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Google anuncia evolução do reCAPTCHA preparado para combater IA

O Google anunciou uma mudança significativa em uma das ferramentas de segurança mais utilizadas da internet, o reCAPTCHA, conhecido popularmente pelo teste “eu não sou um robô”. A reformulação marca uma resposta direta ao avanço dos agentes de inteligência artificial (IA), que já conseguem simular comportamentos humanos com facilidade.

A alteração foi apresentada durante o evento Google Cloud Next, junto com o lançamento do Gemini Enterprise Agent Platform, conjunto de serviços voltado para empresas que desejam adotar modelos baseados em agentes de IA, descritas como “empresas agênticas”.

Exemplo de QR Code no novo sistema
Novo sistema será dotado de QR Codes sempre que necessário – Imagem: Divulgação/Google

Teste de robô do Google vai mudar

  • O reCAPTCHA, criado originalmente para impedir acessos automatizados, passa agora a se chamar Google Cloud Fraud Defense;
  • A nova proposta amplia o escopo da ferramenta, que deixa de focar apenas na distinção entre humanos e bots tradicionais para incluir também agentes de IA, considerados a nova fronteira tecnológica;
  • Esses agentes são capazes de executar tarefas de forma autônoma em nome dos usuários, como acessar sites, comparar preços, realizar reservas e efetuar pagamentos;
  • Ao mesmo tempo, esse tipo de tecnologia pode ser explorado para acessos indevidos a serviços, colocando em risco o funcionamento de plataformas digitais.

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Segundo o Google, a nova solução busca preparar a internet para esse cenário, descrito como “web agêntica”. Para isso, a ferramenta passa a monitorar a atividade desses agentes nos sites, identificando, classificando e analisando o tráfego gerado por eles. Além disso, será possível conectar identidades humanas às dos agentes, com o objetivo de avaliar riscos associados aos acessos.

O sistema também utilizará sinais de risco, tipos de automação e a identidade dos agentes para bloquear entradas consideradas suspeitas. Em casos em que um agente tente se passar por uma pessoa, será exigida uma comprovação de identidade humana por meio do escaneamento de um QR Code com o celular.

Apesar das mudanças, o Google afirma que o reCaptcha continuará existindo. No entanto, com a expansão dos agentes de IA, a empresa indica que métodos, como o uso de QR Codes, podem substituir gradualmente a tradicional verificação baseada na frase “eu não sou um robô”.

Logo do Google na fachada de um prédio
Big tech quer preparar a internet para a era da “web agêntica” – Imagem: ZikG/Shutterstock

De acordo com a empresa, a atualização estabelece uma nova camada de proteção diante de um cenário em que o tráfego inválido gerado por bots tende a evoluir para fraudes massivas de identidade conduzidas por agentes de IA.

Ainda que a mudança seja praticamente invisível para a maioria dos usuários, o novo sistema atuará em diferentes etapas da navegação, desde o cadastro e login em sites até processos de pagamento. O objetivo é acompanhar toda a jornada desses agentes, que se tornam cada vez mais autônomos ao circular por plataformas digitais.

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Anthropic anuncia acordo com Google e Broadcom para fornecimento de computação

A Anthropic anunciou um acordo com o Google e com a Broadcom para ampliar sua infraestrutura de computação em inteligência artificial. A iniciativa busca sustentar o crescimento acelerado da demanda pelos modelos da linha Claude, especialmente no segmento corporativo.

Segundo a empresa, os novos contratos expandem o uso das unidades de processamento de tensores (TPUs) do Google Cloud (chips desenvolvidos para tarefas avançadas de IA). O acordo também aprofunda uma parceria que já existe desde outubro de 2025. Na ocasião, o acordo previa mais de um gigawatt de capacidade computacional – número que, agora, será ampliado.

A Anthropic não divulgou oficialmente os detalhes completos da expansão, incluindo a quantidade de poder computacional prevista. No entanto, documentos recentes da Broadcom indicam que o novo contrato pode envolver até 3,5 gigawatts de poder computacional.

Segundo o TechCrunch, a maior parte dessa estrutura deverá ser instalada nos Estados Unidos, alinhada ao plano da empresa de investir US$ 50 bilhões em infraestrutura no país. A nova capacidade deve entrar em operação a partir de 2027.

De acordo com a companhia, o movimento representa o maior investimento em computação já realizado pela Anthropic até o momento:

Essa parceria inovadora com o Google e a Broadcom é uma continuidade da nossa abordagem disciplinada para escalar a infraestrutura: estamos construindo a capacidade necessária para atender ao crescimento exponencial que temos visto em nossa base de clientes, ao mesmo tempo em que permitimos que Claude defina a fronteira do desenvolvimento de IA. Estamos fazendo nosso maior investimento em computação até o momento para acompanhar nosso crescimento sem precedentes.

Krishna Rao, CFO da Anthropic
claude pentágono
Nem a briga com o governo dos EUA foi suficiente para barrar a demanda pelo Claude – Imagem: RixAiArt / Shutterstock

Expansão da Anthropic e do Claude

O anúncio ocorre em meio a uma rápida expansão do negócio da Anthropic. A desenvolvedora registrou um salto expressivo em sua receita anualizada, que passou de US$ 9 bilhões no fim de 2025 para cerca de US$ 30 bilhões atualmente. A base de clientes também cresceu, com mais de mil empresas gastando acima de US$ 1 milhão por ano com as soluções.

Esse avanço foi impulsionado pela adoção crescente de modelos de IA generativa em ambientes corporativos. A empresa também concluiu recentemente uma rodada de financiamento Série G de US$ 30 bilhões, que elevou sua avaliação de mercado para US$ 380 bilhões.

Apesar do crescimento, a Anthropic já foi apontada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos como um potencial risco para a cadeia de suprimentos – um fator que, por ora, não impediu a expansão da demanda pelos serviços. O Olhar Digital deu os detalhes sobre a briga da empresa com o governo norte-americano neste link.

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Google completa compra da Wiz e fortalece segurança na nuvem

O Google anunciou, nesta quarta-feira (11), a conclusão da aquisição da Wiz, plataforma de segurança em nuvem e inteligência artificial (IA) sediada em Nova York (EUA). Com a operação finalizada, a empresa passará a integrar a divisão Google Cloud, mantendo sua marca e a finalidade de proteger clientes em diferentes ambientes de computação em nuvem.

A aquisição foi realizada por US$ 32 bilhões (R$ 166,5 bilhões, na cotação atual) em março do ano passado. Em novembro, o governo dos EUA aprovou a compra. Em fevereiro, foi a vez da União Europeia (UE) confirmar a transação. Trata-se do maior negócio já realizado pela companhia.

Segundo o Google, a compra representa um investimento para reforçar a segurança em nuvem e permitir que organizações desenvolvam soluções com rapidez e segurança em qualquer plataforma de nuvem ou de IA.

Wiz agora é do Google

  • A empresa destacou que, na atual era da IA, empresas e governos estão migrando dados e sistemas críticos para a nuvem e adotando práticas de desenvolvimento de software mais ágeis e contínuas;
  • Nesse cenário, organizações passam a operar em ambientes multicloud e a utilizar cada vez mais recursos de IA. Ao mesmo tempo, de acordo com a companhia, atacantes também estão explorando a IA para realizar ações com maior velocidade e sofisticação;
  • Ainda conforme a big tech, a Wiz oferece plataforma de segurança considerada de fácil utilização, com forte especialização em ambientes de nuvem e em código. O sistema se conecta às principais plataformas de nuvem e ajuda empresas a prevenir e responder a incidentes de cibersegurança;
  • De acordo com o Google, essas capacidades complementam o Google Cloud em infraestrutura de nuvem e seu conhecimento em inteligência artificial, incluindo ferramentas de inteligência de ameaças e operações de segurança baseadas em IA.

Com a integração das duas empresas, a expectativa é criar uma plataforma unificada de segurança capaz de acelerar a detecção, prevenção e resposta a ameaças.

Logos do Google e da Wiz lado a lado
Aquisição da Wiz foi anunciada em março do ano passado (Imagem: Poetra.RH/Shutterstock)

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A proposta também inclui identificar ameaças emergentes criadas com modelos de IA, proteger sistemas de inteligência artificial contra ataques e utilizar modelos de IA para auxiliar profissionais de segurança na busca por riscos de forma mais eficiente.

A plataforma conjunta deverá oferecer um conjunto consistente de ferramentas, processos e políticas de segurança em todos os principais ambientes de nuvem e em diferentes camadas da infraestrutura tecnológica — do código à nuvem e ao ambiente de execução.

Segundo o Google, a combinação das tecnologias também deve ampliar a adoção de soluções de segurança multicloud, aumentando a capacidade das empresas de utilizar múltiplas plataformas de nuvem e estimulando a inovação em computação em nuvem e aplicações de inteligência artificial.

A empresa afirma que organizações e órgãos governamentais poderão melhorar significativamente a forma como a segurança é projetada, operada e automatizada, ampliando a escala das equipes de cibersegurança e reduzindo custos relacionados à implementação e gestão de controles de proteção.

A companhia também destacou que a nova plataforma pode ajudar pequenas empresas, que muitas vezes não dispõem de recursos ou conhecimento especializado para se proteger, a enfrentar ameaças cibernéticas cada vez mais sofisticadas e destrutivas.

Disponibilidade

Os produtos da Wiz continuarão funcionando e disponíveis em diversas plataformas de nuvem, incluindo Amazon Web Services (AWS), Google Cloud Platform, Microsoft Azure e Oracle Cloud. As soluções também serão oferecidas por meio de diferentes parceiros de segurança.

Além disso, o Google informou que seguirá oferecendo aos clientes uma variedade de opções por meio das soluções de parceiros disponíveis no marketplace do Google Cloud.

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Google se aproveita do litígio entre Anthropic e Pentágono

O Google faz como a OpenAI e está aproveitando o litígio entre Pentágono e Anthropic para reforçar seu relacionamento com o governo dos Estados Unidos.

Um dia após a startup de Dario Amodei processar o Pentágono, a gigante das buscas está expandindo o papel de seus modelos de inteligência artificial (IA) no âmbito militar.

Nesta terça-feira (10), o Google informou que vai lançar recurso que permitirá a civis e militares criar agentes de IA personalizados para trabalhos não classificados no GenAI.mil, portal de IA corporativa do Pentágono.

Agora, os funcionários do Departamento de Defesa podem usar ferramenta sem ou com pouco código, de nome Agent Designer, para criar assistentes digitais para tarefas administrativas repetitivas.

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Celula com letreiro do Google na tela; ao fundo, tela maior exibe logomarca da empresa
GenAI.mil poderá gerar agentes de IA para civis e militares (Imagem: Algi Febri Sugita/Shutterstock)

Google e as novas ferramentas para funcionários do Departamento de Defesa

  • O Google disse que os agentes podem auxiliar em tarefas, como redação de atas de reuniões, criação de listas de ações e divisão de grandes projetos em planos detalhados por etapas;
  • A princípio, funcionarão em redes não classificadas. Contudo, segundo a Bloomberg, há informações de que as negociações para expansão para ambientes classificados e ultrassecretos;
  • Ao portal, Emil Michael, chefe de tecnologia do Departamento de Defesa, disse que está “confiante” de que o Google será “um ótimo parceiro em todas as redes“;
  • Ele também falou que o Pentágono está “seguindo em frente” ante à disputa com a Anthropic e que isso não será resolvido nos tribunais.

Concorrência

Com o litígio com a Anthropic, surgiram outras concorrentes no caminho: OpenAI e xAI. Ambas foram adicionadas às redes restritas, enquanto o Google expandiu sua colaboração. Mas, até pouco tempo, a Anthropic era a única fornecedora de IA na nuvem do Pentágono.

A tensão entre as empresas de IA sobre a validade do uso da tecnologia para fins militares só cresce. Jeff Dean, chefe de IA do Google, assinou, junto a dezenas de outros funcionários de OpenAI e da gigante das buscas, um parecer jurídico que apoia a Anthropic contra o Pentágono.

Dean, anteriormente, já expressou simpatias por preocupações envolvendo IA militar e vigilância, quando funcionários circularam cartas solicitando limites claros sobre como a empresa atua com os militares.

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Hackers chineses usam Windows e Google Drive para espionar governos, diz empresa

Pesquisadores da Check Point Software identificaram uma operação de espionagem cibernética que usa serviços do Windows e o Google Drive para atacar governos. Ligada a hackers da China, a Silver Dragon sequestra funções do computador para instalar uma ferramenta de acesso escondida, chamada GearDoor, que permite controlar a máquina invadida à distância.

A operação está ativa desde a metade de 2024 e foca em órgãos públicos no Sudeste Asiático e na Europa. O objetivo dos invasores não é derrubar sistemas, mas agir de forma silenciosa para roubar informações estratégicas pelo máximo de tempo possível sem serem notados.

Hackers usam programas comuns e sites confiáveis para esconder roubo de dados em órgãos públicos

Segundo a Check Point Software, o grupo obtém acesso aos computadores de duas maneiras: explorando falhas em servidores ligados à internet ou enviando e-mails falsos (phishing) para funcionários. Essa estratégia permite que os invasores entrem tanto por brechas técnicas quanto por erros humanos em instituições do governo.

Ilustração de dragão segurando um globo representando o planeta Terra
Ligada a hackers da China, a Silver Dragon sequestra funções do computador para instalar uma ferramenta de acesso escondida (Imagem: Check Point Software)

Após entrar no sistema, o vírus se esconde dentro de ferramentas oficiais do Windows, como o Windows Update (que atualiza o computador) e o sincronizador de relógio. Como esses processos são considerados seguros, o código malicioso consegue rodar sem ser bloqueado pelos programas de segurança tradicionais.

O controle da invasão é feito por meio do Google Drive, onde os hackers criam pastas específicas para cada vítima. Eles trocam ordens e arquivos roubados disfarçados de imagens comuns, aproveitando que o tráfego desse site de nuvem raramente é barrado pelas defesas das redes governamentais.

“A campanha Silver Dragon representa a tendência atual da espionagem cibernética moderna, em que os atacantes utilizam diferentes vetores de acesso inicial, escondendo-se em serviços confiáveis do Windows e em plataformas amplamente utilizadas como o Google Drive”, aponta Sergey Shykevich, gerente do Grupo de Inteligência de Ameaças da Check Point Software.

Para monitorar o que as vítimas fazem, os criminosos usam o SilverScreen, programa que tira fotos da tela apenas quando há mudanças visuais importantes. Isso permite vigiar o usuário por muito tempo sem causar lentidão no computador, o que ajuda a manter a espionagem invisível.

A autoria do ataque foi atribuída a grupos chineses porque os horários de atividade dos hackers seguem o fuso de Pequim. Diante disso, especialistas recomendam que governos aumentem a vigilância sobre serviços de nuvem e mantenham seus sistemas sempre atualizados para evitar invasões.

O Olhar Digital pediu posicionamento sobre o assunto para o Google e para a Microsoft.

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NotebookLM agora cria vídeos animados com IA; veja como usar

Consumir grandes volumes de informação e documentos extensos costuma ser uma tarefa cansativa. Para ajudar você a organizar esse caos e ser mais produtivo, o Google anunciou uma atualização significativa para o NotebookLM. Agora, além de resumos em texto e áudio, a ferramenta é capaz de gerar vídeos animados e narrados, os chamados “Cinematic Video Overviews”.

A ideia é transformar a leitura passiva em um processo de aprendizado mais engajador, permitindo que o usuário “assista” aos pontos principais de sua própria pesquisa.

Como funciona o novo recurso do NotebookLM

O Google utiliza uma combinação dos seus modelos de IA mais avançados, incluindo o Gemini 3, o Nano Banana Pro e o Veo 3 (especialista em vídeos de alta fidelidade).

De acordo com o anúncio oficial e informações do The Verge, o Gemini agora atua como um verdadeiro “diretor criativo”. Ele toma centenas de decisões estruturais e estilísticas para garantir que o vídeo conte uma história coerente baseada nas suas fontes. A IA não apenas gera as imagens, mas refina o próprio trabalho para manter a consistência visual e narrativa, criando animações fluidas que ajudam na retenção do conteúdo.

Quem pode usar a novidade

Diferente da versão anterior, que era limitada ao navegador, o novo recurso já nasce multiplataforma. Confira os requisitos:

  • Disponibilidade: disponível na Web e em dispositivos móveis (Android e iOS).
  • Idioma: no momento, disponível apenas em inglês.
  • Público: usuários maiores de 18 anos.
  • Assinatura: exclusivo para assinantes do plano Google AI Ultra.
  • Limite: é possível gerar até 20 vídeos cinematográficos por dia.

Embora o botão “Resumo em vídeo” apareça para os usuários do NotebookLM, os vídeos gerados são no formato de slides narrados. Assim, por enquanto, o recurso de “Cinematic Video Overviews” é uma exclusividade do plano Google AI Ultra.

Como ativar e gerar os vídeos

O recurso é liberado via servidor, ou seja, basta estar com o app atualizado ou acessar o site oficial para visualizar a opção.

  1. Acesse o NotebookLM (web ou app) e selecione seu caderno de notas.
  2. Faça o upload dos documentos que deseja “transformar” em filme.
  3. Selecione a opção de “Resumo em vídeo”.
  4. Aguarde o processamento da IA e o vídeo estará pronto para visualização ou download, otimizado para o seu aprendizado.

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Google apresenta Gemini 3.1 Flash-Lite, modelo de IA mais rápido da marca

Ontem (03), a gigante de tecnologia Google anunciou em seu blog o novo modelo de inteligência artificial da marca: o Gemini 3.1 Flash-Lite, divulgado como o mais rápido e eficiente dentre a família Gemini 3.

Segundo a própria empresa, a novidade é superior ao modelo Gemini Flash 2.5, é até 25% mais rápida, e apresenta níveis significativos de “processamentos dinâmicos para se adequar à complexidade da tarefa“. O anúncio também foi divulgado em um tuíte na página oficial da empresa no X.

Developers can now preview Gemini 3.1 Flash-Lite, our fastest and most cost-efficient Gemini 3 series model yet.

With a 45% increase in output speed, it outperforms 2.5 Flash and features dynamic thinking levels to match task complexity.

Rolling out in preview today in… pic.twitter.com/BdJHRFx9SI

— Google (@Google) March 3, 2026

Entendendo as novidades do Gemini 3.1 Flash-Lite

Imagem: Gemini / Reprodução

No X, o Google informou aos seguidores que é possível acessar previamente o Gemini 3.1 Flash-Lite e testá-lo via Google AI Studio ou pelo Vertex AI.

Enquanto o Google AI Studio concentra-se como uma ferramenta web destinada a desenvolvedores e pesquisadores de IA, a Vertex auxilia usuários a customizar modelos de IA com seus próprios dados e recursos de segurança.

A empresa declara o seguinte:

O 3.1 Flash-Lite consegue lidar com tarefas em grande escala, como tradução de alto volume e moderação de conteúdo, onde o custo é uma prioridade. E também consegue lidar com cargas de trabalho mais complexas que exigem raciocínio mais aprofundado, como geração de interfaces de usuário e painéis, criação de simulações ou execução de instruções.

— Google em seu anúncio de lançamento via blog
Interações logas com chatbots podem aumentar os riscos de delírios (Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock)
Huma interagindo com inteligência artificial (Imagem: Summit Art Creations/Shutterstock)

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Outro fator compartilhado pela equipe de desenvolvedores é o valor médio para utilização do produto: os usuários só pagam US$ 0,25 a cada 1 milhão de tokens de entrada. Ou seja, na soma de todos os prompts enviados, você paga 25 centavos de dólar a cada 1 milhão de tokens. Já para os tokens de saída, gerados pelas respostas, o valor sobe para US$ 1,50.

Esses valores do novo Gemini 3.1 Flash‑Lite são mais baratos que os modelos anteriores (como o Gemini 2.5) porque foi otimizado para usar menos recursos computacionais sem perder qualidade, cobrando menos por cada milhão de tokens processados: você paga apenas US$ 0,25 pelos tokens que envia e US$ 1,50 pelos tokens que o modelo gera, enquanto ainda mantém respostas rápidas e precisas, tornando-o ideal para aplicações que precisam de alta frequência de interações em tempo real.

O chatbot ainda dá aos usuários “o controle e a flexibilidade para selecionar o quanto o modelo ‘pensa’ para uma tarefa, o que é essencial para gerenciar cargas de trabalho de alta frequência.”

O Gemini 3.1 Flash‑Lite demonstra o esforço do Google em oferecer modelos de IA eficientes, porém, mais baratos, ao reduzir os custos por token processado e acelerar o tempo de resposta.

Com recursos de processamento dinâmico, ele permite que desenvolvedores ajustem o nível de raciocínio do modelo conforme a complexidade da tarefa, tornando-o adequado tanto para aplicações simples quanto para fluxos de trabalho de alta frequência.

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