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Um em 50 milhões: pescadores capturam lagosta com divisão perfeita de cores

Pescadores do barco Timothy Michael tiveram uma sorte estatisticamente improvável no dia 16 de abril. Ao lançar as redes na costa de Cape Cod, em Massachusetts, capturaram uma lagosta com coloração bilateral dividida — um fenômeno tão raro que ocorre em apenas 1 a cada 50 milhões desses crustáceos. O animal, que pesa mais de 1,3 quilo, foi doado ao Woods Hole Science Aquarium.

A equipe do aquário percebeu imediatamente a singularidade do espécime. Julia Studley, bióloga da instituição, conta que os preparativos para receber a lagosta da Wellfleet Shellfish Company começaram sem demora. O crustáceo chama atenção por apresentar uma linha exata separando duas colorações distintas — um fenômeno que os frequentadores das redes sociais já apelidaram de “algodão-doce” (cotton candy) devido aos tons pastel.

A genética por trás das duas cores

A explicação para essa divisão está na origem do animal. Segundo Studley, a colorização dupla ocorre quando dois ovos fertilizados, ainda não liberados pela fêmea, se fundem e um acaba absorvendo o outro. O resultado é uma lagosta que carrega dois conjuntos de informações genéticas — e, portanto, duas instruções de pigmentação diferentes, uma para cada lado da carapaça.

O fenômeno está ligado à forma como a lagosta processa a astaxantina, o pigmento que dá cor ao crustáceo. Dependendo de como as camadas desse pigmento se combinam, o animal pode exibir tons que vão do vermelho ao azul, passando por amarelo, roxo e marrom. No caso da lagosta bicolor, cada metade do corpo seguiu um desses “manuais de instruções”.

Em alguns casos, essa anomalia genética pode resultar em ginandromorfismo — quando o organismo é metade macho, metade fêmea. O fenômeno já foi documentado em aves (como o bem-te-vi-verde da Colômbia), abelhas, borboletas, aranhas e bichos-pau.

Lagostas com variações extremas de cor são objetos de fascínio para biólogos e para o público. As estatísticas ajudam a dimensionar o achado:

  • Lagostas azuis: 1 a cada 2 milhões
  • Lagostas vermelhas (vivas): 1 a cada 10 milhões
  • Lagostas com coloração bilateral dividida: 1 a cada 50 milhões
  • Lagostas albinas ou “algodão-doce” completas: 1 a cada 100 milhões

Dan Brandt, diretor de operações da Wellfleet Shellfish Company, observa que crustáceos com coloração incomum geralmente não sobrevivem muito tempo na natureza. A falta de camuflagem adequada os torna presas fáceis. “O fato desta ter alcançado mais de três libras [1,3 kg] significa que ela passou por muita coisa”, disse Brandt.

A lagosta ficará sob cuidados da equipe do aquário enquanto o Woods Hole Science Aquarium passa por uma grande reforma. Quando reabrir, no início de 2027, o animal será exibido ao público. A equipe ainda não lhe deu um nome — pretendem conhecer melhor sua personalidade antes de batizá-la, considerando que lagostas podem viver até 100 anos.

“Esperamos que os visitantes compreendam o quão único este animal é e como é incrível ver a genética em ação em uma espécie local tão icônica”, disse Studley. “Este animal não é apenas fascinante de observar, mas também serve como um grande lembrete de como os mecanismos genéticos são intrincados e de quanto devemos agradecer pela diversidade que vemos no mundo ao nosso redor.”

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Lua hoje: confira a fase da Lua neste sábado 25/04/2026

Hoje, 25 de abril de 2026, a Lua está na fase Crescente, está 61% visível e crescendo. Faltam 6 dias para a Lua Cheia. Confira o calendário completo de fases da Lua em abril.

As informações sobre as fases da Lua do mês de abril são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de abril de 2026 começaram no dia 1 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 23h13.

 no dia 10 é a vez da Lua Minguante, às 01h55. A Lua Nova surge às 08h54 do dia 17 do mês. As fases da Lua do mês de abril de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 23 às 23h33.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

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Calendário fases da lua abril de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 23h13
  • Lua Minguante: dia 10 às 01h55
  • Lua Nova: dia 17 às 08h54
  • Lua Crescente: dia 23 às 23h33

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Crescente.

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Hélio-3: entenda a nova disputa pela Lua iniciada pela Artemis 2

A missão Artemis 2 está levando quatro astronautas ao rdorda Lua e marca um momento histórico: é o primeiro voo tripulado ao espaço profundo em mais de 50 anos. Mais do que um feito simbólico, a missão representa um passo estratégico rumo a um objetivo maior — transformar a Lua em uma base permanente para exploração espacial e inovação tecnológica.

No centro dessa ambição está um recurso pouco conhecido do público, mas extremamente promissor: o hélio-3.

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A missão Artemis 1 alcançou o lado oculto da Lua no sexto dia, em 2022 – Imagem: NASA

Um elemento raro com potencial revolucionário

Diferentemente da Terra, a Lua acumulou ao longo de bilhões de anos grandes quantidades de hélio-3 em seu solo. Isso ocorre porque, sem atmosfera, sua superfície é diretamente bombardeada pelo vento solar — um fluxo de partículas emitidas pelo Sol que contém esse isótopo raro.

Embora escasso no nosso planeta, o hélio-3 pode ser a chave para uma nova geração de energia. Cientistas apontam que ele pode ser utilizado em reatores de fusão nuclear mais seguros e eficientes do que os atuais modelos experimentais. Ao contrário das reações tradicionais, a fusão com hélio-3 produz menos resíduos radioativos, tornando-se uma alternativa limpa e altamente desejável.

Artemis 2: o início de uma cadeia de inovação

A Artemis 2 não pousa na Lua, mas testa os sistemas que permitirão missões futuras — incluindo a construção de bases permanentes, especialmente no Polo Sul lunar.

Essa região é estratégica não apenas por conter gelo de água — essencial para produzir oxigênio e combustível —, mas também por ser uma potencial área de mineração de hélio-3.

A visão da NASA vai além da exploração: trata-se de estabelecer uma infraestrutura sustentável fora da Terra. Robôs e sistemas autônomos podem extrair recursos, enquanto energia solar alimenta processos como a eletrólise da água e, futuramente, a coleta de hélio-3.

[ Representação artística de uma base lunar – Créditos: ESA / P. Carril ]

Energia, computação e o futuro da Terra

O impacto do hélio-3 não se limita à geração de energia. Pesquisadores também destacam seu potencial na computação quântica, um campo que promete revolucionar áreas como inteligência artificial, criptografia e simulações científicas.

O próprio administrador da NASA, Jared Isaacman, destacou essa importancia em uma coletiva antes do lançamento. “Existe hélio-3 na Lua — não muito, mas certamente mais do que aqui na Terra. E prevê-se que seja uma fonte de energia de fusão mais eficiente”, disse.

Além disso, a possibilidade de transferir atividades industriais pesadas para a Lua — incluindo centros de dados e produção energética — pode aliviar significativamente a pressão ambiental sobre a Terra.

Essa visão redefine o papel da Lua: de um destino de exploração para um polo industrial e científico.

A Lua como ponte para Marte

Outro aspecto crucial do programa Artemis é seu papel como preparação para missões tripuladas a Marte. Bases lunares podem funcionar como pontos de reabastecimento, centros de testes de tecnologias de suporte à vida e plataformas logísticas para o espaço profundo.

Nesse cenário, o hélio-3 se torna ainda mais valioso — não apenas como recurso energético, mas como peça-chave de uma economia espacial emergente.

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O desconhecido como maior promessa

Apesar de todo o planejamento, cientistas reconhecem que o maior potencial da presença humana contínua na Lua está nas descobertas ainda imprevisíveis.

A Artemis 2, portanto, não é apenas uma missão de teste. É o início de uma nova fase da exploração espacial — em que recursos como o hélio-3 podem redefinir não só a forma como exploramos o cosmos, mas também como vivemos na Terra. Nesta terça-feira (7), os astronautas começaram seu caminho de volta pra casa.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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Tubarões nas Bahamas testam positivo para cocaína e cafeína em estudo sobre poluição

Tubarões nas Bahamas testaram positivo para cocaína e outras substâncias, revelou um novo estudo conduzido por um grupo de pesquisadores que inclui brasileiros. A descoberta expõe como a poluição marinha tem se espalhado até mesmo em regiões consideradas intocadas do planeta.

A equipe de pesquisa analisou amostras de sangue de 85 tubarões capturados ao redor de Eleuthera, uma das ilhas mais remotas das Bahamas. Desses animais, 28 apresentaram drogas de algum tipo em seus sistemas, segundo o estudo publicado na revista Environmental Pollution.

A cafeína foi a substância mais comumente detectada nos tubarões. Dois dos animais testaram positivo especificamente para cocaína. Os pesquisadores também identificaram traços dos analgésicos acetaminofeno e diclofenaco nas amostras de sangue. A pesquisa foi publicada na revista Environmental Pollution.

Primeira detecção de cafeína em tubarões

Esta é a primeira vez que cafeína foi detectada em tubarões em qualquer lugar do mundo. Também marca a primeira detecção de cocaína nos sistemas de tubarões das Bahamas, embora a substância já tenha sido encontrada anteriormente em tubarões na costa do Brasil, junto com cocaína.

A bióloga Natascha Wosnick, da Universidade Federal do Paraná explicou para a ScienceNews, como os tubarões podem estar sendo expostos à cocaína. “Eles mordem coisas para investigar e acabam expostos”, disse Wosnick ao Science News. Os pesquisadores suspeitam que os tubarões podem ter mordido pacotes de cocaína que caíram na água.

Os tubarões foram capturados em áreas próximas a pontos populares de mergulho e cruzeiros turísticos. Segundo os pesquisadores, águas residuais não tratadas de embarcações podem estar contribuindo para esses resultados, juntamente com o esgoto do desenvolvimento urbano e do turismo em geral.

Os pesquisadores sugerem que espécies de tubarões e outras formas de vida marinha estão sofrendo com os efeitos da poluição das águas residuais. (Wosnick et al., Environ. Pollut. , 2026)

Impactos no metabolismo dos animais

O estudo avaliou alguns marcadores metabólicos nos tubarões, sugerindo que a exposição a essas drogas pode estar levando a maior estresse e maior gasto de energia. Isso aconteceria conforme os corpos dos predadores aquáticos trabalham para desintoxicar seus sistemas.

Os pesquisadores descreveram as substâncias encontradas como “contaminantes de preocupação emergente em ambientes marinhos, particularmente em áreas passando por rápida urbanização e desenvolvimento impulsionado pelo turismo”. Eles alertaram que “seu influxo contínuo representa riscos não apenas para a biodiversidade marinha, mas também para a saúde humana através do consumo de frutos do mar e exposição recreativa à água”.

Problema crescente nos oceanos

A questão tem preocupado especialistas cada vez mais. Um estudo publicado no ano passado descobriu que navios de cruzeiro visitando o Ártico estavam liberando antibióticos, produtos farmacêuticos e outras substâncias na água. Essas embarcações funcionam essencialmente como minicidades flutuantes em movimento.

Os efeitos se espalham para qualquer forma de vida nessas águas. Encontrar traços dessas substâncias em um local tropical amplamente visto como idílico e pristino é preocupante, indicando que restam poucos lugares na Terra onde a vida selvagem pode escapar da influência humana.

Os pesquisadores ainda não conhecem os efeitos completos que essas drogas têm sobre a vida marinha. O estudo atual sugere que pesquisas futuras podem tentar identificar esses impactos com mais detalhes.

Superfície de água escura coberta por manchas de espuma branca, representando contaminação e poluição química em ambientes aquáticos
Espuma na superfície da água indica poluição química, um problema ambiental que compromete a qualidade dos oceanos e ameaça a vida marinha (Imagem: Siyanight / Shutterstock.com)

Necessidade de melhor gestão de resíduos

O estudo pede melhor gestão de águas residuais das atividades turísticas, além de uma análise mais ampla de como esse tipo de poluição pode estar afetando outras partes do ecossistema natural. Existe um número preocupante de estudos anteriores destacando o problema de drogas e medicamentos agora presentes no meio ambiente.

Os pesquisadores enfatizaram “a necessidade urgente de coletar mais dados sobre seus efeitos, incluindo em locais assumidos como intocados e pristinos”. Eles descreveram as substâncias detectadas como “um grupo diverso de compostos biologicamente ativos com potencial para interferir com processos fisiológicos fundamentais em organismos marinhos”.

Este representa o primeiro relatório sobre contaminantes de preocupação emergente e respostas fisiológicas potencialmente associadas em tubarões das Bahamas. Os resultados apontam para “a necessidade urgente de abordar a poluição marinha em ecossistemas frequentemente percebidos como pristinos”, concluíram os autores do estudo.

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Marinha dos EUA escolhe submarino robô para lançar enxames de drones subaquáticos

A Marinha americana acabou de definir uma peça fundamental da sua estratégia de guerra submarina do futuro. O submarino autônomo Dive-XL, da empresa Anduril, foi selecionado para o projeto Combat Autonomous Maritime Platform (CAMP) — uma iniciativa que pretende criar uma frota de “navios-mãe” submarinos capazes de liberar veículos menores e torpedos de forma totalmente autônoma.

Você já deve ter ouvido falar dos enxames de drones aéreos que dominaram os noticiários recentemente. Agora, essa mesma tecnologia está mergulhando fundo nos oceanos. As marinhas do mundo inteiro estão repensando suas estratégias, deixando de ver esses sistemas como uma ameaça para tratá-los como um trunfo estratégico essencial.

Drone submarino Anduril para o programa XL-AUV (Imagem: Divulgação)

De acordo com o New Atlas, o conceito por trás dessa mudança é simples: frotas híbridas que misturam embarcações tripuladas e autônomas conseguem monitorar áreas muito maiores. Isso libera os navios convencionais para missões de alta prioridade, enquanto os drones atuam como plataformas de armas e multiplicadores de força.

Existe um problema prático que precisa ser resolvido urgentemente. Uma coisa é querer centenas de drones de superfície e submarinos para compor a nova frota. Outra completamente diferente é conseguir colocar as mãos nessa quantidade toda de equipamentos em tempo hábil para fazer diferença no campo de batalha.

É exatamente esse o desafio que o projeto CAMP pretende resolver. A missão é criar protótipos e colocar em campo grandes submarinos autônomos rapidamente, preenchendo as lacunas que existem hoje na logística submarina e nas capacidades de ataque de longo alcance.

A velocidade é fundamental nesse processo. Não adianta ter a melhor tecnologia do mundo se ela demorar anos para sair do papel e chegar às águas onde realmente importa.

Por que o Dive-XL foi escolhido

O submarino da Anduril se destacou por ser ideal para o que os especialistas chamam de “guerra submarina definida por software”. O design permite produção em massa sem perder a capacidade de lançar sistemas autônomos menores — exatamente o que a Marinha precisa.

A grande inovação está na construção. A Anduril abandonou o método tradicional de casco pressurizado que todo mundo conhece. Em vez disso, o Dive-XL usa um design modular com inundação livre, onde os componentes sensíveis ficam protegidos dentro de recipientes internos selados.

Essa mudança elimina o casco pressurizado, reduzindo tanto o custo quanto o peso. O resultado é uma fabricação mais rápida e personalização mais fácil — duas características essenciais quando você quer produzir centenas de unidades.

Lições antigas foram úteis

A Anduril aplicou as lições aprendidas com o programa Ghost Shark da Marinha Real Australiana. O Dive-XL totalmente elétrico é consideravelmente grande para os padrões de submarinos drone: 27 pés de comprimento (cerca de 8,2 metros) e 7 pés de largura (aproximadamente 2,1 metros).

A capacidade operacional é igualmente impressionante. O submarino pode mergulhar até 20 mil pés de profundidade (cerca de 6 mil metros) e tem alcance de 2 mil milhas náuticas (aproximadamente 3,7 mil quilômetros). Durante os testes, conseguiu ficar submerso por 100 horas ao longo de um período de 10 dias.

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Um detalhe inteligente no design é a logística. O Dive-XL foi projetado para caber perfeitamente dentro de um contêiner de transporte padrão de 4 pés. Isso significa que pode ser transportado por aviões C-17 ou similares, facilitando o deslocamento rápido para qualquer lugar do mundo onde seja necessário.

O design modular permite três configurações diferentes de carga útil. É possível instalar três módulos padrão ou um módulo extra-grande, dependendo da missão específica. As possibilidades incluem Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (ISR), contramedidas de minas, guerra antissubmarino e inspeção de cabos e dutos submarinos.

Mas a capacidade mais interessante é o que a indústria chama de “peça de resistência”: a habilidade de lançar drones menores. O sistema pode liberar veículos como o Copperhead AUV ou o robô de monitoramento Seabed Sentry, criando uma rede de sensores e armas que se espalha pela área de operação.

Segundo a Anduril, uma demonstração operacional de longa duração está programada para os próximos quatro meses. Será a primeira oportunidade de ver o sistema funcionando em condições reais, testando todas essas capacidades em conjunto.

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Metade da força do mar: nova tecnologia promete revolucionar a energia das ondas

A busca por fontes limpas e renováveis de energia ganhou um novo e promissor capítulo. Um estudo publicado no Journal of Fluid Mechanics pelo pesquisador Takahito Iida, da Universidade de Osaka, no Japão, propõe uma solução inovadora para um dos maiores desafios da energia oceânica: a ineficiência dos conversores diante da natureza caótica e mutável das ondas.

A resposta, segundo o estudo, pode estar em um dispositivo conhecido como conversor giroscópico de energia das ondas (GWEC). Trata-se de um corpo flutuante equipado internamente com um volante giratório conectado a um gerador. O movimento de precessão do giroscópio — a forma como o objeto em rotação responde a forças externas — é capaz de gerar eletricidade a partir do balanço das ondas, mesmo quando sua direção e intensidade variam constantemente.

O problema da variabilidade

Dispositivos de energia das ondas não são uma ideia nova, mas esbarram em um obstáculo fundamental: as condições oceânicas mudam o tempo todo. O que funciona para uma onda de determinada frequência pode se tornar ineficaz minutos depois, quando o padrão se altera. Como resultado, a maioria das tecnologias existentes luta para atingir níveis práticos de eficiência.

Configuração básica para a modelagem. (Iida, J. Fluid Mech. , 2026)

A modelagem teórica desenvolvida por Iida ataca exatamente esse ponto. Utilizando a teoria de ondas lineares, o pesquisador calculou as complexas interações entre as ondas, o giroscópio e a estrutura flutuante que o abriga. A partir desses cálculos, foi possível determinar a configuração ideal para o dispositivo.

A principal descoberta é que, ajustando com precisão a velocidade de rotação do volante e a resistência do gerador interno para corresponder às condições das ondas em tempo real, o GWEC pode atingir uma eficiência máxima teórica de 50% — ou seja, converter metade da energia de uma onda em eletricidade.

“Esse limite de eficiência é uma restrição fundamental na teoria da energia das ondas”, explica Iida. “O que é empolgante é que agora sabemos que ele pode ser alcançado em uma ampla faixa de frequências, não apenas em uma única condição de ressonância.”

Em outras palavras, o dispositivo seria capaz de se adaptar dinamicamente, mantendo um desempenho próximo do ideal mesmo quando o mar muda de humor. Simulações computacionais corroboraram os cálculos teóricos, embora os pesquisadores reconheçam que as ondas reais são infinitamente mais complexas do que qualquer modelo matemático.

Quando testado em simulações com ondas assimétricas e irregulares — mais parecidas com as encontradas no oceano real —, o desempenho do giroscópio caiu em condições de ondas muito grandes, embora ainda tenha mantido níveis razoáveis de captura em determinadas situações.

ondas gigantes
Imagem: FOTOKITA/Shutterstock

Além disso, o estudo atual não considera o custo energético necessário para operar o próprio giroscópio em ambiente marinho, nem os desafios práticos de instalação e manutenção. Trata-se de um primeiro passo teórico, mas um passo promissor.

Iida já planeja a próxima fase: testes com modelos físicos em tanques de água para validar as previsões teóricas. “Em trabalhos futuros, serão realizados testes de modelos para validar a teoria proposta”, escreve. “Além disso, exploraremos estratégias de controle ótimas que levem em consideração a causalidade e as respostas não lineares do GWEC.”

Se confirmada na prática, a tecnologia poderá um dia integrar o mosaico de fontes renováveis que o planeta precisa para reduzir sua dependência de combustíveis fósseis. O oceano, com seu movimento perpétuo, é uma bateria gigante esperando para ser aproveitada — e os giroscópios podem ser a chave para destravá-la.

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Revolução contra a obesidade: pesquisa com cobras pitóns pode reduzir o apetite

Uma descoberta surpreendente pode revolucionar o tratamento da obesidade: cientistas identificaram uma molécula no sangue de cobras pítons que reduz o apetite sem causar náuseas ou perda muscular. O composto, batizado de para-tiramina-O-sulfato (pTOS), oferece uma alternativa promissora aos medicamentos atuais contra obesidade.

A pesquisa, publicada na revista Nature Metabolism, revela como essas serpentes conseguem controlar naturalmente o apetite após grandes refeições. Os testes iniciais em camundongos mostraram resultados animadores, mas ainda há um longo caminho até chegar às prateleiras das farmácias.

Para estudar a química do banquete das pítons, os pesquisadores submeteram as serpentes a um regime que imita a natureza: 28 dias de jejum, seguidos por uma refeição equivalente a 25% do peso corporal. Poucas horas depois, coletaram sangue. O que encontraram foi uma explosão molecular. Mais de 200 substâncias tiveram sua concentração multiplicada por pelo menos 32 vezes, e 24 delas caíram na mesma proporção. No topo da lista, uma molécula que aumentou mais de mil vezes: o pTOS.

A Malayopython reticulatus, ou píton-reticulada, é considerada a cobra mais comprida do mundo, podendo ultrapassar 10 metros de comprimento
Imagem: pito kung / iStock

“Nos perguntávamos se esse metabólito afetava alguma das alterações fisiológicas pós-alimentação na cobra”, conta Jonathan Long, professor de patologia em Stanford e autor sênior do estudo, em comunicado. “Mas quando administramos pTOS a camundongos de laboratório, não vimos nenhum efeito no gasto energético, na proliferação de células beta ou no tamanho dos órgãos. O que ele regulou foi o apetite e o comportamento alimentar dos camundongos.”

Camundongos obesos perderam peso

Os camundongos obesos que receberam pTOS passaram a comer menos do que os animais do grupo de controle. Após 28 dias, haviam perdido 9% do peso corporal, sem alterações na ingestão de água, no gasto de energia ou na movimentação. O efeito não se deve a uma redução no esvaziamento gástrico — um dos mecanismos dos medicamentos à base de semaglutida — nem a mudanças nos hormônios conhecidos por regular a fome.

Em vez disso, os pesquisadores traçaram a rota do pTOS: ele é produzido pela degradação da tirosina, um aminoácido presente nas proteínas, por bactérias intestinais. Depois de gerado, viaja até o hipotálamo, a região do cérebro que comanda o equilíbrio energético, e ali ativa neurônios envolvidos na regulação do comportamento alimentar. Quando as pítons receberam antibióticos antes de se alimentar, o pico de pTOS desapareceu — prova de que a microbiota intestinal é parte essencial do processo.

O que as pítons têm de especial? Em humanos, o pTOS também aumenta após as refeições, mas apenas de duas a cinco vezes — um salto muito menor, que se perde no meio de centenas de outras variações metabólicas. Um único indivíduo, em um dos bancos de dados analisados, apresentou um aumento de mais de 25 vezes, aproximando-se dos níveis vistos nas cobras. (Como os dados eram de estudos antigos, não se sabe se essa pessoa comeu menos ou se sentiu mais saciada.).

Imagem: Tudo Sobre Cobras/Reprodução

Estudo pode mudar tudo

Para Long, o estudo reforça o valor de olhar para fora da caixa dos modelos tradicionais. “Os mamíferos têm uma faixa fisiológica e metabólica relativamente estreita. Humanos, por exemplo, comem cerca de 1% a 2% do seu peso corporal em cada refeição e comem cerca de três vezes ao dia. Obviamente, não somos serpentes. Mas talvez, estudando esses animais, possamos identificar moléculas ou vias metabólicas que também afetam o metabolismo humano.”

O trabalho não para na molécula da vez. Os pesquisadores estão mapeando todas as substâncias que variam após a alimentação em diferentes órgãos das pítons. Muitas delas se parecem com hormônios, mas não se assemelham a nada conhecido em camundongos ou humanos. “Esta é uma forma de descoberta de produtos naturais”, diz Long.

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A aposta é que, assim como o veneno de cobra deu origem a medicamentos para pressão arterial e anticoagulantes, e o hormônio do monstro-de-gila abriu caminho para a semaglutida, outras moléculas oriundas de animais extremos possam ter aplicações clínicas. “Talvez um paciente com diabetes tipo 1 devido a uma função defeituosa das células beta possa se beneficiar de uma molécula de cobra que estimule a divisão celular, ou uma pessoa com doença hepática possa tomar um medicamento derivado de cobra que facilite a remodelação do órgão”, especula Long.

Por enquanto, é cedo para dizer se o pTOS se tornará um novo remédio para perda de peso em humanos. Mas a história já deixou uma lição: às vezes, as respostas para os problemas mais humanos estão escondidas nos hábitos mais improváveis do reino animal.

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Musk propõe pagar salários de funcionários de aeroportos em meio à crise orçamentária nos EUA

Enquanto aeroportos americanos enfrentam filas intermináveis e funcionários trabalham sem salário há semanas, Elon Musk anunciou que vai cobrir os vencimentos dos agentes da TSA durante a atual paralisação orçamentária do governo federal.

A TSA (Transportation Security Administration) é a agência federal dos EUA, criada após 11 de setembro de 2001, responsável pela segurança em aeroportos e transportes. Ela fiscaliza passageiros e bagagens, define regras de líquidos e itens proibidos, e utiliza chaves mestras para inspecionar malas trancadas com cadeados padronizados. 

De acordo com a Reuters, o empresário, considerado a pessoa mais rica do mundo, fez o anúncio no sábado através de sua plataforma X. A decisão surge em meio ao quinto fim de semana consecutivo de impasse no Congresso sobre o financiamento do Departamento de Segurança Interna (DHS), órgão responsável pela TSA.

“Gostaria de me oferecer para pagar os salários do pessoal da TSA durante este impasse de financiamento que está afetando negativamente a vida de tantos americanos em aeroportos em todo o país”, escreveu Musk na rede social.

Aeronaves não são suficientes: Tesla quer dominar transporte terrestre em aeroportos
(Imagem: Georgiy Datsenko / iStock)

Funcionários prestes a perder segundo salário

Os aproximadamente 50 mil agentes de segurança aeroportuária estão a poucos dias de perder o segundo salário integral em seis meses. Mesmo sem remuneração, eles continuam sendo pressionados a comparecer ao trabalho enquanto os tempos de triagem em alguns aeroportos se estendem por horas.

Segundo dados federais, os funcionários da TSA ganham uma média de 61 mil dólares por ano. A situação se tornou tão crítica que aeroportos estão organizando campanhas de arrecadação de alimentos e aceitando doações para ajudar os trabalhadores da segurança.

Companhias aéreas e grupos de viagem alertam que as ausências entre os agentes de segurança podem aumentar novamente neste fim de semana, agravando ainda mais os atrasos nos aeroportos.

Negociações continuam sem prazo definido

O líder da maioria no Senado, John Thune, disse na sexta-feira que negociadores bipartidários conseguiram reduzir as disputas restantes sobre o financiamento do DHS. No entanto, ainda não há um acordo finalizado.

A atual crise orçamentária tem origem em um acordo firmado pelos democratas no Congresso em fevereiro. Eles concordaram em financiar a maior parte do governo federal, mas retiveram os recursos do DHS após a morte de dois cidadãos americanos em Minnesota por autoridades de imigração.

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Aeroporto mais movimentado da Europa(Imagem: GordonBellPhotography/iStock)

Precedente de financiamento privado

Esta não seria a primeira vez que um doador privado intervém durante uma paralisação governamental. No ano passado, o presidente Donald Trump revelou que um doador rico forneceu 130 milhões de dólares para cobrir possíveis déficits no pagamento militar durante uma paralisação que durou 43 dias – a mais longa da história americana.

Até o momento, nem o DHS, nem a TSA, nem representantes de Musk responderam às solicitações de comentários sobre a proposta do bilionário.

A situação continua impactando milhões de passageiros que enfrentam longas esperas nos aeroportos, enquanto os trabalhadores essenciais da segurança aeroportuária permanecem sem seus salários em meio às negociações políticas em Washington.

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Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 22/03/2026

Hoje, 22 de março de 2026, a Lua está na fase Nova, está 12% visível e crescendo. Faltam 3 dias para a Lua Crescente. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2026 começaram no dia 3 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 08h39.

 no dia 11 foi a vez da Lua Minguante, às 6h41. A Lua Nova surge às 22h16 do dia 18 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 25 às 16h19.

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Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

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Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Nova.

O post Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 22/03/2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.

  •  

Lua hoje: confira a fase da Lua nesta sexta-feira 20/03/2026

Hoje, 20 de março de 2026, a Lua está na fase Nova, está 2% visível e crescendo. Faltam 5 dias para a Lua Crescente. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2026 começaram no dia 3 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 08h39.

 no dia 11 foi a vez da Lua Minguante, às 6h41. A Lua Nova surge às 22h16 do dia 18 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 25 às 16h19.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Nova.

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Lua hoje: confira a fase da Lua nesta sexta-feira 13/03/2026

Hoje, 13 de março de 2026, a Lua está na fase Minguante, está 34% visível e decrescendo. Faltam 5 dias para a Lua Nova. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2026 começaram no dia 3 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorre às 08h39.

 no dia 11 é a vez da Lua Minguante, às 6h41. A Lua Nova surge às 22h16 do dia 18 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 25 às 16h19.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Minguante.

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Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 08/03/2026

Hoje, 8 de março de 2026, a Lua está na fase Cheia, está 79% visível e decrescendo. Faltam 3 dias para a Lua Minguante. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2026 começaram no dia 3 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorre às 08h39.

 no dia 11 é a vez da Lua Minguante, às 6h41. A Lua Nova surge às 22h16 do dia 18 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 25 às 16h19.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Cheia.

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Lua hoje: confira a fase da Lua neste sábado 07/03/2026

Hoje, 7 de março de 2026, a Lua está na fase Cheia, está 87% visível e decrescendo. Faltam 4 dias para a Lua Minguante. Confira o calendário completo de fases da Lua em março.

As informações sobre as fases da Lua do mês de março são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de março de 2026 começaram no dia 3 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorre às 08h39.

 no dia 11 é a vez da Lua Minguante, às 6h41. A Lua Nova surge às 22h16 do dia 18 do mês. As fases da Lua do mês de março de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 25 às 16h19.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Cheia.

O post Lua hoje: confira a fase da Lua neste sábado 07/03/2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.

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Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 22/02/2026

Hoje, 22 de fevereiro de 2026, a Lua está na fase Nova, está 24% visível e crescendo. Faltam 2 dias para a Lua Crescente. Confira o calendário completo de fases da Lua em fevereiro.

As informações sobre as fases da Lua do mês de fevereiro são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Lua hoje: confira as próximas fases

As fases da Lua no mês de fevereiro de 2026 começaram já no dia 1 com a chegada da Lua Cheia. A mudança ocorreu às 19h10.

 no dia 9 foi a vez da Lua Minguante, às 9h44. A Lua Nova surgiu às 09h03 do dia 17 do mês. As fases da Lua do mês de fevereiro de 2026 contam ainda com a Lua Crescente, no dia 24 às 09h28.

fases da Lua
Lunação: a cada 29,5 dias (em média), a Lua inicia um ciclo lunar, que começa na fase nova e se encerra na minguante. Imagem: Elena11 – Shutterstock

Leia mais:

Calendário fases da lua janeiro de 2026

  • Lua Cheia: dia 1 às 19h10
  • Lua Minguante: dia 9 às 09h44
  • Lua Nova: dia 17 às 09h03
  • Lua Crescente: dia 24 às 09h28

O que é o ciclo lunar?

Uma lunação ou ciclo lunar, como é chamado o intervalo de tempo entre luas novas, é sutilmente variável, com média de duração de 29,5 dias. Durante esse período, ela passa pelas quatro fases principais (nova, crescente, cheia e minguante), e cada uma se prolonga por aproximadamente sete dias.

Também existem as “interfases”: quarto crescente e crescente gibosa (entre as fases nova e cheia) e minguante gibosa e quarto minguante (entre a cheia e a minguante).

lua hoje capa
Lua sem sua fase cheia (Imagem: SmartS/Shutterstock)

Entenda cada fase da Lua

Lua Nova

Na Lua Nova, o satélite se posiciona entre a Terra e o Sol. Isso faz com que o lado iluminado da Lua fique voltado para o Sol, enquanto o lado escuro fica voltado para nós. Por esse motivo, a Lua não é visível no céu noturno. Essa fase marca o início de um novo ciclo lunar e está relacionada ao recomeço e a novas possibilidades.

Lua Crescente

Depois da Lua Nova, surge a fase Crescente. Aos poucos, uma pequena faixa iluminada começa a aparecer no céu, aumentando noite após noite. No início, vemos apenas um fino arco de luz, mas com o passar dos dias a parte iluminada cresce até que metade da Lua esteja visível, momento chamado de Quarto Crescente. Essa fase simboliza crescimento, desenvolvimento e a construção de novos caminhos.

Lua Cheia

Na Lua Cheia, a Terra se encontra entre o Sol e a Lua. Isso permite que o lado lunar voltado para nós receba luz por completo, tornando-se totalmente visível e brilhante no céu. É o período de maior intensidade luminosa, quando a Lua nasce no horizonte exatamente no momento em que o Sol se põe. A Lua Cheia é associada à plenitude, ao auge de processos e à energia em seu ponto máximo.

Lua Minguante

Após a Lua Cheia, a luz da Lua começa a diminuir gradualmente. A cada noite, vemos menos da sua superfície iluminada. Quando apenas metade dela está visível, ocorre o Quarto Minguante, fase oposta ao Quarto Crescente. A Lua continua a perder luminosidade até chegar novamente à Lua Nova, reiniciando o ciclo. A fase Minguante simboliza reflexão, encerramento e preparação para novos começos.

Qual a fase da Lua hoje?

Hoje a Lua está na fase Nova.

O post Lua hoje: confira a fase da Lua neste domingo 22/02/2026 apareceu primeiro em Olhar Digital.

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