Todos sabiam que o Steam Machine seria caro, mas o preço de US$ 1.049 assustou muita gente. O anúncio do valor nesta segunda-feira (22) teve um impacto forte na indústria e trouxe diversas questões — como a precificação e o subsídio da Valve.
Na verdade, a companhia pensa de forma diferente de outras como Sony, Microsoft e Nintendo. Estas vendem videogame mais barato, já que a compensação virá com o lucro dos softwares criados pelos seus estúdios. Para o engenheiro Pierre-Loup Griffais, não é da mesma forma para eles:
“Entendemos que os preços altos são menos acessíveis ao público. Estamos mais agressivos agora, tentando nos aproximar ao máximo do custo atual das partes que enviaremos. Porém, é importante lembrar que o hardware da Valve é um programa autossustentável, não subsidiado pela venda de softwares”, afirmou.
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Na prática, não há forma de reduzir o preço do console para “ganhar” nos games. Ainda que isso fosse aplicado de algum modo na sua loja digital, afastaria tanto o público que está de olho no Steam Machine quanto aqueles que continuarão a jogar apenas nos PCs.
O Steam Machine não pode ter seu preço reduzido para os valores na loja digital aumentarem (Imagem: Divulgação/Valve)
Subsídio do Steam Machine não é possível
Ainda que existam vários rumores de que a Valve subsidiou o Steam Deck, com os lucros obtidos pelas vendas da plataforma digital, Griffais nega e afirma que isso não é possível nem com o console portátil ou com o seu novo dispositivo.
Porém, ele reforça que eles sempre se mantiveram próximos ao custo dos componentes para estabelecer um preço adequado aos consumidores.
“Se você vir certos produtos, em determinado momento, pode estar abaixo ou acima do custo por uma margem pequena. Acho que existem comentários que fizemos sobre isso antes, sabe, de que o processo é mais difícil e de que tentamos chegar ao máximo perto dos custos. Será o mesmo caso do Steam Machine, certo?”, conclui o engenheiro.
O Steam Deck também não teve subsídio da Valve (Imagem: Divulgação/Valve)
Afinal de contas, por que o console é tão caro? Pela escassez de hardware, provocada pela alta demanda de data centers de inteligência artificial, os preços de memória RAM, armazenamento e diversos componentes têm aumentado cada vez mais.
Em outras palavras, o valor dele é de US$ 1.049 por ter um custo elevado para a sua produção. Se todos os chips vão para a IA, o que sobra se torna “raro”, portanto, gera uma demanda maior — o que, automaticamente, torna seus preços mais agressivos.
Como a Valve não trabalha com subsídio, que é reduzir de um lado para compensar do outro, o videogame precisa ser autossustentável. Ele precisa gerar lucros, nem que sejam mínimos, para se pagar e possibilitar a produção de outros.
Quando essa escassez chegar ao fim, é possível que os valores sejam reduzidos e ele se torne mais acessível. No entanto, a “melhor das previsões” aponta que devemos esperar para ver isso de 2028 em diante.
O Universo Ultimate da Marvel Comics chegará ao fim em breve, com o derradeiro confronto final contra o Criador — o grande “arquiteto” que estabeleceu a realidade em que vivem sem heróis e totalmente corrompida por uma aliança de vilões.
Contudo, nem todos vão sair ilesos dessa disputa. Na prévia de Ultimate Universe: Finale #1 é revelado que a guerra será avassaladora para o lado dos benfeitores e se resumirá a apenas quatro sobreviventes.
Será pelo ponto de vista dessas quatro figuras heroicas que veremos como a trama iniciada em 2023 será encerrada em “definitivo” (ao menos por enquanto). Além do Homem de Ferro, quem mais ajudará a contar essa história em seu fim?
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Os heróis do Universo Ultimate
Ainda que o Homem de Ferro seja o motor principal deste capítulo mais recente da Marvel Comics, vale lembrar que Tony Stark aqui é o “Rapaz de Ferro”. Jovem e com um sonho, ele tentou ao máximo unir os Supremos para derrotar as forças do Criador, entre aliados e inimigos ao longo das HQs.
O Rapaz de Ferro sobrevive ao lado de outros três super-heróis (Imagem: Divulgação/Marvel Comics)
Somado ao personagem, sobreviveram à batalha final a Tempestade, Pantera Negra e o Dentes-de-Sabre (que aqui é um herói). Eles são o ponto de despedida para esta realidade, mas também serão os responsáveis por reunir os cacos deixados pelo Criador e pelos demais vilões.
O capítulo, divulgado recentemente, mostra que Ultimate Universe: Finale #1 servirá como um epílogo. Ao lado de Ultimate Endgame #5, ele ajuda a mostrar o que ocorre depois que a batalha acaba e os super-heróis precisam reerguer a Terra outra vez.
Na HQ, vemos Stark perguntar “como está se sentindo?” para o mundo, o que dá uma sensação agridoce de que a trama não continuará em um futuro breve. Na prática, verá realmente um fim — que existirá até outro autor decidir explorar outra trama dentro disso, o que pode demorar bastante para acontecer.
Além do Homem de Ferro
O Universo Ultimate foi concebido no início dos anos 2000, com a intenção de renovar a imagem de seus maiores heróis para a geração atual de leitores. Ali não existiam os Vingadores, mas sim os Supremos. Peter Parker teve várias histórias ao longo dos anos, mas foi substituído por Miles Morales após sua morte.
Contudo, nenhuma mudança foi tão brusca quanto no Quarteto Fantástico. Nas HQs, vimos Reed Richards adotar uma persona mais cruel e sem esperanças, até tomar a decisão de mudar seu nome para o Criador e reiniciar toda a realidade do zero — para moldá-la da forma como quisesse.
O vilão tentou, por diversas vezes, tomar o controle, porém viu o fim durante as Guerras Secretas (2015). No mega evento, o Doutor Destino conseguiu misturar as realidades e mexeu com o multiverso de forma que muitas delas sumiram e alguns elementos “sobreviveram” no Universo-616 (o principal).
Em Guerras Secretas, todas as realidades se fundiram em uma só (Imagem: Divulgação/Marvel Comics)
Pela iniciativa de Jonathan Hickman, decidiram retomar a sua história sob um novo ponto de vista. Nela, Peter Parker era casado e tinha dois filhos. O Capitão América continuava congelado. Vários heróis sequer sabiam de sua própria essência ou tinham razões para lutar.
É neste espaço que o Rapaz de Ferro aparece, com a revelação dos planos do Criador. Assim, reúne mais uma vez os Heróis Mais Poderosos da Terra para combatê-lo — assim como os diversos vilões que se aliaram a Reed Richards.
Com o início da pré-venda de GTA 6 em breve, a NordVPN volta a alertar o público sobre golpes baseados na versão de PC — que, até o momento, não fará parte deste lançamento em novembro de 2026.
Para a companhia, o “medo de ficar de fora” (FOMO) pode levar muitas pessoas a baixarem malwares ou caírem em páginas falsas. Por conta disso, os farsantes levam o público a acreditar que a versão está disponível:
“O título chegará inicialmente no PlayStation 5 e XBOX Series, com um port para PC esperado para depois — e esta brecha é exatamente o que os golpistas querem explorar”, revelou a companhia em um anúncio oficial.
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A NordVPN alerta que estes cibercriminosos estão “mirando na única coisa que os usuários não terão em breve: GTA 6”. Apesar de mencionar a versão para computadores, também nota que há golpes com um suposto teste beta para dispositivos Android.
Até o momento, a versão de GTA 6 para PC não tem sequer previsão de lançamento (Imagem: Divulgação/Rockstar)
Como funciona o golpe de Grand Theft Auto VI?
A companhia de segurança digital encontrou sistemas falsos de chaves beta e assinaturas para o game, com artes oficiais para garantir a sua legitimidade. Além disso, os golpistas pediam aos usuários para assinarem formulários, o que reduz suspeitas.
Até mesmo telas falsas de “você é um robô?” são exibidas, para manter toda a ação como autêntica. A partir disso, as pessoas baixam apps e softwares que redirecionam para páginas de phishing ou instalam adwares e ransomwares.
Também são vistas versões repack da obra, mas que estão infectadas com trojans. O processo é complexo para enganar o usuário: agentes maliciosos criam clones de sites conhecidos de pirataria e distribuem malwares para o Windows, disfarçados de supostos arquivos do título.
A NordVPN alerta que é muito importante prestar atenção nos anúncios oficiais, já que os criminosos se aproveitam da vontade das pessoas de jogarem o lançamento da Rockstar.
“Golpistas brincam com a curiosidade e com o FOMO, então evite qualquer oferta relacionada a GTA 6, links e mensagens que despertam essas emoções. Use verificadores de link para testar links suspeitos, que também podem ajudar a evitar que se torne uma vítima”, afirma a companhia.
O lançamento do anime Witch Hat Atelier na Crunchyroll fez um estrondoso sucesso na atual temporada, com destaque para a sua narrativa, animação de qualidade e personagens carismáticos.
Para trazer isso de forma adequada ao nosso Brasil, a plataforma de streaming e o estúdio DuBrasil (Frieren e a Jornada para o Além, Diários de uma Apotecária) realizaram um trabalho intenso com sua dublagem para dar voz a essas figuras.
Em conversa exclusiva com o Canaltech, o diretor de dublagem Guilherme Marques e os dubladores Helena Violante e Lucas Gama (Coco e Qifrey, respectivamente) revelaram detalhes desse processo de trazer vida aos heróis, assim como o que esperar do fim do primeiro arco.
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Um dos pontos altos da conversa foi sobre os desafios técnicos para trazer a história dublada ao público. De acordo com Guilherme, esse é um projeto muito minucioso, feito pela sua equipe em conjunto com a própria Crunchyroll.
O diretor de dublagem revelou que tudo é discutido, para ver como a narrativa será contada da melhor forma. Além da expertise dos dois lados, eles levam em consideração também o que provocará menos estranhamento nos fãs da obra.
Um exemplo disso é o reconhecimento de que o título não foi a primeira entrada de Witch Hat Atelier no país. Com isto em mente, eles buscam a melhor forma de traduzir seus elementos.
“Já existe uma tradução oficial que é a do mangá. Isso precisa ser respeitado, para não chocar o público. É todo um trabalho em equipe, mas chega para nós como ‘estes são os termos’ e vemos um por um. Às vezes temos de retrucar algum e dizer: ‘Pô gente, não é melhor isso aqui a gente fazer de outro jeito’ ou ‘Olha, isso aqui no mangá está diferente’”, revela Guilherme.
O diretor reforça que muito deste esforço já chega “mastigado” ao estúdio, já que a Crunchyroll define previamente como eles querem o nome dos personagens, título da animação e outras características. Contudo, eles dão vida a tudo isso durante as gravações.
“Nossa missão vira uma questão da interpretação, de trazer isso para o português e justamente entender o que foi feito no original para adaptar do japonês. Se tornar uma coisa que soe familiar para todos e que nos comove. Trazemos estilos de interpretação diferentes, uma outra melodia, com um jogo de palavras único e uma forma distinta de dividir as sentenças”, afirma o responsável pela dublagem de Witch Hat Atelier.
Para Guilherme Marques, eles atuam como regentes de uma sinfonia. Pegam o anime em japonês, as exigências de plataformas como a Crunchyroll e o mangá para compor a sua própria interpretação da obra.
“O trabalho, ao lado da tradução e com os atores dentro do estúdio, é orquestrar essa parte toda. Tecnicamente, cada um deles chega em um período ou dia completamente diferente para fazer só as suas falas. Meu olhar como diretor serve justamente para alinhar todos para que as coisas, depois de montadas, conversem adequadamente e a gente extraia o que eles e seus personagens têm de melhor”, reforça o diretor de dublagem
O mangá de Witch Hat Atelier é publicado no Brasil pela Panini Mangás (Imagem: Divulgação/Panini)
Determinadas características deste processo podem se tornar grandes desafios, principalmente quando uma história segue em andamento. Para não terem de realizar mudanças bruscas, o estúdio tem de estudar cada escolha com cuidado.
Em Witch Hat Atelier, Guilherme teve uma tarefa adicional com o personagem Iguin. O misterioso vilão traz uma presença que impacta diretamente no processo de dublagem — tanto no original japonês quanto no brasileiro.
“A voz japonesa de Iguin é feita por uma dubladora, uma atriz. Porém, ela também faz personagens masculinos. Além disso, seu visual é um pouco mais andrógino, apesar de eles serem muito reservados quanto a vida particular. Para entendermos quem é aquela pessoa e transportar isso para cá, deu trabalho”, revela o diretor.
Ele enxerga esta dualidade como algo complexo para ser encontrado, mas que conseguiram um dublador com um potencial de voz similar para fazer este processo na versão em português brasileiro da obra.
“Tivemos de buscar alguém, no caso o Fellipe Defall, para termos só essa característica. É importante lembrar que não sabemos que personagem é esse. Nem no mangá isso foi revelado. Então, qual é a sua identidade? São pegadinhas, coisas que precisamos nos atentar para não tomar uma surpresa ali na frente e ter de rever tudo que foi feito”, conclui.
A magia da voz em Witch Hat Atelier
Toda a trama gira em torno de Coco, uma menina encantada por magia que acaba com um livro misterioso em suas mãos. Sem entregar muitos spoilers, a história passa a andar quando ela causa um acidente e envolve sua mãe no seu descuido.
A partir disso, ela descobre a verdade sobre o mundo mágico e é levada por Qifrey para treinar suas habilidades. Porém, não só isso, mas também serve como fio condutor para identificar quem foi o responsável por dar este livro nas mãos dela e quais são os seus objetivos.
Para dar voz à Coco, Helena Violante traz como uma de suas grandes forças a sua proximidade com a protagonista. Para a dubladora, o que encanta cada uma é o que uniu as duas durante as gravações de Witch Hat Atelier.
“Eu acho que ela tem muito, muito a ver comigo. Eu gosto demais da determinação dela. Vejo que a paixão da personagem por magia é igual a minha pela dublagem. Acho que isso é o que eu mais me identifico com ela. Além disso, ela é sensível, muito determinada no que faz, tem otimismo e sempre pensa que tudo vai dar certo”, revela Helena.
Apesar de ver o mundo com positividade, a figura também carrega temores e uma baixa autoestima. De acordo com a voz de Coco, esse também foi um fator que as aproximou.
“Ela também tem um pouco de pessimismo às vezes, em alguns momentos a vemos falar: ‘Ai, não vou conseguir. Professor Qifrey, me ajuda’. Isso combina comigo, porque quando fiz o teste, me questionei muito se ia passar”, afirmou a dubladora.
Conforme vemos a protagonista evoluir nas telas, Helena Violante revela que aprende muito e isso traz um crescimento maior. A jovem iniciou na carreira há pouco tempo e acredita que será vista de outra forma no mercado, a partir deste projeto.
“Interpretar a Coco impactou bastante na minha carreira. É uma bagagem enorme para mim, porque eu sou dubladora há 3 anos só. Pegar uma personagem tão importante, para mim, foi um ponto de virada. Eu sinto que, aos poucos, estou evoluindo e crescendo muito mais graças a ela”, reforçou.
Além de fazer parte do elenco de Witch Hat Atelier, Helena também foi responsável por dublar 12B em NieR: Automata Ver.1.1a; Alicia Glenfall (criança) em Clevatess e Charlotte Anana, uma das filhas da vilã Big Mom em One Piece.
Como dublar um personagem misterioso?
Enquanto Helena Violante dá voz à Coco, Lucas Gama empresta a sua ao misterioso professor Qifrey — que tem seus próprios objetivos dentro da obra e investiga o grupo de vilões que tem agido por trás das sombras.
Qifrey é o mestre da protagonista de Witch Hat Atelier e de suas amigas (Imagem: Reprodução/Crunchyroll)
Na trama, ele é o responsável por salvar a protagonista de um grande acidente e passa a ensiná-la no caminho mágico. Contudo, ele não revela tudo o que sabe e o que pretende quando cumprir sua missão e torna sua presença dúbia na trama.
Na visão do dublador, este é um dos aspectos que ele mais gosta quando grava as falas do tutor. Toda esta aura ao redor dele permite que ele explore bastante o “professor” com todas as nuances que carrega.
“O Qifrey é uma pessoa que você não sabe qual que é a dele. Acho que esse é o mais divertido de fazer, porque quando você pensa que ele é um anjinho, supertranquilo, aparece um outro lado dele mais misterioso e você se pergunta: ‘qual que é desse cara, hein?’. Assim podemos brincar com a voz e com a interpretação, tem também muitas quebras de personagem, com as meninas e com todos os outros, então é muito divertido”, diz Lucas.
Ele admite que ele próprio tem um lado semelhante ao do mestre, que também ajuda a se aproximar melhor durante todo o processo para dar sua voz.
“Sou uma pessoa tranquila, muito ‘de boas’. O Qifrey é ‘tranquilão’ também. Ele é muito da paz, assim, pelo menos deste lado que conhecemos dele, é o meu lado também. Foi muito gostoso poder dar voz a ele, um presente muito grande. Também é uma grande responsabilidade, já que tinha muita gente na expectativa de como seria a voz dele”, reforça o dublador.
Imersão em Witch Hat Atelier
Uma das características que mais encantou Helena Violante e Lucas Gama no desenho foi a animação, que apresenta um patamar similar ao que é visto em obras que chegam aos cinemas — como nos capítulos extras de Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba e Chainsaw Man.
Este detalhe impressionou e foi a garantia de que a obra seria extremamente popular. Os dubladores afirmam que não conheciam o material original nesta época, mas que todo o universo ao redor os cativou da mesma forma.
Para Helena, ver o projeto em ação foi surpreendente e mostrou a força que ele teria junto aos apaixonados por animes. Ela detalha que o combo da expectativa com a qualidade foi um tiro certeiro na comunidade.
“Eu não conhecia o mangá na época, mas quando vi o trailer, achei a animação muito bonita. Eu pensei: ‘Nossa, vai ser muito popular’, porque a galera estava esperando muito. A obra já estava em produção há mais de três anos, eu acho. Depois que descobri isso, foi o momento que eu me toquei: ‘Nossa, eu acho que vai bombar’”, revelou a dubladora.
Durante a conversa, Lucas levantou o volume 5 do mangá de Witch Hat Atelier e declarou: “Não conhecia a história, aí depois, quando descobri, fiquei completamente apaixonado. Inclusive, comprei todos os volumes de mangá e é muito bom”. No seu ponto de vista, conhecer o material original é importante.
“Nada é melhor também do que você absorvê-lo da raiz. Entender as motivações dele. E acho que, eu vou descobrir em breve”, afirmou, enquanto mostrava a página na qual estava da publicação.
O dublador também ressalta que isso funciona bem para ele, durante o processo de compreender as figuras que interpreta e suas intenções com cada movimento realizado na história. Assim, ele crê que traz o melhor de cada oportunidade.
“Pensei: ‘Quero fazer meu trabalho da melhor forma possível e entendê-lo, porque ele é muito complexo. Recebemos o anime de forma semanal ou quinzenal, mas vocês veem quinzenal. Então, eu refleti que queria saber qual é a pegada do personagem, para explorar e entender melhor, falar com mais propriedade também”, revela Lucas Gama.
Lucas Gama mergulhou na trama de Qifrey para interpretar o personagem (Imagem: Reprodução/Crunchyroll)
Por fim, Guilherme Marques destaca que a magia do título, na verdade, mescla todos estes comentários em uma história. Para o diretor de dublagem, não se trata de apenas um elemento que faz toda a aclamação da obra, mas sim um conjunto de qualidades.
Em sua visão, todas as características que se reúnem em Witch Hat Atelier são complementares — da trama aos personagens, com destaque também para a abordagem e a forma como tudo é construído diante dos espectadores.
“Eu vejo que o anime tem uma sensibilidade muito grande. Na relação e história, no crescimento também, já que lidamos com quatro protagonistas crianças. Mas todas têm um histórico, uma bagagem e um drama, que vamos descobrindo e trabalhando. A Coco, por exemplo, já vem com esse histórico dela um pouco mais desenhado, mas com uma intensidade dramática. O Qifrey, por outro lado, a gente vai descobrindo”, afirma Guilherme.
Contudo, todo o projeto em volta da produção também merece destaque e ele ressalta a importância de tudo se conectar tão bem — mesmo que acredite que a verdadeira joia da animação seja a forma como é mostrado o avanço das heroínas.
“Além disso, tem a parte técnica que é belíssima. Porém, minha interpretação sobre o diferencial dela tem sido sentido pela construção dos personagens. Eles não são uma coisa só, a gente acha que eles vêm de um jeito, aí você descobre, entende e eles vão evoluindo. Esse progresso é um grande diferencial, é o que torna Witch Hat Atelier ainda mais bonito”, revela o diretor de dublagem.
O fim da primeira temporada
Apesar de não poder dar spoilers sobre o fim da primeira temporada da animação, Guilherme promete que veremos cenas que podem mudar a nossa percepção sobre tudo o que foi apresentado até aqui.
O fim da primeira temporada promete revelações sombrias (Imagem: Reprodução/Crunchyroll)
Ele revela que já assistiu a todos os episódios, apesar de não tê-los liberado para a equipe de voz de forma tão antecipada. Contudo, nos dá uma pequena visão do que esperar para o fim deste arco atual.
“Eu acho que é um final que vai deixar um gancho muito legal para uma próxima temporada, que eu espero que venha logo, não demore outros três anos. Vai trazer uma evolução dos personagens muito grande e algumas surpresas, personagens novos e alguns dramas um tanto pesados”, diz.
Já Helena Violante e Lucas Gama revelam que sentem uma grande gratidão pelo público ter acompanhado sua jornada em Witch Hat Atelier. A segunda temporada já foi confirmada e está em produção, mas eles apontam que estão focados ainda neste fim da história.
A dubladora de Coco diz que está muito feliz com todo o carinho dos fãs, o que ajudou a obra a se tornar um grande sucesso também no Brasil.
“Quero dizer que eu amo todos vocês. Também gostaria de agradecer muito pelo carinho que vocês têm com o anime, com os dubladores em português brasileiro. Fico muito feliz que está se tornando popular, que as pessoas gostaram e eu quero muito que, quando acabe a temporada, tenha aquele gostinho de quero ver mais. Quero a próxima temporada logo, porque está muito legal”, afirma Helena.
Por outro lado, a voz de Qifrey revela que a resposta dos espectadores nas redes sociais foi intensa e também segue contente demais com a repercussão que tem visto.
“Recebi muitas mensagens no TikTok, Instagram, YouTube, no X e as pessoas curtiram bastante. O pessoal nos defende também e ficaram muito felizes com as escolhas de vozes. Então eu só tenho que agradecer, principalmente ao fandom, a todo mundo que acompanha dublado e que torce pela gente. Espero que venham muitas temporadas para a gente curtir, se divertir e descobrir também mais mistérios, porque olha, tem babado”, diz Lucas.
Ele conclui com um agradecimento especial para os fãs de Witch Hat Atelier e quem acompanhou sua carreira ao longo dos anos.
“Gostaria de agradecer infinitamente a todos que acompanham o anime e dizer que estou me esforçando. Todos estão fazendo um trabalho muito legal, sem exceção, e eu acho que vocês vão gostar muito dessa reta final. Eu sei que está muito legal. Obrigado, 1 milhão de vezes, porque sem o público, sem todo mundo para dar apoio à gente, a gente não estaria aqui”.
O último episódio da primeira temporada de Witch Hat Atelier foi lançado nesta segunda-feira (22) e conclui o arco inicial com 13 episódios. No momento, todos estão disponíveis para assistir na Crunchyroll.
Já a próxima, ainda que em produção, segue sem uma data prevista de estreia. Mais informações devem ser divulgadas pelo estúdio e pela plataforma de streaming nos próximos meses.
Você está prestes a disputar suas primeiras partidas de EA Sports UFC 6 e deseja começar em grande estilo? Com diversos lutadores brasileiros, o novo game da Electronic Arts trouxe o que há de melhor em nosso país no cenário das artes marciais mistas.
O elenco completo conta com mais de 150 atletas jogáveis, com mais de 17% deles em nossa categoria nacional. Obviamente, isso já chama a atenção na própria capa do título — que conta com Alex “Poatan” Pereira como a principal estrela.
No entanto, ele não é o único que vai disputar espaço entre os fãs e até o multiplayer online no PlayStation 5 e no XBOX Series. São dezenas lutadores “BR” que tentarão obter o cinturão, mas também nos representar dentro do jogo.
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Quer conhecer quais lutadores brasileiros estarão em EA Sports UFC 6? Confira abaixo.
O poder masculino em números
O elenco de lutadores brasileiros é composto por vários nomes de peso no país, com diversos que fizeram história e outros que ainda mostram a garra do povo brasileiro nos octógonos ao redor do planeta.
Porém, é importante notar que a lista pode ser modificada sem aviso prévio. Atletas podem ser removidos (devido a processos internos, crimes ou qualquer imprevisto que ocorrer enquanto o título estiver no ar) ou incluídos em DLCs e expansões. São alguns deles:
Alex “Poatan” Pereira
Glover Teixeira
Mauricio Ruffy
Jailton Almeida
Patricio Pitbull
Gregory Rodrigues
Charles “do Bronx” Oliveira
Rafael dos Anjos
Antonio Rodrigo Nogueira
Alexandre Pantoja
Pedro Munhoz
Deiveson Figueiredo
José Aldo
Jean Silva
Edson Barboza
Diego Lopes
Renato Moicano
Caio Borralho
Anderson “The Spider” Silva
Vicente Luque
Vitor Belfort
Paulo Costa
A elite feminina em UFC 6
Apesar de EA Sports UFC 6 ter poucos nomes entre as mulheres em comparação ao cenário masculino, as lutadoras brasileiras também nos representam e mostram a força de nosso país nos videogames.
Assim como os homens, atletas podem ser retirados ou incluídos conforme novas atualizações e pacotes são adicionados ao título. Entre os lutadoras disponíveis, estão:
Natalia Silva
Amanda Nunes
Amanda Lemos
Jéssica Andrade
Natalia Silva nos representa no octógono e também fará isso em UFC 6 (Imagem: Divulgação/UFC)
Entre os lutadores masculinos, a divisão entre os personagens será entre Peso-Mosca, Peso-Galo, Peso-Pena, Peso-Leve, Peso Meio-Médio, Peso-Médio, Peso Médio-Pesado e Peso-Pesado. Já no feminino, há apenas três divisões: Peso-Palha, Peso-Mosca e Peso-Galo.
Quem você escolherá em UFC 6?
Com tantos brasileiros no elenco, é impossível você não ter um favorito enquanto luta com seus amigos ou disputa partidas online, não é? Ainda que os nomes mais conhecidos atraiam, também recomenda-se dar oportunidade para aqueles que chegaram agora. Talvez saia uma ou mais surpresas dali.
Com lançamento agendado para o dia 19 de junho de 2026, a Electronic Arts trará EA Sports UFC 6 exclusivamente para os consoles PS5 e XBOX Series. Não há previsão para estreia nos PCs ou até no Nintendo Switch 2 no futuro.
A Marvel Comics sabe trabalhar muito bem o conceito de antagonismo, o que geralmente traz duas figuras cujos ideais e sentimentos opostos entram em conflito direto. Seja entre os heróis e vilões, seja entre o próprio grupo de protetores da Terra, há brigas das quais ninguém escapa nas HQs.
Dito isso, não há seres mais opostos do que o Justiceiro e Deadpool. Um é metódico e implacável, até demais, no combate contra os criminosos. O outro, literalmente, não leva nada a sério — muito pelo contrário, diga-se de passagem. Sempre que os dois se encontram, saem “faíscas” difíceis de não virar um incêndio.
Ainda que o encontro de ambos os anti-heróis seja perigoso, é exatamente essa a nova promessa da Marvel: um crossover entre o vigilante e o mercenário para “resolver tudo” em definitivo. Se isso será bom ou não (para algum deles, ao menos, pode ser negativo), confira abaixo:
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União ou disputa de Justiceiro e Deadpool?
A editora anunciou que os dois personagens vão se encontrar em breve nas HQs. Uma imagem de teaser foi compartilhada, com o símbolo do mercenário tagarela repleto de marcas de tiro, corte e até fogo ao seu redor. Já do outro lado, vemos uma verdadeira zoeira do “DP”: com desenhos e frases na icônica caveira.
Na mensagem, a Marvel Comics é bem categórica: “Deadpool. Justiceiro. Isso não acabará bem”. Afinal de contas, não há qualquer chance de um encontro dos dois não esgotar a paciência de Frank Castle. Na prática, todos sabemos o que acontece toda vez que ela chega ao fim.
Os dois já se encontraram algumas vezes e, de fato, um dos lados não se saiu bem ou inteiro. Inclusive, uma das principais tramas de Zumbis Marvel (2005) é sobre o vigilante sobreviver ao apocalipse zumbi — enquanto o outro virou um morto-vivo que sempre se regenerava e voltava a incomodar o anti-herói.
Um aspecto da nova HQ é que o “X” em meio aos dois símbolos não especifica se eles vão se unir ou batalhar. Que os personagens se desentenderão é um fato, mas a dúvida é se isso ocorrerá durante uma missão conjunta ou em lados opostos.
HQs de tarja vermelha
Ainda que o encontro gere hype, é importante levar em consideração que ele também possa abrir as portas para uma história verdadeiramente adulta para os dois personagens. É possível manter o senso de humor de Deadpool sem resumi-lo a brincadeiras — com um risco real ao Justiceiro.
Tê-los em uma história mais séria e cheia de nuances poderia enriquecer mais ambos os anti-heróis, sem cair no campo de “outro crossover” dentro do Universo 616. Deste tipo, Frank Castle já está repleto recentemente: da caça à Gata Negra à sua aparição no filme Homem-Aranha: Um Novo Dia, há espaço para a diversão. Se haverá também para uma trama séria, resta ser visto.
Um novo vazamento sobre Batman Parte II aponta que o ator Sebastian Stan não interpretará Duas-Caras, mas outro vilão da galeria da DC Comics: Victor Zsasz. Ainda que o personagem não seja marcante nas HQs, há possibilidade de se encaixar bem no universo criado por Matt Reeves nas telonas.
Dentro das histórias em quadrinhos, a figura é um serial killer “comum” — seu único diferencial é marcar a própria pele a cada vítima. Inclusive, isso manteria o clima criado pelo seu antecessor, com o Charada como principal antagonista do super-herói.
A informação foi revelada pelo insider Jeff Sneider, porém é bom ter em mente que ela não foi confirmada pelo diretor e pela Warner Bros. Pictures. Em alguns casos, rumores e vazamentos surgem de versões iniciais do roteiro e estas podem sofrer alterações ao longo do projeto.
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Dito isso, o Duas-Caras aparentemente será importante também em Batman Parte II. Porém, em vez de ser interpretado por Stan, o personagem será vivido por Brian Tyree Henry (Trem-Bala e Hotel Artemis) — que, até o momento, seguia sem um antagonista ou coadjuvante atribuído dentro da obra.
Batman Parte 2 poderá ter Victor Zsasz como seu maior antagonista (Imagem: Divulgação/Warner Bros. Pictures)
Batman Parte II e Victor Zsasz
Apesar de não ter nenhuma participação marcante, seja nas HQs, seja em animações ou games, o vilão pode ser uma boa escolha para a trama do longa-metragem. Assim como a produção conseguiria manter o ritmo investigativo, incluiria outra figura “humana” dentro do universo de Gotham.
Falta a Zsasz o carisma, mas com o roteiro certo, ele pode ter o apelo ideal para ser mostrado como ameaça para a cidade. Além disso, seu passado já tem conexão direta com personagens que aparecem no primeiro filme: em 1996, sua trama de origem mostra que ele perdeu a sanidade ao apostar sua fortuna no Iceberg Lounge — base operacional do Pinguim.
Quando teve de largar todo o seu dinheiro no local, ele passou a alimentar o vazio que ficou pela sua sede insaciável por assassinatos. O palco está literalmente montado para que o vilão apareça, ainda que sua presença não tenha sido confirmada por Sebastian Stan e por Matt Reeves.
O debate afasta um pouco os rumores de que serão vistos a Corte das Corujas e o Sr. Frio em Batman Parte II, mas se torna mais próximo da proposta do antecessor ao mostrar um vilão criado pela própria cidade e suas atividades criminosas. Uma das características que tornou o primeiro filme um sucesso foi justamente essa.
A Universal Pictures divulgou nesta terça-feira (16) o primeiro trailer completo de Shrek 5. A história levará o ogro e o Burro a uma aventura inédita, ao lado dos três filhos do protagonista — agora adolescentes.
Um dos maiores destaques é a mudança no estilo de animação, distinta do design consagrado entre 2001 e 2010. Além disso, o vídeo foca em piadas feitas para atender ao público mais jovem e moderno.
A prévia já está dublada, mas a versão em inglês contará com o retorno de Mike Myers, Cameron Diaz e Eddie Murphy nas vozes originais. Nomes como Zendaya (Euphoria e Duna), Marcello Hernandez (Um Maluco no Golfe 2) e Skyler Gisondo (Superman e Fora de Série) se juntam a eles como os trigêmeos Felicia, Fergus e Farkle.
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No trailer de Shrek 5, vemos Burro convidar o “herói” para uma nova missão — que envolve revisitar alguns lugares conhecidos da franquia, assim como encontrar novos rostos: Olaf, por exemplo, é um dos que serão parodiados na nova trama. Confira:
A produção do novo Shrek
Com estreia agendada para 2027, a obra será dirigida por Conrad Vernon e Walt Dohrn, dois veteranos da saga que já trabalharam em diversos outros projetos para a DreamWorks — como Madagascar 3: Os Procurados e a trilogia Trolls.
Além desses nomes, retornam também Gina Shay (Shrek para Sempre) e Chris Meledandri (atual CEO da Illumination Entertainment, que trouxe Meu Malvado Favorito, Minions e as adaptações de Super Mario Bros. aos cinemas).
Um novo vazamento aponta que a Sony Interactive Entertainment (SIE) se unirá à onda de demissões que assola a indústria de jogos, com diversos estúdios PlayStation sob ameaça de fechar as portas a partir do dia 1 de julho de 2026.
Segundo o jornalista francês Sylvain Trinel, uma verdadeira “catástrofe” vai atingir este mercado. Além da XBOX, companhias como Bethesda, BioWare, DONTNOD e a Quantic Dream também passarão por reestruturações a partir do próximo mês.
Não foi revelado quais desenvolvedoras da SIE correm risco, mas entre os nomes cotados estão a Bungie e Housemarque — responsáveis por fracassos comerciais recentes como Marathon e Saros. Contudo, Trinel afirma que não serão os “únicos” que sofrerão com a demissão em massa.
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Recentemente a dona da marca PlayStation já causou muitas polêmicas por encerrar as atividades de estúdios como a Bluepoint Games e a Dark Outlaw Games em 2026 — com um total de sete em seis anos, mas pelo visto este número aumentará.
A Bluepoint Games foi apenas o início de um verdadeiro apocalipse demissional (Imagem: Divulgação/PlayStation)
PlayStation e XBOX preparam “apocalipse demissional”
Um movimento similar foi visto durante a pandemia, que não envolvia apenas Sony e Microsoft dentro da onda de demissões. Ubisoft, Electronic Arts, Embracer Group, Activision Blizzard e diversos outros organizaram um verdadeiro “massacre” nos últimos anos.
Porém, a promessa é que, desta vez, o impacto será bem maior. A nova ação, encabeçada pela PlayStation e XBOX, tem potencial para ser um grande “apocalipse” de demissões em massa — com mais estúdios que fecharão as portas, desenvolvedores desempregados e títulos cancelados.
Ainda assim, é importante notar que apesar das informações virem de fontes confiáveis e que já comprovaram (diversas vezes) terem contatos fortes neste meio, nenhuma delas foi oficialmente confirmada pelas responsáveis. Não que se deva esperar por um anúncio sobre o caso, mas trate os detalhes com cautela.
A nova sinopse de Homem-Aranha: Um Novo Dia revela que possivelmente veremos um conflito entre o Amigão da Vizinhança e a personagem de Sadie Sink — que pode ser Jean Grey, uma das membros fundadores dos X-Men e mutante nível ômega.
A descrição aponta que Peter Parker vai encarar um oponente invisível, enquanto passa simultaneamente por transformações que não conseguirá controlar sozinho. Embora a descrição mantenha o mistério, fica claro que o super-herói lidará diretamente com esse “perigo”.
“É UM NOVO DIA. Lutar contra o crime em tempo integral como Homem-Aranha, em um mundo que não se lembra dele -— e a pressão de ver seus amigos seguirem em frente sem ele — despertam uma mudança em Peter que ele pode não ter o poder de controlar. Porém, esta transformação também será a única coisa que impedirá uma nova ameaça chocante à cidade e aqueles que ele ama — um vilão poderoso que ninguém pode ver. O mundo pode ter se esquecido dele, mas ele não se esqueceu de todos”, diz a sinopse.
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Na prática, já foi confirmado em Homem-Aranha: Um Novo Dia vilões como o Escorpião, Lápide, o clã da Mão, Tarântula e o Bumerangue. Nas HQs e outras mídias, nenhum deles possui o poder de ficar “invisível”. Contudo, o trailer mostra que há uma pessoa que controla mentes e corpos que age nas sombras.
A "ameaça" de Jean Grey
Ainda que a mutante tenha ao seu lado a “Força Fênix”, que é um risco gigantesco para o Universo Marvel, por conta própria a personagem sempre foi uma defensora da justiça e representou o heroísmo ao lado dos X-Men por décadas.
Mesmo que exista um confronto entre Jean Grey e Homem-Aranha no novo longa-metragem, isso tudo pode ser um grande mal-entendido dentro da trama. Ela pode tentar impedir a suposta figura oculta, mas deixar rastros que colocam as suas intenções em xeque.
No entanto, é certo que se tem alguém que sabe ficar “invisível” é ela — mesmo que não seja no sentido literal. Ela pode esconder a sua presença telepaticamente, sem ninguém identificar que existe outra pessoa por perto ou em determinado espaço.
Como Peter Parker vai se deparar com ela? É preciso compreender que o “Sentido Aranha” ultrapassa as barreiras psicológicas e pode mostrar a ele que existem riscos que não são vistos ao seu redor. Com seu poder em evolução, isso não soaria nada estranho ou fora do tom, inclusive.
Por fim, vale lembrar também que não foi confirmado que Sadie Sink viverá o papel de Jean Grey. A informação foi espalhada por supostos insiders e adotada pela comunidade, mas não tome como uma verdade absoluta até o anúncio oficial da Sony Pictures ou a estreia do filme.
A chegada do novo Homem-Aranha
Com estreia agendada para o dia 30 de julho de 2026, Homem-Aranha: Um Novo Dia promete integrar ainda mais o personagem dentro do MCU. Além da confirmação do Hulk e do Justiceiro na obra, os rumores sobre a introdução para os X-Men reforçam que este será um capítulo importante para os filmes.
O Homem-Aranha vai encarar um recorde de vilões simultâneos em um filme só (Imagem: Divulgação/Sony Pictures)
Uma coisa é certa: um recorde de vilões simultâneos será batido neste longa. Já são seis oficialmente, o que inclui a figura misteriosa descrita na sinopse — um número mais elevado do que qualquer outra produção já vista do aracnídeo.
É importante lembrar que Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021) trouxe um número menor: Duende Verde, Doutor Octopus, Electro, Homem-Areia e Lagarto. O acréscimo talvez justifique a presença de Bruce Banner e Frank Castle dentro da narrativa.
A série Spider-Noir tem feito um sucesso estrondoso e alavancou a curiosidade do público. Afinal de contas, seu estilo e forma de contar a história destacaram um nicho pouco explorado em filmes e séries atuais: o clima “noir”.
Popularizado por mostrar a vida de detetives cansados e moralmente ambíguos, gangsters, crimes sem solução, muitas sombras e uma sociedade que não aguenta mais viver nessas condições, o gênero pode ter um visual “antigo”, mas traz vários debates que conversam com a atualidade.
A estética preto e branco/colorida é apenas um dos aspectos desse universo, mas várias obras podem te ajudar a compreender de onde esse movimento vem e, quem sabe, até para onde vai. Veja a seguir uma lista com 12 filmes noir para quem gostou de Spider-Noir.
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12. À Beira do Abismo
O longa-metragem À Beira do Abismo (1946) mostra muito bem o DNA que a produção do Homem-Aranha nutre. Aqui temos todos os elementos que se tornaram padrão: uma investigação labiríntica, diálogos afiados, chantagens, o arquétipo de mulher misteriosa e uma cidade tomada por interesses sombrios.
A trama apresenta Philip Marlowe (Humphrey Bogart), um detetive particular durão, sarcástico e sempre cercado por pessoas perigosas. Se a Sony teve uma base para mostrar outra versão do super-herói, podemos ver esta obra como a principal teia que ajudou a equilibrar este gênero. A produção está disponível na HBO Max, no canal da HBO Max no Prime Video e na Belas Artes à La Carte.
11. Pacto de Sangue
Um filme noir “raiz”, Pacto de Sangue (1944) é outra base importante pela qual o estilo foi construído. Aqui vemos uma história imersiva sobre crime, sedução, ganância e aquela sensação constante de que tudo vai dar errado.
É a opção ideal caso goste não apenas da investigação, mas também de ver como os personagens comuns tomam decisões que também trazem espirais destrutivas. Ela é essencial para compreender o fatalismo deste gênero, já que o crime nem é a pior parte, mas sim saber que nenhum deles escapará ileso. Você pode vê-lo no Belas Artes à La Carte.
10. O Terceiro Homem
Ambientado em Viena no pós-guerra, O Terceiro Homem (1949) mostra uma verdadeira investigação fantasmagórica. O silêncio e as ruas vazias são elementos tão fortes quanto os próprios personagens, o que fará os fãs de Spider-Noir se surpreenderem com a imersão que o cenário traz.
Através de sombras distorcidas e uma atmosfera próxima até da paranoia, aqui terá um dos visuais mais marcantes do cinema noir. Mesmo que o crime seja solucionado, nada vai abalar a sensação de ruínas, decadência e desconfiança que ali existe. É possível ver o longa no Looke, Belas Artes à La Carte, Filmicca, NetMovies, Plex e Artiflix; também disponível para aluguel ou compra na Apple TV Store.
9. A Marca da Maldade
Dirigido pelo lendário Orson Welles (Cidadão Kane e A Dama de Shanghai), A Marca da Maldade (1958) se destaca dos demais filmes por trazer um clima sufocante e mais “sujo” do que é visto nos outros filmes do gênero. Ele se aproxima um pouco mais dos crimes e violência urbana, o que ajuda a construir a ambientação.
Aqui o tom noir é tomado por um estilo visual carregado, enquadramentos tortos e a sensação de que a lei pode ser tão — ou até mais — perigosa quanto os próprios criminosos. Ele anda em uma linha tênue entre a categoria e o neo-noir, algo que os fãs de Spider-Noir podem gostar bastante. Ele está disponível em plataformas como Looke, canal do Looke na Prime Video, NetMovies e Plex.
8. Crepúsculo dos Deuses
Em vez de tratar sobre uma investigação, Crepúsculo dos Deuses (1950) aposta em uma narrativa sobre a “decadência” ao redor de Hollywood. Com foco em obsessão, fama e morte, o tom fatalista já deixa clara a tragédia logo de cara, para moldar seus personagens ao redor dela.
Ainda que o noir tenha elementos clássicos, ele também usa muito bem aspectos psicológicos e cruéis, já que traz um olhar um pouco mais cínico para este mundo glamouroso por fora, mas podre por dentro. Um prato cheio caso busque uma trama sombria e com personagens que sabem o fim terrível que os espera. O filme pode ser visto no Belas Artes à La Carte; também disponível para aluguel ou compra na Prime Video e Apple TV Store.
7. Los Angeles - Cidade Proibida
Uma das obras neo-noir mais acessíveis hoje em dia, Los Angeles - Cidade Proibida (1997) gira em torno de assassinato, corrupção, celebridades, imprensa sensacionalista e policiais corruptos — algo que Spider-Noir também explora bastante, diga-se de passagem.
Ambientado nos anos 1950, vemos um thriller de ponta com uma grande conspiração que não te fará desgrudar do assento. Mesmo com todos estes elementos, ele também conversa bastante com o suspense policial moderno, o que se torna um apelo interessante para os fãs notarem referências. Você pode conferir a obra no Prime Video, Disney+ e Claro tv+.
6. Seven: Os Sete Crimes Capitais
O que acontece quando se mistura o neo-noir com horror psicológico e thriller criminal? Nasce Seven: Os Sete Crimes Capitais (1995), no qual dois detetives são levados a uma investigação sobre crimes brutais inspirados nos sete pecados capitais.
No entanto, é o palco perfeito para quem busca um suspense sombrio e na atmosfera investigativa. Além disso, o cenário é tomado por uma chuva constante em uma cidade sem nome, pessimismo e a sensação de que tudo e todos foram banhados por uma podridão inerente ao lugar. O filme está disponível na HBO Max e no canal da HBO Max na Prime Video; também disponível para aluguel ou compra na Apple TV Store e Amazon Video.
5. Blade Runner: O Caçador de Andróides
Se você quer misturar o clima noir com histórias mais futuristas, Blade Runner: O Caçador de Andróides (1982) utiliza toda a estrutura clássica para jogá-la em um cenário cyberpunk. Ali vemos todos os elementos: o detetive solitário, a cidade chuvosa, a femme fatale e a investigação misturada com replicantes, megacorporações e dilemas identitários.
Enquanto Spider-Noir e os outros filmes já vistos aqui entram em uma categoria, esta obra pode ser chamada de um “tech-noir” — o que é uma evolução e tanto para o gênero, que mostra como sua atmosfera não precisa ficar presa aos anos 1940 e 1950. É possível assisti-lo na Prime Video, HBO Max, canal da HBO Max na Prime Video e no canal da Telecine na Prime Video.
4. O Abutre
Estrelado por Jake Gyllenhaal (Donnie Darko, O Segredo de Brokeback Mountain), O Abutre (2014) explora o neo-noir contemporâneo com uma história sobre ambição, mídia e exploração da violência. O protagonista é um cinegrafista amador que passa a filmar crimes e acidentes em Los Angeles, pronto para vender este conteúdo para emissoras de TV.
Ainda que fuja da estrutura de detetives, perceba o quanto os personagens sempre estão atrás de delitos e sempre param no meio de investigações perigosas. No seu caso, ele só não quer resolvê-los — apenas lucrar. Com uma mistura do gênero com jornalismo sensacionalista, a produção está disponível na Prime Video, assim como é permitido o aluguel ou compra na Claro video, Apple TV Store e Prime Video.
3. Zodíaco
Ainda que não tenha muitos elementos do noir clássico, Zodíaco (2007) tem o seu espírito enraizado. Na narrativa, vemos uma grande obsessão de jornalistas, policiais e investigadores por um caso em particular: o assassino do zodíaco, que desafia as maiores mentes sem deixar rastros.
Os crimes se tornam um labirinto sem saída, o que faz cada sequência ser tomada pela atmosfera de paranoia e desgaste. Mesmo consumidos por pistas, arquivos e códigos secretos, além de alguns suspeitos, eles investigam e levantam a questão: é só mais um trabalho ou se tornou uma obsessão? Você pode vê-lo na HBO Max, no canal da HBO Max na Prime Video, no canal da Telecine na Prime Video e também disponível para aluguel ou compra na Apple TV Store e Prime Video.
2. Sin City - A Cidade do Pecado
Assim como Spider-Noir, Sin City - A Cidade do Pecado (2005) é baseado em HQs e traz um visual único para todo o gênero. Através de uma estética de alto contraste, pode esperar para ver muita violência, anti-heróis brutais, criminosos intrigantes e uma cidade inteira tomada pelo crime.
A aventura faz uma ponte direta entre o universo multimídia, com muitas cenas que adotam justamente os quadros emblemáticos do formato dos gibis. Se foi isto que te atraiu para a adaptação do Homem-Aranha, aqui você vai se sentir “em casa”. O longa-metragem pode ser visto por aluguel ou compra na Apple TV Store e Prime Video.
1. Batman
Claro, o maior detetive do mundo não pode faltar por aqui. Batman (2022) é a ideia que todo fã de HQs busca quando se pensa em clima noir e super-heróis. Se a cidade de Gotham já traz essa atmosfera, toda a trama mostra uma aventura mais tradicional — como se estivesse em uma época distante.
Nela Bruce Wayne investiga os crimes de Charada, mas com toda a cidade contra as suas ações. Com um cenário mais corrupto e moralmente destruído, o vemos menos com tecnologias e gadgets e mais focado no clima urbano, nos crimes comuns e em uma aventura um pouco mais isolada. Veja na HBO Max, canal da HBO Max na Prime Video; também disponível para aluguel ou compra na Apple TV Store e Prime Video.
As teias do Spider-Noir
Caso tenha se apaixonado pela mais recente aventura do Homem-Aranha nas telinhas, esta pode ser apenas a porta de entrada para te fazer descobrir histórias ainda mais emocionantes e cheias de ação —- independentemente da época e do gosto. Este universo, com certeza, é muito maior.
Confira abaixo o que pode se encaixar melhor no que procura:
Quem quiser algo mais próximo dos quadrinhos pode começar por Sin City e Batman.
Quem busca ficção científica sombria deve ir em Blade Runner.
Já quem quer entender a origem do estilo pode partir para À Beira do Abismo, Pacto de Sangue e O Terceiro Homem
Se gosta de algo mais “moderno”, é possível encontrar em O Abutre e Zodíaco
Você acabou de assinar a Crunchyroll e já se pergunta o que não pode deixar de assistir na plataforma? Com tantos animes, para tantos gostos diferentes, não é difícil se perder no “scrolling” enquanto busca por algo bom para começar a assistir.
Contudo, muitos não têm tanto tempo assim para afunilar a procura ou caçar algo, afinal de contas é impossível ler mais de 50 sinopses, analisar cada trailer e ver, no mínimo, 3 episódios de todos esses animes para ter uma opinião. Um baita trabalhão, não é?
Para te ajudar nessa tarefa, hoje o Canaltech lista 10 animes na Crunchyroll que todo mundo deveria assistir. Claro que você não precisa ver todos eles religiosamente, mas quando tiver algum tempo não se arrependerá de ter dado o play em qualquer um deles.
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10. One Piece
Antes de mais nada, eu sei que são mais de 1.100 episódios e que vai demorar anos para alcançar os episódios atuais de One Piece (1999). Porém, a obra de Eiichiro Oda é uma daquelas que te conquistará para toda a vida. Na trama, vemos Luffy e seus amigos tentarem encontrar o artefato que dá nome ao desenho e se tornar o Rei dos Piratas.
Mesmo que a série da Netflix faça o mesmo, nada tira o charme da animação — que mostra, episódio por episódio, por que cada um deles merece alcançar os seus sonhos. Entre grandes ameaças, risos e dilemas políticos e sociais, a trama se costura em uma grande crítica à sociedade e à forma como reagimos à nossa realidade. Demora sim, mas vale cada minuto.
9. Yu Yu Hakusho
Vários animes atuais são espetaculares, mas que tal uma viagem aos primórdios do seu auge? Em Yu Yu Hakusho (1992) acompanhamos a história de Yusuke Urameshi — aquele que “não conheceu o outro mundo por querer” — em uma grande conspiração sobrenatural, cheia de embates eletrizantes e muita atitude.
Ele se destaca até os dias atuais por ter uma mistura entre grandes batalhas, lições de vida e um grande crescimento dos principais personagens. A trama, que começa literalmente na morte do grande herói, é a pedida certa para rir e ver como eram estas animações nos anos 1990. Por tudo que é mais sagrado, faça um favor para si e veja dublado.
8. Mob Psycho 100
Uma das grandes surpresas destes últimos anos, Mob Psycho 100 (2016) conta a saga de Shigeo Kageyama, um jovem com poderes psíquicos que não sabe se expressar muito bem e cujas habilidades “explodem” quando ele atinge 100% do seu estresse. Ele tenta conter este lado com uma atitude calma e sem muitas pretensões, porém o mundo não deixa ninguém em paz, não é?
A obra é apaixonante e mostra diversas lições de vida enquanto acompanhamos os passos do adolescente e de seu mestre, Reigen. Aqui vemos um mix muito bacana entre crescimento, temas sobrenaturais e autoaceitação — algo que todos podemos nos beneficiar ao absorver as verdades que a vida nos traz.
7. SING “YESTERDAY” FOR ME
Caso já tenha passado dos 30, uma das grandes recomendações que tenho para você é assistir SING “YESTERDAY” FOR ME (2020). Nela acompanhamos a vida de alguns personagens que sempre olham para o passado, em vez de verem aquilo que está diante de seus olhos. Porém, levanta várias vezes o questionamento se esta é, de fato, a melhor forma de se viver.
Entre lamentos, coisas que “quase” viveram e se frustram e dores profundas, o anime da Crunchyroll mostra muito de como é carregar isso enquanto tentamos viver o cotidiano e sermos felizes. Não é o tipo de obra “fácil”, mas pode ser a pitada introspectiva que todos precisamos para apenas seguir em frente, mesmo com algo que pode machucar todos os dias.
6. Digimon Adventure
A animação Digimon Adventure (1999) fez um estrondoso sucesso e permanece atemporal. Ao lado de poderosos monstros digitais, oito crianças precisam salvar este mundo virtual e o seu próprio de grandes ameaças. Ainda que pareça uma obra apenas para ver novas criaturas evoluírem e batalhas, ela trabalha bastante temas humanos entre os jovens e os grandes vilões.
Através dos brasões, por exemplo, as vemos conhecer aspectos de sua personalidade que sequer deixavam aflorar. Assim como vemos o seu relacionamento familiar, sua conexão forte com seus parceiros e o laço que os une por diversas histórias que vão além do próprio anime. A versão na Crunchyroll é dublada e conta com a infame abertura cantada por Angélica — “fica a dica”.
5. Haikyu!
Em Haikyu! (2014) acompanhamos o clube de vôlei Karasuno, grandioso no passado, mas que hoje é apenas uma sombra do que já foi. Com a chegada de Hinata, um jovem que deseja desesperadamente aprender a jogar o esporte e Kageyama, um prodígio na modalidade, a equipe vê uma chance de alcançar o seu grande objetivo.
Existem muitas formas de elogiar o que é feito no desenho, com destaques para a animação das partidas, mas ele também funciona como uma grande lição de vida. Apesar de ter um protagonista, o foco é sempre na equipe: o vôlei gira em torno do “coletivo”. Além disso, eles têm a coragem necessária de fazer o grupo central perder — mesmo contra todas as chances — para mostrar o quanto sempre são suscetíveis a viradas repentinas neste meio.
4. Diários de uma Apotecária
Um grande sucesso recente, Diários de uma Apotecária (2023) conta a história de Maomao: uma jovem aspirante a apotecária que é “sequestrada” e obrigada a trabalhar no castelo do imperador. Com muito conhecimento sobre ervas, remédios e drogas, ela começa a auxiliar os regentes a investigar crimes e possíveis golpes que ocorrem dentro das muralhas.
Este é um dos animes mais inteligentes da atualidade, capazes de mostrar que a sabedoria não está presente apenas na forma de conhecimento — mas também em saber como agir, onde agir e de que forma aproveitar as oportunidades que a vida traz para crescer ainda mais. Imperdível para quem busca plot twists e tramas cheias de nuances.
3. SPY x FAMILY
A melhor forma de definir SPY x FAMILY (2022) é: o anime mostra um espião, uma assassina e uma criança que lê mentes morando juntos. Exceto pela criança, obviamente, nenhum deles sabe a “identidade secreta” um do outro e precisam vencer diversos desafios juntos para concluir seus próprios objetivos. Contudo, eles fingem tanto ser uma família que a “farsa” começa a virar realidade aos poucos.
A mistura entre espionagem, missões para eliminar alvos perigosos e a vida escolar, além dos episódios que mostram os três tentando ser apenas uma “família feliz” em passeios e viagens, funciona muito bem. Além disso, é muito divertido vê-los enquanto tentam manter sua vida dupla. Isso sem contar as cenas de ação, que são incríveis e cheias de nuances.
2. Frieren e a Jornada para o Além
Em Frieren e a Jornada para o Além (2023), a história começa literalmente no final. A elfa e o grupo de heróis vencem o grande Rei Demônio e retornam para casa, porém, o que vem depois disso? Como ela vive centenas de anos a mais que seus companheiros, mostra uma nova jornada dela a partir disso — enquanto busca magias e vê como o mundo mudou com suas ações.
O anime da Crunchyroll conquista justamente por ensinar como são os impactos que causamos, tanto na vida das demais pessoas quanto ao nosso redor. Com episódios calmos e atitudes “pequenas”, ele mostra que o objetivo pode ser conquistar tudo o que se sonha, mas não é tudo o que temos para fazer em nossas vidas. Claro, também tem lutas eletrizantes e muitos personagens marcantes.
1. Fullmetal Alchemist: Brotherhood
A segunda adaptação da história criada por Hiromu Arakawa, Fullmetal Alchemist: Brotherhood (2010) é fiel ao mangá e conta a história dos irmãos Edward e Alphonse Elric. Os dois tentaram reviver a sua mãe com alquimia, o que causou uma grande mudança em suas vidas: o irmão mais novo perdeu o seu corpo, enquanto o mais velho perdeu uma das pernas e um braço para “colar” a alma do outro em uma armadura de ferro.
Agora, os dois partem em uma jornada para encontrar a Pedra Filosofal — que pode resgatar o corpo de Alphonse. Contudo, uma grande conspiração tenta impedi-los. A obra é emblemática por mostrar vários dilemas morais, traumas do pós-guerra e como a estrutura governamental pode ser usada para fins obscuros. Com uma construção “redonda” que tem começo, meio e fim certeiros, este é um dos melhores animes, senão o melhor, de todos os tempos.
Animes que valem a pena assistir na Crunchyroll
Existem diversas outras animações para quem busca conteúdo diferente, como o caso de You and I Are Polar Opposites e The Ice Guy and his Cool Female Colleague para quem curte um romance ou Cowboy Bebop para quem busca uma história curta e que marcará a sua vida. Na prática, independentemente do seu gosto, encontrará algo de qualidade para consumir.
Entre os principais que você não pode deixar de assistir, confira os seguintes:
Quem curte histórias adultas: Frieren e a Jornada para o Além e SING “YESTERDAY” FOR ME
Quem deseja dar algumas risadas: SPY x FAMILY, Mob Psycho 100 e Yu Yu Hakusho
Quem gosta de ver batalhas intensas com histórias imersivas: Fullmetal Alchemist: Brotherhood e One Piece
Quem gosta de esportes: Haikyu!
Quem espera por reviravoltas e tramas cheias de nuances: Diários de uma Apotecária
Quem ama monstros colecionáveis e quer ver os primórdios do gênero “isekai”: Digimon Adventure
Clair Obscur: Expedition 33 foi um imenso sucesso em todo o mundo, o que o levou a conquistar os maiores prêmios da indústria gaming, o que inclui o Jogo do Ano no The Game Awards 2025 e no 9º Prêmio Canaltech, um dos troféus mais importantes deste mercado.
Durante a gamescom latam 2026, o dublador do personagem Esquie e intérprete corporal de outras figuras importantes do título — como Gustave, Verso e Renoir —, Maxence Cazorla, visitou o Brasil para falar um pouco mais sobre o sucesso da obra e como ela impactou sua carreira.
O Canaltech conversou com o ator e dublador e ele nos contou detalhes dos bastidores de Expedition 33 e revelou que já existe sinal de uma sequência para o universo do jogo.
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Clair Obscur terá continuação?
Durante a conversa, Cazorla teve de encarar a pergunta que todos os fãs do jogo carregam: a Sandfall Interactive já trabalha em um segundo RPG da franquia? Porém, entre risos nervosos, ele explicou que nem toda informação chegava a ele.
“Eu gostaria de saber, mas não tenho ideia. O diretor Guillaume Broche sempre nos disse que gostaria de manter o time pequeno, com cerca de 30 pessoas e eles querem ter tempo para trabalhar no próximo projeto. Não só isso, mas decidirem o que desejam fazer e qual história vão contar”, revela o dublador.
Ainda que não tenha informações do próximo capítulo que dê sequência ao universo de Clair Obscur: Expedition 33, ele aponta que os fãs podem esperar por novidades em um breve futuro. Afinal de contas, após o bem-sucedido título, eles não estão “parados”.
“Não tenho ideia do que eles 'cozinham', mas eu sei que eles cozinham algo. Eu sei que trabalham em algo, porque é um grupo de pessoas muito talentosas. Mal posso esperar, até como fã, pelo que virá a seguir”, revelou.
Maxence Cazorla visitou o Brasil durante a gamescom latam 2026 (Imagem: Diego Corumba/Canaltech)
Maxence Cazorla também aponta que sequer tem informações se o estúdio voltará a escalá-lo para seus jogos, já que a sua profissão gira em torno dos personagens que são criados e na forma como esta e outras desenvolvedoras precisam retratá-los dentro da narrativa que constroem.
“Se eu estiver envolvido, estarei mais do que feliz. Caso não, temos de entender que nem sempre sabemos se a equipe de fato precisa de você em específico. Digo, se eles necessitam de alguém com o seu perfil para as figuras que eles criaram”, reforça o ator.
Além disso, indicou que o tempo de desenvolvimento de jogos está cada vez mais longo. Basta olhar para a indústria atual: GTA 6 chegará oito anos depois de Red Dead Redemption 2; a Naughty Dog lançou seu último jogo original — The Last of Us Part 2 — em 2020 e Intergalactic: The Heretic Prophet segue sem previsão.
Seja pelos motores gráficos, problemas na produção, seja em disputas no mercado como as greves por condições melhores ou contra o uso das IAs, são inúmeros os imprevistos que os estúdios enfrentam para trazer suas experiências ao mundo. Com isso em mente, não devemos esperar intervalos curtos entre lançamentos.
Clair Obscur: Expedition 33 lançou em 2025. No entanto, o dublador informa que uma continuação pode demorar um pouco para ser anunciada e chegar aos consoles e PCs. Na prática, não verá nenhuma informação com exatidão por algum tempo.
“Fazer um jogo é um processo bem longo. Eles levaram 5 anos para concluir o título, então acho que não ouvirá nada deles por 3 ou 4 anos”, afirma Maxence Cazorla.
Apesar do prospecto pessimista, o dublador revela o quanto isso pode ser positivo para todos vermos uma produção com o mesmo nível de qualidade em um futuro breve. Afinal de contas, eles têm um padrão a manter após ter atropelado a concorrência em todas as premiações nas quais disputaram.
“Eu gostaria que eles tivessem todo o tempo que precisam, porque eu acho que funciona com este tipo de jogo. Seria lastimável se tentassem trazer exatamente a mesma coisa, então que tenham espaço para fazer o melhor título possível. Será bom para toda a equipe”, diz.
Outro aspecto que impactou a Sandfall Interactive é que o sucesso do jogo pegou todo o time de surpresa. Maxence comenta que isso gera expectativas maiores e eles precisam alinhar todos estes detalhes antes de dar seus primeiros passos em um projeto novo.
“Eles não esperavam que o game tivesse uma base de fãs igual a franquias como Star Wars e Marvel. Agora as pessoas esperam grandes coisas do time. Torço mesmo para que tenham tempo, para nos contar a melhor história possível. Se eu puder ajudá-los de algum modo, estarei lá — isso se não me abandonarem, mas estaria tudo bem também, ainda serei o fã número 1 e pagarei pelo jogo”, brinca o dublador.
Em outras palavras, não há sinal algum de qual o tipo de projeto a Sandfall Interactive desenvolve e pode demorar para vir outro título, tanto da franquia Clair Obscur ou qualquer outro que eles desejarem trazer ao mundo.
A dublagem de Esquie
Esquie foi o primeiro personagem que Maxence interpretou como profissional de dublagem, algo extremamente diferente dos projetos que trabalhou anteriormente — em sua maioria, voltados para o mercado de curtas, séries e filmes.
Para ele, a experiência foi desafiadora e o fez admirar ainda mais os dubladores ao redor do planeta, mas ele também confessa que aprendeu bastante e que ficou honrado em estar ao lado de várias outras estrelas deste meio.
“Foi incrível e eu tentei fazer o meu melhor, fico muito feliz das pessoas terem gostado. Antes, me sentia um pouco diminuído. Até o jogo ser lançado, eu pensava ‘se as pessoas acharem estranho? Se eu não fizer jus ao elenco?”, porque eram os ‘Vingadores’: Charlie Cox, Andy Serkis, Jennifer English, Ben Starr e eu fazia parte disso”, revela Cazorla.
Esquie foi o primeiro personagem que Maxence Cazorla dublou (Imagem: Divulgação/Sandfall Interactive)
O ator admite que já tinha tentado dublar personagens no passado, mas que não era em um projeto desta magnitude. Na França, ele dublou alguns comerciais e sentia que não tinha se preparado o suficiente para estar à altura dos demais dubladores e atores presentes na obra.
Porém, ele não apenas cativou o público como o seu personagem se tornou um dos favoritos de muitos dos jogadores. No fim das contas, Maxence Cazorla indica que isso pode ter sido apenas o primeiro passo na sua carreira e sente que isso o levará a outros projetos.
“Vamos ver o que o futuro me reserva, mas definitivamente abriu uma porta para um mundo novo. Antes eu questionava ‘será que dá para ser um ator em videogames?’. Eu não sabia que podia fazer isso, especialmente na França. Agora me sinto uma criança no Walt Disney World”, brinca o dublador.
Já em relação ao personagem Esquie, em específico, para Maxence foi desafiador interpretar o integrante do grupo principal de Clair Obscur: Expedition 33. Para ele, suas atitudes divergiam do clima e isso exigia uma certa sensibilidade para a história ser contada sem cair no “humor pastelão”.
“É uma história profunda e sombria. Porém, temos ali um personagem que traz luz, faz piadas e tenta ser divertida. Eu queria que ele fosse honesto e real, como uma criança. Sabe, quando uma sente fome, ela diz ‘estou com fome’ na hora. Quando se está triste, bravo, você apenas sente e expressa”, indica Cazorla.
Ainda que muitos sintam proximidade com determinados personagens pela atuação e forma como eles vivem, o dublador acredita que dão créditos “demais” para o seu trabalho em Clair Obscur: Expedition 33. Na sua visão, o destaque deveria ir para outros profissionais do estúdio.
Para o intérprete, todos do time de desenvolvimento mereciam aclamação dos fãs (Imaem: Divulgação/Sandfall Interactive)
Como assim? Um time de desenvolvimento é composto por dezenas (ou centenas) de profissionais, que criam todo aquele universo. Seja a programação, seja a narrativa, o responsável pelo design e outros que constroem tudo para que os profissionais de atuação possam trabalhar e é isso que ele ressalta:
“Eu acredito que a escrita é espetacular, tudo o que eu tive de fazer é honrar as palavras que estavam no papel. É engraçado e eu sou grato pelo crédito que me dão por Esquie, mas na verdade nunca sabemos o que faz um personagem brilhar. O roteiro? A animação? A imagem do personagem? Eu sinto que sou só uma parte deste trabalho colaborativo e apenas “uma” das coisas que tanto gostaram”, afirma Maxence Cazorla.
Em sua opinião, existem outros elementos que precisam ser colocados à mesa quando se debate a aclamação da experiência. A voz é importante, mas todo o time de desenvolvimento merecia brilhar na mesma proporção e receber a alegria do público.
“A escrita é incrível, mas eu acho que todo o trabalho de Guillaume e do time é sensível. Eles nunca tentaram fazer um jogo para vender ou que tivesse vendas expressivas. Eles apenas fizeram algo que, como gamers, teriam gostado de jogar. Colocaram o coração e paixão no projeto e o título podia ter ‘flopado’, todos sabem, mas quando você se coloca assim em algo e isso chega nas pessoas certas, todos se conectam”, reforça.
O trabalho no RPG se tornou aclamado por diversas outras razões que são discutidas hoje no mercado, mas que não se tornaram um problema justamente pela Sandfall Interactive ter apenas um objetivo: trazer imersão para contar a sua narrativa.
“Talvez não todos, mas quando você joga Clair Obscur: Expedition 33, dá para notar que ele foi feito com carinho. Não tem microtransações, não tem nada ali que esteja além de um time de desenvolvedores que querem contar uma boa história e te fazer mergulhar em seu mundo. Não dá para dizer a razão pela qual funcionou tão bem, mas eu acredito que esta seja a maior delas. Todos tentaram o seu melhor para fazer deste título o melhor possível”, conclui Maxence.
Os desafios de atuação
Além da voz de Esquie, o ator também teve o trabalho de ter os movimentos do seu corpo captados para Gustave, Verso e Renoir. Sem expor os spoilers da trama por aqui, dois deles são muito importantes dentro da construção da história, enquanto o último é um dos grandes inimigos do grupo principal.
Gustave é de um jeito completamente distinto do que Verso oferece na história (Imagem: Divulgação/Sandfall Interactive)
Em outras palavras, isso quer dizer que Cazorla estava com a responsabilidade de trazer os grandes papéis de Clair Obscur: Expedition 33 ao público. Tanto seu rosto quanto trejeitos foram digitalmente acrescentados ao game, o que fez ele ter certas preocupações conforme a captação acontecia.
Uma delas foi não saber sobre a existência de Verso até um determinado tempo depois de começar a atuar. Isto fez a mente dele tentar diferenciá-lo de um dos protagonistas de todos os modos e trouxe complicações criativas.
“Quando eu vivi Gustave, eu não sabia que também faria Verso. Fisicamente, não pensei tanto na forma como eu falava ou andava, porque precisava interpretar um personagem só. Quando acabei e Guillaume me contou que queria que eu fosse Verso, pensei ‘estou ferrado’. Porque, a partir dali, de repente, eu teria de garantir que eles eram dois personagens completamente diferentes, fisicamente falando”, revela Maxence.
Ele aponta que, se soubesse dessa informação antes, teria mudado muitas coisas que estabeleceu logo no início. Isso o fez repensar toda a construção que fez do personagem para criar outros tipos de padrões para o outro.
“Se tivessem me dito antes, provavelmente eu teria interpretado Gustave diferente. Porém, foi bom porque me obrigou a sentar e pensar ‘como Gustave funciona? O que mais se destacou nele? Como ele enxerga as pessoas? Eu fiz contato visual? Se sim, e agora?’. Ele é introvertido, então a forma como ele age já é diferente do comum.”, aponta
Em contrapartida, o outro integrante da equipe tem outra postura perante os eventos de Clair Obscur: Expedition 33. Ainda que sua entrada seja apenas adiante da trama, ele precisava mostrar que os dois não teriam a mesma atitude de imediato.
“Verso é um personagem complexo e cheio de camadas. Amo quando você diz algo, mas quer dizer outra coisa completamente diferente. Até a forma como se faz isso, você sabe que o importante é o que ele não diz. Isso é extremamente desafiador. Ele tem uma história muito maior por trás, então você tem de saber de tudo. Enquanto isso, Gustave é direcionado para sua missão, o objetivo de quebrar o ciclo”, revela Cazorla.
Verso tem uma complexidade maior pela sua própria trama (Imagem: Divulgação/Sandfall Interactive)
Muitos dubladores e atores sentem uma conexão forte com os personagens que interpretam e, para Maxence, não foi tão diferente. Ainda assim, ele defende que é preciso ver o quadro completo para ter uma ideia do que faz aquele herói ou vilão ser tão amado ou odiado.
Ele acredita que Verso sofre um certo distanciamento dos fãs por causa dos eventos que levam os jogadores até ele. Porém, assim que a história se encerra, dá para ter uma visão geral do que realmente foi construído até ali e compreender o contexto no qual cada um foi envolvido.
“Eu me conecto muito com Gustave, mas estes personagens são tão diferentes que eu vejo o quanto as pessoas não gostam de Verso quando não conhecem a trama inteira. É muito difícil, porque ele chega justamente quando o outro ‘entra de férias’, sabe?”, reclama Maxence.
Vilão ou grande injustiçado de Clair Obscur?
Além dos dois, o ator também assinou o contrato para viver Renoir dentro da aventura. O personagem é visto como um dos grandes vilões da obra, porém ele apresentou um desafio um pouco maior pelos nomes envolvidos à figura dentro da produção.
Maxence Cazorla afirma que, ao ouvir quem faria a dublagem desta ameaça, quase teve um “tremelique” por tudo o que envolve a indústria de entretenimento. O responsável por isso é Andy Serkis, um dos grandes nomes do cinema por interpretar Gollum (O Senhor dos Anéis) e Caesar (Planeta dos Macacos).
“Quando me contaram que ele me dublaria, minha reação foi ‘certo, você quer dizer o pai da captura de movimentos?’. Sem pressão alguma, imagina. Verso foi mais desafiador, mas este foi um presente incrível para mim como ator, porque você sonha a vida toda por papéis como esse”, revelou.
Para você, Renoir é o herói ou um vilão de Clair Obscur: Expedition 33? (Imagem: Divulgação/Sandfall Interactive)
Para o profissional, o personagem é muito maior do que a questão se ele é um grande vilão ou apenas mais uma vítima das circunstâncias que cercam Clair Obscur: Expedition 33. A complexidade de sua trama é grande e torna todas as motivações difíceis de serem ignoradas em meio ao progresso.
Um dos aspectos que mais impactam é o fato de existirem duas versões desta figura no jogo. Cada uma delas foi interpretada por um ator diferente, o que leva Maxence a acreditar que nem tudo deve ser visto como “preto” ou “branco” conforme a saga avança.
“Eu interpreto o Renoir verdadeiro, no Capítulo 3. A versão espelhada é um vilão. Um chefão, uma existência cruel. Porém, no meio de tudo isso, é interessante que ele talvez seja o único que esteja certo sobre tudo isso, sabe? É por isso que eu amei tanto o jogo”, indica o ator e dublador.
Em sua visão, o jogador precisa enxergar certas coisas para chegar a esta conclusão. Porém, acredita que cabe a cada um decidir quem é o grande inimigo do game e como todas as situações levaram cada um a agir da forma como vemos.
“Você como pessoa, jogador, precisa se decidir do que é certo e o que não é. Mesmo com dois finais, não tem um certo, porque é algo que você tem de sentir dentro de si mesmo. Como você vê o que está acontecendo? Que decisão tomará? Como se sente sobre Renoir? Acho que ele estava certo e é difícil, porque se o enxerga como um vilão, você está certo. Thanos, por exemplo, se você ver pelo seu lado, o que ele diz não está totalmente errado. Não digo que ele faz a coisa certa, mas pelas razões certas. Tudo é sobre a perspectiva”, brinca Maxence.
O RPG que “mudou o jogo”
Para o dublador, Clair Obscur: Expedition 33 não é apenas mais um trabalho ou um projeto que foi bem-recebido. Ele diz que a experiência foi responsável por mudar tudo.
“Mudou a minha vida. Antes do game, era difícil sobreviver da atuação. Eu exerço a carreira há 19 anos e só a partir dele que pude viver com o dinheiro que ela traz. Dois anos antes de Expedition 33, eu tinha vários empregos temporários para pagar o aluguel e as contas”, conta o profissional
De acordo com Maxence Cazorla, a oportunidade abriu portas que nunca tinham surgido na sua frente. O RPG permitiu que ele não se conectasse apenas com os fãs, mas também com todo o mercado.
Ele afirma que as possibilidades são maiores agora e que sente muita gratidão pelo trabalho que a Sandfall Interactive o ofereceu como Esquie.
“Eu não sabia que mudaria tudo, porque agora, pela primeira vez na minha vida, tenho opções. Eu farei outras coisas, porque também sou roteirista e dirijo filmes. Porém, quero voltar a atuar em longas franceses e em vários outros países. Além disso, quero continuar a trabalhar com videogames. Minha vontade é de escrever a minha própria história e ser grato por ter sido um dos que conseguiram chegar neste lugar”, reforça Cazorla.
Clair Obscur: Expedition 33 foi responsável por mudar a carreira de Maxence Cazorla (Imagem: Divulgação/Sandfall Interactive)
Ainda que o seu caminho seja apenas de alegrias, ele afirma que entende a sua posição e sabe que não pode “relaxar” diante da fama. Mesmo que o seu personagem, ao lado da atuação como Gustave, Verso e Renoir, tenha elevado seu nome, ele continuará a trabalhar da melhor forma possível para trazer outros heróis e vilões à tona.
“Estou ciente de que nada disso é garantido. Você nunca sabe o que acontecerá depois. Talvez eu esteja em outro jogo e ele flope. Agora, só estou tentando ser grato por tudo que aconteceu e não quero me perder nesse processo. Quero me manter verdadeiro a quem eu sou”.
Aos fãs brasileiros, Maxence também tem um recado para vocês. Segundo o dublador, ele vê tudo que mandam e se sente muito feliz com o carinho que recebeu ao longo deste último ano.
“Quero dizer ‘muito obrigado’, porque não tinha ideia do quanto o game era grande aqui. Quando ele lançou, vieram muitas mensagens e eu fiquei até assustado com tantos fãs brasileiros. Eu gostaria de agradecer, porque estou aqui graças a vocês, pude viajar o mundo e vir ao Brasil conhecê-los. Obrigado por jogarem, por nos apoiarem e eu mal posso esperar para estar com vocês novamente”, conclui.
Com o lançamento de GTA 6 agendado para novembro, um movimento “bizarro” tem impactado a indústria de jogos: o excesso de anúncios que miram o mês de setembro para evitar “bater de frente” com o titã da Rockstar Games.
Ainda que o período tivesse três a quatro títulos AAA, um por semana em média, seria algo que não causaria problemas. Contudo, todas as experiências grandes miraram no mesmo alvo e terão casos de cinco a seis estreias em menos de 7 dias.
Ficou claro em eventos como o State of Play, XBOX Games Showcase, Summer Game Fest e Nintendo Direct que a regra é uma só: se chega em 2026, terá de ser encaixado em setembro de algum modo. Depois disso, que chegue a partir de janeiro de 2027.
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Não tem um intervalo curto de tempo livre por todo o mês, o que tornará a disputa acirrada e levará muitos jogadores a tomarem decisões mais firmes — já que não há tempo ou dinheiro o suficiente para aproveitar todos. Entenda como o período está “configurado” e a confusão que causará.
GTA 6 "sumiu", mas continua a impactar os lançamentos de 2026 (Imagem: Divulgação/Rockstar)
Setembro é o mês de grandes lançamentos
Há muitos anos, o último quadrimestre era reservado para as estreias mais eletrizantes dos games. Pode notar que FIFA (hoje EA Sports FC), Call of Duty, Battlefield, Assassin’s Creed e várias outras franquias famosas tinham preferência por esses meses — por sua proximidade às festas de fim de ano.
O que muitos não esperavam é que GTA 6 cravaria a sua data justamente neste período. Segundo as declarações da Rockstar, Take-Two Interactive e de insiders, esse será o maior lançamento de todos os tempos (o que inclui a indústria do entretenimento no pacote).
Com um orçamento bilionário, sem entrar sequer nos gastos com o marketing, quem ousaria bater de frente com isso? Obviamente ninguém, caros leitores. Sony Interactive Entertainment, XBOX, Nintendo e outros estúdios têm ciência que isso não se confronta, apenas se desvia. O resultado disso foi apertar o que fosse possível e torcer “pelo melhor”.
Porém, anunciar todos para o mesmo período cria outro desafio colossal para estes desenvolvedores. Um AAA recém-chegado não precisa ser apenas “bom”, precisará ser algo extremamente grandioso para se destacar em meio aos demais. Quem conhece a indústria de jogos sabe que isto raramente é visto.
Na prática, veremos todos os estúdios brigarem para ver quem chamará mais a atenção da comunidade em um curto período de tempo. A questão que é criada neste cenário se torna apenas uma: entre todos os títulos prometidos para setembro, qual deles ganhará o destaque antes de GTA 6?
O mês do caos
Já existe uma lista extensa de estúdios que revelaram o que os espera para o período. Ainda que alguns deles já tenham um “brilho natural”, como é o caso de Marvel’s Wolverine e Control Resonant, a concorrência não está mais fraca ou teme uma derrota.
Em uma conta básica, já são mais de 10 títulos grandiosos que vão disputar um espaço no coração e no console dos jogadores. Alguns ganham com gráficos de ponta, outros com base de fãs e diversão, o que torna uma especulação de “qual vencerá?” até complexa.
Entre os jogos que serão lançados em setembro que chamam a atenção (mais do que o comum), pode considerar os seguintes:
3 - The Blood of Dawnwalker (PS5, XBOX Series, PC)
17 - Fire Emblem: Fortune’s Weave (Nintendo Switch 2)
17 - Trails in the Sky 2nd Chapter (PS5, Nintendo Switch, Switch 2, PC)
17 - Warhammer 40.000: Dawn of War IV (PC)
22 - Dune: Awakening (PS5, XBOX Series)
24 - Control Resonant (PS5, XBOX Series, PC)
24 - Silent Hill: Townfall (PS5, PC)
25 - Onimusha: Way of the Sword (PS5, XBOX Series, Nintendo Switch 2, PC)
29 - Minecraft Dungeons II (PS5, XBOX Series, Nintendo Switch, Switch 2, PC)
Alguns você pode ver até como “menores”, como Orbitals, ou exclusivos — no caso de Fire Emblem: Fortune’s Weave e Marvel’s Wolverine. No entanto, cada um deles mostra potencial para impactar o público de formas distintas e roubar os holofotes dos demais.
É até compreensível ver debates de que não se pode colocar o projeto da Insomniac Games e da Remedy Entertainment ao lado de um Halloween ou até de Trails in the Sky 2nd Chapter, mas estas não são experiências que devem ser subestimadas.
Apesar de algumas preencherem espaços de gostos populares, como ação/aventura e outros pertencerem a nichos específicos, o mês de setembro também agradará todos os gostos. Tem RPG tático, estratégia, jogos coop, competitivos, jornadas para quem gosta de acompanhar narrativas cinematográficas e muito mais.
Setembro será um mês de guerra pela atenção dos jogadores (Imagem: Reprodução/Nintendo)
Só para estabelecer alguns debates que poderão acontecer durante este mês: a Capcom não falhou em nenhum projeto recente, logo, Onimusha é um título no qual se deve ficar de olho; Trails agradou muito fã de RPG no seu primeiro capítulo e a sequência promete algo mais ambicioso; Minecraft Dungeons II tem potencial para divertir muito e jogar com seus amigos etc.
Dito tudo isso, será muito difícil saber qual será a tendência que vai tomar a dianteira em setembro. Além disso, não se engane, a promessa de Marvel’s Wolverine e Control Resonant é grande, mas nem mesmo os dois estarão “seguros” dentro desta disputa. Surpresas acontecem, estão aí Vampire Survivors, It Takes Two e Hades para contar a história.
Turbulência pré-GTA 6
O foco do debate gira em torno de setembro, mas também vemos o início de outubro com grandes lançamentos que podem chamar a atenção dos fãs. Rayman Legends Retold, Ace Combat 8: Wings of Theve, Gears of War: E-Day e Castlevania: Belmont’s Curse são apenas alguns nomes que estarão em evidência.
O que teve uma coragem maior para encarar a proximidade com GTA 6 foi Phantom Blade 0 — um game de ação soulslike que, provavelmente, não disputará o mesmo público. Além disso, quando falamos em distância aqui, eles ainda terão algumas semanas que os separam.
Os esforços da indústria dos jogos eletrônicos estão concentrados mesmo em um mês só. Será uma época interessante de se acompanhar, não apenas pela disputa por atenção entre todas as experiências, mas também para compreender quais deles realmente estariam prontos na época e quais se beneficiariam de mais algum tempo de otimização.
Pode ser apenas um detalhe, mas aqueles que resolveram adiantar todo o processo de produção podem encarar dois desafios: a estreia “inacabada” (que exigirá atualizações constantes para consertar bugs e glitches) e o crunching — prática de estender as horas de trabalho para forçar a sua chegada no prazo desejado.
Há casos que nem mesmo o crunch resolve o lançamento inacabado de um game (Imagem: Divulgação/CD Projekt Red)
Nenhum destes é positivo, mas acontecerá em algum (tomara que não em todos). Isto possivelmente vai separar quem está dentro do que planejou e quem decidiu correr para fugir de GTA 6, algo que com certeza estará claro para os jogadores e pode ajudar a decidir o “vencedor” do mês.
Por fim, é uma disputa que vale a pena ficar de olho para compreender melhor como estes estúdios e grandes franquias se portam quando confrontadas. Se sairão obras primas ou se, destes mais de 10, 2 ou 3 se salvarem, continuará a ser interessante de se acompanhar. Você apostaria em qual?
A Copa do Mundo 2026 começou e, enquanto o campeonato ocorre nos gramados, os jogos grátis também chegam para completar a alegria do pessoal. Já que Globo, SBT e CazéTV transmitem as partidas, que tal se divertir com um game (ou mais) na faixa?
Um dos grandes destaques é Star Fox, remake do clássico de Nintendo 64 e que será lançado no fim de junho para o Switch 2. Após o Direct de terça-feira (9), a Big N liberou para os jogadores o tutorial e uma das fases de abertura.
Todos os recursos do jogo final estarão disponíveis nesta versão e você poderá refletir se vale comprá-lo antecipadamente ou se é melhor esperar um pouco mais para vê-lo em ação. A aventura traz Fox McCloud e seus amigos de volta, diante da ameaça do vilanesco Andross.
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O jogo é exclusivo do Nintendo Switch 2 e não é necessário ser assinante do NSO para curtir a aventura. Ao menos já te prepara para o lançamento completo, que ocorrerá no dia 26 de junho de 2026. Nós do Canaltech tivemos acesso ao preview e te contamos o que esperar do jogo.
Porém, Star Fox não é o único jogo grátis para curtir neste fim de semana. Seja você alguém que não curte futebol, seja uma pessoa “fugitiva” do Dia dos Namorados ou alguém que só quer jogar sem gastar nada, não vão faltar opções nos próximos dias.
Confira 5 games grátis para jogar no fim de semana.
5. Sin Slayers: Reign of the 8th
O título Sin Slayers: Reign of the 8th é um RPG roguelite, que mostra o destino do mundo nas suas mãos: um personagem que precisa usar muito bem o “Sinômetro” — um medidor que analisa quantas ações pecaminosas você realiza e que pode provocar até mesmo a chegada do Senhor do Pecado.
Ao lado de várias Almas Perdidas, você deve enfrentar ameaças e tomar decisões que vão te colocar cada vez mais perto de ser um grande vilão ou aquele que defende a população. Ele está disponível para os assinantes da Amazon Luna, via GOG.
4. Blasphemous 2
O soulslike metroidvania Blasphemous 2 é um dos grandes destaques do XBOX na campanha do “Dias para jogar de graça”. Com o nascimento de uma nova criança milagrosa, você dará início a uma nova penitência por todo este mundo repleto de perigos e chefões extremamente poderosos.
Porém, abrir caminho diante de todos os inimigos não será uma tarefa fácil e vai te exigir muita habilidade. No fim, só tem uma forma de saber se é digno ou não da aventura: dentro dela. Não é necessário assinar o XBOX Game Pass para curtir esse jogo grátis no fim de semana.
3. Warhammer 40.000: Speed Freeks
Já na Epic Games Store, o público pode resgatar Warhammer 40.000: Speed Freeks — imagine os personagens e elementos clássicos da franquia em um game no estilo Twisted Metal e Vigilante 8? É exatamente isso, com gráficos de ponta e muita diversão online e offline.
Você pode personalizar os buggies, helicópteros e tanques para encarar a horda de veículos adversários que deseja te derrubar a todo custo. Além disso, quanto mais se joga, mais equipamentos desbloqueia e se torna uma máquina de destruição em massa. Contudo, exige bastante de seu PC: são recomendados 16 GB de RAM e placas de vídeo a partir da RTX 2080.
2. Kingdom Hearts III + Re Mind
Com toda a franquia Kingdom Hearts de mala e cuia para o Nintendo Switch 2, a Square Enix disponibilizou na plataforma uma demonstração completa de KH3 + Re Mind — o último lançamento numerado da saga com direito à expansão que se conectará diretamente ao tão esperado Kingdom Hearts 4.
Na aventura, Sora e seus amigos se preparam para o conflito final contra a Organization XIII e Xehanort. Antes disso, eles precisam visitar os mundos Disney e Pixar para encontrar seus aliados e reunir as forças antes de partir para a grande batalha. Será que você conseguirá vencer as forças do mal que têm atrapalhado o “Multiverso”?
1. State of Decay 2: Juggernaut Edition
Sobreviver contra os zumbis é uma aposta e tanto para quem deseja fugir do Dia dos Namorados e da Copa do Mundo 2026. Para te ajudar, a XBOX traz State of Decay 2: Juggernaut Edition como jogo grátis para a sua plataforma — não precisa sequer assinar o Game Pass para curtir a experiência.
O conteúdo já está disponível com a atualização Homecoming, que traz gráficos remasterizados, novas interações e cenários para explorar e a reintegração de regiões como Mount Tanner. Colete recursos, fuja dos mortos-vivos e tome cuidado: uma mordida é game over para você.
Toneladas de jogos grátis
Vale notar que estas não são as únicas ofertas para o seu fim de semana. A Epic Games Store, além de Warhammer 40.000: Speed Freeks, também traz The Ouroboros King. Já o Amazon Luna traz G.I. Joe: Wrath of Cobra, Tested on Humans: Escape Room e Paradise Killer em sua assinatura.
Assinantes do XBOX Game Pass também poderão se divertir sem gastar R$ 1 a mais com o título Hell Let Loose, uma das experiências de guerra realista mais épicas da atual geração. Qual será o jogo grátis que escolherá para curtir os próximos dias neste fim de semana?
Uma nova análise das especificações vazadas do XBOX Helix e do PlayStation 6 aponta que o console da Microsoft terá um maior desempenho. Ainda que certos aspectos não impactem tanto o jogador, em resolução e estabilidade de taxa de quadros, ele lidera as estimativas.
A comparação foi realizada pelo canal Moore’s Law is Dead, que mostra as diferenças esperadas para cada um dos novos videogames — com detalhes sobre como eles se comportarão e o que devemos esperar da sua performance geral. Veja abaixo toda a comparação, baseada nos rumores e dados de insiders:
Comparativo XBOX Helix vs. PS6
XBOX Helix
PlayStation 6
Processador
AMD com 3 núcleos de performance Zen 6 e 8 núcleos Zen 6c
AMD com 2 núcleos "Low Power" Zen 6 e 8 núcleos Zen 6c
Desempenho almejado
144 Hz em resolução 4K
120 Hz em resolução 4K
Unidades Computacionais
70 CUs
54 CUs
Clock
3 GHz
2,5 GHz
Largura de Banda
192 bit
160 bit (pode ser reduzido para 120 bit)
Os dados indicam que o XBOX Helix trará gráficos com até 30% mais qualidade e terá um framerate mais estável do que o PS6, mesmo que o videogame da Sony tenha a vantagem de os estúdios focarem no hardware para otimização.
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Vale lembrar que o console da Microsoft também rodará jogos produzidos para PC, o que exigirá um “poder de fogo” maior da plataforma. Do mesmo modo, o PlayStation 6 possivelmente se apoiará no PSSR 2 e ferramentas de inteligência artificial para aprimorar a imagem sem comprometer a taxa de quadros.
Ou seja, mesmo que tenha componentes mais potentes, o XBOX Helix poderá ser equiparado ao rival sem grandes dificuldades. Contudo, essas especificações também podem mudar até o lançamento de ambos os videogames — principalmente por causa da crise de memórias RAM e dos componentes.
O desafio do XBOX Helix e PS6
Embora os consoles tenham diferenças bem claras de hardware e capacidade, o que realmente definirá o sucesso deles será o preço que cada companhia estabelecerá no futuro. Especula-se que o próximo XBOX terá um valor maior do que seu concorrente direto e isso pode se tornar um problema para a plataforma.
O chefe de estratégia do XBOX, Matthew Ball, revelou na segunda-feira (8) que a crise de RAM e de componentes já impacta o Project Helix — o próximo console produzido pela companhia.
Em entrevista ao GameSpot, o executivo indicou que isso tem obrigado toda a divisão gaming a rever a abordagem do videogame. Para ele, o problema não será reduzido tão cedo e a Microsoft precisa garantir que isso não a prejudique.
“A crise ainda não vai melhorar. A janela que nós e outras empresas precisamos trabalhar está ficando maior e isso restringirá a categoria. Hoje trabalhamos muito para repensar tudo o que podemos sobre o Helix, um console que estamos comprometidos em lançar”, revelou Ball.
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Na visão do chefe de estratégia, os desafios já têm nome e sobrenome — algo que precisarão cuidar antes que se torne um problema para a próxima geração de videogames.
“Estamos conscientes das formas que precisamos mudar como empresa, para garantir a acessibilidade e flexibilidade. Nós trabalhamos para repensar como o modelo do console vai ser visto, não de forma excludente, mas positivamente, para nos prepararmos para esta crise que pode durar de 2 a 2 anos e meio”, afirma o executivo.
A produção de consoles XBOX é comprometida pela crise de componentes (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Uma das grandes questões é se o Project Helix criará barreiras para o público, como chegar caro demais ou muito restritivo em seu lançamento. Analistas já apontam que o videogame poderá ser vendido por R$ 9 mil, então a empresa tenta reverter o “pior cenário possível” dentro de toda a crise.
Vendas do XBOX em queda?
Ainda que todos apontem que o XBOX Series hoje tenha vendas cada vez menores, Matthew Ball afirma que a demanda continua a ser maior do que a capacidade de repor o estoque. Na prática, os números não são um problema para a Microsoft.
“Nós os produzimos o mais rápido possível. Ainda há limitações severas para o quão veloz podemos fazer isso, mas não é uma questão de ‘apetite’. Este é um privilégio da companhia. Isso também é um desafio que devemos superar”, destacou o executivo.
A Nintendo anunciou nesta terça-feira (9) o remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time. A versão será uma releitura completa da experiência lançada no N64 em 1998, que chegará exclusivamente ao Switch 2 em 2026. O título chegará localizado em português brasileiro.
Não foram revelados detalhes sobre a obra e se terá mudanças em relação ao original, mas um teaser publicado mostra Link deitado em sua cabana — momento antes da chegada da fada Navi.
Vale notar que o lançamento segue os mesmos padrões de Star Fox 64: não apenas com um novo remake na atual geração, mas que também recebeu uma roupagem única no portátil 3DS. Se a tendência se mantiver, talvez Majora’s Mask seja o próximo da linhagem.
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Em The Legend of Zelda: Ocarina of Time, o herói enfrenta a ameaça de Ganondorf em duas eras diferentes. Para isso, ele tem de encarar diversos desafios com o corpo de criança, enquanto outros ele encara já adulto.
Há dois pontos a se prestar atenção: o primeiro, em relação ao seu lançamento. Se levarmos em conta que a maioria dos games está sendo anunciada para o mês de setembro, é possível que este novo chegue depois disso e esteja próximo demais de GTA 6.
O segundo é o fator “nostalgia”, já que Ocarina of Time é o título mais bem-avaliado de toda a história dos videogames. Na prática, o peso de recriar a experiência com excelência é grande demais e pode impactar diretamente o projeto.
40 anos de The Legend of Zelda
Assim como o remake, as comemorações de 40 anos da franquia em 2026 continuam a todo vapor. A Nintendo, em parceria com a Columbia Pictures, produz um filme baseado na saga de Link e Zelda — que estreará em 30 de abril de 2027 nos cinemas.
Contudo, do mesmo modo que o novo título segue sem detalhes, a jornada nas telonas também não recebeu nenhuma informação além da data e do elenco. Não foi divulgado qual game eles adaptarão e quais os elementos da série que estarão presentes dentro da sua narrativa.
Além dos dois, a Big N também celebra uma parceria com a LEGO para vários conjuntos montáveis baseados nas aventuras de Link. O último conjunto disponibilizado, inclusive, remontava a batalha final de Ocarina of Time — com o herói diante de Ganondorf.
O diretor de estratégia do XBOX, Matthew Ball, revelou nesta segunda-feira (8) que o Game Pass perdeu “milhões” de assinantes após o aumento global de preços. No Brasil, este acréscimo chegou a 100% em planos como o Ultimate.
O movimento foi realizado em outubro de 2025 e durou mais de um semestre, decisão que foi revertida recentemente pela nova CEO da divisão gaming — Asha Sharma. O executivo afirma que isso foi positivo, mas aponta que “o valor é diferente” hoje em dia.
Não foi revelado quantos usuários ao certo foram perdidos, já que a companhia não divulga seus números. A última vez que isso ocorreu foi em 2024, quando celebraram 34 milhões de usuários entre serviços como o XBOX Game Pass e o Live Gold.
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Inicialmente, o valor da assinatura Ultimate do XBOX era de R$ 59,99. Em outubro, subiu para R$ 119,99 e, mais recentemente, a Microsoft reduziu para R$ 76,70 — mais alto do que era antes, mas ainda assim representou um “alívio” para os jogadores.
Milhões de pessoas cancelaram a assinatura do XBOX Game Pass após o aumento de outubro de 2025 (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Assim como Matthew Ball não divulgou “quantos” milhões cancelaram a sua assinatura, também não foi dito se muitos destes voltaram com o último reajuste. No entanto, para ele apontar que o valor hoje é outro, não foi algo tão positivo assim.
Por fim, ele prometeu que a abordagem do XBOX terá uma estratégia mais “confiável” para o serviço e para os jogos exclusivos de sua plataforma — um dos grandes destaques de Gears of War: E-Day e dos próximos anúncios que a Microsoft trará.
Além de alterar todas estas normativas, ela publicou uma “promessa” à sua equipe e aos fãs de que buscaria a essência do videogame para trazê-la à atual geração. Do mesmo modo, garantiu maior destaque ao console e jogos — o que realmente move a comunidade.
Na mesma linha, no XBOX Games Showcase de domingo (7), ela decretou que a divisão voltará a focar em títulos exclusivos para a própria plataforma. Eles manterão o compromisso já feito com os demais, mas Gears of War: E-Day, Clockwork Revolution e os próximos anúncios serão focados apenas nos seus consoles.
O objetivo é claro: atrair os fãs de volta aos videogames e trazer destaque para o próximo hardware que está em produção — chamado provisoriamente de XBOX Helix. Assim como o Steam Machine, ele pretende ser um híbrido entre uma experiência gaming tradicional e PC.
O emulador Delta disponibilizou, na última semana, uma nova atualização que traz um recurso inédito para os usuários de iPhone ou iPad: o suporte nativo para rodar cartuchos físicos de Super Nintendo e Game Boy.
Segundo a equipe de programadores, isso será possível por meio de um hardware add-on, como é o caso do SN Operator e GB Operator — ambos da Epilogue. Eles são leitores para as fitas, que rodam os títulos através dos softwares do usuário.
Na prática, agora um iPhone poderá rodar jogos de Super Nintendo, Game Boy, Game Boy Color e Game Boy Advance, fisicamente. Contudo, apenas com o emulador Delta — outros não oferecem este suporte, ao menos até o momento.
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Ainda que seja mais conveniente fazer o download da ROM, o que auxilia também na portabilidade, o suporte garante que seus cartuchos continuarão em uso. Se o seu SNES ou Game Boy parou de funcionar por alguma razão, esta é uma opção a considerar.
Seus cartuchos clássicos agora poderão ser lidos pelo iPhone ou iPad (Imagem: Reprodução/Giant Bomb)
Cartuchos físicos no iPhone e em dispositivos Android
A necessidade surgiu da própria Epilogue, que disponibilizou um app chamado Retrace para Android e iOS, lançado em março de 2026. Este software permite conectar o leitor no seu smartphone para autenticar a originalidade da fita e ver seu preço no mercado.
No entanto, ele não permite que os usuários joguem esses mesmos games no dispositivo. A partir disso, o time de desenvolvedores do Delta decidiu expandir o uso destes hardwares add-on para um “propósito maior”.
Enquanto isso é possível no iPhone e iPad, no Android não há uma forma simples de resolver este problema. No máximo, os jogadores podem tentar emular o Windows no celular para ter uma experiência similar e teriam dores de cabeça.
Nesse cenário, seria necessário virtualizar o Windows no celular apenas para conectar o leitor e, só então, transferir os dados para o emulador. Além de atrasos, é um trabalho extenso que seria facilmente resolvido pelas ROMs convencionais.
O jogo Marvel Rivals introduziu um grande redesign no Homem de Ferro, com uma armadura digna dos maiores samurais da história. O traje torna Tony Stark imponente, com um design único e uma lança — elementos nunca vistos anteriormente sequer nas HQs ou nos filmes.
De acordo com o perfil do multiplayer online, o traje “Iron Samurai” é uma versão letal do super-herói no Universo 2099: a releitura futurista dos super-heróis da editora, extremamente popular por mostrar o Homem-Aranha de Miguel O’ Hara.
Não foi revelado se o traje inédito do Homem de Ferro será utilizado nas histórias em quadrinhos ou outras mídias. Contudo, dificilmente uma ideia como esta fica restrita, principalmente quando suas histórias continuam a evoluir.
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Nas redes sociais, o perfil de Marvel Rivals divulgou como será o gameplay com o Iron Samurai. Segundo os desenvolvedores, a armadura foi criada no universo fictício pela divisão Stark-Fujikawa das Indústrias Stark, localizada em Tóquio.
If looks could kill, they wouldn't survive a day. ☠️
"Stark-Fujikawa—my little Tokyo subsidiary. Can't believe they were still cranking new armor out based off my tech all the way in 2099. And in samurai style? Gotta admit, cool concept. Of course, it took a few personal… pic.twitter.com/JXegHC0eEU
A primeira aparição da armadura do Homem de Ferro ocorre na Temporada 8 do multiplayer, como uma das grandes novidades deste período. Na classificação do título, ela pode ser encontrada entre os trajes lendários.
Estas skins não trazem diferença apenas in-game, como surpreendem com efeitos visuais únicos, animações personalizadas como MVP (melhor jogador da partida), sons especiais e emotes temáticos. Ou seja, o pacote completo para Marvel Rivals.
O jogo grátis PvP com equipes de 6 jogadores cada pode ser experimentado no PS5, XBOX Series e computadores. No entanto, caso vá usar a nova skin, lembre-se de que este Homem de Ferro tem uma honra a zelar e não deve ser manchada pela derrota.
Os fãs esperaram mais de 14 anos para ver James Bond voltar aos videogames, algo que finalmente foi atendido por 007 First Light — título da IO Interactive que conta a origem do espião mais amado de todos os tempos.
Com a mistura de stealth com ação/aventura, vemos o agente secreto da MI6 dar seus primeiros passos e conquistar o tão aclamado número. Isso com seus apetrechos tecnológicos, habilidades e, obviamente, com seu charme.
O estúdio de Hitman acerta em vários pontos com 007 First Light: ritmo, gameplay, gráficos e toda a construção do personagem. Ainda que muitos clichês sejam vistos, a experiência surpreende e traz o melhor do herói dos cinemas.
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Prós
Gráfico de ponta
Mistura de estilos de gameplay foi um ponto alto
O ritmo da história é fluido e bem estruturado
Muita liberdade de ação
A promessa é cumprida: vemos a origem do agente 007
Contras
Clichês demais dentro da narrativa
Construção de 007 First Light
A melhor definição para o novo jogo da IO Interactive é que a aventura parece ser uma filha entre Uncharted e Hitman. E não há verdade maior que esta: na falta do game da Naughty Dog (que descanse em paz), 007 First Light cumpre seu papel com louvor.
O game tem muita ação, mas 007 First Light também constrói muito bem o personagem de James Bond (Imagem: Captura de Imagem/Diego Corumba)
No controle de James Bond, você tem de executar missões ao redor do planeta com o máximo de discrição possível. Obter algum item valioso, dados de um inimigo do Governo ou resgatar ativos importantes são alguns dos objetivos que terá de cumprir para manter a ordem no Reino Unido.
Para isso, vale entrar escondido em uma mansão, se esgueirar atrás de caixas, explodir algo mais distante com seu laser para distrair guardas e coisas do tipo. Quanto menos pessoas o virem, melhor e o sucesso da sua missão estará mais garantido.
Dá para ignorar tudo isso e atirar em tudo que se move, bater em todos na sua frente e abrir caminho na marra? Sem dúvida, mas tenha certeza de que a dificuldade se eleva à milésima potência nestes casos.
“Sempre que chama atenção desnecessária, surge um enxame de inimigos para atacar James Bond e boa sorte em encarar essa horda simultaneamente”, Diego Corumba
O herói não é o Batman para abater 10 inimigos simultaneamente, algo muito comum de acontecer se você fizer muito barulho. Não é impossível concluir assim, mas o nível de desafio é extremamente maior. Logo, recomenda-se usar a inteligência e toda a sagacidade de James Bond no trajeto.
Além de bater, defender e atirar, o agente também pode usar seus gadgets para criar oportunidades únicas. Enjoar inimigos, cegar alvos com laser, o que precisar terá em suas mãos — literalmente, já que todos estão instalados no seu relógio.
Escolha sabiamente os gadgets que você usará durante as missões (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Dito tudo isso, o grande destaque é a liberdade de ação que 007 First Light dá a cada jogador. Você pode ir com os gadgets que quiser, agir da forma que preferir e o que importa é concluir a missão: não importa os meios, contanto que complete o que é pedido.
E o game valoriza demais a criatividade. Você pode abrir caminho entre os guardas, pular janelas, subir no telhado e descer pela primeira entrada que estiver disponível entre outras que o jogo permite.
O mesmo vale para os combates. Dá para atirar de longe, mas também pode seguir de “peito aberto” na direção de um inimigo, usar o blefe para enganá-lo e seguir para onde precisa sem qualquer impedimento. Então, pode passar da maioria das missões sem entrar em uma briga sequer? Sim, é possível.
Essa liberdade em 007 First Light faz cada experiência ser única. Mesmo que a história não mude, os jogadores podem fazer missões com diferentes desdobramentos e até descobrir segredos ao atuar de outro modo durante a segunda ou terceira run.
O núcleo de sucesso
Da mesma forma que o gameplay brilha, a história não fica para trás. James Bond começa ainda antes de ingressar no MI6, quando é notado pela agência secreta e convidado a integrar o treinamento para se tornar um espião.
A construção toda da trama, que o leva a herdar o número 007 é muito bem-feita e cheia de momentos eletrizantes. Entre quedas de aviões, perseguições intensas e até situações tocantes, vemos diversos elementos que o transformam no personagem que é visto nos cinemas.
“O treinamento de Bond, logo no início da aventura, é o melhor tutorial que eu já vi na história dos games. Ele se integra muito bem a toda proposta e encanta”, Diego Corumba
O treinamento de James Bond e sua conclusão são extremamente divertidos (Imagem: Captura de Imagem/Diego Corumba)
Vale destacar que tudo isso ocorre de forma extremamente fluida e dá para acompanhar bem como ele se tornou o maior agente secreto do mundo. Os personagens ao seu redor, o vilão e até mesmo as paixonites que ele encontra não são degraus, mas aspectos importantíssimos dentro deste universo.
Um primor técnico
No PlayStation 5, 007 First Light rodou liso e não senti engasgos nem nas cenas de ação mais insanas. Vários inimigos, carros que chegavam, avião decolando, tiros para todos os lados e vários objetos destrutíveis na tela que agem sem travar ou crashar? Difícil nos dias de hoje, diga-se de passagem.
Graficamente, o jogo não tem defeito algum. Tanto os personagens quanto os cenários impressionam, o que dá uma imersão ainda maior para toda a experiência. Além de ser um ponto alto, ele ressalta bastante do próprio charme de Bond — que é usado à exaustão por quase todo o tempo.
Também surpreende as transições, que te levam de veículos a tiroteios ou túneis sem qualquer tipo de corte. O trabalho da IO Interactive, neste aspecto, beira à perfeição e mostra que a demora e adiamentos fizeram a espera valer a pena.
Uma excelente porta de entrada
007 First Light é uma excelente porta de entrada para a franquia, não apenas por apresentar a origem do espião, mas também por ser um trabalho primoroso do estúdio com o personagem. Exceto por GoldenEye 007 (1997), muitos tentaram e não seria errado dizer que nenhum conseguiu com a mesma maestria.
Se olharmos atualmente, sequer há títulos no mercado para comparar a aventura. Talvez Uncharted 4 (2016) e Hitman III (2021), mas claramente o novo capítulo de James Bond as supera — em mecânicas e tecnicamente. Pode haver controvérsias na narrativa, por algumas características que ela carrega consigo.
“O jogo me deu vontade de começar a ver os filmes de 007, pela primeira vez em toda a minha vida”, Diego Corumba
A história é bem construída, mas não evita os clichês. Na verdade, ela até abusa bastante deles. O mentor que não aceita o aprendiz, o jovem que desafia as autoridades e o modelo “arcaico” do mundo corporativo, o vilão que acredita seguir o caminho certo e tudo mais são vistos em diversas produções hoje em dia.
Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)Imagem do review de 007 First Light (Captura de Imagem/Diego Corumba)
O lado negativo é que isso torna o jogo muito previsível. Porém, não chato. É possível determinar o rumo que a narrativa vai tomar até que cedo, contudo você se sentirá compelido a acompanhar para ver como isso transformará Bond. Em outras palavras, pode incomodar, mas não será um fator determinante para largá-lo.
No fim das contas, 007 First Light é exatamente o que a franquia precisava. Um jogo AAA que chegou sem prometer tanto e entregou tudo. Os fãs antigos vão sorrir com todas as referências, os novatos compreenderão este universo e terão uma porta aberta para expandir com as dezenas de filmes que existem.
Não estranharia que a franquia criasse raízes e crescesse a partir desta história de origem de James Bond. Agora como agente completo, existem vários caminhos que podem seguir com seus personagens — contanto que saia do “mais do mesmo”, algo difícil de se fazer quando começa a se explorar propriedades intelectuais.
Ainda não é possível estabelecer para onde ele vai, mas 007 First Light foi feito para conquistar todos os tipos de público. Tanto pela ação quanto pelo charme do agente secreto, ele vai te levar para uma aventura inesquecível e com um grande potencial para engrandecer ainda mais toda a saga.
Enquanto muitos se preocupam com o preço e se GTA 6 vai adiar novamente ou não, outros possuem uma aflição diferente: afinal de contas, quanto o novo game da Rockstar comprometerá do seu armazenamento?
Apesar de o estúdio não ter revelado este e os demais detalhes de sua experiência, o debate tem tomado toda a comunidade nos últimos dias. O perfil “GTA 6 Intel”, por exemplo, alega que ele ocupará pouco menos do que 200 GB e outros insiders reforçam a informação.
Esta quantidade é massiva e a discussão se faz necessária, mas vale lembrar que muitos jogos atualmente seguem padrões altíssimos e que exigem demais do SSD de seu console. Se levarmos em consideração a magnitude necessária para este lançamento, seria isso “muito”?
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O tamanho de GTA 6 importa?
Ainda que o novo Grand Theft Auto VI tome quase 200 GB ou até um pouco mais, temos de lembrar alguns detalhes para definir a escala que ele ocupa. Isso é mesmo demais em uma realidade na qual todos os títulos da franquia Call of Duty ocupam mais de 100 GB cada? Pois é, um simples FPS sem mundo aberto.
GTA 6 ser duas ou até três vezes maior que Red Dead Redemption 2 por 50 GB a mais pode ser um "lucro" (Imagem: Divulgação/Rockstar)
Outro parâmetro importante para nos situar melhor é o último jogo lançado pela Rockstar, Red Dead Redemption 2 (2018) — que ocupa cerca de 150 GB nos consoles de mesa e PC. Uma experiência lançada há 8 anos, diga-se de passagem. Inclusive, neste ponto de vista, até impressiona que GTA 6 possa ter duas ou até três vezes mais coisas com apenas 50 GB a mais.
Videogames como o PlayStation 5 e XBOX Series X são vendidos com o padrão de 1 TB, o que significa 20% do armazenamento apenas para o novo game do estúdio. Contudo, não está tão distante assim do que vemos atualmente e com a adição do que foi prometido pelos desenvolvedores. A “perfeição” pesa e muito.
Outro ponto é que, independentemente de quanto ocupe, muitos sequer desejarão jogar outra coisa no fim de 2026. Que mal faria deletar um ou dois jogos AAA para abrir espaço, não é? Quando cansar (se é que isso ocorrerá), poderá baixar os outros novamente depois e continuar de onde parou.
200 GB não bate no teto
Mencionamos que os Call of Duty “padrão” costumam ocupar 100 GB, mas Black Ops 6 (2024) ultrapassou esta linha e foi lançado com a exigência de aproximadamente 220 GB — com o launcher, que faz o hub com os demais games da saga e o battle royale Warzone.
Em ARK: Survival Evolved (2017) e Survival Ascended (2023), temos um patamar ainda maior para o quanto o armazenamento é sufocado. Se você baixar os assets de alta qualidade e mods, ele pode pesar entre 300 GB e 435 GB. Muito, até mesmo para padrões mais exagerados.
Com esta métrica, GTA 6 com 200 GB não soa tão polêmico quanto se discute. Final Fantasy XVI (2023) e God of War Ragnarök (2022) têm entre 170 GB e 175 GB, respectivamente. Quantum Break (2016), vai além e hoje pode exigir quase 180 GB. Na prática, já estamos diante deste cenário de qualquer modo.
Vemos até certas reclamações em redes sociais, mas se a Rockstar e a Take-Two Interactive cumprirem o que prometeram para o seu próximo game, talvez seja o menor preço a se pagar para acessar a experiência — ao menos esse é um problema que poderá resolver de forma mais simples do que as demais.
Mais armazenamento, para viagem
Cedo ou tarde, o armazenamento do PS5 e do XBOX Series teria de ser discutido. Os hardwares com 1 TB já não aguentam mais a exigência de vários títulos. Na realidade que vemos, baixar 5 ou 6 grandes títulos é o limite que suportam.
Porém, os usuários ainda têm opções. A primeira é deletar o que já zerou ou aquele game que sabe que não retornará. Crie “ciclos”, apague alguns para baixar outros e repita assim que se sentir satisfeito com estes. Assim, GTA 6 chegará e (possivelmente) passará de forma que você mal sentirá o impacto no seu armazenamento.
A segunda opção é mais custosa, já que exige que faça um upgrade no SSD do seu videogame. É possível trocar o componente por versões com até 8 TB, no caso do PlayStation 5, e 4 TB, com o XBOX. Até o lançamento do jogo em novembro, caso não sofra adiamentos, é bom juntar dinheiro não apenas para comprar o game, mas também para pensar sobre isso.
Após semanas de grandes franquias e experiências divertidas com os jogos grátis de fim de semana, chegou a hora de desacelerar um pouco. Isso não significa menos qualidade, obviamente, mas que todo o “fuzuê” teve o ritmo reduzido.
Uma das boas notícias chegou pelo State of Play da última terça-feira (2), que revelou os testes grátis em Marathon. A obra está disponível no PS5, Xbox Series e PCs e os jogadores poderão curtir o último lançamento da Bungie sem pagar nada até o dia 9 de junho de 2026.
O período é oferecido para celebrar a Temporada 2 do multiplayer online, que abraça o terror com o mapa “Pântano Noturno”, tomado pela escuridão e elementos tenebrosos para o público encarar. Você tem coragem?
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Mesmo que todo o progresso tenha sido reiniciado, quem se aventurar pelo teste deste fim de semana como jogo grátis poderá transferir os dados salvos para a versão completa — que está em promoção em todas as plataformas.
Ainda que Marathon seja a grande estrela da lista de jogos grátis deste fim de semana, há outros games de qualidade para jogar sem gastar nada nos próximos dias. Ao menos para jogar uma ou duas partidas antes da Summer Game Fest.
Conheça 5 jogos grátis para se divertir neste fim de semana.
5. Donkey Kong 64
Donkey Kong 64 pode não ser um dos mais amados entre os fãs, porém perder a chance de jogá-lo e ver como nasceram os primeiros conceitos do primata no universo 3D seria um grande desperdício.
Os jogadores podem resgatar Tell Me Why gratuitamente no Steam, experiência produzida pela DONTNOD Entertainment — o mesmo estúdio que criou Life is Strange. Na aventura, você controla irmãos gêneos que precisam recuperar memórias de sua infância enquanto lidam com as consequências de suas ações.
Repleto de escolhas difíceis e uma trama sentimental, você poderá vivenciar como o passado e futuro destas duas pessoas se interconectam de uma forma muito íntima dentro dos seus três capítulos. Ele estará disponível para você resgatar sem custos até dia 1 de julho de 2026, então corra enquanto há tempo.
3. XCOM Chimera Squad
Cinco anos após os eventos de XCOM 2, a aventura de XCOM: Chimera Squad coloca você para encarar um desafio maior: a coexistência com os alienígenas remanescentes na Terra. Porém, a humanidade não está a favor dessa união e você deve enfrentar o preconceito inerente à nossa espécie.
Obviamente que você não fará isso com tratados de paz e diálogo, mas sim com muito tiro, porrada e bomba. Para defender a Cidade 31, você deve se alistar na assinatura Amazon Prime para ganhar acesso aos títulos para PC daLuna Gaming. Uma vez resgatado, o game será seu para sempre.
2. Especial No More Robots
O Xbox traz um combo especial da distribuidora No More Robots, com diversos títulos que estão presentes na plataforma. Neste fim de semana, os jogos grátis são Little Rocket Lab, Spirittea, Soccer Story, Descenders Next, Let’s Build a Zoo, Hypnospace Outlaw, Slayers X: Terminal Aftermath Vengeance of the Slayer, Nowhere Prophet e Family Man. Todos exigem assinatura do Game Pass.
Caso não tenha nenhum dos planos da Microsoft, não tem problema, já que poderá curtir também Descenders — um jogo de ciclismo que colocará os jogadores para descerem a toda velocidade de diversos cenários. Será que você dá conta deste desafio?
1. Tomb Raider IV-VI Remastered
A trilogia remasterizada de Lara Croft comprime os capítulos 4, 5 e 6 da franquia original, que é reunida neste jogo grátis oferecido pela Luna Gaming. Em Tomb Raider IV-VI Remastered, você conta com as aventuras mais sombrias da heroína em busca de artefatos e de mistérios ao redor do mundo.
A coletânea traz Tomb Raider: The Last Revelation, Tomb Raider: Chronicles e Tomb Raider: The Angel of Darkness, com visuais, controles e som refinados para a nova geração de jogadores. Se é um fã clássico ou se chegou apenas na trilogia de 2013, este é imperdível para voltar aos passos que definiram a icônica heroína.
Jogos grátis do fim de semana
Além dos games mencionados aqui, vale notar que a Epic Games Store também oferece o jogo de estratégia Songs of Conquest de graça. O game para PC traz exploração e combates por turnos, assim como ele é inspirado nas antigas experiências dos anos 1990 — um prato cheio para qualquer jogador. A plataforma também apresenta Rogue Waters, um RPG tático com piratas cheio de tesouros e monstros marinhos.
Mesmo sem tantos jogos grátis de peso, este fim de semana oferece qualidade e diversidade. Está em dúvida sobre qual jogo jogar? A gente te ajuda:
Para quem ama revisitar clássicos: Donkey Kong 64 e Tomb Raider IV-VI Remastered
Para quem ama mergulhar em histórias sentimentais: Tell Me Why
Para fritar o cérebro: Songs of Conquest, XCOM Chimera Squad e Rogue Waters
Para chamar os amigos e se divertir: Marathon
Para os apaixonados pelos jogos independentes: especial No More Robots no Xbox
A Valve confirmou nesta quinta-feira (4) que lançará o Steam Machine e o Steam Frame (seus óculos de realidade virtual) ainda no trimestre atual. O anúncio reforça que o início da pré-venda está próximo e que o preço será divulgado em breve.
De acordo com a companhia, a disponibilização já contará com a verificação de diversos jogos do seu catálogo. Assim, o público poderá saber se um título roda bem no hardware ou não.
“Estamos expandindo o programa Verified para incluir a Steam Machine e o Steam Frame, ambos com lançamento previsto para o verão do hemisfério Norte. Assim como o programa Steam Deck Verified, o objetivo é ajudar os usuários a entender o quão bem um jogo rodará na primeira inicialização e sem nenhuma configuração ou intervenção”, revela a Valve.
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Para reforçar a mensagem, eles ainda ressaltam: “estamos empolgados para que os jogadores experimentem seus jogos no novo hardware Steam, que lançará neste trimestre”, o que serve como uma piscada de olho de que o projeto não será adiado novamente.
Pelo visto, o Steam Frame chegará simultaneamente ao Steam Machine (Imagem: Divulgação/Valve)
As maiores preocupações são com o estoque e preço pelo qual ele será vendido no mercado. Enquanto o primeiro, aparentemente, está resolvido, o segundo promete proporções enormes para esse debate. Se considerar que o Steam Deck OLED é vendido por mais de US$ 900 nos Estados Unidos, é esperado que o dispositivo alcance a faixa de US$ 1.000 ou superior.
Chegamos ao fim do primeiro semestre do ano, com diversos lançamentos de jogos espetaculares que preenchem o mês de junho de 2026. Mesmo após Pragmata, 007 First Light e outros sucessos, ainda há muito jogo bom para ficar de olho.
Entre os destaques dos lançamentos de jogos, temos o independente e insano Denshattack!, a chegada do tão esperado EA Sports UFC 6 — com três anos de hiato desde o último — e o retorno de Star Fox aos consoles Nintendo, algo que era pedido há quase uma década.
Quer saber o que você vai curtir no PS5, Xbox Series, Nintendo Switch e PCs nas próximas semanas? A seguir, o Canaltech lista os 6 grandes lançamentos de junho de 2026. Ao fim, você confere o calendário completo de novidades.
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6. eFootball Kick-Off!
Após muitos anos distante dos consoles Nintendo (14, para sermos exatos), a Konami volta com estilo em eFootball Kick-Off! — sua nova experiência de futebol arcade e com foco em partidas multiplayer.
A intenção é clara: reunir os amigos e curtir o novo título da melhor forma no Switch 2. Inclusive, ele conta com o recurso GameShare para dividir um jogo em até quatro videogames, para cada um jogar na sua tela.
Além das disputas tradicionais, ele também conta com partidas rápidas, estas com um tempo reduzido e mais focadas em ação. Outro modo interessante é a Copa Internacional, que chega no clima da maior competição futebolística de 2026.
eFootball Kick-Off! chega com exclusividade no Nintendo Switch 2 no dia 3 de junho de 2026.
5. Denshattack!
O que você acha de controlar um trem em alta velocidade, realizar manobras com ele e atingir os objetivos mais malucos em meio a cenários urbanos e naturais? Pois é, será isso que encontrará em Denshattack!
Produzido pelo estúdio independente Undercoders, toda a sua jornada a bordo deste veículo ocorrerá em um Japão distópico e você tem até uma missão: derrubar a megacorporação duvidosa Miraido para recuperar os seus trilhos.
Com visuais cel-shading e sequências absurdas, ele chama a atenção por exigir um reflexo sem precedentes enquanto apresenta cenários espetaculares. Isso sem contar que dá para personalizar o seu trem, o que sempre é um bom sinal.
Denshattack! chegará no PS5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PCs no dia 17 de junho de 2026.
4. Hell Let Loose: Vietnam
Após um muito bem-sucedido game, a Expression Games agora promete dobrar a aposta com Hell Let Loose: Vietnam. A proposta é levar a sobrevivência e busca por recursos diretamente para o conflito no Vietnã, entre o país e os Estados Unidos.
Com 6 modos de jogo, partidas de 50v50 e a possibilidade de construir diversas estruturas para ajudar a sua tropa e pilotar veículos (como um helicóptero!), a experiência tem a ambição de recriar com fidelidade o confronto que abalou as estruturas do mundo entre os anos 1950 e 1970.
A imersão é tão grande que cada disputa multiplayer te permitirá ver os esquadrões, garantir sua classe favorita e cumprir missões dentro daquela função que segue dentro das forças armadas. Com gráficos de ponta, as expectativas para este são bem altas.
A guerra em Hell Let Loose: Vietnam começará no dia 18 de junho de 2026 e você pode se alistar no PS5, Xbox Series e nos computadores.
3. EA Sports UFC 6
Um dos maiores cenários de luta do planeta voltará aos games em EA Sports UFC 6, três anos após o último lançamento. Produzido pela Electronic Arts, o título busca te fazer lutar até o fim para conquistar o tão sonhado cinturão.
De acordo com a produtora, a obra se apoia em pilares como a fidelidade visual vista nos atletas do mundo real, 30 estados de fluxo único, adição de uma nova física de ragdoll e a grande novidade do Hall das Lendas: onde poderá mergulhar na história dos grandes lutadores da categoria.
Além de tudo isso, o game tem o seu próprio “Modo Carreira” em The Legacy: no qual começará o seu caminho do zero, com diversas lutas que podem te levar ao mesmo ringue dos grandes nomes do esporte atualmente. Será que você dá conta?
O octógono de EA Sports UFC 6 estará pronto em 19 de junho de 2026, com conflitos nas arenas PS5 e Xbox Series.
2. The Adventures of Elliot: The Millenium Tales
Se é um RPG HD-2D que você busca, The Adventures of Elliot: The Millenium Tales pode te ajudar a chegar onde tanto queria. Diferentemente de Bravely Default e Octopath Traveler, a experiência opta por seguir sequências de ação em tempo real e mostra como a fórmula evoluiu nestes últimos anos.
A trama mostra o protagonista e sua fada, Faie, enquanto atravessam o tempo e espaço para cumprir uma missão milenar. O foco será em quatro eras específicas, que vão desafiar o herói de todos os modos e botar o seu objetivo em xeque.
De acordo com a Square Enix, você terá de lutar nos “tempos atuais” (Age of Safekeeping), em uma época na qual a humanidade leva uma vida miserável (Age of Reconstruction), no ápice da prosperidade humana (Age of Magic) e no início da civilização (Age of Budding). Cada uma terá um perigo único.
A jornada pelo tempo de The Adventures of Elliot: The Millenium Tales começa em 18 de junho de 2026 e estará disponível no PS5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e computadores. Será que você tem o que precisa para esmagar esta tarefa?
1. Star Fox
O tão esperado retorno de Fox McCloud está próximo, com Star Fox a caminho do Nintendo Switch 2. Um remake do jogo lançado no Nintendo 64, a aventura colocará você e toda a sua equipe de aliados contra os perigos de dominação galáctica de Andross.
Com gráficos revitalizados, gameplay moderno e um prólogo impressionante que mostra o que ocorreu com o pai do protagonista — James McCloud —-, a trama promete finalmente dar um impulso na franquia e levá-la a um futuro glorioso.
Um dos grandes destaques, que vão além do próprio game, é a possibilidade de personalizar o reconhecimento facial da Nintendo Camera: assim, poderá conversar com seus amigos via GameChat como um dos emblemáticos personagens.
Star Fox será lançado com exclusividade no Switch 2 e aterrissará no seu videogame em 25 de junho de 2026. Ele até já tem prévia dublada em português brasileiro:
Todos os lançamentos de jogos em junho de 2026
Apesar de destacarmos estes 6 títulos, o mês de junho carrega vários lançamentos de jogo de peso. Veremos Final Fantasy VII Rebirth nos consoles Nintendo, a chegada de Dead or Alive 6: Last Round e até Gothic 1 Remake. Veja o calendário completo:
2 de junho
Fatekeeper (PC)
3 de junho
eFootball Kick-Off! (Switch 2)
Final Fantasy VII Rebirth (Xbox Series, Switch 2)
4 de junho
The 7th Guest Remake (PS5, Xbox Series, PC)
A-Train 9 Evolution (Switch 2)
Crazy Cha!n: Elpis no Kusari (Switch)
River City Saga: Journey to the West (PS5, Switch, PC)
Tetris: The Grand Master 4 - Absolute Eye (Switch)
Você sabia que a minissérie A Testemunha, exibida pela Netflix, é baseada em uma história real? Pois é, a produção transforma um dos crimes mais marcantes do Reino Unido nos anos 1990 em uma obra que mostra as diferentes nuances que marcaram o caso.
O assassinato de Rachel Nickell moveu debates públicos e gerou insatisfação até nas autoridades, que buscavam uma resposta sobre quem matou a jovem e todas as irregularidades que acompanharam as investigações.
Entenda por que o true crime causou tanta comoção e a razão pela qual a história ainda é lembrada, mesmo mais de 30 anos depois:
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A história de Rachel Nickell
Em 1992, Rachel Nickell tinha 23 anos e passeava com seu filho — Alex Hanscombe, de apenas 2 anos de idade — no parque Wimbledon Common. Na frente da criança, ela foi atacada por um desconhecido e sofreu 49 golpes de faca e abuso sexual.
O crime chocou todo o Reino Unido e expôs diversas facetas das autoridades (Imagem: Reprodução/Alex Hanscombe)
Quando seu corpo foi encontrado, relataram à Polícia que a criança estava agarrada a ela enquanto tentava acordá-la. O caso causou um grande impacto na sociedade, não apenas pela brutalidade, mas também pelo sentimento amargo que a cena descrita provoca nas pessoas.
Em A Testemunha, o foco recai justamente sobre Alex. O seriado explora os impactos que o delito provocou na criança, quando viu tudo o que aconteceu e vivenciou diversos traumas de uma só vez. Deste modo, ele se torna a figura central na memória do caso.
Por outro lado, temos André Hanscombe. Além de perder sua parceira, ele teve de lidar simultaneamente com o luto, medo, exposição midiática e a proteção de seu próprio filho. Se temos uma busca por Justiça, este detalhe extra mostra também como ele tentou reconstruir sua vida em meio ao caos completo.
A minissérie mostra o caso, porém o grande destaque é a forma como o evento impactou todos os envolvidos posteriormente. Não é apenas uma família que se desfez, mas que foi esmagada por todos os lados no decorrer dos anos.
O suspeito
Em meio ao crime brutal, A Testemunha também mostra como a figura de Colin Stagg foi envolvida em toda a trama. Considerado suspeito pela polícia britânica, ele foi outra vítima da Justiça em meio a tanta tragédia que já envolvia a história.
Uma policial disfarçada o seduziu para obter informações, além de cometer diversos erros pela investigação. Por pressão popular e de políticos, a força da Lei queria entregar resultados e não mediu esforços para forçá-lo ao máximo para confessar.
Ele chegou a ser preso por um período, mas toda a investigação contra ele desmoronou por completo em 1994, após críticas severas do povo e das autoridades em relação a toda a operação da equipe.
A organização Crime+Investigation UK revelou que o tribunal rejeitou a estratégia, que era basicamente uma armadilha sexual. A investigação inicial, que não levou a qualquer resultado, foi arquivada como uma grande vergonha nacional.
Para ter uma ideia, as autoridades foram levadas à Justiça para indenizar Stagg, assim como tiveram de emitir um pedido público de desculpas pela forma como o investigou e o acusou. O responsável pela delegacia foi afastado do cargo e muitos agentes também sofreram punições pela postura.
O verdadeiro culpado
Nos anos 2000, a busca pelo culpado da morte de Rachel Nickell foi retomada como forma de resolver um dos maiores crimes do Reino Unido na década anterior. O desarquivamento da papelada trouxe outro nome para os holofotes: Robert Napper.
Com novos recursos forenses, o homem que já era acusado por diversos outros assassinatos similares, que ocorreram na mesma área do Wimbledon Common, entrou na mira da Justiça também por este caso. Demorou, mas em 2008 ele confessou sua participação sob alegação de responsabilidade diminuída.
Rachel Nickell foi a primeira vítima de Robert Napper, popularmente conhecido como o Assassino da Corrente Verde (Imagem: Reprodução)
Após diversas falhas institucionais, seja para proteger ou encontrar o verdadeiro culpado pela morte de Rachel Nickell, o caso foi concluído e o homem segue preso até hoje. Apesar do final, várias polêmicas continuaram a preencher a história — como o pagamento de apenas 22 mil libras ao filho da vítima, menos de 20% do contracheque da detetive disfarçada.
Apesar de contar todas essas nuances do caso, A Testemunha se apoiará também em The Last Thursday in July, livro escrito por André Hanscombre sobre como a sua vida e de seu filho se transformou após o assassinato.
O pai levou a criança para a França em 1996, após diversos abusos midiáticos e exposição desnecessária de suas imagens. Na publicação, ele afirma que os repórteres os perseguiam e seguiam seus passos até mesmo em outro país — o que, somado ao delito e investigação falha, se tornou outro problema.
Assista À Testemunha
Uma das produções que você precisa assistir na Netflix em junho, a estreia de A Testemunha está marcada para o dia 4 de junho de 2026. A trama se destaca não só por retratar o assassinato, mas também por expor como trauma se entrelaça com memória e justiça, assim como os diversos erros da investigação policial e da imprensa.
A série tem um grande potencial para interessar os fãs de true crime, mas seu principal atrativo é na história sobre a sobrevivência familiar e consequências de um caso mal conduzido. Além do sofrimento das vítimas, toda a sociedade vê exposto como as autoridades e a mídia não estão bem preparadas para uma situação desta proporção.
Caso queira se preparar para assistir à obra da Netflix, também pode assistir a série Deceit — disponível no Amazon Prime Video —, que conta um pouco mais sobre como os investigadores seguiram as pistas de forma equivocada e causaram mais danos do que trouxeram justiça, de fato.
O Brasil é um país gamer em sua essência, com a cultura de videogames enraizada em nosso povo. Dos Famiclones e fliperamas aos consoles de atual geração, estes dispositivos integram nosso cotidiano há muito tempo e trazem uma conexão forte com o mercado de eletrônicos nacional.
Ainda assim, mesmo com a passagem de vários desses hardwares em solo brasileiro, alguns marcaram mais do que outros. São os que eram vistos em todos os lugares, seja na casa de um amigo, seja na novela das 20h ou nas prateleiras das lojas espalhadas por todo o país. Eles estavam onde quer que fosse, o tempo todo.
Para celebrar os consoles que fizeram história no Brasil, o Canaltech lista os 5 que mais marcaram e fizeram sucesso no país.
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5. Mega Drive
A parceria da SEGA com a TecToy foi certeira e metade das crianças tinha um Mega Drive em sua casa nos anos 1990. Com jogos em português, presença fortíssima em nosso mercado e com um ar mais “descolado”, não demorou nada para ele ser um sucesso completo entre os fãs brasileiros.
Enquanto muitos de nós víamos títulos como Mônica no Castelo do Dragão de um lado, que dava vida aos gibis de Maurício de Souza, do outro tinha uma infinidade de obras aclamadas: Sonic the Hedgehog 2, Ristar, Kid Chameleon, Castle of Illusion starring Mickey Mouse, Streets of Rage 2 e Contra: Hard Corps.
Além de ser um dos campeões dos bate-papos com os amigos da escola e na família, ele também teve um grande alcance nas bancas de jornais: afinal de contas, restava alguma revista de games que estampava seus personagens na capa? Se uma criança visse, “já era”: o pai ou mãe ouviria pedidos intermináveis.
Poucos videogames foram tão influentes no Brasil quanto o Mega Drive, o que alavancou ainda mais o domínio da SEGA no Ocidente e manteve a TecToy — que está de pé até os dias atuais, mesmo “distante” deste mercado. Não teria uma Guerra de Consoles sem ele e aqui foi um dos territórios nos quais ele conquistou um grande espaço no coração dos jogadores.
Mega Drive, conhecido também como SEGA Genesis, fez história no Brasil (Imagem: Divulgação/Nintendo)
4. Super Nintendo
Não se cria uma “Guerra” sozinho e o Mega Drive teve um competidor à altura nos anos 1990: o Super Nintendo. O videogame, que muitas vezes chegava ao público com Super Mario World no pacote, teve um impacto devastador no público e criou uma nação de fãs verde-e-amarelos da Big N.
Se as revistas com os personagens da rival chamavam a atenção, as que tinham estampados Donkey Kong, Mario, Yoshi, Kirby, Samus Aran e diversos outros de seus mascotes eram a garantia de que dinheiro seria gasto nas bancas de jornais.
No entanto, não era apenas neste espaço que ele atingiu o público: nas escolas não se falava em outra coisa, assim como nas emblemáticas locadoras, com centenas de capas com os seus personagens e aventuras.
Se a SEGA tinha a TecToy, no Brasil o SNES teve a Playtronic — união da Gradiente e da Estrela para atingir o mercado de videogames em nosso país. E foi um acerto e tanto também, com localização de vários títulos, guias e presença firme em nosso mercado, que criou raízes que são fortes até os dias atuais.
Quem não se lembra de abrir a caixa do SNES com o console e Super Mario World? (Imagem: Reprodução/Giant Bomb)
Não foi apenas pelos seus games fortes e domínio impiedoso em todas as revistas especializadas, mas por conversar diretamente com a comunidade de uma forma como nenhum outro fez: através do bolso, com a pirataria. Quem não se lembra dos camelôs que vendiam pacotes com 3 CDs por R$ 10?
Isso tomou toda a nação de assalto, com centros comerciais lotados de barracas de jogos, crianças que conheciam 5 a 6 franquias diferentes por fim de semana e muitas reuniões de amigos para disputar uma partida de tudo: de Winning Eleven a Street Fighter e Twisted Metal, a diversão era certa.
Além disso, foi justamente nessa época que os programas de TV começaram a adotar os videogames em sua grade. É impossível não se lembrar da extinta Rede Manchete e do MarGames, que trazia detonados e diversas novidades diretamente na telinha do público brasileiro. Foi uma época marcante para muitos e se os consoles tinham raízes, aqui vimos a árvore toda ganhar vida.
Até mais que o console, os jogos pirateados de PS1 ficaram famosos em todo território nacional (Imagem: Damien McFerran/Time Extension)
2. PlayStation 2
Se o PS1 fez barulho, imagina o caos que se tornou quando a Sony trouxe ao mercado o nosso querido “Play2”? É seguro dizer que, no Brasil, ele estar disponível significava que nenhum outro tinha chances de chegar na casa dos jogadores. Era um absurdo que não teve precedentes e nunca se repetiu.
Com gráficos aprimorados e games que “amadureceram” junto à sua base de fãs, o PlayStation 2 foi um sucesso massivo por God of War, Devil May Cry, Tony Hawk’s Underground, Resident Evil 4 e outros êxitos que atingiram o público em cheio por mais de uma década.
Sim, mesmo com o lançamento do PS3 em 2006, quem disse que o público largava o antigo? O combo de revistas, TV, início da internet no Brasil e da fama que seus títulos carregavam fez ele durar até meados de 2012 e 2013 sem “desacelerar”. Era algo de outro planeta.
Somado ao fato de que o PS2 rodava DVDs e podia ser desbloqueado para seguir o caminho de seu antecessor, ele não foi um campeão, mas sim o “maior de todos”. Não é à toa que ele se tornou o console mais vendido de todos os tempos, já que o seu êxito não foi apenas no Brasil, mas no planeta.
O PlayStation 2 foi o videogame mais vendido de todos os tempos (Imagem: Divulgação/Sony)
1. Xbox 360
Por fim, mas não menos importante, tivemos o estrondoso alcance do Xbox 360 no mercado brasileiro. Ainda que muito disso seja creditado à pirataria também, não se deve desmerecer as suas conquistas, já que ele apresentou o mundo da “nova geração” para todo um exército de fãs.
Além disso, seus exclusivos começaram a ganhar força neste momento: Halo, Gears of War, Forza Horizon e outros tornaram a experiência de ter um videogame da Microsoft algo distante de um “sacrifício”. Mesmo que muitos ainda estivessem apegados à marca PlayStation, a força que ele teve é digna de nota.
Ele ganhou revistas, início da era de games no YouTube, programas de TV e virou o assunto principal de muita gente — inclusive, era virtualmente impossível ir em qualquer evento sem ver uma turma no Kinect, seja com Just Dance, seja com Dance Central ou até um Michael Jackson: The Experience. Não é à toa que ele marcou a vida de milhões e tem fãs até os dias atuais.
Difícil encontrar quem foi criança ou jovem entre os anos 2000 e 2010 e nunca mexeu em um Xbox 360 (Imagem: Reprodução/Microsoft)
Menções honrosas de videogames no Brasil
Ainda que estes 5 tenham brilhado de uma forma intensa no território brasileiro, outros também têm um espaço reservado no coração de muita gente. Como não lembrar do Game Boy em meio à febre de Pokémon, no fim dos anos 1990 e início dos anos 2000?
O mesmo vale para o Master System, que veio antes do Mega Drive e fomentou o caminho para seu sucessor virar um sucesso de vendas. Ou até o Nintendo DS, com seus infames cartões R4 e encantavam os fãs que não queriam gastar muito em um console, mas ainda buscavam a experiência clássica da Big N .
Embora o PlayStation 4 tenha tido uma força estrondosa em nosso mercado, é impossível não mencionar osXbox One que celebravam os 102 anos do Palmeiras — com a produção de unidades limitadas que eram voltadas aos brasileiros. Tivemos muitos “baixos” na indústria de videogames, mas os “altos” valeram a pena, não?
Mesmo com esse longo e nostálgico histórico, apenas cinco definiram os gamers no Brasil. Foram eles:
Muita gente já se cansou de “scrollar” pela Netflix e não encontrar nada para assistir. Não precisa mentir para si mesmo: você faz isso, eu também. Quem está livre deste tormento? Contudo, é possível poupar tempo e ver exatamente o que te agrada no app.
Seja pelos guias completos ou listas que indicam as melhores produções, ao menos cada usuário pode ter um direcionamento maior do que vale a pena ou não ver na plataforma de streaming. E nossa tarefa aqui é te ajudar no fim da busca infinita por uma série ou filme que presta.
Para isso, nós do Canaltech reunimos 12 estreias da Netflix em junho que você precisa assistir. Independentemente do seu gosto e do que procura, com certeza encontrará algumas coisas interessantes, confira abaixo:
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12. Trilogia Uma Noite no Museu
Se você quer um apelo à nostalgia ou apresentar uma produção divertida para as crianças, não tem forma melhor de aproveitar o streaming no próximo mês do que apertar o play em um dos filmes da franquia Uma Noite no Museu (2006-2014).
Na trama, vemos diversas estátuas, quadros, fósseis e outros itens exibidos no lugar ganharem vida. Risadas e momentos intensos não são um problema aqui, principalmente porque os longas contam um elenco de peso: Ben Stiller (Zoolander), Owen Wilson (Marley & Eu), Robin Williams (O Homem Bicentenário) e outros grandes nomes da comédia.
11. Onde os Fracos não têm Vez
Uma das grandes obras dos Irmãos Coen, Onde os Fracos não têm Vez (2007) mostra uma situação bem inusitada nos anos 1980: um dos maiores traficantes de drogas é encontrado no Texas por um caçador nada esperto, que leva a sua mala de dinheiro para longe — mesmo com a noção de que irão atrás dela.
Um assassino é enviado para alcançar a grana, porém antes ele precisará encarar o xerife da pequena cidade. Com atuações de Tommy Lee Jones (MIB: Homens de Preto), Josh Brolin (Vingadores: Guerra Infinita) e Javier Bardem (007: Skyfall), ele ganhou o Oscar 2008 como “Melhor Filme” e varreu diversos outros prêmios importantes na época.
10. Várzea: Onde Nasce o Futebol
Com a iniciativa de trazer diversos documentários e séries para celebrar a Copa do Mundo, a Netflix também apresenta ao público Várzea: Onde Nasce o Futebol (2026) — um título que mostra os bastidores do Super Copa Pioneer, o maior torneio amador de São Paulo.
A obra se torna uma das mais interessantes por trazer à tona como jogadores e técnicos lidam com o peso da competição, cujo troféu pode mudar suas vidas. Ao refletir que alguns dos maiores nomes do esporte no Brasil saíram justamente dali, também vemos o tratamento que as categorias de base recebem.
9. Trilogia O Hobbit
A Terra-Média chegou em peso na plataforma de streaming, com os três filmes mais recentes da franquia O Senhor dos Anéis. Em junho, o combo será completado com O Hobbit: Uma Jornada Inesperada (2012), O Hobbit: A Desolação de Smaug (2013) e O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos (2014).
Na trama, o tio de Frodo, Bilbo Bolseiro, recebe a visita de Gandalf e é convidado para uma missão sem precedentes: libertar o reino de Erebor, que está sob as garras do dragão Smaug. Ao lado dos anões, a aventura é uma ótima pedida para quem procura por uma jornada épica no mundo mágico criado por Tolkien.
8. Oasis
Dos mesmos criadores de Elite, Oasis (2026) é a série certa para quem busca uma produção investigativa e cheia de reviravoltas. Uma jovem desaparece em um resort de luxo, o que leva outros hóspedes e até funcionários a se tornarem suspeitos de serem os responsáveis pelo delito.
Como ninguém pode sair de lá até a verdade vir à tona, é um grande “experimento humano” que apresenta que todos temos algo a esconder. Apesar da seriedade do tema, deve esperar um drama teen misturado ao clima de “quem é o culpado?” que revelará todo o mistério sobre o lugar em apenas 6 episódios.
7. Paixão de Escritório
A atriz e cantora Jennifer Lopez estrela Paixão de Escritório (2025), uma comédia romântica sobre “brincadeiras gostosas” no local de trabalho. No papel de CEO de uma grande corporação que é workaholic, ela encontra em um novo funcionário o apoio que não esperava vivenciar novamente na sua vida.
O longa-metragem traz uma visão otimista destes relacionamentos complexos, que ultrapassam a linha ética e que podem trazer resultados inesperados. Por outro lado, ele ilustra como o acaso pode unir pessoas e trazer à tona sentimentos que são mais fortes do que a razão.
6. Eu Vou te Encontrar
Se você está atrás de suspense, Eu Vou te Encontrar (2026) será a série que vai te pegar neste mês de junho. A adaptação do livro de Harlan Coben retrata um homem acusado de assassinar o próprio filho. No entanto, ele não cometeu esse crime — ainda assim, tem de cumprir a prisão perpétua.
Um dia, indícios apontam que a criança pode estar viva e leva o pai a buscar pela verdade desta história. A partir disso, ele tenta desvendar uma verdadeira rede de mentiras, segredos e encara situações desesperadoras. Se toda a trama não te convenceu, talvez o nome do astro Sam Worthington (Avatar, Fúria de Titãs), que vive o protagonista da obra, convença.
5. Rocky e Creed
A Netflix decidiu estrear nos ringues em junho e trouxe não apenas um ou dois, mas todos os filmes já lançados da franquia Rocky e Creed. De 1976 aos dias atuais, os longas mostram a jornada do personagem vivido por Sylvester Stallone (Rambo) e, nas versões mais recentes, Michael B. Jordan (Pecadores).
Vale aquela maratona que debate temas como superação, esforço e relacionamentos. Além disso, também traz diversas lições de vida ao longo das décadas e que valem até os dias atuais — afinal de contas, um clássico nunca é chamado desse jeito à toa, não é?
4. Avatar: O Último Mestre do Ar
A segunda temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar é um dos grandes destaques da plataforma neste mês, com a continuação da jornada de Aang para impedir a ascensão da Nação do Fogo sobre todo o mundo. Para isso, ele precisa dominar todos os elementos e o próximo é a própria terra.
Ao chegarem à cidade de Ba Sing Se, eles se deparam com ainda mais dificuldades — enquanto são perseguidos por Zuko, Azula e diversos generais do Senhor do Fogo Ozai. Porém, o herói, Katara e Sokka não estarão mais sozinhos: os novos episódios trarão uma nova aliada ao grupo, Toph.
3. Não Fale o Mal
Em Não Fale o Mal (2025), temos um grande longa-metragem de suspense e tensão. Para relaxar um pouco, um casal aceita o convite de colegas para passar um fim de semana em sua casa de campo. No entanto, os anfitriões não são tão bondosos quanto parecem e eles têm de encarar uma ameaça “sobrenatural”.
Com James McAvoy (Fragmentado) em um dos papéis centrais disso, pode esperar por muita violência, um jogo sinistro e uma situação que se torna cada vez mais aterrorizante. Dito isso, é recomendado assistir de luzes apagadas e pronto para ver coisas que sequer imaginava.
2. A Testemunha
Uma das maiores promessas de true crime para este ano, A Testemunha (2026) expõe as consequências de um assassinato brutal — tanto para um pai, que se tornou viúvo, e seu filho pequeno, este que viu a própria mãe ser esfaqueada e violada.
Além de acompanhar a jornada do homem, a série também mostrará como as autoridades conduziram a investigação — que se tornou a grande polêmica policial do Reino Unido nas últimas três décadas. Tanto pelo aspecto dramático, a obra também vai te fazer se revoltar pela forma como políticos e imprensa transformaram o caso em uma aula do que não fazer em situações extremas.
1. Tetra: Acreditar de Novo
O seu coração verde e amarelo ainda bate? Em Tetra: Acreditar De Novo (2026), temos um documentário imersivo sobre como foi a conquista da Copa do Mundo de 1994. Com muitas informações sobre os bastidores, gravações exclusivas e depoimentos intensos, é bom se preparar para ver a competição de uma forma como jamais enxergou.
Na época, a seleção brasileira não tinha a confiança do público e teve de conquistar o apoio de toda a nação, jogo a jogo. Tem tudo para ser uma ótima produção, que apresentará como Romário, Bebeto, Dunga e os outros atletas foram pressionados ao máximo para trazer a taça ao nosso país.
Os melhores lançamentos da Netflix em junho
Estas e diversas outras obras estarão disponíveis na Netflix durante todo o mês de junho, então é bom já preparar o pacote completo para maratonar tudo: lenços, pipoca, um pano para enxugar o suor e até mesmo aquela caixa de som para aproveitar cada momento ao máximo.
Entre os filmes e séries da plataforma de streaming que precisa assistir nas próximas semanas, estão:
Hoje é fácil comprar um PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch ou montar um PC e partir para as principais histórias single-player. Quem nunca botou as mãos em jogos como God of War, The Legend of Zelda ou até um Starfield? São experiências “obrigatórias”, que todos experimentam cedo ou tarde.
No entanto, muitas outras passam despercebidas pelo público geral. São títulos excelentes, com uma narrativa forte e que muita gente nunca nem olhou duas vezes nas lojas digitais — mesmo com alguns em promoções frequentemente.
Para te ajudar a ver estes jogos com mais clareza, o Canaltech reuniu 10 jogos single-player com histórias incríveis e que só precisam de uma chance. Veja se você conhece algum deles.
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10. The Forgotten City
Em The Forgotten City (2021), você terá tudo o que precisa para garantir uma imersão total: uma cidade romana envolta por um loop temporal, investigações com escolhas morais e uma narrativa baseada na sua dedução. Ou seja, seu único limite é a capacidade de seguir as pistas certas para resolver o grande mistério.
Ideal para quem busca desafios intelectuais e exploração de cenários, ele também tem um grande destaque para os seus diálogos e a forma como toda a trama se constrói a partir de suas decisões. O título está disponível no PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Nintendo Switch e PCs.
9. NORCO
Baseado em uma versão gótica da cidade de Louisiana, NORCO (2022) te leva para investigar o desaparecimento de seu irmão. A única pista é um ciborgue, que te levará para diversos lugares e ajudará a desvendar os segredos para localizá-lo.
O point-and-click traz uma realidade cyberpunk, por pântanos industriais e subúrbios devastados, o que pode chamar a atenção para quem busca uma saga humana dentro de uma ficção futurista. A trama está disponível no PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series e PCs.
8. Triangle Strategy
Mesmo como parte do catálogo da gigantesca Square Enix, Triangle Strategy (2022) é o melhor RPG tático que você ainda não jogou. Na aventura, você é um nobre que tenta equilibrar os debates políticos entre reinos — repleto de traições, interesses e conflitos.
Um dos grandes destaques é que o jogador pode escolher o caminho a ser tomado, o que impacta diretamente os personagens e a transição da narrativa. É a experiência ideal para quem busca estratégia, escolha e imersão com um design retrô. O game pode ser visto no PS5, Xbox Series, Nintendo Switch e PCs.
7. Still Wakes the Deep
Quando o assunto é horror moderno, não tem como não pensar em Still Wakes the Deep (2024). Localizado em uma plataforma de petróleo na Escócia, você deve manter a sua equipe viva enquanto enfrenta uma ameaça tenebrosa e que desafia a sua sanidade.
A aventura é perfeitamente apropriada para quem curte ambientes claustrofóbicos, cenários que podem mudar em questão de instantes e resolver mistérios em um jogo de terror de campanha curta em 1ª pessoa. Ele está liberado no PS5, Xbox Series e no PC.
6. SIGNALIS
Não é novidade para ninguém que títulos de terror se sobressaem quando falamos de boas histórias em jogos single-player, mas SIGNALIS (2022) ainda supera expectativas. Em um mundo retrotech, você é uma androide que busca a sua parceira perdida.
Contudo, o que encontra é uma ameaça muito maior para encarar, que bota em xeque suas crenças e sua capacidade de superar as adversidades. Será que consegue dar conta de um mal cósmico inevitável? Ideal para quem curtia os survival horror da geração PS1, o game está disponível no PS4, Xbox One, Nintendo Switch e PC.
5. Harold Halibut
Em Harold Halibut (2024), você se aventura por uma nave que tem o tamanho de uma cidade — com um pequeno detalhe: ela está submersa em um oceano alienígena. Nesta ficção científica contemplativa, seu objetivo é encontrar uma forma de sair daquela situação enquanto descobre mais sobre os habitantes de FEDORA I.
Como toda a obra é feita à mão, este é um dos maiores diferenciais que encontrará no lado artístico. Ideal para quem busca resolver mistérios, filosofar sobre as questões gerais da vida e descobrir a força que as amizades têm em nossas vidas, essa é uma jornada imperdível. Você pode jogá-lo no PS5, Xbox Series e nos computadores.
4. Banishers: Ghosts of New Eden
Uma verdadeira pérola subestimada, Banishers: Ghosts of New Eden (2024) é um RPG focado na dupla Red e Antea — cuja principal tarefa é proteger os vivos de uma poderosa maldição. Isso envolve caçar fantasmas e tomar decisões que botam em risco todo o laço que formaram desde o início da trama.
Ideal para quem busca decisões ambíguas e reflexões sobre o que estamos dispostos a sacrificar por amor, a aventura é produzida pela Don’t Nod: estúdio responsável por Life is Strange. Atualmente a experiência está disponível no PS5, Xbox Series e PCs.
3. Pentiment
A Obsidian é conhecida por trazer histórias envolventes e cheias de camadas e, com Pentiment (2022), isso não é diferente. Com visual inspirado em manuscritos e xilogravuras, você mergulha em uma investigação na Europa do Século XVI para descobrir um mundo repleto de assassinatos e intrigas entre a plebe e os aristocratas.
É a escolha certa para quem deseja ter narrativas diferentes a depender das suas escolhas e caminhos, já que cada um tem um grande peso no destino do seu personagem e de toda a comunidade. Além disso, é uma grande obra de arte visual em forma de game — algo que tem grande potencial de te encantar, mesmo sem combates ou grandes eventos. É possível jogá-lo no PS4, PS5, Xbox Series, Nintendo Switch e PC.
2. INDIKA
Ninguém botava fé que INDIKA (2024) sairia do papel, mas ele chegou para arrasar as crenças de todos. Que tal uma aventura na qual controla uma freira em uma jornada de autoconhecimento, acompanhada de uma figura demoníaca? Pois é, esta é apenas a ponta do iceberg de uma narrativa forte e cheia de camadas.
Se você busca uma abordagem mais filosófica, com um tom “estranho” e religioso, a experiência vai te fazer mergulhar na mente da protagonista — cheia de partes fragmentadas que têm sempre algo a mais para te contar. O game está liberado no PS5, Xbox Series, Nintendo Switch e computadores.
1. Road 96
Por fim, mas não menos importante, Road 96 (2021) te dá a liberdade total de seguir o seu próprio caminho. A cada início de aventura, uma rota é gerada para trazer diferentes encontros e riscos — assim como as suas escolhas moldam como tudo vai acontecer a partir disso. Ou seja, cada “partida” é única.
Se você procura uma trama que combate a opressão e o autoritarismo, assim como personagens bem construídos e com diálogos riquíssimos, essa é a escolha ideal para seguir. Disponível no PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Nintendo Switch e PCs, a aventura também tem uma prequel chamada de Road 96: Mile 0.
Jogos single-player esquecidos de qualidade
Mesmo que existam opções incríveis como Red Dead Redemption 2, Cyberpunk 2077, The Witcher 3 e outras aventuras que impressionam, também tem de haver espaço para tramas de títulos como Unicorn Overlord, Dredge, Animal Well e outras experiências single-player — seja de estúdios independentes ou de médio porte.
Entre os 10 games com histórias impressionantes que você ainda não jogou, estão:
O GameCube pode não ter sido um sucesso comercial, mas trouxe jogos incríveis e que fizeram valer a pena durante toda uma geração. De Super Smash Bros. Melee a Resident Evil 4, há títulos que muitos se lembram com carinho e têm próximo ao seu coração.
No entanto, existem outros que ficaram perdidos nas areias do tempo e esquecidos. Os “deixados para trás”. Você talvez não se lembre bem deles, mas foram responsáveis por trazer muita diversão na plataforma e continuam ótimas experiências até os dias atuais.
Para celebrar essas pérolas perdidas, o Canaltech lista os 10 jogos esquecidos do GameCube que envelheceram muito bem. Ou seja, você pode jogá-los hoje que ainda valem o seu tempo.
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10. Pac-Man Vs.
Uma das principais formas de integração entre o GameCube e os Game Boy Advance, com Pac-Man Vs. (2003) você pode disputar as partidas do “come-come” com seus amigos em múltiplas telas por causa dos portáteis da Nintendo.
Enquanto um jogador terá a tela grande para visualizar apenas uma parcela do cenário, os demais terão toda a estratégia do mapa na palma de suas mãos para atacarem de forma como bem entenderem. O selo de qualidade é garantido: a produção leva a assinatura de Shigeru Miyamoto, o que explica o DNA criativo e viciante do título.
9. Ikaruga
Nascido nos fliperamas, Ikaruga (2001) só veio ao Ocidente graças à versão lançada no GameCube e conquistou milhares de jogadores que estavam sedentos por um shmup de qualidade. Seja pela sua dinâmica de luz e trevas, seja pelo alto nível de desafio, ele se tornou um clássico instantâneo.
Como todo bom game do gênero, aqui seu trabalho é simples: desviar de todos os obstáculos e tiros inimigos enquanto tenta derrubar tudo o que encontra no seu caminho. Porém, com a mecânica de alternar as cores, você precisa se tornar um verdadeiro mestre para executar tudo com perfeição.
8. Mega Man Network Transmission
Enquanto víamos Mega Man Battle Network brilhar nos portáteis, a Capcom decidiu investir em seu sucesso e trouxe Mega Man Network Transmission (2003) para ampliar a presença do robô azul no Século XXI. Ao contrário da estratégia que existia nos games de GBA, aqui o herói volta ao gênero de plataforma.
Similar ao que era visto nos games clássicos e da série X, vemos o protagonista pular por fases, enfrentar chefões e conquistar seus itens através dos cenários 2D — o que gerou um grande burburinho, já que as outras linhas perderam o fôlego no PS2. Com a adição de elementos de RPG, eles fizeram história.
7. Gotcha Force
Em uma época que Pokémon e Medabots tomavam o papo das crianças, a Capcom quis explorar isso de algum modo e produziu Gotcha Force: no qual você pode controlar bonecos de ação em combate, o que tinha tudo para ser um imenso sucesso e uma franquia consagrada. Porém, foi um flop imediato.
Apesar de ter um sistema de batalhas dinâmico e complexo, quando os jogadores se habituavam aos seus elementos o gameplay se tornava extremamente divertido e cheio de camadas. Ainda que tenha sido uma falha comercial e duramente criticada, a série merecia uma nova chance de brilhar nos dias atuais — principalmente agora que Medabots também está fraco.
6. Skies of Arcadia Legends
Em Skies of Arcadia Legends (2002) vemos um belo exemplo de que é possível sim inovar sem perder a essência. A aventura mostra um grande RPG de piratas, que tomaram os céus para buscar tesouros, pilhar inimigos e resistir à tirania orquestrada pelos governos das ilhas celestes.
Com dezenas de personagens recrutáveis, uma imersão narrativa envolvente e um protagonista que mistura estilo e carisma, o jogo não demorou para se tornar um clássico cult do GameCube e do Dreamcast. Ainda que não tenha gerado sequências, seus heróis voltaram a aparecer em franquias como Valkyria Chronicles.
5. Mr. Driller: Drill Land
Quem não gosta de um jogo casual e cheio de quebra-cabeças, não é? Mr. Driller: Drill Land (2002) levava isso com louvor ao GameCube, com uma experiência desafiadora e cheia de nuances para te levar diretamente para o patamar mais baixo possível enquanto escavava as peças disponíveis.
No título, você pode controlar 7 personagens para chegarem ao fundo da área, ao destruir formações de blocos coloridos. Se eles estiverem conectados, é possível fazer combos e remover quatro ou mais simultaneamente causava reações em cadeia. Também tinha um medidor de oxigênio, que eleva a dificuldade da aventura.
4. Cubivore: Survival of the Fittest
Antes de Minecraft, Cubivore: Survival of the Fittest (2002) era a única referência existente quando se falava de personagens com design em blocos quadrados. Porém, ao contrário do jogo da Mojang, aqui o importante não era construir nada que não fosse o seu próprio caminho para o topo da cadeia alimentar.
Para encarar o King Cubivore e salvar a natureza, você tinha de progredir e enfrentar as ameaças enviadas pelo tirano contra toda a selva. Para isso, estão disponíveis mais de 100 mutações que permitem ao protagonista evoluir e conseguir sobreviver às investidas dos maiores predadores que a mata já viu.
3. Billy Hatcher and the Giant Egg
Um game um tanto curioso do Sonic Team, Billy Hatcher and the Giant Egg (2003) te coloca no papel do personagem homônimo que precisa avançar nas fases enquanto maneja um dos 72 ovos gigantes disponíveis. E foi assim que surgiu um dos melhores games de plataforma 3D do GameCube.
Mesmo que o personagem seja completamente abandonado pela SEGA ao longo dos anos e não tenha qualquer esperança de reaparecer, o título encantava pelas suas mecânicas únicas e por toda a qualidade que você conhece de Sonic em uma produção criativa e divertida.
2. Battalion Wars
Quando Battalion Wars (2005) surgiu, muitos queriam que fosse uma versão para consoles de Advance Wars. Porém, ele trouxe muito mais e não foi amado pelo público que queria apenas os confrontos táticos que eram vistos na versão que existia no portátil.
Esquecido no próprio ecossistema, ele mistura elementos de estratégia e de shooter para mostrar como era estar em uma guerra. Ainda que tenha recebido críticas positivas, a falta de similaridade com a versão bem-sucedida e ausência do multiplayer afastaram o público desta pérola.
1. Baten Kaitos: Eternal Wings and the Lost Ocean
Quando a Namco (de Tales of) e a Monolith Soft (Xenogears) se uniram para produzir Baten Kaitos: Eternal Wings and the Lost Ocean (2003), muito se esperava do projeto. Pelos consoles Nintendo estarem distantes do RPG, a expectativa era que o jogo “levantasse defunto” e criasse um novo lar para o gênero.
Com mecânicas únicas e uma história extremamente imersiva, no entanto, ele foi o melhor jogo do GameCube que quase ninguém jogou. Ele ter saído no mesmo período de Paper Mario: The Thousand-Year Door também o impediu de brilhar por completo na época e se perder no tempo. Ele recebeu uma 2ª chance com uma remasterização em 2023, mas essa também não recebeu atenção do grande público.
Os jogos de sucesso do GameCube
Ainda que nenhum deles tenha sido amado por todos, eles têm seu potencial para estarem do lado de grandes aventuras vistas na plataforma — como the Legend of Zelda: Wind Waker, F-Zero GX e Pokémon XD: Gale of Darkness. Ou seja, se puder dar uma chance a eles, conhecerá títulos incríveis e subestimados.
E os 10 jogos esquecidos do GameCube que envelheceram muito bem são:
Chegamos na metade de 2026 e já vimos animes incríveis, como os retornos de Frieren e a Jornada para o Além, Jujutsu Kaisen e até That Time I Got Reincarnated as a Slime, assim como a estreia de Witch Hat Atelier, Pelo Prisma do Amor e de The Fragrant Flower Blooms with Dignity — todos que encantaram milhões de fãs ao redor do planeta.
No entanto, ainda faltam mais seis meses e há diversas estreias que vão abalar ainda mais as estruturas do público. Se você acredita que já está satisfeito com a qualidade de animação ou das histórias, mal pode esperar pelo que está por vir até o fim do ano.
Para te ajudar, o Canaltech reuniu os 10 animes mais aguardados que chegam ainda em 2026. É bom ficar de olho nestes, pois muitos deles vão dominar as conversas da comunidade ao longo das próximas temporadas. Confira abaixo:
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10. A Luz do Futuro
Baseado na light novel de Hiro Yüki e Kazumi Ikeda, A Luz do Futuro se passa durante a Era Meiji (entre 1868 e 1912) e mostra o Japão sob uma perspectiva inédita: o início da era tecnológica. Na trama, é apresentada a jovem Inako Momokawa que, cansada de falhar em tudo, decide viver focada em sua religião.
Ao visitar um templo, ela conhece Kihachi Sakamoto — outro adolescente, mas este questiona a existência de seres que não podemos ver. Decididos a fugir do destino que a levará a ter um casamento arranjado, eles apelam para dar vida às anotações sobre invenções que Kihachi fez ainda criança. O anime estreia no dia 5 de julho de 2026.
9. Diários de uma Apotecária (Season 3, Parte 1)
O retorno de Maomao em Diários de uma Apotecária ocorrerá ainda em 2026, com a primeira parte da Temporada 3. Após os eventos do arco anterior, a personagem vai se deparar com um novo mistério — assim como terá de encarar as consequências de conhecer a verdadeira identidade de Jinshi.
Vale notar que esta primeira rodada de episódios chegará em outubro de 2026, com a segunda agendada para abril de 2027. Um filme também está em produção, mas contará com uma história inédita (supervisionada pela autora das web novels e light novels). Ou seja, os próximos meses serão repletos de surpresas para os fãs.
8. Guerreiras Mágicas de Rayearth
Finalmente o remake de Guerreiras Mágicas de Rayearth, uma das obras mais emblemáticas do grupo CLAMP, verá a luz do dia. Na trama, três jovens vão parar em um mundo místico e terão de ajudar a salvar ambas as realidades com seus recém-adquiridos poderes especiais.
O anime original foi exibido entre 1994 e 1995, sem qualquer tipo de adaptação para o público moderno. Porém, o lançamento dele em outubro celebrará os 40 anos da reunião das autoras, que também trouxe ao mundo CardCaptor Sakura, xxxHOLIC e Tsubasa Reservoir Chronicles — ou seja, reserva muitas expectativas e uma verdadeira homenagem ao legado delas em múltiplas mídias.
7. Smoking Behind the Supermarket With You
Em Smoking Behind the Supermarket With You, temos uma trama mais adulta de um assalariado que está entediado com a sua vida. Seu único momento feliz é ser atendido por Yamada — uma atendente atrapalhada de uma loja de conveniência. No entanto, ao sair para fumar atrás deste estabelecimento, ele conhece Tamaya e ambos passam a se encontrar para dividir a rotina juntos.
A obra tem se destacado pela clara situação em que Yamada e Tamaya são a mesma pessoa, mas o protagonista não percebe e traz debates sobre como nossa aparência pode não condizer com a realidade, assim como apresenta situações emocionais que podem fazer muita gente se identificar no cotidiano. A obra estreia em julho de 2026.
6. Psyren
Baseado em um mangá da Weekly Shonen Jump publicado entre 2007 e 2010, Psyren é uma das “pérolas subestimadas” da revista que concebeu Naruto, Bleach e One Piece e que tardou para ser adaptada às telinhas. Na prática, você terá uma obra com início, meio e final muito bem-definidos (ou seja, sem fillers).
A história traz Ageha Yoshina, um jovem que acaba no meio de uma grande conspiração e precisa encarar monstros, pessoas com superpoderes e outras ameaças para encontrar a “verdade” sobre o mundo em que vivemos. Você pode esperar o clássico shonen aqui: com muitas lutas, poder da amizade e transformações especiais. O anime estreará em outubro de 2026.
5. Tokyo Revengers: War of the Three Titans Arc
O “capítulo final” do confronto entre gangues, Tokyo Revengers: War of the Three Titans Arc é um dos grandes ápices da narrativa e mostra as consequências de se ter viajado no tempo e alterado a realidade conforme sua vontade. Seus eventos são sequência direta da Temporada 3, exibida em 2023.
Ao voltar para o ano de 2008, Takemichi se envolverá diretamente na grande guerra entre os três titãs. Para sair ileso e salvar Mikey, ele precisará costurar novas alianças, sobreviver a traições e mudar o futuro em definitivo para cumprir o seu objetivo. Os primeiros episódios serão exibidos a partir de outubro de 2026.
4. You and I Are Polar Opposites (Season 2)
Um dos animes românticos mais queridos de 2026 retornará, com o novo arco de You and I Are Polar Opposites. A segunda temporada promete mostrar não apenas momentos mais conflitantes entre o casal principal, mas também desenvolver a vida amorosa de seus amigos próximos.
É curiosa a dobradinha feita, já que sua Temporada 1 foi exibida no início do ano e, nesta pausa até o mês de julho, o público pode conferir outra obra da mesma autora: Parede de Gelo. Aí, assim que ela acabar, veremos novos episódios da animação que tornou estas adaptações em um grande sucesso.
3. The Ghost in the Shell
The Ghost in the Shell é, sem sombra de dúvidas, o remake mais esperado de todo o ano de 2026. Uma das maiores inspirações para o cenário cyberpunk, a obra de Masamune Shirow mostra a jornada da Major Motoko Kusanagi contra cibercriminosos. No entanto, cada caso mostra mais da cidade de New Port, assim como uma nova forma de enxergar a personagem.
O filme original foi exibido em 1995, assim como o público viu duas temporadas de Ghost in the Shell: Stand Alone Complex no passado. No entanto, a nova visão do estúdio Science Saru (Devilman Crybaby e Dan Da Dan) deixou os fãs alertas que algo muito bom pode sair desta versão inédita. Ele está agendado para chegar no dia 7 de julho.
2. One Piece: Heroines
Mesmo com um anime em andamento, outro em produção e uma adaptação live-action (sem contar o próprio mangá), One Piece: Heroines é real e aterrissa em 5 de julho de 2026. Porém, ao invés de batalhas e mudanças gigantescas no material, a obra tem como objetivo explorar mais das personagens femininas deste universo.
Você verá heroínas como Nami, Princesa Vivi e outras em situações diferentes das que conhece, que permitirá se aprofundar um pouco mais em suas histórias e formas de enxergar toda a maluquice do mundo de OP. Isso significa episódios mais leves, que mostrarão mais das amadas heroínas dos piratas.
1. Bleach: Thousand-Year Blood War (Cour 4)
O fim de Bleach: Thousand-Year Blood War está a caminho, com a quarta e última parte da batalha entre os Shinigamis e os Quincies. O tempo acabou e Yhwach obteve o que queria: o poder do Rei das Almas. Agora Ichigo Kurosaki e seus amigos terão de impedir o vilão, com a ajuda dos capitães e de antigos inimigos.
A sua chegada é muito aguardada pelos fãs, já que encerrará uma história que deu seus primeiros passos em 2004. Porém, muitos aguardam a oportunidade perfeita para que o autor do mangá que é adaptado aqui, Tite Kubo, anuncie a tão esperada continuação da sua trama. Se virá ou não, terá de ver por conta própria na contagem regressiva para julho de 2026.
Diversos animes para ficar de olho
E apesar de selecionarmos dez, ainda há vários que merecem a sua atenção e que chegam neste ano. A segunda temporada de The Elusive Samurai, Blue Box e de Bungo Stray Dogs Wan!, por exemplo, assim como animações como Red River e Suikoden: The Anime. Ou seja, terá muita coisa boa para ver ainda.
Entre os principais animes que ainda estreiam em 2026, verá:
Para fechar o mês de maio com chave de ouro, a indústria gaming não puxou o freio e apresentou outro fim de semana repleto de bons jogos grátis. Se você gostou da lista de jogos gratuitos do último fim de semana, vai se surpreender ainda mais o nível de diversão e títulos de peso desta semana.
E para começar, temos finalmente a demo de Resident Evil Requiem disponível gratuitamente em todas as plataformas para as quais a obra foi lançada. Na prática, você poderá aproveitar um pouco da aventura no PS5, Xbox Series, Switch 2 e nos computadores.
Ainda que não seja o game completo, dá muito bem para explorar o que a Capcom propõe e ver se vale a pena entrar na nova aventura de Leon S. Kennedy e da novata Grace Ashcroft. O survival horror já é um dos grandes sucessos de 2026 e você verá que tanto a franquia quanto o gênero elevaram seu patamar.
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A demo constrói a ameaça de Victor Gideon em Resident Evil Requiem (Imagem: Reprodução/Capcom)
E se já está de ótimo tamanho com o “REquiem”, isso é apenas a ponta do iceberg dos jogos grátis do final de semana. Seja no XBOX, PCs, Nintendo Switch e até mesmo mobile, os jogadores encontrarão muita coisa a ser aproveitada nos próximos dias.
O Canaltech listou 6 ótimos jogos para jogar de graça neste fim de semana, até a segunda-feira, dia 1º de junho.
6. Calico
Caso a semana tenha sido cansativa e estressante, o fim de semana pode ser um dos únicos momentos de sossego de “almas exaustas”. Logo, por que não relaxar com um título mais tranquilo e com um ritmo que aquieta a mente? É para isso que Calico chegou, disponível na Epic Games Store.
A experiência permite que você reconstrua um café com gatos em uma cidade pequena. O local pode ser equipado com diversos móveis bonitos, decorações divertidas e muitos doces para atrair os bichos mais fofos — que não são apenas os felinos, diga-se de passagem. Se quer um respiro, essa é a nossa recomendação.
5. Dying Light
Este jogo grátis do XBOX pode ser “velho”, mas muita gente não botou as mãos no Dying Light original e não sabe o que perdeu ainda: não apenas um dos melhores games de zumbis da última geração, mas também uma aventura e sobrevivência sem precedentes. Porém, fique atento: ele exige a assinatura do Game Pass para jogá-lo no final de semana.
Com um sistema incrível de dia e noite, uma cidade inteira para explorar e muito parkour, você tem de coletar recursos e completar missões antes que escureça. Se não estiver em algum abrigo neste momento, vai descobrir bem rápido as razões pelas quais deveria ter chegado em um.
4. Pictonico
A Nintendo pegou todos de surpresa ao anunciar uma nova franquia para os smartphones: Pictonico. O jogo grátis (porém, com microtransações) permite tirar fotos suas para incluir em uma série de minigames — ao estilo WarioWare — divertidos e cheios de criatividade.
Disponível na Play Store e na App Store, a experiência é uma das poucas que a Big N criou exclusivamente para este mercado, o que é digno de nota. Se o seu controle não está carregado ou seu computador decidiu atualizar, é uma excelente forma de passar o tempo e rir um pouco antes das próximas partidas.
3. Ball x Pit
E por falar na marca, vamos de dobradinha: os assinantes do Nintendo Switch Online, após um longo período sem jogos grátis em um fim de semana, voltaram a receber atenção. Agora o plano oferece um teste grátis de Ball x Pit, um dos grandes sucessos da Devolver Digital em 2025.
No game, você tem hordas de inimigos que precisam ser derrubadas com bolas — sejam elas de fogo, seja de veneno ou o que tiver em suas mãos. Conforme os derrota, sobe de nível e desbloqueia novos itens e upgrades. Além disso, quanto mais avança, libera o uso de novos personagens, recursos e habilidades especiais para te ajudar.
2. Path of Exile 2
O ARPG Path of Exile 2 recebeu recentemente a atualização “Return of the Ancients” e, para celebrar, pode ser jogado de graça por tempo limitado em todas as plataformas: PS5, XBOX Series e computadores. O update adiciona o Runes of Aldur, um conjunto de desafios que lhe rende partes da armadura Knight of Aldur.
Além do período de fim de semana como jogo grátis, ele entrou em uma grande promoção com 50% de desconto. Na prática, se jogar e gostar (algo muito fácil, diga-se de passagem), poderá comprá-lo sem ter de abrir tanto a carteira — com valores que vão de R$ 79,80 a R$ 169,90; a depender da loja digital.
1. Gears of War Reloaded
Por fim, mas longe de ser o menos importante, temos um dos últimos grandes lançamentos da Microsoft como jogo grátis neste fim de semana: Gears of War Reloaded. Ele é uma remasterização do primeiro título da franquia, que apresenta a todos a cruzada de Marcus Fenix contra a ameaça dos Locust.
O game está disponível para os jogadores do XBOX, sem a necessidade de ser assinante do Game Pass para acessá-lo. Em outras palavras, isso significa que poderá jogá-lo e se divertir bastante no seu console sem ter de gastar R$ 1 a mais.
Vários jogos grátis
Ainda que tenhamos separado estes 6, há diversos outros para se prestar atenção nos próximos dias. No XBOX, por exemplo, você também tem disponível experiências como Formula Legends e High on Life 2 para aproveitar.
Já nos computadores, a Epic Games Store também oferece LONESTAR — um roguelite deckbuilder espacial. Enquanto isso, assinantes da Amazon Prime têm no serviço Luna novidades como Pro Basketball Manager 2026, Nordic Storm Solitaire e Moon Mystery.
Verifique sempre o prazo de término das ofertas, para não ter a sua diversão “cortada” sem aviso, choro e nem vela. Agora nos conte, quais deles você jogará neste fim de semana?
A CEO da Xbox, Asha Sharma, sabe a dor que os jogadores têm enfrentado nos últimos anos. Em seu último memorando, ela admitiu que entende a frustração e promete reposicionar toda a marca para uma nova direção. Para ela, chega de Microsoft Gaming. Agora, “nós somos Xbox”.
O que ela prepara é mais do que um concorrente à altura para o PS5 ou para o futuro PlayStation 6. Sharma quer fazer dos “renegados” o novo motor para o futuro da indústria dos jogos. E não temos apenas o primeiro passo, mas sim as primeiras turbinas ligadas para levá-los diretamente adiante.
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O que “diferente” quer dizer e por que isso virou munição?
Quando Sharma clama que “o Xbox sempre foi diferente”, significa que nem sempre eles estiveram na vanguarda da indústria. Na verdade, eles não estavam nem entre as prioridades da própria Microsoft no começo de sua trajetória, antes de 2001.
Asha Sharma e Matt Booty querem fazer com que o Xbox volte aos trilhos (Imagem: Divulgçação/Microsoft)
No momento que a CEO da companhia assume que eles voltarão para essa mentalidade, significa mais do que “vamos retornar ao começo”. O movimento aponta para mudanças significativas em suas movimentações dentro do mercado.
Já vimos alguns resultados disso, como a redução no valor do Xbox Game Pass Ultimate e o fim da campanha “isso é um Xbox”, que fragmentava a marca. A situação era tão crítica que havia até um comercial que mostrava tudo, menos o console e seu serviço, que viram meros “detalhes” dentro de toda a peça publicitária.
Asha Sharma quer abrir uma narrativa de ousadia, com uma completa revisão do modelo de negócios que eles seguiam até então e sua estratégia na indústria. Nem mesmo os lançamentos multiplataforma estão a salvo, já que a promessa é que cada pequeno detalhe da antiga gestão seja revisto.
O plano é simples: “diferentes” para legitimar a mudança que desejam aplicar e o “nós somos Xbox” para unificar a sua identidade, processos e produtos. A intenção é que tudo seja apontado em uma direção só e volte a acertar — como foi no passado, diga-se de passagem.
Os renegados do Xbox
A Microsoft nunca quis trabalhar com videogames. Seus projetos sempre envolveram outras prioridades, que estavam muito acima de conceber Halo, Forza, Gears of War e outras franquias de sucesso. Para os executivos, isso era trabalho de companhias como a Nintendo, SEGA e Sony Interactive Entertainment.
Porém, uma equipe muito teimosa insistia na ideia. O objetivo era claro: levar todo o know-how e ecossistema da Microsoft para os jogos eletrônicos e criar um grande ambiente online, aproveitando-se justamente da ascensão da internet, entre o fim dos anos 1990 e início dos 2000.
De um lado, funcionários que bateram nessa tecla exaustivamente. Do outro, corporativistas que não viam sentido em entrar neste universo. O projeto que “quase não aconteceu” foi movimentado para um início experimental e que ninguém tinha quaisquer pretensões. Um teste e só.
Por que se chama Xbox? Os primeiros passos do projeto
O projeto, que começou de forma tímida e levou alguns anos, tinha o codinome de “DirectX Box”. A ideia era clara: levar a lógica do PC e do DirectX diretamente para a sala dos consumidores. Uma das ordens era que o time deveria manter o DNA dos computadores e ser uma “ponte” entre os dois mundos.
O Xbox nasceu do nome "DirectX Box" (Imagem: Reprodução/Microsoft)
E, por muito tempo, o time trabalhou sob essa premissa. Porém, abandonaram a ideia ao longo do projeto e produziram um sistema “fechado” — do mesmo modo que era visto em outros videogames, como o PlayStation 2, Nintendo 64e outros que lideravam o mercado na época.
Deste modo, não fazia mais sentido ter o DirectX Box como codinome do projeto. Sem abandonar suas origens, só cortaram o “Direct” e uniram o "X" ao "box", formando o "Xbox" como conhecemos hoje em dia. Ele seria outra coisa a partir dali, mas ainda existiam desafios a serem vencidos no caminho.
O massacre de Bill Gates
Imagine falar para o seu patrão que o software que ele criou e levou sua empresa toda para o sucesso será descartado? Pois é, foi exatamente o que o time que trabalhava no Xbox teve de fazer em uma reunião — que chamam “carinhosamente” de O Massacre do Dia dos Namorados.
Marcada para o dia 14 de fevereiro (quando se celebra a data nos Estados Unidos), a equipe se reuniu e aguardou pela chegada do poderoso Bill Gates. Porém, quando o executivo chegou, notaram que ele estava furioso com a ideia que tiveram e com todas as mudanças que realizaram no conceito original.
Ao IGN, o cocriador do console, Ed Fries, revelou como foi a reunião e o que tiveram de lidar por horas:
“Eram 16h do Dia dos Namorados. Bill entrou enquanto segurava a apresentação no Powerpoint e gritava ‘isto é um verdadeiro insulto para tudo o que fiz nessa companhia’ e esse foi apenas o começo. Olhamos para J. Allard (diretor e designer do Xbox), porque sabíamos que ele estava irado por causa do Windows, nos esquecemos de atualizá-lo ‘pré-desastre’. O J ficou chocado por um minuto, Bill gritava comigo e me interrompia, Robbie interferiu e foi interrompido também. Ballmer apareceu e disse que perderíamos muito dinheiro e nos deu uma bronca, o relógio já corria para 17h, 18h”, afirmou.
“Passamos anos trabalhando nisso e olhávamos um para o outro, enquanto tentávamos convencê-los que seria o melhor plano. Até que um dos participantes levantou as mãos e perguntou ‘e quanto à Sony?’. Ele continuou a informar ‘Sony está lentamente invadindo a sala de estar com processadores aqui, softwares ali e podem se tornar uma ameaça para a Microsoft’. Bill e Steve pararam e olharam um para o outro. Questionaram novamente, quando Bill se virou e disse ‘vou dar a vocês tudo o que precisarem’. Ballmer repetiu a mesma coisa. Me virei para Robbie e disse que aquela foi a reunião mais estranha na qual estive”, revelou Ed Fries.
O Xbox “quase” não nasceu. A Microsoft não aceitou bem a ideia, mas ela tinha um potencial para disputar espaço com a Sony — que não estava tão distante deles quanto Bill Gates imaginava. Se não fosse por isso, o projeto teria sido descartado e jogado para baixo do tapete.
O time era visto como “párias”, já que pediam bilhões de dólares e colocavam a marca em risco para disputar mercado com marcas consolidadas pela concorrência. No entanto, para não terem seu território invadido, eles toparam ainda assim. Ele não foi adiante por hobby, mas sim pela estratégia corporativa.
O “diferente” que virou produto
Com toda a aposta da Microsoft e de um time “fora da curva” no Xbox, eles trouxeram pilares que se tornaram um grande padrão dentro da indústria de games. Para mencionar alguns, a identidade online, serviços e a construção de um ecossistema eram ideias do seu conceito original.
E como isso conversa com o movimento atual de Asha Sharma? Eles já têm um produto, que é o console de mesa. Estúdios que produzem títulos, para ele e outras plataformas. Serviços com Xbox Game Pass, Cloud Gaming e outros. Para qual direção ela vai correr agora?
Simples: ela afirma no memorando que a plataforma será “onde o mundo joga e cria”. A proposta é colocar tudo sob o mesmo patamar: serviços e experiências terão o mesmo peso de hardware e conteúdo, o que pode fazê-los ultrapassar as limitações atuais e entregar algo “além” da visão comum.
Por que o mito dos “renegados” voltou em 2026?
Uma grande reestruturação, como a organizada pela executiva, exige uma narrativa. Eles não podem se dar ao direito que a Ubisoft teve, de falar que “vamos mudar porque queremos mudar”. Exige uma história, que funcione tanto para o público quanto para a Microsoft no geral.
Falar que eles são “diferentes” aciona um atalho emocional nos fãs. Porém, isso também significa um código cultural para os funcionários. Mostra que ela pode não seguir literalmente cada ordem, mas tomar caminhos que sejam os melhores para a plataforma — claro, com coesão e equilíbrio.
No centro de todo este debate estará o Xbox Helix (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Isso também auxilia na tomada de decisões mais difíceis, como o reposicionamento da marca e a revisão da disponibilidade de seus jogos no formato multiplataforma. Ela não vai se recusar a seguir as ordens de Satya Nadella, atual presidente da Microsoft. Porém, terá mais “poder” de resposta para discutirem as ideias.
Ao menos inicialmente, eles conseguiram o que desejavam: o clamor da comunidade de um lado, a “liberdade” do caminho que a Microsoft os direcionava do outro. Mesmo que a companhia tenha poder sobre Asha Sharma e Xbox, eles conquistaram tempo para mostrar que podem recuperar prestígio e, principalmente, dinheiro.
O “errado” que deu certo
O Xbox nasceu como uma exceção, um projeto que não combinava em nada com a companhia a qual pertence. O próprio Bill Gates foi contra as decisões tomadas ao seu redor, assim como os executivos enxergavam a iniciativa com descrença. E, de onde não se esperava nada, ele ganhou forças e ganhou o mundo.
A intenção de Asha Sharma é trazer essa sensação novamente, de que eles são “diferentes” para a Microsoft e para o mercado. Usar o passado como base para criarem um novo caminho, com um potencial até maior do que antigamente — já que, na época, eles sequer tinham o sucesso do produto como vemos hoje.
Porém, é possível ser tão diferente assim hoje em dia? Com escala, usuários ativos diariamente, “onipresença” no mercado de consoles, serviços e jogos e tudo mais o que já virou marca registrada do Xbox? É uma aposta alta e uma equação que eles precisam resolver para seguir adiante.
Após um início de ano estrondoso, a lista de lançamentos de jogos de maio consolida a força do setor em 2026. Com toda a reorganização do mercado para fugir de GTA 6, tivemos um período de grandes obras em pouquíssimo tempo.
A tendência vai se manter nas próximas semanas. Entre os destaques estão os esperadíssimos 007 First Light e Forza Horizon 6, assim como a chegada de Directive 8020, produzido pelo mesmo time que trabalhou em Until Dawn e The Quarry.
Isso sem falar no novo game da linha LEGO, a volta de Yoshi no Nintendo Switch 2 e muito mais que nos espera. Veja os principais lançamentos de maio de 2026.
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6. Directive 8020
Após criarem experiências memoráveis inspiradas nos filmes de terror “slasher” clássicos, a Supermassive Games apresenta Directive 8020, título que transporta os arrepios e sustos para o espaço sideral.
Com um apelo cinematográfico, a trama acompanhará a história da astronauta Young — interpretada por Lashana Lynch (de Mulher-Rei e Bob Marley: One Love) — com a missão de salvar toda a humanidade de um ataque alienígena.
Presa na nave com essas figuras tenebrosas, a personagem terá de fazer escolhas difíceis que botam o nosso destino em xeque. Ainda que as opções continuem a ter importância, você também deve ter reflexos rápidos e agir furtivamente para sobreviver.
Directive 8020 está previsto para ser lançado no dia 12 de maio de 2026 e chegará ao PS5, Xbox Series e PCs.
5. Paralives
Mais um competidor de The Sims, Paralives é o projeto que busca tirar a coroa do sucesso da Maxis e da Electronic Arts. Algo que foi tentado por inZOI e por Life by You, este último cancelado antes mesmo de ser lançado no mercado.
O plano prevê o lançamento inicial em Acesso Antecipado, com atualizações posteriores baseadas no feedback da comunidade — seja para melhorias gráficas, de desempenho, com recursos novos e até qualidade de vida.
O foco está no alto nível de personalização. Dos personagens que cria à sua casa, você pode ter uma experiência muito próxima à vista no mundo real (claro, sem os boletos e coisas do tipo). Além disso, poderá fazer amizades, visitar os vizinhos e até caminhar pela cidade.
Paralives será lançado no dia 25 de maio de 2026 e chegará inicialmente nos PCs.
4. Yoshi and the Mysterious Book
Em Yoshi and the Mysterious Book, você encontrará um livro com amnésia e que pede a sua ajuda para se lembrar sobre as criaturas que vivem em suas páginas. No jogo 2D side-scroller, você vai explorar cada fase para reunir todos os dados que conseguir.
Porém, diferente dos demais games, não basta apenas pular em cima dos inimigos que estará tudo resolvido. Você terá de encontrar informações de formas criativas, com experimentos diferentes para cada tipo de oponente que encontrar no seu caminho.
O problema não é apenas a memória do Professor N. Igma, mas também a presença de Bowser Jr. dentro da obra. Caberá a você compreender qual a relação da presença do vilão com a amnésia — claro, do jeito mais fofo possível com os dinossauros.
Yoshi and the Mysterious Book será lançado com exclusividade no Nintendo Switch 2 no dia 21 de maio de 2026.
3. LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas
Mesmo com uma trilogia de sucesso, a Warner Bros. Games e a TT Games uniram forças novamente para trazer LEGO Batman de volta. Em O Legado do Cavaleiro das Trevas, será vista uma verdadeira homenagem à saga do super-herói, seja às HQs, filmes ou até outros títulos da franquia.
Para ter uma ideia, ele será o primeiro game da linha a adotar as mecânicas vistas na franquia Batman Arkham — com um combate intenso e cheio de nuances, mesmo no formato. Na prática, é bom que Coringa, Duas-Caras, Crocodilo e outros vilões se cuidem.
Outro detalhe importante é a recriação de toda cidade de Gotham, onde poderá explorar cada detalhes no amplo mundo aberto. Obviamente, pode fazer isso ao saltar entre os telhados ou com o seu potente batmóvel pelas ruas.
LEGO Batman: O Legado do Cavaleiro das Trevas será lançado no dia 22 de maio de 2026, com versões para PS5, Xbox Series, Nintendo Switch 2 e PCs.
2. 007 First Light
Após mais de uma década sem um jogo novo de James Bond, a IO Interactive (de Hitman) decidiu investir na franquia de espionagem com um capítulo especial: 007 First Light, dedicado a contar a origem do emblemático agente secreto.
O personagem precisa mostrar a razão pela qual merece herdar o número, com uma das grandes aventuras que o guiaram para se tornar uma verdadeira lenda. Na falta de um filme da saga, por que não ficar de olho no game?
Além disso, o estúdio possui uma experiência considerável com a produção de jogos furtivos — visto o sucesso do Agente 47 ao longo dos anos. Com a promessa desta mecânica, somada a combates intensos, as expectativas são altíssimas.
007 First Light chega no dia 27 de maio de 2026 no PS5, Xbox Series e PCs. Uma edição está prevista para o Nintendo Switch 2, mas foi adiada para o segundo semestre do ano.
1. Forza Horizon 6
Uma das franquias de jogos mais queridas entre os fãs, Forza Horizon 6 promete levar o aclamado festival para o Japão com uma tonelada de novidades e, claro, carros asiáticos aos montes dentro da experiência.
Com a ambientação nipônica, os jogadores visitarão diversos locais emblemáticos — como o cruzamento de Shibuya, as ruas de Tóquio, áreas industriais e diversas outras que são vistas em filmes e animes.
Vale notar o alto nível de personalização que a franquia atingiu, com a promessa de customizar diversos fatores: do carro, seu personagem e até mesmo construir sua casa e garagem. É bom se preparar para ter um lugar incrível para mostrar sua coleção de veículos.
Forza Horizon 6 será lançado no dia 17 de maio de 2026 no Xbox Series e PCs. Uma versão está prevista para o PlayStation 5, mas segue sem data agendada.
Todos os lançamentos de jogos em maio de 2026
Apesar destes grandes títulos, o mês de maio será badalado com diversos lançamentos como a chegada de Indiana Jones e o Grande Círculo e Tales of Arise no Switch 2. Confira o calendário completo abaixo:
A Sony se pronunciou oficialmente sobre a polêmica da “checagem de licença de 30 dias” para os jogos de PlayStation 5 e afirmou que nada mudou. Em um comunicado emitido no fim desta quarta-feira (29), a japonesa esclareceu a alteração feita no DRM e que isso não impactará os jogadores.
De acordo com a companhia, o que foi alterado é apenas uma diretriz para a ativação da licença para cada jogo. No entanto, após esta confirmação, todos continuarão a ter os mesmos recursos que já existem hoje.
“Os jogadores podem acessar e jogar os games que compraram, como atualmente. Uma checagem online que ocorre uma vez é exigida para confirmar a licença do título, depois nenhum outro check-in será pedido”, afirma o comunicado da Sony.
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O que isso tudo quer dizer na prática? Depois que você compra um jogo no PS5, o sistema precisa “confirmar” a licença dele online ao menos uma vez. A partir disso ele passa a ser “permanentemente” seu. Ou seja: não será necessário conectar o videogame à internet a cada 30 dias para acessá-los, então é um problema solucionado.
A polêmica mostrou que comprar jogos no PS5 tem se tornado complexo (Imagem: Divulgação/Sony)
A confusão da PlayStation
Todo o caos surgiu nos últimos dias, com relatos de que um contador passou a aparecer a cada título adquirido na PS Store. Ele mostrava um “tempo de validade” com começo e fim, junto a um “tempo restante”.
Não deu outra: os fãs acreditaram que seus jogos entraram em “contagem regressiva” e que a licença expiraria se não se conectassem à internet ao menos uma vez durante um certo período. Houve um temor até de que a Sony faria o mesmo que a Microsoft, com o Xbox One, no seu lançamento em 2013.
A fatídica morte em The Last of Us Part 2 foi controversa até mesmo dentro da Naughty Dog. A artista Heather Cerlan, que trabalhou no estúdio neste projeto, confirma que a equipe ficou dividida com a decisão de Neil Druckmann. Antes de prosseguir, atente-se: a partir deste ponto você verá spoilers do jogo e da série da HBO.
Ao Kiwi Talkz, Cerlan — que também colaborou em Uncharted no passado — revelou que nem todos do time de criação receberam bem a informação de que Joel seria brutalmente assassinado logo no início da história.
“Sim, a maioria dos membros da equipe ficou em choque e perguntaram ‘você realmente vai fazer isso?’”, comentou a artista.
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Além disso, ela detalha que toda a produção de The Last of Us Part 2 foi cercada por este clima de funeral. “Eu acho que o estúdio ficou muito dividido sobre o que aconteceu. Era controverso internamente também”, confirma Heather Cerlan.
O futuro de The Last of Us
Vale notar que a franquia tem recebido bastante atenção, graças à adaptação televisiva da HBO. Com a presença de Pedro Pascal e de Bella Ramsay, o seriado despontou como uma das melhores obras baseadas em videogames nos últimos anos.
No entanto, justamente o ponto no qual Joel morreu, se tornou polêmico e afastou parte do público. A segunda temporada tem uma recepção mista e pode interferir em seu futuro — mesmo com uma terceira já confirmada e uma quarta em discussão.
Desenvolvedores que trabalharam no emulador ZSNES lançaram um novo software, que promete impulsionar ainda mais os jogos de Super Nintendo no PC e celulares. O Super ZSNES utiliza o poder de processamento da placa de vídeo e traz diversas melhorias — como os visuais do Mode 7 em alta resolução e variedade na personalização.
Com o uso da chamada Super Enhancement Engine, mapas e texturas passam por um “redesenho” para melhorar a qualidade da imagem e trazê-la para monitores e telas modernas. Além disso, oferece suporte à widescreen, áudio descompactado e até overclocking em determinados títulos.
Porém, como o Super ZSNES está em testes, apenas sete games aproveitam o motor gráfico: F-Zero, Gradius 3, Mega Man X, Super Castlevania 4, Super Ghouls & Ghosts, Super Mario World e Super Metroid. Com o lançamento de novas atualizações, outros devem receber compatibilidade.
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Além da preocupação com os jogos, os desenvolvedores também afirmam que adicionarão recursos como fast-forward e rewind, assim como os save states. A lista de novidades pode incluir os códigos de trapaça, save bookmarks e o toque de nostalgia do menu clássico do ZSNES — lembra da icônica neve que decorava a tela?
O Super Nintendo agora chega em alta qualidade nos PCs através do Super ZSNES (Imagem: Reprodução/Giant Bomb)
A equipe garante que trabalha na emulação de chips especiais, como o SuperFX e DSP1. É previsto que haja correção de bugs, netplay e mais aprimoramentos em breve, apesar de não divulgarem datas para as próximas melhorias.
No Windows e Mac, o Super ZSNES é gratuito para download. Já nos dispositivos Android, o emulador é vendido pelo valor de R$ 14,99.
Sucesso do ZSNES
Vale lembrar que o software original foi criado em 1997 e se tornou um dos favoritos de toda a comunidade. Porém, o sistema que reproduzia os títulos de Super Nintendo nasceu de uma estranha obsessão do dev “zsKnight” pela linguagem de programação assembly.
Sua intenção era manter o sistema otimizado ao máximo, o que lhe deu muito trabalho — ainda assim, concebeu o ZSNES e hoje apresenta a sua “evolução direta”. Com otimizações, a versão “Super” tem tudo para conquistar a comunidade que possui PCs e smartphones cada vez mais modernos.
Na última semana, vazou o plano mais barato do Xbox Game Pass, batizado de “Starter Edition”. O pacote será oferecido junto à assinatura do Discord Nitro — em uma parceria entre os dois softwares —- e contará com 50 jogos da biblioteca do serviço.
De acordo com as informações que surgiram, ele também permitirá aos usuários o acesso a 10 horas de streaming dos seus títulos via Xbox Cloud Gaming. Além disso, a participação garante o acúmulo de pontos no programa Rewards durante a jogatina.
Enquanto muitos acreditavam que o plano mais barato traria apenas games first-party, o Xbox Game Pass Starter Edition contará com experiências da própria Microsoft e de estúdios third-party, exemplificado pela presença do sucesso independente Stardew Valley. Do mesmo modo, foram vistos Fallout 4 e Grounded.
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Nenhuma das companhias confirmou a informação, mas o novo nível deve estrear em maio. Não foi revelado o preço do serviço ou quais são os títulos confirmados dentro da assinatura.
Em breve, será possível curtir o Discord com o Xbox Game Pass (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Isso não significa que veremos o Starter Edition também através da gigante do streaming, apenas que isso foi discutido internamente. Até o momento, apenas o Discord, via Nitro, está confirmado para oferecer este plano específico.
A geração Nintendo Switch chegou ao fim ou ainda tem lenha para queimar? Bom, uma coisa é certa: de 2017 até os dias atuais, muitos jogos exclusivos tornaram esta Era como uma das mais emblemáticas de toda a história da Big N e dos videogames.
Para homenagear títulos que se tornaram os favoritos de muitos fãs ao redor do planeta, hoje o Canaltech lista os 10 melhores jogos exclusivos do Nintendo Switch. Inclusive, alguns deles merecem a sua atenção imediata, caso não tenha os jogado ainda.
Com a ascensão do Switch 2, vamos relembrar o que mais se destacou nestes últimos anos e o que há de melhor no primeiro console híbrido da Big N.
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10. Fire Emblem: Three Houses
O jogo Fire Emblem: Three Houses (2020) é um dos maiores RPGs táticos presentes no Nintendo Switch, com a mistura perfeita entre mecânicas e história. No papel de um professor da Officers Academy, você deve determinar o destino de vários jovens — entre plebeus e nobres.
Em meio a uma guerra, suas decisões vão mudar em definitivo a vida dos demais docentes e dos próprios alunos. Uma narrativa de amadurecimento, com um toque de combates estratégicos, é o que muitos precisam para conhecer e se apaixonar por um gênero que muitas vezes fica de escanteio.
9. Kirby and the Forgotten Land
A aventura de Kirby and the Forgotten Land (2022) é, de longe, um dos maiores exemplos de que é possível fazer muito mais com “menos”. Ele é um game simples de plataforma 3D, mas que pode trazer desafios intensos entre transformações e diversão dentro de suas fases.
Enquanto a história segue um caminho até comum para a categoria, elementos extras tornam a jornada da bolota rosa um tanto mais complexa — porém, com recompensas que permitem completar a sua missão mais facilmente. É o exemplo perfeito de como fazer um jogo do gênero, algo que não é “pouco” em mais de 40 anos que a indústria gaming progride.
8. Mario Kart 8 Deluxe
Com diversos personagens da franquia Super Mario Bros. e convidados, Mario Kart 8 Deluxe (2017) é a prova viva de que a “sobrevida” fez muito bem ao game — que foi lançado, originalmente, no Wii U. A versão inédita traz pistas novas, mais heróis e muito mais diversão com modos inéditos e multiplayer online.
O resultado é um dos maiores games da última década, algo que muitos clamam que nem mesmo Mario Kart World conseguiu superar. Ele tem tudo o que se espera de um jogo da franquia na medida certa e brilha demais no Nintendo Switch. Não é à toa que se tornou o mais vendido da plataforma.
7. Animal Crossing: New Horizons
Se tem algo chamado timing, Animal Crossing: New Horizons (2020) o acertou em cheio e com louvor. O cozy game surgiu em meio à pandemia e mostrou como “desacelerar” o nosso ritmo, em uma ilha deserta e com a possibilidade de construir um novo lar do zero.
Mais do que um game, ele se tornou o “melhor amigo” de muitas pessoas — principalmente quando falamos de uma época na qual o isolamento era o principal debate na sociedade. Através do multiplayer, era possível continuar perto dos amigos, se divertir e criar momentos especiais. Quer mais que isso?
6. Super Smash Bros. Ultimate
Quando a Nintendo anunciou Super Smash Bros. Ultimate (2018), o principal slogan era de que “todos estão aqui”. E estavam. O jogo de luta trouxe mais de 100 lutadores, com variados ícones dos videogames de várias épocas diferentes.
Queria Mario? Era o personagem principal, afinal de contas. Porém, também podia-se ver Solid Snake, Cloud Strife, Sonic, Pac-Man, Steve, Ryu, Simon Belmont, Joker, Kazuya Mishima e outros grandes heróis e vilões para o crossover definitivo deste universo.
5. Metroid Dread
Um dos maiores metroidvanias do Nintendo Switch, Metroid Dread (2021) nos fez mergulhar diretamente em uma aventura de Samus Aran em labirintos e com toda a seriedade que a franquia carregou por anos. E fizeram isso com maestria, diga-se de passagem.
O destaque era a presença dos E.M.M.I., robôs que literalmente a perseguiam por toda a instalação que ela investigava. Já que eles não podem ser encarados de igual para igual, os jogadores tinham de usar a criatividade para escapar deles enquanto resolviam os desafios.
4. Astral Chain
Idealizado pela PlatinumGames, Astral Chain (2019) é, de longe, uma das melhores experiências já vistas no Nintendo Switch. Ele mistura mecânicas de inúmeros gêneros para contar uma história de vingança — com agentes que trazem forças sobrenaturais para combater uma verdadeira onda de crimes.
Seja pelo gráfico, história, elementos do gameplay e por toda a genialidade do estúdio — conhecido por trazer à vida Nier: Automata, Bayonetta, Vanquish e outros sucessos —, o título dominou com maestria tudo o que ele se propôs a fazer e conquistou uma legião de fãs.
3. Xenoblade Chronicles 3
Um dos melhores RPGs de toda uma geração, Xenoblade Chronicles 3 (2022) é uma verdadeira “jornada de vida” em forma de game. Na sua trama, duas nações são separadas por um conflito que já dura centenas de anos, porém, dois times opostos descobrem que tudo fazia parte de um plano malígno de usar suas almas como “combustível” para forças maiores.
Contra tudo e todos, eles passam por uma verdadeira provação para reunir aliados e mostrar para todos o quanto um conflito de nível intercontinental é danoso. Ele trata temas como a própria vida e morte, motivações, sacrifício e pelo que estamos dispostos a arriscar para fazer o que é “certo”.
2. Super Mario Odyssey
A última grande aventura 3D de Mario, Super Mario Odyssey (2017) é uma verdadeira aula de level design e trouxe mecânicas inovadoras para a franquia: a possibilidade de jogar seu chapéu e fazer o encanador “encarnar” dentro de inimigos, elementos das fases e ter em suas mãos um conjunto de novas habilidades.
A caçada a Bowser para impedir o casamento dele com Peach (forçado), todo o universo que pode ser explorado e a emblemática fase de New Donk City — que conta com uma trilha-sonora única e um trecho que faz homenagem à toda franquia — trazem uma magia que, por incrível que pareça, renovou o carisma do personagem.
1. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
O Nintendo Switch foi lançado em 2017 com o aclamado The Legend of Zelda: Breath of the Wild e, por anos, ninguém conseguiu atingir aquele mesmo nível de mundo aberto e narrativa. Aí a Big N, não cansada de acertar, trouxe The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom (2023) e provou que podia fazer ainda mais pela experiência.
Além do mapa e de todos os elementos vistos no antecessor, foram incluídos os mapas celestes e subterrâneos, mecânicas de construção que dão liberdade para solucionar enigmas com o limite da sua própria criatividade e batalhas épicas — seja no ar, na terra ou em outros locais que você explora. É a verdadeira definição de icônico.
Os melhores jogos do Nintendo Switch
É importante destacar que o Nintendo Switch definiu toda uma geração e trouxe dezenas de milhões de fãs, com vários títulos de renome. Apesar de selecionarmos apenas 10, vale notar que o console também contou com vários games Pokémon, Mario Party, Pikmin e outros que podem te cativar da mesma forma.
Porém, entre os melhores do videogame da Big N, temos:
Para celebrar um novo marco para a divisão de games, a Xbox compartilhou na última quinta-feira (23) o retorno do icônico logo verde. A imagem surgiu nas redes sociais, ao lado de uma frase que promete resgatar os grandes momentos: “Nós somos Xbox”.
A CEO da companhia, Asha Sharma, respondeu ao post com vários emojis de coração verde — o que foi seguido por fãs, outras empresas e criadores de conteúdo da comunidade que ansiavam por este momento. As expectativas estão altas para os próximos passos.
No passado, a Microsoft alterou o símbolo para aderir ao movimento de design minimalista. Durante anos, ele era apenas branco e a alteração de 2026 foi celebrada por muitos. Ela faz parte da estratégia que revitaliza a marca, somada ao fim da campanha “isso é um Xbox” e outras ações.
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Além disso, ao lado de Matt Booty, ela declarou saber que os fãs estão frustrados e que já atuam para corrigir o rumo do selo. Publicamente emitiram uma declaração que promete uma série de alterações para fazer a marca voltar a ser competitiva no mercado.
Além de Gears, os estúdios preparam uma linha inteira de lançamentos para o resto do ano. Forza Horizon 6, o primeiro ambientado no Japão, é muito aguardado pelos fãs. Halo: Campaign Evolved é a promessa de um novo início para Master Chief e Cortana e marca a primeira participação do herói no PlayStation.
A comunidade também aguarda ansiosamente para que a Microsoft mostre alguns projetos que estão no forno, como é o caso de Fable e The Elder Scrolls 6 — dois dos grandes RPGs first-party que estão em suas mãos. Além disso, como já é tradição, existirá um novo Call of Duty no fim de 2026.
Veja como o Xbox evoluiu desde a sua primeira versão, com a trajetória completa da marca ao longo dos anos.
O criador da franquia Super Mario Bros., Shigeru Miyamoto, revelou nesta semana que a história de Super Mario Galaxy - O Filme terá impacto dentro do desenvolvimento dos próximos jogos. Vale o aviso: os parágrafos a seguir trazem spoilers e detalhes cruciais da trama.
Na produção, é revelado de forma inédita que Peach e Rosalina são irmãs que foram separadas no passado. O desenvolvedor afirma que se sentiu relutante em prender as personagens a este contexto, mas que vai preservar isso dentro dos novos games que chegarem aos consoles Nintendo.
“Não sabemos que tipo de jogo faremos com estas figuras, pois ter muitas configurações narrativas pode se tornar uma corrente. Estarei bem se isso estiver relacionado de algum modo ao gameplay, mas não quero ficar restrito por termos criado uma história, a maior razão pela qual não fizemos filmes por muitos anos”, revela Miyamoto.
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Ele inclusive revela que, mesmo com diversas teorias que circulavam sobre esta conexão entre Peach e Rosalina, nada foi escrito em pedra até a animação: “Antes da produção, eu não tinha me decidido sobre o passado da personagem. Agora que fizemos o longa, foi divertido expandir essa questão de várias formas. De qualquer forma, gostaria de manter essa conexão criada na obra nos futuros games”, concluiu.
Um jogo cooperativo com a Princesa Peach e Rosalina seria uma ideia ótima (Imagem: Divulgação/Nintendo)
O sucesso de Super Mario Galaxy - O Filme
Mesmo com críticas divisivas, nada foi capaz de impedir a ascensão da nova aventura de Mario, Luigi, Yoshi e de seus amigos nos cinemas. A animação, produzida pela Illumination Entertainment, Universal e Nintendo, bateu o recorde de bilheteria de 2026 com US$ 750 milhões arrecadados em menos de um mês.
Assim, Super Mario Galaxy - O Filme ultrapassou os números da obra chinesa Pegasus 3 e subiu ao topo do ranking. Por enquanto, obviamente, pois os meses seguintes trarão concorrentes de peso como Homem-Aranha: Um Novo Dia, Vingadores: Doutor Destino e Duna 3.
O fim do mês e a gamescom latam 2026 estão cada vez mais perto, mas isso não significa que você não terá diversão neste fim de semana com os jogos grátis. Para começar com o pé direito, já é possível aproveitar o recém-lançado Marvel Cosmic Invasion, que finalmente se tornou mais acessível, com uma versão demo que libera o acesso gratuito ao beat 'em up. Disponível agora em todas as plataformas, a demonstração te coloca no papel dos maiores super-heróis contra a ameaça de Annihilus.
Na prévia, os jogadores podem explorar cenários como Nova York e o Porta-Aviões da S.H.I.E.L.D. com personagens como Homem-Aranha, Capitão América, Tempestade, Venom, Wolverine, Nova, Phyla-Vell e Rocket Raccoon e abertura para o multiplayer local.
Além disso, outro jogo grátis para você testar no fim de semana é a demo de Bubsy 4D, um título de plataforma 3D com o controverso mascote da Atari e Fabraz. Antes disponível apenas nos PCs, agora ela também foi liberada no PS4, PS5, Xbox One, Xbox Series, Switch e Switch 2.
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Mesmo com games divisivos no passado, os estúdios apontam que o personagem terá uma movimentação moderna, mas com um charme “nostálgico”. Em relação ao conteúdo, você poderá explorar as três primeiras fases da nova experiência que está prevista para o dia 22 de maio de 2026.
Vale notar que não foi divulgado se o progresso de qualquer uma das demonstrações — tanto de Marvel Cosmic Invasion quanto de Bubsy 4D — poderá ser transferido para a versão completa do game. Logo, não tenha muitas expectativas sobre esta característica.
Enquanto as demos servem como aperitivo, confira outros 5 jogos para jogar de graça neste fim de semana:
5. DOOMBLADE
O metroidvania DOOMBLADE une ação desenfreada e uma jornada de vingança sem precedentes. Distribuído pela Epic Games Store, nele você conhece a Gloom Girl e uma espada senciente — que ficou presa por eras e deseja ir atrás de seus algozes.
A jornada não é apenas para arrancar a cabeça dos Dread Lords, mas também servirá para recuperar os poderes perdidos pela poderosa arma. Claro, espere por verdadeiros labirintos, chefões incríveis e um sufoco aqui e ali na experiência deste jogo grátis. Porém, não é para qualquer PC: sem uma RTX 2060 e 16 GB de RAM, ele rodará abaixo do recomendado.
4. Neo Cab
Porém, se está de olho em imersão narrativa, Neo Cab pode ser encontrado na assinatura do Luna Gaming. A visual novel acompanha Lina, a última taxista humana em um mundo completamente automatizado — que terá de lidar com o desaparecimento de seu amigo em meio ao seu “expediente”.
Para encontrar pistas sobre o seu paradeiro, terá de equilibrar empatia, controle emocional e uma boa lábia para arrancar informações de seus passageiros e de policiais. Será que vai conseguir desvendar esse mistério sem tirar a mão do volante?
3. Age of Mithology: Retold
O ciclo se repete em Age of Mythology: Retold, jogo grátis do Xbox para este fim de semana. Em uma era de deuses, monstros e humanos, você precisará ter muita estratégia para avançar sem atrair a fúria divina ou a atenção de criaturas ancestrais.
Tudo da versão antiga está aqui, mas com visuais modernos e uma experiência que une veteranos e novatos. É importante notar que não é exigida a assinatura do Game Pass para aproveitar um dos maiores RTS da geração.
2. 8AM
Sem qualquer memória, você está diante de câmeras de vigilância para observar a noite de uma família. No entanto, coisas sobrenaturais acontecem e é necessário compreender se realmente existem almas penadas ou se tudo está na sua cabeça. Essa é a proposta de 8AM, jogo que está gratuito para ser resgatado no Steam, por tempo limitado.
Sabe o filme Atividade Paranormal? É essa a sensação que o título do desenvolvedor David Gallardo passa, com uma carga imensa de mistério e de questionamentos. Afinal de contas, será que tudo é a sua percepção ou há algo escondido nas sombras? Boa sorte em descobrir e, se aceita uma recomendação, jogue no escuro e com fone de ouvido.
1. MLB The Show 26
A franquia de beisebol mais famosa do mundo, MLB The Show 26 é o game da Sony que está grátis no Xbox pelo fim de semana — por mais controverso que isso pareça. Essa é a versão mais recente do campeonato oficial, com equipes atualizadas e mecânicas que buscam a renovação da aclamada série.
Grande parte das novidades do gameplay podem ser treinadas no Modo Carreira, que permite passar por um “tutorial” elaborado para não passar vergonha no multiplayer online. Vale ter em mente que ele estará disponível apenas para assinantes do Game Pass nos próximos dias.
Mais jogos grátis no fim de semana
Apesar da lista, existem alguns outros que vale a pena ficar de olho até domingo (26). A Microsoft traz também Anno 117: PAX ROMANA e The Survivalists, enquanto a Luna Gaming oferece The Pale Beyond no seu pacote.
Se não tem nada que lhe interesse, não tem problema. Você pode conferir também quais são as datas de promoção no Steam — que, assim, traz ao menos alguma economia para o seu bolso.
A CEO da Microsoft Gaming, Asha Sharma, declarou que a marca não existirá mais a partir de agora. Em mensagem para toda a comunidade na noite desta quinta-feira (23), coassinada por Matt Booty, ela afirmou que agora “Nós somos Xbox” e que esta será a identidade da divisão nos próximos passos.
Para Sharma, toda a movimentação tem um motivo: ela aponta que o selo “sempre foi diferente” e que agora alcança “mais de 500 milhões de jogadores ao redor do mundo”, porém o caminho que tomaram deixou o “público frustrado”. Além disso, reforçou que a mentalidade será diferente com a sua estratégia.
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Ela reconhece que assumir de vez o nome Xbox torna seu posicionamento mais claro, já que a marca não compete apenas nos games — mas sim com redes sociais, TV, filmes, livros e muito mais que prende a atenção que os fãs dedicam ao cotidiano digital.
“A indústria se tornou global e competitiva. Mais da metade da receita do mercado, jogadores e crescimento acontecem fora dos seus núcleos. Porém, o resto do mundo não é apenas uma indústria maior. Desenvolvedores aumentam a competição com estúdios ocidentais estabelecidos, combinam escala, velocidade e força de vontade para reinventar gêneros que muitos consideravam maduros. O modelo que nos trouxe aqui não será aquele que nos levará adiante”, afirmou a executiva.
Chega de Microsoft Gaming, agora a marca seguirá unificada sob o selo Xbox (Imagem: Divulgação/Xbox)
E, para alcançarem uma posição adequada neste meio, Asha Sharma viu que algumas coisas tinham de mudar. “Microsoft Gaming descreve a nossa estrutura, mas não nossas ambições. Então, voltaremos para onde começamos e vamos mudar o nome de nosso time. Nós somos Xbox”.
Um novo dia para o Xbox
Na declaração, ela comenta de forma tímida sobre o que farão daqui em diante: “reavaliaremos nossa abordagem com a exclusividade, janela de lançamentos e inteligência artificial, compartilharemos mais conforme estudarmos e tomarmos decisões”.
É importante notar que ela não confirma ou nega que os exclusivos retornarão. Além disso, bota em cheque a presença do Gaming Copilot e o MUSE AI — ferramenta que pode revitalizar jogos retrô através da tecnologia. Se tudo isso seguirá adiante, continua incerto.
“O Xbox estará onde o mundo possa jogar e criar. Construímos uma plataforma global que conecta jogadores e criadores de todos os lugares. Consoles são a base, entregam a experiência premium, e a nuvem leva isso para qualquer dispositivo. O Xbox foi construído para ser acessível, pessoal e aberto. Oferecemos preços flexíveis, para se tornar mais fácil jogar. A experiência se adapta a você, deixará personalizar a forma como se diverte e ajudará a encontrar o que ama e se conectar com as pessoas certas”, prometem Sharma e Booty.
Desde que assumiram a marca Xbox, eles têm realizado uma série de ações positivas que casam com as expectativas da comunidade. Não é certo de que as alterações sejam temporárias ou serão mantidas, mas atendem ao público e mostram que a sua divisão gaming pode estar prestes a retomar a sua força no mercado.
Apenas no futuro saberemos se as ações são temporárias ou se é uma mudança positiva de rumo (Imagem: Divulgação/Xbox)
Eles prometem uma série de ações em relação aos seus produtos e serviços, confira abaixo:
Consoles
Estabilizar a 9ª Geração de forma saudável e com uma base de alta qualidade
Entregar o Project Helix para ser líder de desempenho e permita jogar os títulos do videogame e PC
Liderar em acessórios confortáveis, pessoais e de alta performance
Construir um ecossistema forma que expanda suas escolhas e buscas
Conteúdo
Crescer e estender o portfólio de franquias que os jogadores amam
Evoluir nossas parcerias third-party e fortalecer nosso catálogo para um período de 5 anos
Expandir para a China, mercados emergentes e audiências mobile
Manter e crescer os jogos como serviço e permanência a longo prazo
Elevar plataformas centradas em criadores, como Minecraft, The Elder Scrolls e Sea of Thieves
Experiência
Consertar o essencial para jogadores e parceiros
Fazer do Xbox o melhor lugar para desenvolvedores e criadores construírem base e crescerem
Otimizar a descoberta, personalização, fatores sociais e modificações para se conectar com a comunidade
Serviços
Fortalecer o Game Pass com diferenciações mais claras e com economia sustentável
Retornar ao negócio de crescimento durável e forte disciplina dos custos
Tornar o jogo na nuvem nativo, veloz e estável em TVs e dispositivos de baixo custo
Uso de fusões e aquisições para acelerar o crescimento onde os caminhos orgânicos estão lentos
Fãs analisaram cada detalhe dos trailers de GTA 6 e já identificaram mais de 50 carros novos que estarão presentes na franquia. As informações, baseadas nos materiais promocionais divulgados pela Rockstar, foram reunidas em fóruns relacionados à comunidade.
Um dos que mais chamam a atenção do público é o Lamborghini Aventador, que aparece em ambas as prévias e tem grandes chances de ser aproveitado na versão final do título. Além disso, são vistos sedans, SUVs, vans e diversos veículos da polícia e de outros serviços públicos.
No entanto, o que mais se destacou foi um que não mostraram em nenhum trailer de GTA 6, apenas em capturas de tela: o Maxima 3-Wheel, da Pride Mobility. A scooter elétrica talvez não seja a inclusão mais aguardada, mas com certeza é uma das mais curiosas do novo catálogo.
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Vale notar que nem tudo que foi visto nas prévias pode chegar à versão completa do sexto Grand Theft Auto. Logo, é possível que estas adições sejam removidas antes do seu lançamento ou esta lista sequer estar perto de representar uma parcela do que estará disponível in-game.
A scooter pode não ser o veículo mais pedido em GTA 6, mas é o mais curioso (Imagem: Reprodução/Rockstar)
Os carros de GTA 6
Diversos modelos de veículos, sejam mais recentes ou até retrôs, já foram vistos dentro dos vídeos oficiais de GTA 6. Confira abaixo tudo o que os fãs já reuniram de informações sobre eles:
O ator Troy Baker, que dublou Joel nos jogos da série The Last of Us, indicou que o ciclo do personagem pode não ter se encerrado — tanto nos videogames quanto na adaptação da HBO.
Em entrevista ao Eurogamer, o dublador revela acreditar que ainda existem histórias inéditas do herói e espera vê-las em breve.
“Eu definitivamente sei que não vimos tudo de Joel, seja pela Naughty Dog ou por qualquer outro lugar”, afirmou Troy Baker.
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Apesar do seu destino já ter sido definido no mundo de The Last of Us, ele acredita que existe muito a ser explorado em diversos formatos.
“Eu espero que Pedro não tenha sido a última pessoa a interpretá-lo. Quero ver este personagem proliferar e chegar a múltiplas mídias, seja na TV, filmes, mais jogos ou HQs. Vejo muitas pessoas que fazem cosplay dele, o tempo todo. Ele causou um impacto”, revelou o ator.
O astro Pedro Pascal interpreta Joel na adaptação de The Last of Us (Imagem: Divulgação/HBO)
Na série da HBO, o protagonista é interpretado por Pedro Pascal (O Mandaloriano, Quarteto Fantástico) e teve o mesmo fim visto nos jogos da franquia. Porém, nada o impede de retornar na terceira temporada — ou em mais — como flashback ou de outros modos imagináveis.
The Last of Us não chegou ao fim
Mesmo 6 anos depois da segunda parte da narrativa, a Naughty Dog nunca confirmou que já trabalhava em uma sequência da trama. No momento, seu foco está em Intergalactic: The Heretic Prophet — que é prometido para o PlayStation 5 de 2027 em diante.
Porém, o chefe do estúdio, Neil Druckmann, deixou claro que seus planos envolvem novos capítulos para a obra. Agora, se o terceiro capítulo da saga está em produção como um dos projetos sigilosos ou não, segue incógnito para o público geral.
A série da HBO ainda terá uma terceira temporada e já foi dito que sua trama pode ser melhor explorada com mais conteúdo futuro — com uma possível quarta temporada, spin-offs ou outros tipos de produção. No entanto, seu futuro segue incerto.
A Naughty Dog pode ter apresentado os primeiros indícios de que Uncharted 5 está em desenvolvimento. O diretor criativo do estúdio, Shaun Escayg, compartilhou uma foto nas redes sociais e mostrou que o próximo projeto pode ter trechos em Trinidad e Tobago.
A imagem é de um canhão, em Fort George. Na legenda, o desenvolvedor escreveu “Pesquisa…” — o que aponta para algum projeto em produção. Como The Last of Us se passa nos Estados Unidos e Intergalactic: The Heretic Prophet será fora da Terra, o escopo fica ainda mais limitado.
Ainda que Uncharted 5 não tenha sido confirmado, vale lembrar que o último capítulo da série foi lançado em 2017. Antes disso, o maior intervalo que a franquia viu foi de cinco anos, entre o terceiro e o quarto capítulo da saga. Logo, não seria de se estranhar que algo pode estar a caminho.
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É importante notar que Trinidad e Tobago é um país localizado na América Central e é próximo à Venezuela. É o tipo de local “ideal” para as aventuras de Nathan Drake ou quaisquer que sejam os próximos protagonistas da trama (em Uncharted: Lost Legacy, as heroínas são Chloe Frazer e Nadine Ross).
O único jogo confirmado pelo estúdio, até o momento, é Intergalactic: The Heretic Prophet. No entanto, já foi revelado que eles trabalham em alguns projetos single player. Neil Druckmann, inclusive, indicou que The Last of Us Part 3 é um dos games que estão em desenvolvimento.
Apesar das pistas, Uncharted 5 ainda segue sem qualquer informação oficial. Não se sabe se o projeto mostrará uma sequência direta ou uma prequel, se é outro “spin-off” da franquia ou o início de um novo arco narrativo. Tudo relacionado ao suposto jogo é mantido em sigilo.
Ao considerar que Trinidad e Tobago fica próximo ao Caribe e era uma área muito explorada por piratas — o que significa pilhas de tesouros escondidos e navios submersos —- a atenção de Nathan Drake e de outros personagens poderia se voltar à região.
O roteiro da série Mass Effect terá de ser reescrito, para ter um apelo maior para os “não-gamers”. A decisão partiu da própria Amazon, cujo objetivo é expandir o alcance da obra — seja entre os fãs da franquia, seja para quem nunca jogou antes.
De acordo com o The Ankler, o chefe da divisão de TV global, Peter Friedlander, pediu para ler todos os scripts dos projetos atuais antes de aprovar o início das filmagens. E foi justamente aí que a adaptação do jogo da Electronic Arts encontrou uma barreira.
Apesar de já ter sido anunciada oficialmente, a adaptação de Mass Effect entra em um campo delicado: as próximas versões do roteiro precisam convencer os executivos da Amazon, o que garantirá as gravações. Caso contrário, ela pode cair em um “limbo” ou até ser cancelada.
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A preocupação maior é o quanto a obra será modificada para trazer um apelo aos que não conhecem a saga ou não jogam videogame. Porém, se considerar que ela é produzida por profissionais que também trouxeram Falloutà vida, o receio pode dar lugar a uma ponta de otimismo.
A série de Mass Effect precisa ter um script que convença gamers e o público-geral (Imagem: Divulgação/Electronic Arts)
Sequência de Mass Effect
De acordo com a própria Electronic Arts, a série de Mass Effect será uma sequência direta dos eventos vistos na trilogia original. Para eles, não há sentido em adaptar a história do Comandante Shepard por ser uma trama que cada jogador explorou de forma única.
Vazamentos apontam que eles buscam para o elenco um homem entre 30 e 39 anos, uma mulher entre 34 e 39 anos que usará próteses alienígenas, outra que fará parte do núcleo terrestre, um ator para ser o vilão e um “soldado” — com físico de lutador.
A Amazon está focada em produzir obras baseadas em jogos de videogame, com diversos projetos que em breve sairão da gaveta: além de Fallout, que é um sucesso entre os fãs, estão previstos para chegar em breve Tomb Raider e God of War.
A divisão de jogos PlayStation teria gerado um lucro estimado em US$ 300 milhões em sua estratégia de lançar suas obras exclusivas nos PCs. De acordo com um executivo, o valor foi arrecadado durante o período de 3 anos.
A informação foi compartilhada pelo ex-gerente de planejamento e insights para computadores da Sony Interactive Entertainment, Jerry Liu, em seu LinkedIn. Ele esteve à frente da iniciativa entre 2021 e 2023.
Apesar de destacar o montante, Liu não esteve presente até o ano de 2025 — ou seja, a quantia deve ser ainda maior do que os US$ 300 milhões revelados pelo profissional. A companhia não confirmou os valores e, normalmente, não costuma se pronunciar oficialmente sobre tais dados.
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Para chegar do zero a essa cifra, o executivo aponta ajustes nas estratégias promocionais, análise de catálogo e definição de preços mais agressivos — este último que, sozinho, representou um aumento de receita bruta em 25%, de acordo com o ex-gerente da PlayStation.
Mesmo com lucros altos, a Sony desistiu de lançar Saros e outros games nos PCs (Imagem: Reprodução/Housemarque)
O fim da estratégia multiplataforma da PlayStation
No entanto, essa mudança não será absoluta. Títulos multiplayer online, como Helldivers 2 e Marathon, continuarão a ser lançados em múltiplas plataformas futuramente.
O lendário quadrinista Stan Lee, responsável por criar heróis icônicos para a Marvel como Homem-Aranha e os X-Men, tinha como o personagem favorito de HQs um dos grandes vilões da DC Comics: Lobo.
A revelação foi feita em uma entrevista realizada em seu escritório e compartilhada em 2012, porém sem dar razões para a sua preferência.
Vale notar que diversos heróis e super seres de uma editora, costumeiramente, eram copiados pela outra de algum modo. Porém, Lobo permaneceu intocado na DC Comics e a Marvel nunca “clonou” o conceito.
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O mercenário foi concebido em 1983 para a revista Omega Man, mas sua popularidade cresceu de forma exponencial durante os anos 1990. Suas HQs se destacavam pela violência e ferocidade do personagem.
Chama a atenção o fato de Stan Lee não ter seguido o caminho óbvio de preferir super-heróis como Superman, Batman, Flash e outros populares. Lobo faz parte do núcleo cósmico da DC Comics, visto geralmente na “Classe B”.
Essa preferência faz sentido ao notarmos que o quadrinista sempre focou em criar personagens “falhos”. Mesmo que o anti-herói tenha poderes acima do comum, sua natureza o encaixa perfeitamente no gosto do autor.
Nas HQs, o Czarciano foi o responsável pela aniquilação de toda a sua raça e tornou-se o último sobrevivente do seu planeta natal. Ele tem super força, resistência, olfato apurado e poderes regenerativos.
Lobo era o personagem favorito de Stan Lee na DC (Imagem: Reprodução/DC Comics)
Lobo, o anti-herói
Ainda que seja apresentado como um inimigo digno de Superman e de toda a Liga da Justiça, no geral o personagem é mostrado como um anti-herói — que apenas busca combates contra seres mais poderosos, nada além disso.
Sua postura depende muito da produção que o retrata. Além das HQs, ele também levou seu sadismo e batalhas brutais para a TV em séries como Krypton (2018) e animações como Liga da Justiça e Justiça Jovem.
Nos cinemas, Lobo será representado por Jason Momoa na produção Supergirl — que estreia em 25 de junho de 2026. Apesar de ser um dos grandes destaques da obra, ele provavelmente ajudará Kara Zor-El contra Krem das Colinas Amarelas.
A Capcom disponibilizou Resident Evil, Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis no Steam na última semana, porém causou um verdadeiro alvoroço pelas falhas técnicas que acompanham a trilogia clássica. Entre os problemas estão o sistema antipirataria Enigma e a falha de compatibilidade com o Steam Deck.
O DRM Enigma sempre teve uma presença “infame” no mercado, por causar crashes e quedas de desempenho. Tanto que ele durou menos de um mês com o remake de RE4, com a remoção veloz para evitar desafios junto a jogadores que desejavam ter uma performance digna com a releitura do clássico.
Já a chegada dos três Resident Evil clássicos no console portátil da Valve tem se tornado um verdadeiro debate, pois eles não rodam tão bem assim no SteamOS. Entre as reclamações estão problemas com instruções aos comandos, inconsistências visuais, não há salvamento por nuvem ou outras facilidades.
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Além da trilogia, a Capcom também lançou Breath of Fire IV no Steam, que causa as mesmas dores de cabeça nos survival horror. Cada um dos títulos está em promoção até o dia 15 de abril, por R$ 28,50, porém é importante estar ciente dos desafios presentes nestas edições.
Breath of Fire IV chegou ao lado dos demais Resident Evil com vários problemas (Imagem: Divulgação/Capcom)
É importante notar que as versões disponibilizadas na plataforma da Valve são quase idênticas às vistas no GOG. Apesar do sistema antipirataria, essas versões trazem melhorias como animações mais fluidas, suporte a teclado e mouse modernos e áudio aprimorado.
Assim como os demais títulos retrô, eles também estão adaptados para o uso de controle e há apoio para os diferentes tipos de monitor, o que garante uma melhor qualidade de imagem para as telas presentes no mercado.
A salvação de Resident Evil nos PCs
Vale lembrar que Resident Evil, Resident Evil 2 e Resident Evil 3: Nemesis, assim como Breath of Fire IV, estão disponíveis também no GOG. A plataforma é gerida por uma política anti-DRM, o que torna inexistentes os problemas vistos no sistema da Valve.
Além disso, tudo o que é adquirido no GOG é literalmente seu. Mesmo que a loja digital desapareça em algum momento, você terá acesso ao game diretamente no seu PC. No Steam, você paga apenas pela licença: se eles quiserem excluir, te banir ou qualquer coisa do tipo, você ficará sem a experiência.
Se levar em consideração que em ambos os casos você paga o mesmo preço, inclusive a promoção está presente nas duas, a recomendação é que priorize a aquisição pela que não tem o DRM e manterá o título sob sua posse.
Um novo pôster de Super Mario Galaxy - O Filme confirma a participação de Fox McCloud, estrela de Star Fox, na produção. O material, divulgado nesta quinta-feira (26), revela o visual do herói no longa-metragem.
A Illumination Studio e a Nintendo não confirmaram quem será o dublador do piloto e se ele será o único personagem de sua franquia a aparecer na obra. Porém, se prepare para o momento de “Do a Barrel Roll”.
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Ao lado dos ícones do Reino dos Cogumelos, Super Mario Galaxy - O Filme também tem presença confirmada dos Pikmin e de R.O.B. No primeiro longa, a única participação especial foi de Donkey Kong,
Let's rock and roll! Fox McCloud joins The Super Mario Galaxy Movie, only in theaters April 1. Get tickets now. pic.twitter.com/13pRQ2yEah
— The Super Mario Galaxy Movie (@supermariomovie) March 26, 2026
Super Smash Bros em Super Mario Galaxy - O Filme?
A esperança do público é ver a adaptação de Super Smash Bros nos cinemas e Super Mario Galaxy - O Filme se torna um indicativo deste caminho. No entanto, vamos com calma, já que a trajetória pode ser bem diferente no futuro.
Donkey Kong fez uma participação na produção de 2023 e integrou ativamente a história, o que também deve ser esperado de Fox McCloud. Entretanto, o crossover completo exigiria um verdadeiro “universo cinematográfico” — algo que estamos distantes de ver por enquanto.
The Legend of Zelda, por exemplo, será um filme live-action. Donkey Kong e Fox McCloud, até o momento, não têm produções próprias que justifiquem um crossover rico. Faltariam Kirby, Metroid e outros heróis para compor o elenco.
Quando se fala no cruzamento de franquias, existiriam dificuldades em incluir os Pokémon (que pertencem à The Pokémon Company), personagens externos como Sonic (que têm sua própria linha de filmes pela Paramount) e outros que seriam esperados em uma obra do gênero “Vingadores”.
A Illumination Entertainment não divulgou qualquer plano de trazer Super Smash Bros à vida nos cinemas. Considere a aparição de Donkey Kong e Fox McCloud como participações especiais, feitas para homenagear outras franquias emblemáticas da Nintendo dentro do sucesso de Mario nas telonas.
Após o vazamento do início da prática de preços dinâmicos na PS Store de todo o planeta, os fãs começaram a identificar o fenômeno dentro da loja digital no Brasil.
Além de ser visto em títulos third-party (de produtoras parceiras), eles também aparecem em jogos que pertencem à própria Sony. Entre os vistos está um dos maiores lançamentos do PlayStation 5: Astro Bot.
De R$ 339,90, ele está em oferta por R$ 224,33 para uma grande parcela do público na PS Store. No entanto, alguns jogadores notaram que ele pode ser adquirido por R$ 152,95, a depender da conta.
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Se R$ 224,33 é um desconto expressivo de 34%, a queda para R$ 152,95 é uma diferença de montante que chega a 55%. Enquanto uma parcela do público garante 1/3 de desconto, outros pagam menos da metade pelo título.
Insider Gaming: PlayStation Store brasileira está praticando preços dinâmicos em ofertas, incluindo em jogos first-party do PlayStation.
Isso significa que, o preço ofertado pode ser menor para pessoas que não compram há algum tempo na loja e/ou não possuem assinaturas PS+… pic.twitter.com/KzlAxkeA67
— Vitor | Notícias do PlayStation (@vitorpsarts) March 26, 2026
Estratégia global na PS Store
A reclamação sobre os preços dinâmicos já virou um intenso debate dentro da comunidade, que vê mudanças na PS Store no Brasil, Estados Unidos e diversos outros países ao longo das últimas semanas.
O produtor de Pokémon Champions, Masaaki Hoshino, revelou nesta quarta-feira (25) que a experiência não contará com todos os 1.025 monstros de bolso em seu lançamento. No dia 8 de abril, estarão disponíveis apenas as formas finais de evolução de cada criatura e aqueles que não têm evolução.
No entanto, há uma exceção óbvia nesta decisão. Pikachu, o mascote da franquia e que é presença obrigatória em todos os games da saga, será um dos personagens que os jogadores poderão escolher para compor sua equipe — mesmo com Raichu ao seu lado, com duas Mega Evoluções.
Hoshino afirma que mais monstrinhos podem ser adicionados a Pokémon Champions em futuras atualizações, mas não há qualquer previsão para este conteúdo chegar aos fãs. Ou seja, se você espera por Eevee, Charmander, Squirtle, Bulbasaur e outros conhecidos, puxe o banco para aguardar.
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O Dexit é real
Não é a primeira vez que a The Pokémon Company aplica o famoso “Dexit” — quando não há a presença de todo o elenco em algum game da série. Isso se tornou um grande debate desde Pokémon Sword & Shield (2019) e permaneceu como “padrão” em diversos títulos.
Pokémon Sword e Shield foram os primeiros a excluir a presença do elenco completo em um game da franquia (Imagem: Divulgação/The Pokémon Company)
Scarlet & Violet, Legends Arceus e Z-A e até mesmo spin-offs, como Pokémon Pokopia e Unite não contam com um elenco amplo como o visto até a 7ª Geração. Após ultrapassar a marca de 800 criaturas, incluir todos se mostrou um desafio técnico que impediu a inclusão total.
No caso de Champions, a The Pokémon Company e o estúdio The Pokémon Works decidiram seguir pelo padrão competitivo: priorizar monstros totalmente evoluídos (ou que não têm evoluções), os mais utilizados em campeonatos entre os jogadores.
E quando é afirmado que mais virão no futuro, não significa que veremos as suas versões prévias. A declaração de Hoshino pode querer dizer que, conforme vermos novas criaturas — como em Pokémon Ventos & Ondas —, elas podem chegar também ao multiplayer futuramente.
O lançamento de Pokémon Champions
Pokémon Champions está agendado para chegar ao Nintendo Switch e Switch 2 no dia 8 de abril de 2026. A versão para o novo console híbrido poderá ser obtida como upgrade gratuito, através da eShop.
Ele também terá ports para os smartphones, com versões para os sistemas Android e iOS previstas para o lançamento ainda em 2026 — contudo, sem uma data confirmada oficialmente.
Sua intenção é substituir as competições que ocorrem dentro dos próprios títulos, com limitações às suas mecânicas. Em Pokémon Champions, os jogadores poderão encontrar diversas que já foram vistas no passado: Mega Evolução, Terastalização, Z-Moves e Dynamax/Gigantamax.
O canal Digital Foundry divulgou na última quarta-feira (25) a análise técnica do Boost Mode do Nintendo Switch 2. De acordo com os especialistas, o salto de desempenho é expressivo e revigora a experiência nos títulos retrocompatíveis.
Além dos jogos rodarem em resolução maior — como Mario Kart 8 Deluxe, que estava em 720p e, com o recurso, é mostrado em 1080p —, eles também estão com mais taxa de quadros. Resident Evil 5, por exemplo, de 27 FPS agora atinge 51 FPS.
A análise do DF mostra que, mesmo no formato portátil, o Nintendo Switch 2 alcança cerca de o dobro da performance do seu antecessor no “modo dock”. Além disso, foram mostrados testes em Fast Fusion e Persona 5 Royal, que trazem resultados parecidos.
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Um dos títulos que surpreendeu foi DOOM Eternal, que não mostrava apenas visuais aprimorados, mas recebeu upgrade também em iluminação, sombras e textura. Confira o vídeo completo para ver todos os testes em ação:
Melhorias no Switch 2 a um alto custo
O Boost Mode do Switch 2 foi lançado na semana passada e chegou ao público através de uma atualização de firmware. Com ele, games do primeiro console híbrido rodam no portátil como se estivessem em “dock” — o que permite resoluções e desempenho aprimorados na plataforma como portátil.
Um dos grandes desafios que o público enfrenta é no tempo de uso da bateria, que é reduzido ainda mais para dar conta deste salto de performance. Ele possui um tempo de duração menor que o Switch, o que compromete quem gosta de sessões mais longas de gameplay.
Apesar disso, este modo só pode ser acionado, de forma opcional, em títulos da geração anterior. Ou seja, se você jogar as experiências próprias do novo videogame — como Mario Kart World, Donkey Kong Bananza e Pokémon Pokopia — não precisará se preocupar com um consumo maior.
A Nintendo anunciou nesta quarta-feira (25) que o preço sugerido dos jogos digitais de Switch 2 sofrerá uma redução, tanto no Brasil quanto em todo o planeta. A partir de Yoshi and the Mysterious Book, que chega em maio, os novos valores já serão praticados na eShop.
No caso da aventura, que antes custava R$ 439,90, agora será vendida por R$ 329,90. Na ponta do lápis, é uma redução de R$ 110 e uma economia de 25% na versão vendida na loja oficial da Big N. Não há detalhes ainda sobre os reajustes nas mídias físicas.
“Essa mudança simplesmente reflete os diferentes custos associados à produção e distribuição de cada formato e oferece aos jogadores mais opções de como comprar e jogar os jogos da Nintendo”, revelou a companhia em seu pronunciamento oficial.
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A Nintendo revela que isso será visto sob o que eles podem ajustar por conta própria. Entretanto, no comércio no geral, isso talvez seja aplicado de outras formas:
“Como sempre, nossos parceiros do varejo definem seus próprios preços para jogos físicos e digitais, e os preços de cada título podem variar”.
A redução de preços valerá a partir do lançamento de Yoshi and the Mysterious Book (Imagem: Divulgação/Nintendo)
No Brasil, a Solutions 2 Go organiza oficialmente a distribuição de mídias físicas para as lojas. Já no formato digital, além da eShop, os títulos também estão disponíveis em plataformas como a Nuuvem.
Um novo horizonte para o Nintendo Switch 2
No lançamento do novo console híbrido, muitas críticas circularam sobre o preço dos games. Enquanto fabricantes e produtoras vendiam seus principais títulos AAA entre R$ 349 e R$ 399, a Nintendo elevou os padrões no Switch 2, cobrando entre R$ 439,90 e R$ 499 por jogo.
A Epic Games anunciou na última terça-feira (24) que o jogo Horizon Chase (iOS e Android) e a versão Turbo — disponível no PC e em todos os consoles atuais — serão removidos das lojas digitais no dia 1º de junho de 2026.
O título de corrida foi desenvolvido pela brasileira Aquiris Game Studio e se inspirou no clássico Top Gear de Super Nintendo. Ele possui uma sequência, que segue sem alterações nos computadores, smartphones da Apple e videogames.
De acordo com a produtora, todos que já possuem o jogo no formato digital poderão fazer o download dele quantas vezes quiserem a partir da retirada. O movimento impedirá apenas novas aquisições a partir do prazo limite.
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A dúvida sobre a opção de baixar novamente surgiu após o comunicado inicial da companhia, que deixou esse detalhe ambíguo. Apesar de apontar que a versão original “não estaria mais disponível para download”, eles reforçaram que quem comprou vai manter o acesso normalmente.
The original version of Horizon Chase and Horizon Chase Turbo will no longer be available to download, starting on June 1st. The race continues in Horizon Chase 2, which is available on iOS, PC through the Epic Games Store and consoles.https://t.co/5uYo5x7aHs
— Horizon Chase 2 is OUT on PlayStation and Xbox 🏁 (@HorizonChase) March 24, 2026
Confusão na Epic Games
O encerramento das vendas foi anunciado pouco depois da demissão em massa movida pela Epic Games, que eliminou 1.000 vagas de emprego ocupadas dentro da produtora e de seus estúdios.
Eles afirmam que precisaram tomar este caminho pela queda no número de jogadores em Fortnite. Isso impactará diretamente em experiências como Rocket Racing, Ballistic e Festival Battle Stage, que serão descontinuadas.
A saída de Horizon Chase Turbo do catálogo pode refletir os recentes cortes de custos da companhia. Inclusive, há chances da Aquiris ter sofrido com demissões em conjunto — no entanto, nada foi divulgado oficialmente pelos responsáveis.
O estúdio foi comprado pela Epic Games em 2023 e, em parceria com a sua nova dona, lançou Horizon Chase Turbo 2. No entanto, apesar de manter o mesmo estilo de seu antecessor, não alcançou a mesma popularidade.
Tanto o game original quanto a expansão, que faz homenagem a Ayrton Senna, não estarão mais disponíveis a partir de junho. Seu preço varia de R$ 49,99 — no Steam — a R$ 73,90, em alguns dos consoles de mesa.
Um novo vazamento da PlayStation Plus foi divulgado nesta quarta-feira (25) e aponta que Lords of the Fallen será o principal jogo oferecido aos assinantes em abril, apesar de os demais não terem sido revelados.
De acordo com o insider billbil-kun, que possui uma taxa de acertos altíssima sobre as informações internas da Sony, o público poderá jogá-lo a partir do dia 7 de abril de 2026.
Lords of the Fallen será liberado dentro dos planos PS Plus Essential, Extra e Deluxe. Não foi revelado se o Brasil receberá o mesmo título ou se veremos alterações — o que é raro, mas acontece.
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A lista completa de games disponibilizados na assinatura do PlayStation 4 e PS5 deve ser divulgada pela companhia oficialmente na próxima semana, um pouco antes da chegada dos títulos.
🚨 EXCLUSIVE 🚨
Now a bit earlier, We reveal the headliner title for April's PS Plus Monthly Games
🔸 Available for all PS Plus tiers (Essential, Extra & Premium/Deluxe)
Lançado em 2023, o “novo” Lords of the Fallen é uma segunda tentativa da CI Games de emplacar o seu soulslike que chegou para o público no ano de 2014.
Um verdadeiro reboot da saga, ele traz um mapa muito maior e mecânicas inéditas — criadas para uma nova geração de consoles. Porém, ele não joga o anterior fora: a sua trama se passa 1.000 anos após os eventos do original.
A Capcom revelou, durante uma reunião com investidores nesta segunda-feira (23), que é a favor do uso da inteligência artificial durante o desenvolvimento dos jogos.
Apesar de enxergarem essa tecnologia como benéfica, eles impõem limites para que não seja o fio condutor que vai guiar os seus títulos e franquias aclamadas no futuro.
“Nossa companhia não implementará materiais gerados por IA em conteúdo de jogo. Porém, planejamos utilizá-la ativamente para aprimorar a eficiência e produtividade em todo o processo do desenvolvimento. No momento, exploramos caminhos para usá-la em várias áreas como gráficos, som e programação”, aponta a Capcom.
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A Pearl Abyss, que trouxe recentemente Crimson Desert, pediu desculpas publicamente por ter usado a ferramenta e mantido seus elementos na versão que chegou ao público. Eles apontam que a comunicação das companhias com os fãs sobre o assunto deve ser mais aberta daqui em diante.
We would like to address questions regarding the use of AI in Crimson Desert.
During development, some 2D visual props were created as part of early-stage iteration using experimental AI generative tools. These assets helped us rapidly explore tone and atmosphere in the earlier…
A mais barulhenta, porém, envolve o DLSS 5 da NVIDIA. A nova ferramenta de upscaling promete revitalizar os jogos com um novo filtro criado por inteligência artificial e abriu um debate que preocupou uma grande parcela do público nas redes sociais.
No entanto, vale notar que a Capcom teve o mesmo tipo de abordagem já vista em casos como o da Take-Two Interactive. O CEO da companhia, Strauss Zelnick, já revelou que “analisava instâncias nas quais as ferramentas de IA generativa reduziam os custos e aumentavam a eficiência”.
Ambas têm um posicionamento claro de não usá-la para a criação de conteúdo em jogos. O temor do público é que a produtora cometa o mesmo erro visto pela Pearl Abyss e Sandfall Interactive — de incluir assets feitos por inteligência artificial e “se esquecerem” de trocá-los na versão final.
Se a situação gera debates em franquias como Crimson Desert e a novata Clair Obscur, imagine a polêmica que causaria se fosse vista em nomes de peso como Resident Evil, Mega Man, Street Fighter, Devil May Cry e Monster Hunter? Todavia, nada indica que esse será o caminho que tomarão.
Para celebrar o arco final do anime homônimo, My Hero Academia: All’s Justice foi lançado como o jogo definitivo dos super-heróis japoneses. E, comparado aos títulos anteriores, este é, de fato, a experiência que mais oferece conteúdo aos fãs.
O título de luta 3D, também conhecido como “arena fighter”, tem como objetivo acompanhar os últimos passos de Deku, Dynamight, Shoto e dos demais alunos da sala 1-A da U.A. High School contra a ameaça da União dos Vilões — com All for One, Tomura Shigaraki e Dabi na linha de frente.
Ainda que esteja em clima de encerramento, várias novidades são implementadas neste capítulo: um ambiente de mapa aberto, missões extras, desafios e um alto nível de personalização. No entanto, isso é o suficiente para se autoproclamar “Plus Ultra”? Na verdade, não.
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Prós
Como jogo de luta, é extremamente sólido
Sistema de combos é bem executado
Gráficos cel-shading e onomatopeias são o encaixe perfeito
Contras
As limitações fazem o jogo nunca atingir seu potencial
Encerra a presença de My Hero Academia nos games com gosto amargo
O jogo que promete tudo
A batalha final entre Shigaraki e Deku ganha forma dentro do jogo como um “grande espetáculo”. Com um elenco diverso, mapa aberto para exploração e diversos recursos, o título brilha aos olhos à primeira vista.
A batalha final preenche todo o último arco de My Hero Academia (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Maior e melhor que os anteriores, da linha One’s Justice, ele quer fechar a linha com chave de ouro. E, por muitas vezes, você sentirá que é exatamente o que precisava — a “obra-prima” dessa narrativa que conquistou o mundo.
As lutas impressionam, para começar. My Hero Academia: All’s Justice tem um equilíbrio sólido como arena fighter e entrega uma qualidade de gameplay similar ao visto em outras adaptações — como os títulos de Demon Slayer e Naruto.
Cada embate permite selecionar até 3 personagens, que podem executar combos que se interconectam e deixam as batalhas mais explosivas. Além disso, com todos do elenco em seu “poder máximo”, o quesito visual vira um show à parte.
Somado ao apelo visual, temos os gráficos em cel-shading que se adequam perfeitamente ao desenho animado e que não abusam do hardware. Isso abre espaço para elementos insanos na tela e sem queda de performance, o que, misturado às onomatopeias, traz uma fidelização ao clima das HQs.
“Em diversos momentos, você sente que está vendo o anime e não dentro de um jogo baseado nos episódios finais da obra” - Diego Corumba
A chegada do mapa aberto a My Hero Academia: All’s Justice também chama a atenção, com áreas exploráveis e que estão repletas de referências, missões e crimes para os jovens encararem. Uma homenagem digna ao mundo do anime, que merecia uma experiência do gênero.
Entre os momentos marcantes estão as individualidades de cada herói. É possível se pendurar pelos prédios, como o Homem-Aranha, com o Black Whip de Deku; assim como pular mais alto e longe com a Uravity. Quer velocidade? Tem o Ingenium, que chega em qualquer lugar em um instante.
Explore a cidade, mas não reserve muito tempo para isso (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Neste aspecto, a Bandai Namco traz ao título o pacote completo de diversão e entretenimento baseado no anime homônimo e seu universo. Com um modo versus e uma história que se divide em várias batalhas emblemáticas, é um prato cheio para qualquer fã.
My Hero Academia: All’s Justice não entrega muito
Porém, não adianta estar com o prato cheio e o alimento não ter substância, certo? Se a direção do game carrega grandes ideias e que abrilhantam o título, a sua execução torna a experiência extremamente frustrante.
O modo história começa na batalha final entre os heróis e vilões, o que ocupa aproximadamente 20 episódios de toda a trama. Ou seja, é muito curto e você zera ele em uma tarde tranquilamente.
“Qualquer jogo de luta é rápido assim” e é uma afirmação correta. No entanto, com uma narrativa tão rica, se segurar em apenas alguns poucos capítulos decepcionou. E por falar em tristeza, o vilão Spinner aparece apenas como um chefão NPC e não é possível selecioná-lo nas demais modalidades.
O mapa aberto de My Hero Academia: All’s Justice também vai te deixar para baixo, eventualmente. Ele é minúsculo e funciona mais como um “hub interativo” do que uma área explorável. As missões que ele oferece, ainda por cima, te levam para uma sequência de diálogos e batalhas “vazias”.
O mapa aberto é apenas um hub interativo entre as opções (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
O sentimento que fica é que o jogo te oferece muito e entrega pouquíssimo. Todas as novidades são boas e o próprio game de luta funciona extremamente bem. No entanto, o que realmente faz o público ir atrás dele é escanteado com opções limitadas e um incentivo baixíssimo.
A única coisa que realmente motiva a continuar a explorar todos seus modos e funções é desbloquear os itens personalizáveis e reunir toda a sala 1-A no mapa aberto — para ver como seus poderes ajudam a explorar o lugar. De resto, não dá para se dizer que a aventura compensa o valor e seu tempo.
Um desfecho que poderia ser melhor
No fim da história, My Hero Academia: All’s Justice faz bem mais que os jogos anteriores, mas os pontos nos quais se destaca são meros “aperitivos” que nunca convencem de seu verdadeiro potencial.
Em termos comparativos, Naruto Shippuden Ultimate Ninja Storm 4 fez muito mais pelo público em 2016 do que MHA faz pelos fãs hoje — 10 anos depois. Os fãs de verdade vão se decepcionar e os jogadores comuns não têm nada que os atraía para a experiência, o que é triste.
“Exceto pelas lutas agradáveis, de resto não muito se salva para segurar as pontas de My Hero Academia: All’s Justice” - Diego Corumba
Com um fim “amargo”, ele mostra que a obra merecia uma homenagem melhor para o seu encerramento. Eles não celebram sequer o histórico da saga com seus estágios, são apenas 9 disponíveis e nem todos trazem cenários baseados nos conflitos finais.
Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)Imagem do review de My Hero Academia: All's Justice (Captura de Tela/Diego Corumba)
Recomendo adquirir apenas se você for muito fã da saga, mas espere por uma promoção para ter My Hero Academia: All’s Justice. Por entre R$ 250 e R$ 350, ele pode te frustrar bastante e causar uma impressão ruim se está com as emoções à flor da pele por causa do fim do anime e do mangá.
O que vemos é um verdadeiro efeito de “TikTokficação” do gênero. Na rede social, se um vídeo não viraliza nas primeiras 24 horas, ele é completamente descartado pelo algoritmo. O mesmo acontece com os títulos que vivem de popularidade: ou nasce como sucesso ou está fadado ao fracasso.
Na verdade, games como Highguard e Concord passaram pelo mesmo processo: ambos tiveram um orçamento milionário e tinham metas de engajamento surreais logo para a primeira semana. Qualquer coisa que fugisse dessa métrica é descartada pelos investidores, sem redenção.
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Apesar dos exemplos, não foram os únicos a sofrer desse mal. O mesmo foi visto em diversos outros como Foamstars, Rocket Arena, MultiVersus, Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça e centenas de jogos como serviço que tinham tudo para dar certo, mas erraram feio, erraram rude.
Jogos como Esquadrão Suicida: Mate a Liga da Justiça sobreviveram por pouquíssimo tempo (Imagem: Divulgação/Warner Bros. Games)
Há casos até que o título mal chega a ser lançado e já é descartado pelos estúdios, quando não o próprio time de desenvolvimento vai para o olho da rua. HYENAS, por exemplo, foi jogado fora antes mesmo de ver a luz do dia. Já o game multiplayer de God of War foi responsável pelo fim da Bluepoint.
Para jogar uma luz no caso, o Canaltech mostra como esse efeito de “TikTokficação” dos títulos do gênero tem causado mal para a indústria de jogos, tanto para as companhias envolvidas quanto para o público.
Saturação do "live service" e a bolha estourada
Na década passada, existiam experiências multijogadores, mas nenhuma que saltasse aos olhos de forma significativa. O primeiro que virou uma “febre coletiva” foi Overwatch, da Blizzard, que em 2016 fez todos voltarem seus olhos para o gênero hero shooter e os lucros que poderia trazer.
Overwatch começou uma corrida que até hoje, 10 anos depois, continua (Imagem: Divulgação/Activision Blizzard)
Já o battle royale PUBG Battlegrounds veio logo em seguida, no ano de 2017, e permaneceu por anos como recordista de maior número de jogadores simultâneos no PC, quantidade total de usuários, franquia mais vendida de todas e muitos outros. Era um fenômeno colossal, para dizer o mínimo.
Dali em diante, os estúdios passaram a perseguir esse sucesso. Alguns conseguiram, como é o caso da Epic Games com Fortnite e até de Genshin Impact, produzido pela sul-coreana HoyoVerse e que continua em alta até os dias atuais.
Diante de toda essa montanha de dinheiro que eles arrecadavam, todos os desenvolvedores e acionistas queriam ter a galinha dos ovos de ouro mais perto de si. Companhias como Sony e Tencent foram as que mais injetaram dinheiro nisso e algumas contrariaram sua própria estratégia principal, em busca da “grana infinita”.
O jornalista e youtuber Pedro Henrique Lutti Lippe, conhecido pelos canais “tvPH” e “O X do Controle”, contou ao Canaltech que enxerga como essas decisões hoje visam apenas lucros exorbitantes:
“Basicamente, eles só investem em coisas que têm potencial de crescer violentamente, em um piscar de olhos. Há possibilidade de fundarem um estúdio e o jogo que gostariam de fazer ser single player, ou até um multiplayer, mas um pouco mais ‘contido’. Mas, do jeito que o mercado financeiro está agora, você só consegue bater na porta da Tencent e falar ‘me dá dinheiro para eu desenvolver o meu jogo aqui’ se você oferecer para esses caras a promessa de dinheiro infinito”.
Em termos comparativos, ele aponta para o êxito recente que a Capcom atingiu no mercado com Resident Evil Requiem e em como os parâmetros são diferentes para cada categoria:
“Resident Evil Requiem vendeu 5 milhões de unidades em 5 dias, que é uma quantidade absurda. É o caso mais extremo de sucesso de jogo single player, AAA, nos anos recentes. Você não consegue esses números com um jogo do gênero normalmente. E aí você contrasta isso com Helldivers 2, que é um jogo que apareceu ali no consciente coletivo ‘do nada’ e vendeu 20 milhões de unidades em coisa de um mês. É isso que esses investidores querem”.
Resident Evil Requiem é um sucesso, mas ele segue uma métrica diferente da que os investidores buscam (Imagem: Divulgação/Capcom)
Inclusive, o jornalista afirma que isso faz dos estúdios “reféns” desse poder que os detentores do capital têm sobre a indústria gaming. Para ele, no fim, quem decide é quem injeta dinheiro nos projetos que estão em desenvolvimento.
“Eles não querem o maior sucesso da história recente dos jogos single player, isso não é o suficiente. No fim das contas, são eles que decidem que tipo de jogo será feito. Não é o desenvolvedor, o executivo do estúdio, que escolhe qual projeto vai adiante. É o cara que está pagando as contas, o investidor desse mercado financeiro”, explicou.
Helldivers 2 foi um sucesso instantâneo e chegou também aos PCs e Xbox (Imagem: Divulgação/Sony)
Pedro acredita que esse caminho dos acionistas acabará de forma similar à vista em outras ondas do mercado de jogos: como um “movimento passageiro” que chegou, criou raízes e um dia chegará ao fim.
“Li em sites especializados em jogos de cripto sobre o fim dos títulos que usam blockchain. Os investidores viram que não dava todo o dinheiro que achavam. Acho que visualizaremos algo similar: quem está financiando esses jogos enxergará que não tem não tem mais essa utopia de lucro que pensavam existir em jogos como serviço. Em vez de investirem em outros tipos de games, que poderiam ser mais seguros, eles não investiriam mais em jogos. Não querem 10% de crescimento ao ano, ter estabilidade. Desejam crescimento de 120% ao ano. Eles querem um jogo maior do que Fortnite”, conclui o jornalista.
Você conhece aquele paradoxo sobre o que aconteceria se a “espada absoluta” encontrasse o “escudo inquebrável”? Vamos adaptá-lo para a questão: o que ocorre quando um estúdio que busca rios de dinheiro eterno encontra o jogador com tempo finito? Não dá um resultado bom, logicamente.
O problema é que as pessoas já consumiram centenas de horas e gastaram demais em jogos estabelecidos. Quem está em Fortnite ou Genshin Impact dificilmente os largará para trocar por outro jogo como serviço “genérico”. Ainda que promissor, se não provar em instantes que merece a atenção dos fãs, ele já está fadado ao fracasso completo.
O CEO da Go Gamers, Carlos Silva — responsável pela Pesquisa Game Brasil (PGB) e diversos outros projetos —-, aponta que muitos jogadores sequer dão chance para esses games terem seu espaço:
“As pessoas não estão propensas a largar o tempo dedicado que tiveram naqueles outros jogos. Inclusive, quando a gente olha para os dados da própria PGB, vemos que esse consumo de jogos como serviço, de grandes franquias, é muito expressivo. Elas estão abertas até a experimentar outros jogos, mas não é a maioria, sabe? Esse é um ponto importante. Quando olhamos esse território competitivo, a qualidade do conteúdo se torna fundamental”.
Já Pedro Henrique Lutti Lippe enxerga outro grande problema, que está em dois aspectos: o tempo prolongado de desenvolvimento e os estúdios seguirem as tendências sem levarem isso em consideração:
“Os flops de amanhã estão sendo desenvolvidos há 3 anos e ainda tem uns 2 pela frente. Na indústria, precisa de 5 a 7 anos para desenvolver um jogo. Se você seguir uma tendência, quando lançar o seu jogo, a tendência já está lá atrás, sendo vista pelo retrovisor”.
Concord tentou, em 2024, surfar na onda dos hero shooters que era forte entre 2016 e 2019 (Imagem: Divulgação/Sony)
O ciclo de repetição de gêneros e conceitos pode ser um dos principais responsáveis pelo fim de muitos jogos como serviço. Pela falta de inovações, eles podem acabar em uma pilha similar aos que tiveram o mesmo fim.
“Ou você tenta criar uma tendência nova, antecipar as coisas, ou você vai estar sempre atrasado. E é mais acentuado ainda na indústria dos videogames. Em Hollywood, por exemplo, se você está seguindo um padrão, você consegue produzir um filme em um ano, dois anos no máximo. Na indústria dos jogos não dá para fazer isso, né?”, questiona Pedro.
Além disso, muitos jogadores não têm energia para recomeçar do zero, com games que ainda precisam vencer problemas que os demais já enfrentaram e triunfaram. É como um casamento: apesar de haver casos específicos, é senso comum que não se joga fora o que construiu por anos para viver uma “nova aventura”.
Hype artificial vs. Qualidade real
Alguns títulos nascem sem hype e constroem sua comunidade com o passar do tempo. Outros recebem tanta que basicamente são afogados por ela. A campanha de marketing pode levantar uma experiência, ao mesmo tempo que pode derrubá-la por completo.
Vamos usar como exemplo Highguard. Exposto em destaque no The Game Awards 2025, como o esperado último anúncio da “maior noite dos jogos”, ele levantou diversas questões. No entanto, ainda assim muitos afirmaram que ele traria algo espetacular — como Geoff Keighley, que apostou alto em seu sucesso.
Highguard não prometia muito, mas o marketing sim (Imagem: Divulgação/Wildlight Entertainment)
A máscara caiu de forma veloz e furiosa. Enquanto influenciadores e mídia elogiaram a empreitada, os jogadores encontraram servidores instáveis, artes sem inspiração e problemas de desempenho. A própria ideia conversava bem com equipes “conectadas”, mas entrar “solo” em outros grupos representava um abismo na diversão.
O apresentador do canal de YouTube “tvPH” aponta que, ainda assim, havia elementos que salvassem a experiência. Para ele, afirmar que o jogo não tinha uma “alma” soa injusto com todo o material apresentado pelo time de desenvolvimento.
“Sinceramente, acho pesado dizer que Highguard não tem alma. Ele é um daqueles jogos que, quem vê as artes conceituais vazadas dos personagens, os que planejaram adicionar ao jogo, tem bastante coisa legal”, diz Pedro.
Para ele, o maior problema do projeto foi tentar ser agradável para todos — algo que não é possível atingir, como um ideal quase “utópico”.
“Acho que o erro deles foi pensar ‘temos que agradar o mundo inteiro. Esse jogo aqui tem de vender para todo mundo’. Isso pode ter pesado no estilo gráfico que seguiram, que se tornou mais genérico por ser ‘mais seguro’. Que poderia irritar menos a galera. Isso vale também para jogos single player. O medo de desagradar faz com que o título tenha a mesma cara que todos os outros. Talvez seja falta de coragem. Uma questão mais estratégica, por assim dizer”, revela o jornalista.
Aqui, existiam dois pesos e medidas: um marketing excelente para um gameplay mediano. Highguard não é uma falha completa, mas ser elevado a patamares altos demais o colocou em evidência, um lugar perigoso para se estar, principalmente quando se vê tantos jogos como serviço nascerem e morrerem abruptamente.
Somada à quebra de expectativa com os problemas de gameplay, o título não durou sequer duas semanas. Nada que não fosse “extraordinário” traria um resultado diferente. Ou seja, os games dessa categoria já nascem fadados a serem moídos como carne pelo público se não tiverem algo incrível na manga.
No entanto, Pedro Henrique aponta que nem todos possuem o fatídico final. Ainda há espaço para alguns brilharem, em condições distintas.
“Não podemos olhar para Marvel Rivals, para ARC Raiders e fingir que nada aconteceu. São jogos como serviço que deram certo. Inclusive, ARC Raiders teve, durante o período pré-lançamento, a mesma campanha de ódio online vista em Highguard. Era um estúdio que a galera esperou uma coisa, mas eles entregaram outra. A galera talvez nem se lembre, mas o ARC Raiders começou mais similar a um battle royale. No meio do desenvolvimento eles mudaram para um shooter de extração”, aponta o jornalista.
Ele acredita que existe uma diferença gritante entre os anúncios e a experiência de jogo, que isso é o fator determinante para manter as experiências vivas no mercado de forma saudável.
“Tinha um bafafá bem negativo em torno de ARC Raiders, mas no momento que as pessoas começaram a jogar, gostaram. Virou uma surpresa boa. Mesma coisa ocorreu com Marvel Rivals. Lembro que, quando anunciou Marvel Rivals, cobri ao vivo no meu canal. Me lembro da galera falar: "Pô, quem quer jogar isso aí, cara? Vamos ver um Overwatch de meia tigela aí". Aí sai o Marvel Rivals, todo mundo gostou e virou um sucesso”, afirma.
ARC Raiders e Marvel Rivals provam que jogos como serviço ainda podem coexistir (Imagem: Divulgação/Embark Studios)
O relógio biológico dos jogos como serviço
Carlos Silva acredita que o “tempo” pode ser a principal questão para os jogos como serviço, que precisam de um pouco mais de paciência e teste de outros formatos para seguirem adiante.
“As franquias populares no mercado se moldaram com o feedback das comunidades ao longo de meses, de anos. Não foi uma coisa que ‘ó, lancei um produto, no próximo mês acabou porque não estava bom’. Se fosse assim, talvez nem tivéssemos Call of Duty, Battlefield ou jogos similares. Então, o que a gente percebe é que esse movimento, ele precisa ser repensado, na minha percepção”, detalha o executivo.
O tempo que deu importância para franquias como Call of Duty (Imagem: Divulgação/Activision)
Carlos revela que toda experiência precisa passar por um determinado “teste de fogo” para obter retenção e, apenas assim, ser avaliada com propriedade dentro de sua categoria.
“O gênero de FPS não está em crise. De fato, ele talvez tenha chegado em um teto onde a gente já viu várias coisas. E o que que falta para inovar? O que falta para gerar mais retenção desse público quando eu tenho um título novo? Ele tem personagens interessantes, jogabilidade ou está faltando alguma coisa? O Highguard mesmo, ele tinha várias características, uma soma de várias coisas. E toda expectativa construída depois do final do ano com ele, ainda assim ele não conseguiu”, revela.
Para compreender exatamente o que “mata” jogos como serviço, ele acredita que todo o mercado precisaria refletir e analisar friamente todas estas questões para assim determinar melhorias no processo.
“Apenas através de um estudo que seria possível entender se é uma questão de necessidade de resultado ou de conteúdo mesmo que estamos falando. As duas coisas têm que andar em conjunto, sabemos disso hoje. Mas, na minha percepção, o tempo necessário para que esses projetos gerem resultado e coletem feedback é importante. E acho que a gente não está dando esse tempo necessário para esses produtos”, completa Carlos.
Morte do "Arco de Redenção"
Enquanto muitos não tiveram sequer a oportunidade de mudar seu próprio destino, outros conquistaram a redenção através de ações de seus estúdios e produtoras. Como não se lembrar de No Man’s Sky, que teve um lançamento desastroso em 2015 e deu a volta por cima com o passar dos anos.
Jogos como No Man's Sky foram lançados como fracassos, mas o tempo os redimiu (Imagem: Divulgação/Hello Games)
Eles conseguiram resolver os principais problemas do título, cumpriram a sua promessa com louvor e criaram uma verdadeira base de fãs que os acompanhará nos próximos projetos. Essa mesma estratégia foi vista em Cyberpunk 2077 e Tom Clancy’s Rainbow Six Siege, que também nasceram problemáticos, conseguiram se recuperar e representam um grande sucesso.
O que rendeu um patamar alto para eles foi justamente ter tempo e respiro financeiro para “arrumarem a casa”. Lançaram de forma errada, mas toda a equipe se voltava a consertar os erros, aparar as arestas e tornar a experiência mais agradável. No fim, fizeram história e conquistaram o mundo.
Porém, isso ocorreu até meados de 2020. Nesta nova “Era da TikTokficação”, a paciência corporativa já não existe mais. Se não for um triunfo absoluto em 24 horas, o jogo morre. Se não der lucros expressivos no primeiro semestre, o jogo morre. Se algo saiu errado, adivinha?
O CEO da Go Gamers aponta que este é um problema que a indústria precisa repensar, para voltar aos eixos dentro das suas próprias estruturas.
“Essas empresas têm de entender que precisa dar um tempo necessário para o produto performado, no sentido de experiência mesmo. Ou talvez testar em outros modelos, como acesso antecipado, beta, alfa, enfim, é possível trabalhar alguns outros formatos para melhorar isso”, diz Carlos.
Na sua visão, estes jogos como serviço lançarem e serem servidos como “produto final” pode ser justamente o erro comum que todos do mercado cometem atualmente.
“Vejo que esses produtos são desenvolvidos e lançados como ponta final. E o que é isso? Ele já tem de ser produto para para dar o resultado. Talvez a estratégia seja repensar um pouco, para esses produtos que estamos com o desafio de gerar resultado. O ideal seria entregar primeiro no modelo beta, trazer como teste, talvez trabalhar com outro modelo de negócios, para que, aí sim, a partir disso, seja lançado o produto final”, revela o executivo.
Fortnite foi lançado no passado após uma intensa bateria de testes e ajustes (Imagem: Divulgação/Epic Games)
Carlos aponta que as companhias que tentaram adotar essa estratégia já colheram sucessos, algo que não foi replicado por muitos estúdios nos últimos anos.
“Aquele título, Deadlock, está em beta até hoje. Ele tenta um formato diferente. Quem lembra de como Fortnite começou? Ele permaneceu em estágio beta durante muito tempo. Mesmo quando o produto já estava muito consolidado, redondo, funcionando bem e dando um baita resultado, ele estava com beta. É importante a gente pensar em outros modelos para que esses produtos não sejam penalizados. Eles podem, de uma forma, ter resultado, mas precisam de tempo”, diz o CEO.
Máquina de moer talentos
E não são apenas os estúdios, produtoras e jogadores que perdem com toda essa situação. Por trás de toda esta montagem, na base da pirâmide, estão os trabalhadores. Devs, equipe de localização, animadores e outros profissionais que investiram anos de sua vida aos projetos que nascem e são jogados no lixo.
Quando um jogo como serviço é cancelado, não é apenas o servidor que será desligado e vida que segue. São dezenas ou até centenas de membros da equipe que são demitidos, literalmente jogados para fora sem a menor chance de consertar o que deu errado. Além disso, muitas das decisões que provocaram isso nem foram causadas pelos próprios devs.
Os desenvolvedores de Highguard, por exemplo, já foram demitidos do estúdio (Imagem: Divulgação/Wildlight Entertainment)
Na visão do youtuber, ainda que o fim dos jogos como serviço traga pontos positivos, a movimentação não agradará a todos os envolvidos na indústria gaming.
“Mesmo que o fim dessa vertente soe como se fosse uma coisa boa, não é. Esse processo todo, mesmo que aconteça da melhor maneira que imaginamos, será muito dramático. Se cai o número de investimentos, eles vão ter que demitir gente. Se há jogos de porte menor e eles têm muitos funcionários, muitos serão cortados. Porque não precisa de 200, 400 pessoas para fazer um jogo AA. Não é um caminho que vai ser pavimentado apenas com sorrisos”, aponta Pedro Henrique.
E vira uma verdadeira avalanche tenebrosa, um ciclo sombrio. Desenvolvedores são pressionados a resultados imediatos, passam por ambiente de crunch, têm toda a sua criatividade esgotada para, no fim, se tornarem reféns de planilha de acionistas e pararem na rua. Não são tratados como “artistas”, mas sim como números. Se não agrada, tchau.
E ainda que muitos encontrem um caminho para produzir novos sucessos, muitos podem simplesmente trocar de área e simplesmente sumir deste mercado para sempre.
“Falamos de coisas, às vezes, de 1.000 pessoas demitidas de uma vez só dessas grandes produtoras. Tem muita gente que abre o projeto novo, como estúdios cujo primeiro projeto envolve ex-funcionários da Blizzard, de ex-devs da Ubisoft, como foi o caso de Clair Obscur: Expedition 33. Mas tem muitos que só saem da indústria mesmo. É uma encruzilhada na qual muito desenvolvedor, de forma individual, acaba pensando. Alguns têm força de vontade, mas tem quem veja que não é para todo mundo também”, afirma o jornalista.
Qual é a solução?
Os jogos como serviço podem nunca sumir, mas muitos estúdios e grandes produtoras poderão voltar seus olhos novamente para os projetos mais focados no mercado single player.
Não se preocupe, com ou sem flop, a Blizzard ainda pode trabalhar em Overwatch 3 (Imagem: Divulgação/Blizzard Entertainment)
Pedro Henrique acredita que o mercado ainda se ajustará melhor para atender todos os gostos possíveis. No entanto, o ritmo pode ser bem menor em um breve futuro.
“Não acho que jogos como serviço vão deixar de existir. Sempre vai ter alguém tentando fazer alguma coisa, nessa escala ou formato. Porém, a partir do momento que o investimento sai, o dinheiro fica mais curto, precisarão de times menores para jogos que vão ser menores. E este tipo de game ‘menor’ não tem lógica”, aponta o apresentador do “tvPH”.
Ele acredita que companhias como a dona do PlayStation, Microsoft e outras sequer pensarão em seguir por este caminho — já que não compensará o valor e esforços investidos em projetos do gênero mais contidos.
“Não consigo pensar o que que seria um jogo que a Sony desenvolveria no nível de um Fall Guys, na época que ele lançou. Não dá para enxergar isso. Acho que, naturalmente, acaba voltando para o formato que é a natureza se curando, de certa forma. Talvez seja uma visão meio otimista, mas, nos anos 1990 e 2000, quando não existia essa coisa do mercado financeiro ali fungando no cangote da indústria dos games, esse era o tipo de jogo que essas empresas costumavam produzir”, conclui Pedro Henrique.
O CEO da Go Gamers complementa e aponta que eles podem seguir vários caminhos, mas é necessário que exista prioridades para cada estúdio e produtora. Para ele, não é possível atirar para todos os lados e acertar seus alvos.
“Se é especializado em fazer single player, em jogos de narrativa de história, ótimo, foca nisso. Essa que será a ‘ponta de lança’. Isso não quer dizer que precisa abandonar outros modelos de trabalho, um jogo como serviço, por exemplo. Pode trabalhar isso. Só que isso não pode ser o principal”, aponta Carlos Silva.
No ponto de vista do executivo, a questão é exatamente a importância que estes games “live service” receberam recentemente. Para ele, é necessário que cada companhia assuma uma posição mais específica no mercado.
“O que está acontecendo é que as empresas mudaram as suas prioridades, atacam aquilo que talvez enxerguem um resultado imediato, mas talvez não seja só isso. Porém, é importante voltar aos bastidores avaliar aquilo que, de fato, vai conseguir gerar um resultado que eu estou me propondo a produzir como conteúdo e, consequentemente, em negócios. A Capcom, por exemplo, acho que é um grande exemplo do mercado hoje. Ela não mudou as suas diretrizes como modelo de negócio. Ela pode um dia experimentar jogos como serviço? Pode, mas ela está muito bem estabelecida no que constrói”, aponta o CEO da Go Gamers.
No fim, a indústria talvez aprenda uma lição antiga: nem todo ouro do mundo compra o tempo e a paciência de um jogador, que só quer uma boa experiência com jogos — seja ele como serviço, single player ou outros modelos.
Jogos clássicos do GameCube ainda podem estar presos no passado, mas isso pode ser ajustado com o uso de bons emuladores para celular, que trazem os melhores games para a palma de suas mãos.
Através deles, é possível revisitar games como Pokémon Colosseum, Super Mario Sunshine, Super Smash Bros. Melee e outros sucessos sem qualquer impedimento. Torna-se a melhor opção dos “dois mundos”, ao menos é a mais econômica em vez de comprar o console e os títulos de colecionadores.
No entanto, vale lembrar que o GameCube é um videogame um pouco mais “avançado” e exigirá que seu celular tenha desempenho acima da média — assim como videogames como o PS2, o primeiro Xbox e outros dessa geração. Em outras palavras, os meuladores de GameCube não funcionarão tão bem caso o seu telefone seja básico ou de entrada.
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5. DolphiniOS
O DolphiniOS é um port do emulador Dolphin para os dispositivos da Apple, que permite jogar os principais títulos da plataforma com um alto desempenho.
Essa versão pode ser baixada tanto nos iPhones modernos quanto nos iPad, o que permitirá entrar de cabeça em algumas das aventuras mais icônicas da Nintendo no seu celular.
O grande problema dela é que ela é uma aplicação Just-in-Time (JIT), algo que a Apple não permite nativamente dentro de sua App Store.
O DolphiniOS é apenas um port do clássico emulador para os sistemas iOS (Imagem: Reprodução/Emulador Dolphin)
4. Dolphin MMJR
Enquanto a versão iOS é um port, temos no Dolphin MMJR uma verdadeira modificação que permite rodar os jogos do GameCube em celulares intermediários.
Em outras palavras, com este software não é necessário que tenha um dispositivo de ponta, que costumam apresentar valores mais elevados e pesam no bolso.
No entanto, isso não ocorre sem sacrifícios. A versão MMJR perde uma parcela de sua precisão da emulação para entregar aos jogadores um pouco mais de quadros por segundo.
Por não ser oficial, é importante notar que existem diversas variantes disponíveis como o MMJR2 e Ishiiruka, que podem trazer peculiaridades para cada dispositivo.
O Dolphin MMJR leva o melhor do GameCube aos celulares intermediários (Imagem: Divulgação/Nintendo)
3. Lemuroid
Feito para aqueles que não querem perder tempo nas configurações, o Lemuroid é a opção ideal para quem pensa apenas em baixar, clicar e jogar qualquer título disponível do GameCube.
Ele tem como base o RetroArch, mas possui uma interface muito mais limpa e moderna — que conversa melhor com os jogadores atuais, que vêm das mais diversas plataformas.
Munido com diversas facilidades, ele permite que seus games sejam identificados automaticamente nos arquivos e pode também configurar os controles sem fio de forma inteligente.
É possível jogar os jogos de GameCube via Lemuroid ao baixar o conteúdo para Android na GitHub ou dentro da própria Google Play Store.
O Lemuroid usa a base do RetroArch, mas com interface moderna (Imagem: Divulgação/Filippo Scognamiglio)
2. RetroArch
Um dos mais queridos emuladores da atualidade, o RetroArch também permite rodar os jogos da plataforma da Big N em seus smartphones — através do núcleo de Dolphin.
Deste modo, é possível se divertir com diversas funções presentes na plataforma, como as conquistas via RetroAchievements, filtros de tela avançados e uma interface unificada com outros hardwares.
Ele é um dos únicos que permitirá ter, no mesmo app, GameCube, PlayStation 2, Game Boy e diversos outros prontos para o uso — o que transforma seu celular em uma verdadeira “central de emulação”.
O grande desafio do RetroArch é a exigência de noção para mexer nas configurações adequadamente para se divertir sem entraves. Ele pode ser baixado para Android e iOS pelo site oficial ou pelas lojas Google Play Store e App Store.
O RetroArch transforma seu celular em uma verdadeira central de emulação (Imagem: Divulgação/Libretro)
1. Dolphin
Assim como a sua contraparte nos PCs, a versão original do Dolphin para celulares é a melhor para jogar os títulos de GameCube — com ampla compatibilidade e uma tonelada de recursos.
Como ele é o software principal, não um port ou modificação, costuma receber atualizações constantes com correção de bugs e otimização de desempenho.
Além disso, se você tiver um smartphone de ponta, como a CPU Snapdragon Série 8, é possível rodar quase toda sua biblioteca com upscale para resolução 4K.
Dolphin é o rei absoluto nos consoles e no celular (Imagem: Reprodução/Emulador Dolphin)
Emuladores do GameCube para celular
Apesar de poder jogar seus títulos nos smartphones, a Big N permite que os assinantes do Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão tenham os principais games da plataforma disponíveis no Nintendo Switch 2 — de forma oficial.
A plataforma é muito bem vista, mas um dos grandes problemas é a ausência de experiências de peso no seu catálogo. No momento em que este texto é escrito, apenas 10 estão disponíveis para o público.
Para não cair no campo da pirataria, que é um crime no Brasil, muitos deles exigem que o usuário tenha a BIOS, o sistema operacional do GameCube. Entre os principais emuladores para os celulares, você pode encontrar:
A Sony Pictures declarou nesta quinta-feira (19) que o trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia foi a “maior prévia de toda a história” ao bater o recorde de visualizações, antes detido por GTA 6.
Para ter um grau comparativo, é uma diferença próxima aos 250 milhões — um número bem alto, diga-se de passagem. O teaser de Homem-Aranha: Um Novo Dia alcançou uma popularidade quase 58% maior, que mostra a sua grande força dentro do mercado de entretenimento.
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GTA 6 é aguardado desde 2013, quando seu antecessor foi lançado. Foram 13 anos de espera; em contrapartida, o herói aracnídeo, que teve seu último longa em 2021, mantém-se como figura onipresente em animações e games.
A prévia de Homem-Aranha: Um Novo Dia foi divulgada na quarta-feira (18) e se destacou por apresentar participações especiais com Jon Bernthal no papel de Justiceiro e Mark Ruffalo como Bruce Banner e, teoricamente, Hulk.
O vídeo também mostra algumas ameaças que o super-herói vai encarar na nova produção do Universo Cinematográfico Marvel (MCU). Entre elas, vemos o Escorpião, Lápide, o clã de ninjas do Tentáculo, Bumerangue e uma figura misteriosa que parece controlar as mentes das pessoas.
Tanto que os rumores batem forte na presença da atriz Sadie Sink, com especulações de que ela viverá o papel de Jean Grey na aventura e vai introduzir em definitivo os X-Men no universo compartilhado.
Com estreia agendada para o dia 30 de julho de 2026, a produção do Amigão da Vizinhança já mostra que veio para abalar as estruturas. Será que a Rockstar aceitará o desafio e divulgará um novo trailer para alimentar a competição? Tudo indica que este momento está próximo.
A Microsoft divulgou quais são os jogos grátis disponíveis neste fim de semana no Xbox, com destaque para Sea of Thieves, seu MMO náutico que tem uma popularidade altíssima.
Desenvolvido pela lendária Rare (Banjo-Kazooie e Perfect Dark Zero), a experiência te leva para a vida de pirata. Com seu navio, você deve reunir um bando e fazer exatamente o que se espera da classe: guerrear, pilhar e encarar as ameaças que se escondem no fundo do oceano.
Já disponível para todos — não precisa ser assinante do Xbox Game Pass —, Sea of Thieves permanecerá gratuito até a próxima terça-feira (24). A experiência pode ser explorada por completo, assim como o crossplay com as demais plataformas.
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Além do título, também podem ser jogados de graça títulos como Trailmakers e Firefighting Simulator: Ignite. Os assinantes do Game Pass têm de forma adicional Hell Let Loose e Totally Reliable Delivery Service. Todos eles podem ser jogados até domingo (22) sem precisar gastar R$ 1 sequer, então é bom correr.
Sea of Thieves não é só sol e água fresca, sobreviver aos 7 mares exige habilidade (Imagem: Reprodução/Xbox)
No entanto, se você tem outros consoles de mesa ou até um PC, há outros jogos grátis neste fim de semana. Ou seja, a diversão será possível independentemente de sua plataforma.
O Canaltech fez uma lista com mais 5 jogos grátis que merecem a sua atenção no fim de semana e que vão trazer aventuras sem precedentes nos próximos dias.
5. Rebel Galaxy
Um dos jogos grátis disponíveis na Amazon Luna, Rebel Galaxy (2015) permite explorar o espaço sideral enquanto batalha, negocia e busca recursos para sobreviver. No papel de um capitão de uma nave pirata, seu objetivo é claro: tirar o máximo de proveito de tudo que a galáxia tem a oferecer.
Aclamado pela mídia especializada e pelo público, vale notar que você não precisa de um computador potente para rodá-lo — qualquer um adquirido nos últimos dez anos já permite conhecer as maravilhas que as estrelas têm a oferecer. Ele está liberado apenas para PCs.
4. EA Sports Madden NFL 26
O futebol americano nunca sai de moda e EA Sports Madden NFL 26 (2025) brilha neste quesito, dentro do mundo dos games. Já acessível pela PS Plus Extra e Deluxe, ele traz a temporada atual do esporte, com os jogadores, equipes e estádios atualizados para seguir a tendência da linha.
Um dos principais destaques é a inteligência artificial da experiência, que se utiliza de machine learning para trazer um grau de desafio maior. Ou seja, se tentar uma mesma tática duas vezes, as chances de funcionar são ainda menores. Por fim, é importante ter em mente que os assinantes terão o jogo grátis disponível apenas para o PlayStation 5.
3. Blasphemous 2
Conhecido também como a “versão metroidvania de Dark Souls”, Blasphemous 2 (2023) é um dos títulos mais desafiadores que encontrará neste fim de semana. Se busca dificuldade, mecânicas engenhosas e combates estratégicos ao extremo, encontrou a sua pepita de ouro.
Repleto de labirintos, inimigos aterrorizantes e quebra-cabeças, o mais recente jogo grátis disponibilizado na PS Plus Extra e Deluxe vai te manter preso em seu universo. Neste caso, está liberada tanto a versão para o PlayStation 4 quanto para o PS5, então aproveite!
2. Pokémon XD: Gale of Darkness
Direto do passado, Pokémon XD: Gale of Darkness (2005) foi lançado originalmente no GameCube e agora aterrissa na assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão. Como o emulador é compatível apenas com o Switch 2, não é possível acessá-lo no seu antecessor.
Neste RPG, seu objetivo é enfrentar uma organização criminosa que usa os famosos monstrinhos de bolso para cometer crimes. No entanto, as suas criaturas têm uma peculiaridade: estão em status “sombrio”, uma condição que precisará estudar e reverter para libertá-los. Ao lado de Eevee, seu trabalho será de salvar o mundo. Estão prontos?
1. Persona 5 Royal
Um dos maiores JRPGs de toda uma década, Persona 5 Royal (2019) é a versão aprimorada de um dos jogos mais aclamados de Atlus e da SEGA. Além das adições na história e inimigos que encontrará, agora os heróis podem se mover nos mapas com o apoio de um gancho — que permite alcançar locais antes inacessíveis no original.
Na trama, você encontrará um grupo de estudantes que vê o mundo distorcido e cheio de problemas. No papel dos Phantom Thieves, você vai roubar o coração dos vilões para reverter as maldades que rondam o nosso cotidiano. O jogo grátis está disponível para PS4 e PS5, através da PlayStation Plus Extra e Deluxe.
Muita diversão no fim de semana
Apesar dos destaques, há muito o que jogar e ver nos próximos dias. Apenas para mencionar alguns exemplos, a Epic Games Store traz Electrician Simulator e o Pacote Tachibana para o título World of Warships.
Na PS Plus também será possível encontrar experiências como Warhammer 40.000: Space Marine e The Lord of the Rings: Return to Moria. Ou seja, diversão é o que não vai faltar com os jogos grátis neste fim de semana.
Para os jogos disponibilizados nos computadores, é importante sempre verificar as especificações de cada um na sua página oficial das lojas digitais. Isso vai determinar se a sua máquina roda ou não certos games.
Com o primeiro trailer de Homem-Aranha: Um Novo Dia, também começaram as especulações de quais HQs a produção adaptará nos cinemas. No entanto, assim como os demais longas, este deve misturar elementos de algumas tramas específicas para contar a história.
A prévia de A Brand New Day mostra diversos elementos clássicos, com vilões que se tornaram grandes ameaças e aliados que podem impulsionar a trama. Contudo, será que todos seguirão ao pé da letra os eventos dos quadrinhos ou montarão um roteiro inédito para o Peter Parker de Tom Holland?
Nós do Canaltech reunimos as principais HQs pelas quais a Sony Pictures pode seguir para Homem-Aranha: Um Novo Dia e como a teia as conecta com algumas cenas do próximo filme do Amigão da Vizinhança. Confira:
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6. Vingadores: A Queda
No grande crossover de Vingadores: A Queda (2004), vemos o mundo da Marvel em completo caos após a Feiticeira Escarlate descobrir o envolvimento dos Heróis Mais Poderosos da Terra na “morte” de seus filhos.
Com o time dissolvido e grande parte deles mortos, cabe aos demais heróis defenderem o dia com a ausência da equipe suprema. Isso te lembra algo no Universo Cinematográfico Marvel (MCU)? Pois é.
A parte que importa na trama é o encontro do Homem-Aranha com a vilã Rainha, uma mulher capaz de controlar insetos e aracnídeos. Ela o transforma em um “Aranha-Homem”, um ser monstruoso que assombrou Nova York.
Enquanto os demais super-heróis pensavam que ele estava morto, ele ressurgiu em sua forma humana novamente depois com novos poderes — o que inclui as teias orgânicas. Deste modo, ele passou a proteger a cidade sem a necessidade dos cartuchos — como veremos em “Um Novo Dia”.
Vingadores: A Queda traça alguns paralelos com o MCU atual (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
5. O Espetacular Homem-Aranha: Anual
Na clássica HQ O Espetacular Homem-Aranha: Anual #1 (1964), vemos em um dos apêndices da história principal um capítulo extra no qual Peter Parker se questiona se os poderes que possui são mutantes ou não.
Com uma progressão em suas habilidades, o Homem-Aranha vai parar na Mansão X para perguntar a Charles Xavier se ele é um dos membros da espécie ou se ele pertence a outro grupo.
O Professor X nega que Peter Parker seja um mutante e afirma que seus poderes vêm de uma alteração genética provocada por fatores externos — no caso, a aranha radioativa.
De que forma isso se encaixa em Homem-Aranha: Um Novo Dia? Caso não descubra respostas sobre as teias orgânicas e a progressão de suas habilidades, ele só tem um caminho a seguir: se perguntar se é um mutante e introduzir os ricos personagens deste núcleo ao MCU em definitivo.
Das HQs clássicas às mais recentes, a relação do Homem-Aranha com os X-Men sempre foi próxima (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
4. Reinado do Demônio
Com implicações diretas em Demolidor: Renascido (2025) e outras produções com foco nos super-heróis urbanos, Reinado do Demônio (2022) é uma saga que já está em adaptação no MCU e alguns efeitos devem ecoar diretamente no novo filme do Homem-Aranha.
Assim como na série d’O Homem sem Medo, a HQ mostra Wilson Fisk como prefeito de Nova York. Como uma de suas ordens, ele proíbe o “vigilantismo” e atua firmemente contra qualquer herói mascarado.
Como o Amigão da Vizinhança faz parte deste núcleo, é possível que ecos do seu desfecho – que deve ocorrer na segunda temporada de Demolidor: Renascido – sejam vistos dentro do longa-metragem.
Vale notar que uma das cenas divulgadas pela Sony na prévia mostra Peter Parker com a chave da cidade nas mãos. Por outro lado, o prefeito não é visto em lugar algum. Provavelmente a cruzada de Fisk será mencionada e terá impactos no que será visto dentro da trama.
Os impactos de Reinado do Demônio no MCU serão sentidos em Homem-Aranha: Um Novo Dia (Imagem: Divulgação/Marvel Comics)
3. O Espetacular Homem-Aranha
As HQs clássicas do Homem-Aranha sempre serviram como inspiração para os filmes, mas neste caso falamos de O Espetacular Homem-Aranha #19 (1964), que marcou a primeira aparição do Escorpião.
Nela, o dono do Clarim Diário, J.J. Jameson, contratou um criminoso para descobrir a identidade do super-herói. No entanto, por saber que o aracnídeo seria um adversário “complicado” de ser vencido, ele financiou o traje para MacDonald Gargan caçar o Amigão da Vizinhança “de igual para igual”.
Como sabemos, no MCU temos a presença de J.K. Simmons como o editor de um dos jornais mais polêmicos das histórias em quadrinhos. E ele atuou firmemente para incriminar Peter Parker durante os eventos do filme anterior — que levou a culpa pela “morte” do Mysterio.
Será que veremos o anti-Aranha se recordar que o alter ego do super-herói se tornou público em algum momento e correr atrás disso? Pode ser, inclusive, o começo de um bom relacionamento com o próprio Peter — que precisa de um emprego digno, diga-se de passagem.
Nos anos 1960, o Escorpião era uma ameaça enorme para o Homem-Aranha (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
2. Homem-Aranha: De Volta ao Lar
Não, caros leitores, vocês não leram errado. O arco da HQ Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2001) mostra Peter Parker em seu primeiro encontro com Ezekiel Sims — uma espécie de “mentor” para seus poderes e habilidades.
A figura explica para o herói o que são os “totens”, revela a ameaça Morlun (que deu início ao Aranhaverso nos quadrinhos, vale pontuar) e traz uma nova perspectiva para a sua vida. Para o misterioso personagem, o Homem-Aranha não nasceu por sorte, mas sim por destino.
O ator Keith David aparece no vídeo, fez parte da narração da prévia e ainda explicou como são os 3 ciclos de uma aranha. Supostamente, não há um personagem com tamanho conhecimento e tom “sombrio” quanto Ezekiel, o que já permite criar algumas teorias.
Se levar em consideração que o MCU está em clima de multiverso, que veremos o Homem-Aranha em Vingadores: Doutor Destino e em Vingadores: Guerras Secretas — ao lado, possivelmente, dos aranhas de Tobey Maguire e Andrew Garfield — a presença da figura pode mostrar um caminho diferente para a versão de Tom Holland.
Ezekiel ensinou a Peter Parker a importância de ser o Homem-Aranha (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
1. Homem-Aranha: Um Novo Dia
A HQ que dá nome ao filme, Homem-Aranha: Um Novo Dia (2008) é uma das maiores inspirações da Sony para a produção do seu próximo longa-metragem.
Sua trama ocorre justamente após os eventos de “Um Dia a Mais”, que deu fim ao relacionamento de Peter Parker e Mary Jane Watson e fez todos esquecerem a identidade secreta do super-herói — justamente o que vimos acontecer também no MCU, em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (2021).
Um dos principais destaques do roteiro é a premissa de voltar o Amigão da Vizinhança ao “básico”, com foco nas batalhas contra os vilões simples e desafios do cotidiano de Nova York.
No trailer do longa-metragem, podemos ver o Homem-Aranha lutar contra vários inimigos como o Lápide, Escorpião e o Tentáculo. Ele também cruza prédios e encontra casualmente com o Justiceiro em cenas que mostram que a ideia é justamente essa: voltar às patrulhas comuns e sem megalomania.
"Um Novo Dia" é uma fase das HQs que volta às origens (Imagem: Reprodução/Marvel Comics)
Teorias sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia
Vale lembrar que a sinopse oferecida pela Sony Pictures mantém o ar de curiosidade sobre Homem-Aranha: Um Novo Dia, o que impede de saber mais do que o Amigão da Vizinhança vai encarar e como.
No entanto, através das HQs podemos ter uma noção do caminho que o herói vai percorrer no MCU. Se puder recomendar, leia estas edições mencionadas para compreender melhor a profundidade que o aracnídeo receberá neste e nos próximos longas-metragens:
A nova galinha dos ovos de ouro da Nintendo, o Switch 2 é um dos consoles híbridos mais completos do mercado. Portabilidade, presença de grandes jogos AAA e diversão são elementos garantidos que marcaram o dispositivo em menos de 1 ano de seu lançamento.
No entanto, o grande desafio é o seu valor. Em solo nacional, ele segue com o preço sugerido de R$ 4.499 para a versão base e R$ 4.999 o bundle com Mario Kart World. Mesmo com promoções constantes, ainda é alto para tirar do próprio bolso.
Com isso em mente, será que vale a pena comprar o Nintendo Switch 2 fora do Brasil? Com o Paraguai em evidência para trazer diversos eletrônicos, nós do Canaltech fizemos as contas e te contamos se vale a economia ou se a manobra na verdade é uma armadilha. Confira:
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Preço Brasil x Paraguai: cuidado com os “pormenores”
Os preços vistos no Paraguai podem encantar à primeira vista, mas as “vitrines virtuais” são apenas uma ilusão que pode te levar a um golpe completo à sua carteira. Independentemente dos números que veja, a precificação em nossos “hermanos” não funciona da forma como você vê.
Não se deixe enganar pela "promessa" do Switch 2 do Paraguai (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Há uma série de elementos invisíveis que devem ser levados em conta e que fazem diferença para o consumidor. O primeiro é a cota, o limite de valor em produtos que você poderá atravessar a Tríplice Fronteira. Existem regras distintas para viagens de carro, avião, navio e outros meios de transporte.
Se você viajar pessoalmente para comprar o Switch 2, esse fator pode ser decisivo no momento da compra. Para quem segue por vias expressas (a pé, carros, motos, ônibus etc.), o limite é de US$ 500 — R$ 2.628,53 na conversão direta.
Já para aqueles que optam pela viagem aérea ou marítima, a régua é mais alta: o máximo estipulado para trazer produtos do Paraguai ao Brasil é de US$ 1.000 — R$ 5.257,07, em conversão direta.
O quanto você vai pagar dependerá da cota, IOF e forma de pagamento (Imagem: Pixabay/Joel Santana)
Quem ultrapassa esses montantes têm de pagar imposto de 50% sobre o valor excedente. Em outras palavras, se foi a pé comprar coisas e somou US$ 600, os US$ 100 adicionais vão te custar mais US$ 50. Se considerar que o dólar está acima dos R$ 5, isso pode pesar bastante no bolso.
O cartão de crédito é outro aspecto importante. Mesmo que o Paraguai esteja literalmente ao lado do Brasil, qualquer compra no país é considerada como internacional — o que é o suficiente para ser aplicado o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no seu boleto.
O que será cobrado é uma porcentagem de 3,5% sobre o montante pago. Se tomarmos os US$ 600 como exemplo, além dos US$ 50 extras da cota, você terá de desembolsar até US$ 21.
E se fosse “só” isso estava tudo bem. Contudo, passa longe de ser. Se a compra é feita no cartão de crédito, os lojistas pedem uma quantia maior para cobrir “o custo da maquininha”. E esse valor a mais varia entre 5% e 10% do preço do produto, a depender de cada varejista.
Caso pague em reais ou dólares, as lojas do Paraguai aceitam, mas também convertem com uma cobrança extra pelo câmbio. A fuga seria você mesmo fazer a troca para a moeda local — o guarani (PYG). No entanto, isso envolve uma porcentagem de 1,10%, então vai gastar mais de qualquer modo.
Quanto custa um Switch 2 no Paraguai?
Em lojas confiáveis, como é o caso da Atacado Connect, um Nintendo Switch 2 é vendido por R$ 3.061,22 no Paraguai. Em conversão direta para o dólar, isso representaria US$ 583,97. Direto em dólar, você paga um pouco mais barato: US$ 569.
Veja o Switch 2 apenas em lojas confiáveis (Imagem: Divulgação/Nintendo)
De supetão, é perceptível que o valor já excede a cota da fronteira com o Brasil. Apenas com essa ideia em mente, você já sabe que sairia do país vizinho com mais US$ 41,98 em sua conta — ou R$ 220,06, na conversão.
De forma extra, vamos levar em consideração a forma de pagamento. Se comprou o Switch 2 com cartão de crédito, cada loja aplica uma taxa que pode chegar a até 10% do montante do produto-base. Ou seja, se o valor dele original é de R$ 3.061,22, isto pode representar uma cobrança que vai de R$ 153,01 a até R$ 306,12.
Vamos supor a pior hipótese possível, a que você pagará no máximo R$ 3.367,34. Com o IOF cobrado na sua fatura do cartão, este preço pode alcançar até R$ 117,85 a mais do que você imaginou que pagaria.
Na somatória do cartão de crédito, temos até R$ 3.367,34 apenas do produto na loja com a “taxa” cobrada por eles. Com os R$ 220,06 da cota e R$ 117,85 do IOF, comprar um Switch 2 no Paraguai custa R$ 3.705,28. Sem parcelamento ou facilidades, esse seria o valor “cru” máximo neste formato.
No dinheiro, vamos voltar um pouco na contagem. Pagar em reais subirá o preço dos R$ 3.061,22 para uma quantia desconhecida — já que cada loja tem sua própria taxa de câmbio. Porém, os R$ 220,06 da cota continuariam presentes. Se considerarmos um “mínimo” de 5%, comprar o Switch 2 no Paraguai pagando em dinheiro custará R$ 3.434,29, no mínimo. Espere mais.
Caso converta o dinheiro para o guarani, se quer ter o equivalente aos R$ 3.061,22 no orçamento terá de tirar do bolso mais 1,10% — que significaria o montante de R$ 3.094,89. Somado à cota, você pagaria R$ 3.314,95 por um Switch 2 comprado no Paraguai pagando em guarani. Esta é a estimativa mais “baixa” de todos, dentro da contagem completa.
Haja moedas do Mario para comprar o Switch 2 no exterior (Imagem: Canaltech)
Vale refletir que toda a soma não abrange os valores da viagem de ida e volta. Se for de carro, gastará com a gasolina e a distância de cada um deve ser colocada na ponta do lápis para medir o custo disso.
De ônibus, a situação se complica um pouco mais: a ida e volta estão em até R$ 900 e exige tempo, já que é muito longa. De avião, gastará mais de R$ 3.000 para chegar lá e retornar ao Brasil.
Quando compensa comprar um Switch 2 no Paraguai?
Cada história é um caso diferente, mas algumas situações específicas podem compensar a compra do Nintendo Switch 2 no Paraguai e não no Brasil. Se já mora próximo à fronteira ou realizaria uma viagem ao país, na conversão para o guarani, a sua compra pode valer a pena sim.
O valor da compra do Nintendo Switch 2 pode não ser para todos (Imagem: Divulgação/Nintendo)
Porém, se vai pagar em reais, cartão de crédito ou vai lá só para isso, é mais vantajoso ficar de olho nas lojas nacionais. Desde o lançamento, o menor preço registrado para o Switch 2 por aqui país foi R$ 3.511,14 — que supera de longe alguns valores calculados para comprar no Paraguai.
No cartão de crédito são R$ 3.705,28. Notas de reais em espécie, R$ 3.434,29 no mínimo. Tudo isso mais o dinheiro da passagem, aquela parada para comer um lanche e outros gastos que toda viagem apresenta. No conforto da sua casa, as chances de ter vantagem são maiores.
Além disso, o Nintendo Switch 2 é vendido oficialmente no Brasil. Além do console comum, você pode encontrar bundles, acessórios e games com facilidade. Não vale a pena buscar tudo isso “lá fora” com a comodidade que temos hoje em dia e com alta chance de ser bem mais em conta.
Garantia e assistência técnica
Por lei, todos os videogames vendidos no país de forma oficial possuem serial e numeração de modelo voltados para o nosso mercado. Adquirir um console importado — que está no Paraguai, mas pode ter vindo de qualquer outro país — complica questões como a garantia e assistência técnica.
No Brasil, por exemplo, é aceita garantia mediante apresentação de nota fiscal. Caso venha de outro país, se tiver ainda um documento comprobatório, nada te assegura de que ele terá validade também em nosso território.
Muita coisa pode dar errado com uma compra duvidosa de Switch 2 (Imagem: Reprodução/Nintendo)
Vamos supor que os astros se alinharam e você comprou um Switch 2 no território vizinho com economia — mesmo que não tão extensa, diga-se de passagem. A dor de cabeça que terá com o suporte e assistência técnica compensará para ti?
Não é com o intuito de te desmotivar, já que o console pode durar para “sempre” e nunca apresentar falhas. Porém, se acontecer, quem vai te dar o apoio? Além disso, no caso do Switch 2 em específico, são muitas coisas que podem dar errado: tela, hardware, cada um dos Joy-Con 2 e acessórios.
Cuidados antes de comprar o Switch 2
Há diversos outros detalhes que precisa prestar atenção antes de comprar o seu console híbrido. Seguir para uma loja confiável é apenas um destes fatores, que deve ser levado à risca para evitar a alta possibilidade de ter problemas no futuro.
Por tudo que é mais sagrado, não entre na primeira varejista que aparecer e saia com a caixa embaixo do braço. Leia as opiniões online, procedência e as condições de cada dispositivo: tela, embalagem “diferente”, se está com todos os acessórios e se os vendedores te explicam seu uso corretamente.
Checar as avarias e condições são importantes, mas também note se o Switch 2 é o modelo original ou uma versão “refurbished” (construída de outros que deram problemas em outros componentes). Eles funcionam perfeitamente e são mais baratos, mas a garantia, por exemplo, tem um prazo menor.
É primordial obter o comprovante de compra, seja a nota fiscal ou documento oficial que determinado país considera válido. Pois, se tiver qualquer defeito ou problema, é ele que vai ser o responsável por te tirar do sufoco.
Seja na compra do console ou dos jogos, sempre exija comprovante oficial da aquisição (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)
Esteja com informações sobre como funciona a política de troca e, na melhor das hipóteses, tenha um montante guardado para voltar ao Paraguai se algo sair dos eixos. Como lá não tem um PROCON, como no Brasil, não espere por remessas à distância ou comodidade para resolver os problemas.
Porém, a melhor alternativa continua a ser acompanhar plataformas como o CT Ofertas, onde pode ver a flutuação e comparar os preços para ter as melhores oportunidades e condições no Brasil. Aguarde por uma boa promoção para ter o seu Switch 2 em segurança, sem dor de cabeça.
A Crystal Dynamics, estúdio responsável por franquias como Tomb Raider e Legacy of Kain, anunciou na última quinta-feira (19) uma nova rodada de demissão em massa. É a quarta vez que ela toma este caminho durante o período de um ano.
Desta vez, foram 20 desenvolvedores desligados. Em março de 2025, já havia sido removido 17 membros da equipe. Em agosto, mais pessoas relataram o corte — que não teve números divulgados. Por fim, 30 devs deixaram a empresa em novembro de 2025.
Mesmo com aproximadamente 70 pessoas demitidas em 12 meses, a Crystal Dynamics não aponta crise e garante: os jogos Tomb Raider Legacy of Atlantis e Tomb Raider Catalyst continuam a todo vapor e não foram impactados pela ação.
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Na página da companhia no LinkedIn, eles emitiram um comunicado que reforça que seus projetos não sofreram com a demissão em massa.
“Hoje, a Crystal Dynamics reduz seu quadro de funcionários em 20 membros talentosos de nosso time, divididos entre a equipe de desenvolvedores e alguns que atuavam na central operacional. Hoje é um dia difícil para o estúdio e nunca tomamos essas decisões levemente, particularmente depois de uma reestruturação como a que passamos no ano passado”, declarou.
Além de Tomb Raider, o estúdio também toma conta da franquia Legacy of Kain (Imagem: Divulgação/Crystal Dynamics)
“Conforme nossos projetos atuais seguem para novas fases de desenvolvimento, continuamente analisamos a estrutura do nosso time para garantir o alinhamento com os objetivos a longo prazo do estúdio. Enquanto sempre buscamos mover nosso pessoal para novas posições sempre que possível, infelizmente chegamos a um ponto no qual as despedidas eram necessárias”, revelou a Crystal Dynamics.
Crystal Dynamics em ameaça?
Ainda que a companhia reforce que as demissões não impactam nos dois jogos da franquia Tomb Raider que estão em produção, o temor do público é justificável: afinal de contas, quantos games foram cancelados em movimentações do gênero? São incontáveis, diga-se de passagem.
A Crystal Dynamics diz que continua comprometida a lançar ambos os títulos prometidos na última The Game Awards, porém a que custo? Nas demissões que ocorreram no mês de agosto de 2025, eles disseram a mesma coisa. Em novembro, apontaram que o movimento “otimizaria” o desenvolvimento.
Com aproximadamente 70 pessoas que tiveram seus contratos encerrados em um período de 12 meses, a “otimização” soa como trabalho dobrado para os que ficaram no estúdio. Isso sem mencionar os laços afetivos que se formam em um ambiente de trabalho, algo que “quem sobrou” pode levar consigo.
No entanto, a Crystal Dynamics tenta a todo custo tranquilizar e afirmar que não há nenhum impedimento para lançar os seus jogos.
“Sabemos que a notícia pode causar preocupação entre a nossa comunidade. A Crystal Dynamics continua totalmente comprometida no desenvolvimento dos futuros títulos anunciados da linha Tomb Raider. Hoje, no entanto, nossa prioridade é apoiar nossos colegas que seguiram adiante”, conclui.
A indústria de jogos mostrou que, em alguns casos, é possível demitir dezenas (ou centenas e, em casos mais extremos, milhares) de membros da equipe e manter o que prometeu ao público. No entanto, a turbulência e incertezas do mercado podem e vão impactar os desenvolvedores — que podem não entregar a melhor experiência em meio às adversidades.
O PS5 Pro recebeu uma nova atualização nesta segunda-feira (16) com aprimoramentos visuais no PSSR, que é capaz de entregar uma melhor qualidade de imagem nos principais games da plataforma.
O suporte chega, majoritariamente, para os títulos third-party do PlayStation 5, como Cyberpunk 2077, Final Fantasy VII Rebirth, Monster Hunter Wilds, Silent Hill 2 e até mesmo Senua’s Saga: Hellblade 2, da Microsoft.
Apesar de os “maiores” títulos receberem o update no PS5 Pro, ainda está longe de ser todos. Como dependerá dos estúdios, é algo que levará um tempo para ser disponibilizado nos demais. Vale notar que este ainda não é o PSSR 2.0, prometido para chegar ainda em 2026.
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De acordo com a Sony, uma qualidade superior de imagem no hardware já pode ser vista nestes 14 jogos:
Silent Hill 2
Silent Hill f
Dragon Age: The Veilguard
Control
Alan Wake 2
Senua’s Saga: Hellblade 2
Final Fantasy 7 Rebirth
Nioh 3
Rise of the Ronin
Monster Hunter Wilds
Dragon's Dogma 2
Crimson Desert
Assassin's Creed Shadows
Cyberpunk 2077
O PSSR no PS5 Pro
A atualização se refere ao recurso PlayStation Spectral Super Resolution, o upscaling por inteligência artificial que estabiliza a taxa de quadros em imagens de alta resolução. A versão nova já foi testada em Resident Evil Requiem no seu lançamento e agora segue para os demais games.
O líder do estúdio Ninja Theory, Dom Matthews, revelou a decisão de entregar uma versão ainda mais bela — se é que isso era possível — de Senua’s Saga: Hellblade 2, considerado um dos títulos de melhor visual já produzidos por estúdios da Microsoft.
“Ficamos impressionados com a qualidade do efeito de partículas da nova atualização, que ajudou a trazer grandes momentos do gameplay à vida com visuais aprimorados”, afirmou o executivo.
A Digital Foundry mostrou uma comparação de quadros em Silent Hill f, um com o patch anterior e o outro com a versão mais nova — que comprova as melhorias visuais dentro do PS5 Pro. Confira:
Today we take a look at more PS5 Pro games running with the upgraded PSSR - and come away impressed. Silent Hill f, Dragon Age: The Veilguard, Final Fantasy 7 Rebirth and Monster Hunter Wilds are on the menu in this video: https://t.co/nAxiPMx6aOpic.twitter.com/14cEP6l5WN
A CD Projekt Red foi além e afirmou que Cyberpunk 2077 receberá melhorias também no PS5 base. O estúdio realizará ajustes nos visuais do game em “um futuro não tão distante” e mais informações serão reveladas nas próximas semanas.
Jogar Resident Evil Requiem é excelente, mas existe uma grande dificuldade na hora de administrar as munições, já que não é possível atirar em tudo que se move e sobreviver depois para encarar desafios maiores.
O recurso é bem limitado, principalmente do lado de Grace Ashcroft, o que eleva ainda mais a dificuldade para avançar dentro da nova aventura. Porém, e se existisse uma forma de remover esse obstáculo?
É possível ter munição infinita em Resident Evil Requiem, o que permite sentar o dedo no gatilho e derrubar todos os experimentos biológicos — dos monstros aos clássicos zumbis. Nós do Canaltech te contamos como conquistar o direito de usar a facilidade abaixo:
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Munição infinita é uma “conquista”
Exceto pelo público que joga “REquiem” no computador e pode instalar um simples mod com a trapaça, para os demais a munição infinita é obtida de forma oficial apenas quando você já atravessou toda a jornada uma vez.
Ou seja, para usar a funcionalidade é obrigatório zerar Resident Evil Requiem? Exatamente, ele só aparecerá para você após acabar com os planos de Victor Gideon e Zeno em Raccoon City. Em outras palavras, terá de passar por sufoco para desbloquear a opção.
Ao concluir a campanha, o menu de Conteúdo Especial liberará a compra do item o recurso “Munição Infinita (Armas)”. Seu preço é de 50.000 Pontos de Conclusão (PCs) e, após a compra, precisará ser habilitado nas Opções dentro do próprio game.
Além desta função mais do que útil, é possível obter a durabilidade infinita do machado tático de Leon por 20.000 PCs e, separadamente, munição infinita para a arma RPG-7 por 35.000 PCs. O arsenal completo sem limites, somado, vai te fazer pagar 105 mil pontos.
A munição infinita pode ser comprada em Resident Evil Requiem, mas a um alto custo (Imagem: Reprodução/Capcom)
Resident Evil Requiem no “modo fácil”
É importante levar em consideração que, deste modo, o jogo Resident Evil Requiem entrará em “modo fácil” — mesmo que tenha habilitado dificuldades maiores para a experiência.
Um dos principais aspectos do survival horror é o gerenciamento de itens, o que envolve também as munições. Tirar isso do caminho reduz drasticamente a dificuldade.
Apesar disso, vale notar que isso não significa que não sofrerá danos e terá de organizar bem seus itens de cura. Ou seja, é bom que se garanta no gatilho para não passar sufoco com as hordas de inimigos.
A Bethesda revelou nas redes sociais que Starfield receberá novidades ainda nesta semana. Apesar de não ter revelado sobre o que se trata, muitos fãs já especulam que o anúncio trate da chegada do game ao PS5.
Lançado originalmente para o Xbox Series e PCs em 2023, diversos rumores apontavam que ele também estaria nos consoles da Sony. No entanto, o tempo “esfriou” e até mesmo títulos como Indiana Jones e o Grande Círculo — que veio depois — receberam versão para a plataforma rival.
Como a esperança nunca morre, agora resta aos fãs se agarrar ao “prenúncio” da Bethesda para ver Starfield em um videogame PlayStation. A data exata para a revelação não foi confirmada, mas a janela deve se fechar até sexta-feira (20).
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Em resposta à PC Gamer no X (antigo Twitter), a companhia foi bem clara que algo está por vir: “Mostramos isso a Todd (Howard) e ele disse que seu único poder visionário é enxergar as running lanes de EA Sports College Football 26. Ele agradece por todo o feedback acalorado sobre Starfield e teremos mais a divulgar na semana que vem”.
We ran this by Todd and he said his only visionary power is seeing running lanes in EA College Football 26. He appreciates all the passionate feedback on Starfield and we’ll have more to share next week.
— Bethesda Game Studios (@BethesdaStudios) March 13, 2026
Os insiders clamam que as pré-vendas vão começar nesta quarta-feira (18), logo o anúncio deve ser aguardado para o mesmo período. Vale notar que o estúdio não confirmou a informação, por isso não leve tão a ferro e fogo.
Além disso, é muito difícil os desenvolvedores revelarem informações em respostas em redes sociais assim, então também leve em consideração que pode ser apenas uma brincadeira da Bethesda que inflama ainda mais os rumores.
A Microsoft apresentou, durante a Game Developers Conference, o Advanced Shader Delivery,uma infraestrutura que promete organizar a coleta de estados/shaders para gerar um Precompiled Shader Database (PSDB) offline e distribuir esses shaders pré-compilados para o console, reduzindo o tempo excessivo de carregamento de alguns títulos.
Hoje em dia, o que acontece quando se inicia um novo game? Os jogadores são forçados a esperar alguns minutos enquanto toda essa etapa ocorre no computador. É um procedimento especialmente “chato” e que testa a paciência de muita gente.
No entanto, com o Advanced Shader Delivery, a companhia pretende entregar shaders pré-compilados através de “uma imensa matriz de drivers e GPUs por todo o ecossistema Windows”. A NVIDIA afirma trabalhar com a Microsoft para implementá-la ainda em 2026.
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A Intel e a Qualcomm revelaram que também pretendem dar suporte à tecnologia com suas placas gráficas (sejam elas dedicadas ou integradas) em um “breve futuro”.
Apesar de mudar o jogo nos PCs, ainda vai demorar para ver o recurso (Imagem: Divulgação/NVIDIA)
Como funciona o Advanced Shader Delivery?
Os desenvolvedores de jogos podem utilizar a API Direct3D para criar um State Object Database (SODB) — responsável por representar os objetos e assets do jogo a nível de motor gráfico.
Deste modo, este banco de dados é implementado em múltiplos compiladores de shaders e cria o Precompiled Shader Database (PSDB, que não é o partido político, diga-se de passagem). Esta otimização teria suporte a diversos modelos de vídeo das fabricantes de hardware.
O plano da companhia é tornar o PSDB um arquivo que pode ser baixado junto ao jogo de PC, o que permitiria ao jogador ver um tempo de carregamento similar ao de consoles —- que já têm um processo parecido ao que desejam acrescentar aos computadores.
Atualmente, estúdios e produtoras deixam os códigos dos shaders descompilados. Ou seja, toda vez que inicia um título, eles são reunidos no cache e o tempo varia para cada hardware e driver instalado na sua máquina.
O PSDB do Advanced Shader Delivery também pode ser atualizado por companhias que produzem GPUs, através de drivers. Na prática, qualquer alteração você terá um update de modo fácil — em vez de ter de recompilar toda vez que um driver mudar algo.
Não é uma novidade da Microsoft
O sistema foi mostrado em ação nos dispositivos ROG Xbox Ally, lançados no fim de 2025. De acordo com a Microsoft, experiências como Avowed tiveram uma redução de até 85% no tempo de carregamento. Isso é um divisor de águas para quem depende da autonomia da bateria dos portáteis.
O ROG Xbox Ally já possui um recurso similar ao Advanced Shader Delivery (Imagem: Divulgação/ASUS)
Nos PCs, apenas alguns jogos baixados no app Xbox têm acesso ao Advanced Shader Delivery. No entanto, a companhia afirma que não se limitará ao próprio ecossistema: “no futuro, qualquer loja poderá compilar os SODBs para PSDBs e distribuí-los”, anunciou.
O recurso estará disponível para desenvolvedoras de motores gráficos a partir de maio, através do programa Xbox Partner Center. Até lá, a Microsoft deseja atualizar a API e tornar seu uso ainda mais fácil para criar e testar PSDBs.
Ainda assim, é um processo que será lento. Enquanto fabricantes como NVIDIA, Intel e Qualcomm ainda buscam compreender como a tecnologia facilitará o uso de suas GPUs para games, motores gráficos como a Unreal Engine (da Epic Games) ainda passam por testes com a otimização.
Com a introdução dos preços dinâmicos nos jogos de PS5, muitos vão se deparar com uma situação bem delicada: imagina você e seu amigo comprarem um título, mas por alguma razão o dele ser R$ 50 mais barato?
A função implementada pela Sony na PS Store determina quem vai ter desconto ou não a partir de dados como sexo da pessoa, clima, horário, histórico de compra, biblioteca e diversos outros fatores do seu algoritmo.
Recém-descoberto por plataformas de pesquisa de valores e promoções, o preço dinâmico se tornou a grande polêmica dentro da comunidade PlayStation — que já amarga jogos em custo alto e serviços inflacionados.
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É importante levar em conta que não há fórmula mágica para contornar o problema por completo. Ou seja, não existe um botão que os elimina em definitivo. Com base nos algoritmos do mercado, contudo, é possível driblar o mecanismo com algumas ações que podem equilibrar melhor a situação.
Não existe forma de fugir dos preços dinâmicos, mas driblar é possível (Imagem: Divulgação/Sony)
O que o algoritmo da Sony está vigiando?
A Sony checa alguns aspectos próprios de cada usuário, através da sua conta e da localização do console, para determinar um padrão. É como se fosse uma “assinatura digital” sua, que estabelece quem é e como interage com os seus jogos.
E o que a companhia vê sobre nós? Os fatores que cercam nosso perfil como consumidor PlayStation são os seguintes:
Histórico de Compras
Localização
Sexo
Idade
Biblioteca
Demanda
Hora do dia
Clima
Renda
Isso significa que se você ganha um salário mínimo e abre a loja digital do PS5 em uma manhã ensolarada de sábado, encontrará valores diferentes dos vistos por amigos de outra cidade, fuso horário e até de faixas etárias distintas.
A demanda também é importantíssima nisso. Se um game desejado está em alta, pode esquecer de ver um desconto —- talvez terá uma sorte maior em títulos “antigos”, esquecidos e que não pertencem a grandes franquias (que sempre voltam a bombar a cada novo lançamento).
Estratégias para tentar driblar o preço dinâmico da PS Store
A Sony aplicou o preço dinâmico, agora como contraponto você terá de agir para driblar o algoritmo e garantir possíveis descontos. Não é o ideal, nós sabemos, mas algumas práticas podem te ajudar a achar games mais justos com o seu bolso. Confira:
5. Conta secundária "fantasma"
Crie uma nova conta na PSN, que naturalmente não terá o seu histórico de compras e seu cartão salvo. Ela servirá para ser uma conta de “pesquisa”. Você olhará na sua principal e nesta outra, com a ideia de adquirir na que oferecer o melhor preço.
“Com a localização eles sabem”, sim, de fato. Porém, não podemos te recomendar a ter duas casas e dois PS5, logo, isso já deve ajudar a ver o padrão e gerenciar melhor a compra. Além disso, através do compartilhamento de conta no console, será possível jogar no que preferir.
Ter duas contas é o ideal? Não, mas é o que dá para fazer (Imagem: Divulgação/Sony)
4. Limpando seus rastros
A Lista de Desejos, onde mantém alguns títulos parados por meses, mostra um sinal bem claro para a Sony: desespero. Que falta pouco para você surtar enquanto você aguarda um valor menor naquele jogo de PS5.
A dica de ouro é: tire eles, imediatamente, de lá. Anote essa lista, grave mentalmente, faça como preferir: o importante é o console não saber que você está na hype colossal por aquilo. O jogo de “desinteresse” é real e quem performa melhor nele vai pagar menos.
Tire aquele jogo da sua Lista de Desejos, mesmo que seu preço nunca tenha chegado ao ponto que queria (Imagem: Divulgação/Square Enix)
3. O jogo do horário e do clima
Esta é a recomendação mais desconfortável que faremos, mas pode te ajudar a economizar uma boa nota. Um sábado de tarde, com chuva forte, a Sony sabe que você estará na sua residência e quer jogar. Isso, com certeza, pode inflacionar o valor, já que a tendência é ficar em casa.
Como encontrar dias e horários mais adequados para comprar jogos? Aqui você terá de apelar para as madrugadas de dias úteis ou aquele domingão de sol — onde o maior programa é a praia, mas você está na frente do seu PS5. Pode perder o sono, perder os rolês, mas seu bolso vai te agradecer.
Enquanto seus amigos curtem, você estará na frente do PS5. Porém, pagará mais barato (Imagem: Reprodução/Sony)
2. Greve de consumo
Os algoritmos são desesperados por atenção. Se você dá um “gelo” nele, sua principal diretriz será tentar te atrair de todas as formas possíveis: o que inclui a prática de preços agressivos na plataforma, justamente aqueles que vão te convencer a voltar a visualizá-la com frequência.
Comprou algum produto digital recentemente? Dá um tempo, fique o maior período possível no último ou em seu backlog e volte a olhar depois. É quase garantido que as ofertas estarão melhores do que se você continuasse a adquirir ao menos um ou dois por mês.
Vá fundo no backlog sem medo de ser feliz. No fim, será recompensador (Imagem: Divulgação/SEGA)
1. Aguarde o momento certo
Quem é apaixonado por grandes franquias sempre acaba em uma encruzilhada com a Sony. Seja Resident Evil, Monster Hunter, Mortal Kombat e outros, toda vez que tem algum anúncio, todos os games da “família”, em conjunto, entram em evidência. E é ali que eles vão te convencer a comprar os antigos.
A recomendação é que não faça isso, de jeito nenhum. Revelaram um novo God of War? Vai sair expansão de Resident Evil Requiem? Faça um intervalo de toda a saga. Procure uma época em que os anúncios estão mais “gelados”, sem novidades ou trailers. A possibilidade de ter um desconto é ainda maior.
No lançamento de Resident Evil Requiem, todos os games da franquia estavam em alta (Imagem: Divulgação/Capcom)
Outras formas de comprar jogos no PS5
Você se lembra das clássicas mídias físicas? Pois é, elas ainda existem e continuam imunes aos algoritmos da Sony. Se você tem um console com leitor de disco, é a melhor opção para obter games baratos e sem depender da estratégica de lucro da Sony.
Se comprou a versão digital, recomenda-se que estude a possibilidade de adquirir o leitor separadamente. Depender por completo de uma loja só é igual jogar no Tigrinho ou botar uma ficha na máquina dos bichinhos de pelúcia — você sabe que vai perder, independentemente da vontade e da tática.
A mídia física tem suas desvantagens, logicamente, como a ausência da conveniência e o atraso nas entregas das pré-vendas. No entanto, preço justo e passível de revenda você encontrará apenas através do formato.
O GameCube fez história entre os consoles Nintendo, com sucessos como The Legend of Zelda: Wind Waker, Metroid Prime e Super Smash Bros. Melee que elevaram ainda mais os padrões de suas franquias e da plataforma.
No entanto, centenas de games de sua biblioteca se perderam por completo com o avanço das gerações. Sem os miniDVD personalizados do hardware ou a disponibilidade do próprio, como jogar as aventuras em 2026?
Para te ajudar, nós do Canaltech trazemos os 5 melhores emuladores para rodar os títulos de GameCube no seu PC. Saiba como voltar a mergulhar nos principais títulos do console de 2001 abaixo, confira:
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5. WhineCube
Se você utiliza um PC da última década ou antigo, o WhineCube pode ser a melhor opção para você. Ele é feito para ser extremamente leve e simples.
Apesar de soar obsoleto em comparação aos demais, ele roda muito bem os arquivos .DOL e não exige componentes de ponta para isso.
É o famoso “roda em tudo”, que permite aos usuários jogar os principais títulos do GameCube no emulador sem preocupações com desempenho ou dores de cabeça.
O software, que funciona via homebrew, é o companheiro ideal para quem busca performance sem sobrecarregar o PC ou gastar mais do que devia em uma máquina mais parruda.
O WhineCube é tão leve que funcionaria até mesmo no Windows XP e outros sistemas antigos (Imagem: Reprodução/YouTube)
4. Batocera 42
No caso de ter um PC ou notebook dedicado apenas para jogos retrô, o Batocera 42 pode ser a escolha assertiva para o seu cotidiano — justamente por não depender tanto de atualizações e serviços extras.
O que mais se destaca é sua acessibilidade. Ele deve ser inserido em um pendrive, pelo qual você deve dar boot no PC para ter o “console funcional” com os jogos.
Ou seja, zero necessidade de configurar algo ou ter uma versão própria do sistema operacional para que isso funcione. Ele inicia como se fosse o sistema do GameCube.
Um dos grandes diferenciais do Batocera é a configuração automática para grande parte dos controles USB, o que evita dores de cabeça na hora de adaptar os comandos para os modelos mais recentes.
3. RetroArch
O RetroArch é o “pau-para-toda-obra”, já que ele roda uma variedade impressionante de emuladores e é um dos softwares mais versáteis de toda a comunidade retro gamer.
Por ser uma interface que usa núcleos, o usuário pode fazer o download do utilizado pelo Dolphin para ter centralizado o sistema do GameCube ao lado de outros — como o Super Nintendo, PS1 e mais.
Ainda que o foco dele não seja necessariamente o console da Nintendo, ele permite que você tenha uma interface unificada para todos os emuladores, de forma organizada.
Se você usa Front-ends como EmulationStation ou LaunchBox e busca integração com shaders globais ou conquistas, o RetroArch é uma das melhores opções para jogar o que e como quiser.
Seja nos PCs ou smartphones, o RetroArch é a principal opção para muitos (Imagem: Divulgação/Libretro)
2. Dolphin Nightly
A versão “Nightly” do emulador Dolphin surge como uma opção que busca o desempenho absoluto dos jogos no seu PC. Quer vê-los rodar ao máximo do seu potencial? É aqui que tem de ir atrás.
Ele conta com diversas otimizações de Vulkan, melhorias de frame pacing e várias outras que garantem a melhor experiência para os gamers atuais.
É a forma ideal de curtir as principais experiências do GameCube sem abrir mão de detalhes técnicos como os 60 FPS e até o uso aprimorado das novas CPUs Ryzen ou Core Ultra Series 3.
Como seu foco é em tirar o proveito total de cada jogo, ele recebe atualizações e correções com frequência — o que elimina bugs, melhora games e torna ele na opção mais desejada para os PCs.
A versão Nightly chegou como uma atualização opcional e é focada em performance (Imagem: Divulgação/Emulador Dolphin)
1. Dolphin
Quando se fala em emulador de GameCube, não tem nenhum que supere o Dolphin. É o padrão de ouro para a plataforma e herdou muito mais do que o “nome do projeto” que deu vida ao console.
Além de rodar quase 100% de toda a biblioteca da plataforma, ele também é conhecido por ser um dos melhores disponíveis para os jogos de Wii — o que torna esse em um download quase que obrigatório.
Tudo isso, combinado, soma-se à sua popularidade e aos diversos recursos que o software oferece ao público para aprimorar a experiência.
Você pode aumentar a resolução interna para 4K, adicionar texturas em HD, jogar online por NetPlay e ainda conectar os adaptadores para o controle original do GameCube.
O emulador Dolphin roda jogos de GameCube e de Wii (Imagem: Divulgação/Emulador Dolphin)
Jogar GameCube nunca foi tão simples
Além das diversas opções com os emuladores para PC, os donos de um Nintendo Switch 2 podem, de forma oficial, rodar os principais games da plataforma através da assinatura do Nintendo Switch Online + Pacote de Expansão.
Apesar de ser extremamente funcional, ele peca pela falta de jogos. No momento, são menos de 10 títulos disponíveis — contra as centenas existentes nos computadores.
Vale lembrar também que muitos deles exigem que o usuário tenha a BIOS, o sistema operacional do GameCube e que não se enquadram como pirataria se você os obtém diretamente do antigo console da Big N. Entre os principais emuladores para os PCs, você pode encontrar:
Os cartões microSD “baratinhos” podem representar um verdadeiro golpe, não apenas ao seu bolso, mas também aos seus arquivos, que podem desaparecer do nada.
Atrativos, inseridos em posição de destaque e com preços no chão, eles surgem como uma oferta irrecusável. Não é como se não funcionassem, no início tudo segue normalmente e você tem um chip útil.
O problema começa no momento que isso se torna dor de cabeça: geralmente quando o seu dispositivo não reconhece mais o armazenamento, os arquivos que se tornam inacessíveis por estarem corrompidos ou até mesmo quando a capacidade de armaenamento diminui subitamente.
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Seja nos marketplaces ou nos comércios de rua, os microSD falsos estão por todo o Brasil e sites de compras internacionais. E é muito possível que você use um no seu smartphone, drone, Nintendo Switch, Steam Deck e outros dispositivos. Ninguém está ileso ou é isento deste produto pirata.
Mas como saber se você tem um cartão microSD ou está prestes a comprar um pirata?
Como identificar cartão microSD falso antes de comprar?
A venda de cartões microSD falsos se apoia em três grandes pilares: capacidade alta demais, marca reconhecida e preço abaixo do estabelecido no mercado. Tão baixo que muitos sequer pensam antes de comprar.
Neste aspecto, pesquisar pelos valores praticados é essencial para ter ciência da “média” do mercado. Não precisa ser especialista, mas é importante saber a diferença entre os modelos comuns, termos como “XC”, “EX” e saltos de custo entre as capacidades.
É importante que saiba a diferença entre os modelos XC, EX e outros (Imagem: Divulgação/Samsung)
Dito isso, é possível entender o que é um produto topo de linha e identificar se ele é vendido em algum site ou app pelo preço de um modelo mais simples — justamente onde uma grande parte dos golpes se sustenta.
Também dá para identificar sinais no anúncio e em detalhes do cartão microSD. Assim como diversos outros itens, é necessário ver o histórico do vendedor, avaliações recentes, imagens oficiais da fabricante em contraponto às fotos reais e ficar alerta se a imagem do verso e lote estão ausentes.
Os termos na descrição são essenciais para se certificar de que não levará gato por lebre. Se faz promessas impossíveis, se usa afirmações vagas ou se ele se vende como “compatível com tudo”, abra seus olhos.
A garantia é outro aspecto importante: ela tem de existir, não ser apenas do vendedor ou que induza a um acordo feito fora da plataforma. Neste último caso, é possível que além do golpe que levou com o cartão microSD, você provavelmente cairá em outro.
Detalhe importante: a garantia começa a valer a partir do momento da entrega (Imagem: Divulgação/Mercado Livre)
Tudo isso, somado a anúncios clássicos de cartões flash de 1 TB ou 2 TB com preços de unidades básicas, vai se traduzir em dor. Ele pode até funcionar, mas no máximo sua duração encontrará o limite quando o armazenamento encher. Depois, os arquivos serão corrompidos.
Comprou um microSD falsificado? Veja como ter certeza
Um conselho de vida, que serve não apenas para cartões microSD, mas para qualquer produto eletrônico que você comprar: registre a remoção dele da caixa de transporte, a embalagem, etiqueta e todos os detalhes possíveis. É muito importante verificar se está lacrado ou não.
Também é crucial fazer toda a inspeção inicial sem abrir a embalagem principal. Seja aquele cliente chato: veja qualidade de impressão, alinhamento do logo, das palavras e se as informações como modelo, capacidade, classe, origem e outras são coerentes com o que adquiriu. Acabamento ruim e impressão borrada não comprovam problema, mas ajudam a enxergar a falha.
A regra é clara: quando o anúncio promete algo, todos os dados apresentados em seu pacote têm de ser específicos para o que ele é voltado. Em outras palavras, o que você comprou e o que ele promete tem de bater. Os falsos costumam misturar nomenclaturas, padrões gráficos e outros dados para soar “real” aos leigos.
Se serve como ajuda, sempre desconfie de itens que “não deveriam existir” e que acompanham o cartão microSD. Se comprou um item supostamente premium e o adaptador é genérico, se vieram brindes que não fazem sentido ou coisas do tipo, acenda um alerta para a veracidade do hardware.
Alguns cartões microSD acompanham acessórios extras, mas nem todos (Imagem: Divulgação/SanDisk)
Abri a embalagem do microSD falso, o que devo analisar?
Se abriu, não tem problema. É possível fazer testes com o produto na sua mão para identificar se ele é original ou não também. E é justamente nesta etapa que muitos percebem os problemas mais agravantes no armazenamento.
Observe bem se o cartão microSD está com as bordas mal aparadas, se o plástico tem uma certa rebarba e até se as informações impressas se apagam com a unha. A presença de uma fonte estranha, texto desalinhado ou a diferença de tonalidade são fatores perceptíveis à primeira vista.
Se o serial da unidade está ausente ou parece aleatório demais, são sinais para se preocupar. Mas lembre-se: falsificação boa vai te enganar da embalagem ao produto aberto — ou seja, não substitui de forma alguma os testes que devem ser realizados com o hardware.
Teste de cartão microSD em 10–20 minutos no PC/celular
Existem dois casos “agressivos” que já denunciam se o hardware que tem em mãos é uma cópia. O primeiro é a capacidade falsa, que mostra que o item tem 1 TB, por exemplo, mas fica lotado com muito menos do que isso. Isso significa que não só pode, como deve, ocupá-lo por completo para definir se ele entrega aquilo que prometeu.
Com ele cheio, também é essencial que transfira mais arquivos para se certificar de que ele não vai tomar ações como sobrescrever os demais ou corromper por completo. Assim, evitará aquela situação clássica de tudo aparentemente “funcionar” e te dar dor de cabeça lá na frente.
Agora, chegou a hora de testar a velocidade do microSD e existe uma forma para cada dispositivo. Vamos discutir aqui os mais comuns e que o público mais tem acesso no seu cotidiano: os PCs e celulares.
No computador, existem softwares próprios — muitos das fabricantes de cada hardware — que checam capacidade, integridade de escrita/leitura e outros testes velozes que podem identificar um comportamento do produto falso.
E como isso aparecerá para você? Simples, com a velocidade muito abaixo do anunciado, quedas bruscas de desempenho, erros ao copiar lotes de arquivos, travamentos, documentos que aparecem com o tamanho correto, mas cujo conteúdo está corrompido são os maiores alertas para os consumidores.
Nos smartphones também existem apps que fazem a mesma verificação, no entanto é recomendável utilizar mais de um para se certificar dos resultados apresentados. Não existe um que seja “referência”, com uma comprovação definitiva, mas são populares sistemas como SD Card Test (pzolee), CPDT Benchmark e alguns outros que podem te ajudar nessa tarefa.
Nos smartphones, rode o teste em mais de uma plataforma (Imagem: Divulgação/Samsung)
São opções que podem identificar se o microSD é falso em questão de 10 a 20 minutos. Assim, cobre as inconsistências gritantes sem a necessidade de ter conhecimento laboratorial de caso.
Antes disso, de forma alguma guarde arquivos únicos em cartões logo de cara — principalmente se suspeitar que o produto não é original. Se o teste levantar dúvidas, mantenha ele no “ponto de origem” até ter algo mais confiável em suas mãos.
Meu cartão microSD é falso, e agora? Provas, reembolso, troca, denúncia
Gravou o unboxing, identificou que o periférico era falso e rodou os testes que comprovaram isso? Imediatamente tire prints do anúncio (capacidade prometida, fotos da unidade, descrição), prints dos testes e erros apresentados e também um vídeo com o relato sobre o problema.
Nem precisa se filmar ou aparecer com seu rosto, mas ter o produto na mão ou em cima de alguma superfície para dizer “a cópia falhou, arquivos foram corrompidos, capacidade ou velocidade inconsistente” ou o que quer que seja. Cada um destes aspectos é crucial para comprovar que não pede ação por má fé, mas como defesa mesmo.
O importante é que este material comprove que o anúncio prometeu algo que o cartão microSD, na sua mão, não entregou. Fale claramente, se certifique de as imagens estarem em boas condições e legíveis e prepare todo o dossiê para te proteger na hora da “disputa”.
Se comprou em algum marketplace, abra um pedido de reembolso pela plataforma. A troca pode te fazer passar por mais dor de cabeça, afinal de contas você confiaria em outro item similar que o mesmo vendedor te enviará? Pois é, melhor não apostar no que já se mostrou errado.
Entre a troca e o reembolso, priorize ter o seu dinheiro de volta (Imagem: Pixabay/Joel Santana)
Se comprou de alguma loja física ou até em “feirinhas”, é importante que entre em contato para a troca imediata. Se houver recusa, vale entrar em contato com o PROCON ou com o juizado de pequenas causas para abrir uma reclamação formal sobre a negativa. O ReclameAqui é muito legal na teoria, mas na prática apenas estes caminhos te garantem uma proteção.
É imprescindível que respeite os prazos de garantia e troca, assim como tenha em mãos a nota fiscal ou comprovante da compra para atuar. Sem isso, de nada adiantará esse esforço. Dica de ouro: sempre peça uma certificação, independentemente do hardware. É ela que mudará o jogo ao seu favor.
Não deixe para depois. Não jogue para escanteio. Um cartão microSD pirata pode se tornar arquivos que desaparecem, fotos que nunca mais vão voltar atrás e até perda de dados essenciais. Proteja as suas informações digitais, recupere o dinheiro e garanta para si que na próxima terá mais atenção a todos estes detalhes.
Como comprar cartão microSD original sem risco
É possível pagar barato em um armazenamento flash sem abrir mão da segurança. Para isso, sua principal exigência terá de ser em relação à loja de origem na qual obtém o produto: se for uma revenda conhecida, se vir da própria fabricante oficial ou se possui um selo de certificação do marketplace, já sabe que dificilmente terá dor de cabeça.
Dito isso, aguarde por promoções reais — as mensais com número igual, Black Friday, Dia do Consumidor etc. —-, cupons da própria plataforma, frete grátis para a sua residência e outros podem ser conquistados desta forma e fazer da sua compra um momento mais acolhedor do que tem sido. Grupos de apoio, como o Canaltech Ofertas, auxiliam nessa tarefa para muitas pessoas.
E vamos ser honestos, nem sempre você precisará dos 2 TB ou similares para o que comprará. Mire em capacidade menor, mas com a certeza de que levará um cartão microSD de qualidade para casa. Vale até investir em uma linha intermediária do que o topo para economizar.
Aquele microSD com seu personagem favorito não será barato, acredite (Imagem: Divulgação/Nintendo)
A situação se atenua ainda mais quando a sua necessidade é de um periférico de qualidade. Se é fotógrafo/filmmaker, utilizará em drone, para a dashcam do seu veículo ou até mesmo para os consoles portáteis — como o Nintendo Switch 2 — não dá para apostar no mais barato.
Estes dispositivos, quando voltados para o trabalho, podem te mostrar que o “precinho” que pagou na verdade custou muito mais caro do que aquele que teria gasto se tivesse se precavido: afinal de contas, o tempo perdido, os arquivos que se foram e o estresse que passou não voltam mais.
Como não cair no golpe do microSD falso
Muitos caem no golpe do microSD falso por causa do preço. Não pise na mesma armadilha: para escapar dos itens piratas e sem certificação, desconfie dos valores oferecidos — se a oferta está muito boa para ser verdade, muitas vezes ela não é real de fato.
Olhos abertos na loja que vendeu o produto, documente todo o recebimento e veja se está tudo em ordem. Não se esqueça: execute os testes rápidos antes de depender dele para coisas importantes, para evitar perder seus dados. É um tempo de até 20 minutos, mas que serão melhores do que tentar recuperá-los posteriormente (muitas vezes, sem salvação).
Deste modo, não precisará se preocupar muito e poderá usar o seu microSD sem qualquer problema. Seja nos celulares ou nos PCs, para uso em equipamento profissional ou no seu cotidiano, o vital é comprar e usar com a tranquilidade de que não haverá dor de cabeça.
A NVIDIA divulgou um novo vídeo na última quarta-feira (11), que detalhou o funcionamento do path tracing e o sistema Mega Geometry para mostrar o poder gráfico em elementos como as folhagens. A companhia confirmou que os recursos serão usados em The Witcher 4 e em Control Resonant.
A sequência do título da Remedy Entertainment será lançada ainda em 2026, com a proposta de exibir como será a próxima geração de jogos com este nível de tecnologia. Já o projeto da CD Projekt Red, que teve uma versão demo demonstrada no ano passado, segue sem data prevista.
Inicialmente, o recurso de path tracing da NVIDIA estará presente exclusivamente nos computadores. Apesar do Nintendo Switch 2 ser o único console a ter um chip da fabricante, possivelmente não terá suporte ao sistema avançado — talvez seja visto apenas em futuras gerações.
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Apesar de o vídeo de divulgação ser belíssimo, ele também ilustra alguns problemas que terão de contornar nos futuros jogos. A gigante das GPUs afirmou que já trabalha com a Epic Games, por exemplo, no aprimoramento da implementação da tecnologia no motor gráfico Unreal Engine, com Nanite.
A tecnologia NVIDIA em The Witcher 4 e Control “2”
Ainda que poucos jogos tenham recebido o tratamento de path tracing e Mega Geometry, a NVIDIA tem aprimorado seu trabalho para evoluir ainda mais o poder gráfico com uso de suas placas de vídeo.
O path tracing é uma “evolução natural” do ray tracing, com uma melhor iluminação global e luminosidade nos títulos para PC. O recurso exige muito dos componentes, o que não o torna adequado em ambientes como mapas de mundo aberto, florestas densas e outras áreas com vários assets.
E é neste aspecto que a Mega Geometry da NVIDIA entra para dar apoio. Ela reúne diversos dados geométricos em clusters, o que torna o processo de iluminação mais eficiente. Ao gastar menos da CPU e da memória, ele traz a mesma fidelidade visual com os detalhes e animações sem “peso”.
A Microsoft e a Activision Blizzard revelaram nesta quinta-feira (12) que Diablo IV é o principal jogo grátis do fim de semana no Xbox. O ARPG pode ser explorado tanto de forma solo quanto multiplayer neste período.
A experiência não exige a assinatura do Xbox Game Pass e os usuários poderão jogar com a classe Paladino — inclusa na expansão Lord of Hatred — até o nível 25. Ele estará disponível até o próximo domingo (15).
No entanto, Diablo IV não é o único grande jogo grátis na plataforma. Caso seja assinante do Xbox Game Pass, há diversos outros títulos para se divertir nos próximos dias sem gastar R$ 1 sequer.
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Os grandes destaques são Tropico 6, Worms WMD e Killing Floor 3. Este último, inclusive, chega em um bom momento: logo na estreia da Temporada 3, chamada de Operação: Deep Freeze.
Veja a lista com todos os jogos grátis do fim de semana no Xbox:
Diablo IV: já disponível e permanecerá liberado até domingo (15). Não exige a assinatura do Xbox Game Pass
Killing Floor 3: já disponível e permanecerá liberado até domingo (15). Exige a assinatura do Xbox Game Pass
Bassmaster Fishing: já disponível e permanecerá liberado até domingo (15). Exige a assinatura do Xbox Game Pass
Worms WMD: já disponível e permanecerá liberado até domingo (15). Exige a assinatura do Xbox Game Pass
Tropico 6: já disponível e permanecerá liberado até domingo (15). Exige a assinatura do Xbox Game Pass
Guerra e paz na Epic Games Store
Se busca enfrentar uma verdadeira guerra ou ter um pouco mais de sossego, a Epic Games Store oferece dois jogos grátis neste fim de semana que têm esses temas. Os dois títulos disponibilizados são Isonzo e Cozy Grove.
Isonzo te joga na Primeira Guerra Mundial, como soldado do exército italiano (Imagem: Divulgação/BlackMill Games)
Isonzo se passa no período da Primeira Guerra Mundial, ambientado no confronto nos Alpes — onde a frente italiana encarava a 6ª Batalha de Isonzo e avançava para a Batalha de Asiago, um dos momentos mais delicados do confronto global.
O FPS, apesar de popular, é considerado “mediano” pela comunidade. Em plataformas como o Metacritic, ele tem nota 67 da mídia especializada e 6.6 dos fãs. No Steam, são mais de 300 análises com média de “Muito positivas”. No geral, ele não é muito exigente no PC e muitas máquinas poderão rodá-lo, veja os requisitos abaixo:
Requisitos para rodar Isonzo no PC
Requisitos mínimos
Requisitos recomendados
Sistema operacional
Windows 10 64-bit
Windows 10 64-bit
Processador
Intel Core i5-4670K ou AMD Ryzen 5 1400
Intel Core i7-6700K ou AMD Ryzen 5 3600
Memória RAM
8 GB
16 GB
Placa de vídeo
NVIDIA GeForce GTX 970 ou AMD Radeon R9 290
NVIDIA GeForce GTX 1070 ou AMD Radeon RX 580
DirectX
Ver.11
Ver.11
Armazenamento
30 GB
30 GB
Já Cozy Grove permite que você acampe em uma ilha mal-assombrada e faça amizade com os diversos fantasmas que vivem no local. Sua tarefa é simples: terá de levar paz aos espíritos vagantes.
Apesar da premissa, não se preocupe que na verdade ele tem um clima muito similar ao visto em Animal Crossing e até no recente Pokémon Pokopia. Basta abrir o jogo grátis e a tranquilidade encontrará você.
A experiência foi bem-recebida e em agregadores como o Metacritic reúne notas como 72, pela mídia especializada, e 6.8, pelos jogadores. No Steam, o título possui análises com média de “Extremamente positivas”.
Quer tranquilidade? Então siga para Cozy Grove (Imagem: Divulgação/Spry Fox)
Por ser um jogo independente, Cozy Grove não é muito exigente e rodará na maioria dos PCs que já tenham uma CPU e placa de vídeo prontas para tarefas pesadas. Confira os requisitos:
Requisitos para rodar Cozy Grove no PC
Requisitos mínimos
Requisitos recomendados
Sistema operacional
Windows 10
Windows 10
Processador
Intel Core i5 com 2.5 GHz ou equivalente
Intel Core i7 com 3.0 GHz ou equivalente
Memória RAM
4 GB
8 GB
Placa de vídeo
Intel HD Graphics 4000
Linha NVIDIA Geforce 10 ou AMD Radeon RX 500
Armazenamento
3 GB
5 GB
Jogos grátis do Amazon Luna
Caso seja assinante do serviço Amazon Prime, é possível resgatar diversos jogos grátis na plataforma Luna. Neste fim de semana, eles trazem 4 novidades no catálogo: Total War Rome II - Emperor Edition, Mahokenshi - The Samurai Deckbuilder, Veil of Darkness e Turmoil. Veja a lista completa dos títulos disponíveis:
Tiny Tina’s Assault on Dragon Keep: A Wonderlands One-Shot
Around the World: Travel to Brazil - Collector’s Edition
Tiny Tina’s Wonderlands
Harold Halibut
Gunslugs: Rogue Tactics
Sid Meier’s Civilization VI
Gunslugs 2
Ashworld
Entre os jogos grátis oferecidos na assinatura do Amazon Luna, o público encontrará títulos que podem ser resgatados na Epic Games Store, GOG e outras lojas — o que exige uma conta ativa nestas plataformas para adicioná-los e baixar todas essas experiências.
O PS5 Slim é o desejo de muitos gamers, que podem ter no console os principais jogos do mercado e exclusivos da Sony. No entanto, o preço do videogame pode levar muitos a buscarem alternativas de compra fora do Brasil, pagando “mais barato”.
Mas a pergunta que não quer calar de verdade é: será que compensa comprar o PlayStation 5 no exterior em vez de pegar a versão nacional?
Como todos sabem, o principal destino da viagem de quem quer comprar eletrônicos mais baratos no Brasil é o Paraguai. Nós do Canaltech te mostramos quanto você economiza ao trazer o PS5 Slim de lá e se, no fim, o trabalho vale a pena.
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Preço Brasil vs Paraguai: por que a diferença engana
É fácil se iludir ao ver as “vitrines virtuais”, com preços atrativos e que batem de longe o visto no mercado brasileiro. No entanto, é importante ressaltar que isso não funciona da forma como você enxerga: há vários fatores “invisíveis” que te farão gastar mais ao comprar um PlayStation 5 no Paraguai.
Nem sempre o mais barato é saudável para seu bolso (Imagem: Divulgação/Sony)
Primeiro, você tem de pensar na cota. É como se fosse um limite financeiro que você tem para atravessar a fronteira — em caso de viagens de carro, avião e outras. Para quem vai pessoalmente buscar, isso pode se transformar em um grande impasse, diga-se de passagem.
Se o comprador está a pé, de carro ou de ônibus, ele pode levar consigo compras de até US$ 500 (R$ 2.602,65, na conversão direta para o real). No formato aéreo ou marítimo, o limite é de US$ 1.000 (R$ 5.205,30 na conversão direta para o real).
Caso ultrapasse a quantia, terá de pagar 50% de imposto sobre o valor excedente. Imagine que comprou o console e mais um game, o que deu em média US$ 530. Nesse cenário, os US$ 30 adicionais vão te custar mais US$ 15 — que pode parecer “pouco”, mas são quase R$ 80 na cotação atual.
Outra preocupação que deve ter é em relação ao cartão de crédito. No caso de passar em uma loja do Paraguai, esteja com o bolso preparado para o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) adicional. Ele é cobrado sobre qualquer compra internacional, mesmo com os nossos “hermanos”.
A incidência de cobrança extra vai de 4,38% a 6,38% sobre o valor pago. Vamos supor que foram os mesmos US$ 530 do exemplo acima. Além dos US$ 15 de taxa adicional, você terá de pagar no boleto até US$ 560 por ter usado seu cartão em outro país.
E não para por aí. Os lojistas cobram uma taxa extra nas compras por cartão de crédito, para “pagar a maquininha”. Este costuma representar de 5% a 10% sobre o preço do produto.
Dá para fugir disso com dinheiro vivo, mas em guarani (PYG). As lojas até aceitam reais e dólares, mas convertem com uma cobrança extra. Em outras palavras, a depender da forma que você decidir pagar, gastará ainda mais.
Quanto custa um PS5 Slim no Paraguai?
Dito isso, em lojas confiáveis como a Atacado Connect, um PS5 Slim é vendido a partir de R$ 2.557,86 no Paraguai — o que, em conversão direta, já representaria US$ 490. Eles também vendem direto em dólar, por um preço um pouco menor: US$ 479.
Ou seja, faltariam apenas US$ 10 para ultrapassar a cota da fronteira Brasil-Paraguai. Neste caso, o ideal é deixar para comprar jogos e acessórios extras em lojas nacionais para não ter mais gastos no exterior.
Pode comprar o PS5 Slim no Paraguai, mas priorize os extras aqui do Brasil (Imagem: Divulgação/Sony)
Agora vamos nas etapas “opcionais”. Se pagou em reais, cada loja aplica uma taxa extra para a conversão de moedas — o que varia muito entre elas e pode representar um salto significativo no custo. Para fugir disso, é recomendável trocar as notas em casas de câmbio, cuja taxa é cerca de 1,10%.
Se você comprou no cartão de crédito, se segure na cadeira. Os R$ 2.557,86 podem virar uma fatura de até R$ 2.999,13 com a taxa da loja e o IOF inclusos . E é importante levar em consideração que não há parcelamento ou facilitadores no exterior — então não adianta chorar pelo horror da fatura na hora que ela for fechada.
Em resumo, se você comprou o PS5 Slim no crédito, pagará cerca de R$ 3.000 no console de mesa. Se for no dinheiro, na conversão direta gastará cerca de R$ 2.590 — que é quanto precisará desembolsar no câmbio para ter o equivalente aos R$ 2.557,86 cobrados. Se pagar em notas de reais, é bom estar ciente de que a taxa da loja fará este montante subir ainda mais.
E toda essa conta não leva em consideração os valores de viagem de ida e volta. Se for de carro, gastará com a gasolina e a distância de cada um é essencial para ser colocada na ponta do lápis. De ônibus, a ida e volta estão em até R$ 900 (a viagem é longuíssima, para completar). De avião, gastará mais de R$ 3.000 para chegar lá e retornar ao Brasil.
Quando compensa comprar um PS5 no Paraguai e quando não
Cada situação também pode revelar se o plano de comprar um PS5 Slim no Paraguai compensa ou não. Se você já mora próximo à fronteira ou tem viagem planejada para o país, é possível adquirir sem ter prejuízos no bolso.
No entanto, se quer ir para lá apenas para garantir o seu console da Sony, a recomendação é que busque nas lojas nacionais. Nos últimos 12 meses, ele já foi encontrado pelo valor de R$ 2.499 — que supera não apenas o preço praticado no Paraguai, como também economiza os gastos da viagem.
Em promoções pontuais, o PS5 Slim e seus jogos podem sair muito mais baratos do que o visto em vários países (Imagem: Divulgação/Sony)
Como o PS5 Slim é vendido oficialmente em nosso país, junto a bundles, acessórios, games e outros, não compensa viajar só com este objetivo. No fim, vai gastar muito mais por algo que, desde o começo, já era mais barato por aqui.
Outro aspecto que vale prestar atenção é na atual crise de chips. Se já não vale a pena atualmente atravessar a fronteira para comprá-lo, os possíveis reajustes que o videogame sofrerá vão elevar seu custo para acima dos US$ 500 — o que já sai do limite da cota brasileira de compra no Paraguai e te fará pagar o imposto extra.
Como ficam garantia e assistência?
Todos os videogames vendidos no Brasil oficialmente possuem serial e numeração de modelo voltados para o nosso mercado. Adquirir um console importado — que está no Paraguai, mas pode ter vindo de qualquer outro país —pode complicar questões como a garantia e assistência técnica.
Mesmo que consiga economizar ao comprar o PS5 Slim fora, pode ter uma dor de cabeça caso o dispositivo não tenha a cobertura do suporte da Sony no Brasil. Nosso objetivo não é te desmotivar neste aspecto, mas reflita bastante se isso vale a pena para você ou não.
Pode nunca dar problemas e você ter o seu console para “sempre”. Ou pode dar dor de cabeça, mas quem vai te ajudar nessa? Também é necessário se atentar a alguns detalhes, como cabos não compatíveis com tomadas brasileiras, se o hardware é uma versão recondicionada (“refurbished”) ou não e outros que podem te impactar, alguns mais, outros menos.
Cuidados antes de comprar o PS5 Slim
Há diversos detalhes que precisa se certificar antes de cravar a compra de seu PS5 Slim. O primeiro de todos, obviamente, é comprar em uma loja confiável. Não é para entrar na primeira que aparecer e sair com a caixa na mão. Veja as opiniões online, procedência e se te explicam tudo o que precisa saber antes de adquirí-lo.
Confira o console e seus acessórios, para evitar problemas (Imagem: Divulgação/Sony)
Conferir se o produto está inteiro, se a caixa não tem avarias e se todos os acessórios comuns seguem com o console também é importantíssimo. Nunca se esqueça de obter o comprovante de compra, que é a nota fiscal. Qualquer defeito ou problema, é ela que vai te salvar no momento de aperto.
Questione claramente como funciona a política de troca. Além disso, esteja pronto para voltar ao país se algo der errado com o videogame — já que muitas vezes isso não ocorre por envio expresso ou através da comodidade que temos atualmente. E pior, não há proteção do PROCON, já que o Paraguai atende suas próprias normas em defesa ao consumidor.
Através de plataformas como o CT Ofertas, é possível acompanhar a flutuação e comparar os preços vistos no nosso vizinho com os vistos no Brasil. O ideal é aguardar por uma promoção boa para investir no seu PS5 Slim sem dores de cabeça.
Durante sua exploração em Resident Evil Requiem, os jogadores se deparam com uma jovem garota cega. Mais sinistro que a sua condição, porém, é o fato de ela estar em isolamento completo.
Afinal de contas, por que uma criança era mantida em cativeiro dentro do centro clínico repleto de zumbis? Pois é, a personagem em questão é Emily e seu trabalho é libertá-la — sem saber nada sobre quem ela é e o que representa.
Para te ajudar a se preparar melhor para o que Resident Evil Requiemreserva, nós do Canaltech te contamos o dossiê completo de Emily e como a sua história é interconectada com todos os eventos em Raccoon City. Alerta: o texto contém diversos spoilers da história do jogo.
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A vida de Emily
O primeiro fato sobre a personagem é que ela não nasceu e cresceu normalmente, como todas as demais. Ela é fruto de experimentos, um clone gerado por gravidez ectópica abdominal nos Laboratórios ARK — que é uma instalação ultrassecreta que opera nas ruínas de Raccoon City.
Emily não enxerga e isso gera diversas dores de cabeça para salvá-la em Resident Evil Requiem (Imagem: Reprodução/Capcom)
Chamada de “Amostra 171”, Emily foi levada ao Centro de Cuidados Rhodes Hill ao lado de sua “irmã”, Marie. As duas foram presas em isolamento e eram mantidas separadamente. As únicas pessoas que podiam entrar na seção eram os funcionários autorizados do local liderado por Victor Gideon.
Um dos testes executados pela equipe do vilão causou sérios problemas de saúde à pequena, que contraiu catarata e ficou cega. Sua única distração era ler livros, escritos em braille — linguagem que os médicos e profissionais ensinaram à criança para mantê-la entretida.
Muitos detalhes se perdem a partir deste ponto. Como acompanhamos parte da história por sua perspectiva, sabemos apenas que um humano desconhecido perguntou para ela sobre seu sangue e depois vimos que uma enfermeira sentiu incômodo pela falta de interações e emoções da jovem.
Antes de Grace, Emily só interagia com cientistas e médicos (Imagem: Reprodução/Capcom)
Já Marie, sua irmã, está desaparecida. Enquanto a pequena acredita que a outra apenas saiu e nunca mais voltou, Grace observa um enorme buraco na parede e corpos mortos em volta. Ou seja, ela escapou, mas a que custo?
Ela é um clone?
Um dos pontos fortes da narrativa de Resident Evil Requiem é a forte presença de clones. Enquanto tudo indica que Zeno é uma cópia de Albert Wesker, Emily, Marie e Grace também são, mas de outro ser humano.
Ninguém comenta quem serviu como base genética para gerar as personagens, mas a cópia “mais antiga” é Chloe — uma criança que viveu no orfanato de Raccoon City nos anos 1990 e vivenciou situações de terror.
O objetivo da clonagem era criar Elpis, que as Conexões e Victor Gideon consideram ser o vírus supremo. O resultado foi alcançado apenas com Grace Ashcroft, mas como ela “sumiu” ainda bebê, muitos testes foram executados depois para replicá-lo em laboratório.
As mutações de Emily e Marie
Enquanto Emily aparentemente tinha sofrido apenas com a cegueira, Marie se transformou em um monstro completo. A mutação na criança foi tão forte que ela é aquela criatura de tamanho colossal que persegue Grace com seus braços longos — presente em grande parte do material promocional do jogo.
Marie se transformou em uma criatura mortal, mas que não suporta a luz (Imagem: Captura de Tela/Diego Corumba)
Quando tentam fugir do Centro de Cuidados Rhodes Hill, em um helicóptero, outro incidente acontece e o veículo despenca. Com a jovem ferida, Grace tenta reanimá-la, o que se torna uma tarefa extremamente difícil com a grande perda de sangue sofrida.
Porém, ela conseguiu e o resultado se tornou catastrófico. A “morte” de Emily e sua ressurreição acionaram as mutações da pequena — que se tornou um outro monstro que estava completamente fora de controle. Restou a Leon S. Kennedy livrar sua nova colega do sufoco, mas a criatura ficou no chão.
Para a sorte de todos, o herói não atingiu nenhum ponto vital e ela sobreviveu para ser tratada com a Elpis. Além de reverter a mutação, a criança também teve a sua visão recuperada e foi adotada por Grace.
Final "feliz" em Resident Evil Requiem
Muitos acreditam que Emily era um clone da protagonista de RE Requiem, por uma das afirmações de Zeno sobre a existência da pequena. No entanto, ele sabe apenas aquilo que as Conexões o informam — em outras palavras, com informações limitadas, suas declarações perdem peso.
Mesmo com o final feliz, tanto a personagem quanto Grace passam por diversos apuros e momentos traumatizantes. Porém, agora elas terão uma à outra para superar essas adversidades e lutar contra a organização maligna e seus objetivos sombrios.
Enquanto Emily sobreviveu e poderá finalmente ter a sua infância “comum”, o mesmo não pode ser dito sobre Marie. A cura não surtiu efeito na sua versão monstruosa, já que ela teve a sua morte em definitivo durante a narrativa do game.
O preço do novo MacBook Neo surpreendeu a todos, mas a indústria tech sofreu um impacto ainda maior. De acordo com o co-CEO da ASUS, S. Y. Hsu, “dado o histórico de precificação premium da Apple, um lançamento tão barato é certamente um choque para todo o mercado”.
Em reunião com investidores, ele afirma que “todos os fabricantes de PC, inclusive companhias como Microsoft, Intel e AMD, levam a discussão de como competir com este produto muito a sério dentro do ecossistema dos computadores Windows”.
O executivo até tentou reduzir a importância do MacBook Neo e o chamou de dispositivo para “consumo de conteúdo”, como um iPad tradicional. Ele alega que o notebook não poderá lidar com demandas pesadas e que seus 8 GB de RAM não poderão ser atualizados posteriormente.
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No entanto, como o computador econômico é voltado para estudantes e tarefas comuns, muito se questiona se ter 16 GB ou mais faria diferença como a ASUS declarou aos investidores. Nesse sentido, ele acredita que “todos lançarão produtos correspondentes para competir com a Apple”.
MacBook Neo promete estremecer a indústria tech (Imagem: Divulgação/Apple)
Enquanto um lado subirá seus custos de produção e venda, a Apple anunciou o MacBook Neo como um modelo mais barato — que chegará por US$ 599 — e isso cria um grande abismo entre ambos. E é neste aspecto que mora a preocupação de todo o mercado.
Já que notebooks econômicos não terão o mesmo custo-benefício daqui a alguns meses, o lançamento de um produto pela rival que preencha esta lacuna pode fazer as estruturas do mercado estremecerem.
A Nintendo e a The Pokémon Company revelaram nesta quinta-feira (12) que Pokémon Pokopia, lançado na última semana, teve 2,2 milhões de unidades vendidas em apenas quatro dias.
O desempenho comercial posiciona o título como o spin-off mais bem-sucedido de toda a franquia, já que foi o primeiro a atingir esta marca tão rapidamente. Com centenas de games, ele já ocupa a 12ª posição do ranking geral e logo deve subir mais.
Outra informação interessante é que, deste número, 1 milhão das cópias de Pokémon Pokopia vendidas foram apenas no Japão. Ou seja, a aventura de Ditto já é considerada um grande sucesso para a Big N e para os fãs.
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Sua popularidade é tamanha que muitos países já estão sem estoque físico do jogo para comercializar. Além disso, as ações da Nintendo receberam um salto após seu lançamento — após meses de queda.
Here's the current known standings for Pokémon spin-off games that have sold over 1 million
Pokopia has already leapfrogged most of them and wil undoubtedly hit near the top pic.twitter.com/qMGO3dr8hK
Vale notar que Pokémon Pokopia foi lançado com exclusividade para o Nintendo Switch 2, o primeiro de toda a linha a chegar apenas no novo console híbrido.
Com mais de 17 milhões de vendas, é como se 12% dos donos do videogame já tivessem garantido seu passe para a aventura inédita. Em apenas um fim de semana, diga-se de passagem.
A expectativa é que este montante cresça ainda mais, seja pela passagem de tempo comum ou até pela chegada de conteúdo inédito no futuro — via atualizações. No momento, há um evento focado na linha evolutiva do monstrinho Hoppip.
Um grupo de alunos do curso de engenharia da computação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) apresentou, nesta quarta-feira (11), a proposta de um jogo brasileiro inspirado no Caso Epstein.
A experiência se chama “A Fuga de Sid” e mostra uma personagem de 15 anos que é sequestrada e levada para uma ilha distante. No local, ela precisa fugir de seis homens. Cada um deles tem uma preferência, que deve ser usada para obter acesso ao barco e gasolina para escapar do lugar.
O projeto causou uma grande polêmica, já que todos os jovens envolvidos eram do sexo masculino e usaram diversas referências a Jeffrey Epstein em aula e em discussões em grupos no WhatsApp. O problema identificado foi “gamificar” traumas reais e sistêmicos, que provocam dor nas vítimas.
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O magnata é conhecido por comandar um esquema de exploração sexual de meninas menores de idade, que envolvia diversas personalidades — da política ao entretenimento. A investigação apontava que ele atraía as adolescentes, em sua maioria de 14 a 17 anos, para a sua ilha.
O jogo inspirado pelo Caso Epstein se tornou uma grande polêmica (Imagem: Pixabay/QuentinLeGohic)
Preso em 2019 por tráfico sexual de menores, ele faleceu no cárcere enquanto aguardava pelo julgamento. Com e-mails vazados em janeiro de 2026, agora as autoridades buscam entre os nomes dos envolvidos quem se beneficiou das atividades criminosas e cometeu abusos.
Apesar da apresentação de “A Fuga de Sid”, o projeto é apenas um conceito e pode nunca virar um jogo de fato. O nome e idade dos estudantes do curso de engenharia da computação não foram divulgados.
Caso Epstein é uma discussão “delicada”
Após a polêmica apresentação e os diversos debates com alunas do sexo feminino em apps, o instituto de São José dos Campos, em São Paulo, se manifestou oficialmente sobre o ocorrido ao G1.
Vinculado à Força Aérea Brasileira, o estabelecimento de ensino afirmou que a apresentação envolvia apenas propostas iniciais de temas para o desenvolvimento de jogos que ocorreriam ao longo do bimestre. No entanto, ela não seguirá adiante e foi classificada como inapropriada.
“Em relação ao tema específico mencionado na reportagem, a proposta foi imediatamente descartada por ter sido identificada como assunto inapropriado. O ITA destaca que o caso está sendo tratado de forma célere e responsável, dentro das normas vigentes da instituição. Ações de conscientização serão reforçadas junto à comunidade discente por meio do Grupo de Trabalho de Equidade de Gênero e demais órgãos da estrutura administrativa e acadêmica do Instituto”, reforça a instituição.
O Instituto Tecnológico de Aeronáutica também aponta que a prioridade é reforçar os valores que já trabalham, com aspectos que ajudarão no crescimento saudável de todos os jovens envolvidos — sejam os alunos que criaram o conceito ou os que estavam dentro do debate.
“O ITA reafirma seu compromisso com a formação técnica e ética de seus estudantes e com a promoção de um ambiente acadêmico seguro, pautado pelo respeito, pela responsabilidade e pela integridade”, conclui.
Em mensagens trocadas pelo WhatsApp, um dos jovens que participou do projeto tentou esclarecer aos demais como chegaram ao conceito apresentado.
“[...] não pensamos na conexão que isso tinha com a realidade”, revelou o estudante.
A Valve divulgou nesta quarta-feira (11) como funcionará o processo de verificação de jogos para o Steam Machine e seu óculos de realidade virtual, o Steam Frame. Assim como o Steam Deck, cada um terá suas próprias normas técnicas.
Na Game Developers Conference (GDC) 2026, a companhia revelou que todos os títulos que possuem o selo no console portátil já estarão com o benefício garantido no PC doméstico. No entanto, o caminho contrário ainda exigirá testes para garantir o desempenho.
No mínimo, um game precisa rodar em 1080p, 30 FPS, ter suporte a controles e requisitos de entrada similares ao Steam Deck. Assim, receberão a certificação Steam Machine Verified. Os jogos que não funcionam com controles, como os que exigem teclado e mouse, serão verificados como Steam Machine Playable.
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De acordo com a Valve, qualquer experiência não-certificada no console portátil por conta do SteamOS, também não receberá o selo no novo PC. Novos testes de desempenho serão realizados com os títulos que foram submetidos no passado, para reavaliação neste próximo dispositivo.
O organograma do Steam Machine deixa bem claro como funcionará a certificação (Imagem: Divulgação/Valve)
Nível de qualidade para o Steam Frame
Já o programa de certificação para o Steam Frame leva em conta a compatibilidade com os controles do dispositivo, taxa de quadros de 90 FPS (para jogos VR) e 30 FPS em 720p (para games 2D).
A companhia revelou que a interface do usuário também será considerada, com preocupações em relação à legibilidade. Qualquer game não-verificado para o Steam Deck por causa do SteamOS ou do desempenho, não terá o selo para os óculos de realidade virtual.
Por fim, a Valve afirmou que expandirá a compatibilidade do Proton para os chips Arm64. Eles almejam que o recurso venha a ter a mesma performance vista nativamente no Linux.
A atualização 1.11 de Resident Evil Requiem provocou um “downgrade” visual no PS5 Pro. Após o patch, alguns trechos deixaram de apresentar a ferramenta de ray tracing para a iluminação aprimorada dos ambientes.
De acordo com os relatos, a falha ocorre especificamente na primeira zona de exploração em Raccoon City. Como resultado, o cenário perde realismo e quebra a imersão dos jogadores.
O “sumiço” foi uma medida paliativa da Capcom para resolver outra questão em Resident Evil Requiem no PS5 Pro. Nesta mesma parte, antes os usuários viam artefatos frequentemente e “ghosting” — o que incomodou muitos.
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Em vez de resolver a falha, a companhia decidiu desativar a tecnologia nos segmentos mais problemáticos. Embora a medida tenha estabilizado a performance, a ausência da iluminação global gerou novas críticas da comunidade.
A Capcom mexeu em Resident Evil Requiem, e agora?
Até o momento, a produtora não se pronunciou sobre as mudanças realizadas no PS5 Pro, mas provavelmente resolverá este dilema em breve. Mesmo que demore semanas, eles costumam consertar esses problemas.
Apesar de não ter o ray tracing em um dos principais trechos de Resident Evil Requiem, isso não interferiu em outros presentes — como o upscaling via PSSR e outras tecnologias exclusivas do hardware.
O diretor de Resident Evil Requiem, Koshi Nakanishi, confirmou nesta terça-feira (10) que a Capcom agora trabalha em conteúdo extra para o jogo: minijogos, um modo foto — que chegará de forma gratuita — e até uma expansão.
Não foram fornecidos detalhes como o que será levado ao game e sua data de lançamento. Nas redes sociais, o desenvolvedor revelou apenas o conceito do que os fãs podem esperar para o futuro.
“Planejamos criar conteúdo extra sobre a história. Neste aspecto, vamos mergulhar fundo no mundo de Requiem. Trabalhamos duro nisso agora. Levará algum tempo, então pedimos por sua paciência”, diz Nakanishi.
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De acordo com o estúdio, novas atualizações serão disponibilizadas nos próximos meses e trarão novidades como o modo foto. Além disso, há uma “outra surpresa que chegará por volta de maio”.
O próprio diretor de Resident Evil Requiem afirma que deseja adicionar minijogos ao título, porém não detalhou o que planeja neste sentido. Pode ser algo similar a RE4 ou até mesmo o clássico modo The Mercenaries.
Em tom de brincadeira, ele mostrou algumas ideias da equipe sobre isso. Um deles, chamado de “Forbidden Requiem”, envolvia levar Leon para um programa de namoros como The Bachelor. Também pode ser visto um jogo de cartas, um similar a Candy Crush e alguns outros.
Expansões de Resident Evil
Ao seguir o exemplo do sétimo e do oitavo jogo da franquia, além do remake de Resident Evil 4, o novo game da saga também receberá um DLC próprio para expandir a sua história. A ideia é aprofundar ainda mais a saga de Leon e Grace dentro da aventura que vivenciaram em Raccoon City.
No entanto, para muitos, a principal dúvida que a expansão precisa responder é sobre a aliança de casamento de Leon S. Kennedy. Considerado o maior mistério de Resident Evil Requiem, muita gente deseja saber quem é a pessoa escolhida para o “felizes para sempre” do herói.
A Lenovo anunciou na última semana que o modo Tela Cheia do app Xbox chegará aos dispositivos Legion Go em breve. De acordo com a companhia, o recurso ainda está em testes e logo deve ser disponibilizado a todos.
A revelação foi feita pelo gerente sênior da divisão global de gaming, Ben Green, na rede social X (antigo Twitter). Não há uma data estipulada para o lançamento completo da função para todos os jogadores do hardware.
Para testar o Xbox Full Screen Experience, o usuário pode se registrar pelo Gleam tanto no Lenovo Legion Go quanto no Legion Go 2. É exigido que o console portátil esteja com a última atualização instalada.
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É importante levar em conta que o recurso é funcional apenas nos modelos com Windows 11. Caso utilize aqueles com SteamOS ou outros sistemas operacionais, não será possível habilitar o modo tela cheia do aplicativo Xbox.
Xbox FSE is finally coming to Legion Go Devices!
Legion Gaming Community members can sign up to test the update ahead of full launch as a special thanks 👍
Presente nos dispositivos ROG Xbox Ally desde 2025, o Xbox Full Screen Experience permite que os jogadores utilizem seus consoles portáteis com uma interface similar a do videogame da Microsoft — com menus e identidade visual personalizados.
O recurso se expandiu para outros aparelhos com Windows e, agora, finalmente aterrissa no Lenovo Legion Go. O plano da companhia é disponibilizá-lo de forma oficial em ainda mais.
Seu principal objetivo é expandir o Windows 11 e o app Xbox como uma boa plataforma para jogos em portáteis. Com a ascensão do SteamOS neste sentido, eles querem aumentar sua presença no mercado e torná-la popular.
O Xbox Helix, próxima geração de consoles da Microsoft, foi revelado oficialmente de forma recente, mas documentos revelam que seu conceito já completa uma década.
O editor sênior da The Verge, Tom Warren, revelou no último domingo (8) que a ideia sobreviveu à prova dos 10 anos. Antes de lançarem o Xbox One S e X, havia um projeto para unir o ecossistema dos videogames com o Windows.
Curiosamente, este também era chamado de “Project Helix”. A Microsoft planejava a convergência total para sua plataforma, impulsionada por frentes como o Play Anywhere.
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Com isso em mente, jogos como Sea of Thieves e Halo Wars 2 foram lançados sob o selo. No entanto, o conceito demorou ao menos 10 anos para sair do papel e ganhar vida através do console da próxima geração do Xbox.
Microsoft has been working on converging Xbox and Windows for more than a decade. Here’s Jason Schreier and Keza MacDonald in a Kotaku article from 2016 discussing the original Project Helix pic.twitter.com/gwwi59edwM
O plano da Microsoft, supostamente, sempre foi transformar seu Xbox em um PC. Em 2003, por exemplo, o jornalista Dean Takahashi vazou a informação de que a empresa desejava instalar o Windows no Xbox 360.
Já antes da E3 2016, nas vésperas da chegada dos modelos S e X do Xbox One, Phil Spencer relatou que os consoles da companhia se tornariam cada vez mais similares aos PCs para jogos.
De acordo com o executivo, eles queriam que engenheiros realizassem atualizações de hardware enquanto os usuários pudessem manter seus jogos compatíveis em múltiplos dispositivos.
Sinais disso foram vistos por toda a internet, após o anúncio de Asha Sharma sobre o Xbox Helix. O ex-presidente da Blizzard Entertainment, Mike Ybarra comentou que o nome “soa muito familiar”.
O futuro híbrido entre console e PC deve competir diretamente com o Steam Machine, previsto para chegar no início de 2026 e sem data de lançamento graças à crise de RAM. O problema do novo Xbox será o preço — com rumores que apontam que ele ultrapassará a faixa dos R$ 9.000.
A 2ª temporada de One Piece estreou na Netflix. Após três anos de espera, é natural que alguns detalhes tenham sumido da memória antes de retornar ao universo de Eiichiro Oda.
Com 8 novos episódios, muitos estão prontos para maratonar a série e por que não relembrar os eventos passados? Afinal de contas, vale a pena recordar certos aspectos para compreender o que está por vir.
Para te ajudar, nós do Canaltech listamos 5 coisas para você lembrar antes de ver tudo que a 2ª temporada de One Piece tem a oferecer. Será que todos os detalhes ainda estão frescos em sua memória ou algo passou batido?
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5. O lugar em que tudo começou
A chamada “Era dos Piratas” de One Piece teve seu início muito bem-definido dentro da narrativa e isso ocorreu em Loguetown. Capturado pela Marinha, o pirata Gol D. Roger foi levado à execução em praça pública nesta ilha e gerou a faísca que acendeu um verdadeiro incêndio no coração dos demais.
Antes de sua morte, ele disse: “Minhas riquezas e tesouros? Se vocês quiserem, eu os deixo pegar. Procurem por ele, deixei tudo naquele lugar!”. Neste momento, muitos navios deixaram o seu porto e passaram a buscar pelo tesouro que dá nome à obra.
Gol D. Roger foi executado em Loguetown (Imagem: Reprodução/Netflix)
4. Divisão deste universo
O mundo de One Piece tem uma divisão bem clara que define os passos que a história é contada. Luffy, Zoro, Sanji, Nami e Usopp se conhecem no East Blue, um dos quatro mares principais deste cenário. E duas linhas dividem estes locais: a Grand Line e a Red Line.
A Grand Line é uma forte correnteza que serve como palco para ilhas perigosas e esconde diversos mistérios. Ao seu redor, existe o Calm Belt — uma área que não há vento e apenas navios a propulsão podem atravessar. Já a Red Line é o continente que corta tudo isso ao meio, um anel de rochas que dá a volta no globo.
A divisão do mundo de One Piece é bem clara e cada trecho tem suas particularidades (Imagem: Reprodução/Toei Animation)
3. O grupo está incompleto
Cada membro dos Chapéu-de-Palha serve para um propósito, o que significa que o grupo de Monkey D. Luffy ainda está longe de ser completo. Com um espadachim, navegadora, cozinheiro e um atirador, o herói precisa buscar novas formas de avançar sem temer pelo que está adiante.
Por exemplo, se alguém da sua equipe fica doente, em alto mar, como eles resolverão esta situação? E se encontrarem ruínas antigas, com linguagem ancestral, quem irá ajudá-los a compreender mais do seu próprio mundo? Algumas dessas perguntas precisam e serão respondidas na temporada 2.
Apesar de ser um grupo forte, os Chapéu-de-Palha estão incompletos (Imagem: Divulgação/Netflix)
2. A busca por poder
Na primeira temporada de One Piece, vimos que muitos dos heróis entenderam que não são fortes o bastante para avançar contra piratas mais perigosos. E é exatamente o que eles vão buscar agora: poder.
Claro, isso será traduzido pela narrativa de Zoro em busca de novas espadas. As que ele usava foram quebradas por Mihawk e, sem elas, o guerreiro é apenas mais um homem ao mar. Ele busca armas que sejam capazes de aumentar o nível e defender Luffy e os demais.
Zoro teve suas espadas destruídas por Mihawk na última temporada (Imagem: Reprodução/Netflix)
1. Objetivos dos Chapéu-de-Palha
Ainda que o grupo seja “fechado” para encontrar o One Piece, muitos deles têm sonhos individuais que devem ser levados em consideração. Luffy quer ser o Rei dos Piratas, enquanto Nami sonha em todos os tesouros que isso pode fazê-la encontrar durante o seu trajeto.
Sanji deseja encontrar o All Blue — um lugar lendário, repleto de peixes e fauna marinha que pode dar a ele os ingredientes necessários para se tornar o melhor cozinheiro de todos. Usopp quer se tornar um valente guerreiro do mar, enquanto Zoro só tem um objetivo: derrotar Mihawk.
Cada um dos heróis tem seu próprio objetivo e plano (Imagem: Reprodução/Netflix)
A temporada 2 de One Piece
A série da Netflix tem como proposta adaptar todos os eventos vistos no mangá de Eiichiro Oda e no anime. Ou seja, One Piece pretende mostrar os eventos que apresentarão a Baroque Works — um grupo de vilões que levará a jornada por um caminho inesperado — e até o mascote Tony Tony Chopper.
Ao mesmo tempo, as obras nas quais ele é baseado permanecem por décadas, mas podem terminar em breve. Com os vilões principais revelados, cabe a Luffy encontrar o tesouro que dá nome à saga antes que uma nova tragédia seja provocada.
A aliança de casamento de Leon S. Kennedy em Resident Evil Requiem causou muita confusão e o próprio diretor do jogo, Koshi Nakanishi, foi forçado a tomar uma medida drástica. Com o excesso de mensagens e questões, ele relata que se ausentará da internet por algum tempo antes que sua vida vire ao avesso.
Em sua conta no Instagram, ele publicou alguns stories de agradecimento aos fãs e destaca ser difícil responder a todos. Mesmo com o “coração aquecido”, a situação afeta sua vida pessoal.
O desenvolvedor aponta que já viu “capturas de tela de mensagens editadas”, com afirmações que nunca fez sobre Resident Evil Requiem e a suposta esposa de Leon S. Kennedy. Ou seja, parte do que tem circulado pela internet pode ser falso ou manipulado.
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Nakanishi explicou que espera ansioso pelo momento no qual poderá compartilhar novas informações oficialmente, mas por enquanto vai apenas entrar no “modo eremita” — na prática, estará ausente das redes sociais por tempo indeterminado.
I saw so many people messaging Nakanishi about Leon’s marriage. I know it might not be the right thing to do,but I can’t hide how happy this makes me.After all these years,all the waiting, all the debates we can finally say it. Congratulations,Mrs Ada Wong Kennedy pic.twitter.com/FYpGvh20Bj
Se Raccoon City representa um grande mistério para toda a comunidade, o jogo Resident Evil Requiem forneceu outro ainda maior: quem fisgou Leon para toda a eternidade? Essa é a pergunta que todos anseiam pela resposta.
O grande problema é que a Capcom não confirmou quem será a esposa (ou marido) do grande herói. Ele só ostenta a sua aliança, sem quaisquer informações oficiais sobre a sua vida amorosa e quem o espera em casa ao fim de cada missão.
Alvo dos “shippers” por anos, há muitas opções que podem preencher o seu coração: Ada Wong, Claire Redfield, Ashley Graham e até mesmo Chris Redfield seguem entre as principais teorias — que prometem perdurar por muito tempo.
Um novo emulador de Xbox foi disponibilizado em smartphones com sistema Android, mas com uma grande controvérsia. O X1 BOX seria o app ideal, se ele não fosse um port do xemu — outro software, mas para PCs.
Além de reproduzir todas as suas ferramentas nos celulares, sem consultar ou pedir apoio ao time de desenvolvimento do original, há outra questão que gerou controvérsia: o aplicativo é pago na Google Play Store.
Ou seja, para jogar os games clássicos do primeiro Xbox, como Halo: Combat Evolved, Max Payne e Project Gotham, os jogadores terão de pagar o valor de R$ 41,99 — enquanto a versão base é grátis e se manteve deste modo.
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De acordo com a equipe que trabalhou na xemu, eles têm conhecimento do port e afirmaram que uma versão gratuita está em desenvolvimento para o Android. Não há qualquer previsão para o seu lançamento.
O X1 BOX é uma cópia do xemu (Imagem: Divulgação/izzy2lost)
Além do X1 BOX, outros devs trabalharam em uma versão do emulador para smartphones — contudo, como um projeto grátis via APK no GitHub. Apesar das duas usarem a mesma base, nenhuma foi aprovada pela equipe oficial.
Ou seja, deste modo você pode pagar para jogar o Xbox original no seu celular ou buscar o modelo grátis no GitHub. No entanto, vale levar em conta que os dois não terão a mesma qualidade vista na emulação para os PCs.
Xbox exige um bom desempenho
Como o X1 BOX usa o xemu como base, é necessário que os usuários tenham o MCPX boot ROM, BIOS, imagem do armazenamento e os arquivos de jogo para rodá-lo adequadamente.
O X1 BOX é completo e exigirá que você e o hardware deem conta do processo (Imagem: Divulgação/Microsoft)
Além disso, o “disco” precisa estar em formato XISO para que isso tudo funcione. Devido à alta exigência de processamento da emulação, é recomendado que o usuário use um celular com ao menos 8 GB de RAM.
Enquanto uma parcela dos games inicia e tem uma jogabilidade comum, alguns deles contêm atraso, texturas quebradas e podem até causar o fechamento inesperado do app.
O suporte é incerto: já que o desempenho varia do jogo ao hardware. Ou seja, mesmo que seu smartphone seja capaz de rodar determinadas experiências e você pague R$ 41,99, não há garantia de que rodará tudo.
Um salto para o futuro
Com opções como o X1 BOX e um futuro port oficial do xemu para os smartphones, resta ao público decidir se “paga” para jogar agora ou se aguarda pela versão da equipe original — que não se sabe quando chegará.
A esperança dos fãs é que, no seu lançamento, a versão paga se torne obsoleta e seja “esquecida”, seja pelo montante cobrado e também por ser uma cópia não-oficial do que foi desenvolvido por terceiros.
No entanto, o público tem fé de que apps pagos controversos sempre precedem alternativas melhores e gratuitas. Muitos se recordam do DamonPS2, de PlayStation 2, que antecedeu o AetherSX2.
Sem comprometer a idade de nenhum de vocês, mas quem foi criança ou jovem nos anos 1990 ou início dos anos 2000 lembra muito bem como era a experiência de jogar naquela época. Jogos com mais de 100 horas, “farmar” XP e se aprofundar nos RPGs era o prazer de milhares de fãs.
No entanto, a vida nos empurra boletos, trabalho, faculdade, família, projetos pessoais e esse tipo de jogo se torna um luxo quase inatingível. Qual foi a última vez que explorou um mapa mundial de um game, de cabo a rabo? Pois é, faz algum tempo, não?
E finalmente a indústria percebeu que aquelas crianças e jovens viraram adultos e não têm mais uma tarde inteira de sábado ou domingo para mergulhar nessas aventuras. O “botão de acelerar” chegou para ficar e salvou muitos de revisitar as suas obras favoritas sem ter de consumir seu ritmo.
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Seja pela nova versão de Final Fantasy VII nos PCs ou em outros, o “fast forward” não veio para estragar a sua experiência com os RPGs, mas sim ajudá-lo a manter a sua chama acesa — mesmo em meio a diversas tarefas do cotidiano e o acúmulo de boletos.
Final Fantasy VII ganhou o botão de acelerar e permite mais imersão no JRPG (Imagem: Divulgação/Square Enix)
A tendência é espetacular e mostra como estes games clássicos podem se beneficiar das melhorias de qualidade de vida sem perder sua essência. Assim, combina seu (pouco) tempo livre com a mesma paixão por histórias, mundos e pelas trilhas sonoras que marcaram época.
Para mostrar para você como isso pode ajudar a resgatar muitos jogos e evitar que grandes obras caiam no esquecimento, nós do Canaltech reunimos 5 títulos que foram salvos pelo botão de acelerar. Confira:
5. Final Fantasy IX
O jogo Final Fantasy IX (1999) é um dos maiores clássicos da Square Enix e é aclamado por muitos, mas tem um defeito grave: a demora para o carregamento de batalhas e animações extremamente lentas. Até o criador da franquia, Hironobu Sakaguchi, admitiu isso publicamente.
Nas versões HD, a produtora trouxe o botão de acelerar sua velocidade e disponibilizou a função de remover os encontros aleatórios. Desta forma, explorar Gaia se tornou mais agradável e removeu toda a frustração de uma batalha a cada dois passos — o que tem ajudado muitos a voltarem ao game.
Agora é possível explorar Final Fantasy IX sem chorar pelo tempo que ele toma (Imagem: Reprodução/Square Enix)
4. Chrono Cross: The Radical Dreamers Edition
Chrono Cross (1999) era um jogo maravilhoso no PS1, mas é inegável que revisitá-lo provocaria críticas negativas por conta da taxa de quadros tenebrosa que existia na plataforma e pelo sistema de combate complexo. Ele definitivamente exige uma paciência que muitas vezes não temos.
A Radical Dreamers Edition caiu como uma mão na luva, não apenas pela experiência interativa inédita que a versão recebeu. Acelerar batalhas e travessia, desligar encontros de inimigos e poder ver tudo o que o mundo da franquia tem a oferecer tornou o título ainda melhor.
3. Final Fantasy XII: The Zodiac Age
Os mapas colossais de Final Fantasy XII (2006) marcaram época e apresentaram uma Ivalice que se tornou inesquecível para os fãs. No entanto, atravessar todo o território hoje em dia — que mais parece um MMO offline — exige horas de caminhada que muitos de nós sequer temos.
O botão de acelerar em 2 ou 4 vezes da versão Zodiac Age aprimorou este game e permite atravessar grandes distâncias e destruir inimigos em questão de segundos. Como cereja do bolo, temos os Gambits que permitem uma estratégia mais adequada e economizam ainda mais seu tempo.
2. Persona 3 Portable
Os games da franquia Persona sempre foram longos e Persona 3 (2006) não fugia disso. Além da narrativa extensa, os jogadores tinham de escalar andares infinitos da torre do Tártaro — o que se transformava em um verdadeiro teste de resistência física e mental pela sua demora.
A versão Portable, lançada no PSP, resolveu isso e permitia que os jogadores avançassem rapidamente os diálogos e pudessem acelerar o fluxo dos combates repetitivos. Isso ajudava a focar em outras questões, como a trama sombria e o gerenciamento do calendário.
Persona 3 Portable aprimora o jogo original de todas as formas possíveis (Imagem: Divulgação/Atlus)
1. Dragon Quest XI S: Echoes of an Elusive Age
A franquia Dragon Quest sempre foi uma das principais guardiãs do JRPG tradicional e Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age (2017) reforçava isso. Ainda que tenha uma história bela e seja uma aventura marcante, seu ritmo lento e metódico pode espantar jogadores mais dinâmicos.
A versão S, lançada pouco depois, ajudou o público ao incluir o botão de acelerar — o que permite confrontos velozes contra grupos de inimigos, grinding e viajar pelo grandioso mapa. Sem tirar a essência estratégica, ele se tornou mais “amigável” e criou laços ainda mais profundos com os fãs.
Qualidade de vida não é “noobice”
É importante levar em consideração que estes recursos permitem que experiências mais antigas, focadas em centenas de horas, farmar itens, XP e outros, tinham um ritmo apto a uma comunidade que evoluiu. Não eram ruins, porém também não se encaixam mais no nosso dia a dia.
Através do botão de acelerar, novos fãs podem se unir a este grupo e os antigos têm um ritmo melhor para se aventurar por jornadas que os encantaram nos “bons e velhos tempos”. A qualidade de vida serve para aproximar mais o público, não servir como um modo Easy. Entre os principais que se beneficiaram disso, estão:
O PS6, console da próxima geração da Sony, já começa a ganhar corpo nos bastidores e o protagonista da vez é a memória GDDR7. De acordo com rumores, isso pode representar um salto significativo de desempenho e promete destravar os gargalos gráficos e Ray Tracing.
No entanto, essa novidade também significa que o preço do próximo console da Sony poderá ser assustador — justamente em um momento em que os módulos valem ouro.
Mesmo como especulação, os passos que a companhia tomará para o PS6 já preocupam e empolgam de forma simultânea. Porém, o que mudará na prática e o que serve apenas para vender novas tecnologias?
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A memória GDDR7 pode trazer grandes melhorias em relação ao PS5? Depende (Imagem: Divulgação/Sony)
GDDR7: o que é e por que a velocidade não conta sozinha
A memória GDDR7, em termos simples, é “a pista” por onde o processador e a placa gráfica buscam dados como texturas, sombras e geometria. Quanto maior o padrão, mais Gbps — que pode ser lido como a “velocidade máxima permitida” — serão vistos.
Contudo, esses aspectos não farão tanta diferença quanto a largura de banda. Ela multiplica a velocidade com o espaço percorrido — quanto maior e mais veloz, mais informações poderão ser processadas simultaneamente.
Imagine que é como percorrer uma avenida mais larga com um carro veloz. Quanto mais extensa, menos trânsito pegará e poderá correr livremente em direção ao horizonte. Desta forma, mesmo um chip mais veloz, sem uma grande bandwidth, pode ter um desempenho diferente do outro.
O PlayStation 5, por exemplo, usa memórias GDDR6 com 448 GB/s. Com o padrão GDDR7, esse número alcançaria a faixa de 1,5 TB/s, quase 4x mais e com uma eficiência energética até 50% maior.
Isso não quer dizer que o PS6 terá justamente essa velocidade de largura de banda, mas há potencial para que ele tenha o dobro do desempenho da VRAM vista no seu antecessor — o que seria um grande diferencial.
O que muda de verdade no gameplay?
Neste caso, como você teria impactos nos jogos? O seu console faria o streaming de texturas de forma mais agressiva — com menos pop-in —, teria mais fôlego para processar Ray Tracing e técnicas de iluminação sem comprometer o frametime e mais folga para resoluções altas com upscaling.
O PS5 Pro possui upscaling via PSSR e possivelmente o PS6 também terá o recurso (Imagem: Divulgação/Sony)
Em termos mais simples, isso não significa uma taxa de quadros maior. É apenas uma consistência maior e sem forçar a sua memória. Em jogos de mundo aberto ou com Ray Tracing mais pesado, isso seria responsável por uma performance extremamente superior à vista nos dias atuais.
O que é exagero e marketing?
Com módulos de memória GDDR7 você pode ter todos os seus games em 4K nativo, RT full e 120 FPS? Não é bem assim. É neste ponto que muita gente será enganada, diga-se de passagem. O componente é apenas a “estrada”, mas tudo tem a sua origem e seu destino.
Existem limitações da CPU, placa de vídeo, do motor gráfico no qual cada game é produzido e até mesmo decisões do estúdio — que pode priorizar gráficos ou desempenho, a depender de cada caso. Ou seja, ela não fará milagres, apenas vai facilitar o caminho.
Anúncios focados apenas em Gbps tratam apenas da “velocidade”. No entanto, o ponto importante está na largura de banda, eficiência e no projeto térmico. Qualquer coisa diferente disso é apenas um “número de vitrine”.
Para escapar disso, será necessário pesquisar cada um desses aspectos assim que as especificações do PS6 forem oficialmente divulgadas. Assim, conseguiremos alinhar nossas expectativas para saber exatamente o que esperar do futuro console de mesa ou da meta que ele busca alcançar.
Muitos jogos podem se favorecer de uma maior largura de banda (Imagem: Reprodução/Kojima Productions)
Por que GDDR7 pode encarecer o PS6?
Com uma demanda cada vez maior de memória para os data centers de inteligência artificial, aumentou também os preços das RAM — o que trará impactos ao menos até o ano de 2028, com riscos de se prolongar.
Na prática, isso encarece os videogames atuais. E eles usam modelos mais “mainstream”. Os próximos terão de usar memórias de ponta como a GDDR7 para se destacarem. Logo, imagine o preço que elas vão estar no ápice da crise.
Para fugir disso, a Sony talvez siga três caminhos: tornar o PS6 mais caro para manter o salto técnico; segurar o investimento ao reduzir algum dos pontos como capacidade, interface e outros ou ajustar seu cronograma e estoque.
A demanda por IA tornou a memória extremamente cara (Imagem: Divulgação/Micron)
Este último, inclusive, é a maior aposta do mercado. Muitos já cravaram que o PS6 deve ser lançado em 2029 ou 2030 para evitar a crise atual e ter um apelo mais popular. A VRAM não é apenas um detalhe, então a decisão tem de ser sábia para não pesar no custo da companhia e dos fãs.
Fique atento a isto quando as specs aparecerem
Quando a Sony revelar os detalhes do PS6, seja com uma memória GDDR7 ou não, você deve procurar alguns aspectos para ter uma noção maior do que ele entregará e o que estará fora de seu escopo.
Você tem de bater o olho nos seguintes itens:
Capacidade total (quanto de memória terá?)
Largura de banda
Foco em eficiência e temperatura
Exemplos em jogos com modo desempenho e qualidade, com Ray Tracing etc.
Através destas informações você poderá reunir pistas de como será a experiência real de ter um PS6, ao menos muito mais do que ter um número isolado de Gbps e acreditar que isso vai definir como será jogar na próxima geração.
Analise também o Ray Tracing dos jogos (Imagem: Divulgação/Bethesda)
O salto para GDDR7 será custoso
Ainda que esteja no campo das especulações, é importante que a Sony escolha a GDDR7 para o PlayStation 6, por representar um salto técnico alto para os seus futuros jogos e para a própria performance do console.
Por outro lado, é preciso ter atenção em detalhes como a largura de banda, arquitetura e em sua otimização. Se não estiver munido de uma boa base, o uso da memória representará apenas “números bonitos”, mas ineficazes.
Além disso, os preços altos de RAM podem ser mais determinantes que a própria tecnologia. Se produzido em 2026, isso representaria mais do que um videogame “de luxo”, mas sim um console tão caro que se tornaria inviável a sua comercialização. Quem sabe isso mude até 2029 e 2030, não é?
Sem poder comprar um SSD custo-benefício, muitos buscam solução na compra dos HDDs tradicionais para armazenar jogos pesados ou bibliotecas de títulos clássicos — seja via emulação ou plataformas como o GOG.
No entanto, infelizmente esta é uma porta que também está se fechando. Companhias como Western Digital e Seagate estão com seus estoques de HDD esgotados para o consumidor final, já que toda a produção foi prometida para os servidores de inteligência artificial.
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Ou seja, além da falta de DRAM e SSDs, os discos rígidos também estão sendo absorvidos pelos data centers de IA. Porém, como as tecnologias mais atuais podem tirar vantagem de um componente “velho”? Nós do Canaltech te explicaremos esta discussão e o que pode acontecer daqui em diante.
Os HDDs podem ser lentos e obsoletos, mas os data centers de IA estão de olho neles (Imagem: MH Rhee/Pixabay)
Paradoxo do componente "obsoleto"
Tudo começou com uma movimentação do mercado para que o público atualizasse seu armazenamento, sob a desculpa que os HDDs estavam “mortos” e eram lentos demais. A solução seria migrar para os SSDs.
Com o usuário comum convencido disso, muitos partiram para o novo formato e abandonaram o antecessor. Afinal de contas, quem usaria um componente arcaico em seu PC em plena década de 2020?
O problema é que, com o aumento de preço do armazenamento mais veloz, muita gente levou em consideração retornar para os discos rígidos. Poderiam ser lentos, mas são confiáveis e não seriam vendidos a um alto custo.
Por muitos anos convenceram o público que SSD era melhor, agora não existem mais eles ou os antigos HDDs para venda (Imagem: Divulgação/SanDisk)
No entanto, na mesma rasteira que os data centers nos tiraram os SSDs do caminho, os HDDs também foram nesta maré. Agora, o mercado não tem nenhum dos dois e os poucos à venda estão começando a ficar com valores absurdos.
E por que isso aconteceu? Para treinar e manter as inteligências artificiais, as big techs precisam armazenar petabytes de dados com texto, imagens e vídeos — que exigem um “armazenamento frio” e não a velocidade instantânea dos NVMe, já que são acessados com menor frequência. E quem melhor do que os HDDs para resolver isso?
Com baixo custo por terabyte e alta densidade, o formato se tornou um dos queridinhos dos servidores para dar vazão a esta quantidade massiva de informações. E, nesta brincadeira, o “dinossauro” virou o motor invisível neste mercado de IA.
O consumidor final não importa mais
Afinal de contas, onde você fica no meio disso? De acordo com os executivos, com suas mãos longe dos componentes. O CEO da Western Digital já revelou em entrevistas que 89% da receita da companhia vem dos serviços de nuvem e data center. Sabe a porcentagem que você representa? Meros 5%.
A parcela é “insignificante” para os negócios das fabricantes e eles preferem nutrir os servidores de IA — que é de onde vêm seus lucros. Executivos querem o dinheiro e não se importam de onde ele chega. É até óbvio que eles vão priorizar quem injeta mais grana em seus negócios.
Isso mostra uma movimentação de mercado que deixa claro: ele não é mais moldado para quem monta seu PC para jogar ou trabalhar em casa. As linhas de produção são voltadas para contratos bilionários de longo prazo, justamente os que apenas as big techs podem oferecer.
No fim das contas, é quem dá mais dinheiro que será visado pelo mercado (Imagem: Viacheslav Bublyk/Unsplash)
Além disso, esta confusão toda vai durar um longo período ainda. Não veremos uma melhora ainda em 2027, já que acordos já foram fechados para o próximo ano e 2028. Ou seja, até lá, se surgir algum HDD e SSD disponível, será pelo maior valor que poderiam cobrar e “você que lute”.
Efeito dominó no seu bolso
Diferente da crise vista nas placas de vídeo durante a época de mineração de criptomoedas, essa nova onda de IA e nuvem não parece ser passageira. Está intrínseca em várias estruturas e promete moldar como o público vai interagir com essa tecnologia no futuro.
E para alimentá-la, é necessário tomar os SSDs e HDDs que são voltados para eles e também os nossos — os consumidores finais. Sem estoque, a pouca oferta vai gerar uma alta demanda e a lei que rege o setor vai cobrar bem caro de quem precisar atualizar seu PC ou notebook.
Com os PCs de entrada e os custo-benefício já ameaçados, só resta encarar a “guerra” antes de ver a situação piorar. Se precisa de espaço para armazenamento, seja pelos HDDs ou SSDs, a hora de comprar é agora. Para o bem ou mal, esperar trará um peso maior para o seu bolso.
Para isso, a equipe de desenvolvimento contou até com o apoio de funcionárias para deixá-lo ao máximo com a aparência de um “tio gostoso” — o que agradou muita gente na comunidade (sem julgamentos).
No entanto, existe um “limite” que a Capcom pode chegar. Afinal de contas, Resident Evil Requiem é um jogo de terror, não um Dead or Alive-like. Esse mesmo impedimento, porém, é inexistente no universo dos modders.
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Dito isso, senhoras e senhores, nós do Canaltech apresentamos a modificação “Leon Shirtless RPD”. Ela faz exatamente o que promete: deixa o herói sem camisa, com seus músculos à mostra. Atenção, imagem forte a seguir:
Com o mod, Leon permanecerá assim por toda a nova aventura (Imagem: Reprodução/Sergishols)
A skin substitui o traje de policial de Raccoon City de Leon S. Kennedy e oferece uma experiência totalmente exibicionista. Quer maneira melhor de encarar os mortos-vivos e o retorno à emblemática delegacia?
Mods de Resident Evil Requiem
Apesar de Leon sem camisa ser um banho de água fria em quem esperava um design mais ousado para Grace, o modder apenas entregou o material que teria uma demanda maior.
Além da versão, existem outras modificações de Resident Evil Requiem disponíveis no Nexus Mods e em outras plataformas. A “Dad mustache Leon”, por exemplo, adiciona um bigodão estiloso ao policial para complementar seu visual.
Até o momento, “Leon Shirtless RPD” já tem cerca de 2.500 downloads — o que é um início tímido para os quase 350 mil jogadores simultâneos que estiveram no pico de popularidade do game no Steam.
Em sua estratégia de “gamificar” a posição política, o Governo dos Estados Unidos compartilhou diversas imagens baseadas em jogos nos últimos dias. O escolhido da última quinta-feira (5) foi Pokémon Pokopia, mas a companhia responsável pelos monstros de bolso se pronunciou contra o uso da sua identidade visual para fins partidários.
Ao The New York Times, a The Pokémon Company afirma que não cedeu permissão para a administração de Donald Trump reforçar campanhas como o “Make America Great Again” (também conhecida como “MAGA”) e outras que podem comprometer a divisão da comunidade e ideais com os quais não compartilha.
“Estamos cientes de conteúdos recentes nas redes sociais que incluem imagens associadas à nossa marca. Não estivemos envolvidos na sua criação ou distribuição, e não concedemos nenhuma permissão para o uso da nossa propriedade intelectual. Nossa missão é unir o mundo, e ela não está ligada a nenhum ponto de vista ou agenda política”
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Na publicação do perfil da Casa Branca no X (antigo Twitter), ainda pode ser vista a frase com o fundo e tipografia de Pokémon Pokopia — que chegou ao Nintendo Switch 2 também na quinta-feira. A imagem já ultrapassou a marca de 21 mil visualizações.
Trump avança sobre Pokémon, Call of Duty e vários outros
O Governo dos Estados Unidos, liderado pelo presidente Donald Trump, tem usado com frequência a imagem e identidade visual de jogos para chamar a atenção para as suas ações — sejam elas locais ou ao redor do planeta.
Além disso, em 2025, foi vista uma campanha do ICE — grupo anti-imigração dos EUA — nas redes sociais que se utilizava da música principal da trilha sonora do anime Pokémon.
Comprar um jogo no PS5 pode ser um grande desafio aos jogadores em 2026, já que a PlayStation Store continua a aplicar os preços mais altos dentro de sua plataforma.
Hollow Knight: Silksong, por exemplo, foi lançado de R$ 60 a R$ 83 em várias lojas digitais. Porém, nos consoles da Sony, seu valor estava R$ 115. Afinal de contas, por que isso acontece?
O arquivo de download é o mesmo em todos os consoles e nos PCs, no entanto a matemática por trás das quantias cobradas no PS5 é completamente diferente.
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Isso não ocorre porque a Sony persegue os fãs brasileiros ou por causa das tecnologias existentes no PS5, mas envolvem uma mistura de políticas corporativas globais, impostos nacionais e a ausência de processamento local. Nós do Canaltech te explicamos tudo o que precisa saber abaixo:
Comprar jogos no PS5 sermpre dóem mais no bolso (Imagem: Divulgação/Sony)
Como as lojas decidem o valor?
Antes de mais nada, é necessário compreender como os valores são gerados. Os R$ 399 dos grandes lançamentos não vão direto para o bolso dos desenvolvedores e eles recebem apenas uma quantia disso a cada venda.
A PS Store, Loja Xbox, Nintendo eShop e o Steam cobram uma tarifa de 30% em cima de cada transação feita em suas plataformas. Ou seja, se um título custa R$ 100, R$ 30 vão para o bolso das lojas digitais.
Os estúdios sequer recebem este valor de R$ 70 que sobraram “cheios”. A distribuidora também tem uma parcela disso, o que pode significar muitas vezes que eles sequer ficaram com “metade” do dinheiroarrecadado com o seu produto.
Muitos estúdios sequer ficam com metade do valor de venda dos seus jogos (Imagem: Divulgação/Team Cherry)
Em outras palavras, os estúdios têm de visar um retorno financeiro apto e que leve em consideração quanto deve ser cobrado para alcançar isso. Eles que decidem o preço que cada um será vendido e não as plataformas.
No caso de Hollow Knight: Silksong, por exemplo, é a Team Cherry a grande culpada pelo valor alto no PS5? Parcialmente, sim. Todos os estúdios estão livres para precificar seus jogos da forma como bem preferirem.
O mesmo ocorre com Electronic Arts, Capcom, Ubisoft e outros que determinam o valor base. Claro que eles buscam lucros, mas a situação se complica um pouco mais quando há um console PlayStation envolvido.
São diversos os fatores impostos pela Sony para prejudicar ainda mais este cenário. A conversão do valor de US$ 70 para os R$ 399 é apenas um aspecto da diferença que existe na precificação dos jogos no nosso país.
O que isso quer dizer? Se a Team Cherry quiser reduzir o valor de Hollow Knight: Silksong para R$ 83 no PS5, ela poderia. No entanto, perderia dinheiro — algo que não ocorre na Loja Xbox, Nintendo eShop e Steam.
O diferencial da PS Store
Como assim eles perderiam dinheiro em uma, mas na outra não? Acontece que a PlayStation Store não é uma loja 100% nacionalizada financeiramente. As operações aparecem para nós em Reais (BRL), mas a transação faz o repasse internacional.
Toda compra no PS5 é uma aquisição internacional (Imagem: Divulgação/Sony)
Se o dólar sobe, por exemplo, todos os estúdios e distribuidoras reajustam os preços — muitas vezes de forma automática — para garantir a margem de lucro em cima do que é visto na moeda americana. Eles estabelecem o valor “lá fora” e adaptam para o nosso mercado, de forma que garanta o lucro.
Na prática, EA, Ubisoft, Activision e a própria Team Cherry não são as “vilãs”. Elas determinam por quanto cada jogo é vendido nos Estados Unidos e, a partir disso, convertem para o Real de forma padronizada.
Isso é diferente do que é visto nas demais plataformas, que possuem uma loja nacional. Assim, conseguem estabelecer quantias que não dependam da flutuação do dólar e podem se aproximar melhor do público brasileiro.
Para completar o “combo”, existe um fator oculto chamado de Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), cobrado a cada transação internacional. A PS Store “BR” não é nacional. Ela é uma “gambiarra” da versão estadunidense.
Isso significa que, toda vez que você compra algo nela, é identificada como uma aquisição no exterior. Nisso, o Governo e a Receita Federal aplicam a tarifa de 4,38% sobre o preço pago por cada produto.
Somado ao IOF, existe o spread bancário — uma taxa extra cobrada pelos bancos para a conversão do dólar no dia. Ou seja, o jogo pode custar R$ 399 na PS Store. Porém, no seu cartão de crédito será cobrado um valor maior.
Além de pagar em dólar, o IOF deixa a fatura ainda mais salgada (Imagem: Viacheslav Bublyk/Unsplash)
O milagre do Steam
Ao contrário da Sony, a Valve compreende como funciona a Paridade do Poder de Compra e aplica o conceito para dominar o mercado de PC. Ao invés de recomendar às distribuidoras que façam a conversão direta de Dólar para Reais, eles tomam um caminho distinto e mais “humanizado”.
No Steam, estúdios e produtoras possuem uma tabela que auxilia a adaptar os preços à realidade econômica de cada país. Através dela, um estúdio pode ver que os US$ 70 lá podem se tornar R$ 250 aqui — com sua margem de lucro garantida, mesmo com a taxa de 30% que a plataforma cobra.
Além disso, a Valve processa todos os pagamentos através de parceiros nacionais como o BoaCompra e o PagSeguro. Desta forma, você compra os jogos no Steam por PIX ou boleto bancário sem a necessidade de cobrança de IOF ou taxas internacionais.
A grande batalha dos marketplaces
Para compreender como funciona cada plataforma e as principais diferenças entre elas na precificação, é necessário analisar caso a caso para ver qual a melhor forma de injetar dinheiro em seus jogos com o melhor custo-benefício.
Confira como cada uma funciona e o que realmente é cobrado ou não na PS Store e nas demais lojas digitais:
Diferenças entre as lojas digitais no Brasil
Plataforma
Política de Preços
Processamento Financeiro
Tem Cobrança Extra de IOF?
Aceita PIX?
Steam
Tabela Regional (sugerida)
100% Local
Não
Sim
Loja Xbox
Preço Regional Localizado
100% Local
Não
Sim (via parceiros/gift cards)
Nintendo eShop
Preço Regional Localizado (parcial)
100% Local
Não
Sim (via navegadores)
PS Store
Conversão Direta do Dólar
Internacional
Sim
Sim (via gift cards)
Guia de sobrevivência
Ainda que esteja muito longe do ideal, a Sony não demonstra sinal algum de que vai mudar a sua política de valores no Brasil. Basicamente, tudo o que lhe resta é adotar algumas práticas para a situação ser “menos” pior.
A principal é comprar Gift Cards ao invés dos jogos diretamente da loja digital. Por ter parceiras nacionais como a Nuuvem e o PicPay, por exemplo, você pode pagar via PIX, boleto, cartão e fugir do IOF facilmente.
Apesar de ser menor do que representava há alguns anos, o mercado de mídias físicas no Brasil continua firme e todos os grandes lançamentos vêm ao país oficialmente.
Neste aspecto, contará com a competitividade entre os varejistas brasileiros, aplicação de descontos, cupons e outros que facilitam a sua compra. No entanto, é importante lembrar que o PlayStation 5 Edição Digital não possui leitor de disco — logo, é importante que adquira um para seguir esta dica.
A Microsoft e a Activision decidiram abrir o cofre e liberaram Call of Duty: Black Ops 7 totalmente de graça, ao menos por um fim de semana. Desta forma, se você ainda não recebeu seu suado dinheirinho, poderá curtir toda a experiência sem custos e conferir o que mudaram desde o seu lançamento.
No entanto, este não é o único jogo grátis que vale a pena conferir entre esta sexta-feira (6) e o próximo domingo (8). Há diversos títulos de peso, em várias plataformas diferentes e para todos os gostos.
Seja para correr contra os maiores mascotes da SEGA, vivenciar uma verdadeira jornada dentro de um MMORPG ou enfrentar seus amigos em Call of Duty: Black Ops 7, sua diversão já está garantida sem custos adicionais.
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6. FBC: Firebreak
Apesar de FBC: Firebreak ter sido um fracasso comercial e causado até a demissão do presidente do estúdio, não se engane: a experiência não é ruim. Ela apenas chegou em um momento ruim da indústria, justamente o qual os jogos como serviço estão “fadados ao fracasso”.
Com homenagem a várias das franquias da Remedy Entertainment, você é um agente que tem de invadir um misterioso órgão federal para encarar uma ameaça que não é de nosso mundo. Toda a experiência é um FPS multiplayer cooperativo e traz muita ação (e mistérios).
Onde está disponível: Xbox
Exige assinaturas: não exige o Xbox Game Pass
5. OTXO
A Epic Games Store trouxe OTXO com um dos seus jogos grátis para este fim de semana, com uma intensa aventura com mecânicas de ação e roguelike — com tudo visto pela câmera superior.
Em busca de um amor perdido, os jogadores entrarão em uma mansão misteriosa e desvendarão segredos ocultos em cada corredor.
Com uma história intrigante, diversas armas e centenas de habilidades, o game é um prato cheio para usuários de PC. É importante notar que o game alcançou uma nota 81 no Metacritic.
Placa de Vídeo: NVIDIA GTX 660ti ou AMD R9 270 com 2+ GB de VRAM
DirectX: Versão 11
Armazenamento: 600 MB de espaço disponível
Placa de som: integrada
4. Black Desert
O MMORPG Black Desert inicia um período de testes gratuito, que permite que veteranos e novatos explorem as novidades que a atualização Olivia Academy traz.
Além disso, o jogo grátis destes próximos dias também celebra o 6º aniversário da chegada do crossplay à experiência. São várias as recompensas e benefícios que servirão para impulsionar a sua aventura.
Isso pode ser visto de duas maneiras: enquanto alguns celebram a oportunidade de resgatar mais uma vez, outros podem criticar a repetição e até levantar questões sobre uma suposta “queda de qualidade” nas ofertas.
Requisitos mínimos para rodar Hell Let Loose nos PCs
Sistema Operacional: Windows 10 64-bit
Processador: Intel Core i5-6600 ou AMD Ryzen 3 1300X
Memória: 12 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 960 4 GB ou AMD Radeon R9 380 4 GB
DirectX: Versão 11
Rede: Conexão de internet banda larga
Armazenamento: 60 GB de espaço disponível
Requisitos recomendados para rodar Hell Let Loose nos PCs
Sistema Operacional: Windows 10 64-bit
Processador: Intel Core i5-8400 ou AMD Ryzen 5 2600X
Memória: 16 GB de RAM
Placa de vídeo: NVIDIA GeForce GTX 1060 6 GB ou AMD Radeon RX 590 8 GB
DirectX: Versão 11
Rede: Conexão de internet banda larga
Armazenamento: 60 GB de espaço disponível
2. Sonic Racing: CrossWorlds
Um dos jogos de corrida mais divertidos de 2025, Sonic Racing: CrossWorldsé liberado pela Microsoft para o público disputar grátis contra diversos mascotes da SEGA e da própria franquia do ouriço azul.
Quando vários portais se abrem, o multiverso permite que ainda mais heróis adentrem em sua realidade — como Hatsune Miku, Joker de Persona 5 e até Ichiban de Yakuza: Like a Dragon. Ou seja, independentemente do que curta, as partidas serão extremamente acirradas.
Onde está disponível: Xbox
Exige assinaturas: exige o Xbox Game Pass
1. Call of Duty: Black Ops 7
Também conhecido como um dos “piores jogos de 2025”, Call of Duty: Black Ops 7 tem feito de tudo para se redimir com a sua comunidade e permite mais um fim de semana grátis para ganhar uma oportunidade de te reconquistar.
Tanto que, desde seu lançamento em novembro do ano passado, ele tem aparecido com frequência em ações como esta. Além disso, ele terá um período mais prolongado de testes e você vai poder checar a experiência até segunda-feira (9) até às 15h no horário de Brasília.
De acordo com a Activision, serão liberados mais de 25 mapas — inclusive os presentes na Temporada 02: Torment, Sake, Nexus e o clássico Slums —, todo o modo Multiplayer e dois dos mapas presentes no Modo Zumbis.
O FPS foi extremamente criticado em seu lançamento, seja pelas decisões feitas para a sua campanha, pelo uso de inteligência artificial para as artes oficiais in-game e por problemas de desempenho que desgastaram a comunidade.
Onde está disponível: Xbox
Exige assinaturas: não exige o Xbox Game Pass
Menção honrosa: Demo de Fatal Frame II Crimson Butterfly
Se a ansiedade para revisitar uma das obras mais aclamadas de terror dos anos 2000 já bateu, a Team Ninja liberou a demonstração de Fatal Frame II: Crimson Butterfly, nova releitura do clássico lançado em 2003.
Disponível no PS5, Xbox Series e PCs, o conteúdo permite dar os primeiros passos na experiência e é possível transferir os dados para a versão final — o que evita ter de repetir todo o trecho e continuar exatamente de onde parou.
Jogos grátis do Amazon Luna
Nos computadores, a Amazon Luna também traz alguns títulos para os assinantes do plano Prime. Neste fim de semana, os fãs poderão conferir novidades como Tiny Tina’s Assault on Dragon Keep: A Wonderlands One-Shot, Tattoo Tyccoon e Siege of Avalon: Anthology.
E é importante ter atenção, já que games como Ashworld, Sid Meier’s Civilization VI e até Tiny Tina’s Wonderlands serão removidos em breve. Se aceita a dica, resgate-os enquanto seguem disponíveis.
Oportunidade de ouro
Alguns dos games liberados gratuitamente são uma oportunidade de ouro para aproveitar uma grande experiência no fim de semana. Principalmente se não sobrou dinheiro do 5º dia útil para aproveitar sucessos como Resident Evil Requiem e Pokémon Pokopia.
Entre os jogos grátis que valem a pena estar de olho nestes próximos dias, estão:
A Sony trouxe inúmeros jogos de sucesso na geração PlayStation 4 e PS5. Para listar apenas alguns deles, vimos God of War, Marvel’s Spider-Man, Horizon Zero Dawn, Until Dawn e outros que fizeram com que diversas franquias atingissem o ápice. Todas elas têm seus méritos e conquistaram uma legião de fãs.
Somado a sagas consolidadas como The Last of Us e novas como Days Gone, essa fase mais recente da japonesa foi decisiva para seu triunfo e a posicionou como líder de mercado. No entanto, o mesmo clamor que os alavanca nos consoles de mesa não é visto nos PCs.
Se por um lado os jogos no PlayStation a levaram ao topo, no PC a recepção seguiu por um caminho tortuoso. Não que os games tenham uma performance ruim, mas ela passou longe de ser tão acalorada quanto a vista nas demais plataformas. Estava mais para “morna”, com risco de cair para a gelada.
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Com baixas vendas e número de jogadores simultâneos no PC — de acordo com a plataforma SteamDB, God of War teve no máximo 79 mil pessoas e Marvel’s Spider-Man Remastered alcançou 66 mil no seu pico histórico —, a dúvida surge: como “obras-primas” premiadas passam batidas pelo público?
Um dos super-heróis mais aclamados da Marvel, um dos maiores games no PlayStation, flop nos PCs (Imagem: Divulgação/Sony)
Apesar de ver uma certa expectativa em relação ao lançamento dos games para os computadores, isso nunca resultou em bons números ou métricas. E não tem relação com a qualidade dos jogos, já que muitos deles receberam port de peso e são mais bem-vistos do que suas versões originais.
Nós do Canaltech mostraremos como o modelo de negócio da Sony e sua precificação afastou os fãs dos jogos PlayStation nos PCs. Isso significa que ela se sabota? E quem não? Confira como.
Data de validade do hype
Pense comigo a sequência de eventos: God of War lança em 2018, vídeos são compartilhados à exaustão em todas as redes sociais possíveis e se forma toda uma hype ao redor de Kratos e seu filho. Se em 24 horas após sua chegada já havia spoilers, imagine depois de alguns anos?
God of War já não tinha mais o fator "novidade" 4 anos depois de sua chegada ao PS4 (Imagem: Divulgação/Sony)
Demoraram 4 voltas da Terra ao Sol, mas quando o espartano redimido chegou nos PCs, a novidade já tinha passado há eras. Vivíamos em um mundo antes da pandemia, inclusive. Não havia qualquer senso de urgência para integrar a comunidade — afinal de contas, foram mantidos à distância por gerações. O que custaria esperar mais um pouco?
Esta demora remove por completo a empolgação do público em relação às experiências. É como chegar em uma festa depois das vergonhas causadas pela bebida e outras substâncias. Qual a graça? É exatamente o que muitos gamers se questionam, não há um “impulso” para aproveitar o momento.
O sucesso de Helldivers 2 fala por conta própria. Lançamento simultâneo no PS5 e PCs, existiam tantos jogadores que quebraram os servidores e causaram um baita confusão pelo excesso. Foram 458 mil jogadores simultâneos, apenas nos computadores, pouco depois de sua chegada.
Entende a diferença? Atraso significa recepção fria, paridade causou impacto — tão grande quanto o visto nos próprios consoles de mesa. Todos tiveram a mesma experiência, ao mesmo tempo, criaram uma verdadeira comunidade em diferentes plataformas e virou o assunto do momento.
E é isto que move o público. Já sentiu vontade de ver aquela série ou filme que todo mundo viu, menos você? Com os jogos é a mesma coisa. Se o port para PC chega depois, a “febre” já passou e muito possivelmente quem se interessaria tomou todos os spoilers possíveis.
Economia do Steam
O dilema da Sony com preços já é um velho conhecido dos jogadores. Vale lembrar que as compras feitas na PlayStation Store continuam a ser as que menos representam a opção custo-benefício — mesmo quando os valores não são tão altos assim.
Aí quando eles chegam ao computador, onde jogos AAA lançados custam uma média de R$ 199, o que acontece? Eles começam a querer cobrar R$ 299, que hoje já são R$ 399 graças a Death Stranding 2. Logo para cima do público forjado nas Steam Sales, emulação e que está acostumado a esperar uma eternidade para pagar o menor preço possível em determinados títulos.
“Não tem o menor cabimento”, você deve ter pensado. E nós concordamos. Ninguém em sã consciência pagaria R$ 199,50 em Days Gone, que até antes de chegar no PC era vendido por R$ 80 ou até menos no PS4 e PlayStation 5. Em um “jogo de 2019”.
Que fique claro, Days Gone é uma excelente experiência e é uma aventura inesquecível — principalmente para quem é fã dos mortos-vivos. No entanto, qualquer usuário de computadores se sentiria roubado por uma situação dessas. Imagina Horizon Zero Dawn por R$ 249,50 e Until Dawn por R$ 299.
Days Gone era encontrado por R$ 80 ou menos, mas nos PCs chegou por R$ 199,50 (Imagem: Divulgação/Sony)
A Sony tenta convencer o público com um filtro para chamar de “remasterizado” aqui, um modo novo para chamar a atenção dali, mas estamos em 2026. O jogador não é mais cego para estas questões e precisa de um esforço maior caso eles queiram ver a cor verde das suadas notas de dinheiro dos trabalhadores.
O público literalmente se recusa a pagar preço cheio de lançamento por um produto que está há meses ou anos na aba de descontos — ou até na PS Plus — da PlayStation Store. No máximo, o usuário coloca o jogo na sua Lista de Desejos, espera a próxima promoção sazonal e torce para ele estar com 50% de desconto ou mais.
Atrito técnico: o peso dos reviews
Além de todas estas barreiras, existe outra que assombra os donos de um PC Gamer: desempenho e qualidade dos ports. O jogo pode ser uma obra-prima no PS5, mas se chegar ao computador de forma desleixada, essa postura não servirá de nada: inclusive, pode comprometer a sua intocada reputação.
The Last of Us Part I teve uma recepção péssima nos computadores (Imagem: Reprodução/Sony)
Um exemplo disso é a versão de The Last of Us Part I lançada no Steam. O game passava horas na compilação de shaders, crashes eram comuns e diversos outros problemas ocorriam dentro da experiência. O público vocal da plataforma não perdoou e logo ele foi reconhecido como uma “bomba”.
O sistema de análises do serviço da Valve é extremamente dinâmico e funciona como um “farol” em casos extremos. Se há milhares de críticas e elas seguem de Neutras a Negativas, todos sabem que deve ser acionado o freio para ver o que aconteceu e se deve evitar a experiência.
É natural para o jogador de PC checar a otimização e performance de um game antes de comprar. Se houver um aspecto negativo assim logo no “Day One”, as vendas se estagnam nas primeiras 24 horas e nem mesmo Kratos levanta essa barreira novamente. O game cai e fica no chão.
Visão de mercado equivocada
A Sony olhou para os números e concluiu: “PC não dá dinheiro”. No entanto, o problema maior não está na plataforma, mas sim na estratégia que a japonesa utiliza para lançar seus jogos em outro ecossistema.
Nesta briga, os próprios se cercaram e foram responsáveis por parar em um beco sem saída. Lançar os games no PC “Day One” pode enfraquecer as vendas nos consoles de mesa. Porém, lançar 3 ou mais anos depois, garante um fracasso dentro da plataforma.
Isso sem excluir o fator mesquinharia da PlayStation. Com a confirmação de que o próximo Xbox será um híbrido entre console e PC — de forma similar ao Steam Machine — eles nunca vão querer ver as suas grandes marcas estamparem a concorrência. Ainda está "tudo bem" com God of War e Marvel's Spider-Man em portáteis como o ROG Xbox Ally, mas em um videogame de fato? É o que eles menos querem.
O modelo híbrido falhou, mas em sua essência. É diferente do que foi visto pela Microsoft — que publica seus jogos simultaneamente em ambas as plataformas, quando não em consoles rivais também, como no caso de DOOM: The Dark Ages e Ninja Gaiden 4.
A Capcom decidiu virar o jogo e antecipou o lançamento de Pragmata. O título, antes previsto para 24 de abril, agora chega ao PS5, Xbox Series, PC e Switch 2 em 17 de abril.
O anúncio foi realizado na última quinta-feira (5), durante a Capcom Spotlight — evento da produtora que mostrou todas as novidades que ela trará ainda neste ano de 2026 e nos próximos.
Inicialmente o game foi prometido para 2022, mas diversos problemas surgiram em seu caminho e o adiamento foi anunciado várias vezes. Porém, desta vez, quem esperava por Pragmata venceu.
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Também foi divulgado um novo trailer do título, que mostra mais da relação entre Hugh e Diana, além da grande ameaça da aventura: a inteligência artificial da nave, IDUS. Confira o vídeo:
O caminho tortuoso em Pragmata
Entre os trechos de Pragmata, é perceptível a presença de novos inimigos robóticos que vão dar dor de cabeça aos jogadores. Inclusive, é possível ver alguns dos chefões e um deles é um escorpião mecânico gigante.
O gameplay mistura ação e estratégia. Enquanto Diana hackeia os oponentes para expor suas fraquezas, Hugh é responsável por explorá-las ao máximo para a sobrevivência de ambos.
A demo de Pragmata continua disponível, caso queira testar o novo jogo em seu PlayStation 5, Xbox Series, Switch 2 ou PCs. Apesar da facilidade, o progresso no conteúdo não poderá ser transferido para a versão completa.
O novo driver 595.71 da NVIDIA gerou dor de cabeça para donos de placas RTX 40 e 50. De acordo com inúmeros relatos online, o problema mais sério é a limitação imposta ao overclock das GPUs.
Em comparação ao desempenho visto nas últimas atualizações, a atualização mais recente trouxe uma queda de cerca de 200 MHz. A estimativa é que o update tenha mexido nas limitações artificiais de tensão, seja proposital ou de forma acidental.
A NVIDIA não reconheceu a falha oficialmente, mas tudo indica que isso pode ter sido provocado por um bug em vez de uma mudança — já que as alterações têm sido inconsistentes entre os consumidores no geral.
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O youtuber Bang4BuckPCgamer, por exemplo, mostrou como o novo driver impactou a sua ASUS TUF Gaming RTX 5090. Ele revela que perdeu 65 mV da margem de tensão do overclocking e bloqueou a GPU em menos de 1 V.
Da frequência de 3.165 MHz, ela ficou um pouco abaixo dos 3.000 MHz. Entretanto, usuários notaram que essa restrição só aparece quando o núcleo da GPU ultrapassa os 150 MHz.
Em configuração de 150 MHz ou menor, a placa de vídeo não tem sua tensão restrita e pode alcançar até 1.060 V.
Confusão nos drivers da NVIDIA
Esta é a segunda semana seguida que a NVIDIA causa problemas com um driver. A versão anterior, de número 595.59, deu tanta dor de cabeça que levou a companhia a removê-la para os ajustes devidos.
Os drivers da NVIDIA têm causado muitos problemas há algum tempo (Imagem: Divulgação/NVIDIA)
No caso da mais recente, muitos usuários relatam instabilidades nas mais diversas GPUs disponíveis. Um deles reclamou ao ver que sua RTX 5080, que atingia até 3.200 MHz de frequência, agora chega a 2.995 MHz.
No canal do YouTube do Bang4BuckPCgamer, alguns declaram que há certa inconsistência nos problemas. Pessoas com Gigabyte AORUS Master RTX 5090 e PNY RTX 5090 Epic OC relatam que não passaram pelo erro, por exemplo.
O mesmo é visto com outros consumidores com GPUs como a variante da ASUS e da MSI Gaming Trio OC da RTX 5070. Não foi revelado pela NVIDIA se o possível bug será corrigido no próximo driver ou se vão disponibilizar uma atualização logo para evitar mais dores de cabeça.
Aconteceu o que muitos dos fãs mais temiam: Leon Kennedy está casado em Resident Evil Requiem. Ao fim da aventura, um dos protagonistas da jornada ostenta uma aliança em sua mão esquerda, o que significa que ele escolheu alguém especial para viver "feliz para sempre".
Enquanto a internet enlouquece perante as teorias se ele forma um casal com Ada Wong, Claire Redfield ou até mesmo com Chris Redfield, há sinais que apontam para uma direção que pode causar polêmica e mostrar que nem sempre o “final feliz” é aquele que nós esperamos ou queremos ver.
Afinal de contas, quem espera por Leon após os eventos caóticos de Resident Evil Requiem? Entre especulações e brincadeiras, há um fundo de realidade que muitos podem querer evitar, mas que traz uma luz à questão.
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E aí, casado?
Após diversas aventuras em Raccoon City e em países como a Espanha, Leon Kennedy se aquietou com uma pessoa ao seu lado. A aliança que aparece em sua mão no 9º game da franquia não deixa mentir: ele se envolveu romanticamente com outro ser vivo que, para sua tristeza, não é você.
Até nas artes conceituais de Resident Evil Requiem Leon ostenta uma aliança (Imagem: Divulgação/Capcom)
E quais sinais a franquia nos deixou até aqui? Bom, seu primeiro contato no apocalipse zumbi causado pela Umbrella Corporation foi com Claire Redfield. Os dois, juntos, venceram uma grande ameaça e sobreviveram a eventos traumáticos.
No entanto, enquanto salvavam Sherry Birkin de um lado e fugiam dos mortos-vivos do outro, o policial conheceu Ada Wong. A espiã e o herói formaram uma relação “Batman & Mulher-Gato” e “Homem-Aranha & Gata Negra”, na qual protagonista e vilã criam um laço.
Ainda que tentasse fazer o que era o correto, Ada aparecia e bagunçava tudo — e o herói pouco se importava em consertar a zona, contanto que estivesse perto da querida figura. Essa conexão se tornou mais forte a cada game e filme que contava com os dois, seja RE4, RE6 e outros conteúdos.
Por falar em Resident Evil 4, Leon passa uma aventura completa com Ashley a tiracolo. A jovem é filha do então presidente dos Estados Unidos na época, além disso um certo flerte era perceptível pela parte feminina. E se o crush dela deu certo?
Enquanto isso, o herói e Claire Redfield continuaram a se ver em diversas ocasiões. Seja em filmes animados, spin-offs e outras obras, era inegável que ambos estavam destinados a se encontrarem aqui e ali. Sabe o que isso significa? Que o herói enfrentaria um dilema difícil, diga-se de passagem.
Debate sobre os sinais
Muitos alegam que Resident Evil Requiem respondeu ao mistério, de forma tímida e sem alardes. Entre os chaveiros que são pendurados nas armas, existe um de Claire definido como “Trusted Companion” na versão americana. No entanto, na versão japonesa, este mesmo item é descrito como “aibou”.
Claire surge como referência em RE Requiem, mas muitos juram que é um sinal do matrimônio (Imagem: Reprodução/Capcom)
Segundo os debates, há um abismo gigantesco no significado das duas expressões. Uma “companheira confiável” é distinto de uma conexão de “vida ou morte”, uma parceira que Leon contaria mesmo em meio ao fim do mundo ou alguém a quem ele confiaria sua vida sem pensar duas vezes.
No entanto, a cultura japonesa trata o termo “aibou” de outra maneira. Ele indica uma conexão profunda, geralmente relacionada a duplas como policiais, amigos próximos que dividem um laço ou duas pessoas que se unem para atingir determinado objetivo.
Na cultura pop, podemos ver muito disso em alianças como Gon e Killua (Hunter x Hunter), Ash e Pikachu (Pokémon), Finn e Jake (Hora da Aventura), Salsicha e Scooby-Doo, James Kirk e Spock (Star Trek), Woody e Buzz (Toy Story) e diversos outros. "Aibou" define justamente esse laço.
Ou seja, Leon e Claire têm uma conexão extremamente forte e confiariam um ao outro em situações extremas, de forma quase cega. Porém, isso não indica necessariamente que os dois tenham um relacionamento amoroso. Pode existir, mas não é o que os move.
Não excluímos a possibilidade do romance entre os clássicos protagonistas de Resident Evil 2, principalmente por existirem alguns indícios em várias mídias diferentes. Leon até comenta para Sherry que verá Chris Redfield facilmente — o que ocorreria com frequência por ambos terem sobrevivido a Raccoon City ou talvez por serem cunhados.
O caso Ada Wong
Apesar de um relacionamento com Claire ser crível, todos sabem que o coração do herói sempre pertenceu a Ada Wong. A espiã apareceu em seu caminho também em RE2 e os dois se encontravam com uma frequência até “forçada”. Exceto por Requiem, quando víamos um em um jogo, a outra figura aparecia também.
Sempre rolou uma tensão romântica entre Leon e Ada nos jogos (Imagem: Reprodução/Capcom)
No remake lançado em 2019, inclusive, eles se beijam (ou ela beija Leon para silenciá-lo, entenda como quiser). Os dois constantemente se protegem em cada situação de risco e estão em constante contato — mesmo que eles estejam em lados opostos dentro da grande trama.
A situação “esquenta” quando o roteirista do filme Resident Evil Damnation, Shotaro Suga, sugeriu que Leon e Ada tiveram um encontro romântico durante os eventos de RE5. Ele apontou um jantar e até um motel, o que não acabou no material final, mas esteve nos planos iniciais da produção.
Neste mesmo longa, a personagem sugere que ambos foram para os “finalmentes” e que pretendiam continuar. No entanto, a linha entre os longas animados e os jogos é tênue e para a Capcom afirmar que alguns eventos não são canônicos é um pequeno salto. Ou seja, não conte cegamente com isso.
É fácil para a Capcom recusar alguns fatos vistos nos longa-metragens (Imagem: Reprodução/Sony Pictures)
Toda essa situação pode ter escalado para um casamento? É muito possível, já que a oficialização do relacionamento dos dois é esperada por grande parte da base de fãs. No entanto, por terem valores opostos, talvez este seja o caso de apenas uma grande paixão e não de aliança eterna.
Teorias em Resident Evil Requiem
Outros fãs circulam no debate que pode formar um casal com o herói personagens como Sherry e diversas outras. Inclusive, é possível que a aclamada esposa (ou marido) seja uma figura desconhecida e inédita na franquia. Quem sabe se Leon não quis fugir um pouco dos traumas que o marcaram?
É importante levar em consideração que Resident Evil Requiem e a Capcom não confirmaram se o protagonista é casado ou não — sequer com quem ele se relaciona. A única verdade é que ele possui uma aliança em seu dedo e curiosamente a cena é prolongada neste detalhe. É esperado que isso seja explorado em uma futura expansão, contudo nenhum DLC para Requiem foi revelado até agora.
Vamos ser honestos? As aventuras de Leon começaram em 1998 e já se passaram quase 30 anos. Ele não iria permanecer solteiro para sempre, principalmente pelas suas qualidades físicas. O que é um fato: alguém conseguiu colocar uma aliança no homem. Agora, quem será? O mistério ainda precisa ser revelado.