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OpenAI lança loja de aplicativos para ChatGPT

Captura de tela da interface do ChatGPT exibindo a seção ‘Aplicativos (Beta)’. No topo, aparece o título ‘Aplicativos’ e o subtítulo ‘Converse com seus aplicativos favoritos no ChatGPT’, além de um campo ‘Buscar aplicativos’. Um banner em destaque mostra ‘Crie com o Canva – Gere gráficos e designs’, com botão ‘Exibir’. Abaixo, há abas ‘Destaques’, ‘Estilo de vida’ e ‘Produtividade’ e uma lista de apps
Loja do ChatGPT se parece com App Store e Play Store (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
Resumo
  • A OpenAI lançou um diretório de aplicativos dentro do ChatGPT, com nomes como Photoshop, Canva, Figma, Spotify e Uber.
  • Desenvolvedores podem enviar apps criados com o SDK do ChatGPT para revisão e publicação.
  • Aplicativos para ChatGPT devem ser ferramentas específicas que auxiliam em tarefas, recomenda empresa.

A OpenAI liberou, nesta quarta-feira (17/12), um diretório de aplicativos que funcionam dentro do ChatGPT. A loja já oferece nomes famosos, como Photoshop, Canva, Figma, Spotify e Uber, para mencionar apenas alguns. Ela pode ser acessada pela barra lateral do ChatGPT, usando a opção “Aplicativos”, e está disponível na web, no Android e no iOS.

Como é a loja de apps do ChatGPT?

A interface é parecida com a que estamos acostumados na App Store do iPhone ou na Play Store do Android, trazendo um banner com destaques e listas separadas por categorias, como estilo de vida e produtividade.

Na página de cada app, há uma descrição das tarefas que ele pode executar: buscas, pesquisas complexas, sincronização, gravação de dados e experiências interativas. Também há informações sobre uso da memória do ChatGPT e disponibilidade para planos gratuitos ou pagos do serviço.

Captura de tela da página do aplicativo ‘Adobe Photoshop’ dentro da seção ‘Aplicativos’ do ChatGPT. No topo, aparecem o ícone ‘Ps’, o título ‘Adobe Photoshop’, a descrição ‘Edit, stylize, refine images’ e um botão ‘Conectar’. Abaixo, três cartões ilustram exemplos de uso, com textos como ‘@Adobe Photoshop blur the background’ e ‘apply an artistic effect’, mostrando fotos editadas. Mais abaixo, há um texto explicativo sobre edição de imagens no ChatGPT e uma seção ‘Informação’, com dados como ‘Categoria: Design’, ‘Capacidades: Interativo’ e ‘Versão: 1.0.0’.
Página de app inclui descrição das capacidades (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Como nota o Verge, o ChatGPT já contava com “conectores”, que acessavam dados do usuário em outros serviços. Agora, a OpenAI vai chamá-los de aplicativos também, mas o funcionamento continua igual.

OpenAI abre SDK para devs

A OpenAI anunciou que o ChatGPT teria aplicativos em outubro de 2025. Inicialmente, apenas empresas que participaram de um programa piloto puderam lançar seus apps: Booking.com, Canva, Coursera, Figma, Expedia, Spotify e Zillow.

Agora, desenvolvedores podem ter acesso ao SDK do chatbot e, com isso, enviar seus apps para revisão e publicação no diretório.

A OpenAI mantém diretrizes e guias sobre como os aplicativos para o robô devem ser programados. A empresa nota, por exemplo, que os usuários não vão abrir um app no ChatGPT como fariam em um smartphone. Em vez disso, o modelo pode sugerir a abertura durante uma conversa.

“Nesse mundo, os melhores apps aparentam ser surpreendentemente pequenos quando vistos de fora. Eles não tentam recriar o produto inteiro”, escreve a empresa.

A recomendação é se concentrar em coisas específicas que podem ajudar a inteligência artificial e o usuário a cumprir tarefas desejadas. “Um aplicativo ChatGPT é um conjunto de ferramentas bem definidas que podem executar tarefas, acionar interações ou acessar dados”, explica a OpenAI.

Com informações do Verge e do Engadget

OpenAI lança loja de aplicativos para ChatGPT

Loja do ChatGPT se parece com App Store e Play Store (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)

Página de app inclui descrição das capacidades (imagem: Giovanni Santa Rosa/Tecnoblog)
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Microsoft quer simplificar menus de contexto de apps do Windows 11

Notebook com Windows 11 e Menu Iniciar aberto (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Menu de contexto é reclamação antiga de usuários (ilustração: Guilherme Reis/Tecnoblog)
Resumo
  • A Microsoft está desenvolvendo o controle SplitMenuFlyoutItem no WinUI 3 para simplificar menus de contexto de apps do Windows 11, agrupando itens padrão e secundários.
  • A mudança permitirá que desenvolvedores personalizem menus, reduzindo opções desnecessárias.
  • A adoção na interface gráfica do Windows 11 não tem data definida.

A Microsoft está trabalhando para que os menus de contexto de apps do Windows 11 não fiquem com uma lista tão longa de itens — uma reclamação antiga dos usuários do sistema operacional. Desenvolvedores poderão agrupar e personalizar opções, dependendo da situação.

A novidade foi apresentada pela Microsoft em uma chamada de vídeo das equipes WinUI e Windows App SDK, voltada a desenvolvedores de programas do Windows que usam essas ferramentas. E caso você não saiba, menu de contexto é aquele que aparece quando você clica com o botão direito do mouse.

Segundo a empresa, o problema está no controle MenuFlyoutItem do SDK: ele não permite separar ações, o que leva os menus de contexto a ficarem cada vez mais longos. Além disso, a lista de opções não pode ser adaptada, fazendo com que os usuários vejam itens desnecessários.

A solução proposta é um novo controle, chamado SplitMenuFlyoutItem. Com ele, será possível agrupar itens padrão, que ficarão acessíveis no menu principal, e itens secundários, que passarão a aparecer ao lado, como opções extras de uma ação.

Captura de tela mostrando um exemplo de código XAML à esquerda e o resultado visual à direita. O código destaca o uso de “SplitMenuFlyoutItem” para criar um item de menu chamado “Action 1” com opções secundárias “Action 2” e “Action 3”. À direita, aparece um menu no Windows exibindo “Item 1”, “Item 2” e “Action 1”, com um submenu lateral. No topo, há uma pequena janela de chamada com um desenvolvedor usando headset.
Novo código permite definir ação principal e itens secundários (imagem: reprodução/Microsoft)

Como serão os novos menus de contexto?

No exemplo dado pela Microsoft, um menu de 15 itens é reduzido a nove. Opções padrão continuam na lista, enquanto ações mais específicas são “rebaixadas” a menus secundários.

Os itens padrão “Abrir com Fotos”, “Editar com Fotos”, “Compartilhar com telefone” e “Copiar” passam a ter uma seta à direita, que esconde ações mais detalhadas.

No submenu ao lado de “Abrir com Fotos”, há as opções mais específicas, que podem não ser tão relevantes para o usuário: “Paint”, “Paint3D”, “Ferramenta de Captura”, “Pesquisar na Microsoft Store” e “Escolher outro app”. Elas aparecem assim que o cursor do mouse para sobre a ação padrão.

Comparação entre dois menus de contexto do Windows. À esquerda, o menu antigo exibe uma lista longa de opções, incluindo “Open with Photos”. À direita, o novo modelo mostra “Open with Photos” como item principal, com um submenu lateral agrupando opções como “Paint”, “Paint 3D” e “Snipping Tool”, reduzindo o tamanho da lista.
Com novos controles, opções menos usadas podem ficar “escondidas” sob ações padrão (imagem: reprodução/Microsoft)

As opções padrão e opções secundárias poderão variar de acordo com o contexto, como o tipo de arquivo selecionado, por exemplo.

Quando os novos menus chegam?

Por enquanto, a nova solução não está disponível para usuários comuns, nem mesmo para testes.

A Microsoft detalhou a API no repositório do WinUI no GitHub, permitindo que os desenvolvedores façam experimentos com os novos parâmetros. Mesmo assim, não há previsão de lançamento oficial, e quando isso ocorrer, os devs independentes precisarão implementar o novo código em seus produtos, o que deve demorar ainda mais.

Outra questão diz respeito ao que a própria Microsoft vai fazer. Como a novidade foi apresentada no SDK voltado a desenvolvedores independentes, não se sabe quando ela será adotada para a interface gráfica do Windows 11 em si, em itens como área de trabalho, barra de tarefas e menu Iniciar.

Com informações do Windows Latest

Microsoft quer simplificar menus de contexto de apps do Windows 11

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Novos controles permitirão reduzir número de itens e agrupar ações menos relevantes, mas ainda não há previsão de lançamento

Notebook com Windows 11 e Menu Iniciar aberto (imagem: Guilherme Reis/Tecnoblog)

Novo código permite definir ação principal e itens secundários (imagem: reprodução/Microsoft)

Com novos controles, opções menos usadas podem ficar "escondidas" sob ações padrão (imagem: reprodução/Microsoft)
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