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Cientistas descobrem oxigênio sendo produzido no fundo do mar sem luz solar

Uma descoberta surpreendente revelou que o oxigênio no fundo do mar é produzido sem a necessidade de luz solar ou fotossíntese. Cientistas identificaram nódulos polimetálicos que funcionam como baterias naturais, gerando eletricidade suficiente para quebrar moléculas de água. Esse fenômeno inédito desafia os conhecimentos biológicos e redefine nossa compreensão sobre a origem da vida na Terra.

Como ocorre a produção de oxigênio no fundo do mar sem luz?

De acordo com um estudo publicado pela Nature, pesquisadores observaram que nódulos minerais localizados na Zona Clarion-Clipperton, no Oceano Pacífico, liberam oxigênio de forma constante. Esse processo, batizado de “oxigênio negro”, ocorre a mais de 4 mil metros de profundidade, onde a luz solar jamais alcança a superfície terrestre.

A equipe liderada pelo professor Andrew Sweetman inicialmente acreditou que os sensores estivessem com defeito, tamanha era a improbabilidade do achado. No entanto, testes laboratoriais confirmaram que esses nódulos possuem uma carga elétrica de até 1,5 volts, o que é suficiente para realizar a eletrólise da água do mar.

📍 2013: Observação Inicial: O professor Andrew Sweetman detecta pela primeira vez níveis anômalos de oxigênio no solo oceânico escuro.

🧪 Validação em Laboratório: Experimentos rigorosos descartam interferência biológica e confirmam a origem geoelétrica do gás.

🌍 Publicação do Estudo: A comunidade científica internacional aceita a descoberta das “pedras elétricas” como uma nova fonte de vida.

Qual é o papel das chamadas “baterias geológicas” no oceano?

Esses nódulos polimetálicos são compostos por misturas de metais como cobalto, níquel, cobre e manganês, que se acumulam ao longo de milhões de anos. A disposição desses materiais permite que eles atuem como uma bateria galvânica, criando um fluxo de elétrons capaz de sustentar a vida em ambientes extremos.

A descoberta sugere que a vida aeróbica na Terra pode ter começado de uma forma diferente do que imaginávamos anteriormente. Se o oxigênio pode ser gerado sem sol, as zonas abissais podem ser muito mais autossuficientes do que a ciência supunha até o presente momento em suas teorias tradicionais.

  • Acúmulo mineral de metais estratégicos para a indústria moderna.
  • Capacidade de gerar eletricidade natural através da química geológica.
  • Independência total da energia solar para produção de gás vital.
  • Suporte direto a microrganismos que habitam o solo oceânico profundo.
Cientistas descobrem oxigênio sendo produzido no fundo do mar sem luz solar
Metais estratégicos nas baterias geológicas sustentam a vida em ecossistemas abissais extremos – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Por que o oxigênio no fundo do mar muda o que sabemos sobre a vida?

Até então, a ciência acreditava que quase todo o oxigênio da Terra era subproduto da fotossíntese realizada por plantas e algas. Este novo dado indica que o leito oceânico pode ter sido o berço de processos químicos que permitiram o surgimento de seres que respiram antes mesmo da luz solar se tornar o motor principal.

Além do impacto biológico, essa revelação traz um alerta importante para a indústria de mineração submarina, que visa extrair esses nódulos para baterias de veículos. Remover essas pedras pode significar o fim de um suprimento vital de ar para ecossistemas inteiros que ainda sequer foram totalmente catalogados pela humanidade.

Característica Oxigênio Fotossintético Oxigênio Negro
Mecanismo Conversão de luz solar Eletrólise geoelétrica
Ambiente Superfície e zonas iluminadas Profundezas abissais escuras

Quais são os riscos da mineração para esse ecossistema?

O interesse comercial nos metais contidos nos nódulos é altíssimo, visto que são essenciais para a transição energética global em curso. No entanto, a exploração desenfreada pode destruir “usinas” naturais que levaram milhões de anos para se formar e que agora sabemos serem essenciais para a oxigenação profunda.

Organizações ambientais e cientistas pedem uma moratória na mineração em águas profundas até que as consequências ecológicas sejam plenamente compreendidas. A interrupção desse fluxo de oxigênio poderia causar um colapso em cadeias alimentares que funcionam em um equilíbrio extremamente delicado e milenar.

O que essa descoberta significa para a busca por vida extraterrestre?

Se o oxigênio pode ser gerado sem luz em planetas como a Terra, as chances de encontrar vida em luas geladas de Júpiter ou Saturno aumentam. Oceanos subterrâneos em outros mundos podem possuir processos geoelétricos semelhantes que sustentam organismos complexos no breu absoluto das profundezas espaciais.

O paradigma da “Zona Habitável” baseada apenas na distância de uma estrela está sendo questionado diante dessas evidências químicas. A geologia de um planeta pode ser tão importante para a manutenção da vida quanto a luz que ele recebe, abrindo novas portas para a exploração astrobiológica futura.

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Emergência Radioativa: entenda o caso Césio-137, que chocou o Brasil e inspirou a série da Netflix

Na última semana, a Netflix lançou a série “Emergência Radioativa”, que vem chamando a atenção do público e da crítica. Ambientada em Goiânia, Goiás, a produção acompanha médicos e físicos em uma corrida contra o tempo para conter um desastre radiológico e salvar vidas. A trama é inspirada no acidente real com o Césio-137, ocorrido em 1987, que chocou o Brasil. Todos os episódios foram disponibilizados na quarta-feira (18).

Logo no fim de semana de estreia, a série alcançou o Top 1 no Brasil e o Top 2 global, aparecendo ainda no Top 10 de diversos países, como Portugal. A popularidade gerou debates nas redes sociais, comparações com Chernobyl e discussões sobre a verossimilhança dos fatos, com críticos elogiando a direção e as atuações, mas questionando a fidelidade histórica.

Comparações no X entre “Emergência Radioativa” e “Chernobyl”. Créditos: Captura de tela/X

O ponto central da série é o acidente radiológico de Goiânia ocorrido em setembro de 1987. Um aparelho de radioterapia abandonado no Instituto Goiano de Radioterapia foi aberto de forma indevida. O equipamento continha uma cápsula de Césio-137 de alta radioatividade, que acabou sendo espalhada pela cidade, provocando contaminação em diversas pessoas.

Segundo a Secretaria de Saúde de Goiás, a cápsula tinha 50,9 TBq (1.375 Ci) de radioatividade e continha cloreto de césio, um composto altamente solúvel. O Césio-137 é um isótopo radioativo artificial com comportamento químico semelhante ao potássio. Ele pode se acumular em animais, plantas e, consequentemente, no corpo humano.

Escombros do Instituto Goiano de Radioterapia, localizado no Centro de Goiânia. Crédito: CRCN-CO/CNEN

Como o material radioativo contaminou a população

Após a violação do aparelho, pedaços do material radioativo se espalharam pelo ambiente em forma de pó azul brilhante. Esse pó acabou em casas, depósitos de ferro-velho e até distribuído entre parentes e amigos, que não sabiam do perigo. O interesse pelo chumbo presente no aparelho também contribuiu para a venda e a circulação do material.

O contato com o Césio-137 causou sintomas graves nas primeiras horas: náuseas, vômitos, diarreia, tontura e queimaduras. Algumas pessoas procuraram hospitais locais. A situação só foi identificada corretamente quando a esposa do dono do ferro-velho levou o material à Divisão de Vigilância Sanitária, que confirmou a radioatividade.

Sucata do aparelho de radiologia nas ruínas do Instituto Goiano de Radioterapia. Crédito: CRCN-CO/CNEN

As principais formas de exposição ao produto foram a inalação de partículas, ingestão de alimentos contaminados e irradiação externa. Segundo Luiz Antonio Andrade de Oliveira, professor do Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (Unesp), elementos radioativos superpesados demoram décadas para se desintegrar, emitindo radiação continuamente.

No caso do Césio-137, a meia-vida é de cerca de 33 anos. Isso significa que uma amostra do elemento leva esse tempo para reduzir sua radioatividade à metade. “A recomendação principal é não manipular esse tipo de substâncias. Se houver contato com a pele, lavar abundantemente com água e sabão. Se inalado ou ingerido, a situação é mais complicada”, explicou Oliveira em entrevista ao Olhar Digital.

O professor detalha que, em acidentes como o de Goiânia, sinais visíveis – como o brilho azul do Césio – ajudam na identificação. Mas, na maioria das situações, a exposição passa despercebida. “Naquele caso, as pessoas que ingeriram o Césio em elevada concentração foram tratadas em hospitais com substâncias para tentar retirar o Césio-137 do organismo. Mesmo assim, muitas delas morreram.”

Ele compara o episódio brasileiro a um caso nos EUA, em 1995, quando um adolescente tentou montar um reator nuclear caseiro. “No caso do rapaz dos EUA, como ele lidava com pequenas quantidades de material radioativo, não se esperaria algo tão dramático. Em pequenas doses, os efeitos aparecem depois de muito tempo”.

Vista aérea do ferro-velho que comprou o material e repassou para outros depósitos, dando início à corrente de contaminação radioativa. Imagem: Yosikazu Maeda via Secretaria de Estado de Saúde de Goiás

Governo monitorou milhares de vítimas

Em Goiânia, no total, foram monitoradas 112.800 pessoas, das quais 249 apresentaram significativa contaminação interna e/ou externa, sendo que em 120 delas a contaminação era apenas em roupas e calçados, e as mesmas foram liberadas após a descontaminação.

As outras 129 passaram a receber acompanhamento médico regular. Destas, 79 com contaminação externa receberam tratamento ambulatorial; dos outros 50 radioacidentados com contaminação interna, 30 foram assistidos em albergues em semi-isolamento, e 20 foram encaminhados ao Hospital Geral de Goiânia. Destes últimos, 14 em estado grave foram transferidos para o Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, onde quatro deles foram a óbito, oito desenvolveram a Síndrome Aguda da Radiação (SAR), 14 apresentaram falência de medula óssea e um sofreu amputação do antebraço.

Medição de radioatividade na população. Imagem: Arquivo da Secretaria de Estado de Saúde de Goiás

No total, 28 pessoas desenvolveram em maior ou menor intensidade, a Síndrome Cutânea da Radiação (as lesões cutâneas também eram ditas “radiodermites”). Os casos de óbito ocorreram cerca de quatro a cinco semanas após a exposição ao material radioativo, devido a complicações esperadas da SAR – hemorragia (dois pacientes) e infecção generalizada (também dois pacientes).

Para realizar o monitoramento sobre os efeitos da exposição à radiação ionizante nas pessoas que foram vítimas do acidente, o governo goiano criou, em fevereiro de 1988, a Fundação Leide das Neves Ferreira. Foram definidos grupos de monitoramento dos pacientes, de acordo com normas internacionais, que consideram como critérios de classificação a gravidade das lesões cutâneas e a intensidade da contaminação interna e externa, e que determinou a metodologia dos protocolos de acompanhamento médico.

A avaliação da contaminação externa usou análises cromossômicas, enquanto a contaminação interna foi medida em excretas e com detectores próximos ao corpo. A técnica de contagem de corpo inteiro (monitoração in vivo) e análise de excretas (monitoração in vitro) permitiu estimar a dose de radiação recebida.

Descontaminação de áreas na Rua 57. Ao fundo, a entrada do Mercado Central de Goiânia. Crédito: CRCN-CO/CNEN

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Desastre do Césio-137 transformou os protocolos de segurança

O acidente gerou 3.500 m³ de lixo radioativo, armazenado em contêineres de concreto. O repositório definitivo está em Abadia de Goiás, a 23 km de Goiânia, sob responsabilidade do Centro Regional de Ciências Nucleares do Centro-Oeste, da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O local realiza monitoração e controle ambiental contínuo.

O episódio também deixou lições valiosas para a ciência e para a sociedade. Ele reforçou a necessidade de conhecer os riscos ao lidar com elementos radioativos, priorizando ética e responsabilidade. O aprendizado vai além da física ou química: envolve cuidado com a vida humana e a preservação do meio ambiente.

Em resumo, o acidente com o Césio-137 marcou Goiânia e o Brasil. Ele transformou protocolos de segurança, inspirou estudos científicos e permanece vivo na memória coletiva. “Emergência Radioativa” cumpre o papel de relembrar essa história, ao mesmo tempo em que educa e alerta sobre os perigos da radiação.

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Cheirinhos naturais ativam o cérebro e transformam o ambiente sem usar tecnologia

Perfumar a casa sem química pesada e ainda cuidar da mente parece sonho, mas dá pra fazer com plantas, ervas e especiarias que a gente já conhece. Esse aromatizador natural simples, dura dias e cria um clima de bem-estar que se sente no corpo inteiro. Estudos feitos por pesquisadores da UNIRIO e publicadas na revista cientifica Research, Society and Development explicam os efeitos dessa opção.

Por que aromas naturais das plantas fazem tão bem para a saúde?

Uma pesquisa conduzida por pesquisadores da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e publicada na revista científica Research, Society and Development analisou os efeitos da aromaterapia na saúde mental. O estudo aponta que a inalação de óleos essenciais naturais, como os de lavanda e frutas cítricas, pode contribuir para a redução da ansiedade, melhora do humor e sensação de relaxamento, graças à ação direta dos aromas sobre áreas do cérebro ligadas às emoções.

Como um aromatizador natural melhora o bem-estar no dia a dia?

Em casa, ele transforma o ambiente em poucos minutos. No trabalho, ajuda a criar uma sensação de foco e leveza. Em quartos, contribui para um clima mais relaxante e acolhedor.

Além disso, usar aromas naturais reduz a exposição a fragrâncias sintéticas, o que pode ser um alívio para quem sente dor de cabeça, irritação respiratória ou desconforto com cheiros artificiais.

Plantas e ervas podem perfumar a casa e acalmar a mente com esse aromatizador natural
Usar ervas frutas e especiarias cria bem-estar sem química pesada – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

De que forma ervas e especiarias atuam no corpo e na mente?

Quando inalamos aromas naturais, o sistema olfativo envia sinais diretos ao cérebro, especialmente às áreas ligadas às emoções. Por isso, certos cheiros trazem calma quase imediata.

Plantas como alecrim, lavanda, canela e cravo liberam óleos essenciais naturais durante a infusão, ajudando a criar um ambiente mais equilibrado, agradável e mentalmente confortável.

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Fazer aromatizador natural é caro ou acessível para qualquer pessoa?

A boa notícia é que é simples, barato e perfeito até para quem nunca cuidou de plantas. Com poucos itens, já dá para montar um aromatizador que dura dias.

Veja um esquema básico de custo e facilidade:

Aromatização Natural
🌿

Alecrim ou hortelã

Aromatização fresca e herbal, ótima para cozinha e sala.

Custo: baixo Dificuldade: muito fácil Aroma: 2 a 3 dias
🧡

Cravo e canela

Perfil quente e aconchegante — perfeito para dias frios.

Custo: baixo Dificuldade: fácil Aroma: 3 a 5 dias
🍊

Casca de laranja/limão

Cítrico limpo e leve, excelente para renovar o ambiente.

Custo: quase zero Dificuldade: muito fácil Aroma: 2 a 4 dias
🔥

Água + fogo baixo

Base do método: aqueça lentamente para liberar os aromas dos ingredientes.

Custo: — Dificuldade: muito fácil Aroma: —
Plantas e ervas podem perfumar a casa e acalmar a mente com esse aromatizador natural
Aromas de plantas atuam diretamente no cérebro e ajudam a reduzir ansiedade – (Imagem gerada por inteligência artificial-ChatGPT/Olhar Digital)

O aromatizador natural faz parte do futuro do bem-estar verde?

Cada vez mais pessoas buscam casas com mais natureza, mesmo em espaços pequenos. Aromatizadores naturais entram nessa tendência de biofilia, que conecta saúde mental e ambientes verdes.

Jardinagem terapêutica, hortas em casa e o uso consciente de plantas mostram que bem-estar não precisa ser caro nem complicado. É sobre voltar ao simples, ao natural e ao que faz sentido para o corpo e a mente. Cuidar das plantas, do ar da casa e dos cheiros ao redor é uma forma suave de autocuidado. Pequenos rituais verdes deixam o dia mais leve, equilibrado e cheio de vida.

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Como apostar na Mega-Sena pelo celular passo a passo

Precisa de sorte e de um smartphone para tentar a sorte grande sem sair de casa hoje. Saiba que apostar na Mega-Sena pelo celular é um processo simples, seguro e extremamente prático para quem evita filas. O aplicativo oficial das Loterias Caixa centraliza todos os jogos e garante que seu comprovante digital esteja sempre protegido.

Como configurar o aplicativo para apostar na Mega-Sena pelo celular?

Para começar, você deve baixar o app oficial das Loterias Caixa em sua loja de aplicativos e realizar um cadastro rápido com seu CPF e uma senha forte. Segundo os termos de uso das Loterias Caixa, o serviço é exclusivo para maiores de 18 anos e exige a validação de dados para garantir a segurança dos pagamentos.

Após o login, a interface apresenta todas as modalidades disponíveis, permitindo que você escolha seus números da sorte com poucos toques na tela. A praticidade de ter uma lotérica na palma da mão otimiza o tempo e evita o risco de perder o bilhete físico, que fica salvo digitalmente em sua conta pessoal para conferência posterior.

📱 Baixar o Aplicativo: Encontre o “Loterias Caixa” na App Store ou Google Play Store e instale no dispositivo.

👤 Criar Cadastro: Insira seus dados pessoais, crie uma senha e valide o acesso através do e-mail de confirmação.

🎰 Registrar Jogo: Selecione a Mega-Sena, escolha as dezenas desejadas e finalize a transação no carrinho de compras.

Quais são os passos para registrar o jogo no sistema?

Dentro do menu da Mega-Sena, o usuário pode selecionar de seis a vinte dezenas, observando que o valor da aposta sobe proporcionalmente à quantidade de números escolhidos. É possível também optar pela funcionalidade “Surpresinha”, onde o próprio sistema escolhe os números de forma aleatória para o apostador que está indeciso.

O carrinho de compras permite acumular diferentes jogos antes de finalizar o pagamento, o que é ideal para quem gosta de participar de vários concursos simultaneamente. É fundamental conferir todos os números selecionados antes de prosseguir para a etapa de liquidação financeira, que ocorre em um ambiente criptografado para sua proteção.

Como apostar na Mega-Sena pelo celular passo a passo
Sistema permite selecionar dezenas manualmente ou utilizar a funcionalidade de escolha aleatória – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

É seguro apostar na Mega-Sena pelo celular hoje em dia?

A segurança digital é uma prioridade absoluta da Caixa Econômica Federal, que utiliza protocolos de criptografia de ponta para proteger os dados sensíveis dos usuários. Ao apostar na Mega-Sena pelo celular, o jogador recebe um comprovante oficial por e-mail, que serve como garantia inalterável do registro efetuado no sistema nacional.

Além disso, o processamento de pagamentos é integrado a sistemas bancários robustos que aceitam cartões de crédito e Pix, oferecendo agilidade e rastreabilidade total. Essa modernização elimina o risco de perda ou roubo do bilhete físico, garantindo que o prêmio seja vinculado diretamente ao CPF do titular da conta cadastrada no app.

Característica Detalhe do Serviço Digital
Valor Mínimo O sistema exige o valor de R$ 30,00 por compra.
Métodos Cartões de crédito (diversas bandeiras) e Pix.
Disponibilidade Serviço disponível 24 horas por dia para registros.

Como conferir o resultado e resgatar o prêmio?

Após a realização do sorteio, o próprio aplicativo envia notificações automáticas caso algum dos seus jogos tenha sido premiado em qualquer faixa. O usuário pode acessar a área “Minhas Apostas” para visualizar o detalhamento de cada concurso e verificar se os números sorteados coincidem com as dezenas escolhidas no momento da compra.

Para o resgate, valores dentro do limite estabelecido podem ser transferidos para contas de pagamento digital ou retirados em qualquer unidade lotérica credenciada. Prêmios de maior valor exigem que o apostador compareça a uma agência da Caixa portando o comprovante digital e seus documentos de identificação originais para validação.

Quais as vantagens de usar o app em vez da lotérica?

A principal vantagem de apostar na Mega-Sena pelo celular reside na conveniência de realizar operações em qualquer lugar, respeitando apenas o horário de fechamento dos sorteios. Não há necessidade de enfrentar deslocamentos ou filas, o que representa um ganho significativo de tempo e conforto na rotina agitada do dia a dia.

Outro ponto relevante é a possibilidade de favoritar jogos, permitindo que suas dezenas preferidas fiquem salvas para apostas recorrentes com apenas um clique no futuro. Além disso, a sustentabilidade é beneficiada com a redução total do uso de papel térmico, transformando a experiência de apostar em algo totalmente digital e ecológico.

Leia mais:

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Oscar 2026 ao vivo: acompanhe todos os vencedores da noite

Neste domingo (15), a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas elege os ganhadores do Oscar 2026: uma das cerimônios de premiação de maior prestígio no cinema. O evento ocorre no Teatro Dolby em Los Angeles (EUA) e sua transmissão começa ao vivo pela TNT, Globoplay, HBO Max e Globo a partir das 21h.

Para atualizar os leitores do Olhar Digital, faremos a cobertura ao vivo conforme cada categoria anunciar seu respectivo vencedor. Neste ano, o Brasil concorre a quatro categorias em virtude do sucesso do filme O Agente Secreto, estrelando Wagner Moura. As categorias são:

  • Melhor Filme
  • Melhor Filme Internacional
  • Melhor Ator (Wagner Moura)
  • Melhor Direção de Elenco

Leia mais:

Todos os vencedores do Oscar 2026

Indicados a Melhor Filme no Oscar 2026 (Divulgação)

*Esta matéria será atualizada em tempo real a cada novo vencedor.

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Wagner Moura vai anunciar categoria no Oscar; veja lista de apresentadores

O ator brasileiro Wagner Moura vai apresentar uma categoria na cerimônia do Oscar 2026. O anúncio foi feito pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas nesta quarta-feira (11), com uma lista completa dos artistas que entregarão troféus em categorias da premiação.

Além de Moura, o grupo inclui nomes conhecidos do cinema e da televisão, como Nicole Kidman, Jimmy Kimmel, Pedro Pascal, Ewan McGregor, Sigourney Weaver, Channing Tatum, Rose Byrne, Delroy Lindo, Bill Pullman e Lewis Pullman.

A Academia não revelou quais categorias cada convidado será responsável por anunciar.

Meet your final slate of presenters for the 98th #Oscars.

The biggest moments are still to come — tune in LIVE Sunday, March 15, at 7e/4p on ABC and Hulu to see it all unfold. #OnlyAtTheOscars pic.twitter.com/dw5Yl37VLI

— The Academy (@TheAcademy) March 11, 2026

A participação de Wagner Moura ganha ainda mais destaque porque ele também concorre ao prêmio de Melhor Ator na edição deste ano, pelo trabalho em O Agente Secreto. Recentemente, o brasileiro fez história ao vencer o Globo de Ouro de Melhor Ator em Filme de Drama pelo filme.

A organização do Oscar já havia confirmado outros artistas que também irão entregar estatuetas aos vencedores. Entre eles estão Robert Downey Jr., Anne Hathaway, Chris Evans, Demi Moore, Gwyneth Paltrow, Paul Mescal, Adrien Brody, Javier Bardem, Priyanka Chopra Jonas e Kumail Nanjiani, entre outros.

A 98ª edição do Oscar será realizada no Dolby Theatre, em Hollywood, no domingo (15 de março, com apresentação do comediante Conan O’Brien. No Brasil, o evento começa às 20h e terá transmissão da TV Globo (TV aberta), TNT (TV fechada) e HBO Max (streaming).

Cerimônia acontece neste domingo (Crédito: LanKS/Shutterstock)

Brasil aparece em 5 categorias no Oscar 2026

Os indicados ao Oscar 2026 foram revelados em meados de janeiro. O Brasil apareceu em 5 categorias:

  • O Agente Secreto como Melhor Direção de Elenco, Melhor Filme Internacional (pelo Brasil) e Melhor Filme;
  • Wagner Moura como Melhor Ator;
  • Adolpho Veloso, diretor de fotografia de Sonhos de Trem, como Melhor Fotografia.

Leia mais:

Outros dois brasileiros estavam na pré-lista, mas não entraram na indicação final: Apocalipse nos Trópicos, da diretora Petra Costa, como Melhor Documentário; e Amarela, de André Hayato Saito, como Melhor Curta-Metragem.

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Sistema estelar quádruplo raro supercompacto intriga astrônomos

Um estudo publicado esta semana na revista Nature Communications descreve um sistema estelar extremamente incomum formado por quatro estrelas organizadas em uma estrutura rara conhecida como configuração 3+1. 

Nesse tipo de arranjo, três estrelas permanecem próximas umas das outras, enquanto uma quarta orbita o grupo completo. Astrônomos identificaram agora a versão mais compacta já observada desse tipo de sistema, um achado que ajuda a compreender melhor como sistemas múltiplos se formam e evoluem no Universo.

Em resumo:

  • Estudo revela raro sistema estelar quádruplo em configuração 3+1;
  • Três estrelas são mais próximas, e uma quarta orbita todo o grupo;
  • Sistema TIC 120362137 foi detectado pelo satélite TESS;
  • É o sistema quádruplo mais compacto já identificado;
  • Futuramente, estrelas internas devem fundir-se formando anãs brancas.

Sistema estelar 3+1 foi detectado por caçador de exoplanetas da NASA

Denominado TIC 120362137, o sistema foi detectado pelo Satélite de Pesquisa de Exoplanetas por Trânsito (TESS), da NASA, missão dedicada principalmente à busca de exoplanetas. As três estrelas centrais ocupam uma região muito pequena do espaço, equivalente aproximadamente à órbita de Mercúrio ao redor do Sol. Já a quarta estrela gira em torno desse trio a uma distância um pouco menor que a órbita de Júpiter no Sistema Solar.

Sistemas formados por vários corpos de massas semelhantes costumam ser gravitacionalmente instáveis, o que torna descobertas como essa especialmente valiosas. Segundo os pesquisadores, trata-se do sistema quádruplo mais compacto já identificado com essa organização hierárquica. Além disso, os cientistas conseguiram separar as assinaturas de luz (chamadas linhas espectrais) de cada uma das quatro estrelas, algo raro em sistemas tão complexos.

Com essas informações, os astrônomos puderam estudar cada estrela individualmente. Isso permitiu estimar propriedades importantes como massa, raio, temperatura, idade e o tempo que cada uma leva para completar uma órbita. O par mais interno, por exemplo, gira uma em torno da outra a cada 3,28 dias. Uma dessas estrelas possui cerca de 75% da massa do Sol, enquanto a outra tem aproximadamente 36%.

Esse par interno é orbitado por uma terceira estrela um pouco maior, com cerca de 48% da massa solar, que completa sua volta a cada 51,3 dias. Já a quarta estrela, com massa muito próxima à do Sol, orbita o trio inteiro em um período de cerca de 1.045 dias. Apesar das distâncias relativamente pequenas entre os astros, o sistema demonstrou ser surpreendentemente estável.

Ilustração da arquitetura e das dimensões físicas reais do sistema estelar quádruplo compacto TIC 120362137. Crédito: Borkovits, T., Rappaport, SA, Chen, HL. et al. 

Leia mais:

Cientistas fizeram simulações computacionais

Para entender melhor esse equilíbrio, os pesquisadores também realizaram simulações computacionais que projetam o futuro do sistema. Os cálculos indicam que, quando as estrelas evoluírem e passarem pela fase de gigante vermelha, elas perderão grande quantidade de massa. Nesse processo, as três estrelas internas provavelmente acabarão se fundindo e formando uma única anã branca.

Esse estágio final, no entanto, ainda está muito distante no tempo. Os cientistas estimam que a transformação completa do sistema levará cerca de 9,4 bilhões de anos. Quando isso ocorrer, o resultado deverá ser um par de anãs brancas orbitando uma à outra com um período aproximado de 44 dias.

Segundo os pesquisadores, sistemas binários de anãs brancas observados hoje podem ter se originado de estruturas muito mais complexas no passado, como esse raro arranjo quádruplo. Entretanto, após bilhões de anos de evolução estelar, quase não restariam pistas de que esses sistemas já foram parte de configurações tão exóticas quanto o recém-descoberto TIC 120362137.

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