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SpaceX faz IPO e Elon Musk se torna o primeiro trilionário do mundo

Elon Musk
O agora trilionário Elon Musk (imagem ilustrativa: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • SpaceX realizou sua oferta inicial de ações (IPO) na Nasdaq, com preço inicial de US$ 135 por ação, mas alcançando valorização de mais de 25%;
  • com IPO, patrimônio líquido de Elon Musk aumentou, tornando-o o primeiro trilionário do mundo, com fortuna estimada em US$ 1,2 trilhão;
  • estreia da SpaceX na bolsa ocorreu nesta sexta-feira sob o código SPCX, com negociações começando às 10h30 (horário de Brasília).

Nesta sexta-feira (12/06), a SpaceX fez sua oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos, ou seja, estreou na bolsa de valores (no caso, a Nasdaq). Com esse movimento, Elon Musk, na condição de fundador, CEO e acionista da companhia, tornou-se o primeiro trilionário do mundo.

A IPO foi feita com uma precificação inicial de US$ 135 por ação, mas cada papel alcançou um valor de US$ 150 logo após as negociações começarem. Em dado momento, as ações da SpaceX chegaram a valer US$ 168,7 cada.

Como Musk já detinha 4,8 bilhões de ações da SpaceX (42% da empresa), além de outros US$ 350 milhões em opções exercíveis, os seus papéis também se valorizaram com a IPO. Com isso, o seu patrimônio líquido aumentou em US$ 192 bilhões em questão de horas, quando o total superou o valor de US$ 1 trilhão.

No momento em que esta notícia foi publicada, a fortuna de Elon Musk era estimada em US$ 1,2 trilhão, nos cálculos da Forbes. As estimativas incluem as ações que o empresário possui de outras companhias, como a Tesla.

Antes de tudo isso, Elon Musk já ostentava o título de pessoa mais rica do mundo. Agora, ele não só carrega a marca de primeiro trilionário da história como também o faz tendo uma fortuna que supera a soma dos patrimônios dos bilionários que aparecem nas quatro posições seguintes da lista dos mais ricos (ainda de acordo com a Forbes):

  1. Elon Musk (Tesla, SpaceX): US$ 1,2 trilhão
  2. Larry Page (Google): US$ 296,5 bilhões
  3. Sergey Brin (Google): US$ 273,5 bilhões
  4. Jeff Bezos (Amazon): US$ 247,6 bilhões
  5. Larry Ellison (Oracle): US$ 230,4 bilhões
ilustração sobre a Space X e Elon Musk
SpaceX faz IPO e Elon Musk se torna o primeiro trilionário do mundo (imagem ilustrativa: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Como foi a estreia da SpaceX na bolsa?

A SpaceX estreou na Nasdaq sob o código SPCX. As negociações começaram por volta das 10h30 de hoje, de acordo com o horário de Brasília.

O preço de estreia foi definido em US$ 135, como já informado, mas houve valorização de mais de 25% já nas primeiras horas de negociação. Quando esta nota foi publicada, cada ação da SpaceX valia US$ 171.

Saiba mais sobre as operações da SpaceX e a trajetória de Elon Musk.

SpaceX faz IPO e Elon Musk se torna o primeiro trilionário do mundo

Elon Musk (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Saiba como a SpaceX e Elon Musk revolucionaram a indústria aeroespacial com os foguetes reutilizáveis (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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IPO: OpenAI se prepara para negociar ações na bolsa

A imagem é uma composição gráfica com dois elementos principais: à esquerda, o CEO da OpenAI, Sam Altman, um homem de cabelo castanho escuro e pele clara, vestindo um suéter verde e falando enquanto gesticula, usando um microfone de lapela. À direita, o logotipo da OpenAI em destaque central, sobre um fundo com tons de verde e formas geométricas. No canto inferior direito, aparece o logotipo do "tecnoblog" em branco.
Sam Altman, CEO da OpenAI (imagem ilustrativa: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • OpenAI enviou documentação inicial à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) para sua oferta inicial de ações (IPO);
  • estreia na bolsa da OpenAI ainda não foi marcada, mas analistas preveem que pode ocorrer até setembro deste ano;
  • OpenAI espera ser avaliada em um valor equivalente ao da Anthropic, de aproximadamente US$ 1 trilhão.

A OpenAI, organização que está por trás do ChatGPT, iniciou a semana se preparando para realizar uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) nos Estados Unidos. Com esse movimento, a OpenAI segue os passos da rival Anthropic, que executou o mesmo procedimento no começo do mês.

Uma IPO consiste em um processo no qual uma empresa até então com capital fechado passa a negociar as suas ações em uma bolsa de valores. No caso da OpenAI, provavelmente, as ações serão negociadas na Nasdaq, embora isso ainda não tenha sido decidido.

Note, com isso, que a organização ainda não é uma companhia de capital aberto, ou seja, os seus papéis ainda não estão sendo comercializados. O que a OpenAI fez foi submeter, na segunda-feira (08/06), uma documentação inicial à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC, na sigla em inglês) para que a IPO ocorra em algum momento.

Quando? Essa decisão também não foi tomada. Na prática, a documentação que a OpenAI enviou à SEC serve para que a organização prepare o caminho para que a IPO seja realizada no momento mais apropriado, como a seguinte nota oficial deixa claro:

Recentemente, submetemos um formulário S-1 confidencial [à SEC]. Prevemos que ele vaze, por isso estamos apenas anunciando isso. Ainda não definimos um cronograma; pode demorar um pouco [para a IPO], pois há coisas que queremos fazer que provavelmente serão mais fáceis como empresa privada [ainda sem capital aberto].

OpenAI

Close-up da tela de um smartphone exibindo o logo e o nome do aplicativo ChatGPT, com um teclado de computador desfocado ao fundo.
Dona do ChatGPT espera ser avaliada em cerca de US$ 1 trilhão (imagem ilustrativa: reprodução/Focal Foto)

IPO da OpenAI pode não demorar por causa da Anthropic

Apesar de ainda não ter definido uma data para a sua IPO, é possível que a OpenAI não demore para tomar essa decisão. Isso porque os rivais avançam em ritmo acelerado. Basta levarmos em conta que a Anthropic, que controla os sistemas de IA Claude, submeteu a mesma documentação S-1 à SEC em 1º de junho de 2026.

Atualmente, a Anthropic tem valor de mercado de aproximadamente US$ 1 trilhão (R$ 5,2 trilhões, na conversão direta). De acordo com a Reuters, a OpenAI espera ser avaliada em um montante equivalente quando estrear na bolsa. Alguns analistas preveem que essa estreia deve ocorrer até setembro deste ano.

Esperemos pelos próximos capítulos.

IPO: OpenAI se prepara para negociar ações na bolsa

Sam Altman, CEO da OpenAI, quer nível 5 antes de 2030 (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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WWDC 2026: como assistir ao evento da Apple ao vivo

Evento da Apple começa hoje (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • A WWDC 2026 ocorre de 8 a 12 de junho, com transmissão ao vivo pelo YouTube e site da Apple a partir das 14h.
  • O evento principal deve destacar o iOS 27, com nova interface e integração com a Siri.
  • A assistente, inclusive, deve ser revelada em novo formato, com recursos potencializados por inteligência artificial.

A WWDC (Worldwide Developers Conference) começa nesta segunda-feira (08/06). Esse é o principal evento de desenvolvedores de software da Apple no calendário e quando a Maçã apresenta ao mundo suas atualizações para sistemas operacionais.

Este ano, o evento vai até o dia 12 de junho e tem como destaque o iOS 27, que deve ganhar uma nova interface e ainda mais integração com a Siri. O grande anúncio, aliás, deve girar em torno da assistente, que pode finalmente ter sua nova versão potencializada com IA revelada.

A abertura da WWDC acontece às 14h, com o Keynote, a principal parte do evento. Você pode assistir ao vivo tanto pelo site da Apple quanto no YouTube, pelo canal da Maçã.

Assista ao vivo a abertura da WWDC 2026

Para quem quiser assistir pelo site da Apple, também é possível incluir o evento na sua agenda para receber notificações e não perder a transmissão.

Vale lembrar que, pouco depois, às 17h, há outra apresentação com mais detalhes sobre apps e games disponíveis para iOS, a chamada Platforms State of the Union. Também é possível adicioná-lo à agenda.

Para os mais curiosos, também ficam disponíveis vídeos com mais detalhes sobre as novidades pelo Apple Developer App, disponível na App Store. Para baixar, basta procurar seu nome na loja de aplicativos do iPhone ou iPad e acessar os conteúdos disponibilizados por lá.

Principais novidades da WWDC 2026

Além do iOS 27 e sua integração ainda maior com a Siri, outras mudanças são aguardadas no ecossistema da Maçã. Rumores e vazamentos recentes apontam para uma repaginação no app de câmera dos iPhones, trazendo inclusive um Modo Siri, assim como novidades para a Apple Wallet.

Outros sistemas operacionais da empresa também têm mudanças aguardadas. Você confere esses e outros rumores em detalhes na nossa matéria.

WWDC 2026: como assistir ao evento da Apple ao vivo

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Conferência de desenvolvedores começa hoje (08/06) e traz novidades dos softwares da Apple. Evento pode finalmente revelar nova versão da Siri com IA.

WWDC26, evento da Apple (imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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O que é Duolingo? Conheça o aplicativo que oferece cursos de idiomas

Ilustração do app Duolingo no celular
Duolingo é conhecido pelos cursos de idiomas, mas também ensina xadrez e até matemática (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Duolingo é uma plataforma de aprendizado online, que oferece cursos de idiomas e outros campos de estudo. O serviço está disponível na versão web ou como aplicativo para Android, iOS e Windows.

O funcionamento do Duolingo se baseia em lições e no progresso gradual, de acordo com o nível de conhecimento do usuário. Também há um sistema de liga e divisões semanal, que estimula uma competição saudável entre a comunidade.

Todos os cursos do Duolingo são oferecidos de maneira gratuita. No entanto, há planos pagos para remover anúncios e conseguir recursos adicionais, além de microtransações dentro da plataforma.

A seguir, saiba o que é o Duolingo, entenda sobre o seu funcionamento, e confira os principais recursos do serviço.

O que é Duolingo?

O Duolingo é uma plataforma que oferece cursos online, com foco no aprendizado de idiomas. Trata-se de um serviço com modelo gamificado, que busca estimular o estudo de usuários de uma forma dinâmica.

O que significa Duolingo?

O termo “Duolingo” significa “dois idiomas”, segundo a própria empresa. O significado vai de encontro com a proposta do Duolingo de ensinar outro idioma (diferente do idioma nativo) ao usuário.

Para que serve o Duolingo?

O Duolingo tem a função de atuar como uma plataforma gratuita de aprendizado online, oferecendo cursos gamificados e com diferentes níveis de conhecimento.

Essencialmente, o Duolingo costuma atender a usuários que querem aprender um novo idioma — e o próprio nome do serviço faz jus a isso. Mas o app também oferece cursos de matemática, música e até xadrez.

Como funciona o Duolingo

Para começar a usar o Duolingo, você precisa fazer login no aplicativo educacional. Isso pode ser feito por meio de um cadastro próprio do serviço ou com contas do Facebook e Google.

Depois de entrar na plataforma, você poderá começar o curso desejado. Será possível partir do zero (nível básico) ou fazer testes para que a própria plataforma encaixe você em um nível adequado de proficiência.

Feito isso, você pode dar início às lições. As atividades são diversificadas, e trazem recursos dinâmicos para um aprendizado atrativo para os meios digitais. Também há o monitoramento de dados como tempo de duração da lição e margem de acertos.

Exemplos de lições do Duolingo
Exemplos de lições do Duolingo (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Como em um jogo, o Duolingo apresenta diversos elementos:

  • Cristais: os cristais são como a moeda do jogo, usados para reabastecer corações, entrar em desafios ou proteger sua ofensiva (dias consecutivos concluindo lições).
  • Energia: a energia funciona como a bateria para completar lições; cada lição consome um pouco da bateria, mas você pode aumentar a energia se acertar vários exercícios seguidos.
  • XP: os pontos de experiência são obtidos após a conclusão de uma lição, e são a principal métrica para progressão na liga.

Concluir lições faz com que o usuário suba de nível gradualmente. Paralelamente a isso, existem ligas semanais baseadas em divisões.

E a lógica é simples: quanto mais XP você ganhar, maiores as chances de subir de divisão; já se estiver entre os últimos colocados, poderá ser rebaixado.

O Duolingo é gratuito?

Sim. O Duolingo se coloca como um serviço de aprendizado online gratuito e acessível para qualquer usuário.

No entanto, a plataforma opera em modelo freemium, oferecendo também planos pagos (Super, Super Família, Max e Max Família) e microtransações para compras de cristais.

Em quais plataformas posso acessar o Duolingo?

Você pode usar o Duolingo pelo aplicativo disponível para Android, iOS ou desktop (Windows). Se preferir, também dá pra acessar a plataforma via web, pelo site pt.duolingo.com.

Preciso de internet pra usar o Duolingo?

Sim, na maioria dos casos. O Duolingo usa a conexão à internet para atualizar a conclusão de lições, progressão do usuário, entre outros recursos da plataforma.

Você até pode usar o Duolingo offline para fazer algumas tarefas específicas. Ainda assim, precisará de internet para carregar a lição antes de ficar offline, e para atualizar o seu progresso depois de ter finalizado a tarefa.

Quais são as divisões da liga do Duolingo?

As divisões do Duolingo são: bronze, prata, ouro, safira, rubi, esmeralda, ametista, pérola, obsidiana e diamante, em ordem da mais baixa para a mais alta.

Divisões do Duolingo
Divisões do Duolingo estimulam o aprendizado contínuo do usuário (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Quais são os principais recursos do Duolingo?

O serviço do Duolingo inclui uma série de elementos e funcionalidades que fazem parte do sistema de aprendizado. Os principais recursos da plataforma incluem:

  • Aprendizado dinâmico: o serviço traz lições diversificadas e interativas para aprendizado de escrita, fala e escuta.
  • Reinício de progresso: você pode zerar o progresso do Duolingo para recomeçar um curso desde o início.
  • Diferentes modalidades: apesar de o Duolingo ser gratuito, há planos pagos com recursos extras.
  • Sistema de ranking: a liga gamificada baseada em divisões estimula o aprendizado dos usuários.
  • Cursos diversificados: o Duolingo oferece cursos de mais de 40 idiomas, incluindo cursos de xadrez, matemática e música.
  • Duolingo English Test: o serviço conta com um teste pago de proficiência em inglês, com direito a certificado reconhecido por mais de seis mil instituições globais.
  • Outras iniciativas: o Duolingo também conta com o Duolingo for Schools e Duolingo ABC, que são plataformas separadas voltadas para professores e crianças, respectivamente.

Quantos idiomas o Duolingo oferece?

O Duolingo oferece mais de 248 cursos de idiomas para mais de 40 idiomas diferentes.

Para brasileiros que têm o português como língua nativa, há cursos para inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, coreano, japonês e chinês.

Cursos do Duolingo para quem fala português
Cursos do Duolingo para quem fala português (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Quais são os concorrentes do Duolingo?

O Duolingo concorre com outras plataformas de aprendizado de idiomas online, a exemplo de:

  • Babbel: plataforma que oferece 14 idiomas ao todo, disponibilizada na versão web ou via aplicativo para Android e iOS.
  • Busuu: serviço de aprendizado para 14 idiomas diferentes; a plataforma pode ser acessada pelo navegador ou pelo aplicativo para Android e iOS.
  • Rosetta Stone: plataforma com cursos de 25 idiomas distintos, com acesso via web ou aplicativo para Android, iOS e Mac.
  • Memrise: aplicativo disponível para Android e iOS ou pela versão web, com cursos de mais de 34 idiomas diferentes.
  • Mec Idiomas: iniciativa do Governo Federal brasileiro para aprender inglês ou espanhol, disponível para Android, iOS e na versão web.

Qual é a diferença entre as versões gratuita, Super e Max do Duolingo?

A versão gratuita do Duolingo dá direito a todos os cursos oferecidos pelo serviço. Contudo, há exibição de anúncios, a energia é limitada, e o plano não dá acesso liberado a desafios.

Já o Super Duolingo é o plano pago intermediário do serviço, com recursos extras como energia ilimitada, prática de fala e escuta, revisão de erros, acesso liberado a desafios e sem exibição de anúncios.

Por fim, o Max Duolingo é a assinatura premium do Duolingo. Ela oferece todos os recursos do plano Super, com adição de treinamento e fala (por videochamadas) com agentes de IA.

O que é Duolingo? Conheça o aplicativo que oferece cursos de idiomas

(Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

Exemplos de lições do Duolingo (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)

(Imagem: Reprodução/Duolingo)

Cursos do Duolingo para quem fala português (Imagem: Igor Shimabukuro/Tecnoblog)
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Google Drive adota IA do Gemini para organizar os seus arquivos

Google Drive (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Novidade exige assinatura dos planos Workspace ou Google AI (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Google liberou globalmente um recurso que utiliza o Gemini para analisar o espaço de armazenamento no Google Drive.
  • A ferramenta está disponível para os planos corporativos do Workspace e para assinantes dos planos de IA voltados ao consumidor.
  • Recurso só funciona em inglês.

Sabe aquela pasta do Google Drive cheia de documentos soltos que você sempre promete arrumar, mas nunca tem tempo ou paciência? O Google quer resolver esse problema. A empresa liberou globalmente um recurso que utiliza o Gemini para analisar o espaço de armazenamento e sugerir onde colocar cada arquivo.

A ferramenta “Organizar meus arquivos” estava em fase de testes desde outubro do ano passado, mas para um grupo restrito de usuários. Agora, o Google expandiu a novidade para os planos corporativos do Workspace e também para assinantes dos planos de IA voltados ao consumidor: Google AI Pro, Ultra, AI Pro para Educação e o plano de Acesso Expandido à IA.

O que a IA do Gemini pode fazer no Google Drive?

Interface do Drive com “Sugerir movimentação de arquivos”, permitindo renomear e desmarcar itens antes de mover em lote
Usuário pode renomear e desmarcar arquivos e pastas antes da transferência (imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)

Para quem tem direito ao recurso, o ponto de partida é um novo atalho chamado “Sugerir movimentação de arquivos” (Suggest file moves), que aparece na raiz do “Meu Drive” ou dentro das pastas. Ao clicar nele, o Gemini abre uma interface que divide as recomendações em duas opções: mover arquivos soltos para pastas que já existem ou criar novas pastas para agrupar documentos parecidos.

Dentro desse painel de gerenciamento, a IA faz o trabalho pesado de análise. O Gemini mostra o arquivo selecionado, o destino sugerido e explica a lógica por trás da escolha. Para garantir o controle total da arrumação, a ferramenta traz filtros e ajustes manuais que servem para desmarcar arquivos específicos ou renomear as novas pastas sugeridas antes de confirmar a ação.

A transferência é feita em lote com apenas um clique. Caso o processo altere as permissões de acesso e privacidade de algum documento, o próprio Drive avisa o usuário e pede uma confirmação. Vale notar que, para o recurso aparecer, os administradores de TI das empresas precisam ativar o Gemini no Drive, e os usuários finais devem deixar os “recursos inteligentes” do Workspace habilitados nas configurações da conta.

Recurso só funciona em inglês

Apesar do lançamento global, o recurso chega com limitações. A ferramenta só funciona se a interface do Google Drive estiver configurada obrigatoriamente em inglês. Além disso, o Google abriu um período promocional que vai até o dia 15 de julho de 2026. Até lá, os usuários terão limites diários maiores para testar o recurso de organização. Após essa data, haverá uma cota máxima de uso.

A novidade chega em um momento de forte concorrência no setor de produtividade e nuvem. Ferramentas de terceiros já vinham ocupando esse espaço de organização automatizada. O rival Claude, modelo de IA da Anthropic, já consegue se conectar ao Google Drive via integrações externas e APIs para ler, catalogar e sugerir a arrumação de arquivos de forma bastante parecida.

Google Drive adota IA do Gemini para organizar os seus arquivos

Google Drive (Imagem: Vitor Pádua/Tecnoblog)

(imagem: Gabriel Sérvio/Tecnoblog)
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Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11

Imagem mostra o logotipo do Windows 11 em fonte de cor azul. Na parte inferior direita, o logotipo do "tecnoblog" é visível.
Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • Microsoft anunciou recurso Recuperação de Drivers Iniciada pela Nuvem (CIDR) para Windows 11, que remove automaticamente drivers problemáticos e recupera versão anterior;
  • CIDR utiliza Hardware Dev Center Driver Shiproom para recuperar drivers, garantindo o funcionamento correto do hardware até que um driver validado seja liberado;
  • recurso será testado entre maio e agosto de 2026 e deve ser liberado nas versões finais do Windows 11 a partir de setembro.

A Microsoft anunciou mais uma medida como parte de sua promessa de melhorar a experiência do usuário com o Windows 11. Trata-se de um recurso chamado Recuperação de Drivers Iniciada pela Nuvem (CIDR, na sigla em inglês). O objetivo é reverter a atualização de drivers quando estes causam problemas.

Atualizações de drivers servem para aprimorar o funcionamento, adicionar funções ou corrigir bugs envolvendo os componentes de hardware relacionados a eles. Mas, às vezes, a atualização gera problemas, como fazer uma placa de vídeo deixar de executar determinados jogos ou causar reinicializações no Windows.

Diante dessas circunstâncias, o usuário precisa reverter a instalação do driver (voltar à versão anterior) manualmente, o que nem sempre é fácil, ou aguardar o fabricante do hardware fornecer um novo driver, o que pode levar um tempo considerável.

É aí que o CIDR passa a fazer sentido: quando um driver problemático é identificado como tal no Windows 11, o mecanismo o remove e recupera a versão anterior, que funcionava normalmente.

Tudo é feito de modo automático, via Windows Update, explica a Microsoft. Isso porque o driver é recuperado a partir do Hardware Dev Center Driver Shiproom, uma espécie de canal online da Microsoft por onde fabricantes de hardware gerenciam e distribuem drivers.

Pode acontecer de o CIDR não recuperar exatamente o driver que estava instalado antes da recuperação, mas obter uma versão mais atual, mas ainda anterior ao driver que está causando problemas.

Windows Update do Windows 11
Windows Update do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Em todos os casos, o objetivo é garantir o correto funcionamento do componente de hardware e do computador como um todo até que um driver que atenda aos padrões de qualidade do sistema seja validado e liberado.

Note, porém, que se nenhum driver for localizado no Driver Shiproom para ser usado como substituto, o driver problemático será mantido.

Quando o CIDR chegará ao Windows 11, de fato?

De acordo com o cronograma da Microsoft, o CIDR ficará em fase de teste entre maio e agosto de 2026. Não havendo intercorrências durante esse período, o recurso começará a ser liberado nas versões finais do Windows 11 a partir de setembro deste ano.

Convém lembrar que outra promessa da Microsoft que envolve o Windows Update é uma nova configuração que permite ao usuário pausar facilmente as atualizações do Windows 11.

Windows Update vai remover driver com problema automaticamente no Windows 11

Windows 11 (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

Windows Update do Windows 11 (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
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Duolingo libera cursos de nível B2 gratuitamente; veja os idiomas

Ilustração com ícone do Duolingo em uma tela de celular
Duolingo terá cursos mais longos (imagem: divulgação)
Resumo
  • O Duolingo disponibiliza cursos de nível B2 no plano gratuito, incluindo inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, português, japonês, coreano e chinês (mandarim).
  • O nível B2 é o quarto de 6 níveis do CEFR e classifica o aluno como “usuário independente”, capaz de interagir, compreender textos complexos e expressar pontos de vista.
  • Os cursos incluem aulas para compreender notícias, filmes e piadas, com formatos como DuoRadio, explicações de respostas e miniunidades.

O Duolingo anunciou que os cursos de inglês, espanhol, francês, alemão, italiano, português, japonês, coreano e chinês (mandarim) agora chegam à pontuação 129 no app, equivalente ao fim do nível B2 na escala CEFR.

O nível B2 é o quarto de um total de seis do Quadro Europeu Comum de Referência para Línguas (CEFR, na sigla em inglês). Ao atingi-lo, o aluno é considerado um “usuário independente da língua”, capaz de interagir, compreender textos complexos e expressar pontos de vista em vários assuntos.

“Há um motivo pelo qual insistimos em disponibilizar conteúdo de nível B2 para nossos cursos mais populares: em geral, esse é o nível de proficiência que permite conseguir um emprego”, explica a empresa em seu blog.

Quais são as novidades nos cursos?

Três telas de smartphones lado a lado exibem a interface do aplicativo Duolingo em um fundo azul vibrante com ícones flutuantes. Na primeira tela, em espanhol, um chat pergunta se o pão está vencido ou pintado de verde; as opções são "Ay, melhor no lo comas" e "Ay, sí, ese es el mejor". A tela central, em francês, pede o significado de "Décapotable" com o texto "Le toit des voitures décapotables peut être enlevé"; a resposta correta é "convertible". A terceira tela, em coreano, exibe o comando "Speak this sentence" sobre um texto em caracteres coreanos e o botão "TAP TO SPEAK". Abaixo de cada celular, há um ícone circular com as bandeiras da Espanha, França e Coreia do Sul, respectivamente.
Espanhol, francês e coreano são alguns dos cursos que receberam mais conteúdo (imagem: divulgação)

De acordo com a plataforma, os programas agora incluem aulas para compreender notícias, filmes e piadas. Formatos apresentados nos últimos anos também farão parte dos cursos, como episódios da DuoRadio (um podcast fictício), explicações de respostas e miniunidades.

Um ponto importante é que a extensão será oferecida para falantes de quase todos os outros idiomas presentes na plataforma, que quase sempre não encontram opções em cursos online sem ser inglês. Como exemplifica o Duolingo, isso pode ajudar um ucraniano aprendendo alemão, um espanhol estudando japonês ou um chinês procurando trabalho na França.

Vale dizer que a empresa entrou com tudo na onda da inteligência artificial generativa, usando a tecnologia para dar explicações sobre erros e fazer chamadas de vídeo com personagens do app. Internamente, porém, a transição teve pontos polêmicos, como a obrigatoriedade de usar IA no trabalho, abandonada após críticas.

Com informações do TechCrunch

Duolingo libera cursos de nível B2 gratuitamente; veja os idiomas

Espanhol, francês e coreano são alguns dos cursos que receberam mais conteúdo (imagem: divulgação)
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Órgão americano vai reduzir análises de vulnerabilidades de cibersegurança

Notebook com símbolos de segurança no entorno
CVE ajuda na catalogação de falhas e serve para facilitar comunicação entre profissionais do setor (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • O NIST anunciou redução de análises de vulnerabilidades do programa Common Vulnerabilities and Exposures (CVE), com “enriquecimento” apenas para CVEs que atendam critérios específicos.
  • O órgão fará análises detalhadas quando a CVE estiver no catálogo KEV da CISA, afetar softwares usados pelo governo federal dos EUA e estiver relacionada a softwares críticos.
  • Segundo o instituto, houve um aumento de 263% nas descobertas entre 2020 e 2025, o que gerou sobrecarga nos trabalhos.

O Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia dos Estados Unidos (NIST, na sigla em inglês) anunciou que limitará as análises que atualmente executa em vulnerabilidades de cibersegurança. Esse trabalho faz parte do programa Common Vulnerabilities and Exposures (CVE).

Com a nova política, nem todas as vulnerabilidades listadas no CVE receberão o que a agência chama de “enriquecimento”, isto é, uma análise detalhada, que inclui notas de gravidade para as brechas encontradas.

O que vai mudar?

Placa de sinalização externa da entrada "Gate A" do "NIST". A estrutura possui um design moderno com painéis sobrepostos em branco e azul, apoiada sobre uma base retangular de pedras rústicas em tons de cinza e marrom. À esquerda, destaca-se "Gate A" em azul. No painel principal, lê-se o logotipo "NIST" seguido por "NATIONAL INSTITUTE OF STANDARDS AND TECHNOLOGY" e "U.S. DEPARTMENT OF COMMERCE". O fundo apresenta gramado verde, árvores densas e um poste de iluminação sob luz diurna.
NIST adicionava informações detalhadas a CVEs (foto: R. Wilson/NIST)

De acordo com um comunicado publicado na quarta-feira (15/04), o NIST só fará análises detalhadas de vulnerabilidades que atendam a certos critérios, como:

  • inclusão no catálogo de vulnerabilidades conhecidas e exploradas (KEV) da Agência de Cibersegurança e Segurança de Infraestrutura (CISA)
  • presença em softwares usados pelo governo federal dos EUA
  • presença em softwares críticos

Além disso, o NIST continuará a listar todas as vulnerabilidades descobertas em sua Base Nacional de Dados de Vulnerabilidades (NVD).

Por que o NIST vai mudar sua política?

Como explica o site Cybersecurity Dive, ferramentas de inteligência artificial para detectar vulnerabilidades criaram uma onda gigante de descoberta de falhas — de acordo com o NIST, foi um crescimento de 263% entre 2020 e 2025. Com isso, instituições que mantêm bases de dados desse tipo passaram a ficar sobrecarregadas.

Foi o que aconteceu com o NIST. O órgão não vem conseguindo acompanhar o volume de vulnerabilidades nos últimos anos, levando-o a repensar sua abordagem.

“Isso nos permitirá focar nas CVEs com maior potencial para impacto generalizado”, explica o instituto. “Embora CVEs que não atendam a esses critérios tenham um impacto significativo nos sistemas afetados, elas geralmente não apresentam o mesmo nível de risco sistêmico do que as que estão nas categorias priorizadas.”

O que é o CVE?

CVE é a sigla para Common Vulnerabilities and Exposures, ou “vulnerabilidades e exposições comuns”, em tradução livre. Trata-se de uma base de dados de falhas de cibersegurança identificadas.

Geralmente, quando escrevemos sobre vulnerabilidades, listamos um código composto por CVE, o ano e mais alguns dígitos. Esse é um identificador daquele problema específico, e serve para evitar confusões entre profissionais do setor.

Esse não é o primeiro abalo na base de dados CVE nos últimos anos. Em abril de 2025, o projeto quase ficou sem verbas diante da demora da CISA em renovar o contrato com a organização sem fins lucrativos Mitre, que administra a base de dados.

Com informações do Cybersecurity Dive

Órgão americano vai reduzir análises de vulnerabilidades de cibersegurança

Roteadores foram comprometidos pela botnet AyySSHush (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)

NIST adicionava informações detalhadas a CVEs (foto: R. Wilson/NIST)
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EUA proíbem venda de roteadores estrangeiros no país

Ilustração mostra um roteador branco com o símbolo do Wi-Fi ao centro, em cor azul. O fundo da imagem é verde. Na parte inferior direita, o logo do "tecnoblog" é visível.
Decisão da FCC restringe venda de roteadores estrangeiros nos EUA (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
Resumo
  • FCC proibiu a venda e importação de roteadores estrangeiros nos EUA, citando riscos à segurança nacional.
  • Medida deve afetar a oferta de equipamentos, pois a maioria dos roteadores usados nos EUA é produzida no exterior.
  • A regra considera “produto estrangeiro” qualquer dispositivo com etapas de produção fora dos EUA, impactando a disponibilidade dos dispositivos.

Uma nova decisão da Comissão Federal de Comunicações (FCC, na sigla em inglês) deve mudar o cenário do mercado de internet doméstica nos Estados Unidos. A agência, equivalente à Anatel no Brasil, determinou a proibição da venda e importação de roteadores fabricados fora do país, alegando riscos à segurança nacional.

A medida tem amplo alcance, já que a maioria dos equipamentos utilizados por consumidores americanos é produzida no exterior. Além disso, a regra pode ter reflexos indiretos para brasileiros que costumam viajar aos EUA e trazer roteadores na volta, já que a disponibilidade de modelos no país tende a ser reduzida.

Por que os roteadores foram alvo da restrição?

A decisão segue uma linha semelhante a ações recentes do governo americano envolvendo dispositivos eletrônicos. No ano passado, drones estrangeiros também passaram por restrições após serem classificados como potenciais ferramentas de vigilância.

Segundo o órgão regulador, roteadores produzidos fora dos Estados Unidos representam vulnerabilidades relevantes. A agência afirma que esses dispositivos “representam riscos inaceitáveis para a segurança nacional dos Estados Unidos ou para a segurança e proteção de cidadãos americanos”.

A justificativa inclui dois pontos principais: o risco de falhas na cadeia de suprimentos e possíveis brechas de cibersegurança. As autoridades avaliam que esses dispositivos poderiam ser explorados para comprometer infraestruturas críticas ou causar danos diretos a usuários.

O alerta ganhou força após a descoberta de ataques recentes envolvendo milhares de roteadores comprometidos por botnets. Modelos de marcas conhecidas, como Asus, Cisco, D-Link e Linksys, foram citados entre os alvos.

O que muda para consumidores e mercado?

A regra é abrangente porque considera como “produto estrangeiro” qualquer dispositivo que tenha etapas relevantes de produção fora dos EUA, incluindo fabricação, montagem, design ou desenvolvimento. Isso amplia significativamente o número de equipamentos afetados.

Na prática, empresas até podem tentar provar que seus produtos são seguros para obter exceções. Ainda assim, a tendência é que esse processo seja difícil de viabilizar no curto prazo.

Apesar da proibição, o uso de roteadores já adquiridos continua permitido. Ou seja, consumidores nos EUA não precisarão substituir imediatamente seus aparelhos atuais.

O impacto mais imediato deve ocorrer na oferta de novos dispositivos. Como a produção local ainda não atende à demanda, provedores de internet podem enfrentar dificuldades para fornecer equipamentos a novos clientes. Isso pode gerar atrasos ou limitar opções para quem pretende contratar ou trocar de serviço.

EUA proíbem venda de roteadores estrangeiros no país

Roteador Wi-Fi (ilustração: Vitor Pádua/Tecnoblog)
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IA da DocuSign vai tornar contratos mais fáceis de entender

Imagem mostra um aperto de mão. O fundo é azul.
Tecnologia é focada exclusivamente em contratos e material jurídico (imagem: reprodução)
Resumo
  • DocuSign lançou uma ferramenta de IA chamada Iris, treinada para resumir contratos jurídicos complexos.
  • A IA Iris gera resumos, explica cláusulas e responde perguntas sobre contratos em inglês.
  • A ferramenta está disponível nos EUA, Reino Unido e Austrália, e ainda não há previsão de lançamento no Brasil.

A leitura de contratos longos, cheios de termos técnicos e cláusulas pouco intuitivas ainda é um obstáculo para grande parte das pessoas. De olho nessa questão, a DocuSign anunciou um novo recurso de inteligência artificial voltado a traduzir documentos jurídicos complexos para uma linguagem mais acessível, ajudando usuários comuns a entenderem melhor o que estão prestes a assinar.

Já existem no mercado alguns serviços de IA que explicam contratos, mas esses serviços utilizam modelos de linguagem genéricos. Em vez de recorrer a eles, a DocuSign afirma ter desenvolvido um novo modelo, chamado Iris, treinado especificamente em terminologia contratual.

Como funciona a IA da DocuSign?

Our new eSignature AI features do the busywork for you:
✅ Place ALL signature + info fields with just one click
✅ Verify recipient details like email and phone number before you hit send
✅ Give signers a easy-to-understand summary and a Q&A experience with every agreement pic.twitter.com/N7ioGOyyU0

— Docusign (@Docusign) January 13, 2026

Segundo a empresa, a ferramenta faz parte da plataforma Intelligent Agreement Management e utiliza o motor de IA chamado Iris. Ela é capaz de gerar resumos claros em inglês, explicar cláusulas relevantes e responder a perguntas diretas do usuário sobre o conteúdo do documento, em um formato mais conversacional.

Além de simplificar a leitura, o sistema também identifica automaticamente o tipo de contrato, confere dados dos destinatários e posiciona campos de assinatura e preenchimento de forma automática. A ideia é reduzir tanto o tempo gasto na preparação do documento quanto o esforço necessário para compreendê-lo antes da assinatura.

Na prática, o usuário pode perguntar, por exemplo, o que acontece em caso de cancelamento ou até quando a garantia de um produto é válida, sem precisar percorrer dezenas de páginas em busca dessas informações. A IA busca essas respostas diretamente no texto do contrato e as apresenta de forma resumida.

Imagem promocional mostra uma tela de computador, com o ponteiro do mouse sobre o assistente da Docusign para gerar resumo de contratos
Novo recurso de IA é voltado para documentos jurídicos complexos (imagem: divulgação)

Sem previsão no Brasil

Uma pesquisa recente da empresa OnePulse, citada pela DocuSign, traz uma amostragem de quase 75% de norte-americanos que se sentiriam mais seguros ao assinar um contrato com algum resumo em linguagem simples gerado por IA. O dado dialoga com a estratégia de lançamento: a nova ferramenta chega inicialmente aos Estados Unidos, Reino Unido e Austrália.

A DocuSign é amplamente usada no Brasil para assinaturas eletrônicas, mas, por aqui, ainda não há previsão de chegada do recurso. Por enquanto, o acesso ficará restrito aos três mercados citados.

Apesar do potencial, a tecnologia tem limitações. Como observa o TechSpot, ferramentas de IA ainda podem cometer erros e gerar interpretações equivocadas, o que torna arriscado tratar resumos automáticos como leitura definitiva. Em contratos de maior impacto — envolvendo patrimônio, trabalho ou saúde — a orientação de um advogado continua sendo a recomendação mais segura.

IA da DocuSign vai tornar contratos mais fáceis de entender

(Imagem: Divulgação/Docusign)
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Hackers criam falsa tela azul no Windows para espalhar malware

Tela azul falsa do Windows
Tela azul falsa do Windows (imagem: reprodução/Securonix)
Resumo
  • Campanha maliciosa PHALT#BLYX usa falsas telas de erro do Windows para enganar usuário;

  • Ataque induz usuário a executar comandos no PowerShell que instalam malware no PC;

  • Estratégia foca no “pânico” do usuário para burlar mecanismos de segurança.

A “Tela Azul da Morte” (BSOD, na sigla em inglês) recebe esse apelido carinhoso devido ao susto que causa nos usuários que se deparam com ela. É por isso que hackers aparentemente ligados à Rússia estão usando uma tela azul falsa para espalhar um malware que dá acesso remoto ao computador.

É o que revela a empresa de segurança digital Securonix. Os analistas da companhia afirmam que a operação envolve um método de engenharia social chamado ClickFix, que consiste em exibir alertas ou mensagens de erro falsas para convencer o usuário a clicar em um link ou botão.

No ataque em questão, chamado de PHALT#BLYX, funcionários de hotéis recebem um e-mail que se passa por uma notificação da plataforma Booking.com alertando sobre uma cobrança com valor alto. A mensagem é fraudulenta.

E-mail falso em nome do Booking.com
E-mail falso em nome do Booking.com (imagem: reprodução/Securonix)

Quando a pessoa clica no link para obter detalhes sobre o problema, é direcionada a uma falsa página do Booking.com que, logo após ser acessada, abre uma falsa tela azul do Windows que ocupa todo o visor.

O objetivo da ação é fazer a pessoa se desesperar com a falsa tela azul e executar um procedimento para corrigir a falha que é sugerido logo após o falso erro ser mostrado. O tal procedimento consiste, na verdade, na execução de um código malicioso via PowerShell que burla as proteções do sistema operacional e baixa arquivos maliciosos em segundo plano.

Malware dá acesso remoto ao computador

O código é executado com o auxílio de um componente legítimo do Windows, o MSBuild.exe, de modo a dificultar a identificação da atividade maliciosa por softwares de segurança.

Se, no fim das contas, o usuário não notar o truque, o computador poderá ser infectado por um cavalo de troia que dá acesso remoto ao computador. No caso do setor hoteleiro que, relembrando, é o alvo desta ação, o acesso remoto pode permitir a captura de dados sigilosos de hóspedes, por exemplo.

Instruções maliciosas na falsa tela azul
Instruções maliciosas na falsa tela azul (imagem: reprodução/Securonix)

Note que a abordagem dos invasores segue a estratégia de causar pânico para impedir o usuário de raciocinar sobre o problema. Por isso, em empresas, convém que os funcionários sejam instruídos a acionar o suporte técnico sempre que notarem problemas em seu computador.

Curiosamente, a tela azul do Windows não é mais… azul. Em 2025, a Microsoft anunciou a adoção da “Tela Preta da Morte” no lugar dela. O objetivo, aparentemente, é o de simplificar a exibição de erros no Windows 11.

Hackers criam falsa tela azul no Windows para espalhar malware

Tela azul falsa do Windows (imagem: reprodução/Securonix)

E-mail falso em nome do Booking.com (imagem: reprodução/Securonix)

Instruções maliciosas na falsa tela azul (imagem: reprodução/Securonix)
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O que é cache de aplicativo? Entenda a função dos dados de armazenamento temporário

Uma mão segura um celular Android com a tela exibido as informações de armazenamento do navegador Google Chrome
Saiba como o cache é importante para deixar a abertura dos aplicativos mais rápidas (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

O cache de aplicativo é uma área de armazenamento temporário no dispositivo usada pelos apps para guardar arquivos e informações acessadas frequentemente. Isso inclui imagens, scripts ou histórico salvos localmente para facilitar o acesso imediato pelo software.

A função do cache é acelerar o tempo de carregamento e melhorar o desempenho geral do app, eliminando a necessidade de buscar repetidamente os dados na fonte original. Isso também ajuda a reduzir o consumo de dados móveis e economiza a bateria do dispositivo.

O funcionamento é simples: ao usar um aplicativo pela primeira vez, ele salva arquivos temporários na memória cache. Assim, ele sempre irá verificar os dados armazenados em cache nos usos seguintes para acelerar o carregamento do software.

A seguir, entenda melhor o conceito de cache de aplicativo e veja mais detalhes de como o recurso funciona. Também descubra as vantagens e os problemas que podem ser causados pelo cache.

O que é o cache de um app?

O cache de um app é uma área de armazenamento temporário no dispositivo que salva cópias de dados frequentemente acessados, como imagens, vídeos ou informações de sessão. Ele permite que o aplicativo recupere rapidamente esses dados nos próximos acessos em vez de baixá-los ou processá-los novamente.

O que significa cache?

A palavra “cache”, em inglês, significa um “espaço secreto ou seguro para armazenar algo para uso futuro”. No contexto da tecnologia, ele representa um bloco de memória temporária que guarda dados usados pelo aplicativo ou dispositivo, melhorando o desempenho de uso.

Ícone do Threads no iOS (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)
O cache armazena os arquivos temporários dos aplicativos, agilizando o acesso aos dados mais frequentes (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Para que serve o cache?

O cache de um aplicativo ajuda na otimização do desempenho e na experiência do usuário, armazenando localmente os dados frequentemente acessados. Isso reduz a necessidade de reprocessamento ou download de arquivos essenciais a cada uso, acelerando o tempo de carregamento e deixando a operação geral do aplicativo mais fluida.

Como o cache de um aplicativo funciona?

O funcionamento do cache de um app consiste em salvar cópias de dados frequentemente acessados em uma área local de armazenamento temporário. Esse espaço é usado para guardar arquivos como imagens, vídeos, scripts e respostas de API quando o app é utilizado.

Na primeira vez que o aplicativo precisa de um dado, ocorre um cache miss: ele baixa o conteúdo da fonte original, como um servidor, e salva uma cópia no cache. Por exemplo, o navegador web armazena os elementos essenciais sempre ao visitar uma página da web nova.

Nos próximos acessos, o app verifica primeiro o cache para encontrar os dados armazenados, resultando em um cache hit. Então, a informação é recuperada instantaneamente do cache local e o tempo de carregamento é acelerado, visto que evita a latência de baixar os dados.

O uso do cache melhora o desempenho geral ao tornar os dados comuns imediatamente disponíveis. Contudo, as cópias de dados mais antigas ou menos utilizadas são descartadas (eviction) quando o cache está cheio, e as informações desatualizadas são removidas por invalidação para garantir a consistência.

Quais as vantagens do cache em um aplicativo?

Estes são os benefícios do cache em um aplicativo:

  • Desempenho mais consistente: garante uma performance uniforme e previsível do aplicativo, mantendo a estabilidade mesmo sob picos de tráfego intenso;
  • Recuperação de dados mais rápida: armazena dados frequentemente acessados em uma memória de alta velocidade, acelerando significativamente a busca em relação à consulta da fonte de dados primária (servidores);
  • Melhoria na experiência do usuário: proporciona tempos de carregamento mais rápidos e uma interação mais imediata, agilizando o uso do aplicativo na rotina dos usuários;
  • Reduções de consumo de largura de banda: diminui a necessidade de requisições repetidas aos servidores e o download dos mesmos dados, resultando em uma economia importante de largura de banda e energia, especialmente para usuários móveis;
  • Suporte a acesso offline: permite que conteúdos e funcionalidades previamente carregados do app permaneçam parcial ou totalmente acessíveis e operacionais mesmo quando a conexão com a internet está indisponível.

Quais os problemas causados pelo cache de aplicativo?

Estes são alguns problemas com cache de aplicativo que os usuários podem enfrentar:

  • Desempenho lento: um volume excessivo ou dados corrompidos no cache podem sobrecarregar o processamento do dispositivo, resultando em inicialização demorada e execução lenta dos aplicativos;
  • Falhas e congelamento de apps: dados de cache danificados ou incompletos é uma causa comum para fechamentos inesperados (crashes), congelamentos ou inatividade total de certos aplicativos;
  • Informações desatualizadas: o cache, ao priorizar o carregamento rápido, pode exibir versões antigas de conteúdo, como dados de feeds ou imagens, oferecendo uma experiência imprecisa ao usuário;
  • Armazenamento de cache cheio: o acúmulo progressivo de arquivos temporários de cache ocupa um espaço significativo, podendo esgotar a memória disponível e limitar o armazenamento geral do dispositivo;
  • Erros de autenticação e falhas visuais: um cache corrompido pode causar problemas no gerenciamento de sessões, levando a falhas de login, erros ao salvar dados ou glitches visuais na interface.

O cache de um aplicativo pode deixar o celular lento?

Sim, o acúmulo excessivo de dados no cache pode sobrecarregar o armazenamento e levar a problemas como lentidão, travamentos e falhas nos aplicativos e no celular. Se os arquivos de cache estiverem corrompidos e desatualizados, eles também impactam negativamente o desempenho geral do dispositivo.

Foto de um iPhone 11 Pro Max exibindo a tela do aplicativo Spotify com a opção limpar cache
Alguns aplicativos oferecem opção para limpar cache, evitando que o dispositivo fique lento (imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Qual é a diferença entre cache e cookie?

O cache é o armazenamento local de arquivos temporários de apps, sites e sistemas operacionais com objetivo de acelerar a abertura do conteúdo. Ele é usado para melhorar o desempenho ao salvar cópias de recursos essenciais, evitando que software ou hardware tenha que baixá-los da fonte a cada uso.

O cookie é um pequeno arquivo de texto usado por navegadores, que armazena dados específicos do usuário que acessa uma página da web, como informações de login e preferências. Além de personalizar a experiência, eles ajudam os sites a se lembrarem da pessoa e rastrear atividades das sessões.

Qual é a diferença entre cache de aplicativo e cache do sistema?

O cache de aplicativo é um tipo de armazenamento temporário específico para um único app, sendo gerenciado pelo próprio software e guarda dados que somente ele necessita. Ele melhora o desempenho de uma aplicação individual, reduzindo o tempo de carregamento e, em muitos casos, permitindo o uso parcial ou total offline.

O cache do sistema é um termo mais abrangente que engloba qualquer cache gerenciado pelo sistema operacional que beneficia o desempenho geral do dispositivo. Seu propósito é acelerar operações gerais, como acesso a arquivos (Cache de Disco) ou instruções (Cache da CPU), fornecendo dados de diversas fontes mais rapidamente para todos os programas em execução.

O que é cache de aplicativo? Entenda a função dos dados de armazenamento temporário

(Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)

Aplicativos no iOS (imagem: Emerson Alecrim/Tecnoblog)

Saiba as diferentes formas de limpar o cache dos aplicativos do iPhone (Imagem: Lupa Charleaux/Tecnoblog)
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O que é link (hiperlink)? Veja como funcionam os elementos clicáveis da internet

imagem de um link com a palavra "click here" e um ícone de seleção
Saiba o que é hiperlink e como eles são essenciais para o uso da internet (imagem: Reprodução/iStock)

Os hiperlinks, ou somente links, são elementos interativos que estabelecem a conexão entre diferentes páginas ou recursos no ambiente da internet. Eles permitem a navegação fluida ao direcionar o usuário para um novo destino digital após uma interação.

O funcionamento dos links é baseado em uma URL de destino, o endereço específico para onde o usuário será levado. Quando acionados, esses elementos instruem o navegador a buscar e carregar o conteúdo referente àquele endereço na internet.

Existem três tipos principais de hiperlinks: links internos (conectam páginas dentro do mesmo site), externos (apontam para outros domínios) e backlinks (quando outros sites apontam para um determinado site). Eles são cruciais para a estrutura e o SEO de qualquer página da web.

A seguir, entenda o conceito de hiperlinks, para que eles servem e a sua importância na internet. Também descubra os diferentes tipos de links e quais os elementos de uma página que costumam ser hiperlinkados.

O que é link?

Um link é um elemento interativo de uma página web, como texto, imagem ou botão, que redireciona o usuário para outra página ou recurso ao ser acionado. Essencialmente, o hiperlink é o mecanismo que interliga as páginas, permitindo a navegação fluida e é a estrutura fundamental da internet.

O que significa “link”?

O termo “link” significa ligação, conexão ou vínculo em inglês, indicando uma referência a algo “além” ou “posterior”. No contexto de internet, ele representa uma conexão que permite a transição entre recursos digitais, como documentos ou páginas da web.

A origem do conceito reside no hipertexto, um sistema que organiza dados não-linear e possibilita a navegação entre diferentes documentos ou seções por meio de ligações diretas. Aqui, o prefixo “hiper” significa “além”, enfatizando que essas conexões superam o texto linear tradicional.

Por essa razão, o termo “link” é usado como um sinônimo derivado da abreviação de “hiperlink” para descrever essa ligação que permite ir de um recurso para outro com um clique ou toque. Ou seja, a hiperligação é a base para a navegação mais dinâmica e interativa na web. 

Ilustração sobre link
Os links auxiliam na navegação e interação com as páginas de internet (imagem: Reprodução/Mozilla)

Para que servem os hiperlinks?

Os hiperlinks possibilitam conectar recursos na web, transformando a navegação em uma experiência intuitiva e interativa. Eles permitem que o usuário interaja com um elemento de texto ou imagem e seja levado a outro recurso, como uma página web, documento, arquivo de mídia ou um local específico na mesma página.

Sua função é estruturar a informação e deixar a navegação eficiente dentro e entre sites, facilitando o movimento do usuário entre seções e domínios. Os hiperlinks também são cruciais para citar fontes e fornecer referências adicionais sem sobrecarregar o texto principal, enriquecendo o conteúdo e criando credibilidade.

Como funcionam os hiperlinks?

Os hiperlinks são baseados em HTML (Hypertext Markup Language), a principal linguagem para a criação de páginas da web. Cada link incorpora um atributo chamado “href” (hyperlink reference), que indica um endereço de destino (URL) para onde o usuário será levado.

Este mecanismo é composto por dois componentes principais: a âncora de origem, o texto, imagem ou outro elemento interativo na tela; e a âncora de destino, a URL completa inserida no href para qual a navegação deve prosseguir.

Quando um usuário interage com a âncora de origem, o navegador web interpreta o código HTML, identifica o valor do atributo href e inicia a comunicação. Este processo dispara uma requisição de dados por meio do protocolo HTTP (Hypertext Transfer Protocol) para o servidor que hospeda o endereço de destino.

A resposta a requisição geralmente resulta no carregamento de um novo recurso exibido pelo navegador, como outra página web ou um arquivo. Se o href não tiver sido preenchido corretamente, o link será “quebrado” e o usuário será direcionado para uma página de erro em vez do conteúdo desejado.

Dessa forma, os hiperlinks permitem a navegação fluida e interligada, transformando documentos isolados em uma rede global de informações. Facilitando tanto a experiência dos usuários quanto de quem gerencia e deseja conectar as páginas na web.

Infográfico sobre o funcionamento do hiperlink
Quando o usuário interage com um link, o navegador lê o atributo href e direciona para página indicada (imagem: Reprodução/Seobility)

Quais são os tipos de hiperlinks?

Existem três tipos principais de hiperlinks:

  • Links internos (Inbound links): direcionam o usuário para uma página, seção, formulário ou arquivo dentro do mesmo domínio ou website, facilitando a navegação e a hierarquia do conteúdo;
  • Links externos (Outbound links): direcionam o usuário da página atual para uma página ou recurso hospedado em um domínio completamente diferente, o que pode ser usado para citar fontes ou fornecer informações complementares;
  • Backlinks (Incoming links): são links que vêm de páginas de outros websites (domínios diferentes) e apontam de volta para uma página no próprio site, sendo cruciais para a autoridade e o SEO.

Quais elementos podem ser hiperlinkados?

Esses são alguns elementos que podem ser usados para criar webpage links e direcionar o usuário a outros recursos:

  • Texto: usa uma palavra, frase ou bloco de texto para criar um link que direciona o usuário a outro recurso, seção do mesmo domínio ou site externo;
  • E-mail: texto ou um imagem com link que inicia automaticamente a aplicação de e-mail padrão do usuário com o endereço de e-mail pré-preenchido, facilitando o contato direto;
  • Elementos de lista: itens em listas ordenadas ou não ordenadas podem ser linkados com um texto âncora, servindo como menus de navegação ou listas de conteúdo interativo;
  • Imagem: permite que uma figura, foto, logotipo ou ícone funcione como um link interativo, levando o usuário para uma nova página ou a um arquivo específico;
  • Botões: elementos visuais projetados para serem interativos, como “Saiba Mais” ou “Comprar Agora”, que atuam como links para iniciar ações ou levar a páginas de destino relevantes;
  • Áreas de mapa de imagem (image maps): permite que diferentes regiões de uma única imagem grande, como um mapa geográfico ou um diagrama, sejam links independentes com destinos distintos;
  • Elementos de bloco: blocos inteiros de conteúdo podem ser transformados em um link para tornar grandes áreas da interface interativos, melhorando a experiência do usuário em cartões de produto, por exemplo.
Ilustração sobre link usando texto âncora
Textos âncoras são elementos que permitem que o usuário vá até um determinado local da mesma página (imagem: Reprodução/Mozilla)

Qual é a importância dos hiperlinks para a internet?

Os hiperlinks são o elemento fundamental que torna a internet uma rede interconectada e dinâmica, permitindo a navegação entre documentos e recursos. Eles definem o que é a World Wide Web, estruturando um amplo universo de dados.

Os links desempenham um papel vital na experiência de navegação dos usuários, pois facilitam o fluxo e o acesso rápido a informações, melhorando a usabilidade e a arquitetura do conteúdo. Eles são a tecnologia-chave por trás de toda a navegação e interação digital na web moderna.

A importância dos hiperlinks se estende ao SEO (Search Engine Optimization), onde os mecanismos de busca os utilizam para descobrir novas páginas e indexar o conteúdo. Eles também determinam a autoridade e a relevância de um site, estabelecendo a hierarquia e o valor do conteúdo.

Qual é a diferença entre link e URL?

Um link de internet é um elemento interativo incorporado em um documento digital, geralmente texto ou imagem, que o usuário pode interagir para navegar. Ele usa o endereço completo do URL para executar a função de redirecionar o usuário para o recurso de destino.

Um localizador uniforme de recursos (URL) é um endereço padronizado e estático que especifica a localização exata de um recurso na web, como uma página ou imagem. Ele é uma sequência de caracteres que permite que o navegador encontre e acesse o recurso solicitado pelo usuário.

Qual é a diferença entre link e página da web?

Um link é um elemento interativo em uma página, frequentemente texto, uma imagem ou um botão, que funciona como uma ferramenta de navegação. Sua função principal é redirecionar o usuário de um ponto de partida para outro recurso ou página da web distinta.

Página da web é um documento único que contém o conteúdo real, como texto, imagens e vídeos, exibido na janela do navegador. Ele serve como o destino que o usuário acessa após interagir com um link.

O que é link (hiperlink)? Veja como funcionam os elementos clicáveis da internet

(imagem: Reprodução/iStock)
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Amazon libera IA para traduzir ebooks de autores independentes

Kindle 2024 (Imagem: Laura Canal/Tecnoblog)
Amazon conta com plataforma para autopublicação (foto: Laura Canal/Tecnoblog)
Resumo
  • A Amazon lançou o Kindle Translate para tradução automática de ebooks no KDP, disponível em espanhol, inglês e alemão, sem custo para autores.
  • Menos de 5% dos títulos na Amazon estão em múltiplos idiomas; o Kindle Translate visa aumentar essa porcentagem.
  • A Amazon limita uploads de livros a três por dia para evitar abusos com ebooks gerados por IA.

A Amazon lançou uma nova inteligência artificial chamada Kindle Translate. Com ela, autores que usam a plataforma de autopublicação Kindle Direct Publishing (KDP) poderão traduzir suas obras automaticamente, sem custo.

Inicialmente, a ferramenta estará disponível para traduzir do inglês para o espanhol, do espanhol para o inglês e do alemão para o inglês. A Amazon afirma que o resultado final será automaticamente avaliado para garantir a precisão antes da publicação. Também haverá um selo “Kindle Translate” nos ebooks que usaram a ferramenta.

Fotografia colorida do Kindle Colorsoft Signature Edition. Na imagem, há a tela inicial do Kindle, segurado por uma mão.
Ferramenta de tradução com IA não tem custos para escritores (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)

A empresa diz que menos de 5% dos títulos em seu site estão disponíveis em múltiplos idiomas e que isso tende a melhorar com o Kindle Translate.

Para quem escreve, isso deve ser importante até mesmo para se sustentar. Obras disponíveis no Kindle Unlimited, por exemplo, rendem ao autor alguns centavos por página lida. Por isso, chegar a novos públicos pode ajudar a pagar as contas no fim do mês.

IA traz ferramentas (e abusos) para os livros da Amazon

A tradução automática se junta às narrações feitas por IA para a plataforma Audible, da Amazon. Lançada em novembro de 2023, a ferramenta foi celebrada pelos escritores que usam a plataforma de autopublicação, já que os audiolivros podem ser uma nova fonte de receita.

Por outro lado, locutores passaram a se preocupar com o futuro de seus empregos, e ouvintes questionaram a qualidade das gravações. Até mesmo alguns autores se mostraram incomodados, temendo que obras mais pessoais ou autobiográficas recebessem narrações sem a emoção necessária.

Os aparelhos Kindle também ganharam recursos com auxílio dos modelos de linguagem, como recapitulação de livros anteriores de uma série.

Ao mesmo tempo, a Amazon precisa lidar com os efeitos negativos da IA. A companhia precisou limitar o upload de livros a um máximo de três por dia, para impedir abusos: pessoas estavam gerando grandes quantidades de ebooks e inundando a loja para tentar ganhar dinheiro sem grandes esforços.

Com informações do The Verge

Amazon libera IA para traduzir ebooks de autores independentes

Kindle 2024 (Imagem: Laura Canal/Tecnoblog)

Kindle Colorsoft Signature Edition estreia tela colorida na linha por um alto preço (foto: Thássius Veloso/Tecnoblog)
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