A Vivo (Jovi) apresentou um acessório que pode facilitar a vida de quem grava vídeos e selfies com o celular. Trata-se de uma tela touchscreen magnética que funciona como monitor remoto da câmera, permitindo ao usuário visualizar e controlar a gravação enquanto utiliza as câmeras traseiras do smartphone.
O acessório foi apresentado junto à nova linha de celulares topo de linha Vivo X500 e faz parte do kit de fotografia do X500 Pro Max. A tela também pode ser adquirida separadamente.
A ideia é especialmente interessante para criadores de conteúdo. Como a tela espelha o aplicativo de câmera do celular, o usuário consegue acompanhar o enquadramento mesmo estando diante da câmera traseira, além de controlar por toque algumas configurações.
Isso permite deixar de lado a câmera frontal, que normalmente oferece qualidade inferior à dos sensores traseiros. No X500 Pro Max, o conjunto inclui uma câmera principal de 50 MP e uma telefoto de 200 MP, segundo as informações apresentadas sobre o aparelho.
Tela AMOLED tem apenas 68 gramas
O monitor da Vivo aposta em dimensões compactas para facilitar o transporte. A tela utiliza um painel AMOLED de 3,92 polegadas, tem apenas 5,65 milímetros de espessura e pesa 68 gramas.
A conexão com o smartphone é feita por Bluetooth, eliminando a necessidade de um cabo entre o celular e o monitor. O acessório pode ser fixado magneticamente ao telefone ou utilizado de forma remota dentro do alcance da conexão sem fio. Esse formato também diferencia a solução de alternativas como a tela de monitoramento da Insta360, que utiliza uma conexão por cabo.
Apesar do sistema magnético, existe uma limitação para quem pretende utilizar o monitor. Os celulares da Vivo não possuem suporte nativo aopadrão MagSafe, o que significa que é necessário utilizar uma capa específica compatível com o acessório para realizar a fixação magnética.
Na China, o monitor tem preço de 699 yuans, o equivalente a aproximadamente R$ 537 em conversão direta. Ainda não há informações sobre um eventual lançamento internacional, então a tela permanece como uma solução exclusiva do mercado chinês.
A Logitech anunciou o mouse gamer PRO X3 SUPERSTRIKE durante o evento Logitech G PLAY 2026, que aconteceu nesta quarta-feira (23). O novo modelo conta com um chassi 2 gramas mais leve que seu antecessor. Além do novo mouse, a marca revelou uma série de periféricos que chegarão ao Brasil nos próximos meses.
O Logitech G Pro X3 Superstrike estará disponível no mercado brasileiro a partir de outubro deste ano nas variantes preta e magenta pelo preço sugerido de R$ 1.299,90. O acessório foi desenvolvido ao longo de 9 meses em colaboração direta com atletas de eSports.
A marca retrabalhou a distribuição interna de peso do mouse, o que garantiu uma redução de 2 gramas em comparação com o modelo anterior. De acordo com a empresa, a mudança oferece maior equilíbrio, estabilidade e precisão. Outro destaque do Logitech G Pro X3 Superstrike é sua eficiência energética, que melhorou em 50%, passando de 90 horas no modelo anterior para 135 horas de autonomia de bateria.
A taxa de atualização também recebeu melhorias significativas. O modelo anterior possuía um polling rate de 1.000 Hz, podendo estender a taxa para 8.000 Hz com fio. Já o novo mouse consegue alcançar 8.000 Hz tanto no modo com fio quanto no modo sem fio.
Entre outros recursos embarcados no PRO X3 Superstrike estão o sistema HITS e o Rapid Trigger, que funcionam como switches magnéticos de teclados e permitem configurar a pressão necessária para acionamento do clique.
A chegada do mouse e de outros produtos ao Brasil reforça a importância do mercado gamer brasileiro, conforme destaca o líder de games da Logitech na América Latina, Leandro Rocha, em entrevista exclusiva ao Canaltech:
"O Brasil, principalmente, tem sido um grande destaque hoje. É o maior país da América Latina em relevância financeira e tem sido gigante para nós, porque não estamos vendo apenas o tamanho da comunidade gamer. O Brasil é o terceiro maior país do mundo em base de jogadores de PC, mas com um público extremamente engajado e esforçado contando suas histórias. É o que a gente celebra aqui".
Logitech G atualiza todas as linhas de periféricos gamers
Além do Logitech G PRO X3 Superstrike, a marca revelou novidades em todas as suas linhas de dispositivos gamers, entre eles modelos G3, G5 e PRO, além de periféricos como volantes, headsets e a linha de microfones Yeti.
Novidades da linha PRO da Logitech
No topo de linha, a Logitech G anunciou que trará a nova edição SE para as versões ergonômica e compacta do mouse PRO X Superlight 2, periférico ultraleve com peso de 60 g. A revisão contará com embalagem simplificada, 88 horas de bateria (originalmente 95 horas) e polling rate reduzido de 8.000 Hz para 1.000 Hz.
O PRO X Superlight 2 SE também não contará com fitas de grip, pano de limpeza, puck extra com pé de PTFE e extensor USB. O mouse chegará por R$ 300 a menos que o modelo original, custando R$ 699,90. O lançamento no Brasil está marcado para outubro deste ano nas variações preta, branca e magenta.
Outra novidade da linha profissional da Logitech G foi o teclado PRO X2 RAPID, equipado com switches magnéticos, tecnologia Rapid Trigger e apoio de pulso em silicone. O periférico também conta com um pequeno painel OLED que permite ajustar as configurações do teclado em tempo real. O dispositivo estará disponível em novembro pelo preço sugerido de R$ 1.699,90.
Nos headsets, a Logitech G confirmou a chegada do PRO X3 Lightspeed ao Brasil em novembro deste ano, pelo preço sugerido de R$ 1.699,90. A principal melhoria do modelo foi a adição de um microfone profissional de 48 kHz, que promete comunicação mais clara, bateria estendida e equalização avançada.
Fechando a linha PRO, a Logitech G anunciou a entrada no segmento de mousepads profissionais de alta performance com o PRO X Control, composto por tecido em malha de deslizamento omnidirecional, espuma Slimflex de 6 mm, bordas costuradas e base antiderrapante. O produto chega às prateleiras no fim do ano por R$ 499,90.
Linha Logitech G3 recebe teclado e novas cores
Já na linha G3, focada em custo-benefício e periféricos de entrada, a Logitech G anunciou o teclado G316 X 75. O modelo contará com design retrô, painel informativo de LED, barra de iluminação dinâmica e taxa de atualização de 8.000 Hz. O Logitech G316 X 75 também contará com switches personalizáveis e montagem no estilo gasket mount. Com o modelo, a marca pretende entregar um valor acessível, com lançamento previsto para outubro e preços sugeridos de R$ 584,90 e R$ 496,00 no Pix.
A empresa também revelou as variações Dark Line (preto com roxo) e branca com turquesa do mouse G502 X PLUS. Donos da linha de periféricos receberão nesta quarta-feira (23) uma atualização gratuita no software Logitech G HUB, que permitirá aprimorar a precisão do sensor, otimizar o consumo de bateria e aplicar ajustes independentes para os eixos X e Y dos mouses.
Logitech acelera no PC e anuncia volantes exclusivos para computadores
Entre as novidades, a Logitech também revelou novas edições dos volantes G923 e RS50, que deixarão os consoles e serão direcionadas exclusivamente ao PC.
Os novos modelos serão mais baratos que o hardware original. Rocha explica que isso só foi possível porque a Logitech deixou de pagar taxas de licenciamento exigidas por Sony e Microsoft, além de simplificar a construção e a conectividade dos produtos.
O líder de games da Logitech LATAM revelou que tornar modelos topo de linha financeiramente mais acessíveis, como os volantes G923 e RS50 ou o PRO X Superlight 2 SE, é uma tendência do mercado de tecnologia. "O produto que tem menos funcionalidade vai se desvalorizando conforme chegam novas tecnologias, que vão chegando aí com um preço maior", contou Rocha.
A Edifier apresentou a M230 II, uma nova caixa de som para quem gosta de tecnologia com cara de antigamente. O modelo aposta em um visual retrô com acabamento que imita madeira, mas traz recursos atuais, como Bluetooth 6.0 e bateria capaz de entregar até 30 horas de reprodução.
O aparelho utiliza uma estrutura feita em MDF, material que, segundo a fabricante, ajuda a reduzir vibrações indesejadas que podem interferir no som. Na parte frontal, a caixa traz uma grade de tecido e botões no estilo das teclas de um piano, reforçando a aparência inspirada em equipamentos antigos.
Apesar do formato, a M230 II é relativamente compacta. São 170 x 86 x 106 mm, com peso de 820 gramas. A Edifier oferece o produto em três acabamentos, incluindo versões marrom com aspecto de madeira, branca com detalhes rosados e verde.
Bateria pode chegar a 30 horas
Por dentro, a nova caixa de som conta com um tweeter de 22 mm, um driver de médios e graves de 45 x 80 mm e um radiador passivo dedicado às frequências mais baixas. O conjunto entrega 26 W RMS de potência e pico de 52 W, além de resposta de frequência entre 58 Hz e 20 kHz.
Outro destaque está na bateria de 5.200 mAh, que promete até 27 horas de reprodução contínua com o volume em 50%. Ao elevar o volume para 80%, a autonomia estimada cai para 14 horas.
Já o modo LoongSound amplia esses números para até 30 horas a 50% do volume ou 20 horas com o nível ajustado para 80%. A função pode ser ativada pelo aplicativo Edifier Connect.
Em relação à conectividade, a M230 II tem suporte a Bluetooth 6.0 com conexão multiponto, permitindo manter dois dispositivos vinculados simultaneamente. Também é possível parear duas unidades da caixa por TWS para formar canais esquerdo e direito e criar um sistema estéreo.
A Edifier M230 II começou a ser vendida na China pelo site da varejista JD.com por 359 yuans (cerca de R$ 275 na cotação atual) em oferta de lançamento. Ainda não há informações sobre a disponibilidade do produto no Brasil e em outros mercados.
Chega aos cinemas nesta quinta-feira (24) Vingadores: Ultimato Encore, uma nova versão do filme que encerrou a Saga do Infinito no MCU. Mas será que você está preparado para assistir ao relançamento do longa-metragem?
Com cenas adicionais e visuais mais coloridos, Vingadores: Ultimato retorna aos cinemas repaginado para preparar o público para as emoções de Vingadores: Doutor Destino, o aguardado novo filme da equipe mais amada da Marvel nas telonas.
Sem mudanças drásticas, a versão de relançamento não alterou a trama da produção, mas incluiu algumas sequências inéditas que podem antecipar o que os fãs verão no novo filme dos Vingadores. Diante desse cenário, chegar ao cinema preparado é fundamental para aproveitar ao máximo a experiência e, de quebra, já começar os trabalhos para Doutor Destino.
O que assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore
Se você, assim como boa parte dos fãs do MCU, está ansioso para rever a emocionante luta contra Thanos nas telonas mais uma vez, aproveite para fazer a lição de casa com 9 filmes para assistir antes de Vingadores Ultimato: Encore. Para facilitar a maratona, a boa notícia é que todos estão disponíveis no Disney+, veja a seguir.
1. Homem de Ferro (2008)
Ponto de partida do MCU tal como o conhecemos hoje em dia, Homem de Ferro marcou a introdução de Robert Downey Jr. à franquia como Tony Stark, um bilionário e inventor que, após ser sequestrado por terroristas que o forçam a construir uma arma mortal, decide fazer uma armadura para enfrentar os criminosos, usando-a posteriormente para combater o crime nos Estados Unidos.
Considerando que Downey Jr. vai voltar ao MCU para interpretar o Doutor Destino, assistir ao primeiro filme do Homem de Ferro vai te ajudar a relembrar detalhes iniciais sobre Tony Stark para entender suas escolhas e decisões em Vingadores: Ultimato.
2. Capitão América: O Primeiro Vingador (2011)
Outro filme introdutório que merece estar na sua maratona é Capitão América: O Primeiro Vingador. O longa apresentou a história de origem de Steve Rogers (Chris Evans), um jovem que é transformado em uma arma humana, virando o Capitão América durante o período da Segunda Guerra Mundial.
Com Chris Evans retornando ao MCU em Vingadores: Doutor Destino, assistir Capitão América: O Primeiro Vingador antes de Vingadores: Ultimato Encore vai te ajudar a entender referências sobre o passado do herói, assim como as escolhas feitas por ele no final do filme.
3. Os Vingadores (2012)
Você também não pode deixar de assistir Os Vingadores, o primeiro filme do MCU focado na equipe. Além de apresentar a formação original do grupo, o longa-metragem também revela o Tesseract, a famosa caixa azul que mantém segura a Joia do Espaço, um dos elementos buscados por Thanos para dominar o universo.
Além disso, Os Vingadores marca a primeira aparição do Thanos na franquia, que surge enigmaticamente na cena pós-créditos do filme.
4. Guardiões da Galáxia (2014)
Apresentando o lado cósmico da franquia, Guardiões da Galáxia é outro filme fundamental para assistir antes de Vingadores: Ultimato Encore. Dirigido por James Gunn, o longa apresentou a equipe de desajustados liderada por Peter Quill (Chris Pratt), que entra em apuros depois de roubar a esfera do traiçoeiro Ronan (Lee Pace).
Entre os elementos mais importantes do filme para a franquia no geral está a relação entre Gamora e Nebula, assim como o histórico familiar de ambas com Thanos. Logo, assistir ao filme vai te ajudar a se preparar para a nova versão, título bastante decisivo para Gamora.
5. Vingadores: A Era de Ultron (2015)
Dando continuidade ao universo dos Vingadores, outro filme que precisa entrar na sua maratona é Vingadores: A Era de Ultron (2015), segundo longa-metragem da equipe. Os grandes destaques da produção são a ameaça do androide mortal Ultron e a introdução da Joia da Mente por meio da estreia do Visão na franquia.
Além de estabelecer alguns desentendimentos entre os heróis da formação original dos Vingadores, o filme mergulha nas inseguranças de Tony Stark e na responsabilidade do grupo diante dos efeitos colaterais de suas ações.
6. Capitão América: Guerra Civil (2016)
Destrinchando as rusgas entre os heróis, apresentadas em Vingadores: A Era de Ultron, Capitão América: Guerra Civil também vai te ajudar a estar preparado para Vingadores Ultimato: Encore. O filme apresenta um cenário onde os políticos decidem controlar os Vingadores depois do ataque de Ultron, o que divide a equipe em dois times: um liderado pelo Capitão América e outro pelo Homem de Ferro.
Um dos pontos mais importantes deste capítulo da franquia é que ele fragmenta o grupo, colocando os heróis uns contra os outros, além de deixar a Terra desprotegida. O conflito ainda abre espaço para repercussões em Ultimato, sendo importante para entender onde cada personagem está naquele momento.
7. Thor: Ragnarok (2017)
Mais um filme que deve entrar na sua maratona é Thor: Ragnarok. Mudança de rota para o Deus do Trovão na franquia, o filme marca uma alteração no tom da jornada do herói, que passa a ser mais cômico à medida que ele enfrenta o apocalipse nórdico.
Embora seja o terceiro filme solo do herói, Thor: Ragnarok entra na lista como um capítulo importante para entender o estado emocional do personagem interpretado por Chris Hemsworth e a situação do Hulk antes dos eventos de Ultimato.
8. Homem-Formiga e a Vespa (2018)
Segundo filme solo de Scott Lang (Paul Rudd), Homem-Formiga e a Vespa acompanha o herói titular tentando equilibrar sua vida como pai e suas responsabilidades como Homem-Formiga. No meio disso tudo, ainda somos apresentados ao Reino Quântico, um conceito importante para entender Vingadores: Ultimato.
Isso porque, além de ter relação com a situação de Scott naquele momento da franquia, o Reino Quântico exerce uma função relevante na estratégia desenvolvida pelos Vingadores para deter Thanos em Ultimato.
9. Vingadores: Guerra Infinita (2018)
Se você tiver que escolher apenas um filme desta lista para assistir antes de Vingadores: Ultimato Encore, escolha Vingadores: Guerra Infinita. Afinal, Ultimato é a continuação dos eventos narrados em Guerra Infinita, a preparação direta para o que vemos no final da Saga do Infinito.
Reunindo grandes estrelas da equipe do MCU, o filme mostra o grupo se unindo para lutar contra Thanos, que está coletando todas as seis Joias do Infinito para colocar seu plano destrutivo contra a humanidade em prática.
Antecipação para Doutor Destino
Com Vingadores: Ultimato Encore chegando aos cinemas mundiais no dia 24 de setembro, os fãs da Marvel se preparam para retomar os trabalhos em uma intensa preparação para o aguardado lançamento de Vingadores: Doutor Destino, que acontece em 17 de dezembro.
O Google está preparando uma nova área da Play Store para reunir aplicativos criados com ajuda de inteligência artificial. A seção, chamada provisoriamente de “Your creations”, apareceu em testes internos na versão 53.2.23-34 da loja e deve servir como um espaço para acessar projetos feitos no Google AI Studio.
A novidade ainda não foi anunciada oficialmente e pode mudar antes de chegar ao público. Por enquanto, o recurso foi identificado em uma desmontagem do APK da Play Store, método usado para encontrar funções em desenvolvimento dentro do código do aplicativo.
Como vai funcionar?
A nova seção aparece dentro da tela “Gerenciar apps e dispositivo” e parece reunir aplicativos pessoais criados com IA.
Hoje, o Google já permite desenvolver aplicativos no AI Studio a partir de comandos em linguagem natural, prática conhecida como vibe coding. Em vez de escrever todo o código manualmente, o usuário descreve o que deseja criar e a IA ajuda a montar a estrutura, interface e funções do app.
No protótipo encontrado pelo Android Authority, há um botão para começar a criar. Atualmente, ele abre a versão móvel do Google AI Studio pelo navegador, mas a expectativa é que futuramente essa integração aconteça diretamente pelo Gemini, já que o Google prepara a chegada das ferramentas do AI Studio ao aplicativo.
A ideia parece ser facilitar o gerenciamento dos apps criados pelo próprio usuário, sem exigir necessariamente que cada projeto seja publicado de forma tradicional na Play Store.
Apps poderão ser compartilhados com outras pessoas?
Esse é o ponto que ainda não está claro.
Atualmente, publicar um aplicativo criado no AI Studio na Play Store exige cadastro de desenvolvedor, envio pelo Play Console e cumprimento das etapas de teste e revisão exigidas pelo Google. Outra possibilidade é instalar o app manualmente no aparelho, processo conhecido como sideload.
A nova área pode funcionar como um meio-termo entre essas duas opções. Trechos encontrados no código mencionam a possibilidade de “compartilhar com todos”, o que indica que os projetos talvez possam ficar disponíveis para outros usuários sem seguir exatamente o mesmo fluxo de uma publicação tradicional. O Google, porém, ainda não explicou como funcionariam requisitos de segurança, testes e distribuição nesse cenário.
O que é “vibe coding”?
O termo ganhou força com ferramentas capazes de transformar instruções escritas em código funcional.
Na prática, uma pessoa pode pedir algo como “crie um aplicativo para controlar meus gastos mensais” e ir refinando o projeto conversando com a IA, sem precisar dominar programação no mesmo nível de um desenvolvedor tradicional.
O Google vem investindo diretamente nesse modelo. O AI Studio já permite criar, testar e modificar aplicativos usando IA, enquanto uma versão móvel está sendo preparada para que todo esse processo também aconteça pelo celular.
A expansão também ocorre em um momento de forte aumento no número de novos aplicativos. Segundo dados citados pelo TechCrunch, lançamentos globais de apps cresceram cerca de 60% no primeiro trimestre de 2026 em relação ao ano anterior, movimento associado em parte à popularização das ferramentas de programação com IA.
Ainda não há previsão para a estreia da seção “Your creations”. Como o recurso está em desenvolvimento, o Google também pode alterar seu funcionamento ou até decidir não lançá-lo publicamente.
A XBOX anunciou nesta terça-feira (22) uma grande movimentação em seus estúdios, com uma união entre a Playground Games e Turn 10 Studios — que agora cuidarão juntas das franquias Fable,Forza e seus spin-offs, como a linha Horizon.
O diretor de criação da marca, Matt Booty, revelou em uma carta ao time de desenvolvedores que a integração já estava “escrita” há mais de 10 anos.
“Estes dois estúdios têm sido parceiros criativos e de franquias por mais de uma década e as mudanças de hoje formalmente movimentam seus trabalhos em uma equipe”, afirmou o executivo.
A fusão entre as duas impactará ainda mais a franquia Forza, que passou por alguns problemas em seus últimos lançamentos. Veja como reunir Playground Games e Turn 10 Studios deve criar uma nova visão para os próximos capítulos da série de corrida.
Confusão em Forza
A Turn 10 Studios foi fundada em 2001, com o objetivo de produzir jogos que disputassem espaço com Gran Turismo — da PlayStation. Dessa proposta surgiu Forza Motorsport no ano de 2005, que mostrou todo o potencial que o primeiro XBOX tinha nas mangas.
Após várias entradas de sucesso, em 2012 chegou o seu primeiro spin-off. Em conjunto com a Playground Games, o público viu no XBOX 360 Forza Horizon com um conceito completamente distinto. Diferente do simulador, ele seguiria um caminho voltado ao arcade, com músicas, exploração e muita atitude.
Enquanto a série paralela teve altos e baixos, Forza Horizon 6 (2026) foi um grande sucesso e consolidou ainda mais o seu público. Em contrapartida, a linha principal tem experimentado cada vez mais quedas. Forza Motorsport 7 (2017) e o soft reboot Forza Motorsport (2023) não tiveram o mesmo desempenho.
Agora que a Microsoft reuniu as duas em um estúdio só, é importante notar que há esperanças que Forza Motorsport retorne algum dia. Contudo, vai demorar bastante para o vermos novamente nos consoles XBOX.
Atualmente, a Playground Games está investida em duas frentes: atualizações e expansões de Forza Horizon 6 e na produção de Fable, o próximo grande RPG que será lançado em suas plataformas em 2027.
Na prática, se existir algum projeto para reviver o clássico, isso será visto apenas de 2028 em diante. Isso se a XBOX não preferir que invistam em um Forza Horizon 7 ou na sequência direta de Fable — a depender do feedback dos fãs.
O Spotify está desenvolvendo uma função que pode acabar com o consumo excessivo de armazenamento pelo cache do aplicativo. Segundo uma análise do código realizada pelo Android Authority, a plataforma trabalha em um recurso chamado “Limite de Cache” para o Android. Com a função, será possível definir um teto para o espaço ocupado por arquivos temporários, algo que usuários reclamam há anos em fóruns, como Reddit e na comunidade oficial do Spotify.
Atualmente, o Spotify armazena trechos de músicas, podcasts e capas de álbuns em cache para agilizar a reprodução e reduzir o uso de dados móveis quando conteúdos são reproduzidos novamente. Como não há um limite definido pelo usuário, esse armazenamento pode crescer para vários gigabytes e ocupar uma parcela considerável da memória do aparelho.
O novo recurso deve adicionar um submenu específico para o gerenciamento do cache, com uma opção para definir o espaço máximo utilizado. O aplicativo também poderá indicar um “limite recomendado”, com o objetivo de equilibrar o desempenho da reprodução e o espaço disponível no celular.
Ao escolher um limite, o Spotify deverá alertar sobre possíveis efeitos da configuração. Um cache menor pode aumentar o uso de dados móveis e exigir que determinados conteúdos sejam carregados novamente, enquanto um limite maior tende a manter mais dados temporários armazenados. A configuração deve afetar somente o cache, sem remover músicas e podcasts baixados para reprodução offline. Segundo o código analisado, o aplicativo também poderá solicitar a definição do limite após uma limpeza manual do cache.
O recurso já está disponível no Spotify?
Não. A função ainda não foi liberada para o público geral nem anunciada oficialmente pelo Spotify. A descoberta ocorreu em uma análise de APK da versão v9.1.88.815 do aplicativo para Android.
O chamado APK teardown consiste na análise do código e dos recursos incluídos em um pacote de instalação para identificar funções que podem estar em desenvolvimento ou preparação. A presença das strings relacionadas ao limite de cache indica que o Spotify trabalha na funcionalidade, mas não confirma quando — ou se — ela será liberada para todos.
O recurso pode passar primeiro por testes com usuários da versão beta antes de chegar à versão estável. Como acontece com outras funções identificadas em análises de código, também existe a possibilidade de que o Spotify faça alterações na implementação ou abandone a novidade antes do lançamento.
A Anthropic anunciou o Claude Opus 5.5, nova versão do modelo que reduz os preços de tokens de entrada e saída em 20% e corta em 60% o custo de leitura de dados armazenados em cache. Em um exemplo apresentado pela empresa, uma sessão que custava US$ 3,50 no Opus 5 passa a custar US$ 2,40 no Opus 5.5, uma redução de cerca de 31%.
O Opus 5.5 já está disponível pela API e no Claude Code. Para assinantes dos planos Pro, Max e Team, a redução de custos aparece na forma de limites de uso maiores. Segundo a Anthropic, o mesmo orçamento pode render cerca de 25% mais uso do modelo.
A nova versão também muda a forma como o Claude trabalha. O Opus 5.5 usa o recurso de thinking antes das respostas para analisar a tarefa e chegar ao resultado. A empresa também afirma que o modelo ficou mais eficiente no uso de tokens, o que ajuda a reduzir o custo de tarefas longas.
Quanto custa o Claude Opus 5.5?
O preço de entrada caiu de US$ 5 para US$ 4 por milhão de tokens, enquanto o custo dos tokens de saída passou de US$ 25 para US$ 20. A maior redução aparece nas leituras de cache, que baixaram de US$ 0,50 para US$ 0,20 por milhão de tokens, uma queda de 60%.
A mudança favorece principalmente sessões longas, nas quais o Claude reaproveita grandes volumes de informações armazenadas em cache. Como a leitura desses dados ficou mais barata, tarefas com muito contexto podem ter uma redução significativa no custo, mesmo quando trabalham com milhões de tokens.
Já tarefas concentradas na geração de respostas tendem a se beneficiar principalmente da redução de 20% no preço dos tokens de saída.
Como economizar tokens no Claude?
Além dos preços menores do Opus 5.5, algumas configurações do Claude Code ajudam a controlar o consumo de tokens, como:
Escolha o nível de esforço adequado
Use cada modelo para uma tarefa
Aproveite o cache
Faça auditoria dos prompts
Acompanhe o uso de tokens
Escolha o nível de esforço adequado
O nível de esforço determina quanto o modelo deve investir no processo de pensamento, na geração de texto e no uso de ferramentas. Para tarefas simples, níveis menores podem evitar gastos desnecessários.
O nível Low pode ser usado em trabalhos mecânicos, como renomear variáveis ou aplicar padrões conhecidos em vários arquivos. O Medium atende tarefas cotidianas com escopo bem definido, enquanto o High faz mais sentido em problemas que exigem uma análise maior do código.
Níveis mais altos devem ficar para tarefas complexas, nas quais o modelo precisa analisar várias partes do projeto antes de tomar uma decisão.
Use cada modelo para uma tarefa
Outra forma de controlar o consumo é escolher o modelo de acordo com a dificuldade do trabalho. O Opus 5.5 pode ficar responsável pelas tarefas principais, como desenvolvimento de funcionalidades, revisão de código e trabalhos que exigem mais raciocínio, enquanto modelos, como Sonnet e Haiku, assumem atividades secundárias.
Para pesquisas, leitura de logs e execução de testes, a recomendação é configurar subagentes no Sonnet ou Haiku, deixando a edição principal do código a cargo do Opus 5.5. A divisão reduz a necessidade de usar o modelo mais caro em tarefas que não precisam do mesmo nível de capacidade.
Também é indicado manter o Opus 5.5 como modelo principal no dia a dia, mas alternar para o Fable 5.1 caso ele trave duas vezes no mesmo problema usando esforço High. O Fable 5.1 tem custo maior, de US$ 10 por milhão de tokens de entrada e US$ 50 por milhão de tokens de saída, mas pode evitar ciclos repetidos de tentativa e erro em códigos complexos.
Aproveite o cache
O cache é especialmente importante em sessões longas. No Opus 5.5, a leitura de informações armazenadas custa US$ 0,20 por milhão de tokens, o equivalente a apenas 5% do preço de uma entrada nova. A duração do cache varia conforme a forma de acesso ao modelo: nos planos Pro, Max e Team, ele dura uma hora e na API o período padrão é de cinco minutos.
Para aproveitar melhor esse mecanismo, vale evitar mudanças constantes nas definições de ferramentas e no prompt do sistema durante uma tarefa, já que alterações podem invalidar partes do cache. Alterar o nível de esforço no meio da sessão por comando também invalida o cache da conversa, fazendo com que a próxima operação tenha de regravar o contexto.
Quando o cache expira ou é invalidado por uma mudança de configuração, a regravação custa entre 1,25 e 2 vezes o preço de um token de entrada comum. Em contextos grandes, uma única regravação pode custar o equivalente a até 25 leituras de cache.
No Claude Code, o comando /compact ajuda a reduzir o histórico usado pela conversa e o /clear inicia uma tarefa sem carregar o contexto anterior. O tamanho do arquivo CLAUDE.md também merece atenção. A recomendação é mantê-lo abaixo de 200 linhas para evitar o carregamento de informações desnecessárias a cada requisição.
Os servidores MCP que não estão em uso também podem aumentar o volume de dados enviado ao modelo. Desativá-los com o comando /mcp reduz esse carregamento automático. No entanto, conectar ou desconectar servidores MCP durante uma sessão e alternar entre modelos são outras ações que podem reiniciar o cache da conversa.
Faça auditoria dos prompts
Prompts muito longos ou com instruções repetidas também podem aumentar o consumo. O comando /claude-api prompt-audit identifica problemas que podem fazer o modelo gastar tokens sem melhorar o resultado.
Entre os pontos analisados estão instruções contraditórias e regras de verificação que aumentam o número de etapas de uma tarefa. Em testes de migração, a Anthropic registrou redução adicional de até 9% nos custos após a limpeza dos prompts.
Acompanhe o uso de tokens
O acompanhamento do consumo ajuda a encontrar tarefas que gastam mais do que o esperado. O comando /usage mostra informações sobre o uso da sessão, incluindo o consumo de tokens e a participação do cache.
Sessões que fogem muito do padrão podem indicar loops de repetição, uso excessivo de ferramentas ou um nível de esforço maior do que o necessário para aquela tarefa. A análise desses casos ajuda a ajustar as configurações e evitar desperdícios nas próximas execuções.
A Remedy Entertainment se prepara para o lançamento de Control Resonant, que estará disponível para o PS5, XBOX Series e PCs a partir desta quinta-feira (24). No Brasil não será diferente, com a sua chegada prevista para a mesma data.
A aventura de Dylan promete mostrar a ilha de Manhattan distorcida pelo Ruído, com uma missão muito importante para o irmão de Jesse: deter a ameaça e salvar o mundo, para se redimir pelas suas ações vistas em Control (2019).
O hack and slash é uma das maiores promessas do estúdio, já que será sequência direta do game anterior e tem como patamar uma verdadeira obra-prima: Alan Wake II (2023), que chegou a concorrer ao The Game Awards do mesmo ano.
Veja que horas Control Resonant será lançado no Brasil e quando poderá dar seus primeiros passos na jornada que vai explorar ainda mais este universo compartilhado do estúdio.
Disponibilidade pública
De acordo com a própria Remedy, os jogadores poderão começar a sua campanha no dia 24 de setembro de 2026, a partir das 11h no horário de Brasília. Ali, poderá encontrá-lo e fazer o download na PS Store, Loja XBOX e em plataformas como o Steam e Epic Games Store.
É importante ter em mente que, na data, poderá ver apenas a versão digital do título. Control Resonant só estará liberado em discos em outubro de 2026, já que teve sua chegada adiada globalmente. Caso não tenha o Fear of Missing Out (FOMO) ou esteja ansioso, é menos de um mês para aguardá-los.
Chegada antecipada de Control Resonant
Em parceria com a Sony Interactive Entertainment, o estúdio lançou o game de forma antecipada na PS Store. Quem adquiriu a Edição Digital Deluxe da experiência, já pode achá-la disponível desde terça-feira (22) no PlayStation 5.
Na prática, se é o seu caso, já pode começar a jornada de Dylan imediatamente. Por ser um acordo entre a desenvolvedora e a dona do PlayStation, não encontrará as mesmas condições no XBOX e nos computadores.
Além do acesso antecipado, o pacote também inclui o livro de arte e trilha sonora nos formatos digitais, um Artefato Imaculado (Carteira), Artefato Ferramenta do Punguista, um Pacote de Recursos Iniciais, o Traje de Corrupção do Ruído, Traje Oculto e o Traje de Missão EMA.
Preciso ter jogado Control?
Se, no seu caso, não tiver jogado a aventura original, não há problema algum. Ainda que possa perder referências e compreender o papel de determinados personagens, não é vital explorar o antecessor.
Em Control Resonant, logo no menu inicial, poderá visualizar uma recapitulação completa para dar os seus primeiros passos em Manhattan. Deste modo, terá informações suficientes para avançar sem se perder dentro de sua trama.
Há quem faça questão, logo a jornada de 2019 está disponível no PS5 e XBOX Series sem impedimentos. No Steam, também notará Control: The Siblings Collection — que traz a Edição Ultimate do original e a Edição Digital Deluxe da experiência mais recente.
Após ser descartado pela Warner Bros. em 2023, Coyote vs. Acme deu a volta por cima graças ao estúdio Ketchup Entertainment, que adquiriu os direitos de distribuição em 2025 e colocou o filme no mundo em agosto deste ano. Mas quando será possível assisti-lo nos sofá de casa?
Com John Cena no elenco, Coyote vs. Acme é um híbrido entre animação e live-action situado no universo dos Looney Tunes. Sob comando do diretor David Green, o filme acompanha a jornada do Coyote, que, cansado de suas armadilhas para pegar o Papa-Léguas falharem, decide contratar um advogado para processar a Acme, a corporação por trás dos produtos usados por ele.
Misturando um clima aventuresco com comédia, o filme vem fazendo sucesso entre o público e a crítica especializada desde que chegou aos cinemas, ultrapassando o marco de US$ 100 milhões arrecadados em bilheteria mundial. O longa foi adquirido pela Ketchup Entertainment por US$ 50 milhões.
Quando Coyote vs Acme chega ao streaming?
Atualmente em cartaz nos cinemas brasileiros, Coyote vs. Acme já tem data para chegar às plataformas digitais nos Estados Unidos: dia 29 de setembro.
Inicialmente, o longa estará disponível apenas para compra ou aluguel no Prime Video e na Apple TV, mas ainda não há informações sobre a disponibilidade do título no Brasil por enquanto.
Também não foi revelado quando a produção será disponibilizada no streaming, mas isso deve acontecer até o mês de dezembro, considerando que muitos estúdios esperam cerca de três meses para lançar suas produções em serviços de assinatura.
Sucesso após incertezas
No limbo da Warner por anos, Coyote vs. Acme quase não viu a luz do dia depois que o estúdio optou por cancelar o lançamento do filme por causa de questões fiscais. O descarte gerou uma baita polêmica na época, porque a produção já estava com suas filmagens prontas.
O motivo por trás do cancelamento teve relação com uma fase de mudanças na Warner, que havia sofrido uma fusão com a Discovery em 2022 e enfrentava um forte movimento de corte de gastos. Foi assim que os executivos decidiram que seria financeiramente mais vantajoso não lançar o título nos cinemas, abatendo o prejuízo no imposto de renda para não arcar com os custos de divulgação e esperar por lucros que, na época, pareciam incertos.
A repercussão dessa polêmica na mídia, no entanto, mudou o futuro de Coyote vs. Acme, que passou de um engavetamento para as mãos da Ketchup Entertainment. Agora, o estúdio colhe os frutos de uma boa recepção do longa-metragem, um sucesso que deve se repetir quando o filme chegar ao streaming.
A Apple pode estar por trás de uma pulseira fitness sem tela para acompanhar dados de saúde e exercícios. Segundo informações de Mark Gurman, da Bloomberg, a empresa já testa protótipos com uma faixa fina de tecido e um módulo com sensores, mas ainda não decidiu se vai lançar o produto.
O projeto estaria em desenvolvimento há alguns meses e teria envolvido a equipe responsável pelo Vision Pro. O interesse pelo dispositivo também partiria de nomes importantes da Apple, como Tim Cook e Eddy Cue.
A ideia segue uma tendência que ganhou força em 2026. Dispositivos como Fitbit Air, Garmin Cirq Smart Band e Amazfit Helio Strap Pro apostam em acompanhar atividades e indicadores de saúde sem uma tela própria.
Então funciona assim: em vez de mostrar informações no pulso, a pulseira enviaria os dados para o aplicativo de saúde do celular. Pode ser uma proposta para agradar quem prefere acompanhar exercícios e sono sem ter mais uma tela para consultar durante o dia.
São funções que seguem uma ideia parecida com recursos encontrados em dispositivos da Whoop e da Oura. A proposta é transformar os dados coletados pelos sensores em informações mais fáceis de entender.
A inteligência artificial também pode ter papel importante. O Apple Intelligence já é usado para analisar métricas de saúde e apresentar resumos e sugestões. Em uma pulseira sem tela, a Siri poderia assumir parte da interação, permitindo registrar informações e fazer perguntas por voz.
Pulseira pode chegar só em 2028
Uma das vantagens desse formato seria a bateria. Sem uma tela para manter ligada, o dispositivo poderia gastar menos energia e ser mais discreto no pulso, e o formato também pode ser mais confortável para dormir, algo importante para quem acompanha o sono.
Apesar dos testes, a Apple ainda não teria decidido colocar a pulseira à venda. Caso o projeto avance, Gurman afirma que o lançamento não deve acontecer antes de 2028.
Outra possibilidade seria a Apple apostar em um anel inteligente. Esse formato também seria discreto e poderia acompanhar dados durante o sono, mas a questão das assinaturas recorrentes segue como um ponto relevante nesse mercado. Enquanto isso, o Apple Watch Ultra 4 chega com sensor mais preciso do mundo em um vestível.
A Adobe lançou nesta terça-feira (22) o Premiere Mobile para Android, ampliando para celulares e tablets com o sistema do Google o editor de vídeo que já estava disponível no iPhone. O aplicativo pode ser baixado gratuitamente e inclui edição em linha do tempo multifaixa, exportação em 4K sem marca d’água, efeitos, transições e ferramentas de áudio.
O lançamento também substitui o espaço deixado pelo Premiere Rush, que está sendo descontinuado.
O que dá para fazer de graça?
A maior parte das funções de edição está disponível sem assinatura.
O usuário pode cortar, aparar e reorganizar clipes, trabalhar com várias faixas de vídeo e áudio, aplicar transições, filtros e efeitos, gravar narração e usar templates para conteúdos de redes sociais. O app também inclui o Enhance Audio, que reduz ruídos de fundo e melhora a clareza da voz.
Também é possível exportar vídeos em até 4K sem marca d’água, sem anúncios e sem limite de exportações. A Adobe afirma ainda que não exige login para começar a editar, salvar projetos localmente ou exportar vídeos.
A interface foi adaptada para diferentes tamanhos de tela, incluindo celulares dobráveis. Segundo a Wired, o aplicativo exige Android 13 ou mais recente e pelo menos 5 GB de RAM.
O que é pago no Premiere Mobile?
A principal cobrança está nos recursos de IA generativa do Adobe Firefly.
Ferramentas capazes de gerar imagens, adesivos, efeitos sonoros e outros elementos usam créditos generativos. Esses créditos podem estar incluídos em planos da Creative Cloud ou ser comprados separadamente, dependendo da conta do usuário.
Armazenamento extra na nuvem também pode exigir pagamento. A Adobe não colocou as funções básicas de edição, exportação 4K ou remoção de marca d’água atrás de uma assinatura.
Alguns recursos ainda não chegaram à versão Android. A empresa prepara integração mais completa com o Premiere para desktop, Adobe Fonts e melhorias em legendas. Além disso, afirma que legendas ilimitadas serão adicionadas até o final do ano.
Premiere Mobile chega para disputar espaço com CapCut e Edits
A chegada ao Android coloca o Premiere diretamente em uma categoria já ocupada por aplicativos como CapCut, Instagram Edits e LumaFusion.
O foco do novo aplicativo também é diferente do Premiere tradicional para computador: a interface foi simplificada para edição no celular e produção rápida de vídeos para redes sociais. Apesar do nome, portanto, não se trata de uma reprodução completa do Premiere Pro no Android.
O Premiere Mobile já está disponível na Google Play Store a partir desta terça-feira.
A OpenAI anunciou o GPT-6 Sol e o GPT-6 Luna, novos modelos de inteligência artificial que ampliam o ecossistema de modelos de fronteira da empresa. A dupla foi desenvolvida com foco em reduzir custos e acelerar o uso de IA, levando recursos apresentados no modelo topo de linha Astra para tarefas profissionais e aplicações em larga escala.
Os modelos já estão disponíveis no ChatGPT Work e no Codex para usuários dos planos Plus, Pro, Business, Enterprise e Edu. Nos planos Free e Go, o GPT-6 Luna pode ser usado pelo aplicativo para desktop. Para desenvolvedores, os modelos estão disponíveis pela API. A OpenAI afirma que a chegada ao ChatGPT será gradual ao longo do dia, mas os modelos ainda não estão disponíveis na interface padrão de “Chat”.
O GPT-6 Sol é voltado para tarefas profissionais complexas e programação e o Luna foi desenvolvido para trabalhos de alto volume, como resumos e extração de informações. A arquitetura dos dois modelos também foi otimizada para fluxos de trabalho longos e agentes de IA, com recursos que ajudam a reduzir o custo de operações que reutilizam grandes quantidades de contexto.
Um desses recursos é o cache de prompts. A leitura de tokens de entrada armazenados em cache recebe 90% de desconto, o que reduz o custo de aplicações que reaproveitam informações ao longo de diferentes etapas de uma tarefa. Na API, o GPT-6 Sol tem o preço reduzido de US$ 4 para US$ 2 por 1 milhão de tokens de entrada e de US$ 20 para US$ 10 na saída. Já o GPT-6 Luna cai de US$ 0,20 para US$ 0,10 na entrada e de US$ 1,20 para US$ 0,50 na saída.
Os dois modelos têm redução de 50% nos preços em relação aos valores promocionais da linha GPT-5.6. A combinação entre preços menores, cache barato e foco em tarefas de longa duração busca tornar o uso dos modelos mais viável para desenvolvedores que precisam processar grandes volumes de informações.
O lançamento ocorre em meio à forte disputa entre OpenAI e Anthropic. Apenas 90 minutos antes do anúncio da OpenAI, a Anthropic apresentou uma nova versão do Opus 5.5, com preços menores e desempenho no nível do Fable.
GPT-6 Sol e Luna mostram resultados em diferentes tarefas
Os testes de desempenho apresentados pela OpenAI mostram resultados diferentes de acordo com a proposta de cada modelo. O GPT-6 Sol foi avaliado em tarefas profissionais, programação e engenharia de software, enquanto o Luna também apresentou resultados em automação, uso de computador, engenharia de software e confiabilidade factual.
No AutomationBench, que avalia fluxos de trabalho de negócios em diferentes aplicativos, o GPT-6 Sol superou o Claude Opus 5, da concorrência, com custo equivalente a apenas 9% do valor por tarefa. Na programação, o modelo igualou o desempenho do Claude Fable 5.1 no FrontierCode, que verifica se o código produzido está pronto para ser incorporado a bases de código reais. Já no DeepSWE v1.1, voltado para tarefas complexas de engenharia de software, o Sol alcançou 68,8% de pontuação, com custo 80% menor que o de modelos concorrentes de alto desempenho.
O GPT-6 Luna também apresentou evolução em relação à geração anterior. No AutomationBench, em nível de esforço alto, o modelo superou o GPT-5.6 Luna em 5,4 pontos percentuais, com custo por tarefa 58% menor. No DeepSWE v1.1, o Luna alcançou 66,6% de pontuação no nível máximo de esforço, resultado comparável ao de Claude Opus 5 e Claude Fable 5 em níveis médios de esforço.
No OSWorld 2.0 offline, que avalia tarefas de uso de computador, o Luna também superou o GPT-5.6 Sol, considerando esforço médio para o modelo anterior, com apenas um décimo do preço. A OpenAI ainda avaliou a confiabilidade factual dos modelos. Em níveis mais altos de esforço, o Luna alcançou a mesma confiabilidade do antigo GPT-5.6 Sol por 1% do custo.
A OpenAI também alterou o estilo de colaboração dos modelos para reduzir jargões e informações de pouco valor. A proposta é entregar respostas mais curtas e claras. Em avaliações de alinhamento, o Luna ainda apresentou taxas menores de alegações enganosas sobre seu próprio trabalho de programação em comparação com o GPT-5.6 Luna.
Novas ferramentas ajudam a controlar custos e desempenho
A OpenAI também lançou novas ferramentas para que desenvolvedores acompanhem o uso dos modelos e encontrem formas de melhorar o desempenho das aplicações. O Prompt Caching Dashboard, por exemplo, identifica oportunidades de cache que não foram aproveitadas, o que ajuda a encontrar pontos em que o processamento pode ser otimizado.
Outra mudança permite ajustar o esforço de raciocínio e a disponibilidade de ferramentas sem invalidar o cache já existente. Com isso, agentes de IA podem alterar esses parâmetros durante fluxos de trabalho que reutilizam o mesmo contexto sem perder as informações armazenadas no cache.
Os recursos também chegam acompanhados de melhorias de segurança herdadas do trabalho de alinhamento feito para o Astra. Segundo a OpenAI, o GPT-6 Sol e o Luna apresentam taxas menores de alegações enganosas em tarefas de programação e tiveram resultados melhores em avaliações que testam tentativas de contornar avisos de segurança.
O Google anunciou recentemente os Googlebooks, novos notebooks que pretendem mudar a forma como os usuários interagem com os seus dispositivos. Contudo, isso levanta questões — ainda “ontem” a companhia vendia os Chromebooks, afinal de contas.
Ainda que os aparelhos não tenham uma data prevista para chegar ao Brasil, a companhia trabalha em parceria com a Dell, ASUS, HP, Acer e Lenovo para a chegada dos produtos no mês de outubro. Como todas elas atuam fortemente no país, não deve demorar para ver os notebooks nas lojas.
Dito isso, é muito importante saber quais são os grandes diferenciais de cada produto, até para não “comprar gato por lebre”. Como cada um deles segue padrões distintos, o consumidor precisa estar atento para evitar erros e adquirir justamente algo diferente do que necessitava.
Veja quais são as 6 principais diferenças entre os Googlebooks e os Chromebooks, assim como qual a ideia do Google para cada um deles:
6. Proposta dos dispositivos
O primeiro passo para compreender o que separa os Googlebooks e os Chromebooks é a ideia de cada um. Lançados em 2011, os Chromebooks são modelos produzidos para o segmento custo-benefício e apoiam estudantes e usuários comuns — que desejam apenas usar apps básicos e navegadores.
Contudo, os Googlebooks já entram na indústria como uma linha premium. Isso significa a presença de componentes de ponta, revestimento reforçado e um grande destaque para as inteligências artificiais com uso local. Na prática, esse é o objetivo dos novos notebooks do Google.
5. Foco em IA
Para a companhia, todos os usuários precisarão ter um dispositivo que rode uma IA localmente. Com a presença de CPUs Intel Core Ultra Series 3 e Snapdragon (que possuem chips dedicados com NPUs), todos os modelos poderão atuar diretamente com os consumidores — sem a necessidade de apelar para a nuvem ou a conexão à internet.
Além desta intenção, há outra incluída no pacote: reforçar a importância do Gemini, a inteligência artificial da corporação. Com a disputa entre ela e softwares como o ChatGPT, Claude, Copilot e outros, trazê-la ao destaque mostra o quanto eles desejam emplacar a sua múltipla utilização.
4. Design
Por fora, é notável a diferença entre os Chromebooks e os Googlebooks. Os primeiros não possuem o ícone iluminado que marca os novos produtos, assim como não carregam o logo da linha. Nos antigos notebooks, por fora você encontrava escrito o nome do aparelho — o que não existe agora. Também é perceptível, nos botões, a presença de acesso rápido ao Gemini.
Contudo, seu revestimento também diz o que precisa saber sobre cada um. Os Chromebooks eram conhecidos por seu chassi de plástico, teclado com qualidade mediana e displays menos potentes. Já os novos podem contar com uma carcaça de alumínio e fibra de carbono, tela OLED e outras melhorias.
3. Sincronia com dispositivos inteligentes
Um dos grandes destaques dos Googlebooks é o uso do sistema Android, para que o usuário tenha uma facilidade maior para sincronizar documentos, apps e atividades entre todos os dispositivos de sua casa. Quer começar um trabalho no tablet e terminar no notebook? É possível.
A proposta do Google é reforçar a presença de um ecossistema, da mesma forma como vemos outras marcas como Samsung e Apple. Deste modo, você se verá dentro de uma plataforma só e terá mais facilidades caso transite entre os aparelhos — em vez de contar com o apoio de softwares externos.
2. Recursos e software
Enquanto os Chromebooks tinham um sistema próprio, o ChromeOS, os Googlebooks utilizam o Android (assim como seu smartphone e outros smart devices). O novo aparelho também permite o uso de tela touch e é compatível com uma grande parte dos aplicativos da Google Store. Muitos deles, inclusive, agora têm suporte para o formato desktop.
Enquanto os antigos eram apenas dispositivos comuns, os atuais também contam com recursos como o Magic Pointer — com interação direta com o Gemini — e ferramentas que transformam fala em texto, criam widgets e auxiliam os usuários de formas distintas e de acordo com as necessidades atuais do mercado.
1. Preço
Obviamente, os preços são um grande diferencial, já que os Chromebooks tinham como o principal objetivo oferecer opções custo-benefício aos usuários. Mesmo com alguns modelos mais caros, eles circulavam a partir de US$ 150.
No entanto, com os Googlebooks você verá um lançamento premium. O mais barato pode ser encontrado a partir de US$ 899, logo a expectativa é que não haja modelos econômicos em um futuro breve. Na prática, estes exigirão que abra mais a carteira.
As diferenças entre Chromebooks e Googlebooks
Vale notar que estes são apenas detalhes iniciais da sua etapa de lançamento, com novas funções e recursos que podem ser adicionados em atualizações — ou com a chegada de componentes mais poderosos no mercado.
A LG apresentou, nesta terça-feira (22), a LG xboom Power no Brasil, nova linha de caixas de som voltada a festas e eventos. A geração é formada pelos modelos Power 9000, Power 7000 e Power 5000, a família entrega até 440 W RMS de potência e conta com inteligência artificial (IA) para transformar músicas em faixas de karaokê.
Além da nova linha, a fabricante apresentou a LG xboom Stage 501 e a LG xboom Blast. Enquanto a primeira aposta em bateria de longa duração e ferramentas de IA para festas, a segunda combina potência, maior resistência a água e poeira e foco no uso ao ar livre.
Segundo Marcos Choi, Especialista em Dispositivos de Áudio da LG Electronics Brasil, o novo portfólio foi desenvolvido para atender diferentes momentos de entretenimento, desde grandes celebrações até atividades em ambientes externos.
“Ao unir o ajuste acústico de will.i.am, recursos de inteligência artificial, como o AI Karaoke Master, e a durabilidade necessária para qualquer ambiente, estamos entregando aos nossos consumidores as ferramentas para que sejam os verdadeiros protagonistas das suas celebrações”, afirma Choi.
LG xboom Power tem três modelos e até 440 W RMS
A LG xboom Power será comercializada em três versões: Power 9000, Power 7000 e Power 5000. Além da potência de até 440 W RMS, a linha conta com duas entradas para microfone, conectividade Auracast e AI Lighting, recurso que sincroniza efeitos de iluminação com a reprodução de áudio.
Outro destaque é o AI Karaoke Master, que utiliza inteligência artificial para identificar e remover os vocais das músicas em tempo real. O recurso também permite ajustar o tom das faixas sem a necessidade de acessórios ou aparelhos extras.
Segundo a empresa, medições feitas em condições controladas mostraram que a Power 9000 conseguiu sustentar sua potência contínua nominal de até 440 W RMS sem distorção harmônica ou perda de fidelidade acústica ao longo do teste.
A fabricante também destacou o Certificado TÜV relacionado à medição de potência de seus equipamentos. A LG afirma ser a única marca do segmento no Brasil a contar com a certificação.
A linha xboom Power tem lançamento previsto no mercado brasileiro para os próximos meses, mas preços e data específica ainda não foram divulgados pela empresa.
LG xboom Stage 501 aposta em bateria e inteligência artificial
Outra novidade apresentada pela LG foi a xboom Stage 501, que tem como um dos principais destaques a autonomia de até 25 horas de reprodução. Segundo a fabricante, trata-se da maior duração de bateria da categoria.
O modelo traz certificação IPX4 contra respingos, além de alto-falantes desenvolvidos em parceria com a dinamarquesa Peerless.
O dispostivo de áudio também conta com o AI Karaoke Master, e ainda integra de forma nativa o AI Soun. Esse recurso é o responsável por analisar o conteúdo reproduzido para adaptar automaticamente a equalização de acordo com o gênero musical.
Outro recurso da caixa de som é o Space Calibration Pro, tecnologia que analisa a acústica do ambiente para ajustar a reprodução do som de acordo com o espaço em que o aparelho está sendo utilizado.
Os interessados na LG xboom Stage 501 podem adquirir a caixa de som por valores a partir de R$ 2.299,00.
LG xboom Blast tem 220 W RMS e proteção IP68
Já a LG xboom Blast foi desenvolvida com foco em ambientes externos, como praias, campings e áreas de piscina. A caixa entrega até 220 W RMS de potência e pode alcançar 36 horas de reprodução contínua com uma carga.
Para aumentar a resistência, o modelo possui certificação IP68 contra água e poeira e, segundo a LG, passou por sete testes de durabilidade baseados em padrão militar.
O aparelho também conta com alças duplas para facilitar o transporte nas posições vertical e horizontal. Assim como outros produtos apresentados pela marca, a Blast traz ajuste acústico realizado em parceria com will.i.am e tweeters desenvolvidos pela Peerless.
A LG xboom Blast já está sendo comercializada no mercado brasileiro, e chegou às lojas por valor a partir de R$ 2.399,00.
Em evento realizado em São Paulo, a Harman apresentou sua nova aposta no mercado brasileiro de Luxury Audio, segmento voltado a sistemas de som residencial de alta fidelidade: a JBL Summit Series e a nova geração da Revel Performa4.
Os lançamentos são formados por caixas acústicas passivas, ou seja, modelos que não possuem amplificador integrado e precisam ser conectados a equipamentos externos. A proposta é atender consumidores e projetos residenciais de alto padrão nos quais o sistema de áudio também pode fazer parte da composição do ambiente.
Para demonstrar os produtos, a Harman montou duas salas de audição equipadas com eletrônicos da Arcam: uma dedicada à JBL Summit Series e a outra à Revel Performa4. As demonstrações destacaram características como precisão tonal, dinâmica, palco sonoro e naturalidade na reprodução musical.
“O Brasil tem um público cada vez mais interessado em experiências de alto padrão e vemos espaço para ampliar o contato desse público com o áudio de alta performance”, afirmou Rodrigo Kniest, vice-presidente sênior e diretor-geral de Lifestyle para a América do Sul e presidente da Harman do Brasil.
JBL Summit Series chega ao Brasil
A nova linha da JBL estreia no mercado brasileiro com os modelos Summit Ama e Summit Pumori. A família utiliza o driver de compressão JBL D2 e o guia de ondas HDI, além de soluções destinadas ao controle de distorções e ressonâncias.
A JBL Summit Ama é uma caixa bookshelf de duas vias equipada com woofer de 8 polegadas. O modelo também utiliza o crossover JBL MultiCap e aposta em dimensões mais compactas dentro da linha.
Já a JBL Summit Pumori é uma caixa de piso de três vias, com woofer de 10 polegadas. A configuração foi desenvolvida para entregar maior escala sonora, presença nos graves e capacidade dinâmica em comparação à Ama.
No Brasil, a Summit Ama custa R$ 119.998 o par com pedestal incluso, enquanto a Summit Pumori sai por R$ 219.998 o par. Ambas estão disponíveis na cor Preto High Gloss.
Revel Performa4 ganha nova geração
A Revel também apresentou a nova geração da linha Performa4, baseada em décadas de pesquisa da marca. A atualização traz uma arquitetura acústica renovada, novos alto-falantes e a sétima geração do Waveguide Revel, desenvolvida para aprimorar a precisão e o controle da dispersão sonora.
O modelo Performa4 F346 é uma caixa de piso de três vias, com três woofers de 6,5 polegadas com cones Micro Ceramic Composite (MCC), além de driver de médios de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada.
A Performa4 M146 adota formato bookshelf de duas vias, com woofer de 6,5 polegadas e tweeter DCC de 1 polegada. Já a Performa4 C245 foi projetada como canal central para sistemas de home cinema, com dois woofers de 5,25 polegadas e tweeter DCC.
Os preços sugeridos são de R$ 29.999 pela unidade da F346, R$ 23.999 pelo par da M146 e R$ 15.999 pelo par da C245. Os três modelos estão disponíveis na cor Walnut. Todos os produtos podem ser encontrados nos respectivos sites da JBL e da Revel.
Quer um SUV para chamar de seu? Se sim, vale a pena apostar no T-Cross, que já pode ser encontrado “no precinho” em concessionárias da Volkswagen em São Paulo e no Rio de Janeiro — dependendo da loja, as reduções são de mais de R$ 40 mil, em preparação para a nova geração do utilitário.
A versão topo de linha Extreme no ano-modelo 2025/2026 destaca-se como a principal oportunidade, e sai no Rio de Janeiro por R$ 149.900 — uma redução bem interessante frente ao valor de tabela de R$ 193.490. Na capital paulista, unidades do T-Cross Highline 2027 saem de R$ 186.290 por R$ 159.900, uma economia de R$ 26.390. Para comparação, o Nissan Kicks Exclusive costuma sair por R$ 179.990,00.
Mesmo com a liderança isolada no segmento de SUVs compactos, que já somou mais de 61 mil emplacamentos no acumulado do ano, a rede autorizada busca queimar o estoque enquanto a alemã já desenvolve a nova geração do SUV na fábrica de São Bernardo do Campo (SP), com lançamento previsto para 2027.
Como é o VW T-Cross
Ambas as configurações contempladas pela campanha trazem o motor 1.4 TSI turboflex, que entrega 150 cv de potência e 25,5 kgfm de torque com qualquer combustível, e câmbio automático de seis marchas. As versões de topo do SUV destacam-se pelo recheado pacote tecnológico e de segurança, com itens de série que justificam o posicionamento no mercado.
O conjunto garante aceleração de 0 a 100 km/h em 8,6 segundos com etanol e velocidade máxima de 202 km/h. Quanto ao consumo, dados do Inmetro apontam médias de 8,2 km/l na cidade e 9,9 km/l na estrada com etanol, o que rende marcas mais eficientes de 11,8 km/l no ciclo urbano e 14,2 km/l no rodoviário com gasolina.
As duas configurações contam com o painel digital configurável de 10,25” integrado à central multimídia VW Play Connect de 10,1” com espelhamento sem fio. Já em relação à segurança, os carros vêm com seis airbags, controle adaptativo de velocidade (ACC) e frenagem autônoma de emergência. A variante Extreme, por sua vez, entrega teto, retrovisores e rack na cor Preto Ninja, rodas diamantadas escurecidas de 17”, bancos em couro e pneus com tecnologia Seal Inside.
O Google está desenvolvendo uma função que pode evitar a perda de dados para quem esquecer o PIN ou a senha do celular. Segundo o Android Authority, referências encontradas na versão beta do sistema indicam que o Android 17 poderá permitir a recuperação do acesso por meio das credenciais da conta Google vinculada ao aparelho, eliminando a necessidade de realizar uma restauração de fábrica.
Atualmente, quem esquece a senha de um dispositivo Android pode precisar apagar todo o conteúdo do celular para recuperar o acesso. O processo remove fotos, arquivos armazenados localmente e dados de aplicativos que não tenham backup na nuvem. A nova função, identificada como “Unlock with Google account” (Desbloquear com conta Google), aparece como uma alternativa de recuperação.
As referências encontradas no código mostram que a função fica no menu Desbloqueio do dispositivo, o mesmo espaço usado para configurar PIN, senha, impressão digital e reconhecimento facial. A proposta é possibilitar que o proprietário confirme sua identidade pela conta Google na tela de bloqueio.
O código também indica que o novo mecanismo será opcional e ficará desativado por padrão por questões de privacidade. Nesse cenário, o usuário poderá decidir previamente se quer manter uma alternativa de recuperação vinculada à conta Google.
A ideia lembra um mecanismo presente em versões antigas do Android, como o Android 4.4, que oferecia uma alternativa de recuperação para usuários que esquecessem o padrão de desbloqueio. A função foi removida no Android 5.0 Lollipop.
No Android 5.1, o Google introduziu o Factory Reset Protection (FRP), uma proteção para impedir que celulares roubados fossem restaurados pelo modo de recuperação e usados por terceiros. O mecanismo, porém, não evitava a perda dos dados do proprietário legítimo após a restauração de fábrica.
Quando o recurso chega ao Android 17?
Ainda não há data oficial ou previsão confirmada para o lançamento da função. As referências foram encontradas durante um APK teardown da versão Android 17 QPR2 Beta 5.
Esse tipo de análise examina o APK de uma versão de testes em busca de códigos, textos e outros elementos que revelem funções em desenvolvimento. A presença da opção no beta indica que o Google trabalha na ferramenta, mas não garante que ela chegará à versão estável do sistema.
O recurso também não está funcional na versão beta atual. Por isso, ainda não é possível saber exatamente como será o processo de autenticação ou quais condições serão necessárias para recuperar o acesso ao aparelho.
Jogar no PC usando teclado e mouse nem sempre é a melhor experiência, especialmente em títulos de plataforma, luta ou corrida. Se você procura um controle de qualidade, com visual nostálgico e que entregue precisão, a Amazon fez a limpa no estoque e derrubou o preço do 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad. O acessório, que costuma custar R$ 248,81, está saindo por apenas R$ 159,96 parcelado, uma oportunidade urgente para garantir o seu antes que a promoção acabe.
Este controle chama a atenção logo de cara pelo seu visual inspirado no clássico Super Nintendo, trazendo uma dose deliciosa de nostalgia para a sua jogatina diária. Mas não se engane pela carinha dos anos 90: ele vem muito bem equipado com dois analógicos e botões de ombro extras, garantindo que você consiga jogar desde os clássicos de emuladores até os lançamentos em 3D mais recentes com facilidade.
A qualidade de construção é um ponto de destaque absoluto entre quem já comprou. Ele tem um acabamento firme e materiais de primeira linha, garantindo durabilidade mesmo naquelas sessões de jogo mais intensas, sem aquela sensação de plástico frágil. Além disso, por ser um modelo USB, a conexão é direta no PC, garantindo respostas rápidas e sem atrasos nos seus comandos.
Outro grande benefício direto é o seu formato compacto e confortável. Ele se adapta perfeitamente em mãos menores, sendo uma excelente opção de compra para crianças ou para quem sente desconforto e cansaço com os controles atuais, que costumam ser maiores e mais pesados. Tudo isso com um direcional em cruz (D-pad) excelente para executar golpes complexos em jogos de luta.
Vale a pena comprar o 8Bitdo Sn30 Pro USB Gamepad?
Para quem busca um controle versátil e bem construído para o PC, vale muito a pena aproveitar este desconto. Os compradores elogiam bastante a resistência do material e a ótima resposta nos mais variados gêneros de games.
Para fazer uma compra consciente, é preciso apenas ter em mente dois detalhes práticos: ele é cabeado (com um fio de 1,70m) e a pintura das letras nos botões segue o padrão da Nintendo. Como o PC costuma reconhecer o layout do Xbox, você precisará usar um pouco da memória muscular na hora de apertar o A, B, X e Y, mas nada que tire o brilho da experiência. Por esse preço promocional, é um acessório fantástico para ter na sua mesa. Aproveite agora!
Seja nos antigos Nintendo Spotlight ou nos atuais Directs, os anúncios da empresa viraram um atrativo com força própria. Ainda que alguns deles não tragam novidades significativas, quando algo impactante surge é de “parar as máquinas”.
O efeito se tornou tão grande que PlayStation e XBOX seguiram o seu formato. Não apenas elas, diga-se de passagem: estúdios como Konami, Capcom e outras passaram a produzir apresentações próprias para gerar o mesmo engajamento.
Com uma importância deste tamanho, as apresentações se tornaram icônicas — a ponto de muita gente correr para assistir, mesmo sem um Switch ou Nintendo Switch 2 na sua estante.
Você se lembra dos melhores anúncios já feitos em uma Nintendo Direct? Vamos relembrar o que já foi mostrado e fez muitas emoções aflorarem, confira:
8. Coletânea Persona
Por muitos anos, os donos de consoles Nintendo se lamentaram por não receber muitas das obras que chegavam exclusivamente no PlayStation — principalmente os lançamentos de JRPGs.
Contudo, em junho de 2022 a Nintendo Direct estabeleceu que essa era chegou ao fim. Com a chegada da Atlus, a coletânea de títulos Persona finalmente veria a luz do dia no Switch com versões atualizadas do terceiro, quarto e de Persona 5 Royal.
7. Emuladores de Game Boy
Muito se especulou sobre a chegada de novos emuladores ao Nintendo Switch Online, porém a plataforma permaneceu firme com NES, SNES, N64 e Mega Drive por algum tempo.
Para a surpresa de todos, a Nintendo Direct de agosto de 2023 mudou isso em definitivo. A plataforma receberia jogos de Game Boy e de GBA, o que foi uma grande alegria — pela expectativa de Pokémon presente nela. Infelizmente não se cumpriu, mas a revelação impactou.
6. DLCs para Super Smash Bros. Ultimate
O crossover de luta é um acontecimento por conta própria, mas a Big N sempre caprichou para apresentar novos personagens na sua experiência. Quem não lembra de Kazuya Mishima jogar Kirby de um penhasco? Bons tempos.
A carta recebida por Terry Bogard, o fatídico surgimento de Sephiroth (que causou choque em muita gente ao som de “One Winged Angel”), a presença de Sora no maior crossover da história dos videogames, há um punhado de revelações que marcaram ao longo dos anos.
5. Metroid Prime 4
Após uma trilogia de altos e baixos, Metroid Prime 4 surgir foi um impacto forte no coração de uma legião de fãs. Revelado durante a Nintendo Direct da E3 2018, o título prometia a ascensão de Samus Aran em um videogame de nova geração (e híbrido).
O seu maior problema é que ele demorou sete anos para chegar e só foi lançado em 2025. O anúncio que surpreendeu a todos demorou tanto que esfriou e gerou um desinteresse que pode ter comprometido o futuro da linha em primeira pessoa.
4. The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom
Após o imenso sucesso de Breath of the Wild, imagine o susto que foi ver Link e Zelda novamente para uma sequência direta da aventura? O anúncio de The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom gerou muito barulho, porém a apresentação em março de 2023 foi o que mudou a perspectiva dos fãs por completo.
Ver o herói se jogar das ilhas celestes, criar dezenas de objetos ao misturar elementos do cenário, os primeiros detalhes de sua história e a existência do mundo subterrâneo marcou e foi responsável por criar expectativas até em quem não tinha o Nintendo Switch.
3. Super Mario Odyssey
Como um eclipse, a chegada de um jogo do Mario 3D é um evento próprio. Imagina como foi saber que o Switch, recém-lançado, receberia Super Mario Odyssey ainda em seu primeiro ano? Na Nintendo Spotlight da E3 2017 foi essa sensação, com um anúncio eletrizante.
O herói pulava, usava seu chapéu para controlar inimigos e o enredo gerou muita curiosidade — justamente por trazer Pauline, que foi a donzela resgatada pelo encanador em Donkey Kong (1984). Nâo foi a toa que ele impactou toda uma geração, já que apenas seu anúncio foi extremamente emblemático.
2. The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Com o Nintendo Switch 2 já nas lojas, a Big N precisava de um “system seller” para fazer suas vendas dispararem. Donkey Kong Bananza, Pokémon Pokopia e outros são muito interessantes, mas nada bate de frente com um Mario 3D novo ou uma aventura inédita de Link.
Para a surpresa de todos, na Nintendo Direct de junho de 2026 a companhia tirou da cartola não uma versão nova, mas um remake de The Legend of Zelda: Ocarina of Time — com novos gráficos e a promessa de uma aventura que honrasse a original.
1. Super Smash Bros. Ultimate
O anúncio mais emblemático de uma Nintendo Direct ocorreu em março de 2018 e mostrou um encerramento pouco comum. Com o primeiro “espere para mais uma coisa”, temos os Inklings de Splatoon na tela em uma disputa até a tela escurecer quase por completo.
A única fonte de luz chama a atenção e a Inkling Girl olha para ela, quando vemos o logo de Smash Bros refletido em seus olhos. Nos pés do símbolo, Mario, Link (de Breath of the Wild) e dezenas de outros personagens estavam nas sombras. Foi a maior “farmada de aura” que a Big N provocou em toda a história.
Prévia de grandes sucessos
Na prática, a Nintendo Direct é o principal termômetro do sucesso que um game vai ter. Mesmo algumas experiências de nicho podem ganhar aclamação através deles, o que demonstra muito do interesse dos fãs por determinadas franquias.
Se o formato começou na era Switch, seu sucessor promete apresentações ainda maiores. Mesmo com 10 características que poderiam ser melhores no Nintendo Switch 2, lembrar dos seguintes anúncios ainda dão esperanças para seus usuários:
Uma nova edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com descontos especiais para quem quer aproveitar os melhores lançamentos das telonas por valores baixos. A campanha, que ocorre desde 2022, retorna também com ofertas em combos de pipoca e refrigerante, deixando a experiência ainda melhor.
Marcada para acontecer nas principais redes de cinema do país, como Cinemark, Cinépolis e Cinesystem, entre os dias 10 e 16 de setembro, a segunda edição da campanha promete movimentar as telonas nos próximos dias com opções variadas para todos os gostos e idades.
Os valores dos ingressos são de R$ 10 para sessões que ocorrem até às 17h e R$ 12 para os demais horários, incluindo o final de semana. Para participar é fácil: basta escolher a sessão que melhor atenda às suas necessidades e pagar um valor reduzido para assistir às principais estreias dos cinemas.
O que assistir na Semana do Cinema 2026
Caso você queira aproveitar a nova edição da campanha para economizar assistindo a filmes bastante comentados no momento, mas não sabe exatamente o que realmente vale o seu ingresso, o Canaltech selecionou 8 filmes para assistir na Semana do Cinema 2026. Confira a seguir.
1. Homem-Aranha: Um Novo Dia
A não ser que você viva em uma caverna, deve ter ouvido falar (e muito) sobre o sucesso estrondoso de Homem-Aranha: Um Novo Dia. Com o retorno de Tom Holland como o Amigão da Vizinhança, o longa quebrou recordes impressionantes e segue em cartaz nas telonas para quem quer aproveitar a promoção para finalmente assisti-lo.
Quarto filme do herói produzido pela Sony Pictures em parceria com o Marvel Studios, Homem-Aranha: Um Novo Dia acompanha Peter Parker em uma nova aventura, enquanto tenta lidar com o fato de ter sido esquecido pelos amigos. Passando por momentos difíceis, o Teioso logo se vê diante de uma ameaça invisível perigosa que transforma tudo aquilo que ele acreditava.
2. A Odisseia
Mais um filme de sucesso que pode ser assistido durante a Semana do Cinema em setembro de 2026 é A Odisseia. Dirigido por Christopher Nolan, o longa adapta o poema grego épico homônimo de Homero, e já conquistou o coração de inúmeras pessoas que se impressionaram com a escala grandiosa dessa aventura.
Com Matt Damon interpretando Odisseu, A Odisseia narra a jornada do herói grego para retornar ao seu lar, na ilha de Ítaca, após permanecer 10 anos lutando na Guerra de Troia. Determinado a voltar para casa e reencontrar a esposa e o filho, ele enfrenta diversos desafios, entre eles sereias, um ciclope, feitiços e muito mais.
3. Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor
Uma estreia de setembro repleta de nostalgia dos anos 1990 que pode agradar quem curte fantasia é Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor. O filme é uma sequência direta do clássico Da Magia à Sedução (1998), longa que marcou as carreiras de Sandra Bullock e Nicole Kidman na época.
Sob comando da diretora Susanne Bier, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor acompanha uma nova aventura das irmãs Sally (Bullock) e Gillian Owens (Kidman), duas bruxas que precisam enfrentar uma maldição sombria que ameaça destruir a família de uma vez por todas.
4. Código: Vingança
Para quem gosta de ação, também será possível aproveitar a Semana do Cinema para assistir à estreia de Código: Vingança, o novo filme do ator Jason Statham. O longa tem direção de Jean-François Richet e ainda conta com Annabelle Wallis e Roland Møller no elenco.
Seguindo aquela energia eletrizante tradicional do gênero, Código: Vingança conta a história de Cole Reed (Statham), um veterano ex-policial que é incriminado injustamente pela morte de seu chefe bilionário. Fugindo das autoridades, ele acaba se envolvendo em uma conspiração internacional quando parte em uma jornada para se vingar.
5. Coyote vs. Acme
Após anos no limbo sem ver a luz do dia, Coyote Vs. Acme finalmente chegou aos cinemas e também estará presente nas sessões promocionais da Semana do Cinema. Dirigido por David Green, o longa foi cancelado pela Warner Bros. por causa de questões fiscais, mas recebeu um final feliz com a aquisição da Ketchup Entertainment.
Uma mistura de animação e live-action, Coyote vs. Acme se passa no universo dos Looney Tunes e segue a jornada de Wile E. Coyote, que está frustrado com as constantes falhas dos produtos da Acme, que prejudicam sua caça ao Papa-Léguas. Até que ele decide contratar um advogado para processar a empresa, descobrindo uma terrível conspiração.
6. Patrulha Canina: Uma Aventura Dino
Se você quer aproveitar a nova edição da Semana do Cinema 2026 para levar as crianças aos cinemas, uma boa opção em cartaz é Patrulha Canina: Uma Aventura Dino.
Nova aventura da adorada franquia infantil, o filme acompanha os integrantes da Patrulha Canina, que, após uma tempestade, ficam encalhados em uma ilha tropical. Lá, o grupo encontra um filhote perdido de dinossauro, formando um laço inusitado com ele à medida que a mineração do arrogante prefeito Humdinger provoca a erupção de um vulcão.
7. Pressão
Estrelado por Brendan Fraser e Andrew Scott, Pressão é um filme que pode agradar quem gosta de dramas de guerra, principalmente aqueles que se passam durante o período da Segunda Guerra Mundial.
Dirigido por Anthony Maras, o filme acompanha as 72 horas que antecederam o Dia D, quando o general Dwight D. Eisenhower (Fraser) e o capitão James Stagg (Scott) embarcaram em um dilema complicado: invadir a Normandia para romper as defesas alemãs ou arriscar perder a guerra.
8. Ponto Sem Retorno
Do cineasta Ridley Scott, o filme Ponto Sem Retorno segue em cartaz para quem quer participar da Semana do Cinema assistindo a uma história pós-apocalíptica. O longa conta com um elenco recheado de estrelas, como Jacob Elordi, Margaret Qualley, Josh Brolin e Guy Pearce.
Ambientado em uma realidade alternativa onde uma pandemia mortal quase dizimou a população da Terra, Ponto Sem Retorno acompanha Hig (Elordi), um piloto viúvo que vive isolado com seu cachorro em um hangar no Colorado. Dividindo o espaço com um ex-fuzileiro naval ranzinza, Hig encontra uma faísca de esperança após interceptar uma transmissão de rádio que sugere a possibilidade de uma vida melhor fora dali.
Promoção nas telonas
Levando em conta que ir ao cinema atualmente configura um gasto considerável para muita gente, principalmente por causa dos preços salgados dos ingressos no dia a dia, a nova edição da Semana do Cinema chega como a oportunidade perfeita para assistir aos principais lançamentos do momento pagando barato.
Prepare para maratonar os melhores lançamentos cinematográficos das últimas semanas pagando pouco: a segunda edição da Semana do Cinema 2026 começa nesta quinta-feira (10) com ingressos a R$ 10 para vários filmes em cartaz.
Na ativa desde 2022, a campanha já levou mais de 26 milhões de espectadores para salas de cinema de todo o país, segundo informações da Federação Nacional das Empresas Exibidoras Cinematográficas (FENEEC), promovendo ofertas especiais para movimentar o mercado.
Para além dos descontos nos ingressos, a Semana do Cinema também oferece combos de pipoca e refrigerante por valores promocionais, fazendo com a experiência do público seja ainda mais completa.
Quando começa a Semana do Cinema 2026?
A nova edição da Semana do Cinema 2026 acontece entre os dias 10 e 16 de setembro. Entre as redes participantes da campanha estão Cinemark, Cinépolis, Cinesystem, Kinoplex, PlayArte e UCI Cinemas.
Quanto custa o ingresso na Semana do Cinema 2026?
Para quem quiser participar da Semana do Cinema 2026, vale ficar atento para os valores dos ingressos durante o período da promoção.
Ao longo dos sete dias da campanha, os ingressos das principais redes de cinema do país estarão disponíveis pelo valor de R$ 10 para sessões iniciadas até às 17h. Nos demais horários, o valor do ingresso será de R$ 12, incluindo o final de semana.
Vale ressaltar também que pré-estreias e salas especiais não serão contempladas pela campanha.
Como comprar ingresso para a Semana do Cinema 2026?
Os ingressos para as sessões durante a segunda edição da Semana do Cinema 2026 estarão disponíveis para compra nos sites oficiais das redes participantes e no Ingresso.com.
No momento da compra, é preciso ter atenção na hora de selecionar o tipo de ingresso, que deve aparecer como “ingresso promocional” para entrar na promoção. Também é possível realizar a compra presencialmente nas bilheterias das redes que participam da campanha.
O que assistir na Semana do Cinema 2026?
Para quem não sabe o que assistir na segunda edição da Semana do Cinema 2026, a boa notícia é que será possível aproveitar os preços promocionais com várias opções de filmes em cartaz.
Entre os principais destaques estão Homem-Aranha: Um Novo Dia, A Odisseia, Coyote Vs. Acme, Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor e Ponto Sem Retorno. Também há opções para o público infantil, como Patrulha Canina: Uma Aventura Dino e A Maravilhosa Árvore Encantada.
A Samsung aproveitou o lançamento do iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple, para provocar a rival nas redes sociais. O perfil oficial Samsung Mobile US publicou uma série de mensagens no X antes e depois da apresentação do novo modelo, questionando as novidades anunciadas pela empresa nesta quarta-feira (9).
Antes do evento, a conta já havia ironizado a chegada da Apple ao segmento de dobráveis. Em uma das publicações, afirmou que estava “dobrando em três” enquanto a Apple fazia o público esperar, em referência aos celulares da linha Galaxy Z que adotam diferentes formatos de dobra.
Após a apresentação, as provocações continuaram. A Samsung afirmou que o novo iPhone “parece muito familiar” e perguntou se aquilo seria uma sequência de The Sims.
Em outra publicação, a empresa brincou com o nome Duo e marcou a conta do Duolingo, dizendo que a Apple também havia copiado a plataforma. A empresa, no entanto, rebateu a Samsung com "quando um estranho feio te chama de gêmeo", em clima de descontração. Confira:
Samsung diz que Apple está “requentando sobras”
A crítica mais direta veio em uma publicação que dizia para a Apple avisar quando terminasse de “requentar nossas sobras”, acompanhada de um emoji de piscadela.
Em outra mensagem, a Samsung questionou o impacto da apresentação: “Houve alcance? Não. Foi emocionante? Não. Aconteceu? Sim”. A publicação terminou com a hashtag #ItsTimeToSwitch (“É hora de mudar”, em inglês), usada pela companhia em outras provocações direcionadas a usuários de iPhone.
As mensagens fazem referência principalmente ao fato de a Apple estar entrando agora no mercado de celulares dobráveis. O iPhone Duo adota formato semelhante ao de modelos como o Galaxy Z Fold 8, com uma tela externa e outra interna de 7,6 polegadas quando o aparelho é aberto.
O aparelho começa em US$ 1.999 nos Estados Unidos e será vendido no Brasil porR$ 21.999 na versão de 256 GB. A Apple também confirmou compatibilidade com Apple Pencil USB-C e recursos de multitarefa adaptados à tela maior.
A Samsung, por sua vez, já possui uma linha consolidada de dobráveis e usa esse histórico para tentar apresentar a estreia da Apple como uma chegada tardia a uma categoria que a rival explora há anos.
Se você curte filmes de guerra, a Netflix prepara um lançamento exclusivo que deve repercutir bastante no final deste ano: The Mosquito Bowl, novo longa-metragem do diretor Peter Berg (O Grande Herói) que acaba de ganhar um trailer épico.
Adaptação do livro The Mosquito Bowl: A Game of Life and Death in World War II, do jornalista Buzz Bissinger, o filme narra uma história real de quatro jogadores de futebol americano que deixam de ser estrelas universitárias para se juntar aos fuzileiros navais depois do ataque a Pearl Harbor, quando os Estados Unidos entraram oficialmente na Segunda Guerra Mundial.
Com foco na irmandade entre os rapazes e no choque de ter a juventude destruída pela guerra, The Mosquito Bowl acompanha a jornada dos jogadores antes da invasão de Okinawa, em 1945, apostando em um clima emocionante para desenvolver a narrativa. Confira a prévia a seguir:
Drama de guerra com elenco conhecido
Filmado na Austrália, The Mosquito Bowl promete trazer uma abordagem mais introspectiva, mas ainda grandiosa, envolvendo um tema tão explorado pelo cinema hollywoodiano: a guerra. Para isso, o longa conta com um elenco recheado de artistas conhecidos e outras novidades.
Dois nomes famosos que estão no longa são Nicholas Galitzine (Mestres do Universo) e Bill Skarsgård (Nosferatu), que interpretam os jovens soldados John McLaughry e Bob Baumann. Ray Nicholson (Sorria 2) completa o grupo de jogadores como Tony Butkovich, juntamente com o ator Tom Francis (Você) como David Schreiner.
Outros artistas que integram o elenco de The Mosquito Bowl são Dominic Bogart (Terra Indomável) e Ella Newton (Animais Perigosos). O filme tem data de estreia marcada para chegar aos cinemas estadunidenses no dia 30 de outubro, enquanto o lançamento na Netflix ocorrerá no dia 25 de novembro.
A Apple apresentou, nesta quarta-feira (9), uma nova leva de produtos, com direito à estreia da empresa no mercado de celulares dobráveis graças à chegada do iPhone Duo. A companhia também apresentou o iPhone 18 Pro, Pro Max e outros acessórios, todos já com preços sugeridos de venda no Brasil.
O destaque do evento da gigante de Cupertino foi o dispositivo com display flexível, que também é o aparelho mais caro apresentado pela empresa, custando a partir de R$ 21.999 no mercado nacional.
Para te ajudar a conferir quanto será necessário desembolsar para adquirir os novos produtos da Apple, o Canaltech reuniu abaixo os preços de todos os dispositivos lançados.
Quanto custam os novos lançamentos da Apple?
Os valores variam bastante conforme o produto e a configuração escolhida. Os AirPods 5 são a novidade mais acessível da apresentação, com preço inicial de R$ 1.499, enquanto o iPhone Duo de 2 TB ocupa o outro extremo ao custar até R$ 30.999.
No caso dos relógios, o preço também muda conforme características como material da caixa, tamanho e presença de conexão celular.
iPhone Duo
Primeiro celular dobrável da Apple, o iPhone Duo também é o produto mais caro apresentado pela companhia. O aparelho parte de R$ 21.999 na versão de 256 GB e chega aos R$ 30.999 com 2 TB.
O dobrável ainda traz duas câmeras traseiras de 48 MP e bateria distribuída entre as duas metades do aparelho, com autonomia anunciada de até 44 horas de reprodução de vídeo pela tela externa. Quem quiser entender como o conjunto se posiciona diante do principal rival pode conferir o comparativo entre iPhone Duo e Galaxy Z Fold 8. Já a versão mais cara, com 2 TB, chega aos R$ 30.999 no Brasil.
Armazenamento
Preço no Brasil
256 GB
R$ 21.999
512 GB
R$ 23.499
1 TB
R$ 26.499
2 TB
R$ 30.999
iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max
Os iPhone 18 Pro e 18 Pro Max completam a nova geração de celulares avançados da Apple. Os preços começam em R$ 11.999 e R$ 12.999, respectivamente, com opções que chegam a 2 TB de armazenamento.
Os dois modelos usam o novo A20 Pro de 2 nm, cuja GPU promete desempenho até 40% superior ao A19 Pro, e ganharam uma câmera principal Fusion de 48 MP com abertura variável entre f/1.8 e f/4. A mudança faz parte de um pacote que leva ao iPhone controles antes mais associados a câmeras profissionais, incluindo ajustes de ISO, velocidade do obturador, balanço de branco e histograma.
Os AirPods 5 chegam em duas versões. O modelo de entrada custa R$ 1.499, enquanto a opção acompanhada do estojo de recarga sem fio sobe para R$ 1.699.
Entre as principais mudanças está o Cancelamento Ativo de Ruído (ANC), que, segundo a Apple, consegue remover até 50% mais ruídos externos que os AirPods 4 com ANC. Os fones também receberam certificação IP57 contra poeira e água, além de recursos como Áudio Adaptativo, Detecção de Conversa e Tradução ao Vivo.
Versão
Preço no Brasil
AirPods 5
R$ 1.499
AirPods 5 + Estojo de Recarga Sem Fio
R$ 1.699
Apple Watch Ultra 4
Voltado principalmente para esportes e atividades ao ar livre, o Apple Watch Ultra 4 ganhou o chip S11, novos recursos de monitoramento de saúde e bateria de até 50 horas no uso diário.
O relógio traz um novo Sistema de Sensoriamento de Saúde, que combina sensores ópticos e elétricos para realizar leituras mais recorrentes de frequência cardíaca e VFC. A autonomia também é um dos destaques: o novo Apple Watch Ultra promete mais de dois dias longe da tomada, chegando a 84 horas no modo de pouca energia.
Configuração
Preço inicial no Brasil
Apple Watch Ultra 4
a partir de R$ 10.499
Apple Watch Series 12
O Apple Watch Series 12 também estreia o chip S11 e um novo sistema de medições de saúde, com leituras mais frequentes de frequência cardíaca e variabilidade da frequência cardíaca (VFC), além do recurso Prontidão.
O relógio passa a medir a frequência cardíaca a cada cinco segundos durante o dia e realiza leituras de VFC até 24 vezes mais frequentemente. A função Prontidão cruza informações de atividade, carga de treinamento, sinais vitais e sono para gerar uma pontuação diária de 0 a 10 sobre o nível de recuperação do usuário.
O relógio parte de R$ 5.499, mas o preço muda bastante conforme o material, o tamanho da caixa e a presença de conectividade celular. A versão de titânio começa em R$ 9.299, enquanto a opção de cerâmica parte de R$ 11.899.
A Magalu Cloud registrou crescimento de mais de dez vezes na receita obtida com clientes externos desde o início de 2025 e anunciou novos produtos voltados a inteligência artificial durante o Cloud Futures 2026, realizado nesta quarta-feira (9), em São Paulo. A empresa também revelou uma parceria com a Alibaba Cloud para ampliar a oferta de serviços de IA generativa no Brasil.
Segundo o Magalu, a plataforma já atende mais de 2 mil clientes externos, entre startups e grandes empresas, e responde por cerca de 80% dos workloads das operações do próprio Magalu. A companhia afirma ainda que pretende quadruplicar de tamanho em 2026.
Os números foram apresentados por André Fatala, vice-presidente de plataformas, Luizalabs e Magalu Cloud, durante a abertura do evento. O Cloud Futures 2026 reuniu mais de 800 executivos de tecnologia, inovação, inteligência artificial e finanças na Arena Magalu, em São Paulo. O evento teve como temas principais soberania de dados, estratégias multicloud, FinOps e o uso corporativo de inteligência artificial.
Magalu Cloud amplia oferta de IA
Entre os principais anúncios está o MGC AI Hub, uma plataforma que reúne modelos de inteligência artificial acessíveis por API e executados na infraestrutura da própria Magalu Cloud no Brasil.
A proposta inclui modelos de grandes empresas do setor e opções desenvolvidas no país, como os modelos da Maritaca. O serviço também deverá receber recursos de síntese de voz, embeddings e rerankers futuramente, segundo a empresa.
A Magalu afirma que o modelo de cobrança pode reduzir os custos de utilização de LLMs entre 30% e 75%, dependendo da opção escolhida. O release, porém, não apresenta uma comparação detalhada dos preços ou informa quais modelos correspondem a cada faixa de economia.
A execução em infraestrutura localizada no Brasil também é apresentada pela companhia como uma alternativa para empresas preocupadas com soberania de dados e exposição às variações cambiais. O serviço será oferecido por meio de APIs para integração com aplicações corporativas.
IA de compras chega ao WhatsApp
Outro anúncio foi o Agentic Commerce powered by Agent.Shop, solução baseada na experiência do chamado “WhatsApp da Lu”, lançado pelo Magalu em novembro de 2025.
A ferramenta pretende permitir que outras empresas criem experiências de compra dentro do WhatsApp. De acordo com a Magalu, o sistema consegue interpretar textos, áudios e imagens enviados pelos consumidores e usar essas informações, junto ao histórico de compras, para gerar recomendações.
O fluxo também inclui checkout e acompanhamento do pós-venda dentro da conversa, segundo a empresa. Na prática, a proposta é concentrar etapas da jornada de compra em uma mesma interface.
Parceria com Alibaba Cloud
A Magalu Cloud e a Alibaba Cloud também anunciaram uma parceria para ampliar a oferta de serviços de IA generativa no mercado brasileiro.
As empresas afirmam que vão trabalhar conjuntamente com serviços de modelos de inteligência artificial da Alibaba Cloud, incluindo a família Qwen. O anúncio não detalha quais modelos estarão disponíveis inicialmente, preços, datas de lançamento ou condições comerciais da parceria.
A colaboração adiciona modelos internacionais ao portfólio da Magalu Cloud em um momento de expansão da oferta de infraestrutura para IA no país.
Novas alianças para infraestrutura
A empresa também anunciou acordos com Red Hat, Globo Technologies e Serasa Experian.
Com a Red Hat, a integração envolve o Red Hat Enterprise Linux (RHEL), sistema operacional voltado a ambientes corporativos. A Magalu afirma que a iniciativa busca simplificar o provisionamento de infraestrutura e facilitar a adoção de aplicações de IA em ambientes híbridos.
Já a parceria com a Globo Technologies envolve o uso da Magalu Cloud pela empresa de mídia dentro de uma estratégia multicloud e, no sentido inverso, a utilização da CDN da Globo pela Magalu Cloud.
A Serasa Experian, por sua vez, passa a utilizar a infraestrutura da Magalu Cloud e deverá disponibilizar serviços de análise de crédito no marketplace da plataforma.
Transformar o celular em um pequeno caderno digital será uma das possibilidades de quem tiver um iPhone Duo em mãos. O primeiro dobrável da Apple terá suporte à Apple Pencil com USB-C, recurso que aproveita as duas telas do dispositivo e coloca o aparelho à frente do Galaxy Z Fold8 em um aspecto importante voltado à produtividade.
A gigante de Cupertino ressalta que será possível usar a caneta tanto no painel externo quanto na tela dobrável interna para fazer anotações, desenhar e marcar documentos. O recurso, no entanto, não estará disponível imediatamente, visto que a fabricante afirma que a compatibilidade chegará em breve, ainda neste ano.
A possibilidade chama atenção principalmente pela tela interna Super Retina XDR de 7,6 polegadas do dispositivo, que oferece uma área consideravelmente maior quando o aparelho está aberto. Já o display externo mede 5,4 polegadas, e ambos contam com ProMotion, Always On e brilho máximo de 3.000 nits em ambientes externos.
Apple leva vantagem sobre Galaxy Z Fold8
A novidade cria uma diferença importante em relação ao principal rival da Samsung. Apesar de apostar em uma tela dobrável ampla para produtividade, o Galaxy Z Fold8 não é compatível com a S Pen.
A ausência também já havia ocorrido no Galaxy Z Fold7, enquanto gerações mais antigas da linha Fold ofereciam versões específicas da S Pen. Com isso, o iPhone Duo passa a ter uma ferramenta adicional para quem pretende usar o formato dobrável para escrever ou trabalhar diretamente sobre a tela.
A Samsung encerrou o suporte para os dobráveis Galaxy Z Flip 3 e Galaxy Z Fold 3, ambos lançados em 2021. Os dois aparelhos foram removidos da lista de modelos compatíveis com atualizações de segurança da empresa.
O movimento era esperado: a fabricante sul-coreana lançou os modelos com a promessa de cinco anos de atualizações de segurança e agora só confirma a decisão. Ambos os dobráveis ainda recebiam updates a cada trimestre, mas completaram meia década de lançamento em agosto deste ano.
Com a mudança, os dobráveis mais antigos e compatíveis com atualizações de segurança são o Galaxy Z Flip 4 e o Galaxy Z Fold 4, lançados em 2022. É provável que não recebam a One UI 9.0 com Android 17, mas ainda terão patches trimestrais de proteção.
O que fazer com o celular obsoleto?
O ideal é trocar o aparelho sem suporte o quanto antes. O celular ainda vai conseguir rodar funções básicas e aplicativos, mas pode ficar mais propenso a bugs e exposto a possíveis ameaças digitais. Além disso, não receberá nenhum dos novos recursos anunciados para a One UI.
A Samsung por muito tempo manteve um ciclo de cinco anos de updates de segurança para os celulares topo de linha (famílias S e Z), mas expandiu o prazo para sete anos a partir da linha Galaxy S24.
O iPhone Duo estreia uma função inédita nos celulares da Apple: o Split View, que permite manter dois aplicativos abertos simultaneamente, lado a lado. Anunciado pela Apple nesta quarta-feira (9), o recurso aproveita a tela interna de 7,6 polegadas do primeiro iPhone dobrável para ampliar as possibilidades de multitarefa no iOS 27.
Segundo a empresa, também será possível alternar rapidamente entre aplicativos, abrir duas janelas do mesmo app, como o Safari, e salvar pares de aplicativos para acessá-los novamente. A Apple ainda cita a possibilidade de conversar com a Siri AI enquanto outro conteúdo permanece visível na outra parte da tela.
Como funciona o Split View no iPhone Duo
O principal recurso de multitarefa do iPhone Duo permite manter dois aplicativos lado a lado quando o aparelho está aberto. A Apple não detalhou no anúncio quais combinações de aplicativos estarão disponíveis ou se haverá limitações específicas para determinados programas.
Além do Split View, o sistema permite abrir duas janelas do mesmo aplicativo. O exemplo dado pela Apple é o Safari, que poderá exibir duas páginas simultaneamente na tela interna.
Também será possível alternar rapidamente entre aplicativos e salvar pares de apps. A ideia é permitir que uma combinação usada com frequência seja recuperada posteriormente, sem precisar configurar novamente a tela.
A Apple afirma ainda que a Siri AI poderá ser utilizada enquanto o usuário olha para outro conteúdo na tela. O recurso faz parte da nova versão da assistente, que chega em beta com o iOS 27 e possui limitações de idioma e região no lançamento.
Tela maior muda a forma de usar o iPhone
A tela interna de 7,6 polegadas é o principal elemento físico relacionado à nova experiência de multitarefa. Aberto, o iPhone Duo oferece uma área significativamente maior que a tela externa de 5,4 polegadas, criando espaço para manter dois aplicativos visíveis simultaneamente.
O iOS 27 também recebeu mudanças específicas para o formato. De acordo com a Apple, controles de navegação, o Dock e outros elementos da interface passam a ocupar as laterais da tela aberta, enquanto o sistema adapta o conteúdo conforme o aparelho é dobrado, girado ou fechado.
As duas telas possuem a mesma proporção, segundo a Apple. Isso permite que o conteúdo seja redimensionado proporcionalmente durante a transição entre os displays.
A empresa também afirma que seus próprios aplicativos foram otimizados para o iPhone Duo e que desenvolvedores podem adaptar seus programas por meio de novas APIs e dos SDKs atualizados.
Apps também precisam acompanhar o formato
A Apple cita Netflix, Zoom e Slack como exemplos de aplicativos de terceiros que já estão sendo adaptados ao formato dobrável. O anúncio, porém, não especifica quais funções cada um desses aplicativos oferecerá no iPhone Duo.
Essa adaptação faz parte de uma preparação mais ampla do iOS para diferentes tamanhos de tela. Antes do anúncio do aparelho, informações sobre o iOS 27 já indicavam que a Apple trabalhava em recursos para facilitar a adaptação de aplicativos a telas com diferentes dimensões e proporções, segundo o MacRumors.
O contexto ajuda a explicar a preparação do sistema para o novo formato, mas os detalhes sobre como cada aplicativo funcionará no iPhone Duo ainda dependem das implementações dos respectivos desenvolvedores.
A Apple confirmou que o iPhone Duo terá pré-venda a partir de 16 de outubro e chegará às lojas em 23 de outubro, inclusive no Brasil. O aparelho será vendido com o iOS 27.1.
A Apple confirmou nesta quarta-feira (9) que o iOS 27 terá o iPhone Handoff, recurso que permite alternar entre dois iPhones usando o mesmo número de telefone. A função depende do suporte das operadoras e será lançada inicialmente com compatibilidade confirmada para a T-Mobile, nos Estados Unidos, e a Telekom, na Alemanha.
A novidade pode facilitar a vida de quem mantém dois iPhones e precisa utilizar a mesma linha nos aparelhos. A Apple, porém, ainda não detalhou todos os aspectos técnicos de como a função fará essa alternância.
Como funciona o iPhone Handoff?
Na descrição oficial, a Apple afirma apenas que o iPhone Handoff permite que usuários de operadoras compatíveis alternem entre dois modelos de iPhone com o mesmo número de telefone.
Detalhes adicionais foram encontrados em versões de teste do iOS 27. Informações identificadas durante o desenvolvimento indicam que a configuração envolve um aparelho principal e outro secundário, com um eSIM complementar associado ao mesmo número no segundo iPhone.
Esses detalhes ajudam a explicar como a função pode funcionar na prática, mas não foram apresentados pela Apple no comunicado de lançamento do iPhone 18 Pro. Por isso, não é possível tratar como confirmado pela companhia cada etapa desse processo.
Também não há, no anúncio oficial, uma explicação sobre os dois aparelhos permanecerem simultaneamente aptos a receber chamadas e mensagens. A descrição da Apple fala especificamente em alternar entre os dois iPhones.
Recurso ainda depende da operadora
O iPhone Handoff não estará disponível automaticamente para qualquer linha telefônica. A Apple confirmou suporte inicial à T-Mobile nos EUA e à Telekom na Alemanha, e a disponibilidade dependerá da compatibilidade oferecida pelas operadoras.
A função também é diferente da transferência convencional de eSIM. Nesse processo, o usuário move a linha de um iPhone para outro, fazendo com que o aparelho anterior deixe de utilizar aquela linha.
No Handoff, a proposta anunciada pela Apple é permitir a alternância entre dois iPhones associados ao mesmo número. A companhia ainda não informou quando outras operadoras poderão oferecer o recurso.
Apple já testava a função antes do lançamento
O iPhone Handoff já havia sido identificado em versões de teste do iOS 27 antes do anúncio oficial. A cobertura especializada encontrou referências ao recurso durante o desenvolvimento do sistema e imagens das telas de configuração.
Entre as informações identificadas nos testes estão justamente a divisão entre aparelho principal e secundário e referências às operadoras T-Mobile e Deutsche Telekom.
Esses registros anteciparam parte do funcionamento do recurso, mas a confirmação oficial veio agora. A Apple incorporou o iPhone Handoff à lista de novidades do iOS 27 no comunicado de lançamento do iPhone 18 Pro.
iPhone 18 Pro e Pro Max são lançados pela Apple
O iPhone Handoff chega com o iOS 27, que será disponibilizado como atualização gratuita em 14 de setembro. O recurso também faz parte do contexto de lançamento dos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, apresentados nesta quarta-feira.
Os novos celulares têm chip A20 Pro fabricado em processo de 2 nanômetros, câmeras principais de 48 MP com abertura variável, novo modem C2 e melhorias de bateria. Os aparelhos também trazem a nova geração da Apple Intelligence e a Siri AI, que chega inicialmente em versão beta.
A Apple apresentou o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max nesta quarta-feira (9) com uma das maiores mudanças já feitas no sistema de câmeras da linha. Os novos celulares finalmente adotam abertura variável na câmera principal, recurso tradicionalmente associado a câmeras profissionais que permite controlar fisicamente a quantidade de luz que chega ao sensor.
A novidade coloca os modelos Pro mais próximos da experiência de uma câmera dedicada. Em vez de depender exclusivamente de processamento computacional para lidar com diferentes condições de iluminação, o usuário passa a contar com controle sobre a abertura da lente, permitindo adaptar a captura à situação.
A abertura de uma lente determina quanto de luz chega ao sensor e também influencia características como profundidade de campo. Em câmeras tradicionais, fotógrafos podem alterar esse parâmetro para adaptar a imagem à cena.
No iPhone 18 Pro, a Apple incorporou essa possibilidade à câmera principal de 48 MP. A abertura variável pode ajudar especialmente em situações de pouca luz, além de permitir maior controle sobre o resultado de fotografias com diferentes níveis de iluminação.
Na prática, isso representa uma mudança importante em relação aos iPhones anteriores, que utilizavam uma abertura fixa em suas câmeras. A abertura variável vinha sendo apontada como uma das principais novidades fotográficas da geração e agora foi confirmada pela Apple.
iPhone ganha ferramentas de fotografia profissional
A evolução não está apenas no hardware. A Apple também prepara o sistema de câmera para oferecer controles mais avançados, aproximando o celular das ferramentas encontradas em equipamentos voltados a fotógrafos.
Entre os recursos anunciados para a nova geração estão ferramentas como histograma e waveform para análise de exposição, focus peaking para auxiliar na confirmação do foco e alertas de áreas superexpostas. Também foram citados controles de foco manual e correções de imagem baseadas na abertura utilizada.
Essas funções são particularmente interessantes para quem prefere ter maior controle sobre a captura em vez de deixar todas as decisões nas mãos dos algoritmos automáticos.
O focus peaking, por exemplo, destaca visualmente as regiões que estão em foco. Já histogramas e formas de onda ajudam a avaliar a distribuição de luz da imagem antes ou depois da captura, ferramentas comuns em fluxos profissionais de fotografia e vídeo.
Mais controle sem abandonar a fotografia computacional
Apesar da aproximação com câmeras profissionais, a Apple não abandonou a estratégia de fotografia computacional que se tornou característica do iPhone.
O processamento de imagem continua responsável por combinar dados dos sensores, ajustar exposição e melhorar resultados em situações difíceis. A diferença é que o hardware passa a oferecer uma variável adicional para o fotógrafo controlar.
A abertura variável também pode contribuir para melhorar fotografias em ambientes escuros. Segundo a cobertura do lançamento, a câmera principal de 48 MP ganhou justamente esse mecanismo, com a proposta de ampliar a capacidade do aparelho em diferentes condições de iluminação.
Pro e Pro Max recebem foco nas câmeras
Os novos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max mantêm o posicionamento de aparelhos voltados a usuários que procuram o máximo em fotografia e vídeo dentro do ecossistema da Apple.
Além das câmeras atualizadas, os celulares são equipados com o novo chip A20 Pro de 2 nanômetros, que promete aumento de desempenho e eficiência energética. Os aparelhos também receberam melhorias no gerenciamento térmico e na autonomia, além de um recurso que identifica fotos criadas com IA.
A combinação entre processamento mais potente e novo sistema óptico é importante porque muitos dos recursos avançados de fotografia dependem justamente da capacidade do aparelho de analisar e processar grandes quantidades de dados rapidamente.
A Apple confirmou que a Siri AI, nova versão da assistente do iOS e outros sistemas da empresa, ganhará uma versão em português a partir de outubro deste ano. A ferramenta ficou mais inteligente e terá um app próprio no estilo ChatGPT.
Durante o evento de lançamento do novo iPhone 18 Pro, a Maçã confirmou que o recurso chega em português em outubro. Os outros idiomas compatíveis a partir do próximo mês serão espanhol, francês, japonês e coreano.
A demora vai ser bem menor do que o lançamento do Apple Intelligence: o pacote de IA chegou em outubro de 2024 em inglês, mas só ganhou uma versão em português meses depois, em março de 2025.
O que muda com a nova Siri?
A Siri enfim deu o salto para a era da IA generativa e se tornou capaz de analisar o conteúdo na tela. A assistente consegue conectar informações entre diferentes apps para trazer resultados personalizados e automatizar tarefas — todo o processo ocorre de acordo com os padrões de privacidade da Apple.
A ferramenta está mais inteligente e conversacional, capaz de manter interações mais longas. Há um novo aplicativo em formato de chatbot para facilitar pesquisas e armazenar o histórico de conversas.
Quais iPhones são compatíveis com a novidade?
A Siri AI chega com o iOS 27 e pode ser acessada por todos os iPhones compatíveis com o Apple Intelligence. Veja a lista completa de aparelhos:
A Apple apresentou, nesta quarta-feira (9), os AirPods 5, nova geração de seus fones de ouvido sem fio. Os dispositivos chegam cerca de dois anos após os AirPods 4 com cancelamento de mais eficiente, novos recursos inteligentes e melhorias na bateria.
Uma das principais novidades está justamente no cancelamento ativo de ruído (ANC). Segundo a gigante de Cupertino, os novos acessórios conseguem remover até 50% mais ruído externo que seu antecessor com ANC, mesmo mantendo o formato aberto e sem ponteiras de silicone.
A nova geração de fone também conta com uma arquitetura acústica redesenhada, recebe uma nova versão da equalização adaptativa e amplia a integração com recursos de inteligência artificial (IA). Entre eles estão a Siri AI, a tradução ao vivo e comandos que podem ser realizados sem usar as mãos.
AirPods 5 chegam em duas versões
Ao contrário do que indicavam os rumores anteriores ao lançamento, a diferença entre as duas versões dos AirPods 5 não está na presença do cancelamento ativo de ruído. O ANC faz parte de todos os dispositivos da nova geração, enquanto a configuração mais cara se diferencia principalmente por especificações como estojo de carregamento sem fio, maior autonomia e controle de volume diretamente na haste.
O modelo mais avançado permite ajustar o volume deslizando o dedo para cima ou para baixo na haste, função que aparece pela primeira vez nos AirPods de formato aberto. Seu estojo também aceita carregadores do Apple Watch e acessórios compatíveis com o padrão Qi, além de contar com USB-C.
Além de compartilharem o recurso de cancelamento de ruído ativo, os dois modelos também contam com, áudio adaptativo, modo Ambiente, detecção de conversa, áudio espacial personalizado e tradução ao vivo.
Cancelamento de ruído ativo avançado
O cancelamento ativo de ruído recebeu uma das maiores atualizações da geração de fones da Apple. A big tech afirma, inclusive, que os AirPods 5 conseguem remover até 50% mais ruídos externos que os AirPods 4 com ANC, resultado obtido por uma nova arquitetura acústica com múltiplas portas e melhorias nos algoritmos de áudio computacional.
A empresa também atualizou o Modo Ambiente, que promete reproduzir vozes e outros sons ao redor de forma mais natural. Já o recurso de áudio adaptativo combina automaticamente esse modo com o ANC de acordo com as condições do ambiente.
Outra novidade é a Detecção de Conversa, que reduz automaticamente o volume do conteúdo reproduzido quando identifica que o usuário começou a falar. Essa funcionalidade exclui a necessidade de pausar manualmente uma música ou retirar os fones para conversar com alguém próximo.
Qualidade de áudio ganha nova arquitetura
Outra mudança dos AirPods 5 está na estrutura responsável pela reprodução sonora. Inspirada nos AirPods Pro 3, a Apple adotou uma nova arquitetura acústica com múltiplas portas, acompanhada de uma nova geração da Equalização Adaptativa.
Segundo a fabricante, o conjunto permite entregar um som mais rico e detalhado para uma variedade maior de formatos de orelha. As mudanças também aprimoram o Áudio Espacial Personalizado, que promete uma sensação mais imersiva durante músicas e outros conteúdos compatíveis.
A Apple, porém, não anunciou o chip H3 que aparecia em rumores antes da apresentação.
Siri AI e Tradução ao Vivo chegam aos AirPods 5
A integração com IA também ganhou espaço na nova geração. Quando conectados a um iPhone compatível com a Apple Intelligence, os AirPods 5 podem acessar a nova Siri AI sem que o usuário precise retirar o celular do bolso.
A assistente, por sua vez, consegue utilizar informações presentes em mensagens, e-mails e fotos para responder a solicitações contextualizadas.
Também é possível responder a determinadas solicitações da Siri apenas movimentando a cabeça, com um gesto afirmativo ou negativo. A Siri AI será disponibilizada inicialmente em inglês com o iOS 27, enquanto o suporte ao português está previsto para outubro.
Outro recurso é a Tradução ao Vivo, alimentada pela Apple Intelligence. Depois de configurar os idiomas no aplicativo Traduzir, o usuário pode iniciar a função pressionando simultaneamente as duas hastes, pedindo à Siri ou usando o botão de Ação do iPhone. A conversa passa, então, a ser reproduzida pelos fones no idioma escolhido.
Design mantém formato aberto
Visualmente, os AirPods 5 preservam a principal característica das gerações anteriores: o formato aberto e sem pontas de silicone. A Apple concentrou as mudanças no conjunto acústico e nos recursos oferecidos pelos fones, sem transformar o produto em uma alternativa direta aos AirPods Pro.
A resistência contra poeira, suor e água também foi ampliada. Durante a apresentação, a companhia confirmou certificação IP57, o que adiciona proteção contra poeira e aumenta a resistência à água em comparação com a geração anterior.
No modelo acompanhado pelo estojo sem fio, a haste também passa a reconhecer o movimento vertical do dedo para aumentar ou diminuir o volume, além dos comandos já realizados pelo sensor de força.
A Apple também aumentou a autonomia da configuração mais completa dos AirPods 5. O modelo oferece até cinco horas de reprodução com o Cancelamento Ativo de Ruído ativado, uma hora a mais que os AirPods 4 com ANC, graças a uma bateria redesenhada.
Com o estojo de carregamento, a autonomia chega a 22 horas de reprodução com ANC. O acessório pode ser recarregado por USB-C, carregadores Qi ou pelo carregador do Apple Watch.
Preço e disponibilidade
No Brasil, os AirPods 5 custam R$ 1.499, enquanto a versão com Estojo de Recarga Sem Fio sai por R$ 1.699. A pré-venda começou nesta quarta-feira (9), e a disponibilidade nas lojas está prevista para 18 de setembro.
Ninguém merece travar no meio daquela partida decisiva ou esperar minutos infinitos para renderizar um vídeo pesado. O notebook gamer Dell Alienware chega para acabar com esses engasgos, trazendo velocidade máxima para seus jogos e trabalhos do dia a dia.
A boa notícia é que essa potência de notebook baixou de preço no Mercado Livre, saindo pelo valor especial de R$6.091,20 aplicando cupom "OFFMELI" e pagando no Pix.
O processador Intel Core 7 combinado com 16 GB de memória RAM garante força de sobra para qualquer tarefa. Isso significa abrir dezenas de abas, executar programas pesados de edição como Photoshop e Illustrator ou rodar os lançamentos mais exigentes sem perder velocidade.
A tela de alta definição entrega imagens nítidas com cores vivas e fidelidade incrível. É a escolha certa tanto para enxergar cada detalhe dos inimigos em jogos competitivos quanto para garantir a precisão de cor exigida em projetos visuais profissionais.
O visual chama atenção por ser fino e elegante, facilitando o transporte dentro da mochila sem o peso incômodo dos aparelhos antigos. O acabamento resistente mantém a estética impecável mesmo com o transporte constante no cotidiano.
Vale a pena comprar o notebook gamer Dell Alienware?
Com certeza vale a pena aproveitar essa oportunidade. Quem já comprou o modelo destaca a velocidade para rodar softwares pesados e o acabamento premium. Apesar de alguns usuários indicarem uma leve demora inicial na abertura de certos aplicativos no primeiro uso, a experiência geral no dia a dia supera esse ponto.
O modelo que custa R$ 6.155,20 está saindo por R$ 6.091,20 no Mercado Livre usando o cupom OFFMELI no pagamento via Pix. Por entregar alta velocidade e tela de nível profissional por esse valor, o investimento traz retorno imediato para suas jogatinas e rotina de trabalho.
O Marvel Studios se prepara para retornar ao Disney+ em outubro com o lançamento de VisionQuest, nova série do estúdio focada no Visão. Com o retorno do ator Paul Bettany como o protagonista, o programa promete apresentar uma viagem surreal pela mente do herói, além de um encontro emocionante com o filho e as famosas tecnologias de Tony Stark.
Situado alguns anos depois dos eventos finais de WandaVision, VisionQuest vai acompanhar o Visão Branco em uma jornada para entender a si mesmo, especialmente depois de desaparecer em meio a uma crise de identidade na conclusão da primeira série do MCU.
Para deixar as coisas ainda mais complexas, a produção ainda tem uma ligação direta com Vingadores: Era de Ultron (2015), pois James Spader volta a interpretar o vilão que infernizou a vida dos heróis no passado, trazendo um teor mais tecnológico para a trama.
Em entrevista ao Polygon, o showrunner Terry Matalas falou um pouco sobre o que os fãs podem esperar de VisionQuest, que promete mostrar um reencontro com seu filho, Tommy, e ainda “brincar” com as IAs criadas por Tony Stark, o Ultron sendo uma delas.
“Tivemos a oportunidade de brincar com todos os brinquedos . Vocês terão que esperar para ver”, antecipou Matalas.
Embora não tenha oferecido muitos detalhes sobre como as IAs de Stark serão introduzidas na série, o produtor executivo comentou que a inteligência artificial é um tema recorrente em VisionQuest por mostrar que a tecnologia “acabará sendo um reflexo de nós”.
Crise de identidade e novos desafios
Ao longo da entrevista com o Polygon, Terry Matalas também falou um pouco sobre o que o público pode esperar dessa “nova versão” do Visão. Sem dar muitas informações, o produtor executivo comentou que existem diferenças entre o Visão de antes e o Visão Branco, mas que ambos ainda mantêm a essência do personagem.
“Desde o início, ficou muito claro para mim o que deveríamos fazer com esse novo Visão: ele não estaria tão em sintonia com a humanidade quanto sua encarnação anterior. Ele é, sem dúvida, o Visão em muitos aspectos, e não é em muitos outros”, explicou o showrunner.
Matalas deixou no ar como essa diferença irá impactar a jornada do Visão na série, mas garantiu que os episódios irão responder as principais dúvidas dos fãs a partir do dia 14 de outubro, data que VisionQuest estreia no Disney+.
O lançamento do iPhone 18 Pro acontece na tarde desta quarta-feira (9) durante evento marcado pela Apple para 14h, no horário de Brasília. Além dos novos celulares top de linha tradicionais da marca, todas as atenções devem se voltar para o iPhone Duo, primeiro celular dobrável da Apple e futuro rival de aparelhos como o Galaxy Z Fold 8 da Samsung.
Até poucas horas atrás, o dobrável vinha sendo chamado principalmente de iPhone Ultra em rumores. Um vazamento de última hora de Mark Gurman, da Bloomberg, porém, indica que a Apple decidiu usar oficialmente o nome iPhone Duo, referência direta às duas telas do aparelho.
A Apple batizou a apresentação de “Surpreendente e brilhante” e confirmou que a transmissão começa às 14h no Brasil. Será possível acompanhar tudo pelo site oficial da companhia, pelo aplicativo Apple TV e também pelo YouTube.
A transmissão deve começar alguns minutos antes do evento propriamente dito. O Canaltech também fará a cobertura dos anúncios em tempo real, com as principais novidades dos novos iPhones e dos demais dispositivos apresentados pela Apple.
iPhone 18 Pro pode estrear chip de 2 nm
Entre os lançamentos mais previsíveis estão os iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, sucessores dos modelos apresentados pela Apple no ano passado.
Uma das principais mudanças esperadas é o A20 Pro, novo processador que deve ser produzido em processo de 2 nanômetros. A evolução na fabricação tende a permitir ganhos de desempenho e eficiência energética em relação ao A19 Pro da geração anterior.
As câmeras também devem receber atenção especial. Rumores apontam para um sistema de abertura variável, capaz de controlar fisicamente a quantidade de luz que chega ao sensor. Em determinadas condições, isso também permite alterar de maneira mais natural a profundidade de campo das fotografias.
Informações divulgadas pouco antes do evento indicam, porém, que esse mecanismo pode ficar restrito ao iPhone 18 Pro Max, deixando uma diferença inédita entre as câmeras dos dois aparelhos Pro.
Outras mudanças esperadas envolvem aprimoramentos nos sensores traseiros e no processamento de imagem. Como de costume, porém, as especificações definitivas só serão conhecidas quando a Apple subir ao palco.
iPhone Duo será o primeiro dobrável da Apple
Mas a grande novidade desta geração deve estar em um formato completamente novo para o iPhone.
O iPhone Duo deve abrir como um livro e combinar uma tela convencional do lado de fora com um painel flexível bem maior internamente. Os rumores anteriores apontavam para um display externo de aproximadamente 5,5 polegadas e uma tela interna na casa das 7,8 polegadas.
Com o aparelho aberto, a proposta será oferecer uma área de trabalho próxima à de um pequeno tablet. O sistema deve permitir utilizar aplicativos lado a lado e explorar funções de multitarefa adaptadas especificamente ao novo formato.
O vazamento de Gurman desta quarta também trouxe novas informações. Segundo o jornalista, o iPhone Duo deverá utilizar o A20 Pro, modem C2 desenvolvido pela própria Apple e duas câmeras traseiras de 48 MP. O aparelho também teria suporte à Apple Pencil, algo inédito na família iPhone.
Outra mudança importante estaria na biometria. Rumores apontam que a Apple pode deixar o Face ID de fora do primeiro dobrável e recorrer novamente ao Touch ID, provavelmente integrado a um botão lateral, solução semelhante à adotada em alguns modelos de iPad.
O celular deve chegar inicialmente nas cores branca e azul-escuro. Segundo Gurman, a versão de entrada terá 256 GB e custará cerca de US$ 2.000 nos Estados Unidos, enquanto configurações de maior capacidade poderão alcançar aproximadamente US$ 3.000. As primeiras entregas são esperadas apenas para outubro, algumas semanas depois dos iPhone 18 Pro.
Vale lembrar que preço, especificações e até o nome iPhone Duo permanecem informações não oficiais até a apresentação da Apple.
Apple Watch e AirPods também são esperados
A conferência não deve ficar restrita aos celulares. A expectativa é que a Apple aproveite o evento para renovar também duas de suas principais famílias de acessórios.
Os AirPods 5 também podem aparecer. Os rumores apontam para mudanças internas, incluindo uma nova geração de chip dedicada ao processamento de áudio, além de melhorias de conectividade, menor latência e integração mais profunda com os recursos de software da Apple.
A quantidade de produtos esperados faz do evento desta quarta um dos mais importantes da empresa nos últimos anos. O destaque, entretanto, dificilmente será outro: depois de anos de rumores, a Apple finalmente pode revelar como pretende adaptar o iPhone a uma tela dobrável — e se o iPhone Duo realmente será o nome escolhido para inaugurar essa nova família.
A Honor revelou novos detalhes do Magic 9 Pro Max, novo celular Android que chama atenção pelo conjunto avançado de câmeras. O aparelho também adota um visual parecido com o do iPhone 17 Pro Max, especialmente na parte traseira.
O dispositivo da fabricante chinesa se aproxima do celular da Apple principalmente por apresentar um grande módulo horizontal na parte superior, acompanhado por uma área retangular logo abaixo das câmeras.
A disposição das lentes, porém, é diferente daquela encontrada no iPhone 17 Pro Max, com um grande módulo circular à esquerda e outras duas câmeras menores à direita. Nas imagens divulgadas pela fabricante, o Magic 9 Pro Max aparece inicialmente na cor verde e ainda exibe a marca da ARRI no conjunto fotográfico.
Magic 9 Pro Max tem duas câmeras de 200 MP
Falar do novo aparelho da Honor passa inevitavelmente pelo seu conjunto fotográfico. A câmera principal do Magic 9 Pro Max tem 200 MP, sensor de 1/1,28 polegada e lente com abertura f/1,57.
Já a câmera teleobjetiva também conta com resolução de 200 MP, mas usará um sensor de 1/1,4 polegada e abertura f/2,6.
A Honor também vai permitir ampliar as possibilidades fotográficas do celular com o chamado Photography Master Kit. O pacote inclui um grande teleconversor de500 mm, além de uma opção de 200 mm que mede 81 mm de comprimento e pesa 88 gramas.
A parceria com a ARRI também deve beneficiar as gravações de vídeo. Informações divulgadas antes do lançamento apontam que a linha terá suporte a recursos voltados a ampliar o controle sobre cores e facilitar resultados de registros com aparência mais cinematográfica.
Outra especificação que ganhou destaque entre os vazamentos é a bateria de8.800 mAh, capacidade bastante acima do que costuma ser encontrado em celulares topo de linha.
A Honor ainda não revelou todos os detalhes do aparelho, como preço e disponibilidade internacional. A apresentação completa da linha Magic 9 acontecerá na China em 28 de setembro.
Um dia depois de anunciar o lançamento do Galaxy S26 FE, a Samsung confirmou quando o novo celular chegará ao Brasil. O aparelho será lançado no mercado nacional no dia 16 de setembro, poucas semanas após sua estreia internacional.
A apresentação deve revelar detalhes como preço e início das vendas no país, além de confirmar se os usuários brasileiros poderão adquirir o aparelho nas mesmas cores em que ele foi lançado internacionalmente: Blueberry, Graphite e Pistachio.
Vale destacar que o dispositivo de entrada da família Galaxy S26 vai começar a ser comercializado em mercados selecionados somente a partir do dia 4 de setembro, uma semana após o seu anúncio oficial.
Tela de 6,7 polegadas, chip Exynos e três câmeras traseiras
O Galaxy S26 FE conta com uma tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução Full HD+ e taxa de atualização de até 120 Hz. De acordo com a Samsung, o painel alcança brilho máximo de 1.900 nits.
No campo do desempenho, o aparelho utiliza o processador Exynos 2500, fabricado em processo de 3 nm, acompanhado por 8 GB de memória RAM. As opções de armazenamento apresentadas internacionalmente são de 128 GB, 256 GB e 512 GB.
O conjunto fotográfico traseiro é formado por uma câmera principal de 50 MP com estabilização óptica de imagem (OIS), uma ultrawide de 12 MP e uma telefoto de 8 MP. Esta última oferece zoom óptico de 3x e zoom digital de até 30x, enquanto a câmera frontal tem 12 MP.
A Samsung também adicionou recursos de inteligência artificial (IA) voltados para fotos e vídeos. Entre eles estão o My FanCam, que acompanha uma pessoa durante a gravação, e ferramentas de edição por comandos em linguagem natural no Photo Assist.
Bateria promete até 29 horas de vídeo
O Galaxy S26 FE é equipado com uma bateria de 4.900 mAh, com autonomia estimada pela fabricante em até 29 horas de reprodução de vídeo. O carregamento com fio chega a 45 W e pode levar a bateria a aproximadamente 69% em cerca de 30 minutos.
Também há suporte a carregamento sem fio de 15 W e ao Wireless PowerShare, que permite compartilhar energia com outros dispositivos compatíveis.
Outro destaque fica por conta do software, visto que o modelo é o primeiro integrante da família Galaxy S26 a sair de fábrica com Android 17 e One UI 9. A nova interface amplia os recursos do Galaxy AI e traz atualizações para funções como Now Brief, Now Nudge e Circle to Search.
A Samsung promete ainda sete gerações de atualizações do sistema operacional e sete anos de pacotes de segurança para o Galaxy S26 FE. Os preços e as configurações que serão vendidas no Brasil devem ser detalhados no evento marcado para 16 de setembro.
Depois do primeiro trailer de gameplay revelado ontem (27) na Netflix, o GTA 6 voltou a estar no topo dos assuntos no meio gamer. O título se passa em uma Miami fictícia bastante detalhada chamada Vice City e isso parece ter atraído a própria prefeitura da cidade real na Flórida. Segundo um novo rumor, Miami quer se transformar em Vice City para promover o lançamento do game.
Segundo o The Miamian, que obteve documentos via pedido de informação pública, a administração de Miami enviou uma proposta formal à Rockstar Games ainda em junho. O objetivo do plano é transformar lugares do governo municipal e cartões-postais da região em atrações temáticas reais de Vice City para o lançamento do jogo, marcado para 19 de novembro.
Proposta visa transformar lugares turísticos em propagandas de GTA 6
Apesar de nada ter sido formalmente aprovado até o momento, as conversas entre a prefeitura e a desenvolvedora buscam explorar a influência da cidade no game para gerar receita e visibilidade global. O projeto prevê intervenções no Aeroporto Internacional de Miami, com aeronaves envelopadas com logos do jogo, esteiras de bagagem personalizadas e sinalizações temáticas. No centro urbano, a proposta inclui vagões do Metromover estilizados com a estética do jogo da Rockstar, além de artes em estações estratégicas como Brickell e Bayfront Park.
O plano se estende até as zonas portuárias e parques da região. A área do PortMiami receberia um mural gigante inspirado no porto fictício do jogo, enquanto a praia de Rickenbacker contaria com instalações fotográficas. Para fechar o pacote, o Tropical Park seria o palco de um evento focado na cultura automotiva local, reunindo carros clássicos, DJs e gastronomia.
A iniciativa chama a atenção justamente por conta da natureza polêmica da franquia, conhecida pela sátira ácida e pelo foco em atividades criminosas. No entanto, a prefeitura enxerga uma oportunidade comercial difícil de ignorar, usando a divulgação do título para atrair holofotes para o local que inspirou o jogo mais aguardado do ano.
Quem monta um PC focado em jogos sabe que o processador dita o ritmo da máquina. Se o seu orçamento está apertado, mas você quer desempenho atualizado, essa é a sua chance. O processador AMD Ryzen 5 8400F acaba de atingir um valor histórico na Amazon, caindo de R$ 1.365,16 para incríveis R$ 759,99 no pagamento via PIX. É o momento exato para garantir o coração do seu novo setup sem estourar o limite do cartão.
O chip traz o poder da arquitetura Zen 4 da AMD, entregando velocidade de sobra para rodar os jogos mais recentes com fluidez. Como estamos falando de um modelo com a terminação "F", isso significa que ele não possui vídeo integrado. Na prática, você precisará de uma placa de vídeo dedicada no seu sistema. Isso é excelente para gamers, pois reduz o custo do processador e direciona todo o orçamento para o que realmente importa: a performance bruta em conjunto com a sua GPU.
Outro grande trunfo é a compatibilidade com as placas-mãe AM5. Adotar essa plataforma significa investir no futuro, garantindo suporte a memórias DDR5 ultrarrápidas e abre portas para futuros upgrades. Ele entrega ótima eficiência energética e trabalha em perfeita harmonia com o cooler original que já acompanha o produto, garantindo que o sistema rode frio nas partidas mais intensas.
Ficha Técnica do AMD Ryzen 5 8400F:
Arquitetura: AMD Zen 4
Núcleos: 6
Threads: 12
Clock base: 4.2 GHz
Clock Max Boost: Até 4.7 GHz
Cache total (L2+L3): 22 MB
Soquete: AM5
Gráficos integrados: Não possui (exige placa de vídeo dedicada)
Cooler incluso: Sim (AMD Wraith Stealth)
Vale a pena comprar a CPU AMD Ryzen 5 8400F?
A aquisição do processador se apresenta como uma das mais inteligentes para quem está montando um PC do zero hoje. Você garante a entrada na nova geração de soquetes AM5 pagando preço de gerações passadas.
A sua maior preocupação será em garantir que seu computador tenha uma placa de vídeo e, se não for o caso, terá de garantir uma para que tudo funcione adequadamente - principalmente jogar, editar vídeos e realizar diversas atividades. Se a sua dor era justamente o alto custo de atualizar o setup para memórias mais rápidas, esse desconto resolve o seu problema. A promoção é agressiva e os estoques nessas condições costumam acabar rápido. Não perca tempo e garanta a base do seu novo computador.
GTA 6 será lançado para PlayStation 5 e Xbox Series X/S em novembro de 2026, mas não estará disponível para o Nintendo Switch 2 no momento de seu lançamento. Isso representa mais do que uma simples decisão de cronograma. Reflete a forma como os estúdios AAA (de grande orçamento e alta escala de produção) ainda priorizam os consoles tradicionais, mesmo quando o Switch 2 vendeu quase 6 milhões de unidades nas primeiras sete semanas e uma nova geração de PCs portáteis da Valve, ASUS e Lenovo mira o mesmo público.
A verdadeira questão não é se os estúdios AAA chegaram tarde a esse mercado. É se eles compreenderam no que o gaming portátil se transformou.
Todos os consoles estão se tornando híbridos?
A direção é clara: todas as principais plataformas caminham para um modelo de jogo híbrido. A Nintendo provou que esse formato funciona comercialmente. Agora, o desafio para os fabricantes é encontrar formas de se diferenciar.
Se o hardware converge — com telas semelhantes, controles parecidos e limitações de desempenho cada vez mais próximas —, a vantagem competitiva deixa de estar nas especificações técnicas e passa para a propriedade intelectual. O que mantém os jogadores fiéis não é o dispositivo, mas as experiências que eles não encontram em nenhum outro lugar.
A Nintendo entende isso melhor do que ninguém. Você nunca jogará um título desenvolvido pela Nintendo em um PlayStation ou em um PC. Já os ecossistemas do Xbox e do PC se sobrepõem cada vez mais, expondo uma vulnerabilidade estratégica.
A próxima fronteira da competição não será definida por qual dispositivo tem mais potência ou melhores especificações. O diferencial estará nas plataformas que oferecerem experiências de hardware únicas e jogos exclusivos.
O Nintendo DS era realmente diferente, com suas duas telas e a caneta sensível ao toque, que possibilitavam mecânicas impossíveis de reproduzir em outros dispositivos. Hoje, os consoles portáteis convergem para um padrão de tela única, dois analógicos e uma disposição tradicional de botões. Essa homogeneidade representa um desafio de design.
As plataformas bem-sucedidas irão além de simplesmente "miniaturizar" experiências de console. Elas criarão experiências concebidas especificamente para o uso portátil, adaptadas ao comportamento real dos usuários e aos contextos em que jogam.
É preciso sacrificar o design?
Desenvolver um jogo para dispositivos portáteis não significa apenas reduzir o tamanho da tela. A principal limitação é o consumo de energia. Gráficos de alta qualidade exigem processamento intenso da CPU e da GPU ao mesmo tempo, consumindo rapidamente a bateria. Os desenvolvedores precisam equilibrar continuamente fidelidade gráfica e duração da sessão de jogo, ajustando distância de renderização, iluminação e complexidade das simulações para oferecer uma experiência sustentável.
Essa restrição, porém, revela um problema mais profundo. Durante anos, a indústria priorizou a fidelidade gráfica acima do que realmente torna um jogo envolvente. Quando toda a otimização é direcionada ao aspecto visual, corre-se o risco de criar uma demonstração tecnológica, e não uma experiência significativa.
Projetar pensando primeiro no ambiente portátil exige outra disciplina: priorizar a jogabilidade antes da fidelidade gráfica.Cyberpunk 2077 é um exemplo claro. Um estúdio desenvolvendo seu próprio motor gráfico enquanto entregava um jogo extremamente ambicioso, sob forte pressão comercial, produziu um título visualmente impressionante, mas inconsistente em seu lançamento. A lição não é reduzir a ambição, e sim colocar a experiência de jogo acima do espetáculo visual.
O desenvolvimento multiplataforma acrescenta outra camada de complexidade. Os estúdios que fazem isso com sucesso consideram as limitações de cada plataforma desde o início do projeto, e não apenas no final. Se um jogo é desenvolvido simultaneamente para PlayStation 5 e Nintendo Switch, por exemplo, a tela sensível ao toque do Switch não deve ser vista como um obstáculo, mas como uma mecânica que merece ser explorada.
A geografia também faz diferença. Nos mercados asiáticos, os jogos para dispositivos móveis concentram a maior parte do tempo de jogo dos usuários. Isso significa que os estúdios que desejam atuar nessas regiões precisam tratar o mobile como plataforma principal, e não como uma simples adaptação.
Projetar um jogo para todas as plataformas da mesma forma geralmente resulta em um produto que não é realmente otimizado para nenhuma delas.
Estamos na era do cloud gaming?
O cloud gaming já deixou de ser um conceito teórico. Serviços como Nvidia GeForce Now e Xbox Game Pass demonstram que ele funciona, ao menos para determinados gêneros. Em jogos de quebra-cabeça, RPGs por turnos e estratégia, a latência é praticamente imperceptível. Já em shooters competitivos ou jogos de luta, ela continua sendo um problema. Essa limitação não é apenas técnica, mas física: a velocidade da luz impõe um limite para a transmissão de dados.
Essa diferença tende a diminuir. Mais computação de borda (edge computing), infraestrutura mais robusta e algoritmos mais eficientes contribuirão para isso. Ainda assim, a economia também pesa. Oferecer cloud gaming de baixa latência em larga escala é caro, o que significa que essa tecnologia dificilmente será universal. Ela deverá complementar o hardware local, e não o substituir.
Nesse contexto, o gaming portátil tende a se tornar umacombinação entre processamento local e computação em nuvem.
A monetização precisa fortalecer a experiência do jogador
O gaming portátil muda o comportamento dos jogadores. As sessões tendem a ser mais curtas, frequentes e facilmente interrompidas. Isso redefine as estratégias de monetização. Os jogadores não rejeitam gastar dinheiro. O que eles rejeitam é gastar em sistemas que parecem desconectados da própria experiência de jogo.
Quando a monetização fortalece a experiência — por meio de atualizações relevantes, novas mecânicas ou sistemas de progressão —, o engajamento aumenta. Quando interrompe a diversão, os jogadores simplesmente abandonam o jogo.
O mercado de jogos mobile free-to-play já mostrou esses dois extremos. Jogos que interrompem constantemente a experiência com publicidade acabam gerando desconfiança. A monetização deve estimular a progressão, e não extrair valor do jogador. Franquias como GTA conseguem monetizar de outras formas, mas representam exceções. Para a maioria dos títulos, o alinhamento entre mecânicas e monetização é o que determina o engajamento de longo prazo.
O momento é agora
O mercado de consoles não está morrendo, mas está se tornando um nicho. E nichos bem trabalhados podem ser premium e sustentáveis. Os discos de vinil são um bom exemplo disso.
Os consoles ocuparão esse espaço: experiências premium, cuidadosamente desenvolvidas para quem busca jogos cinematográficos em uma tela grande. Hoje, porém, a maior parte dos jogadores está no mobile. Nesse sentido, o console já é um nicho.
O verdadeiro risco está no meio do caminho: estúdios que não se comprometem nem com uma experiência premium para consoles nem com uma experiência genuinamente portátil, tentando atender aos dois públicos com um único produto. Um jogo pensado para uma TV de 75 polegadas e simplesmente adaptado para um console portátil, sem repensar a interface ou a duração das sessões, dificilmente oferecerá uma boa experiência. E, em um mercado com mais opções do que nunca, produtos medianos perdem espaço rapidamente.
Os estúdios que projetam seus jogos para o ambiente portátil desde o primeiro dia, alinham a monetização às mecânicas de jogo e desenvolvem experiências compatíveis com a rotina real dos jogadores são os que estão construindo a próxima era da indústria.
A chinesa BYD apresentou o Flash Charging, seu novo carregador ultrarrápido com potência de 1.500 kW. A novidade chegou no Festival Interlagos, evento realizado em São Paulo, e o sistema promete revolucionar a mobilidade elétrica ao recarregar a bateria de veículos compatíveis de 10% a 97% em apenas nove minutos.
O segredo está na estação com armazenamento próprio, ou seja, o equipamento funciona como se fosse um “powerbank gigante” em vez de ser mais uma estação de recarga tradicional, conectada diretamente à rede de distribuição elétrica.
Assim, a infraestrutura acumula energia previamente para transferi-la ao automóvel em altíssima velocidade, contornando gargalos da rede elétrica convencional e devolvendo boa parte da carga ao carro em questão de minutos. Mas há um porém.
Carregador BYD
Curtiu a novidade? Se sim, vale ter em mente que essa tecnologia é compatível só com modelos equipados com a segunda geração da bateria Blade. No caso do mercado brasileiro, o sedan esportivo Denza Z9 GT, modelo da divisão de luxo do grupo chinês, é atualmente o único veículo apto a utilizar a potência máxima do equipamento no momento.
Mesmo assim, a marca prevê lançamentos de outros veículos com essa capacidade para o mercado brasileiro. Para sustentar a tecnologia, a empresa planeja instalar mil unidades do Flash Charging em território nacional até o fim de 2027, contemplando também a rede de concessionárias da marca Denza. A primeira estação ultrarrápida de alta potência do Brasil será inaugurada em breve em Brasília (DF).
Em clima de despedida, Outer Banks retornou à Netflix em agosto para a sua quinta e última temporada, prometendo amarrar pontas soltas com mais uma aventura perigosa dos Pogues.
Apostando em uma intensa caçada pelo tesouro, o último ano da série marca um fim de uma era para uma das produções mais populares da gigante do streaming, com o adeus aos personagens deixando um gostinho de quero mais.
Caso você esteja sofrendo pelo fim do programa adolescente, a boa notícia é que existem várias séries parecidas com Outer Banks que podem preencher esse vazio quando os créditos do episódio final subirem na tela.
Séries parecidas com Outer Banks
Para quem já está em busca de uma nova maratona, mas quer uma energia parecida com a jornada dos Pogues, o Canaltech selecionou 7 séries para assistir após o fim de Outer Banks.
1. The O.C.: Um Estranho no Paraíso
Uma das séries adolescentes mais emblemáticas da história da TV, The O.C.: Um Estranho no Paraíso marcou uma geração com a história de Ryan (Ben McKenzie), um jovem de origem humilde e com histórico problemático. Sua vida muda da noite para o dia quando ele é acolhido por um advogado rico e passa a morar em um bairro de elite na Califórnia.
Repleto de dramas adolescentes e críticas sociais, The O.C. conta com quatro temporadas que vão te fazer mergulhar na estética dos anos 2000. Para quem gosta da ambientação de Outer Banks e dos conflitos geracionais e de classe, esta é a pedida perfeita para uma maratona.
Onde assistir The O.C.: HBO Max e Prime Video.
2. Sterling Point
Sterling Point é um lançamento do Prime Video que também pode conquistar o coração dos fãs de Outer Banks. Criada por Megan Park, a série conta a história de Annie (Ella Rubin), uma adolescente cuja vida vira de ponta-cabeça quando seu avô morre e deixa como herança uma misteriosa ilha no Canadá, local onde sua falecida mãe guardou segredos de família.
Explorando temáticas como luto, mistérios familiares e processos de autodescoberta na juventude, Sterling Point ganhou destaque no streaming pela maneira realista em como retrata a adolescência, além de explorar dramas de família sem focar tanto no amor romântico. Embora não tenha uma caça ao tesouro como Outer Banks, as duas séries dialogam pelo jeito em como exploram suas temáticas, enquanto trazem aquela energia contagiante de histórias de verão.
Onde assistir Sterling Point: Prime Video.
3. Clube de Mergulho
Para quem quer uma maratona rápida parecida com Outer Banks, a série Clube de Mergulho é uma produção não tão conhecida que combina bastante com a vibe das aventuras dos Pogues. Situada na cidade costeira de Cape Mercy, a trama acompanha um grupo de jovens mergulhadoras que investigam o misterioso desaparecimento de uma das líderes após um ciclone atingir o local.
Misturando drama adolescente e um grande mistério, Clube de Mergulho aposta na aventura para resgatar o clima de caça ao tesouro de Outer Banks, com as personagens determinadas a solucionar as pistas ligadas a segredos da cidade para encontrar a amiga.
Onde assistir Clube de Mergulho: Netflix.
4. O Verão que Mudou Minha Vida
O Verão que Mudou Minha Vida não tem caça ao tesouro, mas tem dramas juvenis tão dramáticos quanto Outer Banks. Inspirado nos livros de Jenny Han, a série conta a história de Belly (Lola Tung), uma jovem que acaba num triângulo amoroso entre dois irmãos, transformando o verão perfeito em um verdadeiro caos de família.
Com um formato coming of age, O Verão que Mudou Minha Vida levou os fãs de romance adolescente à loucura ao longo de suas três temporadas com a clássica narrativa do amor de verão, primeiras desilusões românticas, luto e amadurecimento.
Onde assistir O Verão que Mudou Minha Vida: Prime Video.
5. On My Block
Ao longo de quatro temporadas, On My Block acompanha a jornada de quatro adolescentes que tentam sobreviver ao ensino médio em um bairro marginalizado de Los Angeles. Contando com o apoio entre eles, o grupo se apoia na amizade para lidar com os desafios da juventude e da violência da região.
Seguindo a mesma energia de Outer Banks no que diz respeito à importância da amizade para enfrentar o caos da juventude, On My Block se destaca pela maneira como aborda temas sociais, saúde mental e desigualdades socioeconômicas que afetam a rotina dos personagens.
Onde assistir On My Block: Netflix.
6. Dawson’s Creek
Uma série adolescente clássica que pode agradar os fãs de Outer Banks é Dawson’s Creek. Com a energia de uma cidade costeira, a trama acompanha o dia a dia de quatro amigos que lidam com a transição da adolescência para a vida adulta em meio a problemas familiares, amores não correspondidos e expectativas frustradas para o futuro.
Com seis temporadas no total, Dawson’s Creek fez um baita sucesso entre o final da década de 1990 e o início dos anos 2000 tratando de temas como amadurecimento, famílias disfuncionais, saúde mental e sexualidade.
Onde assistir Dawson’s Creek: Mercado Play e Prime Video.
7. Cruel Summer
Ambientada em uma pequena cidade do Texas, Cruel Summer pode conquistar aqueles que gostam de um suspense psicológico no formato de antologia. Com apenas duas temporadas, o programa começa com o mistério por trás do desaparecimento de uma garota popular à medida que uma jovem tímida assume a posição social da garota desaparecida na escola, sendo acusada de estar envolvida no caso.
Repleta de segredos, manipulações e dramas da adolescência, Cruel Summer aposta em um mistério intrigante que movimenta uma cidade pacata, explorando a pressão social enfrentada por adolescentes e a energia de que todo mundo pode estar mentindo.
Onde assistir Cruel Summer: Prime Video.
Adeus, Outer Banks
Com 10 episódios no total, a quinta e última temporada de Outer Banks vai deixar um vazio no peito daqueles que acompanharam as aventuras dos Pogues desde o começo da série, lançada em 2020.
A Meta começou a distribuir nesta semana uma atualização que interrompe a gravação dos óculos com inteligência artificial caso o usuário cubra o LED indicador depois de iniciar a captura. A novidade fecha uma brecha que permitia começar a filmar com a luz acesa e escondê-la em seguida, mantendo a gravação ativa sem que outras pessoas percebessem.
A empresa confirmou a mudança em publicação enviada à imprensa nesta quinta-feira (27). Segundo a Meta, a atualização está começando a chegar aos aparelhos e ainda não está disponível para todos os usuários.
Alex Himel, vice-presidente de realidade aumentada da empresa, confirmou o lançamento em publicação no Threads. Ele afirmou que uma correção para o problema está começando a ser distribuída e que a câmera vai parar de funcionar caso a luz seja coberta durante uma gravação.
Como funcionava a proteção antes
Antes dessa mudança, os óculos já contavam com um mecanismo lançado em julho que desativa a câmera quando detecta adulteração física no LED, como a remoção da peça. Esse recurso não impedia outro tipo de burla, iniciar a gravação com a luz funcionando normalmente e cobri-la logo depois com o dedo ou outro objeto.
Tutoriais com esse método circulavam em redes sociais e permitiam ocultar o indicador sem violar o hardware do dispositivo. A atualização atual passa a interromper a captura também nesses casos, segundo a empresa.
Meta reforça proteção após casos de adulteração
A Meta afirmou que empresas que ofereciam serviços de remoção física do LED encerraram suas operações depois que a atualização de julho passou a desativar a câmera nesses casos. A companhia citou como exemplo a Ghost Metas, que anunciava remoção da luz em seu site e parou de oferecer o serviço em decorrência da decisão da Meta, segundo reportagem do USA Today publicada em 21 de agosto.
A porta-voz Dina El-Kassaby disse ao jornal americano que a Meta também envia notificações de cessar e desistir a pessoas que alteram o LED e remove anúncios e publicações que promovem esse tipo de serviço. Para ela, a interrupção desses prestadores demonstra que as medidas da empresa têm funcionado.
Óculos da Meta estão sob pressão por questões de privacidade
A atualização chega em meio a um debate crescente sobre os riscos de gravações não consentidas feitas com os óculos.
No Brasil, o Instituto de Defesa de Consumidores (Idec) e a organização Coding Rights protocolaram nesta semana uma representação contra o produto na Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), na Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) e no Ministério Público Federal (MPF). As entidades pedem que os órgãos investiguem se a comercialização do dispositivo respeita a Lei Geral de Proteção de Dados e o Código de Defesa do Consumidor.
Um dos pontos citados pelas entidades é a dificuldade de terceiros perceberem quando estão sendo filmados, já que o LED é pequeno e pode passar despercebido.
Nos Estados Unidos, o uso dos óculos para gravar pessoas sem consentimento em vídeos de pegadinhas levou o Instagram a banir contas ligadas a esse tipo de conteúdo, o que mantém o debate sobre os limites de privacidade em dispositivos vestíveis com câmera embutida.
O Galaxy S26 FE chega com a proposta já conhecida da linha: entregar parte da experiência dos Galaxy S mais avançados por um preço menor. O modelo traz Exynos 2500 de 3 nm, 8 GB de RAM e versões com 128 GB, 256 GB ou 512 GB de armazenamento, além da tela Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas e 120 Hz.
Mas quem busca um celular nessa categoria não precisa necessariamente esperar pelo novo Samsung. Já existem no Brasil opções com bastante desempenho, boas câmeras e fichas técnicas competitivas, algumas delas com preços menores graças ao tempo de mercado.
A lista reúne dois grupos diferentes. Galaxy S25 e iPhone 16 são topos de linha e ficam acima da proposta do S26 FE em desempenho. Já Motorola Edge 70 Pro, Xiaomi 17T e POCO X8 Pro estão mais próximos do conceito de intermediário premium de alta performance.
1. Galaxy S25
O Galaxy S25 é provavelmente a alternativa mais lógica para quem pensa no S26 FE, mas prefere continuar dentro do ecossistema da Samsung. Apesar de ser um topo de linha de 2025, o tempo de mercado já ajudou a derrubar bastante seu preço, e a versão de 256 GB pode ser encontrada na faixa dos R$ 4 mil.
A principal vantagem está no desempenho. O S25 utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy e conta com 12 GB de RAM, enquanto o novo FE traz o Exynos 2500 com 8 GB. Na prática, há mais fôlego para jogos pesados, multitarefa e para manter uma boa performance por vários anos.
Ele também é uma opção interessante para quem prefere celulares compactos. Sua tela Dynamic AMOLED 2X tem 6,2 polegadas e 120 Hz, contra 6,7 polegadas no S26 FE. O aparelho ainda oferece câmera principal de 50 MP, ultrawide de 12 MP e teleobjetiva de 10 MP com zoom óptico de 3x.
Se os dois aparecerem em uma faixa de preço parecida, o Galaxy S25 tende a ser a escolha mais interessante. Ele pertence a uma categoria superior e entrega hardware de flagship sem abrir mão dos principais recursos do ecossistema Galaxy.
O Motorola Edge 70 Pro entra na disputa como um dos modelos mais próximos da proposta tradicional da linha FE. Trata-se de um intermediário premium de alto desempenho que já tem venda oficial no Brasil e pode ser encontrado por cerca de R$ 3,3 mil em promoções.
Seu chipset é o MediaTek Dimensity 8500 Extreme, acompanhado por 12 GB de RAM física e opções com 256 GB ou 512 GB de armazenamento. A Motorola também oferece RAM Boost, mas a memória virtual não deve ser somada à quantidade de RAM física na comparação.
O restante da ficha técnica ajuda bastante a justificar sua presença nesta lista. O Edge 70 Pro tem uma tela Extreme AMOLED de 6,8 polegadas, resolução 1,5K e 144 Hz, além de bateria de 6.500 mAh com carregamento de 90 W.
As câmeras também chamam atenção. Além da principal e da ultrawide, o celular traz uma teleobjetiva periscópica de 50 MP com zoom óptico de 3,5x. Isso faz dele uma opção equilibrada para quem não quer priorizar apenas desempenho, mas também bateria e fotografia.
O iPhone 16 é a alternativa para quem vê o lançamento do S26 FE como uma oportunidade para considerar também uma mudança de plataforma. O celular da Apple é um topo de linha de 2024 e atualmente pode ser encontrado entre R$ 4 mil e R$ 5 mil na versão de 128 GB.
Seu principal argumento é o desempenho. O Apple A18 conta com CPU de seis núcleos, GPU de cinco núcleos e Neural Engine de 16 núcleos. Mesmo com uma geração a mais no mercado, o conjunto permanece bastante potente e coloca o iPhone 16 acima da proposta de um intermediário premium.
A maior concessão está na tela. O painel OLED tem apenas 6,1 polegadas e 60 Hz, uma diferença relevante diante dos 120 Hz oferecidos pelo Galaxy S26 FE. Em compensação, o iPhone traz câmera principal Fusion de 48 MP, ultrawide de 12 MP e um conjunto bastante competente para gravação de vídeos.
Há versões com 128 GB, 256 GB e 512 GB. Assim, ele passa a fazer bastante sentido principalmente quando seu preço fica próximo ao do novo FE. Nesse cenário, o consumidor troca algumas vantagens de tela e do Android pelo desempenho e pelo ecossistema da Apple.
O Xiaomi 17T é uma das opções mais recentes desta seleção e tem venda oficial no Brasil. A configuração nacional oferece 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento, com preço oficial de R$ 8.699,99 e valor à vista de R$ 8.003,99 na loja da fabricante. No varejo, porém, já existem ofertas inferiores, por volta de R$ 4.000, para quem não se incomoda em importar.
O aparelho utiliza o MediaTek Dimensity 8500-Ultra, fabricado em 4 nm e com frequência de até 3,4 GHz. Ele trabalha com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1, uma combinação voltada a quem exige bastante do celular em jogos, multitarefa ou aplicativos mais pesados.
A tela AMOLED de 6,59 polegadas tem resolução 1,5K e taxa de 120 Hz. Já a bateria de silício-carbono oferece 6.500 mAh e carregamento de 67 W, uma vantagem importante para quem prioriza autonomia.
Outro destaque está nas câmeras desenvolvidas em parceria com a Leica. O conjunto inclui uma teleobjetiva com zoom óptico de 5x, algo pouco comum nesta categoria. Por isso, o Xiaomi 17T pode ser uma alternativa especialmente interessante para quem procura bastante armazenamento e maior versatilidade fotográfica.
O POCO X8 Pro é a opção mais indicada para quem quer colocar desempenho e preço no topo da lista de prioridades. O celular tem venda oficial no Brasil, mas também aparece no varejo por valores entre R$ 2,5 mil e R$ 3 mil, dependendo da configuração e da promoção.
Assim como o Xiaomi 17T, ele utiliza o Dimensity 8500-Ultra, com processo de fabricação de 4 nm e frequência máxima de 3,4 GHz. Há versões com 8 GB + 256 GB, 8 GB + 512 GB e 12 GB + 512 GB, com RAM LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1.
A ficha ainda inclui tela AMOLED de 6,59 polegadas, resolução 1,5K e 120 Hz, além de uma bateria de 6.500 mAh com carregamento de 100 W. Isso deixa o POCO especialmente bem servido para jogos e para quem passa bastante tempo longe da tomada.
O conjunto fotográfico é mais simples que o dos outros modelos desta lista. Ele traz uma câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com estabilização óptica e uma ultrawide de 8 MP, sem uma teleobjetiva dedicada. A compensação vem justamente do preço, da bateria e do alto desempenho pelo valor cobrado.
O grande dia chegou: nesta quinta-feira (27), a Rockstar finalmente liberou o tão aguardado Olhar Estendido de GTA 6 na Netflix. Totalmente focado na dinâmica de "Bonnie e Clyde" de Jason e Lucia, o vídeo de quase 27 minutos usou o relacionamento do casal como fio condutor para detalhar não só o enredo, mas também apresentar o gameplay e diversas mecânicas de um dos jogos mais aguardados de todos os tempos.
As novidades incluem não só sistemas complexos, como a nova inteligência policial e mais dificuldade para roubar e dirigir automóveis, como também interações e atividades "mundanas" que vão contribuir para a imersão completa na história que será contada em Vice City neste novo capítulo do jogo.
A seguir, veja 10 detalhes que provavelmente você não percebeu no Olhar Estendido de GTA 6 — e o que cada uma dessas mecânicas pode significar na prática quando o jogo chegar às mãos dos jogadores.
1. Novo sistema de honra (e não é só cosmético)
Logo nos primeiros minutos do vídeo, um ícone com um anjo aparece na tela no momento em que Jason para para acariciar um cachorro pelas ruas de Vice City. É a primeira pista de que a Rockstar trouxe para GTA 6 um sistema de moralidade nos moldes do que já havia visto em Red Dead Redemption 2, rastreando tanto pequenos gestos de bondade quanto atos de violência gratuita ao longo da campanha.
Mais do que um contador estético, a companhia sinalizou que esse sistema deve ter peso real na narrativa. Segundo a própria Rockstar, em entrevista concedida à revista Dazed nesta semana, as escolhas do jogador terão consequências que vão muito além do que qualquer sistema de honra anterior da franquia já ofereceu — um recado direto de que o comportamento de Jason e Lucia deve reverberar em como NPCs, policiais e até o rumo da história reagem a cada decisão.
Vale reforçar que os detalhes técnicos de como esse sistema vai calcular ou exibir essa "reputação" ainda não foram revelados. O que já dá para especular é que ele deve dialogar diretamente com os outros pontos desta lista — como o novo perfil criminal e a inteligência policial —, criando um mundo em que Vice City parece de fato prestar atenção nas atitudes do jogador e não apenas reagir a alarmes de crime disparados por scripts.
2. Sistema de relacionamento entre Jason e Lucia
Pela primeira vez na história da franquia, GTA 6 coloca um casal como protagonista jogável, e isso não é só um detalhe de roteiro. Ao longo do Olhar Estendido, vemos Jason e Lucia se revezando ao volante durante uma perseguição policial, trocando de papel em segundos: em um momento, Jason atira pela janela traseira do carro; no seguinte, a câmera já está com Lucia, que assume a direção. É uma evolução clara da troca de personagens vista em GTA 5, só que muito mais fluida e contextual.
Só que a relação vai além da tela de ação. Em uma cena de preparação para um jantar, Lucia pergunta a Jason qual vestido usar, e o jogador pode responder para ela se apressar — pequenos momentos de intimidade que mostram como o game quer construir a cumplicidade do casal também fora das missões. Segundo a Rockstar, essa dinâmica de "Bonnie e Clyde" foi pensada para permitir que o jogador escolha viver a história como dupla ou seguir sozinho parte do caminho, com Lucia sendo descrita internamente como a primeira protagonista feminina plenamente desenvolvida de um GTA principal.
A expectativa é que essa camada de relacionamento se conecte diretamente ao sistema de honra citado no item anterior: como o casal reage um ao outro diante de escolhas moralmente questionáveis pode ser um dos fatores que vão dar peso extra às decisões do jogador ao longo da campanha.
3. Retorno do nível de procurado de 6 estrelas
Um dos detalhes mais comemorados pelos fãs de longa data foi a confirmação, direto no vídeo da Netflix, de que o nível de procurado de GTA 6 volta a ter seis estrelas — um degrau a mais do que o teto de cinco estrelas usado desde GTA 5. A mecânica de seis estrelas existia nos títulos da era 3D da franquia (de GTA 3 a San Andreas, passando por GTA 4) e havia sido retirada na geração atual.
Historicamente, alcançar o nível máximo de procurado nos jogos antigos significava a entrada de forças militares na perseguição, com tanques e resposta armada pesada substituindo os simples carros de polícia. A Rockstar não detalhou o que vai acontecer especificamente com a sexta estrela de GTA 6, mas o simples retorno do número já é um indício de que a companhia quer elevar a tensão nos momentos de maior caos do jogo.
Do ponto de vista de design, faz sentido: com um mundo mais denso e sistemas de identificação mais sofisticados (que veremos no próximo item), simplesmente reaproveitar o teto de cinco estrelas de GTA 5 não daria conta de representar a escalada de uma perseguição em Vice City. O sexto grau ressurge para dar finais mais dramáticos a esse novo ecossistema de fuga e captura.
4. Perfil criminal: a polícia agora "lembra" de você
Um dos avanços mais interessantes mostrados no vídeo é a exibição de três ícones distintos logo abaixo da barra de procurado: um cabide de roupa, um rosto e um veículo. A leitura mais consistente entre quem acompanhou o evento é que cada um deles representa uma peça de identificação separada que a polícia pode reunir sobre o jogador — a roupa que está vestindo, o rosto exposto e o carro em que está fugindo.
Isso sugere uma mudança e tanto na forma de escapar da lei em GTA 6. Em vez de simplesmente sumir do campo de visão da polícia até a estrela cair, o jogador pode ter que trocar de roupa, abandonar o veículo reconhecido ou cobrir o rosto para "apagar" pistas específicas que os policiais têm sobre sua identidade. A Rockstar já vinha comentando que a identidade do personagem se torna cada vez mais notória se ele não trocar de visual com frequência, o que reforça essa leitura.
Esse sistema de perfil criminal conversa diretamente com a nova inteligência policial (próximo tópico) e com os disfarces disponíveis no jogo. Juntos, eles formam um tripé que substitui o antigo modelo de "onisciência policial" — em que os guardas praticamente sabiam sua localização exata assim que um crime era cometido — por algo mais parecido com uma investigação real, baseada em evidências visuais coletadas por testemunhas e câmeras.
5. Inteligência policial mais realista
Ligado diretamente ao ponto anterior, o Olhar Estendido também deu pistas de que a polícia de GTA 6 vai operar de um jeito mais crível do que em qualquer game anterior da série. Um dos indícios mais discutidos por quem acompanhou o evento é que os policiais não parecem mais identificar o jogador automaticamente fora do campo de visão — eles precisam efetivamente ver Jason ou Lucia, ou reconhecer uma das peças que falamos no item anterior.
Outro detalhe que chamou atenção é que a polícia de Vice City parece existir no mundo mesmo antes de qualquer crime ser cometido pelo jogador: viaturas fazem barreiras de fiscalização de velocidade e patrulham normalmente, o que dá a sensação de uma cidade viva, com forças de segurança cumprindo sua rotina e não apenas "esperando" para reagir ao jogador.
Essas mudanças apontam para uma experiência de fuga mais tática. Se antes bastava sumir de vista e esperar o medidor de estrelas baixar, agora parece que quanto mais pistas concretas (rosto, roupa, veículo) a polícia acumular sobre você, mais difícil será de se livrar da abordagem — o que torna decisões como usar um disfarce ou trocar de carro no meio de uma fuga muito mais relevantes do que eram antes.
6. Roubar carros ficou mais difícil
Outra mudança que salta aos olhos de quem já jogou os GTAs anteriores é a forma como Jason e Lucia agora abordam um veículo alheio. Em vez da clássica opção de arrombar a porta e sair cantando pneu, o game passa a oferecer caminhos alternativos e mais discretos para furtar um carro — incluindo usar uma ferramenta fina para destravar a porta sem quebrar o vidro, evitando o alarde imediato de um roubo à vista de todos.
Esse tipo de escolha se soma a outros métodos que já haviam aparecido em materiais anteriores sobre o jogo, como a possibilidade de clonar a chave de um veículo em vez de simplesmente arrombá-lo à força — uma opção que, segundo relatos de quem teve contato com versões anteriores do material, tende a evitar que o crime seja reportado de imediato pelos NPCs ao redor.
A ideia é transformar o roubo de carros em uma decisão estratégica: quebrar o vidro é mais rápido, mas gera barulho e atenção; já as abordagens mais discretas pedem paciência, mas preservam o jogador do primeiro contato com a polícia. É um ajuste que reflete bem a filosofia geral do jogo de tornar cada ação corriqueira um pouco mais deliberada.
7. Disfarces à escolha do jogador
Diretamente conectado ao novo perfil criminal, o Olhar Estendido também confirmou que Jason e Lucia podem optar por cobrir o rosto — com uma bandana, por exemplo — durante ações mais arriscadas, como assaltos a lojas de conveniência. A escolha de usar ou não esse tipo de disfarce terá impacto direto em quão rapidamente a polícia consegue reconhecer o jogador depois de um crime.
O próprio vídeo mostra uma cena de assalto a uma loja de conveniência mais elaborada do que qualquer coisa vista em GTA 5: o dono do estabelecimento reage e chega a revidar, tornando até um crime simples menos previsível. Nesse contexto, a escolha de estar ou não com o rosto coberto deixa de ser só estética e passa a ser parte da estratégia para reduzir o risco de ficar "marcado" pelo sistema de perfil criminal que já falamos.
A expectativa é que essa camada de customização visual — trocar de roupa, usar acessórios, cobrir o rosto — funcione como uma ferramenta ativa de jogabilidade e não apenas como personalização cosmética. Ou seja: a forma como Jason e Lucia se vestem para um assalto pode literalmente determinar quanto tempo eles conseguem ficar "invisíveis" para a lei depois do golpe.
8. Direção mais realista, puxando para a simulação
Um dos aspectos mais comentados por quem assistiu ao vídeo foi a nova física de direção dos veículos. A sensação geral é de um comportamento mais físico e menos arcade do que o de GTA 5 — com suspensão, aceleração e frenagem reagindo de um jeito que lembra mais a pegada de GTA 4 do que a condução mais "flutuante" da geração atual.
Essa mudança não é acidental. De acordo com o material divulgado pela Rockstar, a equipe responsável pela física de veículos do jogo mais do que dobrou de tamanho desde Red Dead Redemption 2 e passou a contar até com ex-pilotos de corrida entre seus integrantes — o que ajuda a explicar cenas como a de uma corrida em um circuito fechado, em estilo bem próximo ao de jogos de rali, mostrada durante o Olhar Estendido.
Essa aposta em realismo tende a dividir opiniões, como já aconteceu quando a Rockstar fez movimento parecido para contar a história de Niko Bellic: parte dos jogadores vai elogiar a profundidade extra na condução, enquanto outra parte, mais acostumada à acessibilidade de GTA 5, pode sentir estranheza no início. De qualquer forma, é um indício de que perseguições policiais e fugas de carro devem exigir mais habilidade — e menos apelo à força bruta do acelerador — do que em qualquer GTA desde a geração PS2/Xbox original.
9. Novo sistema de diálogo, no molde de Red Dead Redemption 2
Outro ponto que chamou atenção foi a forma como Jason e Lucia interagem com os NPCs pelas ruas de Vice City. Ao segurar um gatilho específico, o jogador pode escolher entre diferentes opções de interação — como cumprimentar ou provocar quem cruza seu caminho —, em um sistema muito parecido com o que a Rockstar já havia implementado em Red Dead Redemption 2.
Essa mecânica pode parecer um detalhe pequeno diante de tantos sistemas mais complexos, mas ela tem um papel importante na construção da sensação de "mundo vivo" que a Rockstar está tentando entregar. Cada interação de diálogo contribui para a percepção de que Vice City é habitada por gente que reage de verdade à presença do jogador — e não apenas cenário decorativo esperando para ser atropelado.
Esse sistema também deve se conectar ao novo sistema de honra citado no primeiro item desta lista: é bem provável que a forma como o jogador escolhe interagir com os NPCs — sendo gentil ou hostil nas opções de diálogo — tenha algum peso na forma como o "karma" do casal evolui ao longo da campanha, ainda que a Rockstar não tenha detalhado essa conexão.
10. Uma avalanche de atividades para viver em Vice City
Por fim, talvez o ponto que melhor resuma a ambição de imersão da Rockstar para GTA 6 seja a quantidade de atividades "do dia a dia" mostradas ao longo do Olhar Estendido. Além de acariciar cães pelas ruas, o vídeo mostrou Jason e Lucia andando de jet ski, praticando mergulho, remando em canoa, disputando partidas de bilhar, correndo em circuitos fechados de carro e até puxando ferro na academia — atividade que, segundo a Rockstar, tem impacto visível no físico dos personagens ao longo do tempo, tal qual nos acostumamos a ver em GTA San Andreas.
A lista de pequenas interações "mundanas" também impressiona: é possível abrir a geladeira para escolher o que comer ou beber, assistir TV e trocar de canal, e até navegar pelo feed de redes sociais direto do celular do personagem enquanto está no banco do carona — um detalhe que reforça a ambientação em uma Vice City de 2026, conectada e digitalizada.
Tomadas em conjunto, essas atividades não têm o peso narrativo de sistemas como o de honra ou o perfil criminal, mas cumprem uma função igualmente importante: dar ao jogador motivos para simplesmente existir dentro de Leonida, sem uma missão ativa na tela. É esse tipo de camada que costuma transformar um mapa bonito em um lugar que os jogadores realmente querem habitar por centenas de horas — e que deve pesar bastante na retenção de GTA 6 nos meses seguintes ao lançamento.
O que vem pela frente
Passado o alarde inicial do Olhar Estendido, fica claro que a Rockstar não usou esses 27 minutos apenas para mostrar gráficos bonitos ou cenas de ação isoladas — a empresa aproveitou a vitrine para deixar claro que está reconstruindo, sistema por sistema, a forma como o jogador se relaciona com Vice City. Entre honra, perfil criminal, inteligência policial e uma direção mais exigente, o recado é de que GTA 6 quer ser jogado com mais cautela e mais intenção do que qualquer título anterior da franquia.
E por mais generoso que tenha sido, o Olhar Estendido de GTA 6 ainda representa só uma fração do que a Rockstar tem guardado. Com a expectativa do mercado nas alturas e a concorrência observando de perto cada detalhe revelado, é bem provável que a companhia siga soltando novas informações — oficiais ou não — nas próximas semanas, elevando ainda mais a régua do que os jogadores devem esperar.
Por enquanto, resta contar os dias: Grand Theft Auto 6 chega em 19 de novembro de 2026, exclusivamente para PS5 e Xbox Series X/S. E prepare-se: o jogo pode levar até 80 horas para ser concluído.
Durante a gamescom 2026, realizada em Colônia, na Alemanha, a Samsung apresentou a sua nova geração de monitores Odyssey voltados para o público gamer. A fabricante revelou produtos equipados com painéis QD-OLED de quinta geração, tecnologia Penta Tandem e taxas de atualização que ultrapassam a barreira dos 1.000 Hz no modelo Odyssey G6.
São quatro monitores novos, sendo três deles equipados com painel OLED, oferecendo alta taxa de atualização de imagem, resolução 4K e modos que trocam a resolução e a velocidade. Além disso, o único modelo que não usa esse tipo de tela é o primeiro do mundo a atingir 1.100 Hz nativamente, e que não para aí, já que tem outros destaques.
Odyssey G6 com 1.100 Hz e modo duplo
Focado em jogos competitivos, especialmente FPS, o novo Odyssey G6 (G60H) de 27 polegadas é o primeiro monitor do mercado a atingir 1.100 Hz nativamente, mas na resolução HD (720p). O monitor é equipado com um painel Fast IPS com tempo de resposta de 1 ms e suporte a Dual Mode, permitindo que o usuário alterne entre a resolução QHD a 600 Hz para maior nitidez ou o modo HD a incríveis 1.100 Hz para máxima fluidez de movimento.
A combinação da resolução 720p em uma tela de 27 polegadas não entrega uma qualidade gráfica boa, na verdade, é o oposto disso. Porém esse modelo consegue chegar a 1440p a 600 Hz, uma combinação ainda de alto padrão. Ou seja, o Odyssey G6 é tanto voltado para jogadores competitivos quanto para quem quer maior fidelidade gráfica com a resolução QHD, mas atingindo ainda altas taxas de FPS.
Recentemente, a LG revelou um modelo que chega a 1.100 Hz, mas através de overclock. Porém sua principal diferença é que ele consegue atingir 1.000 Hz na resolução Full HD, o que não é o caso do novo modelo da Samsung.
Linha Odyssey ganhou novos modelos com tela OLED
Além do menor monitor dessa nova geração, a Samsung lançaou ainda os Odyssey OLED G7, G8 e G9. O Odyssey OLED G9 (G95SJ) chega ao mercado como o primeiro monitor de 49 polegadas com resolução DQHD (5120 x 1440) a atingir 360 Hz de taxa de atualização. O modelo estreia o painel QD-OLED de quinta geração com estrutura Penta Tandem, entregando até 1,3 vezes mais eficiência e o dobro da vida útil em comparação com a geração anterior, além do layout de subpixels RGB Stripe para reduzir aberrações cromáticas em textos.
O modelo alcança pico de brilho de até 1.300 nits, possui tempo de resposta de 0,03 ms (GtG) e traz o recurso Dual Mode, permitindo alternar da resolução nativa em 360 Hz para o modo Dual HD (2560 x 720) operando a até 720 Hz.
Já o modelo Odyssey OLED G8 (G80SJ) aposta em um painel QD-OLED de 32 polegadas com resolução 4K, tempo de resposta de 0,03 ms e certificação VESA DisplayHDR TrueBlack 600. O grande diferencial fica por conta da tecnologia Triple Mode, que permite ao jogador escolher entre 4K a 360 Hz, QHD a 520 Hz ou Full HD a 680 Hz.
Para evitar reflexos, a tela traz o revestimento Samsung Glare Free com 54% menos brilho que as películas antirreflexo convencionais. Em conectividade, o monitor conta com DisplayPort 2.1 UHBR20, duas portas HDMI, USB-C com Power Delivery de 98 W, hub USB e suporte a KVM.
Inaugurando um novo formato para o segmento, o Odyssey OLED G7 (G75SJ) é apresentado como o primeiro monitor OLED curvo de 42 polegadas na proporção 16:9 do mundo. O modelo oferece uma área de exibição cerca de 72% maior que os monitores tradicionais de 32 polegadas e traz uma curvatura acentuada de 1000R, aproximando as bordas do campo de visão do jogador.
A tela une resolução 4K, taxa de atualização de 165 Hz, tempo de resposta de 0,03 ms e a tecnologia antirreflexo Glare Free, sendo voltada para quem busca imersão em jogos, mas não abre mão da proporção mais popular do mundo.
Nos últimos meses, pude testar a geração anterior do Odyssey G9, Odyssey G7 e Odyssey 3D, cada um com uma proposta diferente. Por enquanto, ainda não existe previsão de lançamento dessa nova geração no mercado brasileiro.
O Windows Latest identificou, dentro do código do aplicativo "Link to Windows para Android", evidências de que a Microsoft está desenvolvendo controles remotos de energia para o PC. As novas funções permitiriam desligar, reiniciar ou colocar o computador em modo de espera diretamente pelo celular.
O recurso ainda não foi confirmado pela Microsoft e não está ativo para nenhum usuário. As strings foram encontradas em uma versão do aplicativo datada de 25 de agosto, com a flag "isRemotePcControlsV2Enabled" configurada como falsa, o que indica que a função existe no código, mas segue desligada.
Como o recurso deve funcionar
O Link to Windows já permite bloquear remotamente um PC pelo celular, função lançada no fim do ano passado. Os novos controles ampliariam essa lista com opções de reiniciar, desligar e colocar o computador para dormir.
Duas variações adicionais também apareceram no código, batizadas de "atualizar e reiniciar" e "atualizar e desligar". Elas sugerem que a Microsoft pretende integrar o Windows Update aos comandos remotos, permitindo instalar atualizações pendentes antes de reiniciar ou desligar a máquina pelo celular.
O modo de espera funcionaria de forma diferente dos outros comandos. Uma mensagem encontrada pelo Windows Latest avisa que, após o PC entrar em repouso, ele se desconecta do celular e só pode ser reativado fisicamente, já que a conexão de rede é interrompida nesse estado.
Alertas de confirmação também aparecem quando o usuário tenta reiniciar ou desligar o computador em meio a uma atualização em andamento, com aviso de que dados não salvos em aplicativos abertos podem ser perdidos.
O que ainda não está confirmado
Como a função segue desativada no aplicativo, não há capturas de tela do recurso em funcionamento nem previsão de lançamento. A Microsoft não se manifestou sobre a descoberta até o momento.
O avanço faz parte de um movimento mais amplo da empresa para aprofundar a integração entre smartphones e PCs com Windows 11. Nos últimos meses, a companhia adicionou uma seção com informações do celular ao menu Iniciar e testa novos atalhos para acesso rápido ao telefone.
Quais aparelhos devem ser compatíveis
Os controles remotos fazem parte do par formado pelo Phone Link, aplicativo nativo do Windows 11, e pelo Link to Windows, disponível para smartphones Android. A funcionalidade de bloqueio remoto já existente hoje segue essa mesma combinação, o que indica que o novo recurso deve manter a exigência de um PC com Windows 11 conectado a um celular Android.
Não há, até o momento, indício de que a função chegue a iPhones, já que a versão do Phone Link para iOS opera com recursos mais limitados de integração com o computador.
A Rockstar revelou mais detalhes sobre o relacionamento de Jason e Lucia em GTA 6 nesta quinta-feira (27), após a exibição de “Um Olhar Estendido” pela Netflix. A dinâmica entre os dois será ainda maior do que foi anunciado previamente.
No sistema inédito, os jogadores podem nutrir o amor dos pombinhos por meio de ações e escolhas que poderão realizar no game. Isso definirá se os personagens serão íntimos ou se vão estar emocionalmente distantes dentro da ação.
Ao IGN, um dos chefes da Rockstar North, Rob Nelson, detalha que essa mecânica seguirá de forma isolada das demais e pode ser um dos pontos mais importantes de toda a experiência.
“Há o sistema que rastreia o tipo de criminoso que você é. Há o que monitora o relacionamento. Eles são separados. Você gerencia a relação de forma que você deveria fazer em qualquer conexão do mundo real — passando um tempo juntos”, revelou o executivo.
Nelson também aponta que o mapa inteiro de GTA 6 é aberto para que os jogadores aproximem Jason e Lucia, de formas únicas dentro da história e do gameplay.
“No mundo aberto você pode fazê-los explorar lado a lado ou fazer atividades unidos, ir à piscina ou praticar mini-golfe e até andar de caiaque. Coisas comuns do cotidiano. Ou roubar coisas e assaltar bancos em casal. Como os fãs vão querer passar o tempo com os dois, impactará positivamente no vínculo”, revela o chefe da Rockstar North.
No trailer de 26 minutos exibido na plataforma de streaming, também mostraram que há um status único para o romance dos protagonistas. Como a maior parte das missões será realizada com os dois, provavelmente ter uma relação ruim pode aumentar a dificuldade ou gerar penalidades.
O amor de Jason e Lucia
Toda a história de GTA 6 será centrada nessa conexão que existe entre os personagens. Rob Nelson reforça que esta é uma das partes nas quais o jogador mais precisa se atentar dentro de todas as opções presentes no próximo lançamento.
“No relacionamento, começamos vendo Jason e Lucia tentando dar uma chance a isso. Porém, apenas seguir a história e iniciar as missões juntos pode não ser o suficiente para mantê-los unidos. Você terá de alimentar isso ao passar um pouco de tempo em dupla no mundo aberto e talvez isso reforçará sua conexão e aumentará seu investimento na narrativa”, diz o executivo.
A trama “exige que os dois estejam conectados pela maior parte da história e trabalhem unidos”, no entanto não foi revelado quanto este status será desafiado. Porém, ao que parece o romance terá conflitos e caberá ao público não distanciá-los.
O chefe da Rockstar North também aponta que passaram por diversos questionamentos, mas que estão confiantes de que os jogadores vão se apaixonar pelo laço entre Jason e Lucia em GTA 6.
“Será que poderíamos trazer ressonância emocional para Grand Theft Auto, para as pessoas que querem se envolver com isso? Será que poderíamos oferecer mecânicas para que simplesmente optassem por não participar, caso não se interessassem? Caso pensem ‘não quero um relacionamento nisso’? É isso que vamos descobrir”, afirma Nelson.
A Marvel Studios anunciou nesta terça-feira (25) o filme Vingadores Ultimato Encore, relançamento da produção nos cinemas com 4 minutos extras de duração “obrigatórios” para conectar sua trama com Vingadores: Doutor Destino.
Esta é a segunda vez que o título volta às telonas, seguida de sua reestreia em junho de 2019 — que conta com uma cena deletada do Hulk, uma homenagem a Stan Lee, uma mensagem do diretor Joe Russo e uma prévia de Homem-Aranha: Longe de Casa (2019).
Contudo, essa nova versão é descrita pelos Irmãos Russo como “essencial” para assistir ao próximo crossover dos Heróis Mais Poderosos da Terra. A intenção, obviamente, é fazer com que o público volte a engajar com este universo e arrecadar alguns milhões da bilheteria.
Muitos fãs foram às redes sociais para mostrar sua insatisfação sobre Vingadores Ultimato Encore, com vários argumentos que mostram como a Disney deseja recuperar parte do dinheiro perdido nas suas últimas produções, assim como pode ser um apelo para ultrapassar Avatar (2009) definitivamente.
Reclamações sobre Vingadores Ultimato Encore
É importante ter em mente que o conteúdo destes quatro minutos extras não foi divulgado pela Marvel Studios. A expectativa é que mostre a jornada de Steve Rogers em sua viagem no tempo e na forma como ele “quebrou” a linha do tempo após sua decisão.
A grande crítica é ter que reassistir a três horas de filme apenas para acessar os trechos complementares. Para quem é fã, isso não é um “sacrifício”, porém com ingressos a preços altos e excesso de grandes produções, se tornou um problema para muita gente.
No Reddit, um usuário aponta que a solução será facilitada para conectar o público a Vingadores: Doutor Destino em dezembro de 2026:
“Será literalmente quatro minutos extras de gravação que estarão no YouTube em pouco menos de dois dias. Provavelmente eu ainda verei, porque Ultimato é ótimo e eu amaria vê-lo de novo em Dolby, mas eles estão realmente tentando superestimar este conteúdo adicional, eu acho”, revela “/JMadFour”
Outro comentário, um pouco mais agressivo, afirma que essa ideia é basicamente o que a indústria de jogos tem feito com o seu público nesta última década:
“A última coisa que esse mundo precisa é de uma porcaria de DLC (conteúdo extra pago, comum nos videogames) para filmes”, vocifera um fã nas respostas.
No X (antigo Twitter), um deles reclama da ganância da Disney para que o público retorne aos cinemas e reacenda sua paixão pelo Universo Cinematográfico Marvel (MCU).
“Eu verei? Sim. Mas os caras estão divulgando de forma falsa o Infinity Vision e apenas tentam fazer mais dinheiro só por alguns minutos”, revela “strechtmarks”.
O que realmente incomodou o público não é o relançamento da produção, mas sim as declarações dos Irmãos Russo na San Diego Comic-Con — que destacaram que a experiência será “obrigatória” para aproveitar o próximo filme. Na prática, apenas na sua terceira chegada aos cinemas ele estaria “completo”.
Vingadores Ultimato Encore será lançado no Brasil no dia 24 de setembro de 2026, com sessões especiais nos formatos Infinity Vision e IMAX.
A Rockstar e a Netflix apresentaram Um Olhar Estendido de GTA 6 nesta quinta-feira (27), com um destaque para o gameplay — que é mostrado através de diversas sequências entre o casal Jason e Lucia.
O romance dos dois personagens será regado a crimes e perseguições. Na prévia, pudemos notar inúmeras novidades do próximo jogo da Rockstar.
O vídeo da Netflix mostra que veremos muito mais das explorações em ambientes internos, apesar de não ter revelado se isso acontecerá livremente ou apenas em missões específicas.
Tanto Jason quanto Lucia podem atirar em 3ª pessoa, o que deixa uma parcela dos fãs tristes pela ausência do modo em 1ª pessoa. Vale notar que isso pode ser acrescentado até o lançamento, então não trate como uma verdade absoluta.
Entre as cenas, que ocorrem em uma missão para coletar um material para o personagem Boobie e muitas outras, podem-se ver momentos em câmera lenta, visualização de pontos do corpo dos adversários que o jogador pode atingir para desencadear reações únicas e até destruição dos ambientes.
Outro destaque é a possibilidade de fazer carinho em pets, indícios de que veremos policiais corruptos, além de poder realizar diversos assaltos fora das missões principais. Os jogadores podem botar uma máscara e roubar “livremente” algum estabelecimento que esteja em seu caminho.
O trailer de GTA 6 também contou com muitos momentos entre Jason e Lucia, ou “Jay” e “Lu”, como carinhosamente se chamam. A relação deles é tão importante que um ícone mostra o seu status enquanto alterna entre os dois — algo que pode ser impactado por suas decisões dentro da narrativa.
Perseguições e mecânicas de Grand Theft Auto
O “Um Olhar Estendido” também mostrou uma longa perseguição de carros, com Lucia no volante e Jason como atirador. Durante a ação, você pode trocar facilmente entre os dois, para cobrir pontos críticos que acontecerem durante os tiroteios.
As estrelas de procurado estão de volta e, pelo que a Rockstar mostrou, teremos seis delas no total. Entre as cenas de confronto, também nota-se que é possível carregar coisas com uma mão enquanto se usa qualquer arma com a outra — o que pode render desafios interessantes na jogabilidade.
Um dos destaques foram as lutas corporais, com a presença de alguns estilos diferentes em uso. Seja em um ringue, seja contra outros agentes ou civis, provavelmente terá uma gama de opções de movimentos que poderá usar em GTA 6.
Por fim, a Rockstar confirmou que Grand Theft Auto VI será lançado no PlayStation 5 e XBOX Series no dia 19 de novembro de 2026. Tudo indica que os rumores sobre o adiamento ou de atraso na sua produção não eram reais, já que a data se manteve.
O Redmi Note 17 Pro Max chamou atenção por apostar em uma bateria muito maior do que o padrão atual dos celulares. O modelo tem 9.210 mAh ou 10.000 mAh, de acordo com o mercado, e a Xiaomi fala em autonomia suficiente para até dois dias de uso.
O problema é que o aparelho ainda não tem lançamento confirmado no Brasil. Para quem precisa trocar de celular agora, porém, já existem alternativas vendidas oficialmente no país com baterias que partem de 6.000 mAh e chegam a impressionantes 10.001 mAh.
Infelizmente, não há modelos mais "tradicionais", como Motorola e Samsung, mas ainda há boas opções para quem quer passar mais tempo longe das tomadas. Confira:
1. JOVI V70
O JOVI V70 é uma alternativa interessante para quem quer bastante bateria, mas também faz questão de câmeras mais avançadas. O intermediário premium com 8 GB de RAM e 256 GB já é encontrado por R$ 2.699 no Mercado Livre, bem abaixo do preço de lançamento.
Sua bateria BlueVolt possui 7.000 mAh e suporta carregamento rápido de 90 W. A JOVI não fala em dois dias completos de uso, mas divulga números expressivos: são até 43,8 horas de YouTube, 13 horas de Mobile Legends e 14% de carga restante após 16 horas de uso intenso no teste da marca.
O V70 ainda traz o MediaTek Dimensity 7360-Turbo, de 4 nm, com memória de 8 GB e armazenamento de 256 GB. A tela AMOLED de 6,83 polegadas tem taxa de 120 Hz, enquanto a câmera principal de 200 MP com estabilização óptica reforça sua proposta mais premium. A proteção IP68 e IP69 completa o conjunto.
O OPPO Reno16 5G tem uma bateria menor que a de boa parte dos celulares desta lista, mas é o que traz a promessa mais direta para quem busca dois dias longe da tomada. Na loja oficial da marca, a versão com 256 GB custa por volta de R$ 4.499 à vista, e pode ser parcelado, com total de R$ 5.999 no prazo.
A capacidade é de 6.000 mAh, com suporte ao carregamento SUPERVOOC de 80 W. Segundo a OPPO, o Reno16 alcança 2,34 dias de uso nos testes da empresa e pode chegar a 60,24 horas de chamadas. Uma recarga completa leva aproximadamente uma hora com o carregador compatível.
O celular é um intermediário premium equipado com o Snapdragon 7 Gen 4, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento na configuração brasileira. Ele ainda oferece tela AMOLED de 6,32 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP com OIS, telefoto de 50 MP, câmera frontal de 50 MP e proteção IP69K.
Para gastar menos dentro da linha da OPPO, o A6 Pro 5G aposta em autonomia e resistência. O intermediário era encontrado no Magalu por R$ 2.699 no Pix na versão com 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento.
Aqui, a bateria sobe para 7.000 mAh e mantém o carregamento SUPERVOOC de 80 W. A OPPO não divulga uma estimativa de dois dias de uso ativo, mas informa até 31 dias em standby. A carga vai de 1% a 50% em 26 minutos e chega a 100% em aproximadamente uma hora.
O desempenho fica por conta do MediaTek Dimensity 6300, um chipset intermediário com conectividade 5G. O A6 Pro também tem tela AMOLED de 6,57 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP e certificações IP66, IP68 e IP69 contra poeira e água.
O JOVI T1 5G chama atenção por oferecer bateria grande e desempenho intermediário por um preço consideravelmente menor que o V70. A versão com 8 GB de RAM e 256 GB aparecia por cerca de R$ 1.733 no Pix na loja da JOVI no Mercado Livre.
Sua bateria BlueVolt possui 6.500 mAh e aceita carregamento de 90 W. Nos testes da fabricante, o celular alcança 27,5 horas de YouTube, 12 horas de PUBG, 14 horas de navegação ou 23,5 horas de WhatsApp. Em outra simulação de 16 horas com jogos, vídeos e redes sociais, ainda sobra carga ao fim do período.
O T1 usa o mesmo Dimensity 7360-Turbo de 4 nm do V70, acompanhado por 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. A tela AMOLED de 6,77 polegadas tem resolução Full HD+ e 120 Hz. A recarga também é rápida: segundo a marca, os 90 W levam a bateria de 1% a 100% em cerca de 52 minutos.
Entre todos os modelos desta lista, o Realme P4 Power 5G é o que mais chama atenção pela capacidade da bateria. O intermediário chega a superar até a versão de 10.000 mAh do Redmi Note 17 Pro Max, com 10.001 mAh. No Magalu, a versão de 8 GB e 256 GB é vendida por cerca de R$ 2.420 no Pix.
A Realme promete até 32,5 horas de YouTube, 11,7 horas de PUBG e nada menos que 185,7 horas de reprodução no Spotify. Mesmo com 5% de carga, o modo de economia pode oferecer até 218 minutos de chamadas ou 46,8 horas em standby. O carregamento chega a 80 W.
O P4 Power usa o MediaTek Dimensity 7400 Ultra 5G e tem opções com até 12 GB de RAM e 512 GB de armazenamento UFS 3.1. A tela AMOLED de 6,8 polegadas chega a 144 Hz e a câmera principal Sony de 50 MP possui OIS. Mesmo com a bateria enorme, o aparelho pesa cerca de 219 gramas e tem 9,08 mm de espessura.
O Realme C85 Pro é a opção mais simples da seleção e faz sentido principalmente para quem quer gastar pouco e colocar a autonomia acima do desempenho. O intermediário de entrada com 8 GB de RAM e 256 GB é encontrado no Magalu por cerca de R$ 1.575 no Pix.
Apesar do preço baixo, sua bateria possui 7.000 mAh. A Realme afirma que o celular mantém 50% da carga após 12 horas de uso intenso em seu teste. A marca também cita até 59 horas de chamadas, 16 horas de chat e 19 horas de vídeo online. O carregamento chega a 45 W.
Realme C85 Pro
O Snapdragon 685 deixa claro que o C85 Pro não busca competir com os aparelhos mais potentes desta lista e também limita o celular às redes 4G. Em compensação, ele oferece tela AMOLED de 6,8 polegadas e 120 Hz, câmera principal de 50 MP, NFC e proteção elevada contra poeira e água.
Quem quer bateria de longa duração sem abrir mão de desempenho pode olhar para o POCO X8 Pro. O intermediário premium é um dos aparelhos mais potentes da lista, e a versão global com 8 GB de RAM e 256 GB aparece no KaBuM por cerca de R$ 2.389 no Pix.
A bateria de silício-carbono tem 6.500 mAh, com carregamento HyperCharge de 100 W. A POCO divulga mais de nove horas de jogos, mais de 12 horas de chamadas de vídeo e mais de 20 horas em redes sociais. Uma recarga completa leva cerca de 48 minutos nos testes da fabricante.
Seu maior diferencial está no Dimensity 8500-Ultra, acompanhado por memória LPDDR5X e armazenamento UFS 4.1. O celular ainda traz tela AMOLED 1,5K de 6,59 polegadas e 120 Hz, câmera principal Sony IMX882 de 50 MP com OIS, conectividade 5G e proteção IP68.
A Sony anunciou a BRAVIA 6, nova TV OLED que chega aos Estados Unidos e Canadá para disputar espaço com modelos intermediários de Samsung e LG. Posicionada abaixo das linhas BRAVIA 8 e BRAVIA 8 II, a novidade aposta em preços mais competitivos sem abrir mão de recursos avançados.
A BRAVIA 6 utiliza painel OLED de 120 Hz e será vendida em cinco tamanhos: 48, 55, 65, 77 e 83 polegadas. A TV também conta com Triluminos Pro, Google TV com Gemini e compatibilidade com Dolby Vision, Dolby Atmos e DTS:X.
Um dos principais diferenciais da BRAVIA 6 é a presença de quatro portas HDMI 2.1, característica que pode interessar especialmente a gamers que utilizam mais de um console ou PC. A Sony ainda não confirmou qual processador equipa a televisão.
A empresa também redesenhou o controle remoto, que ganhou um direcional maior e centralizado, além de uma nova disposição para os botões de serviços de streaming. O acessório ainda possui microfone integrado para comandos ao Gemini.
Com a nova televisão, a Sony amplia sua oferta de modelos OLED e passa a disputar diretamente uma faixa de preço ocupada por produtos como a LG C6 OLEDe a Samsung S90H QD-OLED. A estratégia também complementa os recentes investimentos da fabricante em TVs com tecnologia LED RGB.
Preço da BRAVIA 6
A BRAVIA 6 já está disponível nos Estados Unidos e Canadá por meio da loja da Sony, Amazon, Best Buy e outros revendedores autorizados. Os preços sugeridos são:
48 polegadas: US$ 1.299,99 (R$ 6.499,95);
55 polegadas: US$ 1.499,99 (R$ 7.499,95);
65 polegadas: US$ 1.999,99 (R$ 9.999,95);
77 polegadas: US$ 2.999,99 (R$ 14.999,95);
83 polegadas: US$ 3.999,99 (R$ 19.999,95).
Não há informações sobre lançamento da BRAVIA 6 no Brasil, uma vez que a marca desistiu de vender TVs por aqui após a chegada das coreanas.
A Alibaba Cloud lançou nesta quinta-feira (27) sua primeira região de nuvem no Brasil, com dois novos data centers dedicados a empresas, startups, desenvolvedores e instituições públicas. É a primeira operação da divisão de computação em nuvem da Alibaba na América do Sul.
O movimento integra um compromisso global de US$ 53 bilhões (cerca de R$ 273 bilhões, na cotação atual) do Alibaba Group para investimentos em infraestrutura de inteligência artificial. A companhia não detalhou quanto será destinado especificamente às unidades brasileiras.
Com a nova estrutura, a Alibaba Cloud passa a operar 106 zonas de disponibilidade em 31 regiões ao redor do mundo. A empresa já havia inaugurado uma região no México em fevereiro de 2025, primeiro passo da expansão latino-americana.
Portfólio de nuvem com prioridade para IA agêntica
Os data centers brasileiros oferecerão o portfólio completo de produtos da Alibaba Cloud, incluindo computação, armazenamento, contêineres, redes, segurança e bancos de dados. A empresa destaca baixa latência e adequação às regras locais de cibersegurança e proteção de dados entre os atributos da nova região.
A companhia também planeja trazer ao Brasil serviços de IA agêntica voltados a empresas, cobrindo desde o desenvolvimento até a operação e a segurança de agentes de IA. Fazem parte do pacote o ACS Agent Sandbox, para execução de agentes em ambientes isolados, o DAS Agent, para manutenção de bancos de dados, e o DataWorks Data Agent, que promete automatizar pipelines de dados por linguagem natural. Ferramentas como o AI Security Guardrails 2.0 completam a oferta voltada à segurança dessas operações.
Allen Guo, gerente-geral da região da América Latina e vice-presidente de Negócios Internacionais da Alibaba Cloud Intelligence, descreveu o Brasil como um mercado central para a expansão da empresa na região.
Parcerias locais
A Alibaba Cloud fechou acordos com duas empresas brasileiras para acelerar a adoção de seus serviços. A Insi vai utilizar o portfólio de nuvem e IA da companhia para atender grandes e médias empresas, segundo Roberto Certo, Chief Revenue Officer da provedora.
Já a 4Linux, especializada em software de código aberto, vai combinar os modelos da família Qwen com sua experiência local em implantação e treinamento. O cofundador da empresa, Marcelo Marques, afirmou que a nova região oferece uma base para escalar soluções de IA no país.
Disputa por espaço no mercado global de nuvem
A expansão brasileira acompanha uma sequência de lançamentos de modelos abertos da família Qwen. O mais recente, o Qwen3.8-Flash, é um modelo multimodal com 125 bilhões de parâmetros totais e 6 bilhões ativados por token. A empresa também abriu os pesos do Qwen3.8-2.4T-A95B, seu modelo mais robusto até hoje, com 2,4 trilhões de parâmetros totais e janela de contexto de até 1 milhão de tokens, hoje na terceira posição do ranking CodeArena.
No mercado chinês de infraestrutura computacional como serviço, a Alibaba Cloud detém mais de 30% de participação, à frente de concorrentes como Huawei e Tencent, segundo a consultoria Omdia. Fora da China, a disputa muda de adversários: o avanço para México, França, Japão, Coreia do Sul, Malásia e agora Brasil coloca a empresa em confronto direto com AWS, Google Cloud e Microsoft Azure em mercados emergentes.
A Alibaba Cloud ainda não informou quando pretende iniciar a operação dos serviços de IA agêntica especificamente no Brasil. O anúncio confirma a instalação dos dois data centers, mas não estabelece um cronograma para essa etapa seguinte.
A Netflix apresenta sinais de instabilidade nesta quinta-feira (27), justamente durante a estreia do novo vídeo de gameplay de GTA 6. Usuários relatam dificuldades para acessar o serviço e assistir ao conteúdo.
O Downdetector, plataforma que reúne relatos de problemas em serviços online, registra aumento nas notificações de falhas tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos. No Brasil, são quase 1,2 mil reclamações, enquanto nos EUA o serviço acumula mais de 3,2 mil notificações.
A instabilidade acontece pouco depois da estreia de GTA 6: Um Olhar Estendido, apresentação da Rockstar Games que traz uma demonstração mais detalhada da jogabilidade do aguardado game. O conteúdo começou a ser disponibilizado na Netflix às 16h, no horário de Brasília.
Netflix pode ter caído por causa do GTA 6?
Ainda não há confirmação de que a instabilidade tenha relação direta com a estreia de GTA 6. No entanto, o momento chama atenção porque a Netflix recebeu a exclusividade inicial para exibir o novo material do jogo.
A apresentação tem 26 minutos e mostra oficialmente a jogabilidade de GTA 6. A expectativa em torno do conteúdo é especialmente alta após meses de espera e uma série de vazamentos de supostos trechos do jogo, que circularam nas redes sociais nas últimas semanas.
A estratégia da Rockstar também contribui para concentrar o público na Netflix: o vídeo chega primeiro ao streaming e só será disponibilizado nos canais oficiais da empresa no YouTube posteriormente. A versão do YouTube está prevista para as 22h, seis horas depois da estreia na Netflix.
Até o momento, Netflix e Rockstar não confirmaram que uma eventual instabilidade tenha sido provocada pelo volume de acessos ao conteúdo de GTA 6.
Relatos nas redes sociais
Pelo X, antigo Twitter, milhares de pessoas compartilharam que estão sem acesso à Netflix, com a plataforma apresentando a mensagem de que "algo deu errado". Confira algumas publicações:
Situação normalizada
Após o caos inicial nos primeiros minutos pós-lançamento, o número de notificações no Downdetector já se aproximava do normal. Às 16h20, eram pouco mais de 400 avisos de instabilidade.
Em nota enviada ao Canaltech, a Netflix afirmou que "alguns assinantes tiveram uma breve instabilidade no acesso à Netflix, mas o serviço foi rapidamente restabelecido".
A Xiaomi lançou na China uma nova luminária de estudo que chama atenção pelo tamanho e pelo tamnho formato pouco convencional: parece um poste de luz para você colocar dentro de casa. A Mijia Vertical Study Lamp 2C já está à venda no JD.com por 1.199 yuans, valor equivalente a R$ 920 em conversão direta.
Com aproximadamente 8,5 kg, o produto tem uma estrutura vertical e uma cabeça de iluminação de 80 cm de comprimento. A parte responsável pela emissão de luz fica a cerca de 1,3 metro da mesa, fazendo com que a luminária realmente lembre um pequeno poste de iluminação instalado ao lado da área de estudos.
O principal destaque do modelo é o enorme fluxo luminoso de 11.000 lúmens, suficiente para iluminar ambientes de até 14 m². A proposta é oferecer uma iluminação ampla e uniforme durante atividades como leitura e estudo.
A Mijia Vertical Study Lamp 2C utiliza um sistema de dupla fonte de luz. A iluminação superior fornece 8.000 lúmens, enquanto a inferior entrega outros 3.000 lúmens, seguindo uma proporção de brilho de 8:3.
A Xiaomi afirma que a combinação ajuda a complementar a iluminação do ambiente por meio de reflexão difusa. O formato alongado da cabeça também foi pensado para reduzir as sombras causadas pelas mãos, proporcionando uma área de trabalho mais uniforme.
A estrutura central da cabeça tem apenas 28 mm de espessura e conta com um sistema antitombamento de 11° para a parte frontal e traseira. A haste superior também possui botões sensíveis ao toque para alternar entre funções e modos.
Foco é reproduzir a luz natural
Outro diferencial está na reprodução de cores. A luminária possui índice de reprodução de cores Ra98 e temperatura de cor de 4.000 K. Segundo a fabricante, o espectro de luz é amplo, com GFC superior a 0,985, buscando reproduzir as características da luz solar.
O produto também atende ao nível RG0 de segurança contra luz azul, enquanto a Xiaomi afirma que o design praticamente elimina o ofuscamento, com índice UGR inferior a 13.
A Samsung resolveu não mexer em time que está ganhando com o Galaxy S26 FE, mas a nova geração chega com uma mudança importante em relação ao modelo do ano passado: o processador. Enquanto o Galaxy S25 FE utiliza o Exynos 2400, o modelo lançado nesta quinta-feira (27) aposta no Exynos 2500 de 3 nm, além de trazer Android 17 e One UI 9 de fábrica.
Fora isso, as diferenças são mais discretas. Tela, câmeras, bateria, carregamento e resistência permanecem praticamente iguais entre os dois modelos. Por isso, a escolha entre um e outro depende principalmente da diferença de preço e da importância que o usuário dá a desempenho e longevidade do software.
A maior mudança do Galaxy S26 FE está no coração do aparelho. O Exynos 2500 de 3 nm substitui o Exynos 2400 de 4 nm do S25 FE. Isso torna o S26 FE mais interessante para quem pretende usar o celular durante vários anos, especialmente em tarefas pesadas, jogos e aplicações que exigem mais processamento.
A quantidade de memória permanece em 8 GB de RAM, enquanto as opções de armazenamento continuam sendo 128 GB, 256 GB e 512 GB. Portanto, não há evolução nesse aspecto.
Tela continua praticamente igual
Os dois aparelhos possuem painel Dynamic AMOLED 2X de 6,7 polegadas, resolução FHD+ e brilho máximo de até 1.900 nits.
A principal diferença informada para o S26 FE é a indicação de taxa de atualização de 60/120 Hz, enquanto o S25 FE trabalha com até 120 Hz. Na experiência cotidiana, não há uma mudança significativa esperada na qualidade do display.
Para assistir a vídeos, navegar na internet ou jogar, os dois modelos continuam oferecendo uma tela bastante competente.
Câmeras: pouca novidade
O conjunto fotográfico também permanece essencialmente o mesmo. O Galaxy S25 FE possui câmera principal de 50 MP com OIS, ultrawide de 12 MP e telefoto de 8 MP com zoom óptico de 3x. O S26 FE mantém essa configuração, mas a telefoto passa a ter OIS explicitamente listado nas especificações.
Na frente, ambos contam com câmera de 12 MP. Isso significa que quem já possui um S25 FE não encontrará no S26 FE uma revolução fotográfica. A evolução está mais relacionada ao processamento proporcionado pelo novo chip do que a uma mudança radical no hardware das câmeras.
Bateria também não mudou
A capacidade continua em 4.900 mAh nos dois aparelhos. O carregamento com fio chega a 45 W, enquanto o carregamento sem fio permanece em 15 W. No S26 FE, a Samsung indica até 69% de carga em aproximadamente 30 minutos utilizando um carregador de 45 W.
O novo modelo também mantém o Wireless PowerShare, recurso que permite compartilhar energia sem fio com dispositivos compatíveis. Portanto, não há um motivo forte para trocar o S25 FE pelo S26 FE apenas por causa da bateria.
Android 17 dá vantagem ao Galaxy S26 FE
Aqui existe uma vantagem importante para o modelo mais novo. O Galaxy S26 FE chega com Android 17 e One UI 9, enquanto o S25 FE parte do Android 16 com One UI 8.
Como ambos têm previsão de sete anos de atualizações de sistema e segurança, o S26 FE também leva vantagem em longevidade: por ter começado com uma versão mais recente do Android, ele tende a terminar seu ciclo de atualizações em uma versão posterior.
Para quem pretende ficar muitos anos com o mesmo aparelho, esse detalhe pode pesar bastante.
Qual vale mais a pena?
O Galaxy S26 FE é a escolha mais completa entre os dois. O Exynos 2500 de 3 nm, o Android 17 e a One UI 9 são suas principais vantagens e tornam o aparelho mais interessante para quem busca desempenho e longevidade.
Por outro lado, o Galaxy S25 FEpode ser o melhor negócio na precificação atual. O preço oficial do S26 FE no Brasil ainda não foi revelado, mas o S25 FE já pode ser encontrado por menos de R$ 3.000.
Considerando que o preço de lançamento é alto, vai levar alguns meses até que o S26 FE seja encontrado por um valor mais justo.
Vale comprar o Galaxy S26 FE se:
Você quer o processador mais novo;
Pretende ficar vários anos com o aparelho;
Valoriza começar com Android 17;
A diferença de preço para o S25 FE for pequena.
Vale comprar o Galaxy S25 FE se:
Ele estiver consideravelmente mais barato;
Você não precisa do máximo desempenho;
Câmeras e tela são prioridades;
Você busca o melhor custo-benefício.
O Galaxy S26 FE é tecnicamente superior, mas não representa uma atualização radical em relação ao S25 FE. Se os preços estiverem próximos, escolha o S26 FE. Se o S25 FE estiver bem mais barato, ele continua sendo uma compra muito interessante.
O jogo mais esperado da década acabou de entrar em uma promoção imperdível que você não pode deixar passar. A Amazon baixou o preço da pré-venda do GTA VI para PS5, caindo de R$ 404,91 para apenas R$ 359,92 à vista ao ativar o cupom na página do produto. Se você quer garantir sua cópia física no dia da estreia pagando menos, a hora de agir é agora.
O novo título da Rockstar Games promete entregar uma imersão impressionante no estado de Leonida, trazendo a maior e mais detalhada ambientação da história da franquia. Você vai explorar um mundo aberto vivo e realista, repleto de missões intensas para garantir centenas de horas de diversão no seu videogame.
A narrativa acompanha a história de uma dupla de protagonistas em uma trama dinâmica, oferecendo mecânicas de tiro aprimoradas e jogabilidade mais fluida. Toda essa evolução aproveita o poder bruto do PlayStation 5 para entregar gráficos de ponta e tempos de carregamento quase inexistentes, acabando com aquelas longas esperas para jogar.
Garantir a mídia física em pré-venda com desconto significa assegurar o disco na sua coleção sem o risco de encarar estoques esgotados ou ter que pagar o preço cheio de tabela no dia do lançamento.
Vale a pena comprar GTA 6 na pré-venda?
Vale muito a pena garantir o GTA 6 na pré-venda, principalmente pela raridade de encontrar um grande lançamento com valor reduzido antes mesmo de chegar às lojas. Jogos desse peso costumam manter o valor máximo por meses após a estreia, tornando essa economia imediata um achado.
Para quem busca jogar um dos títulos mais marcantes da história dos videogames gastando menos, a oferta de R$ 359,92 à vista é a decisão certa. Não corra o risco de ver o cupom encerrar ou o estoque esgotar.
A Samsung trabalha no desenvolvimento de um novo headphone premium com formato over-ear, que pode disputar espaço com modelos como o Apple AirPods Max e o JBL Tour One M3. O acessório foi encontrado em códigos do aplicativo Galaxy Wearable e, internamente, é chamado de Galaxy H1.
A descoberta confirma que a fabricante sul-coreana pretende ampliar sua linha de dispositivos de áudio para além dos Galaxy Buds. No entanto, o nome Galaxy H1 parece ser apenas uma identificação interna, então o produto provavelmente chegará ao mercado com outra nomenclatura.
Headphone da Samsung ainda está em fase inicial
As referências encontradas no Galaxy Wearable confirmam pelo menos a presença de conectividade Bluetooth, mas ainda não revelam detalhes sobre o hardware ou o design do headphone.
O estágio atual do projeto também indica que o lançamento ainda deve demorar. A expectativa inicial é que o acessório seja apresentado no começo de 2027, embora a Samsung ainda possa alterar seus planos até lá.
A novidade aparece enquanto a empresa também prepara novos formatos para a família Galaxy Buds. Entre os projetos recentes estão um fone com suporte que prende ao redor da orelha e outro com construção no formato de "brinco"
O que esperar do Galaxy H1?
Até agora, não há especificações confirmadas além da conectividade Bluetooth. Ainda assim, considerando a proposta premium do acessório e os recursos já presentes no ecossistema Galaxy, algumas tecnologias são esperadas para o futuro headphone.
Entre elas estão Bluetooth 6.0, codec Samsung Seamless Codec UHQ, cancelamento adaptativo de ruído, modo de som ambiente e integração com assistentes de inteligência artificial.
Também é possível que o headphone tenha suporte ao Auto Switch, recurso que facilita a troca automática de áudio entre dispositivos Galaxy compatíveis.
Outro ponto esperado é uma autonomia consideravelmente maior que a dos Galaxy Buds. O formato over-ear oferece mais espaço interno para baterias maiores, mas a capacidade e a duração da carga ainda são desconhecidas.
Por enquanto, a Samsung não confirmou oficialmente a existência do produto. Mais informações sobre o possível Galaxy H1 devem surgir conforme o desenvolvimento avançar e o lançamento se aproximar.
A Xiaomi confirmou o início do programa beta do HyperOS 4, sua nova camada de personalização baseada no Android 17, e já divulgou a lista dos primeiros aparelhos que vão testar o sistema. A liberação começa em nesta sexta-feira (14), mas, por enquanto, fica restrita à China.
O lançamento será feito em três levas, com um total de 26 dispositivos contemplados até setembro. A primeira leva concentra os modelos mais recentes da marca, incluindo a linha Xiaomi 17 e os tablets Pad 8.
O que muda com o HyperOS 4
O novo sistema promete ganhos de desempenho em relação à versão anterior. Segundo a Xiaomi, o tempo de resposta pode melhorar em até 17,5%, enquanto a estabilidade dos aplicativos deve aumentar 28,9%. A empresa também menciona avanços no gerenciamento de memória, embora o resultado prático varie conforme o aparelho.
A inteligência artificial ocupa espaço central na atualização. O HyperOS 4 traz uma nova função de interação por IA e passa a integrar o modelo próprio da Xiaomi, o MiMo, que deve ajudar o sistema a lidar com tarefas mais complexas entre diferentes aplicativos. A interface também recebe mudanças visuais, com semelhanças ao design do iOS 26, e as animações aparecem mais fluidas do que as da versão anterior.
Xiaomi ainda não anunciou uma data para o beta global. A expectativa é que o teste internacional comece depois que o programa avançar na China, mas a empresa não deu prazos oficiais até o momento.
Quando cada aparelho recebe o beta
A primeira leva chega em 14 de agosto e reúne os smartphones mais recentes do catálogo. A segunda leva está marcada para 27 de agosto e amplia a lista para a linha Xiaomi 15 e outros modelos. A terceira e última etapa dessa fase inicial acontece em 17 de setembro, quando aparelhos das séries Redmi K80 e K100 entram no teste.
Procura um SUV para chamar de seu? Então vale a pena ficar de olho no Jeep Renegade, que já pode ser adquirido por R$ 124.990 — um desconto de R$ 5 mil em comparação com o preço de R$ 129.990, anunciado no lançamento do carro. Como de costume, a dica é ter atenção às condições da oferta.
Primeiro, o “precinho” vale só para as unidades na cor preta e se estende até o início de setembro, ou enquanto durarem os estoques. A versão Altitude segue como a porta de entrada para quem quer entrar no mundo Jeep, com motor 1.3 turbo de 176 cv com câmbio automático de seis marchas, sem auxílio elétrico híbrido. Para comparação, o carro sai mais em conta que o Nivus Comfortline, da Volkswagen, que costuma custar R$ 152.990.
O movimento de redução contraria a projeção inicial de aumento — quando a marca anunciou o Renegade Altitude, foi divulgado que o preço inicial iria valer somente para as 3 mil primeiras unidades, mas não foi o que aconteceu. De qualquer forma, a oferta chegou na esteira do lançamento do Jeep Avenger, o novo SUV de entrada da marca.
Como é o Jeep Renegade 2027
A linha 2027 do compacto renovou o design externo com para-choques destacados, grade frontal mais fechada e novas rodas de liga leve de 17” polegadas com acabamento diamantado. No interior, a cabine traz um painel reformulado que adota revestimentos em tecido nas faixas horizontais e nos painéis das portas, além do plástico rígido.
O modelo sai de fábrica equipado com central multimídia de 10,1” compatível com Android Auto e Apple CarPlay sem fio, painel digital de 7” e ar-condicionado digital dual zone. A lista de segurança inclui seis airbags, faróis em LED, frenagem autônoma de emergência, detector de fadiga e alerta de mudança de faixa.
No fim, o Jeep Renegade Altitude 2027 por R$ 124.990 é uma compra bem interessante para quem quer um SUV que entrega desempenho imbatível na categoria graças ao motor e pacote caprichado na segurança e tecnologia. Apesar do acabamento interno mais simplificado na linha 2027 e da restrição à cor preta na oferta, a relação custo-benefício supera a de concorrentes.
Quem procura um celular premium da Samsung com bastante armazenamento pode aproveitar uma oferta do Magalu. O Galaxy S25 Edge de 512 GB está saindo por R$ 3.999 no PIX, após aplicação do cupom TEL500. O desconto de R$ 500 é aplicado sobre o valor de R$ 4.499, fazendo o aparelho ficar praticamente no mesmo preço do Galaxy S25 convencional de 256 GB. A oferta ainda inclui frete grátis para algumas regiões.
🚨 Atenção: os preços podem mudar a qualquer momento conforme a disponibilidade da oferta e do cupom.
Vale a pena comprar o Galaxy S25 Edge?
O Galaxy S25 Edge é uma opção interessante principalmente para quem procura um celular top de linha, mas não quer carregar um aparelho grande e pesado no bolso. O modelo se destaca pelo corpo bastante fino, com apenas 5,8 mm de espessura, além de pesar cerca de 163 gramas.
Mesmo com o perfil fino, a Samsung mantém especificações de categoria premium. O aparelho traz uma tela AMOLED de 6,7 polegadas com resolução QHD+ e taxa de atualização de 120 Hz, oferecendo mais espaço que o Galaxy S25 convencional para vídeos, jogos e navegação.
Por dentro, o S25 Edge utiliza o Snapdragon 8 Elite for Galaxy, acompanhado por 12 GB de RAM. É uma configuração preparada para aplicativos pesados, jogos e recursos do Galaxy AI, além de colocar o aparelho no mesmo patamar de desempenho dos demais integrantes premium da família S25.
A versão desta promoção também chama atenção pelos 512 GB de armazenamento interno. É o dobro do espaço oferecido pelo Galaxy S25 de 256 GB usado como alternativa neste comparativo, algo relevante para quem guarda muitos vídeos, fotos, jogos e aplicativos no celular.
Nas câmeras, o Galaxy S25 Edge aposta em um sensor principal de 200 MP, acompanhado por uma câmera ultrawide de 12 MP. Ele não possui o conjunto de quatro câmeras do S25 Ultra, especialmente as opções dedicadas ao zoom, mas ainda entrega um conjunto avançado para fotos e vídeos.
O preço torna a oferta especialmente interessante. Por apenas cerca de R$ 1 a mais que o Galaxy S25 de 256 GB considerado neste comparativo, o comprador leva o dobro de armazenamento, tela maior e o design ultrafino característico do Edge. Já o S25 Ultra de 512 GB custa aproximadamente R$ 2.800 a mais.
Comparativo
Característica
Galaxy S25 Edge
Galaxy S25 Ultra
Galaxy S25
Preço
R$ 3.999
R$ 6.799
R$ 3.998
Armazenamento
512 GB
512 GB
256 GB
Memória RAM
12 GB
12 GB
12 GB
Tela
AMOLED 6,7"
AMOLED 6,9"
AMOLED 6,2"
Taxa de atualização
120 Hz
120 Hz
120 Hz
Processador
Snapdragon 8 Elite for Galaxy
Snapdragon 8 Elite for Galaxy
Snapdragon 8 Elite for Galaxy
Câmera principal
200 MP
200 MP
50 MP
Conjunto traseiro
Duplo
Quádruplo
Triplo
Destaque
Design ultrafino + 512 GB
Câmeras e recursos
Tamanho compacto
Qual vale mais a pena?
O Galaxy S25 Edge de 512 GB é a escolha mais atraente desta comparação pelo preço atual. Por R$ 3.999,10, ele custa praticamente o mesmo que o Galaxy S25 de 256 GB, mas oferece o dobro de armazenamento, tela maior e câmera principal de 200 MP, além do corpo ultrafino.
O Galaxy S25 Ultra continua sendo a alternativa para quem prioriza câmeras, especialmente recursos de zoom, tela maior e o conjunto mais completo da geração. Porém, os R$ 6.799 cobrados pela versão de 512 GB representam uma diferença considerável.
Já o Galaxy S25 faz mais sentido para quem prefere um smartphone compacto. Entretanto, pelo preço informado de R$ 3.998, fica difícil escolhê-lo diante da promoção do S25 Edge, especialmente considerando os 512 GB de armazenamento oferecidos pelo modelo em oferta.
A ASUS lançou nesta quarta-feira (12) o Zenbook Duo no Brasil, notebook com duas telas OLED de 14 polegadas e teclado destacável. O modelo chega ao país com o processador Intel Core Ultra X9, primeira máquina brasileira com o chip.
O lançamento acontece pouco depois de a ASUS assumir a liderança de mercado de notebooks no Brasil, segundo dados da consultoria GfK citados pela empresa. O Zenbook Duo é o sucessor direto do ASUS Taichi, lançado em 2012 e apontado pela marca como o primeiro notebook de duas telas do mundo.
O Canaltech acompanhou o evento de lançamento em São Paulo (SP), onde executivos da ASUS detalharam as tecnologias por trás do produto e reforçaram o peso do design na proposta da linha.
Design em Ceraluminum
O chassi é feito em Ceraluminum, material que combina cerâmica e alumínio por um processo de fusão elétrica. Segundo Murilo Tunholi, Technical PR da ASUS, o revestimento deixa o notebook mais leve e mais resistente a arranhões do que o alumínio tradicional, além de manter a aparência com o uso.
A superfície recebeu tratamento hidrofóbico e oleofóbico, o que facilita a limpeza de marcas de dedo. As cores da linha remetem a elementos da natureza, e o tom do Zenbook Duo se inspira nas pedras da costa da Irlanda.
O peso total do conjunto é de 1,65 kg, sendo 1,35 kg do notebook e 300 g do teclado destacável. Em comparação com a geração 2024, o vão entre as duas telas foi reduzido em 70%, e a dobradiça ficou menor.
Manuel Castro, diretor comercial da ASUS Brasil, também destacou o peso como diferencial da linha em entrevista ao Canaltech. "Eu acho que o peso dele é um diferencial muito grande, você tem essa mobilidade para levar para onde você quiser", afirmou o executivo.
Cinco modos de uso
O Zenbook Duo funciona em cinco configurações. No modo notebook, o teclado fica encaixado sobre a tela inferior, reproduzindo o uso tradicional. No modo tela dupla, o teclado pode ser removido e apoiado à frente das telas, liberando espaço para multitarefas.
O modo desktop organiza as duas telas na vertical lado a lado, alcançando quase 20 polegadas de área somada, voltado a quem programa ou trabalha com múltiplos documentos. Já o modo compartilhado deixa o notebook plano sobre a mesa, com as telas abertas em 180 graus, para apresentar conteúdo a outra pessoa sem depender de monitor externo.
Segundo Tunholi, uma pesquisa global feita pela ASUS com usuários da marca apontou portabilidade, desempenho, bateria e durabilidade como as prioridades mais citadas para um notebook de duas telas. O levantamento também mostrou que 91% dos entrevistados usam uma segunda tela ao menos uma vez por semana, e 64% recorrem a monitores externos fixos no dia a dia.
Para controlar a interação entre as telas, a ASUS desenvolveu o aplicativo Screen Expert, que permite ajustar brilho, mover janelas entre as telas e abrir um teclado ou touchpad virtual por gestos.
Especificações completas
O processador Intel Core Ultra X9, da Série 3, tem 16 núcleos e vem acompanhado dos gráficos integrados Intel Arc B390. A plataforma completa alcança até 180 TOPS em tarefas de inteligência artificial. Testes internos da ASUS apontam ganhos de até 26% em multitarefas, 112% em desempenho gráfico para jogos e 203% em processamento de IA frente à geração anterior do notebook.
O resfriamento usa duas ventoinhas com 97 pás cada, o que permite um TDP de até 45 W, acima da média de notebooks de produtividade, que costuma ficar entre 25 W e 30 W.
As duas telas são do tipo ASUS Lumina Pro OLED, com 14 polegadas, resolução 2.8K, revestimento antirreflexo e taxa de atualização variável de até 144 Hz. O brilho chega a 1.000 nits, o dobro do registrado na geração anterior do Zenbook Duo. O áudio conta com seis alto-falantes, dois tweeters frontais e quatro woofers, com volume 125% maior do que o modelo antecessor.
A bateria é dividida em duas unidades de 49,5 Wh cada, somando 99 Wh de capacidade total. E o número não é aleatório. Segundo Tunholi, agências de aviação civil limitam em 100 Wh a capacidade de baterias que podem embarcar em aviões sem autorização especial, e o limite absoluto para qualquer equipamento é de 160 Wh.
Com essa capacidade, o notebook promete até 32 horas de reprodução de vídeo offline usando uma única tela, ou 18 horas de uso contínuo com as duas telas ligadas. O carregamento rápido leva a bateria a 60% em 49 minutos, por USB tipo C.
Em conectividade, o Zenbook Duo tem portas Thunderbolt 4, USB tipo C, USB tipo A, entrada HDMI e conector de áudio. O touchpad suporta os gestos inteligentes já usados em outras linhas da ASUS, como o VivoBook.
Chegada ao Brasil e preço
O Zenbook Duo já havia sido apresentado em outros mercados antes de chegar ao Brasil, mas a ASUS nega qualquer atraso ligado à crise global de componentes que afeta memória RAM e SSDs. Manuel Castro afirmou ao Canaltech que o momento do lançamento foi definido pela companhia, e não por dificuldades de fornecimento.
"Nós não atrasamos, nós trouxemos no momento certo, que foi agora. O custo não impactou a gente disponibilizar esse produto para o mercado brasileiro", disse Castro.
O executivo reconheceu que um cenário de custos mais baixos poderia resultar em um preço menor, mas classificou o valor cobrado como justo para as especificações entregues.
O Zenbook Duo custa R$ 29.999, valor R$ 7.000 mais alto do que o Zenbook A16, outro notebook topo de linha lançado pela ASUS no Brasil em julho, equipado com o processador Qualcomm X2 Elite Extreme e vendido por R$ 22.999. A diferença acompanha a proposta distinta dos dois modelos, já que o A16 aposta em uma única tela de alto desempenho, enquanto o Duo soma o custo de duas telas OLED e do sistema de dupla bateria.
Sobre a possibilidade de versões mais baratas com duas telas no futuro, Castro afirmou que a ASUS não tem planos imediatos.
"A partir do momento que tem escala, você consegue trazer o produto para um patamar de preço mais acessível. Nesse momento, não", disse o executivo, citando o cenário global de custos elevados para componentes ligados à produção de IA.
O Instagram apresentou nesta quinta-feira (13) uma nova wordmark, o logotipo escrito que aparece no topo do aplicativo. É a primeira mudança nesse elemento desde 2016, segundo Adam Mosseri, chefe da rede social, que anunciou a atualização em publicação no próprio Instagram e também no Threads.
O ícone do aplicativo, o quadrado com gradiente colorido que representa uma câmera, permanece igual. A mudança está restrita ao nome escrito, que passa a usar uma tipografia com curvas cursivas nas letras "s", "r" e "g", em contraste com o traçado mais reto da versão anterior.
Mosseri afirmou que a wordmark não era atualizada havia dez anos e que o novo desenho é "mais limpo e moderno", com referências ao logotipo original e à simplicidade que sempre marcou a marca. A TechCrunch classificou a descrição do executivo como "mais afiada e moderna".
Usuários notaram rapidamente que o novo "r" pode ser confundido com um "z" ou um "u", e que o "s" lembra um "a". A combinação gerou piadas nas redes sociais, com internautas lendo a palavra como "Instagzam" ou "Instagwam". O consultor de mídias sociais Matt Navarra chamou o resultado de fresco e fiel ao original, apesar das brincadeiras.
Parte da reação também cobrou o Instagram por prioridades. A conta "Resiliência Humana", com 12,9 milhões de seguidores, questionou Mosseri sobre a falta de suporte a criadores que perdem contas sem explicação, enquanto a plataforma investe em identidade visual.
Veja como ficou a nova logo:
Quarta mudança de logotipo em 16 anos
A atualização desta quinta-feira é a quarta alteração relevante na identidade visual do Instagram desde o lançamento do aplicativo, em outubro de 2010. A primeira versão, criada pelo fotógrafo Cole Rise, trazia uma câmera retrô inspirada em modelos Bell & Howell dos anos 1950, com textura de couro e uma faixa colorida no visor.
Em 2016, a equipe interna liderada por Ian Spalter substituiu a câmera realista por um glifo plano com gradiente de cores, o desenho que ainda hoje ocupa a tela inicial dos smartphones. Em 2022, a artista Rose Pilkington assinou um novo refinamento do gradiente, mais saturado e produzido com modelagem 3D, período em que o Instagram também introduziu a fonte própria Instagram Sans.
A wordmark lançada agora não altera o ícone consolidado em 2022 nem retoma o glifo de câmera usado até 2016. A Meta não confirmou se uma atualização do ícone está prevista.
Contexto do momento
A mudança tipográfica chega em um período de atenção regulatória sobre o Instagram. A plataforma enfrenta questionamentos na Europa sobre design considerado viciante e responde a processos nos Estados Unidos relacionados aos efeitos do aplicativo sobre usuários jovens, incluindo um julgamento em curso no Tennessee.
A companhia também recuou recentemente de uma função de geração de imagens por inteligência artificial após críticas relacionadas a privacidade. Nenhum desses episódios tem relação direta com a troca da wordmark, mas explica parte do ceticismo com que a novidade foi recebida nas redes.
A Xiaomi lançou na China um novo aquecedor elétrico de água de 80 litros que surge como alternativa ao chuveiro elétrico tradicional. O Mijia Smart Electric Water Heater Pro armazena a água aquecida e promete abastecer vários banhos seguidos, com potência de 3.300 W.
Um dos principais destaques está na tecnologia de expansão dinâmica de capacidade. Segundo a fabricante, o reservatório de 80 litros consegue fornecer o equivalente a cerca de 1.120 litros de água quente, graças a um sistema que amplia em até 14 vezes o volume disponível para uso.
Aquecedor tem dois reservatórios
O novo aquecedor da Xiaomi utiliza um sistema de dois reservatórios com aquecimento rápido de 3.300 W. O usuário pode escolher entre usar apenas um deles ou os dois, de acordo com a quantidade de água necessária.
O modo de reservatório único atende usos rápidos, como pela manhã, enquanto o funcionamento com os dois compartimentos busca manter água quente disponível por mais tempo. A proposta é atender casas com várias pessoas ou até imóveis com mais de um banheiro.
A temperatura pode ser regulada entre 30 °C e 80 °C. O aparelho trabalha em 220 V e tem classificação IPX4 contra respingos de água.
Outro diferencial é o sistema que libera pequenas quantidades de estrôncio e zinco na água. A Xiaomi chama o recurso de “banho de água mineral” e afirma que a composição ajuda a reduzir os efeitos da água dura durante o banho.
Sistema promete reduzir formação de resíduos
A Xiaomi também adotou um sistema próprio de purificação para diminuir o acúmulo de resíduos dentro do aparelho. De acordo com a marca, a tecnologia atinge 98,3% de eficiência contra a formação de incrustações.
O conjunto ainda utiliza íons de prata e promete taxa antibacteriana de 99,99%. A fabricante afirma que isso reduz a necessidade de limpeza interna do reservatório e também elimina a troca periódica da barra de magnésio.
Apesar da capacidade de 80 litros, o aquecedor tem formato achatado para ocupar menos espaço na parede. Ele mede 890 x 607 x 357 mm, pesa 34 kg e tem apenas 357 mm de profundidade.
O produto também faz parte do ecossistema conectado da Xiaomi e aceita controle remoto e automações pelo sistema Xiaomi HyperOS Connect.
Preço e disponibilidade
O Mijia Smart Electric Water Heater Pro tem preço sugerido de ¥ 2.499, cerca de R$ 1.924 em conversão direta. Durante o lançamento, o aquecedor será vendido por ¥ 2.299, aproximadamente R$ 1.770.
Com o subsídio oferecido pelo governo chinês, o valor pode cair para ¥ 1.954,15, equivalente a cerca de R$ 1.505 na cotação atual.
A Xiaomi oferece cinco anos de garantia para o aparelho e promete a substituição gratuita do produto por até oito anos em caso de vazamento no reservatório. Até o momento, não há informações sobre lançamento em outros mercados.
A Warner Bros. Games confirmou oficialmente que a sequência de Hogwarts Legacy está em produção em uma carta enviada aos acionistas na última quinta-feira (6). O jogo, ambientado no universo de Harry Potter, foi o título mais vendido de 2023, ano de Baldur's Gate 3, Marvel's Spider-Man 2 e The Legend of Zelda: Tears of the Kingdom.
Antes de revelar a produção de Hogwarts Legacy 2, a Warner Bros. Games recapitulou seus últimos lançamentos. "Durante o segundo trimestre, lançamos LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight (o jogo LEGO com a melhor avaliação de todos os tempos) e Game of Thrones: Dragonfire, nosso segundo jogo mobile do universo de Game of Thrones", diz a carta.
Esses projetos fazem parte da nova estratégia da divisão de games da empresa em investir em suas quatro franquias principais de mais de US$ 1 bilhão, "com investimentos disciplinados em menos títulos, porém de maior convicção". Os quatro pilares da nova reestruturação da produtora são Harry Potter, Game of Thrones, Mortal Kombat e DC.
A Warner Bros. Games escreveu: "Esperamos que a divisão de Games contribua de forma mais significativa para a lucratividade do segmento à medida que nosso pipeline se expande, incluindo o segundo capítulo de Hogwarts Legacy". A carta, então, oficializa a sequência do jogo de 2023, até então não mencionada pela produtora.
O Spotify desenvolve uma opção para baixar clipes no app e reproduzi-los sem conexão com a internet, de acordo com o site Android Authority. O recurso pode ser exclusivo para assinantes do serviço Premium e acirraria a disputa entre o streaming e o YouTube.
Informações encontradas no código do app do Spotify para Android mencionam funções como “Baixar vídeo” ou “Remover vídeo baixado”. Não existem mais detalhes adicionais, mas é provável que funcione da mesma forma que as músicas: o usuário escolhe o que pode ser salvo e depois acessa o conteúdo apenas pelo aplicativo do serviço.
O suporte a videoclipes chegou ao Spotify somente em 2024. Por padrão, o app reproduz apenas o áudio, mas há um atalho para assistir aos vídeos quando disponíveis. Ainda não há previsão de lançamento do recurso de download.
Spotify x YouTube
A reprodução offline de vídeos pode trazer uma grande vantagem ao Spotify na disputa com o YouTube, que tem os clipes como foco primário. Uma assinatura premium do streaming sueco já permite baixar músicas e podcasts, então a chegada dos clipes tiraria uma exclusividade do YT.
Vale reforçar que a assinatura do YouTube Premium garante reprodução sem anúncios e download de vídeos e músicas do YouTube Music.
A AOC anunciou no último sábado (8) o seu retorno ao segmento de monitores portáteis com o lançamento do modelo 16T20E2. O dispositivo conta com painel de 15,6 polegadas, tecnologia IPS e resolução Full HD (1080p), e chega ao Brasil com preço sugerido de R$ 699.
A novidade é uma aposta da marca no segmento de monitores portáteis que, de acordo com o gerente de produtos da AOC, Victor Vidal, passou de 41 mil peças vendidas para 115 mil nos últimos 12 meses no Brasil. O setor também faturou R$ 75 milhões no mesmo período.
A AOC argumenta que, apesar do crescimento exponencial dos monitores portáteis no Brasil, o segmento é dominado por marcas estreantes. A empresa espera atender a um "consumidor carente de confiabilidade", segundo Vital, que completa: "É um mercado que era dominado por marcas entrantes até agora, porque agora entrou uma marca de confiança no mercado nacional".
Um dos principais diferenciais do AOC 16T20E2 é sua capa magnética, que de proteger o painel de danos e riscos durante o transporte, além de servir como suporte. O monitor possui tempo de resposta de 4 ms e alto-falantes embutidos
“A gente faz um overdrive para 4 ms de tempo de resposta. Dificilmente vocês vão ver concorrentes divulgando isso, porque o comum nesse mercado é rodar em torno de 15 a 16 milissegundos”, afirma Victor Vital.
Vale notar que o produto não inclui bateria, o que garante uma espessura mais fina, mas pode exigir atenção dependendo do seu dispositivo. O monitor portátil precisa de alimentação externa, o que significa que ele usa a energia de outros aparelhos para funcionar. Ele exige uma fonte de alimentação de, pelo menos, 15 W para garantir o brilho máximo de 100%. Fontes mais fracas, entre 10 W e 12 W, até conseguem ligar o aparelho, mas não com o brilho no topo.
Em relação à conectividade, o monitor portátil é compatível com PCs, notebooks, smartphones e consoles, e acompanha três cabos: USB-C para USB-C, Mini-HDMI para HDMI e USB-C para USB-A. É importante ressaltar que para usar apenas um cabo na conexão do AOC 16T20E2 a um notebook ou smartphone, é necessário que o dispositivo tenha suporte a DisplayPort Alternate Mode (DP Alt Mode) na porta USB-C. Vital explica que portas USB comuns não transmitem imagem, apenas dados. Ou seja, será necessário um cabo para conexão e outro para alimentação nesses aparelhos.
O AOC 16T20E2 não possui conexão Bluetooth ou Wi-Fi, pois o monitor não conta com processador interno nem sistema operacional próprio. Isso evita a necessidade de atualizações constantes, embora o dispositivo ainda precise de drivers em possíveis atualizações do sistema operacional, por exemplo.
AOC retorna ao mercado de monitores portáteis
Esta não é a primeira vez que a AOC investe no segmento de monitores portáteis. Em 2014, a empresa lançou o Monitor USB LED, o primeiro da categoria no mercado brasileiro.
Se você comprou seu PlayStation 5 no lançamento há quase seis anos, cuidado, já que existe a chance de ele estar sofrendo por conta do metal líquido aplicado pela Sony. Esse é o tipo de problema mais comum do console e um novo caso mostra que a situação pode se agravar com o tempo, já que o composto tem potencial de causar danos permanentes no dissipador de calor, fazendo com que o PS5 aqueça além do normal.
O alerta veio após o técnico polonês Modyfikator89 analisar uma unidade do modelo CFI-1116, a primeira grande revisão de hardware da marca conhecida pelo dissipador mais leve, que desligava constantemente por superaquecimento.
Ao abrir o aparelho, a surpresa foi ver que, embora o die da APU tenha saído ileso após a limpeza, a área de contato do bloco de resfriamento sofreu forte oxidação e perdeu sua camada protetora de niquelagem, gerando marcas permanentes na estrutura de cobre.
Problema pode inutilizar o dissipador de calor do PS5
Isso acontece porque a liga de gálio usada no metal líquido, embora ofereça excelente condutividade térmica em comparação às pastas térmicas tradicionais, reage quimicamente com metais como o cobre se a barreira protetora falhar. Com o uso prolongado, o composto oxida, ganha um aspecto ressecado e se desloca, criando pontos secos entre o processador e o sistema de refrigeração. Sem a transferência adequada de calor, o console passa a operar no limite térmico, ativando o thermal throttling e desligando em poucos minutos de gameplay.
Ainda que o caso pareça se limitar a algo isolado e não confirme um defeito crônico em lote, relatos de usuários no Reddit apontam para um comportamento similar em aparelhos antigos. A ironia é que a própria Sony refinou o design térmico nas revisões mais recentes do PS5 Slim e do PS5 Pro, adotando microranhuras usinadas e barreiras reforçadas justamente para reter o líquido.
A Apple TV, plataforma de streaming conhecida por seu catálogo focado em produções originais, está testando uma nova estratégia ao incluir filmes conhecidos de outros estúdios para seus assinantes, sem custo adicional. A novidade já aparece em um novo carrossel chamado “Great Movies Available Now on Apple TV” (“Grandes Filmes Disponíveis Agora na Apple TV”), dentro do aplicativo nos Estados Unidos, Canadá e Reino Unido. Não há informações sobre a disponibilidade em outros países.
A seleção inclui filmes que antes estavam disponíveis apenas para compra ou aluguel pela Apple TV Store. Agora, alguns deles aparecem como “Adicionados Recentemente” e podem ser assistidos por quem já possui uma assinatura do serviço. A oferta, porém, varia conforme a região e ainda não está claro se será permanente ou ficará disponível por tempo limitado.
Entre os títulos encontrados estão Titanic, E.T. - O Extraterrestre, Perdido em Marte, A Chegada, O Sexto Sentido, Zodíaco, O Aviador, Ressaca de Amor, Anjos da Lei, Garota Exemplar, Zoolander, As Panteras, Missão: Impossível - Protocolo Fantasma, Uma Mente Brilhante, O Novato, A Identidade Bourne, Looper, A Proposta e Eu, Robô.
A estratégia amplia a oferta do Apple TV em um momento em que a empresa também investe em novos filmes originais. O serviço já reúne mais de 300 produções próprias e tem novos lançamentos previstos, como Mayday, filme de ação e comédia estrelado por Ryan Reynolds e Kenneth Branagh.
Ainda assim, a inclusão de filmes de outros estúdios não significa necessariamente que a Apple esteja abandonando o modelo baseado em produções originais. A empresa já realizou iniciativas semelhantes no passado, mas elas não se tornaram permanentes.
Como assistir ao Apple TV?
O Apple TV está disponível por assinatura e custa R$ 29,90 por mês no Brasil. Novos usuários podem testar o serviço gratuitamente por sete dias antes da primeira cobrança, conforme as condições da oferta.
Depois, o serviço pode ser acessado em diferentes plataformas, incluindo:
Apple: iPhone, iPad, Mac e Apple TV;
Celulares e tablets: dispositivos Android;
Computadores: Windows;
Smart TVs e outros dispositivos compatíveis;
Navegador: pelo site do Apple TV.
A disponibilidade dos filmes adicionados recentemente depende do país. Por isso, um título incluído no catálogo dos Estados Unidos, por exemplo, pode não aparecer para assinantes de outras regiões.
O mercado de hardware passa por um momento crítico e caótico ao mesmo tempo. Vimos as memórias RAM e SSDs encarecendo em uma velocidade assustadora, e agora chegou a vez das placas de vídeo. Já está claro que as GeForce RTX da NVIDIA ficaram mais caras, mas as GPUs da AMD com reajustes vêm logo aí, já aparecendo com preços até 20% maiores, com a RX 9070 XT sendo fortemente atendida.
Uma tabela de preços que tem circulado nas redes sociais chinesas mostra todas as GPUs da série RX 9000, além da RX 7650 GRE, que não é vendida aqui. Começando por essa última, que é um modelo mainstream acima da popular RX 7600 aqui no Brasil, o preço subiu pouco mais de 5% em relação ao MSRP (preço sugerido de lançamento), o equivalente a cerca de US$ 20.
Nenhuma RX 9000 se safou do reajuste
Essa foi a placa que menos sofreu aumento. Depois dela vem a Radeon RX 9070, que subiu de US$ 770 para US$ 830, mais de 7%. Na escala do menor ao maior reajuste, agora temos a RX 9060 XT 8 GB, que ficou quase 13% mais cara, custando cerca de US$ 459 na conversão da moeda chinesa. No mesmo nível de encarecimento está a RX 9070 GRE, a mais recente do lineup, subindo de US$ 592 para US$ 680.
Antes da placa que sofreu o pior reajuste, vem a RX 9060 XT 16 GB, uma placa que vinha tendo uma procura maior por conta da quantidade de VRAM, sem custar o que o modelo acima pede. Ela ficou 16% mais cara e pode ser encontrada pelo equivalente a US$ 637. Já a atual melhor GPU da AMD, a RX 9070 XT, chegou na casa dos 20% de reajuste, sendo a primeira placa do Time Vermelho a passar de US$ 1.000.
Brasil já vê as RX 9000 custando mais
Todo esse aumento aconteceu agora no terceiro trimestre, depois de vários rumores apontando para um reajuste por parte da AMD. Vale ressaltar que esses novos valores são referentes ao preço sugerido de lançamento na moeda da China. Agora, é questão de tempo para que o repasse seja sentido no restante do mundo.
No Brasil, já começamos a perceber o aumento nos preços das RX 9000. A RX 9070 XT, por exemplo, que era encontrada próxima de R$ 4.000 há pouco tempo, hoje já passa de R$ 5.000 facilmente. A RX 9070 GRE, que chegou há pouco tempo em nosso mercado, tomou o preço que antes pertencia à RX 9070, próximo de R$ 4.000. Por enquanto, processadores ainda não sofreram tanto e a AMD tem vendido seus Ryzen como água ultimamente.
Para quem deseja elevar o nível nas partidas competitivas de e-sports ou busca uma boa experiência de jogo sem estourar o orçamento, o LG UltraGear 24" se estabeleceu como uma das maiores referências do mercado. Unindo a velocidade da taxa de atualização de 144Hz à fidelidade de cores vibrantes do painel IPS, ele entrega o equilíbrio ideal de fluidez, nitidez e tempo de resposta rápido para títulos como Valorant, Counter-Strike 2 e League of Legends.
Se você estava esperando a oportunidade perfeita para dar um upgrade no seu setup parcelando suavemente, o Mercado Livre liberou uma condição imperdível. Utilizando o cupom TECHEMCASA, o monitor sai por apenas R$ 620,10, com o grande diferencial do parcelamento em até 15x de R$ 41,34 sem juros.
O LG UltraGear 24" foi desenvolvido com foco total no gamer competitivo. Sua tela de 23,8 polegadas conta com resolução Full HD (1920 x 1080) e painel IPS com suporte a HDR10 e 99% da cobertura de cores sRGB, garantindo imagens nítidas, contrastes bem definidos e ângulos de visão amplos de 178° sem distorções de cor. Para manter a gameplay competitiva sem rastros, ele entrega uma taxa de atualização de 144Hz combinada ao tempo de resposta de 1ms (MBR), eliminando o efeito de imagem borrada (blur) em cenas de ação rápida.
Além do painel de alta velocidade, o monitor é recheado de tecnologias proprietárias da LG para otimizar o desempenho visual. Ele conta com suporte ao AMD FreeSync e compatibilidade com NVIDIA G-Sync, sincronizando os quadros da placa de vídeo para evitar falhas de imagem (screen tearing). Os recursos Dynamic Action Sync (que reduz o atraso de entrada / input lag) e Black Stabilizer (que ilumina áreas escuras do mapa para você enxergar inimigos escondidos) completam o pacote, acompanhados por um design com bordas ultrafinas em três lados e furação VESA para fixação em suportes articulados.
Especificações Completas:
Tamanho da Tela: 23,8 polegadas (design com bordas ultrafinas)
Resolução: Full HD (1920 x 1080)
Tipo de Painel: IPS (Antirreflexivo com 99% sRGB e HDR10)
Taxa de Atualização: 144 Hz
Tempo de Resposta: 1 ms (Motion Blur Reduction - MBR) / 5ms GtG
Sincronização de Imagem: Compatível com NVIDIA G-Sync e AMD FreeSync
Brilho: 250 cd/m²
Contraste Estático: 1000:1 (típico)
Recursos Gamer: Dynamic Action Sync, Black Stabilizer, Crosshair (mira fixa na tela) e Flicker Safe
Conectividade: 1x DisplayPort 1.4, 1x HDMI 2.0 e 1x Saída para fones de ouvido (3.5mm)
Ergonomia: Ajuste de inclinação (-5° a +15°) e furação VESA (100 x 100 mm)
Vale a pena comprar o monitor LG UltraGear 24"?
Analisando o histórico e as avaliações dos usuários, o veredito para o LG UltraGear 24" é um sim absoluto. Os compradores elogiam frequentemente o salto brutal de fluidez ao migrar de telas convencionais de 60Hz para 144Hz, além de destacarem a qualidade das cores do painel IPS em comparação com monitores mais baratos do tipo TN. A reputação da LG no controle de qualidade e na durabilidade do produto é um dos pontos mais citados por quem busca uma compra segura a longo prazo.
Nas seções de comentários das lojas, o único ponto de atenção lembrado pelos compradores diz respeito à base do monitor. Como é comum em modelos com foco em custo-benefício, a base de fábrica permite apenas o ajuste de inclinação (tilt), não possuindo regulagem de altura nativa. No entanto, os próprios usuários ressaltam que, por contar com furação padrão VESA 100x100mm, a instalação em um braço articulado resolve essa questão facilmente.
A empresa de IA chinesa DeepSeek lançou o novo modelo V4-Pro nesta quinta-feira (13) para bater de frente com ChatGPT e Claude. O lançamento ocorre no cenário em que a startup aumenta sua participação no mercado global pelo número de tokens.
O V4-Pro tem melhorias em tarefas agênticas e preserva o “raciocínio flexível” dos modelos de IA da empresa: pode fazer esforço menor para tarefas simples, aumentar o poder computacional em fluxos de agentes e operar em potência máxima para prompts mais complexos.
O novo modelo já está disponível no aplicativo e no site oficial do DeepSeek. Testes de benchmark publicados pela desenvolvedora colocam o lançamento em patamar parecido com grandes nomes do mercado, como Claude Fable 5 e o chinês Kimi K3.
Uso do DeepSeek em alta
O lançamento acontece após o DeepSeek se tornar a segunda desenvolvedora do IA com maior volume de tokens usados em todo o mundo durante o mês de julho, segundo dados do AI Gateway Production Index, da Vercel.
A empresa fica atrás apenas da Anthropic (criadora do Claude) em volume e tem quase o dobro do número do Google. Um dos possíveis motivos pela adesão é o custo-benefício, visto que a startup chinesa diminuiu os preços por milhão de tokens — e depois anunciou um aumento repentino.
O Google TV Freeplay ganhou uma grande atualização e agora oferece mais de 10 mil filmes e programas de TV sob demanda gratuitamente. A novidade já está disponível em dispositivos Google TV, mas o serviço é, por enquanto, exclusivo dos Estados Unidos.
A biblioteca conta com conteúdos de grandes estúdios de Hollywood, incluindo A24 e Lionsgate. Entre os títulos disponíveis estão Lady Bird (2017), indicado ao Oscar, 17 Outra Vez (2009) e o reality show Hell's Kitchen. Segundo o Google, o catálogo continuará recebendo atualizações ao longo do ano.
O catálogo funciona com anúncios e não exige assinatura. Com a expansão, o Freeplay aumenta a concorrência com plataformas FAST, como Tubi, Pluto TV e The Roku Channel. O serviço também reúne mais de 300 canais gratuitos ao vivo, com opções de notícias, esportes, reality shows, crimes reais e entretenimento. Entre as novidades estão o Bloomberg TV+, a Yahoo! Sports Network, o The Martha Stewart Channel e o World of Love Island.
Embora o Tubi e a Pluto TV sejam considerados os padrões de ouro do streaming gratuito (FAST), seus catálogos são formados, em sua maioria, por produções mais antigas e de baixo orçamento. O diferencial do Google TV Freeplay é que sua nova biblioteca sob demanda aposta em um volume maior de títulos contemporâneos e de prestígio de estúdios independentes renomados, como a A24.
Como assistir aos filmes e séries de graça na Google TV?
Para assistir aos filmes e séries gratuitos, basta abrir o aplicativo Freeplay na tela inicial de um dispositivo compatível com Google TV. O serviço já vem integrado a smart TVs de marcas como Sony, TCL e Hisense, além do Google TV Streamer.
É necessário ter uma Conta do Google e conexão de internet de alta velocidade. No entanto, o catálogo só está disponível nos Estados Unidos, por enquanto.
Surpreendendo os fãs, a Netflix deve retomar a produção do live-action de Yu Yu Hakusho com uma segunda temporada. A novidade chega após anos de silêncio, já que a adaptação foi lançada em 2023 e não recebe atualizações desde então.
Segundo informações do Tokyo Sports, o segundo capítulo do programa tem filmagens agendadas para o outono deste ano no hemisfério norte, que ocorre entre os meses de setembro e dezembro.
O veículo também afirmou que a próxima temporada da série vai adaptar o arco do Torneio de Unificação do Mundo Demoníaco (em tradução livre), capítulo final do anime e mangá de Yu Yu Hakusho, que inspira a série da Netflix.
Pelo que se sabe sobre o desenvolvimento do novo ano, o ator Takumi Kitamura vai reprisar seu papel como o protagonista, Yusuke Urameshi. Outros nomes no elenco são Shun Oguri, Nobuaki Kaneko, Mirai Moriyama e Mizuki Yamamoto, que irão interpretar “habitantes do mundo demoníaco”, conforme descrito pela matéria.
Uma nova chance para Yu Yu Hakusho
Lançada em dezembro de 2023 na Netflix, a série live-action de Yu Yu Hakusho narra a jornada do delinquente Yusuke Urameshi, um jovem que morre após salvar uma criança. Como troca pelo ato heroico, ele ganha uma segunda chance ao se tornar um detetive espiritual que investiga casos de yokais perigosos.
Com apenas cinco episódios, a primeira temporada da adaptação do amado mangá teve uma recepção mista por tentar condensar mais da metade do original em poucos capítulos. Entre as críticas está a falta de apelo emocional da produção, embora ela tenha sido elogiada pelas sequências de luta.
Resta saber, então, como a Netflix vai lidar com a segunda temporada, especialmente depois de tanto tempo em silêncio a respeito da continuação da série. Vale mencionar ainda que não há uma previsão de lançamento.
A Samsung apresentou o Galaxy Z Fold 8 com alterações na proporção de tela e no formato de uso em relação aos modelos anteriores da linha. O dispositivo conta com o processador Snapdragon 8 Gen 5 e foi anunciado pelo preço sugerido de R$ 12.599 no mercado brasileiro. A estrutura externa adota dimensões mais curtas e largas quando fechada, alterando o aspecto de exibição de dados e a usabilidade em aplicativos convencionais.
Ao ser aberto, o painel flexível assume a proporção 4:3, aproximando a experiência à de um tablet de menor dimensão. Segundo o apresentador Pedro Cipoli, a mudança de formato altera a dinâmica de leitura de arquivos e livros digitais.
"Parece que eu estou segurando uma versão premium de um Kindle", explicou Cipoli.
Adaptação de aplicativos e estrutura física
A alteração no formato da tela afeta a exibição de plataformas de redes sociais e reprodutores de mídia. No Instagram, a interface alterna para a visualização de tablet com margens nas laterais, enquanto no YouTube o formato original de vídeo resulta na exibição de barras pretas superiores e inferiores. No painel interno, o sensor de câmera posicionado sob o display permanece visível sobre fundos claros.
Em termos de construção, o Galaxy Z Fold 8 possui 4,1 milímetros de espessura e sistema de dobradiça com reforço em placas de titânio. O vinco central do painel foi redesenhado para apresentar menor profundidade em relação às gerações passadas. Para manter o perfil fino e acomodar o sistema de bateria dupla, o aparelho conta com duas câmeras traseiras, sem lente telefoto dedicada para zoom óptico estendido.
"Não acho que é uma questão de engenharia, acho que é uma questão de segmentação", pontuou Cipoli, ao comparar a distribuição de recursos entre o modelo padrão e a versão Ultra da mesma linha.
No mercado internacional, o preço de tabela foi fixado entre US$ 1.849 e US$ 1.899, sem a inclusão de impostos locais. No Brasil, o valor sugerido de lançamento atinge R$ 12.599, com possibilidade de reduções no custo inicial por meio de programas de troca de aparelhos usados e descontos para pagamento à vista.
Adicionando mais uma polêmica ao conflituoso desenvolvimento da série live-action de God of War, Christopher Judge, o ator que interpreta Kratos nos jogos, criticou a produção por não contar com profissionais que trabalham ativamente na franquia de videogame.
O comentário de Judge foi feito durante um painel na convenção FanExpo, onde falou sobre adaptações de jogos. O ator expressou sua frustração em relação aos estúdios, que costumam contratar uma equipe criativa diferente daquela responsável por dar vida aos games.
Como exemplo, Judge falou sobre a produção da série de God of War, que está sendo feita pelo Prime Video. De acordo com ele, o fato de os roteiristas dos jogos não serem contratados para fazer a adaptação é um erro.
“Meu problema com todas as adaptações de jogos é que você tem uma propriedade intelectual preexistente e de sucesso, e a primeira coisa que eles fazem é não contratar pessoas associadas a ela [...] Quando a Amazon e não contratou nenhum dos roteiristas de God of War… O que eles estavam pensando? Esse pessoal está imerso nesse mundo há 20 anos. Mas alguém acha que sabe mais do que eles?”, o ator criticou.
Judge ainda mencionou a adaptação de The Last of Us na HBO, afirmando que “não faz ideia do por que não aproveitar o elenco e os roteiristas , especialmente quando se pretende fazer episódios que são recriações plano a plano do jogo”.
Renovando polêmica
A fala de Christopher Judge sobre a produção da série de God of War acontece em meio a uma situação delicada nos bastidores. Isso porque as filmagens do programa tiveram que ser interrompidas em julho depois que Ryan Hurst (Sons of Anarchy), previamente escalado para interpretar Kratos, sofreu uma lesão no set de gravações.
Como consequência do ocorrido, a Amazon decidiu substituir Hurst, com Dave Bautista (Guardiões da Galáxia) em negociações para assumir o papel de Kratos no live-action. Entre os nomes já confirmados no elenco estão Callum Vinson (Long Bright River), Max Parker (Jovens Recrutas), Mandy Patinkin (Homeland) e Teresa Palmer (A Escolha).
Por enquanto, a Amazon não cravou uma data de estreia para o programa, mas a previsão de lançamento é para 2027. A série vai acompanhar a jornada de Kratos e seu filho, Atreus, para espalhar as cinzas de Faye, esposa de Kratos e mãe do garoto.
O iPhone 18 básico pode chegar ao mercado com duas novidades que atualmente são associadas aos modelos mais avançados da Apple. Segundo o analista Jeff Pu, o celular terá 12 GB de RAM e poderá receber uma nova versão da Dynamic Island, recursos que devem estrear primeiro nos modelos Pro.
A nova geração do iPhone deve adotar uma estratégia diferente de lançamento. Enquanto o iPhone 18 Pro, iPhone 18 Pro Max e iPhone Ultra são esperados para setembro de 2026, o modelo convencional deve ficar para o início de 2027.
De acordo com Jeff Pu, o iPhone 18 terá 12 GB de RAM, um aumento considerável em relação aos 8 GB presentes no iPhone 17. A informação, porém, entra em conflito com um rumor anterior divulgado pelo analista Ming-Chi Kuo.
Segundo Kuo, o iPhone 18 teria apenas 9 GB de RAM, mesma quantidade esperada para o iPhone 18e. Pu, por outro lado, afirma que os 9 GB ficariam restritos ao iPhone 18e, enquanto o iPhone 18 teria 12 GB.
Os dois aparelhos devem utilizar o mesmo chip A20. A diferença na quantidade de memória pode ajudar a Apple a separar melhor os modelos em desempenho e recursos de inteligência artificial.
Novo Dynamic Island chegaria ao modelo convencional
Outra possível novidade está na Dynamic Island. O iPhone 18 convencional pode receber a nova versão, com um design menor, que deve estrear primeiro nos modelos Pro.
A Apple tradicionalmente leva alguns recursos dos modelos Pro para os aparelhos mais baratos somente depois de uma geração. Foi assim com a Dynamic Island: apresentada no iPhone 14 Pro, ela chegou ao modelo convencional apenas com o iPhone 15.
Agora, a empresa pode acelerar esse processo e levar a nova versão da interface para o iPhone 18 já em seu lançamento.