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Logitech lança mouse PRO X3 Superstrike e novos periféricos no Brasil; veja preços

A Logitech anunciou o mouse gamer PRO X3 SUPERSTRIKE durante o evento Logitech G PLAY 2026, que aconteceu nesta quarta-feira (23). O novo modelo conta com um chassi 2 gramas mais leve que seu antecessor. Além do novo mouse, a marca revelou uma série de periféricos que chegarão ao Brasil nos próximos meses.

O Logitech G Pro X3 Superstrike estará disponível no mercado brasileiro a partir de outubro deste ano nas variantes preta e magenta pelo preço sugerido de R$ 1.299,90. O acessório foi desenvolvido ao longo de 9 meses em colaboração direta com atletas de eSports.

A marca retrabalhou a distribuição interna de peso do mouse, o que garantiu uma redução de 2 gramas em comparação com o modelo anterior. De acordo com a empresa, a mudança oferece maior equilíbrio, estabilidade e precisão. Outro destaque do Logitech G Pro X3 Superstrike é sua eficiência energética, que melhorou em 50%, passando de 90 horas no modelo anterior para 135 horas de autonomia de bateria.

A taxa de atualização também recebeu melhorias significativas. O modelo anterior possuía um polling rate de 1.000 Hz, podendo estender a taxa para 8.000 Hz com fio. Já o novo mouse consegue alcançar 8.000 Hz tanto no modo com fio quanto no modo sem fio.

Entre outros recursos embarcados no PRO X3 Superstrike estão o sistema HITS e o Rapid Trigger, que funcionam como switches magnéticos de teclados e permitem configurar a pressão necessária para acionamento do clique.

Logitech G Pro X3 Superstrike

A chegada do mouse e de outros produtos ao Brasil reforça a importância do mercado gamer brasileiro, conforme destaca o líder de games da Logitech na América Latina, Leandro Rocha, em entrevista exclusiva ao Canaltech:

"O Brasil, principalmente, tem sido um grande destaque hoje. É o maior país da América Latina em relevância financeira e tem sido gigante para nós, porque não estamos vendo apenas o tamanho da comunidade gamer. O Brasil é o terceiro maior país do mundo em base de jogadores de PC, mas com um público extremamente engajado e esforçado contando suas histórias. É o que a gente celebra aqui".

Logitech G atualiza todas as linhas de periféricos gamers

Além do Logitech G PRO X3 Superstrike, a marca revelou novidades em todas as suas linhas de dispositivos gamers, entre eles modelos G3, G5 e PRO, além de periféricos como volantes, headsets e a linha de microfones Yeti.

Novidades da linha PRO da Logitech

No topo de linha, a Logitech G anunciou que trará a nova edição SE para as versões ergonômica e compacta do mouse PRO X Superlight 2, periférico ultraleve com peso de 60 g. A revisão contará com embalagem simplificada, 88 horas de bateria (originalmente 95 horas) e polling rate reduzido de 8.000 Hz para 1.000 Hz.

O PRO X Superlight 2 SE também não contará com fitas de grip, pano de limpeza, puck extra com pé de PTFE e extensor USB. O mouse chegará por R$ 300 a menos que o modelo original, custando R$ 699,90. O lançamento no Brasil está marcado para outubro deste ano nas variações preta, branca e magenta.

Logitech PRO X SUPERLIGHT 2c

Outra novidade da linha profissional da Logitech G foi o teclado PRO X2 RAPID, equipado com switches magnéticos, tecnologia Rapid Trigger e apoio de pulso em silicone. O periférico também conta com um pequeno painel OLED que permite ajustar as configurações do teclado em tempo real. O dispositivo estará disponível em novembro pelo preço sugerido de R$ 1.699,90.

Nos headsets, a Logitech G confirmou a chegada do PRO X3 Lightspeed ao Brasil em novembro deste ano, pelo preço sugerido de R$ 1.699,90. A principal melhoria do modelo foi a adição de um microfone profissional de 48 kHz, que promete comunicação mais clara, bateria estendida e equalização avançada.

Fechando a linha PRO, a Logitech G anunciou a entrada no segmento de mousepads profissionais de alta performance com o PRO X Control, composto por tecido em malha de deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm, bordas costuradas e base antiderrapante. O produto chega às prateleiras no fim do ano por R$ 499,90.

Linha Logitech G3 recebe teclado e novas cores

Já na linha G3, focada em custo-benefício e periféricos de entrada, a Logitech G anunciou o teclado G316 X 75. O modelo contará com design retrô, painel informativo de LED, barra de iluminação dinâmica e taxa de atualização de 8.000 Hz. O Logitech G316 X 75 também contará com switches personalizáveis e montagem no estilo gasket mount. Com o modelo, a marca pretende entregar um valor acessível, com lançamento previsto para outubro e preços sugeridos de R$ 584,90 e R$ 496,00 no Pix.

Logitech G316 X 75

A empresa também revelou as variações Dark Line (preto com roxo) e branca com turquesa do mouse G502 X PLUS. Donos da linha de periféricos receberão nesta quarta-feira (23) uma atualização gratuita no software Logitech G HUB, que permitirá aprimorar a precisão do sensor, otimizar o consumo de bateria e aplicar ajustes independentes para os eixos X e Y dos mouses.

Logitech acelera no PC e anuncia volantes exclusivos para computadores

Entre as novidades, a Logitech também revelou novas edições dos volantes G923 e RS50, que deixarão os consoles e serão direcionadas exclusivamente ao PC.

Os novos modelos serão mais baratos que o hardware original. Rocha explica que isso só foi possível porque a Logitech deixou de pagar taxas de licenciamento exigidas por Sony e Microsoft, além de simplificar a construção e a conectividade dos produtos.

O líder de games da Logitech LATAM revelou que tornar modelos topo de linha financeiramente mais acessíveis, como os volantes G923 e RS50 ou o PRO X Superlight 2 SE, é uma tendência do mercado de tecnologia. "O produto que tem menos funcionalidade vai se desvalorizando conforme chegam novas tecnologias, que vão chegando aí com um preço maior", contou Rocha.

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Depois das demissões, o que restou do Xbox Game Studios?

Reestruturação tem sido uma palavra frequentemente utilizada por executivos do XBOX, em especial após a aquisição da Activision Blizzard em outubro de 2023. Desde a compra da dona de Call of Duty, Diablo e inúmeras outras franquias, a Microsoft tem realizado cortes profundos em sua divisão de games e até fechado diversos estúdios ao longo do caminho.

Com essas mudanças, o ecossistema de desenvolvedoras do XBOX mudou radicalmente. Em setembro de 2026, a divisão anunciou uma nova reestruturação que não só envolve demissões e fechamentos, mas também mexe na estrutura dos estúdios.

Por exemplo, Halo agora faz parte do guarda-chuva da Activision Blizzard, assim como a Rare e a World's Edge, desenvolvedora de Age of Empires.

Com tantas mudanças, a pergunta que fica é: depois das demissões, o que restou do XBOX Game Studios? Apesar de milhares de desenvolvedores perderem seus empregos no XBOX, ainda há uma quantidade massiva de estúdios.

O que sobrou do XBOX após as demissões?

Quem vai nos ajudar a responder a essa pergunta é Klobrille, membro expressivo e relevante da comunidade do XBOX no exterior, conhecido por produzir artes e infográficos detalhadíssimos sobre a divisão. Hoje, o XBOX está dividido em cinco frentes: XBOX Game Studios, ZeniMax Media, Activision, Blizzard e King.

XBOX Game Studios

O XBOX Game Studios foi a divisão mais afetada entre 2023 e 2026. Há três anos, a frente contava com 15 estúdios sob o seu guarda-chuva e hoje abriga apenas cinco. Ou seja, dez desenvolvedoras se tornaram independentes, fecharam ou foram movidas dentro da estrutura de games da Microsoft.

A The Initiative foi fechada no ano passado, acompanhada do cancelamento do aguardado reboot de Perfect Dark. Na mesma época, a Microsoft anunciou o cancelamento de projetos como Everwild e Contraband.

Em julho deste ano, com a primeira reestruturação sob o comando de Asha Sharma, a Double Fine Productions, a Compulsion Games e a Undead Labs se tornaram independentes. Em setembro, a Halo Studios, a Rare e a World's Edge foram movidas para a divisão da Activision Blizzard, enquanto a Obsidian foi transferida para a ZeniMax.

As exceções são a Ninja Theory, que está em uma corda bamba pendendo para o fechamento, e a Turn 10 Studios, que se tornou um estúdio de suporte após o aparente fracasso do último Forza Motorsport e foi fundida à Playground Games, responsável agora pelas franquias Forza e Fable.

Hoje, o XBOX Game Studios abriga a inXile Entertainment, a Mojang, a Playground Games, a The Coalition e o braço de publicação XBOX Game Publishing (não incluímos a plataforma de suporte XBOX ATG na equação).

Como está a ZeniMax na estrutura do XBOX?

A ZeniMax também foi outra divisão que sofreu reduções expressivas. Em 2023, a subsidiária contava com nove estúdios "e meio", visto que a Arkane possuía filiais em Lyon, na França, e em Austin, no Texas.

XBOX Bethesda

Em 2024, no entanto, a ZeniMax Media sofreu um grande corte em massa. A Tango Gameworks, que havia lançado Hi-Fi RUSH um ano antes (jogo classificado por executivos do XBOX como um sucesso em todas as métricas), foi fechada em abril daquele ano.

Além dela, a Arkane Austin (de Redfall) e a Alpha Dog (Mighty DOOM) também fecharam as portas. A Roundhouse foi totalmente absorvida pela ZeniMax Online, desenvolvedora responsável por The Elder Scrolls Online. Já a Arkane Lyon está com o destindo indefenido enquanto o XBOX avalia a situação da produtora até o fim de 2026.

Hoje, a ZeniMax conta com cinco dos nove estúdios que possuía em 2023: Bethesda Softworks, Bethesda Game Studios, id Software, MachineGames e ZeniMax Online. Além das desenvolvedoras originais, a divisão agora inclui a Obsidian, que seguirá focada em Grounded, mas também está envolvida em Fallout.

Activision Blizzard King se mantém de pé

A Activision Blizzard King conseguiu a proeza de se manter com o mesmo número de estúdios, embora tenha sofrido com alterações e demissões em massa nesses quase três anos sob o comando do XBOX.

Na Activision, a Toys for Bob se tornou independente, embora esteja envolvida em Spyro: A Realm Beyond, IP pertencente à Microsoft. Outro estúdio que sumiu do mapa foi a Solid State Studios, responsável por Call of Duty: Warzone Mobile. Contudo, o jogo para celular foi encerrado e o paradeiro da desenvolvedora segue desconhecido.

XBOX Activision Blizzard King

Agora, a Halo Studios, a Rare e a World's Edge se juntam ao vasto catálogo de estúdios da editora, incluindo Treyarch, Infinity Ward e Sledgehammer, principais responsáveis pela franquia de Call of Duty. Nesse meio-tempo, a editora também criou a Elsewhere, desenvolvedora responsável por uma nova IP AAA ainda não anunciada.

A Blizzard segue na mesma linha, enquanto a King absorveu a Microsoft Casual Games na última reestruturação.

Como será o XBOX daqui para frente?

Após tantas reestruturações e demissões em massa, não está claro se o XBOX seguirá um bom caminho com a nova gestão ou se essa mudança de estratégia será ineficaz como as anteriores, resultando em ainda mais cortes. O diretor de conteúdo e vice-presidente executivo do XBOX, Matt Booty, afirmou que a mais recente reestruturação é o terceiro de quatro passos para o reset da divisão, o que significa que ainda há mais por vir.

O que não deixa mais dúvidas é que a estrutura superinflada da divisão de games da Microsoft foi o calcanhar de Aquiles da marca. Para poder agregar mais valor ao XBOX Game Pass e potencializar o catálogo first-party, Phil Spencer realizou uma verdadeira cruzada de aquisições desde 2018.

O executivo prometia liberdade criativa para as desenvolvedoras, o que virou uma verdadeira armadilha para os estúdios do XBOX.

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Sony testa recurso no PS5 que 'devolve' dinheiro na compra de jogos

A Sony pode estar testando um novo sistema de cashback na PlayStation Store do PS5 na compra de jogos selecionados. O recurso foi notado pela primeira vez na página de The Blood of Dawnwalker pelo usuário do Reddit JannJans no último domingo (20), embora não tenha sido anunciado oficialmente pela japonesa.

"Eu estava decidindo entre Dragon's Dogma 2 e Blood of Dawnwalker e notei uma oferta especial no segundo", escreveu o usuário. Na imagem compartilhada, é possível ver que a oferta inclui "Créditos na Carteira", o que pode fazer referência a um possível cashback.

JannJans afirmou que recebeu US$ 10 na carteira da PlayStation Store logo após comprar o RPG. Vale notar que a oferta compartilhada pelo usuário tinha data limite até 29 de setembro, o que significa que não se trata de um cashback vitalício.

Outros jogos recentes, como Resonance: A Plague Tale Legacy, Star Wars Zero Company, Halloween: The Game, Metal Gear Solid Collection 2 e Hot Wheels: Infinite Rush, também apresentaram a oferta, conforme o usuário Hayterfan.

Vários jogadores reportaram não identificar o possível sistema de cashback. É possível que o recurso esteja disponível somente para uma seleção de usuários, como acontece com os famigerados preços dinâmicos da PlayStation Store, que chegaram ao Brasil em março deste ano.

O portal PlayStation LifeStyle reportou que, em fevereiro, o aplicativo Wallet Credits foi listado na PS Store como um software 'anunciado' e até podia ser adicionado à lista de desejos. O surgimento das ofertas para uma seleção de jogadores pode estar diretamente ligado ao app.

Cashback em plataformas de games não é algo novo

Embora um possível sistema de cashback seja novidade no PS5, já vimos a prática acontecer em outras plataformas. A Microsoft, por exemplo, deu US$ 5 de crédito para quem fizesse a pré-venda de Call of Duty: Modern Warfare 4 no XBOX.

Além disso, a Big Tech também oferece pontos no seu recurso de Rewards, que, quando acumulados, permitem trocar por créditos na Microsoft Store, assinaturas no Game Pass, entre outras recompensas.

É possível que a Sony siga um sistema parecido, embora não tenha anunciado nada oficialmente. Para quem quer contornar os altos preços dos jogos e driblar práticas como os preços dinâmicos no PlayStation 5, o Canaltech separou 5 dicas que vão te ajudar.

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Arquiteto do PS5 se une ao criador do The Game Awards para "salvar" novos devs

O arquiteto do PlayStation, Mark Cerny, se juntou ao criador do The Game Awards, Geoff Keighley, para anunciar um programa de bolsas voltado a formandos em game design. A iniciativa, chamada The Nova Games Foundation, concederá financiamentos na casa das centenas de milhares de dólares para 20 recém-formados na área por ano, além de mentorias.

A ideia é que o programa dure por décadas e incentive talentos criativos. A Nova Games Foundation também pode conceder até US$ 500 mil adicionais “para projetos que estejam se mostrando particularmente promissores”.

Cerny entrou na indústria dos games em 1982 e passou por empresas como Atari, SEGA e PlayStation, atuando no desenvolvimento de jogos, em consultorias e, posteriormente, liderando a equipe de hardware dos consoles mais recentes da Sony. “Estou me aproximando do fim da minha carreira”, declarou ao jornalista do Game File, Stephen Totilo. “Ainda não terminei, mas retribuir, da melhor forma possível, é algo que está muito presente na minha cabeça hoje em dia.”

Para Keighley, investir comercialmente em jogos, possuir ações ou participar financeiramente de qualquer empresa nunca foi algo apropriado para que ele pudesse retribuir. “A Nova é filantropia: não estamos pegando equity nem buscando reaver os valores concedidos. O retorno que esperamos é criativo: ajudar novas vozes a criarem games e encontrarem seu espaço”, afirma.

Geoff Keighley

A iniciativa já conta com um doador de peso. O fundador da Hazelight e diretor de jogos como A Way Out, It Takes Two e Split Fiction, Josef Fares, confirmou a participação na Nova Games Foundation por meio de doação e mentoria.

Ao todo, o programa contemplará alunos de 13 universidades espalhadas pelo mundo. Os primeiros escolhidos serão das turmas de 2026 e 2027 dessas instituições, com início das inscrições marcado para dezembro deste ano.

O Brasil desponta no desenvolvimento de games

A Nova Games Foundation é mais uma iniciativa que visa dar novos ares a talentos criativos da indústria dos games. O mercado brasileiro de jogos também tem crescido em várias frentes.

Uma delas é o external development, setor que, em meio a demissões globais, transformou o Brasil em uma “grande fábrica” de jogos AAA.

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GOG libera modelos 3D para você imprimir caixas clássicas de jogos de PC em casa

A plataforma de jogos digitais GOG anunciou uma parceria com a Big Box Collection nesta terça-feira (8) para trazer versões planas e imprimíveis de artes de jogos para os jogadores montarem suas próprias mídias físicas de games para PC. A iniciativa começará com os jogos Star Trek: 25th Anniversary, Armikrog, Descent, Hitman: Codename 47 e Myst, adicionados recentemente ao programa de preservação da GOG, e que incluirão "um scan 3D interativo da arte de sua caixa física real".

A Big Box Collection é um projeto que nasceu em 2015 pelas mãos de uma única pessoa para preservar as artes de mídias físicas, bem como outros conteúdos, como manuais.

"A mídia física não sobrevive da mesma forma que o software: caixas se perdem, são amassadas, jogadas fora", escreveu a GOG em comunicado à imprensa. "Escaneá-las e permitir que você imprima a sua própria é a preservação em um formato diferente: a mesma missão que mantém esses jogos rodando em PCs modernos, aplicada aos objetos em que eles costumavam vir."

Junto ao DRM-Free, com a nova parceria, a GOG pretende acrescentar mais uma camada de preservação aos seus esforços para manter os jogos de PC vivos. "Se ninguém lhe dá a opção de possuir uma cópia física, tome as rédeas da situação. E, em conjunto com os instaladores DRM-free da GOG, ninguém jamais poderá tirar de você os jogos pelos quais você pagou."

GOG Galaxy

A iniciativa acontece em um momento de extinção dos discos de jogos como os conhecíamos há anos. A Sony tem liderado esse movimento ao anunciar o fim da mídia física para o PlayStation a partir de janeiro de 2028 e ir à Justiça para provar que você não é dono dos jogos digitais que compra.

Outra empresa que decepcionou os fãs foi a Rockstar, ao anunciar que a edição física de GTA 6 não virá com disco.

GOG ensina jogadores a preservar seus games

A GOG cutucou a Sony na época do anúncio do fim da mídia física do PlayStation. A plataforma ensinou os jogadores a preservar seus jogos de PC comprados na loja digital. Vale notar que a GOG trabalha com um sistema livre de DRM, o que significa que você pode adquirir o jogo e fazer o que quiser com ele, sem depender de uma storefront.

Não sabe o que é DRM? Entenda como isso afeta seus jogos de PC!

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8 jogos que ficaram presos no PlayStation 3

A Konami pegou todos de surpresa quando anunciou que tiraria Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots do PlayStation 3 após quase duas décadas preso no sistema. O jogo fazia parte de uma vasta seleção de títulos que até hoje nunca sequer receberam port, remake ou remaster para plataformas mais atuais.

Um dos maiores culpados por prender tantos jogos ao PS3 foi o processador do console, o Cell Broadband Engine. Pela complexidade do chip, desenvolver jogos para o sistema de sétima geração foi um grande pesadelo para muitos desenvolvedores, que ou pulavam a plataforma ou não conseguiam portar seus títulos para XBOX 360 e PC devido às especificidades do processador.

Caso tenha ficado curioso sobre o assunto, o Canaltech explicou por que a CPU do PS3 aprisionou jogos como Metal Gear Solid 4 por tantos anos. Hoje, o foco é destacar justamente os jogos que seguem presos, seja por fechamento dos estúdios, falta de interesse das produtoras ou questões mais técnicas.

Conheça 8 jogos que ficaram presos no PlayStation 3 e só podem ser acessados no sistema original ou via emulação:

  1. Infamous 2
  2. Resistance: Fall of Man
  3. Puppeteer
  4. Yakuza: Dead Souls
  5. Heavenly Sword
  6. Folklore
  7. 3D Dot Game Heroes
  8. Siren Blood Curse

8. Siren Blood Curse

Siren é uma das franquias de terror mais esquecidas da indústria, embora tenha dado as caras como uma referência em Astro Bot. A IP de propriedade da Sony nasceu no PlayStation 2 pelas mãos do Japan Studio e foi dirigida por ninguém menos que Keiichiro Toyama, mesmo diretor do primeiro Silent Hill.

Siren Blood Curse

No PlayStation 3, a franquia viu seu terceiro e último título, Siren Blood Curse. O jogo nada mais é do que uma reimaginação do primeiro game de PlayStation 2 com gráficos e gameplay aprimorados. A principal mecânica em Siren é o Sight Jack, que permite aos jogadores observar os ambientes por meio dos olhos dos inimigos. O recurso permite identificar inimigos, traçar rotas e encontrar os objetivos.

Apesar de ser bem única, a mecânica Sight Jack foi reutilizada pelo bizarro jogo independente Atama. Se você está curioso sobre Siren Blood Curse e não tem um PS3 ou PC potente, terá que se contentar com vídeos de gameplay. Isso porque a Sony aposentou a franquia no sistema e nunca mais tocou na série nem portou os clássicos para plataformas mais recentes.

7. 3D Dot Game Heroes

Quem disse que não havia ideias criativas na década de 2000? Apesar de os indies bombarem no fim da geração do PlayStation 3, já havia muitas ideias criativas disponíveis para compra na PS Store. Uma delas é 3D Dot Game Heroes, desenvolvido pelo estúdio japonês Silicon Studio Corporation e publicado no Japão por ninguém menos que a FromSoftware em 2009.

3D Dot Game Heroes

No jogo, o King of the Land ordenou que o Reino de Dotnia, onde a história se passa, passasse para as três dimensões, pois achava que sprites em 2D estavam ultrapassados. Com essa premissa, 3D Dot Game Heroes assume um estilo gráfico em 3D baseado em voxels, com fortes inspirações em jogos clássicos de RPG e aventura dos anos 80, como The Legend of Zelda e Final Fantasy Adventure. É como se a franquia comandada por Link e Zelda encontrasse o estilo de LEGO.

O jogo permite personalizar o avatar e tem um toque de humor. Ao ficar com a vida cheia, a espada do herói de 3D Dot Game Heroes fica exageradamente desproporcional ao cenário. Infelizmente, essa e outras ideias nunca viram a luz do dia fora do PS3. Uma pena!

6. Folklore

As mitologias greco-romana e nórdica foram muito bem exploradas nos videogames por séries como God of War, Hades e Assassin's Creed. Contudo, há mitos e lendas de outras regiões que são pouco comentados pelos jogadores, como a mitologia celta. Em 2007, a falecida desenvolvedora Game Republic (Crash of the Titans) lançou Folklore, RPG de ação exclusivo do PS3.

Folklore

O jogo oferece a opção de escolher entre os protagonistas Ellen e Keats enquanto eles exploram a vila litorânea de Doolin e o fantástico Mundo Inferior, povoado por monstros e criaturas mitológicas. O combate de Folklore é bem inventivo e mistura mecânicas de captura de monstros com ação. Para enfrentar os inimigos, podemos utilizar até quatro espíritos ou criaturas que atacam em tempo real. Também é possível absorver espíritos de criaturas em estado crítico e utilizá-los posteriormente.

Folklore completará duas décadas preso no PlayStation 3, sem qualquer possibilidade de aproveitá-lo além da emulação ou do hardware original. A Game Republic até propôs duas sequências para a Sony, que recusou a oferta por conta das baixas vendas.

5. Heavenly Sword

O estúdio inglês Ninja Theory lutava para sobreviver após sofrer uma reestruturação significativa em 2004. A desenvolvedora acabou se encontrando em um ciclo de dependência ao desenvolver jogos de outras companhias. Mais tarde, a criadora de Hellblade chegou a fechar um acordo com a Sony para trazer Heavenly Sword ao PlayStation 3. Dito e feito.

Heavenly Sword

O jogo é de um tipo bem característico da época: um hack and slash regado a muita ação e Quick-Time Events. Nele, controlamos a protagonista Nariko e sua arma chamada "Espada Celestial". Heavenly Sword até contou com a participação do ator Andy Serkis (O Senhor dos Anéis, Planeta dos Macacos, Batman).

Assim como ocorreu com Folklore, a Ninja Theory estava planejando uma sequência de Heavenly Sword, rejeitada posteriormente pela Sony por não considerar o produto comercialmente viável. O abandono da IP fez com que o jogo ficasse no limbo eterno do PS3, sem previsão para retornar.

4. Yakuza: Dead Souls

A franquia Yakuza é uma das séries de videogames com mais títulos no século XXI. Entre as dezenas de jogos, a IP da SEGA explorou a temática de zumbis em Yakuza: Dead Souls, lançado para o PlayStation 3 em 2011. Quem já está acostumado com a série sabe que Like a Dragon é um lar de surpresas, indo de piratas e samurais a zumbis.

Yakuza: Dead Souls

O jogo manteve as lutas de rua padrão da série, mas também introduziu combates com armas de fogo para deter a invasão zumbi. Yakuza: Dead Souls traz personagens icônicos como Kazuma Kiryu, Ryuji Goda, Shun Akiyama e Goro Majima. Embora seja um spin-off um pouco esquecido, o título segue acorrentado ao PS3.

3. Puppeteer

Na lista de franquias bacanas que a Sony simplesmente abandonou, Puppeteer é um jogo de plataforma 2.5D desenvolvido pelo talentoso Japan Studio e publicado pela Sony em 2013 para o PlayStation 3.

Puppeteer PlayStation 3

No jogo, controlamos Kutaro, um garoto transformado em marionete que precisa recuperar sua cabeça após ser decapitado. A premissa pode parecer um pouco assustadora, mas justifica uma das principais mecânicas do jogo. Kutaro pode usar várias cabeças para substituir a sua, o que garante certas animações exclusivas e diferentes interações com o cenário.

Além disso, o protagonista conta com a tesoura mágica Calibrus, que permite cortar o cenário e acessar áreas de forma diferente. Relatos afirmam que Puppeteer chegou a vender cerca de 230 mil unidades em todo o mundo. Os números verdadeiros ou não, o jogo foi esquecido no baú pela Sony na sétima geração de consoles.

2. Resistance: Fall of Man

Se engana quem pensa que a Sony só possui jogos em terceira pessoa com uma pegada cinematográfica. Houve um tempo em que a empresa investia em todos os tipos de jogos, inclusive alguns que ela abandonou há tempos. Este é o caso de Resistance: Fall of Man, jogo de tiro em primeira pessoa desenvolvido pela Insomniac Games, publicado e esquecido no PlayStation 3.

Resistance: Fall of Man

O jogo militar conta uma história alternativa em que o Crash de 1929 nunca aconteceu e o nazismo foi derrotado antes mesmo de tomar o poder na Alemanha. Em vez da Segunda Guerra Mundial, o planeta teve que lidar com outro conflito em escala global: a invasão da raça alienígena Quimeriana.

Resistance: Fall of Man brilhava ao misturar uma temática clássica de armas de fogo e pólvora com tecnologia alienígena de ponta. O jogo nos dava acesso ao armamento quimeriano, que permitiam variar um pouco o gameplay e se assemelhavam bastante ao rival da época, Halo. Resistance recebeu uma trilogia no PS3, totalmente abandonada pela Sony. O jogo até retornou à PS Plus Premium no exterior, mas já deixou o catálogo.

1. Infamous 2

Infamous 2 é sem dúvida um dos jogos presos ao PlayStation 3 mais sentidos pela comunidade — posto anteriormente ocupado por Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots. A sequência foi desenvolvida pela Sucker Punch, que durante a geração do PS4 focou em sua nova franquia, Ghost of.

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O estúdio revelou anteriormente que tem apreço e interesse pela IP de Infamous, que conta com três jogos. No entanto, o diretor Nate Fox explicou que a Sucker Punch tem focado em um jogo por vez e parece estar dedicada a contar suas histórias ambientadas no Japão Feudal.

Infamous 2 chamou a atenção por seu combate e movimentação baseados nos poderes elétricos do protagonista Cole, bem como sua narrativa baseada em karma que leva a história a dois finais. Infelizmente, para experimentar a aventura, é necessário tirar a poeira do PS3 ou tentar a sorte em um emulador do sistema no PC.

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Escala colossal: mapa de GTA 6 tem o dobro do de GTA 5 e é 3x maior que Red Dead 2

A Rockstar Games confirmou que o mapa de GTA 6 será três vezes maior que o de Red Dead Redemption 2 e o dobro do de GTA 5. A informação parte do codiretor do estúdio da Rockstar North, Rob Nelson, em entrevista ao criador de conteúdo australiano TGG, que foi até o quartel-general da produtora em Edimburgo, Reino Unido, junto de outros criadores e membros da imprensa.

A expectativa é que o mundo aberto de GTA 6 se aproxime do que foi visto em 2018, com Red Dead Redemption 2. À IGN, Nelson afirma: “Existe um outro mundo inteiro em Red Dead Redemption 2, sim. GTA 6 é muito parecido com isso”.

O codiretor explica que há uma quantidade "enorme" de coisas para fazer em Leonida, mas que a Rockstar não abusa de ícones, "blips" ou objetivos para guiar o jogador. "Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito", conta. "É um mapa grande, um mapa muito grande."

Nelson reforça que o trabalho em GTA 6 será uma continuação do que foi feito em 2018 e que a equipe segue avançando e "fazendo tudo o que podemos para criar o maior, mais profundo, mais densamente povoado e complexo mundo que já construímos para as pessoas se perderem."

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“Há uma quantidade enorme de coisas que você descobre de forma emergente, que não estamos necessariamente direcionando você através de objetivos, blips ou ícones em um mapa. Se você dedicar um pouco de tempo para explorar, será recompensado, e muito. É um mapa grande, um mapa muito grande”, disse o codiretor da Rockstar North, Rob Nelson.

O TGG afirma que Vice City e seus arredores serão 11 vezes maiores que Los Santos e o subúrbio que rodeia a cidade. Vale lembrar que GTA 6 é ambientado no estado fictício de Leonida e abrange várias regiões, entre elas Vice City.

GTA 6 revela sistema de relacionamento entre Jason e Lucia

O aguardado Um Olhar Estendido de GTA 6 estreou nesta quinta-feira (27) e trouxe diversos aspectos do jogo da Rockstar Games, incluindo gráficos, mecânicas, missões e um pouco do casal de protagonistas.

A prévia de GTA 6 também revelou um sistema de relacionamento inédito e mais novidades que aprofundam o amor e o crime que parecem ser a base do game.

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A expectativa para novidades oficiais (e não vazadas) de GTA 6 era tamanha que nem a Netflix aguentou e "desmaiou ao vivo" nesta quinta-feira (27). 

Vale lembrar que, para quem não tem uma assinatura ativa no serviço de streaming, a Rockstar Games também disponibilizará o conteúdo no YouTube. Para quem quer conferir a que horas sai o gameplay de GTA 6, veja quando assistir no YouTube.

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Xbox revela qual deverá ser o plano para os próximos consoles

A CEO do XBOX, Asha Sharma, afirmou em entrevista à BBC nesta terça-feira (26) que o hardware de próxima geração da marca adotará eficiência e acessibilidade financeira ao lado do desempenho. Para a executiva: "Toda a indústria precisa começar a inovar em acessibilidade financeira e eficiência."

As fabricantes de hardware têm sofrido com o aumento constante de preços, em especial pela alta no valor dos chips e pela escassez de componentes causados pela demanda massiva de data centers de IA.

Em resposta à crise, Sharma quer que o XBOX ofereça "mais escolhas em termos de como as pessoas jogam em seu console e como compram seu console." Rumores recentes apontam que o XBOX Helix e o PlayStation 6 passarão dos US$ 1 mil, assim como aconteceu com o PC compacto Steam Machine e portáteis como o novo ROG XBOX Ally X20, com tela OLED, novo chassi e preço assustador.

Sharma espera que vejamos cada vez mais negócios radicalmente diferentes do habitual da indústria, embora não tenha especificado quais seriam esses negócios. "Chegamos a um ponto em que será difícil imaginar que o grande público possa arcar com milhares de dólares para gastar em uma geração de consoles", disse a executiva. Boatos apontam que o próximo XBOX seguirá um modelo OEM, no qual outras marcas poderão vender o console, mas nada foi confirmado.

XBOX Helix XDK

"Nosso trabalho como XBOX, à medida que avançamos na nossa próxima geração, é levar em consideração o que está acontecendo no mundo e construir a melhor experiência para nossos jogadores", declarou a CEO do XBOX, Asha Sharma.

XBOX mira mídia física no futuro

Outro assunto debatido na entrevista de Asha Sharma foi a questão dos discos. A executiva não entrou em detalhes sobre o que os jogadores podem esperar quanto à mídia física, mas reforçou o novo recurso do XBOX para "preservar" esses títulos em formato digital.

"Eu sei que os jogadores amam mídia física e sei que há muitos benefícios na mídia digital, e quero garantir que as pessoas tenham escolha", afirmou Sharma à BBC.

Uma reportagem do Windows Central apontou que o fim da mídia física pode estar relacionado a um colapso na fabricação de leitores de disco, o que teria forçado o XBOX a acelerar a transição para jogos digitais.

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Hogwarts Legacy 2 vem aí! Warner Bros. confirma produção da sequência

A Warner Bros. Games confirmou oficialmente que a sequência de Hogwarts Legacy está em produção em uma carta enviada aos acionistas na última quinta-feira (6). O jogo, ambientado no universo de Harry Potter, foi o título mais vendido de 2023, ano de Baldur's Gate 3, Marvel's Spider-Man 2 e The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom.

Antes de revelar a produção de Hogwarts Legacy 2, a Warner Bros. Games recapitulou seus últimos lançamentos. "Durante o segundo trimestre, lançamos LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight (o jogo LEGO com a melhor avaliação de todos os tempos) e Game of Thrones: Dragonfire, nosso segundo jogo mobile do universo de Game of Thrones", diz a carta.

Esses projetos fazem parte da nova estratégia da divisão de games da empresa em investir em suas quatro franquias principais de mais de US$ 1 bilhão, "com investimentos disciplinados em menos títulos, porém de maior convicção". Os quatro pilares da nova reestruturação da produtora são Harry Potter, Game of Thrones, Mortal Kombat e DC.

A Warner Bros. Games escreveu: "Esperamos que a divisão de Games contribua de forma mais significativa para a lucratividade do segmento à medida que nosso pipeline se expande, incluindo o segundo capítulo de Hogwarts Legacy". A carta, então, oficializa a sequência do jogo de 2023, até então não mencionada pela produtora.

Uma vaga de emprego descoberta no fim do ano passado também indicava a existência de Hogwarts Legacy 2. A empresa estava contratando programadores de gameplay com experiência em títulos single-player com foco em história, o que sugere um foco 100% na narrativa e descarta qualquer ponto relacionado a multiplayer.

Warner Bros. voltando aos games?

A Warner Bros. Games cometeu muitos erros na atual geração, em especial com jogos como Esquadrão Suicida, que deu um prejuízo de US$ 200 milhões aos cofres da empresa, ou mesmo o fracassado MultiVersus.

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Nova decisão da Twitch sobre IA enfurece comunidade e criadores

A Twitch ativou por padrão uma opção que permite à Amazon utilizar conteúdos e lives dos canais de streamers para treinar seus modelos de inteligência artificial generativa. A ferramenta exige que usuários e criadores a desativem manualmente nas configurações.

A decisão da Big Tech, em especial a necessidade de desativar a opção, gerou revolta na comunidade e em criadores parceiros da Twitch. “Posso perguntar por que essa merda vem ativada por padrão e vocês estão fazendo as pessoas fazerem opt-out ativamente em vez do contrário, quando muitos membros da comunidade se manifestaram constantemente contra essa evolução?”, afirmou o criador conhecido como Shoto.

“Ativado por padrão é criminoso”, destacou a streamer KittyRawr. “Essa forçada de barra na narrativa da IA é tão exaustiva, meu Deus.”

Para desativar a opção, é necessário que os usuários acessem o perfil e naveguem até a aba Segurança e Privacidade. Desabilitar a função impede que a Amazon use as livestreams para treinar modelos de IA da Big Tech, mas não impossibilita a Twitch de utilizar os conteúdos para outros fins descritos no Aviso de Privacidade, conforme destaca o portal Destructoid.

O diretor de produtos da Twitch, Mike Minton, justificou publicamente a escolha de manter a opção sempre ativa: “Se fosse opt-in, ninguém faria o opt-in. Então, vai ficar ativado por padrão.” Representantes da empresa também admitiram não ter certeza se VODs do passado já haviam sido utilizados para treinar agentes de IA da Amazon.

Amazon integra IA em seus produtos

A Twitch não é a única plataforma da Amazon que sofre com a integração de inteligência artificial de alguma forma. O Prime Video, serviço de streaming da companhia, passará por reformulação total focada em IA a mando de Jeff Bezos, conforme apuração da Reuters.

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AOC aposta em monitor portátil no Brasil com tela Full HD e preço competitivo

A AOC anunciou no último sábado (8) o seu retorno ao segmento de monitores portáteis com o lançamento do modelo 16T20E2. O dispositivo conta com painel de 15,6 polegadas, tecnologia IPS e resolução Full HD (1080p), e chega ao Brasil com preço sugerido de R$ 699.

A novidade é uma aposta da marca no segmento de monitores portáteis que, de acordo com o gerente de produtos da AOC, Victor Vidal, passou de 41 mil peças vendidas para 115 mil nos últimos 12 meses no Brasil. O setor também faturou R$ 75 milhões no mesmo período.

A AOC argumenta que, apesar do crescimento exponencial dos monitores portáteis no Brasil, o segmento é dominado por marcas estreantes. A empresa espera atender a um "consumidor carente de confiabilidade", segundo Vital, que completa: "É um mercado que era dominado por marcas entrantes até agora, porque agora entrou uma marca de confiança no mercado nacional".

Um dos principais diferenciais do AOC 16T20E2 é sua capa magnética, que de proteger o painel de danos e riscos durante o transporte, além de servir como suporte. O monitor possui tempo de resposta de 4 ms e alto-falantes embutidos

“A gente faz um overdrive para 4 ms de tempo de resposta. Dificilmente vocês vão ver concorrentes divulgando isso, porque o comum nesse mercado é rodar em torno de 15 a 16 milissegundos”, afirma Victor Vital.

Vale notar que o produto não inclui bateria, o que garante uma espessura mais fina, mas pode exigir atenção dependendo do seu dispositivo. O monitor portátil precisa de alimentação externa, o que significa que ele usa a energia de outros aparelhos para funcionar. Ele exige uma fonte de alimentação de, pelo menos, 15 W para garantir o brilho máximo de 100%. Fontes mais fracas, entre 10 W e 12 W, até conseguem ligar o aparelho, mas não com o brilho no topo.

Em relação à conectividade, o monitor portátil é compatível com PCs, notebooks, smartphones e consoles, e acompanha três cabos: USB-C para USB-C, Mini-HDMI para HDMI e USB-C para USB-A. É importante ressaltar que para usar apenas um cabo na conexão do AOC 16T20E2 a um notebook ou smartphone, é necessário que o dispositivo tenha suporte a DisplayPort Alternate Mode (DP Alt Mode) na porta USB-C. Vital explica que portas USB comuns não transmitem imagem, apenas dados. Ou seja, será necessário um cabo para conexão e outro para alimentação nesses aparelhos.

AOC 16T20E2 monitor portátil

O AOC 16T20E2 não possui conexão Bluetooth ou Wi-Fi, pois o monitor não conta com processador interno nem sistema operacional próprio. Isso evita a necessidade de atualizações constantes, embora o dispositivo ainda precise de drivers em possíveis atualizações do sistema operacional, por exemplo.

AOC retorna ao mercado de monitores portáteis

Esta não é a primeira vez que a AOC investe no segmento de monitores portáteis. Em 2014, a empresa lançou o Monitor USB LED, o primeiro da categoria no mercado brasileiro.

Além de explorar o segmento portátil, a AOC também tem forte presença no mercado brasileiro de monitores gamer. Um dos modelos de destaque é o AOC 24G4/P, que o Canaltech define como ideal para o jogador competitivo.

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