O Chevrolet Sonic está cada dia mais perto de seu lançamento oficial no Brasil e, nesta quinta-feira (30), a marca resolveu aumentar o burburinho em torno da chegada do SUV. A General Motors divulgou a primeira imagem da cabine do Sonic e mostrou quais as apostas para se diferenciar dentro da família Onix.
Os principais destaques ficam por conta da qualidade dos materiais de acabamento, macios ao toque em apoios de braço, painel e volante, além da integração entre o painel digital de 8 polegadas e a central multimídia de 11 polegadas, em um conjunto batizado como Virtual Cockpit System.
A aposta da GM em elevar o nível do acabamento interno tem um motivo claro: posicionar o SUV do Onix como um rival de nível superior aos demais concorrentes por essa faixa de mercado, em especial o Volkswagen Nivus, o Fiat Pulse e o Renault Kardian.
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Outro ponto bem interessante, mas em relação ao design externo, é o emblema preto iluminado na grade frontal, uma novidade que antecipa o futuro estético da GM. Além disso, os faróis em LED prometem uma eficiência luminosa 19% superior à de concorrentes diretos.
Cabine do Sonic terá materiais sensíveis ao toque para elevar nível do acabamento interno (Imagem: Divulgação/Chevrolet)
Como será e quando chega o Chevrolet Sonic?
Sob o capô, o modelo deverá contar com o motor 1.0 turbo Ecotec com injeção direta, que entrega entre 116 cv e 121 cv de potência. O conjunto será associado ao câmbio automático de seis marchas e suspensão recalibrada para o asfalto brasileiro.
A versão topo de linha RS, já confirmada em um flagra recente do Sonic sem camuflagem, vai ter um apelo mais esportivo com rodas de 17” escurecidas e detalhes internos em vermelho. Assim, o Sonic vem como uma opção moderna e competitiva no crescente segmento de SUVs de entrada.
Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)Chevrolet Sonic 2027 (Divulgação/Chevrolet)
A data de estreia do Sonic também está definida: o SUV compacto chega em maio com visual exclusivo e novidades que devem ditar a nova identidade visual da montadora. Se você está curioso para saber mais sobre o Sonic, talvez goste de saber que a Chevrolet já teve outro carro com esse nome: veja aqui quanto custaria o Sonic antigo hoje, com a inflação.
O mercado brasileiro de SUVs híbridos ganhará um novo protagonista em 2026: o Omoda 4. A Omoda & Jaecoo aposta alto no modelo como peça-chave para sua expansão no país, mirando especialmente o público jovem que busca tecnologia, conectividade e motorização eletrificada. O lançamento está previsto para o último trimestre do ano e promete mexer com a concorrência, especialmente com um dos líderes do segmento, o Volkswagen Tera.
O design do Omoda 4 chama atenção pela dianteira com iluminação dividida e estética moderna, reforçando a proposta de esportividade. A estratégia da fabricante é posicionar o veículo como porta de entrada para a marca, antes da chegada do Omoda 5, consolidando sua operação no Brasil com uma rede de concessionárias em rápida expansão.
A motorização híbrida do Omoda 4 deve utilizar o mesmo conjunto do Omoda 5, combinando motor a gasolina e elétrico com transmissão DHT, resultando em até 224 cv. Já a versão 100% elétrica terá 204 cv e autonomia de 345 km segundo o padrão Inmetro. A variante Ultra, voltada para esportividade, acelera de 0 a 100 km/h em 7,5 segundos e pode chegar como série limitada. Essas duas, porém, não estão confirmadas para o país.
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Vale destacar que o Omoda 4 "nasceu" como Omoda 3, apresentado em Wuhu, na China. A reportagem do CT Auto participou de clínicas de desenvolvimento do crossover, acompanhando de perto a evolução do projeto e dando sugestões, que foram aceitas pelos executivos, a respeito da motorização ideal e até do design final.
Omoda 4, na verdade, "nasceu" como Omoda 3, e contou com ajuda do CT Auto no projeto final (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Omoda 4: o SUV híbrido mais acessível
O Omoda 4 chega com a missão de ser o SUV híbrido mais barato do Brasil, oferecendo desempenho competitivo e preço agressivo para conquistar volume de vendas. A meta da marca é atingir 50 mil unidades anuais e expandir sua rede para 150 concessionárias até o fim de 2026.
Além da versão híbrida, a Omoda estuda trazer motores híbridos flex, adaptados ao perfil do consumidor brasileiro. Há também planos para instalação de fábrica própria no país, dependendo da maturidade da rede de fornecedores locais, o que pode reduzir custos e aumentar competitividade.
Quando ainda era chamado de Omoda 3, em forma de conceito, o SUV foi inspirado em ícones esportivos como o Lamborghini Urus, com design em formato de X e cockpit futurista. Essa identidade esportiva foi mantida e evoluída no Omoda 4, nome definitivo do projeto.
Omoda 4 chega em 2026 para incomodar até modelos a combustão (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Com esse conjunto de atributos, formado por design ousado, motorização híbrida eficiente e estratégia de preço competitivo, o Omoda 4 promete ser um divisor de águas no mercado brasileiro e, dentro de pouco tempo, brigar com força para se tornar o carro mais vendido do país.
A BYD Shark não decolou nas vendas da forma que a marca chinesa esperava, mas o fraco desempenho da primeira picape lançada no país não alterou os planos em relação ao sonho de colocar no mercado um modelo capaz de desbancar a Fiat Toro no segmento das médias compactas mais vendidas do Brasil.
Segundo Jorge Moraes, colunista da CNN, a vindoura picape da BYD no Brasil já tem nome e data de estreia no país. Trata-se da BYD Mako, caminhonete que terá no powertrain híbrido flex (o mesmo do novo Song Pro), o grande diferencial para deixar não apenas a Toro, mas também a Ford Maverick e a RAM Rampage para trás.
Apresentada, ainda em forma de conceito, na edição 2026 da Agroshow, a BYD Mako será lançada em setembro de 2026 e terá sua produção iniciada em Camaçari, na Bahia, provavelmente nos mesmos moldes do Song Pro híbrido flex.
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Preço e origem do nome da BYD Mako
Uma curiosidade em cima da vindoura picape é que a BYD manteve a tradição de nomear o carro com base na vida marítima. Enquanto a caminhonete maior foi batizada como Shark (tubarão, em português), a média compacta ganhou o nome Mako, em alusão ao tubarão mais rápido do mundo.
Para derrubar a Toro e as demais rivais no ranking, porém, a BYD terá que acertar a mão no preço da Mako, algo que não fez com a Shark e, por isso, ajudou a “encalhar” a caminhonete nas lojas. E a marca chinesa parece saber disso.
Segundo as informações do colunista da CNN, a ideia é lançar a BYD Mako em versões 4x2 e 4x4, com preços a partir de R$ 220 mil. A Fiat Toro, principal alvo da caminhonete chinesa, tem versões entre R$ 165 mil e R$ 235 mil, mas nenhuma com eletrificação no conjunto mecânico até o momento.
E, se você gosta de picapes, talvez curta um conteúdo bastante curioso, que mostra três modelos que só é permitido dirigir com CNH de caminhão, todas à venda no mercado brasileiro, mas uma delas apenas por meio de empresas importadoras.
A BYD resolveu radicalizar para queimar os estoques do King, sedan híbrido que vem tirando o sono do Toyota Corolla desde que foi lançado no Brasil. Para isso, anunciou uma promoção exclusiva para empresas e microempreendedores, ou seja, para quem fizer a compra por meio de um CNPJ ativo.
A oferta, válida até o fim do mês de abril (ou enquanto durarem os estoques), jogou os preços do BYD King no chão. O sedan híbrido, em sua versão GL, que para o público em geral não sai por menos de R$ 172.990,00, está mais barato que um Dolphin, que hoje custa R$ 149.990,00, enquanto a promoção estiver ativa.
Isso significa que o sedan híbrido plug-in está sendo vendido por R$ 146.990,00, uma redução de R$ 26 mil em cima do preço cheio de tabela, nas unidades disponíveis nas lojas participantes. Lembrando que a promoção pode variar de estado para estado e, por isso, é sempre bom dar aquela ligadinha na concessionária antes de sair de casa para fechar a compra, combinado?
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Como é o BYD King?
O King, em sua versão GL, é um dos carros mais vendidos da BYD no Brasil, pois oferece não apenas um excelente desempenho, mas uma autonomia gigante, que pode passar de 1.000 km por ciclo no alcance combinado.
King está com a bola toda nessa promoção anunciada pela BYD (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
O sedan que está com os preços no chão até o final de abril conta com um motor 1.5 a combustão que trabalha em conjunto com outro propulsor elétrico. Juntos, eles entregam 209 cv de potência ao condutor. O alcance do King no modo exclusivamente elétrico é pequeno, mas suficiente para quem roda pouco: 32 km por ciclo de carga.
Se o sedan da marca chinesa é um carro que está no seu projeto, mas você ainda tem dúvidas se é a melhor opção, o CT Auto vai te dar uma mãozinha para ajudar na decisão. Confira um material especial que enumera 5 tecnologias e fatos interessantes sobre o BYD King e decida se o sedan é ou não o melhor carro para você.
O Ford Enter , programa lançado pela montadora em 2022, em parceria com Global Giving, SENAI-SP, SENAI-BA e Rede Cidadã, acaba de ganhar ainda mais importância no cenário automotivo nacional.
A iniciativa, que oferece cursos gratuitos de programação (Front-End, Back-End, Power BI, Python) para pessoas em situação de vulnerabilidade, se tornou primordial para ajudar a "zerar o gap" em mão de obra tecnológica no setor, que em 2026 atingiu índices alarmantes.
De acordo com dados da pesquisa realizada pela Ford em parceria com o Datafolha, 98% das empresas acabaram relatando alguma relatando dificuldade em contratar profissionais de tecnologia. Na visão da Ford, essa escassez impacta diretamente a indústria automobilística, que depende cada vez mais de especialistas em software, inteligência artificial e segurança da informação para desenvolver carros modernos e competitivos.
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A marca informou que o Ford Enter, curso de capacitação que está em sua quarta turma, já formou mais de 1000 alunos desde 2022. A iniciativa busca preparar talentos em programação e análise de dados, áreas essenciais para o desenvolvimento de softwares automotivos, desde sistemas de infotainment até algoritmos de gerenciamento de bateria em veículos elétricos.
Tecnologia e mão de obra: o motor da inovação automotiva
A pesquisa mostra que posições ligadas à inteligência artificial e engenharia de software estão entre as mais difíceis de preencher. Para a indústria automotiva, isso significa que funções críticas, como o desenvolvimento de sistemas de direção autônoma e plataformas digitais de integração entre carro e usuário, podem enfrentar atrasos. Além disso, a falta de especialistas em segurança da informação coloca em risco a proteção de dados dos veículos conectados, um tema cada vez mais sensível.
Outro ponto relevante é a demanda por “soft skills”. Montadoras precisam de profissionais capazes de lidar com desafios complexos, tomar decisões rápidas e trabalhar em equipes multidisciplinares. Afinal, o carro moderno é resultado da integração entre engenharia mecânica, software e experiência do usuário. Sem esse perfil completo, a inovação perde força.
A dúvida sobre a legalidade do ato de dirigir descalço é comum entre motoristas brasileiros. Em situações do dia a dia, como sair rapidamente de casa ou voltar da praia, muita gente se pergunta se há alguma infração ao pegar o volante de um carro sem qualquer calçado nos pés.
O tema gera confusão porque envolve interpretações equivocadas do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Muitos acreditam que dirigir descalço é proibido, quando, na verdade, a legislação trata de forma diferente o uso ou a ausência de calçados.
Para esclarecer de vez essa questão, é importante recorrer ao que diz exatamente o CTB sobre o assunto e, assim, entender definitivamente em quais situações o motorista pode ou não ser penalizado.
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Dirigir descalço é permitido por lei?
De acordo com o artigo 252 do Código de Trânsito Brasileiro, não há proibição específica para dirigir descalço. Ou seja, conduzir um veículo sem calçados não configura infração de trânsito.
Usar chinelo ou sandália é passível de multa segundo o CTB (Imagem gerada por IA/Gemini)
O que a lei proíbe, na verdade, é dirigir utilizando calçados que não se firmem nos pés ou que comprometam o uso dos pedais. Entre os exemplos mais comuns estão chinelos soltos, sandálias sem fixação traseira e sapatos de salto alto que possam dificultar o controle do veículo.
Quando o motorista pode ser multado por causa do calçado?
A infração ocorre quando o uso do calçado interfere na condução segura. Nesses casos, o motorista pode ser enquadrado como dirigindo sem atenção ou sem os cuidados indispensáveis à segurança, o que pode gerar multa e pontos na CNH.
Na hora de dirigir, opte por um calçado adequado ou, então, fique descalço (Imagem: Kireyonok_Yuliya/Freepik/CC)
Na prática, isso significa que dirigir descalço pode ser até mais seguro do que utilizar um calçado inadequado. O importante, segundo o CTB, é garantir total controle dos pedais e da direção, independentemente de estar com ou sem sapatos.
Quem está à procura de um carro elétrico para comprar, seja ele novo ou usado, certamente quer saber qual a autonomia real que ele entrega a cada carga completa. O problema é que, às vezes, as marcas divulgam números oficiais de acordo com os padrões de medição de outras regiões, como China e Europa. E esse ponto, embora não esteja incorreto, acaba confundindo a cabeça do consumidor brasileiro.
Isso ocorre porque a medição realizada pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), coordenado pelo Inmetro, tende a ser mais "exigente" que a aferida pela Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis (ACEA) ou pela China Passenger Car Association (CPCA), que usam respectivamente os ciclos WLTP e CLTC para definir a autonomia dos carros elétricos.
No Brasil, de acordo com o PBEV do Inmetro, a autonomia média dos modelos disponíveis costuma variar entre 250 km e 400 km. Já na Europa, o órgão oficial informa que muitos modelos superam os 500 km. Na China, por sua vez, dados mostram avanços significativos, com o alcance muito próximo ao dos europeus. E por que a autonomia no Brasil é menor para os carros elétricos? Confira com o CT Auto.
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Carros elétricos: autonomia na Europa
Na Europa, a autonomia dos carros elétricos é favorecida por uma infraestrutura robusta de recarga e por políticas públicas que incentivam a eficiência energética. O ciclo de testes WLTP (Worldwide Harmonized Light Vehicles Test Procedure), adotado em 2017, é considerado mais realista que os anteriores, aproximando os resultados de laboratório da prática cotidiana.
Infraestrutura robusta de recarga é padrão em países da Europa (Imagem: Oxana Melis/Unsplash/CC)
Além disso, fabricantes europeus investem em baterias de maior densidade energética e em sistemas de gestão térmica avançados, que reduzem perdas em climas frios. Isso explica por que modelos como o Tesla Model Y e o Mercedes EQS superam facilmente os 500 km de autonomia oficial, segundo dados da ACEA.
Como é medida a autonomia na China?
A China tem se destacado como líder global em veículos elétricos, com avanços rápidos na autonomia. A CPCA aponta que, nos últimos cinco anos, a autonomia média dos modelos vendidos no país aumentou significativamente, chegando a níveis comparáveis aos europeus. Isso se deve ao investimento em baterias de lítio-ferro-fosfato (LFP) e níquel-manganês-cobalto (NMC), além da expansão da rede de recarga rápida.
Carros elétricos não enfrentam ansiedade de autonomia na China (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Outro fator é o ciclo de testes local (CLTC), que tende a apresentar números mais elevados em comparação ao WLTP europeu. Ainda assim, na prática, os veículos chineses têm mostrado bom desempenho, especialmente em áreas urbanas, onde a densidade de pontos de recarga reduz a ansiedade de autonomia.
PBEV do Inmetro é exigente com elétricos
No Brasil, a autonomia dos carros elétricos é impactada por três fatores principais: infraestrutura limitada, condições climáticas e padrões de homologação. O ciclo de testes do Inmetro, utilizado no PBEV, segue metodologias próprias e muitas vezes resulta em números mais conservadores. Além disso, o tráfego urbano intenso e o uso frequente de ar-condicionado em regiões quentes reduzem a eficiência energética.
Autonomia declarada de carros elétricos no Brasil é bem menor do que na Europa e na China (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Outro ponto é a oferta de modelos. Muitos veículos elétricos vendidos no Brasil são versões adaptadas de modelos internacionais, com baterias menores para reduzir custos. Isso explica por que a autonomia média fica entre 250 km e 400 km, segundo dados oficiais do Inmetro.
O Haval H6, SUV híbrido da GWM, está com os preços “no chão” neste mês de abril, graças a uma super-oferta preparada pela marca chinesa exclusivamente em sua versão de entrada no Brasil, a HEV2.
A variante híbrida plena, única que não precisa de recarga externa para recuperar a bateria, está sendo disponibilizada por R$ 167.995,80 por tempo limitado. A redução de R$ 31.994,20 é válida somente até o fim do mês de abril e aplicada exclusivamente aos clientes que se enquadrem na categoria PcD (Pessoas com Deficiência).
O descontão no Haval H6 H2 para clientes PcD nesse mês de abril é configurado pela isenção do IPI para a categoria e, também, ao bônus oferecido pela marca chinesa durante a validade da promoção (ou até o fim dos estoques, se isso ocorrer primeiro).
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Como é o Haval H6 HEV2?
O Haval H6 HEV2 é um híbrido que combina um motor 1.5 turbo a gasolina com um elétrico. O SUV entrega ao condutor 243cv de potência e 54 kgf/m de torque, além de prometer um consumo médio de combustível de 13 km/l em ciclo misto.
Haval H6 HEV2 está com preços no chão até o fim de abril (Imagem: Felipe Ribeiro/Canaltech)
Os principais rivais do híbrido autocarregável da GWM são, na visão da montadora chinesa, o Jeep Compass S T270, o Toyota Corolla Cross XRV HEV e o Volkswagen Taos 250 TSI. O Haval H6 supera o Toyota Corolla Cross em potência (243 cv x 140 cv), nível de direção semi autônoma (2+ x 1) e 0 a 100 km/h (7,9 segundos x 9,2 segundos).
Se você curte o Haval H6, mas está mais interessado em uma das versões PHEV (híbridas plug-in) do SUV híbrido chinês, confira uma reportagem que mostra qual versão vale mais a pena.
Beber e dirigir já é passível de multa e perda da CNH no Brasil, mas as penalidades podem ficar muito mais pesadas em breve no país. Pelo menos é isso o que sugere o Projeto de Lei 3.574/2024, de autoria do ex-deputado Gilvan Máximo (Republicanos-DF).
De acordo com o texto que está em tramitação na Câmara, à espera do parecer do relator Marcos Tavares, na Comissão de Viação e Transportes, a chamada "Lei Seca" se tornaria mais rígida para desencorajar, de uma vez por todas, os motoristas que ainda insistem em beber e se aventurar ao volante.
A proposta prevê a elevação da multa para até 100 vezes o valor de uma infração gravíssima, alcançando R$ 29.347,00 ou, então, 50 vezes o valor (R$ 14.673,50) se a ocorrência provocada por um condutor sob o efeito de entorpecentes deixar sequelas permanentes em uma ou mais vítimas.
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O texto que está em análise também endurece as penas no que diz respeito à cassação da CNH. Atualmente, a lei prevê que o condutor flagrado na Lei Seca perca o direito de dirigir por 12 meses. Se o Projeto for aprovado, o prazo subiria para 5 anos, no caso de vítimas com sequelas, ou 10 anos, se o acidente causar a morte de alguém.
Bebeu, dirigiu e foi flagrado na Lei Seca? Condutor pode pegar multa milionária e perder a carta por uma década (Imagem: JComp/Freepik/CC)
O que falta para a Lei Seca mudar no Brasil?
Caso seja aprovado pela Comissão de Viação e Transportes, o Projeto de Lei que prevê penas mais duras para quem desrespeitar a Lei Seca no Brasil ainda precisará passar por outras esferas antes de passar a vigorar, inclusive pela sanção presidencial.
Vale lembrar que a ideia vai além da esfera administrativa para os infratores que não possuírem patrimônio de forma imediata para indenizar as vítimas. A proposta é que o motorista considerado culpado pague uma pensão vitalícia de 30% sobre seus rendimentos mensais ou sobre sua previdência à própria vítima ou à família, no caso de fatalidade no acidente.
Mais uma marca chinesa está pronta para chegar ao Brasil e, assim como muitas outras fizeram, pretende desembarcar por aqui com um novo “pesadelo” para o BYD Dolphin na bagagem.
Estamos falando da Baic, montadora que deve iniciar sua trajetória no mercado verde-amarelo no comecinho do 2º semestre de 2026 com pelo menos três modelos de carros elétricos: 2 SUVs e o Arcfox T1, futuro rival do “Golfinho” da BYD.
De acordo com apurações dos amigos do Autoesporte, o Arcfox T1 será o “carro-chefe” da Baic para começar sua história no Brasil com o pé direito, já que entrará para disputar espaço em um segmento cada vez mais em alta no país, especialmente depois da chegada do Geely EX2, outro desafiante à coroa do BYD Dolphin.
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Como é o Baic Arcfox T1?
O novo “pesadelo” para o BYD Dolphin tem dimensões mais generosas que o rival (4,34 m x 4,12 m de comprimento e 2,77 m x 2,70 m de entre-eixos), mas potência e torque praticamente iguais: são os mesmos 95 cv, mas 18 kgf/m de torque contra 18,3 kgf/m do concorrente.
Arcfox T1 é aposta da Baic para derrubar o BYD Dolphin no Brasil (Imagem: Divulgação/Arcfox)
A autonomia do Baic Arcfox T1, segundo o ciclo chinês, é de até 400 quilômetros por ciclo de carga, graças à bateria de 42,4 kWh. Para efeitos de comparação, o BYD Dolphin ostenta bateria de 44,9 kWh que, de acordo com o Inmetro, permite rodar até 291 km com ela completa.
Uma cena inusitada chamou atenção nas redes sociais nesta sexta-feira (24). Uma picape Chevrolet Silverado, completamente modificada para ficar ainda mais gigante, passou por cima (literalmente) da parte dianteira de uma Lamborghini Huracán em um estacionamento na Flórida (EUA), destruindo por completo um dos carros esportivos mais cobiçados do planeta.
A cena foi tão impressionante que muita gente duvidou que fosse real. A Lamborghini Huracán seguia lentamente quando foi surpreendida por uma Chevrolet Silverado com suspensão elevada. A motorista da picape entrou no local em velocidade acima do recomendado e, sem perceber o supercarro à frente, acabou subindo sobre sua dianteira. O impacto foi tão impressionante que muitos compararam a cena a um show de monster trucks, mas em um ambiente cotidiano.
O vídeo rapidamente viralizou, destacando a diferença de altura entre os veículos. Enquanto a Lamborghini Huracán é extremamente baixa, a Silverado modificada ficou tão alta que ampliou os pontos cegos e reduziu a visibilidade próxima ao solo. Apesar do prejuízo material, felizmente não houve feridos. O proprietário do Lamborghini, identificado no Instagram como 1realramon, compartilhou imagens do estrago e reagiu com calma.
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Acidente gera debate sobre "Monster Trucks"
A popularização de kits de elevação, pneus grandes e carrocerias cada vez mais altas tem gerado preocupação. Essas modificações, que transformam carros e picapes em "Monster Trucks", ampliam pontos cegos e tornam a condução mais arriscada em ambientes urbanos, especialmente em locais com pedestres e veículos menores. O problema é agravado pela ausência de regulamentações claras que exijam comprovação de segurança após tais alterações.
A Florida woman in a lifted Silverado just drove over a Lamborghini in a parking lot.
The truck was so high off the ground she didn't even see the thing until it was under her tires 😂 pic.twitter.com/oVC1omF7oC
Especialistas do setor defendem que não basta atribuir tudo ao “erro humano”. O sistema permite que veículos com dimensões extremas circulem sem restrições adicionais, aumentando o risco de acidentes graves. Se no lugar da Lamborghini que foi atropelada estivesse uma criança ou um pedestre, o desfecho poderia ter sido trágico.
O Volkswagen Tera, um dos maiores fenômenos do mercado brasileiro em 2025, está com preços abaixo de R$ 100 mil por tempo limitado. A marca alemã resolveu derrubar o preço do SUV compacto durante a Tecnoshow, Feirão de Tecnologia Rural que ocorre em Rio Verde (GO) até a próxima sexta-feira, 10 de abril.
Desde a última segunda-feira (6), até a véspera do próximo fim de semana, será possível comprar a versão de entrada do Tera, a MPI, com preço “no chão”. O SUV compacto, que normalmente sai por R$ 105.626,00 nessa versão, está sendo oferecido por R$ 95.064,00 para frotistas ou produtores rurais.
Nessa versão, o Tera conta com motor 1.0 aspirado e câmbio manual de 5 velocidades. O conjunto preza pela economia de combustível em detrimento da potência e desempenho. Assim, entrega ao motorista 84 cv de potência e 10,3 kgf/m de torque, com consumo médio de 12,6 km/l em perímetro urbano, quando abastecido com gasolina.
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No campo das tecnologias, embora seja uma versão de entrada, o Volkswagen Tera que está custando menos de R$ 100 mil na Tecnoshow faz jus à presença na feira. O SUV compacto conta com central VW Play Connect de 10,1”, quadro de instrumentos digital, faróis em LED e até assistentes à condução, como detector de fadiga, sensores traseiros e frenagem de emergência.
Versão de entrada do Tera está abaixo de R$ 100 mil por tempo limitado (Imagem: Divulgação/Volkswagen)
Polo Robust tem preços no chão
O Volkswagen Tera não é o único carro que está com descontos imperdíveis durante a Tecnoshow 2026 em Rio Verde. Outro modelo de entrada da marca, o Polo Robust, também pode ser comprado com redução expressiva em cima dos valores de tabela.
A marca jogou no chão os preços do hatch, que saiu de R$ 95.490,00 para R$ 81.990,00 na segunda-feira e permanecerá com esse valor pelo menos até o encerramento do Feirão de Tecnologia, na próxima sexta.
Assim como o Tera MPI, o Polo Robust é a versão “pé de boi” da família. Por isso, conta também com motor 1.0 de três cilindros e 84 cv de potência, além do câmbio manual de 5 marchas.
Versão "pé de boi" do Polo está com os preços no chão durante feira tecnológica (Imagem: Divulgação/Volkswagen)
A lista de acessórios, porém, é mais modesta que a do SUV compacto. O Polo Robust oferece controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e bloqueio eletrônico do diferencial, tecnologias voltadas para auxiliar na tração em terrenos mais escorregadios.
A BYD segue reinando absoluta no ranking dos carros elétricos mais vendidos do Brasil. A marca chinesa fechou março de 2026 com três modelos posicionados no top 10, incluindo o líder e o vice-líder do período.
A ponta, mais uma vez, ficou nas mãos do Dolphin Mini, que registrou impressionantes 7.053 emplacamentos e, com esse número, conseguiu se posicionar como oitavo carro mais vendido do Brasil, à frente de rivais a combustão.
A vice-liderança ficou com o Dolphin, com 1.853 carros vendidos, e o pódio de março de 2026 se completou com o Geely EX2, que voltou a mostrar força ao subir 5 posições no comparativo com o ranking anterior.
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A Geely, aliás, reagiu em março muito por conta dos milhares de carros que chegaram recentemente ao Brasil. Apesar disso, o EX5, que em fevereiro havia abocanhando a sexta posição no ranking, fechou o último mês apenas em décimo lugar.
BYD Dolphin Mini manteve ponta, mas Geely EX2 subiu bem no ranking (Imagens: Divulgação/BYD e Paulo Amaral/Canaltech)
Chevrolet mantém dois carros no top 10
Assim como ocorreu no mês anterior, a Chevrolet voltou a colocar dois representantes no top 10 dos carros elétricos mais vendidos do Brasil. Em março de 2026, a marca da GM foi representada pelo Spark EUV, na quinta posição, e pelo Captiva EV, em nono. Os dois, curiosamente, inverteram seus lugares no comparativo com fevereiro.
As demais posições da lista ficaram com o BYD Yuan, na quarta colocação, Leapmotor C10 (6º), GWM Ora 03 (7º) e Volvo EX30 (8º), modelos que também figuraram no ranking de fevereiro, mas em posições diferentes.
10 carros elétricos mais vendidos do Brasil em março de 2026
A Geelyperdeu espaço para a BYD nos últimos dois meses por conta da falta de estoque no Brasil, mas agiu rápido para voltar ao jogo. Nesta quinta-feira (26), a marca chinesa confirmou o desembarque de 3.370 carros ao país, via Porto de Paranaguá, no Paraná.
O movimento estratégico é uma resposta direta ao gargalo enfrentado recentemente e tem como objetivo principal recolocar o EX2, carro elétrico de entrada da marca no país, na briga com o BYD Dolphin Mini pela condição de líder do ranking de emplacamentos.
A nova investida da Geely, que também tem no EX5 um bom volume de vendas e, por isso, precisa de um estoque à altura, promete acirrar ainda mais a disputa entre as fabricantes chinesas no Brasil.
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Estratégia da Geely aposta em volume e estoque
A chegada simultânea de milhares de carros eletrificados ao Brasil mostra que a Geely pretende encurtar o caminho até o consumidor. Em vez de crescer gradualmente, a empresa aposta em contar com um estoque robusto para abastecer concessionárias e manter-se no jogo sem sofrer com novos gargalos por conta de uma demanda maior do que a oferta.
Quase 3,5 mil carros da Geely desembarcaram no Paraná (Imagem: Divulgação//Governo do Paraná)
Após o desembarque no Porto de Paranaguá, as unidades do Geely EX2 e do Geely EX5 serão encaminhadas para o pátio da Renault, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (PR) e, de lá, serão distribuidas às concessionárias.
A Copa do Mundo 2026 está chegando e, nesta quinta-feira (26), a Seleção Brasileira, comandada pelo italiano Carlo Ancelotti, fará um dos últimos amistosos antes de a bola rolar na caminhada em busca do hexa. Se você está curioso para saber onde assistir ao vivo ao jogo entre Brasil e França, o Canaltech tem a resposta.
A partida marcada para acontecer no Gillette Stadium, em Boston, nos Estados Unidos, tem início previsto para às 17 horas (horário de Brasília), e terá transmissão em todas as plataformas do Grupo Globo: TV aberta, TV fechada, Canais Fast e YouTube.
A reedição da final da Copa de 1998 colocará frente a frente duas seleções que são apontadas como favoritas à conquista do Mundial que será disputado em três sedes (Estados Unidos, México e Canadá) a partir do mês de junho.
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Veja a seguir as prováveis escalações de Brasil e França e como assistir ao amistoso ao vivo.
Danilo é um dos remanescentes do último encontro entre Brasil e França, em 2015 (Imagem: Divulgação/CBF(
Brasil e França têm desfalques para o jogo
A Seleção Brasileira está cheia de problemas para o amistoso contra os franceses nesta quinta-feira. Ancelotti, que não convocou Neymar, apesar da pressão por parte da mídia, terá desfalques importantes para o jogo, já que o goleiro Alisson, os zagueiros Marquinhos, Gabriel Magalhães e Éder Militão, além do lateral-esquerdo Alex Sandro, estão lesionados.
A França, comandada por Didier Deschamps, por sua vez, não poderá contar com o zagueiro William Saliba, o lateral-direito Jules Koundé, o meio-campista Manu Koné e o atacante Bradley Barcola, também contundidos. O astro Kylian Mbappé está confirmado como titular.
Brasil x França: escalações prováveis
Brasil (Técnico: Carlo Ancelotti)
Ederson; Wesley, Ibañez (Bremer), Léo Pereira e Douglas Santos; Casemiro e Andrey Santos; Raphinha, Matheus Cunha, Gabriel Martinelli e Vinicius Jr.
França (Técnico: Didier Deschamps)
Maignan; Malo Gusto, Konaté, Upamecano e Theo Hernandez; Tchouaméni, Rabiot e Cherki; Olise, Mbappé e Dembelé.
Brasil x França
Quando: quinta-feira, 26 de março de 2026
Horário: 17 horas (horário de Brasília)
Onde assistir: Globo (TV aberta), Sportv (TV fechada) e GE TV (YouTube e canais Fast)
A joint venture Sony Honda Mobility anunciou nesta quarta-feira (25) que a linha Afeela, formada pelo sedan elétrico Afeela 1, carinhosamente apelidado de “Playstation Car”, e pelo SUV Afeela 2, que sequer saiu do papel, chegou ao fim.
As marcas, que se juntaram para tentar conquistar o mercado de carros elétricos, não aguentaram os prejuízos acumulados desde o início do projeto e, após um rombo que beirou a casa dos 20 milhões de dólares, abandonaram os planos de colocar o Playstation Car e seus derivados nas ruas.
Em comunicado conjunto, Honda e Sony evitaram cravar que a desistência foi por conta dos preços elevados. As marcas informaram que seguirão avaliando o mercado de carros elétricos para, em um futuro próximo, tomar uma decisão a respeito do futuro da SHM, que pode até ser dissolvida.
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“A Sony, a Honda e a SHM continuarão a discutir e avaliar o futuro da SHM, levando em consideração o propósito inicial da criação da joint venture, bem como o cenário atual do mercado de veículos elétricos, e pretendem anunciar conjuntamente a direção futura da SHM, seu posicionamento a médio e longo prazo, bem como suas contribuições para o futuro da mobilidade, assim que possível”.
O Afeela 1 contava com Sistema ADAS Nível 2, equipado com 40 câmeras e sensores LiDAR, além da plataforma Qualcomm Snapdragon Digital Chassis, que executa até 800 trilhões de ações por segundo.
O sistema de entretenimento, claro, era da Sony (Ridevu), com acesso às produções da Sony Pictures Entertainment, e contava também com a Unreal Engine, da Epic Games, referência em experiência do usuário nas telas (gigantes) do veículo.
O Afeela 1 também mostrou outras características impressionantes durante sua exibição na CES 2025, e chegaria aos clientes com conectividade 5G, dados salvos em nuvem, mapas interativos em 3D, sistema de som projetado para som surround, Sony’s 360 Reality Audio e Dolby Atmos, e muito mais.
Porsche, Ford e outras marcas do segmento automotivo já lançaram no mercado bicicletas elétricas que têm no preço nada convidativo e na tecnologia seus principais atributos. O que a Bugatti, montadora de carros de luxo fez, porém, foi além: uma superbike que custa tanto quanto um Dolphin Mini… e ainda é proibida.
A montadora, famosa por carros esportivos caríssimos, como o Chiron, Tourbillon e La Voiture Noir, anunciou o lançamento da Factor One, superbike de corrida produzida em parceria com a Factor em uma série limitada a apenas 250 unidades. E com um detalhe: embora não seja elétrica, ela é “proibida” para uso em competições.
O “problema” da Factor One, na verdade, é que ela é perfeita demais. “Projetada sem concessões, esta bicicleta combina o DNA da Bugatti com a mais inovadora engenharia de bicicletas para criar um modelo que exemplifica desempenho e precisão absolutos”, explicou a marca.
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A proibição para uso em competições é justificável, já que a superbike da Bugatti conta com elementosnão permitidos pela União Ciclística Internacional (UCI), tais como: rodas com raios em fibra de carbono, que reduzem o peso, pedivela em carbono-titânio e garfo aerodinâmico com carenagem exclusiva, com design que lembra os dutos de ar dos supercarros.
Diante de tantas soluções avançadas de engenharia implementadas na superbike da Bugatti e da consequente proibição do uso da Factor One em competições oficiais, fica uma dúvida: qual o preço dela? A resposta é óbvia, mas, nem por isso, menos impactante.
A Factor One custa US$ 23.599,00, preço que, na conversão direta, sem a inclusão de impostos ou taxas, gira em torno de R$ 120.354,00, ou seja, compatível com o de um BYD Dolphin Mini, carro elétrico mais vendido do Brasil, hoje vendido a R$ 119.900,00.
O Volkswagen ID.UNYX 08, futuro lançamento da marca alemã, deve se tornar o marco de uma virada estratégica da montadora europeia, que resolveu apostar em um SUV elétrico feito “na China, para a China”, mas com um toque especial: o "DNA" da Porsche, uma das marcas premium do Grupo VW.
Produzido em Hefei, o modelo foi desenvolvido em apenas 24 meses e traz um design ousado, diferente da tradição da marca, mas com a qualidade técnica alemã. O grande diferencial está na China Electronic Architecture (CEA), uma plataforma zonal que substitui dezenas de centrais eletrônicas por computadores centrais. Essa inovação reduz peso, simplifica a fiação e aumenta a velocidade de processamento, tornando o veículo mais eficiente e preparado para atualizações futuras.
Outro destaque é o sistema de 800 volts, tecnologia antes restrita a supercarros como o Porsche Taycan. No ID.UNYX 08, esse recurso permite carregamento ultrarrápido, recuperando grande parte da bateria em minutos, além de otimizar a eficiência energética com cabos mais finos e leves.
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Estratégia “Na China, para a China” e seu impacto global
O ID.UNYX 08 é fruto da parceria entre a Volkswagen e a chinesa Xpeng (aquela do carro voador que o CT Auto viu na China), que trouxe agilidade em software e integração digital. Essa colaboração reforça a estratégia “In China, for China” (“Na China, para a China”), com lançamentos de novos elétricos a cada duas semanas em 2026.
Graças à CEA, o SUV suporta atualizações Over-the-Air (OTA) profundas, que podem melhorar desde a dinâmica de condução até sistemas avançados de assistência ao motorista, sem necessidade de visitas à concessionária. Isso posiciona o ID.UNYX 08 como um carro tão inteligente quanto um smartphone.
Embora inicialmente voltado ao mercado chinês, o modelo abre caminho para que a Volkswagen leve essa arquitetura a outros veículos, incluindo futuros modelos elétricos e até versões a combustão. Até 2030, a marca planeja lançar 50 novos elétricos na China, consolidando sua presença no maior mercado automotivo do mundo.
A Xmobots apresentou oficialmente neste início de semana o Vision, projeto inovador de mobilidade aérea autônoma que promete revolucionar o transporte regional, em especial no interior do Brasil. A proposta é usar o carro voador para conectar cidades menores sem depender de aeroportos ou vertiportos, oferecendo deslocamentos rápidos, seguros e sustentáveis.
O Vision foi desenvolvido para operar de estacionamento a estacionamento, ocupando o espaço de uma vaga comum. Com asas dobráveis e fuselagem compacta, o carro voador pode transportar até dois passageiros por até 300 km. A propulsão híbrida, que combina motores elétricos e gerador a etanol, garante autonomia estendida e pegada de carbono neutra.
Equipado com 23 sensores e sistemas de inteligência artificial, o Vision é capaz de detectar obstáculos, replanejar rotas e evitar colisões sem intervenção humana. A arquitetura formada por três camadas assegura máxima segurança, enquanto a manutenção preventiva reduz custos operacionais em até 70% em comparação com helicópteros tradicionais.
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Custos competitivos e aplicações militares
O custo médio estimado é de US$ 0,84 por km por passageiro (cerca de R$ 5 por km), valor 18 vezes mais barato que um helicóptero. Inicialmente, o Vision será aplicado em versões militares, como o Nauru3000D, voltado para missões de vigilância e transporte logístico. Essa estratégia permite validar a tecnologia em ambientes controlados antes da expansão para o mercado civil.
O programa prevê cinco fases até 2034, com início em 2028 para aplicações militares e expansão ao transporte civil em 2034. A Xmobots estima que o mercado de mobilidade aérea regional autônoma poderá movimentar US$ 15 bilhões em 2035, chegando a US$ 51 bilhões em 2040. O segmento regional tem potencial 150% maior que o urbano, podendo ultrapassar US$ 130 bilhões.
Encontrar um carro 0km barato no Brasil ficou mais difícil nos últimos anos, mas ainda há opções interessantes para quem quer gastar menos e rodar bastante. Em 2026, os modelos de entrada seguem concentrados em motores 1.0 e foco total em economia de combustível.
Mesmo com preços mais altos do que no passado, esses carros continuam sendo os mais acessíveis do mercado nacional. Hoje, os modelos mais baratos partem de cerca de R$ 78 mil, com propostas voltadas ao uso urbano e manutenção simplificada.
A seguir, reunimos 5 carros econômicos e relativamente baratos para comprar em 2026, considerando eficiência, custo de manutenção e preço inicial atualizado no Brasil.
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Renault Kwid Zen
O Renault Kwid segue como uma das principais portas de entrada para quem quer um carro zero km. Com motor 1.0 de até 71 cv, ele aposta em baixo consumo e simplicidade mecânica, o que ajuda a manter os custos de uso reduzidos no dia a dia.
Versão de entrada do Kwid está na lista de carros mais baratos e econômicos de 2026 (Imagem: Divulgação/Renault)
O preço da versão Zen 2026 gira em torno de R$ 78.690,00. É um modelo pensado para uso urbano, com bom consumo de combustível e manutenção barata, sendo um dos mais econômicos do país.
Fiat Mobi Like
O Fiat Mobi continua entre os carros mais baratos do Brasil e também um dos mais econômicos. Equipado com motor 1.0 Firefly de 75 cv, ele tem proposta semelhante à do Kwid, com foco em economia e praticidade no trânsito das cidades.
Mobi Like também figura na relação dos mais em conta do país (Imagem: Divulgação/Stellantis)
Na linha 2026, o Mobi Like custa cerca de R$ 82.560,00. Seu tamanho compacto facilita manobras e estacionamento, enquanto o consumo baixo ajuda a reduzir os gastos mensais.
Citroën C3 Live
O Citroën C3 Live aparece como uma opção interessante para quem quer um carro barato, mas com mais espaço interno. O modelo utiliza motor 1.0 Firefly de 75 cv e tem proposta voltada ao conforto e ao uso familiar.
C3 de entrada é boa opção de carro 0km para quem quer gastar pouco em 2026 (Imagem: Divulgação/Stellantis)
Com preço inicial próximo de R$ 75.990,00, o C3 se destaca pelo porta-malas maior e pelo bom custo-benefício, mantendo consumo equilibrado para a categoria.
Fiat Argo
O Fiat Argo é um degrau acima entre os carros populares, mas ainda aparece como opção acessível dentro do mercado atual. O motor 1.0 de 75 cv entrega desempenho adequado com consumo eficiente tanto na cidade quanto na estrada.
Fiat Argo básico também está entre os mais baratos (Imagem: Divulgação/Stellantis)
Na versão de entrada 2026, o modelo parte de cerca de R$ 93.980. Ele oferece mais espaço e conforto que os subcompactos, sendo indicado para quem usa o carro com mais frequência ou em viagens.
Volkswagen Polo Track
O Volkswagen Polo Track é hoje uma das opções mais modernas entre os carros baratos. Com motor 1.0 flex de até 84 cv, ele equilibra desempenho e economia, além de oferecer um conjunto mais atualizado.
Polo Track é um dos carros mais vendidos do Brasil (Imagem: Divulgação/Volkswaagen)
O preço inicial gira em torno de R$ 95.490,00 na linha 2026. Apesar de mais caro que os subcompactos, o modelo entrega melhor estabilidade, segurança e rodagem, sendo uma escolha mais completa dentro da proposta de baixo custo.
Lançado no Brasil pela GM para preencher um espaço entre o Monza e o Omega, o Chevrolet Vectra ficou em linha no país entre 1993 e 2011, sempre ocupando um lugar de destaque no segmento dos sedans médios.
Imponente por fora, luxuoso por dentro e com versões suficientes para agradar tanto ao público mais conservador quanto aos que buscavam potência e emoção ao dirigir, o Vectra deixou saudades quando se “aposentou”.
Por conta disso, e também pelo fato de o único sedan disponível no portfólio da GM no Brasil em 2026 ser o Onix Plus, uma curiosidade vem à tona: quanto será que custaria um Chevrolet Vectra hoje, com a correção da inflação? É isso o que o CT Auto vai mostrar.
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Quanto custava um Vectra quando chegou ao Brasil?
Um dos passos necessários para descobrir quanto custaria um Vectra em 2026 no Brasil com a correção dos índices de inflação é, primeiramente, saber quanto o sedan médio valia em seu lançamento no Brasil.
O modelo foi lançado pela Chevrolet em setembro de 1993, já como linha 1994, em três versões: GLS, CD e GSi, todas com motor 2.0 sob o capô, sendo que a esportiva era 16V e as de entrada, 8V. O mais barato deles, GLS, custava o equivalente a R$ 10.848,00, e é sobre ele que faremos nossos cálculos.
Quanto custaria um Vectra em 2026, com a inflação?
Como a moeda corrente no Brasil em setembro de 1993 ainda não era o real, as contas para sabermos quanto custaria um Chevrolet Vectra hoje, em 2026, com a correção dos índices de inflação, foram mais complexas.
Chevrolet Vectra chegou ao Brasil em três versões na década de 1990 (Imagem: Divulgação/Chevrolet)
Em 1993, um Vectra GLS 0km custava em torno de 29,9 milhões de Cruzeiros Reais. Isso significa que, à época, eram necessários 169 salários mínimos para comprar o sedan médio da GM. Aplicando a mesma lógica no cenário atual, isso implica que um Vectra GLS custaria em torno de R$ 256 mil com a correção da inflação.
As promoções para quem está em busca de um carro 0km em 2026 continuam a todo vapor e, na semana que chegou ao fim, ao menos três marcas se destacaram por derrubar os preços de alguns de seus campeões de venda: BYD, Jeep e Fiat.
O trio de fabricantes jogou no chão os valores de modelos queridinhos do público e, assim, facilitou o acesso ao consumidor que sonha em colocar carros como Seal, Renegade e Fastback na garagem, mas gastando um pouquinho menos de dinheiro do que normalmente seria preciso.
Confira a seguir os preços do esportivo elétrico chinês, do consagrado SUV e do excelente coupé da marca italiana do Grupo Stellantis.
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3. Seal por preço de Commander?
A primeira marca a derrubar os preços na semana que passou foi a BYD. A campeã em emplacamentos no segmento dos elétricos jogou no chão o valor do Seal, esportivo de 531 cv de potência que chegou ao Brasil beirando os R$ 300 mil em 2023.
Esportivo elétrico da BYD está saindo a preço de Jeep Commander em promoção (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
A oferta é por tempo limitado e, enquanto estiver válida, deixará o impressionante BYD Seal custando R$ 249.990,00 nas concessionárias participantes, menor preço praticado pela fabricante desde que o esportivo elétrico desembarcou por aqui, e apenas R$ 4 mil mais caro que a versão Limited do Jeep Commander.
2. Renegade está quase R$ 50 mil mais barato
Em vias de mudar radicalmente, tanto em termos de design quanto de motorização, o Jeep Renegade também está com uma promoção imperdível em março, já que a marca do Grupo Stellantis quer limpar os estoques para a chegada da nova linha.
Perto de mudar "tudo", Jeep Renegade está com descontos de quase R$ 50 mil na linha atual (Imagem: Divulgação/Stellantis)
As ofertas do mês são voltadas para públicos específicos, como PcD e taxistas, e chegam a quase R$ 50 mil de desconto, dependendo da versão do SUV. A variante Altitude T270, por exemplo, está com uma redução de R$ 43.300,00 em cima da tabela e, para taxistas, sai por R$ 104.690,00, preço compatível com o do Chevrolet Tracker.
1. Fiat joga preços do Fastback no chão
A terceira marca que jogou os preços de um carro no chão na última semana também faz parte do Grupo Stellantis. Estamos falando da Fiat, que resolveu limpar os estoques e está vendendo o Fastback com descontos que chegam a R$ 36 mil.
Fiat jogou preços do Fastback Audace Hybrid no chão na última semana (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
A promoção em questão refere-se à versão Audace Hybrid do utilitário coupé, que está momentaneamente sendo vendida por R$ 129.990,00 ante o preço cheio de tabela, que é de R$ 165.990,00. Isso coloca o SUV em patamar de igualdade com o Renault Kardian.
A tolerância zero da lei brasileira com relação a dirigir veículos após consumir bebidas alcóolicas fez explodir a popularização das cervejas sem álcool no país. Há, porém, um "perigo oculto" em alguns destes produtos que muita gente não sabe e, por conta do desconhecimento, pode acabar pagando um preço muito caro (e não apenas em dinheiro).
Muitos consumidores acreditam que, por não provocar embriaguez, a cerveja sem álcool não represente qualquer risco ao ser parado pelas autoridades de trânsito em uma blitz da Lei Seca. Isso, porém, não é totalmente verdadeiro. O motivo? É isso o que o CT Auto vai revelar e, assim, te ajudar a evitar dores de cabeça (e não por conta de ressaca).
Embora uma grande quantidade de marcas prometa um produto sem álcool, um "segredinho" contido no rótulo (ou na lata) pode colocar tudo a perder e fazer o motorista ficar no prejuízo.
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Fermentação: segredo que custa caro ao dirigir após beber
O fato que bastante gente desconhece e que pode custar caro para quem costuma beber uma cervejinha sem álcool e depois dirigir é que muitas delas ainda podem conter pequenas quantidades de etanol, devido ao processo de fabricação. Essas quantidades (cerca de 0,5%), embora pequenas, podem se acumular, dependendo da quantidade ingerida e, assim, acusar acima do limite permitido (0,04 mg/l), abrindo a porta para uma série de punições.
Ler o rótulo da cerveja sem álcool antes de dirigir é essencial para evitar problemas (Imagem: J.Comp/Freepik/CC)
Um motorista flagrado desrespeitando a Lei Seca no Brasil vai, literalmente, pagar caro, tanto por conta da multa pesada, prevista pelo Artigo 276 do Código de Trânsito Brasileiro (R$ 2.934,70), quanto pelas punições administrativas, que preveem 7 pontos na CNH e suspensão do direito de dirigir por 12 meses, além do recolhimento do veículo até que alguém habilitado e sóbrio se apresente para retirá-lo.
Qual cerveja posso beber antes de dirigir?
A principal diferença está no limite permitido pela legislação brasileira. Para que uma bebida seja classificada como “sem álcool”, ela pode ter até 0,5% de teor alcoólico. Esse percentual é muito baixo e não causa efeitos de embriaguez, mas ainda representa a presença de álcool no produto.
Cerveja sem álcool e cerveja 0,0% são diferentes e é preciso ficar atento (Imagem: J.Comp/Freepik/CC)
Por outro lado, as cervejas identificadas como 0,0% indicam que o processo de produção eliminou totalmente o álcool da bebida. Em teoria, essas versões não apresentam qualquer traço detectável da substância e são consideradas as mais seguras para quem pretende dirigir depois de consumir a bebida.
Mesmo assim, especialistas em trânsito alertam que consumir várias unidades de uma cerveja rotulada apenas como “sem álcool” pode gerar um resultado positivo temporário no bafômetro, especialmente se o teste ocorrer logo após a ingestão. Isso acontece porque, apesar de mínimo, o teor alcoólico pode ser detectado em algumas situações.
Na prática, portanto, o motorista que pretende dirigir deve observar atentamente o rótulo da bebida. Optar por produtos identificados como 0,0% e evitar o consumo imediato antes de pegar o volante são atitudes que reduzem qualquer risco em uma fiscalização.
A compra de carros com desconto e benefício da isenção de impostos para a categoria PcD, que enquadra pessoas com determinados tipos de deficiência amparadas pela lei, segue válida no Brasil e, com isso, facilita o acesso a veículos 0km por preços mais acessíveis. O direito ao benefício, porém, segue gerando dúvidas na cabeça de muitas pessoas.
Em 2026, a legislação manteve um conjunto de regras específicas para definir quem tem direito ao programa e quais tributos podem ser abatidos na compra de um veículo 0km.
Dependendo do caso, o cliente enquadrado como PcD pode conseguir descontos relacionados a impostos como IPI, ICMS, IPVA e IOF. Somados, esses benefícios podem reduzir substancialmente o preço do carro desejado.
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O direito não é restrito apenas a pessoas com deficiências físicas ou doenças graves. A legislação também contempla uma série de condições neurológicas e limitações motoras permanentes que dificultem a mobilidade ou a condução de veículos.
Compra de carro com isenção de impostos é direito de quem se enquadra como PcD (Imagem: Freepik/CC)
Como comprar um carro PcD?
Apesar da lista relativamente ampla de condições enquadradas na lei, a compra de um carro com isenção para PcD não é tão simples. Cada caso precisa ser comprovado aos órgãos competentes por meio de laudo médico emitido por profissionais credenciados. Esse documento é fundamental para garantir a aprovação das isenções junto aos órgãos federais e estaduais.
Condições enquadradas como PcD
A legislação brasileira considera diferentes condições de saúde como elegíveis para a compra de carro com benefícios PcD. As principais doenças e deficiências reconhecidas por lei estão divididas em quatro grupos principais.
Deficiências físicas e motoras
Amputações ou ausência de membros
Paraplegia
Tetraplegia
Paraparesia
Hemiplegia ou hemiparesia
Monoplegia ou monoparesia
Nanismo
Paralisia cerebral
Poliomielite com sequelas
Lesões medulares
Próteses em membros inferiores ou superiores
Limitação severa de mobilidade causada por hérnia de disco, artrose ou problemas graves na coluna
Doenças neurológicas e degenerativas
Doença de Parkinson
Esclerose múltipla
Esclerose lateral amiotrófica (ELA)
Neuropatias graves que comprometem movimentos
Condições cognitivas e genéticas
Transtorno do espectro autista (TEA)
Síndrome de Down
Deficiência intelectual moderada, grave ou profunda
Deficiência visual
Baixa visão severa
Cegueira legal (visão inferior ao limite definido por lei)
Quais impostos são isentos na compra de carro PcD
As isenções de impostos na compra de carrros 0km para pessoas enquadradas como PcDs dependem diretamente do tipo de deficiência e da legislação aplicável. É importante citar que nem todos os impostos são aplicáveis à lista completa condições previstas em lei.
IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)
Pode ser concedido para deficiência física, visual, mental severa ou profunda e autismo
Não possui limite fixo de valor para o veículo na legislação federal, mas precisa atender critérios do programa
ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços)
Normalmente concedido para pessoas com deficiência física, visual, mental severa ou autismo
Em 2026, a isenção total costuma valer para veículos de até cerca de R$ 70 mil dentro do preço do carro
Para carros mais caros, o imposto passa a ser cobrado sobre a parte excedente do valor
IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores)
A isenção varia conforme o estado. Em muitas praças ela é concedida para deficiências físicas, visuais, mentais e autismo
IOF (Imposto sobre Operações Financeiras)
Concedido apenas quando a pessoa com deficiência é a condutora do veículo e precisa financiar o carro
Qual o teto para comprar carro PcD em 2026?
A legislação brasileira estabelece um limite para que o veículo possa receber os benefícios completos do programa PcD. Desde dezembro de 2025, a Câmara aprovou uma medida que elevou o limite de isenção de impostos, corrigindo uma defasagem que há anos restringia a escolha dos consumidores PcD a modelos básicos e pouco equipados.
Citroën C3 You custa menos de R$ 90 mil com isenção para público PcD (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Com a nova regra, o teto de isenção total passa de R$ 70 mil para R$ 100 mil, permitindo que veículos mais sofisticados e com maior nível de tecnologia sejam adquiridos com o benefício. Além disso, carros de até R$ 200 mil poderão ser comprados com desconto parcial, já que o imposto será aplicado apenas sobre o valor que exceder o limite.
Por causa dessas regras, algumas das principais montadoras no Brasil mantêm versões e promoções específicas voltadas ao público PcD. Esses modelos de carro costumam ter preço ajustado para se encaixar nos limites de isenção e garantir o máximo de desconto possível para o consumidor.
Carros com câmbio manual ainda são maioria no Brasil, especialmente no segmento dos usados. Por isso, saber o uso correto da embreagem é essencial para preservar a mecânica do veículo e evitar gastos desnecessários com manutenção.
O problema é que muitos motoristas desenvolvem hábitos ruins ao dirigir e nem percebem que estão acelerando o desgaste do conjunto de embreagem, sistema formado basicamente por disco e platô, cuja função de transmitir a força do motor para as rodas durante as trocas de marcha.
Quando usado de forma incorreta, o sistema sofre atrito excessivo e pode precisar de substituição muito antes do esperado. Confira, então, 5 erros que você comete ao trocar a marcha que destroem a embreagem e, claro, evite-os de agora em diante.
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5. Rodar em marcha alta com velocidade baixa
Abrindo a lista de 5 erros que destroem a embreagem está o mais comum deles: manter uma marcha alta mesmo quando a velocidade é reduzida. Esse expediente faz o motor trabalhar com rotações muito baixas, obrigando assim o sistema de embreagem a suportar um torque maior do que deveria.
Reduzir a velocidade e manter o carro em marchas altas é um erro comum que prejudica a embreagem (Imagem: Freepik/CC)
Essa prática força não apenas a embreagem, mas também o câmbio e o motor. Em vez de economizar combustível, pode acabar aumentando o consumo de combustível e, de quebra, provocando o desgaste prematuro de uma série de componentes.
4. Apoiar o pé no pedal da embreagem
Outro hábito que detona o conjunto de embreagem é dirigir com o pé esquerdo apoiado no pedal o tempo todo. Mesmo que a pressão seja mínima, isso impede o contato total entre disco e platô.
Dirigir com o pé apoiado no pedal da embreagem é um erro comum, mas muito prejudicial (Imagem: Sauerlaender/Pixabay/CC)
Na prática, o disco começa a deslizar, gerando atrito constante. Esse deslizamento funciona como uma espécie de lixa entre as peças, acelerando o desgaste do sistema.
3. Usar a embreagem para segurar o carro em ladeiras
Outro costume que muitos motoristas têm é o de manter o carro parado em ladeiras evitando a descida ao controlar, ao mesmo tempo, embreagem e acelerador. Embora "bonitinha" e eficaz para mostrar que "sabe dirigir", a técnica é extremamente prejudicial para o conjunto mecânico.
Segurar o carro usando a embreagem em ladeiras também é "pecado capital" (Imagem: Nick Night/Unsplash/CC)
Nessa situação ocorre um escorregamento intenso entre as peças da embreagem, o que provoca desgaste acelerado. A recomendação é utilizar o freio de mão ou o pedal de freio para manter o carro parado até o momento de sair novamente com ele.
2. Não desengatar a marcha em semáforos
Muita gente permanece parada no trânsito com a primeira marcha engatada e o pé afundado na embreagem. Embora seja comum, essa prática mantém o sistema sob carga constante e, assim, também tende a aumentar o desgaste dos componentes de forma prematura.
Parar no semáforo e não desengatar a marcha pode destruir a embreagem com o tempo (Imagem: Planet Fox/Pixabay/CC)
O ideal nessas situações é sempre colocar o câmbio em ponto morto e retirar o pé do pedal. Assim, o conjunto de embreagem fica totalmente desacoplado e sofre menos desgaste ao longo do tempo.
1. Soltar a embreagem de forma brusca
Outro erro frequente que muitos motoristas de carros manuais cometem acontece na hora de sair com o carro ou de reduzir uma marcha. Quando o motorista solta o pedal muito rápido, o carro sofre trancos e todo o sistema de transmissão recebe um impacto desnecessário.
Soltar a embreagem de forma brusca ao sair com o carro pode afetar até os coxins do motor (Imagem: Diana Grytzku/Freepik/CC)
Além de prejudicar a embreagem, esse tipo de condução brusca também pode afetar coxins do motor, a própria transmissão e até alguns componentes do diferencial.
Os preços de carros nos Estados Unidos costumam chamar a atenção de consumidores brasileiros. Em muitos casos, modelos esportivos e de alto desempenho custam bem menos no mercado americano do que no Brasil, o que leva muita gente a considerar a importação direta do veículo.
A diferença de preço, no entanto, é "meramente ilustrativa". Para trazer um carro legalmente ao Brasil é necessário enfrentar uma série de etapas burocráticas e pagar diversos impostos. A soma dessas cobranças costuma elevar bastante o valor final do automóvel.
Para entender se a importação realmente compensa, fizemos uma simulação usando o Ford Mustang Dark Horse, versão esportiva do famoso muscle car americano que é de tirar o fôlego, e também é vendida oficialmente no mercado brasileiro. Nos Estados Unidos, o modelo tem preço inicial de aproximadamente US$ 59.270.
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Quanto custa um Dark Horse no Brasil?
Antes de fazer a conta para colocar na ponta do lápis quanto custaria importar um Dark Horse dos Estados Unidos e descobrir se vale a pena trazê-lo para o Brasil dessa maneira, é preciso saber o valor que a Ford cobra pelo icônico muscle car em nosso mercado.
Preço do Dark Horse no Brasil é, à primeira vista, bem mais caro do que nos Estados Unidos (Imagem: Divulgação/Ford)
Em março de 2026, segundo o site oficial da marca norte-americana, um Dark Horse não sai por menos de R$ 649.000,00 no Brasil. Na teoria, valor bem menos atraente que o praticado nos Estados Unidos. Agora, na prática, o cenário muda completamente.
Quanto custaria importar um Mustang Dark Horse dos EUA ao Brasil?
Considerando um dólar a R$ 5,50, o preço do carro nos Estados Unidos seria de aproximadamente R$ 326.000,00 na conversão direta, sem a inserção de qualquer taxa ou imposto de importação. O problema para quem sonha com a importação, porém, está justamente em tudo o que é inserido no preço final.
Impostos e demais exigências legais tornam inviável importar um Mustang dos Estados Unidos ao Brasil (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Quando as exigências legais entram na conta real, os custos de transportar o esportivo de um país para o outro começam a mostrar que é inviável comprar um carro 0km nos EUA, independentemente do modelo, e importá-lo para o Brasil.
Veja uma simulação com base em um Ford Mustang Dark Horse à venda nos EUA
Preço do carro nos EUA: US$ 59.270 (R$ 326.000,00)
Frete marítimo e seguro internacional: cerca de R$ 20.000,00
Imposto de Importação (35%): cerca de R$ 121.100,00
IPI (aproximadamente 25% para motor V8): cerca de R$ 116.775
PIS e Cofins de importação (11,6%): cerca de R$ 67.700
ICMS estadual (18% em estados como São Paulo): cerca de R$ 117.280
Outros custos obrigatórios (documentação, taxas portuárias, homologação, transporte e adequações técnicas): cerca de R$ 30 mil
Somadas todas as obrigações legais, a quantia necessária para importar um Ford Mustang Dark Horse dos Estados Unidos para o Brasil chega em aproximadamente R$ 798.000,00, mais do que o dobro do valor original do carro em uma loja norte-americana.
Colocando, então, as contas na ponta do lápis, é seguro dizer que, no cenário atual, não vale a pena importar um carro dos Estados Unidos para o Brasil, por mais atraente que os preços pareçam à primeira vista.
Sucesso total desde que foi apresentado ao mundo para rivalizar com a Tesla, em dezembro de 2023, o Xiaomi SU7, primeiro carro elétrico lançado pela marca, voltou a assombrar a concorrência nesta sexta-feira (20), dia em que a linha 2026 do sedan coupé elétrico foi revelada.
A marca confirmou que foram vendidas15 mil unidades do renovado SU7 em apenas 34 minutos. O impressionante resultado mostra que, mesmo dois anos depois da estreia, o carro elétrico da Xiaomi segue chamando a atenção e despertando o desejo do consumidor.
A linha 2026 do Xiaomi SU7 segue em fase de pré-venda até o próximo dia 22 de março, e a expectativa da marca chinesa é de que as unidades se esgotem bem antes do prazo estabelecido.
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Os preços para quem quiser comprar o sedan elétrico giram entre 219.900,00 yuan e 303.900 yuan, algo em torno de R$ 169.000,00 e R$ 234.000,00 na conversão direta, sem incluir possíveis taxas e impostos no cálculo. A reserva é considerada aceita mediante um depósito de 5.000,00 yuan, algo em torno de R$ 3.900,00.
Linha 2026 do SU7 vendeu 15 mil unidades em cerca de meia hora (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
O que mudou no Xiaomi SU7 2026?
Apesar de se tratar de um carro extremamente tecnológico e potente desde seu lançamento, o Xiaomi SU7 ficou ainda melhor na linha 2026. As principais mudanças no sedan coupé elétrico em relação ao design estão concentradas na parte dianteira, que ganhou grade redesenhada, radar de ondas milimétricas 4D integrado e limpeza automática para as câmeras (também na traseira).
Os retrovisores agora são escurecidos, as pinças de freio ganharam o tom vermelho (para ressaltar a esportividade) e as rodas de 21 polegadas carregam estruturas de dupla camada. O SU7 também ganhou novas cores, com destaque para a Cabrio Blue, exclusiva para a versão Max, a mais "nervosa" de todas.
Por dentro, as novidades ficam por conta do acabamento Dark Night, agora padronizado de fábrica. O volante tem revestimento de couro Nappa, os bancos contam com 18 ajustes elétricos, massagem e a tecnologia "zero gravity". A iluminação ambiente agora é em três camadas.
Novas cores e interior mais sóbrio também foram anunciadas na linha 2026 do SU7 (Imagem: Divulgação/Xiaomi)
Em relação à motorização e autonomia, todas as versões carregam o motor V6s Plus, que tem eficiência energética de 94%, além de uma aceleração insana, capaz de alcançar os 100 km/h em 3,08 segundos na versão Max. A potência das versões Standard e Pro aumentou de 299 cv para 320 cv, enquanto a potência combinada da Max subiu de 673 cv para 690 cv. O alcance por carga varia entre 720 e 902 km por ciclo, dependendo da versão, mas sob a medição oficial CLTC.
O BYD Seal, esportivo 100% elétrico de 531 cv de potência, está com preço reduzido neste início de março. Algumas concessionárias da marca chinesa resolveram queimar o estoque da linha 2024/2025 do coupé e tiraram R$ 20 mil do preço de tabela nas concessionárias.
A oferta é por tempo limitado e, enquanto estiver válida, deixará o impressionante BYD Seal custando R$ 249.990,00 nas concessionárias participantes, menor preço praticado pela fabricante desde que o esportivo elétrico desembarcou por aqui, em meados de 2023.
O preço reduzido colocou o Seal no mesmo patamar de valores que um dos campeões em venda do segmento de SUVs a combustão: o Jeep Commander, em sua configuração básica, Limited T270, ofertada em março por R$ 245.990,00.
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As propostas dos carros são completamente antagônicas, mas a estratégia da BYD em oferecer um carro 100% elétrico, com pegada esportiva, por apenas R$ 4 mil de diferença em relação a um utilitário que não preza pela eficiência energética, mostra que a marca chinesa não está para brincadeira.
BYD Seal está sendo vendido a preço de Jeep Commander (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Como é o BYD Seal?
O BYD Seal, que por tempo limitado está saindo por preço de Jeep Commander básico, tem o powertrain formado por dois motores elétricos, instalados um em cada eixo, com 218 cv no dianteiro e 313 cv no traseiro. Juntos, eles entregam 531 cv de potência e 60,2 kgf/m de torque.
Essa combinação é capaz de fazer o coupé acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,8 segundos, tempo invejável até mesmo por esportivos de marcas mais tradicionais. As baterias são de 82,5 kWh e podem rodar, segundo o PBEV do Inmetro, até 372 km sem precisar recarregar.
A cabine do Seal também é digna de elogios. Além dos materiais serem de ótima qualidade e o acabamento ser bastante caprichado, o esportivo elétrico conta com uma lista de acessórios recheada, com direito a dois carregadores de celular por indução, duas entradas USB, uma delas tipo C, ajustes elétricos para o banco do motorista e sistema de som Dynaudio com 12 alto-falantes.
O tradicional Feirão do Automóvel, evento que reunia milhares de pessoas todos os domingos na capital paulista para comprar, vender ou apenas passear em meio aos mais diversos carros usados, vai voltar à sua antiga casa, o Anhembi.
Rebatizado como “Auto Show”, o tradicional encontro dominical saiu do Anhembi em 2020 e passou a ser realizado em outros dois espaços: no centro de exposições do Expo Center Norte e, também, no estacionamento do Shopping ABC.
A partir do próximo dia 12 de abril de 2026, porém, o Expo Center Norte deixará de sediar o Auto Show, que estará novamente no Distrito Anhembi, com o novo nome, mas o mesmo charme que conquistou gerações e atraiu multidões desde que foi criado por Walter Ribeiro dos Santos, em 1972.
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De acordo com os organizadores, a data será um marco na indústria. Segundo os responsáveis, mais do que um simples encontro, o Feirão AutoShow no Anhembi “representa a retomada de um espaço simbólico para o mercado automotivo”. A iniciativa promete movimentar o setor, estimular negociações e reafirmar a importância de eventos presenciais na compra e venda de veículos.
Quanto vai custar expor carro usado no Feirão?
Se você estiver interessado em expor um ou mais carros usados e, assim, entrar para a história como um dos participantes do retorno do lendário Feirão do Automóvel ao Anhembi, é bom ficar por dentro dos preços que serão cobrados pela organização. É importante frisar, porém, que visitantes terão entrada gratuita, exceto o estacionamento.
Evento: Auto Show (Feirão do Automóvel)
Data: 12 de abril de 2026
Horário: a definir
Preços: R$ 95 (para carros até R$ 35 mil) e R$ 164 (para carros acima de R$ 35 mil)
O ano passa rápido, mas, apesar de já estarmos chegando à metade de março, nunca é tarde para conferir a lista atualizada de carros permitidos pela Uber nas duas principais categorias do aplicativo: Comfort e Black.
A nova relação começou a valer no dia 5 de janeiro e deixou de fora alguns modelos considerados modernos e tecnológicos, como o Renault Kardian e o Hyundai Kona Hibrid, agora não mais aceitos nas principais categorias do app.
O Citroën Basalt, que em 2025 chegou a ser banido do Uber Black, mas, depois de muita polêmica, voltou a ser aceito, permanece na lista da categoria mais cara, ao menos até dezembro de 2026. Isso mostra, segundo a empresa, que ela "está ajustando os critérios de acordo com a percepção de valor dos passageiros".
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Uber Black e Uber Comfort: principais mudanças
Na categoria Black, as principais mudanças foram aplicadas ao ano de fabricação de determinados modelos. Carros como o Volkswagen Virtus só serão aceitos se fabricados a partir de 2025. Já Renault Duster, Volkswagen Nivus e Honda City permanecem na lista, mas apenas se produzidos a partir de 2023. A ideia é manter a frota alinhada ao conceito premium, com maior conforto e tecnologia embarcada.
Depois de toda a polêmica de 2025, Citroën Basalt segue aceito em todas as categorias da Uber (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
A lista de carros aceitos para Uber Comfort, que prioriza espaço interno e comodidade, também cortou modelos importantes. Renault Kardian, Hyundai Kona Hybrid e Peugeot E-2008 foram retirados da lista de aceitação, assim como carros mais antigos, como JAC iEV40 e Chery Tiggo 3X..
Uber Black 2026: carros permitidos e proibidos
Carros excluídos: Renault Duster (modelos anteriores a 2023), Volkswagen Nivus (modelos anteriores a 2023), Honda City (modelos anteriores a 2023), Chevrolet Spin (excluído da categoria premium), Nissan Kicks (modelos anteriores a 2023).
Carros aceitos (com restrições de ano): Volkswagen Virtus (somente a partir de 2025), Renault Duster, VW Nivus e Honda City (somente a partir de 2023), Toyota Corolla (modelos recentes seguem aceitos), Honda Civic (modelos atualizados permanecem na lista), Jeep Compass (modelos novos continuam permitidos).
Uber Comfort 2026: carros permitidos e proibidos
Carros excluídos: Renault Kardian, Hyundai Kona Hybrid, Peugeot E-2008, Chevrolet Tracker (modelos anteriores a 2023), Nissan Sentra (modelos anteriores a 2023).
Carros aceitos (com restrições de ano): Citroën Basalt, Toyota Corolla Cross (2023 em diante), Honda HR-V (2023 em diante), Volkswagen T-Cross (2023 em diante), Hyundai Creta (2023 em diante).
Lançado no Brasil em setembro de 2012 em versões hatch e sedan, o Toyota Etios nunca foi reconhecido por seu design atraente ou pelo pacote tecnológico. O carro japonês, porém, conquistou uma legião fiel de fãs por conta de dois fatores principais: mecânica confiável e economia de combustível.
Por conta disso, surgiu uma curiosidade: quanto será que custaria um Toyota Etios hoje, em 2026, com a correção dos índices de inflação? É isso o que o CT Auto vai mostrar nesse conteúdo.
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Quanto custava um Etios quando chegou ao Brasil?
Para saber quanto custaria hoje um Toyota Etios com a inserção dos índices de inflação acumulados é preciso descobrir primeiro qual era o valor do carro japonês quando chegou ao Brasil, há 14 anos.
O Etios começou a ser fabricado por aqui pela Toyota nas versões 1.3, 1.3 X, 1.3 XS e 1.3 XLS. Para essa matéria, vamos tomar por base a de entrada, que custava, no lançamento, R$ 29.990,00.
Quanto custaria hoje um Toyota Etios, com a inflação?
Com o mês e o ano de lançamento, além do preço inicial do Toyota Etios, ficou fácil calcular, então, quanto custaria o hatch da marca japonesa no Brasil se fosse vendido hoje, apenas com a correção da inflação.
Etios custaria hoje, com a inflação, quase o mesmo que um carro "popular" (Imagem: Divulgação/Toyota)
Colocando todos os dados na calculadora oficial do Banco Central do Brasil, descobrimos que um Etios 1.3, o mais simples da família, não custaria menos que R$ 70.569,29, acréscimo de 135,3% entre a data inicial e fevereiro de 2026.
O valor corrigido acaba sendo compatível com pelo menos dois dos carros que hoje são considerados “populares” no país: o Renault Kwid e o Fiat Mobi, que custam em torno de R$ 75 mil em suas versões mais básicas.
Vale lembrar que o Etios lançado em 2012 contava com menos equipamentos de segurança que um Mobi ou um Kwid atuais, até por conta das alterações na legislação. Mesmo assim, nesse caso específico, a precificação atualizada acaba “casando” com a proposta com a qual o hatch japonês chegou ao mercado.
Vídeo: CT Auto testou o Etios topo de linha há quase uma década
Se você ainda não se convenceu dos benefícios de trocar um carro a combustão por um elétrico, talvez essa lista preparada pelo CT Auto te faça mudar de ideia. Ela vai comprovar, com números, que rodar pelas ruas brasileiras está ficando cada vez mais barato para quem aposta nesse tipo de carro, especialmente se ele for do segmento de entrada.
Enquanto um modelo a gasolina, por mais eficiente que seja, gasta, em média, R$ 0,52 por quilômetro rodado, os elétricos mais modernos conseguem reduzir esse valor para menos de R$ 0,10/km. Essa diferença é bastante significativa na hora de fazer as contas do mês e, por isso, mostra como a transição energética já impacta diretamente o bolso dos motoristas.
Os dados divulgados pelo Inmetro em março de 2026 revelam que os elétricos não apenas lideram em sustentabilidade, mas também em economia. Modelos como o BYD Dolphin Mini e o Geely EX2 já figuram como os mais eficientes do país. Confira, então, quais são os 10 carros mais eficientes do Brasil, segundo o órgão.
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BYD domina ranking dos mais eficientes
A BYD, referência em eletrificados no Brasil, também é dominante no ranking com os 10 carros mais eficientes do país em 2026. A marca chinesa tem três representantes na lista, incluindo o líder da relação.
Dolphin Mini e Geely EX2 são os carros mais eficientes do Brasil e rodam por menos de R$ 0,10 o km (Imagens: Divulgação/BYD e Paulo Amaral/Canaltech)
O carro mais eficiente do Brasil, de acordo com o Inmetro, é o BYD Dolphin Mini GL, com consumo médio de 0,39 MJ/km, o que representa um gasto médio de R$ 0,097 por quilômetro rodado. O número é exatamente igual ao do Geely EX2, seu principal rival. Além do Dolphin Mini, a BYD também tem no ranking a versãoGS do subcompacto (0,41 MJ/km e R$ 0,10/km) e o Dolphin GS (0,42 MJ/km e R$ 0,10/km).
10 carros mais eficientes do Brasil em 2026
BYD Dolphin Mini GL: 0,39 MJ/km e R$ 0,097/km
Geely EX2: 0,39 MJ/km e R$ 0,097/km
BYD Dolphin Mini GS: 0,41 MJ/km e R$ 0,10/km
BYD Dolphin GS: 0,42 MJ/km e R$ 0,10/km
Renault Kwid E-Tech: 0,44 MJ/km e R$ 0,11/km
Mini Cooper E: 0,46 MJ/km e R$ 0,12/km
Fiat 500e Icon: 0,46 MJ/km e R$ 0,12/km
JAC E-JS4: 0,47 MJ/km e R$ 0,12/km
Mini Cooper SE: 0,48 MJ/km e R$ 0,12/km
Chevrolet Spark EUV Activ: 0,50 MJ/km e R$ 0,13/km
A briga por espaço no segmento automotivo premium, voltado para quem busca por carros de luxo, está cada vez mais acirrado. Marcas tradicionais, como BMW, Mercedes-Benz e Volvo, seguem reinando no Brasil, mas o fechamento do mês de fevereiro de 2026 mostrou que há novos players dispostos a entrar nessa briga para vencer.
Esse cenário é prova real de como o público brasileiro está cada vez mais aberto a novas experiências de mobilidade premium. Além das gigantes tradicionais, marcas como Porsche, Audi, Land Rover, a chinesa Denza e a pouco falada Lexus também marcaram presença.
O momento é claro e revela um mercado diversificado, onde exclusividade, inovação e sustentabilidade são fatores decisivos na escolha dos consumidores que têm como investir em carros de luxo no Brasil. Confira o ranking de fevereiro de 2026 com as marcas que mais venderam.
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Denza e Lexus: crescimento empolga
A Denza, marca chinesa que faz parte do grupo da BYD, registrou 124 unidades em fevereiro, mostrando crescimento no segmento de luxo elétrico. Já a Lexus, japonesa atrelada ao conglomerado da Toyota, vendeu 91 unidades e, com isso, mantém sua presença discreta, mas aposta em qualidade e confiabilidade japonesa.
Marcas novatas, como a Denza, começam a atrair a atenção do mercado brasileiro (Imagem: Divulgação/BYD)
Ambas as marcas de origem asiática representam alternativas interessantes para quem busca inovação e exclusividade fora das marcas tradicionais do segmento premium no Brasil.
Land Rover entrega luxo e aventura
A Land Rover vendeu 191 unidades em fevereiro de 2026, destacando-se como referência em SUVs de luxo, segmento ainda pouco explorado por marcas mais tradicionais.
SUVs de luxo, como o Range Rover, estão na lista dos mais vendidos de fevereiro (Imagem: Divulgação/JLR)
Modelos como o Range Rover Evoque e o Discovery atraem consumidores que buscam sofisticação aliada à robustez. A marca britânica segue forte entre os apaixonados por aventura, sem abrir mão do conforto e da tecnologia.
Audi: inovação alemã segue presente
A Audi está no ranking por conta das 242 unidades vendidas no mês que se encerrou recentemente. A marca alemã segue reforçando sua imagem de fabricante moderna e tecnológica.
Audi Q3 é um dos favoritos do segmento de carros de luxo no Brasil (Imagem: Divulgação/Audi)
A busca do consumidor por modelos como o Q3 e o A4 mostra que a aposta da Audi em design arrojado e conectividade avançada é acertada. Embora esteja atrás das principais concorrentes, a montadora alemã mantém relevância no mercado premium brasileiro.
Porsche mantém as fichas na exclusividade
A Porsche registrou 347 unidades vendidas em fevereiro de 2026, consolidando-se como uma marca de nicho, voltada para clientes que buscam esportividade e exclusividade.
Porsche 911 é um ícone que segue vendendo bem no Brasil (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Modelos icônicos, como o 911 e o Cayenne, continuam sendo vistos pelo público consumidor como símbolos de status e desempenho. A Porsche mantém sua força ao oferecer carros que unem luxo e performance, atraindo um público fiel e apaixonado.
Volvo é mais do que luxo: é segurança
Com 402 unidades vendidas, a Volvo ocupa a terceira posição entre as marcas de luxo que mais venderam carros no Brasil em fevereiro de 2026. Seus modelos mais conhecidos, como EX30 e XC60, são fortes candidatos a liderar, mas tiveram desempenho abaixo do esperado no mês.
EX30 é um dos destaques da marca sueca no mercado brasileiro (Imagem: Divulgação/Volvo)
A marca sueca aposta fortemente em segurança e sustentabilidade, com foco em veículos híbridos e elétricos. Apesar da queda momentânea, a Volvo segue como uma das favoritas entre consumidores que valorizam tecnologia limpa e design minimalista.
Mercedes-Benz: a tradição que fala alto
A vice-líder no ranking de marcas de luxo que mais venderam carros no Brasil em fevereiro de 2026 é a Mercedes-Benz, que registrou 542 novos carros emplacados.
GLA é um dos carros mais vendidos pela marca de luxo alemã (Imagem: Divulgação/Mercedes-Benz)
Embora não tenha colocado nenhum representante no top 10, a montadora chegou ao pódio por conta da ampla gama oferecida no país, com destaque para GLA, GLB e Classe C, que continuam sendo referências de luxo e conforto.
BMW reina absoluta no Brasil
A BMW mantém sua posição de destaque no mercado premium brasileiro, registrando 1.104 unidades vendidas em fevereiro de 2026. O sucesso da marca se deve à ampla aceitação de seus modelos, que combinam tecnologia avançada, design sofisticado e desempenho esportivo.
BMW segue intocável na liderança de marcas de luxo no Brasil (Imagem: Divulgação/BMW)
Além disso, a BMW conseguiu colocar três veículos entre os mais emplacados do segmento, reforçando sua força no país. A estratégia da marca alemã é clara: oferecer diversidade de modelos e investir em inovação, especialmente em elétricos como o BMW iX, que lidera em autonomia no Brasil.
A semana que passou foi recheada de promoções para quem está em busca de um carro 0km nesse início de março. Pelo menos quatro marcas gigantes jogaram os preços de determinados modelos no chão, cada uma por um motivo bem particular.
As japonesas Toyota e Nissan, por exemplo, estão com promoções imperdíveis em dois modelos consagrados do mercado: os sedans Corolla e Versa, que nesse mês saem com descontos gigantes para o consumidor.
A GM e a Volkswagen não ficaram atrás e também derrubaram os preços do Chevrolet Spark EUV, um dos carros elétricos mais vendidos do Brasil, e do Virtus, sedan de entrada da marca alemã. Confira a seguir as promoções da semana.
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4. Toyota “queima” Corolla de olho no “Rei chinês”
A Toyota resolveu jogar no chão os preços do Corolla Hybrid e, agora, o confiável e consagrado sedan japonês pode ser encontrado por R$ 128 mil. A drástica redução tem nome e sobrenome: BYD King, sedan chinês que vem “roubando” a clientela do Corolla mês após mês.
Corolla está com os preços no chão para frear crescimento do BYD King (Imagem: Divulgação/Toyota)
Há, porém, um detalhe importante nessa promoção, já que ela é válida somente em vendas diretas destinadas a taxistas, motoristas de apps de transporte e frotas corporativas. Se você não faz parte desses grupos, nem adianta ir à uma concessionária esperando pelo preço mais baixo, ok?
3. GM derruba preço do Spark EUV
Quem está atrás de um carro elétrico pode se animar, já que a Chevrolet, marca da GM, resolveu fazer um esforço para recolocar o Spark EUV mais acima na lista de mais vendidos do Brasil no segmento.
Chevrolet Spark EUV está R$ 25 mil mais barato para rivalizar com o BYD Dolphin (Imagem: Divulgação/Chevrolet)
O jipinho de 101 cv de potência e recheado de tecnologias está R$ 25 mil mais em conta nesse mês de março para, assim, encarar de frente o BYD Dolphin. A oferta, por tempo limitado, disponibiliza o Spark EUV por R$ 144.990,00, valor bem mais atraente que os quase R$ 170 mil cobrados na tabela cheia.
2. Nissan “queima” o Versa à espera da nova geração
O Nissan Versa vai mudar no Brasil e, para não ficar com o estoque da atual geração empacado nos pátios, a marca japonesa resolveu fazer uma verdadeira “queima” para liberar espaço ao renovado e aguardado sedan.
Nissan Versa vai mudar tudo e geração atual está com descontão (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
As 3 versões do Versa atual estão com descontos que chegam aos R$ 28 mil na mais básica, Sense, vendida por R$ 89.990,00 nesse mês de março. Há, no entanto, uma “pegadinha”: a promoção é válida apenas para o público que se encaixa na categoria PcD.
1. Volkswagen dá descontão no Virtus
A última marca que derrubou os preços de alguns carros durante a semana foi a Volkswagen. A montadora alemã está com uma promoção até o fim de março que faz o Virtus sair quase R$ 20 mil mais barato do que o valor de tabela.
Virtus está com condições especiais em toda a linha, mas só para CNPJ (Imagem: Divulgação/Volkswagen)
As condições especiais que fazem o Virtus Highline custar R$ 142.463,20, ante os R$ 161.890,00 costumeiros, são válidas para vendas diretas para CNPJ. As demais versões do sedan (Sense, 170 TSI, Comfortline e Exclusive) também estão inclusas na promoção.
Dirigir um carro automático é uma experiência prazerosa. Afinal, apenas o fato de dispensar o uso do pedal da embreagem a cada “para, acelera” no trânsito das grandes cidades já é suficiente para tornar a missão de ir e voltar para o trabalho menos cansativa e estressante.
Se você quer comprar um carro automático, mas está com o orçamento apertado e, portanto, não vai conseguir investir em um modelo 0km, prepare-se. O CT Auto preparou uma lista com 5 carros automáticos usados e baratos para comprar em 2026.
Selecionamos modelos que reúnem não apenas a facilidade da transmissão automática, mas também a confiabilidade das marcas e, claro, o preço que cabe no bolso de uma parcela maior da população. Confira 5 carros automáticos para comprar por até R$ 60 mil.
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5. Chevrolet Prisma (2017)
Vamos abrir a lista de 5 carros automáticos baratos para comprar em 2026 com um clássico: o Chevrolet Prisma. Em sua versão LT, fabricada em 2017, o sedan da General Motors custa, em média, R$ 59,8 mil.
Chevrolet Prisma é ótima opção de carro barato até R$ 60 mil (Imagem: Divulgação/Chevrolet)
Nessa configuração, além da transmissão automática de 6 velocidades, o Prisma entrega motor 1.4 8V FlexPower, que gera até 106 cv de potência. Além disso, tem um bom pacote de equipamentos, com destaque para a central multimídia MyLink.
4. Toyota Etios Sedan (2017)
A segunda sugestão da nossa lista é pouco convencional, mas, nem por isso deixa de ser excelente. O modelo escolhido, na verdade, faz parte de uma seleção de carros que, quem tem, dificilmente vende: Toyota Etios Sedan.
Etios sedan é ótima opção de carro automático até R$ 60 mil em 2026 (Imagem: Divulgação/Toyota)
O modelo japonês não preza pela beleza, mas tem na confiabilidade e na economia seus pontos fortes. Na versão XLS, ano/modelo 2017, o Etios Sedan entrega 107 cv de potência com seu motor 1.5 aspirado, além de bons itens de conforto e segurança. O preço médio gira em torno de R$ 59,6 mil e, às vezes, passa alguns “reaizinhos” do teto de R$ 60 mil.
3. Honda City Sedan (2014)
Seguimos na toada dos sedans e, para quem procura por um carro automático para comprar em 2026, selecionamos o Honda City fabricado em 2014, na versão EX, pois ele está “no precinho”.
Confiável e confortável, City também entra em nossa listinha de indicações (Imagem: Divulgação/Honda)
Assim como no caso do Prisma e do Etios sugeridos anteriormente, o City sedan tem na confiabilidade e na economia seus pontos fortes. A versão EX separada pelo CT Auto conta com motor 1.5 Flex 16V e custa, em média, R$ 55,4 mil.
2. Hyundai HB20S (2015)
O quarto carro automático barato para comprar em 2026 também é um sedan. Estamos falando do Hyundai HB20S em sua versão Premium, ano/modelo 2015, que está saindo por R$ 54,9 mil, em média, nos principais sites especializados.
HB20S é excelente escolha para quem busca um carro automático sem gastar muito em 2026 (Imagem: Divulgação/Hyundai)
O HB20S conta com motor 1.6 Flex 16V, bom espaço interno, desempenho interessante e ótima eficiência energética. Além disso, oferece itens de conforto ideais para quem busca mais do que um carro “de entrada” tem a oferecer.
1. Ford Ecosport (2017)
Vamos fechar a lista de 5 carros automáticos para comprar em 2026 com uma sugestão de SUV: o Ford Ecosport SE, ano/modelo 2017, dotado de motor 2.0 16V Flex. Ele sai, em média, por R$ 59,4 mil e, por esse valor, é uma boa escolha.
Câmbio mal falado não deve impedir escolha por um Ecosport 2017 (Imagem: Divulgação/Ford)
Embora muita gente torça o nariz para o câmbio da marca estadunidense, o Ecosport segue com prestígio entre os usados e, assim como o Renegade, tem enorme parcela na “explosão” do segmento dos SUVs no Brasil.
O preço dos carros no Brasil está cada dia mais impraticável e, diante desse cenário, muita gente imagina que, por conta da carga tributária menor, talvez valha à pena comprar um veículo 0km em países vizinhos, como o Paraguai, e trazê-lo para o Brasil. A realidade, porém, não é tão simples ou barata assim.
Embora o Paraguai atraia bastante a atenção por conta de alguns produtos vendidos a preços mais convidativos, especialmente em smartphones e demais eletrônicos, quando o assunto é carro 0km a conta é bem mais complicada do que parece.
Embora o preço de um carro novo possa ser menor em concessionárias paraguaias, trazer o veículo legalmente para o Brasil exige o pagamento de uma série de impostos e taxas.
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Para entender se realmente é mais barato comprar um carro no Paraguai e trazer para o Brasil, o CT Auto fez uma simulação utilizando como base um dos modelos mais em conta vendidos por aqui, também é comercializado por nossos vizinhos: o Renault Kwid.
Comprar um carro no Paraguai e trazer para o Brasil não é tão simples (e barato) quanto parece (Imagem gerada por IA/Gemini)
Quanto custa importar um Kwid do Paraguai para o Brasil?
Em anúncios de concessionárias e classificados paraguaios, um Renault Kwid 0km aparece por cerca de 53,5 milhões de guaranis, o que equivale aproximadamente a US$ 11.500, ou cerca de R$ 58 mil, dependendo da cotação do câmbio.
Embora seja bem mais barato do que o modelo equivalente vendido nas lojas brasileiras, hoje entre R$ 74 mil e R$ 80 mil, dependendo da versão e da região, há muitos outros pontos a serem analisados para a conta final.
A primeira diferença aparece quando entram na conta os tributos de importação exigidos pela legislação brasileira. Um carro comprado fora do país precisa, além de ser obrigatoriamente novo (os usados precisam ter mais de 30 anos), passar por um processo formal de importação para poder ser registrado e emplacado.
Veja uma simulação com base em um Kwid comprado no Paraguai:
Preço do carro no Paraguai: R$ 58.000
Imposto de importação (35%): R$ 20.300
IPI (cerca de 7%): R$ 4.060
PIS e Cofins de importação (aprox. 11,6%): R$ 6.728
Subtotal após tributos federais: R$ 89.088
ICMS estadual médio (18%): R$ 16.035
Valor após impostos principais: R$ 105.123
Além disso, ainda entram outros custos obrigatórios, como frete e transporte até o Brasil, despacho aduaneiro, possíveis adaptações técnicas e homologação, emplacamento e documentação, custos que podem somar até mais R$ 15 mil ao processo final.
Com isso, o custo total de um Kwid comprado no Paraguai e regularizado no Brasil poderia chegar a algo entre R$ 113 mil e R$ 120 mil. Isso significa que, no fim das contas, um carro comprado no Paraguai e enviado ao Brasil pode ficar bem mais caro do que um adquirido dentro do país.
O BMW Group inaugurou um novo hub de tecnologia no Brasil para reforçar sua estratégia de transformação digital na região das Américas. O projeto, chamado BMW Group TechWorks Brasil, foi lançado em São Paulo em parceria com a empresa de tecnologia Act Digital e passa a integrar a rede global de hubs de TI da montadora alemã.
A iniciativa faz parte de um movimento global da companhia para ampliar o desenvolvimento de software e serviços digitais voltados à mobilidade premium. O novo centro terá papel importante na criação de soluções tecnológicas utilizadas pelas operações do grupo em toda a região das Américas.
O hub brasileiro também reforça a presença estratégica da BMW no país, onde a marca já mantém fábricas, estrutura de engenharia e operações comerciais. A empresa destaca que o Brasil se tornou um ponto importante dentro da estratégia global de inovação e digitalização da companhia.
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BMW quer Hub referência nas Américas
Um dos focos do novo centro será o desenvolvimento de softwares personalizados para as chamadas National Sales Companies da região e para a área de serviços financeiros do grupo. Além disso, o hub também oferecerá suporte tecnológico para plantas de produção da BMW nas Américas.
Projeto de novo hub tecnológico terá investimento maciço (Imagem: Divulgação/BMW)
O projeto prevê um investimento superior a R$ 600 milhões ao longo de cinco anos, valor que será destinado à expansão das atividades e à contratação de profissionais especializados em tecnologia. A operação começa com cerca de 200 colaboradores, mas a expectativa é que o número de especialistas mais que dobre nos próximos anos.
Com o TechWorks Brasil, a BMW pretende acelerar o desenvolvimento de soluções digitais que melhorem a experiência do cliente e aumentem a eficiência das operações do grupo. A estratégia inclui o uso de inteligência artificial, softwares conectados e novos serviços digitais para acompanhar a evolução tecnológica da indústria automotiva.
O Tesla Model Y, que terminou o ano de 2024 como segundo carro mais vendido do mundo, deixou o ex-líder Toyota RAV4 para trás e fechou 2025 no topo do ranking de mais emplacados do planeta, posto que já havia ocupado também em 2023.
O carro elétrico da montadora pertencente a Elon Musk registrou 1.173.102 unidades vendidas, enquanto o SUV da marca japonesa desceu um degrau no pódio ao emplacar 1.048.612 entre janeiro e dezembro. A medalha de bronze do período foi para a Ford F-150, sétima em 2024, com 928.783 emplacamentos.
O top 5 com os carros mais emplcadados do mundo no ano passado contou ainda com outro modelo da Toyota, o Corolla, na quarta colocação, e com o Honda CR-V em quinto. O sedan e o SUV trocaram de lugar no comparativo com a lista dos mais vendidos do ano anterior.
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BYD tem híbrido entre mais vendidos do mundo
A surpresa da segunda parte da lista com os 10 carros mais vendidos do mundo em 2025 ficou por conta da presença de um modelo da BYD: o King, sedan híbrido que abocanhou a sétima posição no ranking ao emplacar 653.582 unidades globalmente. Vale lembrar que, em 2024, a marca também teve um representante: o Qin L, espécie de “irmão maior” do King.
BYD King foi o sétimo carro mais vendido do mundo em 2025 (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
As demais posições do top 10 contaram com outro novato, o Volkswagen Tiguan, que ficou na sexta posição. Entraram também Chevrolet Silverado (8º), Toyota Corolla Cross (9º) e Tesla Model 3 fechando a lista.
Quem acompanhou a primeira prova da temporada 2026 da Fòrmula 1, disputada no Circuito de Albert Park, em Melbourne, na Austrália, na madrugada de domingo (8), provavelmente notou que uma das mudanças para o Campeonato Mundial deste ano está nas novas luzes de sinalização dos carros.
A carroceria ganhou LEDs adicionais aos que já faziam parte do bólido. E elas não são apenas um recurso estético, pois fazem parte de um sistema de comunicação visual criado pela FIA (Federação Internacional de Automobilismo) para aumentar a segurança e melhorar a troca de informações entre carros, direção de prova e pilotos durante as corridas.
Na prática, as luzes ajudam os pilotos a entender rapidamente o que está acontecendo com o carro à frente e, assim, ter um tempo de reação mais eficaz na hora de tomar uma decisão em milésimos de segundo.
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As novas luzes dos carros de Fórmula 1 podem indicar uma série de coisas diferentes; desde o nível de energia da bateria até situações de risco, como rodadas ou desacelerações bruscas, algo que pode evitar acidentes em pistas com pouca visibilidade.
Como funcionam as novas luzes dos carros de Fórmula 1
Uma das mudanças mais importantes está no sistema de iluminação traseira. O tradicional LED vermelho continua presente, mas agora pode piscar em padrões diferentes para indicar informações específicas sobre o funcionamento do carro, como o uso ou a recuperação de energia do sistema híbrido.
Outra novidade é a sincronização de luzes nas extremidades da asa traseira, que repetem os sinais emitidos pelo LED principal. Isso aumenta a visibilidade para o piloto que vem atrás e facilita a identificação das mensagens, especialmente em disputas próximas ou sob chuva intensa.
Os carros de 2026 também passaram a ter luzes adicionais nas laterais e nos retrovisores. Esses LEDs podem acender quando um carro roda na pista, sofre um acidente ou reduz muito a velocidade, alertando os rivais sobre o perigo à frente. A solução foi criada para melhorar a segurança em situações em que a visibilidade é reduzida por spray de água ou tráfego intenso.
📝 | Explicando as funções das luzes dos carros de F1 em 2026.
Com a introdução dos novos regulamentos da Fórmula 1 para 2026, os carros passaram a utilizar um sistema de luzes traseiras mais complexo para indicar como a energia elétrica (MGU-K) está a ser gerida. pic.twitter.com/rGPIyCHhiw
Outro papel importante dessas luzes está ligado ao sistema elétrico do carro. Em alguns casos, elas podem indicar o estado do ERS (Energy Recovery System) ou sinalizar se o veículo está em condição potencialmente perigosa para os fiscais de pista após uma batida, ajudando a evitar contato com componentes energizados.
A paixão por motos não é novidade para quem acompanha a carreira de Juliette Freire, vencedora do BBB 21. A influencer costuma compartilhar com seus quase 30 milhões de seguidores nas redes sociais toda sua habilidade sobre duas rodas.
Recentemente, Juliette viralizou ao fazer manobras radicais pilotando uma moto superesportiva. O vídeo postado em sua conta no Instagram conta com milhares de curtidas e aguçou a curiosidade dos fãs para descobrir o modelo da moto utilizada.
O CT Auto foi atrás e descobriu, em postagens anteriores, que a moto em questão é uma BMW S 1000 RR, uma das mais tecnológicas vendidas no Brasil, avaliada em cerca de R$ 140 mil.
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A BMW S 1000 RR que Juliette ostenta em suas redes sociais foi um presente de aniversário que a influencer ganhou do noivo, Kaique Cerveny, em dezembro de 2025. Confira mais sobre a moto esportiva a seguir.
O modelo BMW S 1000 RR é conhecido por entregar desempenho próximo ao de motos de competição, além de reunir uma série de tecnologias que auxiliam na pilotagem.
A moto da Juliette conta com diversos modos de pilotagem, controle de tração sensível à inclinação, freios de alta performance e sistemas eletrônicos que ajudam a manter estabilidade mesmo em acelerações fortes.
Além de extremamente tecnológica, a superbike alemã é extremamente potente, graças ao motor de quatro cilindros com 999 cm³, capaz de gerar mais de 200 cv de potência. Com esse conjunto, a moto acelera de 0 a 100 km/h em cerca de 3 segundos e atinge velocidades que passam dos 300 km/h, números comparáveis aos de muitos carros esportivos.
BMW S 1000 RR é a moto mais "nervosa" já pilotada pela influencer Juliette (Imagem: Divulgação/BMW)
Antes da BMW S 1000 RR, Juliette foi flagrada com outras motos menos impactantes. A vencedora do BBB 21 também já fez postagens pilotando modelos como a Yamaha MT‑03, avaliada em cerca de R$ 30 mil e a Ducati Panigale 959, essa uma espécie de rival da BMW, mas com preço mais em conta, em torno de R$ 70 mil.
A Ford decidiu reforçar sua presença no segmento de picapes voltadas ao trabalho com o lançamento da Ranger XL 2026, que chega em versões cabine simples, dupla e chassi cabine. No total, são 6 variações, metade com câmbio automático e metade com transmissão manual, mas todas com motor 2.0 Turbo Diesel de 170 cv de potência e tração 4x4.
A ideia da marca em lançar uma picape voltada para o trabalhador é estratégica. O plano visa atender produtores rurais, transportadores e empresas que precisam de caminhonetes robustas e versáteis e, assim, competir em iguais condições com rivais tradicionais, como Toyota Hilux e Chevrolet S10.
O lançamento marca uma mudança de foco em relação às versões tradicionais, normalmente com cabine dupla, que costumam almejar um público mais urbano e às famílias.
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A ideia da Ford com a Ranger XL 2026, porém, é outra: oferecer uma picape funcional, com preço competitivo e foco voltado principalmente para capacidade de carga e adaptação a diferentes tipos de uso.
A Ranger XL também se destaca pela flexibilidade. A versão cabine simples oferece caçamba ampla, ideal para transporte direto de cargas. Já a chassi cabine abre espaço para implementos específicos, como baús ou carrocerias adaptadas, tornando-se uma opção versátil para frotas corporativas e serviços especializados.
Mesmo voltada ao trabalho, a fim de bater de frente com as rivais S10 e Hilux, a Ranger XL não deixa de oferecer itens de segurança e conveniência. Entre os equipamentos de série estão direção elétrica, controle de estabilidade, assistente de partida em rampa e sistema multimídia básico.
As entregas da Ranger XL 2026 estão previstas para começar em maio. A expectativa da Ford é que tanto as versões cabine simples quanto a chassi logo ganhem espaço no mercado, especialmente entre pequenos produtores.
Versão chassi cabine é uma das apostas da marca para fazer sucesso com a Ranger XL (Imagem: Divulgação/Ford)
Uma das apostas da marca está no custo-benefício. Segundo a Ford, a Ranger XL tem um custo operacional 15% menor que a concorrência, incluindo o preço das revisões, manutenção corretiva, peças de colisão e seguro.
Imaginar o uso de drones com Inteligência Artificial para proteção militar de um país, em um passado não muito distante, era apenas cena de filme. Agora, com o avanço da IA, porém, o cenário de ficção se tornou realidade para o Exército Brasileiro.
As Forças Armadas apresentaram neste mês de março um inovador sistema, capaz de coordenar várias naves ao mesmo tempo, criando o chamado “enxame de drones”, tecnologia que permite operar diversos equipamentos de forma integrada em missões estratégicas.
A novidade foi desenvolvida dentro de um projeto nacional de pesquisa voltado à robótica e aos sistemas autônomos, chamado de EVAAT-GCN (Enxame de Veículos Autônomos Aéreos e Terrestres: Guiamento, Controle e Navegação).
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A ideia central é utilizar algoritmos de inteligência artificial para que diferentes veículos, tanto aéreos quanto terrestres, atuem de maneira coordenada durante operações militares. Na prática, o sistema permite que vários drones compartilhem informações, identifiquem alvos e executem tarefas de forma cooperativa.
Uso da I.A. por forças armadas é tendência global
A iniciativa é conduzida pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército em parceria com o Instituto Militar de Engenharia. O objetivo é desenvolver tecnologias nacionais capazes de integrar sensores, softwares e drones em uma rede inteligente de atuação conjunta.
Com o uso da inteligência artificial embarcada, os drones conseguem analisar dados em tempo real, reconhecer padrões e ajustar automaticamente suas ações durante uma missão. Esse tipo de tecnologia já é considerado uma tendência global na modernização das Forças Armadas, pois permite ampliar a capacidade de vigilância, reconhecimento e apoio tático no campo de batalha.
O sistema Full Self-Driving (FSD)que integra o Auto Pilot (piloto automático) dos carros da Tesla quase causou um grave acidente (mais um) em West Covina, na Califórnia, no último fim de semana, ao simplesmente ignorar as cancelas abaixadas em uma passagem de nível, indicando a aproximação iminente de um trem.
Uma usuária do Threads, identificado como Laushi Liu, publicou o vídeo com as imagens das câmeras internas de seu Tesla Model 3. A filmagem mostra claramente que o veículo está com a condução autônoma acionada e trafegando a 37 km/h ao se aproximar da passagem de nível e avançar contra as cancelas, que estavam abaixadas no momento.
Segundo a publicação, o sistema autônomo do carro não mostrou qualquer sinal de detecção de barreiras ou tentativa de redução da velocidade. O desabafo que gerou comentários nas redes sociais também foi direto: "O FDP do Tesla quase me matou hoje".
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Até o momento, não houve qualquer comentário oficial da Tesla a respeito de mais uma confusão envolvendo o sistema de Piloto Automático dos carros da marca. Nas redes sociais, porém, os comentários do assunto se dividiram, com algumas pessoas culpando a montadora e outras alegando que a motorista "precisava estar atenta" para corrigir eventuais panes.
Confusão entre Tesla e trem não foi a primeira
O piloto automático da Tesla tem um enorme histórico de confusões, inclusive um episódio anterior em que também confundiu um trilho de trem com uma avenida normal. Em julho de 2024, um motorista revelou ter escapado de um grave acidente após seu Tesla ter ignorado a presença de uma passagem de nível à frente e tentado seguir viagem por "confundir os vagões com caminhões lentos".
Na ocasião, a polícia de Woodland confirmou o ocorrido e, mesmo sem ter divulgado o nome do motorista, emitiu um comunicado, em tom de alerta, para todos os proprietários de carros dotados de sistemas de condução autônoma, como os modelos da Tesla.
Segundo as autoridades, é necessário que todos os motoristas “permaneçam vigilantes” ao utilizar os recursos de piloto automático em seus carros. A polícia lembrou ainda que sistemas como o AutoPilot “são assistentes à condução e não substituem um motorista atento”.
Em um terceiro evento, desta vez em 2023, um motorista chegou a dirigir com seu Tesla pelos trilhos de trem até quase colidir com uma locomotiva de carga. Na ocasião, porém, ele alegou que realmente não prestou atenção aos movimentos do piloto automático “por causa da forte neblina”, e que deveria estar mais atento para intervir com antecedência.
A chegada do Avatr 11 marca a estreia da montadora chinesa Changan no mercado brasileiro com uma proposta ambiciosa. O SUV elétrico desembarca no país custando mais de meio milhão de reais (entre R$ 599.990 e R$ 619.990), valor que o coloca diretamente na mesma faixa de modelos de luxo vendidos por marcas tradicionais, como Porsche e BMW.
O posicionamento chama atenção porque a marca chinesa não tenta competir apenas com veículos mais baratos. Ao contrário, o Avatr 11 chega mirando um público que normalmente considera SUVs elétricos premium de fabricantes europeias.
Com esse preço, o modelo passa a disputar espaço com veículos de alto padrão. A estratégia mostra como as fabricantes chinesas começam a avançar também no segmento de luxo, apostando em tecnologia e desempenho para conquistar consumidores que, hoje, permanecem fiéis às montadoras premium, especialmente de origem alemã.
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Além do preço elevado, o Avatr 11 chega ao Brasil apostando em um visual marcante e em uma proposta focada em tecnologia. O SUV tem estilo de carroceria com linhas esportivas e perfil de coupé, tendência comum entre utilitários de alto padrão nos últimos anos.
Avatr 11 une carroceria esportiva com estilo coupé (Imagem: Divulgação/Changan)
Desempenho e tecnologia: destaques do Avatr 11
O conjunto mecânico do Avatr 11 é formado por dois motores elétricos, responsáveis por entregar uma potência combinada que supera os 500 cv. Esse nível de desempenho permite que o SUV acelere com rapidez semelhante à encontrada em modelos esportivos da Porsche e da BMW.
Outro destaque é a autonomia. O modelo utiliza um conjunto de baterias de grande capacidade, projetado para oferecer alcance elevado com uma única carga. Em mercados internacionais, a estimativa pode ultrapassar 600 quilômetros, dependendo do ciclo de medição.
O interior também segue a proposta de um veículo de luxo. O Avatr 11 traz cabine com acabamento sofisticado, telas digitais gigantes e diversos recursos eletrônicos voltados para conectividade, conforto e assistência à condução.
SUV chinês combina luxo e sofisticação para brigar com Porsche e BMW (Imagem: Divulgação/Changan)
Com a chegada do Avatr 11 ao Brasil, a Changan pretende apresentar uma nova imagem para os carros chineses no país, iniciativa adotada também pela Zeekr, vencedora em uma das categorias do CT Auto na 9ª edição do Prêmio Canaltech. Em vez de competir apenas pelo preço mais baixo, a aposta é mostrar que as marcas chinesas também podem disputar espaço entre os veículos mais caros e tecnológicos do mercado.
Você provavelmente já pediu um carro por aplicativo e, ao notar a aproximação do veículo, se certificou de que era o correto ao ver o luminoso indicando se tratar de um motorista a serviço da Uber ou da 99, certo? Pois saiba que essa prática, embora contribua para identificação e segurança, pode gerar problemas aos motoristas das plataformas.
Segundo especialistas em legislação, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) proíbe modificações que alterem a originalidade do veículo sem homologação prévia. Assim, os luminosos, por serem equipamentos adicionais e não regulamentados, podem resultar em multa e pontos na carteira de habilitação do motorista. Além disso, há o risco de apreensão do veículo em fiscalizações mais rigorosas.
A polêmica se intensificou nos últimos dias porque muitos motoristas alegam que o acessório, vendido livremente em e-commerces, traz mais segurança, já que facilita a identificação por parte dos passageiros e reduz a chance de confusões em locais de grande fluxo. Por outro lado, autoridades de trânsito e a própria Uber destacam que o uso do luminoso não é autorizado e pode gerar consequências sérias para quem insistir em utilizá-lo.
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O que diz a Uber sobre os luminosos?
Em nota oficial enviada para o Uol, a Uber reforçou que “não fornece nem recomenda o uso de luminosos com sua marca”. A empresa afirmou ainda que a identificação oficial dos motoristas “deve ser feita exclusivamente pelo aplicativo”, pois a plataforma exibe informações como placa, modelo do carro e nome do condutor.
Para os passageiros, a situação também tem gerado dúvidas. Muitos acreditam que o luminoso é um sinal de maior confiabilidade, mas na prática, ele não garante qualquer segurança adicional. A recomendação é sempre conferir os dados do veículo no aplicativo antes de embarcar, evitando riscos de fraude ou transporte irregular.
O Paulistão 2026 já terminou e o Palmeiras levou o troféu para casa, mas uma cena ocorrida na final do último domingo (8), em Novo Horizonte, segue repercutindo e gerando perguntas nas redes sociais: como um avião da Latam conseguiu levar a bola do jogo para o centro do campo?
O “avião”, na verdade, nada mais é do que um drone construído sobre a plataforma de um Airbus A321neo em miniatura, devidamente identificado com as cores da LATAM, responsável pela ação publicitária realizada no estádio Doutor Jorge Ismael de Biasi, casa do Novorizontino, a pedido da Federação Paulista de Futebol.
E como é esse drone especial? Trata-se de um projeto adaptado e operado pela empresa Flyworks, especializada nesse tipo de evento, especialmente por conta das condições diferenciadas que são necessárias para uma operação segura em locais com tanto público quanto uma decisão de Campeonato Paulista.
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O Airbus em miniatura fez o procedimento padrão de uma aeronave de verdade ao se aproximar de um aeroporto e, para delírio dos presentes ao estádio no interior de São Paulo, soltou a bola praticamente no grande círculo, local em que é iniciado o jogo de futebol.
Embora tenha chamado a atenção e viralizado nas redes sociais de forma instantânea, provando que a ação da LATAM em entregar a bola da final do Paulistão 2026 “de avião” foi acertada, ela não foi inédita.
Há exatamente uma década, também antes de a bola rolar para a partida decisiva de um Campeonato Paulista, a Federação apresentou, como grande inovação, a chegada de um enorme drone ao centro do campo para entregar o objeto ao trio de arbitragem. Em 2026, a cena se repetiu, mas com um “avião” em miniatura.
Se você tem carro, seja ele próprio ou alugado, é bom ficar esperto com uma moda que surgiu pela primeira vez em 2018, mas voltou com força total e um novo nome em 2026: o golpe da porta aberta ou golpe da porta destrancada, antes conhecido como “golpe do chapolin”.
Em resumo, o chamado “golpe da porta aberta” ou “golpe da porta destrancada” é uma técnica usada por criminosos para impedir que o travamento automático dos carros funcione corretamente, deixando o veículo vulnerável sem que o motorista perceba.
Confira a seguir como funciona esse “novo” tipo de golpe que vem sendo aplicado no Brasil e, claro, como evitar que você se torne a mais nova vítima de furto ou roubo do carro ou de seus pertences.
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Como funciona o golpe da porta aberta?
O golpe da porta aberta, ou da porta destrancada, tem como pilares uma tecnologia antiga e, também, a oportunidade que é dada, de forma inconsciente, pelos próprios donos dos carros ao estacionar.
Dispositivo batizado como Chapolin é usado por bandidos para efetuar o golpe da porta aberta ou destrancada (Imagem: Divulgação/Polícia Civil do Amazonas)
Criminosos utilizam dispositivos eletrônicos que interferem no sinal do controle remoto do carro. Quando o motorista aciona o alarme ou tenta trancar as portas, o equipamento bloqueia a comunicação entre o controle e o veículo. O resultado é que o carro permanece destrancado e, assim, suscetível à invasão de criminosos, que têm acesso fácil ao interior do veículo, podendo levar objetos pessoais ou até o próprio carro.
Como evitar ser vítima do golpe da porta destrancada?
A principal recomendação para não cair no golpe da porta aberta ou da porta destrancada, é simples: sempre verifique manualmente se as portas estão realmente trancadas após acionar o controle remoto. Puxar a maçaneta é um gesto rápido que pode evitar grandes prejuízos. Além disso, é importante observar se o carro emite os sinais sonoros e luminosos característicos do travamento.
Objetos de valor à vista, como óculos escuros ou bolsas, atraem atenção dos bandidos (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Outra medida preventiva é evitar deixar objetos de valor visíveis dentro do veículo. Bolsas, mochilas, notebooks e celulares chamam a atenção dos criminosos e aumentam o risco de arrombamento. Mesmo que o carro esteja trancado, esses itens podem ser um atrativo para tentativas de invasão.
Por fim, a última dica dos especialistas em segurança é, sempre que possível, estacionar em locais bem iluminados e com vigilância. Isso reduz significativamente as chances de ser alvo do golpe da porta aberta. Criminosos preferem agir em ambientes movimentados, mas com pouca atenção individual, como estacionamentos de shoppings e mercados.
A revisão de um carro elétrico é mais simples do que a de um modelo a combustão, mas está longe de ser dispensável ou menos importante. Mesmo sem utilizar óleo de motor, velas ou correias, os EVs possuem sistemas específicos que precisam de inspeção periódica para garantir segurança, eficiência e durabilidade.
Assim, entender o que é feito na revisão de um carro elétrico ajuda o proprietário a planejar custos e manter a garantia de fábrica. De modo geral, os custos são menores, já que há menos peças sujeitas a desgaste mecânico. Ainda assim, bateria, freios, suspensão e sistemas eletrônicos passam por checagens obrigatórias nas revisões programadas.
O CT Auto listou abaixo os principais itens avaliados na revisão de um carro elétrico e o que realmente muda em relação a um carro tradicional, a combustão. Confira.
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Células de bateria e sistema de arrefecimento
A bateria é o componente central, o popular "coração" de um carro elétrico. Durante a revisão, técnicos realizam um diagnóstico eletrônico completo para verificar o estado das células, o desempenho do sistema de gerenciamento (BMS) e possíveis falhas registradas.
"Coração" do carro elétrico, bateria é item obrigatório na revisão (Imagem: Divulgação/CATL)
Também é analisado o sistema de arrefecimento da bateria, responsável por manter a temperatura ideal de funcionamento. Garantir o controle térmico correto é essencial para preservar a autonomia e a vida útil do conjunto.
Sistema elétrico, motor e atualizações de software
Ao contrário do motor a combustão, o motor elétrico não exige troca de óleo, mas passa por inspeções técnicas. São verificadas conexões de alta tensão, cabos, fixações e o isolamento elétrico.
Atualização do software também é vital ao revisar carros elétricos (Imagem: Divulgação/JLR)
Outro ponto importante na revisão de carro elétrico é a atualização de software. Muitos modelos recebem melhorias de eficiência, ajustes de autonomia e correções de sistema por meio de atualizações eletrônicas realizadas na concessionária ou pelo sistema OTD (over-the-air).
Freios, pneus e suspensão
Mesmo com a frenagem regenerativa, que reduz bem o desgaste das pastilhas, o sistema de freios é inspecionado regularmente. Pastilhas, discos e fluido de freio entram no checklist de manutenção.
Pneus de carros elétricos tendem a se desgastar mais rápido por conta do torque imediato (Imagem: Ivo Meneghel Jr./Canaltech)
Suspensão e direção também são avaliadas, especialmente porque carros elétricos costumam ser mais pesados devido às baterias. Já os pneus merecem atenção extra: o torque instantâneo pode acelerar o desgaste, tornando comuns serviços como rodízio, alinhamento e balanceamento.
Conectores e porta de carregamento
A revisão periódica de um carro elétrico inclui ainda a checagem do conector e da porta de carregamento, além da integridade do sistema elétrico responsável pela recarga. Qualquer falha pode comprometer o carregamento doméstico ou em estações públicas.
Conectores também precisam ser sempre verificados na revisão de um carro elétrico (Imagem: CHUTTERSNAP/Unsplash)
Por fim, entram na inspeção itens comuns a qualquer veículo, como filtro de cabine, ar-condicionado, iluminação e, se for o caso, calibração do ADAS e verificação dos airbags.
O Ford Territory 2026 chegou ao Brasil em julho de 2025 com algumas boas novidades em relação à linha anterior, mas ainda sem a que muitos estavam aguardando: a inserção de uma versão híbrida no portfólio da marca.
Depois de passar um tempo de posse do SUV médio produzido na China, o CT Auto produziu um review completo e detalhado sobre os principais pontos positivos e, também, sobre o que ainda falta ser ajustado no utilitário.
Agora, vamos elencar, em uma pequena lista, 3 bons motivos para comprar o Ford Territory 2026 e outros 2 pontos que, na visão de alguns consumidores, podem ser suficientes para deixar o SUV na loja. Confira.
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1º motivo para comprar o Ford Territory: mudanças no design
Abrindo a lista de 3 motivos para comprar o Ford Territory 2026 está aquele que é, sem dúvida, o primeiro a ser notado por quem vai procurar pelo carro: as mudanças no design do SUV.
As principais mudanças em relação à linha anterior estão na parte dianteira, que ganhou nova grade em formato de colmeia com acabamento preto brilhante. O Territory 2026 também tem faróis redesenhados e um novo desenho, com cinco raios, nas rodas de 19 polegadas.
2º motivo para comprar o Territory 2026: espaço interno
Quem busca um SUV espaçoso, confortável e luxuoso, tem motivos de sobra para escolher o Ford Territory 2026 como seu próximo carro. O SUV cresceu 55 mm no comprimento em relação ao anterior e, hoje, ostenta 4,68 metros, além de um entre-eixos de 2,72 m.
Entre-eixos de 2,72 metros garante conforto e ótimo espaço interno aos ocupantes (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Esses números garantem que ao menos 5 ocupantes sentem-se confortavelmente no Territory 2026. O motorista e o passageiro que o acompanhar na parte frontal terão ainda ajuste elétrico para os bancos, aquecimento e ventilação nos assentos.
3º motivo para comprar o Ford Territory: pacote tecnológico
Fechando a lista com bons motivos para comprar o Ford Territory 2026 está o pacote tecnológico embarcado no SUV médio. A marca norte-americana caprichou nas especificações e equipou o modelo com itens bastante interessantes.
Pacote tecnológico do Ford Territory 2026 é bastante interessante (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
Entre os muitos que podem ser destacados estão recursos como piloto automático adaptativo (ACC), alerta de tráfego cruzado, aviso de colisão frontal com frenagem de emergência, assistência de permanência em faixa e câmera 360º.
Motivo 1 para deixar o Ford Territory na loja: ZERO eletrificação
Abrindo as razões que podem levar o consumidor a deixar o Ford Territory 2026 na loja e optar por um rival está algo que, em breve, será corrigido pela marca: a ausência de eletrificação no powertrain.
Territory 2026 não conta com qualquer nível de eletrificação em seu motor (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
Atualmente movido apenas pelo bom Ecoboost 1.5 Turbo a gasolina, o SUV médio deve receber, ainda em 2026, uma variante híbrida. A ideia com a inserção dessa versão inédita é, enfim, fazer frente a concorrentes como Toyota Corolla Cross, Haval H6 HEV2 e BYD Song Pro.
Motivo 2 para deixar o Territory na loja: preço
O segundo motivo que pode fazer o consumidor deixar o Ford Territory na loja é o preço. Afinal, por R$ 219.990,00, valor cobrado pela versão Titanium, a única à venda no Brasil, já é possível investir em SUVs com algum nível de eletrificação.
Preço pode jogar contra o Ford Territory 2026 (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Embora tenha preço similar ao Toyota Corolla Cross Hybrid, se a briga for direcionada aos híbridos chineses, o Territory é R$ 3,1 mil mais barato que o GWM Haval H6 HEV2, mas supera, em muito, o valor do BYD Song Pro, que em março de 2026 custa a partir de R$ 199.990,00.
A semana que se encerra foi excelente para quem está planejando trocar de carro, especialmente se você está de olho em modelos de marcas como BYD, Jeep, Leapmotor e Honda.
Essas montadoras jogaram no chão os preços de modelos queridinhos do público brasileiro, e facilitaram a compra de quem quer iniciar o mês de março com um carro 0km na garagem.
Confira, a seguir, quatro carros que estão com ótimos descontos e, também, as condições especiais para levar cada um destes modelos para casa.
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BYD Shark de olho na Maverick
A BYD jogou no chão o preço da Shark, picape média híbrida plug-in que chegou ao Brasil em outubro de 2024 custando R$ 379.800,00 e, por conta do valor, acabou não conseguindo emplacar do jeito que a marca chinesa sonhava.
Shark está R$ 34 mil mais barata para tentar incomodar a Ford Maverick (Imagem: Divulgação/BYD)
Na última semana, em mais uma tentativa de limpar os estoques, a caminhonete recebeu R$ 34 mil de desconto e, assim, ficou um pouco menos distante da Ford Maverick Hybrid, hoje referência do segmento no país.
Jeep Commander a preço de Tiggo 8
Outra marca que resolveu fazer “queima de estoque” em um carro luxuoso na semana que está chegando ao fim foi a Jeep. A montadora do Grupo Stellantis tirou mais de R$ 30 mil do preço de tabela do Commander Longitude.
Jeep está vendendo Commander a preço de Tiggo 8 Pro (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Assim, quem resolver aproveitar a campanha “Vai de Jeep”, poderá ir para casa com o SUV de 7 lugares pagando quase o mesmo que um Tiggo 8 Pro, da Caoa Chery. Na promoção, o Commander sai a R$ 197.990,00, enquanto o rival custa R$ 196.990,00.
Honda City ou Fiat Cronos?
Quem também jogou no chão os preços de um dos carros mais queridos do público brasileiro foi a Honda. A montadora japonesa reduziu em até R$ 13,6 mil os preços do City sedan, em mais de uma versão.
Honda City por preço de Fiat Cronos? Algums lojas em São Paulo têm unidades diponíveis (Imagem: Divulgação/Honda)
A Leapmotor, marca chinesa que recentemente passou a fazer parte do Grupo Stellantis, entrou na onda das promoções e também jogou no chão os preços de seu carro-chefe no Brasil até o momento: o C10 REEV.
Versão REEV do Leapmotor C10 para taxistas sai a preço de Volkswagen T-Cross (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Os descontos variam entre R$ 11 mil e R$ 52 mil, mas não são para todos os públicos. Para saber como comprar um Leapmotor C10 REEV com os preços no chão, é preciso fazer parte de certas categorias de consumidor. Se você se enquadrar nelas, levará o SUV para casa pelo preço de um T-Cross Comfortline.
O Ford Territory não figura na lista dos 10 SUVs mais vendidos do Brasil, mas tem atributos suficientes para entrar no seleto ranking. Após passar um tempo de posse da versão Titanium, a reportagem do CT Auto comprovou a evolução do modelo que, embora (ainda) não tenha uma versão híbrida no portfólio, está cada vez melhor.
Dotado do motor 1.5 Turbo Ecoboost, que entrega 169 cv de potência e 25,5 kgf/m de torque, o Ford Titanium 2026 não tem a pretensão de disputar espaço com os mais potentes da categoria. Isso não significa, no entanto, que ele seja “manco” no que diz respeito ao desempenho.
O Territory tem números modestos na aceleração de 0 a 100 km/h (10,3 segundos), mas é esperto nas retomadas, sem o tradicional delay que alguns carros turbo apresentam, e conta ainda com outros atrativos, como bom nível de acabamento, ótimo espaço interno e, claro, muita tecnologia.
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Confira, então, um review completo com tudo o que o Ford Territory 2026 tem a oferecer enquanto a versão híbrida do SUV norte-americano não é lançada.
Ford Territory 2026 ainda não tem versão híbrida no portfólio (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
Prós
Espaço interno
Novo visual
Suspensão recalibrada
Pacote de segurança
Contras
Consumo elevado
Preço
Tecnologia, conectividade e segurança
Um dos pontos fortes do Ford Territory 2026 para seguir na briga com os rivais é a tríade formada por tecnologia, conectividade e segurança. O SUV da marca norte-americana, que é vendido em versão única no Brasil, tem um pacote recheado de recursos.
Em termos de tecnologia e conectividade, vale citar o espelhamento quase que imediato da central multimídia de 12,3” com smartphones, sejam eles Android ou iOS. Há também carregador de celular wireless no console que é bastante rápido para reconhecer o telefone.
Territory 2026 tem bancos elétricos, seletor rotativo de marchas e bom nível de acabamento na cabine (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
A lista conta ainda com seletor de marchas rotativo, faróis full-led, teto solar panorâmico, bancos dianteiros com ajuste elétrico (10 posições para o motorista e 4 para o passageiro), aquecimento e ventilação para os assentos dianteiros, ar-condicionado digital de duas zonas e muito mais.
Em relação à segurança, o Territory 2026 oferece, de série, piloto automático adaptativo, alerta de colisão frontal com frenagem de emergência (que não é tão intrusiva quanto de alguns carros chineses), alerta de ponto cego, alerta de tráfego cruzado, seis airbags, câmera 360º e assistência de permanência em faixa, outro item bastante útil quando age de maneira ponderada, como no caso do SUV norte-americano.
Espaço interno do Territory 2026 é excelente, graças ao comprimento de 4.630 milímetros e ao entre-eixos de 2.726 mm (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
"O Ford Territory 2026 é bem equipado e tem excelente nível de acabamento, mas preço joga contra na briga com chineses"
Como anda o Ford Territory 2026?
O conjunto mecânico do Ford Territory 2026 não mudou em relação ao que equipa a linha anterior do SUV. Ele segue formado pelo motor 1.5 Turbo Ecoboost, movido exclusivamente a gasolina, que entrega 169 cv de potência e tem 25,5 kgf/m de torque. Houve, porém, uma recalibração por parte do time de engenharia da marca.
Para atender às exigências do Proconve L8, a linha 2026 do Territory, que ainda não conta com motorização híbrida, sofreu pequenos ajustes que, embora não tenham mexido nos números de potência ou torque, comprometeram um pouco o desempenho do SUV.
Motor 1.5 turbo a gasolina ainda carece de ajuda elétrica, embora seja bom (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
O Territory anda bem, não tem o delay que acompanha muitos modelos com motor turbo e segue esperto nas retomadas, mas, como antecipamos no início do review, não faz frente aos modelos que têm foco maior em desempenho. Prova disso é que o 0 a 100 km/h é completado em longos 10,3 segundos, de acordo com os números oficiais da marca.
O comportamento dinâmico, porém, é excelente. O trabalho de engenharia para recalibrar a suspensão foi um gol de placa da Ford, pois deixou o SUV completamente ajustado às exigências das irregulares ruas brasileiras, entregando conforto e segurança na medida certa.
Ford Territory é bonito e anda bem, mas consumo ficou abaixo dos números oficiais do Inmetro (Imagens: Paulo Amaral/Canaltech)
A parte negativa da experiência ao volante ficou por conta do consumo, que acabou se mostrando um pouco elevado. Segundo o Inmetro, o Territory 2026 pode rodar até 8,8 km/l em perímetro urbano e alcançar 11,2 km/l em rodovias. Com o CT Auto ao volante, em percurso misto, a média ficou em torno de 7,5 km/l, bem abaixo dos números oficiais.
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Concorrentes
Os principais concorrentes do Ford Territory são Jeep Compass, Toyota Corolla Cross, a versão HEV do GWM Haval H6 e o BYD Song Pro, que é um híbrido plug-in.
Enquanto o Territory custa R$ 219.900,00, mesmo sem motorização híbrida, as versões do Compass partem de R$ 174.990,00 e as do Corolla Cross, eletrificadas, são R$ 10 mais em conta que o SUV da Ford.
Se a briga for restrita aos híbridos chineses, o Territory é R$ 3,1 mil mais barato que o GWM Haval H6 HEV2, mas supera, em muito, o valor do BYD Song Pro, que em março de 2026 custa a partir de R$ 199.990,00.
Ford Territory tem rivais de peso para se firmar no Brasil (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
"Territory 2026 ficou mais bonito, tem bom pacote de acessórios e anda bem, mas consumo elevado incomodou."
Ford Territory 2026: vale a pena comprar?
Depois de analisar os principais pontos do Ford Territory 2026 e colocar o SUV norte-americano na balança diante dos principais concorrentes, a resposta para quem pergunta se vale a pena comprar o modelo é um enorme “depende”.
Como o CT Auto mostrou nesse review, o Territory tem, sim, atributos que podem te convencer a levá-lo para casa, mas a falta de uma opção híbrida no portfólio pode pesar na avaliação, especialmente quando o preço é comparado aos rivais chineses.
A decisão final, porém, é sempre sua, canaltecher, e a opção por não esperar pela versão híbrida do Territory, prevista para chegar ainda em 2026, não pode ser considerada errada. Afinal, o SUV vai entregar estilo, sofisticação e tecnologia, qualidades que um cliente deste segmento não pode jamais abrir mão.
Ford Territory terá versão híbrida ainda em 2026 no Brasil (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
* A unidade do Ford Territory avaliada nesse review foi gentilmente emprestada ao Canaltech pela Ford do Brasil.
Nos últimos anos, a participação de carros híbridos e elétricos no mercado de seminovos e usados brasileiro tem crescido, ainda que lentamente, com mais opções disponíveis e preços mais acessíveis do que os modelos novos. Para comprar um que não seja 0km, porém, é preciso tomar alguns cuidados.
Afinal, o crescimento do mercado não significa que a maioria dos potenciais compradores saiba exatamente no que prestar atenção antes de fechar negócio. E é para essas pessoas que o CT Auto criou essa listinha.
É importante ter em mente que, diferentemente do que ocorre ao comprar um carro a combustão, um híbrido ou elétrico usado precisa passar por uma avaliação mais técnica em componentes como bateria, sistemas eletrônicos e estrutura de recarga. Saber identificar sinais de degradação, histórico de uso e compatibilidade com sua rotina diária faz toda a diferença para evitar problemas no futuro e garantir um bom custo-benefício.
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5. Cheque o estado da bateria e o histórico de recargas
A bateria é o componente mais caro de um carro híbrido ou elétrico, e sua condição influencia diretamente autonomia, desempenho e valor de revenda. Em elétricos, a saúde da bateria (State of Health ou SOH) indica quantos ciclos de carga ainda restam e quanto ela conserva da capacidade original. Esse é o primeiro ponto fundamental para avaliar antes de comprar.
Verificar o estado das células da bateria é o primeiro passo antes de comprar um carro elétrico ou híbrido usado (Imagem: Reprodução/Car Magazine)
Antes de fechar negócio, peça ao vendedor relatórios de diagnóstico ou use ferramentas especializadas para checar se a autonomia real está próxima dos números de fábrica, e se há registros de carregamentos rápidos em excesso. Em híbridos, embora a bateria seja menor, ainda é essencial verificar sua integridade e se a garantia de longo prazo do fabricante ainda é válida.
4. Confira se as revisões foram feitas
Assim como em carros convencionais, a realização correta das revisões é uma exigência inegociável na hora de comprar um seminovo. Para híbridos e elétricos, é ainda mais relevante, pois diversos componentes, como inversores, motores elétricos e sistemas eletrônicos precisam de cuidados especializados.
Realizar revisões na rede autorizada também é o mais correto (Imagem: Ross Helen/Envato/CC)
Peça comprovantes de que o veículo passou por revisões regulares na rede autorizada, pois isso garante que os cuidados recomendados pelo fabricante foram cumpridos, além de manter a garantia válida. No caso de híbridos, a revisão em concessionária também assegura que o sistema de propulsão funcionou corretamente ao longo do tempo.
3. Infraestrutura de recarga é importante
Antes de comprar um carro elétrico usado, considere como você pretende carregá-lo no dia a dia. Ter um ponto de recarga domiciliar adequado é essencial, pois contar apenas com tomadas convencionais pode ser lento e menos prático.
Ter carregador (Wallbox) em casa é fundamental, mas só isso não basta (Imagem: Divulgação/BYD)
O quarto cuidado que todos devem tomar antes de comprar um carro elétrico ou híbrido usado é inerente também aos veículos a combustão: a realização de um test-drive completo e detalhado. Isso é inegociável.
Rodar com o carro elétrico ou híbrido antes de comprar em um teste completo é inegociável (Imagem: Divulgação/BYD)
Diferentemente dos carros a combustão, esses modelos possuem modos de condução diferentes, frenagem regenerativa e respostas de aceleração distintas, que você só percebe ao dirigir. Durante o teste, atente-se à transição entre os modos de condução (no caso dos híbridos), detecte barulhos estranhos e veja se o sistema de freios responde de forma eficiente.
1. Na dúvida, peça ajuda a um profissional
Realizou todos os passos acima e, mesmo assim, está na dúvida se dá ou não para comprar o carro elétrico ou híbrido usado? Então é a hora de pisar no freio e pedir ajuda a um amigo ou mecânico profissional especialista no segmento.
Pedir ajuda de um amigo ou mecânico que conheça do assunto também é importante se ainda houver dúvidas (Imagem: ND 3000/Envato/CC)
Essa vistoria especializada, ou seja, feita por quem conhece do assunto, pode envolver checagem de módulos eletrônicos, ensaio de bateria, verificação de carregamento e teste de desempenho dos sistemas híbridos. Esse cuidado extra pode ser decisivo na hora de comprar (ou não) um carro elétrico ou híbrido usado.
Ícone da Volkswagen e da indústria automotiva global, o Golf, lendário hatch que já completou mais de 50 anos de vida, está prestes a sofrer a maior transformação de sua gloriosa história e, em breve, trocar o consagrado motor a combustão por um propulsor elétrico.
Os executivos da marca apresentaram para os funcionários da planta em Wolfsburg, na Alemanha, o primeiro teaser de como será o Golf em sua 9ª geração, chamada internamente de Mk9.
Embora não tenha detalhado nenhuma especificação da próxima geração do icônico hatch, a Volkswagen confirmou que o Golf Mk9 deve mesmo ser fabricado na plataforma SSP (Scalable Systems Platform), arquitetura desenvolvida para a próxima geração de veículos elétricos do conglomerado, substituindo gradualmente os modelos da família ID.
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Quando o Golf elétrico será lançado?
Embora não haja uma data cravada para o lançamento do Golf elétrico, a projeção é que a Volkswagen troque novamente a geração de um dos hatches mais vendidos do mundo apenas perto do final da década, mais precisamente em 2029.
Chegada do Golf GTI elétrico deve movimentar o fim da década (Imagem: Divulgação/Volkswagen)
O governo federal anunciou nesta quinta-feira (5) que está em vias de suspender cerca de 3,1 milhões de multas de trânsito aplicadas a motoristas que não pagaram tarifas em pedágios eletrônicos no Brasil, os chamados Free Flow ou, como ficou popularizado, "pedágios sem cancela". A medida também interromperá temporariamentea aplicação de pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) relacionada a essas infrações.
A decisão foi tomada após o aumento de registros de autuações ligadas ao sistema de pedágio automático, que cobra a tarifa sem a necessidade de parar em cancelas. Nesse modelo, câmeras identificam a placa do veículo e a cobrança pode ser feita posteriormente, geralmente pela internet ou por aplicativos das concessionárias.
Mesmo com a suspensão das penalidades, a dívida do pedágio continuará existindo. Ou seja, o motorista ainda terá que pagar o valor da tarifa atrasada para regularizar a situação e evitar a retomada das punições no futuro.
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Pontos na CNH também serão anulados
Segundo as informações divulgadas, a suspensão das multas e dos pontos na CNH deve valer até 30 de dezembro de 2026. Durante esse período, motoristas que quitaram ou quitarem os pedágios pendentes poderão ficar livres das penalidades relacionadas ao atraso no pagamento.
Passou no pedágio sem cancela e não pagou? Infratores vão ganhar novo prazo para regularizar débitos (Imagem: Divulgação/Governo do Estado de S.Paulo
Atualmente, deixar de pagar a tarifa dentro do prazo estabelecido pode resultar em infração grave, com multa de aproximadamente R$ 195,23 e a inclusão de cinco pontos na carteira de habilitação. Esse tipo de autuação costuma ocorrer quando o pagamento não é identificado após a passagem do veículo pelo sistema eletrônico.
A suspensão temporária tem como objetivo dar tempo para que motoristas regularizem débitos e para que o sistema de cobrança automática seja melhor compreendido pela população. Caso o pedágio não seja quitado até o prazo estipulado, as penalidades poderão voltar a ser aplicadas a partir de 2027.
O Nissan Versa vai mudar tudo para voltar a ser relevante no mercado brasileiro. Diante de um um cenário dominado por SUVs compactos, o sedan da marca japonesa aposta em um design totalmente novo, mais tecnologia embarcada e outras novidades para tentar recuperar o espaço no segmento.
A nova geração apresentada no exterior antecipou o que deve desembarcar no Brasil nos próximos meses. Produzido no México, o Versa passou por uma reformulação que vai além de uma simples reestilização, mirando consumidores que ainda preferem sedans compactos, mas exigem mais design e conectividade.
Com concorrentes bem posicionados e atualizações frequentes no segmento, a Nissan decidiu agir. Veja abaixo os principais pontos que mudam no novo Versa e que podem definir o futuro do modelo no país.
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3. Identidade visual
O novo Nissan Versa adotou uma dianteira mais moderna, com faróis mais afilados e iluminação em LED, além de uma grade redesenhada que segue a identidade global mais recente da fabricante. O design ficou mais marcante e menos conservador, tentando atrair um público mais jovem.
Design do Versa 2026 mudou completamente na frente e atrás (Imgens: Divulgação/Nissan)
Na traseira, as lanternas também ganharam novo desenho e passam a conversar melhor com a tampa do porta-malas, que destaca o nome do modelo de forma mais evidente. O resultado é um sedan com aparência mais sofisticada, deixando para trás o visual discreto das versões anteriores.
2. Cabine tecnológica e conectada
Se por fora as mudanças no Versa 2026 são impactantes, no interior da cabine a nova geração do sedan compacto não deixa por menos. A marca japonesa caprichou no pacote de tecnologia e conectividade.
Novas tecnologias embarcadas prometem elevar nível do Versa 2026 (Imagem: Divulgação/Nissan)
O Verssa 2026 tem central multimídia com tela maior, integração aprimorada com smartphones e, dependendo da versão, painel de instrumentos parcialmente digital. Recursos de assistência ao motorista , como câmera de ré, sensores e pacotes de segurança ativa tendem a ganhar mais espaço na linha.
1. Aposta na segurança
Outra frente importante de atualização envolve a segurança. O novo Versa deve ampliar a oferta de recursos como alerta de colisão, frenagem automática de emergência e monitoramento de ponto cego, dependendo da versão.
Alerta de colisão e outros recursos ADAS estarão disponíveis em algumas versões do Versa 2026 (Imagem: Divulgação/Nissan)
Esses itens deixaram de ser diferenciais e passaram a ser quase obrigatórios em modelos do segmento. Ao reforçar esse pacote, a Nissan busca elevar o padrão do carro sem necessariamente transformá-lo em um modelo de nicho.
Versa 2026 terá motor turbo?
O que não deve mudar no Versa 2026, para tristeza de muitos fãs da marca, é o conjunto mecânico. Embora a Nissan já tenha disponibilizado o motor turbo para o novo Kicks, o mesmo não deve ocorrer no renovado sedan compacto.
Motor do Novo Versa 2026 seguirá sendo o bom e velho 1.6 16V aspirado de 113 cv de potência (Imagem: Paulo Amaral/Canaltech)
A tendência é que o Versa 2026 chegue ao Brasil oferecendo o já conhecido motor 1.6 16V aspirado, que entrega 113 cv de potência e trabalha na companhia do câmbio automático tipo CVT. A marca, embora esteja atrás de um público mais jovem, considera esse conjunto eficiente e confiável e, por isso, a princípio não vê motivos para mudar.
O Brasil vive uma aceleração inédita na infraestrutura de recarga rápida para carros elétricos. Em apenas 12 meses, o número de carregadores rápidos e ultrarrápidos (DC) saltou 166,6%, passando de 2.430 unidades, em fevereiro de 2025, para 6.479 em fevereiro deste ano. Com isso, esse tipo de equipamento já representa 31% de toda a rede pública e semipública do país, indicando uma mudança clara no perfil da expansão.
Os dados mais recentes da base nacional consolidada pela ABVE em parceria com a Tupi Mobilidade mostram que o avanço da recarga rápida supera com folga o crescimento dos carregadores lentos (AC), que evoluíram 17,6% no mesmo período e somam hoje 14.582 unidades. Embora ainda sejam maioria, os equipamentos AC perdem espaço proporcionalmente diante da demanda crescente por soluções mais ágeis.
No total, o Brasil atingiu 21.061 pontos públicos e semipúblicos de recarga até fevereiro, número que representa alta de 42% em relação a fevereiro de 2025 e de 25% na comparação com agosto do ano passado. A expansão acompanha o aumento da frota de veículos elétricos plug-in em circulação, que já chega a 411.869 unidades no país.
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Recarga rápida muda o perfil da infraestrutura
A expansão acelerada dos carregadores DC mostra que o mercado brasileiro começa a priorizar conveniência e redução do tempo de espera. No início de 2024, esse tipo de equipamento representava menos de 10% da rede nacional. Um ano depois, já responde por quase um terço da infraestrutura disponível, evidenciando a transição para um modelo mais alinhado às necessidades de viagens intermunicipais e uso profissional.
Carregadores rápidos para carros elétricos vêm se espalhando pelo Brasil (Imagem: Smart-me AG/Unsplash/CC)
A relação atual entre veículos plug-in e pontos de recarga é de 19,6 para 1. O número e considerado positivo para o estágio atual do mercado, mas ainda distante da meta ideal de 10 para 1. Para Davi Bertoncello, diretor de Comunicação da ABVE e sócio-fundador da Tupi Mobilidade, o avanço da recarga rápida sinaliza maturidade do setor. Segundo ele, o crescimento de 167% nesse segmento demonstra que o Brasil deixou a fase de testes e passa a estruturar uma base sólida para sustentar a expansão da mobilidade elétrica nos próximos anos.
Não foi apenas o BYD Dolphin Mini que escreveu seu nome na história da indústria automotiva brasileira ao se tornar integrante do top 10 dos carros mais vendidos do país em fevereiro de 2026. A lista dos SUVs mais emplacados também contou, pela primeira vez, com dois modelos eletrificados.
A honraria coube ao Song Pro, também da BYD, que registrou 3.702 unidades comercializadas entre os dias 1 e 28 de fevereiro e, assim, se colocou como oitavo SUV mais vendido do mês no país. Duas posições abaixo, fechando o top 10, apareceu o GWM Haval H6, com 3.033 emplacamentos no período.
A liderança do segmento, porém, seguiu nas mãos de um velho conhecido a combustão: o Volkswagen T-Cross, com 5.667 unidades vendidas. A segunda posição ficou com o Tera, também da Volkswagen, com 5.358, e o pódio ficou completo com a presença do Hyundai Creta, com 5.045.
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“Família” Fiat bem posicionada
A parte inferior da lista, além de contar com os SUVs eletrificados da BYD e da GWM, contou também com dois representantes da “Família” Fiat: o Fastback, na sétima posição, e o Pulse, na nona, justamente entre os híbridos chineses.
T-Cross foi o SUV mais vendido do Brasil em fevereiro, mas ranking contou com dois modelos híbridos no top 10 (Imagem: Divulgação/Volkswagen)
Completaram o top 10 de fevereiro o Volkswagen Nivus, sexto mais emplacado, o Chevrolet Tracker, quinto, e o Jeep Compass, quarto mais emplacado do mês no segmento dos utilitários no Brasil.
10 SUVs mais vendidos do Brasil em fevereiro de 2026
A Xiaomi, gigante chinesa do segmento de eletrônicos, parece ter gostado de "brincar" também no mundo automotivo. Depois de fazer sucesso com o SU7, com o SU7 Ultra e com o SUV YU7, a fabricante parece querer alçar voos mais altos e, para isso, incomodar ícones como Porsche e Ferrari.
A ideia da Xiaomi é produzir um autêntico supercarro, mas com um detalhe: o foco não seria a utilização no uso diário, e sim em ambientes controlados e pistas de corrida. A proposta não é simplesmente fazer um “carro rápido”, mas uma máquina que chame atenção em competições específicas e em eventos automotivos.
Enquanto rivais como Ferrari, Lamborghini e Porsche construíram sua reputação ao longo de décadas no segmento esportivo e de luxo, a aposta da Xiaomi com o modelo, batizado de Vision Gran Turismo, pode ser vista como um movimento audacioso para consolidar sua presença além dos eletrônicos de consumo.
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Xiaomi quer unir potência, tecnologia e estratégia de mercado
Segundo comunicados da própria empresa, a Xiaomi estaria investindo em projetos de propulsão elétrica de alto desempenho, com ênfase em aceleração e dinâmica de pista. A expectativa é que o futuro Vision Gran Turismo possa incorporar tecnologias avançadas de bateria, sistemas de recuperação de energia e aerodinâmica ativa.
Apesar de ainda não haver datas oficiais de lançamento, a estratégia aparente é que a Xiaomi posicione seu supercarro como um demonstrador tecnológico, em vez de um concorrente direto de carros como Ferrari 812 Superfast ou Porsche 911 GT3 nas ruas.
Esse movimento também pode ser encarado como uma forma de reforçar a imagem da Xiaomi como uma marca inovadora e não apenas um fabricante de eletrônicos. Ao ousar entrar em um segmento tão competitivo, a empresa sinaliza que quer ir além da mobilidade convencional e se posicionar como referência em tecnologia automotiva de ponta, mesmo que, para isso, projete um carro que, inicialmente, rode apenas fora das vias públicas.
Nada de Novo Uno ou Grande Panda. Para a Fiat, o dono da posição de carro mais vendido do Brasil em um futuro próximo já tem nome: Novo Argo. E o primeiro passo para isso acontecer foi dado pela marca italiana no início dessa semana.
A montadora do Grupo Stellantis confirmou o registro do vindouro hatch no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), mas, por enquanto, sem o nome comercial, que só deverá ser anunciado mais perto do lançamento.
O Projeto F1H, porém, já está patenteado, e mostra, nos documentos do INPI, que o Novo Argo chegará ao Brasil com traços herdados do Grande Panda europeu, mas algumas diferenças significativas em relação ao modelo original.
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Como será o Novo Fiat Argo?
O Novo Argo foi o modelo escolhido pela Fiat para celebrar os 50 anos da marca no Brasil, data que será alcançada no dia 9 de julho de 2026. A confiança no sucesso do hatch por aqui é tanta que executivos da marca comentam, internamente, que o modelo tem tudo para desbancar o Volkswagen Polo e se transformar no “futuro carro mais vendido do Brasil”.
Novo Fiat Argo foi registrado no INPI e será diferente do Grande Panda europeu (Imagem: Reprodução/INPI)
Para isso, o Novo Argo, que será produzido em Betim (MG) e chegará por aqui ainda no 1º semestre do ano, aposta em pelo menos duas versões: um básica, com o motor 1.0 Firefly aspirado, e uma eletrificada (MHEV), com o T200 Hybrid, também usado no Pulse e no Fastback.