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Novo CEO da Apple mata produto "amado por Tim Cook"; Vision Pro acabou, diz site

O Apple Vision Pro pode ter chegado ao fim. Segundo o MacRumors, a Apple encerrou o desenvolvimento do headset após o modelo com chip M5, lançado em outubro de 2025, não conseguir reverter as vendas fracas.

A equipe responsável pelo produto foi redistribuída para outras divisões da empresa, e não há planos para um novo modelo.

Vale lembrar que em toda sua existência, o Vision Pro vendeu cerca de 600 mil unidades, número considerado baixo para os padrões da Apple. Além disso, fontes internas relataram ao portal uma taxa de devoluções incomumente alta, superior à de qualquer outro produto moderno da empresa.

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Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Apple Vision Pro
Apple Vision Pro (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

O preço de US$ 3.499 e o peso de mais de 590 gramas, mesmo com a nova banda mais ergonômica adicionada na atualização M5, seguiram afastando os consumidores.

A atualização de outubro de 2025 do Apple Vison Pro trouxe uma versão mais poderosa, com taxa de atualização de 120 Hz, 10% mais pixels renderizados e cerca de 30 minutos extras de bateria. Porém, as novidades não teriam sido suficientes para que o produto emplacasse no mercado.

O novo CEO John Ternus, que assumiu o lugar de Tim Cook, nunca teria sido entusiasta do Vision Pro, segundo o Bloomberg. Seu histórico inclui o desenvolvimento de MacBook, iPad e AirPods, produtos com apelo de massa.

A leitura do mercado é que ele prefere concentrar esforços onde há volume de vendas real. Tim Cook, por outro lado, era apontado como o principal defensor interno do headset.

Óculos inteligentes devem ser novo foco da Apple

Com o Vision Pro descartado, a Apple pode direcionar seus esforços para óculos inteligentes, que deve chegar em quatro formatos. O produto esperado se aproxima do modelo Ray-Ban Meta, com foco em inteligência artificial e sem display integrado, o que deve resultar em um preço significativamente menor.

A tecnologia desenvolvida para o Vision Pro não será reaproveitada diretamente, já que consome energia demais para um dispositivo menor e mais leve.

Atualmente, o Apple Vision Pro com chip M5 segue à venda, mas sem perspectiva de sucessor. Até o momento, a Apple não fez nenhuma declaração oficial sobre o encerramento da linha.

Além do óculos inteligentes, a Apple estaria planejando outros seis tipos de produtos novos, como, como um pingente, HomPod, câmera de segurança e mais.

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Vazou: celular top da Xiaomi com bateria gigante tem data de lançamento revelada

O Xiaomi 17 Max deve chegar ao mercado na segunda quinzena de maio, na China. Segundo vazamentos anteriores, o celular será o novo integrante da linha 17 com uma bateria gigante de 8.000 mAh.

A informação vem do informante Digital Chat Station, conhecido na rede social chinesa Weibo por vazamentos confiáveis sobre a Xiaomi. O mesmo post também traz detalhes sobre as especificações do aparelho.

Caso confirmada, a bateria de 8.000 mAh seria a maior já vista em um smartphone da linha Xiaomi. O modelo deve suportar carregamento com fio de 100W e sem fio de 50W.

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xiaomi 17 max post weibo digital chat station
Leaker renomado revelou especificações no Xiaomi 17 Max (Imagem: Reprodução/Weibo)

Por não ser um modelo Pro, o aparelho abre mão da tela secundária na traseira presente no 17 Ultra e usa o espaço interno extra justamente para acomodar a bateria maior.

Tela e design

O Xiaomi 17 Max deve trazer uma tela OLED plana de 6,9 polegadas com resolução 1.5K com a promessa de excelente visualização.

Além disso, o modelo também deve adotar a tecnologia LIPO de embalagem, que permite bordas ultrafinas e simétricas nos quatro lados, resultando em um visual próximo ao de uma tela sem moldura.

Câmeras e desempenho

No aspecto fotográfico, o aparelho deve trazer câmera principal Samsung HPE de 200 MP, teleobjetiva periscópio de 50 MP com zoom óptico de 3x e ultrawide de 50 MP. O processador esperado é o Snapdragon 8 Elite Gen 5, o mesmo da linha Xiaomi 17.

Entre os outros recursos confirmados pelos vazamentos estão leitor de digitais ultrassônico sob a tela, alto-falantes estéreo e resistência avançada à água e poeira.

O aparelho deve ser lançado inicialmente nas cores preto e branco. Por enquanto, não há previsão de lançamento fora da China.

Linha 17 deve estrear no Brasil em breve

Vale lembrar que o primeiro celular da linha Xiaomi 17 a desembarcar no Brasil deve ser o Xiaomi 17T, que foi homologado pela Anatel e está pronto para ser vendido no país.

Com a homologação, a expectativa é de que o novo smarphone da chinesa seja lançado no Brasil em maio ou junho.

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Anatel vai transformar TV Box piratas em computadores para escolas públicas

A Anatel e a Receita Federal se reuniram nesta última terça-feira (28) para discutir uma política conjunta de destinação de produtos de telecomunicações apreendidos. O plano central é reconfigurar TV Boxes piratas e transformá-las em microcomputadores para doação a instituições de ensino público.

A proposta envolve ainda o Ministério da Educação e outros ministérios, com o objetivo de criar uma estrutura centralizada que vá além do descarte ou da destruição dos equipamentos apreendidos. 

Iniciativas pontuais já existem, como projetos no Rio de Janeiro, mas a ideia agora é ganhar escala nacional.

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anatel tv box pirata para escolas
Reunião na Anatel alinhou reutilização de TV Boxes piratas apreendidas (Imagem: Divulgação/Anatel)

Segundo o comunicado, os dispositivos reconfigurados também têm aplicação em aulas de robótica, onde são usados na construção de minirrobôs.

"A ideia é que a gente traga a Receita Federal junto com a Anatel, integrando alguns ministérios para que se dê uma solução definitiva a esses produtos", afirmou o conselheiro da Anatel, Edson Holanda.

Iniciativa vai priorizar padrões de segurança

O foco inicial nas TV Boxes deve ser expandido para outros tipos de eletrônicos, sempre respeitando padrões de segurança ao consumidor.

A fiscalização de produtos piratas também envolve riscos concretos à infraestrutura.

Segundo Holanda, equipamentos sem homologação podem causar interferências em serviços de emergência e na rede de telefonia móvel, além de não passarem por testes de segurança elétrica e de emissão de radiofrequência, o que representa risco direto ao usuário.

Produtos sem homologação são problema real

Os números mostram a dimensão do problema. Entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, a Anatel retirou de circulação 1.394.385 produtos sem homologação, com valor de mercado superior a R$ 136,6 milhões.

De acordo com a agência, a maior parte é composta por roteadores, equipamentos Wi-Fi e carregadores de bateria.

O projeto ainda está em estágio inicial e não tem prazo definido para implementação.

Vale lembrar que a TV box podem dar uma vida nova para a TV antiga, mas quando usada para acessar serviços pagos de forma gratuita, como plataformas de streamings, ela se torna ilegal, já que é caracterizado como pirataria.

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Após fiasco com robôs facilmente hackeáveis, DJI prepara 2ª geração do ROMO

A DJI anunciou que o ROMO 2, segunda geração do seu robô aspirador, chega em maio. O comunicado foi feito de forma discreta nas redes sociais da empresa, sem detalhes sobre especificações ou preço.

O novo robô chega meses depois de um episódio que expôs falhas graves de segurança na primeira geração do produto.

DJI ROMO 2° geração - anúncio
DJI confirmou nova geração do robô-aspirador ROMO, mas sem muitos detalhes (Imagem: Reprodução/Weibo/@DJI)

O fiasco da 1ª geração

Em fevereiro, o desenvolvedor Sammy Azdoufal descobriu por acaso uma brecha no sistema do ROMO original. Ele queria apenas controlar seu aspirador com um controle de PS5, mas ao conectar seu aplicativo aos servidores da DJI, cerca de 7.000 robôs ao redor do mundo passaram a responder aos seus comandos, como se ele fosse o dono de todos eles.

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Com acesso a qualquer um desses dispositivos, era possível ver a transmissão de vídeo ao vivo das câmeras, acompanhar o mapeamento dos cômodos das casas, rastrear a localização aproximada de cada aparelho e ouvir pelo microfone integrado.

Tudo isso sem invadir os servidores da DJI: bastava usar o token de autenticação do próprio dispositivo para ter acesso irrestrito aos dados de milhares de outros usuários.

robô aspirador DJI ROMO falha de segurança
Falha de segurança permitia acessar a câmera do robô-aspirador (Imagem: Reprodução/The Verge)

A resposta da DJI

A situação foi agravada pela postura inicial da empresa. Quando Azdoufal e o site The Verge entraram em contato, a DJI afirmou que o problema já havia sido corrigido.

Meia hora depois da declaração, o desenvolvedor demonstrou ao vivo que ainda tinha acesso a milhares de robôs, incluindo o aparelho usado pelo próprio repórter que testou o produto.

A empresa admitiu depois que a correção inicial não havia sido aplicada a todos os servidores e que uma segunda atualização foi necessária para fechar a brecha.

Mesmo assim, Azdoufal afirma que outras vulnerabilidades ainda não foram corrigidas, incluindo a possibilidade de acessar a câmera do ROMO sem precisar do PIN de segurança.

A empresa optou por não antecipar detalhes sobre o ROMO 2, já que as especificações do novo modelo devem ser reveladas ao longo de maio.

Recentemente, a Xiaomi lançou o robô aspirador Mi Home Robot Vacuum and Mop 6, que chama a atenção por usar água quente para lavar o esfregão e continuar a lavagem com manutenção mínima do usuário.

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Vivo vende iPhone 17 em parcelas de R$ 281; veja quem tem direito a comprar

A Vivo lançou sua campanha de Dia das Mães com condições especiais em smartphones, TVs, tablets, notebooks e acessórios. As ofertas são válidas até 11 de maio em todos os canais da operadora, incluindo as 1.800 lojas físicas, o app Vivo e a loja online, com frete gratuito para todo o Brasil sem valor mínimo.

O destaque da campanha é o parcelamento em até 21 vezes no cartão de crédito para clientes dos Planos Vivo Família 4 ou 5, que permitem adicionar até quatro dependentes no mesmo plano sem custo extra.

Com essa condição, é possível comprar:

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Descontos em acessórios

Quem comprar um smartphone durante a campanha pode aproveitar descontos de até R$ 2.000 na aquisição de outro eletrônico junto.

Nos lançamentos da Apple, o cliente ganha até R$ 2.000 de desconto ao comprar qualquer iPhone 17 combinado com o Apple Watch Ultra 2 GPS + Celular, ou R$ 500 off ao levar o AirPods Pro 3 junto ao iPhone 17.

iPhone 17
iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 17
iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
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iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
iPhone 17
iPhone 17 (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Na linha Samsung, o Galaxy S26 Ultra vem com descontos de até R$ 2.000 na compra de smartwatches, fones e o anel inteligente Galaxy Ring.

Já nas compras de smartphones selecionados da Motorola, o desconto chega a R$ 999 em acessórios como fones, smartwatch e o rastreador Moto Tag.

Outras ofertas da campanha

A Vivo também preparou opções para quem quer presentear fora do universo dos celulares. Entre os destaques estão a Samsung Smart TV 50" QLED 4K por R$ 2.599 (com R$ 400 de desconto), o projetor Samsung The Freestyle 2ª geração por R$ 2.799 e o Samsung Galaxy Tab S10 Lite Wi-Fi 128 GB por R$ 2.599.

Para consultar todas as ofertas, basta acessar store.vivo.com.br ou ir à loja Vivo mais próxima.

Leia a matéria no Canaltech.

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Tela do iPhone XX terá bordas curvas e efeito "Liquid Glass físico", diz leaker

O iPhone XX, edição comemorativa de 20 anos do iPhone, previsto para 2027, acumula mais um vazamento relevante. De acordo com o informante Ice Universe, o design com tela curva nos quatro lados adotado pela Apple tem uma abordagem diferente do que fabricantes rivais já fizeram com displays similares.

O foco, segundo o leaker, está na experiência visual: as curvas usam refração óptica para criar uma sensação de "Liquid Glass físico", eliminando a percepção de bordas sem comprometer a visibilidade nas extremidades da tela.

Outro informante, o Digital Chat Station, havia revelado dias antes que a Apple estaria encomendando à Samsung painéis com curvatura suave nos quatro lados. A curvatura seria discreta, mas funcional: a área curva deve exibir informações e suportar interação por toque.

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iphone 20
Rumores indicam que o iPhone XX terá um design inovador (Imagem: Imagem gerada por IA/Gemini)

Design curvo é diferente do que conhecemos

Diferente das telas quad-curved já vistas em aparelhos de outras marcas, a proposta da Apple para o iPhone XX priorizaria o efeito visual sobre a curvatura em si. A refração da luz nas bordas cria a impressão de que não há moldura, mas sem gerar distorções que prejudiquem o conteúdo exibido na periferia da tela.

O resultado esperado é um painel que parece flutuar, sem bordas visíveis e sem sacrificar a usabilidade nas extremidades.

O contexto dos 20 anos do iPhone

Em 2017, no décimo aniversário do iPhone, a Apple lançou o iPhone X com tela de ponta a ponta e sem botão Home. Na época, o CEO Tim Cook afirmou que o design definiria os próximos dez anos dos smartphones.

Em 2027, esse prazo se encerra, o que aumenta as expectativas do mercado por uma mudança de geração equivalente no iPhone XX.

Além disso, desde o ano passado surgem diversos rumores sobre a possibilidade do iPhone XX ser totalmente sem tela

Os vazamentos ainda são preliminares e podem mudar até o lançamento. Por ora, a Apple não comentou nenhuma das informações divulgadas.

Outro rumor recente da Apple, dessa vez sobre a linha iPhone 18, aponta que a empresa de Cupertino não deve aumentar o preço do iPhone 18, apesar de melhorar as especificações do aparelho, como possíveis 12 GB de RAM.

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Xiaomi 17T vem ao Brasil: celular inédito já foi homologado pela Anatel

O Xiaomi 17T foi homologado pela Anatel e já está liberado para ser vendido no Brasil. O Canaltech obteve os documentos após apuração no sistema do órgão regulador, e a certificação traz o nome comercial "Xiaomi 17T" e modelo de código 2602DPT53G.

A documentação também revela o design do aparelho. Visualmente, a principal mudança em relação ao Xiaomi 15T é a posição do flash, que sai do módulo estilo "cooktop" e passa a ficar ao lado das câmeras.

O módulo traseiro também sugere a presença de uma teleobjetiva diferente, possivelmente com lente periscópica e zoom maior, recurso que no 15T era exclusivo da versão Pro.

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xiaomi 17t certificado de homologação anatel
Xiaomi 17T foi homologado na Anatel há poucos dias (Imagem: Reprodução/Anatel)

O que esperar do Xiaomi 17T?

Em termos de conectividade, a certificação confirma Wi-Fi 6, Bluetooth, 5G e NFC. Na caixa do modelo brasileiro virá o carregador MDY-15-ET de 67 W, e a bateria BM6U tem capacidade nominal de 6.360 mAh, alinhada com os 6.500 mAh que os rumores apontavam, um aumento de 1.000 mAh em relação ao antecessor.

Testes de desempenho no Geekbench AI reforçam o que se espera do aparelho. O processador será o MediaTek Dimensity 8500, com núcleo principal de 3,40 GHz, três núcleos de desempenho de 3,20 GHz e quatro de eficiência de 2,20 GHz.

O conjunto posiciona o 17T como um dispositivo avançado, mas abaixo dos modelos topo de linha dentre o portifólio global da marca. A memória RAM deve ser de 12 GB e o sistema operacional é o Android 16 com HyperOS 3.

xiaomi 17T - anatel homologação
Fotos entre os documentos da Anatel revelam visual do Xiaomi 17T (Imagem: Reprodução/Anatel)

As câmeras seguem a parceria com a Leica. A principal é de 50 MP com sensor OmniVision OVX8000, acompanhada de uma teleobjetiva de 50 MP e uma ultra grande angular de 12 MP.

A câmera frontal deve ter resolução de 32 MP, conforme rumores. A tela é um painel OLED plano de 6,59 polegadas com resolução 1.5K.

Um modelo superior, o Xiaomi 17T Pro, também está a caminho com o Dimensity 9500, tela a 165 Hz, bateria de 8.500 mAh, carregamento de 100 W, certificação IP68/IP69 e ventilador de resfriamento embutido, de acordo com vazamentos

Contudo, o modelo Pro ainda não foi homologado no Brasil.

Internacionalmente, o anúncio da linha Xiaomi 17T deve acontecer em meio. Com a homologação na Anatel, podemos esperar que o smartphone também seja lançado em breve no mercado brasileiro.

Nesta semana, surgiu outro vazamento importante nos próximos celulares de 2026. Os novos celulares dobráveis da Samsung tiveram seu formato revelado, incluindo o visual de um novo modelo, confira.

Leia a matéria no Canaltech.

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Vazou: novos celulares top dobráveis da Samsung têm formato revelado por leaker

O Galaxy Z Fold8, o Galaxy Z Flip8 e um terceiro modelo inédito chamado Galaxy Z Fold8 Wide acabam de vazar como unidades de demonstração, os chamados Dummies. As imagens mostram os aparelhos dobrados e abertos, revelando as diferenças de design entre os três.

As imagens foram publicados na rede social X, pelo leaker Sonny Dickson, e apontam novidades na linha de celulares dobráveis da Samsung para 2026.

O Z Fold8 convencional aparece praticamente igual ao Z Fold7 atual, alinhado com renders vazados anteriormente. A principal mudança deve ser um furo de câmera frontal ligeiramente menor na tela externa, o que aumenta um pouco a área útil do display.

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vazamento linha celulares dobráveis samsung 2026
Celualres dobráveis da Samsung vazaram me publicação de leaker (Imagem: Reprodução/X/@SonnyDickson)

Já o Z Flip8 também segue o design do antecessor, sem mudanças visuais significativas reveladas até o momento.

O destaque fica com o Galaxy Z Fold8 Wide, modelo inédito que surge ao lado da linha principal. O aparelho é mais curto e levemente mais largo que o Fold8 padrão, com dimensões vazadas de 123,9 x 164,4 x 4,3 mm aberto e 123,9 x 82,2 x 9,8 mm fechado.

A tela externa deve usar proporção de 4,7:3, enquanto a interna adota 4:3, mais próxima de um tablet tradicional.

Câmeras dos dobráveis da Samsung também vazaram

Na parte de câmeras, o leaker Ice Universe revelou que o Fold8 e o Fold8 Wide devem compartilhar a mesma câmera frontal, com furo de apenas 2,5 mm de raio na tela externa.

A redução no tamanho do recorte é sutil, mas aumenta a área útil do display e é um refinamento que a Samsung vem perseguindo há algumas gerações.

O sensor deve ser de 10 MP, o mesmo do Z Fold7, sem confirmação de melhorias técnicas além do tamanho do furo.

vazamento celular dobrável samsung câmera
Galaxy Z Fold8 e Wide Fold deve compartilhar a mesma câmera frontal (Imagem: Reprodução/Weibo/@Ice Universe)

Por outro lado, o Z Flip8 ficaria de fora dessa atualização de câmera frontal, ao menos nesta geração. Já a câmera sob a tela, recurso que a Samsung chegou a usar até o Z Fold6 antes de abandonar no Fold7, segue nos planos da empresa para o futuro.

Porém, o problema histórico da tecnologia é a camada de pixels sobre o sensor, que resulta em imagens com menor nitidez quando em uso.

Segundo os leakers, a Samsung não deve retomar o recurso antes de dominar completamente a tecnologia, o que significa que o Fold8 ainda usará câmera frontal convencional com furo visível.

O anúncio oficial dos três modelos está previsto para o final de julho.

Outro vazamento recente de futuros de celulares da Samsung é a sobre o Galaxy S27 Ultra, previsto para 2027 e pode trazer uma bateria de silício-carbono. A tecnologia que ficou popular entre as fabricantes chineses permite maior densidade energética, ou seja, uma bateria maior sem modificar a espessura do smartphone.

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Xiaomi prepara três celulares com baterias gigantes de 10.000 mAh; veja

A Redmi, submarca da Xiaomi, tem ao menos três smartphones com bateria de 10.000 mAh em fase de testes, segundo o leaker Digital Chat Station.

As informações ainda não foram confirmadas pela empresa, mas indicam que a marca está apostando em ultra autonomia como diferencial competitivo em múltiplos modelos ao mesmo tempo.

O movimento acompanha uma tendência que começa a se consolidar no mercado. Aparelhos como o Honor Power 2 e o Realme P4 Power já chegaram ao mercado com células desse tamanho, e outras marcas seguem o mesmo caminho.

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post weibo xiaomi Redmi 10000mAh
Xiaomi estaria trabahando em 3 celulares com bateria de 10.000 mAh, segundo insider (Imagem: Reprodução/Weibo)

A Vivo já antecipou o Y600 Pro com bateria de 10.000 mAh, e a iQOO, sua submarca, também estaria desenvolvendo um modelo similar. Esse movimento das fabricantes chama a atenção, já que antes parecia improvável celulares com tamanha bateria.

Vale lembrar que muitos desses smartphones com bateria muito acima da média utilizam a tecnologia de silício-carbono, que oferece maior densidade energética, isto é, mais bateria sem modificar a espessura do celular.

Redmi Note 17 Pro Max é o próximo celular da Xiaomi

Entre os três modelos da Redmi em teste, um deles deve pertencer à linha Note 17, provavelmente o Note 17 Pro Max. Esse modelo já havia aparecido em outras fontes com detalhes sobre câmeras e processador.

A câmera principal seria um Samsung HP5 de 200 MP, acompanhada de uma ultra grande angular OmniVision de 8 MP e câmera frontal Samsung de 32 MP. O processador esperado é o MediaTek Dimensity 7500.

Outros detalhes vazados do Note 17 Pro Max incluem moldura de metal, leitor de digitais óptico sob a tela e display LTPS 1.5K com alta taxa de atualização.

Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G
Xiaomi Redmi Note 15 Pro 5G (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

A versão global do aparelho pode trazer uma célula levemente menor, de 9.210 mAh, para atender às regulamentações de segurança da União Europeia.

Já o carregamento de 100 W deve estar presente nas duas versões, o que torna a bateria grande mais prática no dia a dia.

Os outros dois modelos em teste ainda não foram identificados. Com três aparelhos em desenvolvimento simultâneo nessa categoria, a Redmi parece querer ocupar diferentes faixas de preço com o argumento da autonomia estendida, algo que tem ganhado cada vez mais peso na decisão de compra dos consumidores.

É importante ressaltar que ambos os celulares de bateria de 10.000 mAh se tratam de celulares intermediários. É comum que celulares baratos tenham mais bateria que os mais caros devido a diversos fatores, como o espaço interno disponível. Entenda tudo na matéria.

Leia a matéria no Canaltech.

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Acessório para Fire TV Stick "turbina" a TV; saiba como funciona

A Amazon lançou um novo adaptador Ethernet USB-C para o Fire TV Stick HD de segunda geração. O acessório substitui a conexão Wi-Fi por cabo de rede, o que em tese garante mais estabilidade e velocidade para streaming. Mas há um detalhe importante que limita o desempenho real do produto.

O adaptador é classificado como Gigabit, ou seja, suporta até 1.000 Mbps. O problema está na porta USB do Fire TV Stick HD, que usa o padrão USB 2.0, com limite teórico de 480 Mbps e velocidade real próxima de 350 Mbps.

 Ainda assim, é um avanço em relação ao adaptador anterior via micro-USB, que entregava no máximo 100 Mbps.

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amazon adaptador ethernet Fire TV Stick
O novo adaptador Ethernet da Amazon oferece maior estabilidade na conexão (Imagem: Reprodução/Amazon)

A mudança do conector de micro-USB para USB-C no novo Fire TV Stick HD foi o que permitiu o lançamento do acessório.

Ou seja, o adaptador não é compatível com modelos mais antigos da linha, que usam micro-USB, nem com aparelhos mais avançados como o Fire TV Cube 3 ou o Fire TV Stick 4K Max, que têm conectividade própria.

Porém, podemos esperar que todos os futuros Fire Sticks sejam compatíveis com o acessório recém-lançado.

Por enquanto, quem usa o novo Fire TV Stick HD com o adaptador Gigabit recebe cerca de metade da velocidade prometida pelo padrão, mas ainda assim ganha estabilidade que o Wi-Fi não oferece em ambientes com muitas interferências.

Vale destacar que tanto o Fire TV Stick quanto o adaptador ainda não foram lançados no Brasil. Até o momento, a empresa não anunciou a data oficial da chegada dos produtos no mercado nacional.

Além do novo Fire Stick, recentemente a Amazon também lançou uma nova Echo Dot edição especial de NBA, em que a Alexa virou uma bola de basquete.

Leia a matéria no Canaltech.

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Promoção de Starlink acabou? Saiba quanto custa a antena de Elon Musk hoje

Quem acompanhou as ofertas de fim de ano viu a antena Starlink Mini bater seu menor preço histórico: R$ 524,99 na Amazon, em dezembro. Antes disso, promoções frequentes já mantinham o kit entre R$ 600 e R$ 700, o que tornava a tecnologia de Elon Musk cada vez mais acessível. O cenário de 2026, porém, é bem diferente.

Em janeiro, o Canaltech Ofertas ainda registrou um fôlego promocional: o menor preço do ano chegou a R$ 670 nos primeiros dias do mês. Foi o último suspiro das ofertas agressivas do período de festas. Desde então, as promoções sumiram do radar e o preço médio subiu para a faixa de R$ 800, bem distante do histórico de dezembro.

Hoje, o menor valor encontrado para a Starlink Mini é de R$ 891 na Amazon. A alta em relação ao pico promocional representa quase 70% a mais do que o preço mínimo registrado há poucos meses. Para quem esperou para comprar depois das festas, a janela fechou rápido.

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Kit de Antena de Internet Starlink Mini
Kit de Antena de Internet Starlink Mini (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Kit de Antena de Internet Starlink Mini
Kit de Antena de Internet Starlink Mini (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Kit de Antena de Internet Starlink Mini
Kit de Antena de Internet Starlink Mini (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Kit de Antena de Internet Starlink Mini
Kit de Antena de Internet Starlink Mini (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Kit de Antena de Internet Starlink Mini
Kit de Antena de Internet Starlink Mini (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Kit de Antena de Internet Starlink Mini
Kit de Antena de Internet Starlink Mini (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
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Kit de Antena de Internet Starlink Mini (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Kit de Antena de Internet Starlink Mini
Kit de Antena de Internet Starlink Mini (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Kit de Antena de Internet Starlink Mini
Kit de Antena de Internet Starlink Mini (Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Por que as promoções sumiram?

O comportamento não é novidade no varejo. As grandes campanhas de desconto se concentram na Black Friday, em novembro, e no período de Natal e Ano Novo. Fora dessas datas, os preços tendem a se estabilizar em patamares mais altos e as ofertas pontuais ficam escassas. Com a Starlink Mini, foi exatamente o que aconteceu.

A expectativa é que novas promoções expressivas só voltem em novembro. Ou seja, para quem tem necessidade real de conexão, sobretudo em áreas sem fibra óptica ou cobertura 4G/ 5G, essa espera pode não fazer sentido.

Contudo, também podemos esperar ofertas vantajosas em períodos específicos, como feriados ou datas comemorativas no varejo.

Vale comprar pelo preço atual?

A Starlink Mini entrega velocidades entre 50 e 100 Mb/s, com latência entre 25 e 40 ms. O kit inclui roteador integrado, cabos e instalação sem técnico: basta posicionar a antena com visão para o céu e seguir o aplicativo oficial. Para trabalho remoto, streaming e videochamadas, a performance é mais que suficiente.

Outro ponto a favor é a portabilidade. Com menos de 3 kg e compatibilidade com o plano Roam, a Mini funciona em qualquer local com céu aberto, algo que provedores convencionais não oferecem. Para quem mora em área isolada ou viaja com frequência, o valor de R$ 891 pode ser o melhor negócio disponível por um bom tempo.

  • 🚨 Atenção: os preços podem mudar após a publicação desta matéria.

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1º smartwatch da Samsung com 5G chega em breve, indica vazamento

O próximo smartwatch topo de linha da Samsung deve ser o primeiro da marca com conectividade 5G. Segundo informações obtidas pelo site holandês Galaxy Club, o Galaxy Watch Ultra 2 contará com um modem 5G próprio, algo que o número de modelo SM-L716, vazado anteriormente, já sugeria.

Com o movimento, a Samsung seguiria o caminho da Apple, que lançou o Apple Watch Ultra 3 e a série Watch 11 com 5G no segundo semestre de 2025.

5G no relógio faz diferença?

A conectividade 5G num smartwatch não serve exatamente para streaming de vídeo, mas pode acelerar o envio e recebimento de dados.

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Isso, ao menos em teoria, favorece a eficiência energética e pode contribuir para melhor duração de bateria.

O Galaxy Watch Ultra original já era o único modelo da Samsung disponível apenas com 4G/LTE, sem versão apenas Bluetooth. O novo modelo segue essa mesma linha, avançando um passo na conectividade.

Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)
Galaxy Watch Ultra
Galaxy Watch Ultra (Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Lançamento previsto para 2026

O Galaxy Watch Ultra 2 deve ser lançado em julho de 2026, junto ao Galaxy Watch 9, ao Galaxy Z Fold 8 e ao Galaxy Z Flip 8.

O aparelho é desenvolvido internamente sob o codinome Watch 9 Ultra, mas o nome comercial final ainda não foi confirmado.

Internamente, a base de hardware do novo Ultra deve ser a mesma do Watch 9, seguindo o padrão da primeira geração, que era baseada no Watch 7. Vale lembrar, que a Samsung lança um smartwatch com bateria maior a cada dois anos desde 2022, e 2026 seria o próximo ciclo esperado.

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Brecha da MediaTek: como saber se seu celular está em risco e o que fazer

Uma falha de segurança foi identificada em chips MediaTek e pode afetar milhões de celulares Android ao redor do mundo. A vulnerabilidade permite que um invasor acesse dados sensíveis do aparelho, como senhas, impressões digitais e credenciais de pagamento, em questão de segundos, e pode ser explorada mesmo com o celular desligado.

A descoberta foi feita pelo time de segurança Donjon, da empresa Ledger, que usou um CMF Phone 1 para demonstrar o ataque. Os pesquisadores conseguiram acesso ao dispositivo em 45 segundos.

Como saber se o seu celular tem chip MediaTek

O jeito mais rápido é:

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  • Acessar Configurações >
  • Sobre o telefone >
  • Informações do processador (ou "Informações de hardware", dependendo da marca).
  • Se aparecer o nome Dimensity, Helio ou qualquer variação de MediaTek, o aparelho usa um desses chips.

Marcas como Samsung, Motorola, Xiaomi, Oppo, Vivo, OnePlus e Nothing têm modelos afetados. Segundo dados da Counterpoint Research, chips MediaTek estão presentes em cerca de 34% de todos os smartphones do mundo.

O que fazer agora

A MediaTek confirmou que já enviou o patch de correção para os fabricantes de todos os aparelhos afetados. Na prática, isso significa que a atualização pode já estar disponível para o seu celular, e basta instalá-la.

Para verificar, acesse Configurações > Atualização de software e instale qualquer pacote disponível. Não há outro passo necessário.

mediatek
A MediaTek é uma das principais fabricantes de chips do mundo (Imagem: Divulgação/MediaTek)

O ponto de atenção é que não existe um prazo de quando cada fabricante vai distribuir a correção para cada modelo. Alguns aparelhos mais antigos ou de marcas menores podem demorar ou nunca receber o patch.

Por isso, mesmo após atualizar, vale ficar de olho em novos comunicados da marca do seu celular.

Por que chips MediaTek são mais vulneráveis

A falha está ligada ao modo como esses processadores implementam o TEE (Trusted Execution Environment), a área isolada do chip que guarda dados sensíveis como biometria e senhas.

Diferente de iPhones e de alguns celulares com chips Snapdragon, que contam com um chip de segurança dedicado e separado do processador principal, os aparelhos MediaTek dependem de um isolamento por software, que se mostrou passível de ser contornado.

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Por que o iPhone PRODUCT(RED) sumiu? Entenda o que houve com o iPhone vermelho

Quem acompanha os lançamentos da Apple há alguns anos certamente se lembra dos iPhones vermelhos com a marca PRODUCT(RED). Por muito tempo, essa cor foi presença garantida em novos modelos, mas desapareceu misteriosamente das linhas mais recentes. O que aconteceu com o iPhone vermelho?

A resposta envolve uma parceria histórica contra a AIDS, uma mudança de estratégia e rumores sobre um possível retorno da cor em formato diferente.

iPhone RED financiava combate à AIDS

Antes de mais nada, a parceria entre Apple e (RED) começou em 2006, idealizada pelo vocalista do U2, Bono, e pelo ativista Bobby Shriver. A iniciativa tinha um objetivo claro: engajar empresas privadas para financiar o The Global Fund, organização que combate HIV/AIDS, tuberculose e malária na África.

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Inicialmente, Steve Jobs chegou a recusar o convite. Ele não queria lançar um produto sob o nome (Apple)Red por acreditar que isso diminuiria a marca. A discussão ficou acalorada, mas os dois chegaram a um acordo, e em outubro de 2006 nasceu o primeiro iPod nano vermelho.

Desde então, a Apple expandiu a linha para incluir iPhones, Apple Watch, capas, pulseiras e até um estojo para o Apple Pencil, além de fones da Beats, marca que pertence à Apple. Esses itens mais acessíveis democratizavam o acesso à campanha, permitindo contribuições menores, mas igualmente válidas.

Para se ter ideia, ao longo de quase duas décadas de parceria, a empresa de Cupertino doou mais de US$ 270 milhões ao The Global Fund, tornando-se a maior doadora corporativa da organização.

iphone vermelho marca PRODUCT(RED)
Linha PRODUCT(RED) contava com iPhones, Apple Watches, capas e fones (Imagem: Reprodução/Apple)

Por que o iPhone RED sumiu?

O abandono do PRODUCT(RED) foi silencioso e progressivo. O último iPhone a receber a cor foi o 14, em 2022. Com a chegada do iPhone 15 em 2023, a opção vermelha simplesmente não apareceu, e o mesmo se repetiu no iPhone 16, no iPhone 17 e no iPhone 17e, lançado neste mês.

A provável razão é corte de custos. Cada produto RED vendido gerava uma doação direta ao fundo, sem limite de valor total arrecadado. Já os eventos promocionais anuais do Dia Mundial contra a AIDS, que a Apple realiza via Apple Pay, têm teto de arrecadação, atualmente em 3 milhões de dólares.

Ou seja, bem abaixo das dezenas de milhões que os produtos físicos vermelhos, como o iPhone, geravam anualmente.

Porém, vale reforçar que a Apple não emitiu nenhum comunicado oficial sobre o encerramento. Em outras palavras, a maçã poderia retornar com um iPhone PRODUCT(RED) no futuro.

iPhone 18 Pro pode trazer vermelho de volta

Rumores indicam que o iPhone 18 Pro, previsto para setembro 2026, pode ganhar uma variante em tom bordô ou vermelho escuro. A informação é do jornalista especialista em Apple Mark Gurman, da Bloomberg.

iphone 18 pro
Vazamentos apontam para o retorno da cor vermelha no iPhone, mas de um jeito diferente (Imagem: Reprodução/Front Page Tech)

No entanto, diferente do vermelho vibrante do PRODUCT(RED), seria apenas mais uma opção de acabamento premium, sem vínculo com causas sociais, similar ao Titânio Natural ou Titânio Azul.

Além disso, ainda se trata de informações de leakers, sem confirmação da Apple. Da mesma forma, não é possível garantir um retorno ou um fim definitivo do iPhone PRODUCT(RED).

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Nova escova da Xiaomi ensina crianças a escovarem os dentes

A Xiaomi apresentou a Mijia Kids Electric Toothbrush Pro, escova elétrica infantil com tela colorida que usa animações para guiar as crianças durante a escovação. O produto ainda está em fase de testes públicos na China, sem data de lançamento global confirmada.

A integração com o app Mijia permite que os pais personalizem a rotina de limpeza de acordo com as necessidades do filho, como marcar dentes com cáries ou espaços sem dente.

Como funciona a escova inteligente da Xiaomi?

A tela embutida exibe animações que indicam quais regiões da boca a criança deve escovar em cada momento. Enquanto sons de alerta sinalizam a hora de trocar de área, dividindo os dois minutos recomendados de escovação de forma mais uniforme entre arcada superior e inferior.

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Escova de dentes Mijia Kids Electric Toothbrush Pro
Escova de dentes Mijia Kids Electric Toothbrush Pro (Divulgação/Xiaomi)
Escova de dentes Mijia Kids Electric Toothbrush Pro
Escova de dentes Mijia Kids Electric Toothbrush Pro (Divulgação/Xiaomi)
Escova de dentes Mijia Kids Electric Toothbrush Pro
Escova de dentes Mijia Kids Electric Toothbrush Pro (Divulgação/Xiaomi)

Ao concluir o tempo completo, o aparelho exibe animações de recompensa, um recurso de reforço positivo para criar o hábito. Cada unidade acompanha uma folha de adesivos para que a criança personalize o cabo da escova.

Bateria para até 3 meses e certificação IPX8

O cabeçote usa um motor de vibração com amortecimento elástico e anel de borracha macia para proteger as gengivas. Outro destaque é a certificação IPX8, que permite lavar o aparelho completamente em água corrente.

A bateria dura até 90 dias com uma única carga, e há uma trava de viagem que impede o acionamento acidental dentro de bolsas e malas.

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Rival do Ray-Ban Meta agora permite escolher entre ChatGPT, DeepSeek e Gemini

Os óculos inteligentes Rokid Glasses receberam uma atualização gratuita que adiciona suporte nativo ao Google Gemini, passando a oferecer quatro modelos de inteligência artificial na mesma armação: Gemini, ChatGPT, DeepSeek e Qwen, da Alibaba. Nenhum hardware novo é necessário, a atualização chega automaticamente para quem já tem o aparelho.

Com isso, a Rokid se torna a primeira fabricante a permitir a troca entre quatro grandes modelos de linguagem em um único dispositivo.

A aposta contra o modelo fechado da Meta

O movimento é uma crítica direta à abordagem da Meta, que limita os Ray-Ban Meta exclusivamente a IA da própria empresa. A Rokid defende que essa estratégia tira do usuário a liberdade de escolher a ferramenta mais adequada para cada tarefa.

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Na prática, a ideia é que cada IA tenha seus pontos fortes. Por exemplo, o Gemini pode se sair melhor em traduções rápidas, enquanto o ChatGPT pode ser mais útil em tarefas criativas. 

Além disso, a plataforma também suporta interações multimodais e tradução em tempo real adaptada a diferentes regiões e idiomas.

Números que sustentam a estratégia

Dados da Shangpu Group referentes ao período de novembro de 2024 a outubro de 2025 mostram os Rokid Glasses no topo das vendas globais na categoria de óculos inteligentes com display.

Rokid Glasses
Marca chinesa quer oferecer opções de IA para os consumidores (Imagem: Divulgação/Rokid)

O produto também bateu recordes no Kickstarter e se tornou o produto de óculos a alcançar 100 milhões de ienes mais rapidamente na plataforma de financiamento coletivo japonesa MAKUAKE.

Para a Rokid, integrar IAs ocidentais e chinesas em um só dispositivo é parte de uma estratégia maior de expansão global, ao oferecer o que a empresa chama de "solução chinesa para o mundo".

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Novo "rei do custo-benefício"? JBL revela fone acessível com ANC e som espacial

A JBL acaba de apresentar o Tune 780NC, novo fone over-ear com cancelamento de ruído ativo que sucede o Tune 770NC na linha de entrada da marca. Com preço sugerido de R$ 519, o modelo chega ao Brasil nas cores preta e branca e já está disponível no site da JBL.

Entre as novidades em relação ao antecessor estão melhorias no som espacial, áudio Hi-Res via cabo, bateria maior e carga rápida mais eficiente.

Áudio Hi-Res e ANC dedicado para chamadas

O Tune 780NC mantém os drivers de 40 mm com tecnologia JBL Pure Bass e adiciona suporte a som espacial, que distribui o áudio de todas as direções independentemente do dispositivo usado. Para quem quiser ainda mais qualidade, a conexão via cabo USB-C com adaptador 3,5 mm habilita áudio Hi-Res com resposta de frequência de até 40 kHz.

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O cancelamento de ruído adaptativo conta com o modo Smart Ambient, que ajusta automaticamente o nível de isolamento conforme o ambiente.

Para chamadas, dois microfones com beamforming filtram ruídos de fundo mesmo em locais movimentados.

Fone JBL Tune 780NC
Fone JBL Tune 780NC (Divulgação/JBL)
Fone JBL Tune 780NC
Fone JBL Tune 780NC (Divulgação/JBL)
Fone JBL Tune 780NC
Fone JBL Tune 780NC (Divulgação/JBL)
Fone JBL Tune 780NC
Fone JBL Tune 780NC (Divulgação/JBL)
Fone JBL Tune 780NC
Fone JBL Tune 780NC (Divulgação/JBL)
Fone JBL Tune 780NC
Fone JBL Tune 780NC (Divulgação/JBL)
Fone JBL Tune 780NC
Fone JBL Tune 780NC (Divulgação/JBL)
Fone JBL Tune 780NC
Fone JBL Tune 780NC (Divulgação/JBL)

Fone da JBL tem bateria para até 76 horas

Segundo a marca, a autonomia chega a 76 horas com ANC desligado ou 50 horas com o recurso ativo. Com apenas 5 minutos de carga, o fone oferece mais 5 horas de uso, e a recarga completa leva duas horas.

Na conectividade, o Bluetooth 6.0 garante transmissão estável com menor consumo de energia. O fone suporta multipontos para dois dispositivos simultâneos e é compatível com Fast Pair (Android) e Swift Pair (Windows 10 e 11).

Design leve e personalização via app

Com a proposta de ser um fone leve, com 225 g, o Tune 780NC tem almofadas over-ear macias e estrutura dobrável para facilitar o transporte.

Também vale destacar que pelo aplicativo JBL Headphones, é possível configurar o equalizador, ajustar o Smart Ambient e usar o Personi-Fi 3.0, que molda o som conforme o perfil auditivo do usuário.

Quanto ao preço, a JBL anunciou o JBL Tune 780NC com o preço sugerido de R$ 519.

Ficha técnica

  • Driver: dinâmico de 40 mm;
  • Peso: 225,2 g;
  • Bateria: 690 mAh / 3,7 V (íon-lítio);
  • Tempo de carga: até 2 horas;
  • Autonomia com ANC desligado: até 76 horas;
  • Autonomia com ANC ligado: até 50 horas;
  • Carga rápida: 5 min = 5 horas de uso;
  • Resposta de frequência com fio: 10 Hz a 40 kHz;
  • Resposta de frequência sem fio: 10 Hz a 20 kHz;
  • Impedância: 32 ohms;
  • Bluetooth: 6.0 (perfis A2DP, AVRCP, HFP);
  • Certificação: sem indicação;
  • Cores: preta e branca;
  • Preço sugerido: R$ 519.

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Apple recebe autorização para lançar "iPhone barato" no Brasil; veja os preços

Lançado na última segunda-feira (02/03), o iPhone 17e já está autorizado para ser vendido no Brasil. A Anatel homologou o aparelho no dia seguinte ao anúncio, e a pré-venda começa em 09/03, com preços a partir de R$ 5.799.

Um detalhe curioso da certificação é o número Anatel, que traz "25" como dígitos centrais, o que indica que o processo de homologação teve início ainda em 2025.

O que mudou em relação ao iPhone 16e

O modelo de entrada da Apple chega com algumas novidades importantes em relação ao antecessor. A principal é o processador Apple A19, mais rápido, acompanhado de armazenamento mínimo de 256 GB, enquanto o 16e começava em 128 GB.

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Outra adição relevante é o suporte a MagSafe, o sistema de carregamento e acessórios magnéticos da Apple, que não estava disponível no modelo anterior.

O vidro da tela também é novo, já que agora a Apple usa a mais recente geração do Ceramic Shield, com maior resistência a quedas.

Por fim, há uma nova opção de cor, o rosa-pálido. Dimensões e demais especificações permanecem iguais ao iPhone 16e.

iphone 17e homologação anatel
A Anatel homologou o iPhone 17e, que já pode ser vendido no Brasil (Imagem: Reprodução/Anatel)

Preços no Brasil

O iPhone 17e será vendido no Brasil a partir de R$ 5.799 na versão de 256 GB e R$ 7.299 na opção de 512 GB de armazenamento.

A pré-venda no país inicia em 09/03 com 10% de desconto no pagamento à vista.

iPhone 17e
iPhone 17e (Divulgação/Apple)
iPhone 17e
iPhone 17e (Divulgação/Apple)
iPhone 17e
iPhone 17e (Divulgação/Apple)
iPhone 17e
iPhone 17e (Divulgação/Apple)
iPhone 17e
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Celular modular que "vira câmera" tem detalhes de fotografia revelados

Apresentado na MWC 2026 sem muitos detalhes técnicos, o vivo X300 Ultra começou a ter suas especificações reveladas. Enquanto o evento chegava ao fim, o gerente de produto da vivo, Han Boxiao, publicou na rede social chinesa Weibo as primeiras informações oficiais sobre o sistema de câmeras do aparelho.

Entre os destaques, está a câmera, classificada pelo executivo como "a mais poderosa até o momento". O modelo também chama a atenção pela possibilidade de acoplar uma lente modular na traseira.

Câmera principal de 200 MP com sensor Sony inédito

A câmera traseira principal terá resolução de 200 MP e usará o sensor Sony LYTIA-901, de 1/1,12 polegada, com distância focal de 35 mm, um ângulo considerado ideal para fotografia de rua e retratos.

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O sensor de câmera revelado no final de 2025, é o primeiro modelo da Sony de 200 MP para celulares.

Segundo a fabricante, o novo sensor absorve 30% mais luz por pixel em relação à geração anterior.

Outra melhoria relevante está na estabilização óptica, que sobe do padrão CIPA 5.0, presente no X200 Ultra, para o CIPA 6.5, atualmente o mais alto da indústria. Na prática, isso representa resultados melhores em vídeo e em ambientes com pouca luz.

vivo X300 Ultra câmera
Executivo da vivo revelou o novo sensor de câmera que vai estar presente no x300 Ultra (Imagem: Reprodução/Weibo)

Lente também foi atualizada

O sistema óptico da câmera principal passou de uma composição com sete elementos plásticos para uma nova estrutura com 1 elemento de vidro e 6 de plástico.

A mudança, combinada com novos revestimentos, reduz o reflexo interno em até 30% e melhora o controle de ruídos na imagem.

Além da lente principal de 200 MP, rumores indicam que o conjunto traseiro deve incluir uma ultrawide de 50 MP, uma teleobjetiva periscópica também de 200 MP e um sensor multispectral de 5 MP.

Contudo, a fabricante ainda não confirmou esses dados oficialmente.

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Linha do Metrô de SP agora tem 5G e 4G em todas as estações

A internet com cobertura 4G e 5G chegou à Linha 5-Lilás do metrô de São Paulo em 2025 em poucas estações, mas agora todas contam com o suporte para conexão. A conclusão do projeto é da IHS Brasil, empresa de infraestrutura responsável pela instalação, com a estação Santa Cruz sendo o último ponto a receber o sinal.

Além do sinal de internet, uma segunda etapa do projeto já está em andamento. Ela prevê a instalação de um cabo irradiante nos túneis entre as paradas, garantindo que a conexão não caia durante o trajeto.

Como o sinal chega dentro dos túneis

Para viabilizar a cobertura nas 12 estações subterrâneas, foi instalado um sistema de antenas distribuídas (DAS).

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linha 5 metrô são paulo
Linha 5 Lilás agora tem internet 5G em todas as estações (Imagem: Reprodução/ViaTrolebus)

A tecnologia funciona captando o sinal externo das operadoras e redistribuindo-o por antenas espalhadas ao longo da linha, contornando as barreiras físicas que normalmente bloqueiam o sinal em ambientes fechados.

Além de beneficiar os passageiros, a solução também deve melhorar a comunicação interna das equipes que trabalham no local, especialmente em trechos onde o sinal era limitado antes.

Na prática, o que muda

Com a segunda etapa concluída, a expectativa é que os usuários consigam navegar, fazer chamadas e usar aplicativos sem oscilações durante toda a viagem, e não apenas enquanto estão nas plataformas.

"Agora, todos os nossos clientes já conseguem ter acesso à internet em todas as áreas da estação, desde a bilheteria até a área de embarque", destacou Antonio Marcio Barros Silva, diretor da ViaMobilidade responsável pelas Linhas 5 e 17.

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Vazou novo baratinho da Xiaomi com bateria gigante; veja o que já sabemos

Registrado no banco de dados da GSMA, o POCO M8s 5G já dá sinais de que está a caminho dos mercados globais. Por enquanto, a Xiaomi não confirmou oficialmente o lançamento, mas o cadastro com dois números de modelo diferentes indica que o aparelho está bem encaminhado para chegar às lojas.

Com base no prefixo dos números de modelo, a previsão é que o celular seja apresentado por volta de junho de 2026.

Conforme o arquivo, os números de modelo referentes ao POCO M8s 5G são 26067PC09G e 26067PC09E.

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Reaproveitamento de hardware com nome novo

Internamente, tudo indica que o M8s é uma versão reembalada do Redmi 15 5G, o mesmo aparelho que chegou à Índia como POCO M7 Plus 5G. Trata-se de uma estratégia comum da Xiaomi para aproveitar o estoque existente e oferecer um bom custo-benefício em diferentes regiões sem precisar desenvolver hardware do zero.

POCO M8s 5G número de modelo
Registro no GSMA aponta para os números de modelo do POCO M8s 5G (Imagem: Reprodução/XiaomiTime)

Vale destacar que o dispositivo não deve ser lançado na China ou na Índia com esse nome, sendo voltado exclusivamente para mercados globais.

Ficha técnica esperada

As especificações vazadas apontam para um aparelho com apelo direto a quem busca tela grande e autonomia de sobra:

  • Tela: 6,9 polegadas IPS LCD, resolução FHD+ e taxa de atualização de 144 Hz;
  • Bateria: 7.000 mAh com carregamento rápido de 33W;
  • Processador: Snapdragon 6s Gen 3;
  • Proteção: Certificação IP64 contra poeira e respingos.

O que ainda não sabemos

Até o momento, preço e disponibilidade por região ainda não foram confirmados. Com o lançamento projetado para o meio do ano, a expectativa é que a Xiaomi divulgue os detalhes finais à medida que junho se aproxima.

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Operadora quer cobrar por token de IA em vez de GB de dados; entenda

Durante o MWC 26, em Barcelona, o CEO da Jio, Mathew Oommen, apresentou uma proposta que pode mudar a lógica do setor de telecomunicações: cobrar por tokens de IA em vez de gigabytes de dados. Para ele, o setor precisa deixar de ser um simples intermediário e passar a gerar valor diretamente na economia da inteligência artificial.

"Queremos ser um gerador de tokens. Jio será a primeira provedora escalável de serviços de tokens", afirmou o executivo durante sua palestra.

O que são tokens e por que isso importa

Tokens são as unidades básicas que modelos de linguagem como GPT e Gemini utilizam para processar e gerar texto. Em termos simples, cerca de 1 token equivale a 4 caracteres em inglês, e é a partir dessa métrica que serviços de IA já cobram seus usuários hoje.

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A lógica da Jio é aproveitar sua própria rede para processar esses tokens via edge computing, usando largura de banda, latência e resiliência como diferenciais competitivos. 

A crítica ao modelo atual é direta: "Alguns caras estão retendo 90% do valor da economia de IA. Telecom pode ser a malha da infraestrutura de IA." Explicou o executivo.

Outras operadoras também querem seu espaço

A discussão não ficou restrita à Jio. No mesmo painel, o CEO da TIM, Pietro Labriola, reforçou a dependência mútua entre redes e IA: "Sem rede, a nuvem não tem uso. Sem rede e sem nuvem, a IA não tem futuro."

MWC 2026 CEO Jio internet via token de IA
Proposta de gerar tokens de IA para oferecer internet móvel partiu do CEO da Jio (Imagem: Reprodução/ETTelecom)

Já o CEO da turca Turkcell, Ali Taha Koç, foi além e sugeriu que as operadoras podem ser a resposta para a soberania digital que governos ao redor do mundo buscam. Sua proposta envolve data centers locais controlados por operadoras nacionais, com comunicações protegidas por criptografia, regulamentação de IA e infraestrutura de energia sustentável.

E na África, o debate é diferente

Na mesma conferência, o CEO da MTN, Ralph Mupita, trouxe uma perspectiva distinta. Em boa parte da África, o 4G e o 5G ainda têm baixa penetração, então o foco imediato é outro: "Queremos deixar de ser um cano burro. Queremos oferecer serviços digitais sobre a conectividade", disse.

Sobre o avanço da IA, Mupita fez um alerta: é preciso garantir que o Sul Global não fique para trás enquanto EUA e China disputam a liderança tecnológica.

A MTN, por sua vez, deve manter o foco em 4G e 5G por pelo menos mais cinco anos antes de pensar em saltos maiores.

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Brasil ganha serviço de "comumicação secreta" via satélite ao estilo Starlink

O Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI) acaba de adotar um sistema de comunicações móveis por satélite desenvolvido no Brasil. A solução, chamada VELOCE, foi fornecida pela Telespazio e já está em operação.

Para efeito de comparação, ao lado da Starlink, a Telespazio Brasil é um dos principais provedores de telecomunicações via satélite no país.

O que é o VELOCE e como funciona

O VELOCE é baseado em tecnologia de órbita terrestre baixa (LEO), a mesma utilizada pela Starlink, o que garante baixa latência e alto desempenho. Esse sistema foi desenvolvido em parceria com o Grupo Racco e projetado para manter conectividade segura mesmo em áreas remotas ou de difícil acesso em todo o território nacional.

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Os terminais carregam certificação IP68, com proteção avançada contra poeira, água e condições ambientais adversas, o que indica uso em campo.

Por que o GSI escolheu essa solução

Segundo a empresa, a adoção não foi imediata, já que o GSI conduziu uma campanha de validação com testes em diferentes cenários operacionais antes de selecionar o VELOCE.

Isso acontece porque o sistema precisava atender a requisitos rigorosos de disponibilidade, resiliência e segurança para comunicações institucionais.

comunicação via satélite telespazio
Empresa que trabalha com telecomunicação via satélite está no Brasil desde 1997 (Imagem: Divulgação/Telespazio)

O papel estratégico do espaço para o Brasil

Para Marzio Laurenti, CEO da Telespazio Brasil, o Brasil deve receber cada vez mais investimentos na telecomunicação via satélite e destacou o potencial da tecnologia:

"Nossas atividades no Brasil e em toda a América Latina demonstram como as tecnologias satelitais podem atender tanto às necessidades institucionais quanto às sociais."

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Novo fone da JBL chega ao Brasil com bateria gigante para 76 horas de música

A JBL acaba de lançar no mercado brasileiro o JBL Tune 730BT, novo integrante da linha Tune com foco em autonomia, conforto e conectividade atualizada. O modelo já está disponível nas lojas por R$ 399.

O Tune 730BT chega com visual mais moderno em relação aos seus antecessores. As almofadas macias e a haste acolchoada prometem conforto mesmo em sessões longas de uso, além de que a estrutura dobrável facilita o transporte e o armazenamento na mochila.

76 horas de bateria e carga ultrarrápida

O grande destaque do fone é a autonomia. Com bateria de 500 mAh, a JBL estima até 76 horas de reprodução contínua, sendo um número expressivo mesmo entre fones da categoria premium.

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Para quem ficou sem carga na hora errada, o carregamento rápido resolve: 5 minutos de carga garantem 5 horas de uso. A recarga completa leva cerca de 2 horas.

Som com graves encorpados

Quanto ao som, o Tune 730BT mantém a tecnologia JBL Pure Bass, marca registrada da linha, com foco em graves presentes e som de impacto. Os drivers de 40 mm entregam boa presença sonora para um fone de entrada.

JBL Tune 730BT
Novo fone da JBL é focado em bateria e graves marcantes (Imagem: Divulgação/JBL)

A conectividade também evoluiu: o fone usa Bluetooth 6.0, trazendo mais estabilidade no pareamento. Há botões físicos para controle de volume e faixas, além de microfone embutido para chamadas e reuniões.

Preço e disponibilidade

O JBL Tune 730BT está disponível agora no Brasil pelo preço sugerido de R$ 399. Além do site oficial da marca, o JBL Tune 730 BT já está à venda no varejo online.

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Anatel apreende R$ 4,9 milhões em impressoras 3D não homologadas no PR

A Gerência Regional da Anatel no Paraná e em Santa Catarina realizou uma operação de fiscalização que resultou na apreensão de 898 unidades de impressoras 3D sem homologação, totalizando R$ 4.904.088,00 em equipamentos retirados do mercado.  O alvo foram dois grandes fabricantes com forte presença em plataformas de e-commerce.

Impressoras 3D não tinham certificação da Anatel

A ação foi deflagrada após o monitoramento de empresas importadoras com alto volume de vendas online. Na sede de uma das empresas, os fiscais analisaram 13 modelos distintos de impressoras 3D e o resultado foi preocupante: 11 deles possuíam módulos de radiofrequência (Wi-Fi) integrados, mas sem a certificação obrigatória da Anatel.

O ponto mais polêmico da autuação foi a tentativa de escapar da regulação: a empresa alegava que o Wi-Fi estava "desabilitado por firmware". A fiscalização, no entanto, derrubou esse argumento em dois pontos:

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  • Presença física do hardware: a simples existência do módulo de rádio no aparelho já exige homologação, independentemente de qualquer bloqueio por software;
  • Reversibilidade: tutoriais disponíveis em plataformas digitais ensinam qualquer usuário a reativar a função Wi-Fi via software, o que invalida o argumento da empresa.

Qual é a base legal da apreensão?

A Anatel fundamentou a operação na Resolução nº 715/2019, que torna obrigatória a homologação de qualquer produto que utilize o espectro radioelétrico ou se conecte a redes de telecomunicações no Brasil. Com base nisso, as 898 unidades foram lacradas e o importador foi autuado.

Vale lembrar que o processo de homologação exige testes laboratoriais realizados por organismos designados pela Agência, custos esses que o infrator evitava, gerando uma vantagem competitiva desleal frente às empresas que seguem as regras.

Aparelho com Wi-Fi não homologado oferece riscos

Impressoras 3D com Wi-Fi não homologado representam um risco duplo: podem causar interferências em outras redes e dispositivos ao redor, e chegam ao consumidor sem qualquer garantia de que o módulo de rádio embutido passou por testes de segurança.

Em outras palavras, o usuário paga por um produto que pode prejudicar sua própria rede doméstica ou a do vizinho.

A operação no Paraná faz parte de uma estratégia mais ampla da Agência, que já realizou ações semelhantes em Santa Catarina. A tendência é que a fiscalização se intensifique conforme o mercado de impressoras 3D cresce no Brasil.

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