos anos (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O volume financeiro movimentado em 2024 foi de R$ 523,19 bilhões, uma queda de 14,2% em relação ao ano anterior.

Dados do primeiro semestre mostram que a tendência de queda se intensificou: foram movimentados 50 milhões de cheques, um recuo de 21,9% na comparação com o mesmo período de 2024.

Domínio do Pix

O principal fator para a descontinuação do cheque é a rápida e massiva adoção de meios de pagamentos eletrônicos, com destaque para o Pix. Lançado pelo Banco Central em novembro de 2020, ele superou o cheque em poucos meses e, mais tarde, conseguiu ultrapassar também os cartões de débito e crédito em número de operações.

Além disso, o custo de processamento de um cheque — que envolve impressão de segurança, logística de compensação física ou por imagem, e gestão de fraudes — tornou-se elevado em comparação com a eficiência das transações digitais.

Segundo a CNN Brasil, os talões de cheque continuarão disponíveis para emissão e utilização por clientes corporativos, que ainda utilizam o instrumento para operações financeiras específicas.

Bradesco dá adeus ao cheque nos próximos meses

Fachada do banco Bradesco em São Paulo (Imagem: Felipe Ventura / Tecnoblog)

Talão de cheques (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Pix Parcelado gera impasse entre bancos e Banco Central

Ilustração da seção Pix em um app bancário
Idec alerta para risco de superendividamento com a nova funcionalidade (imagem: Bruno Peres/Agência Brasil)
Resumo

O Banco Central (BC) e as principais instituições financeiras do país discordam sobre o modelo técnico e operacional para o uso do chamado Pix Parcelado, próxima novidade do sistema de pagamentos instantâneos que pode ficar para 2026. O obstáculo seria a infraestrutura que processará o financiamento: os bancos defendem a utilização do cartão de crédito, enquanto a autarquia prefere que a cobrança seja direto na conta corrente do usuário.

Embora diversos bancos e fintechs já ofereçam versões próprias de parcelamento via Pix, o plano do Banco Central é unificar essas regras para criar uma experiência mais uniforme e padronizada. A informação foi divulgada pelo portal Mobile Time nesta quinta-feira (22/10),

Quais são as propostas dos bancos e do BC?

A ideia dos bancos é permitir que o consumidor escolha por lançar as parcelas futuras da compra em sua fatura de cartão de crédito. Eles citam pesquisas internas que indicam uma preferência do consumidor por esse modelo, dada a familiaridade com a mecânica de pagamento das faturas.

Diante da resistência do Banco Central, os bancos teriam apresentado uma contraproposta: permitir a coexistência das duas modalidades. Desta forma, o consumidor poderia escolher se o parcelamento seria debitado mensalmente da conta corrente associada à chave Pix ou se seria lançado na fatura do cartão.

Cartão de crédito
Bancos citam preferência do consumidor pelo cartão (imagem: rupixen.com/Unsplash)

O Banco Central, contudo, tem se mantido firme na preferência pelo débito em conta. A autarquia entende que vincular a operação diretamente à conta corrente mantém a arquitetura original do Pix. Segundo o BC, o consumidor tomaria o crédito diretamente com a instituição onde possui a chave Pix.

O recebedor (lojista ou outra pessoa física) receberia o valor total da transação instantaneamente. O pagador, por sua vez, quitaria o valor em parcelas junto à sua instituição. Caberia a cada banco ou fintech definir os juros, encargos e procedimentos em caso de inadimplência, com base no perfil de risco de cada cliente, assim como ocorre em outras linhas de crédito pessoal.

Preocupações com endividamento

Além da discussão técnica, o Idec (Instituto de Defesa do Consumidor) se posicionou contra a proposta e solicitou a divulgação das regras que estão sendo estudadas. Para a entidade, o Pix Parcelado ameaça “descaracterizar o Pix, expor consumidores ao superendividamento e confundir o meio de pagamento gratuito com um produto financeiro”.

O Idec ainda argumenta que a marca Pix foi consolidada com base nos pilares da instantaneidade, simplicidade e gratuidade. A associação dessa marca a um produto de crédito, que envolve juros, encargos e contratos, colocaria em risco a confiança do usuário.

O instituto alerta que a mudança pode induzir o consumidor a acreditar que está realizando uma simples transferência parcelada, quando, na verdade, está contratando um crédito e assumindo uma dívida.

Pix parcelado chega em setembro de 2025, prevê Banco Central (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Principal entrave é a divergência sobre mecanismo de cobrança (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Outra preocupação da entidade é o contexto econômico. O Idec aponta que o Pix Parcelado chega em um “cenário crítico de endividamento no país”. O instituto cita dados do próprio Banco Central que evidenciam o aumento da inadimplência, especialmente entre famílias de baixa renda.

“É justamente esse público, com menor acesso a cartões de crédito e histórico bancário, que será mais impactado — e potencialmente explorado — pela nova funcionalidade. O que se apresenta como ‘acesso ampliado ao crédito’ pode, na prática, significar armadilhas financeiras e aprofundamento da desigualdade”, pontuou a entidade.

Idec cobra regras claras

O Idec sugeriu algumas medidas caso o BC decida prosseguir com a padronização:

  • Que o produto não utilize a marca Pix, adotando nome e identidade visual próprios
  • Que siga as mesmas exigências regulatórias de outros produtos de crédito, com regras padronizadas, contratos claros e direitos garantidos
  • Que preveja seguranças reais contra o superendividamento, como análise de risco proporcional e limites de contratação
  • Que a funcionalidade seja ativada exclusivamente por iniciativa do usuário
  • Que a implementação seja precedida por ampla consulta e debate público, com foco na proteção do consumidor

Pix Parcelado gera impasse entre bancos e Banco Central

Pix parcelado chega em setembro de 2025, prevê Banco Central (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Mercado Livre diminui cashback do Meli+; veja o que muda

Ilustração com marca do Meli+ saindo de uma caixa de encomenda do Mercado Livre. Há ainda cifrões no entorno.
Meli+ ficou menos atrativo para quem não tem cartão Mercado Pago (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Cashback no Mercado Livre reduzido de 5% para 3%, limitado a R$ 5 por compra e R$ 15 por mês. Compras em outras lojas com cartão Mercado Pago agora têm 0,5% de cashback, limitado a R$ 100 por mês.
  • Benefícios de cashback e parcelamento agora exigem uso do cartão de crédito do Mercado Pago. Anteriormente, qualquer forma de pagamento era aceita.
  • Lojas parceiras oferecem até 10% de cashback. Exemplos: Petrobras Premmia (2%), Aplicativo 99 (10%), McDonald’s (5%). Limites variam por loja.

O Mercado Livre mudou as regras do cashback oferecido a assinantes dos planos Meli+. São duas alterações negativas: as porcentagens diminuíram e o benefício agora depende do uso do cartão de crédito do Mercado Pago. Por outro lado, há devoluções maiores em lojas parceiras.

A atualização vem sendo comunicada aos clientes por e-mail e foi compartilhada por leitores do Tecnoblog em nossa comunidade. Para quem já é assinante, as regras passam a valer daqui a um mês, em 17 de novembro de 2025. No site do Mercado Livre, as informações sobre os planos Meli+ já foram alteradas.

Imagem mostra uma tabela comparativa de planos do serviço “Meli+”. As opções são “Essencial” por “R$ 9,90/mês”, “Total” por “R$ 24,90/mês” e “Mega” em “oferta especial” por “R$ 39,90/mês por 2 meses”. Todos oferecem frete grátis e cashback com o Cartão Mercado Pago. Os planos mais caros incluem descontos em streamings e acesso a plataformas como Disney+, Netflix e HBO Max.
Mudanças nos planos Meli+ já constam no site do Mercado Livre (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Entramos em contato com a assessoria de imprensa do Mercado Livre e atualizaremos esse texto assim que houver uma resposta.

Cashback diminuiu

Com as alterações, as compras feitas no Mercado Livre terão 3% de cashback — anteriormente, eram 5%. Esse cashback é limitado a R$ 5 por compra e R$ 15 por mês.

As compras feitas em outras lojas com o cartão de crédito do Mercado Pago agora terão cashback de 0,5% — anteriormente, a devolução era de 0,6%. O limite é de R$ 100 por mês.

Imagem mostra um aviso do Mercado Pago com o título “Confira como ficam seus outros benefícios”. O texto informa que “o cashback será exclusivo com o Cartão de Crédito Mercado Pago”, que “o dinheiro no Mercado Pago rende até 120% do CDI” e que o usuário pode “continuar aproveitando Disney+”. Abaixo, há um aviso de que “a partir de 17 de novembro de 2025” mudam as regras de parcelas e cashback.
E-mail compartilhado por leitor do Tecnoblog detalha alterações (imagem: reprodução)

Benefícios atrelados ao cartão Mercado Pago

Outra mudança é que, a partir de novembro, o cashback nas compras do Mercado Livre só será pago caso elas sejam realizadas usando o cartão de crédito do Mercado Pago. Anteriormente, esse benefício estava disponível para qualquer forma de pagamento.

Meli+ ganha lojas parceiras

Uma novidade positiva é que, em algumas lojas parceiras, pode haver cashback de até 10%. Nos termos e condições do Meli+, há mais detalhes:

  • Aplicativo e lojas físicas selecionadas Petrobras Premmia: 2%, limitado a quatro transações por mês ou a R$ 15 por mês, o que ocorrer primeiro
  • Aplicativo 99 (exceto 99Food): 10%, limitado a R$ 15 por mês
  • Aplicativo e lojas físicas selecionadas McDonald’s: 5%, limitado a R$ 10 por mês

Quando os limites são atingidos, as compras posteriores rendem 0,6% em dinheiro de volta.

Vale lembrar que os cashbacks são pagos em Meli Dólar, criptomoeda da empresa que busca espelhar a cotação do dólar americano.

Errata: ao contrário do que informamos anteriormente, o parcelamento com prazo extra não fará mais parte do Meli+, independentemente do cartão usado. Pedimos desculpas pelo engano.

Mercado Livre diminui cashback do Meli+; veja o que muda

Mercado Livre reduz preço do Meli+ Total (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Mudanças nos planos Meli+ já constam no site do Mercado Livre (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Mercado Pago anuncia IA que faz transações financeiras para o usuário

App do Mercado Pago em um iPhone
Mercado Pago anuncia assistente de IA que faz operações financeiras para o usuário (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
Resumo
  • Mercado Pago anunciou um Assistente Pessoal com IA que realiza mais de 60 funções financeiras, como pagamentos e transferências;
  • O assistente aprenderá a rotina do usuário para atuar como consultor financeiro, sugerindo valores para Cofrinhos e ajudando em pagamentos recorrentes, por exemplo;
  • O recurso está sendo liberado gradativamente no Brasil, o primeiro país da América Latina a receber a novidade.

Em breve, todos os usuários do Mercado Pago poderão acionar o novo Assistente Pessoal no aplicativo do serviço. Trata-se de um mecanismo de inteligência artificial que pode realizar mais de 60 funções diferentes a partir de instruções digitadas ou faladas.

Por meio de interações conversacionais, o cliente do Mercado Pago poderá, por exemplo, pedir para que o Assistente Pessoal realize o pagamento de um boleto, faça uma transferência via Pix, deposite valores nos Cofrinhos ou forneça detalhes do saldo da conta.

Mais do que reconhecer e executar as tarefas ordenadas pelo usuário, o Assistente Pessoal terá a missão de aprender a rotina do usuário dentro do aplicativo para atuar como um consultor financeiro pessoal. Com isso, a IA poderá sugerir valores paras os Cofrinhos ou ajudar o usuário a fazer pagamentos recorrentes, entre outras ações mais avançadas.

Essa primeira versão do assistente foca em serviços de conveniência e agora que começa a ser disponibilizada para toda a base de usuários do Mercado Pago, vai evoluir rapidamente para serviços mais sofisticados, até se tornar o novo ‘gerente de banco’ de cada cliente, aprimorando o relacionamento e personalizando as interações e recomendações.

[Trata-se de] Um atendimento de ponta disponível para todos, não somente para um segmento específico, como o de alta renda.

André Chaves, líder do Mercado Pago no Brasil

Assistente Pessoal do Mercado Pago baseado em IA
Assistente Pessoal do Mercado Pago baseado em IA (imagem: reprodução/Mercado Livre)

Disponibilidade do Assistente Pessoal no Mercado Pago

Não se estranhe se você abrir o aplicativo do Mercado Pago agora e não encontrar o Assistente Pessoal. O recurso está sendo liberado gradativamente. O Mercado Livre não deu um prazo para a novidade chegar a todos os usuários, mas prevê que toda a sua base de clientes será atendida pelo mecanismo de IA nos próximos meses.

A companhia destaca que, entre os países da América Latina onde o Mercado Pago está disponível, o Brasil é o primeiro a contar com o assistente de IA. “O Brasil é um mercado estratégico na nossa operação e os clientes locais se mostram engajados na adoção de soluções inovadoras”, complementa André Chaves.

Mercado Pago anuncia IA que faz transações financeiras para o usuário

Mercado Pago anuncia assistente de IA que faz operações financeiras para o usuário (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Assistente Pessoal do Mercado Pago baseado em IA (imagem: reprodução/Mercado Livre)
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Nubank libera Uber One de graça para os clientes

Arte mostra uma mão segurando um cartão roxo com o logotipo do Nubank ao centro, em cor branca. O fundo da imagem é roxo. Na parte inferior direita, está o logotipo do "Tecnoblog".
Nubank libera Uber One de graça para os clientes (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Clientes Nubank podem assinar o Uber One gratuitamente por seis meses, com a ativação devendo ser feita até 31 de dezembro;
  • A assinatura gratuita está disponível para todos os clientes pessoa física do Nubank, sem necessidade de ser Nubank+ ou Nubank Ultravioleta;
  • Após seis meses, a assinatura do Uber One custará R$ 19,90 mensais.

A partir desta terça-feira (14/10), clientes Nubank poderão contratar gratuitamente uma assinatura do Uber One, serviço que dá cashback e descontos em viagens realizadas a partir da plataforma. A promoção é válida por seis meses e só pode ser ativada por quem nunca assinou o Uber One.

Podem usufruir da assinatura gratuita do Uber One clientes de todos os segmentos do Nubank para pessoa física. Ou seja, não é obrigatório ser cliente Nubank+ ou Nubank Ultravioleta para aproveitar a promoção.

Após o período gratuito de seis meses, os usuários que quiserem manter o Uber One passarão a pagar a mensalidade do serviço, atualmente em R$ 19,90.

Como contratar o Uber One sendo cliente Nubank?

É preciso abrir este link da oferta ou aguardar uma notificação a respeito no aplicativo do Nubank. A Uber também poderá exibir uma notificação sobre a promoção. Em todos os casos, o link direcionará ao aplicativo ou site da Uber. Ali:

  • toque em “Continuar”;
  • no método de pagamento, escolha “Nubank (NuPay)” clicando em “Alterar”;
  • se você não tiver o NuPay cadastrado como método de pagamento na Uber, após tocar em “Alterar”, vá em “Adicionar forma de pagamento” e escolha “Nubank”;
  • Por fim, toque em “Experimente grátis”.
Ativando os seis meses grátis do Uber One
Ativando os seis meses grátis do Uber One (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

O que é o Uber One?

O Uber One é um serviço que fornece um conjunto de benefícios ao assinante, como:

  • cashback de 10% em viagens elegíveis, benefício que é depositado como crédito na carteira do app e não pode ser sacado, apenas usado em serviços da própria Uber;
  • viagens com motoristas que têm as melhores avaliações na plataforma;
  • suporte em tempo real via chat;
  • promoções e experiências exclusivas.

O período gratuito pode ser ativado entre hoje e 31 de dezembro deste ano. Embora a oferta seja válida para quem nunca assinou o Uber One, eventualmente, ela poderá ser ativada por clientes que receberem um convite da Uber para reativar o serviço.

Fora do período promocional, o Uber One custa R$ 19,90 por mês ou R$ 198 por ano no Brasil.

Nubank libera Uber One de graça para os clientes

Cartão do Nubank (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Cartões de benefícios Ticket finalmente chegam ao Apple Pay

Cartão Ticket no Apple Pay
Cartões de benefícios Ticket finalmente chegam ao Apple Pay (imagem: reprodução/Ticket)
Resumo
  • Ticket agora permite pagamentos por aproximação com Apple Pay para cartões Ticket, Ticket Flex, Ticket Alimentação, Ticket Restaurante e Ticket Super Flex;
  • Chegada ao Apple Pay ocorre quase um ano depois da entrada da Ticket no Google Pay;
  • Cartões podem ser adicionados ao Apple Pay via aplicativo da Ticket ou Apple Wallet (Carteira).

A Ticket é mais nova empresa do setor de benefícios a chegar ao Apple Pay. Com a novidade, usuários de cartões Ticket finalmente podem fazer pagamentos por aproximação usando um iPhone ou um Apple Watch.

Podem usar o recurso clientes que contam com cartões Ticket, Ticket Flex, Ticket Alimentação e Ticket Restaurante. Os cartões Ticket Super Flex também são aceitos, mas, como eles reúnem os benefícios de alimentação e refeição, cada uma dessas modalidades precisa ser adicionada ao Apple Pay separadamente, como se fossem cartões distintos.

A companhia comenta a novidade:

Trazer o Apple Pay para nossos clientes no Brasil reforça nosso compromisso ao possibilitar pagamentos fáceis, seguros e privados no dia a dia. Nosso trabalho com a Apple é um passo importante em nossa jornada de transformação digital e fortalece nosso ecossistema de soluções, sempre colocando a experiência do usuário em primeiro lugar.

Romain Dayan, diretor de tecnologia da Ticket

O ingresso da Ticket na plataforma de pagamentos ocorre um mês depois de a rival Alelo também ter chegado ao Apple Pay. Mas elas não são as únicas empresas do segmento a marcar presença por lá. Rivais como Pluxee (antigo Sodexo), Swile, Flash e Caju já eram compatíveis com o serviço.

Como adicionar um cartão Ticket ao Apple Pay?

Usando o aplicativo da Ticket para iPhone, basta ir à tela inicial, selecionar o cartão a ser cadastrado e tocar em “Carteira digital”. Na tela seguinte, toque em “Adicionar à Carteira Apple”. Em seguida, basta digitar a sua senha e confirmar.

Cadastro de um cartão Ticket no Apple Pay / Carteira do iPhone
Cadastro de um cartão Ticket no Apple Pay / Carteira do iPhone (imagem: reprodução/Ticket)

Também é possível fazer o cadastro indo no aplicativo do Apple Wallet (Carteira) do iPhone. Ali, toque no ícone de adicionar, com símbolo de ‘+’, e siga as instruções para inserir os dados do cartão Ticket.

Vale destacar que, para usuários de Android, a Ticket oferece integração com o Google Pay (Carteira do Google) desde novembro de 2024.

Cartões de benefícios Ticket finalmente chegam ao Apple Pay

Cartões de benefícios Ticket finalmente chegam ao Apple Pay (imagem: reprodução/Ticket)

Cadastro de um cartão Ticket no Apple Pay / Carteira do iPhone (imagem: reprodução/Ticket)
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Caixa, Itaú, Nubank e outros bancos sofrem instabilidade nesta segunda

Bancos fora do ar em 6 de outubro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)

Clientes de diversos bancos brasileiros estão com dificuldades para realizar transações no Pix nesta segunda-feira (06/10). A lista é longa, mas inclui Caixa, Itaú, Nubank, Bradesco e Inter, de acordo com monitoramento da plataforma DownDetector, especializada em serviços digitais.

Ainda não se sabe o motivo do problema. No entanto, já se tornou uma tradição que as operações digitais de grandes bancos sofram um engasgo em datas próximas do quinto dia útil do mês – que cai justamente hoje, segunda-feira.

Ainda de acordo com o DownDetector, as seguintes instituições também estão com problemas: C6 Bank, Santander, Sicredi, Cora, Banco Pan, Sicoob, Picpay, Banrisul e BRB. Esta ferramenta se baseia em relatos dos próprios consumidores na internet.

O Banco Central declarou ao Tecnoblog que os seus sistemas “funcionam normalmente” e que não se manifesta sobre entidades supervisionadas. A resposta foi recebida às 17h.

Caixa, Itaú, Nubank e outros bancos sofrem instabilidade nesta segunda

Bancos fora do ar em 6 de outubro (imagem: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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Pix Parcelado só deve ser lançado pelo Banco Central em 2026

Logotipo do Pix
Pix Parcelado só deve ser lançado pelo Banco Central em 2026 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Pix Parcelado permitirá dividir pagamentos via Pix, com parcelas podendo ser acrescidas de juros;

  • Banco Central publicará regras ainda em 2025, mas modalidade só deve estrear em 2026;

  • Previsão inicial era de lançamento em setembro de 2025; adiamento ocorreu por causa da complexidade técnica da modalidade.

A previsão inicial dizia que o Pix Parcelado começaria a funcionar em setembro deste ano. Mas já estamos em outubro. Ainda que com atraso, o Banco Central já faz os preparativos finais para lançar a modalidade de modo oficial no Brasil. Mas ela só chega em 2026.

A premissa básica da novidade é permitir que o cidadão obtenha crédito ou realize um financiamento via Pix, mas pague o valor devido em parcelas que podem ser acrescidas de juros.

Por conta disso, o Pix Parcelado deverá ser interessante especialmente para o varejo, pois facilitará a aquisição de bens ou serviços por clientes que não contam com cartão de crédito, por exemplo. Mas a modalidade também poderá ser usada para outras finalidades de crédito, não somente para compras diretas.

De acordo com o Banco Central, o regulamento do Pix Parcelado será divulgado na última semana deste mês de outubro. Em dezembro, o órgão fará a divulgação dos procedimentos operacionais e da padronização da experiência do usuário referentes à modalidade.

Depois disso, as instituições financeiras participantes do Pix terão um prazo, ainda a ser determinado, para se adequarem ao novo regulamento. Isso significa que o Pix Parcelado só deverá ser oferecido à população em 2026, talvez no segundo trimestre do ano.

Algumas instituições financeiras já oferecem serviços que envolvem parcelamento de valores via Pix, a exemplo do Itaú. Enquanto o Pix Parcelado não entrar em vigor, esses serviços poderão continuar sendo ofertados.

Sede do Banco Central, em Brasília
Sede do Banco Central, em Brasília (imagem: Reprodução/Senado Federal)

Por que o Pix Parcelado atrasou?

O Banco Central realizou a edição mais recente do Fórum Pix na semana passada. Durante o evento, o órgão deu a entender que a implementação do Pix Parcelado é mais complexa do que o previsto inicialmente, e isso motivou o adiamento da modalidade.

Os reforços de segurança do sistema financeiro do Brasil que o Banco Central implementou em setembro também contribuíram para o atraso.

Falando em segurança, convém destacar que, desde 1º de outubro, bancos e instituições de pagamento devem oferecer um botão de contestação de Pix em seus aplicativos. A medida visa tornar mais fácil a devolução de valores ao cliente que for vítima comprovada de golpes ou fraudes.

Pix Parcelado só deve ser lançado pelo Banco Central em 2026

Pix, do Banco Central (Imagem: Vitor Pádua / Tecnoblog)

Sede do Banco Central, em Brasília (Imagem: Reprodução/Senado Federal)
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Botão para contestar Pix passa a ser obrigatório; veja como funciona

Mãos segurando um celular com o logotipo do Pix na tela
Pix conta com Mecanismo Especial de Devolução (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A partir de 1º de outubro de 2025, bancos e instituições de pagamento devem oferecer um botão para contestar transações do Pix, automatizando o processo sem interação humana.
  • O prazo para devolução após comprovação de fraude é de até 11 dias após a contestação, com análise do caso em até sete dias pelos bancos envolvidos.
  • O rastreamento de dinheiro obtido em golpes será obrigatório a partir de 2 de fevereiro de 2026, com início facultativo em 23 de novembro de 2025.

Bancos e instituições de pagamento devem passar a oferecer nesta quarta-feira (01/10) um botão para contestar transações do Pix. A norma é obrigatória e faz parte da reforma do Mecanismo Especial de Devolução (MED) do sistema. Caso fique comprovado que se trata de um golpe ou fraude, o valor é devolvido em até 11 dias.

Como funciona o botão para contestar Pix?

O Pix já oferecia formas de questionar e, se for o caso, bloquear pagamentos feitos, mas era necessário passar pelos canais de atendimento das empresas.

Com o novo botão, o processo passa a ser automatizado, sem depender de interação humana. Esse atalho, formalmente chamado de autoatendimento do MED, deve ser criado pelo banco e implementado em seu aplicativo.

Sede do Banco Central, em Brasília
Banco Central anunciou mudanças em agosto de 2025 (imagem: reprodução/Senado Federal)

A ideia é que a contestação aconteça de forma mais ágil, permitindo bloquear com mais rapidez os recursos transferidos indevidamente. Breno Lobo, do Banco Central, explica que, após a contestação, a informação é compartilhada instantaneamente com o banco de quem recebeu o dinheiro, que deverá bloquear os recursos na conta.

Os bancos do cliente que transferiu e do cliente que recebeu têm até sete dias para analisar o caso. Se ficar comprovado que se trata de um golpe, a devolução é feita diretamente para a conta de quem pagou, em até 11 dias, contados a partir da data da contestação.

O Banco Central ressalta que o botão é específico para fraude, golpe ou coerção. Ele não pode ser usado em desacordos comerciais, arrependimento em compras ou erros no envio do Pix.

Pix terá rastreamento do dinheiro obtido em golpes

O botão de contestação é parte das novas regras contra fraudes via Pix. Além dele, os bancos deverão rastrear possíveis caminhos do dinheiro obtido ilegalmente, compartilhando as informações com outras empresas do sistema financeiro envolvidas.

O rastreamento passa a funcionar em 23 de novembro de 2025, de modo facultativo. A partir de 2 de fevereiro de 2026, ele será obrigatório.

Com informações do Banco Central

Botão para contestar Pix passa a ser obrigatório; veja como funciona

Boletos bancários agora podem ser pagos via Pix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Sede do Banco Central, em Brasília (Imagem: Reprodução/Senado Federal)
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ChatGPT terá venda de produtos dentro de conversas

Três telas de celular mostram o recurso de compras no ChatGPT. À esquerda, a conversa exibe o pedido “Can you help me find a great housewarming gift for my friend? maybe something ceramic under 0?” e a resposta sugere opções de jogos de tigelas de cerâmica, com imagens e preços. A tela central mostra um conjunto de cerâmica por US$ 75 no Etsy. À direita, aparece o checkout com endereço, frete grátis e valor total de US$ 81,47.
OpenAI criou protocolo aberto para integrar sistemas de varejo (imagem: divulgação)
Resumo
  • O ChatGPT lança o recurso Instant Checkout nos EUA, em parceria com a Etsy, aceitando Apple Pay, Google Pay e Stripe para compras diretas no chatbot.
  • A OpenAI planeja monetizar o ChatGPT com comissões sobre vendas, sem alterar o preço para o consumidor, visando aumentar a receita e reduzir prejuízos.
  • O Agentic Commerce Protocol permite que mais lojas integrem suas plataformas ao ChatGPT, com o Shopify sendo um dos próximos parceiros esperados.

A OpenAI começou a ativar o Instant Checkout, recurso para fazer compras diretamente do ChatGPT, sem precisar acessar o site de uma loja. Inicialmente, a funcionalidade estará disponível apenas nos Estados Unidos, com o marketplace Etsy como primeiro parceiro.

Com a ferramenta, os usuários poderão pedir para o ChatGPT encontrar produtos específicos, que se encaixem nos critérios desejados. A solicitação pode ser feita em linguagem natural, sem seguir comandos predefinidos.

O ChatGPT, então, seleciona as mercadorias e as apresenta ao usuário. Ele pode escolher o que quer e fechar a compra ali mesmo, sem sair do chatbot.

O Instant Checkout aceita Apple Pay, Google Pay e Stripe, e o cliente também pode digitar as informações do cartão de crédito diretamente na plataforma. Inicialmente, apenas compras com um produto serão aceitas — não dá para colocar vários itens no carrinho, como acontece nos sites. Isso deve mudar futuramente.

A ferramenta vinha sendo testada desde abril de 2025 e pode se tornar relevante para os negócios da OpenAI.

Comércio abre nova fonte de receita para OpenAI

A imagem é uma composição gráfica com dois elementos principais: à esquerda, o CEO da OpenAI, Sam Altman, um homem de cabelo castanho escuro e pele clara, vestindo um suéter verde e falando enquanto gesticula, usando um microfone de lapela. À direita, o logotipo da OpenAI em destaque central, sobre um fundo com tons de verde e formas geométricas. No canto inferior direito, aparece o logotipo do "tecnoblog" em branco.
Sam Altman, CEO da OpenAI, diz que prioriza crescimento e não lucro (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

A OpenAI diz que ficará com uma comissão das vendas feitas por meio de sua plataforma, mas não revelou qual a porcentagem cobrada. O preço para o consumidor será o mesmo via site da loja ou via ChatGPT.

Caso faça sucesso, o Instant Checkout pode ser uma nova forma de monetizar o chatbot. Atualmente, a OpenAI tem prejuízos na casa dos bilhões de dólares — só em 2024, foram US$ 5 bilhões queimados (algo em torno de R$ 26,6 bilhões, na cotação anual). Isso, porém, parece não preocupar o CEO Sam Altman, que prioriza o crescimento da empresa.

Do outro lado, a receita anual recorrente deve passar os US$ 20 bilhões em 2025. Grande parte desse dinheiro vem dos serviços prestados via API e das assinaturas do ChatGPT.

O varejo pode ser um mercado interessante para a empresa. Michelle Fradin, líder de produtos de comércio da OpenAI, diz que mais de 10% dos usuários do ChatGPT têm interesse ou intenção de realizar uma compra.

Além da Etsy, o Shopify deve chegar ao chatbot em breve, e mais empresas poderão se juntar a essa lista: a OpenAI criou um padrão técnico de código aberto para integrar lojas online ao ChatGPT, chamado Agentic Commerce Protocol.

Com informações da OpenAI, CNBC, Axios e Wall Street Journal

ChatGPT terá venda de produtos dentro de conversas

OpenAI criou protocolo aberto para integrar sistemas de varejo (imagem: divulgação)

Sam Altman, CEO da OpenAI, quer nível 5 antes de 2030 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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TikTok Lite: versão leve do app dá recompensas em dinheiro

Imagem com os dizeres "TikTok Lite" e ilustrações que afirmam que é possível ganhar recompensas com o app
Você pode ganhar recompensas com o TikTok Lite (imagem: divulgação)

Todo mundo pode usar o TikTok, até quem tem um celular com pouca memória (menos de 3 GB de RAM), usa um plano de dados muito limitado ou vive em uma região com redes móveis instáveis. Se é o seu caso, saiba que você pode se beneficiar do TikTok Lite, versão compacta e rápida do app do serviço.

Por que usar o TikTok Lite?

O TikTok Lite é leve, mas muito versátil e de uso fácil. Por meio de um aplicativo que tem por volta de 13 MB na Google Play Store, você pode acessar fotos e vídeos dos mais diversos temas, comentar as publicações, seguir seus perfis favoritos, bem como acompanhar transmissões ao vivo (lives) e compartilhar conteúdo com outros usuários.

Imagem com os dizeres "TikTok Lite: espalhe o amor com a sua comunidade"
Com o TikTok Lite você pode compartilhar conteúdo, assistir a lives e muito mais (imagem: reprodução)

Para quem tem um plano de celular com franquia baixa ou mora em uma região em que o sinal de 4G ou 5G é instável, o TikTok Lite também é uma mão na roda: o app é otimizado para ser econômico no tráfego, sendo capaz de reduzir o consumo de dados em até 20%.

E, sim, você também pode usar o TikTok Lite para publicar suas próprias fotos e seus vídeos, inclusive aplicando efeitos (há vários deles) e participando de duetos com outros criadores de conteúdo.

Mas a melhor parte é que o TikTok Lite tem um programa de recompensas válido no Brasil que permite que o participante ganhe até R$ 1.000 por dia!

Imagem com os dizeres "O TikTok Lite está diferente agora. Baixe de novo"
Novo TikTok Lite para Android tem apenas 13 MB (imagem: divulgação)

Como ganhar recompensas no TikTok Lite?

Atenção

Esta campanha é destinada apenas a maiores de idade. Os valores das recompensas podem ser consultados nos detalhes da promoção dentro do aplicativo.

É fácil. você ganha recompensas completando tarefas e convidando outras pessoas para baixarem o TikTok Lite.

Para começar, faça o seguinte:

  1. baixe e instale o TikTok Lite em seu celular;
  2. faça login no aplicativo, se já tiver uma conta no TikTok, ou então siga as orientações na tela para criar uma conta usando seu número de celular ou um e-mail;
  3. comece a navegar pelo app, isto é, a visualizar os vídeos e fotos disponíveis por lá; as tarefas aparecem na sua conta à medida que você usa o TikTok Lite;

As tarefas são simples e divertidas. Entre elas estão check-ins diários, assistir a vídeos e participar de jogos. Todas elas geram recompensas com valores variados.

Recompensas com indicações do TikTok Lite

As indicações conseguem ser tão ou mais interessantes. Para ganhar dinheiro com elas, o passo a passo é este:

  1. entre no TikTok Lite e toque no ícone da caixa de presentes no topo do app;
  2. se você tiver recebido um código de convidado de outra pessoa, informe essa combinação no campo correspondente para ganhar a sua primeira recompensa;
  3. role a tela para encontrar o seu próprio código de convite;
  4. toque em “Convidar” para chamar seus contatos e amigos para baixar o TikTok Lite usando o seu código; a divulgação pode ser feita via redes sociais ou serviços de mensagens instantâneas, por exemplo.
Imagem com os dizeres "TikTok Lite: Quanto mais pessoas você convidar, maiores serão as recompensas"
Ganhe recompensas convidando mais pessoas para usar o TikTok Lite (imagem: divulgação)

Quando uma pessoa usa o seu código e, portanto, aceita o seu convite, tanto ela quanto você ganham R$ 2 assim que o download do TikTok Lite for concluído.

Tem mais: se esse novo usuário continuar usando o TikTok Lite e concluir as tarefas diárias, ambos serão recompensados. Atualmente, cada um pode ganhar até R$ 74 por dia somente com essas atividades.

As recompensas podem ser sacadas por meio de Pix ou transferência bancária, por exemplo. Você também pode usar os valores obtidos para fazer recargas de celular.

Baixe o TikTok Lite e comece agora mesmo

Imagem com os dizeres " 13 MB, descubra a levez da diversão com o TikTok Lite"
Baixe o TikTok Lite agora e aproveite a versatilidade de um app leve (imagem: divulgação)

Não perca tempo! Baixe o TikTok Lite em seu celular Android para curtir e publicar vídeos, compartilhar conteúdo com seus amigos e, claro, ganhar recompensas em dinheiro.

TikTok Lite: versão leve do app dá recompensas em dinheiro

Você pode ganhar recompensas com o TikTok Lite (imagem: divulgação)

Com o TikTok Lite você pode compartilhar conteúdo, assistir a lives e muito mais (imagem: reprodução)

Novo TikTok Lite para Android tem apenas 13 MB (imagem: divulgação)

Baixe o TikTok Lite agora e aproveite a versatilidade de um app leve (imagem: divulgação)
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Pix fora do ar: sistema de pagamentos caiu nesta segunda (29)

Mãos segurando um celular com o logotipo do Pix na tela
Problemas no Pix começaram por volta de 11h (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O Pix teve problemas no fim da manhã desta segunda-feira (29). Relatos de clientes apontavam para uma falha generalizada, que afeta todos os bancos. Por volta das 11h30, o Tecnoblog testou o sistema em pelo menos três instituições diferentes e encontrou mensagens de erro logo no início das transferências. A situação foi normalizada por volta de 12h30.

Em resposta ao Tecnoblog, o Banco Central enviou o seguinte comunicado:

O sistema Pix de pagamentos em tempo real teve uma instabilidade no fim da manhã desta segunda-feira (29/9) por questões técnicas no mecanismo de consulta às chaves. O Banco Central atuou prontamente e a intercorrência já foi sanada.

Problema afetou todos os bancos

Segundo o DownDetector, ferramenta que monitora falhas em serviços online, os problemas no Pix começaram por volta de 11h. O site registrou alta nas reclamações em pelo menos cinco bancos, o que reforça que se trata de um problema nos sistemas do Banco Central e não de uma empresa específica.

Página do DownDetector mostrando gráficos de linha vermelhos, com altas expressivas no final, para Pix, Itaú, Bradesco, Inter, Nubank, Santander e Banco Central
Falha afeta todos os bancos (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Nas redes sociais, como o X, clientes reclamaram de problemas em diversos bancos e até mesmo em sistemas de lojas online, reforçando indícios de que a falha foi disseminada.

é normal esperar 30 min pra chave pix da loja virtual ser gerada? acjo q estou caindo em golpe

— zerpe (@intwthevoid) September 29, 2025

Pix ta fora do ar justo na hora q eu ia pagar um negocio 🤡

— ✧˚ ༘ Maniac pixie dream girl⁷⋆。˚♡ (@cassienessie_) September 29, 2025

Pix fora do ar todos os bancos, passei vergonha no mercado!

— Jéssica 🪐 (@jesslaurien) September 29, 2025

Pix fora do ar: sistema de pagamentos caiu nesta segunda (29)

Boletos bancários agora podem ser pagos via Pix (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Falha afeta todos os bancos (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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