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Melhor lançamento da Motorola em 2026 até agora? Especialistas escolhem

O ano de 2026 começou com movimentos agressivos da Motorola no mercado premium. A fabricante focou em especificações de alto nível para enfrentar os principais concorrentes do setor. Entre os lançamentos recentes, o time de especialistas selecionou o modelo que mais se destaca.

A votação interna revelou um favorito absoluto entre os avaliadores. O Motorola Signature conquistou a liderança com folga e recebeu cinco votos no total. Por outro lado, o dobrável Motorola Razr Fold fechou a contagem com uma menção da equipe.

O campeão: Motorola Signature

O Motorola Signature surge como a nova referência de topo de linha da marca. O dispositivo atrai a atenção porque entrega um pacote que briga diretamente com os modelos mais caros da concorrência. A qualidade fotográfica é o ponto central desta evolução técnica.

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Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature
Motorola Signature (Léo Müller/Canaltech)

Amanda Abreu, apresentadora no Canaltech, resume bem a proposta do aparelho. O avanço coloca a Motorola em um novo patamar de competição global.

“É um topo de linha com todas as configurações de um topo de linha, além da melhor câmera da categoria”.

Gabriel Rimi concorda com a mudança de patamar da fabricante. O gerente de vídeo do Canaltech destaca que “finalmente a motorola traz um topo de linha com câmera incrível e com specs para brigar diretamente com outros high-ends do mercado”.

O poder de processamento é outro destaque importante. Renato Moura Jr destaca que versatilidade do hardware garante fluidez em qualquer tarefa pesada do dia a dia.

"É um flagship poderoso com uma câmera que rivaliza com a linha Galaxy S e com o iPhone”, diz Moura. 

Vinícius Moschen afirma que o celular surpreende pela qualidade das lentes. Segundo o redator, o aparelho “surpreende em câmeras e é uma ótima alternativa para quem quer um celular avançado Android fora da Samsung”.

Veja fotos tiradas com o Signature pela equipe do Canaltech:

Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Signature - Teste de câmeras
Motorola Signature - Teste de câmeras (Léo Müller/Canaltech)

Outro finalista

O Motorola Razr Fold também recebeu destaque na lista de melhores do ano. O modelo dobrável atende ao público que busca inovação visual sem abrir mão da potência. O aparelho mantém o prestígio da marca no segmento de telas flexíveis.

Motorola Razr Fold
Motorola Razr Fold (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Razr Fold
Motorola Razr Fold (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Razr Fold
Motorola Razr Fold (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Razr Fold
Motorola Razr Fold (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Razr Fold
Motorola Razr Fold (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Razr Fold
Motorola Razr Fold (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Razr Fold
Motorola Razr Fold (Léo Müller/Canaltech)
Motorola Razr Fold
Motorola Razr Fold (Léo Müller/Canaltech)

Adriano Ponte explica que o modelo é um “dobrável com a mesma proposta de qualidade e suporte que o Signature oferece”. O dispositivo foca em quem prefere um formato diferenciado mas exige a mesma confiança de um smartphone convencional.

Se você gostou da nossa seleção de vencedores, vale a pena ver quais foram os melhores celulares da Motorola em 2025.

Leia a matéria no Canaltech.

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"Guerra dos celulares" não é mais sobre câmera; bateria agora é campo de batalha

A disputa por megapixels e zoom astronômico parece ter ficado em segundo plano no mercado de dispositivos móveis. O novo foco da indústria agora é a autonomia, com um salto histórico na capacidade das baterias.

Em janeiro de 2026, a média global de capacidade atingiu 5291 mAh. Esse número representa um aumento de aproximadamente 400 mAh em relação ao ano anterior, o maior crescimento registrado desde o final de 2021.

Os dados são da Counterpoint Research, e mostram uma mudança no comportamento do consumidor. Celulares com capacidade de 6000 mAh ou mais já representam 29% das vendas mundiais, contra apenas 10% no início de 2025.

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As fabricantes chinesas lideram esse movimento com folga. Xiaomi, vivo, OPPO e HONOR dominam o ranking dos dez modelos mais vendidos com baterias de alta capacidade.

Celulares com bastante bateria é o novo foco do consumidor (Imagem: Reprodução/Counterpoint Research)

A tecnologia de silício-carbono é o grande segredo por trás dessa evolução. Ela permite que as marcas aumentem a densidade energética sem que os smartphones fiquem pesados ou grossos demais para o uso diário.

O Xiaomi Redmi 15C 4G é o atual líder desse segmento específico, com 3,6% de participação. O sucesso do modelo se deve ao equilíbrio entre o preço acessível e a ampla disponibilidade em diversos mercados.

Já o HONOR X70 5G ostenta o maior tanque da lista, com impressionantes 8300 mAh. O aparelho utiliza a terceira geração da tecnologia Qinghai Lake e oferece suporte para carregamento rápido de 80W.

Curiosamente, seis dos dez celulares mais vendidos com baterias gigantes são exclusivos da China. Isso acontece devido a restrições regulatórias em outros países e à estratégia de testar novas tecnologias no mercado doméstico.

Especialistas apontam que a China abriu uma vantagem de 1000 mAh na média de capacidade em comparação ao resto do mundo. Enquanto isso, marcas globais ainda aguardam a maturação de alternativas como baterias de estado sólido.

Apesar do otimismo, o ritmo de crescimento deve diminuir nos próximos meses. A escassez de memórias e o aumento nos custos de produção podem forçar as fabricantes a otimizar as especificações para manter as margens de lucro.

Leia a matéria no Canaltech.

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Mini máquina de lavar vinil tem função automática e sai por R$ 1.700

A Pro-Ject apresentou seu novo dispositivo para a limpeza de discos de vinil. O modelo VC-E Mini chega como uma opção compacta para quem busca manter a qualidade sonora de coleções raras sem ocupar muito espaço em casa.

O lançamento está previsto para abril com preço sugerido de £ 249. Em conversão direta, o valor gira em torno de R$ 1.740.

A máquina reduz a quantidade de peças móveis para economizar espaço e facilitar o armazenamento. Diferente de versões maiores, ela descarta o braço de sucção tradicional. No lugar, utiliza um motor de vácuo sem escovas para movimentar o fluido sobre o disco.

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O kit de venda acompanha uma escova de limpeza, um grampo magnético e o líquido Wash it 2. A fórmula do produto utiliza água desmineralizada e concentrado de limpeza. A composição livre de álcool garante a segurança e a integridade do material dos discos.

VC-E mini é um limpador de discos automático com bom custo-benefício (Imagem: Divulgação/Pro-Ject)

Para entusiastas que utilizam apenas panos de microfibra, o dispositivo oferece um cuidado profissional superior. O tamanho reduzido atende quem possui pouco espaço em prateleiras. A fabricante foca no público que prioriza a durabilidade de seus itens de coleção a longo prazo.

Leia a matéria no Canaltech.

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TVs da Samsung agora têm "Chromecast" embutido; veja quais são os modelos

A Samsung lançou recentemente sua nova linha de televisores para 2026 nos Estados Unidos. Além das melhorias em inteligência artificial, uma novidade silenciosa chamou a atenção nas especificações técnicas dos novos aparelhos.

Os modelos atuais agora contam com suporte nativo ao Google Cast. A ferramenta permite que o usuário envie vídeos, músicas e outros conteúdos diretamente de smartphones ou tablets para a tela grande sem a necessidade de acessórios extras.

Embora a marca já ofereça o recurso Smart View para o espelhamento de tela, o Google Cast amplia a compatibilidade com aplicativos populares. A função estava ausente nos modelos residenciais da fabricante há vários anos.

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O suporte está presente em diversas categorias do novo portfólio. A lista inclui as séries Neo QLED 4K, com as versões QN70H e QN80H, os modelos Mini LED M70H e M80H e também a linha Crystal UHD U8000H.

Novas TVs da Samsung contam com suporte para Google Cast (Imagem: Divulgação/Samsung)

Ao conectar o dispositivo móvel à mesma rede sem fio da TV, o celular passa a funcionar como um controle remoto para o conteúdo. Isso garante mais flexibilidade para quem utiliza o ecossistema do Google em conjunto com os produtos da marca.

Até o momento, a Samsung não confirmou se a funcionalidade chegará aos modelos de anos anteriores por meio de uma atualização de software. A novidade é tratada como um dos principais diferenciais das telas que estreiam agora no mercado internacional.

Leia a matéria no Canaltech.

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Motorola Signature tem força para brigar com Samsung e Apple? Nós testamos

Por um bom tempo, as opções de celulares topo de linha no Brasil giravam entre duas fabricantes, que se digladiavam pela escolha do público. Agora, a Motorola finalmente entrou de vez nessa disputa, e o Signature chegou para desafiar essa polarização.

O novo topo de linha foi anunciado no começo do ano como a aposta para brigar diretamente com Galaxy S26 Ultra e iPhone 17 Pro, tanto em desempenho quanto em câmeras. Nesse último caso, por sinal, o celular foi reconhecido pelo DxOMark como um dos melhores celulares do mundo.

Mas será que o Motorola Signature realmente tem força para rivalizar com os concorrentes? Eu analisei o smartphone pelas últimas semanas e, agora, conto se ele é tudo isso mesmo.

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Prós

  • Câmeras de ótima qualidade
  • Bateria de longa duração
  • Desempenho topo de linha
  • Design resistente e durável

Contras

  • Chipset “inferior” aos concorrentes

Câmera Gold do DxOMark

Não dá para falar do Motorola Signature sem destacar a qualidade das câmeras. O aparelho usa três sensores de 50 MP na traseira combinados com lentes diferentes para cada tipo de foto. Há uma lente principal para uso geral, uma ultrawide (que também faz macro) para enquadramentos mais abertos e uma lente periscópica voltada ao zoom. Na frente, o sensor de 50 MP garante selfies com alta resolução.

Mas o que me surpreendeu não foram meramente os números. O celular, de fato, entrega fotos de altíssima qualidade em vários cenários. 

Tanto as fotos feitas com a câmera principal quanto aquelas registradas com o periscópio tiram fotos com um nível bem alto de informações. Nessa imagem abaixo, por exemplo, é possível ver os mínimos detalhes das ondulações da água ao dar um zoom. 

Motorola Signature mantém uma ótima qualidade de imagem mesmo em fotos com bastante zoom (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

O HDR também é excelente, e isso fica ainda mais nítido ao tirar fotos com zoom de até 6 vezes — configuração que é usada pela câmera periscópio. Na comparação abaixo, coloquei uma foto com a câmera principal, uma com zoom de 3x e a outra de 6x. 

Nas três, dá para ver todas as marcas das árvores, do gramado e das cadeiras, ao mesmo tempo em que as partes mais claras também ficam bem nítidas. 

Câmera periscópio do Motorola Signature garante uma boa qualidade de imagem com zoom (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

As cores também chamam atenção, mas pela fidelidade. Em vez de apostar em imagens mais intensas e vívidas, a Motorola preza por manter o resultado mais próximo da realidade. Isso é assegurado pela certificação da Pantone, que garante que as cores das fotos feitas com o Signature são reais. 

Para quem prefere fotos mais realistas, isso é excelente. Mas pode incomodar um pouco quem está acostumado com registros com um pouco mais de saturação. Se você tinha um celular Samsung antes do Signature, vai notar essa diferença.

Para gravação de vídeo, o celular faz o que se espera de um autêntico topo de linha: gravação em 4K a 60 fps ou 8K a 30 fps. Nesse ponto, só “pecaria” por não entregar uma filmagem em 120 fps, como no iPhone, mas isso é “perdoável” pela resolução maior. 

A estabilidade também não deixa a desejar, e o Signature também conta com o recurso de “trava no horizonte” que viralizou com o Galaxy S26 Ultra — apesar de já existir há gerações nos celulares da Moto. 

Motorola Signature tem um conjunto de três câmeras com alta resolução (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Na prática, ele permite que o celular mantenha a orientação na vertical mesmo que você gire o celular em 360º. No dia a dia, isso é útil para fazer vídeos mais estáveis, mesmo que você trema bastante a mão. 

Todos esses recursos garantiram ao celular o selo Gold do DxOMark, que premia as melhores câmeras de celulares do mundo. Atualmente, o Signature ocupa a oitava posição no ranking, acima até mesmo do Galaxy S26 Ultra e iPhone 16 Pro Max

"O conjunto de câmeras do Motorola Signature chama muita atenção pela qualidade, e prova que ele merece o selo Gold do DxOMark, com ótimas fotografias em diversos cenários."

— Bruno Bertonzin

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Desempenho topo de linha, mas poderia ser melhor

Aqui minha análise fica um pouco agridoce, e corro o risco de ser um pouco injusto com o Motorola Signature. Mas não dá para deixar de destacar um ponto importante: ele é um topo de linha excelente, com chip topo de linha e configurações topo de linha. Mas não tanto quanto os rivais.

Isso porque cada modelo usa uma versão diferente do mesmo chip, e isso impacta diretamente no desempenho.

  • Motorola Signature: Snapdragon 8 Gen 5, com clock de até 3,8 GHz;
  • Xiaomi 17 Pro Max: Snapdragon 8 Elite Gen 5 (versão padrão), com até 4,6 GHz;
  • Galaxy S26 Ultra: Snapdragon 8 Elite Gen 5 for Galaxy, com até 4,74 GHz.

O “Elite” no nome não é só marketing: indica uma versão mais avançada do chip, com clocks mais altos. E, no caso da Samsung, o “for Galaxy” vai além, com um ajuste ainda mais agressivo de desempenho em relação à versão padrão.

Eu falei que corro o risco de ser injusto porque, de fato, essa comparação é injusta. Isso não indica que o celular vai ser tão inferior em relação aos adversários. Na prática, ele também executa suas atividades com extrema velocidade. 

Mas há essa diferença no papel, e isso fica mais nítido em testes de benchmark. No AnTuTu, por exemplo, ele marcou 936.176 pontos na análise da CPU, contra 1.114.748 do Galaxy S26 Ultra. 

Mas, se considerarmos puramente o desempenho prático, aquilo que o celular realmente faz no dia a dia, ele não deixa a desejar. Ele consegue rodar jogos bem pesados, além de executar diversos apps simultaneamente sem apresentar qualquer sinal de lentidão ou engasgos. 

Motorola Signature fica abaixo do Galaxy S26 Ultra em testes de benchmark (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

"O Motorola Signature é o celular que finalmente está fazendo a Motorola brigar de verdade no cenário topo de linha no Brasil, não só com especificações avançadas, mas com um desempenho excelente na prática."

— Bruno Bertonzin

Bateria de longa duração

Outro ponto que me chamou a atenção foi a bateria do Signature. O celular tem capacidade de 5.200 mAh. Isso, no papel, não é muito acima da média de 5.000 mAh, e muitos celulares já chegam aos 6.000 ou até mais. No entanto, a otimização do topo de linha da Motorola chama atenção. 

Nos nossos testes práticos, o celular consumiu apenas 19% da carga após um uso de 4 horas para reprodução de vídeo no YouTube. Neste cenário, estima-se que uma carga completa dure 21 horas. Essa marca é ligeiramente superior à do Galaxy S26 Ultra e iPhone 17 Pro, que consumiram 20% da carga no mesmo teste. 

No cotidiano o celular atende muito bem às expectativas. Em um uso “normal” — com redes sociais como TikTok, Instagram e WhatsApp — ele passa tranquilamente de um dia de uso

Eu, particularmente, costumo passar algumas horas por dia vendo TikToks e Reels, e muitas vezes ele chegava ao fim da noite com pelo menos 15% da carga. Se usar de forma mais intensa, com jogos, pode ser que ele peça uma carga antes de dormir. 

A vantagem é que o carregamento rápido de 90 W é bem eficiente, e consegue abastecer completamente a carga (de 0 a 100) em aproximadamente 50 minutos. 15 minutos na tomada já garante 50% da carga. 

Motorola Signature oferece uma boa autonomia de bateria (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Design elegante e construção premium

O ponto forte na construção do Motorola Signature é a resistência. O celular tem molduras de alumínio e tela Gorilla Glass Victus 2. Já a tradicional traseira com acabamento sintético garante que não haverá estilhaços na parte de trás. 

Mas são as certificações que destacam o smartphone entre os melhores nesse quesito. Ele conta com o padrão militar MIL-STD-810H e proteção IP68 e IP69 contra poeira e água. Isso já é padrão nos celulares da Moto, e não poderia ficar de fora no melhor celular já feito pela marca até agora. 

Motorola Signature tem um acabamento premium e um design elegante (Imagem: Léo Müller/Canaltech)

Por fim, o visual também chama atenção. Ele segue a identidade visual adotada pela fabricante nas últimas gerações. Enquanto alguns carinhosamente chamam de “visual de fogão quatro bocas”, eu acho a estética boa. É simples e elegante. Só achei que poderia haver mais cores: ele só está disponível nas versões Verde Oliva e Preto. 

Motorola Signature, Galaxy S26 Ultra ou iPhone 17 Pro?

O Motorola Signature chega ao mercado brasileiro para desafiar a Samsung e a Apple, e desponta como mais uma opção para quem busca um topo de linha de verdade. Apesar do chipset tecnicamente inferior ao da Samsung, ainda é uma alternativa para quem quer fugir do “padrão”. 

Na prática, o desempenho é tão bom quanto os dois rivais já consagrados. Mesmo que não atinja os mesmos números em benchmark, ele consegue rodar tudo com tranquilidade. 

As câmeras são muito boas nos três modelos, e cada um tem seus fortes: o Galaxy aposta na versatilidade, o iPhone se destaca em gravação de vídeo, e o Motorola na boa definição e HDR perfeito. Assim, nenhum decepciona para quem quer um celular para tirar ótimas fotos. 

Assim, a escolha entre os três pode ser definida pela preferência por sistema: quem quer iOS, quer iOS, não há como fugir disso. Já no universo do Google, a Motorola preza pelo sistema mais “limpo”, mais perto do Android puro do que a Samsung. Já o Galaxy oferece uma interface mais completa, com mais customização, recursos extras. Ambas oferecem, ainda, sete anos de atualizações

Motorola Signature é uma boa opção de celular topo de linha no Brasil (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Já o preço mostra mais diferenças. Comparando as versões de 512 GB, esses são os valores encontrados hoje no Brasil:

  • Motorola Signature: R$ 8.100;
  • Galaxy S26 Ultra: R$ 8.300;
  • iPhone 17 Pro: R$ 10.200.
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Vale a pena comprar o Motorola Signature?

Sim, vale muito a pena comprar o Motorola Signature. Apesar de a Samsung e a Apple serem mais referência no mercado topo de linha no Brasil, a Moto chega com firmeza para desafiar as duas. 

O celular entrega um ótimo desempenho, câmeras genuinamente boas, uma bateria de longa duração e muita resistência contra impactos e intempéries. 

O preço ainda pode assustar um pouco, mas se o celular cair para algo em torno de R$ 7.000 e R$ 7.500 para a versão de 512 GB, ele será uma ótima opção para quem quer um smartphone premium e de ótima qualidade.

Leia a matéria no Canaltech.

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AirTag: rastreador da Apple salva criança "sequestrada por acidente"

Um casal viveu momentos de pânico em Hamburgo, na Alemanha, na última sexta-feira (20). Após uma rápida parada em uma loja, eles notaram que sua bicicleta havia desaparecido. O veículo levava um reboque onde uma menina de quatro anos dormia.

Os pais acionaram a polícia imediatamente para relatar o ocorrido, e as autoridades iniciaram uma operação de busca que mobilizou diversas viaturas e motocicletas. Até um helicóptero reforçou o patrulhamento na região para localizar a pequena passageira.

O desfecho positivo veio graças a um AirTag instalado na bicicleta. O rastreador da Apple permitiu que os agentes localizassem o item em poucos minutos. O sinal indicou que o veículo estava em uma loja de materiais de construção a poucos metros dali.

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Bicicleta com criança foi recuperada graças à uma AirTag (Imagem: Reprodução/Hamburger Morgenpost)

Ao chegarem no local, os policiais encontraram a menina sã e salva. Ela ainda dormia tranquilamente no compartimento acoplado à bicicleta. Uma mulher de 58 anos recebeu voz de prisão no estabelecimento sob a suspeita de ter cometido o furto e ter sequestrado a criança por acidente.

Relatórios preliminares indicam que a suspeita estava em estado de embriaguez no momento da abordagem. A polícia agora trabalha para entender se ela sabia da presença da criança. As investigações sobre o caso seguem em curso pelas autoridades locais.

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Celular poderoso da Xiaomi chega ao Brasil; veja preço do Poco X8 Pro

A POCO anunciou na noite da última quarta-feira (25) a chegada oficial do POCO X8 Pro ao mercado brasileiro. O dispositivo foca em entregar desempenho de alto nível para o público jovem.

Design robusto e moderno

O design do novo smartphone aposta em bordas ultrafinas e traz um módulo de câmera com iluminação RGB dinâmica integrada. Além do visual moderno, a estrutura do aparelho possui diversas certificações de resistência contra água e poeira. O modelo conta com as proteções IP66, IP68, IP69 e IP69K.

Fotografia avançada com auxílio de IA

A câmera principal de 50 MP utiliza o sensor Sony IMX882 e conta com auxílio de inteligência artificial para otimizar as capturas. O sensor principal é acompanhado de um ultrawide de 8 MP. Já as selfies ficam a cargo da frontal de 20 MP.

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Ferramentas como o UltraSnap e o AI Creativity Assistant facilitam a captura de movimentos. Esses recursos também permitem a edição rápida de fotos diretamente no dispositivo.

Configurações e desempenho

Este é o primeiro smartphone da série a ultrapassar a marca de 2 milhões de pontos no teste de benchmark AnTuTu. O resultado é devido à plataforma Dimensity 8500-Ultra. O chipset garante um aumento de 15,8% na pontuação do teste e entrega 25% mais desempenho gráfico que o antecessor.

Para quem busca imersão em jogos, o aparelho suporta a tecnologia ray tracing em nível de hardware. O recurso permite que a iluminação e os reflexos nos cenários dos games fiquem realistas durante as partidas. O hardware trabalha com o sistema WildBoost Optimization para evitar quedas bruscas de performance.

POCO X8 Pro chega com foco em desempenho (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

A tecnologia prevê a demanda de recursos por quadro e mantém as taxas de quadros estáveis em sessões intensas. Já a estabilidade térmica fica sob responsabilidade do sistema POCO 3D Dual-layer IceLoop. A estrutura utiliza a tecnologia LiquidCool para dissipar o calor e manter o funcionamento do processador sob controle.

A tela de 6,59 polegadas atinge brilho máximo de 3.500 nits e oferece excelente visibilidade sob luz solar forte. O painel também conta com certificações da TÜV Rheinland para o conforto ocular do usuário. No áudio, o aparelho traz alto-falantes duplos simétricos com suporte para Dolby Atmos.

O software escolhido é o Xiaomi HyperOS 3, que integra recursos como o Google Gemini e o Circle to Search. Outra novidade é o Xiaomi Offline Communication. O sistema permite realizar chamadas de voz mesmo sem sinal de rede celular.

Um dos maiores destaques técnicos é a bateria de silício-carbono com capacidade de 6.500 mAh. O smartphone suporta o carregamento rápido HyperCharge de 100W para reposição ágil de energia. Além disso, o celular pode carregar outros dispositivos com sua função reversa de 27W.

Preço e disponibilidade

O POCO X8 Pro chega ao Brasil na configuração com 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento interno. O valor oficial do produto é R$ 6.999,99. O aparelho está disponível desde 26 de março no site oficial da marca e em varejistas parceiros.

Quem adquirir o smartphone nesta versão de 512 GB ganha dois brindes exclusivos da fabricante. O kit inclui o fone Bluetooth Redmi Buds 6 Lite e uma Smart Tag da Xiaomi para localizar objetos. O fone de ouvido conta com cancelamento de ruído ativo.

A fabricante também oferece benefícios adicionais para novos usuários. Estão inclusos três meses de Spotify Premium e dois meses de YouTube Premium. A marca confirmou parcerias com o jogo PUBG Mobile e com a organização LOUD até o fim de 2026.

Leia a matéria no Canaltech.

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Novo ar-condicionado da Samsung tem radar para ajustar vento sozinho

A Samsung aproveitou a feira Mostra Convegno Expocomfort 2026, na Itália, para exibir suas novas apostas no setor de climatização. O grande destaque do evento é o Bespoke AI WindFree Pro, um aparelho capaz de identificar onde exatamente as pessoas estão no ambiente através de um radar.

A partir disso, o sistema Motion Wind, composto por três pás que criam sete padrões diferentes de fluxo de ar, consegue direcionar o vento de maneira inteligente e automática.

Existem dois modos principais guiados por inteligência artificial. O AI Direct Wind foca o resfriamento diretamente no usuário para um alívio térmico imediato. Já o AI Indirect Wind faz o oposto e garante que a temperatura caia sem que o jato de ar atinja alguém de forma direta.

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Além do conforto, a fabricante foca na eficiência energética. O modo AI Energy, controlado pelo aplicativo SmartThings, analisa o ambiente e os padrões de uso para reduzir o consumo de eletricidade em até 30%.

O AI Fast & Comfort Cooling avalia temperatura interna e externa, umidade e tamanho da sala para ajustar automaticamente o modo de funcionamento.

A marca também mostrou o EHS ClimateHub, uma bomba de calor tudo-em-um. Esse sistema integra aquecimento e resfriamento de ambientes com o fornecimento de água quente em uma única unidade externa. A solução reaproveita o calor que seria descartado para aumentar a eficiência de todo o conjunto.

No setor corporativo, a novidade é o DVM S2+. Esse sistema utiliza o fluido refrigerante R32 e traz recursos de controle adaptativo. Segundo a Samsung, a tecnologia ajusta o desempenho da unidade externa conforme as condições do entorno e economiza 25% de energia em situações específicas.

A feira marca ainda a primeira exibição conjunta com a FläktGroup, empresa europeia comprada pela gigante coreana no ano passado. A integração visa fortalecer a presença da marca em grandes instalações, como centros de dados, com o apoio da nova plataforma de monitoramento SmartThings Pro.

Leia a matéria no Canaltech.

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Novo baratinho da Xiaomi chega com câmera de 108 MP por menos de R$ 1 mil

A Xiaomi confirmou a chegada de um novo integrante para a linha Redmi Note 15 na Índia. O Redmi Note 15 Special Edition, conhecido como Note 15 SE, tem lançamento oficial marcado para o dia 2 de abril de 2026.

O dispositivo completa a família que já conta com os modelos Note 15 5G, Pro e Pro+. A marca afirma que o celular foi construído para entregar uma experiência mais veloz e aprimorada em todas as funções executadas pelo usuário.

Embora as especificações técnicas oficiais ainda sejam escassas, o mercado espera que o modelo utilize a base do Redmi Note 15 padrão. Caso isso se confirme, o aparelho terá uma tela de 6,77 polegadas com taxa de atualização de 120 Hz.

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O desempenho deve ficar sob responsabilidade do processador Snapdragon 6 Gen 3 da Qualcomm. O conjunto de hardware ainda pode incluir uma bateria de 5.520 mAh, com suporte para o sistema de carregamento rápido de 45 W via cabo.

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Introducing the all-new #REDMINote15SE, built to deliver a faster, bolder, and simply better experience across everything you do.

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— Redmi India (@RedmiIndia) March 24, 2026

Na parte traseira, espera-se que a câmera principal seja de 108 MP. Para garantir um valor final mais acessível, a Xiaomi deve adotar a estratégia de remover o carregador da embalagem, além de oferecer cores exclusivas para a edição.

As vendas ocorrem apenas por meio da plataforma Flipkart em solo indiano. A expectativa é que o preço de lançamento fique entre ₹ 16 mil e ₹ 18 mil (algo entre R$ 890 e R$ 1.000 em conversão direta).

Leia a matéria no Canaltech.

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iPhone deve roubar usuários do Android em massa em 2026; só uma marca escapa

O mercado de smartphones deve enfrentar um cenário desafiador ao longo de 2026. Uma nova previsão da Morgan Stanley revela que as remessas de aparelhos Android podem apresentar uma queda de 15% neste ano, o seria agravado ainda mais pela migrassão massiva de usuários para aparelhos com iOS.

Enquanto isso, o impacto para a Apple será consideravelmente menor, com uma redução estimada em apenas 2%. A disparidade coloca a marca como a única grande fabricante global com expectativa de ganho de participação.

O principal motivo para essa crise é a inflação sem precedentes nos custos de memórias RAM e armazenamento. Esse aumento encarece o produto final e desestimula o consumo em diversas marcas que utilizam o sistema do Google.

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Além da questão financeira, a taxa de migração de usuários para o ecossistema da Apple atingiu o nível mais alto dos últimos cinco anos. O índice saltou de 6% para 11% na comparação anual.

Celulares Google Pixel devem ser a exceção na briga entre Android e iPhone dos próximos meses (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Nesse cenário de fuga de clientes, o Google Pixel aparece como a única exceção notável entre as marcas Android para o cenário previsto em 2026. A linha ainda consegue atrair novos usuários, apesar de apresentar uma leve desaceleração no ritmo de crescimento.

De acordo com o relatório, todas as outras grandes fabricantes do setor registram taxas líquidas de comutação negativas. Isso significa que elas perdem mais clientes para a concorrência do que conseguem conquistar.

A escala da Apple torna essa movimentação ainda mais significativa para o mercado. A empresa já vem ameaçando a liderança global da Samsung e deve consolidar essa posição com a chegada de novos usuários vindos da concorrência.

Os próximos meses devem detalhar como cada fabricante pretende lidar com o aumento nos custos de produção. Por ora, o cenário indica que a fidelidade ao Android será testada por preços mais altos e pelo apelo do iPhone.

Leia a matéria no Canaltech.

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PF captura drone durante voo em Brasília; piloto foi identificado

A Polícia Federal interceptou e apreendeu um drone que sobrevoava a Superintendência de Brasília sem autorização. O responsável pelo equipamento foi identificado e prestou depoimento aos policiais logo após a interceptação.

A corporação publicou um alerta oficial contra o uso de aparelhos do tipo na região nesta segunda-feira (23). Entre as medidas de segurança adotadas pela instituição está a apreensão imediata de aeronaves que não possuem permissão de voo.

O complexo policial e o seu entorno são registrados como Zona de Restrição de Voo nos órgãos competentes. A medida busca garantir o sigilo de operações, a segurança das instalações e a integridade física de quem circula no local.

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Atualmente, o banqueiro Daniel Vorcaro está preso em uma das celas do prédio desde a última quinta-feira. O ex-presidente Jair Bolsonaro também cumpriu pena no mesmo local entre novembro de 2025 e janeiro de 2026.

Polícia federal apreende drone sobrevoando Superintendência em Brasília (Imagem: Divulgação/Polícia Federal)

A Polícia Federal confirmou que possui equipamentos específicos para capturar drones invasores com agilidade. Além da perda do objeto, os operadores podem responder legalmente pela violação do espaço aéreo restrito.

A instituição orienta que pilotos profissionais ou amadores evitem o uso de drones na área sem autorização prévia. O descumprimento das regras resulta em sanções jurídicas e administrativas para os envolvidos.

Leia a matéria no Canaltech.

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5 funções escondidas da Alexa para quem gosta de filmes e séries

O catálogo dos streamings cresce a cada dia e nem sempre é fácil acompanhar todas as novidades ou configurar o ambiente ideal para o lazer. A Alexa pode ser uma aliada poderosa nesse momento, já que oferece funções que vão muito além de apenas tocar música ou informar a previsão do tempo.

Muitas dessas ferramentas estão escondidas nos menus de configuração ou dependem de comandos específicos que facilitam a vida de quem não desgruda da tela. Se você tem um dispositivo Echo ou usa o aplicativo no celular, pode otimizar seu tempo e focar apenas na diversão.

Separamos uma lista com cinco recursos interessantes para você explorar o potencial máximo da assistente da Amazon na hora de dar o play:

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1. Crie a "Rotina de Cinema" perfeita

A melhor forma de começar uma maratona é preparar o ambiente sem precisar levantar do sofá. Com a função de rotinas, você automatiza várias ações simultâneas com apenas um comando de voz personalizado, como "Alexa, hora do filme".

Você configura no aplicativo para que a assistente apague as luzes inteligentes, ligue a TV e feche as cortinas motorizadas de uma só vez. É possível até incluir o acionamento de uma pipoqueira conectada a uma tomada inteligente para completar o clima.

Uma dica valiosa é adicionar o comando "Não perturbe" no seu smartphone dentro dessa mesma rotina. Isso evita que notificações ou chamadas interrompam os momentos cruciais da trama, garantindo uma imersão total no conteúdo que você escolheu assistir.

2. Identificador de frases icônicas

A assistente da Amazon é uma verdadeira entusiasta da cultura pop e esconde diversas respostas para quem conhece falas clássicas do cinema. Interagir com esses "Easter Eggs" é uma maneira divertida de testar o conhecimento do software e dar algumas risadas.

Você pode citar frases famosas como "Alexa, eu sou seu pai" ou "Alexa, o inverno está chegando". A assistente responde de forma personalizada, com referências diretas às obras originais, o que demonstra um cuidado especial dos desenvolvedores com o público cinéfilo.

Essas interações mostram o lado mais descontraído da inteligência artificial e servem como entretenimento rápido entre um episódio e outro.

Alexa é uma ótima companheira para amantes de filmes e séries (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

3. "O que eu assisto agora?"

Escolher um título novo no meio de tantas opções costuma levar mais tempo do que a própria exibição do filme. Para acabar com o scroll infinito pelos menus, peça uma sugestão diretamente para a Alexa e deixe que ela faça o filtro inicial.

Basta usar comandos como "Alexa, me recomende um filme de ficção científica" ou perguntar o que está em alta no Prime Video. Ela analisa as avaliações dos usuários e sugere produções que combinam com o gênero que você solicitou no momento.

O diferencial é que a assistente busca dados atualizados e poupa o esforço de pesquisar sinopses em outros aparelhos. Assim, você descobre novos sucessos de forma rápida e gasta sua energia apenas aproveitando a história.

4. Controle total do Fire TV sem as mãos

Para quem utiliza o Fire TV Stick, a integração com a Alexa permite controlar quase tudo apenas com a voz. Isso é extremamente útil quando o controle remoto some entre as almofadas ou quando você está com as mãos ocupadas com o lanche.

Você consegue pedir para abrir a Netflix, pausar a reprodução ou retroceder o vídeo em alguns segundos sem tocar em nada. A comunicação entre os dispositivos é fluida e torna a navegação pela interface muito mais dinâmica e intuitiva.

5. Lembrete de lançamentos

Perder a data de estreia daquela temporada aguardada é algo comum com tantos lançamentos simultâneos. A Alexa ajuda a organizar seu calendário para que você seja o primeiro a assistir às novidades dos seus seriados prediletos.

Pergunte quando estreia um título específico e ela pesquisa a previsão para chegada da obra no streaming, seja no Prime Video ou em outros apps, como Netflix e HBO Max. 

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Dá para assistir TV usando fone de ouvido sem fio? Como fazer isso na LG

O desejo de assistir a um filme de ação com volume alto ou acompanhar uma partida de futebol durante a madrugada esbarra, quase sempre, no silêncio da casa. Para evitar conflitos com quem já dorme, o uso de fones de ouvido surge como a solução ideal.

Nas Smart TVs da LG que rodam o sistema webOS, essa tarefa é mais simples do que parece. Existe um recurso nativo que transforma o celular em um receptor de áudio, e permite o uso de qualquer fone conectado ao dispositivo móvel.

Conexão via aplicativo LG ThinQ

O método mais versátil para realizar essa conexão utiliza o aplicativo oficial da marca, o LG ThinQ, disponível para Android e iOS. Essa opção é ideal para modelos de entrada que podem apresentar limitações na conexão direta com periféricos.

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É possível conectar o fone à TV LG pelo celular ou direto por Bluetooth (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)
  • Certifique-se de que a TV e o celular estão conectados na mesma rede Wi-Fi;
  • Baixe e realize o pareamento da sua televisão no aplicativo LG ThinQ;
  • Selecione a TV desejada no painel de controle do app;
  • Ative o recurso chamado "Ouvir o Som da TV pelo Celular";
  • Conecte seu fone de ouvido, seja Bluetooth ou com fio, diretamente no smartphone.

Essa alternativa oferece uma conveniência extra, pois permite que a pessoa se desloque pela casa com o celular no bolso enquanto ouve o conteúdo. Além disso, resolve problemas de compatibilidade com fones antigos.

Conexão direta via Bluetooth

Para quem possui modelos de fones mais modernos e prefere dispensar o uso do celular, a conexão direta com a TV é o caminho mais curto. O primeiro passo é colocar o fone de ouvido em seu modo de pareamento específico.

  • Coloque o seu fone de ouvido em Modo de Pareamento;
  • No controle remoto da TV, acesse o menu de Configurações;
  • Navegue pelo caminho Som e depois selecione Saída de Som;
  • Escolha a opção Dispositivo Bluetooth ou LG Sound Sync;
  • Localize o nome do seu fone de ouvido na lista exibida na tela e confirme a conexão.

Vale notar que algumas versões do webOS permitem a saída de som simultânea. Isso possibilita que o áudio saia tanto pelos alto-falantes da TV quanto pelo fone de ouvido, o que é um recurso valioso para garantir a acessibilidade e o conforto de todos no ambiente.

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Vale trocar geladeira antiga por inverter? Veja em quanto tempo se paga

Diferente da maioria dos eletrodomésticos que usamos de forma pontual, a geladeira é o único item da casa que nunca descansa. Ela opera 24 horas por dia para garantir a preservação dos alimentos.

Em modelos com mais de 10 anos de uso, o desgaste natural de componentes e a tecnologia defasada fazem o aparelho consumir muito mais energia do que o necessário. Muitas vezes, essa unidade antiga sequestra uma parte considerável do orçamento mensal.

Neste cenário, a troca do refrigerador deixa de ser apenas um desejo estético ou uma busca por novas funções. Ela passa a ser uma decisão financeira estratégica para reduzir custos fixos.

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O consumo de energia na ponta do lápis

Para entender a vantagem da troca, é preciso analisar os dados de consumo médio mensal. Uma geladeira duplex antiga costuma consumir entre 75 kWh e 95 kWh por mês em condições normais de uso.

Já os modelos modernos equipados com tecnologia Inverter e selo Procel A+++ entregam um desempenho muito superior. Esses aparelhos apresentam um consumo reduzido, que gira entre 35 kWh e 40 kWh mensais.

Na prática, isso mostra que um modelo novo precisa de menos da metade da energia para realizar a mesma tarefa. Essa eficiência impacta diretamente no valor final da fatura de luz todos os meses.

A diferença entre o sistema On/Off e o Inverter

A grande explicação para essa economia reside na forma como o motor trabalha. O sistema antigo utiliza a lógica "On/Off", na qual o compressor liga com força total, faz barulho até atingir a temperatura e desliga por completo.

Sempre que a temperatura interna sobe, o motor sofre um novo arranque. Esse momento do ciclo é onde ocorrem os maiores picos de gasto energético, pois o esforço para iniciar o resfriamento é máximo.

A tecnologia Inverter funciona de forma diferente, como um motor de velocidade variável. Ele nunca desliga totalmente, apenas desacelera quando o interior está frio. Isso elimina os picos de energia e torna o produto muito mais silencioso.

Geladeiras inverter geram mais economia a longo prazo (Imagem: Eric Mockaitis/Canaltech)

O cálculo do tempo de retorno financeiro

Considerando uma tarifa média de energia de R$ 1,00 por kWh, o custo para manter a geladeira antiga fica em torno de R$ 85,00 mensais. Com a Inverter, esse valor cai para aproximadamente R$ 38,00.

A economia mensal de R$ 47,00 permite projetar o tempo necessário para o produto se pagar sozinho. Em um modelo que custa R$ 3.800,00, o retorno do investimento ocorre em cerca de 80 meses.

Isso significa que em pouco mais de seis anos a economia na conta de luz quita o valor do aparelho. Caso o usuário venda o item antigo, esse prazo pode cair para cerca de cinco anos e meio.

Fatores que podem acelerar a economia

O tempo de retorno pode ser ainda menor dependendo da situação do aparelho atual. Se as borrachas de vedação estiverem ruins, o consumo da geladeira velha pode ultrapassar facilmente os 100 kWh mensais.

Outro ponto importante é a variação das bandeiras tarifárias. Em períodos de seca, quando a Aneel aciona a bandeira vermelha, o custo do kWh sobe e torna a economia da tecnologia Inverter ainda mais valiosa.

Além do alívio no bolso, esses modelos garantem uma temperatura interna muito mais estável. Isso ajuda a conservar carnes e vegetais por mais tempo, evita o desperdício de comida e gera uma economia indireta.

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Alexa consegue pedir Uber e iFood? Nós testamos

Quem compra uma Echo Dot geralmente espera viver em um futuro totalmente automatizado. A promessa de pedir uma pizza ou solicitar um carro apenas por comando de voz sempre esteve no imaginário popular.

Muitos usuários adquirem o dispositivo com a esperança de viver uma rotina futurista,  mas a realidade ao tentar configurar esses recursos é frustrante.

Ao procurar as skills dessas plataformas na loja da Amazon, o usuário não encontra nada oficial. Em alguns casos, surgem apenas vídeos antigos de 2019 ou 2020 que mostram funções descontinuadas.

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É importante deixar claro que não existe forma nativa oficial de pedir iFood ou Uber pela Alexa hoje no Brasil. Essa ausência não é um erro de configuração, mas uma decisão de mercado.

Segurança em primeiro lugar

A principal razão para esse recuo tecnológico envolve protocolos de segurança. Manter uma sessão de pagamento aberta e autorizada por voz se tornou um risco elevado para as empresas.

O processo de autenticação exigia etapas que matavam a conveniência. O usuário precisava ditar PINs de segurança ou validar a compra pelo celular para evitar fraudes.

Esse processo tornava o pedido por voz mais demorado do que o método tradicional. Era mais rápido desbloquear o smartphone e fazer o pedido visualmente do que conversar com a assistente.

Mudanças nas APIs

Outro fator determinante foi a mudança na infraestrutura técnica das plataformas. Grandes empresas como Uber e iFood fecharam o acesso às suas APIs públicas ao longo dos anos.

Antigamente, esses sistemas permitiam o chamado "Write Access", que possibilitava a criação de pedidos por terceiros. Hoje, o foco mudou para o "Read Access".

Isso significa que sistemas externos conseguem apenas ler o status de um pedido já feito. Eles não têm mais permissão para iniciar uma nova transação do zero.

Alexa não consegue mais pedir iFood e Uber (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Também pesa o fato de o Uber Eats ter encerrado a operação de entrega de restaurantes no Brasil ainda em 2022. Isso desmontou a base logística necessária para a skill funcionar por aqui.

A ilusão das gambiarras

A internet está cheia de tutoriais que prometem contornar essas limitações. É comum encontrar guias que citam o uso de IFTTT ou Webhooks para forçar uma integração.

O IFTTT é ótimo para gatilhos simples e respostas automáticas. Ele consegue acender uma luz quando seu Uber chega ou mudar a cor da lâmpada ao receber uma notificação.

Mas ele não consegue realizar pedidos complexos. A ferramenta não tem como escolher um "X-Bacon na loja Y" e processar o pagamento.

Outra solução paliativa envolve o uso de aplicativos de automação no Android, como o Tasker. Eles conseguem fazer a Alexa ler em voz alta as notificações do celular.

Isso serve apenas como um espelhamento de avisos. A assistente avisa que o pedido saiu para entrega, mas não possui controle real sobre a plataforma de delivery.

Também é importante frisar que o fato de as empresas terem descontinuado suas respectivas skills, nem mesmo o processo de verificar o status de um pedido funciona de forma oficial e nativa com a Alexa. 

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Quanto custa carregar o celular por ano? Veja o impacto real na conta de luz

Muitos usuários acreditam que carregadores potentes aumentam o valor da conta de luz. Um adaptador de 120 W parece, à primeira vista, muito mais "gastador" do que um modelo de 15 W. No entanto, a realidade da física é diferente e simples de compreender.

A bateria do smartphone funciona como um balde de água com volume fixo. Não importa se a torneira está aberta no máximo ou apenas gotejando. A quantidade de líquido para encher o recipiente até o topo é sempre a mesma.

Potência versus Consumo

A potência indica a velocidade da entrega da energia e não o volume total consumido. Um carregador de 100 W enche o "balde" mais rápido do que um acessório de 15 W. O consumo final, medido em Watt-hora, permanece quase idêntico nos dois casos.

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Existe apenas uma pequena perda de eficiência durante esse processo. Cerca de 20% da energia se transforma em calor e isso explica por que o aparelho esquenta. Esse fenômeno ocorre em qualquer modelo, independente da marca ou da velocidade.

Fora isso, nenhum carregador mantém a potência máxima durante todo o ciclo de recarga. A velocidade cai de forma drástica após os 80% para proteger a integridade química da bateria. Essa gestão eletrônica garante que o componente dure mais e evita riscos.

O custo real no bolso

Vamos aos números práticos para uma bateria padrão de 5.000 mAh. Cada carga completa de um celular comum consome cerca de 0,025 kWh, valor que já considera as perdas térmicas. Com uma tarifa média de R$ 0,75 por kWh, cada recarga custa apenas R$ 0,02.

Carregador do celular gera impacto minúsculo na conta  (Imagem: Reprodução/Baseus)

Caso o usuário conecte o celular uma vez por dia, o gasto mensal fica em R$ 0,60. Ao final de doze meses, o total atinge R$ 7,30. O smartphone é, provavelmente, o responsável pela menor despesa entre todos os eletrônicos de uma casa.

O mito do carregador na tomada

Outro medo comum envolve deixar o adaptador na parede sem o celular conectado. Esses acessórios modernos consomem menos de 0,5W quando estão em repouso. O valor é tão baixo que o medidor de energia mal consegue registrar o impacto.

Retirar o item da tomada continua como uma boa prática de segurança para evitar curtos-circuitos em tempestades. Contudo, não há motivo para pânico financeiro. O impacto dos carregadores ultra-rápidos é nulo para o seu orçamento mensal.

Gostaria que eu fizesse uma comparação detalhada do consumo do celular frente a outros eletrodomésticos da casa, como a geladeira ou o notebook?

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9 comandos para controlar TV, som e streaming só com voz usando Alexa

Você com certeza já passou pela situação de se acomodar no sofá e perceber que o controle ficou longe. Ou então ele simplesmente sumiu no vão das almofadas na hora errada.

A boa notícia é que a Alexa pode resolver esse problema e controlar tanto a sua televisão quanto os aplicativos. A assistente da Amazon centraliza os comandos e facilita a sua vida.

Basta configurar tudo corretamente para esquecer o controle remoto e usar apenas a voz. Separamos uma lista com os principais comandos para você dominar sua sala de estar.

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1 - "Alexa, liga a TV"

Este é o ponto de partida para quem quer abandonar o controle físico. O comando funciona nativamente em televisores com o sistema da Amazon integrado ou aparelhos que possuem a skill da fabricante vinculada ao aplicativo Alexa.

Caso você utilize um Fire TV Stick, existe um detalhe importante para esse recurso funcionar. O dispositivo precisa de alimentação de energia direta da tomada, e não da porta USB da TV.

Assim, o aparelho permanece em espera e pronto para receber o sinal de ligar a qualquer momento. É a praticidade para quem chega em casa e já quer ligar a tela enquanto tira os sapatos.

2 - "Alexa, mudar a entrada para HDMI [1/2/3]"

Alternar entre o decodificador da TV a cabo, o videogame e o dispositivo de streaming costuma ser uma tarefa chata. Você precisa encontrar o botão "Source" ou "Input" e apertar várias vezes até chegar na opção desejada.

Com a Alexa, basta dizer o número da porta HDMI que você quer acessar. A troca acontece de forma imediata e direta, sem passar por menus intermediários ou telas de seleção.

Isso agiliza muito o processo para quem tem muitos aparelhos conectados. Você sai do jogo no console e vai para o filme no streaming em questão de segundos.

3 - "Alexa, desligar a TV em [X] minutos"

Muitas pessoas gostam de pegar no sono com a televisão ligada, mas acordar de madrugada com a luz da tela incomoda bastante. A função "Sleep" dos controles remotos costuma ficar escondida em menus profundos de configuração.

A assistente da Amazon simplifica isso com um comando de voz rápido. Você define o tempo exato para o desligamento antes de se ajeitar para dormir.

Dessa forma, a TV desliga sozinha após o período estipulado. Você garante uma noite de sono melhor e ainda economiza energia elétrica sem esforço algum.

4 - "Alexa, definir volume para [Nível]"

O controle de volume por voz exige um pouco de precisão para não causar sustos. Dizer apenas "aumentar volume" pode gerar mudanças muito bruscas ou muito sutis, o que obriga você a repetir a frase várias vezes.

A dica de ouro é usar a escala numérica que a Alexa compreende. A assistente entende níveis de 1 a 10, ou então porcentagens específicas, como "volume em 20%".

Outra opção é escolher o nível de volume desejado e ir direto para ele com o comando “Alexa, ajusta o volume da TV para o nível X”. 

Alexa consegue controlar funções da TV de forma mais simples (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

5 - "Alexa, mudo" / "Alexa, ativar som"

Existem momentos em que o silêncio precisa ser imediato. O telefone toca, alguém chama no portão ou você precisa prestar atenção em uma conversa rápida na sala.

Caçar o botão de "Mute" no controle remoto pode demorar tempo demais, e o comando de voz corta o áudio instantaneamente e permite que você resolva sua pendência.

Para retomar a programação, basta pedir para ativar o som novamente. É um recurso simples, mas que salva a experiência em momentos de interrupção inesperada.

6 - "Alexa, abrir [Netflix/YouTube/Prime Video]"

Navegar pela tela inicial das Smart TVs modernas pode ser uma experiência lenta. São dezenas de ícones, propagandas e menus que atrasam o acesso ao aplicativo que você realmente quer usar.

O comando de voz funciona como um atalho direto. A TV ignora a interface principal e carrega imediatamente o aplicativo de streaming solicitado.

Você ganha tempo e vai direto ao ponto. Funciona para a maioria dos serviços populares, como Netflix, Prime Video, Disney+ e Globoplay.

7 - "Alexa, tocar música [Gênero/Artista] no Spotify"

As soundbars costumam ter sistemas de som bem superiores aos do próprio celular ou de caixas inteligentes de entrada. Aproveitar essa potência para ouvir música é uma ótima escolha.

Ao pedir para a Alexa tocar uma playlist ou artista no Spotify pela soundbar, você transforma a sala em uma central de entretenimento. Além do áudio melhor, você ganha o visual da capa do álbum ou a letra da música na tela grande.

É ideal para receber visitas ou para momentos de limpeza da casa. A integração visual deixa a experiência mais rica do que apenas ouvir pelo alto-falante inteligente.

8 - "Alexa, procure filmes de [Gênero/Ator]"

A indecisão sobre o que assistir é um problema comum com tantas opções de streaming. Ficar rolando o catálogo de cada aplicativo individualmente consome muito tempo e paciência.

A busca universal da Alexa varre os serviços instalados para encontrar títulos específicos. Você pode pedir filmes de ação, comédias românticas ou produções com um ator específico.

A assistente exibe os resultados na tela e mostra em qual serviço o conteúdo está disponível. Isso facilita muito a escolha e evita que você assine um serviço novo por engano.

9 - "Alexa, modo cinema"

Este é o comando mestre que eleva o nível da sua casa inteligente. Diferente dos anteriores, este aqui precisa de uma configuração prévia no aplicativo Alexa, através da função "Rotinas".

A ideia é criar uma sequência de ações desencadeadas por uma única frase. Ao dizer "modo cinema", a Alexa pode ligar a TV, mudar para a entrada HDMI correta, ajustar o volume e até apagar as luzes inteligentes da sala.

Você cria o ambiente perfeito para ver seus filmes com apenas um comando. A personalização é total e depende apenas dos dispositivos conectados que você possui em casa.

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iPhone 17 Pro vira câmera de VAR no Brasil; entenda o sistema

O iPhone 17 Pro assumiu o papel de câmera oficial da arbitragem brasileira com a implementação do novo sistema de impedimento semiautomático. A solução utiliza dezenas de smartphones da Apple espalhados pelos estádios para garantir decisões milimétricas e acabar com as longas esperas pela traçagem manual das linhas do VAR.

A tecnologia funciona por meio de um mapeamento digital dos jogadores e da bola em tempo real. O sistema cria uma réplica tridimensional do lance e envia um alerta automático aos árbitros de vídeo sempre que detecta uma posição irregular. Com isso, o árbitro precisa apenas validar a jogada com base na animação 3D gerada pelo software.

A escolha pelo iPhone 17 Pro é fruto de uma parceria com a Genius Sports. Cada estádio recebe aproximadamente 28 aparelhos espalhados sob a cobertura para cobrir todos os ângulos do campo. O smartphone da Apple foi selecionado por causa do seu alto poder de processamento e da capacidade de gravação em 4K a 120 quadros por segundo.

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Essa característica garante a precisão necessária para o mapeamento 3D. Para suportar o funcionamento contínuo em alta resolução, cada suporte no teto dos estádios conta com pequenos ventiladores acoplados para evitar o superaquecimento dos celulares.

Implementação em todos os estádios do Brasileirão

O cronograma de instalações avançou de forma acelerada ao longo desta semana, e deve chegar a todos os estádios do Brasileirão 2026 ao longo dos próximos meses. Além da Arena da Baixada, do Athletico Paranaense, a Neo Química Arena, em São Paulo, e o estádio Couto Pereira, em Curitiba, também já receberam ao longo dessa semana. 

Os próximos passos incluem a implementação no Mineirão e Arena MRV, em Minas Gerais, mas ainda sem uma data exata. O primeiro estádio a receber a tecnologia foi o Maracanã, no Rio de Janeiro, e os recursos estão sendo testados desde o começo do ano. 

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Rival da Starlink quer datacenters no espaço para poupar água e energia na Terra

A Blue Origin, conglomerado espacial fundado pelo presidente da Amazon, Jeff Bezos, deu um passo ambicioso para expandir sua presença fora da Terra. A companhia protocolou um pedido junto ao governo dos Estados Unidos para lançar uma rede com mais de 50 mil satélites.

Diferente das constelações de comunicação tradicionais, como a Starlink, o "Projeto Sunrise" foca em transformar o espaço em um grande centro de processamento de dados. O objetivo é realizar computação avançada diretamente em órbita.

De acordo com o documento enviado à Comissão Federal de Comunicações (FCC) em 19 de março, a iniciativa busca aliviar a pressão sobre os recursos naturais no solo. O deslocamento do processamento para o espaço reduziria o consumo intenso de energia e água nos datacenters terrestres.

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A nova investida da Amazon ocorre em meio a uma disputa direta com a SpaceX. Recentemente, a empresa de Bezos tentou barrar os planos de Elon Musk para lançar uma rede de um milhão de satélites destinados a funções similares. A Amazon alega que tal volume de naves agrava riscos de colisões e poluição espacial.

Apesar da oposição ao concorrente, a Blue Origin agora busca seu próprio espaço com o uso de outra constelação planejada, a TeraWave. Esse sistema servirá como uma espinha dorsal de comunicação de alta capacidade para sustentar o tráfego de dados entre os satélites de processamento.

Após questionar expansão da Starlink, empresa de Bezos propõe data centers no espaço (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

O interesse em levar a computação para o vácuo se deve à abundância de energia solar e à menor rigidez regulatória para atividades corporativas. Especialistas acreditam que o avanço de ferramentas de IA deve terceirizar boa parte do trabalho de inferência para a órbita nos próximos anos.

Mesmo com o entusiasmo do setor, o projeto enfrenta desafios econômicos e técnicos severos. O desenvolvimento de tecnologias de resfriamento para processadores e a proteção de chips contra a alta radiação espacial ainda estão em fase de estudos por cientistas.

A viabilidade comercial da proposta também depende da redução dos custos de lançamento. Especialistas indicam que projetos desse porte dificilmente sairão do papel antes da década de 2030, devido ao aumento do congestionamento orbital e preocupações com danos à camada de ozônio.

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Anti-ronco radical: aparelho dá choques no queixo para "desligar seu trator"

O descanso noturno costuma ser interrompido pelo barulho persistente do ronco, que afeta tanto quem dorme quanto quem está ao redor. Para tentar resolver esse problema de forma tecnológica, o Sleepmi Z4 Snore Stopper surge como uma alternativa que utiliza inteligência artificial para monitorar o usuário.

Diferente de outros aparelhos que dependem apenas do som, o Sleepmi Z4 utiliza a captura de frequência e dados de movimento corporal. Essa abordagem evita erros causados por ruídos externos, já que o sistema analisa a curva respiratória em conjunto com algoritmos de oxigenação sanguínea e frequência cardíaca.

Quando o dispositivo identifica possíveis alterações no padrão respiratório ou o início do ronco, ele emite pulsos elétricos de diferentes intensidades através de dois eletrodos. Esse estímulo busca intervir no ritmo da respiração para auxiliar o usuário a recuperar a normalidade sem necessariamente acordar.

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O aparelho conta com um design que prioriza a praticidade, com carregamento via USB-C, a mesma utilizada na maioria dos smartphones atuais. Além disso, o Sleepmi Z4 acompanha uma caixa de transporte para facilitar o uso em viagens e possui um cordão reforçado para aumentar a durabilidade em relação à geração anterior.

Kit do Sleepmi inclui capa para transporte (Imagem Divulgação/Sleepmi/Editada por IA)

O controle das informações ocorre por meio de um aplicativo dedicado, que apresenta relatórios detalhados sobre a qualidade do sono e a dinâmica respiratória. Para manter a higiene e a eficácia da condução elétrica, a fabricante recomenda a troca mensal das pastilhas de gel que aderem ao queixo.

Apesar da proposta inovadora, é importante notar que o produto não substitui tratamentos médicos ou exames profissionais. O projeto reforça que o dispositivo não tem como objetivo diagnosticar ou curar condições médicas, mas sim atuar como um auxílio tecnológico para o bem-estar durante a noite.

Preço e disponibilidade

O Sleepmi Z4 está atualmente em fase de financiamento coletivo no Kickstarter. Os preços para os apoiadores variam conforme o pacote escolhido:

  • Super Early Bird: US$ 79 (aproximadamente R$  418 em conversão direta)
  • Early Bird: US$ 89 (R$ 471)
  • Couple Package (2 unidades): US$ 159 (R$ 841)
  • Trio Package (3 unidades): US$ 229 (R$ 1.212)

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Celular misterioso da Motorola ganha autorização para venda no Brasil

A Motorola prepara o lançamento de um novo smartphone de alto desempenho no Brasil. O repórter Wendel Martins, do Canaltech, localizou documentos de homologação na Anatel que autorizam a venda de um dispositivo misterioso e inédito no país, registrado sob o número de modelo XT2607-1.

A certificação de conformidade técnica, emitida pelo Instituto de Pesquisas Eldorado, detalha que o produto possui suporte para conexões 5G em diversas bandas, incluindo a frequência de 3,5 GHz

As características técnicas e a nomenclatura sugerem que o modelo pertence à família Edge 70. O código XT2607 segue a lógica de gerações anteriores da marca, em que os prefixos XT2507, XT2407 e XT2307 representaram, respectivamente, aparelhos das linhas Edge 60, Edge 50 e Edge 40.

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O certificado confirma a presença de tecnologias avançadas, como NFC, Wi-Fi 6E e carregamento por indução. O arquivo também indica que o aparelho terá produção nacional na unidade da empresa em Jaguariúna (SP), além de fabricação em Wuhan, na China.

Linha Edge 70 pode ganhar novo membro no Brasil (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

A existência de um certificado de homologação é um passo obrigatório para que qualquer dispositivo eletrônico seja vendido de forma legal no território nacional.

O selo da agência garante que o rádio transmissor do telefone atende aos limites de segurança e interferência exigidos pela regulamentação local.

Apesar da liberação oficial, o registro na Anatel não obriga a fabricante a lançar o produto imediatamente. No entanto, a autorização serve como um forte indício de que o anúncio do novo celular deve ocorrer nas próximas semanas ou meses, assim que a empresa definir a estratégia de divulgação para o mercado brasileiro.

Leia a matéria no Canaltech.

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Amazon planeja volta ao mercado de celulares com o projeto Transformer

A Amazon prepara um novo investimento no mercado de smartphones. Batizado internamente como "Transformer", o projeto marca a tentativa de retorno da gigante ao setor após o fim do Fire Phone. O desenvolvimento ocorre dentro da unidade de dispositivos da empresa, sob sigilo.

O novo aparelho busca ser uma ferramenta de personalização móvel com integração com a assistente Alexa. O dispositivo deve funcionar como um canal direto para serviços como compras, streaming no Prime Video e Music, além de delivery pelo parceiro Grubhub, nos Estados Unidos.

A integração com inteligência artificial deve ser o grande pilar da iniciativa. Fontes próximas ao assunto afirmam que a tecnologia pode eliminar a necessidade de lojas de aplicativos tradicionais. Assim, o usuário acessa funções diversas sem a obrigação de downloads prévios ou registros complexos.

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Fire Phone foi um fracasso, mas pode voltar mais de uma década depois (Imagem: Divulgação/Amazon)

A companhia ainda explora diferentes formatos para o produto. As opções variam entre um smartphone convencional e um "dumbphone". Este segundo modelo teria recursos limitados para combater o vício em telas, com inspiração no minimalista Light Phone.

O desafio de enfrentar a Apple e a Samsung permanece elevado. Em 2014, o Fire Phone tentou atrair o público com recursos de compras, mas saiu de linha apenas 14 meses depois. O prejuízo na época atingiu a marca de 170 milhões de dólares em estoque não vendido.

Até o momento, a Amazon não buscou parcerias com operadoras de telefonia para o novo hardware, e representantes da empresa recusaram comentar sobre o assunto. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Novo Xiaomi tem bateria e tela generosa por menos de R$ 840; veja os detalhes

A Xiaomi oficializou a expansão de sua linha de entrada no mercado internacional com o lançamento do Redmi 15A 5G. O dispositivo marca o retorno da popular série "Redmi A" e chega com foco em tela e bateria generosas, apelando para o custo-benefício. 

O grande destaque do aparelho é o painel IPS LCD de 6,9 polegadas, com taxa de atualização de 120 Hz. O display possui resolução HD+ e alcança brilho máximo de 810 nits. O design adota um entalhe em formato de gota para a câmera frontal.

Para suportar o consumo de energia da tela, ele é alimentado por uma bateria de 6.300 mAh. A chinesa promete autonomia de até nove horas, com uso intenso de tela ligada. O carregamento é feito por um sistema padrão de 15W com fio. 

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Redmi 15A é o novo baratinho da Xiaomi que promete boas câmeras (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

O desempenho do Redmi 15A 5G fica sob responsabilidade do processador Unisoc T8300. O chipset de 6 nanômetros oferece suporte à conectividade 5G e lida com tarefas básicas e consumo de mídia sem dificuldades. No visual, o smartphone apresenta laterais planas e um módulo retangular para o conjunto duplo de câmeras na parte traseira.

A estratégia da Xiaomi com este lançamento foca em usuários que priorizam bateria e fluidez de imagem sem gastar tanto. 

Preço e disponibilidade

O modelo chega às lojas nas cores preto, azul e rosa, com a interface da HyperOS 3, com preço sugerido de ₹ 15 mil, cerca de R$ 840 em conversão direta. A previsão de lançamento oficial nas lojas é para 27 de março, mas há uma data confirmada para a chegada do aparelho ao Brasil até o momento.

Ficha técnica do Redmi 15A 5G

  • Tela: 6,9 polegadas, IPS LCD, 120 Hz, HD+ (720 x 1600 pixels) e 810 nits
  • Processador: Unisoc T8300 (6 nm)
  • Bateria: 6.300 mAh
  • Carregamento: 15W (com fio)
  • Sistema operacional: Xiaomi HyperOS 3
  • Conectividade: 5G, Dual-SIM
  • Cores: Preto, Azul e Rosa

Leia a matéria no Canaltech.

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Galaxy S26 Ultra x iPhone 17 Pro: qual é o melhor topo de linha de 2026?

A disputa entre Samsung e Apple sempre foi acirrada, e com a chegada do Galaxy S26 Ultra, essa paridade com o iPhone 17 Pro ficou ainda mais evidente.

Os dois celulares mais poderosos do mercado chegaram com mudanças visuais e um desempenho bem equivalente na prática. Neste texto, comparamos as principais características de dois dos smartphones mais poderosos do Brasil para revelar qual vale mais a pena. 

Design e construção renovados

Nesta geração, as duas marcas reformularam o visual dos aparelhos. A Samsung adotou uma postura mais discreta, e inseriu as três câmeras maiores em um módulo com formato de pílula. Já a Apple escolheu uma mudança mais radical com o câmera platô. Esse módulo alongado ocupa toda a porção superior da traseira e agrupa todos os sensores.

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iPhone 17 Pro teve mudanças visuais mais perceptíveis (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

Uma mudança curiosa ocorre na estrutura lateral. Ambas abandonaram o titânio e voltaram a utilizar o alumínio. Esse material contribui para a leveza e auxilia na dissipação de calor. Mesmo com essa troca, os aparelhos mantêm a sensação de robustez. A certificação IP68 contra poeira e água continua presente nos dois modelos.

A proteção do vidro também recebeu atenção especial. O Galaxy S26 Ultra utiliza Corning Gorilla Armor 2 na frente e Victus 2 atrás. O iPhone 17 Pro aposta no Ceramic Shield 2 na tela e na versão anterior para a traseira. Ambas as soluções garantem segurança contra riscos e pequenos impactos diários.

Tela e exibição

As telas seguem como referência no mercado mobile. A Samsung utiliza o painel Dynamic AMOLED 2X, e a Apple mantém o Super Retina XDR OLED. Os dois contam com taxa de atualização de 120 Hz e garantem uma boa fluidez em navegação e jogos.

O Galaxy, porém, leva vantagem no brilho, com pico de 2.600 nits contra 1.600 nits do adversário. A sul-coreana também estreou a tela de privacidade, que impede que pessoas ao lado vejam o conteúdo do painel. Esse recurso pode ser ativado e desativado na central de controle do aparelho

Desempenho e hardware

O desempenho é um ponto alto deste comparativo. O Galaxy S26 Ultra traz o Snapdragon 8 Elite Gen 5, enquanto o iPhone 17 Pro aposta no chipset A19 Pro feito “em casa”. Na prática, os dois abrem aplicativos com velocidade extrema e rodam qualquer jogo pesado.

Galaxy S26 Ultra mostra mais potência em benchmarks (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

A diferença aparece nas opções de memória e armazenamento. Ambos trazem opções de 256 GB a 1 TB, mas o iPhone oferece 12 GB em todas as variantes, enquanto o Galaxy tem versões de 12 GB para os dois modelos de entrada e 16 GB para a edição com mais espaço. 

Essa diferença impacta bastante em benchmark. No teste do AnTuTu, a unidade do Galaxy S26 Ultra que testamos superou 3,8 milhões de pontos, enquanto o iPhone anotou 2,5 milhões na mesma plataforma.

Galaxy S26 Ultra tem larga vantagem em benchmark (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Bateria e carregamento

A autonomia dos aparelhos é equilibrada. No teste de reprodução de vídeos por quatro horas, ambos consumiram 20% da carga. No uso cotidiano, os dois alcançam um dia inteiro longe da tomada com folga. Usuários mais exigentes podem precisar de uma carga extra no final da tarde em ambos os casos.

A velocidade de carregamento favorece a Samsung. O Galaxy suporta 60 W e recupera a bateria em 45 minutos. O kit brasileiro inclui apenas o adaptador de 25 W, que o recarrega em 1h15, mas o carregador mais potente pode ser adquirido separadamente. 

Já o iPhone suporta 40 W, mas não traz carregador na caixa. No modelo da Maçã, o tempo de carga total chega a 1h15.

iPhone 17 Pro e Galaxy S26 Ultra oferecem a mesma autonomia (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Câmeras e vídeo

  • Galaxy S26 Ultra: 200 MP (principal), 10 MP (telefoto), 50 MP (periscópio) e 50 MP (ultrawide).
  • iPhone 17 Pro: 48 MP (principal), 48 MP (periscópio) e 48 MP (ultrawide).

As câmeras principais entregam resultados excelentes em qualquer cenário. Elas captam fotos com alta definição e HDR preciso. O iPhone 17 Pro leva vantagem na lente periscópio. O sensor da Maçã preserva mais detalhes em fotos com zoom óptico. A nitidez é superior no modelo da Apple.

Para gravação de vídeo, o iPhone ainda é a referência. Ele permite filmar em 4K com taxa de 120 fps. Isso oferece uma fluidez profissional para edições em câmera lenta. O Galaxy chega a 60 fps em 4K, mas oferece a opção de gravar em 8K ausento no rival norte-americano. 

Veja exemplos de fotos feitas com o Galaxy S26 Ultra:

Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras
Galaxy S26 Ultra - teste de câmeras (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Veja exemplos de fotos feitas com o iPhone 17 Pro:

iPhone 17 Pro - Câmera principal
iPhone 17 Pro - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera ultrawide
iPhone 17 Pro - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera principal
iPhone 17 Pro - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera principal
iPhone 17 Pro - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera ultrawide
iPhone 17 Pro - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera principal
iPhone 17 Pro - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera ultrawide
iPhone 17 Pro - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera principal
iPhone 17 Pro - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera ultrawide
iPhone 17 Pro - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - modo macro automático
iPhone 17 Pro - modo macro automático (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera periscópio/zoom 8x
iPhone 17 Pro - Câmera periscópio/zoom 8x (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera principal
iPhone 17 Pro - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera ultrawide
iPhone 17 Pro - Câmera ultrawide (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera periscópio/zoom 8x
iPhone 17 Pro - Câmera periscópio/zoom 8x (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera principal
iPhone 17 Pro - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera principal
iPhone 17 Pro - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - modo macro automático
iPhone 17 Pro - modo macro automático (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera principal
iPhone 17 Pro - Câmera principal (Bruno Bertonzin/Canaltech)
iPhone 17 Pro - Câmera frontal
iPhone 17 Pro - Câmera frontal (Wendel Martins/Canaltech)

Recursos extras e inteligência

A Samsung mantém a dianteira em funcionalidades de sistema. O Galaxy AI oferece ferramentas de edição e tradução mais maduras. A assistente Bixby também recebeu melhorias importantes, e agora está bem mais inteligente que a Siri. O suporte à caneta S Pen continua exclusivo do modelo Ultra, e facilita tarefas de produtividade e edições precisas.

A Apple também aposta em recursos práticos, como o carregamento MagSafe, o botão de ação,que permite customizar um atalho para abrir apps mais rapidamente, e a Ilha Dinâmica.

Galaxy S26 Ultra ou iPhone 17 Pro: qual é o melhor?

O Galaxy S26 Ultra é a escolha ideal para quem busca o máximo de tecnologia. Ele vence em brilho de tela, velocidade de carga e recursos de inteligência artificial. O hardware mais potente garante longevidade superior para os próximos anos. A tela de privacidade é um bônus valioso para segurança.

O iPhone 17 Pro é indicado para quem prioriza a criação de conteúdo. O modo de vídeo em 120 fps e a qualidade da lente zoom são imbatíveis. O design renovado trouxe um ar de luxo que agrada aos fãs da marca. 

Quanto ao preço, ambos chegaram por R$ 11.499 em sua versões mais básicas. Atualmente, porém, já é possível encontrar o iPhone 17 Pro de 256 GB por R$ 8,8 mil, enquanto o Galaxy aparece por R$ 8,6 mil em sua versão com 512 GB. 

Leia a matéria no Canaltech.

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Galaxy Buds 4 Pro beira a perfeição, mas escorrega em um detalhe

Os fones de ouvido da Samsung têm evoluído bastante e, para a nova geração, a sul-coreana trouxe os Galaxy Buds 4 Pro. Os novos vestíveis contam com um visual renovado, uma boa melhoria em som, mas ainda há um pequeno detalhe que os afasta da perfeição. 

Nesta análise, trago os pontos positivos e negativos do Galaxy Buds 4 Pro, os fones mais avançados da Samsung em 2026. 

Prós

  • Qualidade de som com muita melhoria
  • Bateria de boa duração
  • Modo ambiente realmente “transparente”
  • Design ainda melhor

Contras

  • ANC poderia ser melhor

Design e construção

Desde a geração passada, a Samsung adota o design com uma haste externa para os fones de ouvido, em vez de deixá-los totalmente dentro da orelha, como era nos Galaxy Buds 2 e modelos anteriores. 

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Eu, particularmente, gostei bastante dessa mudança, e os Buds 4 Pro estão ainda mais elegantes e até mais funcionais. A haste externa com aspecto de “aço escovado” dá um tom bem premium ao aparelho, ao passo que facilita o controle por gestos — algo que confundia um pouco os usuários do Buds 3 Pro durante os primeiros usos. 

Galaxy Buds 4 Pro chegam com uma mudança bem vinda no visual (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Eu, particularmente, nunca tive esse problema, mas é evidente que o formato novo facilita o uso — como o toque no antigo era pelas “quinas”, eles eram mais complicados de acertar de primeira. 

Outro ponto muito positivo é o conforto: assim como na geração passada, os fones são muito bem “desenhados”, e encaixam bem na orelha. O formato, é claro, varia de pessoa para pessoa, mas mais uma vez, os fones me passaram uma sensação absurda de conforto, e às vezes eu até “esquecia” que estava com eles. 

O estojo de carregamento também mudou de aparência, e agora volta a ser uma caixinha “deitada”, que permite ver toda a parte externa dos fones. Na geração passada, a marca apostou em um case com o mesmo formato dos AirPods, que perde um pouco da identidade visual da Samsung. 

Qualidade sonora

Aqui foi onde o Galaxy Buds 4 Pro me pregou uma “pegadinha”. Eu tenho usado o Galaxy Buds 3 Pro pelo último ano, e ao pegar o modelo novo pela primeira vez, não notei muita diferença na sonoridade.

No entanto, a configuração de equalização disponível nas definições é que mostra a verdadeira qualidade dos fones. 

Ele tem suporte para Hi-Res, ou áudio de alta qualidade, e “brincar” com esse ajuste permite alcançar uma qualidade de som "perfeita". Aqui, usei bastante a predefinição “Dinâmico”, da Samsung ou uma configuração personalizada em “V”, e gostei muito do resultado. 

Galaxy Buds 4 Pro tem uma ótima qualidade sonora, com áudio Hi-Res (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O som fica com graves bem destacados, e dá um aspecto mais “pesado” para o som, ideal para vários estilos, como rock, rap e eletrônica

“The Parchment”, do Iron Maiden, por exemplo, ficou muito melhor com uma equalização em V. O som ficou pesado logo no começo, com o baixo bem destacado. Esse som já é bem acentuado em uma equalização comum, mas conseguiu ainda mais presença com essa configuração. 

Em resumo, não se prender a configuração padrão dos fones permite destravar todo o potencial que os vestíveis da Samsung oferecem. 

"O Galaxy Buds 4 Pro oferece uma ótima sonoridade, mas é só ao configurar uma equalização personalizada — ou um modo pré-definido — que ele mostra sua verdadeira qualidade, com som Hi-Res realmente surpreendente"

— Bruno Bertonzin

Som ambiente, cancelamento de ruído e alternância automática

Assim como na geração passada, o som ambiente do Galaxy Buds 4 Pro é perfeito. Ele mantém o mesmo nível de transparência e, como o fone de ouvido encaixa perfeitamente no meu ouvido, é como se eu simplesmente não estivesse usando nada quando não há música tocando. 

A alternância automática entre o modo normal ou ANC com o Som Ambiente também funciona muito bem: ao detectar que o usuário entrou em uma conversa ou o som de sirene, ele ativa o modo transparente para que não seja necessário tirar os fones do ouvido. 

O único aspecto que ainda me incomoda um pouco — e é isso que afasta os Galaxy Buds da perfeição — é o ANC. Apesar de ter melhorado discretamente, o fone ainda deixa a desejar nesse ponto, principalmente se comparado com o seu principal adversário, o AirPods Pro 3

Modo som ambiente é perfeito, mas o ANC poderia melhorar (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Mesmo trocando as “borrachinhas” e deixando o fone bem vedado, ele ainda deixa passar uma quantidade considerável de som, algo que não me incomodou tanto ao usar os fones da Apple, por exemplo. 

"As configurações extra do Galaxy Buds 4 Pro são muito boas, mas o modo ANC tem espaço para melhoria, e é o único ponto que afasta esses fones da perfeição."

— Bruno Bertonzin

Bateria

A autonomia de bateria do Galaxy Buds 4 Pro é satisfatória. A Samsung promete até 7 horas de reprodução de música com ANC desligado, e aqui os resultados mostraram que ele pode chegar facilmente nessa marca. 

Após tocar música por seis horas com volume máximo e qualidade de streaming mais alta no Spotify, os fones ainda ficaram com 31% da carga. Com a carga do estojo, a Samsung dá uma estimativa de 30 horas de duração, o que está de bom tamanho para os padrões atuais. 

Para carregamento, os Buds 4 Pro tem conector USB-C, mas também suportam carregamento sem fio. 

Inteligência Artificial e recursos extra

Inaugurado nos Galaxy Buds 3 Pro, o Galaxy AI para fones de ouvido também faz parte do Buds 4 Pro, e mantém o mesmo recurso de tradução simultânea. Assim, eles podem ser usados em viagens internacionais para ajudar em conversas em diferentes idiomas. 

O controle por voz é outro destaque, e permite controlar a reprodução apenas com comandos de voz, sem depender de uma frase acionadora, basta dizer “aumente o volume” ou “Próxima música”, por exemplo, que ele já atende. Isso funciona bem, mas algumas vezes ele pode entender um trecho da música que estiver cantando como um comando e trocar de faixa acidentalmente, mesmo que você não diga aquele comando exato. 

Já os gestos com a cabeça, que chegaram com a nova geração, permitem que o usuário atende ou recuse uma chamada ao acenar ou balançar a cabeça. Eles também permitem interagir com a Bixby e dar respostas como “sim” ou “não” com esses gestos. 

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Vale a pena comprar o Galaxy Buds 4 Pro?

Sim, vale a pena comprar o Galaxy Buds 4 Pro. Os fones de ouvido da Samsung, que já eram muito bons na geração passada, conseguiram a proeza de ficarem ainda melhores. 

É claro que nem tudo é perfeito, e o ANC abaixo do esperado é o único ponto que realmente afasta esse par de fones de ouvido da perfeição. Não que sejam ruins, mas há espaço para melhoria, principalmente se comparado com os da Apple. 

O preço, porém, ainda não é o ideal. Anunciado por R$ 2.099 no pagamento parcelado, já é possível encontrá-lo por R$ 1.900, mas ainda precisa cair mais — e é provável que isso aconteça daqui alguns meses. Quando (ou se) ele chegar a uma faixa de R$ 1.500, ele já começa a valer mais a pena

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Eletrodomésticos inteligentes e conectados dão mais defeitos, revela relatório

A promessa de facilidade dos eletrodomésticos inteligentes enfrenta um obstáculo real: a queda na satisfação do consumidor. Um estudo da J.D. Power em 2025 mostra que a conectividade excessiva resulta em mais falhas e complica a rotina de quem busca praticidade.

O relatório indica que a pontuação geral de satisfação caiu de 710 para 699 pontos em apenas um ano. Michael Taylor, diretor da consultoria, afirma que aparelhos com Wi-Fi têm maior probabilidade de apresentar problemas em comparação aos modelos tradicionais.

Além dos defeitos técnicos, o excesso de funções causa uma confusão crescente no uso diário. Gerações mais jovens, como a Y e a Z, são as que mais relatam dificuldades, embora esperem por experiências de uso muito mais intuitivas.

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No segmento de lava-louças, a Bosch conquistou o topo do ranking de satisfação dos clientes. A marca alemã superou concorrentes como Samsung e Whirlpool, enquanto a Frigidaire amargou a última posição da lista deste ano.

Já no quesito confiabilidade, a KitchenAid assumiu a liderança entre as máquinas de lavar louça. Contudo, a marca ficou abaixo da média em experiência de uso, área em que a Bosch consegue equilibrar melhor o desempenho e a facilidade.

Eletrodomésticos inteligentes tendem a apresentar mais problemas (Imagem: Divulgação/Midea)

A GE apresentou resultados variados no levantamento. A fabricante lidera a categoria de máquinas de lavar com abertura frontal, mas detém os piores índices em freezers e lavadoras de abertura superior, que agradam menos aos compradores.

O relatório reforça a importância de escolher revendedores autorizados no momento da compra. Evitar plataformas de terceiros sem certificação garante que o fabricante honre a garantia, caso o produto apresente algum dos defeitos citados.

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AirPods Max 2: novo fone da Apple chega mais caro que iPhone no Brasil

A Apple anunciou hoje (16) o AirPods Max 2. A segunda geração do fone de ouvido de alto desempenho agora conta com o chip H2, que permite uma eficiência até 1,5 vez maior no cancelamento ativo de ruído em comparação com o antecessor. A principal novidade, entretanto, é o preço de tabela no Brasil, que chegou mais alto que o valor oficial do iPhone 17e.

O novo processador viabiliza recursos de áudio computacional inéditos na linha. Entre as novidades, o acessório recebe o Áudio Adaptativo, o Reconhecimento de Conversa e o Isolamento de Voz, que prioriza a fala do usuário em chamadas em ambientes barulhentos.

A qualidade sonora também recebe melhorias técnicas. O dispositivo oferece suporte a áudio lossless (sem perdas) de 24 bits a 48 kHz quando conectado via cabo USB-C. Essa configuração atende músicos e produtores que utilizam apps como o Logic Pro.

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Para criadores de conteúdo, o AirPods Max 2 permite a gravação de áudio com qualidade de estúdio e texturas vocais mais naturais. Além disso, a Digital Crown agora atua como um controle remoto para a câmera do iPhone ou iPad.

AirPods Max 2 chegam em várias opções de cores (Imagem: Divulgação/Apple)

A integração com a Apple Intelligence adiciona a Tradução ao Vivo, que auxilia na comunicação em diferentes idiomas. O sistema também conta com o Volume Personalizado, que ajusta a intensidade do som de acordo com o histórico de uso e o ambiente.

O design mantém a estética original, mas traz cinco novas opções de cores: meia-noite, estelar, laranja, roxo e azul. Em conformidade com as metas ambientais da marca, a construção utiliza materiais 100% reciclados em diversos componentes internos.

AirPods Max 2 mais caro que iPhone 17e

Nos Estados Unidos e em outros 30 países, as encomendas começam no dia 25 de março. O produto chega às lojas no início do próximo mês com preço sugerido de US$ 549.

Ainda não há uma data para o fone chegar ao Brasil, mas a Apple já revelou o preço de tabela por aqui: R$ 6.590. O fone é apenas R$ 200 mais barato que um iPhone 16 novo no site brasileiro da Apple e consegue ser mais caro que o iPhone 17e, que sai por R$ 5,8 mil.

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Samsung declara "emergência" mesmo com Galaxy S26 fazendo sucesso; entenda

A Samsung impôs um sistema de gestão de emergência para sua divisão móvel (MX). A decisão da cúpula sul-coreana responde à forte pressão financeira sobre o setor, mesmo com a procura recorde pelos novos Galaxy S26 no mercado global.

A medida ocorre após decisões semelhantes nas divisões de TVs e eletrodomésticos no último ano. Até então, o setor de smartphones era o único pilar de alta performance dentro do grupo Device Experience, mas o cenário mudou com a forte pressão sobre as margens de lucro.

O principal motivo para a crise é a chamada "chipflation", ou o aumento desenfreado no preço de semicondutores. Em apenas um ano, o custo de chips de memória subiu mais de 850%. Esse fator eleva drasticamente o custo de fabricação de cada unidade, sem que a empresa consiga repassar todo o valor ao consumidor.

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Galaxy S26 é sucesso mundial, mas não impede crise financeira na Samsung (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Além dos componentes, fatores macroeconômicos como a instabilidade no Oriente Médio encarecem o frete global. Com o aumento no preço do petróleo, os custos logísticos para a distribuição mundial de aparelhos tornaram-se um fardo adicional para o balanço financeiro da marca.

Dados internos indicam que a Samsung gastou quase 100 trilhões de wons em matérias-primas em 2025, um salto de 8,8% em relação ao ano anterior. Para conter o prejuízo, a diretoria ordenou uma redução de custos de 30% em todas as suas unidades de negócio de forma imediata.

Analistas de mercado preveem uma queda acentuada no lucro operacional da divisão móvel para 2026. A expectativa é que o montante recue de 12,9 trilhões de wones para cerca de 5 trilhões de wones, com riscos reais de perdas operacionais caso a pressão sobre os insumos não diminua.

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Trocar ar-condicionado comum por inverter vale a pena? Veja em quanto tempo paga

Trocar um ar-condicionado convencional por um modelo inverter pode reduzir significativamente o consumo de energia, mas será a economia compensa o investimento inicial? 

Com a alta das tarifas elétricas e o uso mais intenso do aparelho em períodos de calor, muitos consumidores passam a considerar a substituição do equipamento antigo. Para entender se a troca realmente vale a pena, analisamos o consumo de ar-condicionados de 12.000 BTUs e estimamos em quanto tempo a economia na conta de luz pode pagar a diferença de preço.

O custo da eficiência energética

Com base nos dados atuais do Inmetro, os modelos inverter de 12.000 BTUs apresentam consumo médio de 476,15 kWh por ano. Já os dispositivos convencionais, conhecidos como On-Off, registram a média de 620,5 kWh anuais. Essa diferença impacta o custo por hora de uso de forma direta.

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Ao dividir o valor anual por 2.080 horas (consumo anual em horas conforme os testes do Inmetro), o modelo inverter gasta 0,228 kWh por hora. A versão comum consome 0,298 kWh no mesmo período.

Ao considerar uma rotina de oito horas diárias, a economia mensal de energia chega a 16,65 kWh com a tecnologia moderna.

O tempo para o retorno financeiro

Um aparelho inverter moderno custa cerca de R$ 2.800 com a instalação não inclusa. Ao comparar com uma máquina comum de R$ 2.000, o investimento extra para ter a tecnologia mais eficiente é de R$ 800. O tempo necessário para recuperar esse valor varia conforme o estado.

Ar-condicionado inverter gera mais economia a longo prazo (Imagem: Eric Mockaitis/Canaltech)

No Rio de Janeiro, a economia mensal de R$ 18,65 quita a diferença de preço em 43 meses. Em Minas Gerais, o prazo para o retorno é de 47 meses. Já em São Paulo, o consumidor recupera o investimento adicional após 59 meses de uso contínuo.

Economia a longo prazo

Em regiões com tarifas menores, o prazo é mais extenso. No Ceará, o investimento se paga em 64 meses. No Paraná, o tempo de retorno chega a 75 meses. É importante ressaltar que esses cálculos consideram apenas a diferença de preço entre dois aparelhos novos.

Como esses dispositivos duram entre 10 e 15 anos, o consumidor garante um longo período de uso com baixo custo operacional. Após o período de retorno, a economia mensal se transforma em lucro real. O conforto térmico estável e o baixo ruído são benefícios que acompanham essa escolha.

Benefícios além da economia financeira

A troca de tecnologia oferece vantagens que superam a questão financeira. O conforto térmico é superior, pois a temperatura não oscila entre o gelado excessivo e o abafado.

Os modelos modernos também contam com sistemas de filtragem mais eficientes contra poeira e alérgenos. Isso melhora a qualidade do ar e auxilia na saúde respiratória, um ponto crucial para quem utiliza o aparelho durante o sono.

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8 comandos mais úteis da Alexa para quem ama música e filmes

A Alexa vai muito além de acender luzes ou programar alarmes matinais. Se você possui um dispositivo Echo em casa, já tem em mãos um hub de entretenimento completo.

Nesse texto, preparamos uma lista com comandos essenciais para quem busca novas faixas ou quer facilitar a noite de cinema. Confira como tornar sua rotina bem mais dinâmica e divertida:

1 - O "Shazam" nativo

A Alexa funciona como um identificador de músicas nativo. Se uma faixa toca e você não conhece o autor, basta perguntar que som é esse. A assistente responde com os detalhes do artista e o título do álbum.

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Essa função é ideal para quem utiliza playlists aleatórias ou sintoniza estações de rádio digitais. Você descobre novidades sem precisar desbloquear o celular ou interromper sua atividade atual.

O recurso opera com agilidade em toda a linha Echo, desde a básica Echo Pop até os modelos mais caros. É o fim daquela curiosidade incômoda de não saber quem canta seu novo hit favorito.

2 - A busca por letra

Sabe quando um trecho de música não sai da cabeça, mas o título sumiu da memória? A Alexa resolve esse problema com uma busca direta no banco de dados musical.

Basta cantar ou ditar uma parte do refrão para que a assistente localize a faixa correta. Ela inicia a reprodução imediatamente e coloca músicas similares na fila. 

Essa ferramenta é um verdadeiro salva-vidas para os esquecidos. O comando funciona de forma integrada aos principais serviços de streaming configurados no seu aplicativo.

3 - Treine seu DJ pessoal

Você pode educar o algoritmo da sua assistente para que as sugestões fiquem cada vez mais precisas. Ao dizer que gosta de uma música, a Alexa entende seu padrão de gosto.

Alexa é uma ótima companhia para quem ama músicas e filmes (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

O sistema refina as recomendações futuras e evita que faixas indesejadas apareçam na sua lista. Você também pode solicitar músicas parecidas com um artista específico para expandir seu catálogo pessoal.

Essa interação constante cria uma experiência personalizada e única. Quanto mais você conversa com a assistente sobre suas preferências, melhor ela seleciona o que toca no ambiente.

4 - O modo festa sincronizado

Quem possui mais de um dispositivo Echo pode transformar a casa inteira em uma pista de dança. O comando para tocar música em todos os lugares sincroniza os aparelhos perfeitamente.

A música flui da sala para o quarto sem atrasos ou ecos estranhos entre os cômodos. É uma função indispensável para recepções ou apenas para circular pela residência sem perder o ritmo.

Dispositivos como a Echo Studio e Echo Dot Max são ótimos para compor esse sistema multi-ambiente. O áudio preenche os espaços e distribui perfeitamente o som em todos os ambientes. 

5 - Busca por citações famosas

A Alexa também é uma enciclopédia para os cinéfilos de plantão. Você pode perguntar de qual filme é determinada frase clássica e ela identifica a obra original.

Além da utilidade prática, o recurso traz diversos segredos divertidos. Peça para a assistente falar como o Darth Vader ou outros personagens icônicos para ver a mágica acontecer.

Esses "Easter Eggs" mostram o lado mais descontraído da inteligência da Amazon. É uma ótima forma de entreter amigos ou testar seus conhecimentos sobre os grandes sucessos das telonas.

6 - Navegação por humor

Furar a bolha do algoritmo padrão nem sempre é uma tarefa fácil nos serviços de streaming. A Alexa ajuda nesse processo ao permitir buscas baseadas no seu estado de espírito atual.

Solicite filmes tristes, produções premiadas ou comédias leves para receber uma curadoria personalizada. O recurso funciona muito bem em telas grandes, como a da Echo Show 15, ou em dispositivos integrados à Fire TV.

Essa funcionalidade agiliza a escolha do que assistir no final de semana. Você gasta menos tempo no catálogo e aproveita muito mais o conteúdo selecionado especialmente para o seu momento.

7 - O comando para dormir tranquilo

O comando para parar a reprodução em alguns minutos é um dos mais úteis do sistema. Ele funciona como um temporizador universal para músicas, podcasts ou vídeos.

Se você gosta de pegar no sono com algum ruído ao fundo, esse ajuste garante que o som não toque a noite toda. A Alexa encerra a atividade sozinha assim que o tempo programado termina.

É a escolha perfeita para quem utiliza a Echo Spot na mesa de cabeceira do quarto. Você relaxa sem a preocupação de acordar no meio da madrugada para desligar o aparelho.

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Vivo aumenta preços de 6 planos; veja se você será afetado

A Vivo confirmou uma nova rodada de reajustes em seus planos de telefonia e internet. A atualização de preços atinge o portfólio Vivo Total, que integra banda larga e pós-pago, além de ofertas da modalidade Controle.

A medida ocorre cerca de um ano após o último ciclo de aumentos, realizado em abril de 2025. Segundo a operadora, os novos valores refletem investimentos em tecnologia e a busca por melhorias na experiência de conectividade dos usuários.

No caso do Vivo Total, os acréscimos variam entre R$ 10 e R$ 25, conforme o pacote escolhido. As opções destinadas ao uso familiar concentram os maiores saltos nos valores mensais.

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Confira a comparação dos novos preços para o Vivo Total:

  • Vivo Total Pro: passa de R$ 160 para R$ 170;
  • Vivo Total Ultra: passa de R$ 190 para R$ 203;
  • Vivo Total Família 2: passa de R$ 270 para R$ 295;
  • Vivo Total Família 3: passa de R$ 330 para R$ 355;
  • Vivo Total Família 4: passa de R$ 420 para R$ 445;
  • Vivo Total Família 5: passa de R$ 520 para R$ 545.
Planos da vivo começaram a sofrer novos reajustes (Imagem: Danilo Berti/Canaltech)

Além dos planos combinados, a operadora estabeleceu uma nova condição comercial para o Vivo Controle. Os novos preços entram em vigor em 16 de fevereiro de 2026, mas o reflexo financeiro acontece nas faturas com vencimento a partir de 1º de abril.

Para compensar o ajuste em algumas ofertas, a Vivo ampliará a franquia de internet de parte dos clientes. Usuários com pacotes de redes sociais e vídeo terão 10 GB exclusivos para esse fim a partir de 10 de março de 2026.

A empresa informa os assinantes sobre as alterações por meio de mensagens SMS e correio eletrônico. O Canaltech entrou em contato com a Vivo para obter mais informações sobre os planos reajustados e atualizaremos esta matéria com mais detalhes. 

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Novo dobrável flip da Samsung pode decepcionar em bateria, indica leaker

O próximo evento Galaxy Unpacked da Samsung, previsto para o meio do ano, reserva atenções especiais para a linha de dobráveis. No entanto, informações recentes indicam que o Galaxy Z Flip 8 pode não apresentar o salto de especificações esperado pelos entusiastas da marca.

De acordo com dados obtidos pelo site GalaxyClub, o dispositivo contará com duas células de bateria, identificadas pelos códigos EB-BF776 e EB-BF777. Elas possuem capacidades nominais de 1.150 mAh e 3.024 mAh, o que resulta em um total de 4.174 mAh.

Esse valor é praticamente idêntico ao registrado no Galaxy Z Flip 7. Com isso, a expectativa é que o aparelho chegue ao mercado com uma capacidade típica anunciada de 4.300 mAh, sem mudanças estruturais no componente de energia.

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Enquanto concorrentes do ecossistema Android adotam baterias de silício-carbono para aumentar a densidade de carga, a Samsung parece manter a tecnologia atual. Assim, melhorias na autonomia dependem exclusivamente de otimizações de software e da eficiência do novo processador.

Galaxy Z Flip 8 pode não ter melhorias em bateria (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O conjunto de câmeras também deve seguir a receita da geração anterior. Rumores apontam para a permanência do sensor principal de 50 MP, acompanhado por uma lente ultrawide de 12 MP e uma câmera frontal de 10 MP para selfies.

No campo dos custos, existe a possibilidade de a Samsung manter o preço de lançamento do modelo passado em algumas regiões. Contudo, a instabilidade no mercado de memórias RAM pode influenciar o valor final, que será confirmado apenas próximo ao anúncio oficial em julho.

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Hoverboard de "De Volta Para o Futuro" é recriado em garagem por youtuber

O sonho de flutuar como Marty McFly ganhou uma versão rústica e funcional. O inventor e youtuber britânico Colin Furze apresentou seu novo projeto: um skate que utiliza suspensão magnética para simular o icônico Hoverboard da ficção.

A construção de Furze ataca o desafio por meio da repulsão magnética. O youtuber instalou poderosos ímãs de neodímio tanto na prancha quanto nos eixos das rodas para criar uma resistência física invisível.

Com os polos configurados para se repelirem, o sistema funciona como uma mola constante. O peso do skatista sobre a prancha encontra o suporte do campo magnético, o que impede o contato entre as partes metálicas.

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A engenharia por trás do dispositivo exigiu soluções robustas. Como ímãs em repulsão tendem ao deslize lateral, Furze construiu um chassi de aço com eixos guia para manter o alinhamento vertical rigoroso.

A estrutura também abandonou a madeira tradicional. Para suportar a pressão extrema dos componentes, que exercem centenas de quilos de força, o inventor soldou uma base de metal capaz de resistir à compressão.

Embora o skate ainda dependa de rodas para o deslocamento, a suspensão absorve todas as irregularidades do asfalto. Essa eficiência elimina vibrações e oferece ao usuário a percepção tátil de flutuação real.

Nos testes práticos, o protótipo exibiu uma suavidade incomum. O próprio Furze descreveu a experiência como um passeio sobre uma nuvem metálica, apesar do peso elevado da máquina e do ruído da estrutura.

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Marca de pilha vai lançar celular com bateria 6x maior que o normal

A Energizer planeja o seu retorno ao mercado global de smartphones com o anúncio do P30K Apex. O novo modelo robusto chama a atenção pela bateria massiva de 30.000 mAh, maior até mesmo que a maioria dos smartphones robustos de marcas como BlackView, Doogee e Oukitel.

A marca afirma que o dispositivo suporta até um mês em modo de espera graças à sua capacidade energética, e a capacidade é cerca de seis vezes maior que a média de smartphones comuns, que geralmente ficam na faixa de 5.000 mAh. 

Para alimentar o componente, o smartphone conta com suporte para carregamento rápido de 66W via USB-C. Apesar de ser uma boa velocidade, completar o “tanque” de 3.000 mAh ainda deve demorar bem mais que um celular comum. 

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O conjunto técnico é liderado pelo processador MediaTek Dimensity 7300. O chip trabalha em conjunto com 12 GB de memória RAM e 512 GB de espaço interno para aplicativos e arquivos. Assim, ele é classificado como um intermediário “de respeito”, com boas especificações no segmento. 

Celular da Energizer tem bateria seis vezes maior do que a média de smartphones comuns (Imagem: Reprodução/NotebookCheck)

Na frente, o celular exibe uma tela IPS de 6,95 polegadas com resolução de 2460 x 1080 pixels. O conjunto fotográfico traseiro traz um sensor principal de 200 MP, auxiliado por lentes de 50 MP e 5 MP.

A construção foca na resistência e ostenta a certificação IP69K. Isso significa que o P30K Apex suporta poeira, imersão em água e até jatos de alta pressão.

A previsão de lançamento é para junho de 2026. O preço sugerido na Europa será de € 399, o que representa cerca de R$ 2.400 em conversão direta na cotação atual.

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Dá para assistir TV usando fone de ouvido sem fio? Como fazer isso na Samsung

As SmartTVs da Samsung oferecem recursos nativos para quem busca privacidade sonora no ambiente doméstico. A integração com o ecossistema da marca permite que o usuário utilize acessórios sem fio de forma simples e intuitiva. 

Essa conexão funciona tanto por menus internos quanto por dispositivos móveis integrados ao sistema SmartThings. Nesse texto, ensinamos as formas de conectar o seu fone à TV para assistir com uma qualidade sonora superior. 

Som remoto pelo SmartThings

Alguns modelos de TVs permitem o uso do celular como ponte para o áudio, e é uma solução prática para fones que já estão pareados ao smartphone. Esse método facilita a conexão, e funciona de forma mais fluída para quem tem o ecossistema completo da Samsung:

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  • Abra o aplicativo SmartThings no smartphone e selecione o modelo da TV;
  • Acesse o menu de funções extras por meio do ícone com três pontos;
  • Busque pela opção para ouvir o som da TV no telefone;
  • Realize a conexão do fone no celular para receber o sinal de áudio.

Esse recurso depende da versão da TV, e apenas modelos mais recentes oferecem o suporte. 

Pareamento direto pela TV

Fones da Samsung são conectados de forma mais simples à TV (Imagem: Renan da Silva Dores/Canaltech)

A configuração pelos menus da TV é a escolha ideal para fones que permanecem fixos na sala de estar ou para quem tem uma TV mais antiga. O sistema reconhece diversos tipos de periféricos e mantém a estabilidade da transmissão durante o uso.

  • Ative o modo de pareamento no fone de ouvido;
  • Pressione o botão Home no controle remoto e acesse as configurações;
  • Navegue até a aba de Som e escolha o item Saída de Som;
  • Selecione a lista de alto-falantes Bluetooth para iniciar a busca;
  • Escolha o nome do acessório e confirme a opção para parear e conectar.

Recurso rápido com Galaxy Buds

A Samsung prioriza a agilidade para usuários que possuem fones da linha Galaxy Buds. O reconhecimento acontece de forma automática em modelos recentes através de um aviso visual simples na tela da televisão.

  • Aproxime o estojo dos fones de ouvido da televisão;
  • Abra a tampa da caixinha para emitir o sinal de sincronização;
  • Confirme a conexão no aviso que surge de forma instantânea no painel da TV.

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OPPO Find X9 Pro chega ao Brasil com câmera de 200 MP e bateria gigante

A OPPO oficializou nesta quinta-feira (12) a chegada do Find X9 Pro ao Brasil. O modelo representa a estreia da fabricante no segmento de aparelhos premium no país e aposta em um conjunto técnico de ponta para atrair os usuários entusiastas.

O smartphone traz como diferencial o sistema de câmeras Hasselblad Master. O conjunto inclui uma lente teleobjetiva de 200 megapixelscom certificação da lendária marca sueca, projetada para capturar detalhes nítidos mesmo em cenas distantes.

A câmera principal de 50 MP utiliza o sensor Sony LYT 828 e conta com a tecnologia de Tripla Exposição em Tempo Real. O dispositivo também permite gravações de vídeo em 4K a 120 quadros por segundo com suporte ao padrão Dolby Vision.

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No hardware, a OPPO equipou o dispositivo com o processador MediaTek Dimensity 9500 de 3 nanômetros. O componente garante alta eficiência energética e trabalha em conjunto com o sistema operacional ColorOS 16, que é baseado no Android 16.

Outro ponto de destaque é a bateria de 7.500 mAh, que utiliza a tecnologia de ânodos de carbono de silício para garantir maior autonomia e vida útil. O suporte para carregamento rápido SUPERVOOC alcança os 80 W de potência com o uso de fios.

"Após 1.300 ciclos de carga, a bateria de silício e carbono mantém mais de 80% da capacidade — é um patamar que consideramos saudável para a vida útil", destaca Rafael Carvalho, gerente de treinamento de produto da OPPO no Brasil

O design apresenta bordas simétricas ultrafinas e uma tela de 120 Hz com brilho máximo de 3.600 nits. Para maior proteção, o aparelho possui as certificações IP66, IP68 e IP69 contra a entrada de água e poeira em diferentes condições.

Sobre a estreia do primeiro topo de linha da marca no Brasil, Mariana Passos, Gerente de Comunicação da OPPO no Brasil, destaca o comprometimento em chegar ao pódio das principais fabricantes no país, e não descarta a possibilidade de lançar novos flagships:

"O Brasil é um país muito relevante para o mundo e, com o objetivo de se tornar a segunda marca Android mais forte nos próximos anos, a gente entende que é importante ter uma linha de produtos completa. Então, existe essa possibilidade, sim, de continuar ampliando o ecossistema."

OPPO Find X9 Pro
OPPO Find X9 Pro (Bruno Bertonzin/Canaltech)
OPPO Find X9 Pro
OPPO Find X9 Pro (Bruno Bertonzin/Canaltech)
OPPO Find X9 Pro
OPPO Find X9 Pro (Bruno Bertonzin/Canaltech)
OPPO Find X9 Pro
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OPPO Find X9 Pro
OPPO Find X9 Pro (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Preço e disponibilidade

O OPPO Find X9 Pro tem preço sugerido de R$ 11.999 na versão com 16 GB de memória RAM e 512 GB de armazenamento. As vendas ocorrem na loja oficial da marca, no Mercado Livre e em varejistas como Magazine Luiza e Bemol.

Consumidores que efetuarem a compra até o dia 12 de abril têm direito a um ano de proteção contra danos acidentais. Além disso, a marca oferece dois anos de garantia total e suporte prioritário em centros de serviço selecionados pelo país.

Ficha técnica do OPPO Find X9 Pro

  • Chipset: MediaTek Dimensity 9500 (processo de 3nm);
  • Memória RAM: 16 GB LPDDR5X;
  • Armazenamento Interno: 512 GB UFS 4.1;
  • Tela:
    • Painel AMOLED flexível de 6,78 polegadas;
    • Resolução FHD+ (2772 × 1272 pixels), 450 PPI;
    • Taxa de atualização de até 120Hz e amostragem de toque de 240Hz;
    • Brilho máximo de até 1800 nits (HBM);
    • Proteção Corning Gorilla Glass Victus 2;
  • Câmeras:
    • Principal: 50 MP (f/1.5, OIS);
    • Ultrawide: 50 MP (f/2.0, 120° FOV);
    • Telefoto: 200 MP (f/2.1, OIS, zoom avançado com tecnologia Hasselblad);
    • Frontal: 50 MP (f/2.0, foco automático);
  • Bateria: 7.500 mAh (Silício-Carbono) com suporte para carregamento rápido SUPERVOOC de 80W e carregamento sem fio;
  • Sistema Operacional: ColorOS 16 (baseado em Android 15/16);
  • Opções de Cores: Preto e Branco;
  • Outros: Certificação IP68/IP69 contra água e poeira, alto-falantes estéreo e processamento de imagem Hasselblad.

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Geladeira de enchente tem conserto? Saiba o que fazer antes de ligar na tomada

Diante de uma casa atingida por enchentes, o instinto imediato é testar quais aparelhos sobreviveram. No entanto, a regra de segurança para geladeiras é clara e não admite exceções: jamais conecte o equipamento à tomada se ele ainda apresentar sinais de umidade ou sujeira.

A água de enchente conduz eletricidade e a lama acumulada nos circuitos cria o cenário perfeito para um curto-circuito. Esse erro pode queimar a placa eletrônica ou, em casos mais graves, provocar choques elétricos letais devido à fuga de corrente na carcaça.

Avaliação de danos: onde a água chegou?

Antes de qualquer medida, é necessário identificar o nível do alagamento, pois isso define as chances de recuperação do aparelho.

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Se a água atingiu apenas os pés ou rodinhas e não tocou no motor, a probabilidade de conserto é alta. Nesse caso, a estrutura elétrica vital permaneceu seca.

O cenário muda caso a água tenha atingido o nível do compressor, na parte traseira inferior. O motor em si é selado hermeticamente, o que impede a entrada de líquidos, mas os componentes elétricos acoplados a ele, como o relé de partida e o protetor térmico, são vulneráveis e certamente precisarão de troca ou limpeza técnica.

A situação torna-se crítica se a água cobriu a metade da geladeira, atingiu o painel eletrônico ou invadiu o compartimento interno. Nesses casos, o dano costuma ser generalizado e compromete a segurança do uso futuro.

Passo a passo imediato

Enquanto aguarda a visita de um técnico, o proprietário deve seguir um protocolo de limpeza para evitar a corrosão e a contaminação.

O primeiro passo é garantir que a energia geral da residência esteja desligada antes de se aproximar do aparelho. Em seguida, deve-se remover toda a lama visível. Como a água de enchente carrega contaminantes como leptospirose e coliformes, o uso de luvas e água sanitária é obrigatório durante o processo.

Após a limpeza pesada, é fundamental abrir todas as portas e gavetas para permitir a circulação de ar. O uso de ventiladores ajuda, mas deve-se evitar secadores de cabelo com ar muito quente diretamente sobre partes plásticas, pois o calor excessivo deforma os componentes.

O perigo invisível: isolamento térmico

Um dos maiores problemas das geladeiras submersas não é elétrico, mas estrutural. Entre as paredes do eletrodoméstico existe uma espuma de isolamento térmico, responsável por manter o frio lá dentro.

Geladeira que passou por uma enchente pode ter conserto, mas com alguns cuidados (Imagem: Danilo Berti/Canaltech)

Se a água invade a estrutura do gabinete, essa espuma encharca e perde sua função. Uma geladeira com o isolamento comprometido gasta muito mais energia para tentar resfriar e raramente atinge a temperatura ideal. 

Além disso, a umidade retida na espuma interna cria um ambiente propício para mofo, o que gera mau cheiro crônico e risco sanitário para os alimentos.

Questão sanitária e descarte

A preocupação com o motor não deve ofuscar os riscos à saúde. As borrachas de vedação das portas são porosas e acumulam bactérias da água suja. Se não for possível higienizá-las profundamente com cloro, a substituição é necessária.

Também não se deve tentar aproveitar alimentos que estavam no interior do aparelho. Se a geladeira ficou desligada por horas ou se houve entrada de água suja, o descarte total dos itens comestíveis é a única medida segura.

Quanto tempo esperar e quando vale o conserto

A recomendação técnica é aguardar, no mínimo, 72 horas com o aparelho em ambiente seco e ventilado antes de qualquer teste elétrico. Esse prazo permite que a umidade residual evapore.

Sobre o custo-benefício, o conserto vale a pena para geladeiras novas e em casos em que a água atingiu apenas a parte inferior. Componentes como relés e cabos de força são baratos e fáceis de substituir.

Por outro lado, recuperar geladeiras muito antigas ou aquelas em que a água ultrapassou a linha do meio costuma ser inviável. O custo de peças eletrônicas, somado ao risco de ferrugem acelerada e perda de eficiência térmica, torna a compra de um novo equipamento a decisão financeira mais indicada.

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Novo iPhone vai mudar por dentro, mas segue igual por fora, diz leaker

O iPhone 18 Pro pode frustrar quem espera uma revolução visual no próximo ano. Novas informações da cadeia de suprimentos indicam que a Apple não fará grandes alterações estéticas no aparelho. A famosa Dynamic Island deve permanecer exatamente como está.

O informante Digital Chat Station afirma que a empresa pretende reaproveitar os moldes da geração anterior. Dessa forma, o Face ID sob o display não chegará neste ciclo. Essa tecnologia mais avançada fica reservada apenas para o lançamento do iPhone 19 Pro em 2027.

Se o exterior permanece estático, o interior promete um salto tecnológico considerável. O dispositivo deve chegar equipado com o chip A20 Pro. O componente será fabricado no processo de 2 nanômetros da TSMC, o que garante maior densidade de transistores e eficiência.

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A grande novidade técnica é o uso do módulo WMCM. Esse sistema integra a memória RAM diretamente no silício, junto ao processador e ao motor neural. A mudança permite que a Apple Intelligence funcione de maneira mais fluida e com menor consumo de energia.

Próxima geração deve manter visual do iPhone 17 (Imagem: Ivo Meneghel Jr/Canaltech)

A autonomia também recebe atenção especial da fabricante. O leaker sugere uma célula de energia com capacidade superior a 5.000 mAh. No setor de câmeras, o destaque fica para sensores com aberturas maiores, ideais para fotos noturnas e disparos mais velozes.

A postura da Apple reforça a preferência por refinamentos técnicos em vez de mudanças drásticas de aparência. O hardware ganha protagonismo para sustentar as novas funções de software. O design inédito acaba em segundo plano por mais uma temporada.

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Chinesa usa lasers para eliminar vinco da tela de novo celular dobrável

A Oppo apresentou uma solução para um dos maiores incômodos dos usuários de celulares dobráveis: o vinco central da tela. O Oppo Find N6, celular que deve ser lançado globalmente na próxima semana, utilizará uma técnica de fabricação avançada com lasers para entregar um painel quase totalmente liso.

A equipe de engenharia da marca desenvolveu a segunda geração da dobradiça Flexion, construída em titânio. O processo de montagem envolve um escaneamento minucioso para identificar variações de altura na estrutura que suporta o display flexível.

Após a detecção das falhas, a fabricante aplica um polímero especial para nivelar a peça. O componente recebe um tratamento com luz ultravioleta, o que reduz a variação de relevo de 0,5 mm para apenas 0,02 mm na base da tela.

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OPPO Find N6 deve reduzir vincos na tela (Imagem: Matheus Melo/Canaltech)

O smartphone também deve adotar o vidro Auto-Smoothing Flex Glass. De acordo com a empresa, essa tecnologia permite que o painel mantenha sua forma original por mais tempo e evita o desgaste comum causado pelo movimento constante de abrir e fechar.

Na prática, a marca de dobra fica invisível em ângulos diretos de visão e é difícil de sentir ao passar o dedo sobre a superfície. O Find N6 aposta em um corpo leve e fino, com uma ergonomia que supera até mesmo modelos convencionais de topo de linha.

A Oppo ainda mantém sob sigilo as informações técnicas sobre o processador e o conjunto fotográfico do aparelho, mas é esperado que ele tenha especificações de um topo de linha. 

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Quanto você economiza trazendo uma GoPro do Paraguai? Nós fizemos as contas

A busca por eletrônicos no Paraguai costuma focar em celulares de última geração ou televisores gigantes. Mas, outra boa opção para compras em Ciudad del Este é a GoPro. Por ser um item compacto e com valor atraente, a câmera de ação se torna vantajosa para quem planeja cruzar a fronteira.

O principal motivo dessa vantagem é a cota de isenção de US$ 500 para viagens terrestres. Diferente de um notebook topo de linha, que facilmente ultrapassa esse limite, o kit completo da GoPro permite que o viajante retorne ao Brasil com o produto legalizado sem desembolsar um centavo a mais em impostos alfandegários.

Comparativo de preços e o peso dos acessórios

A economia direta na compra apenas da câmera permanece relevante. Enquanto a GoPro HERO13 Black já aparece por cerca de R$ 2.500 no varejo brasileiro, o mesmo modelo sai por aproximadamente R$ 2.000 (US$ 380) nas lojas paraguaias. A diferença real, contudo, aparece na hora de adquirir os acessórios essenciais, que no Brasil possuem margens de lucro muito elevadas.

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Um kit composto pela HERO13 Black, um bom cartão de memória com 128GB, uma bateria extra e o bastão flutuante "The Handler" totaliza US$ 454 no Paraguai. Na conversão direta com o dólar a R$ 5,30, esse conjunto custa R$ 2.405.

O mesmo pacote em solo nacional dificilmente sai por menos de R$ 3.400. O resultado é uma economia total de R$ 995, valor suficiente para transformar uma simples compra em uma oportunidade de turismo.

A economia que ajuda a pagar a sua passagem aérea

Os números mostram que o valor poupado na compra do kit subsidia boa parte do custo de deslocamento para Foz do Iguaçu. Para quem parte de Curitiba, onde a passagem aérea custa em média R$ 450, a economia paga o voo de ida e volta e ainda deixa mais de R$ 500 livres para hospedagem e passeios nas Cataratas.

O cenário se repete em outras capitais. Moradores de São Paulo, com bilhetes a R$ 650, ainda ficam com R$ 345 extras no bolso após quitar o aéreo. No Rio de Janeiro, com passagens em torno de R$ 850, a sobra garantida é de R$ 145. 

GoPro é uma boa opção de compra no Paraguai (Imagem: Felipe Junqueira/Canaltech)

Mesmo para quem vem de locais mais distantes, como Brasília, a economia de quase R$ 1.000 cobre praticamente todo o custo do bilhete aéreo, o que torna o bônus turístico muito barato.

Onde pesquisar e como garantir a melhor compra

Para evitar surpresas, o uso de sites como Compras Paraguai e Compras no Exterior é fundamental antes de sair de casa. Eles permitem monitorar a oscilação do dólar e os estoques das lojas mais confiáveis. 

No segmento de fotografia e vídeo, a Nissei é a principal referência, mas a Cellshop e o Shopping China também oferecem setores dedicados com kits promocionais e garantia de originalidade.

Um ponto de atenção importante envolve a forma de pagamento. O uso de cartões de crédito ou débito acarreta a cobrança de 5,38% de IOF, além de uma taxa de serviço da loja que gira em torno de 5%. Esse conjunto de taxas pode reduzir a sua economia em cerca de R$ 250. O ideal é realizar a compra com dólares em espécie para maximizar o ganho real.

Riscos e cuidados práticos na fronteira

Mesmo com a vantagem financeira, o consumidor deve ficar atento a detalhes técnicos. A garantia da GoPro é global, mas o suporte no Brasil pode exigir trâmites internacionais burocráticos. A recomendação é testar todas as funções da câmera ainda dentro da loja em Ciudad del Este para evitar o retorno ao país com um produto defeituoso.

A pirataria de cartões de memória é outro risco comum em camelôs ou lojas de procedência duvidosa. Um cartão falsificado compromete o desempenho da câmera e pode causar a perda de gravações importantes. Priorize sempre os grandes distribuidores para garantir que o seu novo equipamento funcione com a velocidade e segurança necessárias.

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Quanto você economiza ao trazer uma TV do Paraguai? Nós fizemos as contas

Atravessar a Ponte da Amizade para comprar no Paraguai é o plano de muitos brasileiros para renovar a tecnologia da casa com preços menores. A promessa de valores similares aos dos Estados Unidos atrai quem busca uma Smart TV. No entanto, o cálculo real exige cautela.

O mercado de varejo nacional é competitivo e oferece benefícios importantes, como a garantia local e o parcelamento. Já no nosso país vizinho, o preço é vantajoso apenas para pagamentos à vista. 

Para essa análise, usamos como base a Samsung QN70F de 65 polegadas, uma TV que se destaca no segmento premium e alvo de muita gente por ter preços mais elevados no Brasil. 

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Confira, abaixo, quanto o modelo custa em cada país:

  • Brasil: Entre R$ 5.310 e R$ 6.149;
  • Paraguai: US$ 904, ou aproximadamente R$ 4.791 em lojas como Nissei ou Shopping China;
  • Estados Unidos: US$ 898, ou cerca de R$ 4.759 na Best Buy.

O peso dos impostos na balança

A Receita Federal estabelece uma cota de isenção de 500 dólares para quem entra no país por via terrestre. O valor que supera esse limite sofre a incidência de 50% de imposto sobre a diferença. A declaração é essencial para evitar a apreensão do item.

  • Cota de isenção terrestre: US$ 500;
  • Valor excedente da Smart TV: US$ 404;
  • Imposto de importação obrigatório: US$ 202;
  • Custo final do produto legalizado: R$ 5.861,80.

Com a devida regularização, a economia torna-se mínima ou inexistente se comparada às promoções no Brasil. Muitas vezes, a compra no varejo local compensa mais por oferecer garantia e entrega rápida no endereço do consumidor.

A passagem aérea consome o desconto?

A viabilidade da compra depende diretamente da localização do comprador. O custo do deslocamento aéreo para Foz do Iguaçu em setembro de 2026 define se o investimento faz sentido financeiro. É preciso somar a passagem ao valor da TV.

  • Curitiba: R$ 450;
  • São Paulo: R$ 650;
  • Rio de Janeiro: R$ 850;
  • Brasília: R$ 900;
  • Fortaleza: R$ 1.600;
  • Manaus: R$ 1.800.
Comprar uma TV no Paraguai pode não ser uma vantagem tão grande assim (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Para quem mora no Rio de Janeiro ou em Brasília, o preço do bilhete anula a vantagem da importação. Em estados mais distantes, como Ceará e Amazonas, o valor da viagem torna o plano financeiramente inviável apenas para a compra do eletrônico.

Logística e riscos do transporte

O transporte de uma tela de 65 polegadas representa um desafio físico considerável. O equipamento não cabe em qualquer veículo e as companhias aéreas cobram taxas elevadas para o despacho de volumes de grande porte.

Outro ponto crucial é a ausência de suporte técnico oficial. A Samsung Brasil geralmente não oferece garantia para modelos importados sem a nota fiscal nacional. Além disso, o uso de cartões de crédito no exterior gera custos extras com IOF e taxas das lojas.

Afinal, compensa a travessia?

A conta só fecha de forma positiva para moradores do Sul ou para quem já planeja uma visita turística às Cataratas. Nesses casos, a TV entra como um bônus da viagem. Para os demais perfis, o risco logístico e a falta de garantia pesam mais que o desconto.

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7 comandos da Alexa que realmente deixam sua casa inteligente

Muitas pessoas compram uma Echo Dot e acabam usando apenas para pedir música ou perguntar a previsão do tempo. No entanto, o verdadeiro potencial da Alexa está nos comandos que automatizam pequenas tarefas do dia a dia e integram os dispositivos da casa.

Selecionamos sete comandos práticos que vão transformar sua experiência com a assistente virtual. Alguns funcionam de forma nativa e direta, enquanto outros exigem a criação de rotinas simples no aplicativo, mas o resultado vale cada segundo de configuração.

Confira os comandos essenciais para sua casa inteligente:

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1- "Alexa, apague a luz do quarto em 10 minutos"

Este é o comando perfeito para quem gosta de ler na cama antes de dormir, mas não quer pegar no sono com a luz acesa. Ao especificar o tempo, a Alexa agenda o desligamento da lâmpada inteligente conectada, e te ajuda a relaxar sem preocupações.

A funcionalidade também é útil para crianças que têm medo do escuro. Você pode programar para que a luz apague em um tempo determinado, e garante que elas apaguem quando necessário.

É possível adaptar esse comando para outros aparelhos, como tomadas inteligentes e até TV’s que tem suporte para comandos de voz da Alexa. 

2- "Alexa, acorde-me às 7h da manhã com música relaxante"

Acordar com o toque padrão estridente do despertador é uma forma agressiva de começar o dia. A Alexa permite substituir esse barulho por qualquer gênero musical, artista ou playlist específica do seu serviço de streaming preferido.

Basta pedir "música relaxante", "jazz" ou "sons de natureza". O despertar se torna muito mais suave e progressivo, e ajuda a melhorar o humor matinal, além de reduzir o estresse logo nos primeiros minutos do dia.

3- "Alexa, mostre a câmera da frente"

Para quem possui dispositivos com tela, como a Echo Show, este comando é uma questão de segurança e praticidade. Ele integra-se com câmeras de segurança Wi-Fi ou campainhas inteligentes instaladas na entrada da casa.

Alexa pode realizar diversas tarefas para facilitar a rotina em casa (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

Ao ouvir um barulho ou quando a campainha toca, você não precisa levantar do sofá ou pegar o celular. O comando exibe a imagem em tempo real na tela do dispositivo, e permite verificar quem está no portão ou se a encomenda chegou sem interromper suas atividades.

4- "Alexa, tranque a porta da frente"

A automação de fechaduras inteligentes traz uma paz de espírito inigualável. Já deitado na cama, bate aquela dúvida se você realmente trancou a porta da sala. Em vez de levantar para checar, basta dar o comando de voz.

Se a fechadura já estiver trancada, a Alexa confirma o status. Caso contrário, ela aciona o mecanismo de travamento. É um recurso valioso para a segurança noturna e para garantir que a casa esteja protegida ao sair com pressa.

5- "Alexa, avise a todos que o jantar está pronto"

Em casas grandes ou sobrados, chamar a família para comer pode envolver gritos ou subir escadas. O recurso “Drop-in” resolve isso de forma simples. Ao dar esse comando, a Alexa grava sua mensagem e a reproduz simultaneamente em todos os dispositivos Echo espalhados pela casa.

É como um sistema de interfone interno moderno. Além do jantar, serve para avisar que é hora de sair, acordar as crianças para a escola ou qualquer outro recado geral, sem que você precise se deslocar até cada cômodo.

6- "Alexa, modo cinema"

Para criar uma experiência imersiva na sala, você pode configurar uma rotina chamada "Modo Cinema". A ideia é agrupar diversas ações que preparam o ambiente para assistir a um filme com apenas uma frase.

No aplicativo Alexa, crie uma rotina em que esse comando de voz desencadeia uma sequência: as luzes inteligentes diminuem para 10% de brilho ou mudam de cor, a TV liga e o ar-condicionado ajusta-se para temperaturas mais confortáveis. 

A configuração deve ser feita no app Alexa, no celular, mas o processo é prático e facilita na hora de deixar tudo preparado para uma sessão de filmes. 

7- "Alexa, hora de focar"

Trabalhar ou estudar em casa exige concentração e o ambiente certo. A rotina "Hora de Focar" ajuda a virar a chave mental para o modo produtivo. Com um único comando, você transforma a atmosfera do escritório ou quarto.

Configure o app para que, ao ouvir essa frase, as luzes mudem para um tom branco frio e a Alexa comece a tocar uma playlist de Lo-Fi ou ruído branco para isolamento acústico.

Também é possível uma configuração mais avançada usando serviços como IFTTT para que a Alexa também possa controlar funções no celular, como ativar o modo “Não Perturbe”. 

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Galaxy S26 Ultra traz evoluções significativas para os celulares da Samsung

A cada lançamento de celular — principalmente topo de linha — é comum os aficionados por tecnologia (e eu me incluo nisso) reclamarem das poucas evoluções alcançadas de uma geração para outra. O Galaxy S26 Ultra, finalmente, quebrou essa regra. 

O celular mais avançado da Samsung em 2026 chegou com mudanças indiscutivelmente significativas em relação ao Galaxy S25 Ultra. Não só pela tela “anti-espião” ou pelo modo de estabilidade que trava no horizonte, mas pelo conjunto da obra. 

O novo flagship coreano chega com avanços que fogem do padrão, do “clichê”: não é apenas um celular mais potente ou com câmeras melhores. É o celular que vai fazer você querer trocar o seu. 

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Mas será que vale a pena? Nessa análise, conto como foi a minha experiência usando o Galaxy S26 Ultra pelos últimos dias, e o que realmente me conquistou ao usá-lo como meu telefone principal.

Tela de privacidade e modo superestável com bloqueio de horizonte

Se você acompanha o mercado de smartphones deve ter visto incontáveis Reels e TikToks sobre esses dois recursos específicos. Afinal, a Samsung não poupou esforços na divulgação — apesar de que os recursos já poderiam falar mais por si próprios. Eles são, de fato, bem interessantes e funcionam perfeitamente. 

Tela anti-espião

A tela “anti-espião” oferece dois níveis de bloqueio para quem tenta olhar o painel dos lados ou de cima. É como se tivesse uma película de privacidade que pode ser ativada ou desativada. 

Galaxy S26 Ultra oferece dois níveis para bloquear a visualização da tela pelos lados (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

E aqui cabe eu advogar um pouco mais por esse recurso: alguns “críticos” defendem que é mais fácil comprar uma película de privacidade, mas a mágica da Samsung está nos detalhes. 

Com o recurso você pode selecionar apps específicos para escurecer — como bancários —, apenas uma área da tela, ou só as notificações que surgem. Assim, ele age de uma forma diferente das películas. 

Isso é bom, porque nem sempre você quer que a tela seja ofuscada. Uma película impede, por exemplo, que você mesmo veja a tela com clareza quando o celular está em cima da mesa, em um ângulo não tão vantajoso em relação aos seus olhos. Da mesma forma, esse tipo de acessório também costuma reduzir bastante a qualidade de exibição. 

Modo superestável 

No S26 Ultra, a Samsung inaugurou um modo de super estabilidade para gravação de vídeo. Com ele, o celular trava o foco no horizonte e permite filmar sem tremidos. Isso é particularmente útil para registros de paisagens ou em campo aberto.

O recurso viralizou com testes “absurdos”, com usuários girando o braço para mostrar o quão fixo o vídeo fica em um ponto, ou até mesmo em cenários mais extravagantes, como acoplado em uma parafusadeira ou até na roda de um carro.

Galaxy S26 Ultra tem modo super estável para gravação de vídeo (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O resultado é sempre bem satisfatório: mesmo com muita rotação, o celular fica sempre com a orientação travada, sem virar de ponta cabeça. 

Apesar de essas aplicações serem bem diferentes e pouco “usuais” — afinal, quem vai fazer um vídeo girando o celular o tempo todo? —, o recurso é mais interessante na prática, para realmente estabilizar uma gravação de forma mais eficiente. 

É útil para fazer filmagens em carros em movimento, passando por ruas acidentadas, ou qualquer momento que não dá para ter tanta estabilidade nas mãos. No vídeo abaixo, dá para ver que minha mão treme bastante, porém o horizonte está fixo, sem replicar os movimentos. 

"O S26 Ultra melhorou bastante desde seu antecessor e agora traz recursos bem interessantes, como a tela de privacidade e o modo de super estabilidade para gravação de vídeo."

— Bruno Bertonzin

Novos recursos de IA

Como eu disse, esses dois recursos são os mais virais, mas o que realmente me chamou atenção são as novas funcionalidades de IA. Inaugurado desde o Galaxy S24, o Galaxy AI melhorou bastante a cada ano, mas trouxe evoluções mais interessantes nessa última atualização. 

Agora, o recurso para redução de ruído não funciona só para edição de vídeos na galeria, como também em apps terceiros. Ele consegue diminuir o nível de barulhos em apps como TikTok, YouTube, Instagram e outros.

Novos recursos de IA do Galaxy S26 Ultra chamam atenção (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

A edição de fotos, no entanto, teve ainda mais melhorias. Agora, você pode não só apagar um objeto e esperar que a IA faça um trabalho aleatório, dá para definir o que realmente você quer na foto, por mais específico que seja. 

É possível substituir um carro por um caminhão, uma lua crescente por uma lua cheia, um óculos de grau por um óculos de sol, enfim, praticamente qualquer coisa. Na imagem abaixo, por exemplo, eu pedi para trocar uma pedra comum por uma ametista, e o resultado ficou bem satisfatório. 

Edição de fotos com IA está mais eficiente no Galaxy S26 Ultra (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Na geração passada, se eu apenas tirasse a pedra, ela seria substituída por algo aleatório ou a IA simplesmente completaria a minha mão. Agora você pode escolher o que quer. 

Os chatbots atuais, como ChatGPT e Gemini, já fazem trabalhos parecidos, mas o Galaxy AI parece fazer isso de forma mais efetiva. 

"O pacote Galaxy AI do Galaxy S26 Ultra apresenta a melhor evolução desde sua estreia, no Galaxy S24. O celular agora tem recursos de IA ainda mais interessantes e deixa o celular bem atrativo frente a concorrência."

— Bruno Bertonzin

Design e construção

A Samsung trouxe bastante mudanças no design do Galaxy S26 Ultra. Depois de quatro gerações com a mesma identidade visual, a sul-coreana deixou de lado a estética com câmeras “soltas” na parte traseira para trazer um módulo em forma de pílula que abriga os três sensores maiores, enquanto os outros dois permanecem soltos, ao lado. 

Eu, particularmente, não gostei tanto dessa alteração — prefiro o “oito ou oitenta”: ou deixa tudo solto ou tudo agrupado. Mas beleza é bem subjetivo, e há quem prefira essa nova aparência.

Opinião à parte, há outras mudanças estruturais: as quinas agora estão mais arredondadas, e deixa cada vez mais de lado aquele aspecto de ângulos retos que é gradativamente abandonado desde a geração passada.

Galaxy S26 Ultra traz nova organização para as câmeras (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O material usado no celular também sofreu alteração, e o celular deixou de lado o titânio para trazer, de volta, o alumínio. Isso permite que o celular seja mais leve — ele passou de 218 gramas para 214 gramas — e dissipa melhor o calor, mas sacrifica um pouco a resistência à impactos. 

Configurações e desempenho

A unidade do Galaxy S26 Ultra que recebi para testes é a de 16 GB de RAM com 1 TB de armazenamento interno. Essa é a versão mais potente, já que as demais são limitadas a 12 GB de memória. 

Quanto ao processamento, o celular é equipado com o chip Snapdragon 8 Elite Gen 5. O componente mais potente da Qualcomm neste ano promete não só mais poder de processamento, quanto uma NPU mais poderosa para executar tarefas de IA. 

Galaxy S26 Ultra tem um ótimo desempenho (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech) 

O salto de desempenho é bem grande. Apesar de ser pouco perceptível na prática — afinal, o S25 Ultra já é um “monstro” em velocidade —, o celular atinge um patamar bem alto em benchmarks. No AnTuTu, ele chegou a 3.866.404 pontos gerais. Como comparação, o iPhone 17 Pro chegou a 2.569.953 e o Galaxy S25 Ultra anotou 2.397.597. 

Esses números servem mais para mostrar qual é mais poderoso no papel, e a diferença de milissegundos é pouco perceptível na “vida real”. Mas mostram que, a longo prazo, o celular mais recente da Samsung pode aguentar mais o tranco.

De qualquer forma, é um celular que aguenta praticamente qualquer tarefa, não só de inteligência artificial, como para executar jogos bem exigentes.

Galaxy S26 Ultra bate adversários e aumenta bastante o desempenho em relação ao antecessor (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Bateria sem evoluções

Enquanto evolui tanto em outros aspectos, a bateria do Galaxy S26 Ultra permanece em um nível equivalente ao Galaxy S25 Ultra. 

No nosso teste de consumo padrão, o Galaxy S25 Ultra consumiu 30% da carga, enquanto o sucessor gastou apenas 20%. No dia-a-dia, porém, ambos conseguem passar um dia inteiro longe das tomadas, com um uso bem moderado. 

Caso use o aparelho de forma mais intensa, com redes sociais e usando bastante a câmera, talvez seja necessária uma carga extra antes do fim do dia. No meu dia-a-dia, com um uso moderado a intenso, eu consigo passar um dia inteiro de trabalho com uma carga, mas preciso colocá-lo na tomada assim que chego em casa. 

Bateria do Galaxy S26 Ultra não teve melhorias práticas (Imagem: Gabriel Furlan Batista/Canaltech)

O carregamento, porém, melhorou. Agora o celular tem suporte para carga de 65 W — antes era de 45 W. Com essa potência, ele consegue uma carga completa em aproximadamente 45 minutos

Câmeras

O conjunto de câmeras do Galaxy S26 Ultra permanece com as mesmas resoluções da geração passada, com mudanças incrementais no tamanho e abertura de alguns sensores. 

Galaxy S26 Ultra tem um bom nível de detalhes nas fotos (Imagem: Bruno Bertonzin/Canaltech)

Na prática, porém, as diferenças são discretas. O celular mantém um HDR muito bom, que consegue destacar bem tanto as áreas mais escuras quanto as mais claras, mas eu notei uma boa melhora no nível de detalhes, com texturas mais verdadeiras. Isso é mais perceptível ao captar cada marca na pele com precisão. 

O modo de zoom máximo digital, de 100 vezes, também parece captar mais detalhes, mas ainda deixa bem artificial imagens de textos — algo natural para esse tipo de registro. 

Para gravação de vídeo, o celular filma em 4K a 60 fps tanto com a frontal quanto com a traseira. Com a principal, dá para chegar em 8K a 30 fps. 

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Galaxy S26 Ultra ou iPhone 17 Pro?

A comparação é inevitável: o novo lançamento da Samsung sempre vai levantar o questionamento se é melhor que o da Apple. E vice-versa. A escolha, no final das contas, vai ser quanto à preferência pelo sistema e ecossistema. 

No dia-a-dia, ambos são igualmente potentes e cada têm seus pontos fortes. A Apple oferece uma bateria mais potente e recursos de vídeo melhores. A Samsung tem funções de IA realmente úteis e funcionais, e algumas novidades interessantes tanto para vídeo quanto para edição de imagens. 

Quanto ao preço, o iPhone 17 Pro de 1 TB pode ser encontrado por cerca de R$ 13.000, enquanto o Galaxy S26 Ultra com o mesmo armazenamento, por mais que seja mais atual, já é vendido por R$ 500 a menos. A tendência é que essa diferença seja ainda maior ao longo dos próximos meses. 

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Vale a pena comprar o Galaxy S26 Ultra?

Sim, o Galaxy S26 Ultra vale a pena. Por mais que o preço de lançamento da versão mais completa ainda seja bem alto, é um celular bem completo, com mudanças significativas em relação à geração passada e recursos exclusivos que fazem a diferença.

A minha recomendação, no entanto, é esperar. Por mais que o celular seja incrível, seu preço ainda pode cair bastante ao longo dos próximos meses, e se for paciente pode pegar uma oferta melhor em um futuro não tão distante. 

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Encontrar algo para assistir na TV ficou mais rápido com novidade do Fire TV

A Amazon anunciou nesta semana uma reformulação completa na interface do Fire TV. O foco da atualização é a velocidade e a facilidade para encontrar conteúdos, com melhorias de até 30% no desempenho do sistema.

O novo visual adota cantos arredondados e tipografia atualizada para uma navegação mais limpa. Além disso, a busca agora é unificada, o que permite ver títulos de diversas assinaturas em um único lugar sem a necessidade de trocar de aplicativo.

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Os usuários podem fixar até 20 aplicativos na tela inicial para acesso rápido. Um novo atalho no botão "Home" também oferece entrada direta para controles de casa inteligente, como câmeras Ring, e configurações gerais do dispositivo.

A assistente Alexa ganhou integração profunda com o novo sistema. Ela agora permite adicionar filmes à lista de desejos, saltar para cenas específicas de uma obra ou exibir fotos pessoais diretamente na tela da televisão por meio de comandos de voz.

Nova interface da Fire TV deve ser distribuída em breve (Imagem: Divulgação/Amazon)

O aplicativo para celulares também recebeu atualizações e deixou de ser apenas um controle remoto básico. Agora, a ferramenta funciona como uma central de descobertas onde o usuário gerencia sua biblioteca de vídeos e controla a reprodução de forma remota.

Junto ao software, a marca apresentou a Amazon Ember Artline. A nova TV 4K QLED possui apenas 1,5 polegada de espessura e tela fosca. O modelo utiliza inteligência artificial para sugerir obras de arte com base na decoração e nas cores do ambiente.

A Ember Artline funciona como uma peça decorativa quando não está em uso, em um conceito similar à linha The Frame, da Samsung. O produto tem preço inicial de US$ 899, com entregas previstas para a primavera nos Estados Unidos, mas sem previsão de lançamento no Brasil.

A nova interface do Fire TV chega primeiro a dispositivos selecionados e telas da linha Omni no mercado norte-americano. A Amazon planeja expandir a disponibilidade para mais aparelhos e outras regiões ao longo dos próximos meses.

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Xiaomi top com mega bateria ganha janela de lançamento; veja o que já sabemos

O Xiaomi 17 Max, novo celular topo de linha da marca, tem uma possível data de estreia definida. Diferente dos rumores anteriores que indicavam um anúncio em abril, um novo vazamento sugere que o dispositivo chegará ao mercado chinês em maio.

O modelo foca em alto desempenho e deve estrear o processador Snapdragon 8 Elite Gen 5. Ele terá versões com até 16 GB de memória RAM e 1 TB de armazenamento interno, especificações que o colocam no topo da categoria.

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O grande destaque do aparelho, no entanto, fica para a autonomia. A Xiaomi planeja o uso de uma bateria de 8.000 mAh. Para o carregamento, o dispositivo deve suportar 100 W por cabo e 50 W em bases sem fio.

Na parte frontal, o smartphone apresentará uma tela OLED plana de 6,9 polegadas com resolução 1,5K e 120 Hz. O painel também abrigará um sensor de digitais ultrassônico e uma câmera de selfies com 50 MP.

Novo topo da Xiaomi deve chegar em maio (Imagem: Divulgação/Xiaomi)

O conjunto de câmeras traseiras trará um sensor principal de 200 MP da Samsung. Ele terá o auxílio de duas lentes de 50 MP: uma ultrawide e uma teleobjetiva periscópio. Além disso, o design deve incluir uma tela secundária na parte de trás.

Por fim, o Xiaomi 17 Max sairá de fábrica com o sistema HyperOS 3, baseado no Android 16. O pacote técnico inclui ainda som estéreo simétrico e um motor de vibração avançado para melhor resposta tátil ao usuário.

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TV analógica já tem data e hora para "acabar de verdade" no Brasil

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) prepara um evento para selar o fim definitivo de uma era na comunicação brasileira. Na próxima segunda-feira, dia 9 de março, às 16h, a autarquia promove uma reunião com ex-presidentes do Gired para celebrar a conclusão do processo de desligamento da TV analógica no país.

O Grupo de Implementação do Processo de Redistribuição e Digitalização de Canais de TV e RTV (Gired) foi o braço operacional de uma das maiores políticas públicas do setor. O trabalho do grupo garantiu a transição segura para o sinal digital e a liberação da faixa de 700 MHz, essencial para a expansão da conectividade 4G no Brasil.

Durante esse ciclo, o grupo coordenou a entrega de kits de recepção para famílias de baixa renda e monitorou o desligamento técnico em centenas de cidades. O encontro na sede da agência, em Brasília, serve como um reconhecimento institucional ao esforço que modernizou a infraestrutura nacional de telecomunicações.

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O próximo salto: TV 3.0 e a Copa de 2026

Com o capítulo analógico encerrado, o foco do setor agora se volta para a implementação da TV 3.0, batizada comercialmente como DTV+. A nova tecnologia promete uma ruptura com o modelo tradicional de sintonizar canais. A experiência será muito similar ao uso de aplicativos de streaming, com menus interativos em vez de números fixos.

A promessa é de um salto técnico expressivo, com suporte nativo para resolução 4K e tecnologia HDR via antena. No áudio, o sistema passa a ser imersivo e personalizável. O telespectador poderá, por exemplo, aumentar o som ambiente de um estádio de futebol e reduzir o volume da narração conforme sua preferência.

A interatividade também ganha força com a integração total à internet. Além de permitir compras diretamente pelo controle remoto durante comerciais, o sistema servirá para alertas de emergência em tempo real.

TV 3.0 deve ser o foco nos próximos meses (Imagem: Erick Teixeira/Canaltech)

Compatibilidade e transição gradual

Apesar da expectativa para a Copa do Mundo de 2026, a adoção plena da TV 3.0 exige novos equipamentos. Como a codificação do sinal muda fisicamente, os televisores atuais não serão capazes de processar a tecnologia sem o auxílio de conversores externos ou a troca do aparelho por modelos compatíveis.

A boa notícia para o consumidor é que o sinal digital atual continuará ativo por um longo período. A transição deve ocorrer de forma escalonada, para permitir que a população se adapte aos poucos.

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Quanto você economiza trazendo um Galaxy S25 Ultra do Paraguai?

O Samsung Galaxy S25 Ultra atrai olhares pelo alto desempenho e recursos de inteligência artificial. No entanto, o preço no mercado brasileiro afasta muitos consumidores que buscam alternativas mais em conta para o modelo topo de linha.

Um levantamento de preços aponta que o Paraguai oferece valores competitivos para a linha Galaxy em 2026. No Brasil, o modelo com 256 GB de armazenamento custa cerca de R$ 6.600 no varejo de grandes lojas nacionais.

No país vizinho, o mesmo aparelho sai por aproximadamente R$ 5.000, o que equivale a US$ 950 na cotação atual. Curiosamente, esse valor supera a oferta oficial nos Estados Unidos, onde o dispositivo custa o equivalente a R$ 6.890 sem as taxas locais.

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O peso dos impostos na importação legal

Para quem deseja legalizar a entrada do produto no país, é necessário considerar a cota terrestre de US$ 500. Como o valor do smartphone é de US$ 950, o excedente de US$ 450 sofre taxação obrigatória na alfândega.

A Receita Federal aplica uma alíquota de 50% sobre esse montante extra. Com o acréscimo de US$ 225 em impostos, o custo final do smartphone sobe para R$ 6.227,50 após converter os valores para a moeda brasileira.

Nesse cenário, a economia real cai para apenas R$ 372,50 em relação ao preço praticado no Brasil. Para quem busca apenas o menor valor de forma estritamente legalizada, o deslocamento até a fronteira mal se paga pelo benefício.

A regra do uso pessoal e a economia máxima

Existe uma alternativa prevista na legislação para viajantes que retornam do exterior. O passageiro pode trazer um celular fora da cota de importação desde que o item seja para uso pessoal e necessário para a jornada.

Para que isso ocorra, o aparelho deve estar fora da embalagem original e apresentar sinais claros de utilização. Essa prática garante uma economia máxima de R$ 1.565 para o consumidor que optar por este método.

Viagem paga com a diferença de preço

O valor total poupado permite que o comprador cubra os custos de passagens aéreas para Foz do Iguaçu. Para quem sai de Curitiba, o voo custa aproximadamente R$ 500.

Galaxy S25 Ultra é uma boa opção de compra no Paraguai (Imagem: Léo Müller/Canaltech)

Nesse caso, a economia paga o transporte de ida e volta e ainda sobram mais de R$ 1.000 para outras despesas. Moradores do Rio de Janeiro e de São Paulo também conseguem cobrir o bilhete aéreo com folga no orçamento.

Quem parte de Brasília ou Manaus precisa de um planejamento financeiro mais apertado. Já para os viajantes que saem de Fortaleza, a diferença de preço empata com o valor investido na passagem para a região de fronteira.

Cuidados essenciais antes da compra

O monitoramento do estoque das lojas em tempo real evita surpresas desagradáveis na chegada ao destino. Portais de comparação ajudam o leitor a conferir os valores atualizados nos principais estabelecimentos de Ciudad del Este.

Lojas como Nissei e Cellshop oferecem garantia de procedência e são referências para brasileiros. É fundamental verificar se o modelo vendido é compatível com as redes 5G que operam no território brasileiro para evitar problemas.

O pagamento em dólar em espécie é a melhor escolha para quem deseja evitar taxas bancárias extras. O uso de cartões de crédito adiciona o custo do IOF de 5,38% e eleva o preço final em quase R$ 500 no fechamento da fatura.

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Samsung oficializa tela 3D de 85 polegadas que dispensa óculos no Brasil

A Samsung anunciou nesta quarta-feira (4) a estreia do Spatial Signage no mercado brasileiro. O dispositivo de, com opções de 32, 55 e 85 polegadas, apresenta uma tecnologia de sinalização digital que gera imagens tridimensionais sem a exigência de óculos especiais para a visualização.

O lançamento utiliza o sistema proprietário 3D Plate para alterar a luz e criar uma percepção real de volume. A sensação de profundidade alcança até um metro à frente ou atrás do painel LCD, o que mantém a clareza do conteúdo original em resolução 4K UHD. Kauê Melo, diretor sênior de B2B da Samsung no Brasil, comenta sobre a aplicação do Signage no mercado:

"Todo lugar que você tenha uma possibilidade de interação com o público e garantir que o público tenha uma melhor relação com o seu produto, seu serviço, é um potencial local para o Spatial (...) Desde obviamente do varejo de moda, varejo alimentar, você pensa em vários de experiências como shoppings, passando por situações como museus, como arenas esportivas"

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O display opera de forma nativa no formato vertical (9:16) e possui design com apenas 52 milímetros de profundidade. Com peso aproximado de 49 quilos na versão de 85 polegadas, o equipamento facilita a instalação em vitrines, aeroportos e totens sem o uso de suportes muito volumosos.

A parte inteligente do produto fica sob responsabilidade do Quantum Processor. O componente realiza o upscaling das imagens e o mapeamento de cores em 16 bits. Além disso, o software AI Studio, presente na plataforma VXT, converte fotos 2D em vídeos 3D de maneira automática.

Samsung Spacial Signage
Samsung Spacial Signage (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Samsung Spacial Signage
Samsung Spacial Signage (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Samsung Spacial Signage
Samsung Spacial Signage (Bruno Bertonzin/Canaltech)
Samsung Spacial Signage
Samsung Spacial Signage (Bruno Bertonzin/Canaltech)

Disponibilidade

O Samsung Spatial Signage está disponível para o mercado corporativo nacional a partir desta quarta-feira (4). Os interessados devem consultar os canais de venda B2B da fabricante para obter detalhes sobre custos e projetos específicos de implementação

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