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Funcionários da Amazon fazem “tokenmaxxing” para driblar meta de uso de IA

Ilustração de inteligência artificial, com um rosto gerado por computador
Uso de IA nas empresas pode dar prejuízo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Funcionários da Amazon estão fazendo “tokenmaxxing” para atingir metas de uso de IA.
  • A Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw para automatizar tarefas com IA e estabeleceu metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos desenvolvedores.
  • A empresa teria afirmad que as estatísticas não seriam usadas em avaliações, mas os trabalhadores continuam sob pressão para usar as ferramentas.

Funcionários da Amazon estão automatizando tarefas não essenciais de seu trabalho para elevar os indicadores de uso de inteligência artificial e cumprir as metas semanais de adoção da tecnologia. A técnica de gastar tokens de IA desnecessariamente ganhou até apelido: “tokenmaxxing”.

As informações são do Financial Times, que falou com três pessoas familiarizadas com o assunto. De acordo com a publicação, a Amazon implementou uma ferramenta chamada MeshClaw, que permite criar agentes de IA e conectá-los aos softwares da companhia. Assim, eles poderiam executar tarefas de maneira automática.

Não foi só isso: a companhia também colocou metas semanais de uso de IA para mais de 80% dos seus desenvolvedores, acompanhando o uso de tokens de cada um deles.

“Tokenmaxxing” para impressionar o chefe

Ilustração com várias caixas
Amazon teria implementado metas de uso de IA para 80% dos desenvolvedores (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Segundo a reportagem, a Amazon divulgava as estatísticas de uso de IA pelos times para todos os funcionários, mas passou a limitar as informações apenas para os próprios funcionários e para os chefes.

Os líderes estariam sendo desencorajados a usar o uso de tokens como métrica de desempenho. A empresa também teria dito aos empregados que as estatísticas não seriam usadas em avaliações. Os trabalhadores, porém, não parecem ter confiado muito.

“Quando eles monitoram o uso, criam incentivos distorcidos, e algumas pessoas são muito competitivas”, disse um dos funcionários ouvidos pelo Financial Times em condição de anonimato.

“Há muita pressão para usar essas ferramentas. Algumas pessoas estão usando o MeshClaw apenas para maximizar a contagem de tokens”, afirmou outro trabalhador.

Procurada pelo Financial Times, a Amazon afirmou que a ferramenta permite automatizar tarefas diárias repetitivas e é um exemplo de empoderamento de equipes através da adoção de IA.

Adoção de IA vira dor de cabeça

Como nota a publicação, empresas do Vale do Silício estão cobrando que seus empregados usem IA como forma de justificar os investimentos em infraestrutura e mostrar métricas de adoção das ferramentas.

Jensen Huang, CEO da Nvidia, declarou recentemente que ficaria alarmado se um engenheiro que ganha US$ 500 mil por ano não estivesse gastando US$ 250 mil por ano em tokens. Ele não é a pessoa mais isenta para falar disso, já que, quanto maior a demanda por IA, mais a Nvidia vende GPUs.

Isso, porém, pode representar custos altos sem retorno — e algumas companhias já perceberam que só cobrar o uso de IA não resolve. A Zapier, por exemplo, monitora o gasto de tokens para encontrar padrões e discrepâncias: quem usa muito pode estar recorrendo à IA de forma ineficiente ou ter descoberto novas formas de fazer seu trabalho.

Com informações do Financial Times e do Tom’s Hardware

Funcionários da Amazon fazem “tokenmaxxing” para driblar meta de uso de IA

(ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Amazon (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Jogadores estão “completamente errados”, diz CEO da Nvidia sobre o DLSS 5

Jensen Huang é CEO da Nvidia (imagem: divulgação)
Resumo
  • CEO da Nvidia, Jensen Huang, defendeu o DLSS 5, afirmando que a tecnologia de IA mantém o controle artístico com os desenvolvedores.
  • O DLSS 5 utiliza IA generativa para criar visuais fotorrealistas em tempo real nos jogos, capturando vetores de cor e movimento e inserindo iluminação.
  • A tecnologia será implementada via Nvidia Streamline, com suporte de desenvolvedoras como Bethesda e Ubisoft.

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou que os jogadores estão “completamente errados” em relação ao recém-anunciado DLSS 5. A declaração do executivo ocorreu durante uma sessão de perguntas e respostas com a imprensa na conferência GTC 2026.

Huang defendeu a nova tecnologia gráfica da empresa contra queixas de parte da comunidade gamer, que afirma que o uso de inteligência artificial generativa pode padronizar e eliminar a identidade visual dos videogames.

“Estão completamente errados”

Ao Tom’s Hardware, Jensen Huang minimizou o impacto das reações negativas de gamers e entusiastas ao anúncio. “Bem, em primeiro lugar, eles estão completamente errados”, afirmou o CEO.

Huang afirma que há um mal-entendido técnico sobre o funcionamento da tecnologia. Segundo o executivo, o DLSS 5 não opera como um filtro de imagem de smartphone que sobrepõe e ignora a direção de arte original.

“O motivo é que o DLSS 5 combina o controle da geometria, das texturas e de todos os aspectos do jogo com inteligência artificial generativa”, detalhou. “Não é pós-processamento em nível de quadro, é controle generativo em nível de geometria”.

O CEO reforçou que os criadores mantêm controle direto e total sobre o resultado final. Segundo ele, os desenvolvedores podem ajustar os parâmetros da IA para que ela obedeça a estilos variados, seja para criar gráficos no formato de desenho animado ou para simular texturas específicas, como vidro.

A implementação da tecnologia pelas produtoras ocorrerá por meio da plataforma Nvidia Streamline, que já é padronizada na indústria. Gigantes do setor como Bethesda, Capcom e Ubisoft confirmaram suporte ao projeto.

A previsão de lançamento global do DLSS 5 é para a primavera brasileira (entre setembro e dezembro), com integração confirmada em jogos como Starfield, Assassin’s Creed Shadows, Hogwarts Legacy e Resident Evil Requiem.

Durante o evento, Huang classificou a chegada do sistema como o “momento GPT para os gráficos”, sinalizando ambições ainda maiores para o uso da tecnologia em outros setores da indústria no futuro.

Como o DLSS 5 muda os gráficos dos jogos?

O Deep Learning Super Sampling (ou DLSS) é uma tecnologia proprietária da Nvidia conhecida por utilizar IA para aumentar a resolução e a taxa de quadros dos jogos, exigindo menos poder de processamento nativo da placa de vídeo. Desde a primeira versão, lançada em 2019, o mecanismo usa IA. Contudo, o DLSS 5 estabelece uma mudança nessa dinâmica.

Em vez de focar apenas na geração de quadros extras, a nova versão utiliza modelos de IA generativa combinados a dados de gráficos 3D originais para construir visuais fotorrealistas em tempo real.

captura de tela durante uma transição de uma personagem em Hogwarts Legacy com DLSS 5 ligado e desligado
Gamers questionam perda de identidade de jogos com nova ferramenta (imagem: reprodução/Nvidia)

Segundo os detalhes divulgados pela Nvidia, o sistema funciona da seguinte forma:

  • Captura os vetores de cor e movimento de cada quadro gerado pelo jogo;
  • Identifica elementos complexos da cena (como tecidos, fios de cabelo e peles translúcidas);
  • Insere iluminação complexa e materiais avançados com base nessas informações.

Na prática, a IA calcula desde a dispersão da luminosidade sob a pele humana até o reflexo em roupas sob diferentes condições climáticas.

Apesar do salto tecnológico, a recepção pública inicial não foi favorável. Nas redes sociais, parte da comunidade passou a classificar os resultados da ferramenta de forma pejorativa como AI slop (uma espécie de “lixo gerado por IA”).

A principal queixa é de que o DLSS 5 impõe um padrão estético genérico da Nvidia, diluindo o estilo artístico concebido pelos estúdios. A polêmica ganhou força após imagens comparativas mostrarem os rostos modificados de personagens como Grace Ashcroft e Leon Kennedy, do recém-lançado Resident Evil Requiem.

Jogadores estão “completamente errados”, diz CEO da Nvidia sobre o DLSS 5

(imagem: reprodução/Nvidia)
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Nvidia sinaliza que não investirá mais na OpenAI e Anthropic

Jensen Huang, CEO da Nvidia
Jensen Huang, CEO da Nvidia, recua de megacordo com a OpenAI (imagem: divulgação/Nvidia)
Resumo
  • O CEO da Nvidia, Jensen Huang, revelou que a fabricante de chips não deve fazer novos aportes na OpenAI e Anthropic.
  • Segundo o executivo, a justificativa é apenas financeira, ligada ao plano de abertura de capital das duas startups.
  • Decisão ocorre após questionamentos do mercado sobre acordos circulares entre Nvidia e OpenAI e atritos com a Anthropic.

O CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou durante conferência do Morgan Stanley, em São Francisco (EUA), que a fabricante de chips não pretende realizar novos aportes na OpenAI e na Anthropic.

Segundo o executivo, a decisão está ligada aos planos das duas startups de inteligência artificial de abrir capital (IPO) ainda este ano, o que encerra a janela para investidores privados.

O recuo esfria meses de expectativas do mercado sobre a concretização de rodadas históricas de financiamento lideradas pela gigante dos chips.

Por que a Nvidia desistiu do megacordo com a OpenAI?

A justificativa oficial da companhia é financeira. “O motivo é que eles vão abrir o capital”, resumiu Huang no evento. Informações da Reuters já indicavam que a criadora do ChatGPT estrutura uma oferta pública capaz de avaliá-la em até US$ 1 trilhão. Com o IPO no radar, a Nvidia abandonou o plano inicial de injetar US$ 100 bilhões na parceira, optando por um aporte final de US$ 30 bilhões.

Apesar da declaração de Huang, outro fator pode estar em jogo: o risco dos chamados “acordos circulares”, segundo o Financial Times. O mercado via com desconfiança a dinâmica em que a Nvidia investiria bilhões na OpenAI para que a startup usasse o mesmo dinheiro comprando chips da própria fabricante, um movimento que poderia inflar o setor artificialmente.

Crise com a Anthropic

A relação da Nvidia com a Anthropic, na qual investiu US$ 10 bilhões no ano passado ao lado da Microsoft, também teria chegado ao limite. O distanciamento acontece em um cenário geopolítico tenso: o clima pesou em janeiro, quando o CEO da Anthropic, Dario Amodei, comparou a venda de chips americanos de IA para a China à “venda de armas nucleares para a Coreia do Norte” durante o Fórum de Davos — uma indireta clara à Nvidia.

O racha definitivo veio nesta semana. O governo Trump proibiu agências federais de usarem a tecnologia da Anthropic, pois a startup se recusou a liberar seus modelos para o desenvolvimento de armas autônomas e vigilância. Ironicamente, o boicote governamental impulsionou a Anthropic junto aos usuários: em 24 horas, seu chatbot Claude ultrapassou o ChatGPT na App Store dos EUA, segundo a Sensor Tower.

O CEO da OpenAI, Sam Altman, tem uma apresentação marcada para o mesmo evento do Morgan Stanley nesta quinta-feira (05/03), onde deverá responder a questionamentos sobre infraestrutura e o IPO trilionário.

Nvidia sinaliza que não investirá mais na OpenAI e Anthropic

Jensen Huang, CEO da Nvidia (imagem: divulgação/Nvidia)
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Jensen Huang critica “negatividade” em torno da IA

Jensen Huang, CEO da Nvidia, durante participação no podcast No Prior
Jensen Huang, CEO da Nvidia, criticou o discurso em torno da IA (imagem: reprodução/YouTube)
Resumo
  • O CEO da Nvidia, Jensen Huang, criticou a “narrativa apocalíptica” sobre IA, afirmando que ela prejudica investimentos e políticas públicas.
  • Huang argumenta que a ênfase em cenários catastróficos causa danos ao debate público e ao desenvolvimento tecnológico.
  • Ele também criticou empresas que pedem mais regulação governamental, sugerindo que essas iniciativas nem sempre visam o interesse público.

A inteligência artificial generativa ocupa o centro de debates públicos atuais. Na maioria das vezes, com críticas, envoltas por desconfiança e pessimismo. Para o CEO da Nvidia, Jensen Huang, esse tipo de narrativa não tem contribuído positivamente para a sociedade.

No podcast No Priors, Huang afirmou que uma de suas principais reflexões de 2025 foi justamente a disputa de narrativas em torno da IA. De um lado, estão aqueles que veem a tecnologia como um fator de progresso; do outro, os que acreditam que ela pode degradar ou até destruir estruturas sociais.

Segundo o CEO, reduzir o debate a extremos é um erro, mas a ênfase exagerada em cenários catastróficos teriam causado efeitos negativos concretos.

Narrativa de ficção científica

O executivo reconheceu que é simplista descartar completamente as preocupações levantadas por críticos da IA. Ainda assim, afirmou que algumas posições vêm causando danos ao debate público e ao próprio desenvolvimento tecnológico.

“Eu acho que causamos muitos danos com pessoas muito respeitadas que pintaram uma narrativa apocalíptica, de fim do mundo, de ficção científica”.

– Jensen Huang, CEO da Nvidia

Em seguida, reforçou:

“E eu entendo que muitos de nós crescemos gostando de ficção científica, mas isso não é útil. Não é útil para as pessoas. Não é útil para a indústria. Não é útil para a sociedade. Não é útil para os governos”.

Jensen Huang, CEO da Nvidia

Huang não citou nomes diretamente, mas já entrou em conflito público com executivos que defendem alertas mais severos sobre os impactos da IA.

Em 2024, por exemplo, discordou abertamente de declarações do CEO da Anthropic, Dario Amodei, que estimou que a IA poderia eliminar cerca de metade dos empregos administrativos de nível inicial em poucos anos.

Excesso de mensagens negativas?

Uma ilustração digital de um perfil de cabeça humana, formada por linhas e pontos luminosos azuis que simulam uma rede neural ou mapeamento digital. Ao lado direito, em letras brancas, a sigla "AI" (Inteligência Artificial). O fundo é escuro com leves pontos de luz. No canto inferior direito, o logo "tecnoblog".
Huang vê prejuízos no discurso apocalíptico em torno da IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Durante o podcast, Huang também criticou empresas que pedem mais regulação governamental para a IA, sugerindo que essas iniciativas nem sempre colocam o interesse público em primeiro lugar. Segundo ele, quando companhias recorrem ao Estado para limitar a tecnologia, há conflitos de motivação.

“As intenções deles são profundamente conflitantes e claramente não estão totalmente alinhadas com o melhor interesse da sociedade. Eles são CEOs e estão, obviamente, defendendo a si mesmos”, afirmou.

O chefe da Nvidia também argumentou que o excesso de mensagens negativas pode acabar criando as próprias consequências que os críticos temem.

“Quando 90% da mensagem gira em torno do fim do mundo e do pessimismo, estamos assustando as pessoas a ponto de afastá-las de investir em IA — investimentos que tornariam a tecnologia mais segura, mais funcional, mais produtiva e mais útil para a sociedade”.

– Jensen Huang, CEO da Nvidia

Jensen Huang critica “negatividade” em torno da IA

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CEO da Nvidia afirma que "narrativa apocalíptica" sobre inteligência artificial prejudica investimentos, políticas públicas e avanço tecnológico.

Jensen Huang, CEO da Nvidia, durante participação no podcast No Prior (Imagem: Reprodução/YouTube)

Cloudflare declara guerra a bots de IA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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Transmissão falsa da Nvidia engana milhares de pessoas

Imagem mostra o CEO da Nvidia, Jensen Huang, de jaqueta de couro preta em uma transmissão
Transmissão falsa foi ao ar simultaneamente ao evento oficial (imagem: reprodução/YouTube)
Resumo
  • Uma transmissão falsa no YouTube exibiu o CEO da Nvidia, Jensen Huang, promovendo criptomoedas.
  • O golpe usou deepfake para enganar espectadores, incentivando o envio de criptomoedas via QR code, enquanto o evento oficial da Nvidia acontecia.
  • A live chegou a atingir cerca de 100 mil espectadores simultâneos e depois foi removida pela plataforma.

Milhares de pessoas foram enganadas por uma transmissão falsa da Nvidia no YouTube. A live exibiu um deepfake do CEO Jensen Huang, que falava sobre investimentos em criptomoedas — tudo enquanto o verdadeiro evento da empresa, a GPU Technology Conference (GTC), acontecia ao vivo em Washington (EUA).

A fraude foi transmitida por um canal que se apresentava como Nvidia Live, e chegou a ter cerca de 100 mil espectadores simultâneos, superando a audiência da conferência oficial, que no mesmo horário registrava pouco mais de 20 mil pessoas, segundo o site PC Gamer.

Como a transmissão falsa foi feita?

O vídeo exibia o avatar de Huang, que afirmava adiar o motivo da conferência para “promover um evento de adoção em massa de criptomoedas que se conecta diretamente à missão da Nvidia de acelerar o progresso humano”.

O deepfake também incentivava o público a escanear um QR code na tela e enviar criptomoedas para participar da suposta iniciativa. Não há informações sobre a quantidade de possíveis vítimas desse golpe.

The stream is still up with nearly 100,000 viewers. What is YouTube doing? pic.twitter.com/4uReZrTkFD

— Semiconductor News by Dylan Martin (@DylanOnChips) October 28, 2025

O editor da revista CRN, Dylan Martin, relatou no X que, no auge da confusão, a falsa transmissão chegou a ter cinco vezes mais espectadores do que o canal oficial da Nvidia.

O golpe foi facilitado pela grande quantidade de vídeos públicos de Jensen Huang — o executivo apresentou quatro conferências GTC só neste ano —, o que torna mais fácil criar deepfakes realistas, como lembra o Engadget.

Fraude ocorre enquanto ações da Nvidia disparam

Imagem mostra uma placa de vídeo da Nvidia, com o logo da empresa centralizado. O fundo da imagem é verde e, na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Empresa de chips se tornou a mais valiosa do mundo (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

O episódio aconteceu no momento em que a Nvidia se torna a empresa mais valiosa do planeta, ultrapassando a marca de US$ 5 trilhões em valor de mercado após alta de mais de 4% nas ações. O crescimento está fortemente ligado ao avanço da inteligência artificial — ironicamente, a mesma tecnologia usada no golpe.

Embora a Nvidia desenvolva ferramentas de detecção de deepfakes em parceria com startups, especialistas acreditam que episódios como esse devem se tornar mais frequentes. Vale lembrar que a OpenAI lançou neste mês o Sora, aplicativo capaz de transformar textos ou imagens em vídeos realistas — e que já exigiu a criação de novos mecanismos de segurança.

Transmissão falsa da Nvidia engana milhares de pessoas

Nvidia transmissão falsa (imagem: reprodução/YouTube)

Placa de vídeo Nvidia (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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